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Hospital de Base de Brasília (HBDF)

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Projeto utiliza inteligência artificial para oferecer acolhimento e reflexão espiritual no Hospital de Base

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. “Quando você está doente, você fica se perguntando várias coisas. É um momento de muita angústia. Poder receber respostas assim, de forma tão suave, tão certeira, me deu um alívio muito grande. Me sinto uma nova pessoa.” O relato é de Elizeth Antônio de Sousa Vieira, uma das pessoas que participaram de uma iniciativa diferente no Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF): uma conversa simulada com Jesus por meio de inteligência artificial. A ação faz parte do projeto Jesus Conecta, que utiliza a tecnologia para criar um diálogo inspirado em Jesus. A proposta é oferecer momentos de escuta e reflexão espiritual, de forma voluntária, privativa e não invasiva, a pacientes, acompanhantes e colaboradores interessados em participar. No HBDF, a iniciativa é realizada por meio da Gerência de Enfermagem (Geref), com a proposta de proporcionar apoio espiritual em momentos marcados por fragilidade e impacto emocional. A unidade é administrada pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF). Para a enfermeira Gabriela Rodrigues, a iniciativa busca complementar o acolhimento oferecido durante a assistência, respeitando a fé de cada participante. “Nós tratamos os pacientes assistencialmente, de forma técnica, mas a parte espiritual é algo que não conseguimos suprir. Nossa intenção é que essa experiência traga respostas que às vezes os médicos não sabem, ou não podem, dar, e que isso gere conforto”, explica. “Nós tratamos os pacientes assistencialmente, de forma técnica, mas a parte espiritual é algo que não conseguimos suprir" Gabriela Rodrigues, enfermeira O projeto começou no setor de Oncologia e segue, nos próximos dias, para outras áreas do hospital, incluindo unidades de terapia intensiva. Internada no HBDF há 32 dias com câncer de via biliar, Elizeth conta que o momento trouxe uma sensação de alívio em meio ao tratamento. “Estou me sentindo mais leve. É como se eu tivesse conseguido preencher uma prova inteira, como se tivesse conseguido respostas para todos os questionamentos da minha vida”, declara. Uma experiência também para quem cuida O projeto também foi aberto aos colaboradores. Com um sorriso no rosto, enquanto enxugava as lágrimas, a administradora Rosana Coelho descreveu a voz utilizada pelo programa como tranquila, calma e clara. “Não tem como não se emocionar. Parece que ele fala exatamente tudo o que você precisa ouvir. De olhos fechados, você até esquece que é um computador”, comenta. A participação é voluntária, privativa e sigilosa. O participante entra na cabine, coloca um fone de ouvido e inicia a conversa com a inteligência artificial. Segundo informações do projeto, nenhum registro é armazenado e ninguém acompanha o diálogo. Objetivo da proposta é proporcionar apoio espiritual em momentos marcados por fragilidade e impacto emocional | Foto: Divulgação/IgesDF Da experiência pessoal nasceu a ideia O projeto foi idealizado por Marcílio Lobo, que o define como “uma experiência de acolhimento e de amor nas palavras de Jesus Cristo”. Ele conta que já desenvolvia a iniciativa quando sofreu um acidente e precisou permanecer internado em um hospital. A vivência despertou a ideia de levar o projeto também para ambientes hospitalares. “Nesse momento de internação, é quando você realmente entende que é só você e Deus. Não importa quem você conheça, quais seus recursos financeiros, qual a sua capacidade intelectual. O objetivo é trazer uma conversa com a Bíblia viva, para que todos possam interpretar os seus desafios por meio das palavras escritas no livro mais antigo do mundo”, explica. A iniciativa percorre diferentes setores do Hospital de Base e segue até o fim de setembro. Confira os locais, datas e horários previstos: Cronograma Agosto 26 — 10º andar — 10h às 12h 26 — 6º andar — 14h às 16h 27 — 6º andar — 10h às 12h e 14h às 16h 28 — UTI Ped — 10h às 12h 28 — UTI Adulto — 14h às 16h 31 — CME —10h às 12h e 14h às 16h Setembro 1º — Centro Cirúrgico — 10h às 12h e 14h às 16h 3 — 5º andar — 10h às 16h 4 — UTI Adulto — 10h às 12h 4 — UTI Ped — 14h às 16h 8 — UTI Ped — 10h às 12h e 14h às 16h 9 — UTI Adulto — 10h às 12h e 14h às 16h 10 — 5º andar — 10h às 13h 10 — 7º andar — 10h às 16h 11 — CME — 10h às 12h e 14h às 16h 14 — Centro Cirúrgico — 10h às 12h e 14h às 16h 21 — 7º andar — 14h às 16h 22 — NUMOB — 10h às 12h e 14h às 16h 23 — 6º andar — 14h às 16h 24 — Base no 6º andar, com atendimento ao público dos 2º e 3º andares de internação — 10h às 16h 25 — Base no 6º andar, com atendimento ao público dos 4º e 8º andares de internação — 10h às 16h 28 — 11º andar — 10h às 16h 29 — 11º andar — 10h às 12h30   *Com informações do IgesDF  

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Hospital de Base incorpora tecnologia para reforçar diagnóstico de morte encefálica

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) ampliou os recursos disponíveis para a assistência a pacientes críticos com a aquisição de um doppler transcraniano, equipamento que reforça o diagnóstico de morte encefálica no Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF). As equipes médicas responsáveis pelo manuseio do aparelho passaram por treinamento, e o equipamento começou a ser utilizado nesta quarta-feira (19/8). O doppler transcraniano é um exame que avalia a velocidade e a direção do fluxo sanguíneo nos vasos cerebrais. No contexto da investigação de morte encefálica, pode fornecer informações complementares sobre a circulação cerebral e contribuir para a conclusão do protocolo diagnóstico, que segue critérios médicos específicos. O doppler transcraniano é um exame que avalia a velocidade e a direção do fluxo sanguíneo nos vasos cerebrais | Foto: Divulgação/IgesDF O gerente do Cuidado ao Paciente Crítico do HBDF, Felipe Narciso, explica que o equipamento agrega segurança e agilidade ao atendimento, especialmente em um momento delicado para pacientes e familiares. “Se pudermos confirmar a morte encefálica de forma mais rápida, menos desgastante emocionalmente será esse processo para a família”, destaca. Além dessa função, o doppler transcraniano também é utilizado para auxiliar na identificação e no acompanhamento de complicações neurológicas, como as relacionadas a acidentes vasculares cerebrais (AVC) e sangramentos intracranianos. “Detectando essas doenças antes, podemos tratar de forma mais célere e, consequentemente, reduzir o risco de sequelas para o paciente”, frisa. O superintendente do HBDF, Paulo Saad, afirma que o aparelho fortalece a estrutura de atendimento da unidade, trazendo mais segurança à assistência e contribuindo para a otimização dos recursos hospitalares. “O equipamento é imprescindível em grandes centros de referência como o Hospital de Base. Ele veio para modernizar o nosso arsenal e nos qualificar ainda mais para tratar pacientes da melhor forma possível”, finaliza. *Com informações do IgesDF

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Tratamento de pé torto no Hospital de Base transforma a vida de pacientes adultos

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada.   “Estou vivendo um sonho. É uma felicidade que não cabe no peito.” A frase de Lucineia Alves de Souza, de 52 anos, resume o sentimento de quem, depois de uma vida inteira convivendo com dores e limitações, finalmente consegue dar os primeiros passos de uma nova realidade. Moradora de Sooretama, município a cerca de 160 quilômetros de Vitória (ES), ela passou aproximadamente quatro meses em tratamento para pé torto congênito no Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), unidade administrada pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF). Lucineia nasceu com uma malformação que deixou os dois pés e tornozelos torcidos, condição que provocava dores constantes e comprometia diretamente sua qualidade de vida. Sem acesso ao tratamento adequado durante a infância, aprendeu a conviver com as limitações e com dificuldades para realizar atividades simples do dia a dia. “Eu nunca usei um tênis na vida. Não tratei isso antes porque não tinha condições, por morar em uma cidade pequena. As dores foram só aumentando, meus pés rachavam, era muito difícil”, relembra. A história começou a mudar quando Lucineia conheceu o trabalho do ortopedista Davi Haje, do HBDF, que utiliza uma adaptação do Método de Ponseti, tradicionalmente empregado no tratamento de crianças com pé torto congênito, para atender pacientes adultos. “Foi muito doloroso, eu quis voltar para a minha casa várias vezes. Mas eu lutei e sabia que iria viver esse sonho. Nem acredito que criei coragem e vim até o Hospital de Base. Só tenho gratidão ao doutor Haje”, conta. Método adaptado para adultos O tratamento utiliza manipulações suaves dos pés, seguidas de imobilização com gesso em uma posição gradualmente corrigida | Foto: Ualisson Noronha/IgesDF O tratamento utiliza manipulações suaves dos pés, seguidas de imobilização com gesso em uma posição gradualmente corrigida. A cada semana, o gesso é trocado e novas correções são realizadas até que o membro alcance uma posição adequada. Após essa etapa, o paciente passa por uma pequena cirurgia, chamada tenotomia, para alongar o tendão de Aquiles e auxiliar na correção da posição do calcanhar. Haje explica que o método foi desenvolvido originalmente para recém-nascidos, mas precisou ser adaptado para adultos que passaram décadas convivendo com a deformidade. “O dorso do pé não foi feito para suportar carga, e surgem dores e deformidades ao longo do tempo. O corpo se adapta como pode, mas com consequências prejudiciais. O único caminho para um adulto com essa condição era uma cirurgia invasiva, com alto risco de complicações. Nossa técnica é um divisor de águas na qualidade de vida dessas pessoas”, detalha. Desde 2018, quando iniciou o tratamento adaptado para adultos, o ortopedista já tratou 63 casos. O processo, que envolve as sessões de gesso e os procedimentos cirúrgicos, dura entre três e seis meses. Depois disso, o paciente ainda precisa passar por fisioterapia para reaprender movimentos e fortalecer a musculatura. Para Lucineia, porém, a etapa mais difícil ficou para trás. Com os dedos trêmulos, ela afagou os dois pés, agora retos, sem conseguir conter a emoção. O sorriso e os olhos brilhantes revelavam a dimensão de uma conquista esperada por toda a vida. Ao contar uma das primeiras coisas que pretende fazer ao voltar para casa, a resposta veio acompanhada de uma risada. “Vou pintar as unhas do pé! Meus dedos ficavam virados para baixo e eu nunca pude ter as unhas bonitas. Agora só vou andar com o pé lindo”, comemora. Primeiros passos de uma nova fase A emoção também tomou conta de Maria de Fátima Ramos Pereira, de 25 anos. Moradora de Caldas Novas (GO), ela realizou o tratamento no mesmo período que Lucineia e retirou o último gesso no mesmo dia. Mãos inquietas e olhos atentos denunciavam a ansiedade por um momento aguardado durante toda a vida. “Desde o início do tratamento, sempre esperei por esse momento. É muito surreal, não tenho palavras”, confessa. Depois que o gesso foi retirado e o pé, agora reto, passou por avaliação, Fátima calçou o primeiro sapato fechado da vida e tentou caminhar novamente. Um gesto aparentemente simples para muitos, mas que, para ela, representa o início de uma nova fase. “Para outras pessoas não parece nada, mas para nós, isso é uma conquista tremenda”, comemora. Como acessar o tratamento Pacientes com pé torto congênito devem procurar uma unidade de saúde para avaliação e encaminhamento médico. Com a indicação, o caso pode ser direcionado ao Hospital de Base, onde será avaliado pela equipe especializada e, quando houver indicação, seguirá o fluxo de regulação para o tratamento.   *Com informações do IgesDF

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Projeto oferece acolhimento a familiares e acompanhantes internados

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada.   Uma internação transforma a rotina de toda a família. Enquanto o paciente enfrenta o tratamento e o processo de recuperação, familiares e acompanhantes também convivem com a preocupação, o desgaste emocional e longos períodos dentro do ambiente hospitalar. Para acolher quem permanece ao lado dos pacientes, o Humanizar criou o projeto Cuidar de Quem Cuida, iniciativa que oferece escuta, apoio emocional e momentos de bem-estar aos acompanhantes em hospitais e unidades de pronto atendimento (UPAs) da rede pública de saúde do Distrito Federal. A ação foi realizada na última terça-feira (28), no Pronto-Socorro do Hospital de Base (HBDF). Durante a atividade, os participantes realizaram exercícios de respiração guiada, alongamentos, técnicas de relaxamento e momentos de escuta. As ações proporcionaram uma pausa na rotina intensa vivida dentro do ambiente hospitalar e reforçaram que quem acompanha o paciente também precisa de cuidado. O Humanizar criou o projeto Cuidar de Quem Cuida, iniciativa que oferece escuta, apoio emocional e momentos de bem-estar aos acompanhantes em hospitais e unidades de pronto atendimento (UPAs) | Foto: Divulgação/Iges-DF   Para a chefe do Núcleo de Humanização, Letícia Ângelo, acolher os acompanhantes fortalece toda a rede de apoio ao paciente. "Muitas vezes, o acompanhante passa dias no hospital, dorme pouco, se movimenta pouco e vive sob intensa carga emocional. Criar um espaço de escuta e acolhida é reconhecer que essa pessoa também precisa ser vista e amparada", afirma. Além das atividades de bem-estar, os participantes responderam a uma pesquisa para mapear o interesse em cursos gratuitos de capacitação profissional. A expectativa é que as primeiras turmas sejam realizadas em parceria com o Sebrae e, futuramente, também contem com a participação da Coordenação Multiprofissional do Hospital de Base. "Criar um espaço de escuta e acolhida é reconhecer que essa pessoa também precisa ser vista e amparada" Letícia Ângelo, chefe do Núcleo de Humanização do HBDF Projeto terá encontros quinzenais A previsão é que os encontros ocorram a cada quinze dias. Com base nas respostas obtidas na primeira ação, será definido o calendário das próximas atividades e das capacitações. A expectativa é que o Cuidar de Quem Cuida se torne uma estratégia permanente de assistência aos familiares e possa ser ampliado para outras unidades administradas pelo IgesDF.   *Com informações do IgesDF

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Hospital de Base mantém reconhecimento internacional no atendimento ao AVC

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada.   Pelo segundo ano consecutivo, o Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), administrado pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), manteve o selo diamante da Iniciativa Angels, reconhecimento internacional concedido a hospitais que alcançam excelência no atendimento a pacientes com acidente vascular cerebral (AVC). A recertificação demonstra que os pacientes atendidos na unidade contam com uma assistência rápida, segura e alinhada às melhores práticas internacionais, fator decisivo para reduzir sequelas e ampliar as chances de recuperação após um AVC. O Hospital de Base foi o único do Distrito Federal, entre as redes pública e privada, a conquistar a recertificação nesta categoria. As avaliações são realizadas trimestralmente, e o HBDF manteve o nível máximo de excelência durante quatro ciclos consecutivos. A superintendente substituta do HBDF, Ana Patrícia de Paula, afirma que o reconhecimento é resultado de anos de dedicação e do trabalho integrado das equipes envolvidas no atendimento aos pacientes. "Essa conquista é o resultado de dedicação contínua para reduzir nossos tempos e organizar os fluxos de maneira mais fluida para garantir o melhor cuidado em casos de AVC", comemora. O selo internacional é concedido a hospitais que alcançam excelência no atendimento a pacientes com acidente vascular cerebral (AVC) | Foto: Divulgação/IgesDF Para o superintendente de Qualidade e Melhoria de Processos do IgesDF, Clayton Sousa, a certificação reforça o compromisso da instituição com a qualidade da assistência. "Esse reconhecimento nos traz a segurança e a garantia de que estamos no caminho certo, aprendendo cada vez mais", afirma. A Iniciativa Angels atua mundialmente apoiando a implementação de protocolos e a qualificação da assistência ao AVC, incentivando hospitais a aperfeiçoarem continuamente seus processos e resultados clínicos. A recertificação é concedida com base em critérios rigorosos relacionados ao tempo de atendimento, à adoção de boas práticas e à qualidade da assistência prestada. Referência no atendimento ao AVC O acidente vascular cerebral está entre as principais causas de morte e incapacidade no Brasil. Por isso, reduzir o intervalo entre a chegada do paciente ao hospital e o início do tratamento é fundamental para preservar funções neurológicas, aumentar as chances de recuperação e minimizar as sequelas. O neurologista do HBDF, André Ferreira, destaca que reconhecer rapidamente os sintomas e buscar atendimento imediato pode fazer toda a diferença no prognóstico do paciente. "Os principais sinais são perda de força em um dos braços, assimetria facial e dificuldade para falar. Quanto mais precoce for a identificação do AVC e o início do tratamento, maior será a preservação do cérebro", explica. O Global Stroke Alliance é um movimento internacional criado para estimular melhorias na assistência ao AVC. Lançado no Brasil em 2020, reúne profissionais, gestores e instituições comprometidos com a redução de mortes e incapacidades provocadas pela doença, por meio da organização de sistemas de cuidado baseados em evidências científicas e nas melhores práticas assistenciais. Diante de sinais como perda de força em um dos braços, desvio da boca ou dificuldade para falar, a orientação é procurar imediatamente um serviço de emergência. No AVC, cada minuto faz diferença para reduzir sequelas e aumentar as chances de recuperação.   *Com informações do IgesDF

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Curso leva afeto, autoestima e novas oportunidades a pacientes com câncer

Mais do que aprender uma profissão, 18 mulheres em tratamento contra o câncer encontraram acolhimento, fortaleceram a autoestima, fizeram novas amizades e descobriram que ainda podem sonhar. Nesta quinta-feira (2), elas receberam os certificados de conclusão de um curso de artesanato, educação financeira e cabeleireiro promovido pela Rede Feminina de Combate ao Câncer para pacientes atendidas pelo Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF). Ao longo do primeiro semestre, as participantes se reuniram quinzenalmente na Casa Rosa, sede da instituição. Entre linhas, pincéis, escovas e rodas de conversa, construíram uma rede de apoio que transformou o curso em muito mais do que uma capacitação: um espaço de acolhimento, fortalecimento emocional e novas perspectivas de geração de renda. Ao longo do primeiro semestre, as participantes se reuniram quinzenalmente na Casa Rosa, sede da instituição | Fotos: Divulgação/IgesDF Para a gestora da Rede Feminina, Larissa Bezerra, esse é justamente o propósito do projeto. "Quando se está em tratamento de câncer, é comum surgir o sentimento de tristeza, isolamento e até depressão. A proposta desse curso é dar asas às pacientes, para que elas desenvolvam novas habilidades, descubram seu potencial e encontrem apoio emocional umas nas outras", explica. Cada encontro começava com uma conversa conduzida por uma psicóloga, em um formato semelhante ao de uma terapia em grupo. Para a paciente Keila Mesquita, essa experiência foi transformadora. "Eu tinha vergonha de conversar com as pessoas e até de sair de casa. Hoje me sinto segura para ir a qualquer lugar", comemora. Paciente oncológica há nove anos, Iraci Francisca dos Santos resume em uma única frase o significado que o projeto teve em sua vida. "Eu não tive infância, mas foi na Rede Feminina que construí minha primeira boneca. Muito obrigada por caminharem ao meu lado. Se não fosse a Rede, eu não estaria aqui hoje", afirma. Além de fortalecer a autoestima, a iniciativa também abriu novas possibilidades. Iraci conta que conseguiu vender algumas peças produzidas durante as oficinas e, com o dinheiro arrecadado, realizou um sonho antigo: comprar a porta da cozinha de sua casa. "Quando se está em tratamento de câncer, é comum surgir o sentimento de tristeza, isolamento e até depressão. A proposta desse curso é dar asas às pacientes, para que elas desenvolvam novas habilidades, descubram seu potencial e encontrem apoio emocional umas nas outras" Larissa Bezerra, gestora da Rede Feminina Depois desse momento de acolhimento, as participantes seguiram para as oficinas práticas. Nas aulas de artesanato, confeccionavam acessórios; já nas oficinas de cabeleireiro, aprendiam técnicas de corte, hidratação e escova. Todo o material era fornecido gratuitamente e podia ser levado para casa. A professora de artesanato Roseni dos Santos Ferreira agradeceu o empenho das alunas durante os meses de atividades. "Fazer uma capacitação envolve mexer com as habilidades e o sonho de cada uma de nós. A gente pode sempre, e nós mulheres juntas podemos muito mais", afirma. O projeto foi viabilizado por meio de uma emenda parlamentar destinada pela senadora Leila Barros, que participou da cerimônia de encerramento para prestigiar as alunas. Diante dos resultados positivos, uma nova turma, com 20 vagas, será aberta no segundo semestre deste ano. Histórias que ficam para sempre Durante a cerimônia, as participantes apresentaram parte dos trabalhos produzidos ao longo das aulas e compartilharam relatos emocionantes sobre a experiência. A paciente Marialva Helena Ferreira contou que faria o curso novamente, se tivesse oportunidade. "Esse foi um curso de amor. Recebi tanto carinho que nem consigo explicar. Foi um amor que transbordou e chegou até nós. Tenho certeza de que muitas outras pessoas ainda serão abraçadas por essa iniciativa", emociona-se. Apesar da celebração pelas conquistas, o encerramento também foi marcado pela saudade. Coordenadora de artesanato e voluntária da Rede Feminina por duas décadas, Mariângela Moreira faleceu no início de junho e foi homenageada durante a cerimônia. Com a voz embargada e lágrimas nos olhos, voluntárias e pacientes compartilharam lembranças da colega. "Ela era uma pessoa maravilhosa, uma infinidade de bênçãos", resume a professora Roseni dos Santos Ferreira. Larissa Bezerra destacou o papel fundamental de Mariângela na instituição. "Ela era uma das bases da Rede, uma verdadeira fortaleza. Sempre perguntava se tínhamos comido, se estávamos bem. Cuidava de todos." Segundo Larissa, Mariângela será lembrada não apenas pela dedicação ao trabalho voluntário, mas também pela alegria que espalhava. "Ela despertava o amor nas pessoas e se dedicava intensamente a tudo o que fazia. Era alegre, divertida, brincalhona e estava sempre sorrindo. Tinha o dom de transformar qualquer ambiente." "Esse foi um curso de amor. Recebi tanto carinho que nem consigo explicar. Foi um amor que transbordou e chegou até nós. Tenho certeza de que muitas outras pessoas ainda serão abraçadas por essa iniciativa", destacou a paciente Marialva Helena Ferreira Como forma de preservar seu legado, a sala de artesanato da Rede Feminina passará a se chamar Sala Mariângela. A homenagem eterniza a história de uma voluntária que dedicou anos a acolher, ensinar e inspirar outras mulheres e simboliza o que marcou toda a cerimônia. Mais do que certificados, as participantes levaram para casa novas habilidades, amizades e a certeza de que ninguém precisa enfrentar o tratamento sozinha.   *Com informações do IgesDF

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Hran e Hospital de Base realizam 270 triagens fonoaudiológicas

Os hospitais de Base de Brasília (HBDF) e da Asa Norte (Hran) realizaram 270 triagens fonoaudiológicas, quinta (23) e sexta-feira (24). Durante os atendimentos, foram consideradas queixas relativas à voz, como rouquidão persistente ou cansaço ao falar. No Hran, a ação contou com fonoaudiólogos da Secretaria de Saúde (SES-DF) e alunos de fonoaudiologia da Universidade de Brasília (UnB), do Centro Universitário Planalto do Distrito Federal (Uniplan) e da Universidade Católica de Brasília (UCB). Em todas as consultas foi aplicado um protocolo de rastreio de casos desenvolvido pela Sociedade Brasileira de Fonoaudiologia (SBFa), capaz de identificar sinais de desconforto na voz e possíveis quadros de rouquidão ou disfonia (alterações na qualidade vocal). Os pacientes com resultados positivos foram encaminhados à Unidade Básica de Saúde (UBS) de referência para continuidade do atendimento.  Em todas as consultas foi aplicado um protocolo de rastreio de casos desenvolvido pela Sociedade Brasileira de Fonoaudiologia | Fotos: Matheus Oliveira/Agência Saúde DF Coordenadora da ação, a especialista em voz e fonoaudióloga do Hran Yonara Caetano reforça que é preciso investigar qualquer desconforto vocal. A porta de entrada preferencial para essa checagem são as UBSs. “A voz precisa ser emitida facilmente e sair limpa. Se há força para falar ou certa rouquidão, é um sinal de alerta. Esses problemas indicam que algo não vai bem no corpo”, avisa Caetano.  A profissional também enfatiza os principais cuidados para manter a saúde da voz. “O que indicamos, antes de tudo, é hidratar as pregas vocais, que precisam disso para vibrarem e emitirem som. Também é importante realizar sempre um aquecimento e um desaquecimento para o uso profissional da voz. Ela deve estar dentro dos limites do confortável e nunca nos extremos: muito agudo ou muito grave, nem falar tão alto ou tão baixo. O conforto é sempre o mais saudável”, diz.  Assim como outras funções do corpo, a voz também envelhece. Situações como cirurgias, doenças ou até o uso inadequado podem gerar mudanças que precisam de acompanhamento Anne Paz, fonoaudióloga Atuando no HBDF, a fonoaudióloga Anne Paz, do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), explica que a voz sofre mudanças ao longo da vida e precisa de cuidados: “Assim como outras funções do corpo, a voz também envelhece. Situações como cirurgias, doenças ou até o uso inadequado podem gerar mudanças que precisam de acompanhamento”. Quem aproveitou o evento de triagem fonoaudiológica foi Edicleide Gonçalves, de 39 anos, que saía de uma consulta de rotina no Hran quando foi abordada pela equipe da ação. “Para mim, essa foi uma experiência interessante. Eu sempre falo assim: ‘A voz é o mais importante, Deus me livre de eu ficar sem falar!’ Sou muito conversadeira", revela.  *Com informações da Secretaria da Saúde  

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Hospital de Base inicia vacinação de colaboradores contra influenza

Colaboradores do Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF) já podem se vacinar contra a gripe a partir desta segunda-feira (13). A campanha segue até quinta-feira (17) e contempla trabalhadores próprios e terceirizados da unidade. A vacinação ocorre das 10h às 17h, na Casa Rosa, localizada no jardim do hospital. Para receber a dose, é necessário apresentar o cartão de vacinação. A ação acompanha o calendário do Governo do Distrito Federal (GDF), que começou em 25 de março para públicos específicos. A vacinação anual é necessária devido às constantes mutações do vírus influenza e é uma das principais formas de prevenção contra complicações da doença. A chefe do Núcleo de Vigilância Epidemiológica (Nuep), Moema Silva Menezes, destaca que a expectativa é que todos os colaboradores sejam imunizados. “Disponibilizamos a vacinação dentro do hospital para facilitar o acesso dos colaboradores e incentivar a imunização. Além disso, buscamos dar o exemplo para que a população também se vacine”, afirma. O técnico de segurança do trabalho, Márcio Alecrim, aproveitou a oportunidade para garantir a vacina. "Trabalhando em um hospital, nós ficamos expostos a vários tipos de vírus, então essa imunização é muito importante. E por ser aqui no meu local de trabalho, ficou ainda mais fácil", comenta. A vacinação ocorre das 10h às 17h, na Casa Rosa, localizada no jardim do hospital | Foto: Divulgação/IgesDF O que é a gripe A gripe, ou influenza, é uma infecção respiratória aguda de alta transmissibilidade. No Brasil, o vírus circula durante todo o ano, com picos em períodos específicos. Os tipos influenza A e B são os principais responsáveis por epidemias sazonais. Dados da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) indicam que, em 2025, houve predominância de rinovírus (34,1%) e influenza A (32,9%) entre os casos com identificação viral. Também foram registrados SARS-CoV-2, vírus sincicial respiratório, adenovírus, metapneumovírus e influenza B. Quem pode se vacinar No Distrito Federal, a vacinação contra a gripe é destinada aos grupos prioritários, que somam mais de 1,1 milhão de pessoas. Estão incluídos: crianças de 6 meses a menores de 6 anos; idosos a partir de 60 anos; gestantes; pessoas com doenças crônicas ou deficiências; povos indígenas e quilombolas; profissionais de áreas essenciais. As doses estão disponíveis em mais de 100 salas de vacinação nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs). A orientação é procurar a unidade mais próxima para garantir a imunização.   *Com informações do IgesDF

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Aberto edital para contratação de laboratório de prótese ortodôntica para hospitais do DF

Pacientes atendidos pelo Hospital de Base de Brasília (HBDF) e pelo Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) contarão com suporte especializado para a confecção de aparelhos ortodônticos utilizados no tratamento odontológico. Para viabilizar o serviço, o Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) abriu edital para contratação de laboratório especializado na produção dessas peças. A seleção será realizada por meio do Edital de Seleção de Fornecedores n° 01/2026 e prevê a contratação, sob demanda, de laboratório responsável pela confecção de dispositivos ortodônticos utilizados no atendimento da rede pública de saúde. O valor estimado da contratação é de R$ 20.960. Entre os itens previstos estão placas de contenção do tipo Wraparound, utilizadas para manter o alinhamento dentário após tratamentos ortodônticos, e o disjuntor palatino Hyrax, aparelho indicado para expansão do palato e correção de arcadas dentárias. As peças deverão ser produzidas com materiais específicos e atender a requisitos técnicos como adaptação adequada, resistência estrutural, polimento e acabamento satisfatórios, conforme especificações definidas no edital. A contratação tem como objetivo garantir suporte laboratorial especializado às equipes de odontologia das unidades, contribuindo para a continuidade dos tratamentos ortodônticos realizados nos hospitais. A contratação tem como objetivo garantir suporte laboratorial especializado às equipes de odontologia das unidades | Foto: Divulgação/IgesDF Período de envio de propostas Os fornecedores interessados poderão apresentar propostas entre os dias 9 e 13 de março, prazo correspondente a cinco dias úteis após a publicação do edital. Durante os dois primeiros dias do processo também será possível encaminhar pedidos de esclarecimentos técnicos sobre a contratação. As respostas serão divulgadas posteriormente e, caso necessário, poderá ser publicada errata. Serviço Edital: Seleção de Fornecedores nº 01/2026 – Serviço de laboratório de prótese ortodôntica Objeto: Confecção de placa de contenção Wraparound e disjuntor palatino Hyrax Unidades atendidas: Hospital de Base de Brasília e Hospital Regional de Santa Maria Período para envio de propostas: 9 a 13 de março de 2026 Contato: compras.servicos@igesdf.org.br Mais informações estão disponíveis no site do IgesDF e na plataforma Apoio Cotações.   *Com informações do IgesDF

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Rede Feminina inicia programação do Dia da Mulher com bazar no Hospital de Base

Quem passou pelo estacionamento do ambulatório do Hospital de Base (HBDF) nesta segunda-feira (9) encontrou um movimento diferente do habitual. Araras cheias de roupas, mesas com brinquedos, utensílios domésticos e dezenas de pessoas garimpando oportunidades marcaram o início do bazar promovido pela Rede Feminina de Combate ao Câncer. A ação ocorre no hospital, unidade administrada pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), e segue até terça-feira (10), com mais de mil itens à venda a preços acessíveis, alguns a partir de R$ 2. Toda a renda arrecadada será destinada às atividades da Rede Feminina, que presta apoio a pacientes em tratamento oncológico. De acordo com a coordenadora da Rede Feminina, Larissa Bezerra, a iniciativa vai além da arrecadação de recursos e também busca ampliar o acesso da população a produtos em bom estado por valores simbólicos. "Nosso propósito é ser uma ponte entre quem quer doar e quem precisa receber, então acaba virando um palco de oportunidades. As pessoas sempre saem daqui felizes", explica. A ação segue até terça-feira (10), com mais de mil itens à venda a preços acessíveis, alguns a partir de R$ 2 | Fotos: Divulgação/IgesDF Entre os itens disponíveis estão roupas, sapatos, brinquedos, acessórios e utensílios domésticos em excelente estado de conservação. Os valores começam em R$ 2 e os pagamentos podem ser feitos por cartão de crédito, débito, Pix ou dinheiro, com possibilidade de parcelamento em até seis vezes sem juros. Ao final da ação, os itens que não forem comercializados serão destinados a outras instituições. Acompanhando um familiar internado há dois meses, Danielle Lira decidiu aproveitar a oportunidade para fazer algumas compras. "As coisas estão muito boas, e o preço realmente vale a pena. O bazar é uma excelente ideia para dar nova vida a objetos que estavam parados, além de contribuir com a renda da Rede Feminina", comenta. Ela conta que teve pouco tempo para olhar todos os produtos disponíveis, mas diz que, se pudesse, "ficaria até o final, garimpando tudo". Antônia Ageni Oliveira de Sousa, paciente do HBDF, também se surpreendeu ao encontrar o bazar ao chegar para realizar uma sessão de radioterapia. "Os preços estão ótimos, e eu adoro comprar em bazar", afirma. “Vou voltar amanhã para olhar com mais calma.” Colaboradores do hospital também aproveitam a iniciativa. Voluntária da Rede Feminina há mais de quatro anos, Lúcia Helena de Jesus destaca que a ação beneficia diferentes públicos. "O bazar ajuda quem vem comprar pelos preços mais baixos e também contribui com os recursos da Rede Feminina", reforça. Uma novidade desta edição são itens provenientes do setor de achados e perdidos do Aeroporto Internacional de Brasília Uma novidade desta edição são itens provenientes do setor de achados e perdidos do Aeroporto Internacional de Brasília, que foram doados à instituição. Entre os produtos estão garrafas térmicas e travesseiros de pescoço. "O aeroporto identifica instituições de trabalho voluntário e faz doações desses itens, e nós fomos contemplados. A venda deles também vai para a Rede Feminina", explica Larissa. Programação especial As ações em homenagem ao Dia Internacional da Mulher começaram no domingo (8), quando voluntárias realizaram atividades de acolhimento com pacientes atendidas no hospital. A programação segue ao longo da semana. Na quarta e quinta-feira (11 e 12), a Rede Feminina promoverá ações dentro do Hospital de Base voltadas a pacientes, acompanhantes e colaboradoras, com distribuição de lembranças e momentos de acolhimento. O encerramento ocorrerá na sexta-feira (13), na Casa de Apoio da Rede Feminina, localizada no Núcleo Bandeirante. No local, 20 pacientes em tratamento oncológico receberão kits de maquiagem e participarão de uma breve oficina de automaquiagem. O espaço oferece hospedagem solidária para pacientes de outros estados que realizam tratamento no Distrito Federal e não têm onde ficar durante o atendimento. Para Larissa, as atividades são uma forma de celebrar a data promovendo acolhimento e esperança. "Vem para a gente lembrar do motivo de estarmos aqui, que é essa tentativa constante de enxugar lágrimas e provocar sorrisos", relata.   *Com informações do IgesDF

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Hospital de Base forma 6ª turma da Residência Multiprofissional e reforça atendimento em áreas estratégicas da saúde

Após dois anos de formação intensiva em um dos ambientes hospitalares mais complexos da rede pública do Distrito Federal, 13 profissionais concluíram a Residência Multiprofissional do Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF). A formatura foi celebrada nessa quarta-feira (25) e marca a consolidação de uma trajetória voltada à qualificação da assistência prestada à população. Vinculados aos Programas de Residência Multiprofissional (PRMU) em Urgência e Emergência e em Oncologia, os residentes cumpriram carga horária de 60 horas semanais, em regime de dedicação exclusiva, atuando diretamente no cuidado aos pacientes e participando de atividades práticas, teóricas e de pesquisa. A formação no HBDF, unidade administrada pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), combina prática assistencial supervisionada, aprofundamento técnico e produção científica. O objetivo é preparar profissionais para atuar de forma integrada, com autonomia, segurança e capacidade de tomada de decisão em cenários de alta complexidade. O programa em Oncologia qualifica especialistas para o cuidado ao paciente com câncer, com foco em avaliação crítica, humanização e atualização científica constante | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília O programa em Oncologia qualifica especialistas para o cuidado ao paciente com câncer, com foco em avaliação crítica, humanização e atualização científica constante. Já o programa em Urgência e Emergência prepara os profissionais para atuação ética, resolutiva e segura em situações de risco iminente, alinhada aos princípios do Sistema Único de Saúde (SUS), como universalidade, equidade e integralidade do cuidado. Para a diretora da Diretoria de Inovação, Ensino e Pesquisa (DIEP), Emanuela Dourado, a conclusão do programa representa mais do que a obtenção de um certificado. "Essa experiência intensa e desafiadora molda o raciocínio clínico, fortalece a tomada de decisão e desenvolve a maturidade necessária para lidar com situações complexas", pontua. Segundo ela, a formatura simboliza a consolidação de competências e o reconhecimento do esforço diário. "Esses profissionais estão prontos para fazer a diferença na saúde, com excelência, ética e cuidado humanizado. Parabéns a todos!", comemora. Com a nova turma formada, o Hospital de Base reafirma seu papel como centro formador de excelência e contribui diretamente para o fortalecimento da rede pública de saúde do Distrito Federal, ampliando a qualificação da assistência prestada à população.   *Com informações do IgesDF

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Capacitação treina equipes para atendimento rápido em casos de edema agudo de pulmão

A sensação de estar se afogando mesmo fora da água, tosse com secreção rosada e espumosa, falta de ar intensa, sonolência, fraqueza e batimentos acelerados são sinais de alerta para uma condição grave: o edema agudo de pulmão (EAP). O quadro é caracterizado pelo acúmulo rápido de líquido nos pulmões, o que dificulta a respiração e exige atendimento imediato. Para garantir assistência cada vez mais ágil e segura à população, o Núcleo de Educação Permanente (Nudep) do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) promoveu, nesta terça-feira (24), uma capacitação voltada ao reconhecimento precoce e à condução adequada dos casos de EAP. Durante o encontro, foram apresentados os principais sinais clínicos, os diagnósticos diferenciais associados ao quadro e as condutas terapêuticas indicadas em cada situação. A atividade foi conduzida pela fisioterapeuta residente em Urgência e Emergência do Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), Júlia Pimentel, e contou com discussão de casos clínicos reais vivenciados na unidade. A capacitação foi coordenada por uma médica do Hospital de Base, local que é referência em cardiologia | Foto: Alberto Ruy/IgesDF [LEIA_TAMBEM]“O edema está frequentemente associado a doenças cardíacas. Como o Hospital de Base é referência em cardiologia, recebemos muitos pacientes com esse quadro. Além disso, a condição também pode estar relacionada a doenças pulmonares, reações transfusionais, uso de opioides e até à exposição a grandes altitudes”, explica a fisioterapeuta. Segundo ela, o atendimento exige atuação integrada de toda a equipe do pronto-socorro. “É necessário suporte ventilatório, administração de medicamentos, posicionamento adequado do paciente e monitorização contínua”, detalha. A enfermeira residente em Avaliação de Tecnologias em Saúde, Renata Paiva, também participou da capacitação e destacou a importância do treinamento. “Ter segurança nas condutas faz toda a diferença no desfecho clínico. O conhecimento adquirido será aplicado diariamente na assistência aos pacientes”, afirma. *Com informações do IgesDF  

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Hospital de Base registra queda de cerca de 10% nos atendimentos no Carnaval e nenhum caso por arma de fogo

O Centro de Trauma do Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF) registrou redução no número de atendimentos durante o Carnaval deste ano. Entre sábado (14) e terça-feira (17), foram contabilizados 217 pacientes, quase 10% a menos que no mesmo período de 2025, quando houve 241 registros. Outro dado de destaque foi a ausência de ocorrências por arma de fogo. No Carnaval do ano passado, o hospital atendeu a seis casos desse tipo. Já os atendimentos relacionados a arma branca passaram de três para seis neste ano. Administrado pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), o Hospital de Base é referência em Trauma no Distrito Federal e na Região Centro-Oeste. A redução no número de atendimentos acompanha o balanço das forças de segurança pública no período. De acordo com dados da Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF), mais de 1,5 milhão de pessoas foram revistadas nos acessos aos blocos carnavalescos e às estações de transporte público. As ações resultaram na apreensão de 459 armas brancas, 595 objetos com potencial de uso como arma e uma arma de fogo. De acordo com dados da Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF), mais de 1,5 milhão de pessoas foram revistadas nos acessos aos blocos carnavalescos e às estações de transporte público | Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil Para o chefe do Centro de Trauma do Hospital de Base, Renato Lins, o reforço na segurança contribui para um cenário mais tranquilo nas unidades de emergência, mas a preparação da equipe é permanente. “Claro que ter o aumento da segurança representa mais tranquilidade em um pronto-socorro, mas estamos sempre preparados para atender as pessoas do DF, não importa a situação. O Hospital de Base é referência em trauma no Distrito Federal e no Centro-Oeste, e nos orgulhamos do trabalho feito aqui”, ressalta. Perfil dos atendimentos A maior parte dos casos foi classificada como de menor gravidade, incluindo acidentes domésticos e outras intercorrências. A queda da própria altura foi a principal causa de entrada no Centro de Trauma, com 53 registros. Em seguida, aparecem os acidentes de trânsito, responsáveis por 46 atendimentos. Quedas de maior altura somaram 19 casos, enquanto outros tipos de agressão totalizaram 37 ocorrências. *Com informações do IgesDF

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Hospital de Base recebe 24 novas camas elétricas

O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) lançou, nesta quinta-feira (22), o Edital nº 002/2026 para a aquisição de 24 novas camas elétricas destinadas ao Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF). O investimento vai otimizar e ampliar os atendimentos realizados na unidade, fortalecendo os serviços oferecidos aos pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS). O edital tem como objeto a compra de camas elétricas hospitalares, além de colchão técnico, artigos de mobilidade, rodízios, grades e cabeceiras, que asseguram movimentação, articulação, comandos e segurança durante a internação. As novas estruturas são fundamentais para um hospital de alta complexidade, como o Hospital de Base do Distrito Federal, pois facilitam o cuidado ao paciente e tornam o ambiente assistencial mais eficiente. Por serem ajustáveis em diferentes posições, contribuem para o conforto e a segurança de pessoas internadas, especialmente aquelas em condição clínica mais delicada ou com mobilidade reduzida. Além disso, possibilitam que equipes de enfermagem e fisioterapia realizem procedimentos, movimentações e rotinas de cuidado de forma mais ágil e ergonômica, reduzindo riscos de lesões ocupacionais e otimizando o tempo de atendimento. As novas estruturas são fundamentais para um hospital de alta complexidade, como o Hospital de Base do Distrito Federal, pois facilitam o cuidado ao paciente e tornam o ambiente assistencial mais eficiente | Foto: Alberto Ruy/IgesDF Prazo para envio de propostas Com o objetivo de garantir ampla concorrência e a participação de empresas especializadas, o período de recebimento das propostas é de 10 dias úteis, entre 22 de janeiro e 4 de fevereiro, até as 23h55 (horário local), exclusivamente pelo endereço eletrônico emendas.propostas@igesdf.org.br. Para o analista de Compras do Instituto, Pedro Henrique Mendes, investimentos como esse reforçam o compromisso da gestão com a qualificação da saúde pública e, por consequência, com a população do Distrito Federal. “Seguimos trabalhando para garantir que as pessoas que procuram nossas unidades tenham sempre o melhor atendimento possível”, destaca. O edital completo e seus anexos estão disponíveis para consulta no site oficial do IgesDF. Serviço Objeto: Aquisição de camas elétricas para o Hospital de Base Edital: nº 002/2026 Período para envio de propostas: de 22/1/2026 a 4/2/2026 Endereço eletrônico: emendas.propostas@igesdf.org.br   *Com informações do IgesDF

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Reconhecida como doença crônica pela OMS, a obesidade encontra tratamento de qualidade na rede pública do DF

A assessora administrativa Ana Paula Silva conviveu durante anos com a obesidade e suas complicações. Entre dores nos joelhos, gordura no fígado, depressão e apneia do sono, ela se acostumou a ser “a mais gordinha da família”. Aos 34 anos e pesando 109 kg, decidiu mudar o próprio percurso. “Fiz a bariátrica e, hoje, olhando para trás, me arrependo de não ter feito antes. Tenho mais disposição, qualidade de vida… tudo melhorou”, afirma. A transformação também alcançou a rotina do marido, Rômulo Gomes, que optou por não realizar a cirurgia, mas aderiu à reeducação alimentar para acompanhar a nova fase da esposa. Ele perdeu 43 kg apenas com ajustes na dieta e prática diária de atividade física. “Além da mudança na alimentação, ele vai à academia todos os dias”, relata Ana Paula. O casal Ana Paula Silva e Rômulo Gomes comemora o resultado de tratamento contra a obesidade | Fotos: Divulgação/IgesDF Histórias como a de Ana Paula e Rômulo refletem um movimento que vem sendo reconhecido em escala global. Diante do impacto crescente da obesidade e do aumento dos casos em todas as faixas etárias, a Organização Mundial da Saúde (OMS) atualizou, pela primeira vez, suas diretrizes internacionais para o tratamento da doença. O avanço ocorre em um cenário em que mais de 1 bilhão de pessoas vivem com obesidade no mundo, e a estimativa é de que esse número possa dobrar até 2030 sem intervenções eficazes. A OMS reforça o entendimento de que a obesidade é uma doença crônica, progressiva e com tendência à reincidência. A entidade destaca que a condição está na base de mais de 200 doenças já conhecidas e incluiu, nas recomendações globais, medicamentos modernos das classes GLP-1 e GIP, popularmente conhecidos como canetas emagrecedoras, como ferramentas eficazes no tratamento, desde que utilizados com critérios médicos bem definidos. Serviços de referência O Hran é o único hospital do DF a fazer cirurgia bariátrica pelo SUS | Foto: Paulo H Carvalho/Agência Brasília Em Brasília, o tratamento da obesidade, especialmente nos casos de maior complexidade, e dos transtornos alimentares é estruturado por unidades de referência na rede pública. Para os pacientes que necessitam de intervenção cirúrgica, o Hospital Regional da Asa Norte (Hran) é o único do SUS no Distrito Federal habilitado para realizar a cirurgia bariátrica, atuando como um centro pioneiro com equipe multiprofissional. Paralelamente, os casos graves de comorbidades relacionadas, como diabetes e hipertensão, são direcionados para o Centro Especializado em Diabetes, Obesidade e Hipertensão Arterial (CEDOH), referência ambulatorial que oferece um vasto leque de especialidades como endocrinologia, nutrição e psicologia. Por outro lado, o tratamento dos transtornos alimentares específicos, como anorexia, bulimia e compulsão alimentar, é centralizado no Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), que possui um ambulatório multidisciplinar onde os pacientes têm acesso a consultas com nutricionistas, psicólogos e psiquiatras no mesmo dia. Para acessar qualquer um desses serviços especializados, a porta de entrada obrigatória para o cidadão é a Unidade Básica de Saúde (UBS) mais próxima, onde a avaliação inicial e o posterior encaminhamento via Sistema de Regulação do DF são realizados. Impacto para a saúde pública Ao reconhecer formalmente a obesidade como doença crônica e ampliar as possibilidades terapêuticas, a OMS reforça a necessidade de estruturar linhas de cuidado contínuas, com foco na prevenção, no acompanhamento a longo prazo e na redução de complicações associadas. Para a saúde pública esse avanço representa a oportunidade de fortalecer uma abordagem mais integrada, capaz de reduzir internações evitáveis e a sobrecarga sobre os serviços de média e alta complexidade. A endocrinologista Martha Sanjad comemora o reconhecimento da gravidade da obesidade pela OMS: "Isso evita tratamentos pontuais, reduz complicações futuras e melhora a qualidade de vida do paciente ao longo dos anos" De acordo com a endocrinologista do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), Martha Sanjad, a mudança de diretriz consolida uma visão mais realista da doença. “Quando a obesidade é reconhecida como condição crônica, o sistema de saúde passa a entender que o cuidado precisa ser contínuo, planejado e integrado. Isso evita tratamentos pontuais, reduz complicações futuras e melhora a qualidade de vida do paciente ao longo dos anos”, destaca. A médica explica que não há resultado consistente sem a integração entre diferentes frentes de cuidado. “O tratamento só é eficaz quando há associação entre medicação, alimentação equilibrada, acompanhamento contínuo e prática regular de atividade física”, reforça. "É uma política pública que olha para o presente, mas principalmente para o futuro" Cleber Monteiro, presidente do IgesDF Para o presidente do IgesDF, Cleber Monteiro, a decisão da OMS fortalece o planejamento da rede pública e aponta para uma agenda estratégica de longo prazo. “Tratar a obesidade de forma estruturada é investir na sustentabilidade do sistema de saúde. Ao prevenir complicações como infartos, AVCs, insuficiência renal e doenças neurodegenerativas, reduzimos internações, custos e sofrimento. É uma política pública que olha para o presente, mas principalmente para o futuro”, avalia. Segundo o presidente, enfrentar a obesidade com base em evidências científicas contribui para organizar melhor a atenção primária, qualificar o acompanhamento especializado e diminuir a pressão sobre os hospitais. Obesidade e cérebro Além dos efeitos já conhecidos sobre o metabolismo e o sistema cardiovascular, pesquisas recentes mostram que os impactos da obesidade ultrapassam essas fronteiras e atingem diretamente a saúde cerebral. Um estudo da Universidade de Washington identificou que o excesso de gordura corporal pode acelerar em até 95% os marcadores sanguíneos associados ao Alzheimer, indicando que o processo de neurodegeneração pode avançar mais rapidamente em pessoas acima do peso. João Tatsch: “Mesmo após os 40 ou 50 anos, mudanças no estilo de vida trazem benefícios concretos" [LEIA_TAMBEM]Para o neurologista do Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), João Tatsch, os achados reforçam uma relação já conhecida entre distúrbios metabólicos e doenças neurodegenerativas. “Alterações no metabolismo dos lipídios aumentam a predisposição ao desenvolvimento de condições como Alzheimer e Parkinson. Quando tratamos a obesidade, estamos protegendo o cérebro ao reduzir a inflamação sistêmica, melhorar a resistência à insulina e fortalecer a saúde vascular e o metabolismo cerebral, fatores centrais para prevenir demências”, explica. O especialista lembra que sempre há tempo para iniciar uma mudança real. “Mesmo após os 40 ou 50 anos, mudanças no estilo de vida trazem benefícios concretos. A consistência é o que determina a diferença ao longo do tempo”, conclui. *Com informações do IgesDF  

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Estrutura de radioterapia do Hospital de Base é ampliada e modernizada

O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) avança na qualificação do atendimento oncológico ao ampliar e modernizar a estrutura de radioterapia do Hospital de Base (HBDF). A iniciativa viabilizará a instalação de dois aceleradores lineares de fótons, equipamentos de alta tecnologia utilizados no tratamento de radioterapia em pacientes oncológicos, inéditos pelo Sistema Único de Saúde (SUS) na capital. Para viabilizar a obra, foi publicado nessa terça-feira (16) o Edital nº 31/2025, que prevê a contratação de empresa especializada em engenharia para a reforma da unidade de radioterapia do hospital. A intervenção contempla adequações estruturais, elétricas, de climatização e de radioproteção, além da modernização dos sistemas auxiliares e da ambiência hospitalar. Os ajustes são necessários para assegurar que o serviço atenda plenamente às exigências técnicas e de segurança para o funcionamento dos aceleradores lineares de fótons, utilizados no tratamento radioterápico de pacientes oncológicos. A modernização da unidade ampliará a capacidade assistencial do HBDF, referência em alta complexidade no Distrito Federal. As empresas interessadas em participar do certame devem apresentar suas propostas até o dia 23 de dezembro de 2025 | Foto: Divulgação/IgesDF Além de fortalecer a infraestrutura física, a reforma garantirá ambientes adequados para a operação dos novos equipamentos, com sistemas que asseguram a segurança de pacientes e profissionais durante os procedimentos, conforme normas técnicas e sanitárias vigentes. As empresas interessadas em participar do certame devem apresentar suas propostas até o dia 23 deste mês, conforme critérios e exigências estabelecidos no edital e em seus anexos, disponíveis no site oficial do IgesDF. Serviço Edital nº 31/2025 – IgesDF Objeto: contratação de empresa de engenharia para reforma da unidade de radioterapia do Hospital de Base do DF Finalidade da obra: adequações estruturais, elétricas, de climatização e radioproteção para instalação de dois aceleradores lineares de fótons Prazo para envio de propostas: até as 23h55 do dia  23 deste mês.    *Com informações do IgesDF

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Laboratório Clínico do Hospital de Base mantém nível de excelência pelo sétimo ano consecutivo

O Laboratório Clínico do Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF) conquistou, pelo sétimo ano consecutivo, o selo de excelência do Programa Nacional de Controle de Qualidade (PNCQ). O certificado atesta a eficiência da fase analítica dos processos laboratoriais, com impacto direto na qualidade e na confiabilidade dos serviços prestados à população. O reconhecimento está alinhado à Resolução nº 978/2025 da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que estabelece os requisitos técnico-sanitários para o funcionamento de laboratórios clínicos em todo o país. O certificado atesta a eficiência da fase analítica dos processos laboratoriais, com impacto direto na qualidade e na confiabilidade dos serviços prestados à população | Foto: Alberto Ruy/IgesDF Segundo Isabella Mariano Hiyane, analista da qualidade, o selo reforça o compromisso contínuo do laboratório com a excelência assistencial. “Isso significa que estamos cumprindo todos os processos analíticos e de qualidade. Com base nesse controle, conseguimos mapear eventuais falhas e implementar melhorias contínuas”, explica. A avaliação refere-se ao desempenho ao longo de 2025 e ocorre de forma contínua durante todo o ano. Mensalmente, o PNCQ envia amostras desconhecidas ao laboratório, que passam por análises técnicas criteriosas. O desempenho nessas avaliações é determinante para a manutenção do selo. Além do Brasil, o Programa Nacional de Controle de Qualidade avalia laboratórios da América Latina, Europa e África, o que reforça o caráter internacional da certificação. O selo de excelência é concedido às instituições que alcançam classificação “excelente” ou “boa” em, no mínimo, 11 avaliações mensais, consolidando o HBDF como referência em qualidade laboratorial no sistema público de saúde.   *Com informações do IgesDF

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Hospital de Base passa a realizar videoeletroencefalograma, exame inédito na rede pública e de alta complexidade

O Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF) deu um passo importante na assistência especializada. Já está em operação o primeiro aparelho de videoeletroencefalograma da rede pública do DF. O vídeo-EEG é um dos exames mais avançados para o diagnóstico de epilepsia e outras condições neurológicas. O primeiro paciente selecionado para realizar o vídeo-EEG no Hospital de Base foi Eduardo Rodrigue Ferreira dos Santos, de 25 anos. Ele começou a ter episódios convulsivos aos 6 anos e faz acompanhamento no HBDF desde os 11. “Estou há 19 anos fazendo eletros, ressonâncias, sem nunca ter uma resposta. Essa é a nossa última esperança, e posso até parar de ter episódios”, relata. Eduardo fala em chance de remissão da doença porque o equipamento registra a atividade elétrica do cérebro associada a filmagens contínuas. Eletrodos são aplicados na cabeça do paciente para monitorar as áreas responsáveis por episódios neurológicos. Durante cerca de cinco dias, a pessoa permanece internada no hospital enquanto todos os movimentos são registrados 24 horas por dia. O vídeo-EEG é um dos exames mais avançados para o diagnóstico de epilepsia e outras condições neurológicas | Fotos: Alberto Ruy/IgesDF O equipamento também inclui câmeras de vídeo, inclusive com visão infravermelha para registros noturnos, e microfones para captação de áudio. Dessa forma, qualquer episódio é documentado com precisão para análises futuras. “Com isso, é possível avaliar se o paciente é portador de epilepsia e qual tipo de crise ele tem. E também é possível distinguir se o paciente é candidato a cirurgias, o que pode levar até à remissão total da doença”, explica o médico André Ferreira, chefe da Neurologia do HBDF. Apesar do alto custo do procedimento, o especialista ressalta que o exame gera economia a longo prazo. “Estudos mostram que, se você identifica a epilepsia de um paciente e o opera logo, ao longo de 20 anos isso acaba sendo mais barato do que a continuidade de um tratamento durante esse tempo. Além disso, para o paciente a possibilidade de se livrar dos episódios, não tem preço”, complementa. Segundo a mãe de Eduardo, Selma dos Santos Moreira, a família espera que o diagnóstico traga mais independência ao filho. “É muito complicado porque ele precisa ter acompanhamento o tempo todo. Ele tem convulsões quase toda semana, e quando tem, precisa ter alguém perto já que pode se machucar. Ele não pode dirigir, trabalhar, sair sozinho. É muito difícil”, desabafa. Para o neurologista André Ferreira, a oferta do exame representa um marco para o hospital. “Fico muito feliz de podermos finalmente levar um cuidado muito mais complexo para o paciente usuário do SUS. Essa é uma conquista de vários médicos que me antecederam e de todas as pessoas que aguardam por esse exame.” A Secretaria de Saúde (SES-DF) e o IgesDF trabalham na pactuação do fluxo, agenda e expansão do serviço para que o exame beneficie cada vez mais usuários da rede Investimento e estrutura adaptada Foram adquiridos dois equipamentos de R$ 400 mil cada, com verbas orçamentárias disponibilizadas pelo deputado distrital Jorge Vianna. Os primeiros atendimentos estão sendo direcionados a pacientes com processos judicializados. A Secretaria de Saúde (SES-DF) e o IgesDF trabalham na pactuação do fluxo, agenda e expansão do serviço para que o exame beneficie cada vez mais usuários da rede. Duas salas foram adaptadas para a realização do exame, com a instalação de um ambiente de controle que permite o acompanhamento integral do procedimento pela equipe médica. Foram instalados ar-condicionado, câmeras, novos computadores e equipamentos específicos. O chefe da manutenção do HBDF, Robson Marques, conta que as adequações foram feitas para garantir pleno funcionamento. “Conseguimos fazer tudo a tempo para entregar as salas assim que os equipamentos fossem entregues”, explica. Capacitação da equipe e ampliação do SUS Para acompanhar o exame, que dura cerca de 120 horas, quatro técnicas de enfermagem receberam treinamento específico Para acompanhar o exame, que dura cerca de 120 horas, quatro técnicas de enfermagem receberam treinamento específico. Uma delas é Maria Balbina dos Santos, selecionada por já ter experiência com exames neurológicos. A profissional relata que o treinamento, de três semanas, envolveu conteúdos fisiológicos, técnicos e práticos do vídeo-EEG. “É uma honra estar colocando a mão na massa, ensinando e aprendendo, trocando valores e referências. É uma experiência muito significativa participar de um exame desse tipo, é quase um mundo novo”, afirma. O presidente do IgesDF, Cleber Monteiro, destaca que a oferta do vídeo-EEG reforça a referência do Hospital de Base na assistência especializada. “Trata-se de um exame que amplia a capacidade diagnóstica do hospital e garante um cuidado mais preciso aos pacientes com doenças neurológicas. É uma etapa importante no fortalecimento da rede pública e na ampliação de acesso a tecnologias que, até então, não estavam disponíveis no SUS do Distrito Federal”, conclui.   *Com informações do IgesDF

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Rede Feminina de Combate ao Câncer promove bazar no Hospital de Base para arrecadar fundos

A Rede Feminina de Combate ao Câncer promove, nesta segunda (8) e terça (9), um megabazar com mais de 1.500 itens à venda, entre roupas, sapatos, brinquedos e artigos para o lar, todos com valores reduzidos. A ação é realizada no estacionamento do ambulatório do Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), administrado pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde (IgesDF), e busca arrecadar recursos para as atividades da instituição. Larissa Bezerra, coordenadora da Rede, explica que o local foi escolhido para facilitar o acesso de pacientes e acompanhantes. Segundo ela, cerca de mil pessoas devem passar pelo bazar nos dois dias de funcionamento e a expectativa é arrecadar aproximadamente R$ 15 mil. “Esse bazar no final do ano dá a oportunidade para as pessoas levarem presentes para a família. São itens de R$ 5, R$ 10, R$ 15, R$ 20. E não são só coisas usadas, também temos itens novos que foram doados. Fico muito feliz em ver tantas pessoas aproveitando a oportunidade para presentear outros”, afirma. As vendas incluem roupas, utilidades domésticas, brinquedos e acessórios em excelente estado. Ao final da ação, os itens que não forem comercializados serão destinados a outras instituições. Os pagamentos podem ser feitos por crédito, débito, Pix ou dinheiro, com possibilidade de parcelamento em até 10 vezes sem juros. As vendas incluem roupas, utilidades domésticas, brinquedos e acessórios em excelente estado | Foto: Alberto Ruy/IgesDF Entre os visitantes, a técnica de enfermagem Viviane Silva Santos, moradora da Bahia, conheceu o bazar ao levar a sogra para realizar um exame no hospital. “Cheguei e encontrei esse presente. No final do ano, as coisas estão apertadas e não dá para ir a uma loja comprar presente pra todo mundo. Mas aqui eu estou tendo a oportunidade de comprar uma roupa diferente, de ficar bonita”, relata. Ela adquiriu itens para a casa, brinquedos para as crianças e roupas para toda a família. “Estou levando para a família inteira”, comemora. Uma novidade deste ano é o espaço exclusivo com itens doados pela Receita Federal, que incluem perfumes, aparelhos de som, celulares e outros produtos originais apreendidos ao longo do ano. “A Receita pesquisa instituições de trabalho voluntário e faz doações desses itens, e nós fomos contemplados. A venda deles também vai para a Rede Feminina”, explica Larissa. A técnica em medicina nuclear do HBDF, Neide Silvina, aproveitou o bazar para comprar um celular para o filho, que tem necessidades especiais e precisa do aparelho para manter a rotina. “Aproveitei que está mais barato e já comprei. Esse bazar é perfeito, até porque o valor volta para a Rede Feminina, então ele é interessante e necessário”, destaca. *Com informações do IgesDF

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Aberto edital para modernização do heliponto do pronto-socorro do Hospital de Base

O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) publica o Edital nº 28/2025 para contratar empresa de engenharia responsável pela reforma do heliponto do pronto-socorro do Hospital de Base (HBDF). A modernização do espaço tem o objetivo de aprimorar o fluxo de atendimentos críticos e ampliar a segurança nas operações de transporte aeromédico. O edital está disponível no Diário Oficial do DF desde o dia 14, e o acolhimento de propostas segue aberto até esta terça-feira (25). As empresas interessadas podem enviar suas propostas pelo portal do IgesDF. O valor estimado da contratação é de R$ 946.648,84, seguindo o critério de menor preço global, conforme o regulamento de compras do instituto. As empresas interessadas podem enviar suas propostas pelo portal do IgesDF | Foto: Alberto Ruy/IgesDF A modernização do heliponto é mais um investimento do IgesDF na infraestrutura do Hospital de Base, maior unidade hospitalar do Centro-Oeste e referência no atendimento a politraumatizados. Com a reforma, o heliponto passa a operar de forma mais segura e alinhada às normas atuais, fortalecendo a resposta a emergências e beneficiando diretamente pacientes que dependem de transporte aeromédico rápido. As informações completas sobre o edital e os documentos para participação estão disponíveis no portal do IgesDF, na página de Seleção de Fornecedores.   *Com informações do IgesDF

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Grupo diplomático internacional faz doação a serviço de voluntários do Hospital de Base

Quando há vontade de ajudar e de fazer o bem, a barreira linguística não é impedimento para a solidariedade. Nesta terça-feira (11), integrantes do Grupo dos Cônjuges dos Chefes de Missão (GCCM) estiveram no Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF) para doar itens de higiene pessoal ao Serviço Auxiliar de Voluntários (SAV). O grupo é formado por esposas de embaixadores e representantes diplomáticos de diversos países, como Ruanda, Gabão, Hungria, Índia e China. Fundado em Brasília, o GCCM é uma associação sem fins lucrativos que realiza eventos beneficentes, como o tradicional Bazar Internacional de Comida e Cultura. Os valores arrecadados são destinados a projetos sociais e instituições de caridade do Distrito Federal. Os produtos doados ao Hospital de Base foram reunidos ao longo de viagens internacionais realizadas pelas embaixatrizes e incluem xampus, condicionadores, sabonetes, escovas e pastas de dentes, entre outros. Grupo é formado por esposas de embaixadores e representantes diplomáticos de diversos países, como Ruanda, Gabão, Hungria, Índia e China | Fotos: Divulgação/IgesDF A esposa do encarregado de negócios de Singapura, Yumi Ng, destacou que o trabalho voluntário faz parte da identidade do GCCM e que o objetivo é sempre contribuir com a comunidade local. “Como cônjuges de embaixadores, temos muitos privilégios, e o intuito é usar essa condição para ajudar quem precisa”, afirma. A representante do SAV, Marleide Costa, ressaltou que toda ajuda é bem-vinda. Além de distribuir produtos de higiene pessoal a pacientes carentes, o voluntariado realiza um bazar permanente para arrecadar recursos destinados à compra de cadeiras de banho, cadeiras de rodas, muletas e andadores. “Recebemos doações de roupas, calçados, utensílios domésticos e brinquedos. Tudo é vendido no bazar e revertido em benefício dos pacientes”, explica. Depois de conhecer o bazar, as embaixatrizes visitaram a enfermaria de neurologia do HBDF para acompanhar o trabalho desenvolvido pelos voluntários junto aos pacientes internados. Serviço Auxiliar de Voluntários Criado em 1965 para atender à pediatria do então Hospital Distrital de Brasília, atual Hospital de Base, o SAV é a associação voluntária mais antiga em atividade dentro da unidade. A iniciativa nasceu da visão de Oscar Mendes Moren e do empenho de diversas voluntárias. Em 1981, foi oficialmente registrada como Entidade de Prestação de Serviços sem fins lucrativos, ampliando suas ações para todo o hospital. Embaixatrizes visitaram a enfermaria de neurologia do HBDF para acompanhar o trabalho desenvolvido pelos voluntários junto aos pacientes internados. Além da arrecadação e compra de insumos, o grupo também promove atividades terapêuticas, como oficinas de reiki, projetos musicais e apoio emocional aos pacientes. “Chamamos esse trabalho de ‘apoio ao leito’, e ele é fundamental. Vamos de leito em leito para conversar, oferecer suporte emocional e acolher”, conta Marleide Costa, voluntária há dez anos. As doações são essenciais para a continuidade das atividades do SAV, que atualmente conta com 25 voluntários ativos. O GCCM manifestou o desejo de seguir colaborando com o grupo. “É um trabalho muito bonito. O hospital é grande e tem muitas necessidades — todos podem contribuir de alguma forma”, completa Yumi. Com a nova parceria, o SAV fortalece uma corrente de solidariedade que ultrapassa fronteiras. Quem quiser participar pode procurar o escritório do grupo no Hospital de Base, de segunda a sexta-feira, no turno da tarde ou se cadastrar pelo site do SAV.      *Com informações do IgesDF

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Hospital de Base realiza mais de 4,8 mil atendimentos de mastologia em 2025

No Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), o diagnóstico de câncer de mama não precisa ser sinônimo de medo. Homens e mulheres que enfrentam a doença encontram acolhimento, atenção especializada e esperança de cura. Este ano, o serviço de mastologia da unidade já realizou 4.860 atendimentos, incluindo 102 pacientes homens, mostrando que prevenção e acompanhamento são para todos. Com a ampliação da estrutura e novos consultórios, a unidade consegue atender mais pacientes com qualidade, reforçando o compromisso do IgesDF com um cuidado integral, humanizado e de excelência. O serviço de mastologia do HBDF, especializado no estudo, diagnóstico, tratamento e prevenção de doenças da mama, se destaca pelo atendimento humanizado. A equipe multidisciplinar discute cada caso em reuniões clínicas, integrando radioterapia, oncologia e cirurgias, para garantir o melhor tratamento possível para cada paciente. A chefe da área, Mayra Teixeira, ressalta: "Nós temos atendimentos, temos reunião clínica, discutimos cada caso com a equipe de radioterapia e oncologia, para chegarmos sempre no melhor tratamento possível para a paciente". Em 2024, o Hospital de Base realizou 5.744 atendimentos de mastologia, incluindo 284 internações, 5.457 consultas e três atendimentos externos, além de 5.803 sessões de quimioterapia | Foto: Geovana Albuquerque/Agência Brasília O câncer de mama é um dos tipos mais comuns entre as mulheres, mas a detecção precoce faz toda a diferença. Exames de rotina, como a mamografia anual, podem reduzir em até 30% a mortalidade e evitar mutilações e tratamentos mais agressivos. "Quanto mais cedo conseguimos identificar o câncer, antes mesmo do surgimento de sintomas, maiores são as chances de cura e menores os riscos de complicações", reforça Mayara. Crescimento e modernização do serviço Em 2024, o Hospital de Base realizou 5.744 atendimentos de mastologia, incluindo 284 internações, 5.457 consultas e três atendimentos externos, além de 5.803 sessões de quimioterapia. Para atender à crescente demanda, em junho de 2025 a unidade ampliou o setor de oncologia, com a entrega de 11 novos consultórios, dobrando a capacidade de atendimentos iniciais, que agora podem chegar a 40 por mês.[LEIA_TAMBEM] O novo espaço conta com consultórios climatizados, pias em todas as salas, acessibilidade completa e um banheiro exclusivo para pacientes em tratamento. Atualmente, dez consultórios atendem à oncologia e três ao serviço de cuidados paliativos. Desde janeiro, 3.093 sessões de quimioterapia foram realizadas em pacientes com câncer de mama. Para muitos pacientes, o Hospital de Base vai além do cuidado clínico. É também um lugar de acolhimento emocional. Rita de Cássia, que fez tratamento no HBDF e hoje é voluntária na unidade conta. "É um sopro de vida para eles. Eu sempre fui muito acolhida, e sei o quanto isso é importante na vida de nós pacientes." *Com informações do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF)

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Programa Humanizar completa 6 anos de acolhimento ao paciente no DF

Antes mesmo de a humanização se tornar uma diretriz nacional, ela já fazia parte de tratamentos em hospitais do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF). Com o Programa Humanizar, criado em 2019 e idealizado pela primeira-dama do Distrito Federal, Mayara Noronha Rocha, o IgesDF antecipou uma transformação que hoje se espalha por todo o país. Seis anos depois, em 2025, a Lei nº 15.126 apenas confirmou o que o Instituto já praticava: cuidar vai muito além de tratar: é escutar, acolher e compreender cada paciente em sua totalidade. A nova legislação estabelece que todas as unidades de saúde brasileiras devem assegurar acolhimento, empatia e comunicação clara como parte indissociável do atendimento. No entanto, nos corredores do Hospital de Base, do Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) e das 13 Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) administradas pelo IgesDF, essa essência humana já estava presente havia anos, enraizada na cultura de quem cuida e de quem é cuidado. "Acreditamos que a saúde pública precisa enxergar cada paciente como um ser humano integral, com dores, medos e esperanças" Cleber Monteiro, diretor-presidente do IgesDF “O Humanizar tornou-se parte da identidade do IgesDF. Desde o início, acreditamos que a saúde pública precisa enxergar cada paciente como um ser humano integral, com dores, medos e esperanças. Hoje, o SUS reconhece a humanização como princípio fundamental, mas, no IgesDF, esse caminho já vinha sendo trilhado há seis anos”, destaca o diretor-presidente do Instituto, Cleber Monteiro. Humanização em foco Atualmente, 136 colaboradores atuam diariamente, das 7h às 22h, nas unidades geridas pelo Instituto, garantindo que cada paciente receba mais do que um atendimento técnico, tenha também atenção, escuta e humanidade. “O Humanizar surgiu quando enfrentei barreiras para conseguir atendimento de qualidade ao meu filho recém-nascido. Naquele momento, percebi o quanto faltava um olhar mais humano e acolhedor em nossas unidades de saúde. Hoje, ver esse ideal se transformar em lei nacional é a prova de que estamos no caminho certo”, destaca a primeira-dama do DF, Mayara Noronha Rocha. O cuidado com cada paciente é o mote do Programa Humanizar | Foto: Alberto Ruy/IgesDF Para a gerente-geral de Humanização e Experiência do Paciente do IgesDF, Anucha Soares, o maior impacto é sentido pelos próprios usuários. “O Humanizar é sobre enxergar o paciente além da doença. É transformar o cuidado em acolhimento e o serviço público em espaço de empatia, escuta e dignidade”, ressalta. Na mesma linha, a chefe do Núcleo de Humanização, Letícia Ângelo, reforça que a presença constante dos profissionais nas unidades cria vínculos e segurança. “Estar ao lado do paciente e da família é dar confiança. É mostrar que eles não estão sozinhos. Essa é a missão que nos move todos os dias”, afirma. Idealização e execução Josiane Gonçalves dos Reis, 38 anos, conta que chegou ao no Hospital de Base “com medo e dor, mas fui recebida por uma profissional que segurou minha mão, explicou o que estava acontecendo e me acalmou. Aquilo mudou tudo para mim”, conta. Acompanhada nos setores da oncologia e hematologia, Josiane lembra de quando foi sorteada pelo Humanizar para ir a um evento externo. “Foi maravilhoso para mim ter vivenciado isso. O paciente poder estar em outros ambientes e aproveitar isso contribui muito para a nossa melhora”, relata. "Achei que estaria sozinha naquele momento difícil, mas a equipe do Humanizar esteve comigo o tempo todo, ajudando até em coisas simples" Arleide Maria Stemler, paciente Arleide Maria Stemler, 63, relembra com emoção o apoio recebido. “Achei que estaria sozinha naquele momento difícil, mas a equipe do Humanizar esteve comigo o tempo todo, ajudando até em coisas simples. Esse apoio faz toda a diferença.” Hoje, o Humanizar é reconhecido nacionalmente como um modelo de atuação humanizada, inspirando outras redes de saúde a seguirem o mesmo caminho. “A humanização não é um complemento, mas parte essencial da assistência. No olhar de cada paciente acolhido, está a confirmação de que a saúde pode e deve ser feita com técnica, mas também com afeto”, afirma Mayara Noronha Rocha. *Com informações do IgesDF  

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Dia Mundial da Visão alerta para o retinoblastoma em crianças

Com pouco mais de um mês de vida, Pedro Henrique teve uma alteração no teste do olhinho — exame simples e obrigatório que pode revelar grandes problemas de visão. A suspeita inicial era de catarata congênita, mas os exames realizados no Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF) confirmaram um diagnóstico mais grave: retinoblastoma, o tipo de câncer ocular mais comum na infância. No mundo, a doença ocorre em cerca de 1 a cada 15 a 20 mil crianças. Graças à detecção precoce, as chances de cura podem superar 95%, segundo a American Cancer Society e dados da literatura médica internacional. E é justamente essa importância do diagnóstico antecipado que o Dia Mundial da Visão, celebrado na segunda quinta-feira de outubro, busca reforçar. Para o Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), cuidar da saúde ocular das crianças é um compromisso que deve durar o ano inteiro. O retinoblastoma afeta principalmente crianças menores de 5 anos, sendo metade dos casos diagnosticados antes dos 2 anos. Embora raro, a detecção rápida é determinante tanto para a cura quanto para a preservação da visão. O câncer ocular pode ocorrer de forma esporádica ou hereditária. Crianças com histórico familiar devem ser acompanhadas desde o nascimento, para garantir que qualquer alteração ocular seja detectada rapidamente. O caso de Pedro Henrique Atualmente com 4 meses, Pedro Henrique e sua família aguardam resultado da biópsia | Foto: Arquivo Pessoal Hoje com 4 meses, Pedro Henrique está em São Paulo com a mãe, onde passou por cirurgia e aguarda o resultado da biópsia para definir os próximos passos do tratamento. “É muito importante manter a calma e ter fé. Buscar o tratamento faz toda a diferença na vida da criança”, reforça Luiz Henrique, pai do bebê. O oftalmologista Fábio Luis Bosso, especialista em retina do Hospital de Base, explica que exames detalhados foram essenciais para identificar o tumor em fase inicial. “Um exame anterior não mostrou o tumor, mas a tomografia realizada no Base permitiu o diagnóstico precoce”. Tratamento e chances de cura O tratamento do retinoblastoma pode incluir cirurgia, quimioterapia, radioterapia ou terapias focais, como laser e crioterapia (técnica minimamente invasiva que utiliza frio extremo para destruir células tumorais), dependendo do estágio da doença. Quanto mais cedo a detecção, maior a chance de preservar a visão. Tratamento pode incluir cirurgia, quimioterapia, radioterapia ou terapias focais, como laser e crioterapia, dependendo do estágio da doença | Foto: Alberto Ruy/IgesDF  Segundo o Ministério da Saúde, estima-se que surjam cerca de 400 novos casos da doença por ano no Brasil. Reconhecer os sinais precoces pode salvar vidas. Sinais de alerta e onde buscar atendimento Cuidar da visão desde cedo pode transformar o futuro de uma criança, e a atenção dos pais é o primeiro passo. Os sinais de alerta incluem reflexo branco ou opaco na pupila (“olho de gato”), geralmente percebido em fotos com flash, estrabismo, inchaço ou dor nos olhos e redução da visão. O Hospital Materno Infantil de Brasília (HMIB) é referência nesse tipo de atendimento, assim como os Hospitais Regionais da Asa Norte (HRAN) e do Gama (HRG). Em situações de urgência, o Hospital de Base do DF oferece pronto-socorro oftalmológico 24 horas.   *Com informações do Instituto de Gestão Estratégica em Saúde do DF (IgesDF)

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Nos 35 anos do SUS, projeto do IgesDF une humanização e atendimento seguro de pacientes

Quando criança, Djalma Araújo, 72 anos, lembra que a família precisava juntar dinheiro para cada consulta médica. “A gente tinha que escolher: ou comprava comida ou levava meu pai ao médico”, recorda. Hoje, ela celebra os 35 anos do SUS com gratidão. “Faço meus exames e consultas no hospital público sem gastar nada. É um direito que mudou a vida da minha família”, conta. Tânia Moraes, de 56 anos, sempre teve plano de saúde. Mas quando quebrou o ombro em um acidente doméstico, já não estava mais pagando as mensalidades. Sem recursos, foi levada ao Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), onde recebeu atendimento de emergência, internação e cirurgia com prótese. “Eu tinha preconceito com o SUS, achava que não funcionava. Mas tudo correu bem e o cuidado da equipe foi excelente”, elogia. Sistema Único de Saúde (SUS) completa 35 anos nesta sexta-feira (19) | Foto: Divulgação/IgesDF Nesta sexta-feira (19), o Sistema Único de Saúde (SUS) completa 35 anos. Desde 1990, o serviço público garante, de forma gratuita e universal, o acesso de milhões de brasileiros a cuidados que vão da Unidade Básica de Saúde até procedimentos de alta complexidade. Há seis anos, o Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) assumiu a administração de várias unidades de saúde no DF que continuam 100% no SUS. “Nenhum hospital ou UPA do IgesDF exige pagamento por consultas, exames, medicamentos ou procedimentos, todos os serviços são assegurados pelo SUS”, destaca Cleber Monteiro, presidente do instituto. Responsável pelos Hospitais de Base, Regional de Santa Maria, Cidade do Sol e 13 unidades de pronto atendimento (UPAs), o IgesDF foi além. Com a implementação do programa Humanizar, idealizado pela primeira-dama do DF, Mayara Noronha Rocha, ainda em 2019, o Instituto coloca o paciente no centro do cuidado, inspirado na Política Nacional de Humanização do Ministério da Saúde. “O programa garante acolhimento em todas as unidades, valoriza a escuta qualificada e oferece suporte a usuários e acompanhantes, tornando a experiência no sistema de saúde mais respeitosa e acolhedora”, explica Anucha Soares, gerente do programa. Com a implementação do programa Humanizar, idealizado pela primeira-dama do DF, Mayara Noronha Rocha, ainda em 2019, o Instituto coloca o paciente no centro do cuidado, inspirado na Política Nacional de Humanização do Ministério da Saúde SUS e humanização O Programa Humanizar dentro do IgesDF se antecipou até mesmo ao próprio SUS. Em abril de 2025, a Lei nº 15.126 atualizou a legislação do SUS, incluindo a atenção humanizada ao lado da universalidade, integralidade e equidade. Isso significa que, além de garantir atendimento gratuito, o SUS agora tem a obrigação legal de oferecer respeito, acolhimento e comunicação clara em todas as etapas do cuidado. Antes, a humanização era tratada em programas e diretrizes do Ministério da Saúde como a Política Nacional de Humanização. Agora, torna-se uma obrigação legal, vinculando gestores, profissionais e serviços de saúde em todo o país. Com o Humanizar, o IgesDF reforçou as práticas de acolhimento, comunicação clara, respeito à individualidade e protagonismo do paciente. “Ações de humanização já acontecem dentro de várias secretarias de saúde pelo país. No Iges é diferente. Fazemos contratação direta, exclusiva para esse serviço. Nosso colaborador fica na porta acolhendo e individualizando o atendimento não só do paciente, mas dos seus familiares também”, completa Anucha. “Nós já colocamos a humanização como eixo central do cuidado. Estamos à frente das mudanças na Lei e, por isso, somos referência nessa prática”, conclui o presidente do IgesDF, Cleber Monteiro. *Com informações do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF)

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Hospital de Base é escolhido pela Anvisa para avaliação de estratégias contra bactérias multirresistentes

Especialistas do Centro de Controle e Prevenção de Infecções da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) estiveram no Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF) nesta quinta-feira (31) para discutir números do projeto sobre prevenção e controle de infecção. Em julho de 2023, o HBDF foi um dos selecionados para participar do estudo. As áreas escolhidas para a implementação do estudo foram a unidade de terapia intensiva (UTI) do trauma e a clínica de hematologia. Entre os objetivos do projeto estão a diminuição da taxa de resistência aos antimicrobianos e a aplicação de medidas de prevenção no controle de infecções hospitalares. As mudanças de comportamento com o estudo contribuem para a segurança do paciente | Foto: Divulgação/IgesDF Dados apresentados na reunião apontam que a adesão à higiene das mãos passou de 48% para 70% na UTI e de 49% para 76% na hematologia. Na precaução de contato, a porcentagem de adesão subiu de 62% para 70% na UTI e de 67% para 82% na hematologia. Chefe de controle e infecção hospitalar (CCIH) do Hospital de Base, o médico infectologista Julival Ribeiro, destaca que “esse avanço contribui diretamente para a redução das Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde (IRAS), fortalecendo a segurança do paciente e a qualidade do serviço prestado”. [LEIA_TAMBEM]Julival Ribeiro ressalta também, a importância de o hospital participar de um estudo fundamental para o controle de infecções. “É uma grande satisfação sermos um dos escolhidos para dar início a um projeto tão importante para o Brasil, porque a partir de nós, ele será estendido para todos os hospitais do país, visando a diminuição da problemática da resistência bacteriana”, completa. A gerente de Vigilância e Monitoramento em Serviços de Saúde da Anvisa, Magda Costa, responsável pela coordenação do Programa Nacional de Controle das Infecções no Brasil, explica que o foco do projeto é avaliar as principais medidas de prevenção e controle de infecções por bactérias multirresistentes. “O projeto é uma parceria com a Fiocruz, Ministério da Saúde, Unifesp e o Centro de Prevenção de Doenças dos Estados Unidos”, lembra. O infectologista Eduardo Medeiros, especialista do projeto, ressalta que “o aumento da resistência de bactérias aos antibióticos é um problema mundial, e que o Brasil também vem enfrentando, principalmente as infecções causadas por bactérias como a Klebsiella pneumoniae e a Acinetobacter baumannii”. *Com informações do IgesDF  

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Tempo de espera na oncologia diminui na saúde pública do DF

Oferecer atendimento ágil, coordenado e humano a pacientes oncológicos. Foi com esse objetivo central que o programa “O câncer não espera. O GDF também não” redesenhou a linha de cuidado na rede pública. Um dos pilares da ação é o foco na jornada do paciente oncológico, tornando-a mais rápida na rede pública.  No caminho proposto pelo programa, o tratamento tem início na Unidade Básica de Saúde (UBS), onde o usuário é referenciado para consulta com especialista, exames diagnósticos e inserção em fila de atendimento oncológico para que atendimento e tratamento se iniciem em um prazo de até 60 dias. Arte: Secretaria de Saúde Como funciona Após inserido na fila de regulação para primeira consulta oncológica, o paciente é acionado pela Central de Regulação do Distrito Federal, onde passa por uma triagem oncológica. Em seguida, ele pode começar o tratamento em alguma das unidades habilitadas. Tudo isso com acompanhamento contínuo e posterior retorno à UBS, conforme a evolução clínica. A equipe especializada monitora o paciente em todas as etapas: exame, cirurgia, quimioterapia e radioterapia.  É o caso de Antônia Oliveira, 46. Anualmente, ela comparecia ao Hospital de Base (HBDF) para acompanhar um nódulo no seio. Quando surgiu a suspeita de possível câncer de mama, foi realizada a biópsia para confirmação do diagnóstico e a transferência ao Hospital Regional de Taguatinga (HRT). “Fui encaminhada para continuar o tratamento com o setor oncológico e fui muito bem-recebida. Hoje, fiz quimioterapia. Na minha primeira vez na oncologia, tudo ocorreu com rapidez”, declara. A ideia é que o tratamento seja iniciado em até 60 dias após o paciente procurar a UBS | Foto: Sandro Araújo/SES-DF  Atendimento humanizado A paciente Carmen Dirce Silva, 54, também realiza o acompanhamento no HRT e sente os benefícios de uma assistência integral e humanizada. A enfermeira foi diagnosticada com câncer de mama e, desde o início deste ano, faz quimioterapia na unidade. “O acolhimento está ótimo. Tem uma equipe que te acompanha ao longo de todo o tratamento. Aqui, tenho consultas com psicólogo, fisioterapeuta, assistente social e nutricionista. A gente tem até feito passeios e eventos", diz. Carmen reflete como é essencial interligar as especialidades, participar de reuniões em grupo com outras pacientes oncológicas e obter ajuda psicológica. “A palavra câncer é muito forte, e o acolhimento, até dentro da sala da quimioterapia, é muito importante. A maioria é enfermeiro e trata a gente com muito carinho”, lembra. “E para mim, que sou da área da saúde, foi muito difícil me acostumar com o diagnóstico. Sou alguém que estava acostumada a cuidar e, agora, tive que me acostumar a ser cuidada”. O programa aposta nos benefícios de uma assistência integral e humanizada Menos espera A partir de medidas estratégicas, esses usuários estão aguardando menos tempo para o tratamento. É o que mostram os números: de março a julho deste ano, a média de espera oncológica passou de 74 dias para 51 dias; já a de radioterapia foi de 54 dias para 30 dias ー  quedas de 31% e 44%, respectivamente.  A proposta prevê 1.383 novos tratamentos oncológicos em todo Distrito Federal, no período de três meses. Foram investidos mais de R$ 14 milhões para permitir que as pessoas na lista de espera pudessem começar a terapia adequada o quanto antes.  [LEIA_TAMBEM]O secretário de Saúde, Juracy Lacerda, ressalta como o tempo é crucial para o atendimento de pacientes diagnosticados com a doença e como o programa busca priorizar essa questão. “No início da minha gestão, tínhamos 900 pacientes aguardando e um tempo médio de 74 dias para que fossem atendidos. Com a elaboração da linha de cuidado e algumas ações internas, conseguimos, antes mesmo da implementação do programa, reduzir de forma significativa a lista e o tempo de espera”, afirma. Dados no DF No DF, há uma média de 399 pacientes inseridos mensalmente na lista de espera. Segundo dados do Instituto Nacional de Câncer (Inca), a expectativa é que a capital federal passe a registrar quase 9 mil novos casos entre o triênio 2023/2025. O número aumenta para 10,3 mil novas ocorrências quando a Região Integrada de Desenvolvimento do Distrito Federal e Entorno (Ride) é considerada na pesquisa.  Os tipos de câncer que mais acometem a população são os de mama, cólon, reto e colo do útero, para mulheres; e próstata, cólon, reto,  traqueia, brônquio e pulmão, para homens. *Com informações da Secretaria de Saúde

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Hospital de Base realiza 75 triagens e 35 exames de laringe em campanha de prevenção a problemas da voz

O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), por meio do Serviço de Fonoaudiologia do Hospital de Base do Distrito Federal, promoveu nos dias 22 e 23 de abril uma ação especial em alusão ao Dia Mundial da Voz, celebrado em 16 de abril. A campanha A sua voz informa integrou o movimento nacional Amigos da voz, da Sociedade Brasileira de Fonoaudiologia (SBFa), com apoio da Secretaria de Saúde do DF (SES-DF), da Escola de Música de Brasília e de universidades locais. Além de fazer exames, a ação orientou sobre prevenção do doenças na voz | Fotos: Divulgação/IgesDF  Durante os dois dias de evento, foram realizadas 75 triagens e 44 avaliações fonoaudiológicas, além de 35 exames de laringe — sendo 21 em pacientes com regulação de urgência e 14 no público geral. Os atendimentos contaram com equipes da fonoaudiologia, da otorrinolaringologia e da endoscopia respiratória do HBDF. Além disso, foram oferecidas orientações sobre cuidados com a voz, visando a prevenção de doenças vocais, especialmente entre aqueles que utilizam intensamente a voz no dia a dia, como professores, cantores e operadores de telemarketing. No dia 22, os pacientes que se encontravam no ambulatório acompanharam a apresentação musical do cantor Abel Marcks e do sanfoneiro Alexandre Machado, com canções populares diversas. [LEIA_TAMBEM]Elizabeth Marra, professora recém-aposentada com mais de 30 anos de serviço, foi uma das pessoas chamadas para atendimento pela otorrinolaringologia. Ao ser examinada pela otorrinolaringologista Daniela Prust, descobriu que a situação não indicava mais cirurgia. “Fiquei muito aliviada. Nas consultas anteriores, a única indicação era cirurgia, mas hoje fui muito bem atendida e continuo sendo. Gostei bastante do resultado”, disse. “Mesmo quem não é operador da voz como professores, cantores, palestrantes, mas faz uso constante dela, precisa estar atento. Doenças vocais podem surgir a qualquer momento, independentemente da profissão”, alerta. Elizabeth foi encaminhada para seguir o atendimento com a fonoaudiologia, para curar o problema de rouquidão. “Agora vou tentar restabelecer os danos causados por esses 30 anos de uso intenso da voz”, concluiu. *Com informações do IgesDF

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IgesDF oferece curso sobre direitos sociais da pessoa com transtorno do espectro autista

O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), por meio da Diretoria de Inovação, Ensino e Pesquisa (Diep), promoveu uma capacitação sobre direitos sociais da pessoa com transtorno do espectro autista (TEA). O evento foi realizado nesta segunda-feira (14), no Hospital Regional de Santa Maria (HRSM). A capacitação teve como foco os direitos sociais assegurados pela Lei Brasileira de Inclusão (Lei n.º 13.146/2015) e pela Lei Berenice Piana (Lei n.º 12.764/2012). O curso abordou a legislação vigente, acesso a serviços de saúde, educação e assistência social, além de estratégias para a adaptação do atendimento às necessidades desse público. O curso abordou a legislação vigente, acesso a serviços de saúde, educação e assistência social, além de estratégias para a adaptação do atendimento às necessidades dos autistas | Fotos: Alberto Ruy/IgesDF “Este é um curso para além da questão da saúde. A gente está falando no âmbito da educação, da questão da assistência social, de pensar no acesso e na própria mobilidade. É entender que, conforme a política nacional, o autista é uma pessoa com deficiência. Então, ele tem acesso e direito a tudo a que a pessoa com deficiência também pode ter acesso”, explica a assistente social Beatriz Liarte, ministrante do curso. Segundo ela, hoje há inúmeros pacientes com autismo nas unidades, e muitas vezes, os profissionais da assistência lidam com famílias que não têm o laudo específico, então, não conseguem orientar direito. “Muitas vezes, elas não sabem exatamente para qual rede encaminhar, se aquele paciente tem acesso a benefícios, por exemplo, que podem auxiliar no tratamento, no pagamento de terapias. Então, é necessário que a gente possa estar se capacitando constantemente porque o número de pacientes com TEA tem sido cada vez maior”, destaca. O curso é voltado para todos os profissionais de saúde que tenham interesse no tema, estudantes e público externo. Ainda ocorrerão duas capacitações, no Hospital de Base, nos dias 29 e 30 de abril. As inscrições estão abertas no site do IgesDF. *Com informações do IgesDF

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Hospital de Base faz 309 exames de PET/CT nos primeiros três meses de 2025

O tratamento e o diagnóstico de câncer tem um forte aliado na rede de saúde pública do DF. É o setor de Medicina Nuclear do Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF). O local conta com tecnologia de ponta para auxiliar a equipe médica, especialmente no exame PET/CT, de alta complexidade. Apenas nos três primeiros meses de 2025, já foram registrados 309 exames, evidenciando a crescente necessidade desse serviço na rede pública de saúde. O procedimento começou a ser oferecido no HBDF em 2021 e a procura só vem crescendo. O número de exames realizados saltou de 58 nos primeiros quatro meses de funcionamento para 833 em 2024. Com o exame de alta complexidade PET/CT, é possível avaliar o grau de disseminação do câncer no corpo do paciente | Fotos: Alberto Ruy/IgesDF O PET/CT é um exame essencial para o estadiamento do câncer, ou seja, para avaliar o grau de disseminação da doença no corpo do paciente. Além disso, o exame também é importante para a avaliação de resposta terapêutica aos tratamentos realizados pelo paciente e para controle e detecção de recidiva da doença. O exame de PET/CT funciona combinando imagens anatômicas e funcionais para um diagnóstico mais preciso. “Esse avanço tem contribuído diretamente para melhorar a precisão dos diagnósticos, a eficácia dos tratamentos e, consequentemente, a qualidade de vida dos pacientes”, afirma o chefe de Medicina Nuclear do HBDF, Marcelo Santos. HBDF é referência no diagnóstico e tratamento de diversas doenças, principalmente na área oncológica O serviço de Medicina Nuclear do HBDF dispõe de infraestrutura para realizar até 200 exames de PET/CT por mês, além de contar com um quarto terapêutico com dois leitos exclusivos para tratamentos com radioisótopos. O setor foi idealizado pelo médico nuclear e endocrinologista Rogério Ulysséa, pioneiro no Distrito Federal, no final da década de 1960. Inicialmente, na unidade eram realizadas cintilografias e terapias com radioisótopos tanto ambulatorial quanto sob regime de internação hospitalar. A partir de então, o HBDF tem se consolidado como referência no diagnóstico e tratamento de diversas doenças, principalmente na área oncológica. A unidade realiza exames de alta complexidade, como o PET/CT, além de oferecer tratamentos como a iodoterapia para hipertireoidismo e câncer diferenciado de tireoide. Com um aumento expressivo na demanda nos últimos anos, o serviço busca expandir a capacidade para atender cada vez mais pacientes. A equipe multiprofissional é composta por médicos nucleares, radiologistas, farmacêuticos especializados em radiofarmácia, enfermeiros, técnicos de radiologia e enfermagem, além de um físico médico responsável pela segurança dos equipamentos. O trabalho integrado desses profissionais garante um atendimento seguro e eficiente aos pacientes. Novas perspectivas “A divulgação é essencial para que mais pacientes possam se beneficiar dos exames e tratamentos disponíveis, garantindo um diagnóstico precoce e um tratamento mais eficaz” Marcelo Santos, chefe de Medicina Nuclear do HBDF Para os próximos anos, o Hospital de Base prevê a aquisição de uma gama câmara, o que permitirá ampliar a oferta de exames de medicina nuclear. De acordo com Karen Letícia Cardozo Vasco, da Assessoria de Relações Institucionais (ASREI), o processo de compra já está em andamento. Além disso, há planos para expandir as terapias com radioisótopos, oferecendo tratamentos ainda mais completos e eficazes para os pacientes. Marcelo Santos destaca que, apesar dos avanços, muitas pessoas ainda desconhecem os serviços oferecidos pelo setor de Medicina Nuclear do HBDF. “A divulgação é essencial para que mais pacientes possam se beneficiar dos exames e tratamentos disponíveis, garantindo um diagnóstico precoce e um tratamento mais eficaz”, reforça. *Com informações do IgesDF

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Hospital de Base recebe workshop sobre inclusão de pessoas com deficiência no serviço público

Na segunda-feira (24), o Núcleo de Educação Corporativa (Nudec) vinculado à Diretoria de Inovação, Ensino e Pesquisa (Diep) do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) realizou, no auditório do Hospital de Base, o workshop Pessoa com Deficiência e seu Acesso ao Serviço Público. Voltado para os colaboradores da instituição, o evento teve como palestrante Alexandre Ferreira de Castro, diretor de Comunicação Acessível da Secretaria da Pessoa com Deficiência do DF. Voltado para os colaboradores do HBDF, o evento teve como palestrante Alexandre Ferreira de Castro, diretor de Comunicação Acessível da Secretaria da Pessoa com Deficiência do DF | Foto: Alberto Ruy/IgesDF O evento destacou a importância da conscientização sobre os direitos das pessoas com deficiência e a necessidade de um ambiente mais acessível e acolhedor no serviço público. “Esse encontro não é apenas uma oportunidade de reflexão, mas um convite à ação em prol da promoção dos direitos das pessoas com deficiência. Precisamos lembrar que cada indivíduo, independentemente de suas limitações, possui direitos indispensáveis que devem ser respeitados e garantidos”, afirmou Erick Cardoso, chefe do Nudec. Durante o workshop, Alexandre falou sobre a abordagem aos diferentes segmentos de pessoas com deficiência, suas especificidades, a forma adequada de tratá-las, as terminologias corretas, a legislação vigente que é desconhecida por muitas pessoas e o papel da Secretaria da Pessoa com Deficiência como apoiadora dos serviços voltados a esse público. Segundo Alexandre, a iniciativa do IgesDF em realizar um workshop com esse tema é muito louvável e pertinente para os dias de hoje. “É uma ação proativa que amplia a conscientização sobre a importância do atendimento adequado às pessoas com deficiência. Isso ajuda a proporcionar um serviço com mais qualidade e excelência, respeitando as características de cada um. Afinal, é fundamental tratar o diferente de forma diferente, na medida em que ele se diferencia”, concluiu. *Com informações do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF)

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Curso capacita profissionais para o cuidado com feridas tumorais

O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) promove nos dias 24 e 25 de fevereiro um curso voltado ao cuidado com feridas tumorais e sua relação com os cuidados paliativos. O evento, organizado pelo Núcleo de Educação Permanente (Nuepe), busca capacitar profissionais da saúde, estudantes e demais interessados no manejo adequado dessas lesões, proporcionando mais conforto e qualidade de vida aos pacientes. A capacitação será ministrada pela enfermeira residente, Brenda Tayrine, do Programa Multiprofissional de Oncologia do IgesDF, no auditório da Diretoria de Inovação, Ensino e Pesquisa (Diep) do Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), no dia 24, das 14h às 16h; e no auditório do Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), no dia 25, das 9h às 12h. O curso será aberto a profissionais da saúde, estudantes e demais interessados no manejo adequado de feridas tumorais | Foto: Divulgação/IgesDF “A educação permanente é um dos pilares do IgesDF para garantir a melhoria da assistência prestada aos pacientes. O curso sobre feridas tumorais reforça nosso compromisso com a formação de profissionais capacitados e atualizados”, afirma a chefe do Núcleo de Educação Permanente, Ana Paula Lustosa. As inscrições são gratuitas e possuem vagas limitadas. Caso o número de inscritos exceda a capacidade do evento, será formada uma lista de espera. Os participantes receberão certificado de participação por e-mail em até 60 dias úteis após a conclusão do curso. Para mais informações, os interessados podem entrar em contato com o Nuepe pelo e-mail nuepe@igesdf.org.br. *Com informações do IgesDF

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Técnica de pesquisadores de neurotrauma do HBDF agiliza alta de pacientes internados em UTIs

A UTI Neurotrauma do Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF) recebeu a visita de pesquisadores de um hospital privado de São Paulo em busca de aprender mais sobre a Neuromodulação por Estimulação Elétrica Periférica (Neep) e sobre como implementar o Time de Suporte Neuromuscular Avançado. Criado em 2021 pelo pesquisador Paulo Eugênio Silva e pela chefe do Serviço de Saúde Funcional do HBDF, a fisioterapeuta Agda Ultra, esse time de suporte busca mudar o paradigma atual (conhecido como survival), em que médicos, fisioterapeutas, enfermeiros e nutricionistas focam a garantia de que os pacientes sobrevivam ao período de internação na UTI. Com os avanços tecnológicos, o maior desafio atual é dar alta aos pacientes da UTI de forma mais rápida e com o máximo de independência funcional (survivorship). O maior desafio atual é dar alta aos pacientes da UTI de forma mais rápida e com o máximo de independência funcional | Fotos: Alberto Ruy/IgesDF “Na UTI, o fisioterapeuta assistencial desempenha um papel fundamental, sendo responsável por até dez pacientes, com foco na reabilitação respiratória e motora. Além disso, ele colabora ativamente em atividades compartilhadas com a equipe multidisciplinar, como transporte intra-hospitalar. Enquanto isso, nosso time especializado trabalha no tratamento específico do sistema neuroimunoendócrino, com ênfase na manutenção da força, massa muscular e na redução do processo inflamatório de baixo grau. Ambos os fisioterapeutas, assistenciais e especializados, têm papéis distintos, mas essenciais e complementares, garantindo um cuidado integral e otimizado ao paciente”, comenta Marília Mendes Rodrigues, pesquisadora e membro do Time de Suporte Neuromuscular Avançado. Segundo Paulo Eugênio Silva, mais da metade dos pacientes que recebem alta desenvolve uma condição chamada de fraqueza adquirida na UTI. “O uso de medicamentos e a restrição ao leito durante a internação afetam o sistema nervoso periférico, reduzindo significativamente a força muscular. Para que não permaneçam muito tempo internados na UTI, que é um ambiente de alto potencial de infecção, os pacientes costumam ter alta sem conseguir caminhar, tomar banho sozinhos ou se alimentar. Muitos não conseguem voltar ao trabalho, o que se tornou um problema de saúde pública mundial”, explica. A nova técnica diminui o número de casos de fraqueza adquirida na UTI Com a aplicação do Suporte Neuromuscular Avançado, a chance de alta sem sequelas é considerável. “Desde que implantamos essa tecnologia, em 2021, atendemos mais de 5 mil pacientes. Em um ensaio clínico com 60 pacientes no Hospital de Base do DF, demonstramos que 50% dos que receberam tratamento convencional desenvolveram fraqueza adquirida na UTI, enquanto que nenhum dos que receberam o Suporte Neuromuscular Avançado apresentou essa condição”, afirma Paulo Eugênio Silva. O estudo foi publicado em 2019 em um importante periódico da sociedade japonesa de terapia intensiva. Como funciona? Para aplicar a técnica, o time utiliza um dispositivo específico, desenvolvido a partir de pesquisas científicas que envolvem a Neep. “Venho estudando a Neep desde 2007. Em 2008, realizei um fellowship [programa de complementação especializada voltado a médicos e profissionais de outras áreas da saúde] na Bélgica, o que me permitiu absorver novas ideias. Em 2012, já no Brasil, foi desenvolvido um dispositivo para a aplicação de Neep em pacientes críticos, o único no mundo com certificação da Anvisa para uso em UTI, o que resulta em maior segurança na prática assistencial”, explica o professor. Os pacientes passam por uma rigorosa avaliação individual para aplicação do tratamento Os pacientes passam por uma rigorosa avaliação individual para aplicação do tratamento, que envolve a despolarização dos motoneurônios-α, duas vezes por dia, cinco vezes por semana. “Os equipamentos convencionais não possuem características fundamentais como frequência, largura de pulso e intensidade adequadas para nossos pacientes”, explica Marília Mendes. Atualmente, o time da UTI Neurotrauma do HBDF está vinculado ao grupo de pesquisa Fisiologia Clínica e Inovação Tecnológica, certificado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e localizado no Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF). “Por conta do grupo, conduzimos estudos clínicos, orientamos alunos de mestrado e doutorado e temos publicado artigos científicos em periódicos importantes”, relata Silva. Ana Carolina Lagoa, gerente de pesquisa da Diretoria de Inovação, Ensino e Pesquisa (Diep) afirma que a Gerência de Pesquisa (Gerpe) atua no fortalecimento da produção científica no IgesDF, apoiando projetos inovadores como o desenvolvido pelo Time de Pesquisadores da UTI Neurotrauma do HBDF. O grupo tem quatro pesquisas em andamento, duas nacionais e duas internacionais. Recentemente, Silva contribuiu para um livro oficial da International Functional Electrical Stimulation Society (IFESS) e foi convidado para palestras nos Estados Unidos. “Lançaremos o livro na RehabWeek 2025, em Chicago, e depois palestrarei na Universidade de Maryland”, conta. *Com informações do IgesDF

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Festa junina celebra memória de coordenadora da Rede Feminina de Combate ao Câncer

A entrega mensal de cestas básicas promovida pela Rede Feminina de Combate ao Câncer teve um sabor especial no dia 28 de junho, com uma animada festa junina no Hospital de Base do Distrito Federal. A manhã festiva contou com a presença do cantor Antônio Resende, que animou a festa trazendo alegria para os pacientes, voluntários, acompanhantes e colaboradores. Todos dançaram e aproveitaram as comidas típicas do evento.  A festa junina da Rede Feminina de Combate ao Câncer homenageou Verinha, antiga coordenadora da entidade que faleceu há três meses | Foto: Izabela Carvalho/ IgesDF O evento foi marcado pela celebração da memória de Vera Lúcia Bezerra, carinhosamente conhecida como Verinha. Durante um momento de reflexão, uma música foi cantada em homenagem à coordenadora da Rede Feminina, que faleceu há três meses. A festa também contou com a tradicional distribuição de galinhada, oferecida para mil pessoas pela Rede Feminina. “Festa para minha mãe não podia faltar cachorro-quente e galinhada”, disse Larissa Bezerra, filha de Verinha e atual coordenadora da Rede. Rita Nunes, paciente que realiza acompanhamento no Hospital de Base após tratamento contra o câncer, elogiou o apoio da Rede e o tratamento recebido no hospital. “Foi um momento muito especial, adorei a galinhada e vou levar um pouco para comer no jantar também”, comentou. *Com informações do IgesDF

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Encontro reúne assistentes sociais para celebração e troca de experiências

Nessa quarta-feira (15), o Dia do Assistente Social foi comemorado no auditório do Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF). O encontro reuniu mais de 80 profissionais da área, provenientes de diversas unidades de saúde administradas pelo Instituto de Gestão Estratégica do Distrito Federal (IgesDF), como o Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), as unidades de pronto atendimento (UPAs), o Hospital Cidade do Sol (HSol) e o próprio HBDF. Encontro em comemoração ao Dia do Assistente Social reuniu mais de 80 profissionais do IgesDF nessa quarta (15) | Foto: Divulgação/IgesDF O superintendente do Hospital de Base, Guilherme Porfírio, enfatizou: “O serviço social é o coração pulsante das nossas instituições de saúde. Sem ele, nossa missão de cuidar das pessoas estaria incompleta. É com imensa gratidão que reconhecemos o trabalho essencial dos assistentes sociais, que são verdadeiros agentes de transformação”. Durante a manhã, uma mesa de debates contou com a participação de destacados profissionais do serviço social na saúde. Na parte da tarde, a programação seguiu com dinâmicas de integração, grupos de trabalho e homenagens. A iniciativa de reunir os profissionais foi das chefes das unidades de serviço social do HBDF, Érica Tedesque, e do HRSM, Lidiany Azevedo. Ambas compartilham a convicção de que é essencial promover a colaboração e o aprimoramento contínuo do serviço social na saúde pública do Distrito Federal. “Esse momento é muito importante, porque conseguimos institucionalmente trocar experiências e pensar em estratégias para uma melhor assistência aos pacientes atendidos em cada unidade”, afirmou Érica. *Com informações do IgesDF

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Disfagia: um desafio diário pela saúde alimentar

O Dia Nacional da Disfagia, comemorado em 20 de março, tem o intuito de promover a sensibilização sobre essa condição que impacta significativamente a vida dos pacientes. O serviço de fonoaudiologia (Sefon) do Hospital de Base (HBDF) aproveitou a data para fazer um evento quarta (20) e quinta-feira (21), com atividades como degustação de suplementos orais e espessantes e orientações sobre a condição. Os principais objetivos do evento foram conscientizar a equipe multidisciplinar sobre a disfagia e fomentar a participação ativa de profissionais de saúde e membros da sociedade. Evento no Hospital de Base conscientizou a equipe multidisciplinar sobre a disfagia | Fotos: Pollyana Cabral/ IgesDF A disfagia vai além da simples dificuldade na alimentação, ela compromete a nutrição, a hidratação e aumenta o risco de broncoaspiração, afetando diretamente a qualidade de vida dos pacientes e das famílias deles. Entre os desafios está a necessidade de ajustes na dieta e na postura durante as refeições. Sinais comuns de disfagia incluem prolongamento do tempo de refeição, escape de saliva, perda de peso inexplicada, tosse ou engasgos durante a alimentação. O diagnóstico e tratamento eficazes da disfagia podem ser alcançados por meio do acompanhamento fonoaudiológico especializado. A missão da fonoaudiologia no diagnóstico e tratamento da disfagia destaca-se como essencial para a reabilitação desses pacientes. *Com informações do IgesDF

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Evento no Hospital de Base celebra o Dia Mundial do Rim

Na manhã desta quinta-feira (14), a nefrologia do Hospital de Base recebeu a celebração pelo Dia Mundial do Rim, ação dedicada à importância da saúde renal e bem-estar. “A iniciativa visa conscientizar sobre a importância dos cuidados com a saúde renal e destacar o papel vital que os rins desempenham em nosso organismo”, ressaltou a enfermeira e responsável técnica do serviço de diálise da nefrologia, Ana Maria Steffens Machado. Durante a ação, os pacientes puderam aferir a pressão arterial e glicemia capilar, entre outros serviços | Foto: Divulgação/ IgesDF A programação incluiu entrega de água e frutas, aferição de pressão arterial e glicemia capilar, além de orientações personalizadas, retirada de dúvidas e atividades lúdicas para os pacientes. Panfletos informativos e curiosidades sobre os rins foram distribuídos, juntamente com dicas preciosas para o cuidado renal. “Estamos comprometidos em promover a conscientização e prevenção da doença renal, oferecendo suporte e serviços essenciais aos pacientes”, afirmou a responsável técnica. A diretora-presidente da Associação Amigos do Hospital de Base, Maria Oneide elogiou e apoiou a iniciativa: “É fundamental unir esforços para divulgar informações sobre a saúde renal e incentivar a realização do exame anual de creatinina, por exemplo”. Estudos mostram que a música instrumental pode ser uma terapia valiosa para pacientes com doença renal, proporcionando benefícios emocionais, físicos e sociais. Por isso, o colaborador do HBDF, Paulo Henrique da Costa Marcineiro, assistente administrativo na gerência de enfermagem, se apresentou tocando violino. *Com informações do IgesDF

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Evento no Hospital de Base comemora Dia Internacional do Farmacêutico

Um café da manhã no jardim do Hospital de Base de Brasília (HBDF) nesta segunda-feira (25) comemorou o Dia Internacional do Farmacêutico. O evento prestou homenagem aos profissionais que prezam pela saúde e pelo bem-estar dos pacientes. A farmácia clínica, área em constante evolução, coloca o paciente no centro do cuidado, promovendo o uso racional de medicamentos e a otimização da farmacoterapia, contribuindo para a prevenção de doenças e o acompanhamento integral dos tratamentos. No Hospital de Base, a farmácia clínica desempenha um papel vital desde 2015 e atua em diversas áreas, incluindo internação, Unidade de Terapia Intensiva (UTI), pronto-socorro e ambulatório. A equipe conta, atualmente, com 21 farmacêuticos clínicos, que trabalham em colaboração com programas de residência em terapia intensiva e oncologia. Esses profissionais otimizam tratamentos, garantindo o melhor resultado possível para cada paciente e, assim, contribuindo para uma sociedade mais saudável e bem cuidada. A farmácia clínica desempenha um papel vital desde 2015 e atua em diversas áreas do Hospital de Base | Fotos: Davidyson Damasceno/ IgesDF Para a chefe do serviço de farmácia clínica do HBDF, Nathalia Lobão, a data representa um momento de enaltecer a profissão farmacêutica no mundo. “A comemoração do Dia Internacional do Farmacêutico é fundamental para considerarmos e valorizarmos o papel vital que desempenhamos na saúde e no bem-estar da sociedade. É uma oportunidade de destacar nossa dedicação ao uso racional de medicamentos, à segurança do paciente e à promoção de uma terapêutica eficaz. Poder enaltecer esse profissional no âmbito do SUS é mais gratificante ainda”, destaca a chefe do serviço farmacêutico. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] O setor facilita a interação direta entre o farmacêutico e o paciente, criando uma relação próxima e significativa com a equipe de profissionais de saúde. O foco principal é a segurança e a orientação adequada no uso de medicamentos. De acordo com o Conselho Federal de Farmácia (CFF), a farmácia clínica é focada na ciência e na prática do uso racional de medicamentos. Também atualiza a farmacoterapia, promove saúde e bem-estar e previne doenças. *Com informações do IgesDF

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