Novos trechos de ciclovia vão ligar o Zoológico de Brasília ao Núcleo Bandeirante
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. O Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal (DER-DF) está executando a construção de dois novos trechos de ciclovias que, somados, correspondem a quase quatro quilômetros. A obra faz a ligação entre o Jardim Zoológico de Brasília, localizado na Estrada Parque Guará (EPGU/ DF-051), passando pela Candangolândia, até o novo retorno sob o Viaduto João Goulart, no Núcleo Bandeirante. Estão sendo investidos aproximadamente R$ 1 milhão na implantação dessas benfeitorias, que englobam as etapas de terraplenagem, pavimentação asfáltica, além de sinalização horizontal e vertical. Malha cicloviária do DF já conta com 800 quilômetros, figurando entre as mais extensas do país | Foto: Divulgação/DER-DF “O DER busca sempre oferecer ao ciclista o espaço que ele merece no trânsito, com a máxima segurança não apenas para ele, mas também para os outros modais que trafegam por essas rodovias extremamente movimentadas” Fauzi Nacfur Júnior, presidente do DER-DF O cronograma de execução do primeiro trecho de dois quilômetros vai ligar o Zoológico de Brasília à passarela da Candangolândia, próxima às concessionárias. E o outro trecho de ciclovia, com cerca de 1,5 km, fará a ligação da passarela da Candangolândia com o viaduto João Goulart, no Núcleo Bandeirante. “O DER busca sempre oferecer ao ciclista o espaço que ele merece no trânsito, com a máxima segurança não apenas para ele, mas também para os outros modais que trafegam por essas rodovias extremamente movimentadas”, destaca o presidente do DER-DF, Fauzi Nacfur Júnior. Malha cicloviária em expansão O Distrito Federal vem ampliando a sua malha cicloviária, que já conta com 800 quilômetros, figurando entre as mais extensas do país. A ideia é integrar as 32 regiões administrativas, reduzir a emissão de poluentes e incentivar a mobilidade ativa. A infraestrutura cicloviária do DF inclui ciclovias, ciclofaixas, calçadas compartilhadas, ciclorrotas, infra parques e zona 30. Em relação às ciclovias pertencentes ao Sistema Rodoviário do Distrito Federal (SRDF), sob responsabilidade do DER-DF, existem atualmente 339,73 km de ciclovias. Desse total, 207,46 km foram implantados no período de 2019 a 2026, representando uma ampliação significativa da infraestrutura cicloviária ao longo dos anos. Só em 2026, já foram pavimentados mais de 61 km de ciclovias, nas seguintes localidades: DF-025 (Via Marginal EPDB/ Lago Sul); DF-001 (Pistão Sul/ Taguatinga); EPCT; DF-047 (EPAR); VC-441 (Paranoá); DF-205 (Fercal); DF-131 (Planaltina); DF-220 (Brazlândia); VC-533 (Brazlândia); DF-475 (Ponte Alta Norte/ Gama); DF-010; ligação do Núcleo Bandeirante ao Riacho Fundo I; e, na Ligação de Santa Maria à DF-290. Essas benfeitorias estão sendo realizadas graças a um contrato, sob demanda, que prevê a execução de 40 quilômetros de ciclovias no Sistema Rodoviário do Distrito Federal (SRDF), num investimento de aproximadamente R$ 7,6 milhões. O contrato foi assinado em abril deste ano e tem vigência de um ano. *Com informações do DER-DF
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Corredor da Rodoviária da Asa Sul recebe novo pavimento rígido em concreto
As obras de construção do corredor exclusivo de ônibus que faz a ligação do Setor Policial Sul com a Rodoviária da Asa Sul chegaram à etapa final de instalação do novo pavimento da via, que passará a ser inteiramente de concreto. Mais resistente e durável, o material é adequado para trechos onde há deslocamento de veículos pesados, já que produz menos ondulações e desníveis em relação ao asfalto tradicional. Troca do pavimento, execução de drenagem, sinalização e paisagismo têm investimento de mais de R$ 13 milhões | Fotos: Matheus H. Souza/Agência Brasília O investimento na troca do pavimento do corredor é de R$ 13,2 milhões. O montante também contempla a execução da drenagem, sinalização horizontal e vertical, além do paisagismo. A expectativa é garantir um deslocamento mais seguro e confortável a 45 mil pessoas todos os dias, entre motoristas e usuários de transporte público. “Com esse trecho concluído, restará apenas a ligação do Setor Policial com a Epig para darmos funcionalidade a todo esse novo corredor de ônibus. Ele vai diminuir bastante o tempo de deslocamento de quem utiliza ônibus, além de aliviar o trânsito para os demais condutores”, destaca o secretário de Obras e Infraestrutura do DF, Valter Casimiro. O titular da pasta explica que o corredor é construído em paralelo às faixas existentes. “Com isso, poderemos liberar uma das faixas também para tráfego do carro de passeio. A via passará a ter três faixas para veículos menores e uma exclusiva para o transporte coletivo”. A troca do pavimento antecede a execução dos serviços complementares da obra. “Finalizada a concretagem, iremos para a parte de acabamento e urbanização da obra, com a instalação de meio-fio, abertura de boca de lobos e plantio de grama”, detalha o engenheiro João Vitor Ramos, executor do contrato. A obra, dividida em duas partes por questões de logística e segurança, teve início pelo trecho entre o Quartel do Comando Geral da Polícia Militar e a estação rodoviária, onde foram construídos e entregues dois viadutos. Quando concluído, o complexo vai facilitar o percurso que leva ao Aeroporto de Brasília, Eixo L, W3, L2 e L4 Sul. Após a finalização da concretagem, equipes vão atuar em serviços como instalação de meios-fios, abertura de bocas de lobo e plantio de grama, segundo o executor do contrato, João Vítor Ramos Histórico A execução do corredor exclusivo estava paralisada desde abril de 2023 em virtude da rescisão do contrato com a empresa responsável e, com a chegada da estiagem, foi assinada uma nova ordem de serviço para dar continuidade aos trabalhos. Na ocasião, a Secretaria de Obras e Infraestrutura rescindiu contrato firmado com a empresa Concrepoxi Engenharia que celebrava a construção de dois viadutos no Setor Policial Sul, a execução de 850 metros de redes de drenagem e 2 km de pavimentação. O acordo previa o investimento de R$ 8 milhões em obras. Quando concluído, o complexo vai facilitar o percurso que leva ao Aeroporto de Brasília, Eixo L, W3, L2 e L4 Sul À época, estavam pendentes de execução serviços como a instalação de pavimento rígido em trecho que vai dos viadutos à estação de ônibus, além de sinalização vertical e horizontal e paisagismo. A empresa descumpriu cláusulas contratuais e promoveu atrasos injustificados no cronograma de obras estabelecido. Também paralisou a execução de serviços sem justa causa, configurada pela falta de pessoal e maquinário no canteiro de obras desde o início deste ano, e ainda deixou de executar serviços previstos em contrato, de forma total ou parcial, no valor de R$ 1,2 milhão.
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Investimento de R$ 59 milhões leva drenagem à Avenida da Misericórdia, em Vicente Pires
Com um investimento na ordem de R$ 58,8 milhões, o Governo do Distrito Federal (GDF) avança com as obras na Avenida da Misericórdia, em Vicente Pires, região que faz parte do Lote 2, o último dos 11 previstos para receber serviços de pavimentação, meios-fios, calçadas, drenagem e sinalização horizontal e vertical. As obras beneficiam cerca de 30 mil moradores, que poderão usufruir de uma infraestrutura urbana completa na região. Atualmente, a Avenida da Misericórdia recebe os serviços de terraplanagem e compactação do solo – que consiste no nivelamento da via –, etapa anterior à pavimentação, que deve ocorrer em breve | Fotos: Matheus H. Souza/Agência Brasília Segundo o secretário de Obras do Distrito Federal, Valter Casimiro Silveira, as obras em Vicente Pires refletem o compromisso deste GDF em melhorar a qualidade de vida, a segurança e a acessibilidade dos moradores da cidade. “Quem transita hoje por Vicente Pires percebe que o cenário é completamente diferente daquele do início da gestão do governador Ibaneis, em 2019. Temos drenagem em funcionamento, ruas pavimentadas, calçadas, meios fios, estacionamentos e sinalização. É esta a realidade que, agora, estamos levando para a região da Avenida da Misericórdia, último trecho ainda carente de obras de infraestrutura”, afirma. O trabalho do GDF é celebrado pelo administrador regional da cidade, Gilvando Galdino Fernandes, que atua em parceria com o governo para apresentar as principais demandas dos moradores de Vicente Pires Atualmente, a Avenida da Misericórdia recebe os serviços de terraplanagem e compactação do solo – que consiste no nivelamento da via –, etapa anterior à pavimentação, que deve ocorrer em breve. Em outro ponto da avenida, também começou a ser feito o rebaixamento das redes de água e esgoto executados pela Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb). A estrutura utilizada consiste em tubulações de plástico rígido conhecido por PEAD (polietileno de alta densidade), consideradas um material mais resistente e mais econômico, bastante utilizado em obras de saneamento. “Trabalhamos em conjunto com os demais órgãos do Governo do Distrito Federal para levar conforto e mais qualidade de vida à população de todo o Distrito Federal”, ressaltou o presidente da Caesb, Luís Antônio Reis. Morador de Vicente Pires há 27 anos, o aposentado Tobias Gonçalves reforça o que é unânime entre os moradores da região: a qualidade de vida dos moradores dará um salto Ao todo, a região irá receber mais de 12 mil metros lineares de rede de drenagem. Na sequência, serão aplicados 83 mil m² de pavimentação asfáltica. Finalizando os serviços na avenida, ainda serão construídos mil metros lineares de calçada, que beneficiarão diretamente o aposentado Tobias Gonçalves, de 74 anos. Morador de Vicente Pires há 27 anos, ele reforça o que é unânime entre os moradores da região: a qualidade de vida dos moradores dará um salto. “É diferente quando a cidade passa por uma urbanização planejada. A região vai ficar mais tranquila, mais acessível e mais segura. A importância dessa obra tem vários aspectos que vão desde a valorização dos nossos terrenos até o aumento da qualidade de vida”, salienta o aposentado. Filho de seu Tobias, o empresário Thales Gonçalves, de 26 anos, tem um comércio de carros na região e acredita que, apesar do transtorno momentâneo, a população poderá tirar proveito da infraestrutura com o fim das obras. “Vai ser algo muito benéfico a todos. Vai ficar algo bonito; vai ter calçada. Vai melhorar o ambiente como um todo, tanto para os moradores quanto para os comerciantes. Vai ajudar bastante nas vendas”, relata. Já o aposentado Malaquias dos Santos, de 76 anos, está ansioso para ver como a região ficará, de forma especial, no período de chuvas. “Quando colocarem o asfalto vai acabar com aquela coisa de correntezas de água dentro da cidade. Vicente Pires vai ser outra coisa”, destaca. O trabalho do GDF é celebrado pelo administrador regional da cidade, Gilvando Galdino Fernandes, que atua em parceria com o governo para apresentar as principais demandas dos moradores de Vicente Pires. “Uma obra dessa dimensão, ela traz um impacto econômico na qualidade de vida de toda a população. É um sonho que está se tornando realidade. A gente só tem a agradecer a população pela paciência. O governo Ibaneis Rocha teve a sensibilidade de atender essa demanda e todos os moradores serão beneficiados”, diz.
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Asfalto chega à Quadra 14 do Park Sul
Após a conclusão do pavimento asfáltico nas quadras 15A, 15B, 16, 17, 18 e 19, máquinas e operários da empresa contratada pela Secretaria de Obras e Infraestrutura (SODF) para a execução das obras da Superquadra Park Sul, o antigo Setor Oficinas Sul, avançam pela Quadra 14, na rua do Sicoob. O investimento total é de aproximadamente R$ 65 milhões, dos quais R$ 42,5 milhões são custeados pelo GDF e os demais R$ 22,5 milhões, pagos por incorporadoras que ergueram prédios residenciais na região | Fotos: Divulgação/SODF Além da pavimentação, o projeto prevê a instalação de 6,4 km de galerias de águas pluviais, quatro lagoas de detenção, iluminação pública em LED, paisagismo, mobiliário urbano, sinalização horizontal e vertical, estacionamentos públicos e calçadas mais acessíveis. O projeto inclui também a implantação de duas praças na região, entre as quadras 5/6 e 10/11, e a pavimentação da via IA SP1, que liga o Park Sul à Estrada Parque Taguatinga (EPTG). “Seguimos avançando com a pavimentação asfáltica nas ruas em que a instalação das galerias pluviais está concluída. Nossa meta é concluir a instalação do novo pavimento em todas as quadras da região antes do início do próximo período chuvoso, acabando definitivamente com os transtornos enfrentados por comerciantes e moradores”, afirma Valter Casimiro, secretário de Obras e Infraestrutura. Quem passa pelo Park Sul todos os dias comemora a chegada do asfalto. “Estou muito feliz em ver nossos impostos sendo bem empregados. Os prédios chegaram, mas a infraestrutura era defasada”, comemora o comerciante Flávio Alemão. “Toda obra gera transtornos, mas estamos vendo os serviços avançarem”, complementa. “Estou aqui há 40 anos e esta é uma obra que vai beneficiar toda a comunidade daqui. Os serviços estão caminhando bem e as melhorias são muito bem-vindas, principalmente porque valorizam o comércio e as moradias”, destaca o comerciante Carlos Kobayashi. O investimento total é de aproximadamente R$ 65 milhões, dos quais R$ 42,5 milhões são custeados pelo GDF e os demais R$ 22,5 milhões, pagos por incorporadoras que ergueram prédios residenciais no Setor de Garagens, Concessionárias e Veículos Sul (SGCV), como medida compensatória relativa ao Estudo de Impacto de Vizinhança (EIV). *Com informações da SODF
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