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Centro de Referência de Assistência Social (Cras)

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Cras Sobradinho promove ação para orientar famílias sobre proteção de crianças na internet

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. O Centro de Referência de Assistência Social (Cras) Sobradinho realizou na última sexta-feira (28) a ação comunitária “Vínculos fortes — infância e proteção: Protegendo crianças de perigos invisíveis na internet”, voltada a famílias atendidas na unidade. A iniciativa tem como objetivo orientar pais e responsáveis sobre os riscos do ambiente digital e sobre a importância de fortalecer os vínculos familiares como ferramenta de proteção. A ação reuniu cerca de 120 pessoas, entre adultos e crianças. Enquanto os responsáveis acompanhavam as duas rodas de conversa que trataram de temas como segurança na internet, violência digital e os impactos do uso excessivo das redes na saúde mental, as crianças participaram das dinâmicas e de atividades de interação promovidas pela equipe do Cras e Centro de Convivência e Fortalecimento de Vínculo (Cecon) Sobradinho. O encontro também teve café da manhã, distribuição de brindes e orientações sobre os serviços socioassistenciais oferecidos pelo Cras, proporcionando um espaço de aprendizado, convivência e fortalecimento dos vínculos familiares. “O Cras é muito mais do que um espaço de atendimento. É um lugar de informação, acolhimento, convivência, lazer e aprendizado, onde a população encontra orientação e também participa de dinâmicas, atividades e momentos de integração. Ações como esta aproximam as famílias dos serviços oferecidos e fortalecem os vínculos comunitários, criando um ambiente de troca, escuta e participação”, enfatiza a assistente social do Cras Sobradinho Mythsuer Monsueth. A ação reuniu cerca de 120 pessoas, entre adultos e crianças | Foto: Divulgação/Sedes-DF A ação comunitária também abordou os direitos de crianças e adolescentes relacionados à privacidade e à proteção de dados, além dos sinais comportamentais, sociais e emocionais que podem indicar que uma criança ou adolescente está sofrendo com a exposição excessiva ou inadequada ao ambiente digital. Prevenção Convidado para fazer uma palestra na ação comunitária do Cras Sobradinho, o delegado Roberto Vitor, da Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA), explica que diálogo e acompanhamento são fundamentais para prevenir situações como cyberbullying, aliciamento, exposição indevida de imagens e outras formas de violência digital. “A internet faz parte da rotina das nossas crianças e adolescentes, mas também pode apresentar perigos que nem sempre são percebidos pelas famílias. Por isso, é fundamental que pais e responsáveis estejam atentos ao que os filhos acessam, com quem conversam e como se comportam no ambiente virtual”, pontua. Também convidada para participar de uma das rodas de conversa, a enfermeira e especialista em saúde mental do Centro de Atenção Psicossocial Infantojuvenil (Caps i) Sobradinho, Mariana Miguel Vieira, destaca a importância do encontro para orientar as famílias em vulnerabilidade social sobre os cuidados com os filhos no ambiente digital. “O uso excessivo da internet por crianças e adolescentes é uma preocupação central para pais, educadores e profissionais da saúde. O ambiente digital oferece aprendizado e conexão, mas o consumo sem limites impacta diretamente o desenvolvimento emocional e psicológico dos jovens”, reforça. O Cras Sobradinho é uma unidade socioassistencial gerenciada administrada pela Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF). A equipe realiza ações comunitárias como estratégias de mobilização do território e fortalecimento da convivência entre as famílias do território. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal (Sedes-DF)

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Capacitação reúne mais de 100 profissionais para fortalecer gestão do BPC e do Cadastro Único no DF

Reunir as equipes que atuam no atendimento de Cadastro Único no Distrito Federal para tirar dúvidas e fazer atualização das normas foi o intuito da reunião promovida pela Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) na sexta-feira (12) com mais de 100 pessoas, incluindo funcionários da instituição parceira, servidores e gestores da área. A meta foi viabilizar um espaço para ouvir os colaboradores e esclarecer dúvidas sobre o Benefício de Prestação Continuada (BPC), que recentemente passou por mudanças.   Representantes do INSS e do MDS participaram do encontro, que proporcionou debates com foco local e federal | Foto: Divulgação/Sedes-DF A Sedes-DF é a gestora do Cadastro Único no Distrito Federal, pré-requisito para que o cidadão possa receber o BPC. Além de equipes da Sedes-DF, a capacitação contou com representantes do INSS e do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS).  “Convidamos representantes do INSS e do MDS, porque um operacionaliza a concessão e o acompanhamento do benefício, e o outro faz a gestão enquanto governo federal”, explicou a coordenadora de Transferência de Renda e Benefícios da Sedes-DF, Thaís Mandarino. “Por isso, optamos por chamar as duas áreas, para tirar as dúvidas, apresentar o benefício, elucidar algumas mudanças que foram feitas e impactam diretamente a concessão e na gestão do benefício, capacitando toda a nossa equipe.” “Ao promover espaços de diálogo com o governo federal e o INSS, fortalecemos o trabalho dos profissionais que atuam na ponta e asseguramos que as informações cheguem aos cidadãos com mais clareza, segurança e agilidade” Giselle Ferreira, secretária de Desenvolvimento Social A ideia de fazer um momento de explanação e de perguntas e respostas abordando o BPC, lembrou a gestora, surgiu por demanda da própria equipe. “A cada dois meses são realizadas ações de formação com os servidores da coordenação e rotineiramente com a equipe da OSC [Organização da Sociedade Civil] Mãos Solidárias, responsável pelo atendimento nos postos do Cadastro Único no DF”, detalhou A secretária de Desenvolvimento Social, Giselle Ferreira, reforçou: “Investir na formação contínua das equipes é fundamental para garantir um atendimento cada vez mais qualificado à população. Ao promover espaços de diálogo com o governo federal e o INSS, fortalecemos o trabalho dos profissionais que atuam na ponta e asseguramos que as informações cheguem aos cidadãos com mais clareza, segurança e agilidade”. Temas [LEIA_TAMBEM]Entre os tópicos abordados no encontro, destacaram-se dúvidas relacionadas à composição familiar e o atendimento em domicílio, que recentemente se tornou uma exigência. Outro questionamento foi a mudança do cálculo de renda para concessão do BPC e o desligamento voluntário, que era elaborado somente pela Sedes e agora pode ser operacionalizado pelo INSS. Thaís Mandarino enfatizou que transmitir as dúvidas e dificuldades é também uma forma de auxiliar o governo a entender como a prática funciona no dia a dia e o impacto das alterações na legislação. “Nós operacionalizamos e eles normatizam e fazem a gestão, então é um espaço aberto para sanar as dúvidas, porque às vezes a legislação não é tão clara, tem as interpretações”, pontuou.  O diretor de Gestão de Benefícios Assistenciais do MDS, Hernany Gomes de Castro, falou sobre a importância da relação de proximidade entre o Governo do Distrito Federal (GDF) e o governo federal: “Essa relação interfederativa, é fundamental, porque a União não consegue, sozinha, alcançar e atender todo mundo. Essa convergência de esforços se desdobra, em última instância, na melhoria da qualidade do atendimento para a população”. Benefício de Prestação Continuada O BPC é um direito previsto na Lei Orgânica da Assistência Social (Loas) que garante um salário mínimo por mês à pessoa idosa e à pessoa com deficiência (PcD) de qualquer idade, mediante comprovação de ser de família de baixa renda.  Para saber mais sobre como realizar todo o processo, procure informações junto ao Centro de Referência de Assistência Social (Cras) mais próximo de sua residência ou acesse o site da Sedes-DF.    *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF)

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Defesa dos direitos da pessoa idosa é tema de ação em Samambaia

O Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas) de Samambaia, em parceria com órgãos locais de defesa de direitos, promoveu, nesta sexta-feira (12), o evento Respeitar é cuidar: Pela defesa dos direitos da pessoa idosa, no Centro Olímpico e Paralímpico (COP) da região. A iniciativa faz parte do Junho Violeta, campanha anual dedicada à conscientização e ao combate à violência contra a população idosa. Com participação de aproximadamente 55 idosos, o evento foi realizado na quadra do centro esportivo. A programação incluiu conversas com profissionais da secretarias de Saúde (SES-DF), da Mulher (SMDF), além da Polícia Militar (PMDF), para conscientizar os participantes sobre questões envolvendo direitos e violência contra a pessoa idosa. O evento também contou com a apresentação da quadrilha junina Si Bobear a gente pimba. "Nosso objetivo é garantir a proteção social das famílias com dignidade, respeito e conscientização sobre seus direitos" Giselle Ferreira, secretária de Desenvolvimento Social “Atuamos com diversos públicos, desde o nascimento até a velhice. Nosso objetivo é garantir a proteção social das famílias com dignidade, respeito e conscientização sobre seus direitos”, destaca a secretária de Desenvolvimento Social, Giselle Ferreira. A gestora afirma que muitos idosos não reconhecem que estão sofrendo algum tipo de violência, especialmente as mulheres, as maiores vítimas. “Essa violência pode se manifestar de várias formas, como a psicológica, a patrimonial e, a mais conhecida, a agressão física. Portanto, a conscientização é indispensável, assim como a promoção de momentos de bem-estar para nossos idosos”, frisa. A aposentada Salete Alves Fernandes, moradora de Samambaia, considera importante receber orientações sobre tipos de violência, canais de denúncia e informações sobre cuidados da saúde da pessoa idosa. “Achei fantástica a realização dessa ação aqui para nós. Foi muito bom mesmo. Eu não conhecia a campanha Junho Violeta, mas agora conheço e já estou mais consciente sobre a importância desse tema”, destacou a idosa. O Junho Violeta é uma campanha anual dedicada à conscientização e ao combate à violência contra a pessoa idosa. O dia 15 marca o Dia Mundial de Conscientização da Violência contra o Idoso, instituído pela ONU em 2006. A quadrilha junina Si Bobear, a Gente Pimba animou o evento | Foto: Divulgação/Sedes-DF Atendimento especializado Diferentemente do Centro de Referência de Assistência Social (Cras), que trabalha com prevenção, o Creas atua quando as pessoas ou famílias já tiveram seus direitos violados. O objetivo é auxiliá-las a superar os danos causados pela violação de direitos, como violências, maus-tratos ou negligência familiar de adultos, crianças e idosos, por exemplo. [LEIA_TAMBEM]A unidade oferece acompanhamento especializado com profissionais por meio de escuta qualificada, atendimento emergencial e continuado. Ali são realizados encaminhamentos para serviços de saúde, educação, segurança, moradia, entre outros, além de incluir famílias em programas e benefícios sociais. O atendimento ocorre direto na unidade, onde, primeiramente, é avaliada a situação de risco social do usuário, ou por encaminhamento de outros órgãos. Dependendo da situação, as famílias são agendadas para acompanhamento periódico com especialistas. O Distrito Federal possui 14 Creas organizados por territórios, incluindo o Creas da Diversidade, voltado especificamente para atender situações de discriminação por orientação sexual, identidade de gênero, raça, etnia ou religiosidade. *Com informações da Sedes-DF  

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Ação Comunitária leva serviços gratuitos e cidadania a moradores de Brazlândia neste sábado (13) 

A população de Brazlândia contará com uma ampla oferta de serviços gratuitos neste sábado (13), durante mais uma edição da Ação Comunitária, promovida pela Secretaria de Atendimento à Comunidade (Seac-DF). O evento será realizado das 9h às 13h, na Praça Central do Incra 8, reunindo diversos órgãos do Governo do Distrito Federal (GDF) e instituições parceiras para atender os moradores da região.  A iniciativa tem como objetivo ampliar o acesso da população aos serviços públicos, concentrando em um único espaço atendimentos essenciais nas áreas de saúde, cidadania, assistência social, empregabilidade e orientação jurídica.  Aberta à comunidade, a ação conta com a participação de representantes de vários órgãos do GDF  | Foto: Divulgação/Seac-DF A população poderá receber vacinas e aferir a pressão arterial com equipes da Secretaria de Saúde (SES-DF), além de obter orientações odontológicas. O Sesc-DF também estará presente com atendimentos e orientações à comunidade.  Oportunidades Os moradores que precisarem regularizar documentos poderão contar com os serviços da Polícia Civil (PCDF). Já a Defensoria Pública do Distrito Federal (DPDF) oferecerá orientações e atendimentos jurídicos gratuitos.  [LEIA_TAMBEM]A ação contará ainda com a participação de uma equipe do Centro de Referência de Assistência Social (Cras), que prestará informações sobre programas e benefícios sociais, e outra da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF), que vai orientar sobre qualificação profissional e oportunidades de emprego.  Representantes da Seac-DF também farão encaminhamentos e orientações sobre diversos serviços públicos. O Corpo de Bombeiros (CBMDF), por sua vez, participará da programação com atividades educativas voltadas à prevenção de acidentes e noções de primeiros socorros.  Autocuidado Além dos atendimentos, o projeto Cuide-se+ oferecerá serviços gratuitos de bem-estar e autocuidado, como limpeza de pele, design de sobrancelhas, corte de cabelo e as massagens terapêutica, relaxante e capilar.  “Quando reunimos diversos órgãos em um mesmo local, aproximamos o cidadão dos serviços de que ele necessita e tornamos o atendimento mais acessível” Clara Roriz, secretária de Atendimento à Comunidade Também haverá atividades recreativas para as famílias, incluindo brinquedos infláveis e distribuição de pipoca e algodão-doce para as crianças, promovendo momentos de lazer e convivência comunitária.  “Quando reunimos diversos órgãos em um mesmo local, aproximamos o cidadão dos serviços de que ele necessita e tornamos o atendimento mais acessível”, enfatiza a secretária de Atendimento à Comunidade, Clara Roriz. “A Ação Comunitária é uma oportunidade de levar cidadania, informação e acolhimento diretamente às comunidades, fortalecendo a relação entre o poder público e a população.”   *Com informações da Secretaria de Atendimento à Comunidade

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Cras Sobradinho qualifica atendimento com famílias para evitar bloqueios em benefícios

O Centro de Referência de Assistência Social (Cras) Sobradinho reuniu mais de 80 pessoas, na semana passada, para orientar as famílias em situação de vulnerabilidade e risco social sobre a importância de cumprir as condicionalidades do programa Bolsa Família, como pesagem, vacinação e frequência escolar dos filhos, para continuarem recebendo os benefícios.  Atividades desenvolvidas no Cras Sobradinho tiveram como foco orientar famílias sobre serviços oferecidos pelo governo | Foto: Divulgação/Sedes-DF “É importante para a população entender que os benefícios possuem regras a serem seguidas, e que o não cumprimento das condições pode acarretar o cancelamento do benefício” Giselle Ferreira, secretária de Desenvolvimento Social Gerida pela Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), a unidade socioassistencial realiza, a cada dois meses, a oficina “Educação e Saúde é Proteção”, que identifica demandas da população e garante o acesso aos serviços e programas das políticas de assistência social, saúde e educação. Com atividades educativas e de orientação, a equipe tem obtido resultados positivos, explica Patricia Goretti, pedagoga do Cras Sobradinho.  “Essa oficina acontece há cerca de dois anos e, desde então, observamos que o número de famílias em situação de suspensão e cancelamento no Bolsa Família diminuiu drasticamente”, avalia. “A participação na oficina possibilita que elas compreendam as condicionalidades, o seu papel enquanto responsável pelo cumprimento correto das condicionalidades e também o caráter protetivo que elas representam para as famílias.” [LEIA_TAMBEM]As famílias também puderam agendar atendimento para regularização dos cadastros, procedimento por meio do qual vão apresentar as justificativas e ser ouvidas pelos profissionais da assistência social. Os profissionais fazem esse trabalho continuamente para evitar que os benefícios sejam bloqueados, suspensos e até cancelados.  “É importante para a população entender que os benefícios têm regras a serem seguidas, e que o não cumprimento das condições pode acarretar o cancelamento do benefício”, alerta a secretária de Desenvolvimento Social, Giselle Ferreira. “Por isso, nossas unidades fazem esse trabalho tão importante de educação e responsabilização com as famílias mais vulneráveis para garantir o atendimento a essas condicionalidades e qualificar a política pública como um todo.” *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social

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Presidente do Suriname reconhece assistência social do DF como referência de boas práticas

A Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) recebeu, na manhã desta sexta-feira (29), a visita da presidente do Suriname, Jennifer Geerlings-Simons, acompanhada por representantes dos ministérios do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS) e das Relações Exteriores (MRE). O encontro ocorreu no Centro de Referência de Assistência Social (Cras) do Guará e teve como objetivo apresentar a política de assistência social adotada no Distrito Federal.  A presidente Jennifer Geerlings-Simons (E), ao lado da secretária secretária de Desenvolvimento Social, Giselle Ferreira, visita o Centro de Referência de Assistência Social (Cras) do Guará | Foto: Renato Raphael/ Sedes-DF  “Mais uma vez, tivemos a oportunidade de demonstrar que as boas práticas implementadas aqui têm se tornado referência para outros países"   Giselle Ferreira, secretária de Desenvolvimento Social A comitiva teve a oportunidade de conhecer as instalações do centro de referência, a composição da equipe e o funcionamento dos programas e serviços oferecidos pelo governo federal e pelo Governo do Distrito Federal (GDF), como o Cadastro Único, o Bolsa Família, Benefício de Prestação Continuada (BPC), benefícios eventuais, entre outros. Também foram apresentadas boas práticas na área de segurança alimentar e nutricional.  Prevenção de riscos sociais Os 32 centros de referência do DF, vinculados à Sedes, oferecem inscrição no Cadastro Único, inclusão em benefícios de segurança alimentar e benefícios eventuais. Com foco na prevenção de riscos sociais, as unidades contam com profissionais de assistência social que atendem famílias em situação de vulnerabilidade, ajudando-as a superar fragilidades. “Estou muito grata pela oportunidade de conhecer e compartilhar experiências de boas práticas dessa política social,” destacou Jennifer Geerlings-Simons. A chefe de Estado surinamesa fez visita de dois dias a Brasília para discutir acordos bilaterais em diversas áreas, incluindo energia, infraestrutura, comércio, meio ambiente, defesa e políticas sociais.  [LEIA_TAMBEM] Essa não é a primeira vez que a Sedes recebe visitas de governos estrangeiros. Delegações da Armênia, Paquistão, países latino-americanos e da Organização das Nações Unidas (ONU), entre outros, já conheceram os serviços oferecidos nas unidades da pasta. “Mais uma vez, tivemos a oportunidade de demonstrar que as boas práticas implementadas aqui têm se tornado referência para outros países. Isso reforça a nossa missão de garantir direitos a quem mais precisa, com responsabilidade, acolhimento e compromisso social”, observou a secretária de Desenvolvimento Social, Giselle Ferreira.  *Com informações da Sedes-DF

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Gama recebe Ação Comunitária com serviços gratuitos neste sábado (4) 

A Secretaria de Atendimento à Comunidade (Seac-DF) promove, neste sábado (4), mais uma edição da Ação Comunitária, desta vez no Gama. A ação vai das 9h às 13h, na Praça Central, Quadra 01, Setor Central, em frente à Rodoviária, levando uma ampla oferta de serviços públicos, atendimentos gratuitos e atividades de lazer para a população.   Atendimento contempla públicos de diferentes faixas etárias | Foto: Divulgação/Seac-DF A iniciativa tem como objetivo aproximar o Governo do Distrito Federal (GDF) da comunidade, facilitando o acesso da população a serviços essenciais nas áreas de saúde, cidadania, assistência social e empregabilidade, além de promover bem-estar e integração social.  Os moradores poderão contar com vacinação, aferição de pressão arterial e orientações odontológicas com entrega de kits de saúde bucal, serviços oferecidos pela Secretaria de Saúde (SES-DF). Também haverá consultas e orientações especializadas com o Sesc-DF, emissão de documentos pela Polícia Civil, atendimento jurídico pela Defensoria Pública e serviços de assistência social por meio do Centro de Referência de Assistência Social (Cras).   Atendimento [LEIA_TAMBEM]A programação inclui ainda orientações sobre trabalho e oportunidades de emprego, com apoio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF), além de encaminhamentos para serviços do GDF por meio do projeto Atendimento em Movimento. O Corpo de Bombeiros Militar (CBMDF) também participará, com palestra sobre primeiros socorros.   Além dos atendimentos institucionais, a ação contará com serviços de bem-estar e autocuidado ofertados pelo projeto Cuide-se +, como massagem terapêutica, limpeza de pele, design de sobrancelhas e corte de cabelo. Para as crianças e famílias, haverá brinquedos infláveis, pipoca e algodão-doce, garantindo um ambiente de lazer e convivência comunitária.  “A Ação Comunitária é uma oportunidade de atender as demandas da população de forma direta, promovendo qualidade de vida e fortalecendo o vínculo entre o governo e a comunidade”, ressalta a secretária de Atendimento à Comunidade, Clara Roriz.   *Com informações da Seac-DF

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Percentual de não comparecimento aos atendimentos agendados nos Cras tem redução de 25% em um ano

O serviço de lembrete e confirmação do agendamento por WhatsApp implementado pela Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) há cerca de um ano tem gerado melhoria nos serviços e reduzido as faltas nos atendimentos das unidades do Centro de Referência de Assistência Social (Cras). Segundo dados da secretaria, a taxa média de pessoas que não compareceram aos atendimentos foi reduzida de 28%, em 2024, para 21%, em 2025. Sistema de atendimento das unidades do Cras tem sido mais eficiente com a adoção de lembretes de agendamento | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília   A mensagem é enviada cinco dias antes do atendimento agendado, para que o cidadão possa se organizar em função do compromisso, com lembretes nos dias seguintes quando não forem respondidas as mensagens. A confirmação serve para que a equipe possa organizar os atendimentos e liberar vagas para quem precisa. “Nós estamos sempre inovando para reduzir o tempo de espera por atendimento” Ana Paula Marra, secretária de Desenvolvimento Social Embora tenha havido a redução, o percentual de 21% ainda representa em torno de 4 mil usuários que deixaram de comparecer aos atendimentos previamente agendados pelo telefone 156 e pelo site da Sedes-DF. As faltas prejudicam outras famílias em vulnerabilidade social porque aumentam o tempo de espera por atendimento. “Nós estamos sempre inovando para reduzir o tempo de espera por atendimento”, afirma a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. “Quando notamos a quantidade de abstenções, inovamos com ajuda da tecnologia porque sabemos que acontecem imprevistos e esquecimentos na correria do dia a dia das pessoas. A redução é positiva, mas o objetivo é orientar e conscientizar a população para que este índice reduza cada vez mais.” Orientações [LEIA_TAMBEM]Para agendar atendimento em qualquer um dos 32 equipamentos dos Cras no Distrito Federal, é preciso ir ao portal da secretaria ou entrar em contato com o telefone 156, a partir das 8h. O atendimento se dará conforme a disponibilidade de cada unidade. É importante que o usuário confira o número do GDF e o selo de verificação presentes no aplicativo. As mensagens também reforçam os documentos que devem ser levados e em alguns casos podem ocorrer ligações desse mesmo número, caso o atendimento não seja confirmado ou cancelado.   *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social

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Com mais 480 unidades entregues no Itapoã Parque, GDF torna real sonho da casa própria

O Governo do Distrito Federal (GDF) voltou a transformar o sonho da casa própria em realidade para centenas de famílias do Itapoã Parque. Neste sábado (28), o governador Ibaneis Rocha entregou mais 480 apartamentos. “Me alegra muito ver jovens recebendo suas chaves e começando a vida com segurança”, comemorou o chefe do Executivo. “Veja a qualidade deste condomínio: áreas verdes, espaços para as crianças, condomínios fechados, segurança e administração organizada. Isso transforma vidas.”  O governador visita uma das famílias contempladas com casa própria: “Aqui, hoje, é o maior empreendimento imobiliário do Brasil, tudo isso sendo construído para entregar qualidade de vida para cada um de vocês” | Fotos: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília As unidades fazem parte dos condomínios 29, 30 e 32 do Itapoã Parque, empreendimento coordenado pela Companhia de Desenvolvimento Habitacional do Distrito Federal (Codhab), em parceria com a construtora JC Gontijo. O investimento é de mais de R$ 1,65 bilhão, com recursos do governo federal.   “Aqui, hoje, é o maior empreendimento imobiliário do Brasil”, ressaltou o governador. “Nós estamos falando de 12.112 unidades. O Itapoã Parque conta com todos os equipamentos necessários: Unidade Básica de Saúde [UBS], Centro de Referência Especializado de Assistência Social [Creas], escolas, creches, tudo isso sendo construído para entregar qualidade de vida para cada um de vocês.” Cheque-moradia Ao todo, serão 76 condomínios, com 12.112 apartamentos “Essas mais de 50 mil pessoas que vão morar aqui terão uma nova realidade a partir de agora: sair do aluguel, conquistar um imóvel para deixar como patrimônio para os filhos e netos e viver com mais tranquilidade e dignidade” Marcelo Fagundes, diretor-presidente da Codhab O diretor-presidente da Codhab, Marcelo Fagundes, lembrou que grande parte dessas entregas foi possível graças ao subsídio do programa Morar DF (cheque-moradia), gerido pela pasta. Com ele, é possível reduzir os custos da entrada e facilitar o financiamento de unidades habitacionais. “Sabemos da dificuldade de quem mora de aluguel”, afirmou. “Essas mais de 50 mil pessoas que vão morar aqui terão uma nova realidade a partir de agora: sair do aluguel, conquistar um imóvel para deixar como patrimônio para os filhos e netos e viver com mais tranquilidade e dignidade”, reforçou o gestor. Segundo ele, na região já foram entregues mais de 3.640 cheques-moradia. “São famílias que não conseguiriam comprar seu imóvel se não fosse o cheque-moradia, famílias que recebem menos de cinco salários mínimos”.  Sonho realizado Celia da Silva, que morou de aluguel durante 23 anos, comemorou a entrega: “Quero planejar cada detalhe da casa: minha cozinha, meu quarto, tudo do jeito que sempre sonhei” Celia Maria da Silva, de 46 anos, foi uma das moradoras que receberam a chave da casa própria. Depois de 23 anos morando de aluguel, a auxiliar de limpeza conseguiu realizar seu sonho: “Vai desafogar muito as despesas. Vou trazer meu filho, meu marido e minha filha. Quero planejar cada detalhe da casa: minha cozinha, meu quarto, tudo do jeito que sempre sonhei”. Luilma Rocha já tem planos, agora que mora em casa própria: “Vou morar aqui com o meu marido e futuramente vamos aumentar a nossa família” Receber as chaves também foi uma emoção para a consultora de vendas Luilma Rocha, 30: “A entrega está acontecendo até antes do prazo, e já estamos planejando tudo. Vou morar aqui com o meu marido e futuramente vamos aumentar a nossa família”. Cada residencial dispõe de área comum com guarita, parque infantil, espaço fitness, churrasqueira e estacionamento. Quando estiver 100% concluído, contará com 76 condomínios, com capacidade para abrigar cerca de 50 mil moradores distribuídos em 12.112 apartamentos.  Investimentos em infraestrutura Reconhecido como bairro, o Itapoã Parque já dispõe de uma escola classe com capacidade para atender 1,3 mil alunos, do 1º ao 5º ano do ensino fundamental, além da educação infantil. A região também possui um Centro de Referência de Assistência Social (Cras). [LEIA_TAMBEM]Durante a cerimônia, o governador anunciou novos investimentos em mobilidade urbana, incluindo a duplicação de vias para melhorar o acesso à região: “Segunda-feira [2], eu darei disponibilidade financeira para licitar a duplicação saindo ali do balão da Rota do Cavalo e ligando até o viaduto”. Ibaneis Rocha lembrou que, antes das obras viárias realizadas em sua gestão, moradores chegavam a gastar mais de duas horas no deslocamento até o Plano Piloto. “Hoje, vocês têm transporte de qualidade, vias largas, e acabou a história dos engarrafamentos”, ressaltou. “Tudo isso foi feito lá atrás, pensando em vocês, para que vocês morassem em um local completo”. O administrador regional do Itapoã, Dilson Bulhões, comemorou: “O GDF vem trazendo equipamentos públicos para a região. Temos academias ao ar livre, pontos de encontro comunitários, várias lojas estão em construção, o comércio local já foi licitado. O governo não está pensando apenas em habitação, mas também em mobilidade, educação, esporte e lazer para os moradores do Itapoã”.  

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Cras Brazlândia recebe modernização e novos equipamentos

O Centro de Referência de Assistência Social (Cras) Brazlândia teve a estrutura renovada. Administrada pela Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), a unidade passou por uma manutenção geral na parte elétrica, nos pisos, teto, banheiros e paisagismo para oferecer um espaço confortável e seguro para os atendimentos. A entrega simbólica foi nesta sexta-feira (6). Localizado na Área Especial II, Quadra 35/36, Vila São José, Brazlândia, a unidade atende mais de 14 mil famílias referenciadas e inscritas no Cadastro Único que moram na região e buscam pelo serviço socioassistencial. Com investimento de R$ 2,2 milhões foram realizadas substituições na rede elétrica, como tomadas, luminárias e quadro elétrico. Os pisos e a estrutura da unidade foram reformados, o forro foi substituído e as paredes e o teto receberam pinturas novas. Nos banheiros foram trocadas as louças, os metais e as tubulações. A parte externa também foi reformada, as árvores foram podadas, houve plantio de grama, melhoria na acessibilidade para pedestres e manutenção no estacionamento interno. Localizado na Área Especial II, Quadra 35/36, Vila São José, Brazlândia, a unidade atende mais de 14 mil famílias referenciadas e inscritas no Cadastro Único que moram na região e buscam pelo serviço socioassistencial | Foto: Divulgação/Sedes-DF “Hoje estamos entregando mais um espaço renovado para atender a população que procura os serviços socioassistenciais. É neste ambiente que eles vão acessar os programas, que vão ser atendidos e as melhorias vão possibilitar um lugar organizado, limpo e confortável, que faça diferença no dia a dia de quem frequenta e trabalha na unidade”, destaca a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. O Cras é destinado à população em situação de vulnerabilidade e risco social, funcionando como porta de entrada da assistência social. O Distrito Federal tem 32 unidades em funcionamento, além do Cras Móvel, onde são ofertados serviços, benefícios, programas e projetos socioassistenciais. O atendimento é realizado após agendamento pelo telefone 156 ou pelo site da Sedes. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF)

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Protege DF agiliza concessão de benefícios para mulheres em iminente risco de feminicídio

Uma medida que vai salvar vidas. Com o objetivo de ampliar a proteção à mulher, a Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) lançou o Protege DF. A medida estabelece o atendimento e a concessão de benefícios socioassistenciais para esse público em, no máximo, 48 horas. Programa Protege DF tem como objetivo assegurar proteção integral a mulheres | Foto: Renato Raphael/Sedes-DF Entre os serviços disponíveis no programa, estão encaminhamento para casa de acolhimento, atendimento imediato e repasse de recurso financeiro para aluguel ou custeio de despesas.  “O principal objetivo foi garantir a proteção integral dessas mulheres, pois sabemos que agir prontamente é fundamental para assegurar que nenhuma violação de direitos ocorra”, afirma a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. Ela lembra que, até então, o benefício para mulheres em risco de feminicídio demorava 60 dias. [LEIA_TAMBEM]Com o Protege DF, o pagamento do auxílio será realizado entre 24 horas e 48 horas, e o encaminhamento para acolhimento institucional passa a ser imediato. “O Sistema Único de Assistência Social salva vidas, e nós não aceitaremos que uma mulher saia de casa e vá parar na rua com um bebê no colo – por isso estamos ampliando a rede de proteção”, enfatiza a secretária. As vítimas não precisam agendar o atendimento. Elas devem buscar diretamente qualquer unidade socioassistencial para relatar seu caso e ter os devidos encaminhamentos, como Centro de Referência de Assistência Social (Cras), Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas), centros Pop e casas de acolhimento.   *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social  

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Cras Areal inaugura nova sede para atendimento às famílias da região

A Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) inaugurou, nesta sexta-feira (28), a nova sede do Centro de Referência de Assistência Social (Cras) do Areal, em um espaço totalmente renovado para atender ao público da região. O novo endereço fica na QS 7 de Taguatinga Sul, Loja 04, Edifício Portal do Sul, próximo ao antigo local, ao lado do Restaurante Comunitário de Arniqueira. A medida visa fortalecer os serviços socioassistenciais às 7 mil famílias referenciadas pelo equipamento. A nova estrutura conta com salas individuais, garantindo maior privacidade nos atendimentos, além de espaços destinados a atividades administrativas, área coletiva, recepção, banheiros, copa e cozinha, entre outras instalações. O local foi equipado com mobiliário renovado e novos computadores, proporcionando mais conforto aos frequentadores do centro de referência. O novo Cras do Areal atenderá com mais conforto as 7 mil famílias referenciadas no equipamento | Fotos: Renato Raphael/Sedes "Se não fosse o investimento deste GDF na assistência social, que é um dos pilares desta gestão, esta e outras melhorias em nossas unidades não seriam possíveis", destacou a secretária-adjunta de Desenvolvimento Social, Jackeline Canhedo, durante a cerimônia de inauguração do novo espaço. O Cras Areal atende Taguatinga Sul (QSA a QSF), Setor Habitacional Arniqueira (SHA), Avenida Vereda da Cruz, Smaff, Alvorada, Boca da Mata, Área de Desenvolvimento Econômico (ADE) e Setor de Mansões Taguatinga (SMT). Melhoria no atendimento [LEIA_TAMBEM]Keula Barbosa, gerente do Cras Areal, explica que a sede anterior tinha uma estrutura antiga, que exigia muitas manutenções e adequações. “Agora temos um espaço ainda melhor, o que impactará positivamente no atendimento às famílias da região, especialmente o público mais vulnerável de Arniqueira”, afirmou. De acordo com o Índice de Vulnerabilidade das Famílias do Cadastro Único (IVCAD), o Cras Areal atende cerca de 7 mil famílias referenciadas e inscritas no Cadastro Único, plataforma que reúne informações sobre famílias de baixa renda no Brasil e principal forma de acesso a programas sociais do Governo Federal. O Cras é a porta de entrada da assistência social. Com 32 unidades no Distrito Federal, além do Cras Móvel, oferece serviços como atualização do Cadastro Único, avaliação para benefícios sociais e acompanhamento familiar. Esses serviços têm como objetivo apoiar o público em situação de vulnerabilidade socioeconômica, insegurança e dificuldade de acesso a serviços públicos. O atendimento deve ser feito com data e horário agendados pelo telefone 156 ou pelo site da Sedes. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF)

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Com mais de 2 mil atendimentos, Carreta da Inclusão leva cidadania e acessibilidade a Brazlândia

A Praça da Bíblia, em Brazlândia, foi o ponto de parada da Carreta da Inclusão entre terça (4) e quinta-feira (6). Em passagens anteriores por São Sebastião e Sobradinho, o projeto itinerante do Governo do Distrito Federal (GDF) já somou mais de 2,2 mil atendimentos e ultrapassou 800 carteirinhas emitidas, levando diversos serviços públicos à comunidade e facilitando o acesso de pessoas com deficiência (PcD) a documentos, benefícios e atendimentos sociais sem que precisassem sair da região. Comunidade pôde ter acesso a vários serviços durante a passagem da carreta pela cidade | Fotos: Matheus H. Souza/Agência Brasília Com funcionamento das 9h às 16h, a estrutura móvel ofereceu emissão da Carteira de Identificação da Pessoa com Deficiência (CIPcD) e da Carteira do Transtorno do Espectro Autista (TEA), além de serviços do Centro de Referência de Assistência Social (Cras), assistência jurídica gratuita da Defensoria Pública, informações do BRB Mobilidade e atendimentos da Polícia Civil e do Tribunal Regional Eleitoral. Maria Aparecida Angola: “Esse serviço é muito importante, porque a gente resolve muita coisa num só lugar”  A iniciativa é resultado de uma parceria entre as secretarias de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-DF), da Pessoa com Deficiência (SEPD-DF) e da Associação das Empresas Fomentadoras do Bem-Estar (AEFBE). “Estamos prestando todos os serviços da secretaria, como passe livre, inclusão profissional e intermediação para o passe interestadual, além dos atendimentos de órgãos parceiros”, reforçou o titular da SEPD-DF, William Ferreira. “Esses documentos geram acesso, garantem informação e proporcionam um atendimento humanizado. É também um momento de acolhimento para as pessoas com deficiência”. Direitos garantidos [LEIA_TAMBEM]Para os moradores da região, a chegada da carreta representa mais do que praticidade, sendo uma oportunidade de garantir direitos. A dona de casa Ana Paula Souza Vinal, de 29 anos, aproveitou para emitir a carteira de identificação do filho de 7 anos, que tem paralisia cerebral. “Esse serviço móvel facilita muito para a gente”, enfatizou ela. “Sair de Brazlândia para outro canto é difícil, demora muito. A documentação vai ajudar em muita coisa, especialmente no atendimento preferencial, porque a deficiência do meu filho não é visível. É um direito, e ter esse serviço perto de casa faz toda a diferença.” A microempreendedora Maria Aparecida Batista Angola, 54, também elogiou a iniciativa: “Mesmo com problema na visão, consegui vir sozinha até aqui pela praticidade. Perdi a visão esquerda e estou com a direita prejudicada. Esse serviço é muito importante, porque a gente resolve muita coisa num só lugar. Ainda quero fazer minha carteirinha interestadual para poder visitar minha família em Goiás”. O especialista em segurança privada Guirra Veras, 52, relatou que o atendimento foi essencial para resolver pendências. “Eu estava passando no mercado, vi a carreta e resolvi parar”, contou. “Esse tipo de ação é um serviço não somente social, mas humano e muito especial para as pessoas mais carentes. Pelo que eu percebi, estão todos saindo bem-resolvidos. Muitas pessoas não conseguem se deslocar até a secretaria, e trazer o atendimento para perto é um gesto de respeito e inclusão”.  

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Cras do Guará vira cenário de filme sobre histórias de superação

Luzes acesas, microfones ligados, atores em cena e uma equipe inteira pronta. Silêncio total. Essa foi a noite da última quinta-feira (11), no Centro de Referência de Assistência Social (Cras) do Guará. O espaço foi cenário de gravação do filme O último canto das cigarras, um drama que une música e histórias de superação. Produzido pela Candeia Filmes e dirigido por Tercio Garofalo, o filme retrata a trajetória de Sebastian, um cantor de sucesso internacional que, após perder a voz em um trágico acidente, vê sua identidade profundamente abalada. Nesse contexto, ele conhece Aurora, uma cantora frustrada e filha do proprietário de uma fábrica de pianos, que teve sua voz reprimida desde a juventude. A partir desse encontro, eles encontram na música uma linguagem compartilhada, que se torna um refúgio e um caminho para a superação de suas dores. No enredo, a personagem Aurora participa de uma roda de conversa terapêutica destinada a mulheres que sofreram violência doméstica, refletindo sobre sua própria experiência como vítima. A cena foi filmada no auditório do centro de referência do Guará. No entanto, o local não será retratado como um Cras. Produzido pela Candeia Filmes e dirigido por Tercio Garofalo, o filme retrata a trajetória de Sebastian, um cantor de sucesso internacional que, após perder a voz em um trágico acidente, vê sua identidade profundamente abalada | Foto: Divulgação/Candeia Filmes A secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra, ressalta que, no caso de vítimas de violação de direitos, como violências, maus-tratos ou negligência familiar, existem os Centros de Referência Especializados de Assistência Social (Creas). Essas unidades oferecem acompanhamento especializado com profissionais por meio de escuta qualificada, atendimento emergencial e continuado. “Sobretudo para mulheres, que representam o maior grupo entre os beneficiários dos nossos programas sociais”, acrescenta Ana Paula Marra. “Entre as ações socioassistenciais deste Governo do Distrito Federal (GDF) para as mulheres, há o Cartão Prato Cheio, o Bolsa Maternidade, o Cartão Gás e o Agentes da Cidadania, um programa voltado a mulheres em situação de pobreza e extrema pobreza, com o objetivo de fortalecer a autonomia e a autoestima delas”, explica. Algumas cenas de O último canto das cigarras também foram gravadas durante o festival Capital Moto Week 2025, que aconteceu de 24 de julho a 2 de agosto no Parque de Exposições da Granja do Torto. No entanto, ainda não há previsão para o lançamento do filme. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal (Sedes-DF)

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Novo estacionamento vai organizar trânsito na via de saída do Varjão

Agência Brasília · NOVO ESTACIONAMENTO VAI ORGANIZAR TRÂNSITO NA VIA DE SAÍDA DO VARJÃO Um novo estacionamento está sendo construído na via de saída do Varjão, no setor de oficinas da Quadra 2, para aumentar a segurança e a trafegabilidade do trecho. Demanda antiga da comunidade, a intervenção foi pensada para organizar o fluxo de veículos na cidade, que reúne mais de 9 mil habitantes. A obra é executada pela Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap), com apoio da administração local. Após a retirada do pavimento antigo, via está pronta para o preparo do terreno e aplicação de novo material | Fotos: Joel Rodrigues/Agência Brasília “É o GDF trabalhando para melhorar a qualidade de vida das pessoas. São coisas muito importantes que mostram que estamos no radar do governo” Daniel Crepaldi, administrador do Varjão De acordo com o projeto, o estacionamento terá 830 metros quadrados, indo de uma ponta a outra da avenida. O trabalho começou no dia 20 deste mês, com a retirada das calçadas e do pavimento antigo. Os próximos passos incluem o preparo do terreno e implantação do novo material – serão usadas 90 toneladas de brita e 105 toneladas de asfalto. O administrador regional do Varjão, Daniel Crepaldi, lembra que o tráfego na via era prejudicado devido ao excesso de carros estacionados, tanto por moradores da área quanto por clientes das oficinas: “Esse estacionamento vai ordenar o setor de oficinas da Quadra 2, dando a possibilidade de o trabalhador exercer sua função, gerar renda e, ao mesmo tempo, fazer com que as pessoas também usufruam do seu direito de trafegar com qualidade aqui pela via”. Melhora no fluxo O pintor automotivo Roberto Cruz comemora: “Essa obra está sendo uma bênção para nós” Crepaldi ressalta que a obra representa o cuidado do Executivo com a cidade: “É o GDF trabalhando para melhorar a qualidade de vida das pessoas. Já fizemos mais de 2, 3 km de calçada, temos o terminal rodoviário, o Restaurante Comunitário, obras de drenagem que fizeram com que o Varjão não fosse tão afetado pela chuva neste ano… e agora vem esse estacionamento. São coisas muito importantes que mostram que estamos no radar do governo”. O acesso à via fica impedido ao longo do dia, enquanto as máquinas estão no local. Para o pintor automotivo Roberto Carlos Cruz, de 74 anos, o transtorno é pequeno em comparação com o benefício que a obra vai trazer para moradores e empresários da região. “Por ser só uma rua, o fluxo era grande e tinha perigo dos carros colidirem. Essa obra está sendo uma bênção para nós”, comemora. A comerciante Vilma Macial acompanha os trabalhos: “Vai ficar mais organizado, com espaço para os carros passarem” Há mais de duas décadas atuando no setor de oficinas, a comerciante Vilma Maciel, 53, acompanhou as mudanças na via. Primeiro, houve a transferência do fluxo de saída da cidade para o trecho; agora, está sendo construída a área para veículos. “O novo estacionamento vai ajudar as lojas, os lava-a-jatos, as oficinas e os moradores”, reforça. “Vai ficar mais organizado, com espaço para os carros passarem”. Entregas [LEIA_TAMBEM]Inaugurado em outubro de 2024, o Restaurante Comunitário do Varjão mudou o dia a dia da população. Localizado na Quadra 8, o equipamento tem capacidade para servir 2,5 mil refeições diárias, incluindo café da manhã, almoço e jantar – tudo pelo valor total de apenas R$ 2. O investimento na obra foi de mais de R$ 7 milhões. No dia da entrega do restaurante, o governador Ibaneis Rocha anunciou a reforma do Centro de Referência de Assistência Social (Cras) da cidade, mantido pela Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF). A intervenção foi concretizada e entregue em julho deste ano, beneficiando cerca de 6 mil famílias referenciadas pela unidade. O espaço recebeu diversos reparos para garantir o conforto e a segurança do público acolhido. A cidade também ganhou uma nova rodoviária, em julho de 2024, com banheiros acessíveis, bancos de espera, bebedouros e salas administrativas. O ponto de embarque e desembarque serve de origem e destino para mais de 180 viagens diárias. O investimento foi de mais de R$ 1,8 milhão.

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Saiba como funciona o serviço de acolhimento institucional do DF

Você sabe como funciona o serviço de acolhimento institucional no DF? O Governo do Distrito Federal (GDF) tem, hoje, cerca de 90 unidades de acolhimento gerenciadas pela Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) e indiretamente pela rede parceira, que inclui ainda o Hotel Social. Dessas, 19 são somente para famílias e mulheres distribuídas pelas regiões administrativas. Pessoas em situação de vulnerabilidade contam com diferentes canais de atendimento da Secretaria de Desenvolvimento Social | Fotos: Renato Raphael/Sedes-DF Trata-se de uma rede de acolhimento institucional, mas as unidades não são iguais e funcionam de forma diferente, separadas por públicos, de acordo com perfil, idade, gênero e condições especiais - se é pessoa com deficiência, por exemplo. Esses espaços não recebem somente pessoas em situação de rua; o acolhimento é voltado também para pessoas em situação temporária de desabrigo ou que estejam passando por violências ou violação de direitos. Há que atendem somente mulheres, pessoas cis e transgêneros; que recebem somente crianças e adolescentes; que atendem somente famílias de mães e crianças, idosos, jovens, pessoas com deficiência e as que atendem só homens e famílias. Casas de passagem “Esses locais são instalados em regiões que ofereçam viabilidade para que esses acolhidos tenham vida integrada à sociedade. Os locais são escolhidos após estudo prévio que leva em conta o público acolhido nessas unidades, se são crianças, idosos, famílias” Ana Paula Marra, secretária de Desenvolvimento Social Normalmente, a população escuta os termos albergue, abrigo, casas de passagem. Mas você sabe a diferença entre cada um? No DF, não existe “albergue” no acolhimento institucional. Abrigos e casas de passagem são unidades de acolhimento que funcionam como uma espécie de residência para pessoas em situação de desabrigo temporário, por calamidade ou não - o que não necessariamente configura se se trata de pessoa em situação de rua. Esses locais têm vagas pré-estabelecidas e atendem pequenos grupos. Os acolhidos são encaminhados após triagem na Central de Acolhimento. “Isso significa que uma região que tem uma unidade de acolhimento não vai atrair pessoas em situação de rua pelo simples fato de estar lá”, explica a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. “As unidades já têm o número de acolhidos estabelecidos, ou seja, não vai haver aglomeração de pessoas na região, porque eles não terão acesso ao acolhimento dessa forma.” O tempo de permanência na instituição varia de acordo com a modalidade de acolhimento e do público atendido, prossegue a gestora. “Esses locais são instalados em regiões que ofereçam viabilidade para que esses acolhidos tenham vida integrada à sociedade. Os locais são escolhidos após estudo prévio que leva em conta o público acolhido nessas unidades, se são crianças, idosos, famílias. As unidades têm que ser instaladas em áreas onde não haverá impacto na comunidade”. Pontos de apoio Essas unidades de acolhimento têm funcionamento diferente do Hotel Social, que oferece um pernoite por dia, com capacidade para 200 atendimentos. “O Hotel Social, sim, é voltado para população em situação de rua, garantindo a eles uma dignidade noturna; é onde eles têm acesso a duas refeições por dia [café da manhã e jantar], cama, banho quente, cobertor e espaço para seus animais de estimação”, detalha a secretária. Com funcionamento das 19h às 8h, as vagas abrem diariamente. O Centro de Referência para a População de Rua (Centro Pop) não faz parte do serviço de acolhimento institucional do GDF. É uma unidade da Sedes-DF que serve de ponto de apoio para esse público, que funciona somente durante o dia e onde as pessoas em situação de rua recebem atendimento socioassistencial, podendo guardar os pertences, tomar banho, emitir documentos pessoais, ter acesso a benefícios e ser encaminhadas para políticas da assistência social, como o serviço de acolhimento institucional, e de outras áreas, como saúde e emprego e renda. O DF tem dois centros Pop - um na Asa Sul e outro em Taguatinga. Rede de acolhimento Fluxograma de atendimento  O encaminhamento para o serviço de acolhimento institucional é feito somente pela Central de Acolhimento, avalia e direciona o usuário para o local adequado. Para acionar a central, os interessados devem procurar as unidades socioassistenciais, como os centros Pop e as unidades do Centro de Referência de Assistência Social (Cras) e do Centro de Referência Especializados de Assistência Social (Creas). No Hotel Social, o cidadão pode solicitar pessoalmente um pernoite  Órgãos públicos externos, como o Ministério Público e a Defensoria Pública do DF, também podem acionar a Central de Acolhimento, assim como as equipes do Serviço Especializado em Abordagem Social (Seas), que fazem acompanhamento in loco da população em situação de rua. Somente no pernoite, no Hotel Social, o cidadão pode solicitar o acolhimento noturno diretamente. [LEIA_TAMBEM]Em todas as unidades de acolhimento do DF, os acolhidos são acompanhados por uma equipe socioassistencial e têm acesso a benefícios - como o Auxílio-Aluguel - e serviços da assistência social e de outras áreas, recebendo também acompanhamento de saúde. As equipes contam com cuidadores e orientadores sociais. O objetivo do serviço é oferecer suporte integral para que eles tenham autonomia. Essas unidades de acolhimento, diferentemente de equipamentos públicos como o Centro Pop ou o Hotel Social, são casas familiares, sem fachada ou identificação. Os acolhidos têm que respeitar, obrigatoriamente, as regras do local, da vizinhança, com horário para entrar e sair, para fazer as refeições e não podem usar drogas. Para saber mais sobre o serviço e as unidades de acolhimento de execução direta, acesse o site da Sedes-DF.  *Com informações da Sedes-DF

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Cras e Creas Núcleo Bandeirante são renovados para aperfeiçoar atendimento às famílias da região

Os centros de Referência de Assistência Social (Cras) e de Referência Especializado de Assistência Social (Creas) do Núcleo Bandeirante foram renovados. Sob gestão da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), as duas unidades ficam na Avenida Central A/E, Lote E, no Núcleo Bandeirante. A entrega simbólica foi nesta quinta-feira (31). Reforma do Cras e do Creas Núcleo Bandeirante contou com investimento de mais de R$ 1,7 milhão | Fotos: Renato Raphael/Sedes A manutenção do Cras e Creas Núcleo Bandeirante incluiu a retirada de revestimentos cerâmicos, rodapés e argamassas, reforma nas paredes, instalação de forro em drywall, pintura de paredes e tetos, renovação da estrutura hidráulica, limpeza e impermeabilização de telhados e calhas, revisão elétrica e hidráulica, manutenção de alambrados, portas e muros, reparo de vazamentos e ajustes no estacionamento e instalação de ar-condicionado. A iniciativa visa a qualificar o atendimento à população em situação de vulnerabilidade da região. O investimento total na manutenção das duas unidades foi de mais de R$ 1,7 milhão. “Com as melhorias, ficou mais transparente a divisão entre o Cras e o Creas para o usuário que chega para ser atendido", afirma a gerente do Cras Núcleo Bandeirante, Adriana Mattos Flores “Há dois anos, a Sedes tem mobilizado esforços e investimentos para revitalizar as unidades socioassistenciais do DF. Além de qualificar o atendimento ao público, que é recebido com mais conforto e privacidade nas nossas unidades, é um cuidado também com o nosso servidor, que tem um ambiente de trabalho adequado e saudável para desempenhar suas atividades”, destaca a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. [LEIA_TAMBEM]O Cras é a porta de entrada para a assistência social, atuando de forma preventiva. O Cras Núcleo Bandeirante tem mais de 7,6 mil famílias referenciadas. Segundo a gerente do Cras Núcleo Bandeirante, Adriana Mattos Flores, as unidades não passavam por manutenção há, pelo menos, 10 anos: “Com as melhorias, ficou mais transparente a divisão entre o Cras e o Creas para o usuário que chega para ser atendido. A instalação do ar-condicionado também foi importante para usuários e servidores”. Já o Creas atua quando os direitos de pessoas ou famílias são violados, oferecendo proteção e suporte aos cidadãos. Neste caso, o atendimento ocorre por meio de encaminhamento de outros órgãos ou diretamente na unidade, quando a própria pessoa procura o local. “Hoje, podemos atender tanto a população do Núcleo Bandeirante, que é onde fica localizado o Creas, quanto dos outros territórios que atendemos, com mais transparência, com mais tranquilidade no atendimento, tendo um atendimento particularizado e humanizado nas nossas salas, que foram construídas com total responsabilidade para o nosso público”, enfatiza a gerente de Creas Núcleo Bandeirante, Rafaela Marques. O Creas Núcleo Bandeirante atende a população do Riacho Fundo, Candangolândia, Núcleo Bandeirante, Park Way e Guará. Até junho deste ano, foram realizados mais de 2,3 mil atendimentos particularizados no Creas Núcleo Bandeirante. “É um legado que esta gestão vai deixar para fortalecer a política de assistência social do DF”, finaliza a secretária Ana Paula Marra. *Com informações da Sedes-DF

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GDF amplia acesso de surdos a serviços públicos com plataforma de Libras online

Lançado para viabilizar o atendimento imediato e desburocratizar o acesso de pessoas surdas aos serviços públicos do Distrito Federal, o DF Libras CIL Online tem alcançado resultados positivos. Desde dezembro de 2023, a plataforma somou mais de 3,2 mil atendimentos, sendo mais de 1,1 mil apenas na Secretaria de Saúde (SES-DF), o que evidencia a alta demanda e importância do serviço. Para suprir a demanda, a equipe de intérpretes passou de 80 para 90 profissionais, com atendimento disponível 24 horas por dia, sete dias por semana, inclusive em feriados. Equipamento pode ser utilizado por pessoas surdas e servidores públicos, durante atendimento | Fotos: Matheus H. Souza/Agência Brasília  Antes da plataforma, era preciso agendar atendimento com a Central de Intermediação em Libras (CIL) de forma presencial, o que restringia bastante o acesso. Com a nova solução digital, basta escanear um QR Code fixado em equipamentos públicos, como unidades básicas de saúde (UBSs), de pronto atendimento (UPAs), do Centro de Referência de Assistência Social (Cras) ou da Defensoria Pública (DPDF), para ser conectado a um intérprete em tempo real. O serviço pode ser acionado tanto pelo usuário surdo quanto por servidores públicos durante o atendimento. Interatividade Fruto de parceria entre as secretarias da Pessoa com Deficiência (SEPD-DF) e de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-DF), a iniciativa, lançada em dezembro de 2023, facilita a comunicação entre cidadãos surdos e órgãos do Governo do Distrito Federal (GDF) por meio de videochamadas com intérpretes da Língua Brasileira de Sinais (Libras). “O DF Libras é um exemplo de como a tecnologia pode ser usada para promover inclusão, autonomia e cidadania”, avalia o titular da Secti-DF, Marco Antônio Costa Júnior. “Ao facilitar a comunicação entre a comunidade surda e os serviços públicos, a plataforma contribui diretamente para um DF mais justo, acessível e eficiente”.  Sobre o atendimento nos órgão públicos, o secretário da Pessoa com Deficiência, Willian da Cunha, lembrou que não há relatos de congestionamento no serviço e que a adaptação nos pontos públicos tem ocorrido de forma tranquila. “Quando um novo local recebe o QR Code, a secretaria realiza uma apresentação explicativa e se mantém disponível para orientações”, explica. Segundo ele, até o momento não houve relatos de dificuldade de acesso ao sistema por parte dos servidores ou dos usuários. A plataforma também conta com integração ao aplicativo ICOM, com recurso de geolocalização, o que ajuda o usuário a identificar o ponto de atendimento mais próximo. O sistema exige internet apenas no momento da conexão inicial com o serviço; depois disso, a transmissão de dados fica por conta do GDF. Inclusão A secretaria Gláucia Souza usou o aplicativo pela primeira vez e se surpreendeu: “A resposta combinava certinho com a pergunta. Foi a resposta certa” | Fotos: Matheus H. Souza/Agência Brasília Ainda segundo o titular da SEPD-DF, embora o DF Libras facilite muito o acesso, o processo de inclusão requer a cooperação de toda a sociedade, especialmente quando se trata de pessoas surdas com baixa alfabetização digital. Nesse caso, o papel do servidor público é fundamental para garantir que o atendimento aconteça. Apesar do sucesso da modalidade online, a Central Física da SEPD-DF, localizada na Estação Central do Metrô, continua em funcionamento e é bastante procurada. “O motivo é o vínculo de confiança que se estabelece entre usuário e intérprete, algo que o atendimento online não consegue manter com a mesma continuidade”, ressalta o gestor. A experiência com o atendimento na Unidade Básica de Saúde 1, na Asa Sul, foi positiva para a secretária acadêmica Gláucia Mayra Souza, 32 anos. Pela primeira vez utilizando a ferramenta, ela elogia o serviço: “A resposta combinava certinho com a pergunta. Foi a resposta certa”. Segundo ela, o recurso é especialmente útil em situações de urgência ou quando há necessidade de esclarecer informações importantes. [LEIA_TAMBEM]A usuária também ressaltou a importância da autonomia proporcionada pelo serviço: “Agora posso resolver muitas coisas na minha vida, no hospital, no médico e em outras situações urgentes. A gente precisa dessa independência. Nem sempre dá pra andar com um intérprete ou um familiar do lado”. Para ela, o DF Libras é um símbolo do verdadeiro conceito de inclusão. Embora alguns surdos sejam oralizados ou utilizem implantes, a Língua Brasileira de Sinais continua sendo a primeira e principal forma de comunicação da comunidade surda. “Alguns até escrevem em português, mas perdem o sentido de muitas palavras por não dominarem a língua portuguesa, por isso a nossa língua 1, que deve ser respeitada, é Libras”, reforça.  Funcionamento e estrutura  A central de atendimento tem sede em São Paulo (SP), onde é operada pelo Ambulatório Médico de Especialidades (AME). Atualmente, são 90 intérpretes que trabalham de forma descentralizada – parte em modelo híbrido e parte em home office –, espalhados por diferentes regiões do Brasil. A intermediação pode ser solicitada tanto pelo cidadão quanto por servidores públicos durante o atendimento presencial, para garantir que barreiras de comunicação não interfiram no acesso aos direitos e serviços essenciais.

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Prato Cheio divulga 10.680 contemplados; retirada dos cartões começa no dia 23

Agência Brasília · (49) 12-06-2025 - PRATO CHEIO DIVULGA 10.680 CONTEMPLADOS; RETIRADA DOS CARTÕES COMEÇA NO DIA 23 A Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) incluiu 10.680 novos contemplados no programa Cartão Prato Cheio. Entre os beneficiados estão pessoas que receberão o auxílio pela primeira vez e outras que já participaram de ciclos anteriores e retornaram ao programa. O programa atende a 130 mil famílias, garantindo crédito mensal de R$ 250 para compra de alimentos. Para quem recebe o cartão pela primeira vez, a entrega dos cartões começa no próximo dia 23 | Foto: Renato Raphael/Sedes-DF A entrega de 2.346 cartões destinados aos beneficiários que estão recebendo pela primeira vez começa no dia 23 deste mês. Estes contemplados devem retirar os cartões nas agências do Banco de Brasília (BRB). Para verificar se foi contemplado, basta acessar o  site do GDF Social. Já os beneficiários que estão retornando ao programa devem continuar utilizando o mesmo cartão para receber o auxílio. O crédito da parcela está previsto para liberação em 1º de julho, a partir das 18h. [LEIA_TAMBEM]A inclusão no programa é avaliada após atendimento em alguma unidade do Centro de Referência de Assistência Social (Cras), que pode ser agendado no 156 ou no site da Sedes-DF.  A ampliação do programa Cartão Prato Cheio, além de atender mais beneficiários, também contou com o acréscimo da quantidade de parcelas, passando de nove para 18. “O governador Ibaneis Rocha está sempre muito atento às necessidades das famílias que mais precisam de proteção social”, enfatiza a secretária substituta de Desenvolvimento Social, Jackeline Canhedo. Os novos cartões serão entregues seguindo a ordem alfabética do nome dos beneficiários, seguindo o calendário abaixo. ⇒ Iniciais de A a D: dia 23 ⇒ Iniciais de E a I: dia 24 ⇒ Iniciais de J a L: dia 25 ⇒ Iniciais de M a Q: dia 26 ⇒ Iniciais de R a Z: dia 27. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social  

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Desde 2022, GDF ampliou em 90% o acesso da população em situação de rua à saúde

Levantamento feito pelo Instituto de Pesquisa e Estatística (IPEDF) apontou um aumento de quase 90% no acesso de pessoas em situação de rua aos serviços públicos de saúde do Distrito Federal. O estudo também registra uma redução nos relatos sobre problemas de saúde em comparação ao Censo de 2022, realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). As informações constam na Pesquisa Pop Rua, divulgada pelo Governo do DF (GDF) em abril deste ano. Equipe do Consultório na Rua em ação: de 2024 até março deste ano, foram quase 16,5 mil atendimentos | Fotos: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília Segundo o estudo, entre os avanços observados, a proporção de pessoas em situação de rua que utilizaram as unidades básicas de saúde (UBSs) saltou de 36,7% para 51,7%. Já o atendimento em unidades de pronto atendimento (UPAs) e em hospitais passou de 20,7% para 36,9%. O levantamento mostra, ainda, maior acesso desse público às unidades do Centro de Referência de Assistência Social (Cras), responsáveis também pela oferta de suporte em saúde mental. Segundo a pesquisa, a procura subiu de 18,6% para 28,7%. Já nos centros Pop, que prestam apoio social a essa população, foi registrado um aumento de 2,1% no atendimento. “Cada atendimento registrado representa uma vida que foi acolhida, escutada e cuidada”, afirma o secretário-chefe da Casa Civil, Gustavo Rocha. “Estamos falando de pessoas que, por muito tempo, estiveram invisíveis ao poder público. Esses avanços mostram que estamos no caminho certo ao levar saúde, alimentação e dignidade a quem mais precisa. O trabalho das equipes do Consultório na Rua e a oferta de refeições nos restaurantes comunitários são exemplos de uma política pública que enxerga o ser humano antes da sua condição social.” Consultório na Rua Entre as ações integradas deste GDF que contribuíram para ampliar o acesso desta população à saúde pública, está o trabalho das equipes do Consultório na Rua, que prestaram mais de 10 mil atendimentos em 2024 e quase 16,5 mil entre o ano passado e março deste ano. “Todo o DF está coberto pela ação dessas equipes, e está no nosso planejamento continuar ampliando o número de profissionais que atuam nesses grupos”, reforça o diretor das Áreas Estratégicas da Atenção Primária, Afonso Abreu Mendes Junior. Na avaliação do gestor, a ampliação da cobertura das equipes foi determinante para melhorar o acesso da população em situação de rua aos serviços de saúde: “Além das equipes da Estratégia em Saúde da Família, esse novo dispositivo veio como um reforço essencial. Acreditamos que o aumento da cobertura das equipes do Consultório na Rua foi um fator primordial para garantir esse acesso”. As equipes tiveram acesso a uma nota técnica elaborada para orientações detalhadas sobre o atendimento a ser ofertado. “Também ofertamos um curso voltado a gestores e profissionais de todas as regiões para uma atuação focada em acesso e equidade”, informa Mendes Junior. “Precisamos lembrar que a pessoa em situação de rua é usuária do SUS como eu, como você. Ela precisa – e deve – ser atendida”. Acolhimento e cuidado A médica de família Samanta Hosokawa lembra que o Consultório de Rua faz acompanhamento integral: “Sempre vamos em grupo, com equipe multiprofissional para oferecer o máximo de suporte possível para cada paciente naquele momento” Uma das ações mais recentes do programa ocorreu na quarta-feira (14), em Águas Claras e em Arniqueira. “Atendemos em vários pontos da Região Sudoeste de Saúde”, relata a médica de família Samanta Hosokawa. “Sempre vamos em grupo, com equipe multiprofissional – enfermeiro, técnicas de enfermagem, dentista, assistente social, psicólogo – para oferecer o máximo de suporte possível para cada paciente naquele momento”. Segundo a profissional de saúde, o trabalho das equipes do Consultório na Rua vai além do atendimento inicial: elas garantem o acompanhamento integral dos pacientes, mesmo diante dos desafios impostos pela vulnerabilidade social. “Levamos testagens rápidas para ISTs, teste de gravidez, vacinas, medicamentos e fazemos encaminhamentos via Sisreg [Sistema Nacional de Regulação] para a atenção secundária, quando necessário”, detalha. “Muitos precisam de exames de imagem ou atendimento com especialistas, e nós regulamos e acompanhamos tudo isso. Como muitos não têm telefone, ficamos atentos ao sistema; e, assim que a vaga sai, voltamos até eles para entregar as chaves do atendimento.” Atendimento acolhedor Ronaldo Nascimento já foi atendido pelas equipes do Consultório na Rua: . “Acho que foi o melhor atendimento que já recebi, até melhor que em hospital. Eles fazem encaminhamento, acompanham” Para quem está nas ruas, o acolhimento e o cuidado das equipes de saúde fazem toda a diferença. Aos 50 anos, Ronaldo Nascimento vive em situação de rua desde 2006 e, com a ajuda da Secretaria de Saúde (SES-DF) foi internado para tratar uma tuberculose. “Para mim, foi importante demais”, conta. “Acho que foi o melhor atendimento que já recebi, até melhor que em hospital. Me trataram superbem, nunca imaginei que teria esse atendimento morando na rua. Eles fazem encaminhamento, acompanham. Agora estou em busca de tratamento para dependência química”. Alexandre Soares:  “Se não fossem eles, ir para um posto de saúde seria bem mais complicado. Rapidinho consegui um exame, já recebi até o resultado” Outro que reconhece a importância dos serviços é Alexandre Soares, 51. “Tem me ajudado bastante. Se não fossem eles, ir para um posto de saúde seria bem mais complicado. Aqui sou atendido com carinho e muito mais rápido. Rapidinho consegui um exame, já recebi até o resultado”, explica. Assistência social Ampliar o acesso ao diagnóstico também significa aumentar as chances de tratamento e recuperação. É o que revela a pesquisa: embora os relatos de ansiedade e depressão ainda representem 28,6% das queixas entre a população em situação de rua, houve uma queda de 9,1% em relação a 2022. Já problemas de saúde bucal diminuíram 27,6%, e as dores crônicas tiveram redução de 19,8%. Outro avanço importante apontado pela pesquisa foi o aumento da oferta de refeições gratuitas para pessoas em situação de rua em todos os restaurantes comunitários do DF. O acesso a esse serviço subiu de 35,6% em 2022 para 54,7% em 2025. Entre janeiro de 2024 e março deste ano, foram servidas 1.607.493 refeições.  

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Cras e Creas do Gama recebem investimento e melhoram atendimento à população vulnerável

A população em vulnerabilidade do Gama tem um novo espaço de atendimento. A Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) entregou, nesta quinta-feira (24), as novas sedes do Centro de Referência de Assistência Social (Cras) e do Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas). As duas unidades, que compartilham o mesmo lote, passaram por pintura completa, reestruturação das salas e do auditório, readequação total dos banheiros, melhorias no forro e telhado, implementação de medidas de acessibilidade nas estruturas, além de atualizações nos sistemas hidráulico e elétrico. Agora, a população vulnerável do Gama terá um espaço mais confortável para o atendimento | Foto: Renato Raphael/Sedes O local também recebeu mobiliário, computadores e ares-condicionados novos para garantir conforto durante o atendimento. O investimento total foi de R$ 832.707,27. Durante a execução das obras, os servidores fizeram revezamento nas unidades do Cras e Creas para garantir o atendimento aos cidadãos. Além disso, alguns serviços eram prestados de forma remota, por telefone, a fim de minimizar os impactos para a população. “Quanto mais se investe na área de desenvolvimento social, mais a gente reduz as desigualdades na sociedade” Ana Paula Marra, secretária de Desenvolvimento Social “Nos últimos anos, este Governo do Distrito Federal tem conseguido implementar melhorias nas unidades socioassistenciais”, destacou a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. “Quanto mais se investe na área de desenvolvimento social, mais a gente reduz as desigualdades na sociedade”, afirmou. Localizados na Área Especial 11/13 do Setor Central do Gama, os centros de referência dispõem de duas recepções com entradas separadas, banheiros, auditório, área externa e salas individualizadas, garantindo a privacidade no atendimento a cidadãos em situação de vulnerabilidade ou com violação de direitos. Centros de referência O Cras e o Creas do Gama funcionam no mesmo endereço, na Área Especial 11/13 do Setor Central O Centro de Referência de Assistência Social (Cras) é a porta de entrada para a assistência social. Com 32 unidades no DF, são oferecidos serviços de atualização do Cadastro Único, avaliação para benefícios sociais e acompanhamento familiar, visando apoiar o público em situação de vulnerabilidade socioeconômica, insegurança e dificuldades de acesso a serviços públicos. O atendimento deve ser feito com data e horário agendados pelo telefone 156 ou pelo site da Sedes. Já o Creas atua quando as pessoas ou famílias já tiveram seus direitos violados. Os serviços ofertados são semelhantes aos do Cras, mas com o foco na superação dos danos causados pela violação de direitos, como violências, maus-tratos ou negligência familiar de adultos, crianças e idosos. O atendimento ocorre quando a própria pessoa procura o local para avaliação do caso ou por encaminhamento de outros órgãos. *Com informações da Sedes-DF

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Jovem aprendiz do Cras Paranoá, com deficiência visual, alcança aprovação em primeiro lugar em enfermagem na UnB

Desde pequena, Roberta Dias de Lima aprendeu a enxergar o mundo além dos olhos. Aos 18 anos, a jovem aprendiz do Centro de Referência de Assistência Social (Cras) do Paranoá, que convive com uma deficiência visual, acaba de conquistar o primeiro lugar em enfermagem na Universidade de Brasília (UnB). Entre desafios, sua trajetória prova que a determinação encaminha jovens para lugares além do que os olhos podem ver. “Conquistei a primeira posição no regime de cotas para pessoas com deficiência e estudantes de escola pública por meio do PAS [Programa de Avaliação Seriada] da UnB. Comecei a me preparar para as provas no primeiro ano do ensino médio. Naquela época, era mais fácil, pois não tinha uma rotina de trabalho, o que me permitiu dedicar mais tempo aos estudos”, conta Roberta. Nos anos seguintes, a jovem relata que a conciliação entre trabalho e estudos tornou-se mais desafiadora. “Tive que estabelecer um cronograma: pela manhã, eu ia ao Cras, à tarde, assistia às aulas na escola e, em seguida, estudava inglês. À noite, intercalava o conteúdo escolar com as matérias do PAS, especialmente as obras do programa de avaliação seriada. Fiz tudo isso sem curso preparatório, apenas com o auxílio de videoaulas e uma apostila que comprei”, recorda. Estudante de escola pública, Roberta menciona que recebia apoio na sala de recursos, mas, durante as aulas, precisava usar a lupa da câmera do celular para copiar o conteúdo do quadro, devido à baixa visão | Foto: Divulgação/Sedes-DF A partir da nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), ela afirma também ter conquistado bolsa integral para o curso de enfermagem por meio do Programa Universidade para Todos (Prouni). “Quando recebi o resultado do PAS, gritei de alegria, quase sem acreditar. Minha mãe e eu comemoramos muito”, afirma Roberta, que mora com a mãe e um irmão mais novo no Paranoá. Natural de Curimatá, no Piauí, a família é beneficiária dos programas Bolsa Família e Cartão Prato Cheio. Estudante de escola pública, Roberta menciona que recebia apoio na sala de recursos, mas, durante as aulas, precisava usar a lupa da câmera do celular para copiar o conteúdo do quadro, devido à baixa visão. “Roberta é um exemplo brilhante de que a superação vai além das dificuldades”, destaca a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. “Sua trajetória, marcada pela determinação e resiliência, nos ensina que as barreiras podem ser transformadas em pontes para o sucesso. A história da jovem nos inspira a fortalecer, cada vez mais, a política de desenvolvimento e assistência social promovida por este GDF, para que mais famílias, especialmente jovens mulheres, conquistem seus objetivos”, acrescenta. Superação A condição de Roberta é definida como visão monocular, quando pacientes apresentam dificuldades com noções de distância, profundidade e espaço. No caso da jovem, a deficiência foi adquirida quando a mãe contraiu toxoplasmose durante a gestação. A estudante iniciou seu estágio no Cras do Paranoá no início de 2024 por meio do Programa Jovem Candango, promovido pelo Governo do Distrito Federal (GDF). A gerente da unidade e supervisora da jovem, Irvana Teixeira, destaca que a princípio foi um desafio orientar as atividades devido à baixa visão de Roberta. “No entanto, surpreendentemente, ela se adaptou muito rapidamente e desempenhou suas funções diárias com grande habilidade”, ressalta. “Roberta é uma menina inspiradora.” Agora, a caloura da Universidade de Brasília se prepara para uma nova jornada acadêmica, despedindo-se do estágio no Cras devido à incompatibilidade de horários. “Já fiz minha matrícula e estou ansiosa pelo início das aulas, previsto para março”, afirma. Ela enxerga longe suas metas daqui para frente: “Meu principal objetivo nos próximos anos é trabalhar na área da estética e em outros setores da saúde”. Ao ser questionada sobre como resumiria sua trajetória de vida até aqui, ela declara: “Superação. E também encorajo pessoas como eu a nunca desistirem de seus sonhos”. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal (Sedes-DF)

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Novos beneficiários do DF Social têm até o dia 26 para abrir conta no BRB

A Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) selecionou 2.264 novas famílias beneficiárias do programa DF Social para abrirem a conta no Banco de Brasília (BRB) e terem acesso ao auxílio mensal de R$ 150. Para garantir o recebimento do próximo pagamento, é necessário que o cidadão tenha a conta social (não se trata de uma conta bancária comum) aberta até as 18h do dia 26 deste mês. Para ter acesso ao cartão, é preciso se registrar no Cadastro Único | Foto: Divulgação/Sedes-DF Quem que não fizer o procedimento no prazo estabelecido terá que aguardar nova rodada de contemplação. ‌A abertura da conta social deve ser efetuada pelo aplicativo BRB Mobile. 70 mil Número de famílias do DF em vulnerabilidade social que recebem mensalmente o benefício do GDF “Para saber se foi contemplado, o cidadão deve fazer a consulta no site DF Social e confirmar se está entre os beneficiários”, orienta a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. “Não é preciso se cadastrar ou solicitar inclusão no Cras [Centro de Referência de Assistência Social] para fazer parte do DF Social; é preciso ter o Cadastro Único”, prossegue a gestora. “Os contemplados são selecionados automaticamente por esses cadastros e de acordo com critérios do programa.” No site GDF Social, o cidadão deve acessar o “Consulta DF Social”, informar CPF e data de nascimento do responsável familiar, conforme declarado no Cadastro Único. Após esse procedimento, aparece mensagem na tela informando se a pessoa se encontra ou não na lista de contemplados. A concessão do benefício do DF Social ocorre mediante disponibilidade orçamentária. As famílias que deixam de atender aos critérios saem da lista para dar lugar a novos contemplados. Mensalmente, 70 mil famílias em vulnerabilidade social no DF são beneficiadas pela iniciativa do Governo do Distrito Federal (GDF). O DF Social é o programa de transferência de renda do GDF que concede o valor de R$ 150 mensais a famílias de baixa renda residentes no DF. Têm direito ao benefício os grupos com renda per capita de até meio salário mínimo inscritos no Cadastro Único. *Com informações da Sedes-DF

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Agendamento nos Cras será confirmado pelo WhatsApp a partir do dia 18

A Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) adotará, a partir do dia 18 deste mês, medida para reduzir o número de faltas nos atendimentos nas unidades dos Centro de Referência de Assistência Social (Cras). As famílias que fizeram agendamento pelo telefone 156 e pelo site da Sedes-DF vão receber uma mensagem de texto pelo aplicativo de mensagens WhatsApp para confirmar ou cancelar o agendamento. A mensagem será enviada cinco dias antes do atendimento agendado para lembrar o cidadão do compromisso e haverá lembretes nos dias seguintes para aqueles que não responderem. Segundo dados da secretaria, varia de 26% a 30% o percentual de abstenções dos atendimentos agendados, o que significa cerca de quatro mil atendimentos que deixam de ocorrer. São cidadãos que marcam atendimento socioassistencial para ter acesso a serviços e benefícios e não comparecem, prejudicando outras famílias em vulnerabilidade social que aguardam para ser atendidas. Quando uma pessoa que marcou agendamento não comparece na data prevista, outra família em vulnerabilidade social perde a chance de ser amparada | Foto: Divulgação/Sedes A confirmação é importante para a equipe da Sedes organizar os atendimentos e liberar a vaga para quem precisa. Mas fique tranquilo: se, por acaso, você não conseguir visualizar a mensagem a tempo, seu agendamento será mantido. “Fique atento para não confundir. Não é golpe. Se você marcou agendamento no Cras ou para se inscrever ou atualizar o Cadastro Único, aguarde que o GDF [Governo do Distrito Federal] vai enviar uma mensagem no seu aplicativo. Confira o número do GDF e o selo de verificação”, explica a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. “É uma iniciativa pioneira no país. A expectativa é que sejam enviadas cerca de 600 mensagens por dia para famílias em vulnerabilidade do DF.” Mensagens de texto Arte: Divulgação/Sedes Além de poder confirmar ou cancelar os agendamentos, as mensagens via WhatsApp reforçam os documentos que devem ser levados para o atendimento e reiteram que o GDF não solicita pagamento para nenhum agendamento. O cidadão também pode receber ligações desse mesmo telefone do aplicativo, caso não confirme ou cancele atendimento. “Já adotamos medida semelhante para avisar da entrega da Cesta Verde, por exemplo, e tivemos adesão das famílias e bons resultados. A intenção é aplicar essa experiência agora com os agendamentos para aumentar a oferta de vagas”, reitera Ana Paula Marra. A disponibilidade de vagas para agendamento de atendimentos ocorre normalmente nas unidades do Cras, todos os dias, por meio de dois canais: o portal da secretaria  e o telefone 156, a partir das 8h. A ligação é gratuita e pode ser feita de qualquer aparelho de telefone. Os agendamentos são realizados conforme capacidade de atendimento de cada Cras, que pode variar de acordo com as alterações de efetivo. *Com informações da Sedes-DF

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Mais de 155 mil famílias vulneráveis foram atendidas nas recepções do Cras em 2024

A Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) começou a contabilizar neste ano no Sistema de Desenvolvimento Social (Sids) os atendimentos prestados na recepção das unidades do Centro de Referência de Assistência Social (Cras). A recepção acolhe e orienta os cidadãos que chegam, sem agendamento prévio, em busca de informações básicas sobre os serviços e benefícios, bem como para atendimentos mais urgentes e para casos específicos, que não requerem escuta qualificada. Contabilização de atendimentos na recepção das unidades do Cras já vinha sendo feita em caráter experimental | Foto: Renato Raphael/Sedes Atendimentos do ano passado, no total, ultrapassam a casa dos 485 mil Os atendimentos na recepção já estavam sendo contabilizados, em caráter experimental, desde o ano passado. Foram 155.738 registros desse tipo nas 32 unidades do Cras do Distrito Federal. Já os atendimentos socioassistenciais em 2024 somam cerca de 330 mil registros, segundo dados da Sedes-DF. Ou seja, no total, foram mais de 485.700 atendimentos no Cras. “A atuação do servidor na recepção é fundamental no acolhimento das famílias em vulnerabilidade social que chegam aos Cras”, explica a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. “Eles recebem o cidadão, tiram dúvidas e fazem os atendimentos mais simples. Ao contabilizar oficialmente esses atendimentos, estamos valorizando e dando visibilidade ao trabalho desse servidor que atua na ponta, que antes não era registrado, além de aumentar a transparência. Agora, nós teremos a real dimensão da atuação daquela unidade.” Atendimento “Há pessoas que, muitas vezes, fazem agendamento para casos que poderiam ser resolvidos rapidamente na recepção do Cras, por isso é  importante divulgar os casos específicos que podem ser resolvidos sem agendamento” Ana Paula Marra, secretária de Desenvolvimento Social A recepção do Cras atende presencialmente apenas para prestar informações aos usuários sobre dos benefícios, como o Cartão Prato Cheio e DF Social, e em casos específicos, que podem ser resolvidos de forma mais célere, como atendimentos relacionados ao Benefício de Prestação Continuada (BPC), Carteira do Idoso, solicitação de auxílio por morte e Bolsa Maternidade, declaração de isenção para segunda via de RG e auxílio na obtenção de documentação civil. “Há pessoas que, muitas vezes, fazem agendamento para casos que poderiam ser resolvidos rapidamente na recepção do Cras, por isso é  importante divulgar os casos específicos que podem ser resolvidos sem agendamento”, reforça a titular da Sedes-DF. “Lembrando que são casos pontuais, pois a escuta qualificada, aquele atendimento integral que leva cerca de uma hora, ainda é fundamental para a concessão de benefícios e encaminhamento para serviços da política de assistência social e de outras áreas, como Saúde e Educação. Nesses casos, o atendimento é somente mediante agendamento prévio.” Todo atendimento socioassistencial que requer escuta qualificada para avaliar a situação da família precisa ser agendado com antecedência pelo telefone 156 ou no site da Sedes-DF Vigilância socioassistencial Diretora de Atenção Integral às Famílias da Sedes-DF, Delma Borges lembra que o novo módulo que contabiliza os atendimentos na recepção dos Cras foi uma das medidas sugeridas no plano de vigilância socioassistencial da pasta. “Era trabalho invisível que agora será contabilizado para aprimorar os nossos serviços e valorizar o servidor” Delma Borges, diretora de Atenção Integral às Famílias da Sedes-DF “Com esses dados, poderemos monitorar e avaliar as demandas das regiões administrativas e organizar nosso planejamento e oferta do serviço, de acordo com as demandas da população do território, com ações que atendam melhor às necessidades do cidadão”, detalha a gestora. “Na recepção, chegavam muitas demandas que não eram registradas, demandas de saúde, pedidos de informação. Poderemos saber, de fato, o que a população está demandando naquela localidade.” A meta do plano de vigilância socioassistencial é analisar os dados das chamadas regiões de desenvolvimento social para fazer um diagnóstico socioterritorial, saber o que as comunidades precisam, quais políticas públicas são necessárias e como aprimorar o atendimento que já é ofertado pela rede de proteção social do DF. “Os servidores dos Cras passaram por capacitação para registrar o que é atendido na recepção, utilizar o sistema”, complementa Delma Borges. “Nesse levantamento experimental, nós identificamos unidades de Cras que tiveram o dobro de atendimentos a mais realizados na recepção, em comparação com os atendimentos socioassistenciais com escuta qualificada. Era trabalho invisível que agora será contabilizado para aprimorar os nossos serviços e valorizar o servidor.” *Com informações da Sedes-DF

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Cras Móvel leva benefícios sociais aos moradores da área rural de Planaltina

Moradores do Núcleo Rural Taquara, em Planaltina, foram beneficiados, nesta terça-feira (28), com o programa Cras Móvel, do Governo do Distrito Federal (GDF). Criada em 2021, a iniciativa, coordenada pela Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), visa levar serviços socioassistenciais diretamente às comunidades mais vulneráveis e isoladas da capital federal. Devido às dificuldades de acesso ao Centro de Referência de Assistência Social (Cras) mais próximo, localizado em Arapoanga, a pasta implementou um plano para garantir a chegada dos serviços essenciais aos residentes. Como resultado, oito assistentes sociais se deslocaram até o local e atenderam os moradores na sede da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater-DF), que auxilia os produtores rurais da região. “Nós temos uma parceria com a Emater para atendimento da população residente de áreas rurais, onde oferecemos todos os serviços socioassistenciais disponíveis no Cras. O objetivo é levar praticidade e conforto para essas pessoas, que muitas vezes não têm condições de se deslocar até a unidade mais próxima”, explica Sabrina Martins, especialista em assistência social do Cras Móvel. Devido às dificuldades de acesso ao Centro de Referência de Assistência Social (Cras) mais próximo, localizado em Arapoanga, foi implementado um plano para garantir a chegada dos serviços essenciais aos residentes | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília Nesta manhã, o Cras Móvel prestou 30 atendimentos, oferecendo uma variedade de serviços socioassistenciais, incluindo orientações sobre benefícios eventuais e atualização do Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico). Na próxima semana, a iniciativa estará na região do Pipiripau, também em Planaltina. “As comunidades atendidas pelo programa são bem carentes e necessitam desse atendimento. Muitas pessoas apresentam certa dificuldade no agendamento do atendimento pelo telefone 156, justamente pela disponibilidade de datas e a distância para deslocamento; e, por meio dessa parceria, conseguem ser atendidas com eficiência e comodidade”, acrescenta a extensionista rural da Emater-DF Cátia Freitas. Para a dona de casa Keila Cardoso, 31, o mutirão de atendimentos perto de casa fez toda a diferença. “Esse serviço facilita muito a nossa vida. Sem essa alternativa, eu teria que pegar um ônibus até Planaltina e ia demorar muito, daria muito trabalho e me geraria um gasto com transporte”, relata. A praticidade e o atendimento humanizado também foram diferenciais para a diarista Rosilene Barbosa, 45: “Vim em busca do atendimento para ver se consigo ter acesso ao [cartão] Prato Cheio. Procurei a Cátia e falei para ela que a condição estava difícil e que eu precisava do benefício. Ela me orientou a buscar atendimento hoje aqui, e estou satisfeita. É um serviço muito bem-feito”.

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GDF vai fortalecer e ampliar rede de proteção social do DF em 2025

O ano de 2024 foi produtivo para a Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), com a inauguração de dois restaurantes comunitários, do 32º Centro de Referência de Assistência Social (Cras) do Distrito Federal e o lançamento de edital que abre até duas mil novas vagas de acolhimento institucional para pessoa em situação de rua. A secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra, destaca as ações previstas para o próximo ano. Entre elas, está a implementação de abrigos permanentes na modalidade pernoite, previsto no último edital e inédito no DF. A oferta de refeições será ampliada nos restaurantes comunitários do DF: horário de funcionamento será em três turnos e todos os dias | Fotos: Divulgação/Sedes “A rede de proteção social do Governo do Distrito Federal (GDF) vem crescendo e aprimorando os serviços a cada ano. Nós já trabalhamos com pernoite em ações temporárias, como os alojamentos durante a pandemia, e nos abrigos contra o frio, sempre com muita adesão”, destaca a gestora. “A licitação está em fase final. Em breve, teremos novidades.” Para o próximo ano, está prevista, ainda, a publicação do edital com 1.197 novas vagas para a carreira de desenvolvimento e assistência social, com a nomeação de novos servidores para as secretarias de Desenvolvimento Social; de Justiça e Cidadania (Sejus-DF); e da Mulher (SMDF), além de reformas nas unidades socioassistenciais e restaurantes comunitários. “É uma alegria poder viabilizar dois certames na mesma gestão. No último, foram cerca de 1.200 servidores nomeados. Agora, teremos outro concurso, com mais de mil vagas para reforçar nosso atendimento e viabilizar a abertura de novas unidades”, enfatiza Ana Paula Marra. “Também vamos entregar as unidades já renovadas. São manutenções corretivas ou preventivas. Tem unidade que estava há mais de 10 anos sem uma intervenção elétrica, hidráulica, do telhado, piso.” A Sedes também vai continuar a ampliar a oferta de refeições nos restaurantes comunitários. A ideia é que, até o final de 2025, todos os equipamentos estejam com a oferta das três refeições – café da manhã, almoço e jantar – com abertura todos os dias, incluindo domingos e feriados. Hoje, já são 11 restaurantes no DF que atendem com a capacidade máxima. Segundo a secretária Ana Paula Marra, há previsão de inauguração do Cras Santa Luzia, na região da Estrutural, e da realização de visitas domiciliares para fiscalizar as condições de segurança alimentar e nutricional nos territórios vulneráveis, além do desenvolvimento de novas metodologias para qualificar a oferta de auxílios e benefícios, aprimorando processos como auxílio por morte na forma de bens de consumo. “A rede de proteção social do DF, hoje, é referência no país” Ana Paula Marra, secretária de Desenvolvimento Social “A rede de proteção social do DF, hoje, é referência no país. Triplicamos os investimentos na área social, inauguramos novos restaurantes comunitários, unidades socioassistenciais, criamos o Cartão Prato Cheio, uma Escola Virtual. Viabilizamos a nomeação de novos servidores, reestruturação da carreira, trouxemos novas tecnologias para a Sedes e melhorias nas condições de trabalho para os servidores. Foram muitos avanços nesta gestão que deixarão um legado importante para a população”, finaliza a secretária. *Com informações da Sedes-DF

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Cras Sobradinho I leva atendimento socioassistencial à área rural

Garantir acesso a direitos e à rede de proteção social do Distrito Federal às comunidades que vivem em áreas rurais e de difícil acesso. Esse é o objetivo da ação comunitária O Suas chegando aonde tem que chegar, realizada no último sábado (30) pelo Centro de Referência de Assistência Social (Cras) Sobradinho com os moradores do Assentamento Miguel Lobato, localizado a 10 quilômetros da unidade. A ação, à qual compareceram 79 pessoas, começou com uma oficina em que os profissionais do Cras explicaram às famílias sobre garantia de direitos, os programas sociais que existem e ainda sobre o acesso, o funcionamento do Cras e o atendimento na recepção. A ação leva conversas sobre direitos e programas sociais à comunidade de Sobradinho | Foto: Divulgação/Sedes-DF “São conversas para empoderar essas famílias, para que elas tenham consciência dos seus direitos e conheçam os programas sociais. Nós atendemos no sábado, por exemplo, uma moça gestante que não sabia da existência do Auxílio Natalidade”, destaca a assistente social do Cras Sobradinho I, Mythsuer Monsueth. Após a oficina, a equipe atendeu a população para fazer escuta qualificada com foco na segurança alimentar e nutricional e avaliar os serviços e benefícios que as famílias necessitam. “Nós atendemos as pessoas previamente inscritas e aquelas famílias que chegaram na hora buscando orientação. O objetivo desta ação foi avaliar a situação do cidadão em relação à segurança alimentar, qual a renda, se tem dificuldade de comprar alimentos, fazer o requerimento do Cartão Prato Cheio, mas também atendemos outras demandas, por exemplo, de agendamento para inscrição ou atualização do Cadastro Único e para acesso a benefícios eventuais”, explica a servidora. “Além disso, essa é uma oportunidade de a equipe do Cras ir pessoalmente ao território conhecer a realidade e as vulnerabilidades daquela localidade e planejar ações efetivas para a comunidade.” Ação continuada A ação O SUAS chegando onde tem que chegar tem caráter continuado para levar os atendimentos a todos os territórios rurais e acampamentos da região que têm dificuldade de acesso ao Cras. A ideia é que, no próximo ano, os atendimentos volantes continuem. Os mutirões são marcados por meio de articulação entre o Cras, gerenciado pela Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) com outras áreas, como a Saúde, por meio das Unidades Básicas de Saúde (UBS), e lideranças comunitárias. “O Cras Sobradinho I é um exemplo do que a Sedes tem orientado, que é a intersetorialidade, a integração da rede para levar os atendimentos às comunidades mais vulneráveis e com dificuldade de acesso ao Cras pela distância. É levar proteção social onde ela precisa estar”, finaliza a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. *Com informações da Sedes-DF

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Representantes do governo do Paquistão conhecem política de assistência social do DF

Uma delegação do governo do Paquistão visitou, nesta quinta-feira (17), o Centro de Referência de Assistência Social (Cras) Sobradinho para conhecer o modelo adotado na oferta de serviços socioassistenciais no Distrito Federal. A visita técnica ao Brasil foi coordenada pelo Banco Mundial, com apoio do governo federal e da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes). O foco foi conhecer a área social no Brasil. A equipe é composta por 10 representantes do governo federal do Paquistão e das províncias daquele país, com atuação em desenvolvimento, planejamento e redução da pobreza. Eles vieram a Brasília para saber como é realizada a descentralização da política de assistência social no Brasil e no DF e a oferta de serviços nesse modelo, que poderá ser adaptado futuramente para ser adotado no país estrangeiro. A comitiva conheceu como é o funcionamento dos Cras e da gestão do Cadastro Único, programa do governo federal, mas que é operacionalizado pelo DF e os estados; a dinâmica para financiamento da política de assistência social e o diferencial do DF em relação a estados e municípios | Foto: Renato Raphael/Sedes-DF “É muito satisfatório perceber que o nosso trabalho tem sido referência para outros estados brasileiros e para o mundo. Então, essa visita articulada pelo Banco Mundial com a Embaixada do Paquistão, que trouxe gestores para conhecer a nossa política de assistência social, foi importante para saber que estamos no caminho certo, e assim vamos continuar. É o governo do Distrito Federal cuidando melhor da população”, destaca a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. A comitiva conheceu como é o funcionamento dos Cras e da gestão do Cadastro Único, programa do governo federal, mas que é operacionalizado pelo DF e os estados; a dinâmica para financiamento da política de assistência social e o diferencial do DF em relação a estados e municípios. Também foram tratados temas como o Bolsa Família e o Serviço de Proteção e Atendimento Integral à Família (PAIF), que é o programa adotado nos Cras do DF para atendimento das famílias em vulnerabilidade social e oferta de serviços e benefícios. “Gostaríamos de agradecer, serão todos muito bem-vindos no Paquistão. Aprendemos muito com vocês, compreendemos melhor o assunto, porque este era o enlace que faltava. Nós já tínhamos visto a área federal, já vimos a área municipal, era esse o ponto que faltava”, declarou o consultor do Banco Mundial em Islamabad, Tariq Bajwa. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal (Sedes-DF)

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Ouvidoria-Geral do DF divulga relatório do 2º trimestre de 2024

A Ouvidoria-Geral do Distrito Federal (OGDF), unidade da Controladoria-Geral do DF (CGDF), apresentou o relatório referente ao 2º trimestre de 2024. De acordo com o documento, houve um aumento de 754 registros de elogios (5%), as reclamações tiveram uma redução de 7% e as denúncias aumentaram 46,4% entre os trimestres. Os assuntos mais demandados foram vagas para atendimento no Centro de Referência de Assistência Social (Cras), saltando de 2.312 manifestações no 1º trimestre para 3.043 no segundo trimestre; seguido de servidor público (2.789), buraco (2.715), atendimento em UBS (2.324) e atendimento hospitalar (2.128). Os dados também podem ser conferidos no Painel de Ouvidoria do DF. De acordo com o relatório, houve um aumento de 754 registros de elogios (5%), as reclamações tiveram uma redução de 7% e as denúncias aumentaram 46,4% entre os trimestres | Foto: Divulgação/ CGDF Algumas ações foram destaque no relatório, como a 8ª Semana de Controle da CGDF, na qual a Ouvidoria-Geral e a Subcontroladoria de Governança conduziram a oficina Experiência do Usuário e Governança de Serviços. A atividade utilizou conceitos de design thinking, insights comportamentais e análise de casos reais, oferecendo uma abordagem prática e interativa. Para Fernanda Oliveira, que assumiu o cargo de ouvidora-geral interina do DF em abril de 2024, essa nova formulação da gestão “vem fortalecendo ainda mais o entendimento de que as temáticas de ouvidoria, governança e compliance devem caminhar lado a lado, unificando projetos com o foco na melhoria dos serviços para a sociedade e no controle interno das instituições”. Fernanda Oliveira substituiu Cecília Fonseca, que agora está à frente da Subcontroladoria de Governança e Compliance da CGDF. Em abril as ouvidorias do GDF passaram a contar com uma nova ferramenta que facilita o atendimento e a comunicação com pessoas surdas. O programa DF Libras, por meio de um QR Code próprio, disponibiliza a tradução em tempo real para a Língua Brasileira de Sinais (Libras) em todos os atendimentos presenciais realizados nas Ouvidorias. A iniciativa é resultado da parceria entre a CGDF e a Secretaria da Pessoa com Deficiência do DF (SEPD-DF). Desde 2015 a linguagem simples está implantada nas ouvidorias do GDF e neste trimestre a ouvidora-geral participou de uma live promovida pela Secretaria de Economia do DF (Seec-DF) abordando a implementação da linguagem para atendimento ao cidadão, por meio das ouvidorias do GDF. Atendimento ao cidadão O serviço de ouvidoria do Governo do Distrito Federal está disponível 24 horas por dia por meio do Participa DF. O cidadão pode entrar em contato também por meio da Central 162, que funciona de segunda a sexta-feira, das 7h às 21h, e aos sábados, domingos e feriados, das 8h às 18h, com ligação gratuita para telefone fixo e celular, ou ainda presencialmente nas ouvidorias do GDF. *Com informações da CGDF

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Ação facilita acesso de pessoas surdas a serviços do GDF

Para marcar o fim do Setembro Azul — mês da visibilidade à comunidade surda — e o Dia Internacional do Intérprete de Língua Brasileira de Sinais (Libras), a Secretaria da Pessoa com Deficiência (SEPD-DF) promoveu, nesta segunda-feira (30), uma ação, ofertando uma série de serviços à população na estação 112 Sul do Metrô — onde tradicionalmente é feito o Cadastro da Pessoa com Deficiência (CadPcD). No local, a população pôde contar, entre outras coisas, com assistência jurídica da Defensoria Pública do Distrito Federal, exames de optometria, palestras e atendimento dos centros de Referência de Assistência Social (Cras) e de Referência Especializado de Assistência Social (Creas). Tudo com a intermediação de intérpretes da Central de Interpretação de Libras (CIL). Flávio Santos: “Nós temos um programa muito importante para o segmento que é o DF Libras, que traz interpretação de Libras para todos os surdos em todos os órgãos do GDF” | Foto: Matheus H. Souza/ Agência Brasília “Hoje é um dia marcante para esse segmento, porque essa área da comunicação acessível, principalmente na questão de Libras, é muito importante para que haja mais inclusão para as pessoas surdas. O governo tem essa preocupação há muitos anos e, hoje, nós temos um programa muito importante para o segmento que é o DF Libras, que traz interpretação de Libras para todos os surdos em todos os órgãos do GDF”, apontou o secretário da Pessoa com Deficiência, Flávio Santos. “[Essa ação] que comemora o Dia Nacional do Surdo [26 de setembro] e o Dia Internacional do Intérprete serve para marcar a importância dessa área de atuação do nosso governo em prol das pessoas com deficiência, mais especificamente dos surdos”, acrescentou. Já o diretor de Acessibilidade Comunicacional da SPED, Waldimar Carvalho, destacou que a ação é uma oportunidade de “trazer as pessoas surdas para mais perto” dos serviços oferecidos pelo GDF: “Trazer para uma área mais central, com a Defensoria Pública, com os Cras, os Creas, trazendo o profissional e trazendo a tradução. São mais de 40 pessoas que estão aqui hoje para esses atendimentos. Esse é um projeto que a gente quer que cresça cada vez mais dentro da secretaria, para que traga mais visibilidade e traga o surdo para os atendimentos que são necessários.” Professora de Libras, Adriana Marcondes foi ao local para aproveitar os serviços e aprovou a ação. “É muito importante a acessibilidade para ter inclusão nesses vários atendimentos, para a gente se sentir unidos dentro da mesma comunidade. Então, isso é muito importante para nós”, celebrou. DF Libras CIL Online Alexandre Castro elogiou o DF Libras: “O surdo, com um aplicativo que não consome internet, baixa esse aplicativo gratuitamente e pode ter acesso aos serviços públicos” Citado pelo secretário, o programa DF Libras CIL Online foi lançado em dezembro do ano passado e oferece às pessoas surdas — online, 24 horas por dia e sete dias por semana — a possibilidade de fazer uma videochamada com intérpretes para que eles façam a intermediação no acesso a serviços diversos, como atendimentos em hospitais e chamadas à polícia. “O surdo, com um aplicativo que não consome internet, baixa esse aplicativo gratuitamente e pode ter acesso aos serviços públicos. Inclusive, nesse aplicativo, que foi idealizado pela Secretaria da Pessoa com Deficiência, ele também tem serviços particulares. Ele pode, por exemplo, pedir uma pizza. Ele tem o telefone do local, dá o telefone para o intérprete, que liga lá e consegue uma pizza. Ou seja, autonomia e liberdade”, enfatizou o diretor da Central de Intermediação em Libras, Alexandre Castro, acrescentando que, presencialmente, a CIL funciona na estação 112 Sul, de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h. “A ideia é que tenhamos realmente um DF mais acessível, mais inclusivo e com mais cidadania. Essa é uma proposta do nosso governo e, principalmente, integrando as secretarias dentro de uma mesma visão, de um mesmo espírito, de se unir em prol da comunidade”, arrematou o secretário Flávio Santos.

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Especialistas em desenvolvimento social prestam serviço essencial na garantia de direitos

Em agosto, são celebradas três importantes profissões: o Dia do Profissional do Direito (11), o Dia do Psicólogo (27) e o Dia do Nutricionista (31). Distribuídas entre as unidades da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) e de outras pastas do Governo do Distrito Federal (GDF), as especialidades são essenciais na garantia de direitos à população em situação de vulnerabilidade socioeconômica. “Após muitos anos de atuação como advogada, posso afirmar com convicção a importância não apenas da minha formação em direito, mas também das demais especialidades nas unidades públicas de assistência social para a proteção social da população”, afirma Ana Paula Marra, secretária de Desenvolvimento Social. Sheila Portela explica que “o psicólogo da Sedes trabalha a relação do indivíduo com a família e a sociedade” | Fotos: Flávio Anastácio/Sedes-DF Nas 32 unidades do Centro de Referência de Assistência Social (Cras) administradas pela Sedes, além de outras unidades de gestão, trabalham os psicólogos junto aos assistentes sociais, pedagogos e técnicos. Mas o trabalho desse profissional não é o mesmo dos consultórios clínicos de psicoterapia. “Enquanto na área da saúde o foco está no paciente, auxiliando-o a compreender questões do passado, presente e futuro que impactam sua saúde mental, o psicólogo da Sedes trabalha a relação do indivíduo com a família e a sociedade”, afirma Sheila Portela, psicóloga do Cras Riacho Fundo II. Nos Cras, os profissionais atuam de forma preventiva, identificando vulnerabilidades socioeconômicas e possíveis violações de direitos. “A partir dessa análise, trabalhamos na superação das fragilidades”, completa Sheila. Os centros de referência de assistência social oferecem, entre outros serviços, atualização do Cadastro Único, inclusão em benefícios socioassistenciais, projetos e ações comunitárias, além de acompanhamento familiar realizado por uma equipe multidisciplinar. O público é atendido por meio do agendamento no 156 ou site, além de usuários encaminhados por outros órgãos públicos. Direitos Especialista em direito e legislação, Fabiana Aguiar garante atendimento a famílias que tiveram direitos violados Já nas 13 unidades do Centro de Referência Especializados de Assistência Social (Creas), também atuam profissionais de diferentes áreas, incluindo especialistas em direito e legislação, como a servidora do Creas da Estrutural Fabiana Aguiar. “O profissional dessa área é responsável por promover os direitos das famílias dentro das unidades”, explica ela. Essa especialidade, afirma Fabiana, tem um papel crucial no atendimento a famílias que tiveram direitos violados, como negligência familiar, violência e abandono. O profissional garante a inclusão dessas famílias em programas, benefícios e serviços socioassistenciais, além de encaminhá-las para serviços de outras políticas públicas, especialmente em questões relacionadas à Justiça. “Enquanto um advogado se concentra em ações judiciais, o especialista da Sedes adota uma abordagem jurídica no acompanhamento familiar dentro das unidades públicas de assistência social”, destaca a servidora. “Essa atuação integrada é fundamental para assegurar que os direitos dos cidadãos sejam respeitados e promovidos de maneira eficaz.” Segurança alimentar Os nutricionistas são responsáveis por supervisionar todas as etapas de produção das refeições dos 16 restaurantes comunitários do DF Nos 16 restaurantes comunitários do DF, os nutricionistas são responsáveis por supervisionar todas as etapas de produção das refeições. “Acompanhamos o recebimento da matéria-prima, a refrigeração e higienização dos alimentos, a temperatura, até chegar ao prato dos consumidores”, destaca Walkyria Paula, nutricionista do Restaurante Comunitário de São Sebastião. “O nutricionista é o principal ator para que tudo saia dentro do planejado, assegurando uma alimentação segura do ponto de vista sanitário e saudável para a população”, ressalta a servidora. Na Sedes, há um total de 628 especialistas, distribuídos da seguinte forma: 149 psicólogos, 16 nutricionistas e 25 especialistas em direito e legislação. O restante é composto por assistentes sociais, pedagogos, educadores sociais e outros profissionais. No último concurso público da pasta, realizado em 2019, foram nomeados cerca de 1.140 técnicos e especialistas em assistência social. Está previsto o lançamento de um novo certame, que oferecerá 1.197 vagas em diversas especialidades, incluindo cargos de nível superior. As oportunidades serão divididas entre a Sedes e as secretarias de Justiça e Cidadania (Sejus-DF) e da Mulher (SMDF). *Com informações da Sedes-DF

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Espaços da Secretaria de Desenvolvimento Social passam por reforma e manutenção

A Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal (Sedes) tem como missão principal garantir os direitos da população em situação de vulnerabilidade e risco social. É fundamental, portanto, que os espaços físicos dela ofereçam uma sensação de acolhimento e proteção. É exatamente por isso que boa parte dos equipamentos da Sedes está passando por trabalhos de reforma e manutenção. Entre Centros de Referência de Assistência Social (Cras), Centros de Referência Especializado em Assistência Social (Creas), Centros de Convivência (Cecons), Centros de Referência Especializado para População em Situação de Rua (Centros Pop), restaurantes comunitários e demais aparelhos, são 94 espaços, dos quais, 45 passam ou passaram recentemente por obras, segundo o subsecretário de Administração Geral da Sedes, Edward Fonseca de Lima. Só neste ano, foram investidos nos reparos R$ 8,7 milhões. Os equipamentos da Sedes passam por manutenções corretivas ou preventivas para atender melhor à população em situação de vulnerabilidade ou risco social | Fotos: Paulo H. Carvalho/ Agência Brasília “São manutenções corretivas ou preventivas e a gente tem um cronograma para que elas atinjam todas as unidades”, explica o subsecretário. “Tem unidade que estava há 20, 25, até 30 anos sem uma manutenção interventiva, estrutural mesmo, de elétrica, hidráulica, telhado, piso”, acrescenta. Em todo o ano passado, 232 mil famílias foram atendidas pela Sedes. Para este ano, a previsão é de que o número chegue a 282 mil. Até o momento, foram atendidas 132 mil. Há uma preocupação da secretaria em não paralisar esses atendimentos enquanto as obras são realizadas. Dessa forma, a depender do trabalho que esteja sendo realizado, os acolhimentos são feitos em uma parte dos prédios ou mesmo de forma remota. “A gente não pode paralisar, a gente precisa viabilizar esse atendimento. Então, as nossas equipes elaboram uma metodologia de atendimento que vai fazer com que a unidade não pare”, diz Edward. “Quando não tem o espaço adequado, a gente prejudica a política pública” Edward Fonseca de Lima, subsecretário de Administração Geral O subsecretário ainda enfatiza a importância de um espaço bem cuidado no acolhimento à população: “Quando não tem o espaço adequado, a gente prejudica a política pública. Um equipamento bem estruturado vai ter impacto significativo na política pública, não é só a obra efetivamente, mas a capacitação dos servidores, o mobiliário novo, os aparelhos de ar-condicionado, as salas adequadas… O equipamento é, de fato, essencial para o desenvolvimento da política pública”. Que o diga o agente social Eduardo Moraes. Ele trabalha no Cras do P Sul, em Ceilândia — um dos equipamentos entregues recentemente —, e destaca a criação de salas para atendimento individualizado. “Melhorou bastante em questão de privacidade do usuário. Hoje ele pode ter um atendimento mais humanizado, mais especializado”, afirma. “Quando tem essa privacidade, ele consegue ser mais verdadeiro no que está passando, nas suas dificuldades, não tem vergonha de falar suas necessidades”, completa. Eduardo Moraes comemora a reforma no Cras do P Sul, onde trabalha: “Melhorou bastante em questão de privacidade do usuário” Os usuários também aprovaram as instalações reformadas. “É muito bom. Agora está novinho, não pegamos mais chuva ali”, celebra o aposentado Edgar Alves, de 69 anos, referindo-se à entrada do local, agora coberta. “[Ficou] Mais acolhedor, a comunidade merece”, emenda Alice Pereira, 31. Equipamentos De acordo com a Sedes, os Cras são a porta de entrada para a política de assistência social. Eles oferecem, entre outras coisas, atualização de Cadastro Único, inclusão em benefícios de segurança alimentar e demais auxílios, e acompanhamento familiar com especialistas em assistência social a todas as pessoas. Alice Pereira destaca que o novo Cras do P Sul ficou “mais acolhedor” Os Creas, por sua vez, atuam em situações de maior complexidade e gravidade, atendendo pessoas que tenham sido vítimas de algum tipo de violação de direito, como violência física, sexual ou psicológica, afastamento do convívio familiar e abandono. Os Centros Pop servem como um ponto de apoio para guarda de pertences, higiene pessoal, alimentação e provisão de documento às pessoas em situação de rua. Eles não são, contudo, um abrigo. Por fim, os Cecons são espaços públicos onde grupos se encontram para a realização de atividades, tais como debates e oficinas. Esses espaços têm caráter preventivo e proativo, e são voltados à afirmação de direitos e ao desenvolvimento de capacidades.

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Usuários do Cras Samambaia Expansão terão aulas de alfabetização

O Centro de Referência de Assistência Social (Cras) Samambaia Expansão inaugurou na segunda-feira (22) espaço para oferecer aulas de alfabetização para adultos e idosos atendidos na unidade. Batizado de Casa de Madeira, o local será utilizado como sala de aula, em três turnos (manhã, tarde e noite) para cerca de 50 usuários inscritos. As classes serão ministradas por uma educadora voluntária da comunidade, por meio do programa DF Alfabetizado, uma parceria entre as secretarias de Desenvolvimento Social (Sedes) e de Educação. As aulas de alfabetização no Cras Samambaia Expansão serão ministradas na Casa de Madeira, espaço inaugurado nessa segunda (22) | Foto: Divulgação/ Sedes-DF “Muitos dos nossos usuários, por não serem alfabetizados, têm dificuldades no dia a dia para acessar benefícios como o DF Social, que precisa abrir conta no banco, na hora de retirar o voucher de benefícios eventuais. Tem um círculo de mulheres atendidas na unidade onde essa também é uma questão. Nós percebemos nos nossos atendimentos como a falta de letramento prejudica a garantia de direitos e a autonomia. Por isso, o Cras trouxe o programa para dentro da unidade”, explica a gerente da unidade, Ana Luzia Dias. “Oferecer esse espaço para a alfabetização de adultos e idosos é um serviço muito importante que garante direitos, cidadania e autonomia” Ana Paula Marra, secretária de Desenvolvimento Social As aulas serão ministradas de segunda a quinta-feira, das 14h às 16h30, na Casa de Madeira no Cras Samambaia Expansão, que fica na QR 833, Conjunto 08, Lote 01/02. “Oferecer esse espaço para a alfabetização de adultos e idosos é um serviço muito importante que garante direitos, cidadania e autonomia dessas pessoas. O Cras é a porta de entrada para a política de assistência social. Que bom que podemos também oferecer mais esse serviço tão essencial para as famílias vulneráveis que vivem naquela região de Samambaia”, enfatiza a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. Alfabetização O DF Alfabetizado foi criado com base no programa Brasil Alfabetizado, do governo federal, que tem o objetivo de contribuir para a universalização do ensino fundamental, promovendo apoio a ações de alfabetização de jovens com 15 anos ou mais, adultos e idosos nos estados, no Distrito Federal e nos municípios. Em 29 de abril deste ano, a Secretaria de Educação do Distrito Federal aderiu ao Programa Brasil Alfabetizado – Saldos Remanescentes (PBA), lançado pelo Ministério da Educação (MEC). Com edital publicado no dia 24 de maio, apresentou um processo seletivo simplificado para a contratação de alfabetizadores e tradutores intérpretes de libras voluntários para atuação no programa DF Alfabetizado – saldo remanescente e composição de cadastro reserva. “As atividades de alfabetização iniciaram no dia 22 de julho – até o momento, foram abertas 32 turmas, distribuídas pelas diversas regiões administrativas. O grande diferencial do programa é que essas turmas podem funcionar em diferentes locais, o que possibilita que a alfabetização chegue em comunidades que nossas escolas ainda não alcançam, somando esforços às nossas 101 escolas que ofertam a Educação de Jovens e Adultos, desde a alfabetização até a conclusão da educação básica”, destaca a secretária de Educação,  Hélvia Paranaguá. O Cras Samambaia Expansão conta com uma educadora voluntária que reside na comunidade, que se inscreveu e passou em todas as etapas do processo seletivo. Para ministrar as aulas na unidade socioassistencial, ela recebe recursos do programa. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social  

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Cras do P Sul, em Ceilândia, é reinaugurado para atender 25 mil famílias

Em um mês, a Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes) realizou a entrega simbólica de três unidades socioassistenciais que passaram por reformas nas instalações. Nesta terça-feira (18), o Centro de Referência de Assistência Social (Cras) do P Sul, em Ceilândia, foi reinaugurado com o espaço totalmente renovado, após um investimento de R$ 1.003.939,94. A medida visa qualificar o atendimento para 25 mil famílias referenciadas pela unidade. O centro de referência do P Sul passou por substituição do piso, manutenção do telhado, pintura interna e externa, reformas das salas e na parte elétrica, confecção de baias de atendimento em material drywall e adequações na acessibilidade das instalações para pessoas com deficiência. As ações visam modernizar e adequar as instalações do Cras P Sul para quem busca os serviços prestados na unidade, localizada na quadra EQNP 12/16, em Ceilândia. O Cras P Sul ganhou, entre outras coisas, pisos, telhado e pinturas novos | Foto: Renato Raphael/Sedes Durante a execução das obras, com início no segundo semestre de 2023, os servidores fizeram revezamento na unidade para garantir o atendimento emergencial aos cidadãos. Além disso, alguns serviços eram prestados de forma remota, por telefone, de modo a minimizar os impactos para a população. A unidade conta com recepção, sala para técnicos administrativos, salas para atendimentos, banheiros para beneficiários e servidores, copa e cozinha, além de área externa. “Essa entrega é muito importante. Não apenas para melhorar o espaço físico dos servidores, mas também para qualificar o atendimento à população” Ana Paula Marra, secretária de Desenvolvimento Social “Ceilândia é nossa maior região administrativa no DF, sendo que o Cras P Sul é uma das unidades com mais famílias referenciadas”, declarou a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. “Essa entrega é muito importante. Não apenas para melhorar o espaço físico dos servidores, mas também para qualificar o atendimento à população. Com isso, cada família terá mais privacidade e conforto durante o atendimento socioassistencial”, completa. De janeiro de 2023 a maio de 2024, o Cras P Sul realizou 18.265 atendimentos, sendo 3.042 solicitações de benefícios eventuais (auxílio natalidade, auxílio por morte, por situação de vulnerabilidade temporária e auxílio calamidade), além de 9.835 inclusões no Programa Cartão Prato Cheio. De janeiro de 2023 a maio de 2024, o Cras P Sul realizou 18.265 atendimentos, sendo 3.042 solicitações de benefícios eventuais Outras unidades Em 29 de maio, o Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas) de Ceilândia foi entregue à comunidade após reformas estruturais. Já no dia 4 de junho, foi a vez de o Cras Guará passar por reformas, ambos após um ano de obras. O Cras é a porta de entrada da Política de Assistência Social, com a função de fornecer serviços socioassistenciais básicos às famílias em situação de vulnerabilidade, visando promover o fortalecimento de vínculos familiares e comunitários, prevenir a fragilidade social e promover a inclusão. Entre as ações realizadas pelo equipamento, estão a atualização do Cadastro Único, a inclusão em benefícios eventuais, de segurança alimentar e nutricional, a realização de atividades socioeducativas, o acompanhamento familiar com especialistas em assistência social e o trabalho conjunto com outros órgãos de proteção e defesa. No DF, há 32 Cras distribuídos em diferentes regiões administrativas, além do Cras Móvel. O atendimento deve ser feito com data e horário agendados pelo telefone 156 ou pelo site da Sedes. Confira o endereço do Cras mais próximo de você. *Com informações da Sedes

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Benefícios sociais ofertados nos Cras e Creas do DF transformam a vida das pessoas

Foi no momento em que mais precisava de ajuda que a diarista Mery Lopes dos Santos, de 42 anos, encontrou, no Centro de Referência de Assistência Social (Cras) de Samambaia Sul, uma esperança de dias melhores. “Foi a certeza de que eu e meus filhos não iríamos mais passar fome”, afirma a mãe de três crianças. Mery Lopes dos Santos contou com a equipe do Cras para se inscrever na lista da Codhab | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília Beneficiária do programa Prato Cheio, Mery recebe parcelas de R$ 250 para auxiliar a família na aquisição de alimentos. Ela também contou com a ajuda da equipe da unidade socioassistencial para se inscrever na lista da Companhia de Desenvolvimento Habitacional (Codhab) de candidatos a recebimento de uma das unidades erguidas pelo Governo do Distrito Federal (GDF) no Sol Nascente. Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília O apoio que recebeu no Cras pôs fim a uma espera de mais de 13 anos pela casa própria. “Com a ajuda das meninas do Cras eu pude atualizar minha faixa e acabei sorteada. É uma realização de um sonho e uma felicidade enorme em poder dizer que vou ter moradia para mim e para meus três filhos”, relata. “Hoje, eu posso dizer que o Cras me ajudou a colocar comida na minha mesa e a realizar o sonho da casa própria”, completa. Assim como Mery, milhares de outros moradores do DF também tiveram a vida transformada pelos centros de Referência de Assistência Social (Cras) e de Referência Especializado de Assistência Social (Creas). Esses equipamentos públicos foram responsáveis por 640 mil atendimentos realizados desde 2019. É por meio desses centros socioassistenciais que pessoas em risco social e vulnerabilidade conseguem acessar os benefícios e programas desenvolvidos pelo GDF. Representados por siglas semelhantes, Cras e Creas desempenham, contudo, papéis distintos na cobertura e oferta de assistência social aos que mais precisam, ainda que atuem de forma integrada e paralela. O GDF tem investido na ampliação de unidades socioassistenciais. Atualmente, a capital conta com 32 unidades do Cras organizadas por territórios e divididas por endereço e áreas de abrangência | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília Os Cras têm como principal objetivo a oferta de serviços básicos de proteção social, como orientação e encaminhamento para acesso a benefícios, programas de transferência de renda e atividades socioeducativas. Já os Creas, por sua vez, têm atendimento voltado para situações de maior complexidade e gravidade, como casos de violência doméstica, abuso sexual, exploração infantil e outras formas de violação de direitos. “São serviços complementares da assistência social, com objetivos e funções distintas. Ambos ofertam programas, serviços e benefícios da assistência social”, explica a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. “O Cras atua na prevenção e no fortalecimento de vínculos familiares. Seu foco é a proteção social básica, atendendo famílias e indivíduos em situação de vulnerabilidade social. Já o Creas presta atendimento a famílias e indivíduos que tiveram direitos violados”, continua a titular da pasta. Para o subsecretário de Assistência Social, Coracy Chavante, o mais importante na atuação desses equipamentos públicos é garantir a proteção social deste grupo de pessoas. “Quanto maior a capilaridade da atuação de ambos e maior a oferta de serviços, maior é a proteção; é o governo dando segurança para essas famílias que vivem situações das mais delicadas da vida, em completo isolamento social e em situação de insegurança, seja ela alimentar ou de outro tipo”, defende. Dos 44 centros existentes, cinco foram inaugurados pelo governador Ibaneis Rocha. Eles estão localizados no Sol Nascente, Porto Rico (Santa Maria), Itapoã Parque e o Cras Móvel. Em paralelo, o governo executou reformas em vários equipamentos públicos, como Centro Pop Asa Sul, Centro Pop Taguatinga, Cras Paranoá, Cras Brasília, Casa Flor e Serviço de Acolhimento Institucional para Adultos e Famílias (SAIF Areal) Ampliação Não à toa, o GDF tem investido na ampliação de unidades socioassistenciais. Atualmente, a capital conta com 32 unidades do Cras organizadas por territórios e divididas por endereço e áreas de abrangência. Há, ainda, outros 12 postos de atendimento do Creas espalhados pelas regiões administrativas (RAs), além do Creas Diversidade, voltado especificamente para atender situações de discriminação, seja por orientação sexual identidade de gênero, raça, etnia ou religiosidade. Dos 44 centros existentes, cinco foram inaugurados pelo governador Ibaneis Rocha. Eles estão localizados no Sol Nascente, Porto Rico (Santa Maria), Itapoã Parque e o Cras Móvel. Em paralelo, o governo executou reformas em vários equipamentos públicos, como Centro Pop Asa Sul, Centro Pop Taguatinga, Cras Paranoá, Cras Brasília, Casa Flor e Serviço de Acolhimento Institucional para Adultos e Famílias (Saif Areal). Desde 2019, foram investidos quase R$ 50 milhões para ampliar a rede de assistência social do DF. O montante abrange tanto os investimentos contínuos como os pontuais, como contratos de aluguel, aquisição de computadores, mobiliário e manutenção predial. Graças ao investimento é possível dizer que, hoje, nenhuma região administrativa do DF está sem amparo. Em todas elas há ao menos uma unidade destinada ao atendimento desse público. E há mais por vir. A Secretaria de Desenvolvimento Social do DF (Sedes) prevê a entrega de novas unidades socioassistenciais no Recanto das Emas, Sol Nascente, Santa Maria, Itapoã, São Sebastião e a reabertura do Cras Samambaia Expansão. “Temos que lembrar que as pessoas que utilizam o serviço do Cras e do Creas estão em uma situação onde há uma escassez de recurso e acesso a serviço público e, quando o GDF implanta uma unidade próximo da casa delas, o governo acessa quem mais precisa dos serviços públicos”, explica Chavante. “É importante que o estado busque, ativamente, as pessoas que mais precisam dele”, prossegue o subsecretário. Amparo O Serviço de Atendimento e Proteção Integral às Famílias (Paif) é o principal amparo prestado pelo Cras. Ele está focado na escuta atenta e em compreender os contextos de vida e interações sociais que envolvem uma família. Com base nessa compreensão, são implementadas medidas para assegurar que a família alcance um nível básico de proteção. Além do Paif, o Cras também oferece uma série de outros serviços para pessoas em risco social, como: Cartão Creche; Cartão Material Escolar; Cartão Prato Cheio; Cartão Gás; Benefício de Prestação Continuada; Carteira de Idoso; Cesta de Alimentos Emergencial; e benefícios eventuais (auxílio natalidade, por morte, em situações de vulnerabilidade temporária e em situações de desastre e calamidade pública).

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Liberados R$ 35 milhões para pagamento dos cartões Prato Cheio e DF Social

A Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes) liberou, nesta quinta-feira (2), R$ 35.256.640 para pagamento dos cartões Prato Cheio e DF Social. A maior parte do montante, R$ 24.975.750, foi investido na concessão do crédito de R$ 250 do programa Prato Cheio, que atualmente contempla 100 mil famílias. “Ao receber o benefício, as famílias podem adquirir alimentos e itens do dia a dia necessários para uma vida saudável e digna”, destaca a secretária Ana Paula Marra. O Prato Cheio é benefício pago em um ciclo de nove parcelas de R$ 250 para auxiliar famílias em situação temporária de insegurança alimentar e nutricional | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília “Vale lembrar que a maior parte do público beneficiário dos nossos programas é composta por mulheres, sendo quase todas mães e chefes de família”, destaca a gestora. O Prato Cheio é benefício pago em um ciclo de nove parcelas de R$ 250 para auxiliar famílias em situação temporária de insegurança alimentar e nutricional. Encerrado esse período, o titular precisa passar por nova avaliação socioassistencial no Centro de Referência de Assistência Social (Cras) da sua região, ou, na unidade em que estiver sendo acompanhado. Os cartões do benefício estarão disponíveis para retirada a partir do dia 2 de maio, considerando o escalonamento pela primeira letra do nome do beneficiário, conforme cronograma a seguir: * A – B: 2/5/2024 * C – E: 3/5/2024 * F – J: 6/5/2024 * K – L: 7/5/2024 * M: 8/5/2024 * N – R: 9/5/2024 * S – Z: 10/5/2024 Clique aqui para mais informações sobre o Programa Cartão Prato Cheio. DF Social No caso do DF Social, neste mês são 68.127 famílias beneficiadas, com investimento de R$ 10.280.890,00. Além disso, foram emitidos 519 novos cartões. O programa concede um benefício mensal de R$ 150 para famílias com renda familiar de até meio salário mínimo por pessoa, inscritas no Cadastro Único e residentes no Distrito Federal. Neste caso, não é preciso solicitar o auxílio. As famílias que atenderem aos critérios são incluídas de forma automática conforme os critérios de priorização e disponibilidade orçamentária. O programa DF Social integra as estratégias do Governo do Distrito Federal (GDF) no combate à pobreza e na garantia de direitos. Onde retirar o cartão Para verificar se está entre os novos beneficiários dos programas, é preciso realizar a consulta no site GDF Social. No portal, o cidadão pode obter informações sobre a agência do Banco de Brasília (BRB) onde vai retirar o cartão, sendo imprescindível que a busca seja feita apenas pelo titular do auxílio, mediante a apresentação de documento original com foto e CPF. O beneficiário tem dois meses para retirar e desbloquear o seu cartão. Caso perca o prazo, haverá o desligamento no programa e a necessidade de novo atendimento socioassistencial. *Com informações da Sedes  

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Servidoras representam GDF em conferência de serviço social no Panamá

Com o apoio da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes), as assistentes sociais Ana Carolina Renault e Samira de Alkimim representaram a pasta na Conferência Internacional de Serviço Social e Desenvolvimento Social 2024, na Cidade do Panamá (Panamá) entre os dias 4 e 7 deste mês. O evento reuniu profissionais e especialistas do mundo todo para trocar experiências e discutir questões sobre ação social conjunta.  Programas bem-sucedidos do GDF, como o Prato Cheio, foram mostrados na conferência | Foto: Divulgação/Sedes Servidoras de carreira da Sedes, Samira e Ana Carolina viajaram até o Panamá para apresentar programas, ações e serviços da secretaria na conferência, que também abordou temas como pobreza, desigualdade social, discriminação, violências, questões migratórias, políticas sociais e proteção social. Ana Carolina apresentou sua pesquisa de mestrado sobre o programa Prato Cheio, lançado em 2020 pelo GDF como política pública de garantia do direito humano à alimentação adequada. “Também foi uma oportunidade de apresentar o que temos feito em nossa secretaria, que são práticas extremamente inovadoras na área social”, afirma. “O compartilhamento de conhecimento é um passo importante para promover sociedades mais justas e igualitárias” Ana Paula Marra, secretária de Desenvolvimento Social Já Samira mostrou experiência de supervisão técnica nas unidades de proteção básica nas unidades do Centro de Referência de Assistência Social (Cras). A supervisão, lembra ela, permite discutir os temas do serviço de Proteção e Atendimento Integral à Família (Paif), integrando a prática dos trabalhadores às particularidades do território e às normas técnicas.  Atendimento integral O Paif é um programa do governo brasileiro que garante direitos às famílias em situação de vulnerabilidade ou risco social. Faz parte do Sistema Único de Assistência Social (Suas), e é implementado nas unidades do Cras em todo o país. Dentro do Paif, são oferecidas diversas ações, como escuta ativa, orientação sociofamiliar e encaminhamentos para serviços de outras políticas públicas, buscando promover o desenvolvimento familiar e comunitário. “A presença das servidoras no evento reforça a importância de inserir, cada vez mais, o DF no panorama internacional de serviço e desenvolvimento social para não só apresentar, mas também conhecer outras práticas”, avalia a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. “O compartilhamento de conhecimento é um passo importante para promover sociedades mais justas e igualitárias.” *Com informações da Sedes

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Protagonismo feminino é tema de ação no Cras Sobradinho

Uma manhã para realçar o protagonismo da mulher. Esse foi o objetivo da ação comunitária realizada nesta quarta-feira (27) no Centro de Referência de Assistência Social (Cras) de Sobradinho. Com a participação de aproximadamente 70 mulheres, o evento foi organizado pelos servidores da unidade e parceiros, tendo sido aberto com um café da manhã para as mulheres atendidas ou acompanhadas pela equipe do Cras.  A autônoma Bebel Mendonça pontuou: “O protagonismo feminino sempre existiu, mas a busca pelo reconhecimento é muito grande. Eu, que sou uma mulher trans, sempre luto para que outras mulheres se empoderem cada vez mais” | Foto: Flávio Anastácio/Sedes Em razão de março ser o mês internacional das mulheres, o encontro foi voltado para a discussão sobre autoestima, autonomia, autocuidado, relacionamentos saudáveis e empoderamento feminino. Houve distribuição de kits de higiene, sorteio de brindes, bazar de roupas, dicas de beleza e corte de cabelo ofertado pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac). Foram entregues mudas de plantas e flores doadas pela Terracap.  “O papel do Cras vai muito além da oferta de benefícios. É um espaço de reflexão e convivência comunitária, sobretudo para mulheres chefes de família, que compõem o maior público beneficiário dos programas socioassistenciais” Ana Paula Marra, secretária de Desenvolvimento Social “Conforme fazemos o atendimento e acompanhamento das famílias, nós identificamos algumas necessidades desse público”, disse a assistente social Mythsuer Monsueth, da Sedes. “A partir daí, pensamos em ações para suprir as demandas do território, como o debate sobre o empoderamento feminino, a prevenção da violência doméstica e também o acesso a direitos.” Atendida pelo Cras de Sobradinho, a autônoma Bebel Mendonça, 60, foi uma das participantes do evento. “O protagonismo feminino sempre existiu, mas a busca pelo reconhecimento é muito grande”, afirmou. “Eu, que sou uma mulher trans, sempre luto para que outras mulheres se empoderem cada vez mais”. Porta de entrada O Cras é a porta de entrada para a política de assistência social desenvolvida pelo GDF. Sua principal função é fornecer serviços socioassistenciais básicos às famílias em situação de vulnerabilidade e risco social, para promover o fortalecimento dos vínculos familiares e comunitários, prevenir situações de fragilidade social e garantir a inclusão. “O papel do Cras vai muito além da oferta de benefícios”, pontuou a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. “É um espaço de reflexão e convivência comunitária, sobretudo para mulheres chefes de família, que compõem o maior público beneficiário dos programas socioassistenciais.” No Distrito Federal, há 33 unidades distribuídas em diferentes regiões administrativas. O atendimento é prestado com data e horário agendados pelo telefone 156 ou pelo site da Sedes. Veja a lista de endereço das unidades do Cras do DF. *Com informações da Sedes

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Governador encaminha reestruturação da carreira de assistência social à CLDF 

O governador Ibaneis Rocha encaminhou à Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) o projeto de lei que reestrutura a carreira pública de desenvolvimento e assistência social. Estão previstas alterações em gratificação existente, a criação de uma nova e também novos padrões de progressão na carreira.  Assinatura do projeto de lei foi feita durante a entrega do Cras do Itapoã Parque | Foto: Renato Alves/Agência Brasília “Esse é um pedido dos servidores, um pedido justo pelo qual eles lutavam havia mais de dez anos” Governador Ibaneis Rocha A assinatura ocorreu durante a entrega do Centro de Referência de Assistência Social  (Cras) do Itapoã Parque, na manhã desta sexta-feira (15). Na oportunidade, o governador elogiou a atuação dos assistentes sociais e pediu uma rápida aprovação do projeto de lei pela Casa legislativa.  “Esse é um pedido dos servidores, um pedido justo pelo qual eles lutavam havia mais de dez anos”, declarou o chefe do Executivo. “Foi feito um trabalho de negociação pelas secretarias de Desenvolvimento Social e de Economia até que chegássemos a um encontro de vontades. Conseguimos acordar com o sindicato da categoria e temos certeza de que a CLDF, que tem sido atenta a essas questões, vai votar o mais rápido possível, e em breve estaremos sancionando esse projeto de lei.” Reestruturação “Precisamos investir no servidor para que ele também tenha condições de atender melhor a população” Ana Paula Marra, secretária de Desenvolvimento Social Atualmente, o DF conta com cerca de 2 mil servidores dessa carreira, distribuídos nas secretarias de Desenvolvimento Social (Sedes), de Justiça e Cidadania (Sejus) e da Mulher (SMDF). Todos eles vão ser contemplados com a reestruturação.  A Gratificação de Desempenho Social (GDS) será incorporada ao vencimento básico do servidor e terá as seguintes alterações: 25%, a partir de 1° de maio deste ano; 20%, a partir de 1º de outubro deste ano; 15%, a partir de 1º de maio de 2025; 10%, a partir de 1º de outubro de 2025; e 5%, a partir de 1º de fevereiro de 2026. A partir de 1º de junho de 2026, será extinta.    O texto também prevê a criação da Gratificação em Desenvolvimento e Assistência Social (GDAS), calculada sobre o vencimento básico da classe e padrão em que o servidor estiver posicionado, variando entre 15%, 25% ou 30%. Já a Gratificação em Políticas Sociais (GPS) fica extinta a partir de 1º de outubro deste ano.  “Além disso, teremos a criação de mais cinco padrões na progressão da carreira e a ampliação da carga horária de 30 horas para 40 horas a todos os servidores que assim o desejarem; portanto, o envio desse projeto de lei é um dos maiores ganhos para toda a população, porque são os servidores que prestam o serviço”, complementa a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. “Precisamos investir no servidor para que ele também tenha condições de atender melhor a população.” Os servidores são responsáveis por trabalhar nas políticas de assistência social, de segurança alimentar e nutricional, de enfrentamento à violência contra a mulher e promoção da mulher, dos direitos da criança e do adolescente, dos direitos do idoso, dos direitos humanos, da promoção da igualdade racial e da inclusão da pessoa com deficiência.

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