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trilhas ecológicas

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Projeto Conexões e Experiências mapeia atrativos de produtos e turismo rurais em todo DF

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada.   Nesta terça-feira (4/8), a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater-DF) promoveu uma visita guiada a dois espaços e uma rodada de apresentação e bate-papo com oito produtores selecionados no projeto Conexões e Experiências: Turismo, Histórias e Produtos do Campo que Encantam. A iniciativa, parceria da Emater-DF com a Secretaria de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (Seagri-DF), reúne 40 produtores rurais em sua primeira edição e foi transformada em um catálogo disponível em formato físico e digital. Entre trilhas e retiros ecológicos, iniciativas de educação ambiental, plantações de mirtilo e morango e produção de queijos, vinhos e cachaça, a publicação reúne empreendimentos que oferecem produtos de qualidade e produção sustentável e que, ao mesmo tempo, estão de portas abertas para receber visitantes. De acordo com a Emater-DF, a proposta central do projeto é conceito de “conexão rural”, promovendo a integração entre a agroindústria familiar e o turismo rural, de modo que o visitante não apenas leve um produto para casa, mas conheça a história, o rosto e o processo de trabalho por trás de cada rótulo. O presidente da Emater-DF, Cleison Duval, afirma que o turismo rural ajuda no desenvolvimento econômico do DF | Fotos: Matheus Borges/Agência Brasília Na Villa Giardini, um dos locais contemplados pela primeira edição do catálogo e visitados ao longo do dia e onde foi promovido um chá da tarde elaborado com produtos locais, o presidente da Emater-DF, Cleison Duval, afirmou que pensar o turismo é trabalhar o desenvolvimento econômico de toda região por meio da conexão entre empreendimentos produtores e de hospitalidade. “Hoje, por exemplo, vamos tomar um café da tarde onde eu tenho uma geleia de produtores de qualidade registrada. Aqui [na Vila Giardini], temos um ambiente que pode receber turistas. Desta forma, eu não vou estar valorizando apenas aquela propriedade ou aquele produto. Eu vou estar promovendo o desenvolvimento de toda a região em volta”, comentou. A programação do dia contou também com uma visita à cachaçaria Cavaco, outro dos empreendimentos contemplados pela primeira edição da publicação, e com a divulgação do segundo edital do projeto, disponível para participação de produtores entre 1º de junho e 31 de agosto deste ano. Cachaça 100% do DF A produção de cachaça no DF é feita em várias técnicas, como envelhecida em carvalho ou em jequitibá-rosa Como parte da programação de turismo rural, o dia começou com uma visita à cachaçaria Cavaco, localizada no Núcleo Rural Sobradinho dos Melos, no Paranoá. No local, são feitos o plantio e a colheita da cana-de-açúcar, então moída para extração do caldo, que por sua vez é fermentado, destilado e, posteriormente, armazenado em tonéis de inox ou madeira para envelhecimento e ganho de complexidade. No tour pela cachaçaria, além de acompanhar as diferentes etapas do processo produtivo, é possível degustar os rótulos disponíveis — como a cachaça prata (sem envelhecimento em barril), outras envelhecidas em madeiras como carvalho-americano, carvalho-europeu e também em madeiras brasileiras, como jequitibá-rosa e amburana. Na ocasião, houve também demonstrações da aplicação da bebida em coquetelaria, com releitura de clássicos como o Aperol Spritz e o Rabo de Galo.   Produtor rural e um dos proprietários da Cavaco, Igor Cavalcante conta que a Emater-DF foi um importante suporte técnico durante todo o processo, mesmo quando os planos da família ainda não eram o de produção de cachaça. Desde 2003, quando a família adquiriu a propriedade, foram feitas diferentes tentativas de empreender, com plantação de abacateiros, pinheiros e até mesmo criação de gado. “A Emater tem nos ajudado desde sempre. Quando começamos e decidimos trabalhar com cana-de-açúcar, os técnicos vieram aqui e estão sempre disponíveis para nos auxiliar. Levam o produto daqui, fornecem subsídios, fazem verificação de solo, do manejo. Além disso, tÊm nos ajudado com outras questões junto a outros parceiros que produzem cachaça para que a gente possa se juntar em movimentos de valorização da cachaça enquanto produto”, afirmou. O empreendimento funciona em um terreno de 12 hectares e tem capacidade de produção de 20 mil litros de cachaça por ano. Igor conta que o produto tem se consolidado no mercado brasiliense, e demonstra empolgação com o crescimento do interesse do público. “Temos tido um retorno muito bom. As pessoas que compram, gostam muito do produto. Obviamente, existe um terroir específico daqui, que é diferente da Região Sul e do Nordeste. Cada cachaça vai ter uma especificidade e o público tem gostado desse terroir de Brasília, do Cerrado como um todo, então acabam levando para outros estados e até alguns outros países já estão se interessante”, comentou. Catálogo Conexões e Experiências O primeiro catálogo elenca 40 empreendimentos com mapa ilustrado, contato e horários de visitação, entre outras informações Na edição do catálogo Conexões e Experiências, foram selecionados 40 empreendimentos distribuídos em regiões rurais em Brazlândia, Ceilândia, Gama, Jardim, PAD-DF, Paranoá, Planaltina, São Sebastião, Sobradinho e Vargem Bonita. São 98 páginas com mapa ilustrado, fichas dos empreendimentos, informações de contato, horários de visitação, além de QR Codes que dão acesso a vídeos curtos com depoimentos dos produtores. Na publicação é possível encontrar vinícolas e enoturismo, queijarias artesanais, cafés especiais, cachaçarias, cervejaria artesanal, apicultura, fruticultura, agroindústrias de laticínios e embutidos, hotéis-fazenda, ecoparques, espaços de bem-estar, turismo religioso e turismo cultural. O catálogo está disponível em formato físico e digital. Rancho Canabrava Com 29 anos de história no Núcleo Rural Sobradinho I, a cerca de 25 km da Rodoviária do Plano Piloto, o Rancho Canabrava é referência em turismo rural no Distrito Federal. A propriedade é pioneira na criação de cavalos da raça mangalarga marchador no DF, atividade iniciada em 1971, e hoje reúne turismo equestre, gastronomia e lazer para toda a família. "Nós vamos fazer 30 anos de funcionamento. É um restaurante rural com atividades de lazer e temos tentado crescer para outras funções também" Anna Maria de Lucena Rodrigues, proprietária do Rancho Canabrava Entre os destaques do empreendimento, estão passeios a cavalo e de charrete, cavalgadas longas e escola de equitação, restaurante de comida mineira servida no fogão a lenha, trilhas ecológicas, arvorismo, tirolesa e fazendinha e projeto pedagógico para escolas. “O rancho tem uma história longa. Nós vamos fazer 30 anos de funcionamento. É um restaurante rural com atividades de lazer, e temos tentado crescer para outras funções também. Temos um espaço de evento, bem pequenininho e restrito, mas estamos tentando crescer. Temos também um projeto pedagógico, no qual atendemos escolas com uma pegada mais ecológica, a fim de tirar os meninos das telas [de dispositivos eletrônicos]”, relatou a proprietária do espaço, Anna Maria de Lucena Rodrigues. Queijaria Potiguar Agroindústria familiar dedicada a laticínios artesanais, a queijaria Potiguar une tradição de família e conhecimento técnico na produção de queijos. A operação é registrada e segue as boas práticas de fabricação, o que assegura procedência e segurança alimentar ao consumidor. A produção integra o movimento de valorização do queijo artesanal produzido no Distrito Federal. Entre os destaques, estão uma linha de queijos artesanais (frescal, coalho, manteiga e minas padrão), loja própria em São Sebastião e visitação à propriedade com contato direto com o processo produtivo. “A queijaria nasceu por meio da Emater. Os técnicos me incentivaram a legalizar [o processo de produção]. Eles me acompanham desde o início. Se eu preciso de um veterinário, eles estão lá para me ajudar, na agroindústria, na produção, nos cursos de queijos, inclusive para eu conhecer as bactérias, o leite e tal, foi tudo através da Emater”, destacou o produtor rural Antônio Fernandes Barros, de 62 anos, proprietário da queijaria. Cerrado Blue A partir de pesquisa e aperfeiçoamento genético, a produção de mirtilo foi adaptada à realidade do DF Localizada na Rota do Cavalo, a Cerrado Blue é uma das pioneiras no cultivo de mirtilo (blueberry) no Distrito Federal. O mirtilo foi adaptado ao clima do Planalto Central por meio de pesquisa e aperfeiçoamento genético. O cultivo é feito em substrato e vasos, sistema que garante frutos de calibre superior, alto teor de açúcar e acidez equilibrada, com janela de produção estendida de cerca de sete meses. Entre os destaques, estão mirtilo in natura, colha e pague, agroturismo e vivências no campo, além de derivados artesanais como geleias, molhos, sucos e chá de folhas de mirtilo. “As pessoas têm gostado bastante porque é algo que não conhecem [o mirtilo].  As que conhecem ainda não foram a um pomar. Hoje, além dessa experiência no pomar, temos a experiência gastronômica. A gente oferece um café da manhã, que é um brunch com receitas doces e salgadas com mirtilo”, contou a empreendedora rural, Leandra Alvarenga. Coopa-DF A farinha de trigo Buriti é fruto do trabalho da Cooperativa Agropecuária da Região do Distrito Federal (Coopa-DF) Fundada em 1978, a Cooperativa Agropecuária da Região do Distrito Federal (Coopa-DF) reúne centenas de produtores e é uma das principais referências do agronegócio do Planalto Central. Seu produto símbolo é a farinha de trigo Buriti, resultado da busca dos cooperados, desde os anos 1990, pelo trigo como alternativa de rotação de culturas nas áreas irrigadas. O moinho próprio, inaugurado em 1995, transforma o grão em farinha para panificação, uso doméstico e farelo animal. Entre os destaques, estão a farinha de trigo Buriti e a realização da AgroBrasília, maior feira do agronegócio do Planalto Central e uma das principais do país, sediada no Parque Tecnológico Ivaldo Cenci. Villa Giardini Ecoparque Referência em sustentabilidade e turismo rural no DF, o Villa Giardini Ecoparque ocupa 36 mil metros quadrados no Setor de Mansões do Lago Norte, com até 65% de vegetação nativa preservada e arquitetura bioclimática. O complexo integra produção agrícola, educação ambiental e eventos, com vista para o Lago Paranoá e o skyline da cidade. Entre os destaques da propriedade, estão a meliponicultura (abelhas sem ferrão), o viveiro de mudas ornamentais e medicinais, o primeiro lavandário em larga escala do Centro-Oeste, com mais de 1,5 mil pés de lavanda e um rótulo próprio de vinho em parceria com a Vinícola Brasília, além das experiências Chá da Villa, Projeto Sementes da Villa e oficinas Brushes & Bloom. Cauê Giardini explica que o Villa Giardini Ecoparque une arte, cultura e preservação ambiental “[O local] nasceu há dez anos com o intuito de ser um parque botânico em Brasília, de ser um espaço que unisse arte, cultura e preservação ambiental. Então, temos várias atividades que são abertas à comunidade e não só privadas. Hoje, somos muito conhecidos em Brasília no setor de eventos e eventos privados, casamentos, festas sociais, mas poucas pessoas sabem que a Villa Giardini está com as portas abertas para comunidade do Distrito Federal como um todo”, contou o diretor de criação do espaço, Cauê Giardini. Oma Sena Vinícola boutique familiar, a Oma Sena — "Vovó Sena", em alemão — é uma homenagem dos netos à matriarca da família e integra o grupo Vinícola Brasília e o Eixo dos Vinhedos. A produção utiliza a técnica da dupla poda, que desloca a colheita do verão chuvoso para o inverno seco, período de maturação plena dos cachos. Entre os destaques, estão os rótulos Primeira Chuva (rosé de syrah), Descalço (sauvignon blanc), Vernáculo Syrah e Dialeto Syrah, premiações nacionais e internacionais, com destaque para o Merano Wine Festival 2025, na Itália, visitas guiadas ao vinhedo com degustação e a experiência imersiva Tinto, Taças e Tintas. Rafael Bonato: "A Emater ajuda muito nessa parte de conectar os produtores e os novos empreendimentos" “A nossa fase atual é de conquistar o mercado e estar realmente mais próximos dos clientes, do consumidor final. A Emater ajuda muito nessa parte de conectar os produtores e os novos empreendimentos. [O catálogo] ajuda muito a termos um caminho realmente aberto com os consumidores e com os clientes”, comentou o sócio-proprietário da Oma Sena, Rafael Bonato. Vinícola Brasília Nascida da união colaborativa de dez famílias e dez vinhedos do Distrito Federal e da Ride, a Vinícola Brasília é um dos projetos mais recentes da vitivinicultura no Planalto Central. Os vinhos finos são produzidos pela técnica da colheita de inverno (dupla poda), com uvas colhidas a uma altitude média de mil metros, em clima seco e de grande amplitude térmica. Pesquisa financiada pela FAPDF comprovou que os syrahs do Cerrado de Altitude apresentam altos níveis de compostos fenólicos, antioxidantes e resveratrol. Rótulos da Vinícola Brasília prestam homenagem à capital federal: Monumental, Alvorada, Croqui, Pilotis e Cobogó Entre os destaques, estão rótulos que homenageiam a arquitetura de Brasília — Monumental, Alvorada, Croqui, Pilotis e Cobogó, mais de 70 premiações nacionais e internacionais —, além de tours guiados, winebar, jantares harmonizados e cursos de vinhos. “A Vinícola Brasília, hoje, é mais conhecida fora do Brasil do que aqui dentro de Brasília. Com apenas dois anos de vida, conquistamos 120 prêmios nacionais e internacionais. Fazemos sempre um apelo às pessoas que vão até a Vinícola Brasília que, quando se sentarem em restaurantes, peçam vinhos de Brasília. A qualidade nós já provamos que temos”, comentou o gerente comercial da vinícola, Darlan Lucca Pissolatti, 57, ao citar que o empreendimento recebe propostas de exportação dos produtos para países como Alemanha, Espanha, Itália, França e Portugal. Espaço Amplitude Refúgio de hospedagem e bem-estar na DF-205 Oeste, o Espaço Amplitude foi inspirado nos princípios da geometria sagrada, com o octógono presente em todos os ambientes, em projeto que mescla o contemporâneo e o rústico. Os chalés têm vista para a montanha e para o horizonte rural. A propriedade mantém atividades agropecuárias genuínas — plantio de milho e criação de bovinos, aves e equinos —, o que reforça a autenticidade da vivência rural. Entre os destaques, o espaço dispõe de hospedagem em chalés; do projeto Entardecer no Amplitude, com contemplação do pôr do sol, petiscos e música; de trilhas, bike e ecoturismo, yoga, meditação e retiros, além de camping e observação do céu. "A vista para as montanhas e a amplitude que nós temos lá é o nosso diferencial" Yara Lucia de Oliveira, do Espaço Atitude “Nós surgimos na época da pandemia, quando todo mundo estava sem saber para onde ir. Construímos uns chalezinhos hoje se transformaram em um refúgio, onde as pessoas procuram um lugar de conexão, de pausa, de acolhimento. Nós oferecemos aquele clima de montanha, ficamos numa área montanhosa do DF, o que é raro nas propriedades. Então, a vista para as montanhas e a amplitude que nós temos lá é o nosso diferencial”, comentou a proprietária, Yara Lucia de Oliveira. Como participar do edital A Emater-DF também fez o lançamento do segundo edital do projeto para a seleção de produtores rurais do Distrito Federal para integrar a segunda edição do catálogo — desta vez, bilíngue — nos formatos digital e físico. As inscrições podem ser feitas exclusivamente pela internet, duraram de 1º de junho a 31 de agosto, sendo abertas a produtores rurais atendidos pela Emater-DF que tÊm produtos agroindustriais com registro nos órgãos competentes, propriedades com atrativo turístico ou parcerias entre as duas modalidades. As inscrições para o segundo catálogo podem ser feitas até 31 de agosto Como contrapartida aos projetos selecionados, a Emater disponibilizou espaço na publicação bilíngue, inclusão na plataforma digital Põe na Cesta e participação em ações de marketing regional e eventos promocionais coordenados pela Emater-DF. Produtores que precisaram de apoio para se inscrever puderam procurar os escritórios locais da Emater-DF da sua região. *Com informações da Emater  

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Chamamento abre inscrições para seleção de representantes da sociedade civil em comitê de trilhas ecológicas do DF

Estão abertas, de 21 de março a 20 de abril, as inscrições para a seleção de representantes da sociedade civil para compor o Comitê Técnico Permanente do Sistema Distrital de Trilhas Ecológicas Caminhos do Planalto Central (CPC), nas vagas destinadas à representação não governamental. O processo é conduzido pela Secretaria do Meio Ambiente (Sema-DF), conforme o Edital de Chamamento Público nº 01/2026. O objetivo é selecionar representantes — titulares e suplentes — que irão integrar o colegiado responsável por apoiar a gestão e o desenvolvimento das trilhas ecológicas no Distrito Federal. Para o secretário do Meio Ambiente, Gutemberg Gomes, o chamamento reforça a importância da participação social na construção das políticas ambientais. “Compreendo que o diálogo entre poder público e sociedade civil é essencial, pois é a partir dessa escuta e dessa construção conjunta que conseguimos desenvolver políticas públicas mais efetivas, que realmente atendam às necessidades do território e fortaleçam a preservação ambiental”, afirmou. Estão abertas as inscrições para a seleção de representantes da sociedade civil interessados em compor o Comitê Técnico Permanente do Sistema Distrital de Trilhas Ecológicas Caminhos do Planalto Central (CPC) | Foto: Divulgação/Sema-DF Podem se candidatar representantes de entidades, instituições, movimentos ou coletivos sociais com pelo menos dois anos de atuação no Distrito Federal, vinculados aos segmentos previstos no edital, como caminhadas em trilhas, ciclismo, corridas, cavalgadas, ecoturismo e defesa do meio ambiente. As organizações devem apresentar, no ato da inscrição, um representante titular e um suplente. As inscrições serão realizadas por meio do envio de formulário e da documentação exigida para o endereço eletrônico aspol@sema.df.gov.br. Após o encerramento do prazo, as candidaturas passarão por análise documental e avaliação técnica. Nos casos em que houver mais de uma entidade concorrendo por segmento, será aplicada pontuação com base em critérios como representatividade, participação em redes e alinhamento com os objetivos do sistema de trilhas. [LEIA_TAMBEM]Criado pela Lei Distrital nº 6.892/2021, o Sistema Distrital de Trilhas Ecológicas — Caminhos do Planalto Central tem como finalidade promover o uso sustentável dos ambientes naturais, incentivando o turismo ecológico, a prática esportiva e a educação ambiental, além de contribuir para a conservação da biodiversidade e a integração entre áreas protegidas. O Comitê Técnico Permanente possui caráter consultivo e atua na articulação entre poder público, sociedade civil e setor privado, contribuindo para a implementação e o aprimoramento das políticas públicas relacionadas às trilhas ecológicas. A participação no colegiado é considerada de relevante interesse público e não é remunerada. O resultado preliminar está previsto para 28 de abril, com resultado final em 7 de maio e homologação no dia 8 de maio. Chamamento Público nº 01/2026 – Comitê Técnico Permanente do CPC Inscrições: de 21 de março a 20 de abril Quem pode participar: representantes de entidades, instituições, movimentos ou coletivos sociais com atuação no DF há pelo menos dois anos Como se inscrever: envio de formulário e documentação para o e-mail aspol@sema.df.gov.br Resultado preliminar: 28 de abril Resultado final: 7 de maio *Com informações da Secretaria do Meio Ambiente (Sema-DF)

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Inscrições abertas para a 2ª Conferência Distrital de Unidades de Conservação

Agência Brasília · INSCRIÇÕES ABERTAS PARA A 2ª CONFERÊNCIA DISTRITAL DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO O Instituto Brasília Ambiental abriu, nesta terça-feira (8), as inscrições para a 2ª Conferência Distrital de Unidades de Conservação (2ª Cduc), que será realizada nos dias 31 deste mês e em 1º de agosto. O evento, que celebra os 15 anos de criação do Sistema Distrital de Unidades de Conservação (Sduc), pretende reunir servidores, ambientalistas, estudantes, gestores, pesquisadores e demais representantes da sociedade civil para dialogar sobre as conquistas, desafios e perspectivas de atuação nas áreas protegidas do Distrito Federal. O formulário de inscrição está disponível e pode ser acessado aqui. Conferência distrital vai discutir desafios e perspectivas das unidades de conservação | Foto: Geovana Albuquerque/Agência Brasília O evento contará com mesas-redondas, palestras, conversas e exposição de painéis. Também fazem parte da programação cinco oficinas temáticas desenvolvidas em parceria com o projeto Avaliação e Fortalecimento do Sistema de Unidades de Conservação Distrital e Estudo de Parcerias Público-Privadas e Público-Comunitárias, do Centro de Desenvolvimento Sustentável da Universidade de Brasília (CDS/UnB). As oficinas são gratuitas e com vagas limitadas. “O Sistema Distrital de UCs mostra que gestão participativa e conhecimento técnico são pilares para conservar nossos recursos naturais e ampliar o acesso público a esses espaços”, comenta a governadora em exercício, Celina Leão. Para o presidente do Instituto Brasília Ambiental, Rôney Nemer, a 2ª CDUC é uma oportunidade única de construir redes de colaboração, trocar experiências e pensar em soluções que garantam proteção e uso sustentável das áreas protegidas. [LEIA_TAMBEM]Coordenadora da Comissão Organizadora das Conferências Distritais de Unidades de Conservação do Brasília Ambiental, a gestora em políticas públicas Vanessa Oliveira destaca a evolução no formato da 2ª Cduc: “Em 2024, a conferência foi realizada em apenas um dia, com pouco espaço para debates. Este ano, a programação ocorrerá em dois dias, com mais tempo para interação do público, realização de oficinas no segundo dia, além da publicação de resumos de pesquisa científica e relatos de experiência em unidades de conservação". A Conferência Distrital de Unidades de Conservação foi instituída como parte do Calendário Oficial de Eventos do Brasília Ambiental, por meio da Instrução nº 13/2025 e visa a construir um espaço permanente de diálogo sobre as unidades de conservação do Distrito Federal, a fim de fortalecer as redes estratégicas de atuação junto às áreas protegidas. Outro objetivo é fortalecer as ações entre os atores ligados à área socioambiental, de diversos campos da sociedade civil organizada, do meio científico e da administração pública, que envolvam as unidades de conservação do Distrito Federal. Serviço 2ª Conferência Distrital de Unidades de Conservação – Brasília Ambiental → dia 31 deste mês – Auditório da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) → 1º de agosto – Centro de Desenvolvimento Sustentável da Universidade de Brasília  (CDS/UnB) → Inscrições: até o dia 20 deste mês, pelo site do Brasília Ambiental. Oficinas com vagas limitadas → Manejo de trilhas em UCs: 20 vagas → Voluntariado em UCs: 15 vagas → Conselhos gestores em UCs: 15 vagas → Introdução ao ecoturismo e visitação em UCs: 25 vagas → Criação de reservas particulares do patrimônio natural (RPPNs) & Adesão de trilhas ao Sistema Distrital de Trilhas Ecológicas: 15 vagas.  *Com informações do Brasília Ambiental

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DF terá portal oficial com informações completas sobre trilhas ecológicas

Agência Brasília · (22) 23-06-2025 - DF TERÁ PORTAL OFICIAL COM INFORMAÇÕES COMPLETAS SOBRE TRILHAS ECOLÓGICAS O Portal do Sistema Distrital de Informações Ambientais (Sisdia) da Secretaria do Meio Ambiente do Distrito Federal (Sema-DF) passará a contar com um espaço exclusivo para as trilhas conhecidas como Caminhos do Planalto Central (CPC). A ferramenta centralizará informações detalhadas sobre os percursos ecológicos da região, incluindo mapas interativos, extensão, nível de dificuldade e principais pontos de interesse. O lançamento ocorrerá no primeiro 1º Fórum do Sistema Distrital de Trilhas Ecológicas, que será realizado na quinta-feira (26), na sede da secretaria. "Essa será mais uma ação que valorizará as nossas belezas naturais e estimulará o ecoturismo, gerando emprego, renda e promovendo a conservação ambiental", destacará a vice-governadora Celina Leão sobre o lançamento da nova página dedicada às trilhas ecológicas do Distrito Federal. Portal da Sema-DF terá dados para auxiliar turistas na escolha de trilhas ecológicas e permitirá que grupos de trilheiros, ONGs e órgãos públicos sugiram novos percursos | Foto: Divulgação/Sema-DF A iniciativa atenderá à Lei Distrital nº 6.892/2021, que determinará o registro oficial das trilhas no sistema ambiental do DF. Segundo o secretário do Meio Ambiente, Gutemberg Gomes, a medida transformará a legislação em serviço prático. "Transformaremos a lei em resultado concreto. Qualquer pessoa poderá acessar informações atualizadas e seguras sobre as trilhas ecológicas do Distrito Federal", afirmará. [LEIA_TAMBEM]Além de auxiliar turistas na escolha de roteiros para ecoturismo e cicloturismo, o portal oferecerá recursos para pesquisadores e gestores ambientais. Os dados estarão disponíveis em formatos abertos, facilitando estudos e o desenvolvimento de aplicativos de turismo sustentável. Um painel interativo apresentará estatísticas como número de trilhas sinalizadas, quantidade de voluntários cadastrados e áreas de conservação envolvidas. O subsecretário de Gestão Ambiental e Territorial, Renato Santana, ressalta os ganhos técnicos da ferramenta. "O módulo das trilhas no Sisdia será uma ferramenta robusta, que garantirá qualidade técnica nos dados e ampliará o acesso da sociedade à informação ambiental. Além disso, promoverá a participação social, com o cadastro colaborativo de trilhas", explicará. O sistema permitirá que grupos de trilheiros, ONGs e órgãos públicos sugiram novos percursos através de formulário online. As sugestões deverão incluir informações técnicas como localização, tipo de uso (pedestre, ciclismo ou multiúso), grau de dificuldade e estado de conservação. Apenas após análise detalhada de segurança, sinalização e medidas de proteção ambiental, as trilhas serão liberadas ao público. A plataforma integrará dados das trilhas com outras informações ambientais, como áreas de conservação e zonas de risco, contribuindo para o planejamento de ações de preservação da biodiversidade e educação ambiental. A iniciativa também visará gerar renda em comunidades rurais e fortalecerá o compromisso do Governo do Distrito Federal com o turismo sustentável e a proteção da natureza. *Com informações da Sema-DF  

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