Resultados da pesquisa

Instituto Brasília Ambiental

Thumbnail

Ação incentiva doação de brinquedos em campanha do Dia das Crianças

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. O Instituto Brasília Ambiental participa da Campanha Dia das Crianças 2026 — Uma volta ao mundo —, iniciativa coordenada pela Chefia Executiva de Integração e Inovação Social do Governo do Distrito Federal. A mobilização convida servidores, colaboradores e a comunidade a contribuírem com a arrecadação de brinquedos destinados a crianças atendidas por instituições parceiras. Neste ano, a campanha passou por ajustes no calendário e na organização das ações. A arrecadação segue até 30 de outubro, enquanto a entrega dos brinquedos será realizada posteriormente, após o período eleitoral. Como participar Servidores, colaboradores e a comunidade podem participar da campanha doando brinquedos novos ou em boas condições de conservação. No Brasília Ambiental, foram instaladas duas caixas coletoras para receber as doações: uma no térreo da sede do instituto e outra no Parque Ecológico Olhos D’Água. Vale lembrar a importância de higienizar os brinquedos de plástico, metal ou madeira com água e sabão ou álcool 70% e colocá-los em um saco plástico transparente, facilitando o manuseio. Os brinquedos arrecadados passam por triagem antes de serem destinados às instituições participantes, garantindo condições adequadas para as crianças que receberão as doações. A campanha reforça a importância da solidariedade e da participação coletiva. Mais do que arrecadar brinquedos, a iniciativa busca criar uma rede de colaboração capaz de proporcionar momentos de alegria e novas experiências para crianças do DF. Uma volta ao mundo Com o tema “Uma volta ao mundo”, a campanha propõe uma jornada de solidariedade por meio das doações. A programação prevê, ainda, ações pontuais em outubro com crianças de instituições parceiras, incluindo visitas a parques de diversões, atividades culturais e outras experiências. Para os pontos focais da campanha nos órgãos participantes, a orientação é divulgar e incentivar as doações, organizar os pontos de arrecadação e realizar a triagem dos brinquedos recebidos. No Brasília Ambiental, a campanha representa mais uma oportunidade de mobilizar servidores e a comunidade em torno de uma ação social, fortalecendo valores como solidariedade, cuidado e responsabilidade coletiva. Participe e faça parte dessa corrente de solidariedade! Cada ponto de arrecadação é uma ponte entre a solidariedade e uma criança.   *Com informações do Instituto Brasília Ambiental

Ler mais...

Thumbnail

GDF participa de debate sobre unidades de conservação e turismo

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. O Instituto Brasília Ambiental marcou presença, na tarde desta terça-feira (22), na 26ª Semana Universitária (Semuni) da Universidade de Brasília (UnB), durante a realização da mesa redonda Gestão das Unidades de Conservação (parques) e o Turismo no Distrito Federal, com a participação social, realizado no módulo central do Centro de Excelência em Turismo (CET). O evento, que visa enriquecer as discussões e fortalecer a troca de conhecimento entre estudantes, pesquisadores e a comunidade, contou com a participação do superintendente de Unidades de Conservação, biodiversidade e Água do Instituto, Marcos João da Cunha, representando o presidente do Brasília Ambiental, Gutemberg Gomes. “Nós temos unidades de conservação de uso sustentável que permitem a visitação e trazer isso para o contexto do turismo abre uma nova perspectiva de atração de público, de regiões mais afastadas ou até mesmo de outros estados, para que entendam mais sobre a importância da preservação da natureza”, disse o representante da autarquia. Durante sua apresentação na mesa, o superintendente falou sobre a experiência no cotidiano das unidades de conservação (UCs) do DF, os desafios e os parques ecológicos com maior vocação para o turismo. A mediação dos diálogos foi realizada pelo mestrando em turismo, Francisco Maciel, que também é agente de parques e unidades de conservação do Brasília Ambiental, atuando no Parque Ecológico do Tororó, localizado na Região Administrativa do Jardim Botânico. “O Distrito Federal possui muitas unidades de conservação que são históricas, com relevância para a sociedade, que podem ser mais integradas, fomentadas no contexto do turismo”, opinou Maciel. A programação foi encerrada com a apresentação da diretora de gestão do conhecimento da Fundação Jardim Botânico de Brasília (FJBB), Priscila Rosa. A diretora falou sobre o histórico de criação da área, que é aberta à visitação do público, e sobre a Estação Ecológica, que compõe o complexo da unidade de conservação. A 26ª Semuni começou no dia 20 de setembro e segue até o dia 26 deste mês. O cronograma de atividades pode ser consultado nas redes sociais da UnB.   *Com informações do Brasília Ambiental

Ler mais...

Thumbnail

Parque Distrital das Águas, em Brazlândia, passa a ser unidade de conservação

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. O Parque Distrital das Águas, localizado na região administrativa de Brazlândia, foi instituído pelo Governo do Distrito Federal por meio do decreto nº 49.364/2026, publicado no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) desta quinta-feira (17/9). A novidade é resultado dos estudos técnicos e de consulta pública realizada pelo Instituto Brasília Ambiental junto à comunidade local, conduzidos entre final de 2025 e abril de 2026. O novo parque distrital surge com o objetivo de proteger os remanescentes de Cerrado e os recursos hídricos que alimentam o lago do rio Descoberto. É, também, uma condicionante técnica estabelecida junto ao órgão ambiental gestor federal (ICMBio) para viabilizar as alterações de zoneamento necessárias à expansão urbana sustentável e regular de Brazlândia. Junto à unidade de conservação foi criada a zona de amortecimento, uma espécie de cinturão de proteção externo, destinada a amenizar os impactos das atividades humanas | Foto: Divulgação/Instituto Brasília Ambiental A unidade de conservação conta com uma área total aproximada de 1,7 mil hectares e dispõe de rica fauna nativa variada, com destaque para as aves; flora nativa, com a ocorrência de espécies ameaçadas como Lessingianthus venosissimus (que faz parte de um grupo de plantas popularmente conhecidas como "vassourinhas"); e a Anemopaegma arvense (Catuaba). Protege, ainda, remanescentes das fitofisionomias vereda, cerrado sentido restrito, campo limpo, campo de murundus e mata de galeria. 1.700 hectares Área do Parque Distrital das Águas Junto à unidade de conservação foi criada a zona de amortecimento, uma espécie de cinturão de proteção externo, destinada a amenizar os impactos das atividades humanas sobre o Parque Distrital das Águas. O objetivo da área é conservar os remanescentes de vegetação nativa e proteger as áreas que desempenham funções hidrológicas relevantes para a infiltração e a recarga de aquíferos. O decreto define que essa faixa terá uma área total aproximada de 1.200 hectares. O Parque Distrital das Águas será administrado pelo Instituto Brasília Ambiental. Com esse decreto, o Distrito Federal passa a contar com 88 unidades de conservação, compreendendo aproximadamente entre 80% e 90% de áreas legalmente protegidas. *Com informações do Instituto Brasília Ambiental

Ler mais...

Thumbnail

Governadora autoriza asfaltamento da Gleba 4 - Vista Bela

A governadora Celina Leão assinou, neste domingo (28), o licenciamento ambiental e a ordem de serviço para o asfaltamento da Gleba 4 – Vista Bela, em Ceilândia. A intervenção prevê a pavimentação, restauração e o encascalhamento de aproximadamente 1,5 km da Rua Rural 1, o que trará mais segurança, melhor trafegabilidade e o fim dos transtornos causados pela poeira no período de seca e pela lama durante as chuvas. “Fizemos uma reunião no Palácio do Buriti com várias lideranças, que apresentaram suas reivindicações. No dia seguinte, determinei uma visita técnica de todos os nossos secretários, levantamos as demandas e, em menos de 15 dias, já estamos assinando a ordem de serviço. Também destravamos as licenças ambientais necessárias para resolver esse problema”, explica a chefe do Executivo.  Segundo Celina Leão, o governo está em ritmo acelerado, entregando as soluções com rapidez. “E aqui não é só o asfalto: estamos implantando mais de 18 quilômetros de iluminação pública, levando água regularizada e desenvolvendo diversas outras ações. Também definimos uma área para construir uma Unidade Básica de Saúde (UBS)”, concluiu. A governadora Celina Leão aproveitou para assinar, de uma vez, o licenciamento ambiental e a ordem de serviço para o asfaltamento da Gleba 4 – Vista Bela, em Ceilândia, neste domingo (28) | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília A intervenção tem caráter de manutenção e, por ocorrer em uma via já consolidada, sem abertura de novos traçados ou supressão de vegetação nativa fora de áreas de preservação permanente (APP), recebeu do Instituto Brasília Ambiental a Dispensa de Licenciamento Ambiental, em razão do baixo impacto ecológico da obra. O presidente do Brasília Ambiental, Gutemberg Gomes, explicou que a análise para a autorização de obras considera os impactos ambientais em todo o Distrito Federal. Segundo ele, no caso do Vista Bela, a intervenção é de baixo impacto ambiental, o que permitiu agilizar a emissão da licença. “Não faz sentido segurar uma autorização ambiental quando isso acaba prejudicando a sociedade. Aqui, trata-se de uma melhoria na pavimentação. Estamos trabalhando para reduzir a burocracia e acelerar as entregas para a população”, afirmou.   O gestor também destacou a publicação de um decreto sobre compensação florestal durante a agenda na QNR 6. “Todo impacto causado ao meio ambiente precisa ser compensado. Esse decreto estabelece critérios para que a compensação ambiental seja realizada em todas as obras de infraestrutura. Aqui, especificamente, trata-se de uma melhoria na pavimentação, com baixo impacto ambiental, e a sociedade merece esse investimento”, concluiu. Segundo o presidente da Associação de Moradores e Produtores Rurais do Incra 9, Robson da Silva, a pavimentação vai melhorar a qualidade de vida da comunidade e facilitar o trabalho dos produtores rurais. “No período de chuva, enfrentamos muita lama. Na seca, é essa poeira que todo mundo vê, o que dificulta muito a locomoção dos moradores. Além disso, esta é uma região de produtores rurais, integrante do Cinturão Verde de Brasília. Com a pavimentação, será muito mais fácil escoar a produção, transportar as mercadorias e levá-las aos pontos de comercialização. É uma melhoria que beneficia toda a comunidade”, afirmou. A intervenção prevê a pavimentação, restauração e o encascalhamento de aproximadamente 1,5 km da Rua Rural 1 Moradora do condomínio Vista Bela, que já conta com parte das vias pavimentadas, a servidora pública Ludmilla Duarte, 45 anos, lembra das dificuldades enfrentadas antes da chegada do asfalto, especialmente por causa da poeira e dos impactos na saúde da população. “A maioria das crianças desenvolveu asma ou bronquite por causa da poeira. A gente saía para trabalhar e precisava levar o sapato em uma sacolinha para calçar só quando chegava ao serviço, porque era insuportável. Nos meses de seca, com vento forte, a situação era muito difícil e o posto de saúde vivia cheio de pessoas com problemas respiratórios”, relata. Segundo Ludmilla, o trecho já pavimentado trouxe melhorias perceptíveis para a qualidade de vida dos moradores, e a expectativa é que os benefícios se estendam ao restante do condomínio com a conclusão das obras. “Vai ser muito bom. Eu trabalho em um posto de saúde e participo de um grupo de caminhada. Hoje não conseguimos fazer todo o percurso porque parte da via ainda não é asfaltada. Onde caminhamos atualmente é perigoso, pois há muito movimento de ônibus e carros. Com a pavimentação, teremos um trajeto mais seguro e poderemos ampliar o percurso do grupo”, afirma.

Ler mais...

Thumbnail

Na Hora Empresarial ultrapassa 30 mil atendimentos e facilita a vida de empreendedores do DF

Em pouco mais de quatro meses de funcionamento, o Na Hora Empresarial alcançou uma marca expressiva: 30.150 atendimentos realizados entre fevereiro e as duas primeiras semanas de junho deste ano. Inaugurada pela Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (Sejus-DF) no 3º andar do Venâncio Shopping, no Setor Comercial Sul (SCS), a unidade foi criada para simplificar a rotina de empresários e empreendedores, reunindo em um único espaço serviços fundamentais para a abertura, regularização e funcionamento de empresas.   Na Hora Empresarial realiza cerca de 260 atendimentos por dia útil, o que evidencia eficiência, com índice de produtividade de 95,7% | Fotos: Divulgação/Sejus-DF Os números demonstram a rápida adesão do público ao novo modelo. No período, foram registrados cerca de 260 atendimentos por dia útil, com índice de produtividade de 95,7%, resultado que evidencia a capacidade da unidade de atender com eficiência as demandas apresentadas. “Consegui resolver tudo o que precisava em um único lugar. O atendimento foi rápido, sem burocracia e sem necessidade de ficar marcando horário ou indo de um órgão para outro" Israel Lincoln, empresário Os atendimentos realizados refletem a diversidade dos serviços disponíveis na unidade. A Polícia Federal (PF) concentrou a maior demanda, com 28.198 atendimentos e índice de produtividade de 96%. Em seguida aparecem a Neoenergia, com 1.010 atendimentos, o Detran-DF (263), a Caesb (239), a DF Legal (210) e o Sebrae (138), demonstrando que o espaço atende desde questões relacionadas à documentação e regularização até demandas ligadas à infraestrutura e ao desenvolvimento dos negócios. Para o secretário de Justiça e Cidadania interino, Jaime Santana, o desempenho alcançado nos primeiros meses comprova que a iniciativa atende a uma necessidade real do setor produtivo. “O Na Hora Empresarial nasceu para tornar a relação entre o empreendedor e o poder público mais simples, ágil e eficiente. Ultrapassar a marca de 30 mil atendimentos em tão pouco tempo demonstra que estamos no caminho certo, oferecendo serviços de qualidade e contribuindo para um ambiente de negócios mais favorável no DF.”  A praticidade do atendimento é justamente um dos pontos mais valorizados pelos usuários. O empresário Israel Lincoln procurou a unidade para resolver diferentes demandas relacionadas ao seu negócio e destaca a agilidade encontrada no local. “Consegui resolver tudo o que precisava em um único lugar. O atendimento foi rápido, sem burocracia e sem necessidade de ficar marcando horário ou indo de um órgão para outro. Tudo funcionou de forma muito pontual e organizada.”  Na maior parte dos serviços oferecidos, o atendimento é presencial, sem filas e sem necessidade de agendamento prévio  Estrutura pensada para quem empreende Com mais de 500 metros quadrados, o Na Hora Empresarial foi planejado para concentrar serviços estratégicos voltados ao desenvolvimento das atividades empresariais. O atendimento é presencial, sem filas e sem necessidade de agendamento prévio na maior parte dos serviços oferecidos. A unidade reúne órgãos e instituições fundamentais para quem deseja abrir, regularizar ou expandir um empreendimento. Estão presentes a DF Legal, responsável por atendimentos relacionados a licenças de funcionamento e atividades econômicas; a Vigilância Sanitária, que oferece orientações e serviços para estabelecimentos das áreas de alimentação, saúde e estética; e a Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh-DF), que realiza consultas de viabilidade urbanística e presta informações sobre uso e ocupação do solo. O espaço conta ainda com atendimentos da Neoenergia, Caesb, Detran-DF, Sebrae, Junta Comercial, Industrial e Serviços do Distrito Federal (Jucis-DF), Instituto Brasília Ambiental (Ibram), Secretaria de Economia (SEEC-DF) e Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal.  "O Na Hora Empresarial foi concebido justamente para reduzir deslocamentos, eliminar etapas desnecessárias e aproximar os serviços públicos de quem gera emprego e renda" Rodrigo Barbosa, subsecretário do Na Hora Um dos grandes diferenciais da unidade é a presença da Polícia Federal, que oferece serviços altamente demandados pelo setor empresarial e por profissionais de diferentes segmentos. Além da emissão de passaportes — único serviço que exige agendamento prévio —, os usuários podem resolver questões relacionadas ao controle e fiscalização de produtos químicos, segurança privada e registro e controle de armas. A integração desses atendimentos ao Na Hora Empresarial proporciona mais comodidade, reduz deslocamentos e amplia o acesso a serviços especializados em um ambiente moderno e centralizado.  O Na Hora Empresarial foi concebido justamente para reduzir deslocamentos, eliminar etapas desnecessárias e aproximar os serviços públicos de quem gera emprego e renda"Rodrigo Barbosa, subsecretário do Na Hora   Economia de tempo e mais eficiência [LEIA_TAMBEM]A proposta de reunir diversos órgãos em um mesmo endereço tem gerado ganhos significativos para os empresários, que conseguem resolver demandas distintas em uma única visita. É o caso do empresário André Carrion, que destaca a comodidade proporcionada pelo modelo de atendimento. “Ter vários serviços reunidos em um só lugar facilita muito a vida de quem empreende. Antes era necessário percorrer diferentes órgãos para resolver questões que hoje podem ser tratadas em um único endereço. Além da praticidade, o ambiente é confortável e o atendimento é muito bom.”  Segundo o subsecretário do Na Hora, Rodrigo Barbosa, a marca alcançada nos primeiros meses demonstra a importância de oferecer soluções integradas para o setor produtivo. “O empresário precisa de agilidade para dedicar seu tempo ao crescimento do negócio. O Na Hora Empresarial foi concebido justamente para reduzir deslocamentos, eliminar etapas desnecessárias e aproximar os serviços públicos de quem gera emprego e renda. Os resultados mostram que essa integração tem produzido impactos concretos na vida dos empreendedores e reforçam a importância de continuarmos investindo em inovação e qualidade no atendimento.” Atualmente, a unidade conta com uma equipe formada por 23 colaboradores. O modelo integrado de atendimento fortalece a política de desburocratização do Governo do Distrito Federal e amplia o acesso a serviços essenciais para empresas de diferentes portes e segmentos. *Com informações da Sejus-DF   

Ler mais...

Thumbnail

Cercas reforçam proteção ambiental e segurança em parques ecológicos do DF

Para mais proteção a áreas verdes e segurança para quem frequenta os parques, o Governo do Distrito Federal (GDF) investiu em torno de R$ 4,9 milhões em obras de cercamento de seis unidades de conservação administradas pelo Instituto Brasília Ambiental. A iniciativa busca reforçar a proteção ambiental, melhorar o controle de acesso e reduzir problemas como invasões, descarte irregular de lixo, vandalismo e depredação.  Cercamento integra as ações de proteção das unidades de conservação administradas pelo Instituto Brasília Ambiental | Fotos: Tony Oliveira/Agência Brasília “Estamos realizando esse trabalho em diferentes regiões do Distrito Federal para reforçar a preservação desses espaços e também a segurança da população que utiliza os parques” Gutemberg Gomes, presidente do Instituto Brasília Ambiental As intervenções contemplam os parques ecológicos do Gama, Lago Norte, Veredinha, Asa Sul e Saburo Onoyama, além da Área de Relevante Interesse Ecológico (Arie) do Bosque. O presidente do Instituto Brasília Ambiental, Gutemberg Gomes, explicou que o cercamento integra as ações de proteção das unidades de conservação administradas pelo órgão, que atualmente somam 84 áreas no Distrito Federal, sendo 34 parques ecológicos. “O cercamento faz parte da proteção da unidade de conservação. Estamos realizando esse trabalho em diferentes regiões do Distrito Federal para reforçar a preservação desses espaços e também a segurança da população que utiliza os parques”, afirmou. Os cercamentos são executados por meio da Terracap e do Departamento de Estradas e Rodagem (DER-DF), que buscam empresas por meio de processos licitatórios. E os contratos têm garantia.  Além disso, o Brasília Ambiental mantém contrato vigente de manutenção, não restrito apenas às cercas. O presidente da instituição acrescentou, ainda, que os modelos adotados variam conforme as características de cada área e podem incluir cercas, alambrados, gradis e mourões com arame.  Porta-voz da Polícia Militar do DF, a major Talita Soares afirma que as cercas facilitam o monitoramento e o policiamento preventivo Integridade visual  As estruturas seguem critérios técnicos, ambientais, urbanísticos e arquitetônicos definidos pelo órgão e preservam a integração visual dos parques com o entorno — em alguns casos, delimitando a unidade para que a fauna evite áreas de risco. Atualmente, também estão em processo de cercamento o Parque Boca da Mata e o Parque Distrital Recanto das Emas.    Entre as vantagens das novas estruturas destacam-se a maior dificuldade de o espaço ser alvo de vandalismo e de furto, menor necessidade de manutenção e durabilidade estimada de aproximadamente 20 anos. No caso de alambrados e mourões com arame, a durabilidade média é de dez a 15 anos, a depender do material, do ambiente e da ocorrência de depredação. Além da proteção ambiental, a iniciativa tem reflexos na segurança pública. De acordo com a major Talita Soares, porta-voz da Polícia Militar (PMDF), a delimitação dos espaços facilita o monitoramento e o policiamento preventivo. “A cerca é de grande relevância para a segurança pública porque ajuda no controle de acesso e no policiamento preventivo. Com uma restrição melhor dos acessos, conseguimos coibir práticas ilícitas e tornar o monitoramento mais eficiente em uma área extensa como essa”, observou.  [LEIA_TAMBEM]Ela ressaltou, ainda, a diferença que faz para as famílias que frequentam o espaço: “O parque é um ambiente convidativo para toda a família, então as que trazem idosos, crianças ou pessoas que exigem uma atenção diferenciada ficam muito mais à vontade para se deslocar em um ambiente que já está com essa proteção da barreira física, que diminui os pontos vulneráveis”. Frequentador assíduo do Parque Ecológico Asa Sul, o engenheiro florestal Ariel de Andrade, 54, acredita que a nova estrutura contribuirá para a preservação e para a sensação de segurança. “Eu frequento o parque há bastante tempo, corro aqui quase todo dia e considero muito importante o novo cercamento, porque traz mais segurança para os usuários, ajuda a evitar vandalismo e dá mais proteção para todos que utilizam o espaço. Até na questão de cachorros soltos, por ficar próximo à pista, o cercamento pode ajudar a evitar algum incidente”, observou. Moradora da Vila Telebrasília, próxima ao Parque Ecológico da Asa Sul, a aposentada Lenilda Santiago Soares, 66, avalia que a mudança beneficia quem circula pela região: “É muito bom. A gente passa aqui sempre, e a cerca traz uma segurança maior até para o próprio parque”.

Ler mais...

Thumbnail

Aprovada nova sede para Hospital de Fauna Silvestre

A Câmara de Compensação Ambiental e Florestal (Ccaf), do Instituto Brasília Ambiental, se reuniu de forma extraordinária nesta quinta-feira (21), para deliberar sobre novas destinações de recursos oriundos de empreendimentos que geraram impactos significativos nos recursos naturais ou na supressão de vegetação no Distrito Federal. O presidente do Brasília Ambiental, Gutemberg Gomes, que também preside a Câmara de Compensação falou um pouco sobre a importância do comitê na execução das políticas ambientais. “É nela que são discutidos e aprovados as verbas que irão beneficiar as nossas unidades de conservação e o Cerrado, de forma geral. A Ccaf prioriza nossas ações e execuções e a aplicação é uma ação que dialoga diretamente com a sociedade”, comentou o gestor da autarquia. Durante o encontro, foram apresentadas três propostas visando a aprovação entre os membros integrantes: a elaboração de projeto arquitetônico e a execução da reforma da antiga Apub, no Parque Ecológico Burle Marx, para a instalação definitiva do Hospital de Fauna Silvestre (Hfaus); a alocação de recursos para ações participativas, entre as quais consultas públicas e oficinas participativas voltadas às unidades de conservação e a consolidação de uma rede de monitoramento de qualidade da água (RMQA) nas áreas protegidas do DF. No primeiro item deliberado, uma nova estrutura hospitalar para fauna silvestre, foi demonstrado que a instituição, desde o surgimento em fevereiro de 2024, vem se tornando uma referência devido ao número crescente de atendimentos em um prédio que atualmente é alugado e que tem limitação de espaço. A ideia é que passe a funcionar em prédio público próprio, mais adequado às demandas e com o incremento de novos serviços, com exemplo da reabilitação dos bichos. O presidente do Brasília Ambiental, Gutemberg Gomes, que também preside a Câmara de Compensação falou um pouco sobre a importância do comitê na execução das políticas ambientais | Foto: Divulgação/Instituto Brasília Ambiental O segundo item em pauta foi a reserva de recursos para a promoção de diálogos com a comunidade por meio da realização de reuniões abertas, conselhos gestores, oficinas participativas e consultas públicas visando o fortalecimento das ações voltadas às unidades de conservação distritais. E o último, a continuidade por dois anos do projeto de monitoramento feito por 37 pontos de medição da qualidade de água em áreas protegidas, com o intuito de garantir que não haja interrupção na série histórica, atendendo a metas legais e estratégicas, e fortalecendo também a gestão ambiental. Todos os itens foram aprovados por unanimidade pelos componentes da Ccaf, que conta com representantes de diversos setores do Instituto Brasília Ambiental, além da Secretaria de Meio Ambiente. *Com informações do Instituto Brasília Ambiental

Ler mais...

Thumbnail

Encontro reúne gestores ambientais para debater políticas públicas

O Instituto Brasília Ambiental participou do 9º Encontro do Fórum Nacional de Dirigentes do Sistema Nacional de Unidades de Conservação, que reúne gestores ambientais de todo o país para debater políticas públicas, manejo, preservação e integração entre áreas protegidas. Durante a programação, a autarquia apresentou o funcionamento do Sistema Distrital de Unidades de Conservação (SDUC), além de programas e iniciativas em desenvolvimento no Distrito Federal. Parte das ações implantadas no DF como o fundo de compensação, o programa de monitoramento de visitação e o planejamento estratégico, por exemplo, foram inspirados em experiências exitosas compartilhadas por outros estados. A participação do Brasília Ambiental teve como foco o fortalecimento da cooperação técnica entre os entes federativos e a troca de experiências voltadas à conservação ambiental, gestão territorial e proteção da biodiversidade. A governadora do Distrito Federal, Celina Leão, também ressaltou o compromisso da atual gestão com a preservação ambiental. “Nossa dedicação e cuidado com as áreas protegidas é prioridade do nosso governo e garantir um amanhã seguro para nossa população”, declarou. A participação do Brasília Ambiental teve como foco o fortalecimento da cooperação técnica entre os entes federativos e a troca de experiências voltadas à conservação ambiental, gestão territorial e proteção da biodiversidade | Foto: Divulgação/Brasília Ambiental O presidente do Brasília Ambiental, Gutemberg Gomes, destacou a importância da integração entre os diferentes gestores ambientais do país. “É muito importante a integração e a troca de conhecimento pois, coexistimos, aqui na capital do país, entre unidades de conservação (UCs) locais e federais, algumas até mesmo sobrepostas. Essa troca constante de conhecimento e experiência fortalece nossa missão institucional e o cuidado com o meio ambiente”, afirmou. “Participar do fórum propicia a troca necessária de experiências, inspira a buscar novas ferramentas de planejamento e monitoramento e a aprimorar a efetividade de gestão. Aprendemos muito com os estados, a esfera federal e os municípios, e hoje tivemos a oportunidade de mostrar o que vem sendo desempenhado no DF, sem deixar de agradecer imensamente ao Ministério do Meio Ambiente pela coordenação do evento, onde nos embasamos para o fortalecimento das UCs distritais”, acrescentou a assessora técnica de Gestão de Unidades de Conservação, Marcela Versiani, que apresentou o painel durante o encontro. O Fórum Nacional de Dirigentes do Sistema Nacional de Unidades de Conservação é considerado um dos principais espaços de articulação entre gestores ambientais do país e busca promover o compartilhamento de estratégias voltadas à conservação dos biomas brasileiros e ao aprimoramento das políticas públicas ambientais. *Com informações do Instituto Brasília Ambiental

Ler mais...

Thumbnail

Servidores do GDF participam de capacitação em gestão de lixo

Servidores do Instituto Brasília Ambiental participaram, nesta sexta-feira (8), de uma visita técnica à Usina de Tratamento de Resíduos do Serviço de Limpeza Urbana (SLU), localizada no Setor P Sul, da Região Administrativa de Ceilândia. A atividade integra o cronograma de capacitação continuada promovido pela Comissão Gestora da Agenda Ambiental na Administração Pública (A3P) do Instituto. Durante a ação, que teve o objetivo de trabalhar a temática de boas práticas na gestão do lixo, servidores do SLU apresentaram as instalações do complexo, inaugurado em 1986, que faz o tratamento mecânico-biológico dos detritos. “Esse tipo de ação é incentivado no Instituto. Incentivamos e apoiamos porque proporciona a troca de conhecimentos e de vivências e estreita ainda mais a parceria entre os órgãos que compõem o governo do Distrito Federal”, disse o presidente do Brasília Ambiental, Gutemberg Gomes. Visitantes conheceram todas as instalações da usina, que produz anualmente 20 mil toneladas de composto orgânico, destinado a produtores do DF | Foto: Divulgação/Instituto Brasília Ambiental Os visitantes puderam conferir toda a infraestrutura que compõe a usina, que conta com esteiras, peneiras, os serviços de separação manual por cooperados e de compostagem orgânica. E os números gerados por essa unidade impressionam: são produzidas 20 mil toneladas de composto orgânico, anualmente, destinadas a produtores do DF. Outro dado a se destacar é que a unidade da Ceilândia efetua, em média, a coleta domiciliar de 16 mil toneladas mensais, entre rejeitos orgânicos e secos.  [LEIA_TAMBEM]“O que eu vou levar dessa experiência, tanto para o Brasília Ambiental quanto para a minha vida, é a necessidade de separação correta de resíduos. E de que, quanto maior o consumismo, maior a produção de resíduos. Então, é necessário reduzir o consumo para diminuir a produção de lixo e pensar na reutilização de produtos e na reciclagem desses resíduos”, refletiu a auditora fiscal do Instituto, Vanessa Barboza, participante da visita. Já a estagiária da Assessoria de Projetos de Engenharia (Aspeng) do Instituto, Maria Isabel, que também participou da iniciativa, considera que a visita forneceu instrumentos para uma reflexão muito importante: repensar a forma como descartamos lixo hoje. “Vimos que tinham muitos resíduos orgânicos misturados aos recicláveis. O que, às vezes, inviabiliza a reciclagem. Temos que rever nossa forma de descarte”, avaliou. O DF conta, também, com uma segunda usina de tratamento do SLU, localizada na Asa Sul, que desempenha os trabalhos de coletas seletivas e domiciliares. *Com informações do Instituto Brasília Ambiental

Ler mais...

Thumbnail

Número de inscrições de trabalhos na 3ª Conferência Distrital de Unidades de Conservação supera expectativas

Mais de 50 trabalhos foram inscritos para submissão à comissão avaliadora da 3ª Conferência Distrital de Unidades de Conservação, evento que está sendo organizado pelo Instituto Brasília Ambiental, e ocorrerá nos dias 9 e 10 de julho, no auditório da Associação de Docentes da Universidade de Brasília (AdUnB). A avaliação da comissão organizadora do evento é que o processo de inscrições foi um sucesso, com um número de inscrições além das expectativas. As inscrições encerraram no último dia 4 de maio. Do total de trabalhos inscritos, 37 são propostas para resumo, atividade voltada ao público externo, e 14 são propostas para painéis, voltados ao público de servidores da autarquia. “O evento é temático. Ano passado, como o tema era os 15 anos do Sistema Distrital de Unidades de Conservação, um tema amplo, a demanda foi muito alta. Este ano, com um tema mais restrito, esperávamos poucas propostas. Mas superou bastante as expectativas”, avalia a coordenadora da comissão organizadora da conferência, Vanessa Sousa de Oliveira. A coordenadora avalia que em 2025 — segundo ano do evento e primeiro com inscrições para trabalhos de pesquisa científica e relatos de experiências — por conta da temática, que se desdobrava em sete linhas temáticas, a quantidade de propostas foi considerável. “Foram 92 recebidas, e 70, aprovadas. Isso teve impacto na publicação dos anais do evento, que deve sair até o fim de maio. Este ano, com apenas uma linha temática, que é o Voluntariado em Unidades de Conservação, recebemos 40% do total de propostas de 2025, o que, para uma única linha temática, é um número altíssimo. Fomos surpreendidas com toda essa procura”, comemora. As inscrições encerraram no último dia 4 de maio. Do total de trabalhos inscritos, 37 são propostas para resumo, atividade voltada ao público externo, e 14 são propostas para painéis, voltados ao público de servidores da autarquia | Foto: Divulgação/Brasília Ambiental Braço Científico Sobre a conferência estar dando passos amplos no caminho de se firmar também como um evento científico, Vanessa diz que “o braço científico é parte da tradição ambiental". "Esse caminho é inevitável. Mas fazer política pública de conservação da natureza implica fazer a boa ciência dialogar com tradições de conhecimento originadas de perspectivas socioculturais e históricas. Esse é o nosso desafio: estabelecer diálogos socioambientais”, ressalta. O presidente do Brasília Ambiental, Gutemberg Gomes, destaca a importância da apresentação de trabalhos na conferência. “A inscrição e apresentação de trabalhos de pesquisa e relatos de experiência na nossa Conferência Distrital de Unidades de Conservação, que este ano já alcança sua terceira edição, é fundamental para conectar o conhecimento acadêmico à gestão prática das áreas protegidas. Esse processo promove a valorização da biodiversidade, auxilia na tomada de decisão dos gestores e fortalece o desenvolvimento regional sustentável”, avalia. De acordo com a Comissão Organizadora da Conferência, encerrado o prazo de inscrições, contabilizado o resultado, agora os trabalhos inscritos serão encaminhados à Comissão de Avaliação, formada por quatro avaliadores. Eles se manifestarão quanto aos critérios observados na divulgação da inscrição, tais como pertinência temática, estrutura, relevância e atendimento às normas gramaticais, referências e quantidade de palavras. *Com informações do Instituto Brasília Ambiental

Ler mais...

Thumbnail

Equipes especializadas realizarão manejo do fogo em unidades de conservação do DF

O Instituto Brasília Ambiental promove, em maio e junho, a queima prescrita em 13 unidades de conservação distritais sob a sua gestão. A ideia é reduzir a biomassa (matéria orgânica) acumulada e, assim, minimizar os riscos de um eventual incêndio florestal de grandes proporções. As primeiras a receberem o atendimento, a partir desta segunda-feira (4), serão o Parque Ecológico do Tororó, com o aceiro mecânico de 10,2 quilômetros, e a Estação Ecológica Águas Emendadas (Esecae), localizada na Região Administrativa de Planaltina, com a queima prescrita em uma área demarcada de 102,47 hectares (equivalente a 0,9% da área total da Esecae que possui mais de 10 mil hectares). A iniciativa faz parte do Plano Estratégico de Prevenção aos Incêndios Florestais de 2026 e será comandada pela Diretoria de Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais do Instituto (Dpcif). A execução técnica será prestada pelos combatentes da autarquia. A ideia é reduzir a biomassa (matéria orgânica) acumulada e, assim, minimizar os riscos de um eventual incêndio florestal de grandes proporções | Foto: Divulgação/Brasília Ambiental Conforme explica o presidente do Brasília Ambiental, Gutemberg Gomes, o manejo com fogo é um instrumento de proteção prévio ao período de seca, momento no qual há mais umidade na superfície e as equipes conseguem controlar a queima somente de espécies não pertencentes ao bioma Cerrado. “O intuito é diminuir a quantidade de capins exóticos e brachiarias (forrageira de origem africana) para que no período de estiagem, não haja tanto material combustível. Em um incêndio florestal, elas provocam queimas com temperaturas mais altas, labaredas muito maiores, e por um período mais prolongado, comprometendo o bioma”, esclarece o gestor do Brasília Ambiental. As áreas alvo das ações funcionam, ainda, como uma faixa de proteção das áreas sensíveis das unidades de conservação, a exemplo, na Esecae, da vereda e das matas, com espécies nativas da flora do Cerrado. Informações: Brasília Ambiental *Com informações do Instituto Brasília Ambiental

Ler mais...

Thumbnail

Grupo de Trabalho Interinstitucional debate soluções para implantação de calçadas em condomínios

Representantes da Secretaria DF Legal, do Brasília Ambiental, da Adasa e da Secretaria do Meio Ambiente (Sema-DF) se reuniram nesta quinta-feira (16) para discutir como funcionará o Grupo de Trabalho Interinstitucional (GTI) criado na última semana por meio da Portaria Conjunta nº 04, de 06 de abril de 2026. O objetivo do grupo é estudar soluções para a implantação de calçadas em condomínios fechados no Distrito Federal. O tema foi pautado inicialmente pela Adasa após observar a tendência de condomínios em cimentar as áreas verdes em frente às casas para atender às exigências impostas pela DF Legal na vistoria para expedição da carta de Habite-se. A preocupação do órgão regulador é de que essa possa ser a solução menos indicada sob o ponto de vista ambiental, por ignorar os impactos a longo prazo. “Quando você coloca o cimento, você impermeabiliza o solo. Tem que se pensar nos danos a aquíferos e para onde vai essa água”, comentou o diretor-presidente Raimundo Ribeiro. O Brasília Ambiental e a Secretaria do Meio Ambiente demonstraram a mesma preocupação. Casos em que houve a sugestão até da supressão total de árvores do condomínio foram lembrados, o que reforça a importância do tema. O objetivo do grupo é estudar soluções para a implantação de calçadas em condomínios fechados no Distrito Federal | Foto: Divulgação/DF Legal Por sua vez, a DF Legal explicou os critérios atuais para que a calçada seja considerada acessível, mas negou que cimentar a área verde seja a única solução. “Existem diversas formas de adaptação. Colocar o cimento não é a única saída para atender os pedidos, e é bom podermos analisar juntos sob a ótica ambiental também”, explicou Sandro de Farias, da Coordenação de Habite-se e Acessibilidade. Diante da necessidade de estudos mais aprofundados da legislação, todos os quatro órgãos se comprometeram a indicar os membros titulares e suplentes do GTI e marcar a primeira reunião. A ideia é, após levantar todas as possibilidades e sugerir novas, enviá-las à Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh-DF) para análise de viabilidade e adoção. “Queremos organizar o entendimento e unificar a orientação entre todos os órgãos”, finalizou Gutemberg Gomes, presidente do Brasília Ambiental. Conforme consta na Portaria, o GTI terá o prazo de 90 dias para a conclusão das atividades e apresentação de relatório técnico final, prorrogável por igual período, mediante justificativa.     *Com informações da DF Legal

Ler mais...

Thumbnail

Comunidade e técnicos do Brasília Ambiental percorrem trilha ecológica no Parque Distrital do Recanto das Emas

Na manhã desta segunda-feira (6), servidores do Instituto Brasília Ambiental participaram de uma trilha ecológica no Parque Distrital do Recanto das Emas, em uma ação conjunta com a comunidade local. A iniciativa proporcionou uma imersão no bioma Cerrado, destacando a importância da preservação ambiental e do envolvimento comunitário na gestão das unidades de conservação (UCs). A atividade teve como guia o presidente do Conselho de Defesa do Meio Ambiente (Condema) do Recanto das Emas, Salvador Alves, que compartilhou conhecimentos sobre a fauna, flora e as particularidades do Cerrado presentes na região. Durante o percurso, os técnicos do instituto puderam vivenciar, na prática, os desafios enfrentados diariamente por aqueles que atuam na proteção da biodiversidade local. O momento também foi oportuno para que a equipe conhecesse de perto o projeto Eduparques, desenvolvido pela comunidade do Recanto das Emas. A iniciativa tem como objetivo promover a educação ambiental por meio da apresentação do parque e de suas características ecológicas, incentivando a conscientização e o engajamento da população na preservação do espaço. Durante o percurso, os técnicos do instituto puderam vivenciar, na prática, os desafios enfrentados diariamente por aqueles que atuam na proteção da biodiversidade local | Foto: Divulgação/Brasília Ambiental O presidente interino do Brasília Ambiental, Valterson Silva, destacou a evolução das práticas de conservação. “As atividades e a forma como protegemos o nosso Cerrado mudaram — e que bom por isso. Hoje, é possível usufruirmos das nossas unidades de conservação com mais respeito e consciência. Essa experiência do nosso corpo técnico com a sociedade civil é fundamental, pois traz o olhar de quem vive os desafios no dia a dia”, avaliou. Para o superintendente de Unidades de Conservação (UCs) da autarquia, Marcos João da Cunha, a experiência reforça a relevância da participação social na conservação ambiental. “Conhecemos a parte técnica da unidade e sabemos dos desafios que enfrentamos no dia a dia para preservar e cuidar desse espaço. Dividir essa responsabilidade com a comunidade, ver que estão se dedicando ao ofício juntamente conosco, é revigorante e nos permite avançar ainda mais em novas iniciativas com o apoio deles”, destacou. Salvador Alves também ressaltou o valor ambiental e afetivo da área. “Esse espaço é um patrimônio local. Eu sou privilegiado por morar tão próximo, e minha luta é diária. Temos muitas áreas sensíveis e únicas aqui, que merecem cuidado e carinho. Nosso maior desafio é educar a comunidade para não jogar lixo, e para isso pensamos diariamente em ações de coleta, plantio e hortas comunitárias. Eu amo esse local”, afirmou. A ação evidencia a importância da integração entre poder público e sociedade civil como estratégia fundamental para fortalecer a proteção das unidades de conservação e garantir a sustentabilidade dos recursos naturais do Distrito Federal. *Com informações do Instituto Brasília Ambiental

Ler mais...

Thumbnail

Voluntariado será tema da Conferência Distrital de Unidades de Conservação 2026

Voluntariado nas unidades de conservação. Este será o tema da 3ª Conferência Distrital de Unidades de Conservação (CDUC), definido pela comissão organizadora do evento, realizado desde 2024 pelo Instituto Brasília Ambiental. Neste ano, a conferência ocorre em 9 e 10 de julho, no auditório da Associação de Docentes da Universidade de Brasília (Adunb). A vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão, destaca a importância do evento. “A Conferência Distrital de Unidades de Conservação é um evento integrador do governo, sociedade civil e cientistas. Ela é fundamental para fortalecer a gestão participativa e a proteção do Cerrado no DF”, afirma. A conferência promove diálogo entre governo, sociedade e pesquisadores para fortalecer a gestão das unidades de conservação | Foto: Divulgação/Brasília Ambiental O presidente do Brasília Ambiental, Rôney Nemer, ressalta a relevância do tema discutido neste ano: “Debater o voluntariado nas unidades de conservação é fundamental para fortalecer a gestão dessas áreas protegidas, conectar a sociedade ao meio ambiente e promover a sustentabilidade socioambiental. O voluntariado preenche, muitas vezes, lacunas na gestão, envolvendo o cidadão no cuidado de um espaço ecológico que é dele, no sentido de existir para seu usufruto e para garantir qualidade de vida. Cria o sentimento de pertencimento da sociedade em relação às unidades de conservação”. O superintendente de Unidades de Conservação, Biodiversidade e Água da autarquia, Marcos João Cunha, explica que o tema escolhido foi inspirado em uma decisão da Organização das Nações Unidas (ONU). “A ONU decretou 2026 como o Ano Internacional do Voluntariado para o Desenvolvimento Sustentável e, por esse motivo, o tema da nossa conferência será Voluntariado nas Unidades de Conservação. No ano passado, lançamos uma instrução normativa para regulamentar esse trabalho. Temos uma comissão que já está atuando e deve fazer um levantamento de projetos que podemos oferecer, além de conselhos em unidades de conservação, que também realizam trabalho voluntário. Nossa intenção é reunir todos esses grupos, que já desenvolvem esse tipo de atividade, para discutir a importância do voluntariado e como ele pode contribuir para a gestão das unidades de conservação”. [LEIA_TAMBEM]A coordenadora da comissão organizadora da conferência, Vanessa Sousa de Oliveira, lembra que a Pesquisa Voluntariado Brasil 2021 aponta que 56% da população adulta afirma fazer ou já ter feito alguma atividade voluntária na vida. “O número de voluntários ativos também é expressivo: são cerca de 57 milhões de brasileiros comprometidos com atividades voluntárias voltadas à promoção do bem-estar social”, acrescenta. Entre os objetivos da Conferência Distrital de Unidades de Conservação estão a construção de um espaço permanente de diálogo sobre as unidades de conservação, a fim de fortalecer redes estratégicas de atuação junto às áreas protegidas; a discussão de macroquestões relacionadas à gestão dessas áreas, como governança territorial, oferta de serviços ambientais, mudanças climáticas e visitação qualificada; e o fortalecimento das ações entre os atores ligados à área socioambiental, vindos de diferentes segmentos da sociedade civil organizada, do meio científico e da administração pública. A conferência tem como público-alvo estudantes, gestores de unidades de conservação, pesquisadores, professores, ambientalistas, frequentadores dessas áreas, servidores públicos e a sociedade civil interessada. Em 2024, o evento contou com 306 inscrições; no ano passado, foram 313 inscritos. *Com informações do Instituto Brasília Ambiental

Ler mais...

Thumbnail

Parque Distrital do Recanto das Emas terá obras de infraestrutura

A população do Recanto das Emas recebeu, neste sábado (21), o evento de lançamento das obras de infraestrutura do Parque Distrital do Recanto das Emas. A unidade de conservação (UC) contará com recursos provenientes de Termo de Compromisso de Compensação Florestal para a construção de guarita, com controle de acesso e apoio à gestão do parque; ciclovia, quadra poliesportiva, parque infantil, banheiros e cercamento da área. “Essa é uma vitória da comunidade e um exemplo do que podemos alcançar quando trabalhamos juntos, em prol do meio ambiente e da qualidade de vida da população. A iniciativa reafirma o nosso compromisso com a preservação da natureza e com o desenvolvimento sustentável do nosso Distrito Federal”, mencionou a vice-governadora, Celina Leão. As obras de infraestrutura do Parque Distrital do Recanto das Emas foram lançadas neste sábado (21) | Foto: Divulgação/Brasília Ambiental O presidente do instituto, Rôney Nemer, ressaltou a importância das obras para a população. “Hoje é um dia muito valioso para os recantenses e para todos aqueles que se empenharam em ver essa unidade de conservação estruturada. Tudo isso é fruto de um trabalho em conjunto do Brasília Ambiental com as lideranças e representantes da comunidade, com o objetivo de cuidar dessa área que é de interesse de todos nós”, comemorou.  O administrador regional da cidade, Carlos Dalvan, destacou a satisfação com a concretização de um sonho. “Ficamos felizes e gratos com esse presente de ter uma unidade de conservação que será cercada, que contará com segurança e infraestrutura para usufruto de todos”, disse. [LEIA_TAMBEM]“A infraestrutura para as unidades de conservação em geral, além de atender às comunidades, também gera benefícios para os servidores, agentes de parques que desempenham a missão de proteger essas áreas. Essa entrega nos incentiva a sempre buscar ações em benefício da população, com a melhoria da qualidade de vida, e proporciona, ainda, ganhos financeiros, pois as moradias situadas nas proximidades das UCs ficam mais valorizadas”, comentou Marcos Cunha, superintendente de Unidades de Conservação do Brasília Ambiental. Ao término da assinatura da ordem de serviço, as autoridades presentes fizeram o descerramento da placa que marca o início das intervenções no local, seguido de ato simbólico, no mês da mulher, com o plantio de mudas de espécies do Cerrado em homenagem às mulheres vítimas de feminicídio e contra a violência doméstica. *Com informações do Instituto Brasília Ambiental

Ler mais...

Thumbnail

Segunda etapa de capacitação reforça preparo de brigadistas para atendimentos de emergência

O Instituto Brasília Ambiental realizou, de segunda (23) a quarta-feira (25), a segunda etapa do ciclo de capacitações previsto para 2026, voltado à qualificação dos brigadistas florestais da autarquia que atuam nas unidades de conservação do Distrito Federal. Nesta quarta-feira, o Parque Ecológico dos Pequizeiros sediou o curso de Atendimento Pré-Hospitalar (APH). A ação, que contou com a parceria da Organização Brasileira dos Brigadistas Florestais (OBBF) e da empresa Gilberto Castro Simulação de APH de Combate, integra o Plano Estratégico de Treinamentos dos Brigadistas Florestais (Petbrif), com foco na segurança operacional e no manejo integrado do fogo para o ciclo 2026/2027. Brigadistas florestais participaram do curso de Atendimento Pré-Hospitalar (APH) entre os dias 23 e 25 deste mês, no Parque Ecológico dos Pequizeiros Ao longo da semana, os brigadistas participaram de atividades teóricas e de exercícios de campo voltados à atuação em situações de urgência e emergência, como simulado de resgate, contenção de hemorragias e traumas, técnicas de transporte de vítimas, manobra de obstrução de vias aéreas por corpo estranho (Ovace) e Suporte Básico de Vida (SBV). “Investir na qualificação dos nossos brigadistas é fortalecer a prevenção e salvar vidas. Quanto mais preparados estiverem, maior será nossa capacidade de proteger o Cerrado, as unidades de conservação e a população do Distrito Federal diante das ocorrências de incêndio”, declara a vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão. [LEIA_TAMBEM]O presidente do Brasília Ambiental, Rôney Nemer, destaca que a formação continuada fortalece a capacidade de resposta das equipes: “O trabalho exige preparo técnico, domínio de protocolos e atenção rigorosa à segurança. Ao investir em capacitações como essa, reforçamos nosso compromisso com a prevenção, o manejo integrado do fogo e a proteção das unidades de conservação do DF”. A capacitação permanente proporciona atualização técnica contínua, redução de riscos e acidentes, reforço da segurança nas atividades de campo, padronização de procedimentos entre as equipes e maior eficiência nas ações de prevenção, manejo e combate aos incêndios florestais, além de alinhamento às exigências legais, especialmente à Norma Regulamentadora nº 31.12. “Esse ciclo de capacitações está sendo um sucesso, e a nossa intenção é que todos os brigadistas sejam bem treinados e estejam bem-preparados para enfrentar uma fase difícil que virá no período da seca”, conclui o diretor de Manejo Integrado do Fogo, Érisom Vieira Cassimiro. *Com informações do Instituto Brasília Ambiental

Ler mais...

Thumbnail

Decreto define poligonal da Floresta Distrital dos Pinheiros

O espaço territorial da Floresta Distrital dos Pinheiros, administrada pelo Instituto Brasília Ambiental, foi oficialmente definido pelo Decreto nº 48.271, de 10 de fevereiro de 2026, publicado nesta quarta-feira (11) no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF). O normativo estabelece a poligonal da unidade, localizada na Região Administrativa do Paranoá (RA-PAR), com área aproximada de 570,0338 hectares, distribuída em dois módulos: o Módulo I, com 263,4155 hectares e perímetro de 8.628,20 metros, e o Módulo II, com 306,6183 hectares e perímetro de 8.648,81 metros. Ao todo, a unidade soma 17.277,01 metros lineares de perímetro, consolidando seus limites territoriais para fins de gestão, planejamento e proteção ambiental. “A definição da poligonal traz segurança jurídica e fortalece a política ambiental do Distrito Federal. Estamos garantindo que a Floresta Distrital dos Pinheiros seja planejada e protegida de forma responsável, conciliando preservação, uso sustentável e desenvolvimento”, declarou a vice-governadora Celina Leão. Decreto que delimita o espaço territorial da Floresta Distrital dos Pinheiros foi publicado nesta quarta (11), no DODF | Foto: Wilian Neres/Brasília Ambiental A medida consolida os limites territoriais da unidade de conservação e atualiza dispositivos do Decreto nº 38.371/2017, fortalecendo as diretrizes de manejo sustentável, recuperação ambiental e uso público responsável. A delimitação precisa da poligonal representa um avanço significativo para a gestão ambiental da área, pois assegura maior clareza quanto às fronteiras da unidade, possibilitando planejamento mais eficaz, fiscalização adequada e implementação de ações voltadas à conservação e ao uso sustentável dos recursos naturais. “Com a delimitação oficial da área, avançamos na consolidação da unidade de conservação, assegurando instrumentos mais eficazes de gestão, fiscalização e implementação de políticas ambientais voltadas à proteção do Cerrado”, informou o presidente do Brasília Ambiental, Rôney Nemer. [LEIA_TAMBEM]O decreto também atualiza os objetivos da Floresta Distrital dos Pinheiros, reforçando sua vocação para o uso múltiplo sustentável dos recursos florestais. Entre as diretrizes estabelecidas estão a exploração comercial das silviculturas atualmente existentes, com substituição gradual por vegetação nativa do Cerrado e destoca das raízes remanescentes; a recuperação de áreas degradadas, com foco na recomposição da vegetação e na reabilitação ecológica; e a conservação da vegetação nativa a ser restaurada, favorecendo a conectividade com unidades de conservação vizinhas. O normativo ainda prevê o incentivo a atividades de pesquisa, estudos, educação e monitoramento ambiental, além da promoção do uso público, mediante a instalação de equipamentos e infraestrutura adequados. De acordo com o superintendente de Unidades de Conservação, Biodiversidade e Água do Brasília Ambiental, Marcos Cunha, o decreto reforça a proteção da Floresta Distrital dos Pinheiros ao vedar atividades ou empreendimentos, públicos ou privados que comprometam o manejo florestal sustentável — seja de produtos madeireiros ou não — ou que coloquem em risco a integridade dos ecossistemas e da biota local. “O plantio de espécies exóticas somente poderá ocorrer mediante projeto técnico específico, devidamente justificado e alinhado aos objetivos definidos para a Floresta Distrital dos Pinheiros”, acrescentou. Com a publicação do decreto, o Brasília Ambiental reforça seu compromisso com a gestão responsável das unidades de conservação do Distrito Federal, promovendo equilíbrio entre conservação ambiental, uso sustentável e desenvolvimento regional. *Com informações do Instituto Brasília Ambiental

Ler mais...

Thumbnail

Licenciamento de condomínio do Jardim Botânico inaugura calendário de audiências públicas do Brasília Ambiental em 2026

A primeira audiência pública do ano para a discussão de estudos ambientais de empreendimentos do Distrito Federal já tem data marcada para ocorrer: 24 de fevereiro. O aviso foi publicado pelo Instituto Brasília Ambiental no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) desta sexta-feira (23), para parcelamento de solo de residencial no Jardim Botânico. Essa audiência será realizada no formato virtual, com transmissão ao vivo por meio do canal do YouTube do Brasília Ambiental, no próximo mês, e o público em geral já pode consultar, no site da autarquia, os estudos, as documentações e o regulamento do evento. "A participação da população é fundamental para a construção de um futuro sustentável e em harmonia com o meio ambiente. Por este motivo, é tão importante o acompanhamento desses debates, promovidos pelo instituto, que fazem parte da concessão de licenças ambientais“, disse a vice-governadora do DF, Celina Leão. Arte: Brasília Ambiental As instruções relativas aos canais de transmissão e respectivos procedimentos para acesso e participação serão divulgadas previamente, no prazo mínimo de cinco dias de antecedência da data de realização, também no site da autarquia ambiental. “Nas audiências públicas são divulgados à comunidade afetada todos os impactos previstos durante as obras e o funcionamento da atividade”, completa o presidente do Brasília Ambiental, Rôney Nemer. No dia do evento, será disponibilizado um local com ponto de acesso presencial para os interessados que queiram acompanhar a reunião pública, mas que não possuam ou tenham dificuldade em acessar a internet. *Com informações do Instituto Brasília Ambiental

Ler mais...

Thumbnail

GDF registra mais de 2,8 mil ações fiscais em 2025 e reforça proteção ambiental

A Superintendência de Fiscalização e Auditoria Ambiental (Sufam) do Instituto Brasília Ambiental apresentou um balanço expressivo das atividades de 2025. Ao todo, foram contabilizadas 2.817 ações fiscais, distribuídas por todas as regiões administrativas do Distrito Federal, tanto dentro quanto fora das unidades de conservação (UCs). O resultado consolida a Sufam como um dos principais pilares da política ambiental do DF, unindo fiscalização, monitoramento, auditoria e participação social para assegurar a preservação dos recursos naturais e o cumprimento da legislação ambiental. As ações de fiscalização abrangem diversos temas, como maus-tratos a animais, tráfico de fauna silvestre, desmatamento, cumprimento de condicionantes ambientais e vazamentos de produtos tóxicos, entre outras infrações ambientais. “A fiscalização ambiental visa a garantir o desenvolvimento sustentável do DF, assegurando que o crescimento econômico ocorra em consonância com o respeito ao meio ambiente e às normas legais”, destacou a governadora em exercício do DF, Celina Leão. Números por diretoria A Diretoria de Fiscalização I (Difis I) é responsável pelo controle da poluição sonora gerada por atividades industriais, bares e restaurantes, comércio varejista e atacadista, eventos, instituições religiosas e demais segmentos. Ao longo do ano, a Difis I realizou 1.841 ações, das quais 1.303 resultaram em infração e 538 foram concluídas sem autuação, evidenciando também o caráter orientador da atuação da diretoria. A maior parte das ações teve origem em demandas da Ouvidoria, que somaram 1.430 atendimentos. As ações de fiscalização abrangem diversos temas, como maus-tratos a animais, tráfico de fauna silvestre, desmatamento, cumprimento de condicionantes ambientais e vazamentos de produtos tóxicos, entre outras infrações ambientais | Foto: Divulgação/Brasília Ambiental Além disso, a Difis I registrou o atendimento de 253 demandas internas da própria diretoria, executadas por meio de ordens de serviço, bem como o acompanhamento de solicitações encaminhadas por outros órgãos, como o Ministério Público, a Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) e as regiões administrativas, entre outros. Com forte presença em campo e atuação técnica qualificada, a diretoria destaca-se como peça fundamental no enfrentamento da poluição sonora e na promoção da qualidade de vida da população. “Esses resultados mostram a atuação técnica e permanente do Brasília Ambiental para garantir o cumprimento da legislação, promover a ordem urbana, assim como proteger a saúde e o bem-estar da população”, afirmou o presidente do Instituto Brasília Ambiental, Rôney Nemer. A fiscalização das unidades de conservação sob gestão do Brasília Ambiental e o combate ao desmatamento do Cerrado nas áreas rurais do DF cabem à Diretoria de Fiscalização II (Difis II). Em 2025, o setor realizou 404 ações fiscais, voltadas à proteção dos ecossistemas e ao monitoramento das áreas naturais. Desse total, 57 ações resultaram em infração e 347 foram concluídas sem autuação. Também foram registradas pela Difis II 50 demandas provenientes da Ouvidoria, além do atendimento a 31 solicitações do Ministério Público e da execução de 67 ações decorrentes de ordens de serviço, evidenciando o alinhamento da diretoria com os órgãos de controle e o firme compromisso com a preservação ambiental. Responsável pelas operações de desocupação e desconstituição de áreas irregulares, a Diretoria de Fiscalização Ambiental III (Difis III) concentrou esforços em 88 ações fiscais de inteligência e monitoramento, que resultaram em 29 operações ao longo de 2025. As ações envolveram desocupações antrópicas em 22 unidades de conservação, com a desconstituição de 73 edificações, além da remoção de 191,9 toneladas de entulho e resíduos, 1.130 metros de cercas de madeira e/ou arame (farpado e liso), 485 metros de muros de alvenaria, 1.424 árvores exóticas e 440 metros quadrados de hortas e bases para edificação, bem como a apreensão de diversos instrumentos utilizados em ocupações clandestinas. Já as ações relacionadas à fauna, conduzidas pela Diretoria de Fiscalização IV (Difis IV), totalizaram 388 operações, com 154 infrações identificadas e 45 termos de apreensão lavrados. O aumento de 242% nas demandas da Ouvidoria em relação a 2024 reforça o papel da participação popular no combate aos maus-tratos e crimes contra a fauna silvestre. A Diretoria de Fiscalização V (Difis V) é responsável pelas auditorias e fiscalizações de atividades licenciáveis, pela apuração de denúncias de desmatamento e supressão irregular de vegetação fora de áreas protegidas e pelo controle da Taxa de Controle e Fiscalização Ambiental — TCFA. Em 2025, a diretoria realizou 299 ações fiscais, com cerca de 18% de infrações identificadas, concentradas principalmente em casos de parcelamento irregular do solo, postos de combustíveis e obras civis. Para a superintendente de Fiscalização e Auditoria Ambiental, Simone de Moura, o balanço evidencia a abrangência e a complexidade do trabalho desenvolvido pela Sufam. “A atuação integrada das diretorias permite não apenas coibir infrações, mas também orientar, prevenir danos ambientais e fortalecer a governança ambiental no Distrito Federal”, concluiu. *Com informações do Instituto Brasília Ambiental

Ler mais...

Thumbnail

Polícia Militar do DF recebe equipamentos para resgate de fauna silvestre

Na manhã desta sexta-feira (9), o Batalhão de Polícia Militar Ambiental (BPMA) recebeu a visita institucional do presidente do Instituto Brasília Ambiental, Rôney Nemer, que esteve na unidade para entregar equipamentos destinados ao resgate, manejo e transporte de animais silvestres no Distrito Federal. A iniciativa integra ações de fortalecimento operacional voltadas à proteção da fauna e ao atendimento de ocorrências ambientais em áreas urbanas e rurais. [LEIA_TAMBEM]Durante a agenda, Rôney Nemer destacou a relevância do trabalho desenvolvido pelo BPMA, ressaltando a seriedade, o preparo técnico e a atuação dos policiais militares ambientais no cumprimento das missões de preservação ambiental. Também foi enfatizada a parceria institucional consolidada entre o Instituto e o Batalhão Ambiental, considerada estratégica para ampliar a eficiência das ações conjuntas, especialmente em ocorrências de resgate em locais de difícil acesso ou em situações que exigem pronta resposta operacional. A visita reforça o reconhecimento institucional do trabalho realizado pelo Batalhão de Polícia Militar Ambiental e consolida o compromisso de cooperação entre o Ibram e a Polícia Militar do Distrito Federal, com foco na defesa da fauna silvestre, na proteção do meio ambiente e na promoção do interesse público, assegurando respostas qualificadas à sociedade brasiliense. *Com informações da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF)

Ler mais...

Thumbnail

Audiência pública debate sobre Rivi de parcelamento de solo urbano em Planaltina

O Instituto Brasília Ambiental realizou na noite de terça-feira (9), audiência pública de apresentação e discussão do Relatório de Impacto de Vizinhança (Rivi), para parcelamento de solo urbano, referente ao licenciamento ambiental, do empreendimento Esquilo Empreendimentos, situado no Setor Habitacional de Regularização Mestre D'Armas, na Região Administrativa de Planaltina. O relatório apresentado faz parte do processo da Licença Ambiental Prévia (LP). A audiência ocorreu no Salão de Festas Imperium, localizado na mesma RA. Na avaliação da superintendente de Licenciamento Ambiental do instituto, Nathália Almeida, que coordenou a audiência pública, a importância do evento se traduz na oportunidade que é dada à comunidade de se informar, debater, opinar sobre um empreendimento que pode ter impacto direta ou indiretamente na vida dela. “Quando a comunidade participa — e esse direito de participar é garantido por lei — ela acrescenta muito ao trabalho do órgão ambiental”, destacou. A vice-governadora Celina Leão também ressaltou a importância da participação popular. “As audiências públicas são cruciais para a gestão ambiental porque promovem transparência, participação social e legitimidade em grandes projetos, permitindo que a sociedade fiscalize, questione e sugira alterações aos estudos necessários para as decisões de governo na área ambiental”, lembrou. O relatório apresentado faz parte do processo da Licença Ambiental Prévia (LP) | Foto: Divulgação/Brasília Ambiental Já o presidente do Brasília Ambiental, Rôney Nemer, destacou que as decisões após a consulta popular são mais justas e têm mais eficiência. “Quando a sociedade se manifesta nas nossas audiências públicas, nos dá condições de decidirmos sobre os licenciamentos dos empreendimentos livres de conflitos, de forma mais acertada. Essa participação fortalece a democracia, garante decisões mais justas e eficazes para a proteção do meio ambiente”, acrescentou. Durante a audiência, foram recolhidas sugestões da população participante, que serão analisadas pelo Brasília Ambiental e pelas demais entidades relacionadas ao processo de licenciamento. Relatório O Rivi foi elaborado e apresentado por técnicos contratados pela empresa Esquilo Empreendimentos Ltda., interessada no parcelamento e proprietária da gleba onde o mesmo é proposto, que ocupa uma área de 2.0162 hectares. O parcelamento prevê a criação de uma unidade imobiliária destinada ao uso comercial, na modalidade Unidade de Orientação de Uso do Solo (UOS), na subcategoria CSII 3, que abrange, além do uso comercial, a prestação de serviços, e os usos institucional e industrial. Porém, proíbe o uso residencial. Entre os pontos apresentados no relatório, os técnicos destacaram que, do ponto de vista ambiental, a localização do parcelamento justifica-se pelas características ambientais da área. Nela não existe qualquer categoria de Área de Preservação Permanente (APP), bem como não existem canais naturais de escoamento superficial (grota seca), que possam gerar faixas de proteção. Também não há sobreposição da poligonal com Unidades de Conservação de Uso integral, Áreas de Proteção de Mananciais (APM) ou conectores ambientais. [LEIA_TAMBEM]O Rivi deixa claro que a área do parcelamento se encontra sobreposta à Unidade de Conservação de Uso Sustentável, especificamente, à Área de Proteção Ambiental (APA) do Planalto Central, em Zona Urbana (ZU), que tem como objetivo a promoção do uso sustentável da cidade, a partir da melhoria da qualidade ambiental urbana. Essas características, segundo o relatório, definem que a área é compatível com o uso proposto. O estudo destaca ainda que os tipos de solo (latossolo vermelho) e a declividade (de 0% a 8%) são características ambientais da área que reduzem os impactos ambientais negativos do empreendimento. Sobre o impacto ambiental negativo proveniente da supressão vegetal, o documento prevê que ele será compensado por meio da Compensação Florestal, prevista de acordo com o Decreto Distrital nº 39.469. Mas já informa que, devido ao grau de antropização da área, não foram observados remanescentes de vegetação nativa do Cerrado, apenas árvores e arbustos dispersos e isolados. Entre outras informações, o Rivi deixa claro que existem condições técnicas para o atendimento à população flutuante da área de estudo quanto aos resíduos sólidos, energia elétrica, abastecimento de água e esgotamento sanitário. O estudo apresentado conclui que os impactos ambientais negativos identificados e avaliados podem ser controlados por meio da execução de medidas de controle e de programas de monitoramento ambiental, indicados no próprio documento. A equipe técnica, autora do estudo, finalizou externando que o trabalho indicou a viabilidade ambiental do parcelamento. Além de presencial, a audiência também foi acessada de forma virtual pelo YouTube do instituto. O Rivi permanece disponível no site do Brasília Ambiental. *Com informações do Instituto Brasília Ambiental

Ler mais...

Thumbnail

Fêmea de lobo-guará é devolvida à natureza após passar por tratamento no Hospital da Fauna Silvestre

Uma lobo-guará fêmea foi devolvida à natureza nesta sexta-feira (21), após passar por tratamento contra uma doença bacteriana no Hospital e Centro de Reabilitação da Fauna Silvestre do Distrito Federal (Hfaus). O animal foi resgatado em Luziânia (GO) com sinais de apatia e fraqueza e ficou sob cuidados do equipamento público, que é vinculado ao Instituto Brasília Ambiental, por um mês. A soltura ocorreu na Área de Proteção Ambiental (APA) Cafuringa, em Brazlândia. Depois de passar por tratamento no Hfaus contra doença bacteriana, lobo-guará fêmea foi devolvida à natureza nesta sexta (21) | Fotos: Matheus H. Souza/Agência Brasília Durante a internação, a equipe técnica do Hfaus promoveu uma série de exames para entender o quadro clínico da fêmea, que não conseguia se manter em pé e precisou ser alimentada por sonda. Foram feitos testes de sangue e de fezes, ultrassom, raio-x e avaliações cardiológicas, além de análises para enfermidades infectocontagiosas. Os resultados apontaram para erliquiose, um tipo de hemoparasitose comum em animais silvestres e domésticos, causada por bactérias que infectam as células sanguíneas e podem provocar apatia, perda de peso e dificuldade de locomoção. Segundo o coordenador do Hfaus, o biólogo Thiago Marques de Lima, os procedimentos começaram imediatamente após o diagnóstico, com medicação, plano alimentar prescrito por especialista e acompanhamento diário. “É uma dieta feita para atender tudo o que a fêmea necessita de vitamina, proteína, fibra e tudo mais. Monitoramos diariamente para saber se ela estava se alimentando corretamente”, esclareceu. A fêmea respondeu rápido ao tratamento e, em um mês, foi liberada para soltura em área preservada. “Fazemos análises de sangue e fezes periodicamente. Quando todos os parâmetros se estabilizam e o comportamento retorna ao padrão natural, já que é um animal que tem comportamento mais arredio e agressivo, podemos afirmar com certeza que está pronto para voltar para a natureza”, observou o coordenador. Durante a internação, o animal passou por testes de sangue e de fezes, ultrassom, raio-x e avaliações cardiológicas, além de análises para enfermidades infectocontagiosas Soltura A lobo-guará foi encaminhada ao Centro de Triagem de Animais Silvestres do Distrito Federal (Cetas-DF) do Ibama, que determinou a data e o local da soltura. A partir de agora, será monitorada por meio de um colar GPS e por um sistema de armadilhas fotográficas presente nas áreas de preservação do DF. A supervisão mostrará a adaptação ao habitat natural, com informações sobre predação e área de circulação. O colar utilizado é adequado ao porte da fêmea e programado para se abrir automaticamente após seis meses de uso. O chefe do Cetas-DF, Júlio César Montanha, ressalta que a estratégia é fundamental para compreender melhor a espécie e assegurar que esteja exercendo seu papel ecológico. “Os dados do monitoramento são importantes para conservação da espécie e manutenção do Cerrado como um todo, já que o lobo-guará é extremamente importante para controle de outros animais. O retorno à natureza mostra o quanto as instituições estão trabalhando para que o Cerrado continue vivo”, afirmou. De fevereiro, mês de abertura do hospital, a dezembro de 2024, foram atendidos 1.953 animais (61% aves, 37% mamíferos e 2% répteis) Segundo o superintendente de Natureza, Conservação da Biodiversidade e Água do Brasília Ambiental, Marcos João da Cunha, o ponto escolhido para a soltura da fêmea integra uma rede de monitoramento mantida pelo órgão há mais de uma década. O controle inclui outras áreas de preservação, como a APA Gama–Cabeça de Veado e o Parque Distrital dos Pequizeiros, e conta com cerca de 30 câmeras. Os dispositivos são móveis e fixos e estão posicionados para registrar movimentações de bichos devolvidos à natureza e solicitações específicas da população, como ocorre quando moradores relatam suspeita de onças ou outros animais de grande porte nas propriedades rurais. “As câmeras nos ajudam a entender o cenário real e agir de forma adequada, sempre priorizando a segurança dos animais e da população”, salientou. “O projeto virou um programa oficial do órgão, envolvendo várias superintendências. Nossa meta, a partir do próximo ano, é ampliar a rede com mais equipamentos, mais parceiros e mais alcance, incluindo o monitoramento de novas espécies”, comentou Cunha. Pioneirismo [LEIA_TAMBEM]O Hospital e Centro de Reabilitação de Fauna Silvestre, vinculado ao Instituto Brasília Ambiental e gerido pela Sociedade Paulista de Medicina Veterinária (SPMV), é o primeiro do país a oferecer um atendimento integrado com objetivo de devolver os bichos à natureza após o tratamento. A equipe multidisciplinar, formada por veterinários, biólogos e outros profissionais, cuida da saúde física, nutricional, comportamental e psicológica dos animais, com foco na reabilitação. De fevereiro, mês de abertura do hospital, a dezembro de 2024, foram atendidos 1.953 animais (61% aves, 37% mamíferos e 2% répteis). As cidades com maior quantidade de resgates e encaminhamentos ao Hfaus foram Plano Piloto, Lago Sul, Taguatinga, Candangolândia e Lago Norte. As espécies mais recorrentes foram saruê, periquito-de-encontro-amarelo, sagui-de-tufos-pretos e coruja-buraqueira. Setembro e outubro foram os meses com maior quantidade de animais atendidos, com 675 e 1.002, respectivamente. A principal causa de entrada foi cuidados neonatais (assistência a filhotes e jovens) e lesões ou fraturas. Além disso, entre 888 pacientes atendidos no hospital e encaminhados ao Cetas-DF, 407 retornaram à natureza no período avaliado. Neste ano, o Hfaus já recebeu 2.274 animais (64% aves, 33% mamíferos e 3% répteis), com maior quantidade de resgates no Plano Piloto, Taguatinga, Candangolândia, Sobradinho e Lago Norte. A lista de espécies mais frequentes segue a mesma do ano anterior: saruê, periquito-de-encontro-amarelo, sagui-de-tufos-pretos e coruja-buraqueira. O mesmo vale para as principais causas de entrada: cuidados neonatais (assistência a filhotes e jovens) e lesões ou fraturas. Os meses de setembro e outubro tiveram maior quantidade de animais atendidos, com 363 e 521, respectivamente. A partir de agora, a fêmea será monitorada por meio de um colar GPS e por um sistema de armadilhas fotográficas presente nas áreas de preservação do DF Da ordem carnívora, 19 indivíduos foram atendidos em 2024, dos quais oito evoluíram a óbito e 11 receberam alta. Destes, cinco eram lobos-guará: três receberam alta e dois faleceram. Em 2025, o número subiu para 22 atendimentos da mesma ordem: seis animais vieram a óbito, quatro permanecem internados e 12 já receberam alta. Houve a entrada de sete lobos-guará — quatro ainda internados, um com alta e dois óbitos. A estrutura do Hfaus foi pensada para respeitar o comportamento natural das espécies, com divisão de grupos (mamíferos, répteis e aves) e alas que evitam o estresse causado pela proximidade entre presas e predadores. Em caso de avistamento ou resgate de animal silvestre, a orientação é nunca intervir diretamente. O ideal é acionar os órgãos ambientais pelo 190 (BPMA) ou 193 do Corpo de Bombeiros Militar do DF (CBMDF).

Ler mais...

Thumbnail

Audiência pública de residencial Esquilo em Planaltina é publicada no DODF

O Instituto Brasília Ambiental publicou no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) desta sexta-feira (14), o Aviso da Audiência Pública de apresentação e discussão do Relatório de Impacto de Vizinhança (RIVI) do residencial Esquilo Empreendimentos, localizado no Setor Habitacional de Regularização Mestre D'Armas, na Região Administrativa de Planaltina. O evento será realizado no formato virtual, transmitido ao vivo por meio do canal do YouTube do Brasília Ambiental, no dia 9 de dezembro (terça-feira), com início às 19h e encerramento previsto para as 22h. “As audiências públicas são uma oportunidade para que o órgão executor das políticas públicas ambientais receba as críticas, sugestões e contribuições, e que o empreendimento reflita o olhar da sociedade sobre ele”, explica a vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão. O presidente do Instituto Brasília Ambiental, Rôney Nemer, lembra a importância da participação da comunidade nessas iniciativas. “As audiências públicas visam proporcionar uma maior participação popular nas tomadas de decisões, porque quando a comunidade se informa, opina e contribui, os gestores públicos podem conduzir os processos decisórios com mais legitimidade”, ressalta. Os estudos e documentações, que serão apreciados na audiência pública, bem como o regulamento do evento, já estão disponíveis ao público em geral. Clique aqui e confira. As instruções relativas aos canais de transmissão e respectivos procedimentos para acesso e participação serão divulgadas previamente, no prazo mínimo de cinco dias de antecedência da data de realização no site da autarquia ambiental. *Com informações do Instituto Brasília Ambiental

Ler mais...

Thumbnail

Equipe de brigadistas resgata jiboia em Taguatinga Sul

Na tarde desta quarta-feira (22), brigadistas florestais do Instituto Brasília Ambiental, locados no Parque Ecológico do Riacho Fundo, foram acionados para auxiliar no resgate de uma jiboia. A serpente foi resgatada por volta de 12h20 nas proximidades do Parque Ecológico Boca da Mata, quando tentava atravessar uma via localizada entre o parque e o Instituto Federal de Brasília. Logo após ser retirada do local pelos brigadistas, a jiboia foi encaminhada ao Hospital e Centro de Reabilitação da Fauna Silvestre do Distrito Federal (Hfaus) para avaliação e cuidados. No hospital, os profissionais identificaram que o animal apresentava uma grande queimadura em processo de cicatrização. A serpente seguiu para triagem e monitoramento, passará por exames laboratoriais e, não havendo alterações, será devolvida ao seu habitat natural. Logo após ser retirada do local pelos brigadistas, a jiboia foi encaminhada ao HFAUS para avaliação e cuidados | Foto: Divulgação/Brasília Ambiental “O treinamento da Brigada Florestal de 2025 preparou os candidatos tanto para atuar na prevenção e combate a incêndios quanto para lidar com animais silvestres. Também reforçamos a importância de encaminhar animais resgatados ao Hfaus, garantindo cuidados adequados à fauna local”, afirmou o presidente do Brasília Ambiental, Rôney Nemer. A Brigada Florestal não atua apenas no combate ao fogo. O grupo também realiza o resgate e manejo de animais silvestres, desenvolve ações preventivas no período chuvoso, mantém trilhas e aceiros e apoia os parques ecológicos. Hfaus É o Hospital e Centro de Reabilitação da Fauna Silvestre que realiza atendimento clínico-veterinário, tratamento, reabilitação e acolhimento temporário de espécies silvestres feridas ou em situação de risco, como vítimas de atropelamentos, queimadas, choques elétricos ou debilitados, contribuindo para a preservação da fauna local. *Com informações do Instituto Brasília Ambiental

Ler mais...

Thumbnail

Estação Ecológica de Águas Emendadas é tema de projeto no 14º Circuito de Ciências do DF

A beleza, a riqueza natural e a relevância ecológica da Estação Ecológica de Águas Emendadas (Esecae) inspiraram o projeto “Águas Para Emendar Vidas. Águas Emendadas: A Nascente que Une Milhões de Brasileiros Precisa Ser Protegida. Estudo sobre a situação do fenômeno natural único no Brasil, denominado Águas Emendadas”. A proposta foi desenvolvida por alunos do Colégio Cívico-Militar do Distrito Federal Centro Educacional (CED) 3 de Sobradinho, sob a orientação da professora Celeni Miranda. A iniciativa foi selecionada para representar a escola na etapa distrital do 14º Circuito de Ciências do Distrito Federal, que ocorre desta terça (21) até sexta-feira (24), na Esplanada dos Ministérios. A vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão, destacou o impacto positivo da integração entre educação e meio ambiente. “Projetos como esse reforçam o papel transformador da educação ambiental. Quando nossos jovens conhecem e vivenciam a importância de uma unidade como Águas Emendadas, eles se tornam defensores do Cerrado e multiplicadores da sustentabilidade. É um orgulho ver o comprometimento das nossas escolas com o futuro do DF”, afirmou. Projeto sobre a Estação Ecológica de Águas Emendadas vai representar o CED 3 de Sobradinho do 14º Circuito de Ciências do Distrito Federal | Foto: Divulgação/Brasília Ambiental O projeto nasceu de um trabalho pedagógico sobre o tema Água, proposto pela Secretaria de Educação (SEEDF). Ao apresentar a Esecae aos alunos, a professora percebeu o impacto positivo da experiência. “Ninguém na escola conhecia a Estação Ecológica. Quando levei os alunos para conhecer a área, eles ficaram encantados. O contato com a natureza despertou neles o interesse pela ciência, pela pesquisa e, principalmente, pela preservação ambiental”, contou Celeni Miranda, professora de Geografia e doutora em Ciências Ambientais. A visita técnica à unidade foi autorizada pelo Instituto Brasília Ambiental, responsável pela gestão da Esecae. Durante a atividade, os estudantes participaram de palestras e trilhas interpretativas, observaram a fauna e a flora locais e discutiram os impactos ambientais que ameaçam a região, como o avanço do monocultivo, o uso de agrotóxicos e a expansão urbana irregular. De volta à escola, os alunos produziram maquetes, banners e materiais explicativos sobre o ecossistema da unidade e o fenômeno natural das águas que correm em direções opostas — para as bacias do Tocantins e do São Francisco. "Ver o interesse da comunidade escolar pela Estação Ecológica de Águas Emendadas é motivo de orgulho. Essa aproximação com a educação é fundamental para formar cidadãos conscientes e comprometidos com o meio ambiente" Rôney Nemer, presidente do Brasília Ambiental “A Esecae é um patrimônio natural de valor incalculável. Ela abastece mais de 300 mil pessoas e representa o berço das águas do Cerrado. Nosso objetivo com o projeto é mostrar que preservar essa área é preservar a vida. Sou muito grata ao Brasília Ambiental pelo acolhimento e apoio em todo o processo”, destacou Celeni Miranda. O atendimento à professora e aos alunos foi realizado pela equipe da Unidade de Educação Ambiental (Educ) do Brasília Ambiental, que apoia escolas, pesquisadores e visitantes interessados em conhecer as unidades de conservação do DF. A educadora ambiental Cleibiane Lemos, que conduziu a visita junto à servidora Mariana dos Anjos, ressaltou a importância dessas ações de integração. “Esse tipo de atendimento reforça a importância do Projeto Parque Educador para as escolas públicas. Oferecemos apoio ecopedagógico especialmente às escolas públicas, que podem se inscrever no programa no site do Brasília Ambiental no início de cada semestre letivo, conforme o calendário escolar. O CED 3 participa do programa e a turma selecionada para o projeto de ciência contou com nosso apoio desde o início até as visitas de campo. Foi um processo contínuo de aprendizado e troca de experiências”, destacou Cleibiane Lemos. [LEIA_TAMBEM]O presidente do Instituto Brasília Ambiental, Rôney Nemer, parabenizou a professora e os alunos pela iniciativa e ressaltou o papel educativo das unidades de conservação. “Ver o interesse da comunidade escolar pela Estação Ecológica de Águas Emendadas é motivo de orgulho. Essa aproximação com a educação é fundamental para formar cidadãos conscientes e comprometidos com o meio ambiente”, afirmou. Além de conquistar o primeiro lugar na etapa regional do Circuito de Ciências do DF, o projeto foi indicado ao Prêmio Paulo Freire de Educação, reconhecimento nacional que valoriza práticas pedagógicas inovadoras. Para a professora Celeni, o maior resultado é ver a mudança de atitude dos estudantes: “Eles passaram a entender que a água é um bem finito e que o Cerrado é essencial para a sobrevivência de todos nós. É essa consciência que queremos multiplicar”. *Com informações do Instituto Brasília Ambiental

Ler mais...

Thumbnail

Disque-Cerrado chega ao Jardim Botânico para incentivar o plantio de árvores nativas

Com o objetivo de promover a restauração ecológica e a conscientização ambiental no Mês do Cerrado, o Instituto Brasília Ambiental, em parceria com o Movimento Comunitário do Jardim Botânico (MCJB), lança o serviço Disque-Cerrado na Região Administrativa do Jardim Botânico-DF. A iniciativa integra o Projeto Ação Oikos, localizado no Centro de Práticas Sustentáveis (CPS), e visa conectar a população urbana com a preservação ativa do bioma Cerrado. O serviço permite que qualquer morador da região solicite gratuitamente o plantio de até três mudas nativas do Cerrado por CPF. As mudas são cultivadas no próprio CPS, e o plantio é realizado por uma equipe técnica capacitada, que entrega junto uma cartilha educativa com orientações sobre os cuidados necessários para o desenvolvimento saudável da planta. “Ao levar o apoio técnico e as mudas nativas gratuitamente, estamos removendo barreiras e garantindo que o interesse genuíno da população em cuidar do meio ambiente se transforme em uma ação concreta e bem-sucedida. É uma iniciativa que ensina o plantio e o cuidado", ressalta a vice-governadora Celina Leão. Como funciona o serviço A solicitação é feita por meio de um formulário eletrônico, acessível pelo link oficial do projeto: Formulário Disque-Cerrado. O requerente informa seus dados e a localização desejada para o plantio. A ação é organizada de modo a otimizar os recursos. A equipe se deslocará para a área solicitada sempre que houver um mínimo de 10 mudas a serem plantadas dentro de um raio de um hectare. A solicitação é feita por meio de um formulário eletrônico, acessível pelo link oficial do projeto: Formulário Disque-Cerrado | Foto: Divulgação/Brasília Ambiental O plantio segue protocolos técnicos de conservação ambiental: abertura e adubação do berço, aplicação de gel especial que permite o plantio em qualquer época do ano, cobertura com vegetação morta e irrigação inicial. Em seguida, a pessoa ou condomínio recebe a cartilha educativa com orientações sobre rega e controle de pragas, como formigas. “É importante reflorestar e mostrar a revitalização do Cerrado. Sem Cerrado não tem água, e sem água não tem vida”, enfatizou Rôney Nemer, presidente do Instituto Brasília Ambiental. Por que adotar uma muda do Cerrado? Plantar uma árvore nativa vai muito além do aspecto estético. Trata-se de uma ação concreta de impacto ambiental e comunitário. Cada árvore adulta pode absorver cerca de 25 kg de dióxido de carbono por ano, oferecendo sombra, frutos, redução de ruídos e temperatura, além de evitar erosões e enchentes por meio da absorção da água da chuva. No contexto da cidade do Jardim Botânico, essa ação ganha ainda mais relevância. A região é uma das poucas áreas urbanas com infraestrutura voltada à educação ambiental e à produção sustentável. Com sua baixa densidade populacional e vastas áreas verdes, torna-se o cenário ideal para a reconexão com a natureza e a valorização do bioma Cerrado, um dos mais ameaçados do Brasil. “Nossa meta nesta primeira fase é plantar mil árvores do Cerrado, que vão melhorar muito a qualidade de vida na nossa cidade”, destacou Rose Marques, presidente do MCJB. A coordenadora do projeto, Luana da Mata, complementa: “Já produzimos quase 10 mil mudas e agora estamos indo além. Quem quiser adotar uma árvore do Cerrado, nós plantamos para você”. *Com informações do Instituto Brasília Ambiental

Ler mais...

Thumbnail

Encontro debate proteção ambiental do Parque Veredinha

Agência Brasília · ENCONTRO DEBATE PROTEÇÃO AMBIENTAL DO PARQUE VEREDINHA O Instituto Brasília Ambiental marcou presença no Preserva Brazlândia — 3º Encontro sobre Sustentabilidade do Parque Ecológico Veredinha. Promovido nesta quinta-feira (11) pelo Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), o evento buscou promover um debate entre órgãos do governo, sociedade civil organizada e comunidade local sobre a proteção ambiental da região, situada na Bacia Hidrográfica do Descoberto, responsável pelo abastecimento de 65% da população do DF. A abertura contou com a presença do secretário do Meio Ambiente, Gutemberg Gomes; do presidente do Brasília Ambiental, Rôney Nemer; do coordenador da Comissão Preserva Brazlândia, promotor de Justiça de Defesa da Ordem Urbanística (Prourb), Dênio Augusto de Oliveira Moura; do coordenador da Promotoria de Justiça de Brazlândia, promotor Leandro Lobato; entre outras autoridades. Para a vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão, o evento reforça o papel da comunidade na defesa do Cerrado. “Brazlândia é um território estratégico para o abastecimento hídrico do DF e, ao mesmo tempo, uma região de grande riqueza cultural e produtiva. Preservar o Cerrado daqui é preservar a qualidade de vida de toda a população do Distrito Federal. O governo está comprometido em apoiar iniciativas como o Preserva Brazlândia, que unem poder público e sociedade em torno da sustentabilidade”, destacou. Encontro Preserva Brazlândia tratou da preservação do Parque Ecológico Veredinha, situado na Bacia Hidrográfica do Descoberto | Foto: Divulgação/Brasília Ambiental O presidente do Brasília Ambiental ressaltou a importância do evento, organizado no Dia do Cerrado. “Preservar Brazlândia significa preservar o Cerrado, bioma essencial para a nossa sobrevivência. Se perdermos o Cerrado, perdemos a água — e sem água não há vida”, afirmou. Para o promotor de Justiça Dênio Moura, o 3º Encontro sobre Sustentabilidade visa à conscientização da sociedade sobre a importância de Brazlândia para o abastecimento hídrico, a produção de alimentos (agricultura familiar) e o equilíbrio ecológico do DF, ressaltando igualmente seu potencial turístico, paisagístico e cultural. A proposta é fortalecer o sentimento de identidade e pertencimento da população local em relação ao território. "O Lago Veredinha, que é o nosso cartão-postal, só existe em razão de o parque proteger as nascentes do Córrego Veredinha, que segue o curso para o Lago do Descoberto" Marcos João da Cunha, superintendente de Unidades de Conservação, Biodiversidade e Água “Essa é uma parceria que reúne diversos órgãos do Distrito Federal e da esfera federal, além da sociedade civil organizada, todos unidos em torno da sustentabilidade. Escolhemos este parque, um espaço simbólico, para marcar o Dia do Cerrado e reforçar a importância da preservação. Nossa intenção é que os moradores se sintam parte desse processo, engajados na proteção do meio ambiente, e que tenham ainda mais orgulho de viver em Brazlândia — uma cidade especial, rica culturalmente, com forte produção rural e que ajuda a abastecer todo o DF”, declarou o promotor. Além de apoiar a organização do encontro, o Instituto Brasília Ambiental levou um estande com materiais informativos sobre o Parque Ecológico Veredinha, além dos cartazes da coleção Eu Amo Cerrado. A programação também incluiu palestras, exposição de produtos artesanais e agrícolas de produtores locais, oficinas de grafite, apresentações de teatro e dança, circuitos de conscientização da Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb) e dinâmica interativa da Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento Básico do DF (Adasa), entre outras atrações. Veredinha [LEIA_TAMBEM]O Parque Ecológico Veredinha conta com várias nascentes de águas límpidas que brotam em seu interior. Possui vegetação diversificada, entre matas de galeria, cerrado típico, veredas úmidas e uma área de antiga pastagem, que podem ser exploradas por meio de trilhas estreitas. Próximos à unidade estão a Basílica Menino Jesus de Praga e a Lagoa de Brazlândia, importantes atrativos turísticos do DF. A unidade também dispõe de uma sala no pavimento superior da sede administrativa, estruturada para atividades de educação ambiental. De acordo com o superintendente de Unidades de Conservação, Biodiversidade e Água (Sucon), Marcos João da Cunha, o parque abriga a nascente do Córrego Veredinha. “O Lago Veredinha, que é o nosso cartão-postal, só existe em razão de o parque proteger as nascentes do Córrego Veredinha, que segue o curso para o Lago do Descoberto. Logo, é um afluente do Descoberto. Ele também leva água para grande parte do Distrito Federal”, explicou. *Com informações do Instituto Brasília Ambiental

Ler mais...

Thumbnail

Documentário especial mostra processo de seleção e formação da Brigada Florestal do DF

Agência Brasília · DOCUMENTÁRIO ESPECIAL MOSTRA PROCESSO DE SELEÇÃO E FORMAÇÃO DA BRIGADA FLORESTAL DO DF O Instituto Brasília Ambiental realiza nesta quinta-feira (11) o lançamento do videodocumentário Brigada Florestal: A Jornada. O trabalho, uma comemoração ao Dia Nacional do Cerrado, retrata todo o processo de seleção, formação e contratação dos 150 brigadistas florestais que passaram a fazer parte do quadro neste ano. O lançamento será na sala de reuniões do 4º andar da sede da autarquia, às 15h. Em comemoração ao Dia Nacional do Cerrado, o Brasília Ambiental lança nesta quinta (11) o documentário Brigada Florestal: A Jornada | Foto: Divulgação/Brasília Ambiental A governadora em exercício, Celina Leão, enfatizou a importância tanto do trabalho dos brigadistas quanto do videodocumentário: “É essencial mostrar à população o trabalho dos brigadistas florestais, que são fundamentais nas unidades de conservação ao prevenir e combater incêndios que ameaçam a biodiversidade e os ecossistemas, realizar monitoramento constante, prestar apoio logístico e atuar na educação ambiental e conscientização da comunidade local, protegendo o patrimônio natural e garantindo a recuperação e preservação a longo prazo dessas áreas”. [LEIA_TAMBEM]O presidente do Instituto, Rôney Nemer, ressaltou que o pano de fundo que moveu todo o processo seletivo da brigada 2025 foi a prevenção: “Não vou dar spoiler do que será mostrado no documentário, mas asseguro que foi um processo seletivo cheio de inovações, e que todas elas visaram a condições para realizarmos um trabalho mais efetivo de prevenção dos incêndios florestais nas nossas unidades de conservação. Prevenção, com certeza, é a palavra que vocês mais vão ouvir nos depoimentos colhidos. Nosso objetivo é focar em termos um Cerrado cada vez mais preservado”. O Dia Nacional do Cerrado é celebrado em 11 de setembro para conscientizar sobre a importância do bioma e a necessidade de sua preservação. Conhecido como a caixa-d’água do Brasil e o berço das águas, o Cerrado é o segundo maior bioma do Brasil e da América do Sul, abrigando as nascentes de importantes bacias hidrográficas e três grandes aquíferos. A data foi instituída por decreto em 2003 e busca promover a conservação de sua rica biodiversidade e a adoção de práticas sustentáveis de uso dos recursos naturais. *Com informações do Instituto Brasília Ambiental

Ler mais...

Thumbnail

Consulta pública debate parceria com terceiro setor para preservação de unidades de conservação do DF

Agência Brasília · CONSULTA PÚBLICA DEBATE PARCERIA COM TERCEIRO SETOR PARA PRESERVAÇÃO DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO DO DF O Instituto Brasília Ambiental promoveu, nesta quarta-feira (27), uma reunião aberta para apresentar os detalhes da parceria que pretende firmar com o terceiro setor na realização de atividades de apoio à conservação e à educação ambiental voltadas a crianças e adolescentes em unidades de conservação distritais administradas pela autarquia. O encontro contou com a participação do presidente do Instituto, Rôney Nemer; da superintendente de Unidades de Conservação, Biodiversidade e Água, Marcela Versiani; e do coordenador da Comissão de Seleção e Habilitação do Chamamento Público, Fernando de Medeiros; além de servidores e representantes da sociedade civil organizada. Na reunião, o público conheceu a motivação do chamamento, a base legal, o regramento e as etapas previstas para o desenvolvimento da chamada pública | Foto: Divulgação/Brasília Ambiental A vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão, destacou a iniciativa de envolver a comunidade no debate sobre a proposta que visa selecionar organizações responsáveis por atividades educativas nas áreas sob gestão do Brasília Ambiental. “É uma oportunidade de ouvir a população e, assim, entregar, da melhor maneira possível, atividades ambientais educativas à nossa comunidade, para que possam aprender e contribuir cada vez mais com a preservação ambiental”, afirmou. [LEIA_TAMBEM]No primeiro momento, foram apresentados ao público a motivação do chamamento, a base legal, o regramento e as etapas previstas para o desenvolvimento da chamada pública. Em seguida, foi aberto espaço para que os participantes pudessem opinar e sugerir critérios de avaliação. “As atividades desempenhadas em nossas unidades de conservação são muito importantes, tanto para nós, enquanto órgão ambiental, como para quem realiza as ações e para a sociedade, que é diretamente beneficiada com os conhecimentos sobre o meio ambiente. A ideia do chamamento é estabelecer regras claras sobre o que pode ser feito, garantindo também a chancela dos órgãos de controle”, explicou Rôney Nemer. O chamamento público contemplará os parques ecológicos Águas Claras, Cortado (Taguatinga), Pioneiros (Candangolândia), Lago Norte e Três Meninas (Samambaia). As organizações da sociedade civil (OSCs) vencedoras poderão utilizar as estruturas físicas das unidades para guarda de materiais e apoio logístico em suas iniciativas. As contribuições e sugestões — tanto para inclusão de novas atividades quanto para exclusão ou alteração de propostas — poderão ser enviadas até 12 de setembro para o e-mail sucon@ibram.df.gov.br. *Com informações do Instituto Brasília Ambiental

Ler mais...

Thumbnail

Câmara setorial do GDF aprova três projetos de compensação ambiental

Agência Brasília · CÂMARA SETORIAL DO GDF APROVA TRÊS PROJETOS DE COMPENSAÇÃO AMBIENTAL O Instituto Brasília Ambiental realizou, na tarde desta terça-feira (26), a primeira reunião ordinária do ano da Câmara de Compensação Ambiental e Florestal (CCAF). O encontro, na sala de reuniões do 4º andar da sede da autarquia, foi presidido pelo secretário executivo (Secex) do Instituto, Valterson Silva, que representou o presidente da autarquia, Rôney Nemer. Resultou na aprovação de recursos na ordem de R$ 1.286.580,96, voltados, na maioria, para ações de infraestrutura nas Unidades de Conservação sob a gestão do Instituto. Os recursos foram dirigidos a três propostas, aprovadas por unanimidade. A primeira destinou o valor de R$ 372.453,60, resultante de compensação ambiental, para a contratação de transporte com fins da locomoção dos estudantes participantes do Programa de Educação Ambiental Parque Educador. O Parque Educador tem como foco principal o receptivo de estudantes de escolas públicas do DF para a realização de atividades de educação integral, ambiental e patrimonial nas Unidades de Conservação geridas pelo Brasília Ambiental. “Professores capacitados conduzem aulas, ao longo dos semestres, promovendo sensibilização ambiental com atividades como trilhas guiadas, oficinas, práticas integrativas de saúde, palestras e vivências na natureza”, explicou o apresentador da proposta, chefe da Unidade de Educação Ambiental do Instituto, Luiz Felipe Blanco. Os recursos foram dirigidos a três propostas, aprovadas por unanimidade | Foto: Divulgação/Brasília Ambiental A segunda proposta aprovada destinou o valor de R$ 826.327,36, de compensação ambiental, para a execução de parte do cercamento do Parque Ecológico Riacho Fundo. O apresentador da proposta, Marcos João da Cunha, representante da Superintendência de Unidades de Conservação, Biodiversidade e Água (Sucon) na reunião, ressaltou a importância de as UCs terem cercamento no sentido, principalmente, do impedimento de invasões, situação pela qual o parque em questão já passou. A terceira proposta destinou recursos também de compensação ambiental, na ordem de R$ 87.800,00, para a aquisição de aparelhos receptores GNSS/RTK e acessórios. Os receptores são dispositivos de posicionamento por satélite que combinam o Sistema Global de Navegação por Satélite (GNSS) com a técnica Cinemática em Tempo Real (RTK) para fornecer coordenadas geográficas com precisão centimétrica em tempo real. Esses aparelhos, segundo o expositor da proposta, Marcos João da Cunha, representante da Superintendência de Unidades de Conservação, Biodiversidade e Água (Sucon) na reunião, embora solicitados para uso nas medições de definição de poligonais das UCs, terão serventia praticamente para todas as áreas fins do Brasília Ambiental. A reunião serviu ainda para a aprovação de alteração na proposta da distribuição das publicações da obra inédita Flora do Jardim Botânico de Brasília — Ervas e Arbusto — Guia de Campo. A alteração, aprovada por unanimidade, ampliou o número Guias destinados ao Brasília Ambiental, com fins de suprimento das UCs. A proposta de solicitação de recursos de compensação ambiental para a produção do impresso deve constar na pauta da próxima reunião da CCAF. A vice-governadora Celina Leão destaca que a destinação de recursos de compensação ambiental para Unidades de Conservação (UCs) é fundamental. “Garante a proteção de áreas com alta biodiversidade, a manutenção de serviços ecossistêmicos essenciais e a efetiva recuperação e implantação de novas UCs, equilibrando o impacto da atividade humana e fortalecendo a conservação da natureza e o desenvolvimento sustentável”. Estiveram presentes na reunião, além dos servidores da Unidade de Compensação Ambiental e Florestal do Instituto (UCAF), do Secretário Executivo do Instituto, Valterson da Silva, e do representante da Sucon, Marcos Cunha: a chefe da Assessoria da Presidência, Danyella Shayene; a superintendente de Licenciamento Ambiental, Nathália Almeida; o superintendente de Administração Geral (Suag), Ricardo Roriz; e o representante da Secretaria de Meio Ambiente (Sema), Israel Dourado Guerra. *Com informações do Instituto Brasília Ambiental

Ler mais...

Thumbnail

Encontro debate questões relacionadas à supressão vegetal

Agência Brasília · ENCONTRO DEBATE QUESTÕES RELACIONADAS À SUPRESSÃO VEGETAL O Instituto Brasília Ambiental promoveu, nessa quarta-feira (20), o 2º Workshop de Licenciamento Ambiental. O evento, que debateu o tema “Autorização de Supressão Vegetal e Assuntos Correlatos”, ocorreu no auditório do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Distrito Federal (Crea-DF). Participaram profissionais e consultores responsáveis pela elaboração de processos que solicitam autorização para supressão vegetal ao órgão ambiental. Participaram do encontro profissionais e consultores responsáveis pela elaboração de processos que solicitam autorização para supressão vegetal Foto: Divulgação/Brasília Ambiental De acordo com a Superintendência de Licenciamento Ambiental (Sulam) da autarquia, responsável pela organização do evento, o objetivo do workshop foi capacitar o público-alvo, contribuindo para a melhoria da qualidade técnica das instruções processuais, em conformidade com o Decreto Distrital nº 39.469/2018 e demais legislações aplicáveis. “Queremos divulgar quais são as legislações a serem cumpridas e quais são os documentos necessários a serem apresentados, como eles têm que ser produzidos e que informações são consideradas essenciais, para, a partir disso, termos processos com maior qualidade que não retornem tanto para a fila de análise”, esclareceu a superintendente da Sulam, Nathália Almeida. "É fundamental que qualquer intervenção seja acompanhada das devidas compensações ambientais, realizadas da forma correta. Defendemos, sim, o desenvolvimento, mas sempre de maneira sustentável" Rôney Nemer, presidente do Brasília Ambiental A vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão, lembrou que as autorizações emitidas pela área de licenciamento do Brasília Ambiental são processos legais e administrativos, que envolvem análise responsável, avaliação e controle. “Por isso, é fundamental que os solicitantes dessas autorizações estejam bem informados, e é muito valoroso quando a iniciativa de propiciar essa informação vem do próprio órgão ambiental. É uma demonstração clara da sua parceria no desenvolvimento econômico do Distrito Federal, com responsabilidade ambiental”, destacou. O presidente do Brasília Ambiental, Rôney Nemer, endossou as palavras da vice-governadora, parabenizando a equipe da Sulam pela organização do evento. “Muitas vezes ouvimos que o órgão ambiental representa um entrave, mas isso não corresponde à realidade. O que ocorre, infelizmente, é que muitos processos chegam incompletos ou mal instruídos, e isso, naturalmente, exige correções e complementações, o que acaba atrasando as análises. Quando a documentação é apresentada de forma correta, o processo flui. O Brasília Ambiental conta com um corpo técnico altamente qualificado e isso precisa ser reconhecido”. Nemer comentou ainda que a supressão vegetal significa uma perda para o meio ambiente, especialmente para o Cerrado. “Por isso, é fundamental que qualquer intervenção seja acompanhada das devidas compensações ambientais, realizadas da forma correta. Defendemos, sim, o desenvolvimento, mas sempre de maneira sustentável, equilibrando crescimento econômico e preservação ambiental”, acrescentou. [LEIA_TAMBEM]De acordo com a Sulam, o workshop surgiu a partir do crescimento expressivo no número de processos com pendências técnicas, que comprometem a fluidez dos trabalhos, geram retrabalho e atrasam a emissão das Autorizações de Supressão Vegetal (ASV). O evento buscou atuar de forma preventiva e educativa, promovendo a conformidade ambiental desde a origem dos processos. A iniciativa contou com o apoio do Crea-DF, da Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb), da Associação dos Servidores do Brasília Ambiental (Asibram) e da Associação dos Engenheiros Agrônomos do Distrito Federal (AEA-DF). *Com informações do Instituto Brasília Ambiental

Ler mais...

Thumbnail

Oficinas finalizam a 2ª edição da Conferência Distrital de Unidades de Conservação

O último dia da 2ª Conferência Distrital de Unidades de Conservação (CDUC), evento promovido pelo Instituto Brasília Ambiental, foi marcado pela realização de oficinas temáticas. O ponto de encontro nesta sexta-feira (1) foi no Centro de Desenvolvimento Sustentável da Universidade de Brasília (CDS/UnB) com um café da manhã de boas-vindas, seguido por uma dinâmica coletiva. A atividade de abertura, conduzida pelo psicólogo e educador físico Fábio Broto, em meio aos jardins do CDS, envolveu os participantes em um jogo cooperativo, com o objetivo de potencializar a capacidade das pessoas de trabalharem em conjunto visando um interesse comum. “A ideia foi criar uma conexão e a integração entre todos os conferencistas, como uma forma de aquecimento para as oficinas”, explica Broto, representante da organização Projeto Cooperação, que promove a cultura da cooperação em vários ambientes. Após a dinâmica, os inscritos seguiram para as oficinas Criação de Reservas do Patrimônio Particular Natural (RPPNs); Conselhos Gestores em Unidades de Conservação (UCs); Introdução ao Ecoturismo, visitação e parques ecológicos e Voluntariado em Unidades de Conservação. O ponto de encontro nesta sexta-feira (1º/8) foi no Centro de Desenvolvimento Sustentável da Universidade de Brasília (CDS/UnB) com um café da manhã de boas vindas seguindo por uma dinâmica coletiva | Foto: Divulgação/Brasília Ambiental A oficina Sistemas nacionais e subnacionais de áreas protegidas na América Latina foi realizada em meio virtual. Já os participantes da oficina Manejo de Trilhas em Unidades de Conservação foram conduzidos para o Parque Distrital das Copaíbas, localizado no Lago Sul, que sediou a atividade prática. A analista de planejamento urbano e infraestrutura Marina Ribeiro falou sobre a sua expectativa para essa experiência. “Ainda não visitei o parque {Distrital das Copaíbas}, após a implantação das trilhas, então a minha curiosidade é conhecer como ficou e saber mais sobre como foi todo o processo de instalação, as diretrizes. E é uma referência para o desenvolvimento de outros projetos, no futuro”, disse a servidora que é lotada na Diretoria de Conservação e Recursos Hídricos do Brasília Ambiental. [LEIA_TAMBEM]O estudante da UnB Pedro Tominaga também deixou sua impressão sobre o workshop Voluntariado em Unidades de Conservação: “Estou buscando ter uma noção e entender como se estrutura a participação social, voluntária, dentro das UCs, tanto no Distrito Federal quanto em âmbito nacional. E como isso é concretizado, de um modo geral”, disse o universitário. A técnica em Planejamento Urbano e Infraestrutura Simone Abreu, que está licenciada do Brasília Ambiental para doutorado em geografia na UnB, está desenvolvendo sua tese em consolidação territorial das unidades de conservação do DF participou da oficina de Conselhos Gestores e destaca a importância do tema. “Quando uma unidade de conservação é criada, o processo que antecede a isso envolve diversos atores, como, por exemplo, a participação da sociedade e, nesse momento, nós podemos reunir a sociedade e o próprio governo para compor o conselho gestor. E a construção de estratégias pode servir para a participação no plano de manejo. Esses atores são importantes no cuidado com a unidade de conservação, porque para proteger o meio ambiente, a gente não protege só. A gente precisa de parceiros”, conclui a doutoranda. *Com informações do Instituto Brasília Ambiental

Ler mais...

Thumbnail

Conferência debate participação social nas unidades de conservação

Agência Brasília · CONFERÊNCIA DEBATE PARTICIPAÇÃO SOCIAL NAS UNIDADES DE CONSERVAÇÃO “Participação custa, é justa, é melhor para a sociedade e resulta em áreas bem protegidas”. A declaração é do consultor internacional em áreas protegidas Cláudio Maretti feita na tarde dessa quinta-feira (31), durante a 2ª Conferência Distrital de Unidades de Conservação. O evento é uma realização do Instituto Brasília Ambiental e ocorre no auditório da Câmara Legislativa Distrital, e encerra na manhã desta sexta-feira (1). Maretti, que é pesquisador, traz na bagagem 45 anos de trabalho com áreas protegidas e participou da construção do Sistema Nacional de Unidades de Conservação (SNUC), palestrou sobre o tema “Caminho se faz caminhando: participação social em unidades de conservação”, uma das falas mais esperadas do evento. Ele ressaltou que as Unidades de Conservação são as áreas protegidas mais importantes entre as áreas de conservação da natureza que existem. Sobre a participação social das comunidades nas UCs, o pesquisador destacou que é um direito das pessoas, e dos grupos sociais, sobretudo, participarem dos destinos do país, e isso inclui a gestão das Unidades de Conservação. “Essa participação traz uma condição, excepcional de qualidade de vida, se bem gerida. Nós temos muitos instrumentos legais, o próprio Sistema Nacional de Unidades de Conservação nos diz que a gente tem que promover a participação da sociedade e das comunidades locais”, lembrou. O consultor internacional em áreas protegias Cláudio Maretti palestrou sobre o tema “Caminho se faz caminhando: participação social em unidades de conservação” | Foto: Divulgação/Brasília Ambiental Maretti detalhou como essa participação é prevista: “Há a obrigação legal de todas as unidades de conservação terem um conselho; para a criação de uma Unidade de Conservação precisamos fazer uma consulta pública; também é recomendado que para o planejamento da Unidade ocorra a participação social, e assim por diante”. Segundo Maretti, em termos de normas, a participação social no Brasil, mesmo precisando ampliar os horizontes, está numa situação, razoavelmente, boa. Porém, na prática, o cenário é diferente. “A maior parte dos conselhos funciona mal e, às vezes, as consultas públicas são feitas só para constar. Diante desse quadro, diria que, em termos de participação social, nós estamos no meio do caminho”, avalia. Para o Brasil avançar na participação social nas Ucs, o estudioso diz que é necessário que os orçamentos governamentais dediquem pessoas e recursos à causa. “Participação custa dinheiro e o tempo das pessoas, mas gera bons resultados”, enfatiza. Exemplo mundial O SNUC foi conceituado por Maretti como muito bom e um exemplo para o mundo. Para melhorá-lo as medidas sugeridas vão na mesma linha que as para efetivar a participação social nas UCs: “Precisamos de três coisas: mais gente – gente dedicada, comprometida; mais dinheiro - recursos econômicos exequíveis, que não sejam só para constar; e que as Unidades de Conservação virem prioridade nas decisões governamentais para enfrentar, por exemplo, algumas obras que as afetam”, listou o pesquisador. De acordo com ele, isso é necessário para que a qualidade de vida das populações e da natureza, que é fornecida pelas UCs, não pereça ou entre em risco de vez em quando, principalmente quando se fala em desenvolvimento econômico. Que ocorra o contrário: a qualidade de vida seja o sustentáculo do desenvolvimento. Maretti criticou a falta de complementaridade no SNUC e a falta de visão dos processos ecológicos de grande distância. “Ele tem um conjunto de Unidades de Conservação muito significativo, um dos mais importantes do mundo. Mas não funciona de forma integrada. Por exemplo: a complementariedade entre os sistemas de unidades federais, estaduais e municipais não existe; também não existe a visão dos processos ecológicos de longa distância, como por exemplo, as grandes migrações de bagres dos rios da Amazônia, ou as aves migratórias que vem do Ártico até o extremo sul da América do Sul”, explicou. Para a primeira questão, o especialista receitou como fundamental e urgente o fortalecimento dos sistemas de unidades de conservação municipais, que segundo ele, são os mais frágeis. Esse fortalecimento também pode contribuir para o avanço da solução para a segunda questão. Pilares Na avaliação da vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão, os Sistemas de Unidades de Conservação Nacional e Distrital são as bases fortes da proteção ambiental. “O Sistema Distrital e Nacional de UCs mostram que gestão participativa e conhecimento técnico são pilares para conservar nossos recursos naturais e ampliar o acesso público a esses espaços”. O presidente do Instituto Brasília Ambiental, Rôney Nemer, que fez a abertura do evento na parte da manhã, lembrou que “a 2ª Conferência é uma oportunidade única de construir redes de colaboração, trocar experiências e pensar em soluções que garantam proteção e uso sustentável das áreas protegidas”. A programação vespertina do evento também contou a com o painel “Com ciência, com afeto: educação ambiental e participação social em Unidades de Conservação”. *Com informações do Instituto Brasília Ambiental

Ler mais...

Thumbnail

Hortas verticais são entregues para escolas públicas de São Sebastião e Jardim Botânico

Agência Brasília · HORTAS VERTICAIS SÃO ENTREGUES PARA ESCOLAS PÚBLICAS DE SÃO SEBASTIÃO E JARDIM BOTÂNICO O Instituto Brasília Ambiental, em parceria com o Movimento Comunitário do Jardim Botânico (MCJB), concluiu a entrega de 16 hortas verticais em oito escolas públicas das regiões de São Sebastião e Jardim Botânico. A iniciativa faz parte do Projeto de Educação Ambiental Ação Oikos. A última entrega foi realizada na Escola Classe Agrovila Vilanova, em São Sebastião, marcando o encerramento de uma etapa importante do projeto. Cada escola recebeu duas hortas verticais: uma com hortaliças e leguminosas (como alface, couve, almeirão, cebolinha, tomate e abóbora) e outra com plantas medicinais e temperos (como boldo, hortelã, erva-cidreira, manjericão e coentro). Os cultivos são 100% naturais, sem o uso de agrotóxicos, e foram produzidos por uma equipe especializada no Centro de Práticas Sustentáveis (CPS), com apoio técnico e logístico do MCJB. Os coordenadores do projeto explicam que, além do foco na EA, o Oikos visa à promoção da alimentação saudável, e objetiva fortalecer o conhecimento prático dos alunos sobre o desenvolvimento das plantas, a utilização de plantas medicinais e a importância de uma alimentação equilibrada. “Os alimentos cultivados poderão ser utilizados no preparo da merenda escolar, tornando a iniciativa ainda mais relevante no dia a dia das instituições”, acrescentam. Cada escola recebeu duas hortas verticais | Foto: Divulgação/Brasília Ambiental “Esse projeto é um Termo de Fomento do Brasília Ambiental em parceria com o Movimento Comunitário do Jardim Botânico. As escolas têm nosso suporte por um ano, com entrega de insumos, mudas de substituição, e uma cartilha com orientações técnicas para manter a horta produzindo”, explicou Luiz Felipe, chefe da Unidade de Educação Ambiental (EDUC) da autarquia. A vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão, destacou a importância da iniciativa. “Ao ensinar as crianças a cuidar da terra, o projeto semeia cidadania, respeito à natureza e hábitos mais saudáveis desde a infância”, lembrou. O presidente do Brasília Ambiental destacou a parceria do instituto com o movimento e os bons frutos que ela rende. “Esse trabalho conjunto só engrandece o Distrito Federal. É uma parceria que vem sendo renovada porque seus frutos, que são programas e projetos voltados à promoção da educação ambiental, são fundamentais para o desenvolvimento sustentável do DF e a preservação do nosso Cerrado”, disse. Contempladas As escolas que foram contempladas são: CED Jardins Mangueiral, CEI 05 do Jardim Botânico, CEI Parque dos Ipês (São Sebastião), Creche Pequeno Polegar (Lago Sul), Escola Classe do Morro da Cruz, Escola Classe Cerâmica da Benção (São Sebastião), Escola Classe 104 de São Sebastião e Escola Classe Agrovila (São Sebastião). Oikos O projeto Ação Oikos foi lançado em 1º de fevereiro de 2025, no CPS. A iniciativa contempla a recuperação do Cerrado e a realização de ações educativas com oficinas, palestras e cursos. Além das hortas verticais, o projeto busca fomentar o cultivo doméstico nas comunidades, incentivando que as famílias plantem seus próprios alimentos e chás medicinais. A comunidade pode acompanhar o cronograma de entrega das mudas pelo site www.mcjb.org.br/acao-oikos. *Com informações do Instituto Brasília Ambiental

Ler mais...

Thumbnail

Dia Mundial da Cobra: cartaz ressalta papel ecológico dos ofídios

Nesta quarta-feira (16) é comemorado o Dia Mundial da Cobra e o Instituto Brasília Ambiental aproveita a data para ressaltar o importante papel ecológico que esses animais desempenham no meio ambiente. “Há na cultura popular um receio grande com relação às serpentes. No entanto, elas exercem um papel ecológico fundamental no controle de roedores que contribuem na disseminação de zoonoses. Além disso, colaboram no equilíbrio da cadeia ecológica quando servem de alimento para aves, mamíferos e até mesmo outras serpentes”, explica o biólogo da Gerência de Fauna Silvestre (Gfau) da autarquia, Thiago Silvestre. Ele acrescenta que as serpentes possuem também grande importância para a medicina e prevenção de acidentes ofídicos, por meio do uso do seu veneno para a produção de soros antiofídicos, que são ministrados nos principais hospitais e referências do Distrito Federal. De acordo com estudos científicos, o Cerrado possui em média 117 espécies de serpentes registradas. “Um número alto destes indivíduos configuram-se como não peçonhentos, e acabam sendo mortos por conta do pavor que as pessoas possuem pelos que possuem veneno. Neste sentido, caso encontre uma serpente em ambiente urbano, a melhor forma de lidar é manter a distância e chamar o Batalhão da Polícia Militar Ambiental por meio do telefone 190. Cabe ressaltar que matar indivíduos da fauna silvestre, incluindo as serpentes, configura crime ambiental por meio da Lei 9.605, sujeito a pena de prisão e multa”, adverte Silvestre. De acordo com estudos científicos, o Cerrado possui em média 117 espécies de serpentes registradas | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília Outro fator de suma importância, ressaltado pela equipe da Gfau, é a necessidade de educar as crianças, desde cedo, a evitar chegar perto de serpentes. “E também, se possível, orientá-las a identificar as principais espécies, e a chamar um adulto assim que verificar a presença do réptil nas proximidades”, completam. Conscientização Entre as iniciativas do Brasília Ambiental voltadas à conscientização da importância desse animal estão: o lançamento do Cartaz das Serpentes do Cerrado, em 3 de junho, que marcou a abertura da Semana do Meio Ambiente e o Dia Nacional da Educação Ambiental; e a sinalização da moradia de uma cobra da espécie jararaca na Estação Ecológica de Águas Emendadas (Esecae), onde as cobras são muito presentes em números e espécies. A moradia fica a 90 metros da administração da Estação. O cartaz integra a coleção Eu Amo Cerrado, desenvolvido pela Unidade de Educação Ambiental (Educ) da autarquia. A coleção visa a levar informações sobre biodiversidade do bioma, despertando a curiosidade e sensibilização do público para a preservação das riquezas naturais. A educadora ambiental do Instituto, Mariana dos Anjos, destaca a importância de a população tomar consciência que as cobras têm papel fundamental para o equilíbrio ecológico do Cerrado. “De forma a mudar o pensamento de tomar esses animais como inimigos e matá-los. Qualquer ação que leve à dizimação deles é muito prejudicial ao meio ambiente”, enfatiza. No que se refere à sinalização da casa da jararaca na Esecae, a educadora ressalta que é uma atitude de valorização e proteção do animal. Ela conta que a moradia, no primeiro momento, foi entendida como a Casa do Tatú. Mas com o trabalho da também educadora ambiental, Clebiane Pereira, de observação do espaço, foi identificada a verdadeira moradora: uma jararaca. A partir daí a casa foi devidamente identificada. Entre as iniciativas do Brasília Ambiental voltadas à conscientização da importância desse animal estão o lançamento do Cartaz das Serpentes do Cerrado | Arte: Brasília Ambiental Dos Anjos explica que a identificação foi importante para o estudo dos hábitos do animal. “Como, por exemplo, se ela fica mais dentro da casa ou se sai para tomar sol, em que horários os deslocamentos dela ocorrem e a duração deles, entre outras informações. Saber esses hábitos é fundamental para orientar os visitantes locais, de forma que nem o animal, nem as pessoas sofram qualquer prejuízo e possam manter uma relação harmônica”, esclarece. Educação Ambiental A vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão, destaca a relevância da promoção da educação ambiental, especialmente, com relação aos animais silvestres. “Ações que geram o entendimento do papel de cada animal na manutenção do equilíbrio ecológico são fundamentais para despertar a consciência da população sobre a importância de preservar o meio ambiente”, disse. O presidente do Brasília Ambiental, Rôney Nemer, lembrou que as ações de educação ambiental levam à transformação de hábitos. “Eu mesmo sou fruto destas ações de educação ambiental, pois eu, que sou um arquiteto urbanista e nunca imaginei que aprenderia tantas coisas relacionadas à área ambiental, após assumir a Presidência do Brasília Ambiental, tenho agora a minha visão de mundo totalmente diferente, transformada. A minha vida hoje é o meio ambiente”. Origem Apesar de a origem da atribuição do 16 de julho ao Dia Mundial das Cobras não ser muito clara, a data é celebrada em todo o mundo como uma oportunidade de se promover uma reflexão sobre a necessidade de conservação das serpentes ao redor do planeta. Cientificamente, a forma correta de nomear o animal é “serpente”. O termo “cobra” é utilizado apenas para se referir às espécies de najas. Porém, no Brasil, popularmente se fala tanto cobra quanto serpente. Algumas cobras típicas do Brasil são: cobra cascavel, coral verdadeira, jararaca-de-alcatrazes, jararaca-ilhoa, jararaca-cruzeira, cobra-verde, falsa coral, jiboia, dentre outras. Existem mais de três mil espécies de cobras espalhadas pelo mundo, sendo que um quarto delas é venenoso. Só no Brasil são cerca de 400 espécies. Apesar do importante papel ecológico delas, muitas espécies encontram-se criticamente ameaçadas de extinção, inclusive algumas brasileiras. As causas são o desmatamento e a caça, além do comércio ilegal das espécies. Por isso, é importante não matar as cobras e preservar seu habitat. *Com informações do Brasília Ambiental

Ler mais...

Thumbnail

Audiência pública debate licença prévia para empreendimento em Planaltina

Agência Brasília · (23) 23-06-2025 - AUDIÊNCIA PÚBLICA DEBATE LICENÇA PRÉVIA PARA EMPREENDIMENTO EM PLANALTINA O Instituto Brasília Ambiental publicou no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) desta segunda-feira (23) o aviso de audiência pública para apresentação e discussão do Relatório de Impacto de Vizinhança (Rivi) referente ao licenciamento ambiental (licença prévia) do empreendimento denominado Parcelamento de Solo Urbano – Senac. O projeto está localizado em Planaltina, no Setor Habitacional Mestre D’Armas, Quadra Senac, Lote 1. Arte: Brasília Ambiental A audiência será realizada em formato virtual, com ponto de acesso presencial e transmissão ao vivo no canal do YouTube do Brasília Ambiental. O evento está marcado para o dia 22 de julho, às 19h. “As audiências públicas são uma oportunidade para que o órgão executor das políticas públicas ambientais receba críticas, sugestões e contribuições, permitindo que o empreendimento reflita o olhar da sociedade. A participação da população é essencial para a tomada de decisões”, destaca a vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão. [LEIA_TAMBEM]O presidente do Brasília Ambiental, Rôney Nemer, também reforça a importância da participação da comunidade: “As audiências visam proporcionar uma maior participação popular nas decisões. Quando a comunidade se informa e contribui, o processo se torna mais legítimo”. Os estudos, documentos e o regulamento da audiência já estão disponíveis ao público – clique aqui para acessar. As instruções sobre os canais de transmissão e os procedimentos de acesso e participação serão divulgadas no site da autarquia, pelo menos cinco dias antes da audiência. *Com informações do Instituto Brasília Ambiental

Ler mais...

Thumbnail

Servidores do Brasília Ambiental recebem capacitação sobre influenza aviária e biossegurança

Agência Brasília · (42) 13-06-2025 - SERVIDORES DO BRASÍLIA AMBIENTAL RECEBEM CAPACITAÇÃO SOBRE INFLUENZA AVIÁRIA E BIOSSEGURANÇA Agentes de unidades de conservação, auditores fiscais e analistas de licenciamento ambiental participaram de uma capacitação técnica sobre influenza aviária A (H5N1) e biossegurança. A formação foi promovida na quarta-feira (11) por especialistas da Secretaria de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (Seagri-DF) e da Secretaria de Saúde (SES-DF), com foco no reconhecimento e manejo de aves silvestres com suspeita da doença. Servidores do Brasília Ambiental participaram, nesta quarta (11), de uma capacitação sobre influenza aviária A (H5N1) e biossegurança | Fotos: Divulgação/Brasília Ambiental O objetivo do treinamento foi preparar os servidores do Instituto Brasília Ambiental para identificar sintomas da gripe aviária, especialmente em aves de vida livre, e orientar os procedimentos de notificação, reforçando a atuação integrada entre os órgãos do DF. “Queremos sensibilizar a equipe sobre os sintomas e os cuidados necessários no manuseio de aves, com foco na biossegurança dos agentes ambientais”, explicou o veterinário Pablo Marsiaj, da Seagri, que apresentou a palestra “Detecção do vírus de influenza aviária de alta patogenicidade em ave de vida livre no DF”. Ele detalhou o cenário epidemiológico da doença no país, as espécies mais vulneráveis, os sintomas observáveis em campo e os protocolos de contenção. Na sequência, a diretora de Saúde do Trabalhador da SES, Elaine Morelo, abordou o uso obrigatório de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), a higienização correta das mãos e a importância da notificação imediata em caso de contato com aves mortas ou com sinais clínicos. “Esse alinhamento interinstitucional, com fontes confiáveis, é essencial para orientar quem atua diretamente em áreas naturais”, pontuou. [LEIA_TAMBEM]A vice-governadora do DF, Celina Leão, destacou a importância da qualificação técnica: “É essencial que nossas equipes estejam bem informadas e unidas no trabalho de vigilância. A formação técnica é a base para garantir segurança ambiental e sanitária”. O presidente do Brasília Ambiental, Rôney Nemer, reforçou: “A iniciativa fortalece nossa capacidade de prevenção e resposta rápida. A vigilância bem orientada é fundamental”. Sintomas a serem observados em aves: · Apatia ou fraqueza · Incoordenação motora · Plumagem eriçada · Secreção nasal · Dificuldade respiratória · Inchaço na cabeça e pescoço · Torcicolo (pescoço torcido ou enrijecido) · Manchas vermelhas em regiões mais vascularizadas, como patas ou face · Redução ou ausência de postura (em aves de produção) O objetivo do treinamento foi preparar os servidores para identificar sintomas da gripe aviária A identificação de qualquer um desses sinais – bem como a morte súbita do animal, sem qualquer causa aparente – exige o isolamento imediato da área e notificação, sem manuseio direto da ave. Servidores foram orientados a intensificar a vigilância, especialmente de aves migratórias, e a comunicar a Seagri em caso de suspeita. Os canais de contato são: · WhatsApp: (61) 99154‑1539 · E-mail: falecomadefesa@seagri.df.gov.br *Com informações do Instituto Brasília Ambiental

Ler mais...

Thumbnail

Apoio ao projeto Irriga DF em área rural do Sol Nascente/ Pôr do Sol é reforçado

Agência Brasília · (47) 13-06-2025 - APOIO AO PROJETO IRRIGA DF EM ÁREA RURAL DO SOL NASCENTE - PÔR DO SOL É REFORÇADO O Instituto Brasília Ambiental participa da segunda edição da SFA Itinerante e do projeto Irriga DF, na Escola Classe Córrego das Corujas, área rural do Sol Nascente/Pôr do Sol, de 12 a 14 de junho, das 9h às 17h. As equipes da Superintendência de Licenciamento (Sulan), da Superintendência de Unidades de Conservação, Biodiversidade e Água (Sucon) e da Ouvidoria se revezam no estande destinado à autarquia, para prestar atendimento ao público em caso de dúvidas, além da distribuição de cartazes da fauna e da flora do Cerrado. Nesta sexta-feira (13), às 14h, ocorreu a palestra “Meio Ambiente e Sustentabilidade voltados à produção rural”, que será conduzida pelas três superintendentes: de Licenciamento, Nathália Almeida; de Unidades de Conservação, Biodiversidade e Água, Marcela Versiani; de Fiscalização, Auditoria e Monitoramento, Simone de Moura Rosa. Na abertura do evento realizada nesta quinta-feira (12), o superintendente de Agricultura e Pecuária do Distrito Federal (SFA/DF) do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), Aneilton Veras, agradeceu a presença das autoridades e da comunidade local. “Quero cumprimentar a todos vocês, agricultores que fazem parte do nosso alicerce familiar. É com imensa honra que nós inauguramos hoje a segunda edição da SFA Itinerante e esse projeto que também está conosco, o Irriga DF. Este evento simboliza a reafirmação do pacto do poder público com quem cultiva e traz o nosso alimento ao campo, que são vocês, nossos agricultores, nossos produtores no sentido geral”, declarou. As equipes da Superintendência de Licenciamento (Sulan), da Superintendência de Unidades de Conservação, Biodiversidade e Água (Sucon) e da Ouvidoria se revezam no estande destinado à autarquia | Foto: Divulgação/Brasília Ambiental A SFA Itinerante oferece serviços móveis de consultoria técnica, assistência em questões administrativas e informações sobre programas e políticas de apoio à agricultura, alcançando produtores rurais em áreas de difícil acesso. O projeto Irriga DF, por sua vez, visa incentivar o uso de sistemas de irrigação, fundamentais para garantir a produção agrícola em regiões com escassez hídrica, como a que o DF enfrenta em algumas áreas. A SFA-DF trabalha com produtores rurais, associações e cooperativas para promover a implantação de sistemas de irrigação adequados às suas necessidades. Ambas as iniciativas contribuem para o desenvolvimento rural sustentável do DF, ao promover o acesso aos serviços de apoio, a melhoria da produtividade e a segurança alimentar. A SFA Itinerante, por meio do seu atendimento itinerante, facilita o acesso à informação e aos serviços, enquanto o projeto Irriga DF impulsiona o uso de tecnologias que garantem uma produção mais segura e eficiente. A vice-governadora do DF, Celina Leão, ressaltou o valor da inovação no campo: “Levar serviços técnicos e conhecimento ambiental diretamente ao produtor fortalece nosso compromisso com o meio ambiente e com a sustentabilidade no campo. Iniciativas como essa são fundamentais para o futuro do DF”. O presidente do Brasília Ambiental, Rôney Nemer, destacou a união de esforços: “Com ações itinerantes como esta, aproximamos as instituições públicas da comunidade rural, garantindo assistência técnica e ambiental para o produtor se desenvolver de forma sustentável”. *Com informações do Instituto Brasília Ambiental

Ler mais...

Thumbnail

Tecnologia a favor do meio ambiente é destaque no Conecta Ibram

Agência Brasília · (51) 11-06-2025 - TECNOLOGIA A FAVOR DO MEIO AMBIENTE É DESTAQUE NO CONECTA IBRAM O Instituto Brasília Ambiental realizou, na manhã desta quarta-feira (11), a primeira edição do Conecta Ibram, evento voltado à apresentação das soluções tecnológicas desenvolvidas pela autarquia, por meio da Unidade de Tecnologia e Gestão de Informações (Ugin), em benefício do meio ambiente no Distrito Federal. Em sua primeira edição, o Conecta Ibram apresentou soluções tecnológicas voltadas para a gestão ambiental | Foto: Divulgação/Brasília Ambiental O encontro, promovido em parceria com a Imagem Geosistemas – distribuidora oficial no Brasil da plataforma ArcGIS, da norte-americana Esri –, ocorreu no auditório da Escola de Governo (Egov) e contou com a presença do secretário-executivo do Brasília Ambiental, Valterson da Silva; do chefe da Ugin, Alex Costa; e de representantes de diversos órgãos do Governo do Distrito Federal, além da empresa parceira. “O Conecta Ibram confirma o quanto a gestão ambiental no nosso território tem avançado graças à implementação de novas tecnologias, resultando em mais qualidade no monitoramento realizado pelo órgão executor das políticas públicas de meio ambiente no DF”, afirmou a vice-governadora, Celina Leão. [LEIA_TAMBEM]Durante a abertura, Valterson da Silva destacou o legado construído ao longo dos anos e sua importância para os resultados atuais: “Este evento é uma forma de homenagear o passado, relembrando o início do processo, quando surgiu a ideia de utilizar uma ferramenta de informação geográfica na gestão ambiental. Hoje, já atingimos um nível de maturidade que nos permite falar em inteligência artificial. Em Tecnologia da Informação é assim: o trabalho feito no presente mira sempre o melhor para o futuro”. O chefe da Ugin, Alex Costa, reforçou que o Conecta Ibram é também uma oportunidade de aproximação entre o Instituto, outros órgãos do governo e a sociedade: “Este é um espaço para mostrar, na prática, como a tecnologia pode ser aliada da sustentabilidade, da transparência e da eficiência pública, na construção de uma Brasília cada vez mais verde e inteligente”. A programação contou com palestras de especialistas sobre a aplicabilidade dos sistemas de informação geográfica (GIS). Representando o Brasília Ambiental, os servidores Guilhermino Rocha e Pedro Rosa apresentaram as evoluções proporcionadas pela criação do Observatório da Natureza e Desempenho Ambiental (Onda) e do painel de monitoramento de queimadas do Programa de Monitoramento de Áreas Queimadas nos Parques e Unidades de Conservação do DF (Promaq). Os dois sistemas demonstram como a inovação, por meio da infraestrutura de dados espaciais, tem ampliado a eficiência, a agilidade e a transparência do órgão. As ferramentas permitem que qualquer cidadão consulte, em tempo real, indicadores e informações sobre monitoramento, licenciamento e fiscalização ambientais – ao mesmo tempo em que otimizam a resposta do Estado diante de ocorrências ambientais. *Com informações do Instituto Brasília Ambiental

Ler mais...

Thumbnail

Fiscalização ambiental no Distrito Federal é modernizada

Agência Brasília · FISCALIZAÇÃO AMBIENTAL NO DISTRITO FEDERAL É MODERNIZADA O Instituto Brasília Ambiental avançou na modernização de seus processos com a entrega, nos dias 5 e 6 de junho, de 123 kits compostos por tablets e impressoras portáteis. Os equipamentos serão usados exclusivamente por auditores fiscais para o preenchimento e emissão do auto de infração eletrônico, tecnologia em fase de testes que promete aprimorar a fiscalização ambiental no Distrito Federal. O Brasília Ambiental recebeu na quinta (5) e nesta sexta (6) 123 kits compostos por tablets e impressoras portáteis | Foto: Divulgação/Brasília Ambiental A vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão, comemorou a entrega dos kits e destacou o papel da inovação no serviço público: “Estamos fortalecendo a atuação do Brasília Ambiental. Essas ferramentas reforçam o compromisso do governo em promover uma fiscalização mais eficiente, ágil e tecnológica”. O presidente do Instituto, Rôney Nemer, ressaltou a importância da iniciativa: “Modernizar nossos instrumentos de fiscalização é essencial para acompanhar as demandas ambientais do DF com mais agilidade e rigor. Investir em tecnologia é garantir um meio ambiente protegido e servidores capacitados”. [LEIA_TAMBEM]A superintendente de Fiscalização, Simone de Moura Rosa, explicou os benefícios da nova ferramenta para o trabalho em campo: “O auto de infração eletrônico representa um avanço significativo. Com ele, ganhamos agilidade no preenchimento, evitamos erros e conseguimos mensurar com maior precisão as penalidades. Isso traz mais eficiência e transparência ao nosso trabalho”. Além da praticidade, o sistema permite que o autuado receba imediatamente uma cópia digital do auto por e-mail, além da versão impressa gerada na hora, garantindo maior celeridade e confiabilidade no processo. A expectativa é que, após o período de testes, o auto de infração eletrônico seja adotado em toda a rotina da fiscalização do Instituto, substituindo gradativamente os formulários manuais e consolidando um padrão mais sustentável, ágil e preciso. *Com informações do Instituto Brasília Ambiental

Ler mais...

Ordenar

Ordenar

Faceta do tipo

Tipo

Filtro personalizado

Faceta da marca

Marcador