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DF inicia testes com ônibus escolar 100% elétrico na rede pública

O Distrito Federal iniciou neste mês de maio testes com um ônibus escolar 100% elétrico em uma rota do transporte escolar da rede pública de ensino. A iniciativa é realizada pela Sociedade de Transportes Coletivos de Brasília (TCB) em parceria com a iniciativa privada. O veículo em teste atua na rota Estrutural/Guará, atendendo estudantes do CEE 01 do Guará, em operação assistida e monitorada pelas equipes técnicas da TCB. O objetivo é avaliar o desempenho do ônibus elétrico em condições reais de circulação e ampliar os estudos sobre a viabilidade da tecnologia no transporte escolar do DF. “Este piloto inaugura, para a TCB, o caminho da eletrificação da frota escolar do Distrito Federal. Os próximos ciclos contratuais do transporte escolar serão o momento natural para incorporar essa tecnologia em escala, e é por isso que precisamos chegar lá com evidência técnica robusta, e não com improviso”, afirma a diretora-presidente da TCB, Maria Cecília Martins Lafetá. O veículo possui emissão zero de poluentes e baixa produção sonora, proporcionando viagens mais silenciosas e confortáveis para os estudantes | Fotos: Divulgação/TCB O modelo utilizado é o ônibus elétrico I/Ankai OE-9, equipado com propulsão 100% elétrica. Com uma autonomia estimada de aproximadamente 200 quilômetros por carga completa e tempo médio de recarga de cerca de 3h30, o veículo possui emissão zero de poluentes e baixa produção sonora, proporcionando viagens mais silenciosas e confortáveis para os estudantes. “Quando falamos em eletrificação do transporte escolar, falamos também de saúde pública. Crianças são particularmente vulneráveis à exposição prolongada a poluentes do diesel, e reduzir essa exposição no trajeto diário até a escola é um ganho que vai muito além da pauta ambiental”, destaca Cecília Lafetá. Entre as novidades do novo equipamento em teste estão o sistema de rebaixamento lateral da suspensão do veículo, conhecido como “kneeling”, que facilita o embarque de cadeirantes e pessoas com dificuldade de locomoção, além de rampa de acesso, área reservada para pessoas com deficiência (PcD), sistema de fixação para cadeiras de rodas e assentos preferenciais sinalizados. Nesse período de teste serão observados critérios como consumo de energia e tempo de recarga de bateria, entre outros O período de testes irá avaliar critérios como desempenho operacional, autonomia energética, consumo de energia, tempo de recarga das baterias, conforto dos passageiros, acessibilidade, eficiência do ar-condicionado, desempenho em tráfego intenso e redução de ruídos e emissão de poluentes. As equipes técnicas também irão acompanhar indicadores relacionados à manutenção, eficiência energética e desempenho operacional do ônibus em comparação aos modelos convencionais utilizados atualmente. A iniciativa acompanha uma tendência já adotada em outras cidades brasileiras, como Curitiba e São Paulo, que vêm ampliando testes e processos de implementação de ônibus elétricos em seus sistemas de transporte público. “Sabemos que a transição para uma frota elétrica não se faz sem viabilidade econômica para quem opera. Por isso, a TCB está em diálogo com instituições financeiras para desenhar soluções de crédito adequadas à realidade dos operadores do transporte escolar — uma agenda que caminha junto com a agenda ambiental”, explica a diretora-presidente. Para a TCB, o projeto-piloto representa mais um passo na busca por soluções modernas, sustentáveis e acessíveis para o transporte escolar da rede pública do Distrito Federal. Além da redução do impacto ambiental, a proposta visa oferecer mais conforto, segurança, tecnologia e inclusão aos estudantes atendidos pelo sistema, especialmente alunos com deficiência e mobilidade reduzida. *Com informações da TCB  

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GDF assina decreto que atualiza regras do transporte escolar

Uma legislação de transporte escolar mais moderna é um dos focos do Governo do Distrito Federal (GDF), concretizado nesta sexta-feira (16), com a assinatura do ato normativo que altera o Decreto nº 37.332, de 12 de maio de 2016, e regulamenta o cadastramento e a exploração do serviço de transporte coletivo de escolares no DF. A ação ocorreu durante agenda oficial em Samambaia. Na solenidade, a governadora em exercício Celina Leão destacou que o objetivo é atualizar a regulamentação, corrigir divergências legais e reduzir exigências burocráticas que não impactavam diretamente na segurança. Celina Leão: “Vamos ampliar o uso de plataformas eletrônicas e tornar os processos mais rápidos. Muitas vezes, eles ficavam dependentes de trâmites lentos. Essa é uma demanda antiga, discutida no âmbito do Detran, e que vai atender melhor a categoria dos transportadores escolares e, principalmente, a população | Fotos: Tony Oliveira/Agência Brasília Entre as principais mudanças estão a regularização do transporte escolar para aulas extras e universitários, a criação de um banco de dados específico de condutores para eventuais substituições, a retirada da obrigatoriedade de condutor substituto por veículo e a redução de exigências consideradas excessivas. Após cumprimentar os transportadores escolares presentes na ocasião, Celina destacou que a novidade é a desburocratização do sistema administrativo, principalmente dentro do Departamento de Trânsito (Detran-DF) para trazer mais agilidade ao trabalho dos agentes. Celina Leão destacou que o objetivo é atualizar a regulamentação, corrigir divergências legais e reduzir exigências burocráticas que não impactavam diretamente na segurança “Vamos ampliar o uso de plataformas eletrônicas e tornar os processos mais rápidos. Muitas vezes, eles ficavam dependentes de trâmites lentos. Essa é uma demanda antiga, discutida no âmbito do Detran, e que vai atender melhor a categoria dos transportadores escolares e, principalmente, a população”, declarou.

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Campanha alerta para cuidados na hora de contratar transporte escolar no DF

As escolas estão em férias, mas o Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF) já se prepara para que a volta às aulas ocorra com mais segurança viária. E, pensando naqueles estudantes que vão à escola em transporte escolar, foi lançada uma campanha de orientação sobre os cuidados que os pais e responsáveis devem ter na contratação desse serviço. O guia Volta às Aulas: Como Escolher um Transporte Escolar Seguro integra uma campanha desencadeada pela Diretoria de Credenciamento de Entidades e Profissionais (Dicrep) para alertar pais e escolas da importância de que o transporte escolar contratado esteja regularizado junto ao Detran. Ele está sendo divulgado em todos os canais oficiais da autarquia e traz as principais informações sobre o que verificar antes de contratar o serviço de transporte escolar. “Sabemos que o objetivo dos pais é que o ir e vir de seus filhos aconteça da forma mais segura possível e, por isso, todo cuidado é pouco e deve começar desde a contratação do serviço de transporte escolar. Nunca é demais lembrar que o transporte informal traz riscos consideráveis aos alunos, já que nem o veículo nem o condutor passaram por avaliação do órgão de trânsito. Portanto, nunca contrate transporte escolar informal. Seu filho merece chegar bem à escola e voltar para casa com segurança”, ressalta a diretora de Credenciamento de Entidades e Profissionais, Ticiana Sanford. Para receber a Autorização de Tráfego do Detran-DF, o veículo passa por vistorias semestrais onde são verificados os equipamentos de segurança obrigatórios e as condições gerais do veículo. Já o condutor é avaliado em relação a sua qualificação profissional, sendo feita a verificação do histórico de multas cometidas e antecedentes criminais, a cada 12 meses, para a emissão do Registro de Condutor. Para denunciar irregularidades, o cidadão dispõe do telefone 162, o Participa DF ou ainda fazer a denúncia presencialmente no Detran da 913 Sul ​​​​| Foto: Divulgação/Detran-DF No folder elaborado pela Dicrep, há o passo a passo para consultar se o veículo e o condutor estão credenciados junto ao órgão de trânsito (atualmente há 1.267 autorizatários no DF), uma série de dicas práticas e a lista de requisitos que o veículo deve ter para realizar o transporte com segurança – cinto de segurança para todos os passageiros, tacógrafo funcionando corretamente e a necessidade da presença de um acompanhante (rodomoça) se a capacidade de passageiros for superior a 20 e (ou) se houver crianças menores de 5 anos, por exemplo. “O Detran realiza a fiscalização de transporte escolar periodicamente, mas é fundamental a parceria dos pais e das escolas denunciando os casos de irregularidades observados. Vamos todos nos unir por um transporte escolar mais seguro para nossos filhos”, enfatiza Ticiana Sanford. Para denunciar irregularidades, o cidadão dispõe do telefone 162, o Participa DF ou ainda fazer a denúncia presencialmente no Detran da 913 Sul. A regularização do transporte escolar pode ser consultada no endereço https://portal.detran.df.gov.br, clicando em Consultar Credenciadas – Transporte Escolar e digitando a placa do veículo ou o número de autorização STCE. Se o transportador estiver regularizado, as informações completas aparecerão na tela. *Com informações do Detran-DF

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Estudantes da rede pública contam com mais de 1.160 ônibus de transporte escolar

Garantir o acesso de crianças e adolescentes à escola é uma das prioridades da Secretaria de Educação (SEEDF). Atualmente, mais de 70 mil estudantes da rede pública de ensino usufruem diariamente, em rotas regulares, do transporte escolar. Transporte escolar contempla, atualmente, mais de 70 mil estudantes da rede pública em rotas regulares | Foto: Mary Leal, Ascom/SEEDF  Quando somadas as atividades extracurriculares, o número chega a quase 90 mil atendimentos por dia. O serviço contempla estudantes que vivem em áreas rurais ou de difícil acesso ao transporte público convencional. Em muitos casos, representa a única alternativa para que os alunos frequentem a escola regularmente. [LEIA_TAMBEM]“Hoje, mais de 70% dos nossos ônibus são novos e contam com monitores dentro dos veículos, o que dá uma tranquilidade enorme para as famílias”, afirma a subsecretária de Apoio às Políticas Educacionais da Secretaria de Educação, Fernanda Mateus. Estudantes que vivem em regiões urbanas e têm idade acima de 12 anos, por exemplo, costumam utilizar o passe estudantil gratuito para o transporte público coletivo. Já aqueles em localidades afastadas ou sem acesso fácil a linhas regulares contam com o transporte escolar direto. Fernanda Mateus explica que a adesão a esses ônibus depende de um processo simples, mas essencial: o cadastro na escola. “O primeiro contato tem que ser feito com a unidade escolar”, orienta. “É necessário apresentar a documentação correta na secretaria da escola e se cadastrar. Assim, garantimos que o transporte seja destinado a quem realmente precisa, de acordo com os critérios estabelecidos”.  Em casos de mudança de endereço, reforça a subsecretária, é fundamental que as famílias informem a escola para a reavaliação do percurso e redirecionamento do ponto de embarque. “Muitas famílias mudam e não atualizam as informações”, comenta. “É preciso procurar a escola nova, verificar se há direito ao transporte escolar na nova localidade e apresentar os documentos exigidos”. *Com informações da Secretaria de Educação    

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