Hospital de Planaltina ganha nova subestação de energia
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Nova subestação do Hospital de Planaltina tem investimento de R$ 1,3 milhão
A antiga subestação de energia elétrica do Hospital Regional de Planaltina (HRP) será substituída por uma nova. A Companhia de Urbanização da Nova Capital (Novacap) já iniciou a construção da estrutura que vai aumentar em 50% a capacidade de abastecimento elétrico da unidade de saúde. O investimento é de R$ 1.391.802,57. Estrutura atual da unidade hospitalar será adequada para receber novos equipamentos quando o serviço for concluído | Foto: Arquivo/Agência Brasília [Olho texto=”Bloco auxiliar do hospital terá UTI e centro cirúrgico” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”esquerda”] ?O diretor de Edificações da Novacap, Rubens de Oliveira, explica que a intervenção dará fim a problemas de queda de energia e curtos-circuitos, já registrados no local. As instalações atuais, afirma ele, são “muito antigas e não comportam a demanda do hospital”. A subestação atual será demolida quando a nova estiver pronta. Atualmente, estão sendo feitos os serviços de alvenaria e a testagem dos equipamentos de fornecimento de energia. ?O espaço receberá transformadores, quadros elétricos e demais equipamentos necessários para o funcionamento. Serão dois transformadores a seco de 500 kVA, totalizando 1000 kVA, assim como dois novos grupos geradores de 300 kVA cada. “A nova subestação possibilitará o pleno funcionamento da estrutura atual do hospital, bem como sua ampliação com o bloco auxiliar, que terá UTI e centro cirúrgico, e ainda possibilitará aquisição de novos equipamentos hospitalares que precisam de energia”, acrescenta o gestor. ?Anexo [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] O novo bloco auxiliar terá dois pavimentos, com 30 leitos de enfermaria adulto (12 femininos e 18 masculinos), 13 leitos de internação pediátrica, nove leitos de UTI e nove cadeiras para diálise (das quais duas são para diálise peritoneal). Também contará com postos de enfermagem, sanitários, quartos de isolamento, sala de serviços, sala de equipamentos, sala de curativos, áreas de prescrição médica, rouparia e expurgo. Com aporte de R$ 18,3 milhões, a obra está em fase de execução de estrutura, vigas, pilares e da primeira laje. ?Mãe de três filhos, todos nascidos no HRP, a aposentada Maria Cristina Ribeiro, 57, celebra a criação do anexo. Ela lembra que muitos parentes tiveram que ser transferidos para hospitais mais distantes por não encontrarem tratamento mais próximo de casa. “Tínhamos que esperar vagas em outras cidades, era um desgaste muito grande, para o paciente e para a família”, conta. “Com os leitos aqui, fica muito mais fácil, vai melhorar muito. Espero nunca precisar ficar internada, mas fico muito feliz em saber que haverá leitos disponíveis.”
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Novo equipamento reduz custo de energia em obras
A Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb) adquiriu um Eletrocentro, equipamento que funciona como uma subestação de energia, um investimento de cerca de R$ 815 mil. A solução de 750 kVA está instalada no galpão da Gerência de Engenharia e Desenvolvimento da companhia, no Parque de Serviços do SIA. Uma das grandes vantagens é a redução nos custos das obras da Caesb, que ficam reduzidos às bases para a instalação do equipamento. Eletrocentros são salas, do tipo contêiner, feitas de estruturas metálicas modulares e transportáveis, que possuem toda estrutura e equipamentos destinados ao fornecimento e gerenciamento de energia. São fabricados e pré-testados em fábrica, de acordo com o projeto solicitado. No Eletrocentro, podem ser montados nobreaks, quadros de iluminação e tomadas, transformadores, quadros de baixa tensão e distribuição, carregadores de baterias, entre outros. Eletrocentro adquirido pela Caesb possibilita mudanças de local e aproveitamento em diferentes obras | Foto: Divulgação/Caesb A Caesb possui um galpão da oficina mecânica que, ao longo dos anos, adquiriu equipamentos como tornos, furadeiras e fornos industriais que não estavam previstos no projeto inicial para esta oficina. Com isso, a carga de energia previamente concebida no projeto aumentou muito, e foi necessária uma nova subestação para suprir a demanda. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Além da redução nos custos das obras civis, o uso do Eletrocentro reduz o tempo de montagem, comissionamento – que consiste em testar e garantir que os itens do equipamento irão operar de forma correta – e startup de obras, possibilita mudanças de local e aproveitamento em outras obras e pode ter a carga aumentada caso seja necessário. Os servidores da Gerência de Obras e Manutenção de Próprios da Caesb Ginúbio Ferreira e Viviane Vidal foram os responsáveis pelo projeto do Eletrocentro. “A gente fez um projeto básico, e a empresa contratada elaborou um projeto executivo. Nós analisamos e aprovamos. Com o Eletrocentro já fabricado, Viviane foi à fábrica para inspecionar e aprovar o equipamento para, em seguida, liberar o transporte até Brasília”, relata Ginúbio. “Esse foi o primeiro Eletrocentro adquirido pela Caesb”, reforça Viviane. “Estamos muito empolgados e esperamos resultados excelentes.”
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Regularização de equipamentos públicos em debate no Guará
A Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh) convoca a população para participar de uma audiência pública virtual em 14 de dezembro, a partir das 19h. O objetivo é debater a criação de lotes para dois equipamentos públicos no Guará: a Arena Guará, na QE 11, e a futura subestação da Companhia Energética de Brasília (CEB), na QE 5. O aviso foi publicado no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF). [Olho texto=”“São propostas de alterações de parcelamento motivadas por necessidades que vão surgindo com o desenvolvimento das cidades” ” assinatura=”Eliane Monteiro, diretora de Parcelamento do Solo da Seduh” esquerda_direita_centro=”esquerda”] Os interessados poderão participar pela plataforma Zoom, com o link disponível para acesso no dia da audiência. A meta é apresentar à população a proposta de desafetação dessas áreas públicas – ou seja, alterar a destinação inicial do local para transformar em lote, com a finalidade de alcançar a regularidade das áreas pretendidas para os equipamentos públicos. No caso da Arena Guará, a administração local está pleiteando uma área de 2.672,80 m2 para a criação de um lote voltado às atividades desportivas e culturais, regularizando a ocupação de um ginásio que foi utilizado por uma antiga instituição. Com isso, é esperado aproveitar a estrutura existente para o uso coletivo. Já a CEB Distribuição S.A está requerendo uma área de 7.238,72 m2 para construir uma subestação que atenda a demanda por energia no local, devido ao aumento populacional no Guará. Para isso, é necessária a desafetação de 2.938,53 m2 de área pública. “São propostas de alterações de parcelamento motivadas por necessidades que vão surgindo com o desenvolvimento das cidades, gerando demandas por regularização ou implantação de novos equipamentos públicos”, explica a diretora de Parcelamento do Solo da Seduh, Eliane Monteiro. Transparência Com a audiência pública, a Seduh objetiva democratizar o acesso às discussões e garantir a transparência com a participação dos cidadãos. Para tanto, o evento será aberto a toda a sociedade e elaborado de forma virtual, em respeito às medidas de segurança necessárias durante a pandemia de covid-19. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Toda a informação necessária para subsidiar o debate está disponível no site da Seduh, na área de audiências públicas. Perguntas, sugestões ou recomendações deverão ser feitas durante o evento por meio do chat de comentários, no ambiente virtual. Trâmite Depois da audiência, as propostas ainda precisam passar pelo aval do Conselho de Planejamento Territorial e Urbano do Distrito Federal (Conplan). Em seguida, as áreas serão incluídas em um novo projeto de lei complementar (PLC) elaborado pela Seduh, que reúne outros lotes de equipamentos públicos em várias regiões administrativas do DF que estão pendentes de regularização. O PLC será encaminhado para análise da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) e, após isso, segue para ser sancionado pelo governador Ibaneis Rocha. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Urbano
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