Governadora Celina Leão determina ampliação de programa de robótica após conquista de alunos da rede pública do DF
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. A governadora Celina Leão determinou a ampliação do programa de robótica durante encontro, nesta quarta-feira (30/9), com estudantes da rede pública classificados para a etapa nacional da Olimpíada Brasileira de Robótica (OBR). No Centro Administrativo do Distrito Federal (CAD-DF), em Taguatinga, ela recebeu os integrantes da equipe PaTeC Itapoã 02, campeã estadual na categoria Resgate — Nível 2, e defendeu a formação tecnológica desde a escola. “Nós não podemos ter uma escola ultrapassada. Os meninos precisam sair da escola prontos para lidar com inteligência artificial, para lidar com robótica”, afirmou a governadora. “Esses jovens precisam de investimento e oportunidade. E é isso que nós determinamos agora para o nosso secretário, todos eles que estavam aqui, para ampliar esse programa.” Celina Leão: "Nós não podemos ter uma escola ultrapassada. Os meninos precisam sair da escola prontos para lidar com inteligência artificial, para lidar com robótica" | Fotos: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília A equipe vencedora é formada por João Vítor Emídio Barbosa de Melo, Lara Mendes Pereira da Silva e Maria Luísa de Jesus — todos de 15 anos. Os estudantes conquistaram o primeiro lugar na etapa estadual, disputada em 5 de setembro, no Sesc Taguatinga Norte. Agora, vão representar o DF na fase nacional, de 23 a 29 de novembro, em João Pessoa (PB). Da programação à competição João Vítor começou a programar entre os 12 e os 13 anos. O interesse ganhou espaço para avançar no Parque Tecnológico de Robótica de Brasília (PaTeC), onde se preparou para a competição. “A partir do PaTeC, eu fui integrado mais a esse mundo da robótica”, contou. Para o futuro, ele já tem uma direção: “O que eu planejo é ficar nessa área mesmo, da robótica, da programação, que é a área que mais me desperta interesse”. “Se não fosse pelo PaTeC, acho que a gente não teria chegado, alcançado esse resultado” João Vítor Emídio Barbosa de Melo, estudante Na prova de resgate, o robô precisa seguir uma linha ao longo de uma pista e recolher bolinhas que representam vítimas, para depois colocá-las nos locais determinados. João Vítor explicou que programou, com o professor, a visão computacional usada pela equipe — recurso que permite ao robô interpretar imagens para executar as tarefas. Durante o encontro, o estudante também pediu a continuidade do projeto. “Se não fosse pelo PaTeC, acho que a gente não teria chegado, alcançado esse resultado”, disse à governadora. Formação e reconhecimento O PaTeC é um projeto do Instituto Eixos desenvolvido em parceria com a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-DF). A formação inclui robótica, programação em Python, raciocínio lógico e modelagem em três dimensões. O projeto já alcançou mais de 1.500 crianças e adolescentes da rede pública do Distrito Federal. Outra equipe do PaTeC reconhecida na etapa estadual foi a GryphosPaTeC-AHSD. Formado por Layla Saaid, Maria Luísa Miranda e Emily Vitória da Silva, o grupo recebeu o prêmio de Melhor Escola Pública na competição. Ao defender a expansão do ensino de robótica, Celina destacou a necessidade de articular as experiências existentes na rede. “Nós temos várias iniciativas em várias escolas públicas”, afirmou. A governadora defendeu um programa de estado que incorpore a robótica como ferramenta de atualização das escolas.
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Centro de Controle do Metrô-DF ganha novos painéis para reforçar segurança e eficiência operacional
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. A Companhia do Metropolitano do Distrito Federal (Metrô-DF) investe em tecnologia e instala 300 novos painéis no Centro de Controle Operacional (CCO), que fica na sede do Complexo Administrativo e Operacional (CAO) da companhia. É ali onde trabalham os profissionais responsáveis por monitorar todo o tráfego do metrô, todos os dias, durante 24 horas, de olho nas telas de computadores. Assim, os equipamentos de alta resolução de imagem, irão oferecer mais qualidade e precisão das informações, essenciais para garantir a segurança dos usuários e dos serviços do sistema metroviário. “Essa solução contempla não só a modernização da tecnologia, como também assegura a longevidade e eficácia dos painéis, contribuindo para a eficiência operacional e para a maior compreensão e agilidade das estratégias adotadas pela equipe”, afirma o presidente do Metrô-DF, Handerson Cabral. “Além disso, o investimento substitui um sistema mais obsoleto, reduzindo os custos com as manutenções corretivas”, acrescenta. Os painéis foram instalados em formato de videowall, o que garante mais segurança e agilidade na hora de avaliar e interpretar os dados. A tecnologia permite visualizar, ao mesmo tempo, a situação do sistema de energia, dos pátios, das estações, de equipamentos, proporcionando uma visão global da operação. “Uma das vantagens desse novo formato é que ele possibilita exibir uma maior quantidade de imagens do sistema de Circuito Fechado de Televisão, aumentando a cobertura visual das estações, dos pátios e das demais instalações”, esclarece o diretor de Operação e Manutenção do Metrô-DF, Márcio Aquino. “O sistema poderá ser configurado conforme a situação operacional, dando prioridade à visualização de determinadas câmeras, alarmes, sistemas ou áreas”, afirma. Os painéis foram instalados em formato de videowall, o que garante mais segurança e agilidade na hora de avaliar e interpretar os dados | Foto: Paulo Barros/Divulgação A concentração das principais informações operacionais em um único ambiente visual – disponível, simultaneamente, para supervisores, controladores e demais profissionais envolvidos na operação – facilita a compreensão imediata do estado da linha e das ocorrências em andamento, melhorando a coordenação das ações e a tomada rápida de decisões. Isso reduz a necessidade de alternar diversas telas ou sistemas durante uma ocorrência no sistema. O novo layout ainda otimiza o acompanhamento da posição, da movimentação e do intervalo dos trens ao longo da linha, o que torna mais ágil a atuação para retomar a regularidade da operação. Por fim, a instalação dos novos painéis do Centro de Controle Operacional do Metrô–DF irá contribuir para o conforto e para a melhoria das condições de trabalho de toda a equipe. Os dados apresentados em telas, com imagens em alta resolução e em uma superfície maior, evitam a visualização nos monitores individuais, reduzindo a sobrecarga visual dos operadores. A leitura de diagramas, mapas, imagens e indicadores á distância, também otimizará a legibilidade e a ergonomia na rotina dos empregados. *Com informações da Companhia do Metropolitano do Distrito Federal (Metrô-DF)
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Brasil.IA certifica mais 714 alunos em quatro regiões do DF
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Nesta sexta-feira (28/8), 714 alunos da sétima etapa do projeto Brasil.IA celebram uma nova conquista com a formatura na capacitação tecnológica gratuita que contempla diferentes regiões do Distrito Federal. Os certificados serão entregues a participantes de quatro regiões administrativas: 171 em Taguatinga, 208 no Gama, 194 em Santa Maria e 141 em Planaltina. As cerimônias serão realizadas simultaneamente em quatro escolas — CEF 03 de Taguatinga, CEF 05 do Gama, CEF 308 de Santa Maria e CEF 04 de Planaltina. Desde 2025, o projeto Brasil.IA já teve mais de 9 mil pessoas inscritas em todo o DF | Foto: Divulgação/Secti-DF A iniciativa amplia o acesso da população a conhecimentos cada vez mais presentes no cotidiano e no mercado de trabalho, com formação em inteligência artificial e competências digitais. Com uma proposta prática e acessível, o projeto aproxima jovens e adultos de novas ferramentas tecnológicas, estimula o desenvolvimento de habilidades e amplia as possibilidades de qualificação diante das transformações provocadas pela inteligência artificial e pela digitalização. Os números mostram o alcance da iniciativa. Em 2025, o Brasil.IA registrou mais de 9 mil inscrições, mais de 7 mil alunos matriculados e mais de 4 mil pessoas certificadas, passando por pelo menos 16 regiões administrativas do DF. A expansão permite que a formação chegue mais perto das comunidades, facilitando o acesso ao conhecimento sem que os participantes precisem se deslocar para regiões centrais. Com esta certificação, o Brasil.IA reforça seu papel na democratização da tecnologia e na criação de novas oportunidades de aprendizado e desenvolvimento profissional. O avanço do projeto demonstra a importância de descentralizar a formação tecnológica e aproximar cada vez mais a população das possibilidades oferecidas pela ciência, tecnologia e inovação. *Com informações da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação
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Capital LAB inicia ciclo de incubação de 20 projetos e fortalece o empreendedorismo científico no Distrito Federal
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Nesta quarta-feira (15/7), o programa Capital LAB deu início ao ciclo de incubação dos 20 projetos selecionados. O evento, realizado na sede do programa, no Setor Comercial Sul, marcou o começo da etapa prática de desenvolvimento dos negócios, reunindo participantes e equipe técnica. Durante os próximos cinco meses, as equipes terão acesso a mentorias, consultorias, oficinas e acompanhamento especializado para desenvolver ideias inovadoras e transformá-las em soluções para desafios da sociedade. Equipes selecionadas terão acompanhamento especializado durante os próximos cinco meses | Foto: Divulgação/Secti-DF O Capital LAB busca aproximar universidades, governo, empresas e pesquisadores, incentivando o empreendedorismo científico e transformando conhecimento em inovação. Além da incubação, o programa promove atividades de capacitação, hackathons, encontros com investidores e ações de difusão científica. Os 20 projetos foram escolhidos por meio de um processo seletivo que avaliou critérios como inovação, viabilidade, potencial de impacto e perfil das equipes. Ao longo da incubação, os participantes também contarão com infraestrutura de trabalho e suporte nas áreas jurídica, financeira, contábil e de comunicação. A iniciativa faz parte da estratégia de fortalecimento do ecossistema de ciência, tecnologia e inovação do Distrito Federal. Ao longo de sua execução, o programa pretende alcançar diretamente mais de 4 mil pessoas por meio de capacitações, eventos, laboratórios universitários e ações voltadas para o empreendedorismo e para a inovação. *Com informações da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação
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