Festival de cinema leva 34,8 mil pessoas ao Cine Brasília em ano de recorde de filmes inscritos
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. A 59ª edição do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro encerrou sua programação no sábado (19/9) com a consagração de Se Eu Fosse Vivo... Vivia, de André Novais Oliveira (MG), escolhido pelo júri oficial como melhor longa-metragem da mostra competitiva; e de Cana, de Daniel Rone e Guilherme Xavier Ribeiro (SP), vencedor entre os curtas. Ao longo do evento, 34.810 pessoas participaram das atividades do festival, que exibiu 71 filmes selecionados entre quase 2 mil produções inscritas — o maior número já registrado na história. Além dos 71 filmes, a edição contou com uma série de atividades de formação, tendo gerado 360 empregos diretos e 800 indiretos. Além do Troféu Candango de melhor longa, Se Eu Fosse Vivo... Vivia conquistou os prêmios de melhor roteiro e melhor figurino. Os protagonistas Conceição Evaristo e Norberto Novais Oliveira receberam menção honrosa por suas interpretações. O filme também levou o Prêmio Like, com R$ 50 mil em apoio de mídia. Foi o quarto longa de André Novais Oliveira a estrear no Festival de Brasília e o segundo do diretor a vencer como melhor filme, depois de Temporada, premiado em 2018. O público prestigiou os filmes exibidos no 59º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro | Foto: Divulgação/Secec-DF Pequenas Tragédias, de Daniel Nolasco (GO), concentrou o maior número de prêmios técnicos entre os longas, com troféus de melhor direção, melhor montagem, melhor trilha sonora e melhor ator (Guilherme Théo). A produção também recebeu o Prêmio Abraccine de melhor longa-metragem. Na escolha do público, o vencedor entre os longas da mostra competitiva foi Tudo é Tempo, documentário de Marcos Guttmann (RJ). A produção também recebeu o Prêmio Especial do Júri e o Troféu Saruê, concedido pela equipe do jornal Correio Braziliense, além de R$ 30 mil da Petrobras destinados ao melhor longa escolhido pelo júri popular. Entre os curtas-metragens, Cana conquistou, além do prêmio principal do júri oficial, os troféus de melhor trilha sonora e melhor ator (Gerin Black), além do Prêmio Abraccine de melhor curta-metragem e do Prêmio Canal Brasil. Na Mostra Brasília — 29º Troféu Câmara Legislativa do Distrito Federal, que distribuiu R$ 298 mil em prêmios oferecidos pela CLDF, Onde Moram os Irmãos, de Marisa Mendonça, venceu como melhor longa-metragem tanto pelo júri oficial quanto pelo júri popular. Entre os curtas, Dora, de Murilo Abreu, recebeu o Candango de melhor filme, e Micheli Santini foi premiada como melhor atriz pela mesma obra. O público escolheu Hacker Leonilia como melhor curta. Lista de premiados Mostra competitiva nacional (Troféu Candango) Curta-metragem Melhor curta (júri oficial): Cana, de Daniel Rone e Guilherme Xavier Ribeiro Melhor curta (júri popular): Lagoa do Abandono, de Diego Maia Melhor direção: Catapreta (Fundura) Melhor roteiro: Nicolau (Gastronomia do Olho) Melhor atriz: Leviathan (Futuro Decadance) Melhor ator: Gerin Black (Cana) Melhor fotografia: Gabriel Lucena (Gastronomia do Olho) Melhor direção de arte: Catapreta (Fundura) Melhor figurino: Leviathan (Futuro Decadance) Melhor trilha sonora: Daniel Rone e Guilherme Xavier (Cana) Melhor edição de som: Daniel Nunes (Fundura) Melhor montagem: Leviathan (Futuro Decadance) Longa-metragem Melhor longa (júri oficial): Se Eu Fosse Vivo... Vivia, de André Novais Oliveira Melhor longa (júri popular): Tudo é Tempo, de Marcos Guttmann Melhor direção: Daniel Nolasco (Pequenas Tragédias) Melhor roteiro: André Novais Oliveira (Se Eu Fosse Vivo... Vivia) Melhor atriz: Martha Nowill (Privadas de Suas Vidas) Melhor ator: Guilherme Théo (Pequenas Tragédias) Melhor atriz coadjuvante: Aivan (Pequenas Tragédias) e Olivia Torres (Privadas de Suas Vidas) Melhor ator coadjuvante: Lucas Leto (Todo o Sentimento) Melhor fotografia: Victor de Melo (Sabes de Mim, Agora Esqueça) Melhor direção de arte: Juliana Lobo (Privadas de Suas Vidas) Melhor figurino: Diana Moreira (Se Eu Fosse Vivo... Vivia) Melhor trilha sonora: Daniel Nolasco (Pequenas Tragédias) Melhor edição de som: Lucas Coelho (Sabes de Mim, Agora Esqueça) Melhor montagem: Luciano Carneiro (Pequenas Tragédias) Mostra Brasília – 29º Troféu Câmara Legislativa do Distrito Federal Melhor longa (júri oficial): Onde Moram os Irmãos, de Marisa Mendonça Melhor longa (júri popular): Onde Moram os Irmãos Melhor curta (júri oficial): Dora, de Murilo Abreu Melhor curta (júri popular): Hacker Leonilia Melhor direção: Rafael Lobo (Mapas) Melhor roteiro: Talita Carvalho (Madre) Melhor atriz: Micheli Santini (Dora) Melhor ator: Lupe Leal (Impostor) Melhor fotografia: Petrônio Neto e Nicolau (Ar-Dor) Melhor direção de arte: Lucas Gehre e Nadine Diel (Mapas) Melhor trilha sonora: João Tomé (Nem Todos Sabem) Melhor edição de som: Bernardo Paixão (Ar-Dor) Melhor montagem: Arthur Gonzaga (A Arte Perdida da Lombada) *Com informações da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF)
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Festival Curtas que Transformam leva produções estudantis à votação popular
O festival Curtas que Transformam, com curtas-metragens produzidos por estudantes da rede pública de ensino do Distrito Federal, está com a votação aberta ao público para a escolha dos vencedores pelo júri popular. A votação ocorre entre os dias 14 e 25 de setembro. A iniciativa integra a política pública NaMoral 2026. Para votar no seu curta-metragem preferido, basta curtir o vídeo, marcando o símbolo “gostei”, no YouTube. Serão premiados o primeiro, o segundo e o terceiro colocados, definidos pelo júri popular. O Cine Brasília irá exibir todos os curtas-metragens em outubro | Foto: Mary Leal/Divulgação A exibição e a premiação de todas as categorias ocorrerão em sessão pública no Cine Brasília, no dia 7 de outubro, às 8h30. Confira os curtas selecionados, disponíveis no YouTube Ecos da Mentira Entre Becos e Sonhos Integridade – Uma História Contada em Rascunho O Peso do Apelido Nenhuma Mulher a Menos Breaking News – Discriminação no Ambiente Escolar A Segunda Chance Tudo que Deixamos Quebrar A Primeira Janela Toda a Moeda tem Dois Lados Bullying na Escola Documentário CAUB Diga Não ao Bullying nas Escolas Caminhos da Liberdade – Lutas e Conquistas Luta Racial O Aluno Empenhado Todos Somos Um Silêncio no Corredor
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Cultura para todos os gostos movimenta o DF neste fim de semana
Quem procura opções de lazer e cultura no Distrito Federal terá uma agenda diversificada neste fim de semana. Entre os destaques está o Roteiro da Fé, iniciativa apoiada pela Secretaria de Turismo do DF (Setur-DF). O projeto reúne 15 paróquias e comunidades religiosas em sete regiões administrativas, com programação cultural, musical e gastronômica. A proposta é fortalecer o turismo religioso, valorizar as tradições locais e movimentar a economia das comunidades participantes. Neste fim de semana, o roteiro passa por Taguatinga, na Paróquia Sagrada Família (Área Especial 5A da QNG Norte), e pelo Gama, na Paróquia São João Batista (Setor Sul). Apaixonados por cinema O Cine Brasília recebe a mostra dedicada ao cineasta francês François Truffaut, com exibição de clássicos que marcaram a história do cinema mundial, como Os Incompreendidos e Jules e Jim. A programação integra uma retrospectiva da obra de um dos principais nomes da Nouvelle Vague francesa. Já a Biblioteca Nacional de Brasília promove sessões gratuitas da 15ª Mostra de Cinema e Direitos Humanos, incluindo uma programação voltada ao público infantil e infantojuvenil, com obras que abordam temas como preservação ambiental, saberes tradicionais e sustentabilidade. O Cine Brasília recebe a mostra dedicada ao cineasta francês François Truffaut | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília Cena teatral O Complexo Cultural de Samambaia recebe o espetáculo Minha Grande Pequena, que aborda temas como liberdade, identidade e relações humanas a partir da trajetória de uma mulher que passa a questionar a própria rotina. As apresentações contam com recursos de acessibilidade, incluindo intérprete de libras e audiodescrição. No Complexo Cultural Planaltina, a programação inclui o espetáculo de humor Stand Up Demais, reunindo os comediantes Gabriel Reis e Hugo Perpétuo. Artes visuais O Museu Nacional da República segue com atrações para diferentes públicos. A exposição O Thyssen Está de Visita reúne reproduções de 50 obras-primas do Museu Nacional Thyssen-Bornemisza, da Espanha, em uma mostra gratuita ao ar livre instalada na área externa do espaço. Já o projeto Conecta MuN apresenta novas formas de acesso ao acervo do museu por meio da digitalização de obras. Por fim, a exposição Colagem e Poéticas da Alteridade está em seus últimos dias de visitação. O público pode conferir a mostra gratuitamente até sábado (21). Outra alternativa é visitar o Museu de Arte de Brasília, que mantém em cartaz exposições temporárias e de longa duração. Entre os destaques estão os últimos dias da mostra Geometria da Memória, além das exposições Entre Acervos, Percursos e Rejuntes Afetivos. Copa do Mundo Na Birosca, no Setor de Diversões Sul, o Arena Brasil combina transmissões dos jogos da Copa do Mundo com shows e experiências culturais. Nesta sexta-feira (19), o público poderá acompanhar apresentações de Buraco do Tatu e Convidados, Calango Careta, Aparelhinho e Ray Ferreira. O projeto segue até julho com atrações nacionais e artistas da cena brasiliense.
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Sessão Clássicos, no Cine Brasília, destaca François Truffaut
O Cine Brasília recebe, nesta sexta (19) e no sábado (20), uma edição especial da Sessão Clássicos dedicada à obra do cineasta francês François Truffaut, um dos principais nomes da Nouvelle Vague. A programação integra a Mostra Truffaut por Completo, em cartaz até o dia 26 deste mês, e reúne duas produções fundamentais da trajetória do diretor: o curta-metragem Os Pivetes (1957) e o longa Os Incompreendidos (1959). As sessões serão exibidas na sexta-feira, às 16h15, e no sábado, às 19h15. Considerado um marco da história do cinema, Os Incompreendidos apresenta ao público o personagem Antoine Doinel, interpretado por Jean-Pierre Léaud, e aborda temas como infância, liberdade e pertencimento. Já Os Pivetes antecipa elementos que se tornariam recorrentes na filmografia de Truffaut, especialmente seu olhar sensível para a juventude e as relações humanas. Cena de Os Pivetes: curta traz elementos que se tornariam recorrentes na filmografia de Truffaut, como o olhar sensível para a juventude e as relações humanas | Foto: Divulgação/Secec-DF A mostra reúne uma seleção representativa da obra do cineasta francês. Nesta semana, além dos filmes da Sessão Clássicos, a programação apresenta os longas Domicílio Conjugal, A Noite Americana, A Sereia do Mississipi e Beijos Roubados em exibição dupla com o curta Antoine e Colette, A História de Adèle H., De Repente, Num Domingo, Fahrenheit 451, O Último Metrô, A Noiva Estava de Preto, Atirem no Pianista, A Mulher do Lado e O Homem Que Amava as Mulheres. “O Cine Brasília cumpre uma função estratégica na democratização do acesso ao cinema e na formação de público" Fernando Modesto, secretário de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal Para o secretário de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal, Fernando Modesto, iniciativas como essa reforçam o papel do Cine Brasília como espaço de formação cultural e acesso à produção audiovisual de relevância internacional. “O Cine Brasília cumpre uma função estratégica na democratização do acesso ao cinema e na formação de público. Receber uma mostra dedicada a François Truffaut, um dos grandes nomes da história do audiovisual mundial, reafirma o compromisso do equipamento com a difusão cultural, a preservação da memória cinematográfica e a ampliação do repertório artístico da população do Distrito Federal”, destaca o secretário. Sessão Circuitão exibe terceiro filme da Saga Crepúsculo A programação da semana também conta com a Sessão Circuitão, que dá continuidade à exibição da Saga Crepúsculo com o filme Eclipse. O longa será apresentado em sessões legendadas no sábado e na segunda-feira (22), além de uma sessão dublada na quarta (24). Dirigido por David Slade, o terceiro capítulo da saga acompanha Bella Swan às vésperas da formatura, enquanto ela enfrenta decisões sobre seu futuro ao lado de Edward Cullen e os desafios provocados por uma nova ameaça de vampiros recém-criados. Curta brasileiro integra programação Antes de algumas sessões, o público poderá assistir ao curta-metragem Nhandê, dirigido por Begê Muniz e Elisa Telles. Ambientada no interior do Amazonas, a produção acompanha a trajetória de Sara, uma adolescente que auxilia a avó benzedeira enquanto vivencia descobertas sobre sua identidade e enfrenta acontecimentos que transitam entre a realidade e o sobrenatural. O filme integra a Chamada Pública de Curtas do Cine Brasília, iniciativa que busca ampliar a diversidade da programação e fortalecer a circulação da produção audiovisual brasileira. Funcionamento durante a Copa do Mundo Em razão dos jogos da Seleção Brasileira na Copa do Mundo, o Cine Brasília estará fechado na sexta-feira (19) a partir das 18h30, e, na quarta (24), a partir das 16h. Ingressos Os ingressos podem ser adquiridos na bilheteria do cinema, às segundas e terças, das 13h e 22h, e de quarta a domingo, das 9h às 21h, ou no site. As sessões regulares do Cine Brasília, bem como a Sessão Contraturno, Sessão Família, Sessão Clássicos, Monumental e Circuitão custam R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia). Às segundas e terças-feiras, os valores são R$ 10 e R$ 5, bem como a Sessão Atípica. A programação da Mostra Truffaut por Completo custa R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia). A Sessão Acessível é gratuita. PROGRAMAÇÃO QUINTA-FEIRA (18) 10h — Sessão Atípica - O Gênio do Crime 14h — Mostra Truffaut por Completo - Domicílio Conjugal 15h55 — Mostra Truffaut por Completo - A Noite Americana 18h10 — Mostra Truffaut por Completo - A Sereia do Mississipi 20h30 — Mostra Truffaut por Completo - Antoine e Colette (curta-metragem) + Beijos Roubados SEXTA-FEIRA (19) 10h — Nhandê (curta-metragem) + Mostra Truffaut por Completo - A História de Adèle H. 14h — O Gênio do Crime 16h15 — Sessão Clássicos - Mostra Truffaut por Completo - Os Pivetes (curta-metragem) + Os Incompreendidos 18h30 — Cinema fechado / Jogo do Brasil na Copa do Mundo SÁBADO (20) 11h00 — O Gênio do Crime 14h00 — Sessão Acessível - Copan 16h30 — Sessão Circuitão - Eclipse 19h15 — Sessão Clássicos - Mostra Truffaut por Completo - Os Pivetes (curta-metragem) + Os Incompreendidos DOMINGO (21) 11h00 — O Gênio do Crime 14h00 — Mostra Truffaut por Completo - De Repente, Num Domingo (cópia restaurada em 4K) 16h00 — O Gênio do Crime 18h20 — Mostra Truffaut por Completo - Fahrenheit 451 20h30 — Mostra Truffaut por Completo - Nhandê (curta-metragem) + O Último Metrô SEGUNDA-FEIRA (22) 14h00 — Mostra Truffaut por Completo - A Noiva Estava de Preto 16h05 — Mostra Truffaut por Completo - Atirem no Pianista (cópia restaurada em 4K) 18h — Sessão Circuitão - Eclipse 20h35 — Mostra Truffaut por Completo - Nhandê (curta-metragem) + A Mulher do Lado TERÇA-FEIRA (23) 14h30 — O Gênio do Crime 16h30 — Mostra Truffaut por Completo - O Homem Que Amava As Mulheres QUARTA-FEIRA (24) 14h — Nhandê (curta-metragem) + Sessão Circuitão - Eclipse (versão dublada) 16h — Cinema fechado / Jogo do Brasil na Copa do Mundo *Com informações da Secec-DF
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Confira a programação cultural do primeiro fim de semana de junho no DF
O primeiro fim de semana de junho chega com opções para todos os gostos e idades no Distrito Federal. Entre os dias 4 e 7, a programação reúne festivais de teatro e cinema, exposições, apresentações de dança, samba, eventos esportivos e manifestações da cultura popular. As atividades contam com apoio de equipamentos culturais do Governo do Distrito Federal (GDF) e incluem opções gratuitas para todas as idades. Cinema e teatro O Cine Brasília recebe uma programação diversificada entre os dias 4 e 10 de junho. Entre os destaques estão o drama brasileiro Dolores, que acompanha três gerações de mulheres enfrentando desavenças após uma premonição; e o filme infantojuvenil As Ovelhas Detetives, que une mistério e aventura. A Sessão Circuitão apresenta ainda O Mandaloriano e Grogu, produção derivada do universo Star Wars. A programação completa pode ser conferida no site do cinema. O espaço também sedia, dando início ao mês do orgulho LGBTQIA+, o “X Festival Internacional de Cinema LGBTQIA+”, que reúne filmes de diferentes países abordando temas como identidade, juventude, afetos e resistência. Todas as sessões são gratuitas e contam com legendas em português. O Mandaloriano e Grogu é um dos filmes em cartaz no Cine Brasília | Fotos: Divulgação Já o Teatro Nacional Claudio Santoro recebe a reta final da 10ª edição do “FESTA – Festival de Teatro”. A mostra competitiva ocorre nos dias 5 e 6 de junho, enquanto o encerramento será realizado no domingo (7). Ao todo, o festival apresenta 13 espetáculos gratuitos. O Complexo Cultural de Samambaia também entrega teatro com o espetáculo A Fábrica, que combina dança e performance em uma montagem voltada para todas as idades. A apresentação será na sexta-feira (6), às 19h30. Arte em Brasília Na linha das artes, o Centro Cultural Três Poderes recebe duas exposições gratuitas. No Panteão da Pátria, a mostra Retrospectiva Visa d’Or – Humanidade na Guerra segue aberta até 9 de junho, reunindo imagens premiadas pelo Comitê Internacional da Cruz Vermelha que retratam os impactos humanitários dos conflitos armados. Também no Panteão, a exposição Niemeyer por Niemeyer, aberta ao público desde 3 de junho, apresenta fotografias, croquis e maquetes originais reunidos pelo fotógrafo Kadu Niemeyer, neto do arquiteto Oscar Niemeyer. O Centro Cultural Três Poderes funciona de terça a sexta-feira, das 9h às 18h, e sábado e domingo, das 9h às 17h. Música, dança e cultura popular O Samba da Comunidade é uma das atrações do fim de semana A tradicional roda de samba de Samambaia retorna neste domingo, com a 26ª edição do Samba da Comunidade. O evento ocorre das 14h às 22h no estacionamento do Estádio Rorizão (QR 301, Samambaia Sul), com entrada gratuita mediante a doação de 1 kg de alimento não perecível, e conta com apresentações de artistas convidados e participações espontâneas de músicos da plateia. Os ingressos gratuitos podem ser retirados pelo Sympla. A Feira da Torre de TV recebe nos dias 6 e 7 de junho a 5ª Mostra Cultura Candanga. A partir das 16h, o público poderá acompanhar shows, cortejos, apresentações infantis e encontros de culturas populares com grupos do DF e de diversos estados brasileiros, além da participação internacional da artista guineense Fanta Konatê. A programação completa está disponível nas redes sociais do evento. Outra opção para quem gosta de música ao ar livre é o Buraco do Jazz, que ocorre às quintas e sextas-feiras no gramado do Panteão da Pátria, das 18h à meia-noite. Programação infantil As crianças também contam com opções neste fim de semana: o projeto “Diversom ZaS – Zero a Seis” segue em atividade no Centro de Ensino Especial para Deficientes Visuais (CEEDV), na Asa Sul, até 12 de junho. A iniciativa oferece brinquedos sonoros, experiências sensoriais e atividades voltadas à primeira infância, promovendo o contato com música, arte e brincadeiras de forma inclusiva. Esporte e lazer Brasília também recebe, desde o dia 3 até 7 de junho, o Brasília International Squash Classic 2026, considerado um dos maiores torneios da modalidade já feitos no país, que reúne atletas de 17 países e inclui etapas oficiais do circuito mundial da Professional Squash Association (PSA). As partidas ocorrem no Capital Squash Center, com entrada gratuita. Já no domingo, o Eixão Sul será palco de mais uma etapa do Metrópoles Endurance. A corrida de rua contará com percursos de 5 km, 10 km e 15 km, reunindo atletas do Distrito Federal e de diversas regiões do país. A largada da prova principal está prevista para as 7h. Turismo e passeios Além dos eventos culturais, o público pode aproveitar os atrativos turísticos de Brasília por meio dos roteiros organizados pela Secretaria de Turismo (Setur-DF), como a Rota Arquitetônica, a Rota do Rock, a Rota do Queijo e a Rota da Paz. Confira todas as rotas aqui. Também seguem como opções, pelo programa Lazer para Todos, o Zoológico de Brasília, aberto de terça-feira a domingo e nos feriados, das 8h30 às 17h; e o Jardim Botânico, que funciona de terça a domingo, das 9h às 17h - sendo gratuito aos domingos. Também dá para chegar a todos os atrativos aos domingos e feriados sem pagar tarifas no metrô e nos ônibus, pelo programa Vai de Graça.
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Confira a programação cultural do último fim de semana de maio no DF
O último fim de semana de maio chega com programação cultural diversificada no Distrito Federal. Entre os dias 28 e 31, brasilienses poderão aproveitar exposições de arte, espetáculos circenses, sessões de cinema, encontros literários e festivais populares em diferentes espaços públicos da capital. As atividades contam com apoio de equipamentos culturais do Governo do Distrito Federal (GDF) e incluem opções gratuitas para todas as idades. Cinema e literatura Para os fãs das telonas, o Cine Brasília recebe novas estreias entre os dias 27 de maio e 3 de junho. Entre os destaques está Fanon, cinebiografia sobre o médico e pesquisador francês Frantz Fanon, além do documentário Copan, que acompanha uma eleição no edifício projetado por Oscar Niemeyer em São Paulo. Também entram em cartaz a comédia nacional Quem Tem com que Me Pague Não Me Deve Nada e o longa Hungria — A Escolha de um Sonho, inspirado na trajetória do cantor do DF, além do filme infantojuvenil A Revolução dos Bichos. A programação completa pode ser conferida no site do equipamento e ainda inclui sessões de Mortal Kombat 2 na Sessão Circuitão e exibição única de Obsessão. O Cine Brasília é uma excelente pedida para o final de semana | Foto: Lucio Bernardo Jr./Agência Brasília A literatura também marca presença na programação cultural. No sábado (30), das 11h às 12h, a Biblioteca Nacional de Brasília (BNB) promove mais uma edição do Clube de Leitura Juvenil, desta vez com debate sobre o livro O cão que guarda as estrelas, de Takashi Murakami. O encontro ocorre na Sala de Cursos, no térreo da biblioteca. Já no domingo (31), o espaço recebe um bate-papo feminino dedicado aos contos de Gabriel García Márquez. Museus O Museu Nacional da República recebe a última semana da itinerância da 36ª Bienal de São Paulo, com a mostra Nem todo viandante anda estradas — Da humanidade como prática. Em cartaz até 31 de maio, a exposição reúne obras de artistas nacionais e internacionais e propõe reflexões sobre deslocamentos, encontros e humanidade. A exposição Entre Traços e Tramas: Na Tessitura do Tempo, do artista Maurício Rolo, segue aberta até 14 de junho no Anexo do espaço cultural, reunindo obras geométricas e estudos visuais que transitam entre arte, matemática e biologia, explorando linhas, cores e composições inspiradas em observações microscópicas e pesquisas visuais do artista. A visitação no Museu Nacional ocorre de terça a domingo, das 9h às 18h30, com entrada gratuita. Já o Museu de Arte de Brasília (MAB) encerra a temporada da exposição MAB: Você Está Aqui, que propõe uma reflexão sobre arquitetura, memória e acessibilidade. Na sexta-feira (29), às 15h30, o espaço promove uma entrega simbólica de maquetes táteis ao programa educativo do museu, além da demonstração de tecnologias assistivas voltadas à acessibilidade para pessoas com deficiência visual. A entrada é gratuita. Dança, arte e circo De sexta a domingo, Brasília recebe também o 9º Festival Mestres e Mestras de Circo | Foto: Divulgação No Centro de Dança do Distrito Federal, o domingo será dedicado às aulas de danças urbanas, com atividades infantis às 11h e turma adulta às 14h30. A dança também está presente no Complexo Cultural de Planaltina, que recebe no sábado, a ação Borboleteia. No domingo, haverá aula de dança com o grupo Clã das Águas. De sexta a domingo, Brasília recebe também o 9º Festival Mestres e Mestras de Circo, com programação gratuita na Torre de TV, Conic, Praça Zumbi dos Palmares e Parque da Cidade. O festival homenageia o Mestre Mandioca Frita e a palhaça Xamego, reunindo artistas do Distrito Federal, de outros estados e da América Latina em espetáculos, oficinas, cortejos e cabarés circenses. O evento também promove oficinas gratuitas de perna de pau e malabares. Turismo e lazer A Orla da Concha Acústica recebe, entre os dias 29 e 31, o Campeonato de Pesca do Distrito Federal 2026. O evento é gratuito e reúne modalidades esportivas, feira temática, praça de alimentação, atrações culturais, atividades infantis e palestras ambientais. A programação completa está disponível no Sympla e inclui shows musicais, apresentações lúdicas e campeonato de arremesso. As competições serão disputadas nas categorias caiaque, barranco e embarcada, seguindo o sistema de captura e soltura para preservação ambiental do Lago Paranoá. A programação da 144ª Festa do Divino Espírito Santo segue em Planaltina com o Festival Festa do Divino – Tradição Sertaneja, no sábado (30), a partir das 15h. O evento reúne música sertaneja e caipira do Distrito Federal, promovendo artistas locais e fortalecendo as tradições populares de Planaltina. O festival gratuito integra cultura, religiosidade e identidade regional, encerrando a programação com show do cantor Daniel Beira Rio. Além da programação cultural, o público brasiliense pode aproveitar os atrativos turísticos do Distrito Federal por meio das rotas organizadas pela Secretaria de Turismo (Setur-DF), como a Rota do Queijo, a Rota Arquitetônica, a Rota do Rock e a Rota da Paz, esta última dedicada aos espaços de fé e misticismo. Confira todas as rotas aqui. Também seguem como opções, pelo programa Lazer para Todos, o Zoológico de Brasília, aberto de terça-feira a domingo e nos feriados, das 8h30 às 17h; e o Jardim Botânico, que funciona de terça a domingo, das 9h às 17h — sendo gratuito aos domingos. Também dá para chegar a todos os atrativos aos domingos e feriados sem pagar tarifas no metrô e nos ônibus, pelo programa Vai de Graça.
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Estudantes da rede pública do DF aprendem se divertindo no cinema
Nesta terça-feira (26), cerca de 1,2 mil crianças da rede pública de ensino do Distrito Federal ocuparam as poltronas do Cine Brasília para assistir à Mostra Calanguinho, seleção de curtas-metragens nacionais voltada ao público infantojuvenil. A ação faz parte do projeto Territórios Culturais, da Secretaria de Educação (SEEDF), em parceria com a Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Seec-DF), que desta vez uniu forças ao Festival Curta Brasília para levar o Gira Curta às escolas públicas de forma gratuita. "Eles não vêm apenas passear; vêm apreciar o cinema, o filme, e, a partir dessa experiência, reconhecer este espaço como um patrimônio cultural e público" Ilane Nogueira, coordenadora do projeto Territórios Culturais A docente e coordenadora do projeto Territórios Culturais dentro da SEEDF, Ilane Nogueira, ressaltou que a iniciativa vai muito além de um passeio. Para ela, existe uma intencionalidade clara na proposta: “Eles não vêm apenas passear; vêm apreciar o cinema, o filme, e, a partir dessa experiência, reconhecer este espaço como um patrimônio cultural e público, um espaço que pertence a todos. Nesse processo, fortalecem-se também a educação patrimonial e a preservação ao estimular o cuidado, o sentimento de pertencimento e a valorização da memória e da cultura". A SEEDF atua como elemento-chave da iniciativa, disponibilizando professores da rede para mediar as atividades pedagógicas nos espaços culturais e garantindo que o acesso à arte faça parte da formação integral dos estudantes. Segundo Ilane, o material didático é enviado às escolas com antecedência para que os professores preparem os discentes antes da visita, tornando o momento ainda mais significativo. A parceria com o Curta Brasília surgiu da articulação entre o projeto e a direção do festival, que disponibilizou a Mostra Calanguinho, programação especialmente pensada para crianças com filmes de até uma hora de duração, todos de produção nacional. Programação diversa A programação é escolhida de acordo com a faixa etária e com a escolaridade das crianças | Foto: Jotta Casttro/SEEDF A programação reuniu seis títulos de animações e ficções que exploram temas como meio ambiente, autismo, pertencimento e aventura. A escolha dos filmes não foi aleatória. Ilane Nogueira explicou que há um cuidado para oferecer diversidade temática e adequação à faixa etária. Foram selecionados os títulos Uma cidade diferente, Quando as ondas do mar desligam; Abrakbça — fruto desse chão; Lagrimar, Pipa e as ruínas do resouro e Mundinho. [LEIA_TAMBEM]As sessões, exibidas às 9h30 e às 14h30, contaram, ainda, com a participação do Palhaço Ximbica, apresentador da Mostra Calanguinho, que animou as crianças antes e durante as exibições. Para os estudantes dos anos iniciais do ensino fundamental, muitos fazendo sua primeira visita ao cinema de rua, o impacto foi imediato. Alice Victoria Alves, de 9 anos, aluna do Centro de Ensino Fundamental (CEF) 27 de Ceilândia, não escondeu o entusiasmo. “O que eu achei mais legal foi Mundinho, porque ele dá educação às crianças”, contou. O Gira Curta integra o Festival Curta Brasília, criado em 2012, que já circulou por 16 regiões administrativas do DF, por estados brasileiros e até pela França. A 14ª edição do festival está prevista para dezembro, com diversas ações itinerantes ao longo do ano. *Com informações da Secretaria de Educação
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Programação cultural do fim de semana no DF tem de exposições a mostras de cinema
De sexta (22) a domingo (24), o Distrito Federal convida o público a curtir expressões artísticas espalhadas pela cidade, que vão de exposições e teatro a shows e festivais de cinema. A programação inclui toda a família e conta com o apoio das secretarias de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF) e de Turismo (Setur-DF). Confira os eventos a seguir e escolha o seu favorito. Cine Brasília Um dos destaques do fim de semana é a segunda parte do Ghibli Fest, em homenagem a um dos maiores estúdios de animação do mundo, que chega ao Cine Brasília e se estende neste fim de semana com 14 filmes na programação. Entre eles, Princesa Mononoke, O Conto da Princesa Kaguya, O Castelo no Céu, O Mundo dos Pequeninos, As Memórias de Marnie, O Reino dos Gatos e Contos de Terramar. A mostra também vem com novas sessões de Meu Amigo Totoro, A Viagem de Chihiro, O Castelo Animado, O Serviço de Entregas da Kiki e outras animações. Curtir um filme no Cine Brasília é sempre uma boa pedida para o final de semana | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília Com entrada acessível, o equipamento público também conta com estreias além do festival, exibindo sucessos como Michael, um longa focado na carreira do Rei do Pop, Michael Jackson; e também o documentário brasileiro Mambembe, de 2024, que retoma uma filmagem de 2010 sobre um topógrafo errante e seu encontro com três mulheres de um circo mambembe. Espaço Cultural Renato Russo No Espaço Cultural Renato Russo, a exposição Superfície Interna, de Lydia Daza, está em cartaz até domingo e aborda a condição humana, emoção, paisagem, tempo e espaço com técnicas mistas empregadas como o uso de carvão e colagem. A visitação é das 10h às 20h, com entrada gratuita na Galeria Rubem Valentim. O Espaço Renato Russo também recebe, no sábado e no domingo às 16h, o projeto Entre Beneditos e Ubus, teatro de bonecos para adultos com a releitura abrasileirada do clássico de Alfred Jarry. A história narra a jornada do Pai Ubu, anti-herói influenciado pelos caprichos de sua esposa que decide derrubar o rei e assumir o trono. Com entrada franca e sessões com acessibilidade, a duração do espetáculo é de 55 minutos e a classificação é de 14 anos. Museus Na Galeria 3 do Museu Nacional está a exposição Colagem e Poéticas da Alteridade, do Coletivo Iló, formado por nove antropólogas e artistas cujas obras permeiam entre natureza, ciência e imaginação nas colagens. O museu funciona de terça a domingo, das 9h às 18h30, com entrada gratuita e agenda completa do espaço nas redes sociais — incluindo a 36ª Bienal de São Paulo e a 19ª Bienal de arquitetura de Veneza em suas galerias. Já no Museu de Arte de Brasília (MAB), há a chance de visitar a exposição MAB: Você Está Aqui, que dispõe de fotografias, mapas, projetos, documentos históricos, obras de arte e recursos acessíveis que ajudam a revelar como o museu também conta a história de Brasília. A exposição segue até 30 de maio, com programa educativo gratuito de quinta a domingo, das 10h às 19h. Pela cidade O Museu Nacional também é uma das atrações da programação cultural | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília Outras opções de diversão gratuita no DF neste fim de semana incluem os complexos culturais da cidade, como o de Samambaia, com uma oficina de dança e circo no sábado, a partir das 14h; e o de Planaltina, com oficinas de produção de eventos musicais e o Desafio de Cidades de Jiu-jítsu, no domingo. No Cruzeiro, de sexta a domingo, o espetáculo Poéticas de Brasília chega aos palcos em uma montagem que une teatro, música e história. Com entrada franca e classificação indicativa livre, a peça ocorre no Auditório do CEMI do Cruzeiro e mergulha nas origens da capital brasiliense. Já em São Sebastião, o evento musical Brasília 66 recebe artistas como o cantor Belluco, a dupla Rick e Rangel, Kamisa 10 e George Henrique & Rodrigo, em um palco em frente à administração. Serão dois dias de programação: no sábado às 19h e no domingo a partir das 15h, além de estrutura completa com área kids e praça de alimentação. A entrada é gratuita mediante a doação de 1 kg de alimento não perecível. Turismo e lazer Para quem quer conhecer os atrativos turísticos da capital federal, independentemente da programação, a Secretaria de Turismo (Setur-DF) organizou rotas que valorizam diferentes áreas. Há, por exemplo, a Rota do Queijo, a Rota Arquitetônica, a Rota do Rock e a Rota da Paz, esta última dedicada aos espaços de fé e misticismo. Confira todas as rotas aqui. Há ainda a opção de aproveitar, pelo programa Lazer para Todos, o Zoológico de Brasília, aberto de terça-feira a domingo e nos feriados, das 8h30 às 17h; e o Jardim Botânico, que funciona de terça a domingo, das 9h às 17h — sendo gratuito aos domingos. Também dá para chegar a todos os atrativos aos domingos e feriados sem pagar tarifas no metrô e nos ônibus, pelo programa Vai de Graça.
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Participantes do Viver 60+ de Samambaia Sul vivem tarde inesquecível no Cine Brasília
Uma tarde marcada por emoção, descobertas e encantamento. Assim foi a visita de mais de 50 participantes do programa Viver 60+, coordenado pela Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF), ao Cine Brasília. O grupo do polo de Samambaia Sul, localizado na UBS 5, participou de uma sessão especial do filme O Diabo Veste Prada 2, um dos lançamentos mais aguardados do ano. Para muitos dos idosos, a experiência foi histórica. Aquela era a primeira vez em uma sala de cinema — e logo em um dos patrimônios culturais mais emblemáticos da capital federal. Projetado por Oscar Niemeyer, o Cine Brasília foi inaugurado em 22 de abril de 1960, um dia após a entrega oficial de Brasília, e se tornou referência nacional pela arquitetura modernista e importância cultural. Localizado na Entrequadra Sul 106/107, próximo ao Eixo Rodoviário Sul, o espaço impressionou os participantes desde a chegada. A grandiosidade da sala, a dimensão da tela e a experiência coletiva despertaram emoção e encantamento no grupo. A aposentada Cleonice Vieira, 73 anos, viveu um momento ainda mais especial ao compartilhar a experiência com a neta Emily Silva, 13 anos. As duas conheceram uma sala de cinema pela primeira vez durante o passeio promovido pelo programa. “Esse programa é maravilhoso. Estou encantada com tudo, com a telona, com esse passeio e com essa turma maravilhosa. Quero viver isso de novo, mais e mais vezes”, contou Cleonice, emocionada ao fim da sessão. Emily também celebrou a oportunidade ao lado da avó. “Estou muito feliz. Não conhecia um cinema e realizei um sonho. Adorei o filme e, principalmente, esse passeio com a minha avó”, afirmou. Para muitos dos idosos, a experiência foi histórica porque aquela era a primeira vez em uma sala de cinema | Foto: Divulgação/Sejus-DF O secretário de Justiça e Cidadania interino, Jaime Santana, destacou que ações como essa vão além do lazer e fortalecem a inclusão social e o envelhecimento ativo da população idosa do DF. “Ver a emoção dessas pessoas vivendo algo inédito mostra a importância de políticas públicas que valorizem a convivência, a cultura e o bem-estar. O Viver 60+ transforma vidas justamente por proporcionar novas experiências, acolhimento e qualidade de vida”, ressaltou. Memórias, emoção e pertencimento Outra participante emocionada foi Maria das Graças Almeida, 69. Ela contou que acompanhou a construção do Cine Brasília ainda na juventude, quando trabalhava como babá em um prédio vizinho ao cinema, mas nunca havia conseguido entrar no local. “Você acredita que eu nunca tinha entrado aqui? Quando eu era nova, ficava imaginando todos os dias como seria aqui dentro. Estou emocionada de verdade. Já tinha até perdido a esperança de conhecer esse lugar, e, graças ao Viver 60+, estou vivendo esse sentimento único”, relatou. Para ela, o programa tem sido fundamental para melhorar a saúde emocional e fortalecer os vínculos sociais dos participantes. “O Viver 60+ ajuda a gente a sair da tristeza, da depressão e até dos remédios. Aqui fazemos amizades e voltamos a viver”, completou. A subsecretária de Políticas para o Idoso da Sejus, Dolores Ferreira, reforçou que o programa tem justamente o propósito de ampliar o acesso da população idosa a experiências de convivência, lazer e bem-estar. “Muitas pessoas idosas passaram a vida inteira sem acesso a espaços culturais, e momentos como esse mostram que nunca é tarde para viver novas experiências. O Viver 60+ promove pertencimento, autoestima e novas memórias para essas pessoas”, afirmou. A programação cultural continua na próxima semana. No dia 28, às 10h, será a vez de os participantes do polo da Ceilândia visitarem o Cine Brasília para assistir ao filme A Revolução dos Bichos. Qualidade de vida e envelhecimento ativo Coordenado pela Sejus-DF, o Viver 60+ promove qualidade de vida, convivência social e protagonismo para pessoas com 60 anos ou mais. O programa já atende mais de 15 mil idosos em todo o Distrito Federal e conta atualmente com 47 polos distribuídos em diversas regiões administrativas. As atividades incluem caminhadas, aulas de dança, alongamento, exercícios físicos, bate-papo, ações de bem-estar e iniciativas voltadas para o envelhecimento ativo e saudável. Os encontros são realizados gratuitamente em espaços comunitários, unidades de saúde, centros de convivência e equipamentos públicos parceiros, fortalecendo vínculos sociais e estimulando mais saúde física e emocional para os participantes. Além das atividades regulares, o programa também promove passeios e experiências culturais para os idosos, com visitas a pontos turísticos do Distrito Federal, sessões de cinema, idas ao zoológico e outras atrações culturais e de lazer. As ações têm como objetivo ampliar o acesso da população idosa a espaços de convivência, cultura e entretenimento, incentivando novas experiências e fortalecendo a autoestima e o sentimento de pertencimento dos participantes. *Com informações da Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF)
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Filme ‘Cidade de Deus’ é destaque da Sessão Monumental de maio no Cine Brasília
Realizada mensalmente e voltada para a exibição de grandes sucessos do cinema, entre clássicos e obras contemporâneas marcantes, a Sessão Monumental do Cine Brasília traz na edição de maio Cidade de Deus, um dos filmes brasileiros de maior impacto dentro e fora do país. Dirigido por Fernando Meirelles e Kátia Lund, o longa será exibido na terça-feira (26), em duas sessões consecutivas, às 19h e às 21h45, com ingressos nos valores de R$ 20 a inteira e R$ 10 a meia. Já na Sessão Circuitão, que agora passa a ocupar a grade semanalmente, a programação traz Michael, cinebiografia musical dedicada a Michael Jackson, um dos artistas mais influentes da história da música e considerado rei do pop. O filme será exibido nos dias 23, 25 e 27, às 16h20, 15h50 e 14h30, respectivamente. Cidade de Deus foi indicado a quatro Oscars | Foto: Divulgação A Mostra Ghibli Fest chega à última semana no Cine Brasília, com programação até o dia 27. Nesta reta final, 12 títulos de diretores como Hayao Miyazaki, Isao Takahata, Goro Miyazaki, Hiromasa Yonebayashi e Hiroyuki Morita seguem em cartaz. São eles Nausicaä do Vale do Vento, As Memórias de Marnie, O Conto da Princesa Kaguya, O Castelo Animado, O Mundo dos Pequeninos, O Castelo no Céu, Ponyo: Uma Amizade que Veio do Mar, Contos de Terramar, A Viagem de Chihiro, Meu Amigo Totoro, O Reino dos Gatos e Porco Rosso: O Último Herói Romântico. Os ingressos seguem os valores regulares da bilheteria. Sessão Atípica Dando início à CineSemana, nesta quinta (21), Meu Amigo Totoro será exibido dublado na Sessão Atípica, a partir das 10h. Um dos títulos mais conhecidos do Studio Ghibli, o filme acompanha duas irmãs que se mudam com o pai para o interior do Japão e, em meio à nova rotina no campo, encontram Totoro, uma criatura mágica ligada à floresta. Durante a Sessão Atípica, as luzes permanecem acesas, o som é reduzido, a sala fica em temperatura ambiente e é permitido que o público circule pela sala. Os ingressos custam R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia). No sábado (23), o longa São Paulo Sociedade Anônima retorna à tela do cinema, desta vez compondo a Sessão Acessível, a partir das 14h. Gratuita e voltada para pessoas com deficiência, a sessão conta com recursos de acessibilidade de Libras e legendas descritivas projetadas na tela e audiodescrição no sistema de som da sala. Após a sessão especial de pré-estreia, seguida de debate com a presença do diretor, Mambembe entra oficialmente na grade como a estreia desta CineSemana. Seleção de curtas Nesta semana, o curta-metragem Anantara, de Douglas Alves Ferreira, será exibido na abertura de algumas sessões da Mostra Ghibli Fest, incluindo a exibição de Meu Amigo Totoro pela Sessão Atípica. Os curtas exibidos são selecionados na Chamada Pública de Curtas do Cine Brasília, iniciativa que busca ampliar a diversidade da programação e fortalecer o cinema nacional. A previsão da atual gestão é que 150 curtas de todo o Brasil sejam exibidos antes das sessões de longas-metragens em cartaz. Os filmes escolhidos recebem um cachê de R$ 1.300 para obras finalizadas a partir de 2025, e R$ 800 para as finalizadas até dezembro de 2024. As inscrições podem ser feitas até 1º de abril de 2027 pelo site cinebrasilia.com/chamadas-publicas, onde também está disponível o edital completo. Em cartaz O Riso e a Faca, de Pedro Pinho, segue na programação do Cine Brasília. Coprodução entre Portugal, França, Brasil e Romênia, o longa acompanha Sergio, engenheiro ambiental português enviado a uma cidade da África Ocidental para trabalhar em um projeto rodoviário que deve atravessar o deserto e a selva. Para encerrar a semana, no dia 27, às 19h30, o Cine Brasília recebe a sessão especial gratuita de Memórias Sobre o Espaço e o Tempo, comédia de ficção científica dirigida e roteirizada por Guily Machovec. Ingressos e acessibilidade Os ingressos podem ser adquiridos na bilheteria do cinema, às segundas e terças, das 13h e 22h, e de quarta a domingo, das 9h às 21h, ou no site. As sessões regulares do Cine Brasília, bem como a Sessão Contraturno, Sessão Família, Sessão Clássicos, Monumental e Circuitão, custam R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia). Às segundas e terças-feiras os valores são R$ 10 e R$ 5, bem como os ingressos para a Sessão Atípica. A Sessão Acessível e a sessão especial de Memórias Sobre o Tempo e o Espaço são gratuitas. Os filmes Michael e Mambembe possuem recursos de acessibilidade de Libras, audiodescrição e legendas através do aplicativo pelo MLoad; O Riso e A Faca no MovieReading e Meu Amigo Totoro, no PingPlay. Cine Brasília Endereço: 106/107 Sul Informações pelo WhatsApp 61 99687-8661 (segunda a sexta, das 14h às 18h); wa.me/5561996878661 ou contato@cinebrasilia.com Ingressos à venda na bilheteria ou pelo link ingresso.com/cinema/cine-brasilia Programação Quinta-feira (21) 10h: Anantara (curta-metragem) + Meu Amigo Totoro (dublado) 14h: Nausicaä do Vale do Vento 16h15: As Memórias de Marnie 18h30: Mambembe 20h30: Pai Mãe Irmã Irmão Sexta-feira (22) 10h: O Conto da Princesa Kaguya 14h: Anantara (curta-metragem) + O Castelo Animado (dublado) 16h30: O Mundo dos Pequeninos 18h30: O Riso e a Faca Sábado (23) 11h: Anantara (curta-metragem) + O Castelo Animado (dublado) 14h: São Paulo Sociedade Anônima 16h20: Michael 19h: Meu Amigo Totoro 20h50: O Castelo no Céu Domingo (24) 11h: Anantara (curta-metragem) + Ponyo: Uma Amizade que Veio do Mar (dublado) 14h: Contos de Terramar 16h15: A Viagem de Chihiro (dublado) 18h40: Meu Amigo Totoro 20h30: O Conto da Princesa Kaguya Segunda-feira (25) 14h: O Reino dos Gatos 15h50: Michael 19h: Onde Abrem as Portas + A Cor + Antônio sim, por que não? + debate Terça-feira (26) 17h: Porco Rosso: O Último Herói Romântico 19h: Cidade de Deus 21h45: Cidade de Deus Quarta-feira (27) 14h30: Michael 17h: O Castelo no Céu 19h30: Memórias Sobre o Espaço e o Tempo *Com informações da Secretaria de Cultura e Economia Criativa
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Longa ‘Os Pássaros’, de Hitchcock, ocupa a Sessão Clássicos de maio no Cine Brasília
Em maio, a Sessão Clássicos, do Cine Brasília, volta seu olhar para um dos filmes mais inquietantes do “mestre do suspense” Alfred Hitchcock. Lançado em 1963, Os Pássaros será exibido nesta sexta-feira (15) e no sábado (16). As exibições serão às 20h30, na sexta, e às 18h20, no sábado, com ingressos nos valores regulares do cinema. A semana também é composta pela Sessão Circuitão, que exibe O Diabo Veste Prada 2, continuação do filme que marcou a cultura pop dos anos 2000, ni sábado, às 15h45; na segunda (18), às 18h20; e na quarta (20), às 14h20. Mostra Ghibli Fest Depois de passar pelo Cine Brasília em setembro de 2025, a Mostra Ghibli Fest retorna à programação em uma nova etapa, reunindo novamente 14 títulos do Studio Ghibli até o dia 27. Entre os destaques está A Viagem de Chihiro, lançado em 2001, obra-prima de Hayao Miyazaki e vencedora do Oscar de Melhor Animação. Outro marco do estúdio que retorna à tela do Cine Brasília é Meu Amigo Totoro, de 1988. De 2004, O Castelo Animado também está de volta à mostra. No mesmo espírito de encantamento, e inspirado no conto A Pequena Sereia, Ponyo: Uma Amizade que Veio do Mar, lançado em 2008, conta a história de amizade entre um menino e uma peixinha mágica que deseja se tornar humana. A principal novidade é Princesa Mononoke, de 1997, no qual um jovem príncipe chamado Ashitaka parte em busca de cura após ser atingido por uma maldição. Completam a mostra os filmes Nausicaä do Vale do Vento (1984), O Castelo no Céu (1986), O Serviço de Entregas da Kiki (1989), Porco Rosso: O Último Herói Romântico (1992), O Reino dos Gatos (2004), Contos de Terramar (2007), O Mundo dos Pequeninos (2010), O Conto da Princesa Kaguya (2013) e As Memórias de Marnie (2015). Sessão Atípica Na terça-feira (19), A Viagem de Chihiro também será exibido na Sessão Atípica a partir das 14h. Voltada a pessoas autistas e neurodivergentes, a sessão tem as luzes acesas, o som reduzido, a sala fica em temperatura ambiente e é permitido que o público circule pela sala. Os ingressos custam R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia). Para quem gosta de ficção científica, a programação da semana traz ainda uma sessão única de Devoradores de Estrelas, no domingo (17), às 16h. Coprodução entre Portugal, França, Brasil e Romênia, o longa O Riso e A Faca, de Pedro Pinho, é a grande estreia da semana. No filme, Sérgio, um engenheiro ambiental português, é enviado a uma cidade da África Ocidental para trabalhar em uma estrada que deve cortar o deserto e a selva. Fora do próprio país, cercado por uma comunidade de expatriados e pelas contradições do projeto em que atua, ele se aproxima de Diára e Gui, dois moradores locais. A relação entre os três se constrói como tentativa de abrigo, mas também como conflito constante, revelando o incômodo de um personagem que tenta se inserir em um território atravessado por hierarquias que ele não controla. Destaque da semana anterior, o documentário Aqui Não Entra Luz, de Karol Maia, segue em exibição com a investigação sobre o trabalho doméstico no Brasil. Partindo de uma experiência pessoal, a diretora aborda as permanências históricas, desigualdades estruturais e trajetórias de mulheres que transformam a própria memória em testemunho. Também segue na grade A Fúria, terceiro capítulo da trilogia de Ruy Guerra, iniciada com Os Fuzis (1964) e A Queda (1978), que mistura drama e tensão política ao revisitar marcas da ditadura militar a partir da jornada de um personagem dado como morto. E, fechando a lista, vem Pai Mãe Irmã Irmão, de Jim Jarmusch, obra dividida em três episódios ambientados em diferentes países, nos quais encontros familiares expõem relações marcadas pela distância emocional e física. Pré-estreia A CineSemana conta, ainda, com a pré-estreia de Mambembe, de Fabio Meira, nesta quinta (14), às 19h. Construído a partir de uma filmagem iniciada em 2010, o longa combina documentário e ficção para revisitar a trajetória de um topógrafo errante e seu encontro com três mulheres de um circo chamado Mambembe, transformando o próprio processo de criação em parte da narrativa. O filme chega a Brasília após uma trajetória premiada em festivais nacionais e internacionais. Com ingressos nos valores de R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia), a exibição será seguida de debate com a presença do diretor e do ator brasiliense Murilo Grossi, mediado pela produtora executiva do Cine Brasília, Daniela Marinho. Sessão Especial Encerrando a programação da semana, na quarta (20), às 19h30, o Cine Brasília recebe a sessão especial de Rodas de Gigante: Um Brinde a Hugo Rodas, realizada em parceria com a Embaixada do Uruguai. Dirigido por Catarina Accioly, o documentário retorna à sala onde foi exibido pela primeira vez em 2023, durante o Festival de Brasília, quando teve recepção calorosa do público. A homenagem é realizada no mês em que Hugo completaria mais um aniversário e celebra uma trajetória construída entre o teatro, a dança, a música, a performance e a formação de gerações de artistas. A sessão é gratuita. Ingressos e acessibilidade Os ingressos podem ser adquiridos na bilheteria do cinema, às segundas e terças, das 13h e 22h, e de quarta a domingo, das 9h às 21h, ou no site. As sessões regulares do Cine Brasília, bem como a Sessão Contraturno, Sessão Família, Sessão Clássicos, Monumental e Circuitão custam R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia). Às segundas e terças-feiras os valores são R$ 10 e R$ 5, bem como os ingressos para a Sessão Atípica e para a sessão de pré-estreia de Mambembe. A sessão especial de Rodas de Gigante é gratuita. Os filmes O Riso e a Faca, Pai Mãe Irmã Irmão e Devoradores de Estrelas possuem recursos de acessibilidade de Libras, audiodescrição e legendas por meio do aplicativo MovieReading; e o filme Aqui Não Entra Luz, no MLoad. Cine Brasília Endereço: 106/107 Sul Informações pelo WhatsApp: 61 99687-8661 (de segunda a sexta, das 14h às 18h) ou pelo e-mail contato@cinebrasilia.com Ingressos à venda na bilheteria ou por este link Mais informações: cinebrasilia.com ou @cinebrasiliaoficial Programação de 14 a 20 de maio Quinta-feira (14) 10h — Mostra Ghibli Fest - O Serviço de Entregas da Kiki (dublado) 14h30 — A Fúria 17h — Mostra Ghibli Fest - Porco Rosso: O Último Herói Romântico 19h10 — Pré-estreia de Mambembe seguida de debate Sexta-feira (15) 10h — Mostra Ghibli Fest - Princesa Mononoke 15h30 — Mostra Ghibli Fest - Contos de Terramar 18h— Pai Mãe Irmã Irmão 20h30 — Sessão Clássico - Os Pássaros Sábado (16) 11h — Mostra Ghibli Fest - O Castelo Animado (dublado) 14h — Mostra Ghibli Fest - O Reino dos Gatos 15h45 — Sessão Circuitão - O Diabo Veste Prada 2 18h20 — Sessão Clássico - Os Pássaros 20h45 — Mostra Ghibli Fest - Princesa Mononoke Domingo (17) 11h — Mostra Ghibli Fest - Ponyo: Uma Amizade que Veio do Mar (dublado) 14h — Mostra Ghibli Fest - Meu Amigo Totoro (dublado) 16h — Sessão Única - Devoradores de Estrelas 18h55 — A Fúria 20h55 — Mostra Ghibli Fest - O Serviço de Entregas da Kiki Segunda-feira (18) 14h30 — Mostra Ghibli Fest - Ponyo: Uma Amizade que Veio do Mar (dublado) 16h30 — Aqui não Entra Luz 18h20 — Sessão Circuitão - O Diabo Veste Prada 2 20h50 — Mostra Ghibli Fest - A Viagem de Chihiro Terça-feira (19) 14h — Sessão Atípica - A Viagem de Chihiro (dublado) 16h20 — Mostra Ghibli Fest - Nausicaä do Vale do Vento 18h30 — Aqui não Entra Luz 20h10 — O Riso e a Faca Quarta-feira (20) 14h15 — Sessão Circuitão - O Diabo Veste Prada 2 16h40 — Mostra Ghibli Fest - As Memórias de Marnie 19h30 — Sessão Especial - Rodas de Gigante *Com informações da Secretaria de Cultura e Economia Criativa
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Última semana de abril traz romances dos anos 1990 e 2000 em sessões especiais no Cine Brasília
Entrando na reta final de abril, o Cine Brasília presenteia o público com dois títulos reconhecidos por suas abordagens distintas sobre relacionamentos amorosos. Enquanto um acompanha o desenvolvimento de um encontro ao longo de poucas horas, o outro se debruça sobre as consequências de um término e o impacto das memórias afetivas. Na Sessão Clássicos deste mês, será exibido Antes do Amanhecer, nesta sexta-feira (25), às 20h30, e no sábado (26), às 18h30. Já a Sessão Monumental apresenta Brilho Eterno de uma Mente Sem Lembranças, na terça (28), em duas sessões, às 19h e às 21h30. Sessão Circuitão Dando sequência à programação, a segunda Sessão Circuitão do mês exibe o longa O Drama. O filme será exibido no sábado (25), às 16h, com ingressos nos valores regulares de R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia); e na terça (27), às 18h45, com ingressos a R$ 10 e R$ 5. Sessão Acessível A programação conta, ainda, com a Sessão Acessível, que exibe De Longe Toda Serra é Azul, também no sábado, às 14h. Gratuita e voltada para pessoas com deficiência, a sessão conta com recursos de acessibilidade de Libras e legendas descritivas projetadas na tela e audiodescrição no sistema de som da sala. Super Mario Galaxy: O Filme estreia como opção para toda a família | Foto: Divulgação Estreias Outro destaque da semana é o relançamento de Suspiria, clássico do terror italiano. Dentre os títulos inéditos, tem o brasileiro Cinco Tipos de Medo, de Bruno Bini. Fechando a lista de estreias, Super Mario Galaxy: O Filme chega como opção para toda a família. Seleção de curtas As sessões de Cinco Tipos de Medo nesta semana serão abertas pelo curta-metragem Mandinga de Gorila. Seguem em cartaz na programação o drama A Cronologia da Água e a comédia dramática A Mulher Mais Rica do Mundo. Outro filme que integra a programação é a sessão gratuita de estreia do documentário Geração Cabeças, nesta quinta, às 20h. Dirigido por Moacir Macedo, o documentário resgata a trajetória de uma geração de artistas que marcou a cena cultural de Brasília entre as décadas de 1970 e 1980, reunida em torno da Galeria Cabeças e do Concerto Cabeças. BIFF 2026 A partir de 29 de abril, o Cine Brasília recebe a edição deste ano do Festival Internacional de Cinema de Brasília | Foto: Agência Brasília Completando a grade da semana, o Cine Brasília também recebe o Festival Internacional de Cinema de Brasília (BIFF 2026), de 29 de abril a 3 de maio, com sessões gratuitas e uma curadoria que reúne produções de diferentes países e linguagens. Consolidado no circuito internacional desde sua criação, em 2012, o festival retorna com uma edição marcada pela diversidade de olhares e pelo fortalecimento do encontro entre público e cinema. A abertura, na quarta (29), às 20h, traz o curta Momento Trágico, de Cibele Amaral, e o longa Fanon, de Jean-Claude Barny. Mais informações e a programação completa podem ser conferidos em biffestival.com/2026. Ingressos e acessibilidade Os ingressos podem ser adquiridos na bilheteria do cinema, às segundas e terças, das 13h e 22h, e de quarta a domingo, das 9h às 21h, ou no site. As sessões regulares do Cine Brasília, bem como a Sessão Contraturno, Sessão Família, Sessão Clássicos, Monumental e Circuitão custam R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia). Às segundas e terças-feiras, os valores são R$ 10 e R$ 5, bem como os ingressos para a Sessão Atípica. A Sessão Acessível, a sessão de estreia de Geração Cabeças e o Brasilia International Film Festival são gratuitos. Os filmes Super Mario Galaxy: O Filme e Cinco Tipos de Medo serão exibidos com recursos de acessibilidade de Libras, audiodescrição e legendas por meio do aplicativo MLoad; e o filme O Drama pelo MovieReading. Programação Quinta-feira (23) 10h — Super Mario Galaxy: O Filme 15h30 — Mandinga de Gorila (curta-metragem) + Cinco Tipos de Medo 18h — Suspiria 20h — Geração Cabeças Sexta-feira (24) 10h — A Mulher Mais Rica do Mundo 13h30 — A Cronologia da Água 16h — Mandinga de Gorila (curta-metragem) + Cinco Tipos de Medo 18h30 — Suspiria 20h30 — Antes do Amanhecer Sábado (25) 11h — Super Mario Galaxy: O Filme 14h — De Longe Toda Serra é Azul (Sessão Acessível) 16h — O Drama 18h30 — Antes do Amanhecer 20h30 — A Cronologia da Água Domingo (26) 11h — Super Mario Galaxy: O Filme 14h — A Cronologia da Água 16h30 — Super Mario Galaxy: O Filme 18h30 — Suspiria 20h30 — Mandinga de Gorila (curta-metragem) + Cinco Tipos de Medo Segunda-feira (27) 14h — A Mulher Mais Rica do Mundo 16h20 — A Cronologia da Água 18h45 — O Drama 20h50 — Suspiria Terça-feira (28) 14h — Super Mario Galaxy: O Filme 16h — Suspiria 19h — Brilho Eterno de uma Mente Sem Lembranças 21h30 — Brilho Eterno de uma Mente Sem Lembranças Quarta-feira (29) 20h — Momento Trágico (curta-metragem) + Fanon *Com informações da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF)
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Cine Brasília celebra 66 anos junto ao aniversário da capital com mostra gratuita da Cinemateca Brasileira
O Cine Brasília celebra 66 anos com uma programação especial que reafirma seu papel como um dos principais espaços de difusão do audiovisual no país. Entre os dias 17 e 22 de abril, o cinema recebe a mostra gratuita "A Cinemateca é Brasileira: da Comédia ao Drama", reunindo 23 produções nacionais, entre curtas e longas-metragens, que percorrem diferentes momentos, estéticas e linguagens do cinema brasileiro. A iniciativa, realizada pela Cinemateca Brasileira por meio do projeto Viva Cinemateca, chega à sua terceira edição no Cine Brasília, consolidando a parceria e ampliando o acesso do público a obras representativas da cinematografia nacional. Nesta edição, a curadoria propõe um recorte a partir dos gêneros cinematográficos, evidenciando como o cinema brasileiro dialoga com comédia, drama, suspense, documentário, animação e ficção científica, sem abrir mão da identidade própria. A programação integra as celebrações do aniversário de Brasília e do próprio Cine Brasília, ambos inaugurados em abril de 1960. A coincidência reforça a relação histórica entre a capital federal e seu principal equipamento de exibição cinematográfica, que ao longo de mais de seis décadas se consolidou como espaço de encontro, formação de público e valorização da produção audiovisual brasileira. Além da mostra, a semana conta com estreias de produções internacionais e com o encerramento do FomentaCine 2026, que apresenta obras desenvolvidas ou apoiadas por iniciativas de fomento ao audiovisual, fortalecendo o ecossistema criativo local e ampliando as oportunidades de circulação para novos realizadores. Entre os dias 17 e 22 de abril, o Cine Brasília recebe uma mostra gratuita com 23 produções nacionais, entre curtas e longas-metragens | Foto: Divulgação/Secec-DF As sessões da mostra e do FomentaCine são gratuitas, ampliando o acesso da população ao cinema e reforçando o compromisso com a democratização cultural. Já a programação regular do Cine Brasília segue com ingressos a preços acessíveis e políticas de incentivo à formação de público, como o programa de fidelidade. Para o secretário de Cultura e Economia Criativa interino, Fernando Modesto, a celebração evidencia a importância do equipamento para a política cultural do DF. “O Cine Brasília é um símbolo da nossa identidade cultural e um espaço fundamental para a valorização do cinema brasileiro. Celebrar seus 66 anos com uma mostra gratuita e diversa reafirma o compromisso do Governo do Distrito Federal com a cultura, a formação de público e o fortalecimento do audiovisual como política pública estruturante”, destacou. Com uma programação que conecta memória, diversidade e acesso, o Cine Brasília reafirma seu protagonismo como referência nacional na promoção do audiovisual e como um dos pilares da política cultural do Distrito Federal. *Com informações da Secretaria de Cultura e da Economia Criativa do Distrito Federal (Secec-DF)
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Cinema inclusivo leva estudantes ao Cine Brasília em ação pedagógica
Uma manhã diferente, fora da rotina e cheia de descobertas. Foi assim que estudantes do Centro de Ensino Especial (CEE) 01 do Guará viveram a experiência desta quarta-feira (8), no Cine Brasília. Cerca de 40 estudantes participaram de uma sessão adaptada do projeto Cinema Inclusivo e Especial. Para muitos, mais do que assistir a um filme, foi a oportunidade de ocupar um espaço cultural da cidade e vivenciar algo novo. A atividade integra o projeto Territórios Culturais, que aproxima estudantes da rede pública dos equipamentos culturais do Distrito Federal. A iniciativa é realizada em parceria entre as secretarias de Educação (SEEDF) e de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF). No período da tarde, estudantes do CEE 01 de Santa Maria também participaram da programação. Estudantes do CEE 01 do Guará assistiram ao filme ‘Cara de um, focinho de outro’, no Cine Brasília | Foto: André Amendoeira, Ascom/SEEDF Atentos ao enredo da animação Cara de um, focinho de outro, os pequenos acompanharam a história que traz valores, como a importância de preservar a natureza, a união, a amizade e o trabalho em equipe. “Eu acho uma experiência bem enriquecedora, muitas vezes eles não têm oportunidade de transitar nesses espaços culturais. Eu achei bacana, principalmente por ter uma adaptação, uma acessibilidade. Isso faz parte do desenvolvimento deles, esse acesso à cultura, arte, experiência de socialização, interação”, afirma a coordenadora pedagógica do CEE 01 do Guará, Bruna Ferraz. Territórios Culturais Illane Nogueira: "Nós sempre tomamos cuidado em relação ao espaço, nós queremos que eles se sintam acolhidos" O projeto Territórios Culturais tem como objetivo incentivar a conexão entre as unidades escolares e os patrimônios culturais do DF, transformando esses espaços em extensões do processo educativo e fortalecendo o sentimento de pertencimento. “Nós temos um pré-agendamento, por meio das escolas que se inscreveram para o projeto, selecionamos as escolas de todas as coordenações regionais de ensino e o transporte traz os estudantes. Nós enviamos o material pedagógico dos Territórios Culturais para que os professores possam trabalhar os temas do filme a que os meninos vão assistir. Nós sempre tomamos cuidado em relação ao espaço, nós queremos que eles se sintam acolhidos”, descreve a responsável pelo projeto, Ilane Nogueira. Coordenada pela Subsecretaria de Educação Inclusiva e Integral, a ação se repete há quatro anos e vem sendo ampliada para atender diferentes perfis de estudantes, sempre com atenção às necessidades de cada grupo. "Esse projeto é importante para que esses estudantes possam ter acesso à cultura, saídas pedagógicas, conhecerem o patrimônio da nossa cidade, até para serem vistos nestes espaços culturais" Alex Vasconcelos, assessor da Subsecretaria de Educação Inclusiva e Integral “Esse projeto é importante para que esses estudantes possam ter acesso à cultura, saídas pedagógicas, conhecerem o patrimônio da nossa cidade, até para serem vistos nestes espaços culturais. Então, escolhemos o público e vamos adequar a sessão para esse perfil. Hoje, estamos com a sessão à meia-luz, por conta da sensibilidade dos estudantes, som mais baixo, ar-condicionado não muito gelado. Se estamos recebendo deficiente auditivo, por exemplo, a gente busca ter uma janela de libras aberta, se for deficiente visual é necessário a audiodescrição”, destaca o assessor da Subsecretaria de Educação Inclusiva e Integral, Alex Vasconcelos. Conforme a Portaria nº 265, de 16 de agosto de 2016, são princípios básicos da Educação Patrimonial: memória, identidade, preservação, pluralismo, acessibilidade, valorização, formação e a abordagem inter, multi e transdisciplinar. Para participar do projeto, algumas orientações são importantes: realizar o agendamento prévio, verificar a classificação indicativa dos filmes, preparar os estudantes com atividades sobre cinema e patrimônio, além de orientar sobre roupas confortáveis, hidratação e alimentação. *Com informações da Secretaria de Educação (SEE-DF)
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Música, teatro, cinema e atrações alternativas agitam o fim de semana no DF
O fim de semana será de muita música no Distrito Federal. E o melhor: de graça. Matheus & Kauan, Xand Avião, Lauana Prado, Mari Fernandez, Henry Freitas, Zezo e Eduardo Costa estão entre as atrações de eventos promovidos ou apoiados pelo Governo do Distrito Federal (GDF). O cardápio de opções para os próximos dias tem ainda teatro, cinema, tecnologia e oficinas para todos os públicos. Eduardo Costa se apresenta em Brazlândia, durante a Feira da Goiaba de Brasília | Fotos: Divulgação Em Brazlândia, a 11ª edição da Feira da Goiaba de Brasília chega ao segundo fim de semana. No local, é possível visitar estandes de produtores da fruta e, à noite, curtir os shows de Henry Freitas, nesta sexta (10); Zezo, no sábado (11); e Eduardo Costa, no domingo (12). Já Planaltina recebe, pela primeira vez, o festival ExpoMix Brasil. A programação musical conta com atrações locais e nacionais. Entre os destaques, Xand Avião na sexta, Lauana Prado no sábado e Matheus & Kauan e Mari Fernandez no domingo. Ainda sobre música, notas e letras se unem no lançamento do livro Rima em todo canto, que ocorre durante edição especial da Batalha do Neurônio, domingo, na Praça do Cidadão, em Ceilândia. Além da obra, produzida por participantes do projeto A Arte de Rimar, o público poderá assistir ao show do grupo Viela 17. Teatro e cinema O Cine Brasília tem em cartaz o filme Velhos bandidos Para os fãs de teatro, o fim de semana reserva muitas opções. A primeira é a Mostra de Espetáculos no Espaço Cultural Cidade dos Bonecos, na Ponte Alta Norte do Gama. No domingo, a montagem da vez é A História de Mané Bocó, a partir das 17h. Outra alternativa é o monólogo Tolice do mundo, inspirado no universo de Guimarães Rosa. O espetáculo está em cartaz no Teatro Mapati, na 707 Norte, de quinta a domingo, nesta e na próxima semana, sempre às 20h. Quem quer curtir um cinema pode aproveitar a programação do Cine Brasília. O destaque da semana é Velhos bandidos, filme com Fernanda Montenegro, Ary Fontoura, Bruna Marquezine, Lázaro Ramos e Vladimir Brichta. Oficinas, tecnologia e mais Brasília Virtual leva ciência, tecnologia e inovação ao Pátio Brasil Shopping De sexta a domingo, o Espaço Cultural Renato Russo recebe a Mostra Cultural Mães pela Diversidade, que conta com palestras nas áreas de direitos humanos e psicologia, oficinas, shows, performances cênicas e feira de empreendedorismo. O evento é promovido pela ONG Mães Pela Diversidade, formada por mães e pais de pessoas LGBTQIA+. No Pátio Brasil Shopping, a partir desta sexta, a tecnologia é atração no Brasília Virtual, evento voltado à ciência, inovação e formação de novos talentos no universo digital. Haverá simuladores imersivos, campeonatos gamers com premiação, palestras e oficinas. Em tempo: aos domingos e feriados, o Jardim Botânico e o Zoológico de Brasília têm entrada gratuita, por meio do programa Lazer Para Todos. Nos mesmos dias, também é possível chegar a todas as atrações com ônibus e metrô gratuitos, pelo programa Vai de Graça.
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Fortalecimento de equipamentos culturais impulsiona audiovisual e posiciona o DF como referência no setor
O Distrito Federal vive um momento de consolidação e crescimento expressivo no setor audiovisual. A partir de uma estratégia estruturada pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF), baseada em investimento, modernização de equipamentos públicos e fortalecimento da governança participativa, o DF constrói um ecossistema robusto, que alia produção cultural, geração de renda e projeção nacional. Entre as principais entregas da gestão estão a requalificação e a modernização do Cine Brasília, um dos mais importantes equipamentos culturais da capital. Com a formalização da gestão compartilhada e a ampliação de investimentos, incluindo um aporte adicional de R$ 2 milhões, o espaço passa por uma transformação estrutural e tecnológica. Entre as melhorias, destacam-se a aquisição de um novo projetor digital 4K com tecnologia laser RGB, a modernização do sistema de sonorização e o aprimoramento dos serviços ao público, com foco em acessibilidade, bilheteria e manutenção. O público do Cine Brasília saltou de cerca de 59 mil pessoas em 2023 para mais de 165 mil em 2025, um crescimento de aproximadamente 180% em dois anos | Foto: Divulgação/Secec-DF Os resultados já são evidentes. O público do Cine Brasília saltou de cerca de 59 mil pessoas em 2023 para mais de 165 mil em 2025, um crescimento de aproximadamente 180% em dois anos, consolidando o espaço como referência nacional na difusão audiovisual. Outro destaque é o impacto econômico do setor. A atuação da Brasília Film Commission impulsionou a movimentação de recursos de R$ 19,4 milhões em 2024 para R$ 25,6 milhões em 2025, com a geração de cerca de 1.400 empregos diretos. 1,4 mil Número aproximado de empregos gerados pelo audiovisual do DF em 2025 O fortalecimento institucional também se reflete na valorização de espaços de difusão e formação. O Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, o mais tradicional do país, conta com gestão trianual garantida até 2026 e se prepara para celebrar 60 anos com uma programação ampliada, incluindo ações de descentralização e incentivo ao mercado, como rodadas de negócios e sessões fora do Plano Piloto. No campo da infraestrutura, novos investimentos reforçam o compromisso com o futuro do setor. Está prevista a reforma do Cine Itapuã, no Gama, com investimento superior a R$ 9,5 milhões, além do avanço na implementação do Polo de Cinema do Distrito Federal, que contará com uma área de aproximadamente 16 hectares voltada à produção, formação e prestação de serviços audiovisuais. Para o secretário de Cultura e Economia Criativa, Claudio Abrantes, os resultados refletem a consolidação de uma política pública estruturante para o setor. “O audiovisual do Distrito Federal hoje é resultado de um trabalho consistente de investimento, planejamento e valorização do setor. Estamos modernizando equipamentos como o Cine Brasília, ampliando o acesso da população, fortalecendo o Festival de Brasília e estruturando novos espaços, como o Polo de Cinema. Esse conjunto de ações mostra que o DF está preparado para se consolidar como um dos principais centros de produção audiovisual do país, gerando oportunidades, movimentando a economia criativa e projetando a nossa identidade cultural”, destacou. *Com informações da Secec-DF
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Alunos da rede pública de ensino vão ao Cine Brasília em atividade pedagógica
Com pipoca nas mãos e atenção voltada para a tela, cerca de 400 estudantes da rede pública do Distrito Federal ocuparam, nesta terça-feira (24), as poltronas do Cine Brasília para uma experiência que foi além do entretenimento. A atividade integra o projeto Territórios Culturais, iniciativa da Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF), em parceria com a Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF), que promove vivências pedagógicas em espaços culturais da capital. Mais do que uma ida ao cinema, a proposta articula aprendizado, identidade e patrimônio, transformando a experiência em ferramenta pedagógica. "Não é um passeio só de vir ao cinema. Ele tem muita personalidade. Trabalha perspectivas relacionadas ao patrimônio, à educação patrimonial e também ao que o filme está trazendo, à importância de uma produção brasileira. É uma oportunidade para que os alunos percebam que não existem somente filmes da Disney ou produções internacionais. Nós temos uma produção muito pulsante no Brasil", afirmou Ilane Nogueira, responsável pelo projeto Territórios Culturais. Cerca de 400 estudantes da rede pública do Distrito Federal compareceram à sessão de cinema no Cine Brasília, nesta terça-feira (24) | Foto: Mary Leal/SEEDF O filme exibido foi Aba e Sua Banda, lançamento de 2025 que conta a história de um festival em um reino de frutas. Com linguagem acessível, a produção dialoga diretamente com estudantes do 1º ao 6º anos do ensino fundamental. Antes da sessão, as escolas recebem material pedagógico preparado pela equipe do projeto, ampliando o aproveitamento da atividade em sala de aula. Participaram da ação sete unidades escolares: Escola Classe (EC) 02 do Guará, EC 316 Sul, EC 11 de Sobradinho, EC 15 de Ceilândia, EC 501 de Samambaia, EC 05 do Cruzeiro e, como convidada, uma turma do projeto Parque Educador, do Centro de Ensino Fundamental (CEF) 306 Norte. O acesso foi garantido com transporte e ingressos gratuitos. [LEIA_TAMBEM]Do cinema ao patrimônio cultural A escolha do Cine Brasília também carrega simbolismo. Inaugurado em 22 de abril de 1960, um dia após a fundação da capital, o espaço integra o conjunto arquitetônico de Oscar Niemeyer e é reconhecido como patrimônio histórico. A visita, portanto, também funciona como uma aula viva sobre a cidade. Para Danielle Gomes, supervisora pedagógica da EC 05 do Cruzeiro, o impacto é imediato. "É ampliar o acesso à cultura e à arte. Aqui nós temos estudantes que hoje, pela primeira vez, estão num cinema. E em um lugar histórico, patrimônio da nossa cidade", disse. O Territórios Culturais também promove atividades em outros pontos históricos, como o Catetinho, o Museu da República e o Memorial dos Povos Indígenas. A proposta é transformar esses espaços em extensões da escola, ambientes em que o aprendizado ganha significado a partir da vivência. *Com informações da Secretaria de Educação (SEEDF)
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Programa Pontes para o Mundo chega à segunda edição com mais vagas e mais países
As portas do planeta, mais do que nunca, voltarão a se abrir aos estudantes da rede pública do Distrito Federal. A segunda edição do programa Pontes para o Mundo, da Secretaria de Educação (SEEDF), foi lançada oficialmente nesta segunda-feira (23), em cerimônia no Cine Brasília, com presença do governador Ibaneis Rocha. “Quando a Mayara [Noronha Rocha, primeira-dama do DF] e a Hélvia [Paranaguá, secretária de Educação] me apresentaram esse programa no ano passado, eu disse: ‘olha que maravilha, isso vai ser um grande sucesso, vai gerar para esses adolescentes uma oportunidade que pouquíssimas pessoas no país têm’. Vocês têm que olhar para esse programa e pensar em quantos gostariam de estar nesse lugar, quantos precisariam dessa experiência para poder crescer na vida. Então, é um programa realmente belíssimo”, exaltou o chefe do Executivo, em discurso a jovens da rede pública. Ibaneis Rocha: "Vocês têm que olhar para esse programa e pensar em quantos gostariam de estar nesse lugar, quantos precisariam dessa experiência para poder crescer na vida. Então, é um programa realmente belíssimo” | Fotos: Renato Alves/Agência Brasília “Esse é um dos programas que investem diretamente na qualificação dos nossos estudantes. Vocês vão acabar sendo referência, exemplos para os colegas que estão nas escolas de vocês, para os jovens que estão na mesma rua brincando com vocês, acompanhando ali a sua trajetória de vida”, completou a primeira-dama do DF, Mayara Noronha Rocha. Criado no ano passado, o Pontes para o Mundo levou 102 estudantes da rede pública para um intercâmbio de até três meses em instituições de ensino do Reino Unido. Em 2026, o programa será ampliado. O número de alunos participantes subirá para 400, e, além das quatro nações que compõem o Reino Unido, serão incluídas instituições no Canadá, na França e na Espanha. “Esse é um dos programas que investem diretamente na qualificação dos nossos estudantes. Vocês vão acabar sendo referência, exemplos para os colegas que estão nas escolas de vocês, para os jovens que estão na mesma rua brincando com vocês, acompanhando ali a sua trajetória de vida”, destacou a primeira-dama do DF, Mayara Noronha Rocha “Se eu estou eufórica, imagina os estudantes da rede pública de ensino, porque agora nós ampliamos o Pontes para o Mundo. Então, meninos, a oportunidade está batendo na porta de vocês. Abracem, estudem, leiam o edital quando sair, e vamos voar, viajar, sonhar e conhecer um mundo que está se descortinando diante dos olhos dos nossos estudantes”, convidou a secretária de Educação, Hélvia Paranaguá. Mudança de vida Giovanna Borba, estudante do 3º ano no Centro Educacional do Lago (CEL), foi uma das participantes em 2025 e exaltou a experiência. “Eu nunca tinha saído do país antes, então, o Pontes realmente abriu essa porta enorme na minha vida”, definiu. “Quando descobri que ia participar, a expectativa foi muito alta, porque era a realização de um grande sonho não só meu, mas de muitos estudantes. Eu fui para um college chamado NPTC, no País de Gales, onde consegui estudar geopolítica, ciência, em uma infraestrutura muito incrível. Também tive uma família lá muito acolhedora e consegui aproveitar o máximo da cultura do Reino Unido, porque a gente se imerge de todas as formas”, acrescentou. "Abracem, estudem, leiam o edital quando sair, e vamos voar, viajar, sonhar e conhecer um mundo que está se descortinando diante dos olhos dos nossos estudantes”, convidou Hélvia Paranaguá, secretária de Educação do DF Testemunho semelhante ao de Hugo Galdino, do Centro de Ensino Médio Elefante Branco, que, no ano passado, foi para a Inglaterra: “É um choque cultural muito grande ir para fora, você tem a oportunidade de ver pessoas diferentes, histórias diferentes. É algo fantástico". Já as amigas Ana da Cruz e Joana de Andrade, ambas com 17 anos, vivem a expectativa de conquistar uma das vagas deste ano. “Participar desse processo não é nada fácil, mas, quando você vê pessoas ao seu redor, pessoas que são próximas de você, vivenciando um sonho que é seu, você se imagina naquele cenário. E eu sempre sonhei. Entrei no CIL [Centro Interescolar de Línguas] no 6º ano, então já tem muito tempo que eu estudo outra língua, e receber essa oportunidade nesse momento é como uma luz”, pontuou Ana, que estuda no Centro de Ensino Médio (CEM) 3 do Gama. "É uma experiência que é um sonho. Acho que eu não teria uma oportunidade dessa de passar três meses. É muita coisa e não é algo muito dentro da minha realidade. Então, quando eu fiquei sabendo do Pontes para o Mundo, foi uma porta realmente que se abriu para mim e eu pensei ‘preciso muito ir’”, emendou Joana, aluna do Centro de Ensino Médio Integrado (Cemi) do Gama. “Eu nunca tinha saído do país antes, então, o Pontes realmente abriu essa porta enorme na minha vida”, afirma a estudante Giovanna Borba Revista Quando retornarem ao Brasil, os estudantes selecionados descreverão os aprendizados em artigos a serem publicados na revista Com Censo Jovem, projeto de iniciação científica para adolescentes da Secretaria de Educação. Uma prova de que a experiência não acabará na volta para casa. “Nós firmamos uma parceria com o Pontes para o Mundo, então é algo a mais nessa volta dos meninos da segunda edição dos países em que eles vão fazer o intercâmbio. É a publicação de um dossiê temático, com a experiência retratada na revista. Porque é uma experiência enriquecedora, e a revista tem essa parceria com o programa no protagonismo estudantil, que é um pilar importantíssimo no ensino médio e que eles vão continuar exercendo mesmo após o retorno”, destacou a professora Daphne Leandro, editora-chefe da publicação.
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Ouvidores do DF são homenageados no Cine Brasília
O Cine Brasília recebeu, nessa quinta-feira (19), uma programação especial em homenagem aos ouvidores do Distrito Federal. O evento, promovido pela Controladoria-Geral do Distrito Federal (CGDF), celebra o Dia Nacional do Ouvidor, comemorado em 16 de março, e reúne servidores da Rede de Ouvidorias que atuam na escuta das manifestações da população em todo o DF. A iniciativa contou com o apoio das secretarias de Economia (Seec-DF) e de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF). O tradicional cinema da capital foi palco de uma tarde dedicada ao reconhecimento dos mais de 400 servidores que trabalham diariamente para transformar demandas da população em melhorias para a cidade. Com o tema “A Ouvidoria em Cena”, a programação utilizou o universo do cinema e das grandes premiações para destacar o papel estratégico dos ouvidores na administração pública. O Cine Brasília fol palco da premiação, com reconhecimento do trabalho de 400 servidores | Fotos: Divulgação/CGDF Para o controlador-geral do Distrito Federal, Daniel Lima, a celebração em um espaço simbólico da cidade reforça o compromisso do GDF com a escuta qualificada e a participação social. “Celebrar o Dia Nacional do Ouvidor em um espaço tão emblemático como o Cine Brasília é também reafirmar o compromisso do Governo do Distrito Federal com a escuta qualificada e com a participação social. Hoje, ao reconhecer o trabalho de cada ouvidor e ouvidora, estamos valorizando servidores que dão voz ao cidadão e ajudam a construir uma administração mais transparente, eficiente e conectada com as reais necessidades da sociedade”, destacou. Na mesma linha, a ouvidora-geral do Distrito Federal, Daniela Pacheco, ressaltou o papel das ouvidorias como espaço de diálogo e protagonismo do cidadão. “Estar no Cine Brasília, um dos grandes símbolos culturais da capital, reforça a ideia de que a ouvidoria também é palco de protagonismo do cidadão. Aqui, celebramos não apenas uma data, mas o trabalho diário de uma rede comprometida em ouvir, acolher e transformar demandas em soluções”, afirmou. Entre os momentos mais simbólicos do evento esteve a exibição do curta-metragem O som que fica, produzido especialmente para a ocasião. O filme acompanha a rotina de um jovem que convive com incômodos cotidianos da cidade até perceber que agir pode transformar o barulho das frustrações em silêncio e novos caminhos. A narrativa funciona como uma homenagem ao trabalho dos ouvidores, profissionais que ajudam a transformar registros da população em soluções concretas para o dia a dia das pessoas. A noite também incluiu a premiação da 10ª edição do Concurso Melhores Práticas em Ouvidoria Pública Mariana Resende, ouvidora da Universidade do Distrito Federal (UnDF), comentou sobre suas expectativas para o evento: "É um grande prazer estar aqui hoje nesse evento tão importante. A ouvidoria é esse instrumento importante de participação social, de controle social e escuta ativada da população do DF. A expectativa para o evento é a melhor possível. É um prazer enorme fazer parte da Rede SIGO, essa rede que está tão empenhada em melhorar serviços públicos e ouvir o cidadão". A programação também incluiu a premiação da 10ª edição do Concurso Melhores Práticas em Ouvidoria Pública, que reconhece iniciativas capazes de transformar a escuta cidadã em melhorias efetivas para a sociedade. Nesta edição, os projetos finalistas foram apresentados em formato audiovisual e tiveram seus vídeos exibidos na tela do cinema, valorizando o protagonismo dos servidores e a criatividade das ações realizadas no âmbito da ouvidoria pública. "É com muito orgulho que a ouvidoria do TJDFT recebe esse prêmio. A nossa prática visa a valorizar as unidades que são reconhecidamente elogiadas pela população do DF, e com isso criamos um manual de boas práticas de atendimento para disseminar ainda mais a importância de um bom atendimento para o cidadão", destacou Carolina Campos, coordenadora de Relacionamento com o Usuário na ouvidoria do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT). Confira os vencedores: Rede Ouvir: Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT); Entidades: Departamento de Trânsito (Detran-DF), Serviço de Limpeza Urbana (SLU), Universidade do Distrito Federal (UnDF) e Defensoria Pública do Distrito Federal (DPDF); Secretarias: Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF), Secretaria de Saúde (SES-DF), Hospital Regional de Samambaia (HRSam) e Secretaria de Educação (SEEDF) Administrações regionais: Arapoanga, Santa Maria e Sudoeste. Outro destaque da programação foi o reconhecimento dos vencedores do Hackathon em Controle Social — Desafio Participa DF, iniciativa que estimulou o uso da tecnologia, da inovação e da colaboração para ampliar o engajamento da população na gestão pública. *Com informações da CGDF
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Cine Brasília exibe a transmissão ao vivo da cerimônia de premiação do Oscar 2026 neste domingo (15), com entrada gratuita
No próximo domingo (15), dia da premiação do Oscar 2026, o Cine Brasília dedica sua programação a O Agente Secreto, thriller político de Kleber Mendonça Filho que concorre a quatro estatuetas. O filme ganha sessão dupla às 11h e 14h30 e, às 21h, o Cine Brasília exibe a cerimônia do Oscar ao vivo pela primeira vez em sua grande tela. A iniciativa do Cine Brasília em abrir as portas para a transmissão do Oscar 2026 reflete o compromisso da gestão pública em democratizar o acesso à cultura e celebrar o protagonismo brasileiro no cenário internacional. No domingo, o Cine Brasília exibirá duas sessões de 'O Agente Secreto' antes da premiação do Oscar | Foto: Divulgação O secretário de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal, Claudio Abrantes, destaca que “receber o público no Cine Brasília para acompanhar uma premiação de tamanha relevância é, acima de tudo, um ato de valorização da nossa identidade audiovisual. Ao oferecermos entrada franca para essa transmissão, reafirmamos o compromisso do Governo do Distrito Federal em tornar nossos equipamentos públicos espaços vivos e acolhedores. É um momento de união para celebrarmos a força do cinema nacional, que hoje ocupa um lugar de destaque sem precedentes no mundo, e fortalecer o sentimento de pertencimento da nossa comunidade em relação às conquistas da nossa arte.” Após uma jornada pelos maiores festivais mundiais, e de ter tido sua estreia em festivais brasileiros no Cine Brasília, durante a abertura do Festival de Brasília de 2025, O Agente Secreto concorre nas categorias de melhor filme, melhor filme internacional, melhor elenco e melhor ator (Wagner Moura). E o longa de Kleber não está só. O diretor de fotografia Adolpho Veloso está no páreo na categoria melhor fotografia por Sonhos de Trem, dirigido por Clint Bentley. Os ingressos para as sessões de O Agente Secreto custam R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia) e já estão à venda pelo site ingresso.com. A transmissão ao vivo da cerimônia do Oscar terá entrada franca, sem necessidade de retirada de ingressos e por ordem de chegada. A sala será liberada a partir das 20h30. *Com informações da Secec-DF
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Ouvidores do DF são homenageados no Cine Brasília
No próximo 19 de março, o Cine Brasília recebe uma programação especial em homenagem aos ouvidores do Distrito Federal. Promovido pela Controladoria-Geral do DF (CGDF), o evento celebra o Dia Nacional do Ouvidor, comemorado em 16 de março, e reúne servidores da rede de ouvidorias que atuam na escuta das manifestações da população em todo o DF. A iniciativa conta com apoio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal. Das 14h às 18h, o tradicional cinema da capital será palco de uma tarde de reconhecimento aos mais de 400 servidores que trabalham diariamente para transformar demandas da população em melhorias para a cidade. Com o tema A Ouvidoria em Cena, a programação utiliza o universo do cinema e das grandes premiações para destacar o papel estratégico dos ouvidores na administração pública. Entre os momentos mais simbólicos do evento está a exibição do curta-metragem O Som que fica, produzido especialmente para a ocasião. O filme acompanha a rotina de um jovem que convive com os incômodos cotidianos da cidade até perceber que agir pode transformar o barulho das frustrações em silêncio e novos caminhos. A narrativa funciona como uma homenagem ao trabalho dos ouvidores, profissionais que ajudam a transformar registros da população em soluções concretas para o cotidiano das pessoas. A classificação é livre e a entrada é gratuita e aberta ao público. Das 14h às 18h, o tradicional cinema da capital será palco de uma tarde de reconhecimento aos mais de 400 servidores que trabalham diariamente para transformar demandas da população em melhorias para a cidade | Foto: Paulo H. Carvalho / Agência Brasília A programação também inclui a premiação da 10ª edição do Concurso Melhores Práticas em Ouvidoria Pública, que reconhece iniciativas que transformam a escuta cidadã em melhorias para a sociedade. Nesta edição, os projetos foram apresentados em formato audiovisual e serão exibidos na tela do cinema. Outro destaque do evento é o reconhecimento dos vencedores do Hackathon em Controle Social — Desafio Participa DF, iniciativa que estimula o uso de tecnologia e inovação para fortalecer a participação da população na gestão pública. *Com informações da Controladoria-Geral do DF (CGDF)
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Final de semana brasiliense tem sessões de 'O Agente Secreto', lutas de MMA e oficinas de arte
De lutas de MMA a oficinas de arte, passando por contação de histórias e sessões do filme O Agente Secreto, indicado ao Oscar quatro vezes: este final de semana promete ser movimentado no DF. As atrações têm apoio deste Governo do Distrito Federal (GDF), por meio das secretarias de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF), de Turismo (Setur-DF) e de Esporte e Lazer (SEL-DF). Confira! Esta sexta-feira (23) será de fortes emoções para o público do LFA 2026, no Ginásio Nilson Nelson. O evento abre o calendário do MMA internacional e traz a disputa pelo cinturão interino mundial dos pesos-mosca. O atual campeão interino, Marcos Degli, busca a segunda defesa do título. Um destaque é a presença do lutador Rogério Minotouro. O cinturão interino mundial dos pesos-mosca será disputado em Brasília, neste fim de semana | Fotos: Divulgação Os portões abrem às 16h e a programação inicia às 16h, com entrada gratuita mediante entrega de 1kg de alimento não perecível. O ingresso deve ser retirado aqui. Haverá transmissão pelo YouTube a partir das 20h. Também nesta sexta, o Paranoá será palco do evento Cultura Negra em Movimento, que celebra ancestralidade, música e tradição. Entre as atrações, estão o grupo Boi de Seu Teodoro e a Escola de Samba Bola Preta de Sobradinho. A festa começa às 17h, no Ponto de Cultura Martinha do Coco, com entrada gratuita. O grupo Boi de Seu Teodoro é uma das atrações do Cultura Negra em Movimento, no Paranoá | Foto: Maria Soraia/Divulgação Sétima arte Pode dar Brasil na maior premiação de cinema do mundo. O Agente Secreto foi indicado quatro vezes ao prêmio nas categorias Melhor Filme, Melhor Ator, Melhor Filme Internacional e Melhor Direção de Elenco. Para comemorar, o Cine Brasília incluiu três sessões do longa na programação desta semana. O filme será exibido nesta sexta, às 10h, e no domingo (25), às 20h. O filme O Agente Secreto concorre a quatro estatuetas no Oscar deste ano | Foto: Divulgação Além disso, a programação oferece sessões especiais de Bicho Monstro (com recursos de acessibilidade), no sábado (24), às 14h; e de Avatar: Fogo e Cinzas, no domingo, às 16h. Literatura A Biblioteca Nacional de Brasília recebe o projeto Leitura Viva, neste sábado, das 14h às 17h30. Os participantes vão mergulhar na obra Ponciá Evaristo, da escritora Conceição Evaristo. O texto conta a trajetória de uma menina que guardava o brilho das estrelas no fundo dos olhos e a força das ancestrais na palma das mãos. No dia seguinte, será promovida uma conversa sobre o livro As Avós, da escritora Doris Lessing, sobre amizade e desafios geracionais, a partir das 10h. Arte e atividades O Museu de Arte de Brasília (MAB) recebe o projeto Hospitalidade, composto por quatro exposições que conversam entre si e exploram matéria, tempo, memória, território e processos de transformação na arte contemporânea, até 1º de março. As mostras são Em Imagem Arkhé, de Capra Maia; Fazer o Quilo, de Gabriel Matos; Erosão Inevitável do Tempo, de Isabella Brito; e Imagem Escrita Palavra Pintada, de Rafael Vaz. Além disso, o MAB conta com atividades práticas. Na sexta, haverá contação de histórias para bebês de 18 meses a 3 anos, às 10h30, e uma oficina de jogos teatrais e brincadeiras populares para crianças, às 14h. No sábado e no domingo, às 10h30, a contação de histórias será para pequenos a partir de 4 anos, e haverá uma visita mediada com jogos, com participação livre, às 15h30. Em seguida, às 16h30, terá uma oficina de fuxico, no sábado, e uma de pintura com pigmentos naturais, no domingo, para o público infantil. Fauna e flora O Jardim Botânico é uma opção de diversão para a família toda e, no domingo, tem entrada grátis | Foto: Geovana Albuquerque/Agência Brasília O Jardim Botânico de Brasília (JBB) estará de portas abertas para a população neste final de semana, das 8h30 às 17h (com entrada permitida até as 16h30), com trilhas, jardins temáticos e espaços de visitação. De terça a sábado, a entrada custa R$ 5 por pessoa; aos domingos, é gratuita, graças ao programa Lazer Para Todos, instituído por este GDF em março de 2025. Outro espaço que conta com gratuidade aos domingos e feriados é o Zoológico de Brasília. O equipamento funcionará normalmente, das 8h30 às 17h, com venda de ingressos até as 16h. O pagamento é em dinheiro, Pix ou cartão de débito e crédito. Com o Vai de Graça, a população pode acessar esses e outros equipamentos sem preocupação em relação ao deslocamento. Lançado no ano passado, o programa permite a gratuidade nos ônibus e no metrô aos domingos e feriados.
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Programa de fidelidade valoriza o público e amplia acesso ao Cine Brasília
Como forma de fortalecer o vínculo do público com um dos principais equipamentos públicos culturais do DF, o Cine Brasília conta com um programa de fidelidade. Criado em 2024, o Cinelover permite que espectadores recebam um cartão em que acumulam carimbos a cada sessão paga podem trocar por ingressos gratuitos e brindes personalizados. A adesão é gratuita e simples: ao comprar o ingresso na bilheteria física, o espectador pode solicitar o cartão fidelidade. A cada filme assistido, um novo carimbo é registrado, dando acesso a recompensas progressivas conforme o volume de sessões. Sara Rocha: "Não é só sobre o ingresso, é sobre a experiência de pertencimento" | Fotos: Tony Oliveira/Agência Brasília Segundo a diretora do Cine Brasília, Sara Rocha, o programa integra uma estratégia mais ampla de consolidação do cinema como espaço público vivo. “O Cinelover surge nessa segunda etapa da gestão como uma forma de fidelizar e incentivar o espectador a vir mais vezes. Não é só sobre o ingresso, é sobre a experiência de pertencimento”, afirma. Ela explica que, embora o cinema já trabalhe com preços populares, a proposta vai além. “A gente queria integrar essa política de acesso com itens de memória afetiva do Cine Brasília. São brindes pensados para quem cria vínculo com o espaço e faz parte dessa história”, completa. Como funciona o Cinelover Os cartões fidelidade são disponibilizados na bilheteria do Cine Brasília e valem para sessões regulares e atípicas promovidas pela gestão do equipamento. As recompensas seguem a seguinte progressão: 12 carimbos – entrada gratuita + ímã de geladeira; 24 carimbos (dois cartões) – entrada gratuita + caneta; 36 carimbos (três cartões) – entrada gratuita + balde de pipoca; 48 carimbos (quatro cartões) – entrada gratuita + boné. Após a troca da recompensa, o cartão é retido pelo cinema e o espectador recebe um novo, podendo continuar acumulando carimbos. Também é possível optar por guardar os cartões e trocar apenas quando atingir premiações maiores. Os carimbos são válidos apenas para sessões oficiais, regulares e pagas do Cine Brasília. Não entram na contagem eventos externos, festivais independentes da gestão, sessões gratuitas ou ingressos obtidos por políticas de gratuidade. Compras feitas pela internet podem ser carimbadas mediante apresentação na bilheteria. Associados a entidades audiovisuais previamente cadastradas têm direito a carimbo duplo. Os carimbos são válidos apenas para sessões oficiais, regulares e pagas do Cine Brasília e podem ser acumulados para garantir prêmios melhores Os ingressos custam R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia) de quarta a domingo. Às segundas e terças-feiras, os valores são reduzidos para R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia). Público fiel e resultados De acordo com Sara Rocha, o programa já apresenta adesão consistente. “Temos mais de 600 retiradas de cortesias e quase 100 trocas completas de brindes desde o início do Cinelover”, informa. O crescimento acompanha o aumento de público do cinema. Apenas em 2025, o Cine Brasília ultrapassou 160 mil espectadores, mais que o dobro registrado no início da atual gestão. “A fidelização vem da soma de fatores: programação diversa, atendimento acolhedor, acessibilidade, preços populares e um cinema aberto à cidade”, avalia a diretora. Ela reforça que o programa não tem caráter comercial. “O cinema é público. Nosso papel é democratizar o acesso ao audiovisual, seja ao cinema independente, aos clássicos ou aos filmes de grande público. O Cinelover é mais uma ferramenta para manter essa sala cheia, viva e acessível”, conclui. Experiência do público Isabela Castelo Branco participa do Cinelover desde 2014: "Não é só fidelizar cliente, é incentivar o consumo de cultura" Frequentadora assídua do Cine Brasília, a estudante de jornalismo Isabela Castelo Branco participa do Cinelover desde o início. “Uso o cartão sempre que compro ingresso. Guardei os carimbos para trocar por um brinde maior porque vale muito a pena”, conta. Para ela, a iniciativa vai além da lógica tradicional de fidelização. “Não é só fidelizar cliente, é incentivar o consumo de cultura. O Cine Brasília cria identidade e pertencimento. Quem vem uma vez acaba voltando”, resume. [LEIA_TAMBEM]A professora Camila Ribeiro, que também retirou o cartão recentemente, vê o programa como um incentivo à retomada do hábito de ir ao cinema. “Funciona como um estímulo real para voltar mais vezes, especialmente com uma programação diversificada e valores acessíveis”, afirma. Cinema público e programação diversa O Cine Brasília mantém uma programação que reúne cinema brasileiro, produções independentes, clássicos, filmes infantis e grandes sucessos de público, sempre com valores reduzidos. Sessões acessíveis, mostras temáticas e a proximidade com o metrô ampliam o alcance do equipamento cultural. “Nosso objetivo é que o Cine Brasília seja parte do cotidiano da cidade, um espaço de encontro, de formação de público e de acesso permanente à cultura”, finaliza Sara Rocha.
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Cine Brasília fecha 2025 com recorde de público, novas sessões e avanços em acessibilidade
O ano de 2025 segue para sua reta final, mas os meses até aqui já representam um período importante para o Cine Brasília, que reforça seu papel como um dos principais polos de exibição e formação audiovisual do país. Entre janeiro e novembro deste ano, o cinema recebeu 159.531 espectadores, número que traduz não apenas a relevância de um dos últimos cinemas de rua em funcionamento no Brasil, mas também o impacto de uma política consistente de diversificação da programação, ampliação do acesso e fortalecimento do vínculo com diferentes públicos do Distrito Federal. Esse desempenho também se expressa de forma contundente na circulação do cinema nacional. Dados registrados até o dia 12 deste mês indicam que o longa-metragem O Agente Secreto ultrapassou 993 mil espectadores em 743 salas pelo país, sendo mais de 9 mil deles no Cine Brasília. Esse número representa uma participação de mercado próxima de 1% e posiciona o cinema como o 12º maior exibidor do filme no Brasil. Outro destaque notável é a produção brasiliense A Natureza das Coisas Invisíveis, que alcançou público superior a 3 mil espectadores em 33 cinemas brasileiros, dos quais 1,2 mil assistiram à obra no Cine Brasília, concentrando cerca de 40% do público total e colocando o espaço como o principal exibidor do longa em território nacional. Entre janeiro e novembro de 2025, o Cine Brasília recebeu 159.531 espectadores | Foto: Geovana Albuquerque/Agência Brasília Entre os principais marcos do ano está a expansão da grade regular, com a criação de novas sessões fixas semanais que passaram a dialogar com diferentes rotinas e perfis de público. A Sessão Contraturno, às sextas-feiras pela manhã, e a Sessão Família, aos domingos à tarde, ampliaram as possibilidades de frequência ao cinema e reforçaram o compromisso do Cine Brasília com o acesso democrático à experiência cinematográfica. A acessibilidade permaneceu como um dos eixos estruturantes da programação. Ampliada ainda em 2024, a Sessão Acessível seguiu com apresentações quinzenais ao longo do ano, oferecendo recursos de audiodescrição, legendas descritivas e Libras, sempre com entrada gratuita. Já a Sessão Atípica, criada no ano anterior para atender ao público neurodivergente, foi fortalecida e ampliada. Pensada inicialmente para ocorrer mensalmente em uma quarta-feira, ela passou a contar com duas edições mensais, ocorrendo também em um sábado por mês. A partir da segunda semana em cartaz no Cine Brasília, O Agente Secreto passou a ser exibido com legendas descritivas na tela em todas as sessões. [LEIA_TAMBEM]O ano marcou ainda a criação de novas sessões especiais fixas, que ampliaram o escopo curatorial do cinema. Com a Sessão Clássicos, integrada à programação mensal a partir de abril, o Cine Brasília passou a promover o reencontro do público com obras fundamentais da história cinematográfica. Em junho, outras duas opções foram criadas. Enquanto a Sessão Monumental trouxe filmes de grande impacto artístico ou histórico, a Sessão Circuitão voltou-se para títulos de grande apelo popular na grade, reafirmando a proposta de unir cinema de arte e produções mainstream em um mesmo espaço cultural. A isso se soma a política de ingressos a preços fixos — R$ 20 a inteira e R$ 10 a meia, de quarta a domingo, e R$ 10 e R$ 5 às segundas e terças —, ampliando a possibilidade de acesso do público a esses títulos por valores abaixo dos praticados nos cinemas comerciais. Para além da tela, o equipamento cultural manteve e aprofundou ações de participação e transparência, com a continuidade dos encontros mensais do conselho consultivo, abertos a todas as pessoas e com oferta de cortesias para quem participa, além das chamadas públicas permanentes e do programa de fidelidade. Os resultados alcançados até aqui confirmam o sucesso do projeto de gestão compartilhada entre a Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF) e a Box Cultural, renovado em 2024. Ao encerrar 2025 com números expressivos de público, programação diversificada e maior visibilidade, o Cine Brasília reafirma seu papel como espaço vivo de cultura, formação e encontro na cidade. As novas sessões, o fortalecimento das políticas de acessibilidade, o diálogo permanente com o setor audiovisual e a valorização simultânea do cinema brasileiro, do patrimônio cinematográfico e das produções contemporâneas projetam um 2026 ainda mais aberto à experimentação e ao aprofundamento do cinema como experiência democrática. *Com informações da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF)
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Cinema Inclusivo: estudantes de Brazlândia vivenciam sessão adaptada no Cine Brasília
A Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF), em parceria com o Cine Brasília, promoveu, nesta quarta-feira (3), uma sessão de cinema especial para 30 estudantes do Centro de Ensino Especial 01 de Brazlândia (CEEPLS). A programação incluiu a exibição dos filmes O Natal da Patrulha Canina e do curta Antes d’Eu Era Nós. O cinema inclusivo integra o projeto Territórios Culturais, que amplia o acesso dos estudantes da rede pública ao acervo cultural da capital. Para os alunos neurodivergentes, a atividade oferece uma forma mais leve e respeitosa de vivenciar o cinema, com conforto sensorial. O projeto Territórios Culturais é uma parceria entre a SEEDF e a Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF). Para as sessões atípicas, a sala de exibição é adaptada com luzes suaves, volume reduzido e liberdade de circulação, permitindo que cada pessoa assista aos filmes da maneira mais confortável possível. A sessão atípica ofereceu aos estudantes do Centro de Ensino Especial de Brazlândia uma experiência de cinema inclusivo | Fotos: André Amendoeira/SEEDF Segundo a diretora da escola, Edvânia Gomes, a ação representa mais que acessibilidade, é um reconhecimento da diversidade. “Nós, do CEEPLS, ficamos extremamente gratos pela promoção da sessão atípica. Mais do que uma adaptação, ela valoriza a diversidade humana em sua forma mais autêntica. Ajustes simples, como som reduzido, luzes parcialmente acesas e liberdade para movimentar-se, criam um espaço onde cada estudante pode vivenciar a magia do cinema com conforto, segurança e sem medo de julgamento.” A dona de casa Adailma Brandão, 59 anos, acompanhada do neto Alef Brandão, de 6 anos, contou que a empolgação começou ainda no ônibus. “Ele vinha batendo palmas, muito feliz. Ele não fala muito, mas demonstrou alegria o tempo todo. As outras crianças também estavam animadas, conversando sobre o cinema e dizendo que iam se divertir. Essas oportunidades fazem muito bem para eles, ajudam a desenvolver. É um passeio que marca”, relatou. Para o assessor da Subsecretaria de Educação Inclusiva e Integral (Subin) Alex Mendes Vasconcelos, a iniciativa reforça o compromisso de ampliar o acesso de estudantes neurodivergentes a diferentes espaços culturais. “É uma ação que fortalece a inclusão de forma concreta. A programação adaptada permite que todos participem da experiência cultural”, destacou. Alunos assistiram a exibição dos filmes 'O Natal da Patrulha Canina' e do curta 'Antes d’Eu Era Nós' A professora Ilane Nogueira, representante do projeto Territórios Culturais no Cine Brasília, lembra que o acesso ao patrimônio cultural da capital tem alcançado um grande número de estudantes da rede pública. “Além do Cine Brasília, temos atividades no Memorial dos Povos Indígenas, no Museu da República e no Catetinho. Só no segundo semestre de 2025, mais de três mil alunos participaram das ações no Cine Brasília. Isso mostra o alcance e a importância do projeto”, afirmou. *Com informações da Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF)
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Administração de recursos hídricos é tema de ciclo de atividades ambientais no DF
A Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento Básico do Distrito Federal (Adasa) abriu, nesta terça-feira (4), as atividades da pré-conferência da 6ª Conferência da Rede Global de Museus da Água (Wamu+NET, sigla em inglês para Global Network of Water Museums). O evento reuniu representantes de 40 países e marcou o início das ações preparatórias para a conferência internacional, que discute a valorização da cultura da água e a promoção da sustentabilidade por meio da arte e da educação. No Cine Brasília, um festival internacional de curtas-metragens sobre a água complementou a programação da pré-conferência | Foto: Divulgação/Adasa A programação incluiu um city tour por Brasília, com visita aos principais pontos turísticos da capital e ao local onde será construído o Memorial Internacional da Água (Mina). À noite, o Cine Brasília recebeu o Festival Internacional de Curtas Vamos Falar Sobre Água, promovido pela Adasa em parceria com a organização Let’s Talk About Water (LTAW), a Unesco/IHP e a própria Wamu+NET. [LEIA_TAMBEM]Durante a mostra, o diretor-presidente da Adasa, Raimundo Ribeiro, falou sobre o papel da arte na conscientização sobre o valor da água, e o diretor-executivo da Wamu+NET, Eriberto Eulisse, ressaltou a relevância do futuro Memorial Internacional da Água para fortalecer a rede e disseminar a cultura hídrica no mundo. Participaram do evento as diretoras da Agência Nacional de Águas (ANA), Larissa Rêgo e Cristiane Battiston; o secretário do Meio Ambiente do DF, Gutemberg Gomes; o presidente da Caesb, Luís Antônio Reis; o subsecretário da Secretaria do Meio Ambiente (Sema), Renato Santana; e os diretores da Adasa, Vinicius Benevides, Rogério Rosso, Apolinário Rebelo e Félix Palazzo, além de outros representantes da agência. A conferência segue até esta sexta-feira (7), com painéis, mesas-redondas e atividades culturais, consolidando Brasília como referência internacional na promoção da cultura da água. *Com informações da Adasa
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Cine Brasília celebra legado de Vladimir Carvalho com exibição e lançamento de livro
A Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec-DF) e o Coletivo Editorial Maria Cobogó prestam homenagem ao cineasta Vladimir Carvalho um ano após sua morte. O Cine Brasília, cuja sala de exibição leva o nome do documentarista, reunirá amigos, admiradores e o público em geral para uma sessão do curta Vladimir Carvalho – Cinema e Memória, produzido pelo Sesc-DF em parceria com a jornalista Marcia Zarur, nesta quarta-feira (5). O filme traz a última entrevista do cineasta, que faleceu dias depois da gravação, em 24 de outubro do ano passado, vítima de um infarto. Nascido em Itabaiana, na Paraíba, o documentarista se mudou para Brasília, onde viveu por mais de 50 anos. Vladimir foi professor da Universidade de Brasília (UnB), onde deu aulas de cinema até a aposentadoria. Também foi presença constante no Festival de Brasília do Cinema Brasileiro e um incentivador de iniciativas voltadas à valorização da cultura local. O cineasta Vladimir Carvalho, falecido há um ano, será homenageado nesta quarta (5), no Cine Brasília | Foto: Divulgação/Secec-DF “Vladimir Carvalho é um dos pilares da cultura brasiliense. Sua obra ajudou a construir o olhar cinematográfico sobre a nossa cidade e o Brasil, sempre com sensibilidade, coragem e compromisso com a verdade. Celebrar sua memória é reconhecer um artista que transformou Brasília em cenário e personagem, e que inspirou gerações a fazer da arte um instrumento de reflexão e pertencimento”, destacou o titular da Secec-DF, Claudio Abrantes. A jornalista Marcia Zarur completou: “Essa homenagem é uma forma de celebrarmos a memória de Vladimir e de chamarmos a atenção para o rico acervo do Cinememória, que deve ganhar um local de exposição permanente na Casa da América Latina, no Setor Comercial Sul”. O acervo, reunido por Vladimir ao longo de cinco décadas, inclui uma infinidade de equipamentos, como câmeras, moviolas e projetores, além de fotos, cartazes, livros e documentos que contam a história do cinema mundial — especialmente do cinema de Brasília. [LEIA_TAMBEM]O curta-metragem foi gravado no Cinememória e, na ocasião, ele mostrou peças como a câmera usada na 2ª Guerra Mundial e a Moviola utilizada por Glauber Rocha para montar Terra em Transe e por Joaquim Pedro de Andrade para editar Macunaíma. “Ele tinha um amor imenso por esse museu que ele construiu, e o maior desejo de Vladimir era que o acervo do Cinememória permanecesse em Brasília. Ele certamente está feliz, porque estamos conseguindo realizar esse sonho”, afirmou Marcia. Homenagem a Vladimir Carvalho Exibição do curta Vladimir Carvalho – Cinema e Memória e relançamento do livro Vladimir Carvalho, da coleção Mestres Cobogós · Local: Cine Brasília · Data: quarta-feira (5) · Hora: a partir das 18h30 · Entrada gratuita *Com informações da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF)
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Cine Brasília recebe Festival Internacional 'Vamos Falar Sobre Água' nesta terça (4)
Nesta terça-feira (4), às 19h, o Cine Brasília será palco do Festival Internacional de Curtas-Metragens Vamos Falar Sobre Água. Realizado pela Adasa em parceria com a organização não-governamental Let’s Talk About Water (LTAW), Unesco/IHP e a Rede Global de Museus da Água (Wamu+NET), o festival busca promover a reflexão sobre os desafios hídricos globais a partir da arte e do cinema. A programação inclui a cerimônia de premiação dos curtas finalistas, a exibição dos filmes vencedores e, para encerrar a noite, a apresentação do clássico documentário brasileiro Amazonas, o Maior Rio do Mundo (1918), de Silvino Santos, acompanhado por trilha sonora de Allison Michelle Henriquez. O Festival Vamos Falar Sobre Água celebra a integração entre arte, ciência e sustentabilidade, reforçando o compromisso da Adasa e de seus parceiros com a educação ambiental e a valorização da cultura da água. A entrada é gratuita e aberta ao público. Serviço Festival Internacional de Curtas-Metragens Vamos Falar Sobre Água Data: terça-feira (4) Horário: 19h Local: Cine Brasília – Asa Sul Entrada: gratuita *Com informações da Adasa
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Esporte, cinema, arte, literatura e entretenimento: aproveite o domingo
É variada a programação deste domingo (26) para quem vive ou está passeando pelo DF. De cara, tanto brasilienses quanto visitantes podem utilizar gratuitamente o transporte público — ônibus e metrô — para os deslocamentos, conforme oferece o programa Vai de Graça, do GDF. STU National Street Finals é atração no Parque da Cidade | Foto: Divulgação/STU No Parque da Cidade, o domingo assinala o último dia de uma etapa do STU National Street Finals, competição que definirá os campeões da temporada 2025 na modalidade street, depois de passar por Criciúma (SC), Florianópolis (SC) e Curitiba (PR). Gratuito e com classificação indicativa livre, o evento começa às 10h. O Cine Brasília exibe A Estrela Azul, último filme da Mostra de Cinema Espanhol | Foto: Divulgação Também gratuita, a Mostra de Cinema Espanhol movimenta o Cine Brasília, em iniciativa da Embaixada da Espanha apoiada pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF). Com temática variada – documentários, comédias, drama e história —, os filmes, que já foram apresentados em festivais internacionais, são exibidos em versão original, com legendas em português. O cartaz deste domingo, às 10h, é A Estrela Azul. Arte e literatura No Museu Nacional da República, segue em cartaz a mostra Brasília: mensagens monumentais, de Júlia dos Santos Baptista. A exposição explora o significado dos monumentos da capital federal, com pinturas da artista e trabalhos criados por alunos do 4º ano de escolas públicas de Ceilândia, Cidade Estrutural e Asa Sul. A visitação vai até 23 de novembro, de terça a domingo, das 9h às 18h30, aberta ao público e com classificação indicativa livre. Por sua vez, o Museu de Arte de Brasília apresenta o Ateliê do MAB, espaço de criação e aprendizado onde o público experimenta desenho, pintura, escultura, bordado e arte urbana em contato direto com as exposições do local. As vagas são limitadas (20 por sessão), e há indicação etária em cada oficina. O MAB funciona todos os dias, exceto terça-feira, das 10h às 19h. Literatura também marca presença neste domingo, quando, a partir das 10h, o Clube das Leitoras da Biblioteca Nacional de Brasília (BNB) abre mais uma sessão de bate-papo sobre Misery, livro de Stephen King. Lazer para Todos O bugio-de-mãos-ruivas é um dos exemplares que podem ser vistos no Zoológico de Brasília | Foto: Divulgação/FJZB Instituído pelo GDF, o programa Lazer para Todos é mais uma opção. A iniciativa garante entrada gratuita, aos domingos e feriados, no Zoológico de Brasília e no Jardim Botânico de Brasília. No primeiro, há visitas guiadas das 9h30 às 14h30, com ponto de encontro na estátua da elefanta Nelly, próximo à entrada do zoo. A atividade conta com um tour acompanhado por profissionais que ensinam sobre educação ambiental e compartilham os bastidores do tratamento dos bichos. O Zoológico funciona de terça-feira a domingo, das 8h às 17h, enquanto o Jardim Botânico fica aberto, também de terça a domingo, das 9h às 17h. Em ambos os locais, a entrada é cobrada de terça a sábado (R$ 5 e R$ 10, respectivamente meia e inteira, no zoo, e preço único de R$ 5 no Jardim Botânico). Vai de Graça Lançado no final de fevereiro, o benefício do GDF permite a gratuidade nos ônibus e no metrô aos domingos e feriados. Veja abaixo a relação dos ônibus. Linhas que atendem o Jardim Botânico → 0.147: São Sebastião (Residencial do Bosque)/L2 Sul/Rodoviária do Plano Piloto → 0.181: São Sebastião (Residencial do Bosque)/Paranoá/Itapoã/Lago Sul (QI 23) → 0.186: São Sebastião/Lago Sul (Ponte das Garças)/Rodoviária do Plano Piloto → 181.2: São Sebastião (Residencial do Bosque)/Lago Sul (Gilberto Salomão) → 183.2: São Sebastião (Vila do Boa)/Condomínios (Esaf-Big Box) → 183.6: São Sebastião (Residencial do Bosque)/Morro da Cruz/São Francisco/Mangueiral → 183.7: São Sebastião (Capão Comprido — João Cândido — Itaipu — Condomínio Estrada do Sol) → 197.3: São Sebastião (Bairro São Francisco Qd. 09 — QI 23)/Rodoviária do Plano Piloto (Ponte JK) Linhas que atendem o Zoológico → 0.089: Ceilândia (M2 Norte e Sul)/Taguatinga (Avenida Comercial Norte/Avenida Centro)/Guará/Faculdade Euroamericana/Samdu Norte → 0.160: Núcleo Bandeirante (Zoológico)/Rodoviária do Plano Piloto (Eixo) → 0.172: Riacho Fundo I (EPNB)/Rodoviária do Plano Piloto (Zoológico – Eixo) → 0.373: Samambaia Norte (2ª Avenida)/Rodoviária do Plano Piloto (EPNB-Eixo) → 0.809: Recanto das Emas/Rodoviária do Plano Piloto (Eixo) → 0.821: Samambaia Sul (1ª Avenida)/Rodoviária do Plano Piloto (EPNB) → 0.825: Samambaia Sul (2ª Avenida)/Rodoviária do Plano Piloto (EPNB) → 154.2: Guará e Guará II/Rodoviária do Plano Piloto → 336.1: Setor P Sul/Rodoviária do Plano Piloto → 373.2: Samambaia Norte (1ª Avenida)/Rodoviária do Plano Piloto (EPNB) → 813.2: Recanto das Emas (EPNB – Epia)/W3 Sul – Norte → 870.1: Riacho Fundo II (QS 18 — Caub II)/Rodoviária do Plano Piloto (Eixo) → 870.7: Recanto das Emas (Qd. 800)/Rodoviária do Plano Piloto – via Eixo.
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Teatro de sombras, dança, gastronomia e cinema agitam a programação do fim de semana no DF
Com apresentações que reúnem teatro, dança, música e gastronomia, o fim de semana no Distrito Federal oferece experiências para todos os gostos. Mesas gastronômicas, teatro de sombras, cinema, shows musicais e outros eventos culturais transformam a cidade em um grande palco de lazer e diversidade, com boa parte da programação gratuita e integralmente incentivada pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF). Os brasilienses contam, ainda, com os programas Lazer para Todos e Vai de Graça para facilitar o deslocamento e garantir o acesso gratuito às atrações. Confira a agenda cultural e não fique de fora! SerTão a Gosto O projeto SerTão a Gosto junta teatro, música e gastronomia | Foto: Divulgação/ Diego Bresani O projeto SerTão a Gosto, idealizado pela atriz Caísa Tibúrcio, chega a Brasília de sexta (17) a domingo (20), no Teatro Sesc Ary Barroso (504 Sul), reunindo teatro, música e gastronomia em uma experiência sensorial e afetiva. Após passar por Belo Horizonte (MG), a circulação nacional segue com o espetáculo Enluarada – Uma Epopeia Sertaneja, apresentado diariamente às 20h e com mesas gastronômicas às 16h30, conduzidas pelas renomadas chefs Aline Chermoula (SP), Márcia Nunes (MG) e Lydia Gonzalez (RJ) e com mediação do crítico gastronômico Guilherme Lobão (DF). No palco, Caísa interpreta a história de Maroca e Heitor, entre memórias, música e o preparo de uma galinhada feita ao vivo, em um tributo à cultura popular mineira e ao olhar feminino sobre o Brasil interiorano. Ao término do preparo, que coincide com o fim do espetáculo, a artista oferece a comida ao público como uma grande celebração do teatro. Toda a programação é gratuita e inclui intérprete de Libras, audiodescrição ao vivo, tour tátil 30 minutos antes da programação, programas em Braille e letra ampliada, além de transporte gratuito para o público. Os ingressos podem ser retirados no dia do evento, antes do início de cada atividade, na bilheteria do Teatro Sesc Ary Barroso ou pelo Sympla. Dança e teatro A Cia. Lumiato apresenta o espetáculo Memória Matriz, com o encanto do teatro de sombras | Foto: Divulgação Composto por teatro de sombras, a apresentação Memória Matriz, da Cia Lumiato, aborda a construção do feminino e a violência de gênero, com estreia no Teatro Newton Rossi, no Sesc de Ceilândia. Na sexta-feira o espetáculo é às 15h, com audiodescrição e intérprete de Libras, e no sábado ocorre às 20h. Sob direção da argentina Ana Alvarado — referência internacional no teatro de objetos e nas artes híbridas — e atuação de Soledad Garcia e Katiane Negrão, a montagem transforma sombras, luzes, fotografia analógica e trilha sonora original em cenas que exploram as relações entre mãe e filha e padrões que se repetem de geração em geração. A classificação indicativa é de 16 anos. Em última apresentação neste sábado (18), o projeto Entre Trópicos se despede do público no Estúdio Levitare, em Taguatinga Sul. Marcando o encerramento de uma temporada de circo contemporâneo em diversos pontos do DF, as sessões ocorrem às 15h30 e às 19h30, unindo dança, acrobacias aéreas (lira, gota, corda, trapézio e mastro), poesia e teatro em cenas com cinco mulheres que compartilham narrativas sobre maternidade, abandono, liberdade, loucura e desejo. Os ingressos são gratuitos e estão disponíveis no Sympla e a sessão da tarde conta com intérprete de Libras. Raxo do Céu se despede com sessão gratuita em Taguatinga | Foto: DIvulgação Outro espetáculo gratuito que também encerra a temporada neste fim de semana em Taguatinga é Raxo do Céu, com sessões sábado, às 20h, e domingo, às 19h, respectivamente, no Sesc de Taguatinga Norte. As apresentações da Duo Cia de Dança unem dança contemporânea e jazz em performances que celebram a cultura nordestina, além de promover um workshop gratuito de dança no espaço no domingo, às 14h. No mesmo dia, após a apresentação, o público é convidado ao debate A Dança no Brasil: suas progressões e retrocessos, que abre espaço para reflexões sobre os desafios e avanços do setor no país, fortalecendo o diálogo entre artistas, pesquisadores e espectadores. O espetáculo Um Lugar de Amor é baseado em livro homônimo | Foto: Divulgação Neste fim de semana a Caixa Cultural Brasília recebe o espetáculo Um Lugar de Amor, do Grupo Pele. A montagem mistura dança contemporânea, acrobacias aéreas, contação de histórias e intervenção audiovisual, contando de forma poética o encontro dos personagens Sol e Lua, embalado por uma trilha sonora composta por obras marcantes da música popular brasileira. A temporada inclui sessões acessíveis na sexta-feira, às 15h, quando haverá uma apresentação exclusiva para escolas públicas com audiodescrição; e no sábado (18), às 19h, com intérprete de Libras. Já no domingo, a apresentação é às 18h. A classificação é livre e os ingressos são no valor de R$ 30 a inteira e R$ 15 a meia. Música O Grupo Cena do Choro se apresenta com repertório de mestres como Ernesto Nazareth e Chiquinha Gonzaga | Foto: Divulgação/Vinícius Bispo Para os amantes da música, neste sábado o projeto Pilares do Choro segue com a itinerância pelas cidades do Distrito Federal, chegando a Planaltina. O show une música e história para celebrar os mestres consagrados de um dos gêneros mais autênticos e sofisticados da música brasileira. Nesta edição, o Grupo Cena do Choro recebe a participação especial do bandolinista Davi Cavalcante. O repertório é um tributo à memória cultural e homenageia músicos como Ernesto Nazareth, Zequinha de Abreu, Chiquinha Gonzaga e Joaquim Callado. O evento tem entrada franca e ocorre a partir das 20h na Feira da Lua, na Praça da Igrejinha. Cinema O musical clássico 'O Mágico de Oz' será exibido domingo, no Cine Brasília | Foto: Divulgação Neste fim de semana o Cine Brasília recebe a 9ª edição do Festival Internacional de Cinema LGBTQIA+ de Brasília, com programação dedicada à celebração da diversidade, da arte e da representatividade nas telonas. A mostra ocorre segue até 22 de outubro e conta com a exibição gratuita de 16 filmes vindos de quatro continentes, voltados à temática queer. O espaço oferece sessão acessível do sábado (18), com O Silêncio das Ostras. Com audiodescrição no sistema de som da sala e Libras e legendas descritivas projetadas na tela, a sessão começa às 14h. Já no domingo (19), em sessão única às 11h, o musical icônico O Mágico de Oz conta a história de Dorothy, Totó, Espantalho, Homem de Lata e o Leão Covarde em sua viagem pelo mundo na busca pelo mítico mágico. Os ingressos têm valor promocional e único de R$ 5 e a exibição será dublada. A programação completa pode ser consultada pelo site do equipamento público. Lazer para Todos Os domingos e feriados ganharam um novo significado para as famílias brasilienses, com a implementação do programa Lazer Para Todos, do GDF. A iniciativa garante entrada gratuita ao Jardim Botânico de Brasília e ao Zoológico de Brasília, espaços importantes de entretenimento da capital. Com o aumento da demanda, o zoo tem se adequado para melhor atender o público. Foram incluídas visitas guiadas na programação dos domingos. Com ponto de encontro na estátua da elefanta Nelly, próximo à entrada, os passeios ocorrem sempre às 9h30 e às 14h30. A atividade conta com um tour acompanhado por profissionais do espaço que ensinam sobre educação ambiental e compartilham os bastidores do tratamento dos bichos. Vai de Graça Lançado no final de fevereiro, o benefício do GDF permite a gratuidade nos ônibus e no metrô aos domingos e feriados. Linhas que atendem o Jardim Botânico de Brasília aos domingos 0.147: São Sebastião (Residencial do Bosque)/ L2 Sul/ Rodoviária do Plano Piloto 0.181: São Sebastião (Residencial do Bosque)/ Paranoá/ Itapoã/ Lago Sul (QI 23) 0.186: São Sebastião/ Lago Sul (Ponte das Garças)/ Rodoviária do Plano Piloto 181.2: São Sebastião (Residencial do Bosque)/ Lago Sul (Gilberto Salomão) 183.2: São Sebastião (Vila do Boa)/ Condomínios (Esaf-Big Box) 183.6: São Sebastião (Residencial do Bosque)/ Morro da Cruz/ São Francisco/ Mangueiral 183.7: São Sebastião (Capão Comprido/ João Cândido/ Itaipu/ Condomínio Estrada do Sol) 197.3: São Sebastião (Bairro São Francisco Qd. 9 — QI 23)/ Rodoviária do Plano Piloto (Ponte JK) Linhas que atendem o Zoológico de Brasília aos domingos 0.089: Ceilândia (M2 Norte e Sul)/ Taguatinga (Avenida Comercial Norte/Avenida Centro)/Guará/ Faculdade Euroamericana/ Samdu Norte 0.160: Núcleo Bandeirante (Zoológico)/ Rodoviária do Plano Piloto (Eixo) 0.172: Riacho Fundo (EPNB)/ Rodoviária do Plano Piloto (Zoológico – Eixo)0.373: Samambaia Norte (2ª Avenida)/ Rodoviária do Plano Piloto (EPNB-Eixo) 0.809: Recanto das Emas/ Rodoviária do Plano Piloto (Eixo) 0.821: Samambaia Sul (1ª Avenida)/ Rodoviária do Plano Piloto (EPNB) 0.825: Samambaia Sul (2ª Avenida)/ Rodoviária do Plano Piloto (EPNB) 154.2: Guará e Guará II/ Rodoviária do Plano Piloto 336.1: Setor P Sul/ Rodoviária do Plano Piloto 373.2: Samambaia Norte (1ª Avenida)/ Rodoviária do Plano Piloto (EPNB) 813.2: Recanto das Emas (EPNB – Epia)/ W3 Sul – Norte 870.1: Riacho Fundo II (QS 18 — Caub II)/ Rodoviária do Plano Piloto (Eixo) 870.7: Recanto das Emas (Qd. 800)/ Rodoviária do Plano Piloto – via Eixo
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Cine Brasília recebe estreia do Festival NaMoral de Curtas
O tapete vermelho foi estendido para os estudantes da rede pública do Distrito Federal. Na manhã desta quarta-feira (8), o Cine Brasília recebeu o Festival NaMoral de Curtas-metragens: Ética em Cena, Integridade e Transformação em Ação, uma verdadeira celebração da juventude, da arte e da educação. O evento reuniu mais de 500 alunos e professores para assistir à exibição dos 11 curtas finalistas, produzidos ao longo do ano letivo. Para a coordenadora-geral do programa NaMoral na Secretaria de Educação do DF (SEEDF), Graça de Paula, o dia foi de festa e conquista coletiva. “Hoje é o nosso Oscar. As vivências e práticas do programa estão aqui, na tela, transformadas pela sétima arte”, comemorou. Segundo Graça, ver os estudantes ocupando a maior sala de cinema da capital é simbólico: “Trazer os alunos para o Cine Brasília é permitir que o cidadão ocupe seus espaços, e isso é o que o NaMoral traz, um exercício de cidadania”. A première também marcou um momento especial para a promotora de Justiça Luciana Asper, idealizadora do programa NaMoral. Ela destacou a força da comunicação e da produção audiovisual como ferramentas de transformação social. “O que esses jovens fizeram é um manejo das suas habilidades. Eles aprenderam a trabalhar juntos, desenvolveram os roteiros e toda a arte dos filmes, um aprendizado que vai muito além da sala de aula”, explicou. A promotora de Justiça Luciana Asper, idealizadora do programa NaMoral, destacou a força audiovisual na transformação social | Fotos: Mary Leal/SEEDF Premiação e celebração de talentos O clima no Cine Brasília foi de pura emoção. A cada exibição, aplausos tomavam conta da sala e a vibração dos estudantes mostrava o orgulho de ver suas histórias projetadas na telona. Ao final, o momento mais esperado: o anúncio dos vencedores e a entrega dos prêmios, certificados e troféus. O grande vencedor do Júri Oficial do festival foi o curta Empatia, do Centro Educacional (CED) Jardins Mangueiral. Em 2º lugar, ficou o filme É NaMoral, do CED 08 do Gama. E o 3º lugar foi para A decisão é sua, do CED Agrourbano Ipê. No total, o festival distribuiu R$ 80 mil em produtos eletrônicos, doados pela Receita Federal. Todas as escolas premiadas receberam um notebook, e cada professor orientador dos curtas vencedores ganhou um tablet, em reconhecimento ao trabalho de mediação e incentivo ao protagonismo estudantil. Já os alunos participantes foram premiados com tablets e smartphones. Júri Popular A manhã ainda teve espaço para o reconhecimento do Júri Popular, quando o ganhador do prêmio de melhor filme foi o curta A Fome no Brasil, do CED 08 do Gama. O roteirista, Pedro Martins, de 17 anos, contou sua inspiração. “O que me motivou a escrever o roteiro foi perceber o desperdício de merenda dentro da escola. Daí ampliamos o tema para mostrar como a fome afeta todo o país, e o que cada um de nós pode fazer para mudar esse cenário”, destacou o estudante. O título de melhor ator ficou com Arthur Mota, de 17 anos, aluno da 2ª série do Centro de Ensino Médio Integrado (CEMI) do Gama Também pelo júri popular, o título de melhor ator ficou com Arthur Mota, de 17 anos, aluno da 2ª série do Centro de Ensino Médio Integrado (CEMI) do Gama, que conquistou o público e o júri com sua atuação marcante no curta Nicolas, o nosso herói. Ele recebeu como prêmio um smartphone, encerrando o evento sob aplausos e flashes dignos de uma grande estreia. Arthur destacou o significado afetivo e humano da produção. “Foi uma honra participar desse curta, um dos momentos mais felizes da minha vida escolar. O filme fala sobre inclusão e amizade verdadeira, e me ensinou que todos nós precisamos olhar uns para os outros com mais amor e compaixão. Ajudar e ser ajudado é o que nos torna pessoas melhores”, contou Arthur, visivelmente emocionado. Cinema, ética e protagonismo juvenil Mais do que um festival de curtas, o NaMoral é uma aula de cidadania viva. Ao unir educação, arte e integridade, o projeto mostra que a escola pública é um espaço fértil para o protagonismo juvenil e para a formação de cidadãos conscientes e criativos. O Festival NaMoral mostra que a escola pública é um espaço fértil para o protagonismo juvenil e para a formação de cidadãos conscientes O diretor do CEMI do Gama, Lafaiete Formiga, destacou o papel do Festival NaMoral como ferramenta de formação cidadã e valorização do protagonismo juvenil. “Nós fomos a primeira escola de ensino médio a ingressar no projeto NaMoral, e já participamos há mais de três anos. É um trabalho de suma importância, em que os alunos aprendem sobre cidadania, respeito e inclusão”, afirmou o diretor. A professora de filosofia do CEMI do Gama, Rozana Vieira, contou que a produção audiovisual já faz parte da rotina pedagógica da escola e que o NaMoral veio para somar. “Na escola, os alunos já produzem curtas dentro do projeto Afrobrasilidades, que aborda temas como cultura negra, valores e inclusão. É um processo leve, mas muito potente, porque eles se sentem protagonistas de verdade”, explicou a professora. No maior cinema de Brasília, os estudantes da rede pública de ensino provaram que a ética também pode ser contada em imagem, som e emoção, e que o futuro tem roteiro e direção assinados pela juventude. *Com informações da Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF)
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Programa Mulheres Mil ganha documentário sobre o impacto na vida de cidadãs
Exibido no Cine Brasília, nessa quinta-feira (2/10), o documentário Mulheres Mil representa a publicização de um programa que tem devolvido a dignidade e a liberdade de mais de 3.500 mulheres do Distrito Federal. A estreia reuniu um grande público da Secretaria de Educação (SEEDF), além de familiares e participantes do programa que prestigiaram o evento. Após a entrada do público na sala de cinema, foi realizada uma breve fala das mulheres que fazem o Programa Mulheres Mil acontecer. Estiveram presentes a secretária de Educação, Hélvia Paranaguá; a secretária da Mulher, Giselle Ferreira; a coordenadora-geral do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec), Beatriz Natividade; a diretora de Educação Profissional da SEEDF, Joelma Bonfim; a gestora pedagógica do Programa Mulheres Mil, Flávia Rabelo; a assistente social do Programa, Jackeline Pedrosa; a vice-diretora da Escola Técnica do Guará, Eliane Neres; a gerente do Centro de Convivência (Cecon) Gama - Unidade de Ensino Remota, Jaqueline Lima; e a egressa do curso Camareira em Meios de Hospedagem, Ana Maria Araújo. Documentário 'Mulheres Mil' foi exibido pela primeira vez em uma sessão no Cine Brasília | Foto: Felipe de Noronha/Ascom SEEDF Uma das estrelas do documentário, Ana Maria Araújo, de 34 anos, moradora do Setor de Chácaras de Santa Luzia, na Estrutural, prestigiou o evento ao lado dos seus filhos. Na época em que fez o curso, Ana relembra as dificuldades. Com um filho recém-nascido, e com o diagnóstico de depressão pós-parto, ela achou no programa uma forma de descontrair e socializar com outras pessoas. “Eu comecei o curso de camareira logo após essa depressão pós-parto. Conheci novas pessoas, fiz amizades e acabei tendo uma rede de apoio de outras mulheres. O documentário foi importante para mostrar a realidade. Muitas vezes eu pensei em desistir, mas minhas colegas não deixaram, quando o neném queria chorar, uma pegava, outra dava mamadeira, a gente se ajudava”, contou Ana. Dignidade e liberdade A coordenadora adjunta do Pronatec, que faz parte da Diretoria de Educação Profissional da Secretaria de Educação, Amanda Miranda, contou um pouco sobre a transformação que acontece ao longo do curso. “Esse programa é uma política pública, em parceria com o Ministério da Educação, por meio do Pronatec e da Diretoria de Educação Profissional da SEEDF, que vai além da qualificação profissional. Elas terão uma geração de renda, outro posicionamento na sociedade. A gente abrange todas as mulheres em situação de vulnerabilidade social, para além delas, também atendemos àquelas advindas do sistema prisional”. A secretária de Educação, Hélvia Paranaguá, destacou a relevância do programa na vida das mulheres do Distrito Federal. “Esse programa não é apenas um certificado, é uma profissão que surge a partir daí. Não é só conhecimento, é dignidade e liberdade”. Ela ainda reforçou: “O que vocês vão ver aqui no documentário são mosaicos de coragem, um grito de liberdade de mulheres que passaram por um curso de formação e que estão transformando a vida delas e de suas famílias”. A secretária de Educação, Hélvia Paranaguá, prestigiou o evento e conversou com as protagonistas do documentário A diretora de Educação Profissional da SEEDF, Joelma Bonfim, explicou a importância de abrir um leque de possibilidades para essas mulheres. “Tirar ela de uma condição, que muitas vezes, é uma dor e mostrar que tem o direito de viver, de compartilhar essas emoções com seus filhos e fazer uma transformação familiar e da comunidade, é realmente algo maravilhoso”. As protagonistas do documentário afirmaram que aprenderam sobre diversos segmentos, como empreendedorismo e saúde da mulher, além dos próprios conteúdos dos cursos, que dividem-se entre: artesã de pintura em tecido, auxiliar de farmácia de manipulação, assistente administrativo, assistente de recursos humanos, barista, brigadista particular, camareira em meios de hospedagem, copeira, costura industrial do vestuário, cuidadora de idosos, costura de máquina reta e overloque, manicure e pedicure, massagista, operadora de computador, porteira e vigia, recepcionista, entre outros. *Com informações da Secretaria de Educação
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Estudantes votam nos cartazes finalistas do Festival NaMoral de Curtas
Na próxima quarta-feira (8), o “Festival NaMoral de Curtas-metragens: Ética em Cena, Integridade e Transformação em Ação” levará ao Cine Brasília produções criadas por estudantes da rede pública do Distrito Federal, que colocam temas como ética, cidadania e integridade no centro da narrativa. Antes da estreia, os alunos participam ativamente da experiência cinematográfica ao votar nos cartazes finalistas das obras, escolhendo quais histórias querem ver ganhar destaque na telona. O evento é um convite para mergulhar no universo da sétima arte, onde a criatividade dos jovens se transforma em filme e reflexão. A iniciativa faz parte do Projeto NaMoral, uma parceria entre a Secretaria de Educação (SEEDF) e o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), que integra a Política Distrital de Educação para a Integridade (Lei nº 7.662/2025). Nesta edição, 13 escolas da rede pública do DF participaram com dez curtas-metragens. A grande estreia ocorre na quarta (8), às 9h, no Cine Brasília, com a presença de cerca de 500 alunos para celebrar talento e protagonismo juvenil. O Festival NaMoral de Curtas conta com a participação de 13 escolas da rede pública do DF, que inscreveram dez curtas-metragens | Foto: André Noronha/SEEDF Votação Antes da exibição dos filmes, os estudantes devem escolher os melhores cartazes de divulgação. Cada escola receberá os materiais visuais das produções finalistas e organizará a votação com sua comunidade escolar. A coordenadora-geral do NaMoral, Graça de Paula, explica que essa etapa faz parte do caráter formativo e dinâmico do projeto. “O festival está ligado a uma das missões do NaMoral, que é gamificado e ocorre o ano todo no ensino médio. É uma forma de incentivar a participação dos alunos e registrar o que eles vivenciam dentro da escola, usando o cinema para trabalhar ética, integridade e as ações do programa.” Graça de Paula acrescenta que a votação também aproxima os estudantes da experiência cinematográfica. “É como se o aluno estivesse escolhendo, pelo cartaz, qual filme assistir. Os vídeos só serão revelados no dia da premiação, o que aumenta a expectativa e torna a participação ainda mais animada”, completou. "Num momento em que vemos tanto conteúdo vazio, buscando apenas cinco minutos de fama, o Festival NaMoral mostra que é possível usar o celular, as redes sociais e o audiovisual para criar coisas positivas, com respeito e propósito" Graça de Paula, coordenadora-geral do NaMoral Protagonismo em cena Mais do que uma competição, o festival é um espaço em que a voz dos estudantes se transforma em arte e reflexão. Produzidos por jovens da rede pública, os curtas abordam temas como ética, integridade, cidadania e desafios atuais, revelando talentos, histórias e olhares únicos sobre a realidade. “Num momento em que vemos tanto conteúdo vazio, buscando apenas cinco minutos de fama, o Festival NaMoral mostra que é possível usar o celular, as redes sociais e o audiovisual para criar coisas positivas, com respeito e propósito”, disse Graça de Paula. Premiação O grande momento será no dia 8, quando todos os curtas finalistas serão exibidos pela primeira vez no Cine Brasília. Além da escolha dos cartazes, o festival premiará os melhores filmes nas categorias curta-metragem, ator e atriz de destaque e júri popular. Participe da votação Escolha aqui o cartaz mais inspirador e ajude a valorizar o protagonismo juvenil no Festival NaMoral. *Com informações da Secretaria de Educação (SEEDF)
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DF tem fim de semana com cinema, música, teatro e esporte em espaços públicos
O último fim de semana de setembro será intenso no Distrito Federal. Música, cinema, teatro e esporte ditam a programação de lazer da cidade que ocorre com apoio do Governo do Distrito Federal (GDF) ou em espaços públicos sob gestão da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF). A animação A Viagem de Chihiro terá sessões sábado e segunda pela programação da mostra Ghibli Fest | Foto: Divulgação Após o encerramento do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, o Cine Brasília recebe a Ghibli Fest, mostra inédita que reúne filmes do Studio Ghibli até 1º de outubro. Clássicos como A Viagem de Chihiro e Meu Amigo Totoro estarão em cartaz. O primeiro terá sessões sábado (27), às 18h10, e segunda (29), às 22h; e o segundo será exibido sexta-feira (26), às 20h30, sábado (27), às 16h, e domingo (28), às 11h. Os ingressos custam R$ 10, com promoção especial de R$ 5 para quem for com cosplay. A música também é destaque na agenda cultural. A Casa Jardim, na 716 Norte, será palco da segunda edição do projeto Sons da Diáspora. O evento, que conta com recursos do Fundo de Apoio à Cultura (FAC), presta uma homenagem a Tim Maia, que completaria 83 anos em setembro. De sexta (26) a domingo (28), a partir das 19h, artistas locais como LuArau, Pratanes, Rayara Correia e Jeff Brito revisitam o soul e o funk do “Síndico”. As apresentações gratuitas mediante retirada do ingresso no site. LuArau é uma das atrações do festival Sons da Diáspora, no espaço A Casa Jardim | Foto: Divulgação/Humberto Araújo No sábado (27) é a vez da estreia do projeto Ocupe uma Praça, na Praça Tangará, em Águas Claras. Pela manhã, a programação infantil é destaque com circo, mágica, distribuição de doces em homenagem a Cosme e Damião e a apresentação do clássico Os Saltimbancos, às 10h. À tarde, o espaço se transforma em palco do rock independente com as bandas DF 147, Elffus, Lya, Velha Carcomida e Pedras no Deserto, selecionadas entre 120 inscritas no chamamento público. Programação diversificada A iniciativa Diversom ocupa o Parque Ana Lídia, no Parque da Cidade Sarah Kubitschek, no domingo (28), às 10h, com uma sessão especial acessível em celebração à Semana Internacional do Surdo. A atividade gratuita consiste em um tour tátil com intérpretes de Libras, audiodescrição, placas em braile, abafadores acústicos e apoio a cadeirantes e pessoas autistas. No Centro Cultural Três Poderes, o projeto Circuito Arte e Cidade promove também no domingo (28), às 10h e às 15h, visitas teatralizadas e sensoriais que revelam histórias e curiosidades sobre espaços públicos e turísticos da cidade. A iniciativa é viabilizada pela Política Nacional Aldir Blanc no DF. Projeto leva visitas teatralizadas a pontos turísticos da cidade | Foto: Divulgação/Vanessa Acioly No Recanto das Emas, ao lado da Unidade de Internação de Adolescentes do Recanto das Emas (Unire), tem a segunda etapa do Campeonato Brasiliense de Motocross 2025. Promovido pela Federação de Motociclismo do DF, com apoio da Secretaria de Esporte e Lazer (SEL-DF), o evento reunirá pilotos de todo o país em 13 categorias, distribuindo R$ 23 mil em premiações. Além das corridas, o público poderá aproveitar áreas para piqueniques, vila gastronômica e espaço infantil. A entrada é gratuita mediante retirada de ingressos online. A programação é de sexta-feira (25) a domingo (28), a partir das 10h. O Campeonato Brasiliense de Motocross 2025 será disputado no Recanto das Emas | Foto: Divulgação Além disso, o projeto Lazer Para Todos segue em funcionamento aos domingos e feriados, garantindo a entrada franca no Jardim Botânico e no Zoológico de Brasília. Os espaços funcionam das 9h às 17h e das 8h30 às 17h, respectivamente. Para incentivar ainda mais a visitação, o GDF conta com o programa Vai de Graça, que permite transporte público gratuito aos domingos e feriados.
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Festival de Brasília abre programação especial dos 60 anos com filme que pode representar o Brasil no Oscar
Noite de gala para celebrar os 60 anos da mais tradicional e longeva mostra de cinema do país. A 58ª edição do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro (FBCB) começou na noite desta sexta-feira (12), com exibição do longa O Agente Secreto, que pode representar o Brasil na disputa do Oscar. A edição deste ano é a maior da história. Serão nove dias de programação, com um longa a mais na Mostra Competitiva Nacional e outro na Mostra Brasília (confira a programação completa aqui). “Esses 60 anos são marcantes, o Festival de Brasília tem uma influência muito grande no cinema brasileiro, desde o Cinema Novo. Isso não é para qualquer festival, é motivo de muito orgulho, é uma edição especialíssima e que a gente tem não só o otimismo, mas uma certeza de que vai ser um grande festival, dos maiores do país e talvez uma das melhores edições do nosso Festival de Brasília”, destacou o secretário de Cultura e Economia Criativa, Claudio Abrantes. “A gente tem um Cine Brasília restaurado, extremamente potente, bem estruturado, com um contrato de gestão duradouro que permite a gente ter aqui uma política pública de acesso ao cinema muito bem alicerçada. Ao mesmo tempo, a gente também conseguiu transferir isso para o festival. A gente tem um festival hoje em que não há mais aquelas incógnitas, a gente consegue programá-lo. Então, isso mostra o zelo que se tem e o respeito que se tem por esse ativo cultural tão poderoso que é o cinema brasileiro”, acrescentou o secretário, que já anunciou a data da próxima edição do FBCB: 11 a 19 de setembro de 2026. A 58ª edição do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro (FBCB) começou na noite desta sexta-feira (12), com exibição do longa O Agente Secreto | Fotos: Tony Oliveira/Agência Brasília Maior da história, a edição de 2025 também aposta na descentralização. Além de ocupar sua tradicional casa, o Cine Brasília, estão marcadas exibições para Planaltina, Gama e Ceilândia. “A gente está com a programação do Festivalzinho, da Mostra Brasil e da Mostra Competitiva Nacional descentralizada, entre os pontos Sesc [Gama e Ceilândia] e o Complexo Cultural de Planaltina. Os pontos também recebem votação de júri popular para todo mundo poder assistir o filme e se envolver nessa dinâmica de premiar a obra mais aclamada pelo público”, enfatizou Sara Rocha, diretora-geral do Cine Brasília e do FBCB. O público fez fila para acompanhar a sessão de abertura. Uma das espectadoras era a designer Maria Clara Freitas. “É um dos festivais mais antigos do país, tem uma importância muito grande, e eu acho que é muito bonito ver que o Brasil reconhece a importância do Festival de Brasília”, comemorou. A especialista de relações governamentais Débora Luna foi outra a acompanhar o primeiro filme. E já revelou estar ansiosa para os demais dias de programação do FBCB: “É muita coisa acontecendo ao mesmo tempo. Mas é super legal, porque Brasília tem muito espaço para a arte, para o cinema. Então, tem muita coisa para ver, é difícil até se planejar, mas já quero ver algumas coisas nos próximos dias”. Já o arquiteto João Augusto celebrou o fato de o festival e o Cine Brasília receberem uma das estreias do filme, que tem se destacado no circuito internacional. “Tem um significado especial para mim, porque eu sou daqui. Mas também porque faz parte de uma longa tradição, boa parte da cultura nacional, dos principais filmes, foram lançados aqui, grandes artistas. Então, acho que é mais um componente histórico que contribui para o sucesso de hoje.” O arquiteto João Augusto celebrou o fato de o festival e o Cine Brasília receberem a estreia do filme, que tem se destacado no circuito internacional Ao longo da programação, que termina no domingo (21), serão oferecidos ainda debates e oficinas abertos ao público. No Cine Brasília, os espectadores também têm à disposição apresentações musicais, feirinha de artesanato e estandes com lanchonetes. O Agente Secreto O novo filme do cineasta Kleber Mendonça Filho vem encantando plateias ao redor do mundo. O longa faturou dois prêmios no Festival de Cannes, na França: Melhor Diretor e Melhor Ator para o protagonista, Wagner Moura. Agora, ele está entre os postulantes a defender o título do Brasil na categoria de Melhor Filme Internacional no Oscar 2026. O selecionado será anunciado na próxima segunda-feira (15). “O Festival de Brasília faz parte da minha formação como pessoa e como alguém que trabalha com o cinema. Eu comecei a vir aqui como jornalista e crítico, depois eu comecei a exibir meus curtas aqui. Mas eu não deixei de observar que O Agente Secreto vai estar abrindo a edição de 60 anos do festival e, para mim, é uma honra, é incrível estar aqui e a experiência coletiva de ver um filme no Cine Brasília é uma das melhores que existem no mundo. Exibir aqui é sensacional, é um dos meus cinemas preferidos no mundo”, exaltou o diretor, que já venceu um Candango, de Melhor Curta, em 2009, por Recife Frio. “O cinema brasileiro hoje está em um período muito fértil, todo o mundo está vendo e isso é muito prazeroso, esse reconhecimento é muito bom, mas o principal para mim é o próprio povo brasileiro começar a amar o cinema brasileiro. Tudo isso que vem acontecendo nos últimos anos é algo que tem transformado a autoestima do povo brasileiro em relação à sua produção cinematográfica. E esse florescimento tão bonito é fruto de décadas, de muita gente, de muitos profissionais que vêm aí lutando para pavimentar esse caminho. Então, nós temos que celebrar pensando nessa grande linhagem de profissionais do audiovisual que vêm construindo esse caminho para a gente estar aqui hoje celebrando 60 anos deste festival. São ativos culturais, equipamentos culturais potentes, que a gente tem que lutar para que continuem existindo fortes”, emendou a atriz Maria Fernanda Cândido. Segundo o secretário de Cultura e Economia Criativa, Claudio Abrantes, estão em andamento os trâmites para a construção de um anexo do Cine Brasília Haverá uma nova exibição do longa no Cine Brasília neste sábado (13), às 10h, seguida de um debate com o diretor e o elenco. Os ingressos, porém, já estão esgotados. Festival Criado em 1965, como Semana do Cinema Brasileiro, o FBCB chega aos 60 anos como a mais longeva mostra do país. O fato de esta ser a 58ª edição ao longo de seis décadas se dá em razão de um hiato de dois anos em meio à ditadura militar — na pandemia, o festival foi feito de forma remota. Neste ano, a mostra homenageia a atriz Fernanda Montenegro, que completa 80 anos de carreira. Mas não faltarão honrarias ao legado do cineasta Vladimir Carvalho. Morto em novembro do ano passado, o ex-professor da Universidade de Brasília (UnB) foi figura marcante na história do FBCB e, hoje, dá nome à sala de exibições do Cine Brasília. “As homenagens são muito importantes. A Fernanda Montenegro, por exemplo, tem essa característica primeiro de ser uma unanimidade nacional, mas ela foi ganhadora do prêmio de Melhor Atriz da primeira edição, em 1965. E está aí viva, plenamente produzindo, tem filmes e peças novas. Então, é uma pessoa que não só tem uma história consolidada, como está aí viva no seu auge de produtividade, mesmo na idade dela. Essas homenagens todas ajudam a fortalecer o festival, que é um festival com história e com tradição”, apontou o diretor artístico do FBCB, Eduardo Valente. A atriz Maria Fernanda Cândido: “O cinema brasileiro hoje está em um período muito fértil, todo o mundo está vendo e isso é muito prazeroso" Cine Brasília Casa do FBCB, o Cine Brasília foi o primeiro equipamento público cultural da cidade, aberto em 22 de abril de 1960, um dia depois da inauguração de Brasília. Hoje, é o único cinema de rua do Distrito Federal, além de ser a maior sala de cinema do Brasil em atividade, com capacidade para atender 620 pessoas. Nos últimos anos, ele recebeu reformas que melhoraram o espaço e trouxeram mais tecnologia, acessibilidade e conforto, e ampliou o acesso ao público, com programação ampla, regular e acessível definida por uma gestão compartilhada entre o Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec), e uma organização da sociedade civil (OSC). Agora, se prepara para ganhar um anexo, que constava no projeto original do arquiteto Oscar Niemeyer. Segundo o secretário de Cultura e Economia Criativa, Claudio Abrantes, estão em andamento os trâmites para a construção do prédio, que poderá, inclusive, abrigar o acervo do cineasta Vladimir Carvalho. “É um trabalho que está sendo feito, a gente já detectou que o Cine Brasília merece um anexo e na sua originalidade se previa um anexo aqui. O lote já está separado, nós estabelecemos um acordo de cooperação técnica com o IAB [Instituto Arquitetos do Brasil], uma instituição muito respeitada e em breve essa instituição lançará o edital para selecionar o projeto arquitetônico do anexo do Cine Brasília. Isso é algo para já, a gente já vai deixar em breve esse legado também”, contou Abrantes.
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58º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro divulga seleção oficial dos filmes e programação
A Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec-DF), em parceria com o Instituto Alvorada Brasil, anunciou a programação oficial do 58º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. A mais tradicional mostra cinematográfica do país ocupará o Cine Brasília entre sexta-feira (12) e o dia 20 deste mês, com agenda extensa e diversa, além de levar exibições para Planaltina, Gama e Ceilândia. Esta edição marca também os 60 anos da primeira realização do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, iniciado em 1965 sob o nome de Semana do Cinema Brasileiro. Para 2025, o festival terá formato ampliado, com nove dias de atividades, incluindo um longa-metragem a mais na Mostra Competitiva Nacional e outro na Mostra Brasília. Ao todo, serão exibidos 80 filmes, distribuídos em seis mostras: as tradicionais Competitiva Nacional e Mostra Brasília, e quatro paralelas — Caleidoscópio, Festival dos Festivais, Coletivas Identidades e História(s) do Cinema Brasileiro —, além do Festivalzinho e das sessões especiais. As projeções ocorrerão no Cine Brasília, no Complexo Cultural de Planaltina e nas unidades do Sesc no Gama e em Ceilândia. O 58º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro ocupará o Cine Brasília entre os dias 12 e 20 deste mês | Foto: Divulgação/Secec-DF O secretário de Cultura e Economia Criativa do DF, Claudio Abrantes, ressaltou a relevância do Festival de Brasília para o país, especialmente pela política de continuidade na gestão do evento. “A partir de uma inovação jurídica, conseguimos fazer um contrato mais extenso de três anos que nos dá uma possibilidade maior de planejamento e de captação. Como consequência, neste segundo ano da parceria, conseguimos devolver ao festival sua posição de protagonismo, junto a outros grandes festivais, como o de Gramado”, disse o gestor, antes de anunciar o lançamento de um concurso de projetos para a criação do Anexo do Cine Brasília. “O festival se soma e se beneficia com este planejamento em longo prazo, que já traz muitos avanços de curadoria, visibilidade e operação”, complementa a diretora-geral do evento, Sara Rocha. "As obras que serão apresentadas cruzam séculos da história brasileira, indo do nosso passado mais remoto a propostas de possíveis futuros, tentando encontrar os traços fundamentais da nossa formação como nação" Eduardo Valente, diretor artístico da 58ª edição do Festival de Brasília Seguindo a tradição, esta edição também contará com debates, seminários, oficinas, homenagens, solenidades de abertura e premiação, ambiente de mercado e oficinas gratuitas. Com 1.702 filmes inscritos, sendo 1.396 curtas e 306 longas, o festival apresenta sete longas-metragens e 12 curtas na Mostra Competitiva Nacional; cinco longas e 11 curtas no 27º Troféu Câmara Legislativa – Mostra Brasília, dedicada às produções do DF; e mais de 30 títulos nas mostras paralelas. Sob a direção artística de Eduardo Valente, a 58ª edição do Festival de Brasília propõe um olhar amplo sobre o cinema e a sociedade brasileira em 2025. “Na Mostra Competitiva Nacional temos filmes de 14 estados diferentes da federação, cobrindo todas as cinco regiões do país. Essa amplitude de origens geográficas não foi um pressuposto curatorial, mas a seleção reforça o objetivo do Festival de Brasília de servir de plataforma para olhares múltiplos e complementares”, disse. Valente destacou ainda a diversidade temporal das narrativas: “As obras que serão apresentadas cruzam séculos da história brasileira, indo do nosso passado mais remoto a propostas de possíveis futuros, tentando encontrar os traços fundamentais da nossa formação como nação, chamando a atenção para suas incompletudes, contradições e injustiças”. A Mostra Brasília distribuirá R$ 298.473,77 em prêmios concedidos pelos júris oficial e popular por meio do 27º Troféu Câmara Legislativa do Distrito Federal Outro ponto de destaque é a equidade de gênero na direção dos filmes. Muitos trabalhos trazem perspectivas racializadas, assinadas por realizadores indígenas e negros de diferentes gêneros, ampliando a multiplicidade de visões tanto nas telas quanto nos bastidores. Os selecionados para as mostras competitivas nacionais receberão cachês de R$ 30 mil para longas-metragens e R$ 10 mil para curtas. Já os filmes exibidos nas mostras paralelas e em sessões hors concours também terão remuneração. A Mostra Brasília distribuirá R$ 298.473,77 em prêmios concedidos pelos júris oficial e popular por meio do 27º Troféu Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF). Na cerimônia de abertura, na sexta-feira, será exibido o novo longa-metragem de Kleber Mendonça Filho, O Agente Secreto, protagonizado por Wagner Moura e premiado em duas categorias no Festival de Cannes, na França, e no Festival de Cine de Lima, no Peru. O encerramento do evento terá a exibição do longa brasiliense A Natureza das Coisas Invisíveis, de Rafaela Camelo. O filme, com trajetória internacional, já passou por importantes eventos, como o Festival de Berlim, e recebeu prêmios como o de Melhor Filme do Júri Infantil no 43º Festival Internacional de Cinema do Uruguai. Mostras paralelas O 58º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro apresenta uma programação diversificada por meio de suas mostras paralelas. A mostra Caleidoscópio exibe cinco longas-metragens que desafiam convenções de gênero cinematográfico, transitando entre ficção, não ficção, experimental e animação, com produções oriundas de cinco estados brasileiros. Fora das mostras, o Cine Brasília recebe sessões especiais em homenagem a personalidades e obras fundamentais. A programação inclui retratos de artistas como Cacá Diegues e Sérgio Mamberti A mostra Festival dos Festivais, tradicional no evento, reúne cinco trabalhos de não ficção premiados em importantes encontros de 2025, como a Mostra de Tiradentes, o Panorama Coisa de Cinema, o CachoeiraDoc, o In-Edit e o Olhar de Cinema, apresentando formatos variados, do autorretrato ao retrato biográfico. Inédita, a mostra Coletivas Identidades traz três trabalhos urgentes que provocam debates sobre questões sociais relevantes, como conflitos territoriais e religiosos, no Brasil e no mundo. Já a mostra História(s) do Cinema Brasileiro oferece um panorama do passado e do presente de nosso cinema, com três longas que não apenas registram gerações decisivas de cineastas brasileiros, como também buscam apontar novas propostas para essa trajetória. Para marcar os 60 anos do Festival em 2025, serão exibidos dois longas da Semana do Cinema Brasileiro, evento que deu origem ao Festival de Brasília em 1965: São Paulo S/A (em nova cópia 4K) e A Falecida, que consagrou Fernanda Montenegro. Além disso, haverá uma sessão especial com três curtas de Kleber Mendonça Filho já exibidos em edições anteriores. Sessões especiais Fora das mostras, o Cine Brasília recebe sessões especiais em homenagem a personalidades e obras fundamentais. A programação inclui retratos de artistas como Cacá Diegues e Sérgio Mamberti, uma revisitação do trabalho da Caravana Farkas e o mais recente filme de Lúcia Murat, homenageada com o Prêmio Leila Diniz nesta edição. Além de oficinas e exibições paralelas, o 58º Festival de Brasília confirma a realização da sétima edição do Ambiente de Mercado, voltado para pitchings e rodadas de negócios Será prestada também uma homenagem ao crítico e cineasta Jean-Claude Bernardet, que faleceu neste ano, com a exibição de quatro de seus curtas-metragens realizados em parceria com o cineasta Fábio Rogério. Outra sessão especial celebrará o cinema brasiliense, com a reapresentação de um curta que completa 25 anos de sua estreia no festival e a exibição do novo longa da cineasta local Cibele Amaral, que reflete sobre o fazer cinematográfico e o futuro da sociedade. Além disso, três clássicos brasileiros recentemente restaurados, digitalizados e relançados em novas cópias serão exibidos, entre eles Terceiro Milênio, de Jorge Bodanzky e Wolf Gauer. Homenageados O primeiro Troféu Candango desta edição será entregue à grande homenageada do Festival de Brasília de 2025, a veterana atriz Fernanda Montenegro, premiada pelo conjunto da obra. A atriz participou da primeira edição do Festival, ainda chamado Semana do Cinema Brasileiro, e recebeu o primeiro prêmio de Melhor Atriz com o filme A Falecida. Ao longo de seis décadas, esteve em mais de 15 edições, consolidando sua presença como um dos grandes nomes do cinema nacional. O Troféu Associação Brasiliense de Cinema e Vídeo (ABCV) de 2025 será concedido ao ator brasiliense Chico Sant’Anna, que tem mais de 40 anos de carreira dedicados ao teatro e ao cinema. O Prêmio Leila Diniz vai reconhecer a cineasta Lúcia Murat por sua trajetória no cinema brasileiro. Já a Medalha Paulo Emílio Salles Gomes será entregue à pesquisadora Ivana Bentes. A homenagem é concedida anualmente a figuras com trajetórias reconhecidas e consolidadas no âmbito de atividades que Paulo Emílio, criador do festival, exerceu de forma marcante: a crítica, a preservação, o pensamento e o ensino de cinema Ambiente de Mercado Além de oficinas e exibições paralelas, o 58º Festival de Brasília confirma a realização da sétima edição do Ambiente de Mercado, voltado para pitchings e rodadas de negócios, com participação de players do setor audiovisual nacional e internacional. Também retorna a Conferência Nacional do Audiovisual, retomada no ano passado como um fórum de debates sobre políticas públicas para o setor, aberta ao público. Mostra Competitiva Nacional – Longas · Morte e Vida Madalena, de Guto Parente (CE) · Xingu à Margem, de Wallace Nogueira e Arlete Juruna (BA) · Quatro Meninas, de Karen Suzane (RJ) · Corpo da Paz, de Torquato Joel (PB) · Aqui Não Entra Luz, de Karol Maia (MG) · Assalto à Brasileira, de José Eduardo Belmonte (SP) · Futuro Futuro, de Davi Pretto (RS) Mostra Competitiva Nacional – Curtas · Logos, de Britney (RS) · Safo, de Rosana Urbes (SP) · Dança dos Vagalumes, de Maikon Nery (PR) · Faísca, de Bárbara Matias Kariri (AC) · Laudelina e a Felicidade Guerreira, de Milena Manfredini (RJ) · Boi de Salto, de Tássia Araújo (PI) · Couraça, de Susan Kalik e Daniel Arcades (BA) · A Pele do Ouro, de Marcela Ulhoa e Yare Perdomo (RR) · Cantô Meu Alvará, de Marcelo Lin (MG) · Ajude os Menor, de Janderson Felipe e Lucas Litrento (AL) · Replika, de Piratá Waurá e Heloisa Passos (MT) · Fogo Abismo, de Roni Sousa (DF) [LEIA_TAMBEM]Mostra Brasília – Longas · Vozes e Vãos, de Edileuza Penha de Souza e Edymara Diniz · Mil Luas, de Carina Bini · Maré Viva Maré Morta, de Claudia Daibert · A Última Noite da Rádio, de Augusto Borges · Menino, Quem Foi Seu Mestre?, de Rafael Ribeiro Gontijo e Sandra Bernardes Mostra Brasília – Curtas · Notas sobre a Identidade, de Marisa Arraes · Dizer Algo sobre Estar Aqui, de Vaga-Mundo: Poéticas Nômades · O Bicho que Eu Tinha Medo, de Jhonatan Luiz · A Brasiliense, de Gabmeta · O Fazedor de Mirantes, de Betânia Victor e Lucas Franzoni · Rainha, de Raul de Lima · Terra, de Leo Bello · Dois Turnos, de Pedro Leitão · Três, de Lila Foster · O Cheiro do Seu Cabelo, de Clara Maria Matos · Rocha: Substantivo Feminino, de Larissa Corino e Patrícia Meschick Mostra Caleidoscópio · Nosferatu, de Cristiano Burlan · Palco Cama, de Jura Capela · Atravessa Minha Carne, de Marcela Borela · Uma Baleia Pode Ser Dilacerada como uma Escola de Samba, de Marina Meliande e Felipe M. Bragança · Nimuendajú, de Tania Anaya Mostra Festival dos Festivais · Cais, de Safira Moreira · A Mulher sem Chão, de Auritha Tabajara e Débora McDowell · Vasta Natureza de Minha Mãe, de Aristótelis Tothi e Inez dos Santos · As Travessias de Letieres Leite, de Iris de Oliveira e Day Sena Mostra Coletivas Identidades · Pau d’Arco, de Ana Aranha · Notas sobre um Desterro, de Gustavo Castro · A Voz de Deus, de Miguel Antunes Ramos Mostra História(s) do Cinema Brasileiro · Relâmpagos de Críticas, Murmúrios de Metafísicas, de Julio Bressane e Rodrigo Lima · Os Ruminantes, de Tarsila Araújo e Marcelo Mello · Anti-Heróis do Udigrudi Baiano, de Henrique Dantas Sessões especiais · Sérgio Mamberti – Memórias do Brasil, de Evaldo Mocarzel · Para Vigo Me Voy, de Lírio Ferreira e Karen Harley · O Nordeste sob a Caravana Farkas, de Arthur Lins e André Moura Lopes · Hora do Recreio, de Lúcia Murat (Prêmio Leila Diniz) · Ontem, Hoje e Amanhã e O Cego Estrangeiro, de Marcius Barbieri · O Socorro não Virá, de Cibele Amaral 60 Anos do Festival de Brasília · São Paulo S/A, de Luiz Sérgio Person · A Falecida, de Leon Hirszman · Vinil Verde, Noite de Sexta, Manhã de Sábado e Recife Frio, de Kleber Mendonça Filho Clássicos Brasileiros · Terceiro Milênio, de Jorge Bodanzky e Wolf Gauer · A Lenda de Ubirajara, de André Luiz Oliveira · Viramundo, de Geraldo Sarno; Nossa Escola de Samba, de Manuel Horacio Giménez; Hermeto, Campeão, de Thomaz Farkas Homenagem a Jean-Claude Bernardet · Mensagem de Sergipe · O Homem do Fluxo · Vim e Irei como uma Profecia · Homenagem a Kiarostami Festivalzinho · Quando a Gente Menina Cresce, de Neli Mombelli · Hacker Leonilia, de Gustavo Fontele Dourado · Notícias da Lua, de Sérgio Azevedo · A História de Ayana, de Cristiana Giustino e Luana Dias · Seu Vô e a Baleia, de Mariana Elisabetsky · Baú, de Matheus Seabra e Vinicius Romadel. *Com informações da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF)
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Festival de Cinema de Brasília celebra 60 anos com programação ampliada e homenagem a Fernanda Montenegro
O Festival de Brasília do Cinema Brasileiro (FBCB) completa 60 anos em 2025 e chega à 58ª edição com novidades que reforçam sua tradição como o mais longevo e prestigiado evento do audiovisual no país. Em entrevista coletiva no Cine Brasília nesta quarta-feira (20), foram anunciados o artista homenageado da edição, a identidade visual, a dinâmica das mostras e a agenda multicultural que estará em cartaz entre 12 e 20 de setembro. O secretário de Cultura e Economia Criativa, Claudio Abrantes (C), ressaltou a importância do FBCB: “Celebramos os 60 anos do festival investindo não só no Cine Brasília, mas em todo o audiovisual do DF” | Fotos: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília Nesta edição, o festival também ampliou o número de obras: serão 80 títulos exibidos ao longo de cinco dias. Além das mostras competitivas e paralelas, estão previstas conferências, atividades formativas, o Ambiente de Mercado e o tradicional Festivalzinho, voltado ao público infantil. O secretário de Cultura e Economia Criativa, Claudio Abrantes, ressaltou que o evento reflete uma política de continuidade: “O Festival de Brasília sempre foi um dos maiores e mais prestigiados; Brasília faz parte da vanguarda do audiovisual brasileiro. A gente assume um protagonismo do ponto de vista da organização e planejamento, dando a possibilidade de viver esse momento do cinema brasileiro com um olhar de continuidade. Celebramos os 60 anos do festival investindo não só no Cine Brasília, mas em todo o audiovisual do DF”. Conselho consultivo Entre os anúncios feitos na coletiva, destacam-se a criação do Conselho Consultivo de Cinema e Audiovisual do DF, e ainda o lançamento do concurso público de projetos para a construção do anexo do Cine Brasília. Abrantes reforçou que a elaboração de um conselho de cinema e audiovisual para o Distrito Federal é algo singular, possibilitando uma consulta qualificada com quem faz cinema na capital. “Isso é fruto do trabalho integrado do GDF com a Secretaria de Cultura, além de uma escuta constante a toda a comunidade que dialoga nessa área”, afirmou. “Temos, nas conferências do Festival do Cinema, grandes autoridades discutindo legislação e formas de fomento. Então não é só uma ação isolada; o GDF tem sido um indutor, não somente para colocar recursos, mas do ponto de vista de discutir.” Homenagem histórica Sarah Rocha, diretora-geral do festival: “O Cine Brasília tem uma programação cada vez mais potente e com uma capacidade de atração de público cada vez mais visível” A grande homenageada da 58ª edição do Festival de Brasília será a artista Fernanda Montenegro, que foi a primeira atriz premiada no FBCB, em 1965, pelo filme A Falecida, de Leon Hirszman. “Era inescapável essa homenagem, mais do que justa e merecida”, enfatizou a diretora-geral do festival, Sarah Rocha. De acordo com a gestora, as novas iniciativas tornam o festival ainda mais potente, representativo e estrategicamente posicionado no calendário de eventos nacionais. “O Cine Brasília tem uma programação cada vez mais potente e com uma capacidade de atração de público cada vez mais visível”, lembrou. “É uma grande alegria poder apresentar essa programação, que foi trabalhada com muito esmero a partir de mais de 1.700 inscrições de filmes do Brasil inteiro.” Vozes diversas Diretor artístico do festival, Eduardo Valente falou sobre a seleção dos filmes deste ano: “A gente tem as cinco regiões representadas, permitindo a quem vem acompanhar essa semana ter realmente um cinema brasileiro à disposição” [LEIA_TAMBEM]A sessão de abertura trará Agente Secreto, filme de Kleber Mendonça Filho premiado em Cannes (França). A programação contará ainda com produções inéditas e clássicos do cinema nacional restaurados. O diretor artístico do festival, Eduardo Valente, destacou que este ano haverá obras de mais de 15 estados, trazendo equidade de gênero com praticamente a mesma quantidade de diretores e diretoras, além da presença de cineastas indígenas e negros. “Avaliamos esse total de filmes tentando buscar os que tenham relação com a história e a tradição do festival, títulos que de alguma maneira lidam com questões sociais e políticas importantes do Brasil, além de obras que têm interesse pela linguagem do cinema e o que ele pode propor”, detalhou o diretor. “O grande barato é ver que esse todo permite enxergar de um olhar mais amplo. A gente tem as cinco regiões representadas, permitindo a quem vem acompanhar essa semana ter realmente um cinema brasileiro à disposição”. A grade completa da programação está na página oficial do festival, e as inscrições para as oficinas podem ser feitas até o dia 25 deste mês.
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Festival de Brasília do Cinema Brasileiro celebra 60 anos com programação multicultural
O Festival de Brasília do Cinema Brasileiro chega aos 60 anos, reafirmando o papel como o mais longevo e tradicional festival de cinema do país. A programação completa da nova edição será anunciada na próxima quarta-feira (20), a partir das 9h, no hall do Cine Brasília, espaço icônico que há seis décadas abriga as exibições e encontros do evento. A 58ª edição do festival será realizada entre 12 e 20 de setembro, com uma agenda multicultural que contempla mostras competitivas e paralelas, debates, atividades formativas e o Ambiente de Mercado. Programação do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro será anunciada em evento nesta quarta-feira (20) | Foto: Divulgação/Secec-DF O secretário de Cultura e Economia Criativa do DF, Claudio Abrantes, ressalta a relevância histórica do evento: “O Festival de Brasília é mais do que um encontro de cinema. Ele é um patrimônio cultural que conecta gerações, promove a diversidade e projeta a produção audiovisual brasileira para o mundo. Chegar aos 60 anos mantendo a essência e, ao mesmo tempo, se reinventando é um motivo de orgulho para todos nós”. Logo após o anúncio, será feita uma coletiva de imprensa com Abrantes e outras autoridades e a imprensa poderá se credenciar para a cobertura do festival. *Com informações da Secretaria de Cultura e Economia Criativa
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Cinema itinerante, capital da moto e festival de animes fazem parte das atrações deste fim de semana no DF
Do ronco dos motores a sessões de cinema sob as estrelas e apresentações culturais para toda a família, o fim de semana no Distrito Federal oferece experiências para todos os gostos. Com o tradicional Capital Moto Week, festivais geek, cinema inflável e outros eventos culturais, a cidade se transforma em um grande palco de lazer e diversidade, com boa parte da programação gratuita e integralmente incentivada pelas secretarias de Turismo (Setur), Esporte e Lazer (SEL) e Cultura e Economia Criativa (Secec). Os brasilienses contam, ainda, com os programas Lazer para Todos e Vai de Graça para facilitar o deslocamento e garantir o acesso gratuito às atrações. Neste final de semana, o Zoológico também está oferecendo entrada gratuita no sábado, além do domingo. Confira a agenda cultural e não fique de fora! Cinema O projeto Cinema Inflável exibirá filmes como Pantera Negra em Brazlândia | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília Com uma tela de 10 m x 6 m, o cinema ao ar livre chega a Brazlândia nesta sexta-feira (25). No projeto Cinema Inflável, a exibição de filmes é gratuita e beneficia sete regiões administrativas do DF e cinco cidades de Goiás, com sessões, bate-papos, saraus e atividades recreativas. Com apoio institucional do Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da Secretaria de Governo (Segov), a iniciativa gratuita já recebeu aproximadamente 6 mil pessoas e conta com distribuição de pipoca, refrigerante e atividades promovidas por pontos de cultura locais. A programação é de sexta a domingo, sempre a partir das 18h, com término das atividades às 21h30. Entre as obras exibidas neste fim de semana estão Pantera Negra, na sexta-feira (25); Elementos, no sábado (26); e O Auto da Compadecida, no domingo (27). Mais informações podem ser encontradas no Instagram do projeto. Não é necessário retirar ingresso e a classificação indicativa é livre, mas é importante observar a orientação de cada filme. Os lugares não são marcados e podem ser ocupados por ordem de chegada. É permitido levar lanches para consumir no local, banheiros serão disponibilizados pela organização do evento e não é permitida a comercialização de alimentos e bebidas. A programação do Cine Brasília tem títulos para todos os gostos | Foto: Divulgação Há também a programação do Cine Brasília para preencher o fim de semana de quem curte a telona, exibindo o clássico Taxi Driver, de Martin Scorsese, e a estreia de F1 - O Filme, protagonizado por Brad Pitt. O espaço exibe, ainda, uma sessão inclusiva neste sábado (26), às 14h, com o filme Estou me Guardando para Quando o Carnaval Chegar. A programação completa pode ser consultada pelo site do equipamento público. Capital do rock Entre os eventos de rock que ocuparão Brasília neste fim de semana, está um dos favoritos de quem curte um passeio em duas rodas: a 22ª edição do Capital Moto Week começa nesta quinta-feira (24) e transforma Brasília na maior Cidade da Moto da América Latina pelos próximos 10 dias, até 2 de agosto. O festival deve atrair cerca de 800 mil pessoas de 22 países e movimentar R$ 60 milhões na economia local, gerando 17 mil postos de trabalho diretos e indiretos. Além de exposições, o Capital Moto Week terá shows de nomes como Samuel Rosa e Angra Mais de 1.800 motoclubes de todo o Brasil e do mundo já confirmaram presença no Parque de Exposições da Granja do Torto, onde o evento reúne 107 shows distribuídos em cinco palcos temáticos, com headliners como Paralamas do Sucesso, Biquíni, Capital Inicial, Samuel Rosa, Angra e a banda canadense Magic!. “O Capital Moto Week é fundamental para nossa cadeia produtiva de turismo, especialmente quando falamos do passeio motociclístico, que se tornou um dos nossos produtos turísticos mais atrativos”, destaca o secretário de Turismo, Cristiano Araújo. "É um festival que valoriza a cultura, fomenta a economia e o turismo, gera emprego e renda. O Capital Moto Week é o coroamento dessa vocação natural de Brasília para o rock", observa o secretário. O festival oferece entrada gratuita para pessoas com deficiência (PCD), tradução simultânea em Libras, kits sensoriais para neurodivergentes e a Vila do Bem, que oferece atendimentos gratuitos de saúde e serviços profissionais. "O Capital Moto Week é fundamental para nossa cadeia produtiva de turismo, especialmente quando falamos do passeio motociclístico, que se tornou um dos nossos produtos turísticos mais atrativos" Cristiano Araújo, secretário de Turismo Os ingressos estão disponíveis na plataforma parceira do evento (bilheteriadigital.com/capital-moto-week). A programação deste final de semana e outras informações estão disponíveis no site oficial do evento. Mais uma opção para os fãs de rock estará em cartaz no Espaço Cultural Renato Russo, no domingo (27), com uma programação gratuita que mistura música, arte, inclusão e a história de Brasília. O Rock Cultural – 1ª Edição terá shows, exibição de documentários, exposições, feiras de artistas locais e bate-papos para a população, das 14h às 19h30. Entre as atrações está Philippe Seabra, da banda Plebe Rude, além da Banda Fuzo e DJ Maraskin. Moda e teatro O Espaço Cultural Renato Russo, localizado na 508 Sul, também recebe entre os dias 26 e 27 mais uma edição da Varanda It's Time Brechó, que une moda sustentável e consumo consciente. Com peças a partir de R$ 10, o evento reunirá diversos expositores oferecendo peças únicas e cheias de história em um ambiente acolhedor com música. Ressaltando a cultura indígena, o Memorial dos Povos Indígenas promove neste sábado (26), às 15h, a contação da história O Guerreiro Celeste. Inspirada na tradição oral do povo Tapuia, a história aborda temas como espiritualidade, resistência, natureza e renascimento. Ao final da contação, será realizada uma oficina de confecção de peças com sementes brasileiras (colares, pulseiras ou amuletos), simbolizando a continuidade dos saberes, a conexão com a terra e a força espiritual da natureza. O Memorial dos Povos Índigenas recebe a contação de história O Guerreiro Celeste | Foto: Divulgação E-sports e animes A segunda etapa do Cerrado Cup chega ao JK Shopping neste fim de semana. O circuito itinerante de e-sports do DF já teve mais de 300 inscrições e ocorre até 27 de julho, com classificatórias de sexta a domingo. O projeto oferece competições de alto nível, ações interativas e estrutura acessível para jogadores de todas as idades e perfis — incluindo crianças, amadores, profissionais e pessoas com deficiência (PCD). O circuito itinerante de e-sports do DF já teve mais de 300 inscrições | Foto: Divulgação As inscrições são gratuitas e devem ser feitas pelo site oficial do evento, em que também estão disponíveis os regulamentos de cada jogo. Além das disputas, o público poderá participar das arenas livres, das 10h às 22h — como a Arena Just Dance, a Arena Corrida com simuladores realistas, a nostálgica Arena Fliperama e o Museu do Videogame Retrô, com consoles clássicos dos anos 1980 até os anos 2010. Já para os fãs da cultura pop japonesa, o Anime Summit 2025 reúne a maior convenção de animes no Pavilhão de Exposições do Parque da Cidade entre os dias 25 e 27 de julho. A programação é diversificada e inclui a final da segunda edição da Liga Brasileira de Cosplay (LBC). Os visitantes poderão desfrutar de atrações como o Artist’s Alley, concursos de Cosplay, uma praça de alimentação variada e a presença de artistas como Ayumi Miyazaki, Feh Dubs, JILUKA e Kaya. Além disso, diversas lojas e expositores estarão presentes, oferecendo produtos dessa expressiva cultura japonesa e experiências para os fãs. O evento oferece recursos de acessibilidade como audiodescrição, plataformas elevadas, rampas, intérpretes de Libras e fones abafadores, além de meia-entrada social mediante a doação de 1kg de alimento não perecível ou um mangá em bom estado. Os ingressos estão disponíveis na plataforma parceira do evento. Lazer Para Todos Os domingos e feriados ganharam um novo significado para as famílias brasilienses, com a implementação do programa Lazer Para Todos, do GDF. A iniciativa garante entrada gratuita ao Jardim Botânico de Brasília e ao Zoológico de Brasília, espaços importantes de entretenimento da capital. Neste final de semana, o Zoo também está oferecendo entrada gratuita no sábado, além do domingo. E, durante o mês de julho, que coincide com as férias escolares, o espaço também vai funcionar todas as segundas-feiras. Atualmente, a entrada para o Jardim Botânico de Brasília (JBB) custa R$ 5 por pessoa. O local funciona de terça-feira a domingo, das 9h às 17h. Já no Zoológico de Brasília, o ingresso varia entre R$ 5 (meia-entrada) e R$ 10 (inteira). O local fica aberto de terça-feira a domingo e nos feriados, das 8h30 às 17h. Vai de Graça Lançado no final de fevereiro, o benefício do GDF permite a gratuidade nos ônibus e no metrô aos domingos e feriados. Linhas que atendem o Jardim Botânico de Brasília aos domingos → 0.147: São Sebastião (Residencial do Bosque)/L2 Sul/Rodoviária do Plano Piloto; → 0.181: São Sebastião (Residencial do Bosque)/Paranoá/Itapoã/Lago Sul (QI 23); → 0.186: São Sebastião/Lago Sul (Ponte das Garças)/Rodoviária do Plano Piloto; → 181.2: São Sebastião (Residencial do Bosque)/Lago Sul (Gilberto Salomão); → 183.2: São Sebastião (Vila do Boa)/Condomínios (Esaf-Big Box); → 183.6: São Sebastião (Residencial do Bosque)/Morro da Cruz/São Francisco/Mangueiral; → 183.7: São Sebastião (Capão Comprido — João Cândido — Itaipu — Condomínio Estrada do Sol); → 197.3: São Sebastião (Bairro São Francisco Qd. 09 — QI 23)/Rodoviária do Plano Piloto (Ponte JK). Linhas que atendem o Zoológico de Brasília aos domingos → 0.089: Ceilândia (M2 Norte e Sul)/Taguatinga (Avenida Comercial Norte/Avenida Centro)/Guará/Faculdade Euroamericana/Samdu Norte → 0.160: Núcleo Bandeirante (Zoológico)/Rodoviária do Plano Piloto (Eixo) → 0.172: Riacho Fundo I (EPNB)/Rodoviária do Plano Piloto (Zoológico – Eixo) → 0.373: Samambaia Norte (2ª Avenida)/Rodoviária do Plano Piloto (EPNB-Eixo) → 0.809: Recanto das Emas/Rodoviária do Plano Piloto (Eixo) → 0.821: Samambaia Sul (1ª Avenida)/Rodoviária do Plano Piloto (EPNB) → 0.825: Samambaia Sul (2ª Avenida)/Rodoviária do Plano Piloto (EPNB) → 154.2: Guará e Guará II/Rodoviária do Plano Piloto → 336.1: Setor P Sul/Rodoviária do Plano Piloto → 373.2: Samambaia Norte (1ª Avenida)/Rodoviária do Plano Piloto (EPNB) → 813.2: Recanto das Emas (EPNB – Epia)/W3 Sul – Norte → 870.1: Riacho Fundo II (QS 18 — Caub II)/Rodoviária do Plano Piloto (Eixo) → 870.7: Recanto das Emas (Qd. 800)/Rodoviária do Plano Piloto – via Eixo
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Projeto Cine Livro oferece espaço de troca e doação de obras literárias no Cine Brasília
O Cine Livro é uma iniciativa colaborativa do Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF), em parceria com a Box Cultural, que visa promover um espaço de leitura e compartilhamento de livros no foyer do Cine Brasília. O projeto Cine Livro incentiva a leitura entre os frequentadores do Cine Brasília | Foto: Tau Boiba/Cine Brasilia Estantes foram posicionadas no local, onde livros doados pelos próprios frequentadores ficam disponíveis para leitura ou troca. O espaço foi criado para armazenar e compartilhar conhecimento, e atende ao público que chega antes das sessões para desfrutar de um tempo de descanso e leitura no hall da sala. Segundo a diretora do Cine Brasília, Sara Rocha, a ideia é ampliar as conexões entre cinema e literatura. “O projeto é um sucesso, mas algumas pessoas retiram os livros sem trazer outras obras literárias para contribuir com a troca de conhecimento”, afirma. “Nós da equipe do Cine Brasília fomos os primeiros a doar livros para dar início ao projeto”. [LEIA_TAMBEM]As doações são recebidas na bilheteria do Cine Brasília. Os livros e revistas devem ser, preferencialmente, sobre cinema, artes visuais, cultura, comunicação nas diversas áreas da cadeia produtiva, biografias de cineastas e literatura adaptada para o cinema. Assim, o projeto busca ampliar o acesso ao conhecimento sobre o tema e fortalecer a educação e o pensamento crítico. Aqueles que não puderem contribuir no momento, podem aproveitar o espaço para ler obras que acharem interessantes, antes ou depois das sessões, lembrando sempre de devolver o livro para a estante. “É um espaço de troca e doação”, pontua Sara. Outras iniciativas Além do projeto Cine Livro, o Cine Brasília oferece outras iniciativas, como os projetos Escola Vai ao Cinema e Concertos Didáticos, que levam a sétima arte a diferentes públicos. O Cine Brasília também realiza chamadas públicas para a seleção de filmes e oferece cachês para os selecionados. Para mais informações sobre a programação e atividades do Cine Brasília, você pode acessar o site oficial ou as redes sociais do espaço.
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