GDF na Sua Porta investe R$ 18 milhões em Brazlândia
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. A governadora Celina Leão assinou, nesta quarta-feira (16/9), 16 ordens de serviço do programa GDF na Sua Porta para obras de infraestrutura em Brazlândia, com investimento total de R$ 18 milhões. A ação itinerante está na região administrativa desde a última segunda (14/9), com atendimentos à população em áreas como saúde, educação, segurança e habitação. As ordens de serviço, autorizadas excepcionalmente no gabinete da governadora, incluem um pacote completo de investimento em infraestrutura para Brazlândia, com recuperação de meios-fios, drenagem urbana, pavimentação da via de acesso à Escola Chapadinha, reforma da Feira Central e a criação do Parque das Águas. Durante a assinatura das ordens de serviço, a governadora Celina Leão, ao lado da administradora de Brazlândia, Luciana Lima, enfatizou: “Esse programa muda aquilo que incomoda o cidadão. Eu tenho certeza de que Brazlândia vai ficar muito feliz; são demandas muito antigas sendo atendidas” | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília “Geralmente, eu faço essas assinaturas na segunda-feira”, explicou a governadora Celina Leão. “Eu estava com a minha mãe no hospital, então nessa segunda eu não tive como comparecer, mas, mesmo assim, toda a estrutura de atendimento à comunidade já está presente em Brazlândia desde segunda, com vários serviços de atendimento ao cidadão e todas as nossas secretarias.” Investimentos A governadora lembrou o impacto do GDF na Sua Porta: “Esse programa muda aquilo que incomoda o cidadão. É a calçada quebrada, é o parquinho quebrado, a PEC quebrada, é a falta de iluminação pública, a falta de parada de ônibus, o asfalto que não está adequado. Além de colocar todos os equipamentos antigos de forma revitalizada, traz novos equipamentos públicos. Eu tenho certeza de que Brazlândia vai ficar muito feliz; são demandas muito antigas sendo atendidas”. “A gente sabe que, sem esse apoio, sem esse aporte, a gente não consegue avançar tanto. Esse olhar diferenciado para ajudar as administrações é um grande presente” Luciana Lima, administradora de Brazlândia A administradora de Brazlândia, Luciana Lima, acompanhou a formalização de todas as ordens de serviço e enfatizou a importância da identificação das prioridades da comunidade em cada bairro: “Quero deixar meu agradecimento, porque a gente sabe que, sem esse apoio, sem esse aporte, a gente não consegue avançar tanto. Esse olhar diferenciado para ajudar as administrações é um grande presente”. As 16 ordens de serviço incluem obras em diversas áreas urbanas de Brazlândia. O pacote contempla R$ 3,3 milhões para reparo asfáltico com fresagem em cerca de 2 quilômetros de vias, R$ 1,7 milhão para a reforma e implantação de 4 quilômetros de calçadas acessíveis, R$ 1 milhão para a reforma da Feira Central e R$ 280 mil para a manutenção de dez pontos de encontro comunitário (PECs). Documentos assinados → Implantação e manutenção de dez PECs: R$ 280 mil → Implantação e reforma de cerca de 4 km de calçadas: R$ 1,7 milhão → Reforma de quatro campos de futebol: R$ 400 mil → Implantação de dez novos pontos do programa De Cara Nova: R$ 200 mil → Implantação de 110 novos redutores de velocidade: R$ 495 mil → Reparo asfáltico com fresagem em cerca de 2 km de vias: R$ 3,3 milhões → Recuperação de meios-fios: R$ 60 mil → Podas de árvores: R$ 100 mil → Desobstrução de drenagem urbana: R$ 400 mil → Adequação de pontos de drenagem urbana: R$ 50 mil → Reforma de 11 praças → Reforma da Feira Central de Brazlândia: R$ 1 milhão → Incorporação do programa LedDáJogo na quadra poliesportiva da Entrequadra 36/46 da Vila São José, no campo da Quadra 12 do Setor Norte e na Quadra 58: R$ 196 mil → Implantação de iluminação pública na pista de atletismo da Avenida Contorno, no Incra 8: R$ 28 mil → Autorização de licitação para pavimentação da via de acesso à Escola Chapadinha, no âmbito do programa Caminho das Escolas → Autorização para publicação do decreto de criação do Parque das Águas em Brazlândia. O programa Criado em março deste ano, como primeiro ato oficial da governadora Celina Leão, o GDF na Sua Porta leva gabinetes móveis e serviços públicos às regiões administrativas. A iniciativa ouve os moradores, identifica prioridades locais e articula a atuação de órgãos e entidades para atender às demandas apresentadas. Com Brazlândia, o programa chega à 17ª edição. Ao todo, a governadora já assinou 370 ordens de serviço para obras e manutenção da infraestrutura urbana, definidas a partir das demandas da população e do levantamento feito pelas administrações regionais. Ordens de serviço até o momento → Itapoã: 17 → Paranoá: 30 → Riacho Fundo II: 31 → Samambaia: 27 → Colônia Agrícola 26 de Setembro: 9 → Ceilândia: 35 → Planaltina: 24 → Plano Piloto: 21 → São Sebastião: 17 → Recanto das Emas: 15 → Estrutural: 19 → Sobradinho I e II: 35 → Sol Nascente/Pôr do Sol: 19 → Taguatinga: 17 → Guará: 20 → Santa Maria: 18 → Brazlândia: 16.
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FAPDF e CNPq lançam chamada de R$ 40 milhões para fixar pesquisadores doutores no DF
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Pesquisadores com título de doutor poderão concorrer a recursos que somam até R$ 40,4 milhões para desenvolver projetos científicos, tecnológicos e de inovação no Distrito Federal. Fruto de parceria entre a Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF), o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), a chamada pública integra o Programa de Apoio à Fixação de Doutores no Brasil (Profix Conhecimento Brasil). CNPq é um dos parceiros do edital e concederá a cada projeto aprovado uma bolsa de R$ 13 mil mensais durante 48 meses | Foto: Divulgação “Precisamos avançar na criação de um ambiente em que nossos pesquisadores encontrem condições para permanecer no Brasil e desenvolver aqui suas carreiras” Leonardo Reisman, presidente da FAPDF A iniciativa busca atrair e manter pesquisadores qualificados no DF, fortalecer grupos de pesquisa e estimular o desenvolvimento de soluções para desafios científicos, tecnológicos, econômicos e sociais. Ao todo, poderão ser selecionados até 35 projetos, com investimento de até R$ 1.154.400 por proposta. Os recursos serão distribuídos entre as três instituições: R$ 21,84 milhões do CNPq, R$ 6,972 milhões da Capes e R$ 11,592 milhões da FAPDF. “Precisamos avançar na criação de um ambiente em que nossos pesquisadores encontrem condições para permanecer no Brasil e desenvolver aqui suas carreiras”, afirma o presidente da FAPDF, Leonardo Reisman. “Ao atrair e reter esses pesquisadores no Distrito Federal, fortalecemos nossas instituições e grupos de pesquisa, ampliamos a capacidade de produzir conhecimento e, principalmente, criamos condições para que esse conhecimento se transforme em inovação e em soluções para a nossa sociedade.” As inscrições ficam abertas até 27 de outubro e devem ser feitas exclusivamente pelo Sistema de Informação e Gestão de Projetos da FAPDF. Cada pesquisador poderá apresentar apenas uma proposta. Um dos principais atrativos da chamada é a Bolsa Conhecimento Brasil (BCB-1), concedida pelo CNPq. Cada projeto aprovado contará com uma bolsa de R$ 13 mil mensais, por um período de até 48 meses. Além da bolsa destinada ao pesquisador responsável, os projetos poderão contar com bolsas de mestrado e doutorado financiadas pela Capes. Os recursos da FAPDF também poderão ser utilizados para complementar a bolsa do pesquisador ou conceder bolsas a estudantes e pesquisadores em diferentes etapas da formação, da iniciação científica ao doutorado. Quem pode participar Para concorrer, o pesquisador deve ser brasileiro, ter título de doutor e morar no DF ou na Região Integrada de Desenvolvimento do Distrito Federal e Entorno (Ride). Pesquisadores que ainda não residem na região também poderão participar, desde que assumam o compromisso de se mudar para o DF ou para a Ride no início da vigência da bolsa. Outra exigência é que o pesquisador não tenha contrato ou vínculo de trabalho com instituições brasileiras no momento em que começar a receber a BCB-1. Os projetos deverão ser executados em instituições localizadas no Distrito Federal. A chamada permite a participação de universidades e centros de pesquisa, e também de empresas de tecnologia, startups e organizações voltadas ao desenvolvimento de novos negócios e tecnologias, desde que atendam às regras estabelecidas no edital. Saúde e biotecnologia Entre os até 35 projetos que poderão ser contemplados, 18 serão destinados a temas prioritários nas áreas de saúde e biotecnologia. As outras 17 vagas poderão contemplar pesquisas de diferentes áreas do conhecimento, desde que estejam alinhadas aos objetivos do programa. Entre os temas prioritários estão doenças raras, transtorno do espectro autista (TEA), saúde mental, câncer, doenças crônicas, envelhecimento saudável, doenças neurodegenerativas, tecnologias assistivas, biotecnologia, saúde digital e inteligência artificial aplicada à saúde. Também poderão ser apoiadas pesquisas relacionadas ao desenvolvimento de novos tratamentos, tecnologias para o Sistema Único de Saúde (SUS), reabilitação, prevenção de doenças e soluções para aprimorar o atendimento e a gestão da saúde. Avaliação e resultados Na análise das propostas, serão considerados critérios como qualidade e originalidade da pesquisa, clareza dos objetivos, metodologia, condições para execução do projeto e estratégias de divulgação dos resultados. O cronograma prevê a divulgação do resultado preliminar em 7 de dezembro e do resultado final em 4 de janeiro de 2027. As informações completas sobre critérios, documentos exigidos, áreas de pesquisa e demais regras estão disponíveis no edital da chamada pública. *Com informações da FAPDF
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Alterações na Lei do Fundo Distrital de Desenvolvimento Rural ampliam modalidades e atualizam regras de funcionamento
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Publicada nesta sexta-feira (17/7) no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF), a alteração da Lei nº 6.606, de 28 de maio de 2020, cria o Fundo Distrital de Desenvolvimento Rural (FDR). As mudanças reorganizam a estrutura do fundo, criam novas modalidades de financiamento, atualizam critérios operacionais e estabelecem mecanismos de transparência para a aplicação dos recursos. Fundo ganha agora novas modalidades, além de ter ampliadas as fontes de recursos | Foto: Divulgação Com a nova redação, o FDR passa a ser composto pelas modalidades FDR-Social, FDR-Crédito e FDR-Aval. Dentro do FDR-Crédito foram criadas quatro submodalidades: FDR-Mulher, para financiamento de projetos conduzidos por mulheres rurais; FDR-Associação/Cooperativa, destinada ao apoio a organizações da agricultura familiar; FDR-Estrutura Rural, para investimentos em infraestrutura rural; e FDR-Mudanças Climáticas, voltada para a adoção de práticas agropecuárias de baixa emissão de carbono. A legislação também amplia as fontes de recursos do fundo, incluindo dotações orçamentárias, doações de pessoas físicas e jurídicas e contribuições vinculadas à utilização de terras públicas rurais, conforme regulamentação específica. Projetos produtivos Outra alteração prevê a possibilidade de utilização de recursos para capital de giro vinculado à execução de projetos produtivos, desde que destinado exclusivamente às despesas operacionais da atividade financiada. A norma mantém restrições para o uso dos recursos em pagamento de dívidas preexistentes, despesas pessoais ou outras finalidades não relacionadas ao projeto aprovado. No âmbito da gestão, o conselho administrativo e gestor do FDR deverá definir, anualmente, as diretrizes das submodalidades de crédito e publicar relatório contendo informações sobre número de operações contratadas, volume de recursos aplicados, distribuição territorial dos financiamentos, indicadores de inadimplência e resultados econômicos, sociais e ambientais. Algumas linhas de financiamento terão permissão para operação com prazo de até 15 anos A nova lei também prevê medidas voltadas para a simplificação dos procedimentos administrativos, como a utilização de consultas a bases oficiais para obtenção de documentos já disponíveis na administração pública e a possibilidade de adoção de modelos padronizados para análise de projetos de menor complexidade. As medidas não dispensam a análise de crédito, a avaliação de risco nem o cumprimento das normas financeiras, ambientais e de proteção de dados. Entre as alterações operacionais, a norma estabelece novos prazos para algumas linhas de financiamento, permitindo operações com prazo de até 15 anos, incluído período de carência de até três anos, nas submodalidades FDR-Mulher, FDR-Estrutura Rural, FDR-Associação/Cooperativa e FDR-Mudanças Climáticas. A lei determina, ainda, que o Poder Executivo regulamente as alterações no prazo de 120 dias após sua publicação. Também foram revogados dispositivos da legislação anterior relacionados à estrutura e ao funcionamento do fundo, com o objetivo de adequar a norma ao novo modelo de gestão. *Com informações da Secretaria da Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (Seagri-DF)
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Obras da UPA do Guará entram em nova fase após conclusão da estrutura
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. As obras da nova unidade de pronto atendimento (UPA) do Guará entram em uma nova etapa após a conclusão de toda a estrutura da edificação. Os trabalhos agora se concentram na alvenaria, nas instalações hidráulicas e sanitárias e na drenagem pluvial. A unidade, que integra o plano de ampliação da rede pública de urgência e emergência do Distrito Federal, terá 65 leitos, sendo 33 destinados ao público adulto e 32 ao atendimento infantil. Na terça-feira (7/7), a governadora Celina Leão vistoriou o andamento das obras. A governadora Celina Leão visita as obras da nova unidade, que vai funcionar 24 horas por dia: “Com isso, será possível desafogar outras unidades de saúde e oferecer um atendimento de mais qualidade à população” | Fotos: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília “Será uma UPA com atendimento 24 horas por dia, uma das maiores do Distrito Federal, com mais de 2,6 mil metros quadrados de área construída”, detalhou a governadora. “Teremos atendimento de pediatria, e será um equipamento fundamental para atender a região central do DF, beneficiando também moradores do Guará, Estrutural, Núcleo Bandeirante e Riacho Fundo. Com isso, será possível desafogar outras unidades de saúde e oferecer um atendimento de mais qualidade à população. Ao todo, são sete UPAs em construção pelo Iges-DF [Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal].” A construção da UPA do Guará conta com investimento de R$ 17,23 milhões. Os recursos para a execução da obra são do Governo do Distrito Federal (GDF) e foram repassados ao IgesDF por meio de termo aditivo ao contrato de gestão firmado com a Secretaria de Saúde (SES-DF). Reforço da rede Juracy Lacerda, secretário de Saúde, ressalta a dimensão da nova UPA: “Pelo porte da estrutura, é praticamente um hospital. Em breve, toda a população do Guará e das cidades vizinhas será beneficiada” O secretário de Saúde, Juracy Lacerda, ressaltou a localização estratégica da nova unidade e a importância do reforço da rede de urgência e emergência na região: “Estamos falando de uma UPA muito bem-localizada, em frente a uma estação do metrô e próxima ao Hospital do Guará. A unidade terá mais de 60 leitos, sendo 32 destinados à pediatria, uma demanda importante da região. Pelo porte da estrutura, é praticamente um hospital. Em breve, toda a população do Guará e das cidades vizinhas será beneficiada”. O secretário também lembrou que a nova UPA faz parte do planejamento do GDF para equilibrar a demanda entre as unidades. “Estamos reforçando a Atenção Secundária, ao mesmo tempo em que investimos no fortalecimento da Atenção Primária”, afirmou. “Com uma Atenção Básica mais resolutiva, conseguimos reduzir a procura por casos de menor complexidade nas UPAs. A abertura de novas unidades também ajuda a distribuir melhor os atendimentos e a tornar a rede mais equilibrada”. Além da conclusão da estrutura da nova UPA, a alvenaria do pavimento superior também foi finalizada, e o espaço está pronto para receber a cobertura. “Agora os trabalhos se concentram nas instalações elétricas e hidrossanitárias, no reboco, na instalação das esquadrias e, na sequência, nos acabamentos”, explica o gerente de obras do Iges-DF, Matheus Meira. A estrutura contará com recepção, classificação de risco, consultórios médicos, salas de medicação, observação adulto e pediátrica, sala de emergência, sala de sutura, sala de inaloterapia, sala de gesso, leitos de observação, laboratório de análises clínicas, setor de diagnóstico por imagem, farmácia, áreas administrativas e de apoio, além de toda a infraestrutura necessária para garantir atendimento humanizado, seguro e de qualidade aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS). Após a conclusão das etapas construtivas, será a vez da instalação dos equipamentos médico-hospitalares e do mobiliário, da aplicação dos testes operacionais, da obtenção das licenças necessárias e dos preparativos finais para o início das atividades assistenciais.
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