GDF fortalece recuperação ambiental com plantio de mais de 300 mudas em Sobradinho
A Secretaria do Meio Ambiente do Distrito Federal (Sema-DF), em parceria com a Organização da Sociedade Civil Associação SOS Ribeirão Sobradinho, plantou, no último sábado (21), mais de 300 mudas de espécies nativas do Cerrado no Parque Ecológico Canela de Ema, em Sobradinho. A ação contou com a participação da comunidade e integra medidas voltadas à recuperação ambiental da área e à proteção dos recursos hídricos da bacia do Ribeirão Sobradinho. A atividade foi precedida por mutirão de limpeza realizado em 7 de fevereiro, no Jardim do Refúgio, no Canela de Ema, quando foram preparados os berços destinados ao plantio das mudas. A iniciativa envolveu moradores da região nas etapas de preparo e recuperação ambiental da área. Além de sustentabilidade, o plantio de mudas é uma ação que melhora a qualidade de vida da população | Foto: Divulgação/Sema-DF As ações integram o projeto Viveiro Educativo, formalizado por meio do Termo de Fomento MROSC nº 03/2025. O projeto reúne atividades de educação ambiental, recuperação de áreas degradadas e mobilização comunitária voltadas à preservação da bacia do Ribeirão Sobradinho. “O Viveiro Educativo integra educação ambiental e restauração ecológica, fortalecendo o cuidado com as bacias hidrográficas e ampliando a participação da comunidade na proteção do território”, disse o secretário do Meio Ambiente, Gutemberg Gomes. O subsecretário de Gestão das Águas e Resíduos Sólidos, Luciano Miguel, ressaltou a atuação técnica das equipes envolvidas nas ações. “A integração das áreas técnicas permite avançar na recuperação ambiental e fortalecer as iniciativas de gestão das águas e resíduos sólidos, com foco na sustentabilidade e na participação social”, afirmou. Além dos mutirões, o projeto prevê a realização de seminário de lançamento e oficinas educativas A vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão, também comentou a iniciativa: “É um projeto muito importante que reforça a importância de o poder público e a população caminharem juntos na proteção do meio ambiente. É sustentabilidade e melhoria da qualidade de vida no presente e no futuro.” O Parque Ecológico Canela de Ema se localiza entre Sobradinho II e o Setor de Condomínios. A área abriga lagoa, regiões brejosas e cerrado de altitude, com formações como campos de murundus e buritizais, além de servir de refúgio para espécies da fauna do Cerrado. Além dos mutirões, o projeto prevê a realização de seminário de lançamento e oficinas educativas para ampliar o diálogo com a comunidade e incentivar o cuidado contínuo com o território. *Com informações da Sema-DF
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Projeto De Cara Nova entrega área recuperada no Itapoã
Na manhã desta quarta-feira (10), o Serviço de Limpeza Urbana (SLU) entregará mais um ponto restaurado pelo projeto De Cara Nova, que tem como objetivo eliminar os maiores pontos de descarte irregular de resíduos no Distrito Federal. De janeiro até o início de março, a iniciativa já retirou quase 4 mil toneladas de entulho de lixões espalhados pelas regiões administrativas. Iniciativa visa manter as cidades limpas, evitando a proliferação de doenças | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília Desta vez, o local contemplado será um ponto com acúmulo de lixo e entulho próximo à Associação Positiva de Brasília, no Itapoã. Equipes do SLU vão limpar o local e plantar mudas de árvores e plantas ornamentais. O muro da escola também passará por pintura. “Essas ações de limpeza são muito importantes para manter a cidade limpa e evitar a proliferação de doenças. Além disso, nós, moradores, precisamos fazer nossa parte, porque não adianta o governo fazer limpeza num dia e, no outro, a mesma área estar cheia de lixo de novo”, afirma o empresário Silvio Cordeiro, morador da região. Instalação de placas educativas e limpeza do terreno fazem parte do projeto, que atua em todo o Distrito Federal | Foto: Divulgação/ SLU O projeto visa recolher resíduos e recuperar o espaço com plantio de mudas e sinalizações educativas orientando sobre as penalidades e o local correto para o descarte. “O objetivo da ação é chamar a atenção dos moradores com uma ação voltada à educação ambiental e diminuir o número de lixo e entulho na região”, destaca o diretor-presidente do SLU, Silvio Vieira. Durante o evento, haverá apresentação da peça O Garizito e sua turma, do Teatro do SLU, e também a presença de autoridades e de cerca de 40 crianças de uma creche da região. A Administração Regional do Itapoã fez um levantamento de todas as áreas de descarte irregular de lixo e entulho na região para que o SLU atuasse na recuperação dos locais. “Após a limpeza, em conjunto com outros órgãos, vamos fazer o trabalho de conscientização dos moradores quanto à destinação correta dos resíduos”, explica o administrador Dilson Bulhões. Projeto De Cara Nova → Data – Quarta-feira (10) → Horário – 10h → Local – Núcleo Rural Sobradinho, QR 367 – Del Lago II (Itapoã).
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Perfuração de poços artesianos em parques garante preservação ambiental
Conviver com os parques em meio à zona urbana do Distrito Federal é um privilégio, sobretudo em dias quentes. Contudo, manter uma unidade de conservação ambiental (UC) em ótimo estado para a comunidade exige um recurso precioso, nem sempre de fácil acesso no Cerrado: a água. O projeto do Instituto Brasília Ambiental de perfuração dos reservatórios – executada por compensação ambiental – tem como foco práticas que garantem saúde e bem-estar à comunidade a partir do meio ambiente | Foto: Geovana Albuquerque/Agência Brasília Com foco na recuperação ambiental e na gestão adequada dos recursos hídricos, o Governo do Distrito Federal (GDF) inaugurou, neste mês , dois poços artesianos em unidades de conservação: nos parques ecológicos do Areal e Olhos d’Água, na Asa Norte. A perfuração dos reservatórios – executada por compensação ambiental – integra as ações do programa Reconexão Cerrado. O projeto do Instituto Brasília Ambiental é voltado a práticas que garantem saúde e bem-estar à comunidade, a partir do meio ambiente. Webert Ferreira, da Dicon, afirma que a água extraída dos poços contribuirá com a produção de mudas de plantas nativas, com o aperfeiçoamento dos viveiros existentes nos parques ecológicos e com a criação de jardins terapêuticos A proposta é garantir às unidades de conservação, que nem sempre têm abundância em recursos hídricos, a irrigação necessária e a possibilidade de ampliação dos serviços de produção de mudas para a regeneração de espécies nativas dos parques. O presidente do instituto, Rôney Nemer, explica que a medida significa liderar pelo exemplo no âmbito do desenvolvimento sustentável: “Com os poços artesianos, deixaremos de usar a água potável para a irrigação e manutenção dos diversos equipamentos do parque. Essa água voltará a se infiltrar nos lençóis freáticos até retornar aos nossos poços”. Maria Bárbara Aveiro, moradora da Asa Norte, frequenta o Parque Olhos d’Água há mais de dez anos e acredita que, por conta da riqueza da biodiversidade, a experiência no local é diferente de qualquer outro ponto de Brasília “Estamos no processo de implantação, mas já ansiosos para a expansão do projeto para todas as unidades de conservação”, projeta. Além das UCs localizadas na Asa Norte e no Areal, a expectativa é que mais três sejam agraciadas pelo projeto, com investimentos de aproximadamente R$ 735 mil. Recurso precioso Webert Ferreira, da Diretoria de Conservação e Recursos Hídricos (Dicon) do Ibram, responsável pelo Reconexão Cerrado, detalha que a água extraída dos poços contribuirá com a produção de mudas de plantas nativas, com o aperfeiçoamento dos viveiros existentes nos parques ecológicos e com a criação de jardins terapêuticos. “Estudos mostram os benefícios desse tipo de área de preservação ambiental à população. Por exemplo, cerca de 40% da temperatura diminui em regiões próximas a áreas arborizadas. Existe todo um trabalho tanto de bem-estar, quanto de manutenção do bioclima”, explica. O professor universitário Gladston Leonel morou 16 anos em Brasília e, por conta da proximidade com a natureza, nunca abriu mão de viver perto do parque As ações do programa são construções a longo prazo para gerações futuras, mas podem ser percebidas todos os dias pelos visitantes dos parques, inclusive para os participantes das atividades voluntárias terapêuticas e de bem-estar gratuitas oferecidas pelo instituto. Moradora da Asa Norte, Maria Bárbara Aveiro, 80, frequenta o Parque Olhos d’Água há mais de dez anos e acredita que a experiência dentro do local é diferente de qualquer outro ponto de Brasília, por conta da riqueza da biodiversidade. “Eu amo isso aqui. Aqui você se sente diferente daquele ar de capital, todo mundo enclausurado nas próprias casas. Eu não gosto disso, gosto de natureza”, afirma. A aposentada não abre mão das caminhadas matinais, e depois aproveita os aparelhos para concluir as atividades físicas. A proximidade com a natureza também cativou o mineiro Gladston Leonel, 40. Durante os 16 anos em que o professor universitário morou em Brasília, nunca abriu mão de viver perto do parque. “Aqui é muito gostoso, por conta da biodiversidade e das ações de educação ambiental”, avalia. “Além disso, é uma área que garante bem-estar em uma região muito urbanizada. Se não tivesse isso, provavelmente, este seria um lugar com muito mais trânsito, mais barulho, ao contrário do que temos hoje, um local focado em saúde e lazer”, frisa.
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Emater-DF: programas elaborados em parceria aprimoram atendimento
“Foi um ano intenso, com muitas ações. O balanço social revelou que, a cada R$ 1 investido na Emater-DF, R$ 7,35 retornam para a sociedade. O Valor Bruto da Produção (VBP) chegou a R$ 5 bilhões. Por meio de parcerias, empresa pôde manter incentivos a programas de atendimento na área de produção rural | Foto: Divulgação/Emater_DF Esses resultados representam o trabalho continuado dos técnicos da Emater-DF, que prestaram 176 mil atendimentos a agricultores e suas organizações nas mais variadas formas, como visitas técnicas, reuniões, cursos e orientações sobre políticas públicas, recuperação ambiental, saneamento e agroindústria. Auxiliamos os produtores rurais com os programas de compras governamentais, como PAA, Pnae e Papa-DF, que destinaram mais de R$ 38 milhões aos agricultores. Aprovamos 142 projetos de crédito rural, totalizando R$ 10 milhões em investimentos que contribuem para o aumento da produção. No saneamento rural, instalamos 55 fossas sépticas e temos outras 254 engatilhadas, que serão destinadas à região de Brazlândia, em convênio com a Caesb. Reformamos 28,8 km de canais de irrigação, iniciativa conjunta com a Seagri. Auxiliamos os produtores na Rota da Fruticultura, com 50 hectares de açaí e os primeiros plantios de mirtilo. No programa de agricultura urbana, entregamos insumos a 28 hortas de instituições socioassistenciais, implantamos e reformamos 103 hortas escolares e adquirimos 43 sistemas de captação de água das chuvas para instalação em 2024, um investimento de R$ 700 mil. Na agroindústria, inauguramos a Unidade Didática de Processamento e a Unidade Intensiva de Produção de Peixes, ambas na sede da empresa, para oferecer cursos e oficinas. Em parceria com a Secretaria de Desenvolvimento Social, 970 produtores e trabalhadores rurais foram atendidos nos escritórios locais pelo Cras Volante. Lançamos duas publicações que apresentam plantas-modelo de agroindústrias rurais, que facilitarão a regularização desses estabelecimentos. Essas ações contribuem para o desenvolvimento econômico sustentável do DF, melhorando a qualidade de vida dos produtores e da sociedade.” *Cleison Duval, presidente da Emater-DF
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