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Hospital Regional de Santa Maria

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Treinamento no Hospital de Santa Maria aprimora comunicação com pacientes e familiares

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Em um hospital, nem toda situação de tensão começa com um conflito. Dor, medo, ansiedade, espera e falta de informação podem deixar pacientes e familiares mais sensíveis e transformar uma conversa cotidiana em um momento difícil. Para os profissionais que estão na linha de frente do cuidado, saber ouvir, compreender a situação e se expressar com clareza também faz parte da assistência. Foi com esse olhar que o Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), administrado pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), promoveu, na terça-feira (6/10), o treinamento "Comunicação Efetiva e Não Violenta" para colaboradores do Núcleo de Mobilidade (Numob). Realizada pelo Núcleo de Educação Permanente (Nudep), da Diretoria de Inovação, Ensino e Pesquisa (Diep), a capacitação foi conduzida pela psicóloga Leidiane Brandão e abordou situações vivenciadas pelos profissionais no contato diário com pacientes, acompanhantes e equipes.  A psicóloga Leidiane Brandão e participantes da capacitação: treinamento baseado em percepções de pacientes e familiares sobre os serviços prestados no HRSM | Fotos: Divulgação/IgesDF “Pacientes e familiares muitas vezes chegam fragilizados, com dor, estresse e diferentes questões emocionais. Se respondemos de forma igualmente reativa, podemos aumentar essa tensão" Leidiane Brandão, psicóloga  Clareza, objetividade, transparência, empatia, sensibilidade, respeito à diversidade e escuta ativa estiveram entre os elementos apresentados para tornar o diálogo mais efetivo e humanizado. “Pacientes e familiares muitas vezes chegam fragilizados, com dor, estresse e diferentes questões emocionais. Se respondemos de forma igualmente reativa, podemos aumentar essa tensão. A proposta é oferecer estratégias para compreender melhor essas situações e melhorar a comunicação”, explica Leidiane. O treinamento surgiu a partir de uma demanda inicialmente identificada pelo Núcleo de Experiência do Paciente do IgesDF, com base em percepções de pacientes e familiares sobre a relação com os serviços. A partir disso, a capacitação passou a ser realizada em diferentes unidades do Instituto e pode ser solicitada por qualquer setor interessado no tema. O que existe por trás de uma reação? Um dos principais conceitos apresentados foi a Comunicação Não Violenta (CNV), baseada em escuta, respeito e conexão. A metodologia propõe quatro etapas: observação, sentimentos, necessidades e pedido. A orientação é observar o que aconteceu sem partir imediatamente para julgamentos. Depois, reconhecer os sentimentos envolvidos, identificar a necessidade por trás da reação e construir um pedido ou uma resposta clara e possível. “Nem sempre a reação do paciente ou do acompanhante tem relação direta com aquele profissional ou com o atendimento daquele momento. Muitas vezes, a pessoa já chega carregando experiências, expectativas e preocupações. Entender isso nos ajuda a não responder automaticamente ao conflito, mas a buscar uma comunicação mais assertiva”, destaca Leidiane. Um dos exemplos discutidos durante o treinamento foi o de um acompanhante irritado pela falta de informações. Em vez de responder apenas à irritação, o profissional pode reconhecer a preocupação, compreender a necessidade de saber o que acontecerá e explicar aquilo que estiver ao seu alcance ou buscar a equipe responsável.  A proposta é olhar para além da reação imediata. Uma reclamação ou um comportamento difícil pode estar relacionado a uma necessidade ainda não atendida, como segurança, informação, atenção, alívio ou acolhimento.  Outro ponto abordado por Leidiane no treinamento foi a capacidade de o profissional lidar com situações difíceis, como reconhecer sentimentos, necessidades e limites antes de reagir automaticamente Precisamos reconhecer até onde conseguimos ir e entender que não podemos resolver tudo. Muitas vezes, o próprio profissional assume mais responsabilidades do que consegue suportar. Saber dizer ‘não’ de forma respeitosa também faz parte de uma comunicação saudável”, ressalta Leidiane. A capacitação abordou ainda a forma como o próprio colaborador lida com situações difíceis. A autoempatia foi apresentada como a capacidade de reconhecer sentimentos, necessidades e limites antes de reagir automaticamente. Outro ponto trabalhado foi a comunicação passiva, que pode aparecer na dificuldade de dizer “não”, na tentativa constante de evitar conflitos ou na aceitação de mais responsabilidades do que se consegue cumprir. Essas situações podem gerar frustração e sobrecarga. “Estabelecer limites também é importante. Precisamos reconhecer até onde conseguimos ir e entender que não podemos resolver tudo. Muitas vezes, o próprio profissional assume mais responsabilidades do que consegue suportar. Saber dizer ‘não’ de forma respeitosa também faz parte de uma comunicação saudável”, ressalta Leidiane.  “É muito importante para o nosso aprendizado e para o dia a dia. É um conhecimento que levamos não apenas para o trabalho, mas também para a vida pessoal” Danilo Rocha, maqueiro do Hospital Regional de Santa Maria Segundo a psicóloga, as estratégias apresentadas não se restringem ao ambiente profissional. A maneira como cada pessoa observa uma situação, interpreta a reação do outro e expressa suas próprias necessidades interfere nas relações familiares e sociais. Aprendizado aplicado à rotina Os profissionais do Numob são responsáveis pelo transporte interno de pacientes e mantêm contato com diferentes pessoas e setores ao longo do dia. Nesse cenário, adequar a linguagem, exercitar a escuta e saber conduzir uma conversa em momentos de tensão são habilidades importantes na relação com pacientes, familiares e demais equipes. Segundo a chefe do Numob, Márcia Lemos, a capacitação cria um espaço para que os colaboradores compartilhem experiências, sejam ouvidos e desenvolvam habilidades que nem sempre conseguem trabalhar durante a rotina intensa do setor. “Além de se capacitar e aprimorar suas habilidades, o colaborador se torna multiplicador desse conhecimento e compartilha o que aprendeu com quem não pôde participar. O treinamento também é um espaço de escuta e compreensão, que nos ajuda a acolher situações que, diante das circunstâncias do dia a dia, nem sempre conseguimos perceber ou compreender sozinhos”, destaca. As equipes foram divididas em quatro turmas, distribuídas entre a terça-feira (6) e esta quarta-feira (7), para contemplar profissionais de diferentes turnos. A expectativa é que os aprendizados sejam incorporados gradualmente à rotina e compartilhados entre os próprios colegas. Para o maqueiro Danilo Rocha, o conteúdo pode ser aplicado tanto no trabalho quanto fora dele. “É muito importante para o nosso aprendizado e para o dia a dia. Ajuda a adaptar a nossa fala e a forma de nos comunicarmos em diferentes situações. É um conhecimento que levamos não apenas para o trabalho, mas também para a vida pessoal”, afirma. Mais do que apresentar frases prontas para situações de conflito, o treinamento propôs uma mudança na maneira de enxergar as relações: observar antes de julgar, compreender o que pode existir por trás de uma reação e responder com clareza, respeito e empatia. “No ambiente hospitalar, onde profissionais encontram diariamente pessoas em diferentes momentos de vulnerabilidade, essa mudança pode começar em algo aparentemente simples: ouvir antes de responder”, conclui Márcia. *Com informações do IgesDF

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Depressão nem sempre se manifesta como tristeza

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada.   Tristeza, frustração e luto fazem parte da experiência humana e podem surgir diante de perdas, conflitos e mudanças importantes. O alerta aparece quando o sofrimento persiste e começa a comprometer a rotina, os relacionamentos e outras áreas da vida. Durante o Setembro Amarelo, campanha dedicada à conscientização sobre saúde mental e prevenção do suicídio, a psicóloga Larissa Lopes, do Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), chamou a atenção para a importância de compreender a depressão para além dos estereótipos e reconhecer quando é necessário buscar ajuda profissional. Larissa Lopes, psicóloga do HRSM: “É preciso avaliar todo o contexto do paciente, seu histórico de saúde mental, possíveis comorbidades e outros fatores que possam estar relacionados ao quadro” | Fotos: Divulgação/IgesDF “A tristeza faz parte da experiência humana e é esperada em determinados momentos da vida; já a depressão é uma condição clínica caracterizada por sintomas persistentes que causam sofrimento significativo e prejuízos importantes no funcionamento social, profissional e em outras áreas da vida”, explicou. Diferentes formas de manifestação Embora muitas pessoas associem a depressão ao choro constante ou à tristeza profunda, o quadro pode se manifestar de diferentes maneiras. O transtorno depressivo maior, forma mais conhecida da doença, costuma envolver humor deprimido, perda de interesse por atividades que antes geravam prazer, alterações no sono e no apetite, dificuldade de concentração, fadiga intensa e sentimento de culpa e inutilidade, além de pensamentos relacionados à morte. Para que haja suspeita diagnóstica, esse conjunto de manifestações precisa estar presente por pelo menos duas semanas na maior parte dos dias. O diagnóstico, porém, não depende apenas do tempo ou da quantidade de sinais observados. “É preciso avaliar todo o contexto do paciente, seu histórico de saúde mental, possíveis comorbidades e outros fatores que possam estar relacionados ao quadro”, pontuou Larissa. “Não existe uma fórmula pronta.”  Transtorno depressivo persistente Além do transtorno depressivo maior, existem outras formas de manifestação do adoecimento psíquico. Uma delas é o transtorno depressivo persistente, conhecido antigamente como distimia. Nesses casos, o humor deprimido permanece por longos períodos, geralmente por dois anos ou mais, acompanhado de sintomas como baixa autoestima, desesperança e falta de energia. A depressão perinatal, por sua vez, pode surgir durante a gestação ou após o parto. Frequentemente confundida com alterações hormonais ou com o chamado baby blues, essa condição ainda é subnotificada. “Muitas vezes, os sintomas são atribuídos apenas aos hormônios ou às mudanças naturais desse período”, observou a psicóloga. “Isso faz com que muitas mulheres deixem de receber o cuidado necessário.” Além de afetar a saúde da mãe, o quadro pode interferir nos cuidados com o bebê, no vínculo familiar e no desenvolvimento da criança. Outro padrão de manifestação é o sazonal, marcado pelo surgimento de episódios depressivos em determinadas épocas do ano. Embora não seja considerado um transtorno independente, essa característica pode estar associada a fatores ambientais, como a menor exposição à luz solar em algumas regiões do planeta. “Emocionalmente, são episódios depressivos que se apresentam geralmente em uma determinada época do ano”, detalhou Larissa. “Em muitos lugares, há períodos com menor incidência de luz solar, o que costuma ter uma relação direta com a ocorrência desse quadro naquela população e região.” Quando o diagnóstico traz respostas Sintomas como cansaço, falta de energia e alterações de humor podem estar presentes em diferentes condições, o que torna a avaliação profissional importante para identificar o que está por trás do sofrimento. Ana Carolina Berbet percebeu mudanças em seu comportamento, procurou ajuda especializada e foi diagnosticada com burnout: “Quando comecei a sentir um cansaço constante, falta de energia e uma tristeza que parecia não passar, imaginei que estivesse enfrentando um quadro de depressão”  A executiva de seguros Ana Carolina Berbet percebeu isso na própria experiência. Acostumada a uma rotina intensa em cargos de liderança, conciliando responsabilidades profissionais, familiares e domésticas, ela começou a notar mudanças no próprio comportamento. “Eu sempre fui muito ativa e acostumada a lidar com grandes responsabilidades”, relatou. “Quando comecei a sentir um cansaço constante, falta de energia e uma tristeza que parecia não passar, imaginei que estivesse enfrentando um quadro de depressão.” Diante do que estava sentindo, Ana Carolina procurou ajuda especializada. Após avaliação multiprofissional, descobriu que enfrentava um quadro de burnout, síndrome associada ao esgotamento físico e emocional provocado pelo estresse crônico relacionado ao trabalho. Psicoterapia e acompanhamento psiquiátrico, bem como uso de medicamentos, se preciso, fazem parte das abordagens  “Receber o diagnóstico correto foi fundamental”, avaliou. “Entendi que precisava desacelerar, cuidar da minha saúde e buscar equilíbrio.” A experiência reforça a importância de identificar corretamente o que está provocando os sintomas. No caso da depressão, Larissa enfatizou que há tratamento e que o cuidado deve considerar as particularidades de cada pessoa. As abordagens podem incluir psicoterapia, acompanhamento psiquiátrico e, quando necessário, uso de medicamentos. O objetivo é reduzir os sintomas e recuperar autonomia, funcionalidade e qualidade de vida. “Por trás de cada diagnóstico existe uma pessoa com história, vivências, preferências e sofrimentos próprios, e o tratamento precisa considerar tudo isso”, detalhou a psicóloga. “A depressão não deve ser encarada como uma sentença. Muitas pessoas conseguem alcançar remissão dos sintomas, retomar suas atividades e viver com qualidade. O mais importante é procurar ajuda e aderir ao tratamento adequado.” *Com informações do IgesDF  

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Farmácia impulsiona inovação e amplia a segurança do paciente

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Para além da dispensação de medicamentos, a farmácia hospitalar exerce um papel estratégico na assistência à saúde. É nela que logística, tecnologia e cuidado se unem para garantir que medicamentos e insumos cheguem ao paciente com qualidade, no momento certo e de forma segura. Celebrado em 5 de agosto, o Dia da Farmácia evidencia a importância desse trabalho, desenvolvido diariamente nos hospitais de Base do Distrito Federal (HBDF), Regional de Santa Maria (HRSM) e Cidade do Sol (HSol), bem como nas unidades de pronto atendimento (UPAs) administradas pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF). Do recebimento pela unidade hospitalar à entrega ao paciente, todos os insumos são acompanhados por meio de um sistema de monitoramento | Foto: Divulgação/IgesDF Nos últimos anos, o instituto modernizou a gestão de insumos ao ampliar a rastreabilidade de medicamentos, órteses, próteses e materiais especiais (OPME) e incorporar novas tecnologias aos processos logísticos. Hoje, cada item é acompanhado desde o recebimento até a entrega ao paciente por meio de dispositivos coletores móveis de dados (palms), que ampliam o controle e a confiabilidade das informações. A transformação continua com projetos como o dispensário eletrônico, em fase de testes operacionais; o robô de entrega de medicamentos, que apresentou resultados positivos durante avaliação realizada sem custos para a instituição; e os carros automatizados,  cujo projeto-piloto será iniciado em breve. A expectativa é tornar os processos mais eficientes, reduzir falhas, ampliar a rastreabilidade em tempo real e otimizar o abastecimento das unidades. “Transformamos a logística de insumos em uma engrenagem de segurança e cuidado”, afirma a gerente-geral de Logística de Insumos do IgesDF, a farmacêutica Jéssica Nobre. “Cada medicamento que chega ao paciente carrega hoje rastreabilidade, tecnologia e responsabilidade.” Gestão integrada à assistência Outro avanço foi a incorporação da farmácia clínica à Gerência de Insumos Farmacêuticos e OPME (Geifo), aproximando a gestão logística do acompanhamento clínico dos pacientes. O modelo permite acompanhar toda a trajetória do tratamento, desde o planejamento da aquisição até a dispensação, além de fortalecer a farmacoeconomia e o uso racional dos recursos públicos. “Quando unimos logística, tecnologia e atuação clínica, garantimos um cuidado muito mais seguro e eficiente”, enfatiza Nayara Alves, responsável pela Geifo. “Cada etapa passa a ser acompanhada de forma integrada, contribuindo para escolhas terapêuticas mais assertivas e para a melhor utilização dos recursos  do instituto.” “O farmacêutico atua para garantir o uso seguro e eficaz dos medicamentos, prevenindo erros e contribuindo para melhores resultados no tratamento” Thales Teódulo, farmacêutico do HRSM  Na farmácia ambulatorial do Hospital de Base, a farmacêutica Shirley Vanessa lembra que o contato direto com pacientes e equipes reforça a importância da atuação: “Em um hospital de alta complexidade como o HBDF, onde são realizados tratamentos complexos e atendidos pacientes com diferentes perfis clínicos, a atuação da farmácia torna-se ainda mais relevante. Integrada à equipe multiprofissional, ela oferece suporte técnico às equipes assistenciais e contribui para que o paciente receba um atendimento seguro, humanizado e de qualidade”. No Hospital Regional de Santa Maria, o farmacêutico Thales Teódulo ressalta que o trabalho integrado reduz riscos e fortalece a assistência. “O farmacêutico atua para garantir o uso seguro e eficaz dos medicamentos, prevenindo erros e contribuindo para melhores resultados no tratamento”, aponta. “No HRSM, a farmácia é uma parceira essencial da equipe multiprofissional, sempre com o paciente no centro do cuidado”.  Tecnologia  Nas UPAs, a modernização dos processos também amplia a eficiência da assistência. O chefe do Núcleo de Insumos Farmacêuticos das UPAs, Misael Silva, destaca que as novas ferramentas permitem direcionar mais tempo às atividades voltadas ao cuidado. “Mesmo atuando nos bastidores e, muitas vezes, sem ser percebida pelos pacientes, a farmácia hospitalar é responsável por promover o uso racional de medicamentos e garantir uma gestão eficiente dos estoques, assegurando que não faltem medicamentos e insumos para a assistência”, resume. “Seu trabalho é fundamental para oferecer um cuidado seguro, contínuo e de qualidade.” Na UPA Vicente Pires, a farmacêutica Alessandra Ludwig pontua: “Em uma unidade de pronto atendimento, o farmacêutico é um profissional essencial para a segurança e a qualidade da assistência. Sua atuação vai muito além da dispensação de medicamentos: participa da seleção de insumos, da gestão de estoques, do armazenamento seguro, da farmacovigilância e da orientação da equipe multiprofissional, promovendo o uso racional de medicamentos e contribuindo para que cada paciente receba o tratamento certo, na dose certa e na hora certa”.   *Com informações do IgesDF  

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Dia do Pediatra: profissionais que cuidam da infância e ajudam a transformar o futuro

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada.   Neste 27 de julho, Dia do Pediatra, histórias de dedicação, acolhimento e cuidado ganham ainda mais significado nos corredores do Hospital Regional de Santa Maria (HRSM). Esses especialistas acompanham o crescimento e o desenvolvimento infantil, orientam famílias e contribuem para a construção de uma vida mais saudável desde os primeiros dias de vida. Cleiziane Souza levou a filha Laisa, de 5 anos, para tratar uma infecção urinária: “Ter um pediatra ao nosso lado, nos orientando e transmitindo tranquilidade, foi fundamental para mim” | Fotos: Divulgação/IgesDF Para muitas mães, a presença do pediatra representa segurança nos momentos de incerteza. É o caso de Vanessa de Castro, mãe da pequena Sophia, de 3 anos. Moradoras de Santa Maria, elas frequentam a unidade regularmente e, coincidentemente, receberam alta hospitalar justamente no Dia do Pediatra. Sophia passou por um transplante cardíaco quando tinha 1 ano e 6 meses de idade e, por fazer uso de medicamentos imunossupressores, precisa de acompanhamento constante. Sempre que percebe algum sinal de alerta, como febre ou alterações respiratórias, Vanessa procura atendimento no HRSM. “Como os profissionais já conhecem todo o histórico dela, o atendimento é muito cuidadoso”, relata.  A pediatra Luísa Montanaro, do HRSM, aponta esse vínculo construído ao longo do tempo como uma das características mais marcantes da especialidade. “Para mim, cuidar de uma criança é cuidar de um futuro inteiro, de um mundo de possibilidades; a confiança que os pais depositam em nós é um grande privilégio”, enfatiza. Quem também reconhece a importância desse cuidado é Cleiziane Sousa, mãe de Laisa Dias, de 5 anos, internada para tratar uma infecção urinária. Moradora de Valparaíso de Goiás (GO), ela conta que esta é a primeira vez que busca atendimento no hospital. “Fomos muito bem-acolhidas, e todos estão sendo muito atenciosos”, afirma. “Explicam tudo direitinho e cuidam muito bem da minha filha”. “Não cuidamos apenas de crianças. Cuidamos de sonhos, de famílias e, principalmente, do futuro”, afirma a pediatra Luísa Montanaro, do HRSM A experiência vivida na unidade também a faz recordar um momento marcante da pandemia. Quando Laisa tinha apenas seis meses de idade, contraiu covid-19 em meio às incertezas daquele período. “Eu tinha muito medo de perdê-la”, lembra. “Ter um pediatra ao nosso lado, nos orientando e transmitindo tranquilidade, foi fundamental para mim”. Cuidado em cada fase da infância Luísa Montanaro reforça que a atuação do pediatra vai muito além do diagnóstico e do tratamento de doenças. As consultas de rotina permitem acompanhar o desenvolvimento infantil, orientar os responsáveis e identificar precocemente situações que possam comprometer a saúde. “Estamos presentes em cada etapa da infância, orientando sobre amamentação, alimentação, vacinação, sono, comportamento, saúde mental e prevenção de doenças”, detalha a médica. “Também acolhemos dúvidas e receios das famílias, construindo uma relação de confiança que favorece a identificação precoce de qualquer alteração.” A especialista ressalta que manter as consultas periódicas é essencial, mesmo quando a criança aparenta estar saudável: “Essas visitas permitem acompanhar o crescimento, manter a vacinação em dia e identificar alterações antes mesmo do surgimento de sintomas. Também são momentos importantes para orientar sobre hábitos saudáveis, prevenção de acidentes e os desafios próprios de cada fase da infância e da adolescência. Não cuidamos apenas de crianças. Cuidamos de sonhos, de famílias e, principalmente, do futuro”.   *Com informações do IgesDF

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UTI do Hospital Regional de Santa Maria conquista selo nacional de qualidade

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. A Unidade de Terapia Intensiva (UTI) Adulto do Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) conquistou o Selo de Gestão de Indicadores de Qualidade e Desempenho, certificação concedida pela Associação de Medicina Intensiva Brasileira (Amib), em parceria com a Epimed Solutions. O reconhecimento contempla as UTIs I, II e III da unidade e atesta a qualidade do monitoramento de dados assistenciais utilizados para qualificar o cuidado prestado aos pacientes críticos.  ​​​Certificação contempla as UTIs I, II e III do HRSM e atesta a qualidade do monitoramento de dados assistenciais utilizados para qualificar o cuidado prestado aos pacientes críticos | Fotos: Divulgação/IgesDF "A conquista simultânea das três UTIs reforça a posição do hospital na rede pública de saúde do Distrito Federal como referência na gestão e no uso de dados assistenciais em terapia intensiva" Alberto Gurgel de Araújo, coordenador da UTI Adulto do Hospital Regional de Santa Maria A certificação é concedida às UTIs que acompanham de forma sistemática seus indicadores por meio do sistema Epimed Monitor, plataforma utilizada por hospitais de todo o país para monitorar resultados assistenciais e apoiar a tomada de decisões baseadas em evidências. A iniciativa está alinhada à Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) nº 7 da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que estabelece requisitos mínimos para o funcionamento desses serviços no país.  Gestão de dados que fortalece a assistência Para o coordenador da UTI Adulto do HRSM, Alberto Gurgel de Araújo, o selo reconhece a maturidade da equipe na gestão das informações clínicas e no acompanhamento contínuo dos resultados assistenciais. "Não é um prêmio de desempenho absoluto, mas um atestado formal de maturidade na gestão da informação clínica", observa. "A conquista simultânea das três UTIs reforça a posição do hospital na rede pública de saúde do Distrito Federal como referência na gestão e no uso de dados assistenciais em terapia intensiva." Entre os indicadores monitorados estão a taxa de mortalidade, o tempo de permanência, a ocupação dos leitos, a incidência de infecções relacionadas à assistência, as reinternações, as lesões por pressão e os escores de gravidade dos pacientes. A certificação considera não apenas os resultados obtidos, mas também a regularidade, a qualidade e a completude das informações registradas ao longo do ano.  Coordenador da UTI Adulto do HRSM, Alberto Gurgel de Araújo, atribui a conquista ao trabalho integrado das equipes multiprofissionais do hospital  Segundo o coordenador, a conquista é resultado de um trabalho contínuo e integrado das equipes multiprofissionais, que mantêm rigor no registro e na análise dos dados assistenciais. "O alicerce desse reconhecimento é a disciplina e o acompanhamento permanente dos dados. Cada admissão, evolução clínica e alta precisa ser registrada de forma completa e no tempo adequado", explica Araújo.  Indicadores que fazem diferença no cuidado Os benefícios desse monitoramento chegam diretamente ao paciente. A análise sistemática dos indicadores permite identificar precocemente oportunidades de melhoria, corrigir processos antes que afetem a assistência e fortalecer a segurança do cuidado. Além de aumentar a segurança do paciente, esse acompanhamento contínuo contribui para o uso mais eficiente dos recursos da terapia intensiva, favorece a padronização das condutas assistenciais e permite que a equipe compare seus resultados com os de outras unidades de perfil semelhante em todo o país.  Essas informações orientam decisões clínicas e administrativas voltadas à melhoria contínua da assistência. "Com isso, reduzimos eventos adversos evitáveis, utilizamos os recursos da terapia intensiva de forma mais eficiente e ainda conseguimos comparar nossos resultados com os de outras UTIs de perfil semelhante em todo o país", explica Araújo. *Com informações do IgesDF  

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Bebês do Hospital de Santa Maria ganham toucas customizadas e nascem em clima de Copa

Antes mesmo de vestirem o primeiro uniforme da Seleção Brasileira, os bebês que nascem no Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), unidade administrada pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), já entram no clima da Copa do Mundo.  Andreia Rodrigues de Oliveira, com Maya Eduarda no colo, ficou emocionada com o mimo que a filha recebeu da técnica de enfermagem Renata Alves da Costa | Fotos: Divulgação/IgesDF "Achei muito bonito e carinhoso. A gente já vive tantas emoções no nascimento de um filho. Receber um gesto como esse torna tudo ainda mais inesquecível" Andreia Rodrigues de Oliveira, mãe da recém-nascida Maya Eduarda Martins Em uma iniciativa que une criatividade, acolhimento e cuidado, os recém-nascidos do Centro Cirúrgico Obstétrico (CCO) estão recebendo acessórios temáticos confeccionados especialmente para celebrar o momento. Decoradas com elementos que remetem ao universo do futebol, as peças têm encantado os familiares e tornado ainda mais marcante o primeiro registro dos pequenos. Foi o caso da pequena Maya Eduarda Martins, que nasceu na tarde desta terça-feira (9) e já recebeu o mimo personalizado. A mãe, Andreia Rodrigues de Oliveira, se emocionou com a surpresa. "Achei muito bonito e carinhoso. A gente já vive tantas emoções no nascimento de um filho. Receber um gesto como esse torna tudo ainda mais inesquecível", conta. Por trás de cada peça está o trabalho dedicado da técnica de enfermagem Renata Alves da Costa. Entre um atendimento e outro no CCO, ela aproveita os intervalos do plantão para cortar, dobrar e costurar cuidadosamente cada item, transformando um material simples em uma lembrança afetiva. Touquinhas confeccionadas por Renata Alves: ela aproveitou os intervalos do plantão para cortar, dobrar e costurar cada peça Muito além da decoração  A ideia surgiu da própria experiência profissional. Renata percebeu uma oportunidade de unir conforto e humanização utilizando a malha tubular, material disponibilizado pelo hospital para proteção e contenção durante procedimentos de rotina. "Como o ambiente do centro cirúrgico é naturalmente mais frio, pensei: por que não transformar esse material em toucas para ajudar a aquecer os bebês?" Renata Alves da Costa, técnica de enfermagem "Como o ambiente do centro cirúrgico é naturalmente mais frio, pensei: por que não transformar esse material em toucas para ajudar a aquecer os bebês? Aos poucos fui criando modelos diferentes e acrescentando detalhes para deixá-las ainda mais bonitas", relata. As toucas também desempenham um papel importante na assistência. Segundo Renata, a cabeça é uma das regiões por onde os recém-nascidos mais perdem calor logo após o parto, tornando o acessório um aliado na manutenção da temperatura corporal e na prevenção da hipotermia. Para a chefe do Serviço de Enfermagem do Centro Cirúrgico Obstétrico (CCO) e Centro Obstétrico (CO), Ariodene Carvalho, ações como esta evidenciam o compromisso da equipe com um atendimento cada vez mais acolhedor. "O mais bonito é ver o envolvimento espontâneo dos profissionais em tornar a chegada dessas crianças ainda mais especial. São detalhes que somam e deixam um momento tão esperado mais leve, afetivo e cheio de significado", elogia. *Com informações do IgesDF  

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Hospital Regional de Santa Maria mantém posição entre os hospitais públicos mais elogiados do DF

O Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) manteve-se entre os três hospitais públicos mais elogiados do Distrito Federal, segundo levantamento do Painel de Ouvidoria do DF referente ao período de 1º de janeiro a 2 de junho de 2026. O resultado reforça o volume de elogios registrados pelos usuários em relação ao atendimento, ao acolhimento das equipes e à assistência oferecida pela unidade administrada pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF). Os dados são da plataforma ParticipaDF, sistema oficial do Governo do Distrito Federal (GDF) que reúne manifestações de ouvidoria e pedidos de acesso à informação. Além do HRSM, aparecem entre os hospitais mais elogiados o Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF) e o Hospital Regional do Gama (HRG). Para João Paulo Barbosa de Farias, chefe substituto do Núcleo de Ouvidoria do HRSM, os registros refletem experiências positivas vividas por pacientes e familiares durante o atendimento. “Esta avaliação demonstra o reconhecimento da população ao trabalho desenvolvido diariamente pelos nossos profissionais. É um resultado que reflete a qualidade dos serviços prestados e uma política institucional baseada no respeito, na humanização e na valorização das pessoas”, destaca. Para João Paulo Barbosa de Farias, chefe substituto do Núcleo de Ouvidoria do HRSM, os registros refletem experiências positivas vividas por pacientes e familiares durante o atendimento | Foto: Divulgação/IgesDF Em 2025, o hospital recebeu 917 elogios e conquistou, pelo segundo ano consecutivo, a terceira colocação entre os hospitais mais elogiados do DF. Além do acompanhamento das manifestações registradas, a unidade passou a promover a entrega de certificados aos setores mencionados pelos usuários, valorizando o trabalho desenvolvido pelas equipes. “Temos atuado de forma efetiva na divulgação dos elogios recebidos. Durante os treinamentos in loco, as equipes são informadas e parabenizadas pelas manifestações positivas encaminhadas pelos cidadãos”, afirma João Paulo. Reconhecimento que transforma experiências Entre os relatos registrados na Ouvidoria, um deles chamou atenção pela riqueza de detalhes e pela valorização dos profissionais envolvidos na assistência. Aos 68 anos, Waldemar Rodrigues de Rezende procurou atendimento no HRSM após meses de tratamento na rede privada para uma suposta infecção urinária. Na unidade, passou por investigação clínica que identificou um tumor na próstata e recebeu acompanhamento ao longo de todo o processo de cuidado. Grato pela assistência recebida, fez questão de registrar sua experiência junto à Ouvidoria. Em seu depoimento, destacou a atuação da assistente administrativa do Núcleo de Regulação Cirúrgica (Nurch), Maria Eduarda Gois, e do gerente de Regulação do HRSM, Jonatham Henrique Pereira. “Pessoas carismáticas, prestativas e resolutivas. Ajudam a solucionar as questões burocráticas sempre que surgem”, escreveu. O paciente também elogiou os médicos urologistas Rodrigo Rossi, Pedro Paulo Carvalho e Ruytemberg Oliveira Rodrigues, além das equipes de enfermagem. “Excelentes e atenciosos, demonstraram grande comprometimento durante todo o atendimento. Continuem sempre assim”, registrou. Como registrar elogios e manifestações O Núcleo de Ouvidoria do HRSM orienta pacientes e acompanhantes a utilizarem os canais oficiais para registrar elogios, sugestões, reclamações, denúncias ou solicitações de informação. Além de contribuir para a melhoria contínua dos serviços, os registros permitem identificar e valorizar profissionais e setores que se destacam no atendimento à população. As manifestações podem ser realizadas por meio dos seguintes canais: - Plataforma ParticipaDF; - Atendimento presencial no Núcleo de Ouvidoria do HRSM; - Central de Atendimento 162. *Com informações do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF)

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Hospital de Santa Maria ganha sala exclusiva para endoscopia 

Pacientes da rede pública de saúde passarão a contar com mais vagas para exames de endoscopia e colonoscopia. O Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), administrado pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), inaugurou uma sala exclusiva para a realização dos procedimentos, ampliando a capacidade de atendimento e reforçando a assistência especializada oferecida à população. Atualmente, o serviço atende exclusivamente pacientes internados no hospital. Com a nova estrutura, a proposta é de que os exames sejam disponibilizados para pacientes regulados pela Secretaria de Saúde. O HRSM realiza cerca de 90 exames por mês, somando endoscopias e colonoscopias. Quando o serviço for regulado, a expectativa é alcançar aproximadamente 120 procedimentos mensais.  Equipe que trabalhará no novo espaço está feliz com a mudança: melhores condições de trabalho e mais conforto para os pacientes | Foto: Divulgação/IgesDF “O hospital atende um grande volume de pacientes, e esse novo espaço chega justamente para fortalecer o atendimento, tornando-o mais organizado, eficiente e acessível para quem precisa”   Paulo Henrique Castanheira Vieira, médico endoscopista e cirurgião-geral Entre os primeiros pacientes beneficiados pela nova sala está o aposentado Evaristo Félix, de 87 anos, internado no HRSM. A esposa dele, Divina Félix, acompanhou o procedimento e relatou o acolhimento recebido na unidade. “Tenho muita gratidão pelo atendimento que recebemos aqui. O cuidado da equipe faz toda a diferença e traz mais tranquilidade e segurança para nossa família”, relata.  A chefe do Serviço de Enfermagem Ambulatorial, Ana Carla Freire, explica que a nova estrutura representa uma mudança importante para o serviço. "Até então, realizávamos os exames apenas em pacientes internados. Agora, teremos condições de ampliar gradualmente o acesso e receber também a demanda regulada da rede pública, beneficiando um número maior de pessoas". Nova estrutura melhora fluxo assistencial A nova sala também traz ganhos para a rotina hospitalar. Antes realizados no centro cirúrgico, os procedimentos passam a ocorrer em um espaço dedicado exclusivamente à endoscopia e colonoscopia, garantindo mais organização do fluxo assistencial, conforto aos pacientes e melhores condições de trabalho para as equipes.  [LEIA_TAMBEM] Segundo o médico endoscopista e cirurgião-geral Paulo Henrique Castanheira Vieira, os exames realizados no setor são fundamentais para o diagnóstico, investigação e acompanhamento de diversas doenças. “Entre as principais indicações estão casos suspeitos de câncer, gastrites, úlceras, sangramentos digestivos e doenças intestinais, além de situações em que o paciente apresenta dificuldade severa para se alimentar”, explica. Para o especialista, a criação de um ambiente exclusivo para os procedimentos fortalece a assistência prestada. “O hospital atende um grande volume de pacientes, e esse novo espaço chega justamente para fortalecer o atendimento, tornando-o mais organizado, eficiente e acessível para quem precisa”, reforça Vieira. *Com informações do IgesDF

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Hospital de Santa Maria oferece assistência especializada à saúde da mulher 

Convivendo com sangramentos intensos e vendo o quadro se agravar, Varli Santos Teixeira, de 56 anos, procurou atendimento no Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) na madrugada do último sábado (23). Internada por conta de uma hemorragia causada por um mioma uterino, tumor benigno que se desenvolve no útero, ela representa a realidade de muitas pacientes que adiam a procura por ajuda especializada e chegam aos serviços de saúde com sintomas agravados.  Varli Teixeira, 56 anos, na emergência do Centro Obstétrico do Hospital Regional de Santa Maria: "Cheguei às 3h e fui atendida prontamente" | Fotos: Divulgação/IgesDF “Eu já estava sangrando havia uns 15 dias, mas o fluxo aumentou muito. Quando cheguei aqui na emergência do centro obstétrico, eu desmaiei, minha pressão baixou bastante”, relembra Varli, moradora de Santa Maria. Ao chegar à unidade, ela recebeu atendimento imediato e foi encaminhada para internação. Agora, aguarda a realização de uma histerectomia, cirurgia para retirada do útero. “Cheguei às 3h e fui atendida prontamente. Tudo aconteceu muito rápido. Fui encaminhada para a internação e agora estou aguardando os exames para fazer a cirurgia nos próximos dias.” “Muitas acabam adiando a busca por assistência por medo, vergonha, dificuldade de acesso ou até por acreditarem que determinados sintomas são normais, principalmente após o parto ou com o avanço da idade” Aline Guerin, ginecologista Dia Internacional de Ação pela Saúde da Mulher Neste 28 de maio, data em que é celebrado o Dia Internacional de Ação pela Saúde da Mulher, o Hospital Regional de Santa Maria destaca a importância do diagnóstico precoce, do acompanhamento contínuo e do acesso aos serviços especializados. Segundo a ginecologista Aline Guerin, do setor de cirurgia ginecológica do HRSM, grande parte dos casos acompanhados no serviço envolve condições benignas que impactam diretamente a rotina e a qualidade de vida das pacientes. Entre os quadros mais frequentes estão miomas uterinos, pólipos, pequenas alterações que surgem dentro do útero, perda involuntária de urina e prolapsos pélvicos, condição popularmente conhecida como “queda” de órgãos da região pélvica, como bexiga e útero. “Muitas mulheres convivem durante anos com sangramentos intensos, dores pélvicas, sensação de peso vaginal e perda urinária. Essas alterações acabam afetando não apenas a saúde física, mas também a autoestima, a vida social e o emocional”, explica a especialista. Segundo a médica, um dos principais desafios ainda é incentivar a procura por atendimento logo nos primeiros sinais. “Muitas acabam adiando a busca por assistência por medo, vergonha, dificuldade de acesso ou até por acreditarem que determinados sintomas são normais, principalmente após o parto ou com o avanço da idade”, ressalta Aline Guerin. Da prevenção às urgências ginecológicas  A ginecologista Aline Guerin observa que grande parte dos casos envolve condições benignas que impactam a rotina e a qualidade de vida das pacientes O ambulatório do HRSM, unidade administrada pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), atende diariamente pacientes que buscam acompanhamento especializado, tratamento e melhoria da qualidade de vida. O acesso aos serviços começa pelas Unidades Básicas de Saúde (UBSs), responsáveis pelas avaliações iniciais e pelos encaminhamentos para consultas e exames específicos. Depois dessa etapa, as solicitações são inseridas no Sistema de Regulação (Sisreg), da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF).  [LEIA_TAMBEM] Entre os serviços oferecidos estão pré-natal de alto risco, histerectomia, cirurgias uroginecológicas para tratamento de alterações do assoalho pélvico e do sistema urinário feminino, perineoplastia, procedimento realizado para reconstrução da região do períneo, mastectomia, reconstrução mamária em casos de câncer de mama e procedimentos como a Aspiração Manual Intrauterina (Amiu), técnica utilizada para esvaziamento do útero em situações específicas. Além do atendimento ambulatorial, o pronto-socorro do Centro Obstétrico realiza atendimentos ginecológicos de urgência, incluindo casos relacionados ao câncer ginecológico, sangramentos intensos, acolhimento a vítimas de violência sexual e assistência a mulheres em trabalho de parto. Para a gerente da maternidade do HRSM, Ivonete Rodrigues, garantir uma linha de cuidado eficiente significa oferecer assistência integrada em todas as etapas do atendimento. “A saúde da mulher envolve cuidado, escuta e acompanhamento contínuo em diferentes fases da vida. Nosso objetivo é fazer com que cada paciente se sinta amparada, seja em uma consulta no ambulatório ou em um momento de urgência”, explica. *Com informações do IgesDF  

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Mantenha seu cadastro atualizado para não perder a cirurgia

Quando a cirurgia representa a oportunidade de recuperar a saúde e melhorar a qualidade de vida, a expectativa pela ligação informando a data do procedimento costuma ser grande. Para que esse contato aconteça sem contratempos, pacientes que aguardam por cirurgias eletivas no Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), administrado pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), precisam manter os dados cadastrais atualizados, principalmente o número de telefone. O alerta é do Núcleo de Regulação Cirúrgica (Nurch) da unidade, responsável pelos agendamentos. Segundo a equipe, ainda são frequentes as dificuldades para localizar pacientes no momento da convocação. “Entramos em contato para informar a data do procedimento, mas, muitas vezes, não conseguimos falar com o paciente. Em alguns casos, o número informado está errado ou já pertence a outra pessoa”, explica Maria Eduarda Gois, assistente administrativa do Nurch.    Equipe que faz o contato para avisar sobre cirurgias alerta: muitas vezes, o número está errado ou já pertence a outra pessoa | Foto: Divulgação/IgesDF O processo para realização da cirurgia eletiva geralmente começa na Unidade Básica de Saúde (UBS), onde o paciente recebe encaminhamento e passa por exames e avaliações necessárias. Em seguida, a solicitação é inserida no Sistema de Regulação (Sisreg), da Secretaria de Saúde do DF (SES-DF), iniciando o período de espera pela convocação. Quando chega o momento do agendamento, a equipe do Nurch realiza até três tentativas de contato, em dias e horários diferentes, utilizando telefone institucional.  [LEIA_TAMBEM] “Hoje muitas pessoas evitam atender a chamadas por causa da quantidade de ligações indesejadas e tentativas de golpe. Por isso, pedimos que os pacientes fiquem atentos às chamadas com o prefixo 4042. Caso não consigam atender no momento, é importante retornar a ligação. Estamos disponíveis para orientar e repassar todas as informações necessárias”, destaca Ieda Soares, analista administrativa do núcleo. De janeiro a abril deste ano, o HRSM realizou 306 cirurgias eletivas. Segundo a equipe, esse número poderia ser ainda maior caso todos os pacientes convocados fossem localizados com facilidade. A atualização dos dados pode ser feita pelo aplicativo Meu SUS Digital ou presencialmente em uma UBS, mediante apresentação de RG, CPF e comprovante de residência. Para o chefe do Nurch, Sérgio Barbosa, o processo depende do trabalho conjunto. “Trabalhamos diariamente para agilizar os procedimentos e garantir que os pacientes sejam atendidos no menor tempo possível. Mas também é essencial que cada pessoa mantenha seus dados atualizados, especialmente o telefone de contato”, afirma.  *Com informações do IgesDF   

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Espaço sensorial oferece conforto e acolhimento a crianças autistas no Hospital Regional de Santa Maria

O Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) conta com um cantinho especial para oferecer conforto e acolhimento às crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA): o Espaço Humanizar TEA. Inaugurado em outubro do ano passado pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), o local foi projetado para reduzir estímulos visuais e sonoros, proporcionando tranquilidade aos pequenos, e desenvolver habilidades psicomotoras por meio de brinquedos e atividades lúdicas. O ambiente funciona como um suporte terapêutico dentro do hospital. As crianças neurodivergentes atendidas pelo equipamento podem ser encaminhadas ao espaço conforme avaliação da equipe durante a internação ou período de espera. Na sala, elas têm acesso a artigos voltados à motricidade fina e que auxiliam na regulação emocional, como paineis sensoriais, blocos de montar, quebra-cabeças e jogos de encaixe. O atendimento contempla uma única criança por vez, acompanhada do responsável, por equipe multiprofissional. O superintendente do hospital, Diêgo Figueiredo, salienta que a sala reforça o compromisso da rede pública com a inclusão e a humanização no cuidado em saúde. “A pauta dos transtornos do neurodesenvolvimento vem tomando cada vez mais espaço. São pacientes que também apresentam outras condições clínicas e acabam precisando desse atendimento complementar”, explica. “Vimos a necessidade de adaptar um ambiente para esses pacientes, garantindo segurança e qualidade na assistência.” O ambiente funciona como um suporte terapêutico dentro do hospital | Fotos: Joel Rodrigues/Agência Brasília O ambiente foi planejado para quebrar a rotina hospitalar tradicional, com redução do ruído externo e iluminação adequada. “O hospital costuma ser um ambiente muito frio. Aqui, a criança consegue se acalmar, brincar e até se desenvolver, porque o brinquedo também estimula aspectos motores e cognitivos”, destaca Anucha Soares, gerente-geral de Humanização e Experiência do Paciente do IgesDF, setor responsável pela execução e pela articulação institucional da iniciativa. De acordo com ela, o impacto vai além do conforto imediato. “Uma criança em crise, muitas vezes, não consegue permanecer em um ambiente com muitas pessoas. Esse espaço ajuda na regulação, permitindo que a assistência aconteça com mais sucesso”, afirma Anucha, acrescentando que o mobiliário e brinquedos foram doados pela GPS Foundation, sem a utilização de recursos próprios do IgesDF. A terapeuta ocupacional Bárbara Úrsula, uma das responsáveis pela assistência no espaço, observa que os artigos disponíveis no ambiente ajudam a tornar a experiência das crianças menos estressantes e mais humanizadas. “Aqui, temos recursos que muitas vezes essas crianças não têm acesso em casa. Ter isso disponível no SUS é muito importante e faz diferença no atendimento.” As unidades de pronto atendimento (UPAs) de Sobradinho, São Sebastião, Ceilândia I, Recanto das Emas também disponibilizam espaços lúdicos e terapêuticos para tornar o atendimento infantil mais acolhedor. Os Espaços Humanizar Kids contam com paredes coloridas, brinquedos inclusivos, livros e painéis interativos, pensados para reduzir o estresse e a ansiedade de crianças e responsáveis durante a espera.

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Seminário multiprofissional discute saúde da mulher

A saúde da mulher envolve diferentes fases, necessidades e desafios ao longo da vida. Com o objetivo de ampliar o olhar sobre esse cuidado e fortalecer a atuação integrada entre profissionais, o Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) sediou, nesta terça-feira (10), o I Seminário Multiprofissional de Saúde da Mulher — da Menarca à Menopausa. A iniciativa reuniu profissionais do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), especialistas convidados, estudantes e gestores em uma programação de dois dias dedicada à troca de experiências e à discussão de práticas baseadas em evidências. O evento segue nesta quarta-feira (11) e busca estimular reflexões que ultrapassem o olhar tradicional sobre o cuidado em saúde feminina. A transmissão completa do primeiro dia está disponível no canal do IgesDF no YouTube. Quem desejar participar presencialmente do segundo dia do encontro ainda pode realizar a inscrição por meio do formulário disponível. “Essa jornada foi preparada pensando que, no nosso dia a dia, acompanhamos muitas vidas, grande parte delas femininas. Antes, esse olhar era mais restrito à medicina e à enfermagem, mas hoje envolve fisioterapia, psicologia, serviço social, entre outras áreas” Priscila Pinheiro, chefe do Serviço do Centro Obstétrico do HRSM O seminário nasceu com a proposta de integrar diferentes áreas do conhecimento na assistência à mulher. Para a chefe do Serviço do Centro Obstétrico do HRSM e idealizadora do evento, Priscila Pinheiro, o cuidado feminino exige, cada vez mais, uma abordagem multiprofissional. “Essa jornada foi preparada pensando que, no nosso dia a dia, acompanhamos muitas vidas, grande parte delas femininas. Antes, esse olhar era mais restrito à medicina e à enfermagem, mas hoje envolve fisioterapia, psicologia, serviço social, entre outras áreas”, destaca. Durante a abertura do evento, o superintendente do HRSM, Diêgo Figueiredo, enfatizou a importância de compreender a saúde da mulher de forma ampla e integrada. “A ginecologia e a obstetrícia são especialidades que têm o privilégio de acompanhar diferentes fases da vida da paciente. A mulher adolescente, a gestante e a mulher na terceira idade vivem realidades muito distintas. Mas há um ponto que conecta todas essas fases: a saúde mental. As demandas psicológicas estão presentes em todos esses momentos e precisam ser acolhidas para que o cuidado seja realmente integral”, ressalta. Diversos temas ao longo do dia O seminário continua nesta quarta-feira (11) e poderá ser acompanhado presencialmente ou via YouTube | Fotos: Divulgação/IgesDF O primeiro dia do seminário contou com uma programação diversificada, abordando diferentes aspectos da saúde da mulher ao longo da vida. Pela manhã, os debates foram voltados à puberdade, com temas como alterações fisiológicas, educação sexual, autoconhecimento e gravidez na adolescência. Também foram discutidos aspectos relacionados à saúde mental nessa fase, a garantia de direitos da criança e do adolescente e a prevenção e condução de situações de abuso ou assédio, considerando os impactos psicossociais e institucionais. No período da tarde, a programação abordou rotinas de cuidado com a saúde feminina, incluindo consultas, exames de rotina e métodos contraceptivos. Também foram discutidas doenças que afetam a saúde da mulher e seus tratamentos, além da influência da nutrição na fertilidade e dos cuidados com a saúde íntima feminina. A agenda seguiu com debates sobre gestação, abordando temas como a fisiologia da gravidez, as diferenças entre gestação de alto risco e risco habitual, a saúde cardiovascular no ciclo gravídico-puerperal e condições endocrinológicas durante a gestação. O uso seguro de medicamentos nesse período também foi discutido, seguido por um momento de troca de experiências entre especialistas. [LEIA_TAMBEM]Para a fisioterapeuta do ambulatório do HRSM, Vanessa Almeida, o seminário tem sido uma oportunidade importante de aprendizado e atualização profissional. “Estou achando muito interessante. As palestras têm sido muito ricas e estão agregando bastante conhecimento. Amanhã não poderei participar presencialmente, mas pretendo acompanhar a programação de forma online”, observa. De acordo com a gerente da maternidade do HRSM, Ivonete Rodrigues, o seminário representa um momento relevante de fortalecimento das equipes e da assistência à saúde na região. “Muitas vezes, nós, mulheres, nos sentimos desamparadas em determinadas situações. Por isso, reunir profissionais qualificados para compartilhar conhecimento e esclarecer dúvidas é fundamental para aprimorar cada vez mais o cuidado oferecido”, pontua. *Com informações do IgesDF  

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Hospital de Santa Maria capacita fisioterapeutas e terapeutas ocupacionais em cuidados paliativos

Cuidar também é aliviar. É preservar autonomia, reduzir sofrimento e garantir dignidade em todas as fases da vida. Com esse propósito, fisioterapeutas e terapeutas ocupacionais do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal participaram, nesta quinta-feira (26), de uma capacitação em cuidados paliativos realizada no auditório do Hospital Regional de Santa Maria. A iniciativa fortalece a assistência prestada a pacientes com doenças graves ou que ameaçam a vida, ampliando a atuação das equipes na promoção do conforto, da funcionalidade e da qualidade de vida. Durante o encontro, foram abordados conceitos fundamentais dos cuidados paliativos, com destaque para o trabalho multiprofissional e para a importância da manutenção da capacidade funcional ao longo do tratamento. Os participantes também discutiram estratégias voltadas ao controle de sintomas, à preservação da autonomia e à oferta de um cuidado que considera não apenas as condições clínicas, mas também os aspectos emocionais e sociais de cada paciente. Segundo a chefe do Serviço de Saúde Funcional do Hospital Regional de Santa Maria, Danielle Fontenele, a capacitação reafirma o compromisso das equipes com uma assistência cada vez mais qualificada e humanizada. A iniciativa fortalece a assistência prestada a pacientes com doenças graves ou que ameaçam a vida, ampliando a atuação das equipes na promoção do conforto, da funcionalidade e da qualidade de vida | Foto: Divulgação/IgesDF “Falar sobre cuidados paliativos é tratar de atenção integral, humanização e responsabilidade profissional. Mesmo quando não há possibilidade de cura, sempre há espaço para o cuidado, e a fisioterapia tem papel essencial nesse contexto”, destaca. A palestra foi ministrada pela fisioterapeuta Ellen Morbeck, especialista em oncologia e cuidados paliativos, que conduziu a atividade de forma voluntária. Durante a apresentação, ela compartilhou experiências da prática clínica e reforçou a importância de os profissionais compreenderem os princípios que orientam essa abordagem, especialmente no que se refere à manutenção da funcionalidade. “A atuação da fisioterapia e da terapia ocupacional está diretamente relacionada à capacidade funcional do paciente. Quando há perda dessa funcionalidade em casos de doenças graves, isso pode indicar pior evolução do quadro clínico. Por isso, esses profissionais têm papel estratégico no cuidado e na compreensão das diferentes dimensões do sofrimento humano”, explica. A especialista também abordou o manejo adequado dos sintomas que mais impactam a qualidade de vida, como dor, fadiga, caracterizada por um cansaço intenso, e dificuldade para respirar. “Esses sinais são comuns em diversas enfermidades e exigem intervenções específicas para promover conforto e reduzir o sofrimento”, esclarece. Para o fisioterapeuta Augusto Alves, a capacitação trouxe contribuições práticas para o dia a dia profissional. “Já acompanhava o trabalho da palestrante nas redes sociais e admiro muito a forma como ela aborda o tema. Foi um momento de grande aprendizado, especialmente em relação ao uso de oxigênio, que ainda gera dúvidas na rotina assistencial”, avalia. A ação foi organizada pelo Serviço de Saúde Funcional e pela equipe de Cuidados Paliativos do hospital, com apoio do Núcleo de Educação Permanente e do Núcleo de Tecnologias Educacionais. A transmissão completa está disponível no canal oficial do IgesDF, no YouTube. *Com informações do IgesDF

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Treinamento em emergência cardíaca fortalece atendimento na UTI do Hospital de Santa Maria

Os primeiros minutos de uma parada cardíaca são determinantes entre a vida e a morte. Pensando nisso, enfermeiros e fisioterapeutas da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Regional de Santa Maria participaram, nesta quinta-feira (19), de um treinamento teórico-prático sobre Suporte Avançado de Vida em Cardiologia (ACLS). A capacitação, conduzida pelo intensivista do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do DF (IgesDF), Fernando Oliveira Gomes, abordou a resposta a emergências cardíacas graves. O foco incluiu o manejo de paradas cardiorrespiratórias, bradicardias (ritmo lento) e taquicardias (ritmo acelerado), priorizando a segurança e a rapidez no atendimento. “Quando ocorre algum evento do tipo, a equipe precisa agir imediatamente. Não há tempo para dúvidas. Cada profissional precisa saber exatamente qual é o seu papel. O treinamento serve para que essa resposta seja quase automática, ordenada e eficiente”, explica o médico. Durante o encontro, os participantes revisaram protocolos e treinaram etapas essenciais do atendimento. Segundo o especialista, o ACLS pode ser resumido em três pilares fundamentais: tempo, qualidade e trabalho em equipe. Nos primeiros minutos, a prioridade é seguir a chamada cadeia de sobrevivência no adulto, que envolve reconhecimento precoce da parada cardíaca e acionamento imediato do time, realização de ressuscitação cardiopulmonar (RCP) de alta qualidade, desfibrilação rápida quando indicada, manejo avançado de via aérea com administração de medicamentos, identificação de causas reversíveis e, após o retorno da circulação espontânea, cuidados intensivos pós-parada. Durante o encontro, os participantes revisaram protocolos e treinaram etapas essenciais do atendimento | Foto: Divulgação/IgesDF Cada segundo conta Na prática, cada profissional precisa ter funções específicas dentro do atendimento. A equipe de enfermagem é responsável pelo monitoramento do paciente, preparo e administração de medicamentos, obtenção de acesso venoso e registro das ações realizadas. Já a fisioterapia atua principalmente no manejo da via aérea, no controle da ventilação e na otimização da oxigenação do paciente. Ambos trabalham diretamente nas compressões torácicas, revezando a cada dois minutos para manter a qualidade da manobra e reduzindo ao máximo as pausas, fator essencial para aumentar as chances de sobrevivência. Para a enfermeira intensivista e chefe do Serviço de Enfermagem da UTI, Flávia Carvalho, o treinamento fortalece a segurança assistencial e a integração da equipe. “É um momento para esclarecer dúvidas, aprimorar a identificação dos ritmos cardíacos e melhorar a comunicação entre os profissionais. Em uma intercorrência, sincronia e agilidade são fundamentais. Treinamos para que, quando acontecer, todos saibam exatamente como agir”, afirma. A capacitação faz parte de um ciclo de treinamentos que contempla toda a equipe multiprofissional da UTI. Paralelamente, também estão sendo realizadas aulas sobre Suporte Básico de Vida (BLS), ministradas pelo médico intensivista Clayton Ferreira, com foco nas primeiras manobras em situações de emergência. Ao todo, o treinamento ocorre ao longo de quatro dias, com quatro turmas diárias, totalizando 16 encontros. A organização em diferentes horários garante a participação de todos os colaboradores sem comprometer a assistência prestada aos pacientes. *Com informações do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do DF (IgesDF)

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Simulação prepara profissionais para emergências graves no Hospital Regional de Santa Maria

Reconhecer rapidamente uma emergência e agir com segurança pode salvar vidas. Com esse foco, estudantes de medicina, enfermeiros e técnicos de enfermagem participaram, na tarde desta sexta-feira (30), de uma simulação realística de atendimento realizada no Hospital Regional de Santa Maria (HRSM). O paciente fictício era um adulto com cetoacidose diabética, complicação grave do diabetes. A atividade teve como objetivo orientar os profissionais quanto ao reconhecimento precoce da condição, ao diagnóstico e ao manejo adequado, seguindo protocolos assistenciais e uma ordem clara de prioridades. O treinamento buscou fortalecer a atuação das equipes diante de situações críticas, incluindo a possibilidade de parada cardiorrespiratória, aliando prática clínica, atualização científica e a revisão das recomendações da American Heart Association (AHA). A prática buscou fortalecer a atuação das equipes diante de situações críticas | Fotos: Divulgação/ IgesDF A programação foi dividida em duas etapas. A primeira foi teórica e conduzida pelo enfermeiro do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), Aécio Donizetti, que apresentou os principais aspectos da cetoacidose diabética, seus sinais  e sintomas, fatores desencadeantes e a importância do reconhecimento precoce da condição. Segundo ele, a simulação teórico-prática é essencial para aproximar os profissionais da realidade assistencial. “Essa é uma emergência comum e, por isso, é essencial que o profissional saiba identificar prioridades, manejar corretamente o paciente e reduzir o risco de evolução para uma parada cardiorrespiratória”, explica. Na segunda etapa, os participantes vivenciaram a simulação realística, que estimulou o raciocínio clínico, o trabalho em equipe e a tomada de decisões rápidas e seguras, além de promover a troca de experiências e a reflexão sobre boas práticas no cuidado ao paciente. Os estudantes comemoraram que vivências como essas são importantes no preparo para a lida com pacientes reais A estudante de medicina Nicole Xavier, que veio de Formosa (GO) especialmente para participar da capacitação, destacou a importância da experiência prática. “Achei o treinamento excelente, uma vez que a prática leva à perfeição. Como estudante, é necessário esse tipo de vivência, pois em breve estaremos na assistência direta e precisamos estar preparados”, relata. [LEIA_TAMBEM]A doença A cetoacidose diabética, mais comum em pacientes com diabetes tipo 1, acontece quando o organismo não tem insulina suficiente. Nessa condição, o corpo passa a utilizar gordura como fonte de energia, o que gera substâncias tóxicas no sangue e pode levar à rápida piora do quadro clínico se não houver atendimento imediato. Entre os sintomas mais comuns estão náuseas, vômitos, dor abdominal, sede intensa, cansaço e aumento do volume urinário. Em situações mais graves, o paciente pode apresentar desidratação, respiração acelerada, pressão arterial baixa e alteração do nível de consciência, exigindo atenção imediata das equipes de saúde. Quando não tratada de forma adequada, a cetoacidose diabética pode evoluir para complicações graves, como desidratação intensa, alterações metabólicas, comprometimento da função renal e, em casos extremos, coma e óbito, o que reforça a necessidade de condutas bem definidas e monitoramento contínuo. *Com informações do IgesDF

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Sete anos do IgesDF: Hospital Regional de Santa Maria amplia o cuidado à população

Ao completar sete anos de atuação na saúde pública, o Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) consolida, no Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), transformações que ampliaram o cuidado, qualificaram a assistência e impactaram diretamente a vida da população da região sul do Distrito Federal e de municípios do Entorno. Hoje, quem busca atendimento no HRSM encontra uma unidade mais estruturada, humanizada e preparada para responder às demandas de uma das regiões que mais crescem no Distrito Federal. Essas mudanças são resultado da administração do IgesDF ao longo dos últimos sete anos, período em que a atuação do instituto promoveu transformações. Além da excelência médica, o HRSM, hoje, oferece instalações modernas e equipe acolhedora | Fotos: Alberto Ruy/IgesDF  Nesse período, a urgência e a emergência do hospital receberam reforços importantes. A unidade passou a contar com a Sala Vermelha de Trauma Adulto, equipada com quatro leitos, e com um novo box de emergência pediátrica com seis leitos, incluindo dois de isolamento com sistema de ventilação que impede a disseminação de agentes contaminantes.  Na assistência materno-infantil, os investimentos ampliaram o conforto e a segurança das gestantes e dos recém-nascidos. O centro obstétrico recebeu um posto de coleta de exames, permitindo a realização de procedimentos laboratoriais sem deslocamento interno, além de novas camas obstétricas para os períodos de pré-parto, parto e pós-parto. Foi também implantada a Unidade de Cuidados Prolongados Pediátricos, referência no Centro-Oeste, voltada ao cuidado de crianças e adolescentes com condições crônicas complexas. Com a inauguração do Espaço Terapêutico, o hospital passou a ser o único do DF a oferecer fisioterapia 24 horas no pré-parto, parto e pós-parto Outro destaque foi a criação do Espaço Terapêutico, ambiente humanizado destinado à fisioterapia, ao suporte social às gestantes e ao acompanhamento de famílias em situações sensíveis, como a perda gestacional. Com isso, o HRSM se tornou o único hospital do Distrito Federal a oferecer fisioterapia 24 horas no pré-parto, parto e pós-parto, consolidando-se como referência em assistência obstétrica humanizada. A ampliação da atuação multiprofissional também marcou esse ciclo de mudanças. Atualmente, o hospital conta com 166 fisioterapeutas e 22 terapeutas ocupacionais, com atuação integrada em todos os setores assistenciais, como unidades de terapia intensiva (UTIs), prontos-socorros, enfermarias e centro obstétrico. A presença contínua dessas equipes contribui para a recuperação funcional dos pacientes, a redução do tempo de internação e a melhoria da qualidade do cuidado. Tecnologia e estrutura a serviço do cuidado A incorporação de tecnologias assistenciais trouxe ganhos importantes para a assistência. Equipamentos de alto fluxo passaram a ser utilizados no tratamento da insuficiência respiratória, especialmente em pacientes pediátricos, ajudando a diminuir a necessidade de ventilação invasiva e a demanda por leitos de UTI pediátrica em períodos de maior sazonalidade. Já a organização dos atendimentos ambulatoriais por blocos de horários tornou o fluxo mais ágil, reduziu filas e garantiu mais conforto aos usuários. O novo tomógrafo da unidade de saúde tem a capacidade para realizar até 200 exames por dia e desafogou UPAs e UBSs da região Na área de diagnóstico e procedimentos, o hospital avançou com a modernização do parque tecnológico. Entre os investimentos estão novas máquinas de hemodiálise, equipamentos para a assistência neonatal e um tomógrafo computadorizado de última geração, com capacidade para realizar até 200 exames por dia. O equipamento ampliou a oferta de exames complexos e beneficiou pacientes do HRSM, das unidades de pronto atendimento (UPAs), das unidades básicas de saúde (UBSs) e de municípios do Entorno. Outros avanços estruturais incluem a implantação do setor de imuno-hormônio no laboratório clínico, a aquisição de mamógrafo, equipamentos de ultrassom modernos e novos aparelhos de laparoscopia, que possibilitam cirurgias menos invasivas e recuperação mais rápida. Em 2025, a ampliação da capacidade elétrica da unidade garantiu mais segurança e estabilidade, além de viabilizar a instalação de equipamentos de grande porte, como a ressonância magnética. Em 2025, a ouvidoria registrou 917 elogios ao HRSM A humanização do cuidado avançou de forma integrada às melhorias estruturais. O HRSM passou a contar com uma sala odontológica inclusiva, adaptada para atender pessoas com deficiência, pacientes autistas e crianças com síndromes raras. Outro marco foi a implantação do Espaço Humanizar TEA, primeiro ambiente sensorial da rede pública do Centro-Oeste voltado exclusivamente para crianças com transtorno do espectro autista. [LEIA_TAMBEM]O fortalecimento do diálogo com a população se refletiu diretamente no trabalho da ouvidoria, que ampliou sua atuação com projetos como o Café com Gestor e a Ouvidoria in Loco. As iniciativas aproximaram usuários, equipes e gestão e contribuíram para a melhoria contínua dos serviços. Como resultado, o número de elogios registrados cresceu de 455, em 2023, para 917 em 2025, colocando o hospital entre os mais bem-avaliados da rede pública do Distrito Federal. “Os avanços do Hospital Regional de Santa Maria ao longo desses sete anos mostram que gestão faz diferença. Com estrutura, tecnologia, equipes qualificadas e cuidado humanizado, conseguimos oferecer uma saúde pública mais resolutiva e centrada no cidadão”, destaca o presidente do IgesDF, Cleber Monteiro. *Com informações do IgesDF  

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Capacitação reforça preparo de equipes e amplia a segurança no atendimento pediátrico do Hospital de Santa Maria

Com a chegada do período de maior circulação de vírus respiratórios, aumenta o número de crianças com quadros graves que exigem atendimento imediato, tornando ainda mais essencial o preparo das equipes de saúde. Diante desse cenário, a pediatria do Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), unidade administrada pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), promoveu, na última quinta-feira (22), uma tarde de capacitação voltada à atualização técnica e ao fortalecimento da assistência prestada à população infantil. A atividade foi realizada no Centro de Simulação Realística da unidade e reuniu médicos pediatras, enfermeiros e técnicos de enfermagem, com foco em dois temas decisivos para a segurança dos pacientes: intubação orotraqueal, procedimento utilizado para garantir a respiração da criança em situações graves, e parada cardiorrespiratória. De acordo com o chefe do Serviço de Pediatria, Fernando Martins, a iniciativa reforça o compromisso permanente com a qualificação das equipes e com a melhoria contínua do cuidado. “Temos profissionais experientes e engajados, mas a medicina está em constante atualização. Precisamos reciclar conhecimentos e incorporar novas diretrizes para garantir uma assistência cada vez mais organizada e segura, tanto para a equipe médica quanto para a enfermagem”, destaca. O primeiro bloco do treinamento foi conduzido pela pediatra Thais Mendonça, que abordou a intubação orotraqueal. Segundo ela, a capacitação é fundamental diante do perfil assistencial do hospital e da sazonalidade das doenças respiratórias, que ocorre entre os meses de março e agosto. A pediatra Maurisa Rosa abordou o tema da parada cardiorrespiratória (PCR) e ressaltou a importância do tempo de resposta para a sobrevivência das crianças | Foto: Divulgação/IgesDF “Temos um pronto-socorro pediátrico de alta complexidade e, nesta época do ano, há um aumento significativo de crianças com quadros graves, que podem evoluir rapidamente para a necessidade de ventilação invasiva e intubação. É essencial que o pediatra esteja preparado para manejar essas situações, especialmente em bebês menores de um ano, que são os mais vulneráveis”, explica. Na sequência, a pediatra Maurisa Rosa abordou o tema da parada cardiorrespiratória (PCR) e ressaltou a importância do tempo de resposta para a sobrevivência das crianças. “Quanto mais tempo a criança permanece em parada, maior é o risco de hipóxia cerebral, caracterizada pela redução do fornecimento de oxigênio ao cérebro, e de complicações graves. Quando conseguimos reverter rapidamente o quadro e restabelecer a circulação, reduzimos a mortalidade e melhoramos significativamente o prognóstico”, afirma. Após as aulas teóricas, os participantes avançaram para a etapa prática, com simulações de situações reais vivenciadas no pronto-socorro pediátrico. A pediatra Blenda Cunha acompanhou o treinamento e destacou a importância da capacitação para a rotina assistencial da unidade. “O que vemos aqui reflete exatamente o nosso dia a dia. Atendemos muitas crianças graves, tanto de Brasília quanto do Entorno Sul. Casos de parada cardiorrespiratória e necessidade de intubação são frequentes, principalmente no período sazonal, quando a demanda aumenta ainda mais. O curso está excelente e muito alinhado com a realidade do serviço”, avalia. Cuidado e prevenção Durante o primeiro semestre de 2025, o HRSM realizou 12.888 procedimentos de emergência pediátrica, volume que evidencia a alta demanda assistencial da unidade e reforça a importância de manter as equipes permanentemente preparadas, sobretudo nos meses de maior circulação de doenças respiratórias. Segundo a pediatra Thais Mendonça, a atenção deve ser redobrada para evitar complicações, especialmente durante esse período. “Esses quadros podem evoluir rapidamente, e agir no tempo certo impacta diretamente na recuperação do paciente. A orientação às famílias é evitar o contato com pessoas doentes, reforçar a higiene das mãos e ter atenção especial com recém-nascidos, que ainda não completaram o esquema vacinal”, reforça. *Com informações do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF)

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Lançado edital para renovar computadores de hospitais e UPAs do DF

O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) publicou, nesta quinta-feira (11), o Edital nº 81/2025, para a compra e instalação de novos desktops, notebooks e monitores auxiliares. O investimento vai modernizar o parque tecnológico do Hospital de Base (HBDF), do Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), do Hospital Cidade do Sol (HSol), das 13 unidades de pronto atendimento (UPAs) e das unidades de apoio, fortalecendo a infraestrutura digital da rede. Novas aquisições levam mais agilidade a todos os procedimentos que envolvem prontuários hospitalares | Foto: Divulgação/IgesDF O objetivo da iniciativa é dar mais agilidade ao atendimento, reduzir falhas operacionais e garantir o uso eficiente e integrado dos sistemas de prontuário eletrônico. Dessa forma, a emissão de exames e solicitações se torna mais rápida, contribuindo diretamente para a melhoria do fluxo de pacientes nas áreas de maior demanda. “Hoje, praticamente toda a rotina hospitalar depende de tecnologia”, aponta a superintendente de Contratos do IgesDF, Lorraynne Pinheiro. “Uma estação de trabalho lenta pode atrasar desde o cadastro do paciente até a liberação de um exame. A renovação desses equipamentos é um ganho direto para quem está na ponta do cuidado.” Equipamentos previstos ⇒ Desktops: processador de quatro núcleos, 8GB de RAM, SSD e portas adicionais ⇒ Notebooks: telas adequadas para emissão de laudos, SSD e conectividade wi-fi ⇒ Monitores: tamanho e resolução definidos tecnicamente. Prazos → Impugnações: até o dia 15 deste mês → Respostas: entre os dias 16 e 17 → Prazo para envio: até as 23h55 do dia 24 deste mês. → Onde participar: Plataforma Apoio. *Com informações do IgesDF

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Com novo tomógrafo, HRSM amplia diagnósticos e poderá atender 200 pacientes por dia

O Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) está na fase final de instalação de um novo tomógrafo, capaz de processar entre 180 e 200 exames por dia. O equipamento, da fabricante Canon, chega para ampliar a capacidade de diagnóstico, agilizar atendimentos e melhorar a qualidade das imagens utilizadas pelos profissionais de saúde. Com tecnologia de 64 a 80 cortes, o novo equipamento permitirá exames mais rápidos, detalhados e com maior precisão, fortalecendo o papel do HRSM como referência para toda a região. Novo tomógrafo, adquirido por meio de emenda parlamentar, tem capacidade maior que o equipamento já existente | Fotos: Joel Rodrigues/Agência Brasília A novidade vai complementar os serviços oferecidos pelo tomógrafo já existente no hospital, um modelo de apenas seis canais, considerado defasado para o volume de atendimentos de uma unidade que possui mais de 400 leitos, pronto-socorro de grande porte e alto fluxo ambulatorial. O recurso para o novo tomógrafo, de R$ 2,69 milhões, veio do Ministério da Saúde, por meio de emenda parlamentar do senador Izalci Lucas. A gerente de Apoio e Diagnóstico Terapêutico do HRSM, Marlucy Mendes, explica que o avanço tecnológico representa uma mudança significativa no atendimento: “Esse equipamento chegou há mais ou menos duas semanas e veio para contribuir bastante no cuidado aos nossos pacientes. Ele vai facilitar o giro de leitos, agilizar o resultado dos exames e melhorar todo o fluxo do hospital”.   Segundo a gerente, a equipe passa por treinamento para operar o novo tomógrafo antes de o aparelho ser liberado para a população. “Como é um equipamento muito moderno, toda a equipe precisa estar atualizada”, pontua. “A própria Canon envia profissionais especializados para o treinamento, que inclui demonstrações e realização de exames junto com os técnicos”. Adequação do espaço Tatiana Tostes, gerente-geral de Engenharia do IgesDF: “Foi uma obra fundamental para garantir a segurança radiológica e o pleno funcionamento do aparelho” A preparação da sala, ajustes estruturais e adequações técnicas ficaram a cargo da engenharia do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF). O local foi construído há 17 anos com previsão para receber um tomógrafo, mas nunca havia sido utilizado. [LEIA_TAMBEM] A gerente-geral de Engenharia do IgesDF, Tatiana Tostes, detalha a intervenção: “Todo o projeto de adequação foi desenvolvido pela nossa equipe. A obra custou cerca de R$ 130 mil e envolveu a blindagem de piso, paredes e teto com o mineral barita, além da climatização e adaptações exigidas pelo fabricante. Foi uma obra fundamental para garantir a segurança radiológica e o pleno funcionamento do aparelho”. Tatiana avalia que a instalação atende a uma demanda crescente: “O HRSM não atende só Santa Maria, mas também o Entorno do DF. O tomógrafo antigo já não comportava a demanda. Agora teremos dois equipamentos, e já existe previsão de substituição do modelo mais antigo, além da futura instalação de uma nova ressonância magnética”. Mais tipos de exames Cristiano Dias, chefe da Radiologia do HRSM, comemora: “Agora vamos conseguir realizar exames cardiológicos, de abdômen, coronárias e diversos outros com muito mais qualidade” Com a instalação, o hospital também passará a oferecer Angio TC, exame antes restrito à disponibilidade de outras unidades da rede. A ampliação reduz deslocamentos, acelera diagnósticos e aumenta a resolutividade local, beneficiando pacientes das unidades de pronto atendimento (UPAs), unidades básicas de saúde (UBSs) e municípios do Entorno. “Quem ganha é o usuário do SUS [Sistema Único de Saúde]”, afirma o chefe da Radiologia do HRSM, Cristiano Dias. “Esse tomógrafo moderno aumenta nossa rapidez, precisão e capacidade de atender a regulação. Havia uma fila reprimida para exames com contraste e angiografias, porque não tínhamos bomba injetora. Agora vamos conseguir realizar exames cardiológicos, de abdômen, coronárias e diversos outros com muito mais qualidade. Isso vai desafogar a fila e trazer um ganho gigante para a rede”.    

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Dia da Consciência Negra: Histórias de resistência, orgulho e pertencimento de profissionais da Saúde

O Dia da Consciência Negra (20) não é apenas uma data no calendário: é um convite para reconhecer histórias, dar visibilidade às lutas e celebrar conquistas que ecoam muito além da experiência individual. No Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), administrado pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), profissionais transformaram desafios em caminhos possíveis e hoje ocupam espaços essenciais guiados pelo amor ao que fazem. As histórias reunidas na unidade hospitalar mostram que, por trás das rotinas de um grande hospital, há trajetórias que sustentam a qualidade do cuidado oferecido à população. Ao compartilharem seus percursos, esses profissionais reafirmam o valor da presença negra na saúde pública e evidenciam como caminhos individuais ajudam a construir instituições mais fortes, diversas e comprometidas com o serviço ao cidadão. Conheça, abaixo, essas trajetórias.  Uma vida reconstruída com coragem Flávia Miranda de Jesus, assessora técnica da Gerência de Assistência (Gegas) | Fotos: Divulgação/IgesDF A escolha profissional de Flávia Miranda de Jesus não nasceu de um sonho de infância, mas de um momento decisivo. Ela já atuava como representante comercial quando, ao buscar orientação, ouviu de um profissional: “Você não tem competência técnica”. Em vez de desmotivá-la, a frase despertou o desejo de recomeçar. Formada em propaganda e marketing, decidiu iniciar uma nova jornada na área da farmácia. À época, seu companheiro dizia que ela estava “velha para estudar”. Flávia tinha 40 anos, mas, encontrou na família seu maior suporte. “Meus pais e meus filhos sempre me apoiaram”, conta. Hoje, com 52 anos, a colaboradora do IgesDF olha para o próprio percurso com orgulho. Primeira da família a conquistar o ensino superior, leva consigo não apenas um diploma, mas uma história de força, reconstrução e afirmação. “Sou a primeira da minha família a conquistar o ensino superior”, comemora. Da dor ao propósito na enfermagem Ronaldo Lima Coutinho, chefe do Cepav Flor do Cerrado A trajetória de Ronaldo Lima Coutinho é marcada por um acontecimento que transformou sua vida. Na adolescência, após um grave acidente, ele passou mais de um mês internado em Jaciara (MT). Foi ali, entre cuidados e acolhimento da enfermagem, que nasceu a semente de sua vocação. Anos depois, enfrentou uma rotina intensa para pagar a faculdade: dois empregos, estudos e venda de lanches para complementar a renda. Apesar das dificuldades, seguiu firme. “Sempre haverá quem tente te desmotivar, mas fui criado com resiliência, caráter e honestidade, e isso sempre guiou minhas escolhas”, lembra. “Tive inúmeras barreiras, mas nunca permiti que elas fossem motivo para desistir”. Primeiro da família a conquistar o ensino superior, ele experimenta um sentimento de orgulho e gratidão. “Agradeço todos os dias pela oportunidade de ajudar quem precisa”, diz. “Sou feliz, independentemente dos desafios que surgem”. Resiliência, propósito e reencontro  Letícia Moura Marinho de Oliveira, assessora técnica da Diretoria Clínica A caminhada de Letícia Marinho de Oliveira é feita de recomeços. Após anos de estudo para concursos, foi aprovada, mas o certame acabou cancelado. O impacto foi grande e a fez repensar seus passos. Foi então que ela decidiu se reinventar, buscando uma carreira que a reconectasse ao seu propósito. Formada em direito, Letícia enfrentou um dos maiores desafios da vida universitária: viajar 200 km por dia para estudar, saindo de casa às 4h30 da manhã. “Nos dias em que as lágrimas pareciam maiores do que a força, permaneci firme”, relata. Com apoio dos pais e do marido, hoje ela colhe os frutos desse esforço. Sendo a segunda pessoa da família a concluir o ensino superior, depois da mãe, Letícia tem orgulho da mulher que se tornou: “A certeza de que somos capazes é o que me motiva a seguir avançando. Somos capazes de chegar aonde quisermos quando unimos dedicação, propósito e perseverança”. O cuidado como missão e representatividade Dartway Santhiago, enfermeiro rotineiro do Serviço de Enfermagem da Pediatria Sonhar com medicina foi o ponto de partida para Dartway Santhiago, mas a vida o conduziu à enfermagem. Hoje, ele reconhece com plenitude que encontrou o caminho certo. “A essência do meu sonho sempre foi cuidar das pessoas”, resume. [LEIA_TAMBEM]As dificuldades foram inúmeras — sociais, financeiras e emocionais — e, em alguns momentos, quase o fizeram desistir. Mas o propósito sempre falou mais alto. Como homem negro, Dartway carrega a representatividade como missão e orgulho. “Ocupar o espaço que estou hoje é motivo de muita honra”, valoriza. “Essa história não é só minha: ela é de muitos que vieram antes, lutaram para que eu pudesse estar aqui e dos que virão”. Ele integra uma família de quatro irmãos, todos homens negros e com formação superior. Único da área da saúde, assume com responsabilidade o papel de inspirar, abrir portas e fortalecer caminhos para quem ainda sonha trilhar esse percurso. *Com informações do IgesDF  

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Infarto em jovens cresce no Brasil e preocupa profissionais de saúde

O número de infartos entre jovens tem crescido de forma preocupante no Brasil. Dados do Ministério da Saúde, compilados pela Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo (Socesp), mostram que as internações por infarto em pessoas com menos de 40 anos aumentaram 150% entre 2000 e 2024, passando de dois para cinco casos a cada 100 mil habitantes. Diante desse cenário, o Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) promoveu, nesta terça-feira (11), uma palestra no auditório do Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) com o objetivo de capacitar profissionais de saúde e conscientizar sobre os principais aspectos do infarto agudo do miocárdio. O encontro abordou desde a fisiopatologia da doença até o reconhecimento precoce dos sinais clínicos e eletrocardiográficos e o manejo adequado dos casos. Rafaela Gomes Portela: "A dor típica do infarto costuma ser opressiva, localizada à esquerda, podendo irradiar para o braço e para o pescoço, de grande intensidade e duração prolongada" | Foto: Divulgação/IgesDF A enfermeira Rafaela Gomes Portela, responsável pela palestra, destacou a importância da educação em saúde e da atenção aos sintomas. Segundo ela, nem toda dor no peito é igual. “A dor típica do infarto costuma ser opressiva, localizada à esquerda, podendo irradiar para o braço e para o pescoço, de grande intensidade e duração prolongada. Já a dor atípica é mais comum em diabéticos, mulheres e idosos e, por isso, muitas vezes, o diagnóstico é atrasado”, explica. Cerca de 80% dos casos, segundo Rafaela, ocorrem pela ruptura de placas com trombose, que interrompem o fluxo sanguíneo para o coração. “Essas placas se formam ao longo dos anos por conta do acúmulo de gordura nas artérias. Tabagismo, hipertensão e colesterol elevado são fatores diretamente ligados a esse processo. Mas o importante é saber que a maioria deles pode ser controlada com mudanças no estilo de vida”, alerta. Entre as medidas de prevenção destacadas estão a alimentação equilibrada, a prática regular de exercícios físicos, o controle do peso, o sono de qualidade e o manejo do estresse, pilares fundamentais para a saúde cardiovascular Entre as medidas de prevenção destacadas estão a alimentação equilibrada, a prática regular de exercícios físicos, o controle do peso, o sono de qualidade e o manejo do estresse, pilares fundamentais para a saúde cardiovascular. A assessora da Superintendência do HRSM e enfermeira Rayanne Lopes participou da atividade e elogiou a clareza da apresentação. “Mesmo quem está atualmente em funções administrativas, como eu, conseguiu relembrar conceitos e compreender melhor o impacto dessa condição, que continua tão presente nos prontos-socorros e enfermarias. Foi uma atualização necessária e muito bem conduzida”, destaca. Resultados que salvam vidas [LEIA_TAMBEM]Além da capacitação, o encontro apresentou resultados concretos de uma iniciativa que tem salvado vidas em todo o Distrito Federal: o projeto Sprint, parceria entre o IgesDF e o Instituto de Cardiologia e Transplantes do Distrito Federal (ICTDF). Criado em 2019, o projeto tem o objetivo de aprimorar o atendimento de pacientes com suspeita de infarto nas unidades de pronto atendimento (UPAs). A iniciativa funciona 24 horas por dia e oferece suporte direto aos médicos das UPAs. Quando há dúvida na interpretação do eletrocardiograma, o profissional envia o traçado e o resumo da história clínica do paciente para o cardiologista do ICTDF, que analisa as informações em tempo real e orienta a melhor conduta terapêutica. Segundo Rafaela, os resultados comprovam a efetividade do trabalho em rede. “Em 2024, alcançamos uma taxa de 94% de sobrevida entre os pacientes atendidos. Conseguimos evitar que essas pessoas viessem a óbito em decorrência do infarto, o que mostra o impacto positivo desse trabalho integrado”, comemora. *Com informações do IgesDF  

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Hospital Regional de Santa Maria realiza 1º Simpósio de Cuidados Paliativos

Com o olhar voltado à humanização da assistência, o Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) deu um passo significativo em sua trajetória ao realizar o 1º Simpósio de Cuidados Paliativos, sob o tema Agregando valor em saúde como linha de cuidado. No auditório da unidade, profissionais de diversas áreas da saúde, estudantes, familiares e convidados se reuniram em um encontro marcado por aprendizado, sensibilidade e reflexão sobre a importância de cuidar não apenas da doença, mas da pessoa em sua integralidade. A abertura foi conduzida pela enfermeira paliativista e idealizadora do simpósio, Léia Lima, que acolheu o público com palavras de afeto e propósito. “Os cuidados paliativos ainda carregam, muitas vezes, um estigma de fim. Mas nós sabemos que eles representam um recomeço. É uma nova forma de olhar para o paciente, a família e a vida em sua totalidade”, afirma. Reflexão e propósito no cuidado integral Convidado para ser o palestrante do dia, o médico paliativista e chefe do Núcleo de Cuidados Paliativos do IgesDF, Arthur Amaral, trouxe uma reflexão sobre os diagnósticos e o papel da equipe multiprofissional no cuidado integral. Segundo ele, apenas 14% dos pacientes que necessitam de cuidados paliativos no Brasil recebem esse atendimento. A abertura foi conduzida pela enfermeira paliativista e idealizadora do simpósio, Léia Lima, que acolheu o público com palavras de afeto e propósito | Fotos: Alberto Ruy/Agência Brasília “O sofrimento humano não começa apenas no final da vida. Ele surge no momento da descoberta de uma doença grave. É nesse instante que o paciente precisa de suporte, escuta e cuidado especializado”, destaca. Arthur explicou que a terminalidade não está ligada ao tempo, mas à gravidade da doença, e reforçou que os cuidados paliativos devem se estender muito além dos casos oncológicos. “Doenças como insuficiência cardíaca, esclerose lateral amiotrófica e demências também ameaçam a vida. Cuidar é oferecer suporte durante o processo, e não apenas diante da morte”, pontua. O gerente-geral do HRSM, Anderson Rodrigues, enfatizou a importância do evento e o amadurecimento da instituição ao discutir o tema. “Falar sobre cuidados paliativos é sinal de maturidade institucional. Isso mostra o quanto estamos comprometidos em tratar a saúde de forma integral, com dignidade e empatia”, declara. “É muito honroso participar de um simpósio que engrandece nossa prática e reforça o valor da vida”, completa. IgesDF amplia o cuidado na rede pública Nos últimos meses, o IgesDF vem ampliando a oferta de cuidados paliativos na rede pública. As UPAs do Núcleo Bandeirante, Vicente Pires e Ceilândia I já contam com atendimento especializado, e o Hospital Cidade do Sol (HSol) passou a oferecer o serviço com uma equipe multiprofissional dedicada, garantindo assistência integral, acolhedora e voltada ao bem-estar dos pacientes. O auditório permaneceu lotado ao longo de todo o evento No HRSM, uma equipe exclusiva também se dedica a esse tipo de atendimento. O time é composto por uma enfermeira paliativista e médicos disponíveis 24 horas, responsáveis por avaliar e responder aos pareceres solicitados pelas equipes assistenciais. Homenagens reforçam a humanização do cuidado O momento mais emocionante do simpósio foi marcado por reconhecimentos aos profissionais que têm se destacado na humanização do cuidado. A médica paliativista Brunna Rezende prestou homenagem à superintendente do HRSM, Eliane Abreu, ao neurologista Nestor Miranda e à enfermeira Léia Lima, reconhecendo o empenho e a sensibilidade de cada um. Em um discurso, Brunna comparou o crescimento da equipe a uma planta que floresce com apoio mútuo. “Nossa equipe é como uma semente que brota em solo fértil. E quando quase murchamos, vieram pessoas que nos regaram com fé, coragem e esperança. Vocês são essas pessoas”, disse. Em seguida, ela entregou flores à colega Léia. “Quis te dar uma flor ainda plantada porque você não desperdiça a vida, você cultiva. O que é cuidado com amor não apenas floresce, mas ensina outros a florescerem”, afirma. [LEIA_TAMBEM]Emocionado, o médico Nestor Miranda agradeceu a homenagem e falou sobre a importância do trabalho conjunto. “Vocês não estão sozinhos, e os pacientes também não. Já vivemos aqui histórias marcantes, como o casamento feito para realizar o sonho de um paciente. Isso é o verdadeiro sentido do cuidar”, destaca. A superintendente Eliane Abreu também se comoveu ao lembrar da trajetória de profissionais que contribuíram para o crescimento do hospital e que hoje não fazem mais parte da equipe. “Quem me ensinou, lá atrás, antes mesmo de vocês chegarem com todo esse brilho no olhar, a falar sobre cuidados paliativos, já não está mais entre nós. Mas não havia uma família que ele atendesse que não saísse tocada por perceber a dignidade e o acolhimento no cuidado coletivo”, relembra. Um encontro que inspira O auditório permaneceu lotado ao longo de todo o evento. Entre os participantes estava Itsalorane Mendes, moradora de Valparaíso (GO), que compareceu especialmente para acompanhar o simpósio. “Aprendi muito neste primeiro dia. É gratificante ver médicos e equipes humanizadas, que cuidam não só dos pacientes, mas também dos profissionais”, destacou a enfermeira paliativista. Também estiveram presentes a gerente-geral do HSol, Júlia Gurgel, e a gerente substituta de Práticas Assistenciais, Karine Ataíde, que acompanharam o primeiro dia da programação. O simpósio segue nesta quarta-feira (15), com novas palestras, debates e trocas de experiências. *Com informações do IgesDF

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Dia das Crianças: Voluntários levam alegria a pacientes do Hospital Regional de Santa Maria

Em comemoração ao Dia das Crianças, celebrado em 12 de outubro, o grupo Heróis da Alegria fez uma visita especial, na tarde desta sexta-feira (10), às crianças internadas no Hospital Regional de Santa Maria (HRSM). A ação levou música e presentes aos pequenos pacientes, promovendo um momento de descontração e acolhimento. A iniciativa percorreu o pronto-socorro infantil, a pediatria e a Unidade de Cuidados Prolongados Pediátricos (UCPPed). Durante a visita, o grupo interagiu com as crianças e seus acompanhantes por meio de músicas infantis animadas, transformando o ambiente hospitalar em um espaço de alegria e leveza. Ao final de cada visita, os pequenos recebiam um presente das mãos dos voluntários. O estudante Gustavo Manoel Leite da Silva, de 12 anos, foi um dos que se encantaram com a surpresa. “Eu gostei muito, queria mais de um presente, mas recebo o que ganhei de coração”, conta o menino, que ainda aguarda um diagnóstico médico. Grupo Heróis da Alegria animou as crianças do Hospital Regional de Santa Maria | Fotos: Divulgação/IgesDF Internado há quatro dias com bronquite, Geanderson de Souza Pontes, de 7 anos, também participou do momento, acompanhado da bisavó Maria José. “Eu faço muito este tipo de trabalho na minha igreja, com as crianças. Então, gostei demais. Eu amo essas coisas”, relata a bisavó. De acordo com a chefe de enfermagem do pronto-socorro infantil, Layana Lopes, ações como esta são essenciais para amenizar o impacto da hospitalização. “O processo de internação é muito delicado para a criança, que está fora do ambiente familiar e cercada de pessoas desconhecidas. Proporcionar momentos de alegria e distração contribui para o bem-estar emocional durante o tratamento”, destaca. Gustavo Manoel Leite da Silva se encantou com a visita: “Eu gostei muito, queria mais de um presente, mas recebo o que ganhei de coração” O projeto é formado por estudantes da área de saúde que, de forma voluntária, promovem visitas aos hospitais, creches e instituições de longa permanência. Segundo o organizador do grupo, Marcos André, as ações são planejadas com antecedência e incluem campanhas de arrecadação de brinquedos e roupas. “Nosso objetivo é humanizar o cuidado e levar esperança, especialmente em datas simbólicas como o Dia das Crianças”, afirma. Pai de um menino de quatro anos, Marcos reforça o sentimento de gratidão envolvido no trabalho voluntário. “Quando estou aqui, me emociono. Vejo meu filho com saúde e penso que poder proporcionar momentos como este a outras crianças é o mínimo que posso fazer. Nossa missão é espalhar paz e felicidade”, completa.   *Com informações do Instituto de Gestão Estratégica em Saúde do DF (IgesDF)

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Equipe do Hospital de Santa Maria garante recuperação e esperança contra o pé diabético

Diagnosticada com diabetes tipo 2 há mais de 40 anos e também hipertensa, a aposentada Odália Carvalho, 71 anos, moradora de Santa Maria, chegou a acreditar que perderia parte do membro inferior. A falta de controle adequado da dieta, das medicações e das consultas médicas agravou rapidamente sua saúde. Em abril deste ano, ela procurou atendimento na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Gama com dor intensa, ferida e inchaço no dorso do pé, além de dificuldade para caminhar e episódios de desmaio. “Tudo aconteceu muito rápido, a ferida foi aumentando e eu tinha certeza de que amputariam meu pé”, recorda. A gravidade do quadro levou a uma internação de 14 dias. Mesmo assim, a lesão não cicatrizava e evoluiu para uma infecção provocada por bactéria resistente a diversos antibióticos. Diante da complexidade, a paciente foi encaminhada ao Núcleo de Atenção Domiciliar (Nurad) do Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), onde passou a receber acompanhamento intensivo de uma equipe multiprofissional. O primeiro passo foi fazer a cultura da lesão para identificar com precisão a bactéria e iniciar um tratamento direcionado. Odália Carvalho e a equipe do Hospital Regional de Santa Maria | Foto: Divulgação/IgesDF Segundo a médica Daniella Khouri, o caso mostra o sucesso do trabalho em equipe. “Ela já tinha feito outros tratamentos e não tinha dado certo. Quando conseguimos direcionar o antibiótico com base na cultura, os resultados começaram a aparecer. Associado ao controle da glicemia, da pressão e ao ajuste das medicações, a cicatrização evoluiu bem”, explica. Além da conduta médica, a reeducação alimentar foi decisiva. A nutricionista Jéssica Benedetti destaca que a paciente recebeu orientações detalhadas: “Aumentamos o consumo de proteínas para auxiliar na cicatrização, além de fibras e verduras para estabilizar a glicemia. Também reforçamos a importância dos horários corretos das refeições, o que ajudou no controle do diabetes.” No início, Odália estava emocionalmente fragilizada. A técnica de enfermagem Selma Cristina recorda que o prognóstico anterior a deixou abalada: “Ela chorava muito e não absorvia as orientações. Então, trabalhamos incansavelmente, com paciência e diálogo junto dela e da família. Esse apoio foi essencial para o desfecho positivo do tratamento.”[LEIA_TAMBEM] Laser, fisioterapia e reabilitação A recuperação também contou com laserterapia, realizada duas vezes por semana pela enfermeira Francisca Maria Sousa. “O laser foi fundamental para aliviar a dor, reduzir inflamação e edema, melhorar a circulação e acelerar a cicatrização”, afirma. Já o fisioterapeuta Rafael Oliveira acompanhou a paciente em três fases: na aguda, com proteção do pé por órtese e bengala; na subaguda, com treino da marcha, ganho de força e recuperação da independência; e na preventiva, com exercícios para evitar novas lesões. “Ela recebeu alta com toda a função restaurada, sem sinais de novas lesões e metabolicamente equilibrada”, comemora. Humanização e resultado final Para a chefe do Núcleo de Atenção Domiciliar, Maiara Cosme, o caso é exemplo da força do trabalho integrado. “Tivemos uma paciente engajada, com rede de apoio familiar presente e uma equipe dedicada a buscar alternativas até encontrar a melhor solução. Nosso objetivo é que todos consigam viver com qualidade de vida, dentro de suas condições, recebendo alta com autonomia e dignidade.” Três meses após o início do tratamento, em 27 de agosto, Odália recebeu alta e foi encaminhada ao Programa Saúde da Família (PSF) para continuidade do acompanhamento. Hoje, emocionada, celebra a vitória. “Enquanto estive internada, minha filha me deu de presente três pares de sapatos. Eu chorava escondida, achando que nunca iria usá-los. Hoje estou aqui, calçada com eles. Sou muito grata a todos os profissionais do Hospital  de Santa Maria, que foram atenciosos, educados e me devolveram a alegria de viver”, conclui.   *Com informações do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF)

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Cozinha do Hospital Regional de Santa Maria passará por reforma

O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) publicou, na última sexta-feira (5), o edital para a contratação da empresa responsável pela reforma da cozinha do Hospital Regional de Santa Maria (HRSM). A unidade é encarregada do preparo de cerca de 5.200 refeições por dia, que servem pacientes, acompanhantes e colaboradores do próprio hospital, e também de outras seis Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) do DF e do Hospital Cidade do Sol (HSol). De acordo com o superintendente de Engenharia e Arquitetura do IgesDF, Adisson Gabriel Vieira, a reforma é considerada vital para garantir a permanência das condições sanitárias adequadas, a eficiência operacional e a segurança alimentar. “Essa obra vai modernizar os espaços e assegurar que o serviço continue sendo prestado com qualidade e segurança”, explica. A decisão de reformar o espaço foi tomada após relatórios de inspeção do Núcleo de Controle de Infecção Hospitalar do HRSM e da Promotoria de Justiça de Defesa da Saúde do Distrito Federal (PROSUS). Desde que foi construída, a cozinha só havia recebido pequenas intervenções, sem uma reforma estrutural completa. Segundo Adisson, entre as principais melhorias previstas estão a construção de um novo refeitório, a readequação dos espaços internos e a instalação de câmaras frigoríficas modernas para congelados, laticínios, hortifrutis e carnes. “Também serão criados setores climatizados para saladas, confeitaria e dietas especiais, além de áreas específicas para lavagem de louças, panelas e carrinhos”, completa. Entre as melhorias previstas estão a construção de um novo refeitório, a readequação dos espaços internos e a instalação de câmaras frigoríficas modernas | Foto: Divulgação/IgesDF Mais melhorias A reforma inclui ainda a implantação de um sistema de climatização e exaustão mecânica adequados, que contribuirão tanto para manter a temperatura quanto assegurar a qualidade do ar. O edital também exige a aplicação de novos acabamentos em pisos, paredes e tetos com revestimentos de alta performance para higiene. O superintendente garante ainda que, além das mudanças estruturais, o edital prevê a modernização dos equipamentos de cocção e refrigeração, o que deve garantir maior eficiência no preparo e conservação dos alimentos. “Essa obra vai modernizar os espaços e assegurar que o serviço continue sendo prestado com qualidade e segurança”, explica. Adisson Gabriel Vieira, Superintendente de Engenharia e Arquitetura do IgesDF O plano prevê a instalação de contêineres refrigerados temporários para armazenar alimentos perecíveis e a realização da obra em etapas, de forma que a produção não seja interrompida. O valor estimado para a execução é de R$ 8,2 milhões, com contratação pelo critério de menor preço global. Segundo Adisson, esse modelo garante economicidade, padronização dos métodos e um maior controle de qualidade, evitando a fragmentação da obra e assegurando que a proposta vencedora seja a mais vantajosa para o Instituto. *Com informações do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do DF  

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Maqueiros do Hospital Regional de Santa Maria passam por capacitação

Os maqueiros do Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) se reuniram, nesta terça-feira (2), para o encerramento de uma série de treinamentos promovidos pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF). As capacitações aprimoraram técnicas, reforçaram a humanização do atendimento e valorizaram o papel fundamental desses profissionais. Os treinamentos foram conduzidos pela enfermeira Cristiane Nepomuceno, do Núcleo de Mobilidade (Numob). Ela destaca a importância do projeto e o impacto direto na rotina da equipe. “O papel do maqueiro impacta diretamente o funcionamento da unidade, e é importante que eles tenham essa consciência”, afirma. Foram abordados temas como ética profissional, paramentação e desparamentação de equipamentos de proteção individual (EPIs), higienização correta das mãos, uso de adornos e protocolos diante de intercorrências | Foto: Divulgação IgesDF As capacitações combinaram conteúdos técnicos e de conduta. Foram abordados temas como ética profissional, paramentação e desparamentação de equipamentos de proteção individual (EPIs), higienização correta das mãos, uso de adornos e protocolos diante de intercorrências. Além de elevar a segurança do atendimento, os encontros buscam fortalecer a cultura de humanização no hospital. [LEIA_TAMBEM]Para a chefe do Numob, Márcia Darlene Lemos, o trabalho dos maqueiros vai muito além do transporte hospitalar. “Com responsabilidade e sensibilidade, esses profissionais garantem segurança e conforto em cada deslocamento. O reflexo dos treinamentos é percebido diretamente na qualidade do serviço e na experiência de cada paciente”, destaca. A avaliação dos participantes também foi positiva. O maqueiro Augusto Marcondes conta que conhecimentos simples fizeram grande diferença em sua prática diária. “Eu, por exemplo, não sabia exatamente a diferença do uso de máscaras para gotículas e para aerossóis. Esse esclarecimento traz mais confiança, porque agora sabemos aplicar corretamente cada medida de proteção”, conclui. *Com informações do IgesDF

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Hospital Regional de Santa Maria promove seminário em celebração ao Agosto Dourado

Em celebração ao Agosto Dourado – mês dedicado à promoção, proteção e apoio ao aleitamento materno –, o Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) realizou, na última sexta-feira (22), um seminário no auditório da unidade. O encontro teve como tema central “Priorize a amamentação: crie sistemas de apoio sustentáveis”, em alinhamento à campanha internacional. Profissionais do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) e da Secretaria de Saúde (SES-DF) discutiram questões essenciais para mães e bebês. Entre os tópicos, estiveram a complementação de leite no recém-nascido, a colostroterapia – uso das primeiras gotas de leite materno para fortalecer a imunidade dos prematuros –, além da importância da “hora ouro”, que é o contato pele a pele e a primeira amamentação na primeira hora após o parto. Também foram abordadas orientações sobre o frênulo lingual (pequena membrana sob a língua que pode dificultar a sucção), a pega correta e o estímulo à produção de leite. Durante o seminário, especialistas reforçaram os inúmeros benefícios do aleitamento materno. De acordo com a chefe do Banco de Leite Humano (BLH) do HRSM, Maria Helena, o leite da mãe protege contra diarreias, infecções e doenças crônicas, além de fortalecer o vínculo afetivo com o bebê. “Favorece o desenvolvimento físico e emocional da criança e ainda é um alimento natural, acessível, renovável e sustentável, que não gera poluição nem resíduos. Para a saúde da mulher, também traz vantagens, como a redução do risco de câncer de mama, ovário e útero”, destaca. Profissionais do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) e da Secretaria de Saúde (SES-DF) discutiram questões essenciais para mães e bebês | Foto: Divulgação/IgesDF Maria Helena lembrou ainda do impacto ambiental positivo. “Diferente das fórmulas infantis, o leite materno já vem pronto, específico para o bebê, não exige transporte, embalagens, papel ou lata, o que reduz significativamente o uso de água, combustível e energia". Segundo ela, a dedicação da equipe é diária. “No Hospital de Santa Maria, nossos profissionais se empenham em acolher mães, orientar famílias e garantir que cada bebê tenha o melhor começo de vida possível. Celebrar o Agosto Dourado é reafirmar nosso compromisso com a saúde e o futuro das crianças”, completa a enfermeira. O evento reuniu colaboradores e comunidade. Entre os participantes estava Susana Durangue, moradora de Brazlândia e estudante de enfermagem. “Estou começando meu estágio e tenho muito interesse pela área de pediatria. Participar dessas palestras amplia meu conhecimento e fortalece minha vontade de atuar no cuidado das crianças”, conta. Selo Hospital Amigo da Criança O HRSM está em processo para conquistar a certificação da Iniciativa Hospital Amigo da Criança (IHAC), título concedido a hospitais que adotam práticas voltadas ao bem-estar materno-infantil, com foco especial no aleitamento materno. A chefe do Centro Obstétrico, Priscila Pinheiro, destacou a relevância da conquista. “Este selo simboliza um cuidado que transforma vidas. Nosso propósito é garantir às mães e aos bebês um atendimento humanizado, seguro e de excelência. É fundamental que todos participem do curso, pois fortalece nossa capacidade de oferecer ainda mais suporte às famílias”, conclui. *Com informações do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF)

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Inscrições para processo seletivo de médicos do IgesDF vão até domingo (24)

O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) está com inscrições abertas para o processo seletivo destinado a urologistas e cirurgiões cardiovasculares. Profissionais interessados têm até este domingo (24) para se inscrever.  Profissionais selecionados vão trabalhar em unidades de saúde coordenadas pelo IgesDF | Foto: Ualisson Noronha/Agência Saúde   As oportunidades são para cadastro reserva, com carga horária mínima de 24 horas semanais. A remuneração bruta é de R$ 12.744,02, para urologista, e de R$ 15.292,32 para cirurgião cardiovascular. [LEIA_TAMBEM]Antes de se inscrever, é fundamental que o candidato leia atentamente o edital e verifique se atende a todos os requisitos obrigatórios. Os selecionados atuarão em unidades geridas pelo instituto, como os hospitais de Base (HBDF), Regional de Santa Maria (HRSM) e Cidade do Sol (HSol), além das 13 unidades de pronto atendimento (UPAs) distribuídas pelo DF. Cirurgião cardiovascular → Quantidade de vagas: cadastro reserva → Carga horária mínima: 24 horas semanais → Remuneração bruta: R$ 15.292,32 → Requisitos obrigatórios: diploma de medicina reconhecido pelo MEC, título de especialista ou residência em cirurgia cardiovascular, com Registro de Qualificação de Especialista  (RQE), registro no CRM e experiência mínima de seis meses na área. Requisito desejável: conhecimento em sistemas de gestão e prontuário eletrônico.  Urologista  → Quantidade de vagas: cadastro reserva → Carga horária mínima: 24 horas semanais → Remuneração bruta: R$ 12.744,02 → Requisitos obrigatórios: diploma de medicina reconhecido pelo MEC, título de especialista ou residência em Urologia (com RQE), registro no CRM e experiência mínima de seis meses na área → Requisito desejável: conhecimento em sistemas de gestão e prontuário eletrônico Benefícios oferecidos → Auxílio-transporte → Alimentação (conforme acordo coletivo e local de trabalho) → Clube de benefícios com descontos em estabelecimentos parceiros → Abono semestral → Folga no dia do aniversário As inscrições seguem até domingo (24). Veja mais informações no site do processo seletivo.    *Com informações do IgesDF

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Projeto dá bolo especial para pacientes internados no Hospital de Base celebrarem aniversário

Tornar o dia do aniversário mais leve e especial para quem está hospitalizado é o que move o Projeto Comemorar, iniciativa do Núcleo de Nutrição e Produção do Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF). Inspirada nos princípios de humanização do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do DF (IgesDF), a ação leva pequenos bolos personalizados aos aniversariantes internados. Feitos com carinho e respeitando a dieta prescrita para cada pessoa, os bolos são decorados com temas escolhidos pelas famílias, detalhes que transformam o momento em uma celebração afetiva dentro da rotina da unidade. Feitos com carinho e respeitando a dieta prescrita para cada pessoa, os bolos são decorados com temas escolhidos pelas famílias | Fotos: Divulgação/IgesDF Lançada em maio deste ano, a iniciativa distribui, em média, quatro bolinhos por dia. Depois de chegar também às Unidades de Pronto Atendimento (UPAs), ela começa agora a ser expandida para o Hospital Regional de Santa Maria (HRSM). [LEIA_TAMBEM]No começo do mês, quem recebeu a surpresa foi Natanael Lima Rodrigues, que completou 16 anos enquanto se recuperava de um acidente de moto, ocorrido no fim de julho, ao lado do pai. Internado desde 30 de julho, o jovem ganhou um bolo com o tema do Homem-Aranha, personagem escolhido pela mãe, Núbia da Silva Rodrigues, em conversa com a equipe assistencial. "Foi um jeito bem diferente de comemorar meu aniversário. Dentro do hospital, mas a data não passou em branco. Fiquei muito feliz e surpreso com esse presente. Mesmo nessa situação, fora de casa, pude celebrar mais um ano de vida com meus pais", contou o paciente. Para o pai do adolescente, Ivanaldo Chaves da Silva, o gesto trouxe alívio e alegria após dias difíceis. "Depois de um grande susto, meu filho teve uma nova chance de vida. Somos muito gratos a Deus e à equipe do Hospital de Base. Essa ação nos proporcionou um momento de leveza, de alegria verdadeira", celebrou. Natanael Lima Rodrigues (centro), 16 anos: "Fiquei muito feliz e surpreso com esse presente. Mesmo nessa situação, fora de casa, pude celebrar mais um ano de vida com meus pais" A chefe do Núcleo de Nutrição e Produção do HBDF, Ana Cecília Nunes, destacou que a proposta vai além do bolo, pois envolve acolhimento e cuidado. "Ao incluir a celebração de datas especiais na rotina das dietas, mostramos que é possível unir tratamento e sensibilidade. Cada preparo exige planejamento, respeito às necessidades nutricionais e atenção aos detalhes que fazem diferença", explicou. *Com informações do IgesDF

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Carimbo da placenta transforma momento do parto em recordação no Hospital Regional de Santa Maria

No Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), o nascimento de um bebê pode render mais do que memórias no coração: pode também ser uma delicada lembrança física. A equipe do centro obstétrico tem transformado placentas em “árvores da vida” — carimbos artísticos que simbolizam a ligação única entre mãe e filho. “Fiquei muito emocionada ao receber a marca da casinha que acolheu meu filho por nove meses, eternizada neste gesto de carinho e cuidado para sempre”, conta Carolina Mendes, mãe do pequeno Guilherme. Carolina Mendes e o filho, Guilherme: "Fiquei muito emocionada ao receber a marca da casinha que acolheu meu filho por nove meses, eternizada neste gesto de carinho e cuidado para sempre" | Fotos: Divulgação/IgesDF A iniciativa é conduzida por enfermeiros e técnicos de enfermagem do setor. Para a chefe do serviço de enfermagem do centro, Ariodene Carvalho, o trabalho vai muito além da estética. “A placenta é o órgão que nutre, protege e conecta mãe e bebê durante toda a gestação. Quando realizamos o carimbo, queremos representar essa ligação única e poderosa. A imagem se assemelha a uma árvore, com raízes que lembram o crescimento e o desenvolvimento do bebê no ventre materno”, explica. O registro é feito de forma opcional e, durante o processo, é utilizada tinta guache para garantir um resultado preservado e seguro. Em seguida, a impressão é entregue à mãe, que geralmente guarda como uma forte memória afetiva do parto. Elen Larissa de Moura, mãe de Eloá, ficou surpresa com o presente [LEIA_TAMBEM]A enfermeira obstetra Starlle Laysla, que há cinco anos realiza este trabalho, conta que o momento também é uma oportunidade de aprendizado. “Costumo mostrar a placenta para a mãe, explicar suas funções e partes, além de reforçar a importância desse órgão. É possível fazer o carimbo tanto no parto normal quanto na cesariana, desde que a placenta esteja íntegra”, destaca. Para Elen Larissa de Moura, que acabou de ter a filha Eloá em parto normal, a surpresa foi emocionante. “Além de ter sido atendida por uma equipe maravilhosa, fiquei encantada com o carimbo. Não sabia desse trabalho. Vou guardá-lo com muito amor”, diz, com a filha nos braços. *Com informações do IgesDF

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Hospital de Santa Maria zera fila de tomografias odontológicas

O Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) registrou uma conquista importante para os usuários do Sistema Único de Saúde (SUS): a fila de espera para tomografia computadorizada de feixe cônico (TCFC) foi completamente zerada. Mais de 200 pacientes que aguardavam o exame, essencial para diagnósticos precisos em diversas áreas da odontologia, foram atendidos até o fim de julho. Sara Cruz (E) é uma das pessoas que conseguiram sair da fila de espera: “Antes da cirurgia, o meu dentista precisa avaliar melhor a região; agora, já com as imagens, é só marcar a data do procedimento” | Fotos: Divulgação/IgesDF Entre eles está Sara Ramos da Cruz, moradora de Santa Maria, que precisava da tomografia para a retirada de dois dentes sisos, procedimento que será feito em breve, no próprio hospital. “Antes da cirurgia, o meu dentista precisa avaliar melhor a região; agora, já com as imagens, é só marcar a data do procedimento”, relata. A ação foi possível devido à união de esforços entre o serviço de radiologia odontológica do HRSM, coordenado pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do DF (IgesDF), e o Centro de Especialidades Odontológicas (CEO), da Secretaria de Saúde (SES-DF). Segundo a chefe do Serviço de Odontologia e Cirurgia Bucomaxilofacial do HRSM, Erika Maurienn, o trabalho coletivo entre as unidades foi essencial. “Com a integração dos serviços e a chegada de um novo radiologista ao hospital, conseguimos ampliar a capacidade de atendimento e realizar todos os exames pendentes em tempo recorde”, ressalta. O exame Aparelho faz um giro de 360º ao redor da área a ser avaliada A tomografia computadorizada de feixe cônico (TCFC), também conhecida como Cone Beam, é um exame de imagem que utiliza um feixe cônico de raios-X para gerar imagens tridimensionais de alta resolução da região maxilofacial. É uma ferramenta valiosa na odontologia, auxiliando no diagnóstico e planejamento de diversos tratamentos. O equipamento faz um giro de 360° ao redor da área a ser analisada e, com auxílio de um software, transforma os dados captados em imagens de alta precisão. O exame é indicado para casos como extração de sisos, avaliação de lesões ósseas, dentes inclusos e investigação de fraturas e traumas, além de planejamentos de cirurgias ortognáticas. Os pacientes atendidos faziam parte da fila do Sistema de Regulação (Sisreg), da SES-DF, que organiza e gerencia o acesso a consultas, exames e procedimentos no Sistema Único de Saúde (SUS). Demanda [LEIA_TAMBEM]Segundo a tutora da residência em radiologia odontológica e imaginologia do hospital, Nelcy Vilarinho, a unidade recebeu pacientes do SUS de diversas regiões administrativas, como Sobradinho, Gama e Taguatinga, além da demanda interna, que inclui casos de urgência, como fraturas dentárias que exigem avaliação imediata. “Quando o paciente chega para a tomografia de feixe cônico, ele já passou por uma avaliação odontológica e realizou outros exames, como radiografias panorâmicas e periapicais, que mostram o dente inteiro, incluindo a coroa, a raiz e a área óssea ao redor do ápice”, explica. “A TCFC complementa essas informações para fechar o diagnóstico.” A superintendente do HRSM, Eliane Abreu, comemora a entrega da equipe de odontologia: “A fila de tomografias odontológicas zerada é um exemplo de eficiência no serviço público de saúde e reforça o compromisso do IgesDF em seguir investindo na ampliação e na qualidade dos atendimentos à população”. *Com informações do IgesDF      

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Hospital Regional de Santa Maria promove discussão sobre transexualidade e inclusão

A equipe do Centro de Especialidade para Atenção às Pessoas em Situação de Violência Sexual, Familiar e Doméstica – Cepav Flor do Cerrado, localizado no Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), promoveu, na quarta-feira (30), uma conversa sobre transexualidade. O encontro teve como objetivo sensibilizar a equipe para questões que envolvem a população LGBTQIAP+, incentivando empatia e respeito às diferenças. A atividade foi conduzida pela publicitária Ludymilla Santiago, que destacou os desafios enfrentados por pessoas trans. "Ter estudado e me formado é um privilégio. Muitas das minhas, da população da qual faço parte, não têm essa chance" Ludymilla Santiago, publicitária “Ter estudado e me formado é um privilégio. Muitas das minhas, da população da qual faço parte, não têm essa chance. A prostituição acaba sendo a única alternativa para garantir o básico: moradia, alimentação, vestuário”, relata. A publicitária também chamou atenção para o impacto do abandono familiar, uma realidade comum para pessoas trans. “Vivenciar a marginalização significa enfrentar múltiplas formas de exclusão e violência. Precisamos compreender esses contextos e reconhecer que ainda são negadas oportunidades básicas a essa parcela da população”, reforça. Para o chefe do Cepav Flor do Cerrado, Ronaldo Lima Coutinho, esse tipo de ação representa mais do que espaços de fala. “Ao acolher e dar voz a um grupo historicamente marginalizado, o centro reforça seu compromisso com a justiça social, os direitos humanos e o atendimento em sua diversidade. Uma roda de conversa com uma mulher trans não é apenas um encontro, é uma ferramenta poderosa de transformação social, empoderamento individual e aprimoramento institucional”, destaca. Sobre o Cepav Flor do Cerrado Com a palestra, o Cepav Flor do Cerrado chamou a atenção para as dificuldades enfrentadas pela população trans por conta do preconceito da sociedade | Foto: Divulgação/IgesDF [LEIA_TAMBEM]A unidade atende mulheres de segunda a sexta-feira, das 7h às 12h e das 13h às 18h, com serviço de porta aberta — ou seja, sem necessidade de encaminhamento. O acolhimento é feito de forma segura, sigilosa e humanizada. O centro oferece suporte biopsicossocial a pessoas em situação de violência — física, sexual, doméstica ou psicológica — incluindo crianças, adolescentes, adultas e idosas. Profissionais do HRSM que estejam enfrentando essas situações também podem buscar apoio no local. Além do acolhimento, são fornecidas informações sobre redes de proteção e medidas de segurança. A unidade é referência para a região de Santa Maria e cidades vizinhas. *Com informações do IgesDF  

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No Dia do Motociclista, motoboy que sobreviveu a graves lesões alerta para riscos no trânsito

Na manhã do Dia das Mães de 2024, o motoboy Walysson Concheski Machado, de 35 anos, saiu para mais um dia de trabalho sem imaginar que estava prestes a enfrentar o maior desafio de sua vida. Durante uma entrega, ele sofreu um grave acidente de moto e foi levado  em estado crítico para a Sala Vermelha do Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF). “Fiquei 21 dias na UTI lutando pela vida”, lembra. “Quando acordei, percebi que estava vivo por um milagre e por causa de cada profissional que cuidou de mim. Renasci naquele hospital”. Walysson Machado se recupera: “Estou reaprendendo a viver  e torcendo para poder voltar a rodar. Mas de um jeito novo: com mais calma, com mais prudência” | Foto: Bruno Henrique/IgesDF Walysson quebrou três vértebras da coluna, precisou usar colar cervical e perdeu temporariamente os movimentos das pernas. Passou por mais de 50 sessões de fisioterapia para recuperar a capacidade de andar. No Dia do Motociclista, comemorado neste domingo (27), ele enfatiza a importância de manter cuidados ao conduzir motocicleta. “A moto era meu ganha-pão”, conta. “Estou reaprendendo a viver  e torcendo para poder voltar a rodar. Mas de um jeito novo: com mais calma, com mais prudência. Também faço um alerta para que motoristas de carro tenham mais cuidado com quem está em duas rodas, porque boa parte das vezes a culpa do acidente nem é do motociclista.” Atendimento “São adultos jovens, pais e mães de família, que saem para trabalhar e voltam em cadeiras de rodas, acamados ou com sequelas graves. São histórias que marcam toda a equipe” Renato Lins, chefe do Centro de Trauma do Hospital de Base Histórias como a de Walysson são mais comuns do que se imagina nas emergências do Distrito Federal. Só no primeiro semestre deste ano, o Centro de Trauma do HBDF, administrado pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), atendeu 1.050 vítimas de acidentes de moto. Mil foram para a Sala Amarela e 50, para a Sala Vermelha. Isso faz das motocicletas a principal causa de atendimentos graves (Sala Vermelha) e a segunda maior entre os casos moderados (Sala Amarela) no hospital. No Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), também administrado pelo IgesDF, os números seguem a mesma tendência. Foram 705 atendimentos por acidentes com motociclistas em 2024 e outros 375 apenas no primeiro semestre de 2025. Os dados reforçam a urgência de campanhas educativas e medidas de prevenção no trânsito. Gravidade Segundo o médico Renato Lins, chefe do Centro de Trauma do HBDF, o perfil dos acidentados é, em sua maioria, de pessoas entre 25 e 40 anos que utilizam a moto como ferramenta de trabalho: “São adultos jovens, pais e mães de família, que saem para trabalhar e voltam em cadeiras de rodas, acamados ou com sequelas graves. São histórias que marcam toda a equipe”. Para ele, o grande desafio no atendimento está na gravidade das lesões. “A maioria dos motociclistas chega com traumas por todo o corpo, com lesões no crânio, tórax, abdômen e membros”, relata. “Isso exige um atendimento rápido e coordenado por várias especialidades médicas. Mesmo com todo o preparo, nem sempre conseguimos devolver ao paciente a vida que ele tinha antes”. Rodrigo do Carmo, chefe da ortopedia do HBDF: “Os pacientes geralmente são jovens, sem comorbidades, e não têm reserva financeira.Isso afeta a renda, a estrutura familiar e, em muitos casos, gera depressão e afastamento definitivo da atividade profissional” Foto: Laézia Glória/IgesDF  Já na ortopedia do HBDF, onde são tratadas as fraturas mais complexas, o médico Rodrigo do Carmo, chefe do setor, aponta o impacto social e econômico desses acidentes: “Os pacientes geralmente são jovens, sem comorbidades, e não têm reserva financeira. Quando quebram um osso, ficam 90 dias ou mais sem poder trabalhar. Isso afeta a renda, a estrutura familiar e, em muitos casos, gera depressão e afastamento definitivo da atividade profissional”. [LEIA_TAMBEM]Com longas jornadas e prazos curtos, Rodrigo do Carmo ressalta o aumento dos casos graves entre os entregadores por aplicativo: “Muitos não têm seguro, não usam os equipamentos adequados e dirigem sob pressão. O resultado, infelizmente, chega até nós”. Apesar dos desafios, os especialistas reforçam que muitos desses acidentes podem ser prevenidos com atitudes simples. “O trauma é uma condição evitável”, orienta Renato Lins. “Usar capacete de qualidade, respeitar os limites de velocidade, não usar celular ao volante e não conduzir sob efeito de álcool são cuidados que salvam vidas”. Neste 27 de julho, a mensagem de Walysson é sobre a urgente necessidade de mais responsabilidade na direção e valorização da vida: “Hoje, eu olho para minha família e agradeço por estar vivo. Quero voltar a andar de moto, mas com mais consciência. O que vivi me ensinou que no trânsito todo cuidado é pouco”. *Com informações do IgesDF      

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Dia dos Avós ganha celebração no Hospital Regional de Santa Maria 

Em meio à rotina intensa de cuidados e desafios hospitalares, o Dia dos Avós, comemorado nesse sábado (26), ganha um significado especial no Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), administrado pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF). É nessa data que histórias de afeto ganham destaque pelos corredores, mostrando que ser avó vai muito além dos laços de sangue. A técnica de enfermagem Antônia Damasceno desenvolve uma relação de avó com os pacientes: “Adoro pegar no colo, principalmente os que estão sozinhos. Todo mundo merece um aconchego” | Fotos: Divulgação/IgesDF Na Unidade de Cuidados Prolongados Pediátricos, a técnica de enfermagem Antônia Pereira Damasceno é conhecida pela forma que se dedica aos pequenos pacientes. Há 15 anos no setor, ela assume o título de “vovó coruja” com orgulho: “Adoro pegar no colo, principalmente os que estão sozinhos. Todo mundo merece um aconchego. Fico ali presente, trocando fraldas, dando atenção, e isso faz toda a diferença”. Entre diversos casos marcantes, Antônia cita o da paciente Maria Eduarda, internada da prematuridade até os 3 anos de idade. A criança não falava e apresentava problemas de saúde complexos. “Amava como se fosse minha neta, tanto que meus próprios netos tinham ciúmes”, lembra. "A gente se entendia pelo olhar, pelos gestos. Quando ela partiu, em 2021, foi muito difícil”. Com cinco netos — quatro já nascidos e um “no forninho”, como ela brinca —, a técnica explica que sua forma de cuidar no hospital é reflexo direto do amor que sente pela família. E diz que o segredo para continuar apaixonada pela profissão é não pensar apenas no dinheiro. “As crianças precisam mais do que procedimentos técnicos, precisam de afeto; não dá para cuidar delas como robôs”, ensina. Acompanhamento Eva dos Santos acompanha o neto Enzo Gabriel: “Cuido melhor dele do que cuidei dos meus filhos” Do outro lado do hospital, Eva Vieira dos Santos acompanha de perto o neto Enzo Gabriel, 7, internado para tratar uma pneumonia. Há três anos, os dois moram juntos e formam uma dupla inseparável. “Cuido melhor dele do que cuidei dos meus filhos”, relata. “Não me imagino sem o Enzo e o defendo com unhas e dentes”. Trabalhadora do lar, Eva precisou se afastar do serviço para acompanhar o neto durante a internação. Para ela, ser avó é como ser mãe de novo, só que com mais paciência, experiência e entrega. Bianca Dantas cuida da avó, Elenita de Araújo: “Temos uma ligação muito forte, além da relação de avó e neta. Acho que é uma amizade de outras vidas que se reencontrou nesta” [LEIA_TAMBEM]No pronto-socorro adulto do HRSM, é a neta quem cuida da avó. Bianca Dantas acompanha Elenita Batista de Araújo, 81, que caiu e fraturou o fêmur após uma queda. Para Elenita, não haveria companhia melhor. As duas construíram memórias que resistem ao tempo. “Eu gostava muito da comida dela”, conta Bianca. “Muitas vezes minha mãe fazia comida em casa, mas eu ia para a casa dela, que era no mesmo lote, comer o que ela preparava. Lembro até hoje do mingau de aveia que ela fazia para mim". Hoje, mesmo morando separadas, as duas continuam próximas. “A gente assiste a séries de comédia e filmes de terror juntas”, revela. “Temos uma ligação muito forte, além da relação de avó e neta. Acho que é uma amizade de outras vidas que se reencontrou nesta”. Deitada na maca e escutando a neta falar ao seu lado, Elenita comenta: “Bianca é tudo. É meu amor, meu xodó que guardo no coração”. *Com informações do IgesDF

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Especialistas destacam cuidados para uma gravidez tranquila após os 40 anos

Primeiro os estudos, depois a carreira, relacionamento, estabilidade, viagens e, por último, a maternidade. Cada vez mais as mulheres têm mudado o foco e deixado o plano de ser mãe para depois. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), de 2010 a 2022, o número de brasileiras que se tornaram mães após os 40 anos cresceu 59,98%. A ginecologista e obstetra no ambulatório de gestação de alto risco do Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), Ana Carolina Ramiro, destaca a importância de se atentar para um planejamento familiar, tendo em vista que a produção de óvulos diminui significativamente com a idade. “Depois dos 40 anos, as chances de gravidez natural caem para menos de 5% por ciclo. Além disso, os óvulos disponíveis apresentam maior probabilidade de alterações genéticas, com predisposição para síndromes, como a de Down, por exemplo. E, infelizmente, as chances de aborto também aumentam”, alerta. Com 40 anos e grávida do terceiro filho, Mônica Christiani Ribeiro foi internada no HRSM por pressão alta e recebe acompanhamento contínuo no pré-natal de alto risco | Fotos: Divulgação/IgesDF “Ter um filho após os 40 não é apenas gestar uma criança, é equilibrar o agora ou nunca com a esperança de que tudo tem seu tempo. Com a idade, o corpo pode resistir mais à gravidez. Nem todo risco é só físico, muitos são emocionais”, afirma a médica. De acordo com a especialista, é comum que muitos questionamentos apareçam e todos são importantes, pois há mais chances de complicações em uma gestação tardia. Os riscos de diabetes gestacional, pré-eclâmpsia, abortos, hemorragias pós-parto e trabalho de parto prematuro aumentam bastante.  Ainda assim, com acompanhamento médico e cuidados adequados, muitas mulheres têm gestações saudáveis após os 40 anos. “Observamos na prática diária no pré-natal de alto risco que essas pacientes apresentam mais comprometimento com o acompanhamento da gestação, o que pode incluir exames mais frequentes e acompanhamento multidisciplinar”, relata. Ana Carolina ressalta que nem toda gravidez tardia é considerada de alto risco, mas, como as chances aumentam acima dos 40 anos, é indispensável ter avaliação médica constante e acompanhamento rigoroso, preferencialmente com obstetras especializados. Referência em atendimento às gestantes de alto risco, o Hospital Regional de Santa Maria possui dez leitos de internação exclusivos para este perfil dentro da maternidade. As pacientes internadas são acompanhadas diariamente pela equipe multidisciplinar até que a alta médica ou parto ocorram com segurança para mãe e bebê. “Observamos na prática diária no pré-natal de alto risco que essas pacientes apresentam mais comprometimento com o acompanhamento da gestação, o que pode incluir exames mais frequentes e acompanhamento multidisciplinar”, afirma a ginecologista e obstetra no ambulatório de gestação de alto risco do HRSM, Ana Carolina Ramiro A psicóloga Alane Lima trabalha na maternidade do HRSM e percebe em seus atendimentos que as gestantes com idade superior a 40 anos possuem uma carga emocional maior com relação à gravidez. “Algumas chegam com histórico de perdas gestacionais anteriores e já enfrentavam dificuldade para engravidar. Outras, não imaginavam que pudessem engravidar nessa idade, lidando, então, com uma gestação não planejada. Tudo isso, somado ao fato de ser uma gestação de alto risco e de precisarem de hospitalização, aumenta a ansiedade e a preocupação”, explica. Segundo ela, é comum também o medo de complicações gestacionais ou obstétricas e de não darem conta de cuidar do bebê, não terem mais aquele "pique" para lidar com os desafios da maternidade. É então que entra o trabalho ativo da Psicologia, suporte essencial para lidar com medos, acolher frustrações e criar um espaço seguro para expressarem suas angústias sem julgamentos, fortalecendo o vínculo mãe-bebê e desmistificando crenças relacionadas à maternidade ideal. Diferença entre gestações [LEIA_TAMBEM]Mônica Christiani Ribeiro, está internada no Centro Obstétrico do HRSM desde a última quarta-feira (9) por conta da pressão alta. Ela está com 35 semanas de gestação, à espera de sua terceira filha, Maitê, que deverá nascer nos próximos dias. Além da pressão alta, ela é diabética e desde o início da gestação tem que ter cuidados redobrados e acompanhamento contínuo no pré-natal de alto risco. A gravidez não foi planejada. “Não pensei que ainda fosse engravidar, porque já tenho 40 anos, problemas hormonais e ovários policísticos, o que dificulta uma gestação. Por isso nem estava me prevenindo. Coloquei nas mãos de Deus, porque meu marido ainda não tinha nenhum filho e ele tinha essa vontade. Então, quando recebemos a notícia, ficamos felizes, não esperávamos que iria acontecer, mas deu certo e veio nossa bebê”, explica. Mãe de um casal de 21 e 17 anos, Mônica sentiu na pele o peso da idade e a diferença entre gestações em idade mais jovem e depois dos 40. Além dos problemas de saúde que ela não tinha na juventude, o vigor físico é menor e o corpo sente bem mais o impacto de gerar uma nova vida. Além disso, surgem outras demandas psicológicas. “Existem mais preocupações com a saúde da bebê, com a hora do parto, se vai ocorrer tudo bem, se ela pode ter alguma síndrome. Sei dos riscos, são bem maiores agora e isso gera uma preocupação e ansiedade. São medos diferentes, antes eu tinha medo de não saber cuidar, agora nem me preocupo com isso”, relata. No entanto, o ponto positivo que Mônica percebe é que, hoje, tem maturidade para buscar informações sobre qualquer dúvida que surge, o que nunca fez em suas outras gestações. Ela lê, assiste vídeos, vai atrás de páginas médicas e esclarece tudo, além de fazer um pré-natal rigoroso, sem faltar nenhuma consulta. *Com informações do IgesDF

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Visita técnica reconhece atuação na área materno-infantil do Hospital Regional de Santa Maria

O Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) recebeu o reconhecimento da Secretaria de Saúde (SES-DF) pela excelência nos cuidados voltados à saúde materno-infantil. Durante visita técnica realizada na última quinta-feira (3), representantes da pasta acompanharam de perto a rotina do centro obstétrico e de outras áreas que compõem a linha de cuidado a gestantes e recém-nascidos. O setor materno-infantil do Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) recebeu visita técnica da Secretaria de Saúde (SES-DF), na quinta (3) | Fotos: Divulgação/IgesDF Na ocasião, a superintendente Eliane Abreu apresentou a exposição “Boas Práticas de Atenção ao Parto e Nascimento – Hospital Regional de Santa Maria”, destacando os resultados, avanços e a vocação da unidade para atendimentos de alto risco, com foco na segurança, acolhimento e bem-estar de mães e bebês. “Durante muito tempo, fomos vistos como um hospital de perfil geral, mas temos uma linha materno-infantil robusta, que agora ganha identidade própria. Nosso foco é entregar um cuidado especializado, estruturado e sensível às gestantes e seus filhos. E isso só é possível com um time engajado e boas práticas consolidadas”, reforçou Eliane. Estrutura completa e atendimento especializado Com 410 leitos, o HRSM oferece diversas especialidades, mas o Pronto Atendimento Obstétrico (Paco) se destaca pela complexidade e alto volume de casos. A unidade dispõe de 12 leitos PPP (pré-parto, parto e pós-parto), além de espaços para observação e estabilização materna. Já o Centro Cirúrgico Obstétrico (CCO) conta com três salas cirúrgicas e leitos de recuperação pós-anestésica. [LEIA_TAMBEM]A maternidade, localizada no quarto andar do hospital, oferece 40 leitos de alojamento conjunto, dez para gestantes de alto risco e um de isolamento. A equipe multiprofissional da linha materno-infantil é formada por ginecologistas, neonatologistas, anestesistas, enfermeiros obstetras, fisioterapeutas, emergencistas, técnicos de enfermagem, psicólogos, assistentes sociais, nutricionistas e outros especialistas. Um dos diferenciais da unidade é a atuação dos fisioterapeutas 24 horas por dia, especialmente durante o trabalho de parto normal. Priscila Pinheiro, chefe do Serviço do Centro Obstétrico, destacou a importância desse suporte: “Eles estão presentes para amenizar a dor, humanizar o acolhimento e oferecer técnicas de analgesia não farmacológica, adaptadas a cada fase do trabalho de parto. Já tivemos casos em que intervenções fisioterapêuticas evitaram cesáreas, corrigindo assimetrias e favorecendo o posicionamento do bebê”. Outro destaque da estrutura é o Banco de Leite Humano (BLH), que funciona com equipe qualificada e estrutura completa. A unidade está em busca do selo Iniciativa Hospital Amigo da Criança (Ihac), reconhecimento nacional pelas boas práticas no incentivo à amamentação. “Essa conquista vai ser só uma formalização, pois as ações já vêm ocorrendo há algum tempo”, afirma Geisielle Cavalcante, coordenadora da Ihac no HRSM. Números que demonstram avanço Entre o primeiro semestre de 2024 e o mesmo período de 2025, os atendimentos obstétricos aumentaram 10,64%, somando 12.574 registros. Apesar do crescimento da demanda, a taxa de internação caiu, indicando maior resolutividade nos atendimentos. Outro dado relevante foi a redução de 41% no tempo de espera entre a chegada da paciente e o primeiro atendimento médico, mesmo com um aumento de 30% no número de pacientes. De janeiro a junho de 2025, o hospital realizou 1.906 partos, 51% normais e 49% cesáreas. A taxa de infecção pós-cesárea permaneceu baixa, e houve ampliação do protagonismo das enfermeiras obstetras, além de melhorias estruturais no Centro Cirúrgico Obstétrico. “Oferecemos um atendimento seguro e de qualidade às mulheres, mesmo em casos de alto risco. É importante desmistificar a ideia de que o SUS não oferece bom atendimento, mostrando que nossa equipe trabalha com práticas eficientes e humanizadas”, afirma a gerente de Enfermagem, Jussara Bolandim. Exposição 'Boas Práticas de Atenção ao Parto e Nascimento – Hospital Regional de Santa Maria' destacou resultados e avanços da unidade para atendimentos de alto risco Reconhecimento consolidado Já a gerente da maternidade, Ivonete Rodrigues, destacou o fortalecimento da Unidade de Terapia Intensiva Neonatal (Utin), que hoje conta com 20 leitos. Recentemente, o HRSM passou a apoiar demandas de outras unidades, como o Hospital Materno Infantil de Brasília (Hmib) e o Hospital Regional de Taguatinga (HRT). “Conseguimos cumprir essa missão com louvor, absorvendo as demandas de ambos os hospitais”, destacou. Ao final da visita, a gerente de Enfermagem Obstétrica e Neonatal da SES-DF, Raquel Antunes Campos Lima, elogiou a atuação da equipe: “A apresentação foi completa. Vemos um time comprometido, preparado e engajado com o que está fazendo. Isso é o que realmente faz a diferença no SUS”. *Com informações do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF)

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Hospital Regional de Santa Maria recebe visita de gestores

Com foco no diálogo direto com as equipes, a diretoria do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) visitou, na quinta-feira (3), o Hospital Regional de Santa Maria (HRSM). A iniciativa marca uma nova fase de aproximação entre a gestão central e as unidades administradas pelo instituto. A exemplo desta visita, outras serão feitas em diferentes unidades de saúde pela diretoria do IgesDF | Foto: Divulgação/IgesDF “Nós vamos percorrer todas as nossas unidades de saúde”, anunciou o presidente do IgesDF, Cleber Monteiro. “Vamos ouvir nossos colaboradores que estão na linha de frente identificar oportunidades de melhorias que possam qualificar ainda mais os serviços oferecidos à população.” O grupo percorreu diversas áreas da unidade, como o Centro Obstétrico, o Setor de Odontologia e o anexo, espaço que concentra setores administrativos e assistenciais e representa um importante reforço na estrutura física do hospital. “Observamos algumas estruturas específicas para entender demandas de remanejamento de equipes, adequação de ambientes e  melhorias que beneficiem diretamente o bem-estar de quem trabalha e de quem é atendido”, relatou o vice-presidente do instituto, Rubens Pimentel. “Nosso papel é garantir os recursos e o suporte necessários para que as unidades funcionem com excelência.” Cuidado com quem cuida A iniciativa também foi valorizada pelos colaboradores do hospital. “Essa proximidade com a alta gestão fortalece os projetos que já estão em curso e abre caminho para novas iniciativas”, declarou o gerente- geral de Assistência do HRSM, Anderson Rodrigues. “A população desta região e de toda a região Sul [de Saúde] pode ter certeza de que o nosso compromisso com a qualidade da assistência permanece firme  e continuará avançando”. Para a superintendente do HRSM, Eliane Abreu, a gestão mais próxima ajuda a viabilizar soluções. “Isso é essencial para seguirmos oferecendo uma assistência cada vez mais resolutiva e humanizada”, avaliou. “O Hospital de Santa Maria é feito por profissionais comprometidos e por uma comunidade que confia no nosso trabalho. Com esse apoio, temos certeza de que iremos ainda mais longe”. *Com informações do IgesDF  

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Curso prepara profissionais da saúde dedicados ao cuidado materno-infantil

O Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) abriu inscrições para o curso Iniciativa Hospital Amigo da Criança (Ihac), capacitação essencial para profissionais de saúde que buscam aprimorar o atendimento materno-infantil. O treinamento é uma iniciativa do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde (IgesDF). Mães interagem com profissionais do HRSM; hospital é referência em acompanhamento de bebês e mães | Fotos: Divulgação/IgesDF O selo Ihac reconhece hospitais que adotam práticas voltadas ao bem-estar da mãe e do bebê, com foco especial no aleitamento materno. “Nós já atuamos com todo o cuidado, e agora queremos essa validação”, explica a coordenadora da Iniciativa Hospital Amigo da Criança do HRSM, Geisielle Cavalcante. [LEIA_TAMBEM]O curso é direcionado às equipes multiprofissionais que atuam direta ou indiretamente no atendimento de mães e bebês. Entre os temas abordados estão os dez passos para o sucesso do aleitamento materno, cuidado amigo da mulher, Norma Brasileira de Comercialização de Alimentos para Lactentes e Crianças de Primeira Infância  e a importância da presença do acompanhante com o recém-nascido durante 24 horas por dia. A capacitação será ministrada em duas etapas. A primeira, teórica, terá formato na configuração Ensino a Distância (EaD), com previsão de ser concluída até 24 de julho. A segunda etapa será prática, com data e local a serem definidos em breve. Com carga horária total de 20 horas, o curso exige participação integral nas duas fases para a emissão do certificado. As inscrições podem ser feitas por este link.  Rumo ao selo O curso integra os esforços institucionais para que o HRSM conquiste o selo Hospital Amigo da Criança, concedido pelo Ministério da Saúde em parceria com a Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef). “Essa preparação é fundamental para que o hospital atenda a todos os critérios da Ihac e seja reconhecido como referência no cuidado humanizado e seguro”, reforça Geisielle Cavalcante. “Essa certificação reforçará a qualidade assistencial, o desenvolvimento institucional e, ainda, reafirmará nosso compromisso com a segurança, a equidade no cuidado e a defesa dos direitos das pacientes e de seus filhos”, reforça a superintendente do HRSM, Eliane Abreu. “Somos uma referência,  e é justo que esse reconhecimento seja oficializado.”. Parto humanizado Práticas que asseguram todo conforto e autonomia à mulher antes, durante e depois do parto fazem parte das diretrizes do curso  Um dos pilares da certificação é o Critério Global Cuidado Amigo da Mulher, que contempla um conjunto de práticas respeitosas e baseadas em evidências para o atendimento durante os períodos de  pré-parto, parto e pós-parto. Entre as diretrizes, destacam-se práticas que garantem acolhimento, conforto e autonomia à mulher durante o trabalho de parto. Ela tem direito à presença de um acompanhante de sua escolha, à oferta de líquidos e alimentos leves e à liberdade para se movimentar e escolher a posição que preferir, salvo contraindicações médicas. O ambiente também deve ser acolhedor, com privacidade e iluminação suave, promovendo um clima tranquilo e respeitoso. Outro ponto fundamental é o acesso a métodos não farmacológicos de alívio da dor, como o uso do chuveiro, massagens, bola de Pilates e compressas. Devem-se evitar intervenções desnecessárias, como episiotomia, indução ou cesariana, exceto quando houver real necessidade clínica. Caso deseje, a parturiente também pode contar com o apoio de doulas comunitárias ou voluntárias, o que contribui para uma experiência mais positiva e humanizada. *Com informações do IgesDF  

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Profissionais do IgesDF participam de capacitação nacional para fortalecer a segurança do paciente

Representantes do Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF) e do Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) participaram, nesta semana, em São Paulo, de uma Sessão de Aprendizagem Presencial (SAP). A ação faz parte do projeto Saúde em Nossas Mãos, uma iniciativa do Ministério da Saúde realizada por Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (Proadi-SUS). O encontro reuniu profissionais de saúde de várias regiões do país, promovendo troca de experiências e oficinas práticas voltadas à prevenção de infecções relacionadas à assistência à saúde (IRAS). Entre os principais temas abordados estavam a higienização das mãos, análise de indicadores, modelos de custeio e estratégias sustentáveis de controle de infecções. Para a chefe do Núcleo de Controle de Infecção Hospitalar do HRSM, Aldyennes Carvalho, a capacitação foi uma oportunidade valiosa para renovar conhecimentos e reforçar o compromisso com a segurança. “Mais do que ações pontuais, o projeto nos convida a ampliar nosso olhar e construir uma cultura de segurança que vá além da assistência direta”, destaca. O encontro reuniu profissionais de saúde de várias regiões do país, promovendo troca de experiências e oficinas práticas voltadas à prevenção de infecções relacionadas à assistência à saúde | Foto: Divulgação/IgesDF A chefe do Serviço de Enfermagem da UTI Adulto do HRSM, Flávia Carvalho, também avaliou positivamente o intercâmbio com outras instituições. “Ampliamos nossa visão sobre boas práticas, identificamos pontos de melhoria e vamos adotar novos protocolos para garantir mais segurança aos nossos pacientes”. No HBDF, a chefe da UTI Coronariana, Sandra Feitosa, enfatizou o impacto da capacitação para os resultados futuros. “Nosso maior desafio é reduzir em 50% as infecções relacionadas à assistência, e o conhecimento adquirido nos aproxima ainda mais dessa meta”. Já a enfermeira líder da unidade, Karine Cabral Pires, reforçou: “Discutimos ferramentas fundamentais para que as melhorias sejam sustentáveis e de longo prazo”. [LEIA_TAMBEM]Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 10% dos pacientes hospitalizados em países em desenvolvimento são expostos a infecções associadas à assistência. No Brasil, estima-se que 70% dos danos hospitalares poderiam ser evitados.  Saúde em Nossas Mãos Com o objetivo de reduzir em 50% as infecções relacionadas à assistência à saúde, o projeto Saúde em Nossas Mãos é desenvolvido em parceria com hospitais que integram o PROADI-SUS, como o Hospital Alemão Oswaldo Cruz, HCor, Sírio-Libanês, Albert Einstein, Moinhos de Vento e Beneficência Portuguesa de São Paulo, com apoio técnico do Ministério da Saúde. Além da qualificação técnica, a iniciativa busca promover mudanças culturais nas rotinas hospitalares, estimulando práticas mais seguras, sustentáveis e centradas no paciente. *Com informações do IgesDF

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Lideranças do HRSM e do HSol participam de encontro sobre comunicação não violenta

Na manhã desta quarta-feira (25), líderes e gestores do Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) e do Hospital Cidade do Sol (HSol) se reuniram no auditório da unidade para mais um encontro do Programa de Desenvolvimento de Lideranças (PDL), promovido pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF). A pauta do dia foi a comunicação não violenta (CNV), apresentada por Ronaldo Silvestre da Costa, assessor técnico da Coordenação de Planejamento e Monitoramento do Contrato de Gestão. Durante a palestra, Ronaldo explicou que a CNV é baseada em quatro pilares fundamentais: observação (descrever os fatos sem julgamentos), sentimento (expressar emoções de forma clara), necessidades (identificar o que está por trás de cada sentimento) e pedidos (formular solicitações de maneira objetiva e respeitosa). “A comunicação não violenta não é apenas falar pausadamente, pois até mesmo um tom irônico pode gerar sentimentos negativos. No ambiente hospitalar, onde lidamos com pessoas em situações de vulnerabilidade, é essencial que os colaboradores estejam preparados para evitar danos emocionais. Isso cria um ambiente mais harmonioso e reduz conflitos", destaca Ronaldo. A pauta do dia foi a comunicação não violenta (CNV) | Foto: Divulgação/IgesDF A programação do encontro contou também com a participação especial de Gerson de Souza, professor de química da Universidade de Brasília (UnB), que compartilhou vivências da sala de aula adaptadas ao contexto da liderança hospitalar. “A forma como o gestor se comunica dita o tom das relações dentro da equipe. Quando ele age com equilíbrio e respeito, tende a formar um grupo que segue o mesmo padrão. O papel da liderança é fundamental na construção de um ambiente harmônico”, afirma. Durante a atividade, os participantes foram convidados a refletir sobre situações de comunicação negativa vivenciadas no dia a dia de trabalho, promovendo um espaço de escuta e aprendizado coletivo. Vanessa de Oliveira, chefe do Núcleo das Emergências e Internações em Ambulatório, reforçou a necessidade do tema. “Esse tipo de formação amplia a percepção dos gestores sobre como melhorar os fluxos e evitar ruídos. Uma comunicação clara e efetiva impacta diretamente na qualidade do atendimento prestado aos pacientes”, explica. *Com informações do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF)

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