Hospitais iluminados contra o câncer de mama
Hospital Regional de Sobradinho | Foto: Agência Saúde Os hospitais regionais de Sobradinho e de Planaltina aderiram à campanha Outubro Rosa e se iluminaram para alertar a população sobre a importância da prevenção e diagnóstico precoce do câncer de mama. Durante todo o mês, as principais entradas das unidades da Região de Saúde Norte estarão iluminadas para chamar a atenção de pacientes e servidores. [Olho texto=”“São atos simples, mas que de alguma forma alertam sobre a importância da prevenção e diagnóstico precoce”” assinatura=”Kelly Lopes, diretora administrativa da Região de Saúde Norte” esquerda_direita_centro=”centro”] O objetivo da iniciativa é influenciar as mulheres a procurar atendimento médico e fazer exames de rotina, como mamografia e ecografia mamária. As pacientes entre 50 a 69 anos que necessitam de exames de mamografia são encaminhadas pelas equipes da Unidade Básica de Saúde (UBS) referência da região às unidades especializadas da rede pública de saúde, para o diagnóstico precoce do câncer de mama. [Numeralha titulo_grande=”66,2 mil” texto=”novos casos de câncer de mama no Brasil em 2020″ esquerda_direita_centro=”centro”] Além disso, para alcançar o maior número de pessoas possível, todas as quartas-feiras as servidoras dos dois hospitais serão convidadas a usar peças de vestuário na cor rosa, para incentivar a campanha. “São atos simples, mas que de alguma forma alertam sobre a importância da prevenção e diagnóstico precoce”, afirmou a diretora administrativa da Região de Saúde Norte, Kelly Lopes. Medidas como essa se tornam essenciais devido à realidade brasileira. De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (Inca), só em 2020 foram estimados 66,2 mil novos casos de câncer de mama no país. Hospital Regional de Planaltina | Foto: Agência Saúde No Distrito Federal não há fila de espera para a realização de mamografias. Antes da pandemia, a Secretaria de Saúde ofertava quase 3 mil vagas do exame por mês. Contudo, o número foi reduzido para cerca de mil procedimentos mensais neste ano. A luta contra o câncer O movimento internacional de conscientização para o controle do câncer de mama, o Outubro Rosa, foi criado no início da década de 1990 pela Fundação Susan G. Komen for the Cure. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] A data é celebrada anualmente com o objetivo de compartilhar informações e promover a conscientização sobre a doença, proporcionar maior acesso aos serviços de diagnóstico e de tratamento e contribuir para a redução da mortalidade. “A Região de Saúde Norte incentiva o diagnóstico precoce e o Outubro Rosa”, ressaltou a superintendente da Região de Saúde Norte, Sabrina Gadelha. Para o chefe do Núcleo de Educação Permanente em Saúde da Região Norte, Jose Carlos Barroso, um dos idealizadores da iluminação nos hospitais, a meta é continuar a iniciativa no próximo mês. “Será o Novembro Azul, para conscientização a respeito de doenças masculinas. O objetivo é conscientizar o máximo de pessoas possível”, destaca. * Com informações da Secretaria de Saúde
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Tempo de espera no Hospital de Santa Maria cai 48%
O Hospital de Santa Maria, depois que começou a administrado pelo Instituto de Saúde (Iges-DF), reduziu em 48% o tempo de permanência dos pacientes, em todos os setores da unidade hospitalar. E aumentou em 30% o número de atendimentos e de internações na comparação entre outubro e junho deste ano. A taxa de ocupação hospitalar do HRSM foi de 156,9% no mês de outubro e de 113,9% no mês de junho. A gerente de regulação do hospital, Verônica Prado Miranda, ressalta que os pacientes da unidade passaram a esperar menos por leitos nas clínicas do HRSM – e que isso melhor o giro da Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Verônica, gerente de Regulação: menos espera – Foto: Davidyson Damasceno/Iges/DF Os dados foram apresentados pela gerente durante reunião da Diretoria do Iges-DF para avaliar a regulação interna de leitos gerais de cada unidade (hospitais e UPAs), as ações realizadas para melhoria no tempo de permanência, giro de leitos e taxa de ocupação em enfermaria e UTI. Também foram mostradas as melhorias proporcionadas pelo instituto, desde a sua criação – como contratação de profissionais de saúde, reformas das unidades e compra de equipamentos etc. A gerente Verônica Prado Miranda destaca também a implantação da plataforma de ronda diária com visualização em tempo real dos leitos ocupados, livres e bloqueados, como fator importante para a melhoria alcançada no atendimento à população no Hospital de Santa Maria. Ela ressalta também a implantação do Núcleo Interno de Regulação, que se reúne quatro vezes na semana para uma assistência precisa aos pacientes e um índice maior de desospitalização. E destaca, também, a avaliação permanente de todas as clínicas e Pronto-Socorro para diminuir o tempo de permanência. Por fim, salienta também como importante a avaliação de prontuários para desospitalização, liberação de leitos das clínicas para UTIs e pronto-socorro no período da manhã e implantação de um grupo de higienização para agilizar a limpeza dos leitos. Para o presidente do instituto, Francisco Araújo, todo esse esforço visa melhorar o atendimento à população com soluções de gestão. “Nosso papel é dotar a estrutura de mecanismos de gestão que proporcionem melhorias no atendimento através de processos inovadores nas unidades envolvendo todas as equipes, tanto de apoio quanto de assistência. Essa sinergia gera resultados, e tanto os usuários quanto os profissionais de saúde são beneficiados”, explicou Araújo. * Com informações do Iges-DF
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Trabalhos científicos são apresentados para melhorar serviços no HRS
“Fazemos no DF trabalhos extremamente qualificados e eles merecem ser mostrados”, diz o subsecretário Ricardo Tavares | Foto: Breno Esaki / Secretaria de Saúde Mais de 50 médicos residentes e estudantes de Medicina participaram, nesta terça-feira (29), da abertura da XIX Jornada de Residentes e Internos do Hospital Regional de Sobradinho (HRS). O objetivo do evento é reunir e apresentar trabalhos científicos e de conclusão de curso elaborados para melhorar a assistência e os serviços prestados na unidade. “O HRS é um hospital-escola e temos diversas residências em várias especialidades. Ao longo dos anos em que ficam lá, eles elaboram trabalhos científicos, levantando problemáticas e apresentando soluções. Em várias jornadas nós aproveitamos algumas dessas sugestões e conseguimos aplicar no hospital”, explica a diretora do HRS, Juliana Queiroz. Uma dessas iniciativas, apresentada na jornada passada, foi lembrada pelo subsecretário de Atenção Integral à Saúde, Ricardo Tavares. “O trabalho desenvolvido pela Neurologia do HRS conseguiu zerar a fila dessa área no hospital, melhorando e verificando o que era indicação de consulta para Neurologia e o que deveria ser devolvido para a Atenção Primária”, destaca. Tavares lembrou que a Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde (Fepecs) conta com um orçamento de R$ 17 milhões para este ano, voltado ao incentivo de pesquisas científicas na área. “Essa é uma verba do Ministério da Saúde só para isso”, frisa. Jornada A Jornada de Residentes e Internos se estenderá até esta sexta-feira (1°/11). Ela acontece no auditório da Coordenação Regional de Ensino de Sobradinho. Nesses quatro dias de evento, mais de 20 trabalhos científicos serão apresentados, nas especialidades de Pediatria, Nefrologia, Clínica Médica, Ginecologia-Obstetrícia, Clínica Cirúrgica e Ortopedia. Diretora do HRS, Juliana Queiroz sublinhou a importância da unidade de saúde para o povo do DF | Foto: Breno Esaki / Secretaria de Saúde “Essa semana é muito importante e precisa ser valorizada. Peguem seus trabalhos e publiquem. É necessário documentarem essas pesquisas, apresentá-las em congressos e para revistas científicas. Fazemos no DF trabalhos extremamente qualificados e eles merecem ser mostrados”, ressaltou o subsecretário. SUS no DF Tavares também fez uma breve apresentação para os participantes sobre a estrutura do Sistema Único de Saúde (SUS) no Distrito Federal, desde a Atenção Primária à hospitalar. O subsecretário também indicou as regiões de saúde em que o DF é dividido, bem como falou sobre a quantidade de hospitais públicos e as unidades básicas de saúde (UBS) e mostrou dados e iniciativas que estão sendo organizadas pela Secretaria de Saúde. * Com informações da Secretaria de Saúde
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Hospitais de Sobradinho e Planaltina passarão por reformas e ampliação
O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, anunciou obras importantes na Região de Saúde Norte. Entre elas, a reforma do Hospital Regional de Sobradinho (HRS) e a construção de um bloco anexo ao Hospital Regional de Planaltina (HRPL). Juntas, elas podem garantir mais 77 leitos à população. “Já temos em andamento um trabalho de reforma da Emergência do hospital de Sobradinho, cuja licitação está para ser liberada”, ressaltou o governador, acompanhado do secretário de Saúde do DF, Osnei Okumoto. O chefe do Executivo local frisou, ainda, a importância da ampliação do HRPL, com a criação de um bloco com 45 leitos, sendo 10 deles para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Dessa forma, os quase 180 mil moradores de Planaltina terão reforço na estrutura de saúde. “[O novo bloco] também terá hemodiálise e aumento do atendimento ambulatorial, para suprir a rede pública com tudo o que a população precisa”, destacou Ibaneis. Ainda em Sobradinho, o governador aproveitou a oportunidade para visitar a Clínica da Família, localizada ao lado da UPA. Na ocasião, ouviu os pedidos dos gestores para fazer um cercamento ao redor da unidade. “Já determinei à Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap) para entregar essa obra no prazo de 30 dias”, pontuou. Clínica médica Estimado inicialmente em R$ 12 milhões, o edifício anexo do HRPL vai disponibilizar leitos de clínica médica, pediatria, além do serviço de hemodiálise, que não existe em Planaltina. “Também terá um ginásio para fisioterapia conectado ao prédio atual, justamente para dar facilidade no tratamento dos pacientes do centro-cirúrgico e de todas as alas do hospital”, informou o superintendente da Região de Saúde Norte, Ricardo Mendes. Quanto ao HRS, o superintendente destacou que, com a reforma, a expectativa é abrir mais 32 leitos de clínica medica no pronto-socorro do hospital. “Estamos caminhando, passo a passo, para poder dar um suporte melhor tanto à população como uma retaguarda aos pacientes atendidos na UPA, para serem encaminhados ao hospital e terem seus leitos de internação garantidos”, disse. Novacap Atualmente, tanto a reforma no HRS quanto a construção do bloco anexo no HRPL estão em trâmite na Novacap. O órgão é responsável pelo desenvolvimento dos projetos complementares e pela planilha orçamentária. “Os processos já foram autorizados pela Diretoria de Vigilância Sanitária e pelo Corpo de Bombeiros. Agora, estão nos trâmites para obedecerem a legislação vigente, até que seja publicada a licitação”, informou Ricardo Mendes. A previsão é de que as licitações dos novos espaços sejam divulgadas ainda neste semestre, garantiu o superintendente. “Assim que forem publicadas, 30 dias depois devemos começar as obras”, completou. * Com informações da Secretaria de Saúde
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Profissionais da Saúde realizaram 39 mil cirurgias em 212 dias
A rede pública do Distrito Federal registrou, em 212 dias, 39.162 cirurgias nas unidades do Sistema Único de Saúde (SUS), o que equivale a 184 operações diárias. O número decorre da produção dos centros cirúrgicos de 14 hospitais públicos, registrada entre 1º de janeiro a 31 de julho deste ano. Esse resultado se deve a uma força-tarefa do Governo do Distrito Federal (GDF) para tal fim. O secretário de Saúde do DF, Osnei Okumoto, lembrou que a rede pública cumpre, assim, o que o governador Ibaneis Rocha determinou: tirar pessoas da fila de espera por cirurgias eletivas, melhorando a qualidade de vida do paciente e beneficiando toda a sua família. Foi possível alcançar essa quantidade de cirurgias graças ao trabalho de unidades de saúde, como o Hospital de Base, que apresentou a maior produtividade da rede pública do DF, ao realizar 6.267 operações até o sétimo mês do ano – uma média de 895 procedimentos mensais. Julho, por sinal, foi o mês em que a unidade registrou maior número de cirurgias e bateu o próprio recorde, chegando a 1.051. A título de comparação, foram 844 procedimentos em janeiro, 875 em fevereiro, 868 em março, 914 em abril, 839 em maio e 876 em junho. Além disso, a produção de todos os sete meses é superior ao mesmo período de 2018. No ano passado, foram realizados 4.254 procedimentos, ou seja, uma diferença de 2.013 pacientes beneficiados a mais do que naquele período. Foto: Breno Esaki/Secretaria de Saúde do DF Para alcançar esse resultado, é possível citar as melhorias adotadas este ano no hospital, como a reposição de profissionais, a regularidade no estoque de medicamentos e insumos, bem como a mudança do modelo de funcionamento do Centro Cirúrgico, que reduziu o intervalo de tempo entre as cirurgias com a melhor organização das salas operatórias, das equipes, dos pacientes e dos insumos. Hospital de Sobradinho No ranking de produtividade, também ficaram em destaque o Hospital Regional de Sobradinho (HRS), em segundo lugar, com 4.028 operações feitas desde o início do ano. Na terceira colocação vem o Hospital Regional de Taguatinga (HRT) ao registrar 3.585 cirurgias. [Numeralha titulo_grande=”4.028″ texto=”quantidade de cirurgias feitas no Hospital de Sobradinho desde o início do ano” esquerda_direita_centro=”direita”] Do total de procedimentos, 17.849 foram eletivos e 20.253 de urgência e emergência. A diferença de 1.060 em relação às 39.162 cirurgias ocorreu devido às operações do Hospital da Criança de Brasília José Alencar (HCB), que contabilizou, em julho, apenas o total dos dados, sem levar em consideração a divisão entre eletivas, de urgência e emergência. Paciente agradecida A aposentada Cândida Diolinda da Rocha, 79 anos, foi uma das centenas de pacientes que passou por cirurgia em julho. Depois de um procedimento no Hospital Regional da Asa Norte (Hran) para retirar um tumor que começou no intestino, agora ela aguarda pela alta. Ainda em recuperação, ela agradece pelo atendimento que teve na unidade. “Gostei do atendimento, e foi rápido. Depois do susto com o tumor, agora estou bem”, assegurou a paciente. [Olho texto=”Todo o serviço foi bom. Não faltou nada para ela, desde medicamentos a profissionais” assinatura=”Paloma Rocha, 17 anos, neta da paciente Cândida” esquerda_direita_centro=”esquerda”] Quem também passou por uma cirurgia no Hran e elogiou o atendimento foi a secretária Marinete Gomes, 54 anos. Devido a uma dificuldade para engolir alimentos, que piorou com o passar do tempo, foi preciso fazer uma operação para tratamento de megaesôfago, grave alargamento do esôfago que apresenta sintomas como dificuldade de deglutição. * Colaboração da Secretaria de Educação/DF
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Aparelhos de endoscopia de última geração chegam à rede pública de saúde
A partir desta quarta-feira (17), a rede pública de saúde do Distrito Federal conta com mais oito aparelhos para realizar exames de endoscopia digestiva alta e colonoscopias. Foram instalados dois equipamentos em cada um dos hospitais regionais de Taguatinga, Gama, Sobradinho e Ceilândia. Todos os profissionais receberam treinamento para aprender a trabalhar com o dispositivo, considerado o mais moderno do tipo na América Latina. “Será possível realizar em torno de 900 exames de endoscopia digestiva alta por mês, além de 600 colonoscopias mensalmente, com marcação pelo Complexo Regulador”, frisa Hermes Gonçalves Aguiar Junior, referência técnica distrital de endoscopia da Secretaria de Saúde. Terão prioridade pacientes internados, para liberar leitos, e aqueles casos considerados mais graves. Na fila Atualmente, a demanda por colonoscopias é de 2.820 pacientes; 8.163 para endoscopia; e outros 48 para retossigmoidoscopia. Até então, somente exames de urgência eram feitos nas unidades de Taguatinga, Ceilândia, Sobradinho e Asa Norte. Os exames auxiliam no diagnóstico e terapêutica de doenças do aparelho digestivo. Com os equipamentos antigo,s somente era possível detectar a doença já em estágio avançado. “Os aparelhos são equipados com tecnologia ótica de Narrow Band Image, que auxilia na identificação do câncer precoce de esôfago, estômago e cólon”, explica Aguiar Junior. Os aparelhos são equipados com tecnologia ótica de Narrow Band Image, que auxilia na identificação do câncer precoce de esôfago, estômago e cólonHermes Junior, referência técnica distrital de Endoscopia da Secretaria de Saúdeesquerda O Hospital Regional do Gama (HRG) foi o primeiro a fazer exames no novo equipamento. Para o gastroenterologista Gustavo Ramanholo, o aparelho facilitou o trabalho. “O monitor nos permite visualizar o paciente e as imagens de frente. A precisão das imagens também nos ajuda no diagnóstico”, destacou Ramanholo. Os exames demoram, em média, de sete a dez minutos. “Mas temos de fazer a higienização do equipamento e a desinfecção demora cerca de uma hora”, detalha o médico. Economia Além de modernizar os equipamentos e acelerar o andamento dos exames, a Secretaria de Saúde conseguiu economizar com a compra desses aparelhos. Cada processadora com os tubos de endoscopia custa, em média, R$ 715 mil. A pasta adquiriu pelo preço unitário de R$ 300 mil . Segundo Ramanholo, os novos equipamentos chegaram para substituir e atualizar os aparelhos antigos da rede. “Temos oito equipamentos antigos que irão para a manutenção e voltarão, em breve, para aumentar a capacidade instalada na rede”, explica. * Com informações da Secretaria de Saúde/DF
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Rede pública registra 27,3 mil cirurgias em 150 dias
Pacientes da rede pública de saúde têm notado, gradativamente, a celeridade com que os procedimentos cirúrgicos estão sendo realizados. Por meio de um esforço de gestão que culminou em uma força-tarefa do Governo do Distrito Federal, 27.381 cirurgias foram feitas pelo Sistema Único de Saúde em um período de 150 dias. A marca, atingida pela Secretaria de Saúde, resulta da produção dos centros cirúrgicos de 14 hospitais e equivale a mais de 180 operações realizadas, diariamente, em toda a rede. O quantitativo reflete, ainda, o melhor abastecimento das unidades e a eficiente coordenação das escalas dos profissionais, reorganizadas de forma a garantir o efetivo necessário para as intervenções. “Esse número relevante de cirurgias realizadas em apenas cinco meses traz a grata satisfação de que estamos diminuindo o sofrimento de milhares de pessoas que, antes, aguardavam numa fila há meses, até mesmo há anos”, destacou o secretário de Saúde, Osnei Okumoto. “É um benefício que garante qualidade de vida e repercute, de forma positiva, para toda a família, não apenas para o paciente atendido”. HRT Dentre as unidades de saúde, a que liderou em termos de produtividade foi o Hospital de Base, com 4.263 procedimentos. O Hospital Regional de Taguatinga (HRT), que estava na terceira posição, no último levantamento, divulgado em 7 de maio, ultrapassou o Hospital Regional de Sobradinho (HRS) ao registrar 3,6 mil cirurgias. Nesse balanço, o HRS passou para a terceira posição, com 2.818 operações realizadas desde o início do ano. Estudante de engenharia civil, André Nascimento Araújo, 24 anos, sofreu uma fratura na tíbia e fez a cirurgia no mesmo dia em que deu entrada no Hospital de Base. A unidade é coordenada pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IGESDF), e, além de ter melhorado o atendimento à população, tem registrado aumento em diversos índices de produtividade. “Eu me surpreendi quando o médico disse que faria a cirurgia imediatamente”, contou Araújo, que vem sendo acompanhado por equipe multidisciplinar. “Estava com muita dor e cheguei pela emergência. Em pouco tempo, fui para a sala de cirurgia e fui operado”. Atendimento O processo para a realização de cirurgia tem sido agilizado, de forma a beneficiar as pessoas que necessitam de intervenções médicas. É o caso do estudante Igor Buscainni, de 24 anos, que sofreu acidente de motocicleta e está internado na ortopedia do Hospital de Base. “Estava indo para a faculdade quando fui fechado por um veículo. O resultado foi uma fratura na tíbia e um ligamento rompido,“Fiz todos os exames e já vou operar”, comemorou o jovem. “O atendimento aqui é muito bom.” *Com informações da Secretaria de Saúde
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