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Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do DF (IgesDF)

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Aberto processo seletivo para cinco áreas de assistência, gestão e apoio hospitalar

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) está com inscrições abertas para cinco novos processos seletivos simplificados. As oportunidades são para analista I – humanização, analista de laboratório em anatomia patológica, enfermeiro regulador, técnico de enfermagem do trabalho e assistente administrativo. Os profissionais serão contratados por tempo indeterminado, conforme a necessidade das unidades administradas pelo instituto. As cargas horárias mínimas variam entre 36 e 40 horas semanais. Os cargos oferecem benefícios como auxílio-transporte, auxílio-saúde, clube de benefícios com descontos em estabelecimentos parceiros, abono semestral, folga no mês de aniversário, folga para acompanhamento de filho em reunião escolar, auxílio-maternidade e paternidade estendidos e auxílio-funeral. Para jornadas superiores a seis horas, há previsão de alimentação, conforme Acordo Coletivo de Trabalho, na forma de alimentação in natura ou auxílio-refeição, quando não houver fornecimento no local de trabalho. Os benefícios seguem os normativos internos e os acordos coletivos vigentes. Humanização Para quem atua com acolhimento e experiência do paciente, o Edital nº 110/2026 abre oportunidade para analista I – humanização, com remuneração bruta de R$ 4.451,35, e carga horária mínima de 40 horas semanais. Podem participar profissionais graduados em administração, gestão hospitalar, gestão pública, psicologia, serviço social, enfermagem, recursos humanos, comunicação social ou pedagogia. Também são exigidos curso de Atendimento Humanizado ou Política Nacional de Humanização, com carga horária mínima de 40 horas, e experiência mínima de seis meses em atendimento em ambiente hospitalar ou clínicas médicas. Os profissionais serão contratados por tempo indeterminado; as cargas horárias mínimas variam entre 36 e 40 horas semanais | Foto: Divulgação Entre os diferenciais estão pós-graduação em Gestão Hospitalar ou Gestão de Pessoas, cursos de Libras, Comunicação não Violenta e Atendimento ao Público na Saúde, além de experiência em atendimento humanizado, experiência do paciente, sistemas de gestão hospitalar e rotinas administrativas em saúde. Anatomia patológica Na área laboratorial, a seleção para analista de anatomia patológica oferece remuneração bruta de R$ 4.304,07, e jornada mínima de 36 horas semanais, conforme o Edital nº 111/2026. A oportunidade é destinada a profissionais formados em biologia, biomedicina ou farmácia, com registro ativo no respectivo conselho de classe e experiência mínima de um mês na área. Experiência na execução de macroscopia de biópsias e curso do Sistema Eletrônico de Informações (SEI) são considerados diferenciais. Regulação hospitalar O Edital nº 112/2026 é voltado a enfermeiro regulador, com remuneração bruta de R$ 4.894,57, e carga horária mínima de 36 horas semanais. Para concorrer, é necessário possuir graduação em enfermagem reconhecida pelo Ministério da Educação (MEC), registro no Conselho Regional de Enfermagem (Coren) e experiência mínima de seis meses em regulação hospitalar, envolvendo leitos, consultas, exames, transporte ou cirurgias. Entre os requisitos desejáveis estão pós-graduação em Regulação em Saúde, Gestão de Leitos, Gestão Hospitalar ou Auditoria em Saúde, além de experiência em assistência hospitalar de média ou alta complexidade e curso de pacote Office. Enfermagem do trabalho Na área de saúde ocupacional, há oportunidade para técnico de enfermagem do trabalho, com remuneração bruta de R$ 3.405,40, e jornada mínima de 36 horas semanais. A seleção, prevista no Edital nº 113/2026, exige curso técnico completo em enfermagem, registro ativo no Coren e experiência mínima de seis meses na função. Curso livres, de extensão ou especialização técnica em Enfermagem do Trabalho, com carga horária mínima de 40 horas, serão considerados diferenciais. Área administrativa Para quem busca atuação na área administrativa, o Edital nº 114/2026 oferece oportunidade para assistente administrativo, com remuneração bruta de R$ 2.355,16, e carga horária mínima de 40 horas semanais. Os candidatos devem possuir ensino médio completo, curso em rotinas administrativas, com carga horária mínima de 20 horas, e experiência mínima de seis meses como assistente administrativo, auxiliar administrativo, auxiliar de escritório ou agente administrativo. Entre os diferenciais estão ensino superior em andamento e cursos de pacote Office e do Sistema Eletrônico de Informações (SEI). Inscrições As inscrições devem ser realizadas exclusivamente pelo site processoseletivo.igesdf.org.br, onde também estão disponíveis os editais completos e os cronogramas das seleções. Os processos permitirão que o instituto convoque profissionais conforme a necessidade assistencial, técnica e administrativa das unidades da rede. Com a abertura das seleções, o IgesDF amplia seu banco de profissionais para fortalecer diferentes frentes de trabalho e contribuir para a qualidade dos serviços prestados à população do Distrito Federal.   *Com informações do IgesDF

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Aberta seleção para contratação de profissionais em medicina paliativa, reumatologia e radioterapia

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada.   O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) está com inscrições abertas para três novos processos seletivos simplificados nas áreas de medicina paliativa, reumatologia e radioterapia. As remunerações chegam a R$ 13.359,56, e todos os cargos têm carga horária mínima de 24 horas semanais. Os profissionais serão contratados por tempo indeterminado, conforme a necessidade das unidades administradas pelo Instituto. Os cargos oferecem benefícios como auxílio-transporte, auxílio-saúde, clube de benefícios com descontos em estabelecimentos parceiros, abono semestral, folga no mês de aniversário, folga para acompanhamento de filho em reunião escolar, auxílio-maternidade e paternidade estendidos e auxílio funeral. Para jornadas superiores a seis horas, há previsão de alimentação, conforme Acordo Coletivo de Trabalho, na forma de alimentação in natura ou auxílio-refeição, quando não houver fornecimento no local de trabalho. Os benefícios seguem os normativos internos e os acordos coletivos vigentes. Medicina paliativa Para médico paliativista, a remuneração bruta é de R$ 13.359,56. A oportunidade, prevista no Edital nº 107/2026, exige graduação em Medicina reconhecida pelo Ministério da Educação (MEC), registro no Conselho Regional de Medicina (CRM), residência ou certificado de área de atuação em Medicina Paliativa e experiência mínima de seis meses na área. Radioterapia Na área de radioterapia, a seleção é para tecnólogo em radiologia, com remuneração bruta de R$ 3.718,45. O Edital nº 108/2026 exige formação superior em Tecnologia em Radiologia reconhecida pelo MEC, registro ativo no Conselho Regional de Técnicos em Radiologia (CRTR), na categoria de tecnólogo, e experiência mínima de seis meses como tecnólogo ou técnico em radioterapia. Entre os requisitos desejáveis estão pós-graduação completa ou em andamento em Radioterapia e experiência mínima de seis meses em serviços da área no ambiente hospitalar. Reumatologia Já para médico reumatologista, a remuneração bruta é de R$ 13.359,56. O profissional deve possuir graduação em Medicina reconhecida pelo MEC, registro no CRM, residência ou título de especialista em Reumatologia emitido pela Associação Médica Brasileira (AMB) ou pela Sociedade Brasileira de Reumatologia e experiência mínima de seis meses na especialidade, conforme o Edital nº 109/2026. Inscrições As inscrições devem ser realizadas exclusivamente pelo site processoseletivo.igesdf.org.br, onde também estão disponíveis os editais completos e os cronogramas das seleções. Os processos permitirão que o instituto convoque profissionais conforme a necessidade assistencial das unidades da rede. Com a abertura das seleções, o IgesDF amplia seu banco de profissionais especializados para fortalecer as equipes e contribuir para a qualidade e a capacidade de atendimento à população do Distrito Federal.   *Com informações do IgesDF

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Diálise peritoneal traz conforto, liberdade e praticidade para pacientes renais

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. A rotina de quem precisa fazer diálise costuma ser marcada por horários rígidos, deslocamentos e muitas horas dedicadas ao tratamento. Para Nelson Nedes Filho, a possibilidade de fazer a terapia em casa mudou essa realidade e trouxe de volta algo que ele considera essencial: liberdade. A relação de Nelson com os problemas renais começou cedo. Aos 27 anos, ele foi diagnosticado com insuficiência renal causada pela hipertensão arterial. Ao longo da vida, passou por cerca de oito anos de hemodiálise e chegou a receber um transplante de rim. O órgão, porém, deixou de funcionar adequadamente e foi necessário retomar a terapia renal substitutiva. Foi quando ele buscou no Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), unidade administrada pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), uma alternativa que pudesse se adaptar melhor à sua rotina. “A hemodiálise é muito necessária, mas ela acaba tomando um dia inteiro. Considerando os deslocamentos e a duração do tratamento, você sacrifica muito tempo da sua vida nisso e fica muito preso a essa rotina”, relata. A alternativa encontrada foi a diálise peritoneal (DP), modalidade de tratamento que pode ser realizada em casa e utiliza o próprio organismo para ajudar na filtragem do sangue. Nelson realiza o procedimento há 12 anos e conta que a mudança trouxe mais autonomia para o dia a dia. Como funciona a diálise peritoneal A diálise é um tratamento que substitui parcialmente algumas funções dos rins, como a filtragem do sangue e a eliminação de toxinas e do excesso de líquidos do organismo. Ela é necessária para pacientes com insuficiência renal e pode ser realizada por diferentes modalidades, como a hemodiálise e a diálise peritoneal. Na DP, o peritônio, membrana que reveste internamente a cavidade abdominal, funciona como um filtro. Por meio dele, são retiradas substâncias que precisam ser eliminadas do organismo, além do excesso de líquidos. A diálise peritoneal (DP), modalidade de tratamento que pode ser realizada em casa e utiliza o próprio organismo para ajudar na filtragem do sangue | Fotos: Divulgação/IgesDF Para realizar o tratamento, é necessário um cateter implantado na região do abdome por uma equipe especializada. Por isso, a possibilidade de utilização da técnica precisa ser avaliada individualmente. “Pacientes que têm histórico de procedimentos abdominais prévios ou presença de ostomias (bolsas), por exemplo, precisam ser avaliados caso a caso para verificarmos a possibilidade de realizar a diálise peritoneal”, explica a coordenadora de Diálise Peritoneal do HBDF, Caroline Silva Pimenta. Diferentemente da hemodiálise convencional, que normalmente exige que o paciente vá a uma unidade de saúde cerca de três vezes por semana, a diálise peritoneal pode ser realizada no próprio domicílio. O tratamento, porém, exige disciplina, cuidados de higiene e acompanhamento contínuo da equipe de saúde. “A hemodiálise tem duração de cerca de quatro horas por sessão, ou seja, aproximadamente 12 horas por semana. Já a diálise peritoneal pode durar entre oito e dez horas e, geralmente, é feita à noite, enquanto o paciente dorme. Dependendo da modalidade e da indicação, pode ser realizada diariamente. Cada tratamento tem suas particularidades, com vantagens e desafios, e a escolha deve considerar a realidade e as necessidades de cada paciente”, explica Caroline. Antes de iniciar a modalidade, o paciente e/ou um cuidador escolhido por ele, que pode ser um familiar ou acompanhante, recebe treinamento especializado. A capacitação ensina todas as etapas necessárias para a realização segura do procedimento em casa. Os equipamentos e insumos necessários para o tratamento são disponibilizados pelo Sistema Único de Saúde (SUS). “A diálise peritoneal é um procedimento totalmente seguro, mas demanda uma manipulação cuidadosa e cuidados sanitários para evitar infecções. Por isso, os pacientes e cuidadores passam por um treinamento especializado junto à nossa equipe para garantir que tudo seja feito da forma correta”, completa a médica. Mesmo sendo realizado em casa, o tratamento não significa que o paciente fica sem acompanhamento. Quem faz DP mantém acompanhamento médico e realiza exames periódicos para avaliar a eficácia e a segurança da terapia. Atualmente, 157 pacientes realizam a modalidade domiciliar de diálise no HBDF. Mais acesso e autonomia Além de representar uma alternativa para os pacientes, a expansão da diálise peritoneal também contribui para ampliar a capacidade de atendimento do Serviço de Nefrologia do HBDF. Segundo o chefe do Núcleo de Nefrologia do hospital, Thiago Hayashida, nos últimos meses, a modalidade tem representado cerca de dois terços das vagas de diálise oferecidas pelo serviço. “Hoje, a diálise peritoneal é um dos pilares da nossa estratégia para ampliar o acesso à terapia renal substitutiva. Ao fortalecer a DP, conseguimos aumentar nossa capacidade assistencial e oferecer tratamento a mais pacientes, ao mesmo tempo em que otimizamos a utilização das vagas hospitalares de hemodiálise”, detalha. O dado mostra a relevância da modalidade na ampliação do acesso ao tratamento renal no hospital. De acordo com o especialista, esse resultado é fruto dos investimentos na estruturação do programa, na capacitação de pacientes e cuidadores e no acompanhamento contínuo. A proposta é unir expansão do acesso, segurança e maior autonomia para quem precisa do tratamento. Comodidade que gera qualidade de vida Para Nelson, a principal diferença está justamente na possibilidade de continuar vivendo a vida para além do tratamento Para Nelson, a principal diferença está justamente na possibilidade de continuar vivendo a vida para além do tratamento. Como a diálise é realizada durante a noite, em casa, ele consegue aproveitar o dia para se dedicar aos hobbies e às atividades que gosta. Entre música, quebra-cabeças e atividades físicas, o paciente encontrou no ciclismo uma das principais formas de manter o corpo ativo. Ele conta que começou a pedalar também como uma maneira de cuidar da saúde circulatória e encontrou na atividade uma sensação de liberdade. “Me sinto muito livre quando estou pedalando, é uma sensação boa. Desde que comecei a diálise peritoneal, me sinto muito bem”, comemora. Serviço Pacientes com doença renal crônica que necessitam de terapia renal substitutiva podem conversar com seu médico nefrologista sobre a possibilidade de realizar diálise peritoneal. A indicação é individualizada e considera as condições clínicas, a capacidade para realização do tratamento no domicílio e a rotina de cada paciente. O acesso ao programa de diálise peritoneal do HBDF pode ocorrer de duas formas: por encaminhamento ambulatorial, via sistema de regulação, após indicação do nefrologista assistente; ou durante uma internação hospitalar, quando a equipe de Nefrologia identifica a diálise peritoneal como uma modalidade adequada para o paciente. Após a avaliação pela equipe de Nefrologia e a confirmação da indicação, o paciente segue para as etapas de preparação para o tratamento, que incluem a programação do implante do cateter peritoneal, orientações e treinamento do paciente e/ou de seus familiares para a realização segura da terapia em casa. Se você tem doença renal crônica e deseja saber se a diálise peritoneal é uma opção para o seu caso, consulte seu médico nefrologista.   *Com informações do IgesDF

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Hospital de Base incorpora tecnologia para reforçar diagnóstico de morte encefálica

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) ampliou os recursos disponíveis para a assistência a pacientes críticos com a aquisição de um doppler transcraniano, equipamento que reforça o diagnóstico de morte encefálica no Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF). As equipes médicas responsáveis pelo manuseio do aparelho passaram por treinamento, e o equipamento começou a ser utilizado nesta quarta-feira (19/8). O doppler transcraniano é um exame que avalia a velocidade e a direção do fluxo sanguíneo nos vasos cerebrais. No contexto da investigação de morte encefálica, pode fornecer informações complementares sobre a circulação cerebral e contribuir para a conclusão do protocolo diagnóstico, que segue critérios médicos específicos. O doppler transcraniano é um exame que avalia a velocidade e a direção do fluxo sanguíneo nos vasos cerebrais | Foto: Divulgação/IgesDF O gerente do Cuidado ao Paciente Crítico do HBDF, Felipe Narciso, explica que o equipamento agrega segurança e agilidade ao atendimento, especialmente em um momento delicado para pacientes e familiares. “Se pudermos confirmar a morte encefálica de forma mais rápida, menos desgastante emocionalmente será esse processo para a família”, destaca. Além dessa função, o doppler transcraniano também é utilizado para auxiliar na identificação e no acompanhamento de complicações neurológicas, como as relacionadas a acidentes vasculares cerebrais (AVC) e sangramentos intracranianos. “Detectando essas doenças antes, podemos tratar de forma mais célere e, consequentemente, reduzir o risco de sequelas para o paciente”, frisa. O superintendente do HBDF, Paulo Saad, afirma que o aparelho fortalece a estrutura de atendimento da unidade, trazendo mais segurança à assistência e contribuindo para a otimização dos recursos hospitalares. “O equipamento é imprescindível em grandes centros de referência como o Hospital de Base. Ele veio para modernizar o nosso arsenal e nos qualificar ainda mais para tratar pacientes da melhor forma possível”, finaliza. *Com informações do IgesDF

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Olhar para o celular enquanto caminha aumenta o risco de quedas

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada.   Responder mensagens, conferir notificações ou navegar pelas redes sociais enquanto caminha já faz parte da rotina de muitas pessoas. O que parece um hábito inofensivo, porém, pode aumentar significativamente o risco de quedas no mesmo nível, acidentes provocados por tropeços, escorregões ou perda de equilíbrio, sem diferença de altura. Essas ocorrências são mais comuns do que se imagina e podem causar desde escoriações e entorses até fraturas e traumatismos. Em ambientes com grande circulação de pessoas, como hospitais e unidades de saúde, corredores, escadas e áreas externas exigem atenção constante. Pequenas mudanças de comportamento podem fazer toda a diferença para evitar acidentes. A gerente de Saúde e Segurança no Trabalho do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), Uyara Rodrigues, explica que a distração provocada pelo uso do celular reduz a capacidade de perceber riscos e reagir rapidamente a situações inesperadas. "Em unidades de saúde, onde a dinâmica é intensa e envolve profissionais, pacientes e acompanhantes, manter a atenção durante os deslocamentos é fundamental para prevenir acidentes", afirma. Boa parte dos acidentes pode ser evitada com atitudes simples, como guardar o celular enquanto caminha, respeitar a sinalização, utilizar calçados adequados e comunicar situações que ofereçam risco | Fotos: Divulgação/IgesDF Boa parte desses acidentes pode ser evitada com atitudes simples, como guardar o celular enquanto caminha, respeitar a sinalização, utilizar calçados adequados e comunicar situações que ofereçam risco. Segundo Uyara, incorporar esses hábitos ao dia a dia contribui para tornar os ambientes mais seguros. Atenção dividida aumenta os riscos A explicação para esse comportamento também está relacionada ao funcionamento do cérebro. A psicóloga Ana Maria Pugsley, do Projeto Acolher, do Núcleo de Qualidade de Vida no Trabalho (Nuvid), explica que a atenção humana tem limites e não consegue processar diferentes estímulos complexos ao mesmo tempo com a mesma eficiência. "Quando a pessoa direciona o foco para a tela, parte importante da percepção do ambiente fica comprometida, aumentando a possibilidade de tropeços, colisões e outros incidentes", explica. Segundo a especialista, muitas pessoas acreditam conseguir caminhar e usar o celular simultaneamente sem prejuízo para a atenção, mas essa sensação não corresponde ao que acontece no cérebro. "O cérebro cria a impressão de que está realizando várias tarefas ao mesmo tempo, mas, na prática, alterna rapidamente a atenção entre elas. Isso reduz a capacidade de resposta diante de obstáculos e situações inesperadas", afirma. Desenvolver uma relação mais equilibrada com a tecnologia é um passo importante para reduzir acidentes. Parar por alguns segundos para responder mensagens ou concluir uma ligação antes de retomar o caminho são atitudes simples que ajudam a preservar a segurança sem abrir mão dos benefícios do celular. Quedas podem ter consequências duradouras Embora muitas quedas sejam encaradas como acidentes leves, as consequências podem ser significativas. A fisioterapeuta do Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), Larissa Araújo, explica que as lesões mais frequentes incluem entorses, hematomas, contusões e luxações, mas também podem ocorrer fraturas e traumatismos cranianos. "Idosos, pessoas com alterações de equilíbrio, doenças ósseas ou limitações visuais e motoras precisam de atenção especial, pois estão mais vulneráveis a complicações", ressalta. Desenvolver uma relação mais equilibrada com a tecnologia é um passo importante para reduzir acidentes Além do impacto físico imediato, uma queda pode comprometer a autonomia e a qualidade de vida por longos períodos. Em alguns casos, o processo de recuperação exige repouso prolongado, favorece a perda de força muscular e dificulta atividades simples do cotidiano. Larissa destaca ainda que a dor, o medo de cair novamente e a dependência de terceiros também podem afetar o bem-estar emocional e a confiança para retomar a rotina. "Manter a atenção durante os deslocamentos e adotar hábitos preventivos são atitudes que ajudam a preservar a saúde, a independência e a segurança em todas as fases da vida", completa. Segurança é construída todos os dias Criar uma cultura de prevenção depende de ações contínuas de conscientização, treinamentos, diálogo sobre segurança e comunicação de riscos. Quando esses cuidados passam a fazer parte da rotina, pequenos comportamentos ajudam a evitar acidentes e tornam o ambiente mais seguro para todos. "Em uma instituição como o IgesDF, com mais de 11.500 colaboradores distribuídos em unidades de grande fluxo, manter a atenção durante a execução das atividades é uma medida essencial para prevenir acidentes e fortalecer a cultura de segurança", conclui Uyara Rodrigues.   *Com informações do IgesDF

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Apresentação musical transforma rotina de pacientes na UPA do Paranoá

As primeiras notas do saxofone ecoaram pelos corredores da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Paranoá e, por alguns instantes, o ambiente de urgência e emergência deu lugar a sorrisos e saudosismo. Entre pacientes, familiares e profissionais, a música transformou a rotina do local na tarde desta terça-feira (23), criando momentos de acolhimento e novas memórias. Um dos mais emocionados era o aposentado Geraldo Joaquim Ramos, de 76 anos. Enquanto acompanhava a apresentação, ele se deixou levar pelas melodias e pelas lembranças despertadas por cada canção. "É muito lindo o estímulo da música para nós que estamos aqui. Não tem dinheiro nenhum que pague e nem palavras suficientes para agradecer essa equipe maravilhosa", afirma. A ação recebeu o músico e produtor cultural brasiliense Esdras Nogueira, que apresentou um concerto de canções populares brasileiras instrumental, por meio do projeto Música Transforma, com releituras de canções que atravessam gerações e fazem parte da memória afetiva de todos como Caetano Veloso, Gilberto Gil, Roberto Carlos e Milton Nascimento. A iniciativa recebeu o músico e produtor cultural brasiliense Esdras Nogueira, que apresentou um concerto de canções populares brasileiras instrumental | Foto: Ualisson Noronha/IgesDF Para o musicista, iniciativas como essa reforçam o poder transformador da arte nos mais diferentes espaços da sociedade. "Realizamos a atividade porque acreditamos de verdade que a música transforma. Ela muda a realidade de quem está assistindo em um palco, mas também de quem está em uma escola ou em um hospital. A música acalma, traz tranquilidade, melhora o dia das pessoas e cria conexões. Música é energia, é troca, e poder viver isso aqui é sempre muito especial", pontua. A gerente da UPA do Paranoá, Juliete Andrade, explica que a iniciativa nasceu da compreensão de que cuidar da saúde envolve muito mais do que oferecer tratamentos e medicamentos, mas também de propiciar, mesmo que temporariamente, uma atmosfera de escuta, acolhimento e conexão. "A gente pensa em um atendimento humanizado. O paciente vem para tratar uma doença, mas não é só isso. A música traz lembranças, desperta sentimentos e ajuda a diminuir a ansiedade em um momento difícil. Isso vale também para os familiares que acompanham esse processo", destaca a gestora. Segundo ela, a ação foi construída de forma integrada, reunindo equipes multiprofissionais pelo propósito de proporcionar um momento especial aos pacientes. "Todo mundo dá um pouco do seu melhor para participar. A nossa intenção é tirar o foco da dor e da doença por alguns instantes. O paciente está fora de casa, longe do ambiente onde se sente seguro. Então buscamos fazer com que ele encontre aqui também esse sentimento de acolhimento e segurança", completa. Enquanto as melodias preenchiam os ambientes, sorrisos surgiam entre pacientes, acompanhantes e profissionais. Muitos acompanharam as canções em silêncio, embalados por lembranças despertadas pela música. Outros cantaram baixinho ou simplesmente fecharam os olhos para aproveitar o momento. Olhar humanizado Enquanto as melodias preenchiam os ambientes, sorrisos surgiam entre pacientes, acompanhantes e profissionais A proposta também teve um olhar especial para o bem-estar emocional dos usuários. De acordo com a coordenadora multiprofissional da unidade, Samara Figueiredo, a ação, que contou com um lanche elaborado e aprovado pelos nutricionistas da unidade, respeitando as necessidades dos pacientes, foi pensada considerando especialmente os impactos que a música pode gerar na saúde mental. "Muitos dos nossos pacientes chegam aqui em sofrimento emocional ou enfrentando momentos delicados. Esta é a segunda vez que participa dessa iniciativa conosco. Neste ano ampliamos a ação para um momento verdadeiramente multiprofissional", acrescenta. A emoção também tomou conta dos familiares. A filha do Seu Geraldo, Daniela de Souza, ao acompanhar o pai durante a apresentação, resumiu o sentimento vivido naquela manhã. "Foi lindo. Parabéns por essa ação. Obrigada por proporcionar isso para ele e para nós", frisa. Por fim, a gerente da unidade reforçou que a iniciativa evidencia que o trabalho desenvolvido nas UPAs administradas pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) vai além da assistência imediata às urgências e emergências. "O cuidado oferecido diariamente pelas equipes busca contemplar não apenas as necessidades clínicas dos pacientes, mas também aspectos emocionais e humanos que fazem diferença durante a permanência na unidade", finaliza.   *Com informações do IgesDF

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Ações de humanização levam a emoção da Copa do Mundo a pacientes no DF

A expectativa para o próximo compromisso da Seleção Brasileira na Copa do Mundo, marcado para esta sexta-feira (19), já mobiliza pacientes, acompanhantes e profissionais das unidades administradas pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF). Após a experiência positiva vivida na estreia do Brasil na competição, hospitais e unidades de pronto atendimento (UPAs) se preparam para repetir atividades que proporcionaram integração, lazer e bem-estar a pessoas em atendimento ou internação. No Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), a iniciativa emocionou pacientes que, mesmo longe de casa, puderam acompanhar a partida em um espaço preparado especialmente para a ocasião. Internado há mais de um mês, Paulo de Sousa destacou a importância da ação. "Assistir ao jogo ao lado de outras pessoas trouxe mais animação à rotina hospitalar e permitiu momentos de convivência fora do quarto", relata. A ação no HBDF contou com o apoio da Rede Feminina de Combate ao Câncer, que disponibilizou uma televisão na Casa Rosa para a transmissão dos jogos | Fotos: Divulgação/IgesDF A acompanhante Priscila Mendes também celebrou a iniciativa. Ao lado do avô, José Mendes das Neves, internado há três dias, ela conta que a família não sabia como faria para que ele acompanhasse a partida. "Meu avô gosta muito de futebol e poder assistir ao jogo aqui foi algo que deixou ele muito feliz", afirma. A ação no HBDF contou com o apoio da Rede Feminina de Combate ao Câncer, que disponibilizou uma televisão na Casa Rosa para a transmissão dos jogos. Segundo a coordenadora Larissa Bezerra, o espaço continuará funcionando durante toda a Copa do Mundo, e não apenas nos jogos da Seleção Brasileira. "A proposta é permitir que pacientes e acompanhantes vivenciem um momento tão tradicional para os brasileiros, mesmo durante o período de internação", explica. Para Francisco Wellington Vieira, colaborador do setor de Humanização do HBDF, iniciativas como essa contribuem diretamente para o bem-estar dos pacientes. Segundo ele, o ambiente hospitalar oferece poucas oportunidades de lazer e convivência. "Ver a alegria deles assistindo aos jogos mostra que o cuidado também passa por proporcionar momentos de descontração e acolhimento", destaca. No Hospital Cidade do Sol (HSol), a mobilização também levou a emoção do futebol para dentro das enfermarias. Televisores foram disponibilizados para que os pacientes acompanhassem a estreia da Seleção Brasileira. O gerente de Enfermagem da unidade, Leandro Queza, explica que a proposta vai além da transmissão esportiva. "A internação muitas vezes é acompanhada de ansiedade e saudade da rotina. Criar oportunidades de descontração ajuda a tornar esse período mais leve", afirma. Após a experiência positiva vivida na estreia do Brasil na competição, hospitais e unidades de pronto atendimento (UPAs) se preparam para repetir as atividades Segundo ele, a reação dos pacientes demonstrou o impacto positivo da iniciativa. Sorrisos, conversas e novas conexões marcaram a atividade realizada durante o fim de semana. "Quando oferecemos um ambiente mais acolhedor, mostramos que o cuidado também acontece por meio da escuta, da presença e da atenção às necessidades emocionais das pessoas", acrescenta. Já na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Planaltina, a estratégia foi diferente, mas igualmente significativa. Um rádio foi instalado para transmitir a partida aos pacientes que estavam em observação. A enfermeira Raffaela Monteiro, que acompanhou a atividade, conta que a experiência surpreendeu positivamente a todos. "Quando saiu o gol do Brasil, até os pacientes comemoraram. Foi um momento simples, mas muito especial para quem estava ali", relembra. O gerente da unidade, Rogério Tavares, ressalta que pequenas iniciativas podem transformar o ambiente assistencial. Segundo ele, proporcionar conexão com acontecimentos importantes para a população fortalece o acolhimento e contribui para uma permanência mais confortável e humanizada. "As ações reforçam uma diretriz cada vez mais presente nas unidades administradas pelo IgesDF: compreender que o cuidado não se limita aos procedimentos clínicos. O bem-estar emocional também faz parte da recuperação. Em um país apaixonado por futebol, garantir que ninguém fique de fora da emoção da Copa do Mundo também é uma forma de cuidar", conclui.   *Com informações do IgesDF

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Atendimentos ortopédicos no Hospital de Base passam de 10 mil em quatro meses

Referência em ortopedia e traumatologia para casos de média e alta complexidade no Distrito Federal, o Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF) mantém alta produtividade mesmo diante da crescente procura por atendimentos e cirurgias. Em 2025, a unidade realizou 2.943 cirurgias ortopédicas e mais de 30 mil atendimentos de urgência e emergência na especialidade. Entre janeiro e abril deste ano, já foram contabilizados 850 procedimentos cirúrgicos e mais de 11,5 mil atendimentos. Os números refletem o volume de pacientes atendidos pelo serviço de trauma do hospital, administrado pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), que recebe pacientes regulados de diferentes regiões do DF e do Entorno. Segundo o chefe do serviço de Ortopedia do HBDF, Laércio Scalco, a unidade opera acima da capacidade inicialmente planejada para a especialidade, principalmente devido ao perfil dos casos atendidos. “O Hospital de Base é referência para traumas graves e procedimentos ortopédicos de alta complexidade. Recebemos pacientes vítimas de acidentes de trânsito, quedas, fraturas complexas e outras situações que exigem atendimento especializado e imediato. Isso gera uma procura muito elevada e dinâmica”, explica. Entre janeiro e abril deste ano, já foram contabilizados 850 procedimentos cirúrgicos e mais de 11,5 mil atendimentos | Fotos: Divulgação/IgesDF Ele destaca que, mesmo diante desse cenário, o hospital mantém o funcionamento contínuo das cirurgias e dos atendimentos. “As equipes trabalham diariamente para garantir assistência aos pacientes mais graves e dar continuidade aos procedimentos programados. Existe um esforço permanente para otimizar salas cirúrgicas, fluxos e internações”, afirma. Assistência contínua Os indicadores da ortopedia do Hospital de Base mostram a dimensão da assistência prestada diariamente pela unidade. Em 2025, foram registradas mais de 2,6 mil internações ortopédicas, com média de permanência hospitalar de sete dias nos casos de traumatologia. A maior parte dos pacientes atendidos é formada por adultos entre 30 e 69 anos, principalmente vítimas de fraturas, acidentes e traumas graves. Os dados da unidade mostram, ainda, um crescimento contínuo da procura pela especialidade. No ano passado, o hospital registrou média superior a 2,5 mil atendimentos ortopédicos mensais, entre urgência, emergência e ambulatório. Esses números reforçam o papel estratégico do Hospital de Base na assistência ortopédica da rede pública de saúde do DF, mesmo diante do crescimento contínuo da procura pelos serviços. O diretor de Atenção à Saúde do IgesDF, Edson Gonçalves, reforça que a ortopedia está entre as especialidades de maior demanda na rede pública e exige organização permanente das equipes assistenciais. “Estamos falando de uma especialidade que funciona sem interrupção. O Hospital de Base recebe casos complexos e isso naturalmente impacta o volume de atendimentos. Ainda assim, a unidade mantém elevada capacidade assistencial, com monitoramento diário das cirurgias e dos leitos para garantir segurança e continuidade do cuidado”, pontua. Recuperação e recomeço Manuel da Silva convivia com dores há 16 anos e colocou uma prótese no quadril no último sábado (23) Por trás dos números da ortopedia do Hospital de Base estão histórias de pacientes que voltaram a recuperar movimentos, autonomia e qualidade de vida. Uma delas é a do aposentado Manuel da Silva, de 69 anos, que colocou uma prótese no quadril no último sábado (23). Ele conta que convivia com dores há 16 anos e aguardava pela cirurgia havia bastante tempo. “Eu fui avisado num dia, e no outro eu já estava aqui fazendo raio-x. E, para minha surpresa, operei no mesmo dia”, relata. Em recuperação, Manuel destaca o atendimento recebido pelas equipes da unidade. “Está tudo uma belezinha, não tenho do que reclamar. Os médicos são excelentes, são caras muito bacanas”, avalia.  A expectativa dele agora é retomar a rotina sem dor e com mais qualidade de vida após o implante da prótese. “Agora vou conseguir andar normal. Me disseram que só não vou poder carregar peso, mas, na minha idade, eu já nem devia fazer isso”, brinca. Além das cirurgias, o HBDF também mantém acompanhamento ambulatorial e atendimento contínuo aos pacientes ortopédicos, incluindo reabilitação e monitoramento pós-operatório.   *Com informações do IgesDF

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Alterações hormonais são sinal de alerta para doenças na tireoide

“Quando percebi o nódulo no pescoço, achei que seria algo simples, principalmente porque não tinha nenhum sintoma. Levei um susto quando descobri que era câncer de tireoide.” O relato de Gilmar Dias de Souza, de 41 anos, mostra uma característica comum das doenças relacionadas à tireoide: muitas vezes, elas se desenvolvem de forma silenciosa e sem sinais aparentes. Neste 25 de maio, quando é celebrado o Dia Mundial da Tireoide, especialistas do Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), unidade administrada pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), reforçam a importância da atenção aos sintomas e da procura por avaliação médica diante de alterações persistentes no organismo. Após o diagnóstico, Gilmar passou pela cirurgia de retirada da tireoide e segue em acompanhamento no ambulatório especializado da unidade. “A gente costuma pensar que só as mulheres precisam se preocupar com os hormônios, mas não é. Todo mundo precisa ficar atento”, afirma. Além das alterações hormonais, as principais doenças relacionadas à glândula incluem o aparecimento de nódulos e o câncer de tireoide | Foto: Divulgação/IgesDF A endocrinologista Cicília Rocha, do HBDF, explica que a tireoide é uma glândula localizada na região do pescoço e responsável pela produção de hormônios que ajudam a regular funções importantes do corpo, como metabolismo, temperatura corporal, funcionamento intestinal e ciclos menstruais. “Quando a tireoide não funciona de forma adequada, pode haver aumento da produção de hormônios, caracterizando o hipertireoidismo, ou redução deles, no caso do hipotireoidismo”, detalha. Além das alterações hormonais, as principais doenças relacionadas à glândula incluem o aparecimento de nódulos e o câncer de tireoide. Desde o início deste ano, o Hospital de Base prestou mais de 1.250 atendimentos relacionados a essas condições Hipertireoidismo e hipotireoidismo O hipotireoidismo ocorre quando há baixa produção hormonal e pode provocar sintomas como cansaço excessivo, sonolência, dores musculares, intestino preso, ganho de peso e depressão. Segundo a especialista, o quadro também pode estar relacionado ao uso de algumas medicações, devendo ser investigado nas unidades básicas de saúde (UBSs). Já o hipertireoidismo ocorre quando há produção excessiva de hormônios. “Com o metabolismo acelerado, o paciente pode apresentar perda de peso, insônia, agitação, diarreia e aumento da frequência cardíaca”, explica a endocrinologista. Desde o início do ano, o HBDF contabilizou 248 atendimentos relacionados ao hipertireoidismo. O acompanhamento é realizado no ambulatório especializado da unidade, mediante encaminhamento médico. Diagnóstico precoce aumenta chances de cura O câncer de tireoide apresenta altos índices de cura quando descoberto precocemente, mas nem sempre provoca sintomas evidentes. Em alguns casos, podem surgir caroços ou alterações perceptíveis no pescoço, embora muitos pacientes não sintam nada nas fases iniciais da doença. “Quando o tumor está maior, pode causar dificuldade para respirar, engolir ou até rouquidão. Mas muitas pessoas não sentem nada. O diagnóstico costuma ser realizado por meio de ultrassonografia, podendo também envolver tomografia e ressonância magnética”, orienta a médica. Nos casos em que os exames identificam nódulos benignos, os pacientes seguem acompanhamento no ambulatório especializado em nódulos da tireoide do Hospital de Base.   *Com informações do IgesDF

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Pesquisa clínica abre caminho para tratamentos inéditos e renova esperança de pacientes

“Achávamos que o diagnóstico de leucemia era o fim, que a gente ia ter que se despedir da minha mãe.” A frase de Fillipe Heydfeld carrega o peso vivido por muitas famílias diante de doenças graves. Mas, no caso dele, a história ganhou um novo rumo quando a mãe passou a integrar um ensaio clínico no Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF). “[Eles] nos procuraram, o pessoal da pesquisa clínica, oferecendo uma equipe específica para ela, todo o acompanhamento e o medicamento. A gente aceitou. Poxa vida, era a salvação da minha mãe”, relembra. Histórias como essa ajudam a mostrar o impacto da ciência para além dos laboratórios e artigos acadêmicos. No IgesDF, os ensaios clínicos vêm se consolidando como uma ferramenta estratégica para impulsionar inovação, qualificar o atendimento e ampliar a produção de conhecimento dentro da rede pública de saúde. Atualmente, o instituto participa de projetos desenvolvidos em parceria com instituições nacionais e internacionais de referência. Em muitos casos, essas ações representam novas possibilidades terapêuticas, acesso a medicamentos inovadores e esperança para pessoas que convivem com doenças complexas ou sem resposta clínica disponível. Para a neurologista Letícia Rebello, esse trabalho permite que a medicina avance com mais eficácia e segurança. “É dessa forma que a gente consegue criar caminhos para fornecer uma melhor opção terapêutica para o paciente, que tenha como aliado a eficácia e a segurança”, pontua. O Dia Internacional da Pesquisa Clínica chama atenção para a importância da ciência no desenvolvimento de terapias que ajudam a salvar vidas e melhorar o cuidado em saúde | Foto: Divulgação/IgesDF Esperança que nasce da ciência Celebrado em 20 de maio, o Dia Internacional da Pesquisa Clínica chama a atenção para a importância da ciência no desenvolvimento de terapias que ajudam a salvar vidas e melhorar o cuidado em saúde. A gastroenterologista Liliana Mendes explica que muitas dessas ações acabam oferecendo uma oportunidade inédita para pessoas que já esgotaram outras possibilidades terapêuticas. “Existem pessoas que têm doenças que já estão na fronteira do conhecimento e essas doenças estão progredindo. Os estudos podem fazer com que elas sejam elegíveis a ter acesso a uma droga que está sendo estudada e que possivelmente pode ser benéfica para melhorar essa condição”, observa. O impacto também é percebido por familiares que acompanham de perto a evolução dos participantes. “Quando foi dada a opção desse tratamento da pesquisa clínica, foi um divisor de águas, porque a qualidade do tratamento melhorou 100% e a nossa expectativa também”, relata Kleber Petronio, irmão de uma participante de um dos protocolos conduzidos no IgesDF. Ciência que transforma o cuidado Além de ampliar possibilidades terapêuticas, os ensaios ajudam a tornar os tratamentos mais seguros e eficientes. O ortopedista Davi Haje explica que esse trabalho permite validar procedimentos e aprimorar condutas médicas a partir dos próprios resultados observados nos atendimentos. “Muitas vezes, a gente cria tratamentos e novos avanços, como no caso da minha área, a de pés tortos, de deformidades torácicas; na área de ortopedia da criança, do adolescente e do pé adulto. E, quando a gente faz pesquisa com nossos próprios dados, validamos se estamos seguindo um caminho correto ou não, permitindo mais segurança aos pacientes”, comenta. A produção de conhecimento desenvolvida dentro desses projetos também gera impactos diretos para toda a sociedade. Para o infectologista Tazio Vanni, o desenvolvimento das vacinas contra a covid-19 é um dos exemplos mais recentes da importância da ciência. “Foi através da pesquisa clínica que conseguimos desenvolver novas vacinas contra a covid-19 e sair de uma das maiores crises sanitárias dos últimos 100 anos”, ressalta. O infectologista Julival Ribeiro lembra que a investigação científica continua sendo essencial para o avanço da medicina em diferentes áreas. “A pesquisa clínica é fundamental para qualquer país, pois através dela descobrimos, por exemplo, novos antimicrobianos, novas drogas para tratar o câncer”, acrescenta. Inovação e acolhimento caminham juntos No IgesDF, o suporte aos pesquisadores e aos projetos é realizado pela Diretoria de Inovação, Ensino e Pesquisa (Diep) No IgesDF, o suporte aos pesquisadores e aos projetos é realizado pela Diretoria de Inovação, Ensino e Pesquisa (Diep), por meio da Gerência de Pesquisa, que acompanha desde os fluxos institucionais até o apoio técnico e regulatório necessário para a condução dos trabalhos. Para a enfermeira Laryssa Bezerra, que atua nos estudos clínicos,  a atuação desenvolvida nessas frentes também envolve acolhimento e construção de vínculos com participantes e familiares. “Existe muito trabalho técnico envolvido, mas também muito acolhimento. Os participantes e suas famílias depositam confiança nas equipes científicas, e isso nos motiva diariamente”, conta. Para a diretora de Inovação, Ensino e Pesquisa do IgesDF, Emanuela Ferraz, cada trabalho conduzido dentro da instituição reforça o compromisso do Instituto com um atendimento mais qualificado e humano. “A pesquisa clínica representa esperança, inovação e compromisso com uma assistência em saúde cada vez mais qualificada e humana”, destaca. Segundo Emanuela, as ações realizadas ampliam o papel do IgesDF na produção de conhecimento e na transformação do cuidado aos pacientes. A gerente de Pesquisa do IgesDF, Ana Carolina Lagôa, também enfatiza que o avanço científico depende da atuação conjunta entre pesquisadores, profissionais de saúde, participantes e familiares. “Cada trabalho conduzido no IgesDF fortalece a ciência, transforma conhecimento em cuidado e impacta diretamente a vida das pessoas”, afirma. Como participar das pesquisas Pessoas interessadas em participar ou desenvolver estudos clínicos no IgesDF podem entrar em contato com a Gerência de Pesquisa para conhecer os projetos em andamento, entender os critérios de participação e obter orientações sobre as oportunidades disponíveis. → Telefone/WhatsApp: (61) 3550-8837 → Núcleo de Apoio ao Pesquisador (Napes): napes@igesdf.org.br → Núcleo de Pesquisa Clínica: pesquisaclinica@igesdf.org.br → Mais informações sobre submissão e condução de projetos científicos: https://igesdf.org.br/diep/pesquisa/submissao-de-projetos-de-pesquisa/.   *Com informações do IgesDF

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Campanha faz alerta sobre violência sexual contra crianças 

A cada dia, cerca de 150 crianças e adolescentes são vítimas de estupro no Brasil. Apenas no primeiro trimestre de 2026, foram registrados 13.462 casos, segundo levantamento do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP). Os números reforçam o alerta neste 18 de maio, Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes. Diante dessa realidade, o Centro de Especialidades para Atenção às Pessoas em Situação de Violência Sexual, Familiar e Doméstica (Cepav) Flor do Cerrado, do Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), promoveu nesta segunda-feira (18) uma mobilização de conscientização em diferentes setores da unidade.  A equipe percorreu áreas de grande circulação, como o Pronto-Socorro Adulto (PSA), Pronto-Socorro Infantil (PSI), Pronto-Socorro da Ginecologia e Obstetrícia, Radiologia, Laboratório e Ambulatório, levando orientações sobre prevenção, identificação de sinais de abuso e os caminhos para denúncia e proteção. A iniciativa também buscou ampliar o debate sobre a violência sexual contra crianças e adolescentes, que, muitas vezes, acontece dentro do próprio ambiente familiar e permanece silenciada.  Grupo responsável pela campanha de conscientização para proteger crianças e adolescentes de violência sexual  “Essa é uma realidade que ainda cresce de forma alarmante e, muitas vezes, permanece escondida dentro do próprio ambiente familiar. O silêncio machuca. A omissão também adoece. Conscientizar é uma das formas mais poderosas de proteger”, destaca Ronaldo Lima Coutinho, chefe do Cepav Flor do Cerrado. Enquanto aguardava atendimento na clínica médica, Luciene Oliveira acompanhava a mobilização com atenção. Mãe de duas crianças, ela destacou a importância de ações como essa para orientar famílias e fortalecer a proteção aos filhos. “Essas ações fazem a diferença porque, muitas vezes, os pais não sabem identificar os sinais. Como mãe, a gente vive preocupada e quer proteger os filhos de qualquer tipo de violência”, afirma. Atendimento integrado [LEIA_TAMBEM] Além da conscientização, a unidade administrada pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), conta com atendimento especializado para pessoas em situação de violência e seus familiares por meio do Cepav Flor do Cerrado, serviço gerido pela Secretaria de Saúde (SES-DF). Localizado no anexo do HRSM, o serviço conta com uma equipe multiprofissional formada por enfermeiros, técnicos de enfermagem, psicólogas, assistentes sociais e assistentes administrativos, que atuam de forma integrada no acolhimento e acompanhamento dos pacientes. Os atendimentos são realizados de segunda a sexta-feira, das 8h às 12h e das 13h às 18h, por demanda espontânea e consultas agendadas, oferecendo acolhimento, orientação e acompanhamento especializado à população.   *Com informações do IgesDF

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Nova presidente do IgesDF é aprovada na CLDF

Uma enfermeira acostumada à rotina intensa de hospitais, UTIs e gestão de crises na saúde pública é a nova presidente do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF). No Dia Internacional da Enfermagem, celebrado nesta terça-feira (12), a Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) aprovou o nome de Eliane Souza de Abreu para comandar o instituto responsável pela administração do Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), Hospital Cidade do Sol (HSol) e 13 unidades de pronto atendimento (UPAs). A indicação feita pela governadora Celina Leão foi aprovada em plenário durante a tarde, após audiência pública realizada pela Comissão de Saúde da CLDF pela manhã. Participaram da mesa da sessão a presidente da Comissão de Saúde, deputada distrital Dayse Amarilio, além dos deputados distritais Pastor Daniel de Castro e Martins Machado. Ao longo da audiência, os parlamentares fizeram questionamentos sobre assistência à população, continuidade administrativa, valorização das equipes e estratégias para melhorar os serviços prestados nas unidades administradas pelo instituto. Entre os temas debatidos, o deputado Pastor Daniel de Castro perguntou quais seriam as principais marcas da futura gestão e o que poderia ser feito para reduzir a constante troca de presidentes e diretores no IgesDF. Em resposta, Eliane afirmou que pretende conduzir uma gestão baseada em governança clínica, presença constante nas unidades e fortalecimento das equipes assistenciais. “A minha gestão será marcada por fazer o que precisa ser feito. Parece simples, mas a saúde pública exige fortalecimento permanente. Eu acredito em uma gestão construída em conjunto, compartilhando métodos e desobstruindo caminhos para que a assistência chegue aonde precisa chegar”, argumenta. A indicação feita pela governadora Celina Leão foi aprovada em plenário durante a tarde, após audiência pública realizada pela Comissão de Saúde da CLDF pela manhã | Fotos: Ualisson Noronha/IgesDF A futura presidente também destacou que pretende manter uma atuação próxima da rotina hospitalar e dos profissionais da linha de frente. “Enquanto mulher, enfermeira e alguém que conhece o chão da fábrica, acredito em uma gestão corpo a corpo, no fronte. Não se faz gestão apenas atrás de uma mesa ou dentro de um gabinete. É nas unidades que vamos entender o que precisa ser aprimorado e o que deve ser corrigido”, disse. Questionada pelo deputado Martins Machado sobre como a experiência à frente do Hospital Regional de Santa Maria ajudou na preparação para liderar todo o instituto, Eliane relembrou os desafios enfrentados na unidade e o aprendizado construído na prática da assistência hospitalar. “Santa Maria me fez crescer porque me desafiou muito. Todos os dias eu aceitei o desafio de ser melhor. Tenho profundo respeito por toda a equipe do hospital, que me permitiu construir essa trajetória”, considera. A indicada também falou sobre a experiência na gestão de UTIs e no enfrentamento de períodos críticos, incluindo a pandemia de covid-19. Segundo ela, a vivência prática ajudou a desenvolver uma visão estratégica voltada para resultados e eficiência operacional. “Aprendi no chão da fábrica que as decisões precisam ser tomadas com análise e observação. Na gestão de UTI, trabalhamos para reduzir infecções, melhorar indicadores e otimizar recursos. São experiências que mostram que é possível alcançar resultados quando existe alinhamento entre equipes, processos e liderança”, explica. Durante a audiência, Eliane ressaltou ainda a importância da valorização dos profissionais da saúde e do fortalecimento da comunicação interna. “A gente não pode avançar nos processos de gestão e esquecer que quem entrega os resultados são as pessoas. Precisamos desenvolver equipes, compartilhar conhecimento e fortalecer os profissionais que estão na assistência”, esclarece. Ao final da sessão, Dayse Amarilio destacou a importância de uma liderança baseada em diálogo, pertencimento e transparência. Segundo a parlamentar, "a gestão pública exige líderes capazes de fazer com que as equipes se sintam parte do processo e valorizadas dentro da instituição, especialmente em um ambiente desafiador como a saúde pública". Não se faz gestão apenas atrás de uma mesa ou dentro de um gabinete. É nas unidades que vamos entender o que precisa ser aprimorado e o que deve ser corrigido”, destacou a nova presidente do IgesDF Trajetória na saúde pública Gestora de saúde com 14 anos de experiência, Eliane Souza de Abreu é reconhecida pela atuação estratégica e inovadora em hospitais de alta complexidade. É mestranda em Gestão da Saúde com foco em Lean Healthcare, possui MBA em Liderança, Inovação e Gestão 4.0 e certificações em excelência operacional, como Lean Six Sigma Black Belt, além de acreditações nacionais e internacionais, entre elas ACSA e ONA. Ao longo da carreira, ocupou cargos de destaque na área da saúde, como a superintendência do Hospital Regional de Santa Maria, além de atuar como diretora de Assistência e consultora de Gestão por Processos da Mediall Brasil. Também trabalhou na supervisão e coordenação de unidades de terapia intensiva e setores de cuidados críticos em hospitais como Hospital Daher Lago Sul e no Hospital Santa Helena Rede D’Or São Luiz. A trajetória profissional da nova presidente é marcada pela gestão de equipes multiprofissionais, implantação de indicadores de qualidade, fortalecimento da governança clínica e desenvolvimento de projetos voltados à melhoria contínua, segurança do paciente e eficiência operacional. "A saúde pública exige coragem, compromisso e capacidade de transformação. É com esse propósito que iniciamos este novo ciclo”' Eliane Souza de Abreu, presidente do IgesDF   Após a aprovação, Eliane afirmou que assume a presidência do instituto com foco no fortalecimento da assistência e na valorização das equipes. “Hoje assumo, com profundo senso de responsabilidade, a presidência do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal. Recebo esta missão com humildade, compromisso público e absoluta consciência da relevância estratégica que o instituto possui para a assistência em saúde da população do Distrito Federal", disse. "Ao longo da minha trajetória na gestão hospitalar e na saúde pública, aprendi que liderar é, acima de tudo, servir. Servir às pessoas, fortalecer equipes, valorizar os profissionais da saúde e construir soluções sustentáveis capazes de garantir assistência segura, humanizada, eficiente e resolutiva. Seguiremos trabalhando com diálogo, responsabilidade institucional e foco permanente na melhoria da assistência prestada à população. A saúde pública exige coragem, compromisso e capacidade de transformação. É com esse propósito que iniciamos este novo ciclo”, concluiu Eliane Souza de Abreu.   *Com informações do IgesDF

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Aberto edital para aquisição de simulador infantil para treinamento em saúde

O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) abriu, nesta segunda-feira (4), o Edital nº 030/2026, para aquisição de um manequim infantil simulador voltado ao treinamento de profissionais de saúde. O equipamento será utilizado na capacitação de equipes que atuam no atendimento pediátrico, especialmente em situações de urgência e emergência. A tecnologia permite a simulação de procedimentos em ambiente controlado, sem risco para pacientes, contribuindo para o aperfeiçoamento contínuo de médicos, enfermeiros e técnicos. A prática com simuladores é considerada uma das estratégias mais eficazes para qualificar o atendimento, ao permitir a repetição de técnicas e a atualização conforme protocolos assistenciais. Entre as aplicações estão treinamentos baseados em diretrizes de Suporte Básico de Vida e Suporte Avançado de Vida em pediatria, que exigem abordagens específicas e respostas rápidas das equipes de saúde. O período para envio de propostas é de 10 dias úteis, de 4 a 15 de maio de 2026, até as 23h55, horário local. As propostas devem ser encaminhadas exclusivamente pela plataforma eletrônica www.apoiocotações.com.br. O edital completo e os documentos relacionados estão disponíveis para consulta no site oficial do IgesDF. Serviço Objeto: aquisição de simulador infantil para treinamento em saúde Edital de Seleção de Fornecedores: nº 030/2026 Número da cotação: 1516772 Período para envio de propostas: de 4 a 15 de maio de 2026, até as 23h55 Plataforma: www.apoiocotações.com.br.   *Com informações do IgesDF

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Hospital Cidade do Sol é convidado para representar o Centro-Oeste em evento nacional de cuidados paliativos

O Hospital Cidade do Sol (HSol), unidade administrada pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), foi convidado pelo Ministério da Saúde para apresentar sua experiência em cuidados paliativos em um evento nacional que marcará os dois anos da Política Nacional de Cuidados Paliativos, comemorados em maio. O convite foi feito durante visita técnica realizada nesta quarta-feira (29), quando a equipe federal conheceu de perto o modelo de atendimento desenvolvido na unidade. “Receber esse convite é motivo de satisfação e realização. Mostra que estamos no caminho certo e que o nosso trabalho tem feito diferença. Além disso, é uma oportunidade de representar o Centro-Oeste”, comemora o gerente-geral substituto do HSol, Leandro Queza. Segundo a coordenadora do Núcleo Nacional de Cuidados Paliativos do Ministério da Saúde, Gabriela Hidalgo o cuidado paliativo ainda é recente, mas apresenta grande potencial. “Queremos levar exemplos que estão dando certo, e o trabalho desenvolvido aqui é um deles”, frisa. Modelo que humaniza a assistência Referência no Distrito Federal, o Hospital Cidade do Sol se destaca pela assistência voltada a pacientes com doenças graves ou que ameaçam a vida, com foco no conforto, na dignidade e na qualidade de vida. A visita teve como objetivo conhecer o funcionamento desse atendimento na prática, além de promover a troca de experiências e discutir estratégias para ampliar esse tipo de assistência no Sistema Único de Saúde (SUS). No HSol, o atendimento é realizado por uma equipe dedicada, composta por psicólogos, assistentes sociais, nutricionistas, fonoaudiólogos e fisioterapeutas | Fotos: Divulgação/IgesDF Segundo o chefe do Núcleo de Cuidados Paliativos do IgesDF, o médico paliativista Arthur Amaral, ainda existe uma compreensão equivocada sobre esse tipo de assistência. “É importante entender que cuidados paliativos não são apenas para pacientes em fim de vida. Eles devem ser oferecidos a qualquer pessoa com doença grave, que traga sofrimento. O nosso objetivo é garantir mais conforto, dignidade e qualidade de vida”, explica. O gestor destaca ainda que esse modelo contribui diretamente para a humanização da assistência. “Não é desistir do paciente. Pelo contrário, é cuidar melhor, de forma integrada”, completa. Durante a visita, Gabriela Hidalgo, ressaltou como diferencial do HSol a integração entre os serviços de saúde. “Aqui existe uma articulação entre hospital, unidades de pronto atendimento (UPAs) e outras unidades, o que facilita a identificação e o encaminhamento dos pacientes que precisam desse cuidado. Isso faz toda a diferença para quem vive com uma condição grave e precisa de acolhimento”, afirma. O modelo apresentado pela unidade também se destaca pela rápida expansão. O Hospital Cidade do Sol iniciou suas atividades em junho de 2025, com 10 leitos exclusivos de cuidados paliativos. Atualmente, já conta com 25 leitos, e a meta é alcançar 60, sendo 24 com suporte para hemodiálise, o que pode consolidar o hospital como referência nacional na área. Entre junho e dezembro de 2025, 114 pacientes foram encaminhados ao HSol, oriundos de diferentes unidades da rede pública Dados do serviço reforçam esse crescimento. Entre junho e dezembro de 2025, 114 pacientes foram encaminhados ao HSol, oriundos de diferentes unidades da rede pública, como o Hospital de Base, o Hospital Regional de Santa Maria e diversas UPAs do Distrito Federal. O perfil dos pacientes indica média de idade de 72 anos, com casos que variam de 23 a 103 anos, além de uma distribuição equilibrada entre homens e mulheres. Como funcionam os cuidados paliativos Na prática, pacientes atendidos na rede pública de saúde do Distrito Federal são identificados por equipes médicas capacitadas quanto à necessidade de cuidados paliativos. A partir dessa avaliação, o paciente é encaminhado de forma regulada para o Hospital Cidade do Sol ou se houver indicação para o Hospital de Apoio de Brasília (HAB), unidades de referência nesse tipo de atendimento. “No dia a dia, o fortalecimento dos cuidados paliativos representa mais qualidade de vida para pacientes e familiares. Essa abordagem atua no controle da dor, no suporte emocional e no cuidado integral, sempre respeitando as necessidades e desejos de cada paciente”, explica o chefe do Núcleo de Cuidados Paliativos do IgesDF. No HSol, o atendimento é realizado por uma equipe dedicada, composta por psicólogos, assistentes sociais, nutricionistas, fonoaudiólogos e fisioterapeutas. Em conjunto com médicos e familiares, esses profissionais constroem um plano antecipado, centrado no paciente.   *Com informações do IgesDF

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Espaços Humanizar Kids melhoram experiência de pais e crianças em UPAs do Distrito Federal

Uma unidade de saúde não é necessariamente um lugar onde as pessoas desejam estar. Mas há maneiras de fazer com que esse serviço prestado em um momento de desconforto seja o mais confortável possível, especialmente para as crianças. Foi buscando isso que o Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) criou os Espaços Humanizar Kids nas unidades de pronto atendimento (UPAs) que contam com atendimento pediátrico. "Atualmente, a iniciativa dos Espaços Humanizar Kids está consolidada em todas as UPAs com atendimento pediátrico do IgesDF, sendo elas Ceilândia, Sobradinho, Recanto das Emas e São Sebastião. Esses espaços foram implantados com o objetivo de tornar o ambiente de espera mais acolhedor, lúdico e adequado às necessidades do público infantil", destacou a gerente-geral de Humanização e Experiência do Paciente no IgesDF, Anucha Soares. Os espaços têm uma decoração especial e contam com brinquedos e atividades lúdicas para entreter as crianças | Foto: Divulgação/IgesDF As salas têm uma decoração especial e contam com brinquedos e atividades lúdicas para entreter os pequenos. "O público atendido é composto por crianças que aguardam atendimento nessas unidades, além de seus acompanhantes, que também são impactados positivamente pelo ambiente mais confortável e acolhedor", observou a gerente, acrescentando que a criação dos espaços foi feita "por meio de parcerias com a iniciativa privada sem a utilização de recursos próprios do instituto, o que reforça o engajamento coletivo em torno da humanização do cuidado". "O público atendido é composto por crianças que aguardam atendimento nessas unidades, além de seus acompanhantes, que também são impactados positivamente pelo ambiente mais confortável e acolhedor" Anucha Soares, gerente-geral de Humanização e Experiência do Paciente no IgesDF Os primeiros espaços ficaram prontos em outubro do ano passado. À época, a então primeira-dama, Mayara Noronha Rocha — que é madrinha do programa Humanizar, do IgesDF — acompanhou a inauguração da sala na UPA de Sobradinho. "Desde a implantação, já é possível observar resultados importantes, como a redução da ansiedade durante o tempo de espera, maior engajamento das crianças no ambiente e uma percepção mais positiva por parte das famílias em relação ao atendimento. Os espaços contribuem diretamente para tornar a experiência mais leve, humanizada e alinhada às necessidades do cuidado infantil", arrematou Anucha Soares.

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Hospital de Base é reconhecido entre as principais experiências do país após melhorar atendimento e ampliar capacidade assistencial

O modelo de gestão adotado no Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF) colocou o Governo do Distrito Federal (GDF) em destaque nacional. A unidade foi reconhecida como uma das principais experiências do país na 4ª edição do Mapa da Contratualização, publicação da Comunitas que reúne iniciativas de impacto social em diferentes áreas. Entre os dez casos selecionados em todo o Brasil, o Hospital de Base se destacou pelos resultados obtidos após a adoção do modelo de Serviço Social Autônomo, implementado por meio de contrato de gestão com o Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF). Segundo o estudo, a mudança permitiu mais agilidade nos atendimentos, ampliou a realização de cirurgias e contribuiu para a melhoria de indicadores assistenciais.  O levantamento também mostra que 60% dos usuários entrevistados, após a implantação do IgesDF, relataram melhora na qualidade do atendimento no Hospital de Base, fator decisivo para a expansão da gestão. Para o presidente do IgesDF, Cleber Monteiro, o reconhecimento reforça a importância de modernizar a gestão pública com foco em resultados concretos para a população. O programa Humanizar reforça o acolhimento, a escuta ativa e o cuidado centrado nas pessoas, fortalecendo a relação entre equipes e pacientes | Foto: Divulgação/IgesDF “Esse destaque mostra que estamos no caminho certo ao buscar uma gestão mais eficiente, transparente e focada em resultados. O Hospital de Base é uma referência no Centro-Oeste, e ver esse modelo reconhecido nacionalmente comprova que é possível unir agilidade administrativa e qualidade no atendimento ao cidadão”, afirma. Criado pela Lei nº 5.899/2017, o então Instituto Hospital de Base do Distrito Federal (IHBDF) surgiu como alternativa para dar mais autonomia à gestão hospitalar. A partir de 2019, com a criação do IgesDF, o modelo foi ampliado e passou a incluir também o Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), o Hospital Cidade do Sol (HSol) e 13 unidades de pronto atendimento (UPAs). Além dos ganhos operacionais, o modelo também se consolidou como referência para outros estados. Segundo o coordenador de Compliance e Governança do IgesDF, Eduardo Luiz Corrêa da Silva, a experiência do DF tem despertado interesse nacional. “É um modelo que funciona, traz respostas mais rápidas, mas exige regras claras, fluxos bem definidos e uma governança sólida para garantir segurança e transparência”, destaca. “Esse destaque mostra que estamos no caminho certo ao buscar uma gestão mais eficiente, transparente e focada em resultados. O Hospital de Base é uma referência no Centro-Oeste, e ver esse modelo reconhecido nacionalmente comprova que é possível unir agilidade administrativa e qualidade no atendimento ao cidadão” Cleber Monteiro, presidente do IgesDF Resultados percebidos pela população Além dos indicadores assistenciais, o IgesDF também investe em estratégias para ouvir os usuários e qualificar o atendimento. Iniciativas como o projeto Café com Ouvidoria utilizam a experiência dos pacientes para orientar melhorias nas unidades de saúde. A satisfação dos usuários é monitorada por meio do Net Promoter Score (NPS), indicador que avalia a experiência do paciente. Somado a isso, o programa Humanizar reforça o acolhimento, a escuta ativa e o cuidado centrado nas pessoas, fortalecendo a relação entre equipes e pacientes. Para o Distrito Federal, o reconhecimento consolida o protagonismo na modernização da gestão em saúde e reforça que mudanças estruturais podem gerar resultados concretos para quem depende do Sistema Único de Saúde (SUS). “O que também demonstra que inovação administrativa, quando aliada ao compromisso com a assistência, gera resultados concretos para quem mais importa: o cidadão que depende diariamente do SUS”, finaliza Cleber Monteiro. Edição 2026 Responsável pelo Mapa da Contratualização, a Comunitas atua há mais de duas décadas no fortalecimento da gestão pública e na construção de parcerias entre os setores público e privado. A nova edição da publicação foi elaborada a partir de análise qualitativa, com revisão documental e entrevistas com gestores e especialistas. Entre os critérios avaliados estão inovação, transparência, replicabilidade e impacto social.

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Aberto processo seletivo para médico radiologista com salário de R$ 13,3 mil

O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) abriu, nessa quinta (16), as inscrições para processo seletivo simplificado destinado à formação de cadastro reserva para médico radiologista imagenologista. Com remuneração de R$ 13.359,56 e carga horária mínima de 24 horas semanais, a seleção busca fortalecer uma das áreas mais estratégicas para a condução dos atendimentos: o diagnóstico por imagem. Responsável por apoiar decisões clínicas e dar mais precisão aos tratamentos, o serviço de imagem tem papel central na assistência prestada às unidades da rede. A expectativa é ampliar a capacidade de resposta dos exames e qualificar ainda mais o cuidado oferecido à população. O edital nº 026/2026 prevê contratações em regime determinado, indeterminado ou intermitente, conforme a necessidade das unidades administradas pelo instituto. Os profissionais também terão acesso a benefícios como auxílio-transporte, alimentação conforme acordo coletivo e jornada, clube de benefícios com descontos em estabelecimentos parceiros, abono semestral e folga no mês de aniversário. Para participar do processo seletivo, é necessário possuir graduação em Medicina reconhecida pelo Ministério da Educação (MEC), registro no Conselho Regional de Medicina (CRM) e residência médica com Registro de Qualificação de Especialista (RQE) ou título de especialista em Radiologia e Diagnóstico por Imagem emitido pela Associação Médica Brasileira (AMB) ou pelo Colégio Brasileiro de Radiologia e Diagnóstico por Imagem. O processo seletivo tem como objetivo a formação de cadastro reserva, permitindo que o instituto convoque profissionais conforme a necessidade assistencial das unidades da rede | Foto: Divulgação/IgesDF Também é exigida experiência mínima de seis meses como médico radiologista em diagnóstico por imagem. Entre os diferenciais considerados na seleção estão experiência em radiologia de urgência e emergência, atuação em ultrassonografia geral, Doppler e sistema musculoesquelético, além de formação complementar, como R4 ou fellowship em áreas da radiologia. Inscrições As inscrições devem ser realizadas exclusivamente pelo site oficial do IgesDF, até 22 de abril, às 23h59, onde também estão disponíveis o edital completo e as orientações para envio da documentação. O processo seletivo tem como objetivo a formação de cadastro reserva, permitindo que o instituto convoque profissionais conforme a necessidade assistencial das unidades da rede. Com a abertura do edital, o IgesDF reforça a qualificação das equipes e amplia a capacidade de resposta em exames e diagnósticos, etapa essencial para atendimentos mais seguros, ágeis e resolutivos na rede pública de saúde do Distrito Federal. *Com informações do IgesDF

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Mobilização arrecada doações para mulheres em tratamento oncológico

A mobilização de colaboradores em torno de uma causa sensível e necessária resultou na entrega de doações nesta sexta-feira (10), no Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), reforçando o compromisso do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) com o cuidado que ultrapassa os limites da assistência. A ação integra a campanha solidária Mulheres que Ajudam Mulheres, realizada ao longo do mês de março em alusão ao Dia Internacional da Mulher. Conduzida pelo Núcleo de Cultura, Desenvolvimento e Comunicação Interna (NUCDC), vinculado à Gerência de Desenvolvimento Humano (Gedeh), a iniciativa teve como foco estimular a empatia, o cuidado coletivo e a responsabilidade social. O resultado foi uma adesão significativa de colaboradores das unidades PO700, DIEP, SIA e Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), que contribuíram com produtos de higiene pessoal, como creme dental, escova de dentes, sabonetes, shampoo, condicionador, hidratante labial e toalhas, além de itens destinados ao bazar solidário da entidade. Colaboradores contribuíram com produtos de higiene pessoal, como creme dental, escova de dentes, sabonetes, shampoo, condicionador, hidratante labial e toalhas, além de itens destinados ao bazar solidário da entidade | Foto: Divulgação/IgesDF A entrega das doações ocorreu na tenda rosa da Rede Feminina de Combate ao Câncer, instalada no jardim do hospital. A ação foi conduzida pela analista do NUCDC e idealizadora do projeto, a psicóloga do IgesDF, Dúlcila Galvão, e recebida pelo representante da instituição, Tiago Ângelo. Mais do que a arrecadação de itens, a campanha evidenciou o papel do cuidado ampliado na construção de uma assistência mais humana e conectada com as necessidades da população. “Iniciativas como essa traduzem, na prática, valores fundamentais do Instituto, como a excelência no cuidado ao paciente e o respeito à dignidade da pessoa humana. Quando ampliamos esse cuidado para além da assistência direta e alcançamos a comunidade, fortalecemos uma cultura organizacional mais empática, humana e socialmente responsável”, destaca Dúlcila. Para o presidente do IgesDF, Cleber Monteiro, ações como essa também refletem o compromisso institucional com uma atuação que ultrapassa os limites das unidades de saúde. “Quando iniciativas como essa mobilizam nossos colaboradores, mostramos que o cuidado no IgesDF vai além da assistência e se traduz em compromisso com a sociedade. Esse é o tipo de cultura que queremos fortalecer todos os dias”, ressalta.   *Com informações do IgesDF

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Prestação de contas destaca mais de 6,9 mil capacitações e avanço da assistência no IgesDF

A qualificação contínua das equipes e a ampliação da produção cirúrgica marcaram a segunda parte da prestação de contas do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF). Em audiência pública realizada nesta sexta-feira (10), na Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF), o Instituto apresentou resultados que incluem mais de 6,9 mil participações em capacitações e aumento de 9,6% no número de cirurgias realizadas. Nesta etapa, foram apresentados os resultados nas áreas de gestão financeira, gestão de pessoas, ensino, pesquisa e assistência. Compuseram a mesa a presidente da Comissão de Saúde da CLDF, deputada distrital Dayse Amarílio, o presidente do IgesDF, Cleber Monteiro, e o presidente do Conselho de Saúde, Domingos de Brito. A apresentação começou com o gerente financeiro Fabiano Batista, que detalhou os resultados da área e as estratégias adotadas para fortalecer o controle dos recursos e dar mais previsibilidade à execução orçamentária. Em seguida, a gerente-geral de pessoas substituta, Alana Mioranza, apresentou um panorama da força de trabalho no Instituto. O foco esteve na gestão do quadro de pessoal e nos indicadores de acompanhamento. Entre os dados, está a manutenção do percentual de cargos de livre nomeação abaixo do limite estabelecido. Na sequência, a Diretoria de Inovação, Ensino e Pesquisa (Diep) detalhou as ações de qualificação profissional e produção científica. O gerente de ensino, Paulo Estevão, destacou o fortalecimento das atividades educacionais e o papel da instituição na formação de profissionais da saúde. Os dados evidenciam a ampliação da formação na rede de saúde administrada pelo IgesDF. Foram mais de 6,9 mil participações em capacitações, distribuídas em 113 temas, além de programas de aperfeiçoamento e desenvolvimento de estudos em diversas áreas da saúde. Nesta etapa, foram apresentados os resultados nas áreas de gestão financeira, gestão de pessoas, ensino, pesquisa e assistência | Foto: Divulgação/IgesDF Também foram apresentados avanços na formação acadêmica, com 7.510 estudantes vinculados a instituições conveniadas. O número reforça o papel do IgesDF como campo de ensino e pesquisa no Distrito Federal. Encerrando as exposições, o diretor de Atenção à Saúde, Edson Gonçalves, apresentou os resultados assistenciais dos hospitais e das unidades de pronto atendimento (UPAs). Entre os destaques está a otimização dos centros cirúrgicos, com aumento global de 9,6% no número de procedimentos realizados entre 2024 e 2025. O diretor também destacou o papel da telemedicina na organização do fluxo assistencial, especialmente na pediatria. A estratégia tem contribuído para dar mais agilidade ao atendimento e reduzir a sobrecarga nas unidades. “O controle da sazonalidade, especialmente neste período do ano, tem sido mais estruturado em comparação ao ano anterior. A telemedicina, especialmente na pediatria, tem ajudado a organizar o fluxo e dar mais vazão aos atendimentos de menor complexidade, contribuindo para o funcionamento da rede”, explica. Durante a audiência, a deputada Dayse Amarílio destacou o compromisso dos gestores com a continuidade dos serviços. Ela também reforçou a importância de avanços estruturais para os trabalhadores da saúde, como a implementação do plano de cargos e salários e a recomposição salarial. Ao final, o presidente do IgesDF, Cleber Monteiro, ressaltou a importância do diálogo institucional e da presença ativa na rede. “Estamos atentos às demandas dos servidores e sempre disponíveis para prestar esclarecimentos. Nosso compromisso é estar presente, ouvir quem está na ponta e transformar essas demandas em melhorias concretas para a rede”, afirma. Cleber Monteiro também reforçou o impacto da telemedicina na rede pública do Distrito Federal. “Todas as UPAs já contam com teleconsulta, e quatro unidades também oferecem teleatendimento pediátrico. É uma experiência muito positiva, que amplia o acesso, organiza o fluxo e deve impactar diretamente na redução do tempo de espera”, destaca. Ao encerrar, o presidente destacou a importância da presença ativa nas unidades. “Eu nunca acreditei em trabalhar dentro de gabinete. Estou diariamente nas unidades, visitando hospitais e UPAs, ouvindo os profissionais. São eles que vivenciam a realidade e ajudam a construir soluções mais efetivas”, conclui.   *Com informações do IgesDF

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Capacitação reforça atendimento a crises convulsivas na UPA de Brazlândia

Para melhorar o atendimento a pacientes com crises convulsivas, o Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) realizou, na quinta (9) e nesta sexta (10), uma capacitação na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Brazlândia. A iniciativa orienta as equipes sobre como identificar e agir nesses casos com mais segurança e agilidade. Elaborado para fortalecer a atuação dos profissionais, o protocolo aborda desde os diferentes tipos de crises até o fluxo de atendimento inicial. A proposta prioriza o diagnóstico precoce, a distinção entre crises epilépticas e não epilépticas e a condução adequada de cada caso, contribuindo para a prevenção de complicações e para a segurança do paciente. As crises convulsivas podem gerar apreensão em pacientes, acompanhantes e até mesmo entre os profissionais de saúde, especialmente em situações de emergência. Para a gerente da UPA de Brazlândia, Célia Maria, discutir e treinar os procedimentos adequados é fundamental para reduzir riscos e garantir uma resposta eficiente. “Assim, evitamos complicações secundárias, como traumas e obstrução das vias aéreas, e asseguramos uma resposta rápida diante dessas ocorrências. O diagnóstico precoce e o manejo correto também contribuem para a redução de complicações e para a melhor utilização dos recursos da unidade”, pontua. Padronização nas condutas A formação faz parte de um conjunto de iniciativas do IgesDF voltadas ao aprimoramento da assistência em todas as unidades da rede Segundo o coordenador-médico da unidade, Eduardo Sousa, a capacitação também proporcionou troca de experiências e discussão de casos clínicos, fortalecendo o aprendizado prático e a integração entre as equipes. “A capacitação contínua é fundamental para garantir um atendimento seguro, ágil e baseado em evidências. No contexto das crises convulsivas, em que o tempo e a conduta adequada impactam diretamente no prognóstico do paciente, é essencial que todos os profissionais estejam alinhados quanto à identificação precoce, à classificação correta e ao manejo inicial”, afirma. A formação faz parte de um conjunto de iniciativas do IgesDF voltadas ao aprimoramento da assistência em todas as unidades da rede. Os treinamentos contínuos e a implementação de protocolos baseados em evidências reforçam o compromisso da instituição com uma saúde pública mais eficiente, humanizada e segura. A coordenadora de enfermagem da unidade, Rayane Pergentino, também ressaltou a importância da padronização das condutas no atendimento às crises convulsivas. “Protocolos bem definidos reduzem a variabilidade no atendimento e promovem maior segurança assistencial”, reforça. *Com informações do IgesDF

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IgesDF abre edital para reforçar exames que identificam doenças no Hospital de Base

O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) abriu o Edital nº 19/2026 para a aquisição de um micrótomo semiautomático, equipamento utilizado para cortar amostras de tecido em lâminas extremamente finas. A tecnologia é essencial para a realização de biópsias, exame que permite identificar doenças a partir de fragmentos do corpo. Presente em laboratórios de patologia, o equipamento possibilita que especialistas observem as células com mais clareza ao microscópio, o que permite decisões clínicas mais seguras e rápidas. A iniciativa integra a estratégia do Instituto de qualificar a estrutura assistencial do Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), referência em atendimentos de alta complexidade. Com a aquisição, o IgesDF avança na modernização do setor de anatomia patológica, responsável pelo estudo de doenças a partir de tecidos, e fortalece a capacidade de resposta da rede pública. A contratação será realizada por meio de processo eletrônico, com envio de propostas e documentos de habilitação pela plataforma Apoio Cotações. Como participar Empresas interessadas devem acessar o edital completo e seus anexos para consultar as exigências técnicas, critérios de habilitação e demais condições do processo. As propostas poderão ser cadastradas entre 9 e 23 de abril de 2026, prazo de 10 dias úteis. Serviço Edital nº 19/2026 — Aquisição de micrótomo semiautomático Prazo para envio de propostas: de 9 a 23 de abril de 2026 Plataforma para envio: Apoio Cotações Cotação: 1499046 Link da plataforma: Apoio Login Edital completo: https://igesdf.org.br/wp-content/uploads/2026/04/Edital_19_2026.pdf Mais informações: https://www.igesdf.org.br   *Com informações do IgesDF

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Rede Feminina leva alimentos e acolhimento a pacientes com câncer no Hospital de Base

Em meio ao tratamento contra o câncer, pacientes do Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF) receberam, nesta terça-feira (31), mais do que doações: acolhimento, afeto e uma pausa na rotina marcada por desafios. A ação foi realizada pela Rede Feminina de Combate ao Câncer, em celebração à Páscoa. Ao todo, foram distribuídas 250 cestas básicas, 300 dúzias de ovos de galinha, 150 ovos de chocolate e kits com doces, destinados a pacientes em acompanhamento na unidade, administrada pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do DF (IgesDF). Além dos itens, o encontro foi marcado por abraços, sorrisos e momentos de troca. A coordenadora da Rede Feminina, Larissa Bezerra, explica que a iniciativa integra o calendário mensal do grupo e mobiliza voluntários ao longo de todo o ano. "Esperamos abrir a Páscoa com essa sensação de gratidão, de fé e de paz. É sempre muito gratificante participar desse momento de entrega de cestas, e ver os sorrisos de todos ao ver que também receberiam um ovo de chocolate dessa vez", destaca. Para ela, o acolhimento é parte central do trabalho da Rede. "Às vezes, o menor dos problemas dos pacientes é a própria doença. Por causa disso, estar aqui, dando abraços, compartilhando energias é muito importante. É dividir uma força sua com outra pessoa", explica. Além dos itens, o encontro foi marcado por abraços, sorrisos e momentos de troca | Foto: Divulgação/IgesDF A paciente Irena Rodrigues, 44 anos, faz acompanhamento no HBDF para tratamento de câncer de mama há dez anos e foi uma das beneficiadas pela ação. Ela destaca a importância do apoio recebido ao longo do tratamento. "Por meio do trabalho deles, eu consegui muitas coisas com mais facilidade, como exames e medicação, além da cesta básica. Se tem algo difícil no hospital, eles estão lá para ajudar", relata. As doações foram viabilizadas por meio de parcerias com diferentes instituições, que ajudam a manter ativa a rede de apoio aos pacientes atendidos no Hospital de Base. *Com informações do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do DF (IgesDF)

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Aberto processo para contratação de empresa especializada em limpeza e desinfecção de unidades de saúde

O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) abriu a Seleção de Fornecedores nº 010/2026, voltada à contratação de empresa especializada na prestação de serviços de limpeza, higienização, conservação, asseio e desinfecção de bens móveis e imóveis das unidades administradas pelo Instituto. A contratação inclui também a desinfecção de superfícies e equipamentos hospitalares, garantindo condições adequadas de salubridade e higiene nos ambientes assistenciais. O serviço deverá ser executado com mão de obra qualificada, além do fornecimento de produtos, materiais e equipamentos necessários para a execução das atividades. Empresas interessadas podem consultar todos os detalhes técnicos, critérios de participação e requisitos do processo nos documentos oficiais disponíveis no site do Instituto. Como participar As empresas interessadas devem enviar as propostas por meio da plataforma de compras Apoio.    *Com informações do IgesDF

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Pacientes de unidades de saúde do DF participam de sessão especial de cinema

Por algumas horas, a rotina hospitalar deu lugar à pipoca, risadas e emoção na tela do cinema. Pacientes atendidos nas unidades do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) participaram, nesta terça-feira (24), de uma sessão especial promovida pelo projeto Humanizar. A iniciativa proporcionou uma pausa nos atendimentos e reforçou que o cuidado também passa pelo afeto, pela cultura e pela convivência. “Quando ficamos doentes, parece que somos retirados do mundo e inseridos apenas no ambiente hospitalar.” A frase é de Lucivânia Machado, paciente do Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF). Para ela, a experiência representou mais do que uma ida ao cinema. “Essas ações nos tiram desse lugar e nos mostram como deve ser a vida lá fora. Ficamos mais leves para lidar com os problemas. Nos sentimos vistos e acolhidos, não só dentro do hospital, mas também do lado de fora”, afirma. A ação reuniu pacientes, acompanhantes, voluntários e auxiliares de humanização em um momento de integração antes da exibição do filme. A proposta é simples, mas significativa: garantir acesso à cultura e fortalecer vínculos mesmo durante o período de cuidados em saúde. “A primeira foi voltada para colaboradores, a segunda para pacientes pediátricos, e agora estamos com esse grupo de adultos. Convidamos também acompanhantes e voluntários, porque todos fazem parte dessa rede de apoio fundamental”, reforça Letícia Ângelo, chefe do Núcleo de Humanização do IgesDF | Foto: Divulgação/IgesDF Segundo a chefe do Núcleo de Humanização do IgesDF, Letícia Ângelo, esta é a terceira iniciativa realizada neste ano. “A primeira foi voltada para colaboradores, a segunda para pacientes pediátricos, e agora estamos com esse grupo de adultos. Convidamos também acompanhantes e voluntários, porque todos fazem parte dessa rede de apoio fundamental”, explica. Para a auxiliar de humanização Hildayane Saraiva, que atua no Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), experiências como essa ampliam o olhar sobre o cuidado. “A humanização acontece tanto dentro quanto fora do ambiente hospitalar. Experiências culturais ajudam a transformar momentos difíceis em oportunidades de aconchego e clareza emocional”, destaca. A sessão contou com parceria do cinema Kinoplex e trouxe para o grupo a animação Zootopia 2, escolhida por seu tom leve e inspirador. “Mais do que uma ida ao cinema, queremos lembrar que cada paciente é muito mais do que um diagnóstico. Nosso compromisso é cuidar de forma integral”, reforça Letícia. Ao final, o sentimento era de gratidão. “Eu só tenho a agradecer ao IgesDF e ao Humanizar. Momentos como esse fazem diferença na vida dos pacientes, dos acompanhantes e de todos que estão envolvidos”, completa Lucivânia.   *Com informações do IgesDF

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Publicado edital para aquisição de 40 desfibriladores para unidades de saúde

O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) publicou, na quinta-feira (19), o Edital nº 012/2026 para a aquisição de 40 cardioversores desfibriladores destinados às unidades de saúde sob sua gestão. Os equipamentos serão utilizados no suporte avançado de vida em situações de emergência, com capacidade para realizar desfibrilação, cardioversão elétrica e estimulação cardíaca temporária por meio de marcapasso transcutâneo. A aquisição atende às demandas de pronto atendimento, emergência, unidades de terapia intensiva (UTIs), centros cirúrgicos e transporte intra-hospitalar. Envio de propostas Com o objetivo de garantir ampla concorrência e assegurar a participação de empresas especializadas, o período de recebimento das propostas será de cinco dias úteis, entre 20 e 26 de fevereiro de 2026, até as 23h55, horário local. As propostas devem ser enviadas exclusivamente pelo portal eletrônico www.apoiocotações.com.br. Os equipamentos serão utilizados no suporte avançado de vida em situações de emergência | Foto: Divulgação/IgesDF Para a analista de Compras do IgesDF, Rosemary Cândida, o investimento reforça o compromisso institucional com a melhoria contínua da assistência prestada à população do Distrito Federal. “Nosso objetivo é ampliar os investimentos em tecnologias e equipamentos que apoiem os profissionais de saúde na oferta de um atendimento cada vez mais qualificado”, pontua. O edital completo e seus anexos estão disponíveis para consulta no site oficial do IgesDF. Serviço Objeto: Aquisição de 40 desfibriladores para unidades de saúde Edital: nº 012/2026 Período para envio de propostas: 20 a 26 de fevereiro de 2026 Portal eletrônico: www.apoiocotações.com.br *Com informações do IgesDF

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Treinamento em emergência cardíaca fortalece atendimento na UTI do Hospital de Santa Maria

Os primeiros minutos de uma parada cardíaca são determinantes entre a vida e a morte. Pensando nisso, enfermeiros e fisioterapeutas da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Regional de Santa Maria participaram, nesta quinta-feira (19), de um treinamento teórico-prático sobre Suporte Avançado de Vida em Cardiologia (ACLS). A capacitação, conduzida pelo intensivista do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do DF (IgesDF), Fernando Oliveira Gomes, abordou a resposta a emergências cardíacas graves. O foco incluiu o manejo de paradas cardiorrespiratórias, bradicardias (ritmo lento) e taquicardias (ritmo acelerado), priorizando a segurança e a rapidez no atendimento. “Quando ocorre algum evento do tipo, a equipe precisa agir imediatamente. Não há tempo para dúvidas. Cada profissional precisa saber exatamente qual é o seu papel. O treinamento serve para que essa resposta seja quase automática, ordenada e eficiente”, explica o médico. Durante o encontro, os participantes revisaram protocolos e treinaram etapas essenciais do atendimento. Segundo o especialista, o ACLS pode ser resumido em três pilares fundamentais: tempo, qualidade e trabalho em equipe. Nos primeiros minutos, a prioridade é seguir a chamada cadeia de sobrevivência no adulto, que envolve reconhecimento precoce da parada cardíaca e acionamento imediato do time, realização de ressuscitação cardiopulmonar (RCP) de alta qualidade, desfibrilação rápida quando indicada, manejo avançado de via aérea com administração de medicamentos, identificação de causas reversíveis e, após o retorno da circulação espontânea, cuidados intensivos pós-parada. Durante o encontro, os participantes revisaram protocolos e treinaram etapas essenciais do atendimento | Foto: Divulgação/IgesDF Cada segundo conta Na prática, cada profissional precisa ter funções específicas dentro do atendimento. A equipe de enfermagem é responsável pelo monitoramento do paciente, preparo e administração de medicamentos, obtenção de acesso venoso e registro das ações realizadas. Já a fisioterapia atua principalmente no manejo da via aérea, no controle da ventilação e na otimização da oxigenação do paciente. Ambos trabalham diretamente nas compressões torácicas, revezando a cada dois minutos para manter a qualidade da manobra e reduzindo ao máximo as pausas, fator essencial para aumentar as chances de sobrevivência. Para a enfermeira intensivista e chefe do Serviço de Enfermagem da UTI, Flávia Carvalho, o treinamento fortalece a segurança assistencial e a integração da equipe. “É um momento para esclarecer dúvidas, aprimorar a identificação dos ritmos cardíacos e melhorar a comunicação entre os profissionais. Em uma intercorrência, sincronia e agilidade são fundamentais. Treinamos para que, quando acontecer, todos saibam exatamente como agir”, afirma. A capacitação faz parte de um ciclo de treinamentos que contempla toda a equipe multiprofissional da UTI. Paralelamente, também estão sendo realizadas aulas sobre Suporte Básico de Vida (BLS), ministradas pelo médico intensivista Clayton Ferreira, com foco nas primeiras manobras em situações de emergência. Ao todo, o treinamento ocorre ao longo de quatro dias, com quatro turmas diárias, totalizando 16 encontros. A organização em diferentes horários garante a participação de todos os colaboradores sem comprometer a assistência prestada aos pacientes. *Com informações do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do DF (IgesDF)

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Hospital de Base recebe 24 novas camas elétricas

O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) lançou, nesta quinta-feira (22), o Edital nº 002/2026 para a aquisição de 24 novas camas elétricas destinadas ao Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF). O investimento vai otimizar e ampliar os atendimentos realizados na unidade, fortalecendo os serviços oferecidos aos pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS). O edital tem como objeto a compra de camas elétricas hospitalares, além de colchão técnico, artigos de mobilidade, rodízios, grades e cabeceiras, que asseguram movimentação, articulação, comandos e segurança durante a internação. As novas estruturas são fundamentais para um hospital de alta complexidade, como o Hospital de Base do Distrito Federal, pois facilitam o cuidado ao paciente e tornam o ambiente assistencial mais eficiente. Por serem ajustáveis em diferentes posições, contribuem para o conforto e a segurança de pessoas internadas, especialmente aquelas em condição clínica mais delicada ou com mobilidade reduzida. Além disso, possibilitam que equipes de enfermagem e fisioterapia realizem procedimentos, movimentações e rotinas de cuidado de forma mais ágil e ergonômica, reduzindo riscos de lesões ocupacionais e otimizando o tempo de atendimento. As novas estruturas são fundamentais para um hospital de alta complexidade, como o Hospital de Base do Distrito Federal, pois facilitam o cuidado ao paciente e tornam o ambiente assistencial mais eficiente | Foto: Alberto Ruy/IgesDF Prazo para envio de propostas Com o objetivo de garantir ampla concorrência e a participação de empresas especializadas, o período de recebimento das propostas é de 10 dias úteis, entre 22 de janeiro e 4 de fevereiro, até as 23h55 (horário local), exclusivamente pelo endereço eletrônico emendas.propostas@igesdf.org.br. Para o analista de Compras do Instituto, Pedro Henrique Mendes, investimentos como esse reforçam o compromisso da gestão com a qualificação da saúde pública e, por consequência, com a população do Distrito Federal. “Seguimos trabalhando para garantir que as pessoas que procuram nossas unidades tenham sempre o melhor atendimento possível”, destaca. O edital completo e seus anexos estão disponíveis para consulta no site oficial do IgesDF. Serviço Objeto: Aquisição de camas elétricas para o Hospital de Base Edital: nº 002/2026 Período para envio de propostas: de 22/1/2026 a 4/2/2026 Endereço eletrônico: emendas.propostas@igesdf.org.br   *Com informações do IgesDF

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Rede Feminina de Combate ao Câncer promove bazar no Hospital de Base para arrecadar fundos

A Rede Feminina de Combate ao Câncer promove, nesta segunda (8) e terça (9), um megabazar com mais de 1.500 itens à venda, entre roupas, sapatos, brinquedos e artigos para o lar, todos com valores reduzidos. A ação é realizada no estacionamento do ambulatório do Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), administrado pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde (IgesDF), e busca arrecadar recursos para as atividades da instituição. Larissa Bezerra, coordenadora da Rede, explica que o local foi escolhido para facilitar o acesso de pacientes e acompanhantes. Segundo ela, cerca de mil pessoas devem passar pelo bazar nos dois dias de funcionamento e a expectativa é arrecadar aproximadamente R$ 15 mil. “Esse bazar no final do ano dá a oportunidade para as pessoas levarem presentes para a família. São itens de R$ 5, R$ 10, R$ 15, R$ 20. E não são só coisas usadas, também temos itens novos que foram doados. Fico muito feliz em ver tantas pessoas aproveitando a oportunidade para presentear outros”, afirma. As vendas incluem roupas, utilidades domésticas, brinquedos e acessórios em excelente estado. Ao final da ação, os itens que não forem comercializados serão destinados a outras instituições. Os pagamentos podem ser feitos por crédito, débito, Pix ou dinheiro, com possibilidade de parcelamento em até 10 vezes sem juros. As vendas incluem roupas, utilidades domésticas, brinquedos e acessórios em excelente estado | Foto: Alberto Ruy/IgesDF Entre os visitantes, a técnica de enfermagem Viviane Silva Santos, moradora da Bahia, conheceu o bazar ao levar a sogra para realizar um exame no hospital. “Cheguei e encontrei esse presente. No final do ano, as coisas estão apertadas e não dá para ir a uma loja comprar presente pra todo mundo. Mas aqui eu estou tendo a oportunidade de comprar uma roupa diferente, de ficar bonita”, relata. Ela adquiriu itens para a casa, brinquedos para as crianças e roupas para toda a família. “Estou levando para a família inteira”, comemora. Uma novidade deste ano é o espaço exclusivo com itens doados pela Receita Federal, que incluem perfumes, aparelhos de som, celulares e outros produtos originais apreendidos ao longo do ano. “A Receita pesquisa instituições de trabalho voluntário e faz doações desses itens, e nós fomos contemplados. A venda deles também vai para a Rede Feminina”, explica Larissa. A técnica em medicina nuclear do HBDF, Neide Silvina, aproveitou o bazar para comprar um celular para o filho, que tem necessidades especiais e precisa do aparelho para manter a rotina. “Aproveitei que está mais barato e já comprei. Esse bazar é perfeito, até porque o valor volta para a Rede Feminina, então ele é interessante e necessário”, destaca. *Com informações do IgesDF

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Dados do Hospital de Base mostram que quedas matam mais que ferimentos por armas de fogo

Quando se fala em casos graves que levam à morte no pronto-socorro de hospitais do Distrito Federal, é comum imaginar acidentes de trânsito ou ferimentos por armas de fogo. No entanto, o grande vilão da sala vermelha do Centro de Trauma do Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), administrado pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do DF (IgesDF), são as quedas. Apesar de frequentemente subestimados, esses acidentes, desde escorregões em casa até quedas simples na rua, representam risco significativo, especialmente pelos impactos na cabeça que podem causar lesões graves. Entre pessoas idosas, o risco é ainda maior. Dados catalogados em 2023 e divulgados pela equipe do Centro de Trauma do HBDF mostram que quase metade dos atendimentos por queda envolveu pessoas acima de 60 anos. Um terço das vítimas era mulher. Telecilia Leite Borges, 72 anos, moradora de Redenção do Gurgueia (PI), conta que escorregou enquanto puxava água com um rodo e não se lembra do momento da queda, apenas de acordar no chão. Após dois dias de dor de cabeça, buscou atendimento em uma cidade próxima, fez tomografia e foi liberada. Dias depois, com perda de força na perna esquerda, caiu novamente e machucou os joelhos. O filho, morador do Distrito Federal, levou a mãe para o Hospital de Base, onde ela foi internada com hemorragia cerebral e passou por cirurgia. “Estou me sentindo muito melhor. Assim que me liberarem, estou pronta para ir para casa”, relata. Dados catalogados em 2023 e divulgados pela equipe do Trauma do HBDF mostram que quase metade dos atendimentos por queda envolveu pessoas acima de 60 anos | Foto: Divulgação/IgesDF A dificuldade em identificar rapidamente um traumatismo craniano é um dos principais desafios no atendimento a vítimas de queda, explica o cirurgião-chefe do Centro de Trauma do HBDF, Rodrigo Caselli. Após qualquer queda com impacto na cabeça, ele recomenda observar sinais de alerta como dores intensas, tonturas, desmaios, vômitos e convulsões. Entre idosos, o risco é ainda mais elevado, já que lesões graves podem surgir mesmo sem sintomas imediatos. O cirurgião orienta que toda pessoa idosa que bater a cabeça seja levada ao hospital. “É melhor descobrir que não há nada de errado do que esperar e ter uma situação muito pior depois”, alerta. Quedas que matam Os dados mostram que quedas causaram mais mortes do que ferimentos por arma de fogo no Pronto-Socorro do HBDF. Entre as 166 mortes registradas em 2023 na Sala Vermelha, por casos de alta gravidade, 33 foram resultantes de quedas, 26 decorrentes de colisões ou quedas de motocicletas, 22 por atropelamentos, 17 por quedas de grande altura e 13 por perfuração por arma de fogo. Segundo o especialista, o alto índice de letalidade das quedas está relacionado aos impactos na cabeça que podem levar a lesões sérias. Das 95 pessoas atendidas por queda ao longo de 2023, 66 apresentaram traumatismo craniano fechado. “Nossas maiores causas de morte são hemorragia e traumatismo craniano. A gente tem um serviço preparado e organizado para atender o paciente de forma muito rápida. Então nós conseguimos salvar a pessoa que está sangrando, mas é mais difícil salvar a pessoa que bateu a cabeça”, afirma. Prevenção Como grande parte das quedas ocorre dentro de casa, nem sempre é possível preveni-las totalmente. Caselli reforça o uso de equipamentos de proteção por quem anda de skate, patins, patinete ou similares. “Às vezes, são quedas bobas, mas elas acontecem muito rápido por causa das rodas, o que aumenta a força do impacto e, consequentemente, o risco”, detalha. Também é recomendado instalar barras de apoio em banheiros e áreas de risco, especialmente em imóveis onde vivem pessoas idosas. *Com informações do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde (IgesDF)

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Hospital de Santa Maria inicia expansão de leitos e melhorias no cuidado ao paciente

O Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), administrado pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), inicia uma nova etapa marcada pela ampliação de leitos e pela reorganização de processos assistenciais. As medidas fazem parte do planejamento estratégico conduzido pelo instituto, juntamente com a direção, gerências e equipes técnicas da unidade. O direcionamento dos esforços é para ampliar a capacidade de atendimento, qualificar o acolhimento e modernizar fluxos internos. Entre as ações já definidas, estão ampliações expressivas em áreas estratégicas do hospital. A sala vermelha receberá 30 novos leitos — 15 inicialmente e outros 15 na segunda etapa, fortalecendo o cuidado a pacientes em estado crítico. A saúde mental também será reforçada com a criação de uma nova ala de psiquiatria, com 25 leitos. Na pediatria, serão abertas 10 novas vagas, ampliando o atendimento a crianças e famílias. O Centro Obstétrico (CO) também será expandido com mais dez leitos, garantindo melhor assistência às gestantes. As medidas fazem parte do planejamento estratégico conduzido pelo instituto, juntamente com a direção, gerências e equipes técnicas da unidade | Fotos: Divulgação/IgesDF Para o gerente de Operações Assistenciais do IgesDF, Giuseppe Gatto, o pacote de medidas representa um avanço sólido na missão institucional. “Este trabalho conjunto reforça o nosso compromisso em oferecer um atendimento seguro, digno e voltado ao bem comum”, afirma. O planejamento também inclui iniciativas voltadas à melhoria dos fluxos de atendimento. Um dos destaques é o projeto-piloto que prevê dois leitos exclusivos para admissão, agilizando a chegada dos pacientes e proporcionando acolhimento mais eficiente e humanizado desde os primeiros minutos no HRSM. Segundo o superintendente do HRSM, Frederico Costa, as mudanças refletem a maturidade e a capacidade técnica das equipes. “Temos profissionais altamente qualificados, que conhecem profundamente a rotina e os desafios desta unidade. Esta reestruturação é resultado direto da nossa força institucional e da capacidade de execução dos nossos times”, destaca. O projeto prevê concentrar todas as UTIs em um único andar, ampliando a integração entre equipes, otimizando o uso de recursos e garantindo mais agilidade e segurança no atendimento aos pacientes Outra frente estruturante é a reorganização das unidades de terapia intensiva (UTIs). O projeto prevê concentrar todas as UTIs em um único andar, ampliando a integração entre equipes, otimizando o uso de recursos e garantindo mais agilidade e segurança no atendimento aos pacientes. Para o gerente-geral do HRSM, Anderson Rodrigues, as medidas reforçam uma gestão baseada em planejamento sólido. “Estamos reorganizando a casa, com base em evidências e critérios técnicos. Este trabalho coletivo garante estabilidade operacional, segurança jurídica e resultados assistenciais concretos. O HRSM segue mais forte, mais resolutivo e cada vez mais digno da população”, conclui. *Com informações do IgesDF

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Hospital de Santa Maria reforça prevenção e diagnóstico precoce do câncer bucal

Alterações aparentemente simples, como uma ferida que não cicatriza ou uma mancha branca ou avermelhada na boca, podem esconder um diagnóstico grave. Estimativas do Instituto Nacional de Câncer (INCA) indicam a ocorrência de 15,1 mil novos casos de câncer bucal por ano no Brasil, durante o triênio 2023-2025. Durante a Semana Nacional de Prevenção do Câncer Bucal, entre 1º e 7 de novembro, profissionais do Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), administrado pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do DF (IgesDF), destacam que esse tipo de câncer pode ser detectado em uma simples consulta de rotina. A cirurgiã-dentista especialista em estomatologia do HRSM, Driele Ferreira Flores, explica que embora a doença tenha altas chances de detecção precoce, cerca de 70% dos diagnósticos ocorrem em estágios avançados, o que reduz significativamente as chances de cura e aumenta as sequelas funcionais e estéticas. “Toda pessoa deve fazer o autoexame diante do espelho e procurar o dentista ao notar qualquer alteração, mesmo sem dor. Esse gesto pode salvar vidas”, destaca a cirurgiã-dentista. Estimativas do Instituto Nacional de Câncer (INCA) indicam a ocorrência de 15,1 mil novos casos de câncer bucal por ano no Brasil, durante o triênio 2023-2025 | Foto: Alberto Ruy/IgesDF Diagnóstico preciso De acordo com a chefe do Serviço de Odontologia e Cirurgia Bucomaxilofacial do HRSM, Erika Maurienn, o diagnóstico costuma ser tardio e, quando a lesão se torna visível, dolorida ou começa a sangrar, o quadro geralmente já está em estágio avançado. “Geralmente o câncer bucal não dói no início. No momento em que o paciente enxerga a ferida, a doença já está em curso há algum tempo. Por isso, é fundamental que o exame de rotina seja completo, com inspeção visual e palpação das cadeias ganglionares do pescoço”, explica. Entre os sinais de alerta estão lesões que não cicatrizam, manchas brancas ou vermelhas, sangramentos sem causa aparente, nódulos no pescoço, rouquidão persistente e dificuldade para mastigar, engolir ou movimentar a língua. Segundo Erika Maurienn, o HRSM registra, em média, de oito a nove novos casos de câncer bucal por ano, além de diversas lesões suspeitas que passam por avaliação especializada. Nesses quadros, o setor de Patologia tem papel fundamental, realizando análises minuciosas das biópsias e revisões diagnósticas que orientam a conduta terapêutica. Ela cita, por exemplo, o caso recente de uma paciente inicialmente diagnosticada com um simples cisto. “Após nova biópsia e estudo histopatológico, a equipe confirmou que se tratava de um ameloblastoma, um tumor raro, que demanda acompanhamento e tratamento específicos”, lembra. Fatores de risco e prevenção O câncer bucal pode surgir em qualquer região da cavidade oral, língua, gengiva, bochechas, céu da boca e lábios, sendo a borda lateral da língua e o assoalho da boca os locais mais frequentes. “O principal fator de risco é o tabagismo, mas, quando associado ao consumo de álcool, o risco se multiplica. É uma combinação perigosa, porque uma substância potencializa a outra”, alerta a cirurgiã-dentista, Driele Ferreira Flores. O câncer bucal pode surgir em qualquer região da cavidade oral, língua, gengiva, bochechas, céu da boca e lábios | Foto: Divulgação/IgesDF Outros fatores que elevam o risco incluem infecção pelo HPV, exposição solar prolongada dos lábios, traumas crônicos causados por próteses mal ajustadas ou ferimentos recorrentes, falta de higiene bucal adequada e predisposição genética. Tratamento e reabilitação O tratamento varia conforme o estágio e a localização do tumor, podendo incluir cirurgia, radioterapia e quimioterapia. Em casos iniciais, a remoção da lesão com margem de segurança geralmente é suficiente. Já quando o câncer se encontra em fases mais avançadas, pode haver necessidade de procedimentos mais complexos, com risco de sequelas funcionais que afetam a fala, a mastigação e a deglutição. “O acompanhamento multiprofissional é essencial para a recuperação funcional e emocional do paciente. No HRSM, cada caso é visto como uma oportunidade de reforçar a importância da prevenção e do diagnóstico precoce, porque a saúde bucal também salva vidas”, conclui a chefe do Serviço de Odontologia e Cirurgia Bucomaxilofacial do HRSM, Erika Maurienn. *Com informações do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do DF (IgesDF)

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65 anos do Hospital de Base: investimento moderniza estrutura e amplia capacidade

O Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), que completa 65 anos no próximo dia 12 de setembro, tem se destacado por projetos que aumentam a eficiência e a qualidade do atendimento. Um exemplo é o Projeto Lean, iniciado em agosto de 2023, que otimiza o uso das salas cirúrgicas, amplia a quantidade de procedimentos diários, reduz cancelamentos e garante que as operações comecem dentro do horário programado, entre 7h e 7h30. Além disso, a unidade implementou o Protocolo Onda Vermelha, modelo emergencial voltado a vítimas de trauma grave com choque hemorrágico. O sistema permite acionar simultaneamente áreas críticas, como o centro cirúrgico, radiologia e banco de sangue, acelerando exames, transfusões e intervenções de urgência. De acordo com Renato Lins, chefe do Trauma, “o protocolo reduz o tempo de resposta, garantindo rapidez nos exames e na disponibilidade imediata de salas para intervenções urgentes”. Hospital de Base investe em modernização e amplia capacidade de atendimento | Fotos: Alberto Ruy/ IgesDF Avanços no tratamento oncológico Em 2024, o HBDF inaugurou o Centro de Infusão Verinha, destinado a quimioterapias oncológicas e hematológicas. O espaço climatizado e privativo aumentou a capacidade de atendimento e proporcionou mais conforto aos pacientes. Somente em 2024, foram realizadas 11.834 aplicações oncológicas e 7.313 de hematologia. Entre janeiro e julho de 2025, já foram registradas 5.809 aplicações oncológicas e 4.202 de hematologia. Obras e investimentos futuros Desde que assumiu a gestão do HBDF, o Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do DF (IgesDF) promoveu melhorias estruturais, como a reforma da cozinha, da enfermaria de oncologia e da radiologia, que recebeu novos equipamentos, incluindo um angiógrafo e uma ressonância magnética. O novo centro cirúrgico, em construção com investimento de R$ 13,5 milhões, terá 16 salas (duas de alta tecnologia), Recuperação Pós-Anestésica (RPA) com 18 leitos e áreas de apoio para equipes médicas e logísticas. Projetos recentes reforçam a referência da unidade em procedimentos de alta complexidade e cuidado humanizado A chegada de dois aceleradores lineares de fótons, prevista para 2026, permitirá tratamentos de radioterapia de alta tecnologia, antes disponíveis apenas em convênios privados. Edson Gonçalves, superintendente do HBDF, destaca que, pioneiro na capital federal, o hospital mantém-se como referência nacional e segue comprometido em oferecer assistência de excelência a quem mais precisa. Emergência ampliada Para 2026, o foco será a construção do novo Pronto-Socorro do Hospital de Base. A obra, estimada em R$ 18 milhões, já está projetada e contará com duas unidades de suporte: uma voltada para pacientes do Centro de Trauma e outra para pacientes clínicos, somando 125 leitos. As intervenções também preveem mudanças nos acessos de emergência, aproximando os ambientes críticos e restringindo a circulação em áreas sensíveis. Além disso, a recepção principal e o acesso ao edifício serão reformulados, oferecendo um espaço mais acolhedor e confortável aos usuários. A fachada ganhará um novo desenho, mais moderno e funcional. Segundo o vice-presidente do IgesDF, Rubens Pimentel Jr., o impacto será significativo. “Estamos diante de uma transformação estrutural que vai ampliar a capacidade de atendimento e garantir mais segurança e conforto aos pacientes. O novo Pronto-Socorro e o futuro centro cirúrgico representam um salto de qualidade que vai beneficiar diretamente a população atendida pelo Hospital de Base e por toda a rede pública do Distrito Federal”. Na reportagem de amanhã, sobre os 65 anos do Hospital de Base, vamos mostrar os diversos exemplos de atendimento humanizado realizados na unidade. *Com informações do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do DF (IgesDF)

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Emergência pediátrica do Hospital Regional de Santa Maria fez cerca de 13 mil procedimentos no 1º semestre

Durante o primeiro semestre de 2025, período marcado pela alta de casos de doenças respiratórias, o Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) fez 12.888 procedimentos de emergência pediátrica. Mais da metade dos pacientes, 51,21%, veio do Entorno Sul, enquanto 48,79% eram do Distrito Federal. Os dados reforçam o papel regional do hospital, especialmente no tratamento da bronquiolite viral aguda. Entre os procedimentos mais comuns estão as punções de acesso venoso periférico (6.197) e as coletas de secreções nasais e de garganta (2.686). Segundo a chefe de enfermagem do pronto-socorro infantil, Layana Lopes, a doença exige atenção constante. “A bronquiolite é uma doença complexa, e a criança é muito instável. Um atendimento eficaz depende de uma equipe preparada para identificar rapidamente as necessidades do paciente”, afirma. Um dos destaques no enfrentamento da doença foi a utilização do cateter nasal de alto fluxo (CNAF), tecnologia incorporada em 2024. Para garantir o uso adequado, 183 profissionais de enfermagem, fisioterapia e médicos passaram por capacitação. O resultado foi expressivo: dos 254 pacientes que utilizaram o CNAF, 77% apresentaram melhora significativa e não precisaram ser internados na UTI pediátrica. Os dados reforçam o papel regional do hospital, especialmente no tratamento da bronquiolite viral aguda | Fotos: Alberto Ruy/IgesDF A fisioterapia também teve papel decisivo no cuidado às crianças, contribuindo para melhorar a ventilação pulmonar e reduzir o esforço respiratório. “A antecipação do uso do cateter em Santa Maria foi primordial para enfrentarmos o período crítico com melhores condições”, destacou Danielle Fontenele, chefe do serviço de saúde funcional do HRSM. O pediatra Fernando de Souza Martins ressalta a evolução no atendimento ao longo das últimas sazonalidades. “Houve uma melhora absurda nos fluxos de atendimento. Isso se deve à dedicação da equipe e à constante atualização dos protocolos”. A pediatra Loren Abreu Nobre reforçou o sentimento de superação da equipe. “Foi um período intenso, parecia que estávamos voltando da guerra. Mas saímos vitoriosos. Temos orgulho do time que formamos”. Atendimento pediátrico nas UPAs ajuda a desafogar hospitais Outro fator importante no enfrentamento à bronquiolite foi o fortalecimento do atendimento pediátrico nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs). Atualmente, as unidades de São Sebastião, Sobradinho, Recanto das Emas e Ceilândia contam com pediatras e estrutura adequada para receber as crianças com sintomas respiratórios. De janeiro a junho de 2025, foram realizados 33.475 atendimentos pediátricos nestas unidades. Outro fator importante no enfrentamento à bronquiolite foi o fortalecimento do atendimento pediátrico nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) A médica Ana Carolina Gomes, que atua nas UPAs de São Sebastião e Sobradinho, destacou o impacto da medida. “Essa iniciativa mudou o paradigma do atendimento pediátrico no DF. Com UPAs equipadas e equipes preparadas, conseguimos reduzir a pressão sobre os hospitais e oferecer assistência mais rápida, perto de casa”. IgesDF promove debate sobre estratégias no HRSM Para aprimorar ainda mais a atuação dos profissionais durante a sazonalidade, o Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do DF (IgesDF) promoveu, na última segunda-feira (28), mais uma edição do projeto Educa em Ação, com foco na bronquiolite viral aguda. O encontro foi realizado no auditório do HRSM e contou com a participação de profissionais de saúde que atuam diretamente na linha de frente do atendimento. A superintendente do hospital, Eliane Abreu, abriu o evento destacando a importância da articulação entre diferentes setores. “Esse planejamento ultrapassa os muros da unidade. Trabalhamos com a região sul, em conjunto com o conselho de saúde, unidades básicas e demais partes interessadas. Nossa missão é antecipar os desafios”. *Com informações do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do DF (IgesDF)

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Paciente recupera a fala com ajuda de equipe do Hospital de Base

Paulo Henrique da Cruz, 41 anos, jamais imaginou que precisaria reaprender a falar. No dia 1º de junho, chegou ao Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF) com o diagnóstico de Traumatismo Cranioencefálico (TCE) grave. Ele foi brutalmente espancado durante uma tentativa de assalto em sua casa. Os agressores, ao perceberem que o imóvel não estava vazio, o atacaram, deixando marcas físicas e emocionais. “Ele chegou sem conseguir pronunciar uma palavra. A área do cérebro responsável pela linguagem ficou bem comprometida”, explica Aline Vaz, fonoaudióloga do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do DF (IgesDF). A afasia é considerada uma das formas de perda de linguagem. No caso de Paulo, ele compreendia o que era falado, porém não conseguia se comunicar. O silêncio, no entanto, durou pouco. Apesar das lágrimas e da frustração dos primeiros dias, Paulo não se entregou. Com bloquinho de papel em mãos, muitos gestos e uma vontade enorme de voltar a falar, ele buscava diariamente os profissionais pelos corredores da unidade. “Era emocionante ver aquele homem tentando escrever, gesticular, pedir ajuda. Ele nunca desistiu de tentar falar novamente”, lembra Aline. Após 15 dias de internação, Paulo recebeu alta. Mas antes de deixar o hospital, fez questão de escrever à mão o nome de todos os profissionais que marcaram sua trajetória | Foto: Divulgação/IgesDF Com o apoio da equipe multidisciplinar, formada por fonoaudiólogas, terapeutas ocupacionais, psicóloga e fisioterapeutas, Paulo Henrique conquistou os primeiros avanços para a retomada da fala. “A primeira palavra que consegui dizer foi o nome da fonoaudióloga Letícia. Não aguentei, comecei a chorar e ela me abraçou”, relembra. Um dos momentos mais marcantes aconteceu quando Paulo conseguiu avisar que era aniversário de seu filho. A equipe, tocada pela situação, sugeriu que ele gravasse um vídeo. “Ele cantou parabéns e no final não conteve as lágrimas. Nós nos emocionamos junto com ele. Foi um avanço importante na recuperação”, relata Letícia.  [LEIA_TAMBEM]Após 15 dias de internação, Paulo recebeu alta. Mas antes de deixar o hospital, fez questão de escrever à mão o nome de todos os profissionais que marcaram sua trajetória. “Vocês me devolveram a voz. Hoje posso dizer ‘obrigado’, posso dizer que amo meu filho”, detalha. Uma recuperação feita de laços A psicóloga Luiza Gayaó acompanhou de perto as angústias de Paulo e reforça a importância do vínculo com a equipe no processo de recuperação. “A afasia gera sofrimento, pois a pessoa quer se comunicar e não consegue. O apoio emocional e o acolhimento foram fundamentais para que ele se sentisse seguro e motivado”, conta. A terapeuta ocupacional Jackeline Rossi também destaca o poder dessa conexão. “Ver um paciente recuperar a autonomia, a voz e a esperança é o que nos move todos os dias. Paulo nos deu uma lição de persistência”. Hoje, Paulo segue em tratamento ambulatorial no próprio Hospital de Base. A fonoaudióloga Ana Patrícia Queiroz explica que, embora ainda existam sequelas, a evolução é visível. “Estamos confiantes de que ele irá recuperar ainda mais sua comunicação. O mais importante é que ele está engajado”, ressalta. Ao se despedir da equipe, Paulo resumiu sua trajetória em uma frase simples, mas carregada de significado. “Se hoje eu posso falar, é graças a toda a equipe que me acolheu e me deu o suporte necessário. Sou imensamente grato”, conclui. *Com informações do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do DF (IgesDF)

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Estudantes doam toneladas de alimentos a pacientes em tratamento oncológico

Na última quinta-feira (26), trinta alunos do Colégio Militar Dom Pedro II, entregaram pessoalmente mais de três toneladas de alimentos à Rede Feminina de Combate ao Câncer de Brasília. As doações, recebidas no Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), unidade administrada pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do DF (IgesDF), serão transformadas em cerca de 200 cestas básicas para pacientes em tratamento oncológico. A ação teve início como parte de uma tradicional gincana da escola, mas ganhou novos significados ao envolver os estudantes diretamente com a causa. O que começou como uma gincana escolar terminou como um gesto de solidariedade. Na visita, os estudantes conheceram a Casa Rosa, sede da Rede Feminina dentro do hospital, onde foram recebidos pela gestora da entidade, Larissa Bezerra. Ela apresentou a rotina do espaço, que oferece acolhimento, refeições e apoio humanizado a pacientes que lutam contra o câncer. A ação teve início como parte de uma tradicional gincana da escola, mas ganhou novos significados ao envolver os estudantes diretamente com a causa | Fotos: Alberto Ruy/IgesDF “A fome também adoece. Muitos pacientes deixam de trabalhar e voltam para casa sem saber se terão o que comer. Aqui, além do alimento, eles encontram carinho e apoio. A doação de vocês é mais do que mantimento: é amor transformado em ação”, observa Larissa. A gestora também reforçou a importância de sensibilizar os mais jovens para causas sociais. “Nosso trabalho depende exclusivamente de doações. Ver esse empenho vindo de jovens é uma esperança viva de que estamos plantando um futuro melhor”, completa. Educação que transforma Após a entrega, os alunos visitaram o Centro de Infusão Verinha. Para muitos, a experiência foi transformadora. “É bom saber que estamos ajudando quem realmente precisa da força para lutar”, conta aluno Márcio Vitor, 17 anos. Já Bruno Passagli, 16, viu a realidade com outros olhos depois da visita. “Estar aqui, ver os rostos, ouvir as histórias, isso muda a nossa cabeça. Faltam palavras pra descrever”, ressalta. O sargento Jardel, professor de Educação Física que acompanhou os alunos destacou que a gincana já é uma tradição, mas que este ano ganhou um novo significado. Após cada ação solidária, os estudantes escrevem redações relatando o que aprenderam com a experiência “Eles sempre participaram da arrecadação, mas é a primeira vez que acompanham o destino das doações. Viver isso, sentir o impacto de perto, muda tudo. Eles vão levar a experiência para a vida”, afirma Jardel. Após cada ação solidária, os estudantes escrevem redações relatando o que aprenderam com a experiência. A ação faz parte de um circuito solidário maior, além do Hospital de Base, outras instituições e comunidades em situação de vulnerabilidade também foram beneficiadas com os alimentos arrecadados. Apoio que chega em boa hora Atualmente, a Rede Feminina assiste mais de 400 famílias mensalmente com doações, mas outras 200 ainda aguardam na fila de espera. Com as novas cestas recebidas, será possível atender parte dessa demanda. “Esses alimentos chegaram no momento certo. Já estamos entrando em contato para que eles possam vir buscar as cestas na próxima segunda-feira. Nosso lema é doar amor, enxugar lágrimas e transformar dor em sorriso”, disse Larissa. Como ajudar A Rede Feminina de Combate ao Câncer aceita doações de itens diversos de vestuário masculino, feminino e infantil, para o bazar. Doações de cestas básicas e itens de higiene pessoal também são bem-vindos. Tudo pode ser entregue diretamente na sala de atendimento do Hospital de Base ou via Pix: (61) 99157-7147. *Com informações do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do DF (IgesDF)

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Saúde recebe 132 novos profissionais para reforçar o atendimento

O Distrito Federal inicia o mês com uma excelente notícia para quem depende do Sistema Único de Saúde (SUS). O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do DF (IgesDF) recebeu, nesta semana, 132 novos profissionais que já começam a atuar nas unidades administradas pelo Instituto. São médicos, enfermeiros, fisioterapeutas, nutricionistas, técnicos e equipes administrativas que chegam para reforçar o atendimento e ampliar a qualidade dos serviços prestados à população. Mais do que um reforço técnico, a chegada desses profissionais representa a realização de sonhos e o fortalecimento de um cuidado cada vez mais humanizado. É o caso da enfermeira nefrologista Yanne Andrade, aprovada em primeiro lugar no processo seletivo de sua área. “Sempre sonhei em trabalhar no SUS e prestar uma assistência de qualidade aos pacientes do sistema público. Viver o SUS, de verdade”, compartilha. Os novos profissionais vão atuar no HBDF, no Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) e nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) | Foto: Alberto Ruy/IgesDF A enfermeira lembra que o processo seletivo foi criterioso, composto por três etapas: análise curricular, prova teórica e entrevista. “Cada fase superada era como ver meu sonho mais próximo. Hoje, me sinto realizada por fazer parte disso.” Entre os novos contratados, há profissionais que chegam de outras regiões do país, como o médico oncologista Caio Leite, que deixou São Paulo para iniciar uma nova etapa no Hospital de Base do DF (HBDF). “Sempre ouvi ótimas referências sobre o Hospital de Base.  Estou muito empolgado com a oportunidade de trabalhar aqui, especialmente na oncologia, uma especialidade tão estratégica e sensível dentro da saúde pública”, destacou. [LEIA_TAMBEM]Os novos profissionais vão atuar no HBDF, no Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) e nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs). O grupo inclui 63 profissionais de enfermagem e 29 médicos, com especialidades como cardiologia, ginecologia, anestesiologia, infectologia, hematologia, psiquiatria, pediatria e clínica geral. Fisioterapeutas, psicólogos e equipes administrativas também compõem o time. Integração e acolhimento Logo no primeiro dia, os recém-chegados participaram de uma programação completa, onde foram apresentados à estrutura do IgesDF, às políticas de governança e compliance, à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), às diretrizes da ouvidoria, às normas de segurança do trabalho e ao modelo de gestão da qualidade adotado nas unidades. Para a médica ginecologista e obstetra Ana Carolina Rego, que vai atuar no HRSM, a oportunidade marca um passo importante na carreira. “Trabalhar com gestantes de alto risco e acompanhar partos em um hospital de referência é a realização de um objetivo de vida. Quero contribuir com um atendimento de qualidade”, afirmou. Durante a integração, os novos colaboradores também receberam orientações da Assessoria de Comunicação sobre postura nas redes sociais, relacionamento com a imprensa e o papel de cada colaborador na imagem institucional. A equipe de Humanização reforçou ainda a importância de colocar o paciente no centro do cuidado. O presidente do IgesDF, Cléber Monteiro, destacou que cada nova contratação fortalece não apenas as escalas das unidades, mas também a cultura institucional centrada no paciente. “Esses profissionais chegam com vontade de fazer a diferença. Nosso papel é mostrar que, aqui, o cuidado é coletivo, e o paciente está sempre em primeiro lugar”, enfatizou. *Com informações do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do DF (IgesDF)

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Mês da Voz: rede pública do DF promove ações de cuidado com a saúde vocal

Em celebração ao Mês da Voz, comemorado em abril, a Secretaria de Saúde (SES-DF) promoveu uma série de ações voltadas à promoção da saúde vocal. Realizadas em parceria com o Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do DF (IgesDF), as atividades ocorrem nos dias 22 e 23 de abril, integrando a campanha nacional Amigos da Voz, coordenada pela Sociedade Brasileira de Fonoaudiologia (SBFa). O tema da edição deste ano, “A sua voz informa”, reforça a importância da voz como instrumento de identidade, comunicação e saúde. A campanha, que está em sua 20ª edição, mobilizou profissionais da rede pública, instituições de ensino e unidades básicas de saúde (UBSs) em todo o DF para ampliar o acesso à informação e ao atendimento especializado. Mais de 13 mil consultas de fonoaudiologia foram realizadas em 2024 pela SES. Os principais fatores de risco para alterações vocais incluem o uso inadequado da voz, tabagismo, consumo excessivo de álcool, baixa ingestão de água e doenças como refluxo gastroesofágico e hipotireoidismo. A fonoaudióloga da SES-DF, Yonara Strauss, destaca que mesmo condições infecciosas simples, como rinite, sinusite ou inflamações nas amígdalas, podem prejudicar temporariamente a qualidade vocal. “A dinâmica da voz é um forte indicador de saúde. Nosso trabalho nesta campanha é conscientizar a população e os profissionais da rede sobre a importância de escutar o que a voz está nos dizendo”, afirma. Os principais fatores de risco para alterações vocais incluem o uso inadequado da voz, tabagismo, consumo excessivo de álcool, baixa ingestão de água e doenças como refluxo gastroesofágico e hipotireoidismo | Foto: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde-DF  Segundo a especialista, rouquidão persistente deve ser interpretada como sinal de alerta. “Rouquidão não é normal. Pode ser um sintoma de doenças como o câncer de laringe, distúrbios hormonais ou alterações funcionais na produção vocal. A voz é a expressão de quem eu sou e de como estou. Alterações vocais podem refletir desequilíbrios emocionais, musculares ou sistêmicos”, explica. A campanha conta com apoio da Escola de Música de Brasília (EMB) e universidades do DF que oferecem o curso de Fonoaudiologia. Além dos atendimentos especializados, serão realizadas palestras educativas, oficinas e distribuição de material informativo à população. [LEIA_TAMBEM]“Nos organizamos para atender pacientes com doenças da laringe que aguardam avaliação, priorizando os casos classificados como vermelhos na regulação”, explica o chefe do Serviço de Endoscopia Respiratória do HBDF, Daniel Heyden Boczar. A unidade, referência em laringologia, atua com equipe multidisciplinar composta por 16 médicos, incluindo duas especialistas na área. Participaram da campanha o Hospital Regional da Asa Norte (Hran), o Hospital de Base (HBDF) e as UBSs de diversas regiões administrativas também foram mobilizadas, entre elas: UBS 1 de Taguatinga, UBS 2 do Gama, UBSs 1 e 9 de São Sebastião, UBS 4 de Planaltina, UBSs 4, 5 e 6 de Arapoanga e UBS 1 do Jardim Mangueiral. Cuidados com a voz – Gritar ou falar muito alto por um longo período pode ser prejudicial para sua voz. O indicado é falar sem fazer força, abrir bem a boca para articular as palavras e usar apoio respiratório. – O consumo de álcool e o uso de cigarro, incluindo cigarros eletrônicos, além de causar alterações vocais, são prejudiciais à saúde. Evite ficar próximo a fumantes, devido à exposição aos componentes tóxicos e cancerígenos da fumaça do cigarro. – Beber água regularmente mantém a mucosa que reveste as pregas vocais hidratadas. Esse hábito simples reduz o esforço vocal e favorece uma emissão mais equilibrada. – Para profissionais da voz, os cuidados vocais devem ser constantes, já que qualquer alteração, mesmo mínima, pode prejudicar a sua atuação. – Sintomas como cansaço vocal, falhas na voz, voz fraca, pigarro constante e rouquidão merecem atenção. Se houver alteração vocal por mais de 15 dias, procure um fonoaudiólogo especialista em voz e um médico otorrinolaringologista. *Com informações da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF)

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