Parque Urbano do Setor O celebra um ano como símbolo de lazer, convivência e qualidade de vida em Ceilândia
Há um ano, Ceilândia ganhava um importante marco para o lazer, o esporte e a convivência comunitária. Inaugurado em 26 de abril de 2025, o Parque Urbano do Setor O completa seu primeiro aniversário consolidado como um dos principais espaços públicos da cidade, oferecendo infraestrutura moderna, segurança e qualidade de vida para milhares de moradores da região. O equipamento público foi entregue pelo Governo do Distrito Federal (GDF) como o primeiro parque urbano de Ceilândia, resultado de um investimento de aproximadamente R$ 8 milhões. O espaço ocupa uma área de 103 mil metros quadrados e representa um avanço significativo na ampliação de áreas verdes e de lazer para a população. Ao longo deste primeiro ano, o parque passou a fazer parte da rotina dos moradores, funcionando como ponto de encontro para famílias, esportistas, crianças e idosos. A estrutura inclui cercamento completo, iluminação em LED, gramado, quadra de areia, campo sintético, parcão, brinquedos infantis, banheiros e áreas de convivência, além de acesso aberto à comunidade. O espaço também recebeu reformas importantes que reforçam a segurança e a preservação do local, como cercamento integral, iluminação moderna e organização dos ambientes para garantir conforto aos frequentadores. A proposta do parque vai além do lazer: o local se tornou um ambiente voltado ao bem-estar, incentivo à prática esportiva e fortalecimento do convívio social. Ao longo deste primeiro ano, o parque passou a fazer parte da rotina dos moradores, funcionando como ponto de encontro para famílias, esportistas, crianças e idosos | Foto: Divulgação/Administração Regional de Ceilândia Segundo o administrador regional de Ceilândia, João Marcelo Ferreira de Souza, o parque representa uma conquista histórica para a população e reforça o compromisso com a valorização dos espaços públicos da cidade. “Celebrar um ano do Parque Urbano do Setor O é reconhecer uma conquista importante para Ceilândia. Esse espaço trouxe mais qualidade de vida, lazer e dignidade para a população. Hoje vemos famílias ocupando o parque diariamente, crianças brincando, pessoas caminhando e praticando esportes. É um investimento que gera impacto direto no bem-estar da comunidade”, afirma o administrador. Além de oferecer lazer, o parque contribui para a valorização urbanística da região. Áreas públicas estruturadas ajudam a promover ocupação positiva dos espaços urbanos, fortalecem o sentimento de pertencimento e incentivam hábitos saudáveis. Moradora da QNO 16, Francisca de Melos Coutinho, de 45 anos, conta que o parque transformou a rotina da família e ampliou as opções de lazer próximas de casa. “Antes a gente não tinha um espaço assim perto de casa. Hoje posso caminhar, fazer exercícios e trazer minha família para aproveitar um ambiente seguro e agradável. É muito importante ter uma área verde como essa na região, porque melhora a qualidade de vida de todos”, destaca. Durante esse primeiro ano, o parque passou a receber diariamente moradores de diferentes pontos de Ceilândia, consolidando-se como uma referência em lazer urbano. Crianças utilizam os brinquedos e espaços recreativos, jovens aproveitam as quadras esportivas e adultos encontram no local uma alternativa para caminhadas, exercícios físicos e momentos de descanso. O aniversário do Parque Urbano do Setor O reforça a importância de investimentos em infraestrutura pública e em espaços de convivência, especialmente em regiões populosas como Ceilândia. O equipamento representa não apenas uma área de lazer, mas também um símbolo de transformação urbana e valorização da comunidade. Com a consolidação do parque ao longo deste primeiro ano, a expectativa é que o espaço continue recebendo manutenções e ampliando sua função social, fortalecendo o vínculo entre os moradores e a cidade. *Com informações da Administração Regional de Ceilândia
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Quase mil obras em sete anos transformam a infraestrutura urbana de Ceilândia
Desde 2019, Ceilândia passou a incorporar uma sequência contínua de intervenções que reorganizaram vias, ampliaram a acessibilidade, recuperaram espaços públicos e reforçaram a oferta de serviços essenciais. O conjunto de quase mil obras entregues pelo Governo do Distrito Federal (GDF) alterou o funcionamento urbano da cidade e passou a influenciar diretamente a circulação, o uso do espaço e a rotina da população. Ao todo, 990 obras já foram concluídas, com R$ 281,3 milhões executados. Considerando intervenções entregues, em andamento, em contratação e em licitação, os investimentos ultrapassam R$ 423 milhões, com novas frentes previstas até 2026. As ações alcançam áreas como mobilidade urbana, infraestrutura, saúde, educação, lazer, iluminação pública, habitação e desenvolvimento urbano. Para o administrador regional de Ceilândia, Dilson Resende, o diferencial desse ciclo foi tratar a cidade a partir de problemas estruturais. “São obras de que Ceilândia precisava havia muito tempo, pensadas para resolver questões históricas da cidade”, afirma. A Avenida Hélio Prates passou por uma reorganização completa, com ações como implantação de vias laterais, ordenamento do trânsito, estacionamento de caminhões, calçadas acessíveis e substituição de pontos de ônibus | Foto: Arquivo/Agência Brasília Mobilidade, acessibilidade e circulação urbana A mobilidade concentrou uma das principais frentes de investimento. Mais de 100 km de calçadas foram construídos ou recuperados, garantindo acessibilidade em regiões onde pedestres antes circulavam nas vias dos carros. Ciclovias foram implantadas, e obras de pavimentação, drenagem e requalificação viária avançaram em diferentes setores da cidade. A Avenida Hélio Prates, principal eixo viário da região, passou por reorganização completa, com implantação de vias laterais, ordenamento do trânsito, áreas adequadas para estacionamento de caminhões e calçadas acessíveis. Pontos de ônibus também foram substituídos, oferecendo abrigo e mais conforto aos usuários do transporte público. Segundo Resende, parte das intervenções surgiu a partir de demandas diretas da população. “Quem vive a cidade é quem aponta onde o problema está. Governar ouvindo a comunidade foi decisivo para definir prioridades”, diz. "São obras de que Ceilândia precisava havia muito tempo, pensadas para resolver questões históricas da cidade”, afirma Dilson Resende, administrador regional de Ceilândia | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília Um dos exemplos citados foi o pedido de uma cadeirante que não conseguia atravessar uma via movimentada por falta de rampa e passagem adequada. A demanda resultou na implantação de acessos e ajustes no entorno, ampliando a mobilidade e reduzindo riscos. Saúde, educação e habitação Na área da saúde, a entrega da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Ceilândia e a ampliação do Hospital do Sol (HSol) reforçaram a rede de urgência e emergência. Unidades básicas foram modernizadas, aproximando o atendimento da população. Na educação, escolas com obras paralisadas foram retomadas e concluídas, além da entrega de creches. A Biblioteca Pública de Ceilândia foi reformada e voltou a funcionar como equipamento cultural e de incentivo à leitura. O programa habitacional da QNR avançou com a implantação de infraestrutura completa, incluindo pavimentação, drenagem e serviços urbanos, beneficiando milhares de famílias. A entrega da UPA de Ceilândia foi um dos investimentos em saúde na cidade | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília Uso cotidiano da cidade A reconfiguração urbana também se refletiu na forma como a população passou a ocupar os espaços públicos. A recuperação de áreas de lazer e convivência alterou os fluxos, ampliou a circulação de pessoas e reforçou o uso cotidiano desses locais. No Parque Urbano do Setor O, esse movimento se traduz em presença constante. Segundo o gestor do parque, Wilson Almeida, nos fins de semana, o espaço recebe cerca de 6 mil pessoas, enquanto, durante a semana, a média varia entre 2 mil e 3 mil frequentadores por dia. O volume diário de usuários passou a funcionar como indicador direto da mudança na relação da cidade com o parque. A percepção também é compartilhada por quem vive no entorno. Morador da QNP 16, Sebastião Gomes Viana acompanhou de perto a mudança em sua região e relata como o espaço era utilizado antes das intervenções. “Aquilo ali era um transtorno. O pessoal jogava entulho, sofá velho, pneu, colocava fogo no lixo. Quando chovia, a água empossava, juntava mosquito, virava foco de dengue. Não tinha asfalto, não tinha calçada, não tinha nada. Era só buraco. A gente passava ali todo dia e via o problema, mas parecia que não tinha solução”, conta. A recuperação de áreas de lazer e convivência alterou os fluxos, ampliou a circulação de pessoas e reforçou o uso cotidiano de equipamentos públicos | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília Segundo ele, a situação começou a mudar com a implantação de equipamentos públicos e obras de infraestrutura. “Hoje é outra realidade. Fizeram a creche, que já está funcionando, estão concluindo a quadra poliesportiva, fizeram calçada, organizaram o espaço. Não tem mais lixo jogado, não tem mais água parada. As pessoas passaram a usar o lugar, a circular. Quem mora aqui sente a diferença no dia a dia”, afirma. A mudança no uso do espaço também é percebida por quem frequenta o parque com regularidade. Jean Oliveira, que caminha no local ao menos duas vezes por semana, afirma que a transformação ampliou o alcance do espaço para além do bairro. “Antes isso aqui era um descampado abandonado. Tinha muito entulho, mato alto, pouca iluminação e insegurança. Muita gente evitava passar por aqui. Hoje tem estrutura, iluminação, polícia por perto, famílias circulando o dia inteiro”, relata. Para ele, o movimento constante passou a ser parte da paisagem urbana. “Você vê criança, idoso, gente caminhando, praticando esporte. Tem gente de outras quadras, de outros bairros e até de outras cidades. O parque ficou movimentado o dia inteiro, e isso mostra que as pessoas se sentem seguras e querem estar aqui”, diz. Praças e parques receberam ações de urbanização e manutenção | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília O mesmo padrão de ocupação passou a se repetir em outros pontos da cidade, como a Praça dos Eucaliptos e a Praça da Estação do Metrô, que receberam urbanização, equipamentos esportivos e melhorias no entorno. Espaços antes associados ao abandono passaram a integrar a rotina da população. Planejamento e continuidade Além das entregas já realizadas, Ceilândia entrou em uma nova etapa de planejamento, com o início da elaboração do projeto de drenagem pluvial, considerado essencial para intervenções de maior porte. Resende destaca que obras estruturantes exigem visão de longo prazo. “Planejar é parte da obra. Há intervenções que precisam ser pensadas agora para garantir segurança e continuidade no futuro”, afirma. Ao longo de sete anos, o conjunto de quase mil obras evidencia uma mudança progressiva na infraestrutura urbana de Ceilândia. Mais do que a soma de intervenções, os investimentos passaram a reorganizar fluxos, ampliar o uso dos espaços públicos e integrar serviços ao cotidiano da maior região administrativa do Distrito Federal.
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Parque Urbano do Setor O se solidifica como espaço de lazer, segurança e convivência em Ceilândia
O Parque Urbano do Setor O vem se consolidando como um dos principais espaços de lazer, esporte e convivência da população de Ceilândia. A área verde, com cerca de 103 mil m², recebeu uma série de benfeitorias estruturais, como cercamento em todo o perímetro, novos portões de acesso e modernização do sistema de iluminação com lâmpadas de LED, garantindo mais segurança, conforto e comodidade aos frequentadores. As intervenções têm como objetivo preservar o parque e ampliar o uso do espaço pela comunidade, inclusive no período noturno. Atualmente, o local conta com 12 portões, sendo dois principais e dez acessos secundários, distribuídos estrategicamente para facilitar a entrada em todas as áreas, evitando longos deslocamentos dos usuários. As melhorias fazem parte de um trabalho contínuo da Administração Regional de Ceilândia para garantir que a população tenha um espaço adequado para lazer, prática esportiva e convivência social, destacou o chefe de gabinete da Administração Regional de Ceilândia, João Marcelo Ferreira de Souza: “Nosso compromisso é cuidar do parque todos os dias, aprimorando acessos, iluminação e equipamentos, sempre pensando no bem-estar da população. O parque é um patrimônio da comunidade e precisa estar cada vez mais acessível, seguro e acolhedor”. Com cerca de 103 mil m², o Parque Urbano do Setor O é um dos principais espaços de lazer, esporte e convivência da população de Ceilândia | Foto: Divulgação/Administração de Ceilândia Variedade O Parque Urbano do Setor O oferece uma ampla variedade de equipamentos públicos, como quadra de areia, campo sintético, playgrounds, duchas, parcão (área exclusiva para cães), mesas com bancos, banheiros, portaria e academia ao ar livre. O espaço é dividido em três zonas, planejadas para atender públicos diversos, incluindo crianças, jovens, idosos e pessoas com mobilidade reduzida. As melhorias nos acessos internos também favorecem a circulação segura de pedestres e ciclistas. [LEIA_TAMBEM]Para os usuários, as mudanças já fazem diferença no dia a dia. “É muito bom ver melhorias assim no parque”, elogia Elisângela Rodrigues Feitosa, moradora do Setor O. “Eu e meus filhos frequentamos o espaço quase todos os dias, e agora ficou muito mais fácil entrar. Antes, a gente precisava dar a volta inteira no parque para acessar algumas áreas”. Parcão Outro destaque é o parcão, espaço exclusivo destinado aos tutores de animais. Cercado pela administração, o local permite que os cães fiquem soltos, sem coleira ou focinheira, promovendo bem-estar animal e socialização entre os pets. “Esse espaço é essencial para quem tem cachorro. Dá mais liberdade e segurança para os animais e tranquilidade para nós, donos”, comenta o morador Carlos Henrique Silva, frequentador assíduo do parque. Apesar dos avanços, a Administração Regional reforça a importância da conscientização da população. O Parque Urbano do Setor O tem sido alvo recorrente de atos de vandalismo, com danos a bancos, lixeiras, torneiras, bebedouros e outras estruturas de uso coletivo. Essas ações geram custos extras de manutenção e impactam diretamente a qualidade do espaço público. “Cuidar do parque é uma responsabilidade de todos. Quando há vandalismo, toda a comunidade é prejudicada”, ressaltou João Marcelo. O parcão totalmente cercado permite que tutores soltem seus cachorros para brincar com segurança Eventos Além da estrutura voltada ao lazer diário, o Parque Urbano do Setor O também se destaca como palco de diversas atividades gratuitas nas áreas de lazer, saúde, bem-estar, cultura e esporte. Ao longo do ano, o espaço recebe ações comunitárias, eventos esportivos, atividades físicas orientadas, apresentações culturais e iniciativas voltadas à promoção da qualidade de vida, reunindo moradores de diferentes idades. Essas programações reforçam o potencial do parque como um importante espaço público para a realização de eventos voltados à população, estimulando a convivência social, o uso consciente da área verde e o fortalecimento dos vínculos comunitários em Ceilândia. Histórico Criado em 1995, o espaço enfrentou diversos desafios ao longo dos anos até ser plenamente liberado para uso da população. Em 2019, o parque passou a ser gerido pela Administração Regional de Ceilândia. Já em maio de 2024, foi oficialmente instituído como Parque Urbano do Setor O, por meio do Decreto nº 45.796, assinado pelo governador Ibaneis Rocha. O texto aprovou o Plano de Uso e Ocupação do local, autorizou o cancelamento do registro de parcelamentos que interferiam na área e estabeleceu, de forma definitiva, o perímetro e os usos permitidos. Parque Urbano do Setor O → Horário de funcionamento: diariamente, das 5h às 23h *Com informações da Administração Regional de Ceilândia
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Vandalismo no Parque Urbano do Setor O causa prejuízos
O Parque Urbano do Setor O, em Ceilândia, foi alvo de vandalismo. Torneiras do bebedouro e parte das estruturas dos sanitários foram danificadas, comprometendo o uso dos equipamentos públicos e gerando prejuízos à manutenção e ao conforto dos frequentadores. Novas torneiras já foram instaladas pela equipe da Administração Regional de Ceilândia, restabelecendo o funcionamento do bebedouro. Torneiras do bebedouro e parte das estruturas dos sanitários do Parque Urbano do Setor O foram danificadas | Foto: Divulgação/Administração de Ceilândia Frequentadora assídua do parque, Luzinete de Freitas Souza, 36 anos, lamentou o ocorrido. “É triste ver esse tipo de atitude, porque o parque é um espaço que todos nós usamos. É importante que cada um faça a sua parte para conservar o que é de todos”, afirmou. [LEIA_TAMBEM]O chefe de gabinete da administração regional, João Marcelo Ferreira, reforçou a importância de preservar o patrimônio público. “Esses espaços são mantidos com recursos de todos nós, e quando há depredação, toda a comunidade é prejudicada. Pedimos que os usuários do parque denunciem qualquer ato de vandalismo para que possamos agir rapidamente”, destacou. A administração regional pede o apoio da população para conservar os espaços públicos e denunciar atos de depredação pelo número 162 ou pelos canais oficiais do GDF. *Com informações da Administração Regional de Ceilândia
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Projeto Cuide-se+ leva práticas de autocuidado ao Parque Urbano do Setor O
A Secretaria de Atendimento à Comunidade do Distrito Federal (Seac-DF) promove no próximo sábado (9), a 14ª edição do projeto Cuide-se+, no Parque Urbano do Setor O, em Ceilândia, das 9h às 13h. A iniciativa que promove bem-estar, saúde mental e fortalecimento comunitário por meio de terapias integrativas e complementares gratuitas. O evento conta com a parceria da Secretaria de Saúde (SES-DF), Instituto Brasília Ambiental, Caesb e Administração Regional de Ceilândia. Criado em outubro de 2023, o Cuide-se + já realizou mais de quatro mil atendimentos. Com ações itinerantes realizadas, em sua maioria, em parques ecológicos, o projeto amplia o acesso da população a práticas de autocuidado, acolhimento e escuta ativa. Ações de saúde, bem-estar e fortalecimento comunitário serão oferecidas durante o Cuide-se+, em Ceilândia | Foto: Divulgação/Seac-DF A secretária de Atendimento à Comunidade, Clara Roriz, destaca a importância da ação para a saúde coletiva: “Estamos promovendo esta ação para aproximar as pessoas de práticas que fortalecem tanto o indivíduo quanto a comunidade.” [LEIA_TAMBEM]Atividades desta edição do Cuide-se+ Reiki Auriculoterapia Yoga Automassagem Meditação Massoterapia Tai Chi Chuan Técnicas de Redução de Estresse (TRE) Terapia Comunitária Integrativa (TCI) Práticas de autocuidado Acolhimento infantil e psicológico Calendário básico de vacinação Testagem rápida para IST (Hepatite B, Hepatite C, Sífilis e HIV) *Com informações da Seac-DF
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Ceilândia ganha o primeiro parque urbano, no Setor O, após investimento de R$ 8 milhões
Governo do Distrito Federal · CEILÂNDIA GANHA O PRIMEIRO PARQUE URBANO, NO SETOR O, APÓS INVESTIMENTO DE R$ 8 MILHÕES Um sonho de mais de 30 anos dos moradores agora é realidade: a primeira etapa do Parque Urbano do Setor O — o primeiro parque urbano de Ceilândia — foi inaugurada neste sábado (26), em cerimônia que contou com a participação do governador Ibaneis Rocha. “Hoje é um dia de muita alegria, mais uma promessa que foi feita durante a campanha. Eu estive aqui nas redondezas e recebi o pedido da comunidade, através de uma senhora, para que eu fizesse esse parque. E imediatamente eu determinei ao Fernando [Leite, diretor presidente da Novacap], juntamente com o Dilson [Resende, administrador de Ceilândia], que preparassem o projeto para que a gente pudesse fazer essa entrega mais do que merecida a essa população de Ceilândia”, apontou o governador. Ibaneis Rocha: “As obras continuam, nós teremos aqui parque de skate, área de quiosques para que as pessoas possam fazer seu lanche” | Fotos: Renato Alves/Agência Brasília Durante a cerimônia, o chefe do Executivo também assinou a ordem de serviço para execução da segunda etapa do parque. “As obras continuam, nós teremos aqui parque de skate, teremos a administração do parque, teremos área de quiosques para que as pessoas possam fazer seu lanche, tomar sua água de coco quando estiverem nas caminhadas, e eu tenho certeza que isso aqui vai fazer bem para a saúde e para a mente dos moradores”, ressaltou Ibaneis Rocha. O evento teve, ainda, entrega de kits esportivos para projetos sociais da região. Após a cerimônia, o governador seguiu para a Feira Central de Ceilândia, onde participou de um almoço. Estrutura As obras no local começaram no primeiro semestre do ano passado, após assinatura do decreto que oficializou a criação do parque. Ao todo, foram investidos R$ 8 milhões na construção e reforma de equipamentos de esporte e lazer. O parque conta com área de 103 mil metros quadrados, dividida em três zonas | Foto: Geovana Albuquerque/Agência Brasília Agora, o parque conta, entre outras coisas, com gradil em todo o perímetro, quadra de areia, campo sintético, playgrounds, duchas, parcão (área para cachorros), mesas com bancos, banheiros e academia ao ar livre. Tudo isso em uma área de 103 mil metros quadrados, dividida em três zonas. “Esse parque foi criado em 1995. Trinta anos depois, o governador Ibaneis determinou que se consolidasse o parque. Quando se cria um parque, você define uma área, mas o mais importante não está definido no decreto de criação, que são os usos. Então, através de uma parceria com a Administração Regional de Ceilândia, a Novacap implementou um programa que estava previsto para o parque, que nós chamamos de etapa 1”, afirmou o diretor presidente da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap), Fernando Leite. “Nós fizemos aqui um cercamento de alambrados, são 3 mil metros lineares de alambrados, gramamos uma área enorme aqui dentro do parque, plantamos aproximadamente 2,5 mil espécies de árvores nativas do cerrado e fizemos toda a infraestrutura para você ter um parque consolidado, para atender uma cidade onde está concentrada a maior população do DF”, destacou. Maria Inês Damasceno tem uma loja em frente ao parque e está animada com o aumento de movimento | Foto: Geovana Albuquerque/Agência Brasília O cenário é totalmente diferente do de anos atrás. "Aqui era mato, lixo, estábulo de cavalo e muita coisa perigosa. Aconteciam muitos acidentes, por conta da iluminação, que não tinha. Era um deserto", lembrou a comerciante Maria Inês Damasceno, moradora do Setor O há 34 anos. "Hoje, é um parque que está sendo conhecido pela infraestrutura que está chegando. Só melhorias. Vai ser ótimo para quem tira o sustento igual eu", acrescentou ela, que tem uma loja em frente ao parque. “Esse espaço aqui foi uma luta da comunidade, porque havia outras previsões de ocupação para essa área, chegou a ser até um lixão já, e a comunidade se uniu, brigou e o governador, quando assumiu, comprou a briga, tocou o projeto e estamos entregando a primeira etapa de uma longa caminhada dessa luta da comunidade de Ceilândia. O sentimento é de gratidão da grande maioria, principalmente dessa comunidade mais próxima, mas vem gente de todos os lugares, inclusive do Sol Nascente. Aqui todo fim de semana é cheio. E todo fim de tarde tem pessoal fazendo sua caminhada, crianças brincando, é muito legal, realmente é uma grande entrega, é qualidade de vida para a comunidade”, reforçou o administrador regional de Ceilândia, Dilson Resende. Histórico Criado em 1995, o espaço enfrentou diversos problemas até ser liberado para uso. Em 2019, o local passou a ser gerido pela Administração Regional da Ceilândia e, em maio de 2024, foi oficialmente instituído como Parque Urbano do Setor O, por meio do decreto nº 45.796, assinado pelo governador Ibaneis Rocha, que também aprovou o Plano de Uso e Ocupação do local e autorizou o cancelamento do registro do parcelamento dos lotes que interferiam em sua poligonal. Na prática, o decreto estabeleceu o perímetro da poligonal e os usos permitidos. Alvaro Sergio Pinto lembra a luta da Associação dos Amigos e Usuários do Parque Urbano do Setor O pela instalação do parque | Foto: Geovana Albuquerque/Agência Brasília [LEIA_TAMBEM] "Esse parque era lá em cima, na Quadra 1. A gente brigou, conversou e conseguimos essa área. Mal sabíamos que essa área também tinha problemas, um problema fundiário, vários lotes dessa Quadra 6 estavam adentrando a área do parque. Foi aí que a associação ficou mais junto da Administração e conseguiu reverter toda essa situação", detalhou Alvaro Sergio Pinto, morador do Setor O e secretário executivo da Associação dos Amigos e Usuários do Parque Urbano do Setor O (APSO). Após tantos anos de luta, a associação, agora, comemora a concretização do sonho. "É tudo o que a gente precisava", resumiu Alvaro Sergio. "Isso aqui é uma qualidade de vida para todos nós, moradores de Ceilândia. Estamos muito gratos de ver o que está acontecendo aqui dentro hoje", emendou Jânio Alves, presidente da APSO.
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Obras do GDF melhoram estrutura do Parque Urbano do Setor O, em Ceilândia
As obras de requalificação do Parque Urbano do Setor O, em Ceilândia, já começam a ser percebidas pela comunidade. Frequentadores do espaço destacam que as melhorias na estrutura e na ampliação das áreas de lazer têm sido importantes para o local. Parque Urbano do Setor O, em Ceilândia, ganhou uma quadra de areia; GDF investe quase R$ 5 milhões para aperfeiçoar a estrutura do espaço | Fotos: Adriano Teixeira/Novacap A Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap) é a empresa responsável pela execução de diversos serviços no local, como a instalação de 14 pergolados, uma quadra de areia, 20 conjuntos compostos por uma mesa e quatro cadeiras de concreto, quatro duchas, além de 3 mil metros² de gradil e plantio de gramado e árvores no local. Morador da região e frequentador assíduo do parque, Jefferson Gomes acompanha de perto as mudanças. Segundo ele, a requalificação tem um impacto positivo na qualidade de vida da população. Jefferson Gomes diz que investimentos tornam o parque mais adequado para quem frequenta o local para esporte e lazer “Tenho percebido uma grande movimentação de máquinas e equipes de trabalho. Isso é ótimo. Antes, contávamos apenas com as pistas de cooper. Agora, vemos melhorias que tornam o espaço mais adequado para quem pratica exercícios, busca lazer ou simplesmente quer aproveitar um tempo ao ar livre”, relata. Considerando que o parque é o único de caráter urbano na Região Administrativa de Ceilândia, sua relevância para a comunidade local é inquestionável. “Essa parceria com a Novacap, possibilita a otimização dos recursos disponíveis, agilizando significativamente a entrega desses equipamentos à população”, explica Thays Evellyn, arquiteta e urbanista da Assessora da Coordenação de Licenciamento, Obras e Manutenção da administração regional local. Demanda da população Em maio de 2024, após uma longa espera de 29 anos, uma boa notícia para os moradores da região de Ceilândia. O plano de uso e ocupação estabelece uma área total de e 103.252,072 m² para o parque, dividindo o local em zonas diferentes. Na Zona A foram previstos novos equipamentos públicos e mobiliários voltados ao esporte e lazer.A Zona B é uma área de. Já a Zona C prevê a sede da administração do Parque, um ponto de apoio a Polícia Militar, anfiteatro. Entre os serviços executados, estão a instalação de 3 mil metros² de gradil e o plantio de gramado e árvores “É uma demanda antiga da população e nesta gestão estamos concretizando esse trabalho que é fundamental para a qualidade de vida e bem-estar dos moradores da região”, comemora o presidente da Novacap, Fernando Leite. *Com informações da Novacap
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Parque Urbano do Setor O, em Ceilândia, é oficialmente criado
Depois de 29 anos de espera, uma boa notícia para os moradores de Ceilândia. O governador Ibaneis Rocha assinou o Decreto n° 45.796, que cria oficialmente o Parque Urbano do Setor O, aprova o Plano de Uso e Ocupação do local e autoriza o cancelamento do registro do parcelamento dos lotes que interferem em sua poligonal. A norma foi publicada no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) desta quarta-feira (15). Arte: Administração Regional de Ceilândia Na prática, o decreto estabelece o perímetro da poligonal e os usos permitidos. Dessa forma, é possível regularizar o espaço público onde o parque está inserido, para que seja melhor utilizado pela população. Com a medida, é possível garantir mais qualidade de vida aos frequentadores, que terão um ambiente mais estruturado e com melhor aproveitamento. “Esse espaço aprovado no Plano de Uso e Ocupação é o que a população reconhece como o Parque Urbano do Setor O. Depois do decreto aprovado, será possível desenvolver os projetos de paisagismo para implantação do parque”, explica a subsecretária interina de Desenvolvimento das Cidades da Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh-DF), Letícia Luzardo. “Assinado o decreto de criação, iniciará a fase de elaboração dos projetos arquitetônicos das edificações que serão feitas” Dilson Resende, administrador regional de Ceilândia Elaborado pela Administração Regional de Ceilândia, o plano pretende agregar valor ao local com uma utilização mais diversificada e abrangente, admitindo atividades institucionais, comerciais, de serviços e coletivas (cultura, esporte e lazer). De acordo com a Administração, os próximos passos serão as manutenções emergenciais, como a recuperação do alambrado que cerca o local e dos equipamentos já existentes. “A expectativa é muito grande quanto aos próximos passos para que o Parque Urbano do Setor O saia do papel. Assinado o decreto de criação, iniciará a fase de elaboração dos projetos arquitetônicos das edificações que serão feitas”, informou o administrador regional de Ceilândia, Dilson Resende. “Paralelamente, pode-se começar o cercamento e a implementação de equipamentos que já possuem projeto, como, por exemplo, o campo de grama sintética e os pontos de encontro comunitário (PECs)”, ressaltou. Arte: Administração Regional de Ceilândia Setorização O Plano de Uso e Ocupação estabelece uma área total de 103.252,072 m² para o parque, dividindo o local em três zonas diferentes. Na Zona A são previstos novos equipamentos públicos e mobiliários voltados ao esporte e lazer, como academia de ginástica, pista de skate, playground, quadra poliesportiva coberta, campo de futebol, banheiros, vestiários, duchas, bebedouros, parcão, mesas, bancos, lixeiras, estacionamento, quiosque, guarita e pergolados (estruturas para fazer sombra). A Zona B é uma área de ligação entre a Zona A e a Zona C, que terá melhorias no calçamento com mais acessibilidade, rotas de ciclovias complementares e circuitos. Já a Zona C receberá a sede da Administração do Parque, um ponto de apoio da Polícia Militar, anfiteatro, quadra de areia, paraciclos, depósito, mais banheiros e vestiários, entre outros. Também estão previstas adequações nas linhas de ônibus, na drenagem e na sinalização de trânsito, além do plantio de 34 espécies de árvores nativas do cerrado, como ipês e jatobás, para promover a diversidade ambiental e garantir o sombreamento das pistas de cooper e ciclovias já existentes. O parque ainda terá um horário de funcionamento e serviços de segurança, manutenção e conservação. O plano foi aprovado de forma unânime pelo Conselho de Planejamento Territorial e Urbano do Distrito Federal (Conplan), em votação realizada em abril. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh-DF)
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