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Fisioterapia especializada ajuda pacientes a recuperar autonomia após AVC 

Perder a força de um lado do corpo, deixar de caminhar sozinho e depender da ajuda de familiares para tarefas simples do dia a dia são algumas das mudanças enfrentadas por quem sobrevive a um acidente vascular cerebral (AVC). No Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), pacientes que passaram pela doença encontram na fisioterapia especializada um caminho para recuperar movimentos, readquirir autonomia e reconstruir a rotina.  Vítima de um AVC, Joana Darc Vigilato faz fisioterapia no HRSM e já apresenta avanços que surpreendem a família | Fotos: Divulgação/IgesDF “Minha mãe é muito guerreira. Já teve restaurante, salão de beleza, lavou roupa para fora, sempre foi muito ativa. É impressionante o quanto ela evoluiu em menos de três meses” Francimar Santos O AVC é uma das principais causas de morte e incapacidade no Brasil. Ao lado do infarto, integra o grupo das doenças cardiovasculares, responsáveis por cerca de 30% dos óbitos registrados anualmente no país, segundo o Ministério da Saúde. Dados da Sociedade Brasileira de AVC (SBAVC), com base no Portal da Transparência do Centro de Registro Civil (CRC) do Brasil, mostram a dimensão do problema: somente entre 1º de janeiro e 31 de março deste ano foram registradas 20.461 mortes por AVC no país, o equivalente a uma média de 235 por dia, praticamente uma vítima a cada seis minutos. Para quem sobrevive ao episódio, a reabilitação torna-se fundamental. No HRSM, unidade administrada pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), o ambulatório de fisioterapia oferece atendimento especializado em neurofuncional adulto e recebe, em sua maioria, pacientes que sofreram AVC.  Definição do plano terapêutico Para definição do plano terapêutico, cada paciente passa por uma avaliação individualizada antes do início das sessões “Quando o encaminhamento ocorre ainda na fase aguda, as chances de evolução costumam ser maiores. Já aqueles que chegam após um período mais longo podem apresentar sequelas mais consolidadas, o que torna o processo de reabilitação mais desafiador” Michelle Xavier da Silva, fisioterapeuta responsável pela área no HRSM “Recebemos pacientes em diferentes fases da recuperação. Quando o encaminhamento ocorre ainda na fase aguda, as chances de evolução costumam ser maiores. Já aqueles que chegam após um período mais longo podem apresentar sequelas mais consolidadas, o que torna o processo de reabilitação mais desafiador”, explica Michelle Xavier da Silva, fisioterapeuta responsável pela área.  O acesso ao tratamento ocorre por meio do Sistema de Regulação (Sisreg), da Secretaria de Saúde (SES-DF). Antes do início das sessões, cada paciente passa por uma avaliação individualizada, que orienta a definição do plano terapêutico. “O tratamento é construído a partir das dificuldades que mais impactam a rotina da pessoa. Algumas precisam voltar a permanecer em pé, outras necessitam recuperar força muscular ou melhorar a capacidade de caminhar. Tudo é direcionado às necessidades de cada caso”, afirma Michelle. O ambulatório conta com barras paralelas, escadas, rampas, faixas elásticas, bicicletas adaptadas e equipamentos de estimulação muscular, utilizados para auxiliar na recuperação funcional. Foi esse acompanhamento que passou a fazer parte da vida de Joana Darc Vigilato, 61 anos, após sofrer um AVC em abril deste ano. Atualmente na sexta sessão de fisioterapia, ela já apresenta avanços que surpreendem a família. “Tudo o que ela faz aqui a gente repete em casa. Minha mãe é muito guerreira. Já teve restaurante, salão de beleza, lavou roupa para fora, sempre foi muito ativa. É impressionante o quanto ela evoluiu em menos de três meses”, relata a filha, Francimar Santos. Desafios além da recuperação física  [LEIA_TAMBEM]A recuperação de um AVC depende muito do tratamento. Por isso, para que os pacientes não interrompam a frequência da fisioterapia, a equipe do HRSM orienta familiares e cuidadores sobre exercícios e estratégias que podem ser realizados em casa, contribuindo para a continuidade do processo de reabilitação.  “Às vezes, o familiar precisa faltar ao trabalho ou reorganizar toda a rotina para garantir a continuidade do acompanhamento. Isso pode comprometer a evolução do paciente”, destaca Michelle. Como acessar o serviço O usuário ou seu responsável deve procurar a unidade básica de saúde (UBS) mais próxima de casa e, com o encaminhamento médico, solicitar a inclusão na regulação da Secretaria de Saúde. Após a convocação, o tratamento é iniciado em ciclos de dez sessões, realizadas uma ou duas vezes por semana. Caso seja necessária a continuidade do acompanhamento, o paciente deve retornar à UBS para nova avaliação médica e emissão de outro encaminhamento. *Com informações do IgesDF

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Zoo de Brasília divulga resultado preliminar de chamamento para serviços médico-veterinários

A Fundação Jardim Zoológico de Brasília (FJZB) divulgou, nesta segunda-feira (15), o resultado preliminar da fase de seleção de propostas do Edital de Chamamento Público nº 002/2026, que tem como objetivo firmar parceria com uma organização da sociedade civil (OSC) para a execução contínua dos serviços médico-veterinários no hospital veterinário da instituição. Edital seleciona parceria para reforçar a qualidade dos serviços prestados pelos tratadores de animais do zoo | Foto: Divulgação/FJZB O edital prevê a celebração de um termo de colaboração para a realização de atividades essenciais ao cuidado dos animais sob responsabilidade da fundação, incluindo atendimento clínico e cirúrgico, manejo, internação, reabilitação, monitoramento da saúde animal e demais ações correlatas desenvolvidas no Hospital Veterinário do Zoológico de Brasília. A iniciativa foi lançada em abril deste ano com o objetivo de fortalecer a capacidade de atendimento e ampliar a qualidade dos serviços prestados pela instituição. Dentro do prazo estabelecido, duas organizações apresentaram propostas para participação no processo seletivo. Após análise da comissão de seleção, a Sociedade Paulista de Medicina Veterinária (SPMV) obteve a maior pontuação, com 105 pontos, seguida pela Jaguaracambé – Associação para Conservação da Biodiversidade, que alcançou 77 pontos. [LEIA_TAMBEM]Conforme previsto no edital, o resultado divulgado é provisório. As organizações participantes poderão apresentar recurso no prazo de até cinco dias úteis a partir da publicação do resultado. Os recursos deverão ser encaminhados para o e-mail asfom@zoo.df.gov.br, observando os critérios e procedimentos estabelecidos no chamamento público. A seleção integra as ações da FJZB voltadas para o fortalecimento da assistência médico-veterinária e do bem-estar animal, garantindo suporte técnico especializado para os animais mantidos sob cuidados humanos, além de contribuir para as atividades de conservação, pesquisa e reabilitação desenvolvidas pela instituição.    *Com informações da Fundação Jardim Zoológico de Brasília

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Centro Ludovico Pavoni tem áreas de diagnóstico e reabilitação reformadas na Asa Norte

O Centro Educacional da Audição e Linguagem Ludovico Pavoni (Ceal-LP), na Asa Norte, passou por reforma em áreas de diagnóstico, reabilitação e acolhimento de pacientes. Conveniada à Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF), a unidade integra a rede de assistência do Governo do Distrito Federal (GDF) e atende crianças, idosos e pessoas com deficiência auditiva, intelectual e com transtorno do espectro autista (TEA). Especializado em reabilitação, o Ceal-LP oferece pelo Sistema Único de Saúde (SUS) serviços de avaliação, diagnóstico, intervenção terapêutica, adaptação de aparelhos auditivos e acesso ao sistema de frequência modulada (FM), entre outros atendimentos. A reforma contemplou espaços usados no atendimento de bebês, crianças pequenas, idosos e familiares. Foram feitas troca de telhado, forro e piso, pintura, retirada de infiltrações, adequações nas redes elétrica, hidráulica e lógica, instalação de elevador, escadas de incêndio e portas corta-fogo, além de ajustes na recepção da clínica audiológica. Segundo a direção do Ceal-LP, as obras receberam investimentos de cerca de R$ 1 milhão em emenda parlamentar da senadora Leila Barros. O investimento reforça a estrutura física de uma unidade que mantém atendimento pelo SUS por meio de convênio com a SES-DF. Especializado em reabilitação, o Ceal-LP oferece pelo Sistema Único de Saúde (SUS) serviços de avaliação, diagnóstico, intervenção terapêutica, adaptação de aparelhos auditivos e acesso ao sistema de frequência modulada (FM) | Foto: Matheus Borges/Agência Brasília A coordenadora do Ceal-LP, Maria Inês Serra, afirma que a parceria com o poder público é decisiva para manter o atendimento às famílias. “Se a gente não tem a parceria do GDF, não consegue oferecer para essas famílias o que entende como diferencial na vida delas”, disse. “São crianças que mudam de vida por esse atendimento, com uma equipe robusta, com fonoaudiologia, terapia ocupacional, fisioterapia, neuropediatria e psiquiatria infantil”. Segundo Maria Inês, alguns espaços apresentavam limitações para o atendimento, realidade que mudou após a reforma. “Hoje temos um ambiente bonito, agradável, seguro, sem infiltrações, limpo e adequado para receber essas famílias”, aponta. O diretor do Ceal-LP, padre José Rinaldi, destacou que a reforma teve impacto direto em dois momentos centrais do atendimento: o diagnóstico e o início da reabilitação. “No diagnóstico, passam bebês e idosos. Na reabilitação, os bebês e as famílias são acolhidos para começar um caminho de estímulo, terapia e mudança de vida”, afirmou.   Para o padre, o cuidado com o ambiente também pesa na forma como pacientes e familiares enfrentam o tratamento. “A reforma nos deu a possibilidade de oferecer ambientes bonitos e agradáveis a bebês e idosos em momentos importantes da vida deles”, disse. “Quando o idoso perde a audição, corre o risco de se afastar da família e da sociedade. Com diagnóstico, aparelho adequado e acompanhamento, ele recebe uma nova qualidade de vida”. Atualmente, o Ceal-LP atende 420 crianças, segundo a coordenação da instituição. O centro oferece serviços como fonoterapia, psicologia, terapia ocupacional, fisioterapia, neuropediatria, psiquiatria infantil, otorrinolaringologia e assistência social. No caso da deficiência auditiva, o acesso ocorre pelo Sistema de Regulação (Sisreg), após encaminhamento de médico otorrinolaringologista da rede pública. Para reabilitação auditiva, deficiência intelectual e TEA, o acesso ainda não está regulado. Nesses casos, a unidade de saúde em que o usuário é atendido faz o encaminhamento ao Ceal-LP, que avalia o caso e orienta os próximos passos. Para o primeiro acesso, a família deve apresentar encaminhamento médico ou de especialista não médico da rede pública para entrada na lista de espera. Entre os exemplos do impacto do Ceal-LP está o de Lucas Vinícius Diniz, 22 anos; surdo desde o nascimento, ele começou a ser atendido na instituição ainda criança e hoje trabalha no local como auxiliar administrativo A prioridade para intervenção terapêutica contempla crianças de 6 meses a 7 anos, período considerado estratégico para o desenvolvimento. Segundo Maria Inês, a maior demanda hoje está no atendimento a crianças com autismo, com fila de espera superior a mil crianças. Uma história que volta ao ponto de partida Entre os exemplos do impacto do Ceal-LP está o de Lucas Vinícius Diniz, 22 anos. Surdo desde o nascimento, ele começou a ser atendido na instituição ainda criança e hoje trabalha no local como auxiliar administrativo. Com apoio da família e acompanhamento especializado, desenvolveu a comunicação oral, a leitura labial e o uso da Língua Brasileira de Sinais (Libras). “Eu comecei aqui com uns 7 ou 8 anos. Tive o apoio dos meus pais e do padre, que me colocaram para ler. O primeiro livro foi O Pequeno Príncipe. Fui forçando a leitura labial”, contou Lucas. “Sem esse suporte, minha vida seria bem diferente.” Lucas usa implante coclear em um dos ouvidos. Sem o equipamento, sente apenas vibrações. Para ele, o acompanhamento recebido no Ceal-LP ajudou a enfrentar barreiras fora da instituição. “O mundo lá fora é difícil. Eu sei Libras, mas também é bom aprender português e outras formas de comunicação”, afirmou. Serviço Ceal-LP (SGAN 909, módulo B, Asa Norte) - Atendimento ambulatorial: de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h, exceto feriados. - Informações sobre acesso ao serviço, documentos e andamento de solicitações podem ser obtidas pelo telefone (61) 3349-9944 ou presencialmente.

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Hospital da Fauna Silvestre atendeu a mais de 5 mil animais em dois anos de funcionamento

Gambá-de-orelha-branca, periquito-de-encontro-amarelo, sagui-de-tufos-pretos e coruja-buraqueira são nomes comuns nos prontuários do Hospital e Centro de Reabilitação de Fauna Silvestre (Hfaus). Inaugurado pelo Governo do Distrito Federal em março de 2024, o equipamento oferece tratamento multidisciplinar aos bichos, mantendo como foco a reabilitação e reinserção na natureza. Em quase dois anos, foram atendidos mais de 5 mil animais de 222 espécies diferentes, sendo 71% aves, 23% mamíferos e 6% répteis. Profissionais do Hfaus cuidam de um tamanduá-bandeira: pacientes têm tratamento reforçado para poderem voltar à natureza | Fotos: Joel Rodrigues/Agência Brasília Vinculado ao Instituto Brasília Ambiental, o Hfaus é gerido pela Sociedade Paulista de Medicina Veterinária (SPMV), em modelo que torna a unidade hospitalar pioneira. O espaço, que recebeu os primeiros pacientes em fevereiro de 2024 — três periquitos-maracanã — , surgiu como resposta à necessidade de ampliar e qualificar o atendimento veterinário à fauna silvestre no DF e, desde então, se consolidou como referência nacional. Cerca de R$ 5 milhões já foram repassados ao equipamento público. Atendimento “Os animais recebem dietas personalizadas e são acompanhados até verificarmos que estão aptos a terem alta” Thiago Marques, bilólogo e coordenador do Hfaus Os bichos passam por uma abordagem multidisciplinar que envolve cuidados clínicos, exames laboratoriais e de imagem, alimentação adequada e enriquecimento ambiental para estimular comportamentos naturais e garantir que estejam aptos para viver em liberdade. As principais causas de entrada são cuidados neonatais (filhotes e jovens), e lesões e fraturas. Os meses com maior número de atendimentos, em 2024 e 2025, foram setembro e outubro. “Após chegar aqui, os animais são registrados em uma ficha, preenchida por quem fez a entrega, com dados sobre local de resgate, situação de saúde e espécie”, detalha o biólogo Thiago Marques, coordenador do Hfaus. “Depois, passam por uma triagem veterinária, em que identificamos o que precisará ser feito, como exames e medicação, e são alocados em alguma área, dependendo da espécie e do porte, podendo ficar em uma gaiola ou até ocupar uma sala inteira. Os animais recebem dietas personalizadas e são acompanhados até verificarmos que estão aptos a terem alta.” Os casos são diversos. Em janeiro, o hospital teve entre seus pacientes um filhote de bugio encontrado debilitado e com ferimento em um dos dedos e um jacaré resgatado após ficar preso na piscina de uma residência. Pouco depois, no começo de fevereiro, a equipe cuidou de dois tamanduás-bandeiras, um que foi atropelado e outro que ficou preso no portão de uma casa, além de quatro lobos-guarás, também com sinais de atropelamento. Trabalho contínuo O hospital trabalha de modo integrado ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), responsável tanto pelo encaminhamento dos pacientes quanto pela reabilitação e soltura na natureza por meio do Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas-DF). Também podem encaminhar animais para atendimento o Batalhão de Polícia Militar Ambiental (BPMA-DF), a Universidade de Brasília (UnB), o Zoológico de Brasília e a Secretaria do Meio Ambiente (Sema-DF), entre outros parceiros. Ana Nira, da comissão gestora do hospital: “Antes da inauguração, não existia aqui no Distrito Federal nenhum local no qual os animais pudessem ser levados fora do horário comercial ou finais de semana”  Ana Nira, da Comissão de Gestão do Hfaus, ressalta o impacto do equipamento, que funciona por meio de marco regulatório das organizações da sociedade civil: “Antes da inauguração, não existia aqui no Distrito Federal nenhum local no qual os animais pudessem ser levados fora do horário comercial ou finais de semana. O Hfaus está aberto 24 horas por dia, todos os dias da semana, o que é o grande diferencial, fora que, devido ao modelo de gestão, conseguimos fornecer um atendimento bem completo e amplo para os animais, incluindo cirurgias e assistências como acupuntura e laser.” [LEIA_TAMBEM]Ela reforça ainda que o trabalho de reabilitação e soltura é essencial para a manutenção do equilíbrio ecológico. “Quando reabilitamos um animal e conseguimos devolver à natureza, estamos contribuindo para que possa de fato exercer sua função ecológica”, afirma, aproveitando para anunciar que o hospital, atualmente em Taguatinga, será transferido para outra instalação em breve. “Será um espaço maior, com ainda mais condições para receber os animais e até fazer a reabilitação, que é a parte voltada para o comportamental, onde vão reaprender a caçar, a identificar os seus pares, com menos contato com seres humanos, até que estejam aptos para serem voltarem à natureza”, adianta.  Índices de recuperação De acordo com a tenente do BPMA-DF Thays Gonçalves, o serviço ininterrupto favorece o trabalho da corporação e garante agilidade aos tratamentos. “Graças à parceria com o Hfaus, temos uma taxa de recuperação de animais resgatados em mais de 90%”, aponta. “Os animais só não voltam para a natureza ou vêm a óbito em casos extremos, já que temos total suporte do hospital no tratamento veterinário. É um trabalho integrado que funciona 24 horas com excelência”. 19.419 Total de animais devolvidos à natureza, após tratamento e avaliação, no período de 2019 a 2025 Dados oficiais do Ibama apontam que, de 2019 ao ano passado, 15.341 animais silvestres foram resgatados no DF e 19.419 foram devolvidos à natureza após avaliação, tratamento e reabilitação. O total de devolvidos à natureza é superior ao número de resgates contabilizados, uma vez que apreensões e entregas voluntárias também passam por triagem, tratamento e reabilitação antes da liberação à natureza. As informações são consolidadas no Sistema de Informações de Centros de Triagem de Animais Silvestres (Siscetas), que reúne todos os registros de entrada, atendimento e destinação da fauna no DF, incluindo os atendimentos registrados no Hfaus. Em caso de avistamento de animal silvestre, a orientação é nunca intervir diretamente, para evitar acidentes e, principalmente, ataques. O ideal é acionar os órgãos ambientais pelo 190 (BPMA) ou 193 do Corpo de Bombeiros Militar do DF (CBMDF).

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