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Agentes de Vigilância Ambiental recebem mais de 680 tablets

Os profissionais da Diretoria de Vigilância Ambiental em Saúde (Dival), da Secretaria de Saúde (SES-DF), terão à disposição mais de 680 tablets para o desempenho de suas atividades. A primeira remessa, com 170 novos aparelhos destinados aos agentes de Vigilância Ambiental em Saúde (Avas), está sendo distribuída a equipes de Ceilândia e do Núcleo Bandeirante. Equipamento tem entre suas funções a de localizar com precisão os focos de Aedes aegypti identificados por drones da Secretaria de Saúde | Foto: Matheus Oliveira/Agência Saúde-DF A tecnologia serve, principalmente, para o registro em tempo real das visitas domiciliares. Além disso, a ferramenta permite a localização precisa dos possíveis focos de Aedes aegypti identificados pelos drones utilizados pela SES-DF no mapeamento de determinadas regiões. “Os tablets representam a nossa entrada no mundo digital”, resume o titular da Dival, Edvar Schubach. [LEIA_TAMBEM]A entrega dos equipamentos é acompanhada de breves instruções sobre as funcionalidades e a utilização do aparelho. Nesta terça-feira (10), como parte dos preparativos para a utilização, será feito um treinamento junto à Secretaria do Meio Ambiente (Sema-DF) sobre o sistema de informações ambientais do Distrito Federal. Transformação digital A ação faz parte da estratégia do Governo do Distrito Federal (GDF) para a transformação digital da Atenção Primária à Saúde (APS). Mais de 1,6 mil tablets já são usados por agentes comunitários de saúde (ACSs), equipes de Consultório na Rua (eCR) e profissionais que realizam ações fora das unidades SES-DF. “Na prática, isso se traduz em mais tempo para o cuidado direto à população e maior qualidade da informação para gestão em saúde”, ressalta o secretário de Saúde do DF, Juracy Lacerda.    *Com informações da Secretaria de Saúde

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GDF utiliza 1,6 mil tablets para agilizar cuidado à saúde da população

Mais de 1,6 mil tablets estão sendo utilizados por agentes comunitários de saúde (ACSs), equipes de Consultório na Rua (eCR) e profissionais que realizam ações fora das unidades da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) para agilizar atendimentos, qualificar registros e garantir a precisão das informações dos cidadãos nos sistemas oficiais do Sistema Único de Saúde (SUS). A iniciativa do Governo do Distrito Federal (GDF) é um passo estratégico para a transformação digital da Atenção Primária à Saúde (APS). Cada agente da SES-DF recebeu um tablet com capa protetora, caneta digitalizadora e pacote de dados móveis, que substitui o uso de fichas em papel. Com isso, o registro das ações é feito diretamente nos aplicativos oficiais do Ministério da Saúde, como o e-SUS Territórios, integrados com o Prontuário Eletrônico do Cidadão (PEC) e com Cadastro Nacional de Usuários do SUS (CadSUS). Os servidores também podem acessar os sites da Secretaria de Saúde e do Portal InfoSaúde. Experiência A iniciativa do Governo do Distrito Federal (GDF) é um passo estratégico para a transformação digital da Atenção Primária à Saúde (APS) | Fotos: Matheus Oliveira/Agência Saúde DF Para a ACS há mais de 20 anos, Valdenira Rodrigues de Santana, os tablets oferecem maior celeridade e facilidade no atendimento ao cidadão. “Com as anotações em papel, tínhamos que registrar tudo na hora da visita e, às vezes, devido à quantidade de folhas, alguma podia ser perdida. Agora, o número de visitas aumentou”, contou. “Além disso, aqui no tablet, nós temos todas as ferramentas agregadas, o que facilita o acompanhamento”, ressalta. A atuação dos agentes compreende uma variedade de ações que vão desde o levantamento de informações até o acompanhamento mais de perto das pessoas atendidas, desde recém-nascidos, gestantes, hipertensos, diabéticos, pessoas acamadas, entre outros. Dalva Maria da Silva, 79 anos, é exemplo de uma paciente que recebe frequentemente as visitas dos agentes e relatou ser grata pelo atendimento. “Sinto um alívio quando vêm as visitas. Já estava hoje pensando em que horas a Valdenira ia vir visitar”, conta. Modernização Os equipamentos foram obtidos por meio de contrato que inclui suporte técnico, conectividade móvel e seguro contra danos, furtos e roubos. Serão investidos cerca de R$ 5 milhões por dois anos. Segundo o secretário de Saúde do DF, Juracy Lacerda, o objetivo é auxiliar o trabalho dos servidores e oferecer mais agilidade. “Os tablets reduzem o retrabalho, minimizam os riscos de perda de informações, aumentam a agilidade no envio dos dados entre equipes e gestão. Na prática, isso se traduz em mais tempo para o cuidado direto ao cidadão e maior qualidade da informação para gestão em saúde”, reforçou. A atuação dos agentes compreende uma variedade de ações que vão desde o levantamento de informações até o acompanhamento mais de perto das pessoas atendidas De acordo com o diretor da Estratégia Saúde da Família da SES-DF, Ricardo Ramos, a digitalização vai acelerar o fluxo de informações e aproximar o atendimento do cidadão. “O principal impacto é a disponibilidade da informação em tempo real. Durante a visita, o agente vai ter a informação, por exemplo, se a vacina está em dia. O usuário não vai precisar mais ir até a Unidade Básica de Saúde para conferir”, explicou. A escolha dos tablets foi resultado de uma análise técnica de usabilidade e custo-benefício. “Optamos pelo tablet após avaliação comparativa com outros dispositivos, como o smartphone. O equipamento oferece melhor visualização e precisão na digitação dos registros, reduz o risco de erro e garante a transmissão correta dos dados aos sistemas oficiais. Essa padronização é fundamental para assegurar a qualidade das informações e fortalecer o planejamento das ações em saúde”, explicou a gerente de Qualidade na Atenção Primária da SES-DF, Lídia de Oliveira. Com mais de 20 anos de atuação, a ACS Juliana Ferreira Soares, 41 anos, celebrou a nova ferramenta. “Tudo já estava muito automatizado, já fazíamos tudo pelo sistema, mas precisávamos andar com uma pasta e muitos papéis. Agora, tudo fica registrado no sistema; é mais rápido e prático”, conclui.     *Com informações da SES-DF

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Fiscalização ambiental no Distrito Federal é modernizada

Agência Brasília · FISCALIZAÇÃO AMBIENTAL NO DISTRITO FEDERAL É MODERNIZADA O Instituto Brasília Ambiental avançou na modernização de seus processos com a entrega, nos dias 5 e 6 de junho, de 123 kits compostos por tablets e impressoras portáteis. Os equipamentos serão usados exclusivamente por auditores fiscais para o preenchimento e emissão do auto de infração eletrônico, tecnologia em fase de testes que promete aprimorar a fiscalização ambiental no Distrito Federal. O Brasília Ambiental recebeu na quinta (5) e nesta sexta (6) 123 kits compostos por tablets e impressoras portáteis | Foto: Divulgação/Brasília Ambiental A vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão, comemorou a entrega dos kits e destacou o papel da inovação no serviço público: “Estamos fortalecendo a atuação do Brasília Ambiental. Essas ferramentas reforçam o compromisso do governo em promover uma fiscalização mais eficiente, ágil e tecnológica”. O presidente do Instituto, Rôney Nemer, ressaltou a importância da iniciativa: “Modernizar nossos instrumentos de fiscalização é essencial para acompanhar as demandas ambientais do DF com mais agilidade e rigor. Investir em tecnologia é garantir um meio ambiente protegido e servidores capacitados”. [LEIA_TAMBEM]A superintendente de Fiscalização, Simone de Moura Rosa, explicou os benefícios da nova ferramenta para o trabalho em campo: “O auto de infração eletrônico representa um avanço significativo. Com ele, ganhamos agilidade no preenchimento, evitamos erros e conseguimos mensurar com maior precisão as penalidades. Isso traz mais eficiência e transparência ao nosso trabalho”. Além da praticidade, o sistema permite que o autuado receba imediatamente uma cópia digital do auto por e-mail, além da versão impressa gerada na hora, garantindo maior celeridade e confiabilidade no processo. A expectativa é que, após o período de testes, o auto de infração eletrônico seja adotado em toda a rotina da fiscalização do Instituto, substituindo gradativamente os formulários manuais e consolidando um padrão mais sustentável, ágil e preciso. *Com informações do Instituto Brasília Ambiental

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Projeto viabiliza inclusão digital e transforma doações em sorrisos

O grupo Dudunoel Brasília, com personagens fantasiados de super-heróis, animou a garotada e fez a entrega de brinquedos arrecadados | Fotos: Sandro Araújo/Agência Saúde-DF A solidariedade transforma vidas e, nesta sexta-feira (22), o projeto Disponibilizando acessibilidade aos alunos carentes tornou mais feliz o dia de 280 crianças que estudam na Escola Classe 3 do Gama. A ação foi criada pelas professoras Gesilenye Pereira Silva e Adriana Barbosa Mendes, em parceria com a assessoria de Comunicação (Ascom) da Secretaria de Saúde do Distrito Federal, e arrecadou brinquedos e equipamentos digitais para os pequenos estudantes. O sorriso estampado no rosto de cada uma das crianças participantes revelava a mistura de ansiedade e gratidão por quem não mediu esforços para ajudar. Todos os presentes foram entregues nesta sexta-feira. [Olho texto=”“Estamos passando por um momento muito difícil com a pandemia. Quero agradecer a todos os servidores, principalmente aos que trabalham no administrativo da Secretaria de Saúde, que adotaram as cartinhas e contribuíram para esta entrega ocorrer agora. É muito gratificante ver a felicidade de todas as crianças”” assinatura=”Fernanda Santos, coordenadora da assessoria de Comunicação” esquerda_direita_centro=”esquerda”] Para surpreender os alunos, a entrega foi feita por super-heróis do grupo Dudunoel Brasília, que chegaram à escola em motocicletas e triciclos, animando toda a garotada. Estavam presentes personagens como o Batman, Hulk, Pantera Negra, Pica-Pau e Chapeuzinho Vermelho, que deixaram os alunos muito entusiasmados. Fernanda Santos, coordenadora da Assessoria de Comunicação da Secretaria de Saúde e grande apoiadora do projeto, estava emocionada e feliz em poder fazer tantas crianças felizes com a ação. “Estamos passando por um momento muito difícil com a pandemia. Quero agradecer a todos os servidores, principalmente aos que trabalham no administrativo da Secretaria de Saúde, que adotaram as cartinhas e contribuíram para esta entrega ocorrer agora. É muito gratificante ver a felicidade de todas as crianças”, afirma. A servidora destacou que a equipe da Ascom trabalhou muito com o engajamento do projeto para que todas as crianças fossem atendidas, sem nenhuma carta ficar de fora. A presença do grupo Dudunoel Brasília só foi possível porque a servidora Rosana Guimarães, da assessoria de Gestão Estratégica e Projetos (Agep) da Secretaria de Saúde, tirou uma cartinha em que a criança pedia um boneco do Pantera Negra, personagem que o irmão faz junto com o grupo Dudunoel. Desenvolvida inicialmente com o objetivo de arrecadar tablets, celulares e notebooks para alunos dos 3º e 4º anos, a ação Disponibilizando acessibilidade aos alunos carentes também angariou brinquedos para as crianças da Escola Classe 3 do Gama “Na hora que eu terminei de ler a cartinha eu lembrei do meu irmão e conversei com ele, já que o grupo faz ações sem fins lucrativos em escolas, creches, parques etc. Ele ficou de conciliar as agendas para trazer os outros super-heróis e, hoje, deu certo. É uma ação gratificante para nós que participamos e fizemos a doação para estes alunos”, explica Rosana. Projeto A ação foi desenvolvida com o objetivo de arrecadar recursos tecnológicos (tablets, celulares, notebooks) para alunos dos 3º e 4º anos da Escola Classe 3 do Gama. Grande parte dos estudantes dessa instituição é vulnerável afetiva e financeiramente, com falta de diversos recursos para o seu completo aprendizado, principalmente na pandemia, em que a educação remota é uma realidade. [Olho texto=”“Fiquei feliz e me emocionei quando vi que um dos colegas pediu uma cesta básica em vez de brinquedo ou tablet. Também quero agradecer a boa vontade de todo mundo que doou os presentes, pois ninguém tinha obrigação e fez mesmo assim”” assinatura=”Ana Júlia Lucena, 10 anos, aluna do 4º ano” esquerda_direita_centro=”direita”] Cada criança fez três pedidos, desde recursos midiáticos a brinquedos. Alguns, mais carentes, deixaram o sonho de um presente de lado e pediram cestas básicas. Por conta disso, durante a entrega, o grupo de super-heróis se comprometeu em voltar na escola na próxima semana para doar cinco cestas básicas. Ana Júlia Lucena, de 10 anos, aluna do 4º ano, disse que gostou muito da ação. “Fiquei feliz e me emocionei quando vi que um dos colegas pediu uma cesta básica em vez de brinquedo ou tablet. Também quero agradecer a boa vontade de todo mundo que doou os presentes, pois ninguém tinha obrigação e fez mesmo assim”. Para João Pedro Alves, 9 anos, aluno do 3º ano, o projeto foi muito bom, pois todos os alunos que escreveram as cartinhas ganharam presentes. “Mesmo que não fosse a primeira opção do pedido, o importante é receber o presente. É melhor ganhar alguma coisa do que não ganhar nada”, avalia. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] O diretor da Escola Classe 3 do Gama, Sindival Silva, destacou que este foi um dia de muita alegria para toda a escola e para os alunos que se dedicaram a escrever suas cartinhas com seus pedidos, além de todos os envolvidos neste projeto. A representante da Regional de Ensino do Gama, Frankesliny Barbosa ressaltou que, com a pandemia, todos ficaram carentes de acessibilidade e que as campanhas de várias escolas com outros órgãos do GDF teve um resultado muito positivo. “Algumas escolas conseguiram arrecadar mais, outras menos, mas o importante é que muita gente ajudou e nossos alunos foram presenteados. Ficamos muito felizes com este esforço conjunto e nosso sentimento é de gratidão”, conclui. *Com informações da Secretaria de Saúde do DF

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