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Centro de Referência de Assistência Social

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Auxílio-natalidade: informação ajuda famílias a acessar direitos e benefícios da assistência social no DF

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada.   O nascimento de uma criança é um momento de alegria, mas também pode trazer novos gastos e desafios para as famílias — principalmente para aquelas que enfrentam dificuldades financeiras e situações de vulnerabilidade social.  Para apoiar essas famílias, a Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) disponibiliza o benefício eventual na modalidade auxílio-natalidade.  Mais do que um auxílio financeiro ou a entrega de um enxoval, o benefício faz parte da política de assistência social e representa uma forma de proteção às famílias em um momento importante de suas vidas.  Concessão de benefício representa uma forma de proteção às famílias em um momento importante de suas vidas | Fotos: Divulgação/Sedes-DF  Uma política garantida por lei Os benefícios eventuais não são uma ajuda concedida de maneira informal. Eles estão previstos na legislação brasileira e fazem parte do Sistema Único de Assistência Social (Suas).  No âmbito nacional, são regulamentados pela Lei nº 8.742, de 7 de dezembro de 1993 (Lei Orgânica da Assistência Social, pelo Decreto nº 6.307, de 14 de dezembro de 2007, e pelas normativas do Conselho Nacional de Assistência Social, incluindo a Resolução CNAS nº 33, de 12 de dezembro de 2012 (NOB/Suas). No Distrito Federal, os benefícios eventuais são regulamentados por normas próprias, entre elas: •   Lei nº 5.165, de 4 de setembro de 2013; •   Decreto nº 35.191, de 21 de fevereiro de 2014; •   Portaria nº 39, de 7 de julho de 2014. Essas normas estabelecem como os benefícios devem ser organizados e concedidos no Distrito Federal. Quais são as modalidades No DF, os benefícios eventuais são organizados de acordo com as diferentes situações de necessidade vivenciadas pelas famílias. Entre elas está o auxílio-natalidade (ou bolsa maternidade) destinado a apoiar a família diante do nascimento de uma criança ou de uma situação de natimorto. Auxílio-natalidade: apoio no nascimento O auxílio-natalidade é concedido à mãe da criança ou a alguém que a represente legalmente. O benefício pode ser disponibilizado de duas formas: - Em pecúnia: pagamento de R$ 200,00, em parcela única, por criança nascida ou em situação de natimorto; - Em bens de consumo: entrega de um enxoval por criança nascida, composto por bolsa e itens de vestuário e higiene. O objetivo é contribuir para que a família tenha melhores condições para enfrentar as necessidades decorrentes da chegada de um novo integrante. Quem precisa de ajuda pode procurar o Cras Para solicitar o auxílio-natalidade, a mãe ou seu representante legal deve procurar o Centro de Referência de Assistência Social (Cras) próximo de sua residência. Se a família já é atendida ou acompanhada por outra unidade socioassistencial, também pode procurar essa instituição para receber orientação e atendimento. É importante levar: •   Declaração de Nascido Vivo ou certidão de óbito de natimorto; •   Documento de identificação civil com foto; •   CPF; •   Documentos que comprovem a renda; •   Comprovante de residência no Distrito Federal há pelo menos seis meses. A equipe da assistência social poderá orientar a família sobre os procedimentos necessários e sobre os demais serviços e benefícios aos quais ela pode ter acesso. Atenção aos prazos Um dos pontos mais importantes é ficar atento ao prazo para fazer a solicitação. Para o auxílio-natalidade em pecúnia, o requerimento deve ser realizado durante o atendimento da família e em até 90 dias após o nascimento. Para o auxílio-natalidade em bens de consumo, a solicitação deve ser feita em até 30 dias após o nascimento. Por isso, a recomendação é não deixar para procurar a assistência social nos últimos dias. Assistência social: uma porta de acesso a direitos Para muitas famílias, situações como o nascimento de uma criança, a perda de um familiar, uma situação temporária de vulnerabilidade ou uma calamidade podem representar mudanças importantes na rotina e no orçamento. É justamente nesses momentos que a assistência social tem papel fundamental, oferecendo acolhimento, orientação e acesso à rede de proteção social. Os benefícios eventuais são parte dessa rede. Eles foram criados para oferecer apoio provisório diante de situações específicas de necessidade, contribuindo para a proteção das famílias e para a garantia de direitos. Por isso, a população que estiver passando por alguma dessas situações deve procurar o Cras ou outra unidade da rede socioassistencial para receber informações e verificar os benefícios e serviços disponíveis. Informação é um direito Conhecer os benefícios disponíveis é importante para que nenhuma família deixe de procurar ajuda por falta de informação. Se você ou alguém da sua família está passando por uma situação de nascimento, morte, vulnerabilidade temporária ou calamidade pública, procure a assistência social do Distrito Federal. A equipe socioassistencial está preparada para orientar a população sobre os direitos, os critérios, os documentos e os procedimentos necessários para acessar os benefícios. *Com informações da Sedes-DF  

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Após receber a casa reconstruída, família da Estrutural tem a vida transformada

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada.   A Cidade Estrutural é uma das regiões atendidas pelo programa Melhorias Habitacionais, que transforma a realidade de famílias que vivem em moradias precárias e não têm condições financeiras para custear reformas. Nesta terça-feira (11/8), foi a vez de Marta Fernandes de Carvalho, de 48 anos, realizar o sonho de viver com mais segurança e conforto. Diarista, mãe de dois filhos e avó, ela recebeu da Companhia de Desenvolvimento Habitacional (Codhab-DF) a casa reconstruída e pronta para morar com dignidade.  A diarista Marta de Carvalho (D) foi contemplada com a reforma pelo programa do GDF: “Foi a equipe do Cras que me incentivou a fazer a inscrição e disse que eu poderia receber uma visita e ter a oportunidade de melhorar a minha moradia” | Fotos: Divulgação/Codhab  A intervenção das equipes da Diretoria de Assistência Técnica (Diate) da Codhab-DF transformou completamente a realidade da antiga moradia, que era construída, em grande parte, com madeirite e tinha problemas elétricos e de saneamento.  A obra começou pela fundação e contemplou toda a estrutura da residência, além da reconstrução e melhor distribuição dos ambientes para aproveitar um lote estreito. Também foram executadas novas instalações elétricas e hidráulicas, pisos, área de serviço e a substituição de todas as esquadrias, com investimento total de R$ 99.953,28. Qualidade de vida Para Marta, a entrega representa a realização de um sonho que, durante muitos anos, parecia distante. Ela conheceu o trabalho da Codhab por volta de 2018, por meio do Centro de Referência de Assistência Social (Cras), que já acompanhava a família. Assim, identificou que o núcleo familiar atendia aos critérios necessários para buscar o auxílio do programa Melhorias Habitacionais. Reforma foi feita em cada canto da casa, desde o piso até todas as instalações “Na época, minha casa era de madeirite e estava muito deteriorada, caindo aos poucos”, lembra. “Eu não sabia que existia um programa que ajudava famílias em situação de vulnerabilidade a melhorar ou reconstruir suas casas. Foi a equipe do Cras que me incentivou a fazer a inscrição e disse que eu poderia receber uma visita e ter a oportunidade de melhorar a minha moradia.” “Era uma moradia que não oferecia as condições adequadas de segurança e salubridade” Arthur Côrtes, arquiteto responsável pelo projeto da reforma Ao recordar as condições em que vivia, Marta conta que um dos maiores problemas estava justamente no banheiro: “A casa praticamente não tinha banheiro. O vaso sanitário quebrou, e o espaço acabou virando uma espécie de fossa, muito perigoso. Agora tenho este banheiro lindo”.  Com a nova casa pronta, o sentimento é de felicidade e gratidão. “Eu jamais teria condições de construir uma casa como essa”, comemora. “Para mim, era algo que parecia impossível. Nem nos meus sonhos eu imaginava conseguir. Hoje estou realizando um grande sonho: ter a minha casa reconstruída por meio da Codhab”. Olhar especializado  Responsável pelo projeto da residência, o arquiteto e urbanista Arthur Côrtes explica que as condições encontradas inicialmente exigiram uma reorganização completa do espaço. “A casa apresentava uma situação bastante precária”, detalhou. “O lote havia sido dividido, e a construção era praticamente toda feita de aglomerado, sem uma divisão adequada dos cômodos e, como a própria moradora relatou, praticamente sem banheiro. Além disso, havia riscos relacionados à parte elétrica, com possibilidade de curtos-circuitos, principalmente durante o período de chuvas. Era uma moradia que não oferecia as condições adequadas de segurança e salubridade.” “Apesar das limitações, conseguimos chegar a uma boa solução para a casa. Praticamente toda a casa foi reconstruída para oferecer melhores condições de moradia à família” Alcimar Borges, engenheiro civil De acordo com Arthur, as dimensões do terreno exigiram um projeto pensado para aproveitar cada espaço disponível. “O lote mede aproximadamente 3,5 metros por 12 metros”, enumera. “É um terreno muito estreito, praticamente como um corredor comprido. Por isso, foi necessário pensar muito bem na distribuição dos ambientes para aproveitar o espaço e garantir uma moradia digna, confortável e segura”. O engenheiro civil Alcimar Borges, responsável pela execução e pelo acompanhamento da obra, ressaltou que a intervenção alcançou praticamente toda a residência: “Apesar das limitações, conseguimos chegar a uma boa solução para a casa. A intervenção foi completa. O trabalho começou desde a fundação e envolveu toda a estrutura da residência, além da instalação elétrica e hidráulica. Também foram feitos os pisos, a área de serviço e a substituição de todas as esquadrias. Praticamente toda a casa foi reconstruída para oferecer melhores condições de moradia à família”. A história de Marta representa o propósito do programa Melhorias Habitacionais: transformar não apenas espaços físicos, mas também a vida de quem vive neles. Ao levar segurança e conforto para dentro de casa, a iniciativa da Codhab contribui para que famílias possam olhar para o futuro com mais esperança. Para quem esperou anos por essa mudança, a nova casa representa mais do que uma obra concluída: é a oportunidade de recomeçar em um lar mais seguro e adequado às necessidades de seus moradores.   *Com informações da Codhab

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Cras Móvel leva atendimento a trabalhadores de materiais recicláveis na Estrutural

O Centro de Referência de Assistência Social (Cras) Móvel realizou, na manhã da quarta-feira (24), 62 atendimentos sociassistenciais a famílias associadas à Central de Cooperativas de Trabalho de Materiais Recicláveis do Distrito Federal (Centcoop-DF) da Estrutural. A medida integra as ações do Governo do Distrito Federal (GDF) para fortalecer o atendimento à população em situação de vulnerabilidade socioeconômica.  Famílias são atendidas na Central de Cooperativas de Trabalho de Materiais Recicláveis do Distrito Federal, na Estrutural | Foto: Divulgação/Sedes-DF Entre os serviços oferecidos pela Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), que gerencia a unidade, destacam-se a inclusão no programa Cartão Prato Cheio, agendamentos para atualização cadastral nos postos do Cadastro Único, emissão de isenção de taxa para a 2ª via de identidade, Carteira do Idoso e avaliação para inclusão em benefícios eventuais, como auxílio natalidade, vulnerabilidade temporária e calamidade pública.  “Esses profissionais enfrentam uma rotina de trabalho complexa, muitas vezes expostos a condições desafiadoras que requerem atenção em diversas políticas públicas, incluindo a assistência social” Giselle Ferreira, secretária de Desenvolvimento Social  Os atendimentos ocorreram das 8h às 16h, por meio de cadastramento prévio do público. Para a secretária de Desenvolvimento Social, Giselle Ferreira, a ação é fundamental para integrar as famílias catadoras de materiais recicláveis a programas sociais que promovem a transferência de renda, segurança alimentar e nutricional, além de garantir outros direitos básicos. “Esses profissionais enfrentam uma rotina de trabalho complexa, muitas vezes expostos a condições desafiadoras que requerem atenção em diversas políticas públicas, incluindo a assistência social”, ressaltou. Antônia Matilde Ferreira, 62 anos, catadora de materiais recicláveis, chegou cedo para ser atendida e incluída no programa Cartão Prato Cheio. Moradora de Santa Luzia, região da Estrutural, ela é beneficiária dos programas Bolsa Família, do governo federal, e DF Social, do GDF. "Ajuda bastante. É um auxílio importante para a alimentação da minha família. Com outras despesas em casa, o benefício faz diferença no dia a dia”, compartilhou Antônia. O Cras Móvel é um serviço itinerante da Sedes que leva o atendimento do Centro de Referência de Assistência Social diretamente a áreas rurais, assentamentos e regiões isoladas. O equipamento oferece os mesmos serviços que uma unidade física, como inscrição e atualização do Cadastro Único, inclusão em programas sociais e orientação e encaminhamento para outros serviços.  *Com informações da Sedes-DF

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Carreta da Inclusão leva serviços de acessibilidade e tecnologia ao Paranoá e Itapoã

A Carreta da Inclusão chega ao Paranoá e ao Itapoã entre os dias 23 e 26 deste mês (de terça a sexta-feira), levando serviços públicos, tecnologia e atividades voltadas à acessibilidade para pessoas com deficiência (PcD). A estrutura ficará instalada no estacionamento da Administração Regional do Paranoá, com atendimento gratuito das 9h às 16h. Ampliar as políticas públicas e o acesso a recursos que promovem inclusão social é a meta da Carreta da Inclusão | Foto: Divulgação/Secti-DF A iniciativa da Secretaria da Pessoa com Deficiência (SEPD-DF), em parceria com a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-DF) e o Instituto Bem-Estar, tem o objetivo de aproximar políticas públicas da população e ampliar o acesso a recursos que promovem autonomia e inclusão social. “Quando levamos inovação para perto das pessoas, criamos novas possibilidades de participação e autonomia” Rafael Vitorino, secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação Com estrutura de centro de atendimento móvel, a carreta disponibiliza serviços como a emissão da Carteira de Identificação da Pessoa com Deficiência (CIPcD) e da Carteira de Identificação da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista (Ciptea), documentos que facilitam o acesso a direitos e benefícios previstos em lei. Serviços Durante o período de atendimento, os moradores também terão acesso a serviços da Defensoria Pública (DPDF), com orientação jurídica gratuita, além do suporte de equipes do Centro de Referência de Assistência Social (Cras) e do BRB Mobilidade, que vão oferecer informações sobre benefícios sociais e transporte público acessível. Outro destaque da programação é a Arena Gamer Inclusiva, espaço equipado com tecnologias adaptadas que possibilitam a participação de pessoas com diferentes limitações físicas, utilizando o lazer e a inovação como ferramentas de interação e inclusão. “Quando levamos inovação para perto das pessoas, criamos novas possibilidades de participação e autonomia”, avalia o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação, Rafael Vitorino. “A tecnologia precisa estar a serviço da população, ajudando a superar barreiras e garantindo que todos tenham acesso às oportunidades que ela oferece.” [LEIA_TAMBEM]Por sua vez, o secretário da Pessoa com Deficiência, Willian Ferreira da Cunha, lembra que a iniciativa fortalece a presença do poder público nas regiões administrativas. “Estamos levando atividades e serviços diretamente às cidades onde residem pessoas com deficiência. Isso é acessibilidade e garantia de direitos”. Criada em julho de 2024, a Carreta da Inclusão surgiu para ampliar o acesso aos serviços públicos voltados às pessoas com deficiência. A iniciativa integra tecnologia, mobilidade e inclusão em uma proposta inovadora e já impactou mais de 16 mil pessoas, com a entrega de milhares de carteiras de identificação para PcDs e pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA). Carreta da Inclusão ⇒ Data: de 23 (terça) a 26 (sexta) deste mês ⇒ Horário: 9h às 16h ⇒ Local: estacionamento da Administração Regional do Paranoá ⇒ Regiões atendidas: Paranoá e Itapoã.   *Com informações da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação  

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Após reforma de R$ 2 milhões, Cras é reinaugurado

O Centro de Referência de Assistência Social (Cras) da Candangolândia foi entregue à população após ser reformado completamente. Com investimento de R$ 2,067 milhões do Governo do Distrito Federal, a obra — a primeira desde a inauguração em 2008 —, a unidade ganhou substituição de piso e forro, revisão das instalações elétricas e hidráulicas, adequação dos banheiros para pessoas com deficiência e uma sala multiúso, além da renovação de portas, janelas e cobertura. Instalações foram reformadas e ampliaram o conforto e a capacidade de atendimento ao público | Fotos: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília  “A área da assistência social não precisa só de cuidados na ponta. É preciso também dar condições às pessoas que vêm a esse equipamento, que são muitas famílias” Governadora Celina Leão A governadora Celina Leão esteve na solenidade de reinauguração da unidade, nesta segunda-feira (27), e ressaltou o compromisso do GDF em qualificar e ampliar o atendimento na área socioassistencial.   “Talvez as pessoas não tenham a dimensão  do que é entregar um Cras reformado — só quem realmente precisa”, declarou. “O Cras é o espaço onde as famílias buscam o apoio do governo, principalmente aquelas que mais precisam. A área da assistência social não precisa só de cuidados na ponta. É preciso também dar condições às pessoas que vêm a esse equipamento, que são muitas famílias.” A secretária de Desenvolvimento Social interina, Jackeline Canhedo, avaliou que a reforma aprimora a qualidade de vida do servidor, o que gera melhoria no atendimento à população: “Com a reinauguração dessa unidade, a gente fortalece a política pública de assistência social aqui no Distrito Federal. O GDF busca sempre atender a quem mais precisa, e essa entrega hoje é um retrato disso”.     A chefe da pasta também citou alguns pontos da reforma: “Foram trocados os forros, colocamos ar-condicionado em todas as salas, além de bebedouro e geladeira, para poder proporcionar uma melhor qualidade de vida tanto para o servidor como para poder atender melhor a população”. A dona de casa Regiane Chaves elogiou o trabalho: “Aqui no Cras funcionam alguns grupos de atividades, e a gente estava precisando de um espaço maior para nos acolher. Essa reforma chegou em boa hora, para toda a comunidade” Moradora da Candangolândia e usuária do Cras, a dona de casa Regiane Rodrigues Chaves, de 41 anos, elogiou os trabalhos: “Toda vez que eu venho aqui, sou sempre muito bem-atendida e recebida em necessidade no momento, que é de uma ajuda”.  Para ela, a reforma está sendo fundamental: “Na sala de espera, a gente entrava pela porta e tinha pouco espaço. Às vezes estava lotado, e era necessário ficar do lado de fora. Aqui no Cras funcionam alguns grupos de atividades, e a gente estava precisando de um espaço maior para nos acolher. Essa reforma chegou em boa hora, para toda a comunidade”. Atualização dos serviços [LEIA_TAMBEM]Desde 2023, mais de 50 Cras foram reformados no DF, com investimentos que ultrapassam R$ 97 milhões, com ações em Ceilândia, Guará, Asa Sul, Brazlândia, Núcleo Bandeirante e Varjão. A modernização também trouxe melhorias no sistema de escoamento e pintura geral, garantindo mais conforto e segurança para os usuários e servidores. Somente em 2025, a unidade registrou 6.886 atendimentos, um aumento de 74% em relação ao ano anterior, o que reforça a importância de uma estrutura adequada para atender à demanda crescente. O Cras da Candangolândia mantém como principal serviço o acompanhamento pelo Serviço de Proteção e Atendimento Integral à Família (Paif), que oferece atendimentos individualizados, visitas domiciliares, orientação sobre direitos, encaminhamentos para benefícios e outras políticas públicas.    

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GDF promove mutirão de serviços para catadores de recicláveis na Estrutural 

Nesta quinta-feira (15), a governadora em exercício Celina Leão acompanhou o mutirão de serviços públicos oferecidos a catadores e catadoras de materiais recicláveis na Central de Cooperativas de Trabalho de Materiais Recicláveis do Distrito Federal (Centcoop-DF), na Estrutural. Ao longo do dia, os participantes tiveram acesso a uma ampla rede de atendimentos gratuitos, especialmente na área da saúde, além de serviços do Governo do Distrito Federal (GDF) voltados à cidadania, assistência social, orientação profissional e regularização de documentos. Profissionais da reciclagem tiveram acesso a diversos serviços essenciais que, ofertados em sistema de mutirão, possibilitaram soluções de problemas em tempo hábil | Fotos: Joel Rodrigues/Agência Brasília “Essa é uma experiência que deu certo, que será aprimorada, para atender de forma rápida, célere e próximo da comunidade quem mais precisa” Celina Leão, governadora em exercício Celina Leão lembrou que essa iniciativa tem como foco atender pessoas que, mesmo em situação de alta vulnerabilidade, executam um trabalho muito importante para o DF: “Cerca de 70% desse público é formado por mulheres, que sustentam suas famílias e buscavam prioridade no acesso aos serviços sociais. É exatamente isso que estamos fazendo: ajustando o atendimento às necessidades identificadas. Essa é uma experiência que deu certo, que será aprimorada, para atender de forma rápida, célere e próximo da comunidade quem mais precisa”. Durante o encontro, os participantes tiveram acesso a vacinação e atendimentos de saúde — como testes rápidos para HIV, sífilis e hepatites —, além de exames preventivos oferecidos pela Carreta da Mulher. Também foram oferecidos atendimento psicossocial e orientações sobre os direitos das mulheres, cadastro e atualização no CadÚnico e no Bolsa Família, com emissão do Número de Identificação Social (NIS), bem como serviços de emissão de RG e regularização de CPF. Trabalho essencial A programação contou ainda com orientação jurídica, matrícula e renovação escolar, atividades para crianças, atendimento do Conselho Tutelar, emissão de certidões, oferta de vagas para castração e orientações da Secretaria Extraordinária de Proteção Animal (Sepa-DF), além de oficinas de capacitação e inclusão produtiva em parceria com o Sebrae. O secretário do Meio Ambiente, Gutemberg Gomes: “É o GDF atendendo quem mais precisa, quem está na ponta, é vulnerável e faz um trabalho essencial para o meio ambiente e para a limpeza das nossas cidades” “Hoje nós temos aqui todos os nossos serviços”, avaliou o secretário do Meio Ambiente, Gutemberg Gomes. “É um verdadeiro Na Hora dentro da central. É o GDF atendendo quem mais precisa, quem está na ponta, é vulnerável e faz um trabalho essencial para o meio ambiente e para a limpeza das nossas cidades”.   O secretário lembrou que, na última sexta-feira (9), o GDF esteve na central para entregar equipamentos destinados ao beneficiamento de materiais recicláveis, como plástico e vidro, além de outros itens que garantem um tratamento mais digno aos resíduos. “É colocar o material deles na prateleira de cima”, destacou, em referência à valorização do trabalho dos catadores. Facilidade no atendimento  A catadora Rosimeire da Silva comemorou: “É bom porque está todo mundo num lugar só, não precisa ficar se deslocando, indo de um canto para outro. Aqui mesmo já tem tudo o que a gente precisa”  A presidente da Rede do Centcoop, Lúcia do Nascimento, ressaltou que os catadores precisam muito desse tipo de serviço. “Há trabalhadores que possuem apenas a Certidão de Nascimento e ainda não conseguiram emitir o documento de identidade”, apontou a gestora, para quem a iniciativa do GDF tem impacto direto na vida dos catadores. “Ajuda muito, com certeza. Mesmo sendo um dia de trabalho que eles perdem, vale a pena”. [LEIA_TAMBEM]Catadora há mais de 20 anos, Rosimeire da Silva, 46, moradora de Sobradinho, destacou a importância do mutirão de atendimentos concentrados em um único espaço: “Já tomei vacina e agora vou à Defensoria Pública”, contou. “Depois vou tirar minha identidade”. Ela também elogiou a ação do governo, que apontou como facilitadora da vida dos trabalhadores: “Está sendo maravilhoso para a gente, uma mão na roda”. Para ela, o principal benefício é a unificação dos serviços: “É bom porque está todo mundo num lugar só, não precisa ficar se deslocando, indo de um canto para outro. Aqui mesmo já tem tudo o que a gente precisa”.  Já a catadora Deusinalva Costa, 48, que trabalha há cerca de três anos na reciclagem, enfatizou a importância do mutirão para garantir acesso aos serviços públicos sem prejuízo da renda: “Esse mutirão é bom demais, porque a gente não precisa perder um dia de trabalho para ir ao Cras [Centro de Referência de Assistência Social]. Eu estou tentando resolver meus benefícios e os da minha netinha. Vou sair com tudo encaminhado. Esse evento é maravilhoso. Hoje vai sair tudo resolvido”.  

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Cras do Varjão é contemplado com obras para atendimento a 6 mil famílias

A Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes) entregou simbolicamente, nesta terça-feira (1º), as novas instalações do Centro de Referência de Assistência Social (Cras) do Varjão. O espaço passou por melhorias significativas em sua estrutura física, com o objetivo de aprimorar o atendimento às cerca de 6 mil famílias referenciadas pela unidade. Equipe do Cras Varjão passa a contar com mais conforto para o público e os servidores | Foto: Divulgação/Sedes-DF Em obras desde dezembro de 2024, a unidade recebeu pintura nova, reestruturação das salas, adequação dos banheiros, melhorias no forro e telhado e implementação de medidas de acessibilidade nas estruturas, além de atualizações no sistema elétrico. Durante a execução das mudanças, os servidores ficaram instalados na Administração do Varjão para garantir o atendimento ao público.  “A entrega de uma unidade renovada proporciona mais conforto tanto para os servidores quanto para a população, fortalecendo a oferta de serviços”, avalia a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. “Com um ambiente mais acolhedor e funcional, conseguimos atender melhor às necessidades da comunidade, garantindo que todos tenham acesso a um atendimento de qualidade e digno.” Melhorias Agora, o local dispõe de mobiliário renovado e novos computadores. Localizado na Quadra 7 da cidade, o Cras Varjão conta com recepção, sala para atividades administrativas, salas de atendimento, banheiros, auditório, copa e cozinha, além de uma área externa.  A equipe, composta por oito mulheres, inclui assistentes sociais, psicólogas e técnicas que atendem a população do Varjão, da Granja do Torto e do Lago Norte. Somente neste ano já foram registrados mais de 3.700 atendimentos individualizados.  A gerente do Cras Varjão, Karoline Souza, explica que a unidade atende a um número significativo de migrantes internacionais da Venezuela, Senegal e Haiti, atuando em parceria com o Instituto Migrações e Direitos Humanos (IMDH). “Quando necessário, e após o atendimento no Cras, encaminhamos esse público ao instituto para emissão de documentos e inclusão em projetos e no mercado de trabalho”, afirma. “O Cras trabalha de forma intersetorial, onde temos um fluxo muito bem-estruturado de parcerias com os órgãos da região, como a UBS [Unidade Básica de Saúde] e o Restaurante Comunitário, entre outros”. O Cras, que tem 32 unidades no DF - além do Cras Móvel -, é a porta de entrada para a assistência social. As unidades ofertam serviços de atualização do Cadastro Único, avaliação e inclusão em benefícios sociais e acompanhamento familiar, visando a apoiar o público em situação de vulnerabilidade socioeconômica, insegurança e dificuldades de acesso a serviços públicos. O atendimento deve ser feito com data e horário agendados pelo telefone 156 ou pelo site da Sedes-DF. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social  

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Cras Taguatinga tem espaço renovado para melhor atendimento à população 

Mais um Centro de Referência de Assistência Social (Cras) foi renovado. Agora foi a vez da unidade de Taguatinga, que passou por melhorias significativas em suas instalações. A iniciativa visa a qualificar o atendimento à população em situação de vulnerabilidade da região. A Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes) realizou a entrega simbólica do espaço na última quarta-feira (28). "A entrega desse espaço renovado é fundamental para fortalecer a proteção social de famílias atendidas pelo centro de referência”, destacou a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra | Fotos: Renato Raphael/Sedes-DF A unidade recebeu pintura nova, reestruturação das salas, adequação dos banheiros, melhorias no forro e telhado e implementação de medidas de acessibilidade nas estruturas, além de atualizações no sistema elétrico. Durante a execução das obras, os servidores fizeram revezamento na unidade para garantir o atendimento emergencial aos cidadãos.  Agora, o local também conta com mobiliário renovado e novos computadores para garantir conforto aos servidores e usuários que frequentam o centro de referência.  “O Cras Taguatinga tem uma das maiores demandas do Distrito Federal. Nesse sentido, a entrega desse espaço renovado é fundamental para fortalecer a proteção social de famílias atendidas pelo centro de referência”, destacou a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. O Cras Taguatinga teve reestruturação das salas e recebeu pintura nova, entre outros serviços Localizado na Área Especial 4 da QNG 27, o Cras Taguatinga dispõe de uma recepção, sala para atividades administrativas, salas de atendimento, banheiros, auditório, copa e cozinha, além de uma área externa.  [LEIA_TAMBEM]Especialistas e técnicos da unidade prestam atendimento às famílias residentes nas regiões de Taguatinga Norte, M Norte, Chaparral, Vila São José, Vicente Pires, Colônia Agrícola Samambaia, Assentamento 26 de Setembro, Assentamento Terra Santa e Canaã do Reino. O Cras é a porta de entrada para a assistência social. Com 32 unidades no DF, além do Cras Móvel, são oferecidos serviços de atualização do Cadastro Único, avaliação para benefícios sociais e acompanhamento familiar, visando a apoiar o público em situação de vulnerabilidade socioeconômica, insegurança e dificuldades de acesso a serviços públicos. O atendimento deve ser feito com data e horário agendados pelo telefone 156 ou pelo site da Sedes-DF. *Com informações da Sedes-DF

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Mais de 2,3 mil pessoas são atendidas no 18º Dia da Mulher

O Dia da Mulher da Defensoria Pública do Distrito Federal (DPDF), projeto que oferta diversos serviços gratuitos para mulheres em situação de vulnerabilidade, registrou 2.316 atendimentos em sua 18ª edição, realizada nesta segunda-feira (11). Desde que o programa foi criado, já foram prestados mais de 29 mil atendimentos. Serviços de diferentes áreas são oferecidos ao público participante da iniciativa | Foto: Divulgação/DPDF “Conseguimos vaga em creche, atendimento jurídico, psicossocial, serviços de transporte e benefícios sociais diversos” Ana Paula de Melo Franco Pereira, moradora de São Sebastião O evento, que teve início em maio de 2023, ocorre na primeira segunda-feira de cada mês e, caso seja feriado, é realizado no primeiro dia útil subsequente. A cada edição, novas parcerias são firmadas para ampliar a oferta de serviços ao público feminino, promovendo uma abordagem mais abrangente e holística para lidar com os diversos desafios que essas mulheres enfrentam, desde questões de saúde e segurança até acesso à Justiça e oportunidades econômicas. “As 18 edições simbolizam avanços na construção de uma comunidade mais justa e no fortalecimento da luta por dignidade e igualdade, mostrando que a assistência contínua e comprometida é essencial para promover a transformação social”, define a subdefensora pública-geral Emmanuela Saboya, coordenadora do evento. Moradora de São Sebastião, Ana Paula de Melo Franco Pereira, 44, participou de todas as edições do Dia da Mulher. “Conseguimos vaga em creche, atendimento jurídico, psicossocial, serviços de transporte e benefícios sociais diversos”, conta. “A ação da DPDF é transformadora e ajuda muitas famílias vulneráveis do DF”. Serviços ofertados O Dia da Mulher da DPDF oferece diversos serviços gratuitos para atender várias áreas do público feminino em situação de vulnerabilidade. Enquanto são atendidas, mães que precisam levar crianças ao evento contam com uma brinquedoteca para deixar os filhos em segurança. A iniciativa oferece também lanche para as participantes. Prevenção e enfrentamento da violência doméstica contra a mulher fazem parte das ações Na área jurídica, a DPDF disponibiliza serviços como mediação, orientação jurídica, iniciais de Família e de Saúde além da prestação de assistência psicossocial e a realização de exames de DNA. O Núcleo Judiciário da Mulher do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT), por sua vez, oferece atendimentos psicossociais de orientação, sensibilização, prevenção e enfrentamento da violência doméstica contra a mulher, além da distribuição de materiais informativos. No setor de saúde, a iniciativa disponibiliza consulta com cardiologista e exames de eletrocardiograma ofertados pela clínica Integracor, além de auriculoterapia e técnicas terapêuticas de ventosa, disponibilizados pela Escola Nacional de Acupuntura (Enac). O Instituto Sabin oferece 30 vouchers para exames de análise clínica. Parcerias O Serviço Social do Comércio (Sesc) oferece exames de mamografia, citopatológico e odontologia. A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) disponibiliza exames de autocoleta de HPV, para a prevenção do câncer de colo do útero, a mulheres de 30 a 49 anos. Em caso de resultado positivo, há encaminhamento a especialistas. A Secretaria de Saúde (SES-DF) disponibiliza vacinas. A Secretaria da Mulher do DF (SMDF) entrega kits, panfletos informativos, além de orientar as mulheres vítimas de violência e esclarecimentos em relação às diversidades etária, étnico-racial, LGBTQIAPN+ e mães atípicas. Já a Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF), presta apoio psicossocial às vítimas de violência e seus familiares. Mulheres nessa situação também contam com atendimento da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF)  e da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF). Educação e trabalho Sedet-DF participa da iniciativa, com oferta de vagas de emprego e orientações gerais Na área de educação, são oferecidas vagas de estágio pelo Instituto da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Distrito Federal (Fecomércio-DF) para o público de 14 a 24 anos que esteja cursando ou já tenha concluído o ensino médio. Já o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac) faz cadastros no programa Senac Cursos de Gratuidade (PSG). Além disso, a Secretaria de Educação (SEEDF) oferece orientações referentes aos serviços de Cartão Creche e Cartão Material Escolar. No campo profissional, a Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF) oferta vagas de empregos e atendimentos ao empregador, como CTPS Digital, seguro-desemprego, orientação profissional, Cesta do Trabalhador, inscrições e orientações para diversos cursos de qualificação e de para o programa Prospera (microcrédito). Atendimento geral Outros serviços gratuitos oferecidos incluem transporte público, em parceria com o Banco Regional de Brasília (BRB) Mobilidade, operador do Sistema de Bilhetagem Automática do DF, e com a Secretaria de Transporte e Mobilidade (Semob-DF). Durante o evento, são oferecidos Cartão Social, Passe Estudantil, Cartão Mobilidade, Cartão Especial, Passe Livre, Passe Livre Especial, Cartão Criança e Cartão Sênior. A ação também conta com a parceria da Caixa Econômica Federal, que oferta consultas ao PIS e ao FGTS, desbloqueio dos aplicativos Caixa Tem e FGTS, emissão de boletos, cartão social, poupança e corrente e renegociação de dívidas. A Secretaria da Pessoa com Deficiência (SEPD- DF) oferece o cadastro da pessoa com deficiência, a carteira de identificação para pessoa com Transtorno do Espectro Autista, solicitação do cartão de identificação da pessoa com deficiência, orientações sobre Passe Livre Especial e Benefício de Prestação Continuada (BPC). Na área da autoestima feminina, o Senac oferta, pela Carreta da Beleza, cortes de cabelo e maquiagem. A Companhia de Desenvolvimento Habitacional do Distrito Federal (Codhab) presta atendimentos referentes à regularização e à inscrição em programas habitacionais. E o Centro de Referência de Assistência Social (Cras) Móvel, da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), presta serviços socioassistenciais, com a disponibilização de 150 senhas. Durante todo o evento, a Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb) distribui água potável ao público.   *Com informações da DPDF

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Creas de Brasília tem espaço renovado para qualificar atendimento à população

A Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes) entregou simbolicamente, nesta quinta-feira (18), o Centro de Referência Especializado em Assistência Social (Creas) de Brasília após a conclusão de melhorias em suas instalações. A medida visa melhorar o atendimento à população atendida. O investimento foi de R$ 463.069,09. “Essa entrega representa condições mais adequadas de trabalho para os servidores e um espaço mais acolhedor para a população” Ana Paula Marra, secretária de Desenvolvimento Social Em obras desde janeiro, o espaço — até então sem manutenções significativas desde 2018 — recebeu polimento de piso, troca de portas e de forro, adequação de banheiro, construção de uma recepção nova, instalação de películas, reformas de janelas e portas, pintura e elétrica geral, além de fechamento dos pontos de ar-condicionado. Durante a reforma, os servidores fizeram revezamento na unidade do Centro de Referência de Assistência Social (Cras) de Brasília para garantir o atendimento aos cidadãos. A secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra, explica que as melhorias são tanto para os servidores que trabalham nas unidades quanto para a população atendida. “Essa entrega representa condições mais adequadas de trabalho para os servidores e um espaço mais acolhedor para a população”, afirma. Após a conclusão de melhorias em suas instalações, a Sedes entregou simbolicamente, nesta quinta-feira (18), o Creas de Brasília | Foto: Flávio Anastácio/Sedes DF O subsecretário de Assistência Social, Coracy Chavante, detalha a importância da modernização do espaço para os usuários. “O Creas atua diante de situações de violação de direitos de crianças, adolescentes, adultos e idosos, então é muito importante dar para essas pessoas, num momento complexo da vida, um espaço mais digno e confortável”, declarou o gestor. Pioneiro Pioneiro no Distrito Federal, o Creas de Brasília foi instalado na cidade entre 2004 e 2005, no mesmo local em que anteriormente funcionava o “SOS Criança” (Serviço de Orientação Social) do Governo do Distrito Federal (GDF), que atendia crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social. Nesse período, era criado o Sistema Único de Assistência Social (Suas), transformando os antigos Centros de Desenvolvimento Social (CDS) em Cras e Creas. Estela Argolo, assistente social da Sedes há cerca de 20 anos, acompanhou essas mudanças. “O Creas de Brasília foi o primeiro desse porte no DF, depois foram surgindo outras unidades (de Cras e Creas), como em Sobradinho, Planaltina, entre outras”, lembra. “Me emociona que este equipamento continue atendendo a população do DF”, acrescenta. Em obras desde janeiro deste ano, o espaço recebeu polimento de piso, troca de portas e de forro, adequação de banheiro, construção de uma recepção nova, instalação de películas, reformas de janelas e portas, pintura e elétrica geral, além de fechamento dos pontos de ar-condicionado O centro de referência está localizado nas Quadras 614/615 da L2 Sul e funciona das 8h às 18h, atendendo as regiões do Cruzeiro, Lago Norte, Lago Sul, Sudoeste, Octogonal, Plano Piloto, Varjão e Jardim Botânico. O espaço conta com recepção, salas de atendimento, copa, sala de reunião, banheiros e área externa. Dados Em 2023, foram realizados 1.056 atendimentos a 898 pessoas, processando 544 solicitações de benefícios eventuais, incluindo auxílio vulnerabilidade, natalidade e benefício excepcional. Nos primeiros seis meses de 2024, foram registrados 723 atendimentos, beneficiando 564 pessoas e com 272 solicitações de benefícios. Os dados foram retirados do Sistema de Assistência Social (SAS). Esses benefícios auxiliam as vítimas a superar situações de risco, perdas e danos, contribuindo para a reconstrução de sua autonomia. O papel do Creas Diferentemente do Centro de Referência de Assistência Social (Cras), que trabalha com prevenção, o Creas atua justamente em situações de maior complexidade e gravidade. O atendimento ocorre quando a própria pessoa procura o espaço (demanda espontânea) ou por encaminhamento de outros órgãos. O principal critério de atendimento é se a vítima sofreu algum tipo de violação de direito, como violência física, sexual ou psicológica, afastamento do convívio familiar, abandono, negligência, trabalho infantil ou outro tipo de violação. O Creas oferece atendimento e acompanhamento com técnicos e especialistas em assistência social, que realizam a inserção das vítimas em programas, projetos e benefícios socioassistenciais. Também é feito o encaminhamento para serviços de saúde, educação, justiça etc, conforme a necessidade de cada pessoa. Confira aqui os endereços dos 13 Creas do Distrito Federal. *Com informações da Sedes

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Assistência social em Ceilândia completa 50 anos de proteção de direitos

Unidade responsável pelas regiões de Ceilândia e Sol Nascente/Pôr do Sol, o Centro de Referência Especializado em Assistência Social (Creas) atende, atualmente, mais de 400 mil moradores. Neste ano, a estrutura chega aos 50 anos de atuação em prol da garantia e proteção de direitos. Thalmy Nascimento reconstruiu sua história após atendimento no Creas: “Agora é buscar uma recolocação profissional e voltar a colocar minha vida nos eixos” | Foto: Divulgação/Sedes Para celebrar a data, a equipe preparou uma festa junina com apoio de parceiros da rede social de Ceilândia, ex-servidores da unidade e aposentados. No decorrer do segundo semestre, haverá atividades de orientação e acompanhamento com as famílias exaltando a importância do Creas para a região. [Olho texto=”“Trabalhamos com o objetivo de fortalecer vínculos, autoestima, autonomia, protagonismo, participação e capacidade de proteção das famílias, indivíduos e comunidades” ” assinatura=”Daniella Pimenta, gerente do Creas Ceilândia” esquerda_direita_centro=”esquerda”] A unidade já foi Centro de Desenvolvimento Social (CDS), mas, desde 2011, carrega a atual nomenclatura, com base na regulamentação por meio da Lei Orgânica da Assistência Social (LOAS) 12.435/2011. “Os Creas são unidades onde buscamos garantir as seguranças sociais afiançadas pelo Suas [Sistema Único de Assistência Social], que dão a segurança de acolhida, renda, convívio ou vivência familiar, comunitária e social, de desenvolvimento da autonomia, e de apoio e auxílio”, explica a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. Atualmente, o centro conta com equipe de 40 pessoas, entre servidores, prestadores de serviços, comissionados e terceirizados. Até 100 atendimentos diários referentes a violação de direitos são prestados no local. A maioria dos casos é de mulheres vítimas de violência doméstica, idosos e crianças. “Trabalhamos com o objetivo de fortalecer vínculos, autoestima, autonomia, protagonismo, participação e capacidade de proteção das famílias, indivíduos e comunidades”, enfatiza a gerente da unidade, a psicóloga Daniella Pimenta. Histórias de superação Em 2015, quatro jovens, então com 20, 18, 17 e 12 anos, começaram a ser acompanhados pelo Creas Ceilândia. Os irmãos eram filhos de uma pessoa que se encontrava em situação de rua e de drogadição. Mesmo após sucessivas internações e intervenções, a mulher decidiu voltar para as ruas. Os filhos, porém, foram inseridos na residência de outro familiar. Hoje em dia, todos estão bem encaminhados na área de educação e no mercado de trabalho. A mãe segue acompanhada por diversas políticas públicas de forma integrada. Em 2019, mesmo com uma vida tranquila e organizada, Thalmy Thercio Nascimento, 45, acabou indo viver nas ruas após sucessivas perdas familiares. Em situação de alcoolismo, ele foi encontrado pela equipe de abordagem social da Sedes, encaminhado ao Centro Pop e a uma clínica de reabilitação. Após o tratamento, viveu alguns meses em uma casa de passagem da Sedes.  [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Acompanhado pelo Creas Ceilândia, o piauiense, finalmente, conseguiu alugar a própria casa, e pretende alçar voos mais altos. “Agora é buscar uma recolocação profissional e voltar a colocar minha vida nos eixos”, conta. “Quero restabelecer o contato com minha filha; e, entre outras demandas, essa é uma em que o Creas segue me apoiando. Pretendo ir muito longe ainda”. Entenda a diferença O Cras é o Centro de Referência de Assistência Social, e o Creas é o Centro de Referência Especializado de Assistência Social. Resumidamente, o primeiro é responsável pela prevenção de situações de vulnerabilidade social e risco nos territórios – pessoas que ainda podem evoluir da situação de vulnerabilidade por meio de programas, projetos, serviços e benefícios. Já o segundo trata das consequências e acompanha as famílias e indivíduos que já tiveram seus direitos violados, vítimas de violência, negligência e afins. Atualmente, o DF conta com 29 unidades do Cras e 13 do Creas espalhadas pelas regiões de maior vulnerabilidade social do DF. *Com informações da Sedes

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Infraestrutura para Água Quente e Arapoanga

Recém-criadas pelo Governo do Distrito Federal (GDF), as cidades de Água Quente e Arapoanga caminham para ganhar a infraestrutura básica necessária à boa convivência dos moradores. Se em dezembro do ano passado o governador Ibaneis Rocha sancionou a lei que transformou as duas áreas em regiões administrativas, agora começa a se desenhar quais equipamentos públicos vão ser instalados em cada uma delas para atender os cerca de 80 mil moradores. Financeiramente ainda vinculada a Planaltina, a cidade de Arapoanga deve passar por processo semelhante ao de Água Quente para instalação de equipamentos públicos | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília Em Água Quente, serão construídas uma escola, uma unidade básica de saúde (UBS), um equipamento de segurança pública e um Centro de Referência de Assistência Social (Cras). A área, que tem 55 mil m² e será desapropriada pela Agência de Desenvolvimento (Terracap), já foi definida em decreto publicado no Diário Oficial do DF. O processo de desapropriação foi autorizado e está em andamento. Na sequência, a Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh) fará os projetos urbanísticos da região. [Olho texto=”“Agora, com as cidades criadas, estamos estruturando os projetos de lei que serão enviados à Câmara Legislativa com a previsão dos cargos de cada uma das administrações regionais. Serão 32 cargos para cada uma. Também estamos definindo quais equipamentos públicos vão ser levados a cada uma delas”” assinatura=”José Humberto Pires de Araújo, secretário de Governo” esquerda_direita_centro=”esquerda”] Até pouco tempo pertencente ao Recanto das Emas, a região de Água Quente reúne cerca de 35 mil moradores e carece de equipamentos públicos. Um dos mais urgentes é na área da Educação. Por isso, o GDF trata com prioridade a construção de uma ou mais escolas. Atualmente, os alunos devem se deslocar para Ceilândia ou Recanto das Emas em busca de atendimento. “A prioridade para a região é ter uma escola. Educação sempre está no topo das ações”, adianta o secretário de Governo, José Humberto de Araújo Pires. A Secretaria de Educação projeta três escolas para a cidade, sendo pelo menos uma Escola Classe e um Centro Educacional, que abrangem séries dos ensinos fundamental e médio. Para essas futuras unidades, serão utilizados projetos prontos dentro da secretaria. Assim como Água Quente, a cidade de Arapoanga deve passar por processo semelhante de instalação de equipamentos públicos. Orçamento [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Financeiramente, as duas cidades ainda estão vinculadas às cidades-mães, Recanto das Emas e Planaltina, no caso de Arapoanga. Sendo assim, dependem das emendas parlamentares e recursos da Fonte 100 dirigidos a elas. Isso ocorre porque o orçamento de 2023 para o DF foi definido pela Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) antes da criação das regiões administrativas. Para o próximo ano, a LDO deve incluí-las e dar mais autonomia de atuação. “Agora, com as cidades criadas, estamos estruturando os projetos de lei que serão enviados à Câmara Legislativa com a previsão dos cargos de cada uma das administrações regionais. Serão 32 cargos para cada uma. Também estamos definindo quais equipamentos públicos vão ser levados a cada uma delas”, acrescenta José Humberto Pires de Araújo.

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Mais de 4 mil famílias não retiraram Cartão Prato Cheio nas agências do BRB

Os novos beneficiários do programa Prato Cheio têm até dois meses para retirar o cartão nas agências do Banco de Brasília (BRB) e utilizar o crédito. Fique atento: encerrado esse prazo, o cartão é inutilizado, a família perde o benefício e terá de passar por um novo atendimento socioassistencial. São dois meses a contar da data da disponibilização do cartão na agência bancária. [Olho texto=”O programa Prato Cheio concede crédito mensal de R$ 250 para as famílias do DF que estão em situação de insegurança alimentar e nutricional. São nove parcelas. Atualmente, 84.955 famílias recebem o Cartão Prato Cheio” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”direita”] Segundo a Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes), o Distrito Federal tem, atualmente, 4.299 pessoas contempladas pelo programa Prato Cheio que não estão utilizando o recurso porque não pegaram o cartão nas agências bancárias do BRB. São esses beneficiários que correm o risco de perder o direito. “Não basta retirar o cartão, tem que fazer também desbloqueio nesse prazo de dois meses no caixa eletrônico da agência bancária ou pelo aplicativo do BRB. É importante o cidadão fazer a consulta no site GDF Social para saber se está entre os contemplados. Basta colocar nome e CPF”, pontua a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. “No site, ele também será informado sobre o local de retirada do Cartão Prato Cheio.” Após a concessão do benefício, os contemplados precisam recorrer aos caixas eletrônicos ou aplicativo do BRB para fazer o desbloqueio do cartão | Foto: Renato Raphael / Sedes O programa Prato Cheio concede crédito mensal de R$ 250 para as famílias do DF que estão em situação de insegurança alimentar e nutricional. São nove parcelas. Atualmente, 84.955 famílias recebem o Cartão Prato Cheio. A partir do momento em que é contemplada, a família recebe o crédito, que é cumulativo. Ou seja, se o cidadão recebe há dois meses e não utilizou o recurso, o crédito referente a esse período estará lá. Para receber o benefício, a família deve passar por atendimento socioassistencial no Centro de Referência de Assistência Social (Cras). [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] “Se a família perde o benefício, terá que fazer uma nova solicitação e entrar na fila de espera. Além disso, o recurso fica parado e deixa de dar suporte para outras pessoas que passam por um momento de dificuldade”, pondera a gestora. Em dezembro, foram realizadas 27.047 novas inclusões no programa Prato Cheio. Dessas, 17.797 estão recebendo pela primeira vez o benefício. Os 9.250 beneficiários reincidentes já tinham cartão. *Com informações da Sedes

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Cerca de 120 famílias do Recanto das Emas participaram do Criança Feliz

Cerca de 120 famílias do Recanto das Emas participaram da 10ª edição da Campanha ABC do Programa Criança Feliz Brasiliense (PCFB), nesta quarta-feira (15), no Centro de Referência de Assistência Social (Cras) da região. Na programação, muita informação acerca da primeira infância e atividades lúdicas. A atenção com a saúde integral tem papel fundamental na qualidade de vida de mães e filhos. Baseada nisso, a décima edição da ação trouxe como tema a letra C de cuidado. O objetivo foi mostrar a importância da saúde. Cerca de 120 famílias do Recanto das Emas participaram da 10ª edição | Foto: Sedes Além disso, foi um momento de atenção à saúde, pois as participantes fizeram exames na unidade móvel da Secretaria da Mulher; ouviram palestra demonstrativa sobre higiene bucal pela equipe do Sesc; tiraram dúvidas junto ao Programa Pró-Vítima, da Secretaria de Justiça e Cidadania; além de obter orientações jurídicas com profissionais da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). A assistente social da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes) Kariny Alves enfatizou a questão do cuidado com a responsável pela criança, que, por vezes, é negligenciado. “É uma oportunidade de sair da rotina e perceber que a política pública está à disposição delas, bem como os serviços ofertados nesses eventos”, destacou. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Desde abril, a Campanha ABC para a Primeira Infância alcançou mais de 500 famílias nas regiões administrativas do Distrito Federal. Em todas as edições, a iniciativa contou com a colaboração intersetorial de várias secretarias de Governo, entidades parceiras, instituições, conselhos tutelares e administrações regionais. “A Campanha ABC propicia a oportunidade de a assistência social estreitar ainda mais os laços com a população. Interagindo com essas famílias, conseguimos entender cada vez melhor suas demandas e prioridades”, explica a secretária adjunta da Sedes, Ana Paula Marra. Campanha ABC Amar, brincar e cuidar são as premissas da Campanha ABC para a Primeira Infância, que coloca como prioridade a proteção e os cuidados com a criança para alcançar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável até 2030 da Organização das Nações Unidas (ONU) e Unicef. Gerenciado pela Sedes, o Programa Criança Feliz Brasiliense acompanha e visita gestantes e crianças de até 6 anos de idade. As normativas do programa são voltadas para o fortalecimento de vínculos familiares e para o desenvolvimento integral da criança, além de aderir aos termos nacionais do Ministério da Cidadania e internacionais da ONU. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social do DF

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Cras Recanto das Emas II inicia as atividades

A reunião entre as equipes do Cras, da Sedes e do Ministério da Cidadania reforça o apoio técnico para qualificar os serviços oferecidos nas unidades socioassistenciais do DF | Fotos: Ádamo Dan/Sedes-DF Inaugurado no sábado (11), o Centro de Referência de Assistência Social (Cras) Recanto as Emas II, segunda estrutura socioassistencial aberta em pouco mais de um mês, se prepara para receber a comunidade. Na manhã desta segunda-feira (13), a unidade recebeu a visita técnica do Ministério da Cidadania. A comitiva da pasta se reuniu com a equipe do local e com representantes da gestão da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes) para alinhamento das estratégias de atuação junto à comunidade da região. O atendimento ao cidadão começa nesta semana, lembrando que é preciso agendar pelo 156, opção 1; ou pelo site www.sedes.df.gov.br. “O objetivo da visita foi ouvir sobre os possíveis desafios e as expectativas da equipe que vai atuar aqui, formada por servidores recém-nomeados em concurso público”, destaca a coordenadora da Proteção Básica da Sedes, Natália Eliza. A unidade vai mesclar a renovação dos trabalhadores que chegam com a experiência da gerência, vinda do Cras Recanto das Emas I. “Esse conhecimento acerca das especificidades do território vai ser fundamental para iniciar esse trabalho aqui”, completa a gestora. [Olho texto=”“Esse aporte do governo federal tem fortalecido cada vez mais a rede de proteção social na capital federal. Uma parceria que resulta na troca de experiências e, assim, já estamos nos tornando uma referência nacional na garantia de direitos aos cidadãos, em especial aos mais vulneráveis”” assinatura=”Mayara Noronha Rocha, secretária de Desenvolvimento Social” esquerda_direita_centro=”esquerda”] Além da gerente, a equipe do Cras Recanto das Emas II vai ser composta por assistentes sociais, psicólogo, agentes sociais e técnico administrativo. As gestoras e o ministério ofereceram sugestões de atuação e destacaram experiências exitosas, com base em ações vivenciadas em outras unidades ao redor do DF. “Muitas vezes, as pessoas vão chegar sem conhecer a existência na íntegra dos programas, benefícios e auxílios da Política Socioassistencial. Nós precisamos ter uma escuta qualificada para identificar as necessidades daquela família”, frisou a coordenadora de Serviços Assistências às Famílias, do Ministério da Cidadania, Mariana Lelis. Para a secretária de Desenvolvimento Social do DF, Mayara Noronha Rocha, é muito importante o apoio técnico dado pelo Ministério da Cidadania para qualificar os serviços que ofertamos nas unidades socioassistenciais da cidade. “Esse aporte do governo federal tem fortalecido cada vez mais a rede de proteção social na capital federal. Uma parceria que resulta na troca de experiências e, assim, já estamos nos tornando uma referência nacional na garantia de direitos aos cidadãos, em especial aos mais vulneráveis. É muito gratificante saber que o Distrito Federal tem sido exemplo para muitos municípios, e até mesmo estados, na condução da Política de Assistência Social, como também na área de Segurança Alimentar e Nutricional”, destaca. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Cras Recanto das Emas II A nova unidade fica na Estação Cidadania, localizada na Quadra 113, lote 9, no Recanto das Emas. É o segundo Cras da cidade, que tem uma das maiores demandas por serviços socioassistenciais no DF. Mais de 12 mil famílias vão ser referenciadas na unidade. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social do DF

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GDF debate demandas da população do Sol Nascente/Pôr do Sol

Os secretários de Desenvolvimento Social e de Atendimento à Comunidade aproveitaram para orientar os participantes do encontro sobre diversos assuntos | Foto: Renato Raphael/Sedes O Sol Nascente/Pôr do Sol recebe atuação constante do Governo do Distrito Federal (GDF). Há cerca de dois anos, a cidade foi desmembrada de Ceilândia e, desde então, passou a ter uma atenção toda especial, com constantes visitas de diversos órgãos. Nesta terça-feira (30), por exemplo, as secretarias de Desenvolvimento Social e de Atendimento à Comunidade visitaram a região administrativa e passaram o dia ouvindo as demandas dos moradores. “A instalação de um Centro de Referência de Assistência Social (Cras) seria fundamental para a população”, concluiu a diarista Luciana Vieira, 41 anos. Beneficiária dos programas Cartão Prato Cheio, Bolsa Família e DF Sem Miséria; ela está com agendamento marcado para próximos dias no Cras P Sul, onde vai pleitear o recebimento do Auxílio Calamidade de Excepcional. Jaciara Santiago, 26 anos, mãe de quatro filhos, defende a construção de um restaurante comunitário na região | Foto: Renato Raphael/Sedes Para a vizinha Jaciara Santiago, 26 anos, mãe de quatro filhos e morando com a mãe Eva, 55 anos; seria muito importante a construção de um Restaurante Comunitário no lugar. “Seria interessante, pois são muitas pessoas que trabalham por aqui e a unidade de Sol Nascente é distante para quem mora no Pôr do Sol”, resumiu, enquanto ajudava a mãe na cozinha com o almoço. “Felizmente, conseguimos o Prato Cheio. Esse programa significa panela cheia”, comemorou Eva. “Estar com o cidadão é importante, pois falamos não apenas do que nos compete como assistência social, mas orientamos sobre mercado de trabalho, questões jurídicas e diversos outros assuntos”, explica a secretária de Desenvolvimento Social, Mayara Noronha Rocha. Ela afirma que essas e outras demandas já estão com projetos em andamento dentro do governo. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Segundo o secretário Severino Cajazeiras, a união de forças do Poder Executivo é fundamental para atender a população em suas necessidades, principalmente, naquelas mais urgentes. “É um trabalho de gestão e articulação com várias secretarias e em todas as instâncias do governo”, acredita o chefe da pasta de Atendimento à Comunidade. Na administração regional, os gestores se encontraram com o administrador Cláudio Ferreira, onde mais estratégias começaram a ser definidas para sanar os problemas da população local. *Com informações da Sedes

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UBS 1 se mobiliza para atender pessoas em situação de vulnerabilidade

Voluntários estão doando cestas básicas, que são distribuídas entre famílias em situação de vulnerabilidade | Foto: Divulgação / SES A equipe multiprofissional da Unidade Básica de Saúde (UBS) 1 de Águas Claras  começou a prestar atendimento especial à população vulnerável e à comunidade circense que se encontra na região. Também foram entregues cestas básicas doadas por voluntários. Todos se unem em uma rede de solidariedade no enfrentamento ao novo coronavírus. “Em nossa área de abrangência, muitas famílias estão vulneráveis nesse momento de pandemia”, relata a gerente de Serviços da Atenção Primária de Saúde de Águas Claras, Núbia dos Passos. “A crise não é só na saúde, mas também econômica. Além das doações, as famílias estão recebendo orientação sobre benefícios e cuidados com a saúde”. Orientações gerais Muitos usuários da UBS, localizada no Areal, são autônomos ou desempregados. Ao receberem as doações, eles foram informados sobre o trabalho realizado pelo Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas), onde podem ter acesso serviços emergenciais. Também tiveram as carteiras de vacinação atualizadas e foram orientados sobre as formas de prevenção e combate à pandemia da Covid-19. O atendimento e as doações foram processados de forma individualizada, com intervalos entre os usuários, evitando as aglomerações. O mesmo procedimento foi realizado entre as famílias de integrantes de um circo que, localizado na região da UBS 1, está com os espetáculos cancelados, em função do período de quarentena necessário à prevenção contra o coronavírus. * Com informações da SES

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Unidade de atendimento a crianças e adolescentes vítimas de violência sexual é inaugurada na Asa Sul

Os atendimentos no Centro 18 de Maio começarão em 16 de novembro, e não no dia 6, conforme publicado anteriormente. O atendimento a crianças e adolescentes vítimas de violência sexual em Brasília ficará mais humanizado com o início das atividades do Centro 18 de Maio, na 307 Sul. A unidade foi inaugurada pelo governador Rodrigo Rollemberg nesta terça-feira (25) e vai centralizar os procedimentos relacionados à assistência psicossocial e à investigação de crimes. A unidade de atendimento foi inaugurada nesta terça-feira (25) e vai centralizar os procedimentos relacionados à assistência psicossocial e à investigação de crimes. Foto: Gabriel Jabur/Agência Brasília Em todas as etapas do processo — da oitiva da criança ou do adolescente à responsabilização do autor —, o foco é evitar a chamada revitimização, que acontece quando a pessoa que sofreu violação é obrigada a relembrar e recontar o fato. “Isso demonstra um esforço coletivo da sociedade, que, ao longo de muitos anos, se uniu em torno dessa causa”, disse Rollemberg. “É uma integração de vários órgãos para bem atender a criança”, ressaltou o governador, que estava acompanhado da esposa e colaboradora do governo, Márcia Rollemberg. Nas primeiras semanas de funcionamento, o centro vai oferecer capacitação para servidores. Os atendimentos começam em 16 de novembro, a partir dos encaminhamentos feitos pelos Centros de Referência Especializados de Assistência Social (Creas) e Centros de Referência em Assistência Social (Cras), pela Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA) e pelos conselhos tutelares do DF. [Olho texto='”A escuta qualificada permite o atendimento integrado para que a criança não tenha que contar o que lhe ocorreu a cada instância da rede”‘ assinatura=”Giuliana Córes, diretora do Centro 18 de Maio” esquerda_direita_centro=”esquerda”] A expectativa é atender cerca de 360 pessoas por ano. O dado leva em conta as denúncias recebidas pelo Disque 100 no Distrito Federal. O diferencial do Centro 18 de Maio em relação às demais instituições é a possibilidade que tem a vítima de violência sexual de prestar depoimento apenas uma vez. “A escuta qualificada permite o atendimento qualificado e integrado para que a criança não tenha que contar o que lhe ocorreu a cada instância da rede”, afirmou a diretora do centro, Giuliana Córes. O nome 18 de Maio é uma referência ao Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes. O centro vai funcionar onde antes ficava o antigo posto comunitário de segurança da Polícia Militar. Nele, ficarão as várias instâncias da rede de proteção, como o Conselho Tutelar, a Polícia Civil e o Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios. O atendimento de saúde será feito no Hospital Materno-Infantil de Brasília (Hmib) e no Hospital Regional da Asa Norte (Hran), unidades de saúde de referência nesses casos. “O grande salto e desafio da política pública hoje é considerar o sujeito e a integração dos serviços, e aqui se materializa essa condição”, avaliou Márcia Rollemberg. O secretário de Políticas para Crianças, Adolescentes e Juventude, Aurélio de Paula Guedes Araújo, explicou que o centro possibilitará um trabalho melhor e mais especializado, e que “representa um avanço significativo na política pública de atenção à criança no DF”. O Sabin, o Conselho dos Direitos da Criança e do Adolescente, o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) e a organização Childhood são parceiros na ludoteca do centro, nos mobiliários e na capacitação. Centro 18 de Maio Na 307 Sul, na Asa Sul Atendimento a partir de 16 de novembro, das 8 às 20 horas Edição: Marina Mercante

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Dez anos da Lei Maria da Penha são lembrados em caminhada por Ceilândia

Oitenta pessoas participaram neste domingo (7) de caminhada em Ceilândia para lembrar dos 10 anos da Lei Maria da Penha, completados hoje. A ação, organizada pela Secretaria do Trabalho, Desenvolvimento Social, Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos, ocorreu das 9h30 às 11 horas com o objetivo de chamar a atenção para a legislação que garante à mulher direitos para coibir e prevenir a violência doméstica e familiar. Mulher vítima de agressão pelo ex-marido participou da caminhada. Foto: Tony Winston/Agência Brasília Entre os participantes, uma vendedora de 30 anos, vítima de agressão do ex-marido, com quem conviveu por 12 anos. Em janeiro deste ano, quebrou o braço ao defender a cabeça de um golpe aplicado pelo antigo companheiro com uma barra de ferro. Segundo ela, a violência era constante dentro de casa. “Hoje, entendo que estava em um vício. Eu apanhava e batia e achava aquilo natural.” Graças ao apoio psicológico recebido no Centro Especializado de Atendimento à Mulher (Ceam) de Ceilândia — para onde foi encaminhada depois de procurar ajuda no Centro de Referência de Assistência Social (Cras) —, a vendedora participou da caminhada para mostrar a outras vítimas que é possível sair de uma relação abusiva. Ela conta que, atualmente, sustenta os três filhos com a venda de salgados na frente de escolas. “Comecei esse negócio com R$ 3, comprando um saco com 12 salsichas. Dei três para os meus filhos. Com as outras, fiz salgados e vendi.” Mulheres marcham cerca de 1 quilômetro para chamar a atenção para a Lei Maria da Penha Às 9 horas, as pessoas começaram a se reunir em frente ao Ceam, na QNM 2 de Ceilândia. Uma via da Avenida Hélio Prates foi fechada para que os participantes fizessem o percurso até o Restaurante Comunitário da região administrativa, cerca de 1 quilômetro de distância. Caminhada em Ceilândia lembrou os 10 anos da Lei Maria da Penha. Foto: Tony Winston/Agência Brasília Para a secretária adjunta de Políticas para as Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos, da Secretaria do Trabalho, Vera Lúcia, a Lei Maria da Penha é um grande avanço para a sociedade brasileira. “Antes da legislação, havia uma carência em defesa para a mulher. Os casos existiam, mas eram julgados só como agressão e não havia a punição correta aos agressores nem o acompanhamento necessário às vítimas.” De acordo com a subsecretária de Políticas para as Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos, Lúcia Bessa, a ação teve o objetivo de reforçar os direitos femininos conquistados até hoje. “Há 20 anos, Ceilândia é a região administrativa onde mais se maltrata a mulher. A passeata vai dar visibilidade e pedir um basta às agressões.” [Relacionadas] Em Brasília, foram registradas 13.798 ocorrências de agressões a mulheres em 2015. Até junho deste ano, 6.855 casos foram denunciados. Em 2007, quando a lei entrou em vigor, registraram-se apenas 879 ocorrências. Campanha de conscientização sobre a violência contra a mulher O governo de Brasília começou, há uma semana (31 de julho), campanha de combate à violência contra a mulher. O objetivo é estimular as pessoas a interferir caso presenciem alguma tentativa de agressão. Com a campanha, pretende-se que a população se posicione sobre o ato de violência e ainda que aumente o número de denúncias. O público pode participar da ação promovendo a hashtag #eunaotoleroessecrime nas redes sociais. A campanha vai até 19 de agosto. Onde buscar apoio e denunciar agressores de mulheres: Centros especializados De segunda a sexta-feira, das 8 às 18 horas Asa Sul Estação de metro da 102 Sul (61) 3323-8676 Ceilândia QNM 2, Conjunto F, Lotes 1/3, Ceilândia Centro (ao lado da caixa d’água) (61) 3372-1661 Planaltina Entrequadras 1 e 2, Área Especial, Jardim Roriz (61) 3388-0294 Asa Norte Casa da Mulher Brasileira (601 Norte, Lote J), de segunda a sexta-feira, das 8 às 20 horas O atendimento do Tribunal de Justiça, da Defensoria Pública e do Ministério Público na Casa é de segunda a sexta-feira, das 12 às 19 horas (61) 3226-9324 Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher 204/205 Sul (61) 3207-6195 Disque 180 Central de Atendimento à Mulher em Situação de Violência (funciona 24 horas diariamente)

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