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salas de vacinação

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Sábado (12) é dia de reforçar a proteção: DF oferece vacinação em 20 regiões administrativas

Quem precisa atualizar a caderneta de vacinação terá, neste sábado (12), 48 pontos de atendimento disponíveis em 20 regiões administrativas. Haverá vacinas contra sarampo, febre amarela, tétano, coqueluche e outras doenças. Os endereços e horários podem ser consultados neste link. A ação contempla pessoas de todas as idades, conforme as recomendações específicas para cada faixa etária e grupo prioritário. Jovens de 10 a 14 anos, por exemplo, podem receber a vacina contra a dengue. Já idosos, crianças de até 5 anos e públicos prioritários, como professores e caminhoneiros, podem receber a vacina contra a gripe (influenza). Outros imunizantes também estarão disponíveis, incluindo vacinas contra febre amarela, sarampo, tétano e difteria. Para o atendimento, é necessário apresentar documento de identidade válido com foto e, preferencialmente, a caderneta de vacinação. As equipes verificam o histórico vacinal e avaliam a necessidade de novas doses. A imunização pode ser feita em qualquer ponto de atendimento, independentemente do local de residência. No domingo (13), não haverá atendimento. As mais de cem salas de vacinação retomam o funcionamento normal na segunda-feira (14). Durante a semana, de segunda a sexta-feira, há 136 salas de vacinação em unidades básicas de saúde (UBSs). Além das salas de vacinação, as equipes atuam em praças, escolas, feiras, shoppings, parques, igrejas, supermercados, órgãos públicos e outros locais de grande circulação. Outro destaque é o Programa Saúde na Escola, que leva as equipes de vacinação para dentro das instituições de ensino, com foco na atualização da caderneta vacinal de crianças e adolescentes. Há, ainda, pontos externos em funcionamento contínuo, como o posto de vacinação na Rodoviária do Plano Piloto, com atendimento diário das 8h às 12h e das 13h às 17h. Somente em 2025, as equipes aplicaram 154,9 mil doses em 1.085 ações realizadas fora das unidades de saúde. Os locais de vacinação durante a semana e quais vacinas podem ser encontradas estão disponíveis para consulta neste link. O trabalho é apoiado pela Central Distrital de Rede de Frio, responsável pelo recebimento, armazenamento e distribuição dos imunobiológicos. O espaço possui 23 câmaras frias destinadas à conservação dos estoques em condições adequadas de temperatura. Neste sábado, serão disponibilizados pelo menos 40 locais de imunização em diferentes regiões administrativas do DF | Foto: Divulgação   Vacinas aplicadas O Distrito Federal superou, em agosto, a marca de 20 milhões de doses de vacinas aplicadas desde janeiro de 2021, período que marcou o início da imunização contra a covid-19. O número reúne as doses dos imunizantes disponibilizados pela rede pública, incluindo vacinas contra sarampo, febre amarela, hepatite, poliomielite, influenza, covid-19 e outras doenças imunopreveníveis. O resultado é reflexo de uma logística que envolve planejamento, armazenamento, distribuição, monitoramento de estoques, capacitação das equipes e oferta permanente de vacinas. Perdas por validade Entre janeiro de 2021 e julho deste ano, foram descartadas 358,4 mil doses por vencimento da validade, o equivalente a 1,3% do total de doses recebidas no período. A gestão dos estoques envolve monitoramento permanente, remanejamento entre unidades, distribuição conforme a demanda e realização de ações para ampliar o acesso da população à vacinação. Os imunobiológicos enviados ao Distrito Federal seguem as definições do Ministério da Saúde, incluindo quantitativos, grupos prioritários, faixas etárias contempladas e estratégias de vacinação. Dessa forma, a utilização das doses depende tanto da disponibilidade encaminhada pelo Programa Nacional de Imunizações quanto da procura da população elegível. Mesmo quando há ampliação do público apto a receber determinada vacina, pode ocorrer perda por validade, especialmente quando a adesão fica abaixo do esperado. A campanha de vacinação contra a influenza de 2025, por exemplo, foi ampliada até janeiro de 2026 para todas as pessoas a partir de 6 meses de idade. Ainda assim, foi necessário realizar o descarte de 36.960 doses no início deste ano.  

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Começa aplicação da dose única contra o HPV em crianças de 9 a 14 anos

O Governo do Distrito Federal (GDF) começou, nesta sexta-feira (5), a aplicação da dose única da vacina contra o HPV em crianças e adolescentes de 9 a 14 anos. A medida segue orientação do Ministério da Saúde e visa aumentar a cobertura contra o vírus, que causa câncer de colo de útero e outras complicações. A dose única do imunizante está disponível nas salas de vacinação. Confira os horários de funcionamento e endereço de cada uma no site da Secretaria de Saúde (SES-DF). Pais ou responsáveis devem comparecer com documento de identificação da criança ou adolescente e a caderneta de vacinação. Crianças e adolescentes de 9 a 14 anos começaram a receber a dose única da vacina contra o HPV nesta sexta-feira (5), medida que visa aumentar a cobertura contra o vírus que causa câncer de colo de útero e outras complicações | Fotos: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília O Distrito Federal foi a primeira unidade da Federação a oferecer a vacina contra o HPV para a população, iniciando a imunização das meninas em 2013 e dos meninos em 2017. No entanto, mesmo com o pioneirismo, a capital está abaixo da meta de cobertura vacinal estabelecida nacionalmente. Com a implementação da dose única, o objetivo é alcançar toda a população na faixa etária indicada, de 9 a 14 anos. “A mudança veio após diversos estudos realizados mostrando evidências robustas de que uma dose da vacina HPV pode fornecer proteção igual a duas ou três doses, a depender da idade, em áreas com altas coberturas vacinais” Tereza Luiza Pereira, chefe do Núcleo de Rede de Frio Central A chefe do Núcleo de Rede de Frio Central da SES-DF, Tereza Luiza Pereira, explica que a adesão à dose única ocorreu após pesquisas científicas sobre a eficácia do esquema. “A mudança veio após diversos estudos realizados mostrando evidências robustas de que uma dose da vacina HPV pode fornecer proteção igual a duas ou três doses, a depender da idade, em áreas com altas coberturas vacinais”, observa. Anteriormente, a vacina era administrada em duas doses com intervalo mínimo de seis meses. Com a adesão da dose única, crianças e adolescentes de 9 a 14 anos que já receberam a primeira dose e têm a próxima agendada, não precisarão mais tomar a segunda dose, encerrando assim o esquema de vacinação. Imunossuprimidos e vítimas de violência sexual, que também podem receber a vacina na rede pública, continuarão com o esquema anterior de até três doses. Patrícia Prado levou a filha Manoela para vacinar contra a HPV na UBS 2 da Asa Norte assim que soube da disponibilidade da dose única “Tais resultados, somados às dificuldades enfrentadas por muitos países na incorporação da vacinação contra o HPV, motivaram o posicionamento favorável à adoção de um esquema vacinal de dose única da vacina HPV até 20 anos de idade da Organização Mundial da Saúde, em 2022, e a Organização Pan-Americana da Saúde, em 2023”, acrescenta. Tereza destaca ainda que não houve alteração na composição da vacina. A especialista relaciona as vantagens da aplicação da dose única. “Uma maior adesão à vacinação, uma vez que o usuário precisa comparecer apenas uma vez ao serviço de vacinação; aumento da cobertura vacinal e consequentemente imunidade de rebanho; oportunidade para a inclusão de outros públicos prioritários; melhor logística e facilitação da introdução da vacina HPV em programas de imunizações nos países de média e baixa renda, e aceleração da eliminação do câncer de colo do útero, não só no Brasil, mas em nível mundial”, exemplifica Tereza. José Alberto Martins descobriu que a pequena Raquel estava com uma das doses da vacina da HPV atrasada ao levar a filha para vacinar contra a dengue O papilomavírus humano (HPV, na sigla em inglês) é uma infecção sexualmente transmissível associado ao desenvolvimento de câncer de colo de útero, pênis, vulva, canal anal e boca, além de verrugas anogenitais e papilomatose respiratória recorrente (PRR), que são patologias classificadas como benignas, do ponto de vista oncogênico, mas que causam grave comprometimento clínico e psicológico nos indivíduos afetados. O vírus pode ser detectado por meio de exames clínicos regulares que incluem observação da presença das verrugas e exames de rastreamento como o Papanicolau. Assim que soube da disponibilidade da dose única, a servidora pública Patrícia Prado, 38 anos, levou a filha Manoela, 10, para vacinar contra a HPV na UBS 2 da Asa Norte. “O que me motivou a trazê-la foi a possibilidade de protegê-la do câncer de colo de útero”, destacou a mãe, que aproveitou a ocasião para imunizar a filha também contra a dengue. “Vou tomar a vacina da dengue para não ficar doente, faltar à escola e perder prova”, enfatizou a menina. Foi justamente ao levar a filha para vacinar contra a doença transmitida pelo mosquito Aedes aegypti que José Alberto Martins, 50, descobriu que a pequena Raquel, 10, estava com uma das doses da vacina da HPV atrasada. “Na época que ela tomou a primeira ainda eram aplicadas duas doses, não tinha essa comodidade da dose única. Então resolvi trazê-la para tomar a segunda dose”, explicou. Vacina contra a dengue O imunizante contra a dengue está disponível para todas as crianças e adolescentes de 10 anos completos a 14 anos de idade (14 anos, 11 meses e 29 dias). São duas doses, com intervalo de 90 dias. Caso a pessoa tenha sido diagnosticada com dengue, é necessário aguardar seis meses para iniciar o esquema vacinal. Em caso de contaminação por dengue após a primeira dose, deve-se manter a data prevista para a segunda dose, desde que haja um intervalo de 30 dias entre a infecção e a segunda dose. A Secretaria de Saúde do Distrito Federal informa os locais de vacinação diariamente neste site.

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De maio a junho, mais de 100 mil pessoas imunizadas em ações itinerantes

Mais de 100 mil pessoas do Distrito Federal foram vacinadas contra a covid-19 e a influenza (gripe) em ações da Secretaria de Saúde (SES) aos sábados, desde o início de maio. Uma força-tarefa da pasta leva a imunização a pontos estratégicos da capital, fora dos limites físicos das unidades básicas de saúde (UBSs). A busca ativa aproxima o serviço da população e aborda o público para ampliar a cobertura vacinal. [Olho texto=”“Nós vamos levar a imunização até onde a população estiver. Não vamos permitir a volta de doenças imunopreveníveis”” assinatura=”Lucilene Florêncio, secretária de Saúde” esquerda_direita_centro=”esquerda”] Nesta semana, servidores atuam em dois pontos fora das salas de vacinação, das 9h às 17h. Nesta quarta-feira (21), o atendimento foi no Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP). Já na quinta (22) e sexta-feira (23), o ponto ficará na Procuradoria-Geral da República (PGR). Serão ofertadas vacinas contra a gripe e a bivalente contra covid-19. A expectativa é aplicar até três mil doses nas duas localidades. Os pontos de vacinação são o MJSP, nesta quarta (21), e a PGR, na quinta (22) e na sexta (23). A ação é voltada para servidores públicos, terceirizados ou qualquer pessoa que passe pelo local durante o atendimento | Fotos: Divulgação/Agência Saúde-DF A secretária de Saúde, Lucilene Florêncio, destaca o esforço da pasta para realizar a vacinação extramuro, ampliando o serviço ofertado na rede de 100 salas de vacinas no DF. “Nós vamos levar a imunização até onde a população estiver. Não vamos permitir a volta de doenças imunopreveníveis”, afirma. A ação é voltada para adultos, sejam servidores públicos, terceirizados ou qualquer pessoa que passe pelo local durante o atendimento. Basta ter um documento de identificação e, se possível, o cartão de vacina. Histórico Nos órgãos públicos, as ações levam imunizantes a milhares de pessoas. Somente entre os dias 13 e 16 deste mês, foram mais de 4,5 mil doses ofertadas na Empresa Brasil de Comunicação (EBC), no Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), na sede do BRB, no MJSP e no Superior Tribunal de Justiça (STJ). Francielma da Cunha colocou as vacinas em dia no Palácio do Buriti “Sabemos da dificuldade de quem trabalha no dia a dia de ir se vacinar. Por isso, o movimento de levar a vacina até onde essas pessoas estão”, reforça a coordenadora da Atenção Primária à Saúde da SES, Fabiana Soares Fonseca. A pasta iniciou a nova modalidade de vacinação em maio, quando foram aplicadas 3.935 doses apenas entre trabalhadores do Ministério do Trabalho durante  cinco dias de atendimento. Também já houve atendimento no Palácio do Buriti, o Senado Federal, o Ministério da Ciência e da Tecnologia, a Academia da Polícia Federal, a sede da Polícia Federal, o Ministério da Educação e o Tribunal de Contas da União (TCU). Outras ações ocorrem em locais de alta concentração de pessoas, como shoppings, feiras e estações de metrô. As secretarias de Saúde e de Educação também preparam uma força-tarefa para levar vacinas a 698 escolas públicas do DF. Ações em instituições privadas, como colégios e indústrias, também ocorrem conforme as solicitações que chegam à pasta. Balanço [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] O último levantamento divulgado pela SES contabiliza mais de 1,3 milhão de vacinas em 2023, incluindo tanto as previstas no calendário de rotina quanto as campanhas contra a covid-19 e a influenza. Neste ano, somente contra a covid-19, foram cerca de 600 mil aplicações. De acordo com o Boletim Semanal de Vacinação de Covid-19 da Subsecretaria de Vigilância à Saúde (SVS), desse total, cerca de 455 mil doses são da bivalente contra a covid-19. Contra a influenza, o Informativo Epidemiológico 8 da pasta aponta que foram aplicadas 572.302 doses na capital. Atualmente, a campanha de imunização tanto contra a covid-19 quanto contra a gripe (influenza) está aberta a todas as pessoas com pelo menos seis meses de idade. Confira os pontos fixos de vacinação no DF. A lista dos locais de imunização é atualizada diariamente, inclusive com os locais e horários de atendimento nos fins de semana. *Com informações da Secretaria de Saúde

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Santa Maria passa a ter mais duas salas para vacinação

O serviço de vacinação em Santa Maria ganhou o reforço com duas novas salas de vacina. Com isso, os moradores da região que eram atendidos somente nas UBSs 1 e 2, agora contam com mais duas opções: UBSs 6 e 7. A ampliação do serviço na Região de Saúde Sul foi possível com a chegada de novos profissionais e as adequações físicas dessas unidades. “A abertura dessas salas é um compromisso da gestão com os profissionais e usuários. Conheço bem a região e sei o quanto a dificuldade de acesso ao serviço de vacinação impacta na vida do paciente e no processo de trabalho das equipes”, afirma a diretora de Atenção Primária da Região de Saúde Sul, Regiane Martins. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] Ainda segundo a diretora, as novas salas vão desafogar as UBSs 1 e 2 e agilizar o atendimento aos usuários. “As salas de vacina já existentes funcionam na parte sul e na parte norte da cidade. Com essa ampliação, conseguiremos levar a vacinação para mais perto de vários usuários, além de estender o serviço volante nas demais UBSs da região”, explica Regiane. Mensalmente, a UBS 1 de Santa maria aplica 2.239 doses de diversas vacinas e a UBS 2 cerca de 2.588 doses. * Com informações da Secretaria de Saúde

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