GDF na Sua Porta leva orientações e acolhimento às mulheres em São Sebastião
As mulheres de São Sebastião têm acesso, nesta semana, a orientações sobre direitos, prevenção à violência e serviços da rede de proteção durante a 9ª edição do programa GDF na Sua Porta. A ação segue até sexta-feira (3/7), das 9h às 16h, no estacionamento da Administração Regional de São Sebastião, na Avenida Comercial. No estande da Secretaria da Mulher (SMDF), equipes do Comitê de Proteção à Mulher prestam atendimento ao público com informações sobre os direitos das mulheres, os equipamentos públicos disponíveis no Distrito Federal, os canais de atendimento e denúncia e os serviços oferecidos pela rede de proteção. A iniciativa busca ampliar o acesso da população às políticas públicas e aproximar os serviços do Governo do Distrito Federal (GDF) da comunidade. A participação da SMDF no programa integra as ações de fortalecimento da rede de proteção às mulheres, levando informação qualificada, acolhimento e orientação para facilitar o acesso aos serviços públicos e contribuir para a prevenção da violência de gênero. "O GDF na Sua Porta reúne diversos serviços em um único espaço, facilitando o acesso da população às políticas públicas. A Secretaria da Mulher participa dessa iniciativa levando orientação, acolhimento e informações para que as mulheres conheçam seus direitos, saibam identificar situações de violência e encontrem o apoio necessário sempre que precisarem", afirma a secretária da Mulher interina, Jackeline Aguiar. A participação da Secretaria da Mulher no programa integra as ações de fortalecimento da rede de proteção às mulheres | Foto: Divulgação/SMDF Atendimento e encaminhamento Durante toda a programação, equipes da Subsecretaria de Proteção à Mulher esclarecem dúvidas sobre os serviços oferecidos pela secretaria, orientam sobre os diferentes tipos de violência contra a mulher e realizam, quando necessário, o encaminhamento para os equipamentos da rede de proteção mais adequados a cada situação. Desde o início da participação da Secretaria da Mulher no GDF na Sua Porta, quase 4 mil mulheres já receberam orientações e atendimento nas edições realizadas em Riacho Fundo II, Itapoã, Paranoá, Samambaia, Ceilândia e Planaltina. Segundo a diretora de Políticas Públicas para as Mulheres da SMDF, Dayana Nunes, o atendimento humanizado permite identificar as necessidades de cada mulher e oferecer o suporte mais adequado. "Cada atendimento é realizado de forma individualizada. A partir da escuta e das necessidades apresentadas, orientamos e encaminhamos as mulheres aos serviços mais adequados, fortalecendo o acesso à rede de proteção e garantindo que elas recebam o acolhimento necessário." GDF na Sua Porta — São Sebastião Quando: até 3 de julho Horário: das 9h às 16h Local: estacionamento da Administração Regional de São Sebastião, Avenida Comercial. *Com informações da Secretaria da Mulher do Distrito Federal (SMDF)
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Centros de referência da mulher brasileira promovem feira solidária
Os centros de referência da mulher brasileira (CRMB), equipamento da Secretaria da Mulher (SMDF), realizam nesta sexta-feira (26) a primeira edição da "Feira Solidária - Elas Fazem". Com entrada gratuita e aberta à comunidade, o evento ocorre das 14h às 18h, simultaneamente nas unidades do Recanto das Emas, São Sebastião, Sol Nascente e Sobradinho II. A iniciativa busca valorizar o trabalho das mulheres atendidas pelos centros e incentivar a autonomia financeira. A secretária da Mulher interina, Jackeline Aguiar, afirmou que os centros de referência são essenciais para romper ciclos de violência de gênero e promover a autonomia feminina. “Estamos avançando para garantir que cada mulher tenha a oportunidade de crescer financeiramente e conquistar os seus sonhos. Essa é uma forma de recomeço para as mulheres reconstruírem as suas vidas com dignidade”, afirmou. Durante a feira, alunas e ex-alunas expõem e comercializam seus produtos, divulgam serviços e compartilham com o público os conhecimentos adquiridos nas capacitações oferecidas pelas unidades. Todo o valor arrecadado fica com as próprias mulheres. “A feira é uma oportunidade para que as mulheres apresentem seus talentos, ampliem sua rede de contatos e transformem o aprendizado dos cursos em novas possibilidades de geração de renda”, afirma a diretora-geral dos centros de referência da mulher brasileira, Fausta Maria de Matos. Durante a feira, alunas e ex-alunas expõem e comercializam seus produtos, divulgam serviços e compartilham com o público os conhecimentos adquiridos nas capacitações oferecidas pelas unidades | Foto: Divulgação/SMDF Os visitantes podem conhecer uma variedade de itens e atendimentos, como doces, artesanato em geral, amigurumis, mudas de plantas, massagens, design de sobrancelhas, tranças e penteados afro. Cada unidade reunirá expositoras de diferentes áreas, o que permite ao público conhecer a diversidade de habilidades e iniciativas desenvolvidas pelas participantes. Entre as expositoras está a engenheira agrônoma Patrícia Santos, de 40 anos, moradora de Taguatinga Norte. Aluna dos cursos de Marketing Digital e Empreendedorismo, ela levará mudas e plantas para comercialização, além de compartilhar orientações sobre jardinagem, cultivo, sustentabilidade e paisagismo. “É uma grande oportunidade para as alunas dos centros, pois podemos colocar em prática o empreendedorismo feminino”, destaca Patrícia. Além de ampliar as oportunidades de renda, a "Feira Solidária - Elas Fazem" permite que as participantes coloquem em prática os conhecimentos adquiridos durante as formações, fortaleçam a autoconfiança e ampliem as possibilidades de inserção no mercado. Os centros de referência da mulher brasileira oferecem capacitações, oficinas e atividades voltadas para o fortalecimento da autonomia feminina. As formações abrangem áreas como empreendedorismo, marketing digital, beleza e artesanato. Confira os endereços e telefones dos centros de referência da mulher brasileira CRMB — Recanto das Emas Telefone: (61) 3181-2665 / 3181-2666 Av. Buritis, Quadra 203, Lote 14 Horário/dia: 9h às 18h — de segunda a sexta-feira CRMB — Sol Nascente Telefone: (61) 3181-2255 / 3181-2660 Trecho 02 Quadra 100 Conjunto A Lote SC1 – Pôr do Sol Horário/dia: 9h às 18h — de segunda a sexta-feira CRMB — São Sebastião Telefone: (61) 3181-2661 / 3181-2662 Área Especial AE 11, Centro de Múltiplas Atividades Horário/dia: 9h às 18h – de segunda a sexta-feira CRMB — Sobradinho II Telefone: (61) 3181-2663 / 3181-2664 AE 06 COER Quadra 01, Setor Oeste Horário/dia: 9h às 18h — de segunda a sexta-feira *Com informações da Secretaria da Mulher do Distrito Federal (SMDF)
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Centros de referência da mulher brasileira ampliam acesso à qualificação profissional
Mulheres do Distrito Federal interessadas em capacitação profissional e inclusão digital já podem se inscrever no Ciclo 5 de cursos gratuitos dos centros de referência da mulher brasileira (CRMB). As inscrições estão abertas e vão até o próximo sábado (27). Promovida pela Secretaria da Mulher do Distrito Federal (SMDF), em parceria com a Ação Social Renascer, a iniciativa oferece 500 vagas no total (100 a mais em relação às edições anteriores), distribuídas entre as unidades de São Sebastião, Sobradinho II, Sol Nascente e Recanto das Emas. As aulas começam no dia 29 de junho. A principal novidade desta edição é o curso de depilação. A inclusão da formação acompanha o crescimento do setor da beleza, que registrou aumento de 18,5% na abertura de pequenos negócios em 2025, segundo o Sebrae. Também haverá turmas de empreendedorismo, artesanato em crochê e Celular sem Medo — Alfabetização Digital 50+. Segundo a secretária da Mulher interina, Jackeline Aguiar, além das capacitações, os centros de referência da mulher brasileira oferecem acolhimento e suporte gratuito para mulheres, com serviços de acompanhamento psicossocial, assistência social e orientação jurídica. “Neste ano, mais de 500 mulheres já concluíram as formações oferecidas pelos nossos equipamentos em diferentes áreas. Essa iniciativa traz qualificação profissional e garante autonomia financeira para as mulheres do DF.” Cada unidade ofertará 125 vagas. As atividades são destinadas a mulheres cisgênero e transgênero com 18 anos ou mais. Jovens a partir de 16 anos também podem participar, desde que sejam mães e apresentem documentação. Promovida pela Secretaria da Mulher do Distrito Federal (SMDF), em parceria com a Ação Social Renascer, a iniciativa oferece 500 vagas no total | Foto: Divulgação/SMDF Aos 67 anos, Maria Aparecida encontrou no curso Celular sem Medo — Alfabetização Digital 50+ uma oportunidade para ampliar os conhecimentos e conquistar mais autonomia no uso da tecnologia. Moradora de Sobradinho II, ela conta que a experiência trouxe mais segurança para lidar com tarefas do cotidiano. “Antes eu tinha muita dificuldade para usar o celular e receio de fazer coisas simples, como enviar documentos, acessar aplicativos ou realizar pagamentos. Com as aulas, aprendi de forma prática e paciente, ganhei confiança e hoje consigo resolver muitas tarefas sozinha”, relata. As unidades também contam com espaço infantil destinado a crianças a partir de três anos, garantindo mais tranquilidade às mães durante os atendimentos e atividades. As participantes que atenderem aos critérios de frequência e desempenho receberão certificado ao fim do ciclo. As inscrições podem ser feitas presencialmente nas quatro unidades ou por meio do formulário disponível no perfil @centrosdamulherdf, no Instagram ou neste link. Confira os endereços e telefones dos centros de referência da mulher brasileira: CRMB — Recanto das Emas Telefone: (61) 3181-2665 / 3181-2666 Endereço: Av. Buritis Quadra 203 Lote 14 Horário/dia: 9h às 18h — de segunda a sexta-feira CRMB — Sol Nascente Telefone: (61) 3181-2255 / 3181-2660 Trecho 02 – Quadra 100 Conj. A Lote SC1 – Pôr do Sol Horário/dia: 9h às 18h — de segunda a sexta-feira CRMB — São Sebastião Telefone: (61) 3181-2661 / 3181-2662 Área Especial – AE 11, Centro de Múltiplas Atividades Horário/dia: 9h às 18h – de segunda a sexta-feira CRMB — Sobradinho II Telefone: (61) 3181-2663 / 3181-2664 AE 06 COER Quadra 01 Setor Oeste Horário/dia: 9h às 18h – de segunda a sexta-feira *Com informações da Secretaria da Mulher do Distrito Federal (SMDF)
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Paranoá recebe primeira edição do Movimente nas Cidades de 2026
O Paranoá recebeu, nessa terça (23), a primeira edição do Movimente nas Cidades em 2026. A ação, promovida pelo Sebrae-DF, em parceria com a Secretaria da Mulher (SMDF), reúne empresárias, gestores públicos e especialistas para debater estratégias de fortalecimento dos negócios locais e fomentar a participação feminina no mercado. O evento ocorreu de forma gratuita na quadra coberta da Praça Central do Paranoá, ao lado da administração regional. O Movimente nas Cidades é um desdobramento do Movimente, programa lançado em 2024 que reuniu mais de 2 mil participantes e resultou na construção da Agenda do Empreendedorismo Feminino do DF, composta por 11 eixos temáticos e 51 propostas. Agora, a ação se expande para diferentes regiões administrativas, promovendo capacitações, trocas de experiências e soluções para que empreendedoras possam ter mais oportunidades para alavancar seus negócios. Segundo a secretária da Mulher interina, Jackeline Aguiar, o Movimente percorreu todo o território brasiliense com o propósito de fortalecer pequenos negócios locais, em especial aqueles geridos por mulheres, bem como articular conexões entre empreendedoras, governo, parceiros e instituições da área. “Esse programa oferece mais do que capacitação profissional, mas também orientação qualificada, acesso a serviços e fortalecimento de redes de apoio, para que essas mulheres tenham autonomia financeira e uma vida de sucesso”, enfatiza. A ação percorreu diversas regiões administrativas ao longo de 2025 e se consolidou como um dos principais instrumentos da política distrital de apoio ao empreendedorismo feminino, com participação ativa da Secretaria da Mulher, em todas as etapas do ciclo. O projeto realizou 14 edições, contemplando localidades como São Sebastião/Jardim Botânico, Guará, Recanto das Emas, Planaltina, Taguatinga, Riacho Fundo II, Santa Maria, Gama, Arniqueira, Núcleo Bandeirante/Candangolândia, Vicente Pires, Ceilândia e, encerrando o ciclo, o empresariado de Sobradinho/Sobradinho II/Fercal. A iniciativa ainda contou com uma edição especial promovida durante a AgroBrasília, na região do PAD/DF. *Com informações da Secretaria da Mulher (SMDF)
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GDF na Sua Porta leva orientações e atendimento às mulheres em Planaltina
Mulheres de Planaltina contam, nesta semana, com orientações sobre direitos, prevenção à violência e acesso à rede de proteção do Distrito Federal durante mais uma edição do programa GDF na Sua Porta. A ação ocorre desta segunda-feira (15) até a sexta-feira (19), no Salão de Múltiplas Funções, das 9h às 16h. No local, o estande do Comitê de Proteção à Mulher orienta as visitantes sobre direitos, funcionamento da rede de proteção do Distrito Federal e canais de denúncia. A iniciativa busca ampliar o acesso aos serviços públicos e aproximar o atendimento da população, levando informação e acolhimento às mulheres da região. “Estamos com muitos serviços gratuitos para as mulheres aqui em Planaltina. O nosso estande traz acolhimento, proteção e informação. O objetivo principal desse programa é aproximar o serviço público da população, por meio de diversos serviços itinerantes. O GDF oferece praticidade, cidadania e atendimento de qualidade para a população", afirmou a secretária da Mulher interina, Jackeline Aguiar. Durante a programação, equipes da Subsecretaria de Proteção à Mulher prestam orientações e esclarecem dúvidas sobre os serviços disponíveis. As profissionais apresentam informações sobre a rede de apoio do DF, explicam os diferentes tipos de violência de gênero e indicam os canais de atendimento e proteção existentes. No local, o estande do Comitê de Proteção à Mulher orienta as visitantes sobre direitos, funcionamento da rede de proteção do Distrito Federal e canais de denúncia | Foto: Divulgação/SMDF Nas etapas anteriores do programa, realizadas no Riacho Fundo II, Itapoã, Paranoá, Samambaia e Ceilândia, cerca de 3 mil mulheres receberam orientações e informações da Secretaria da Mulher. A servidora do Comitê de Proteção à Mulher, Daliane Oliveira, destacou o acolhimento oferecido às mulheres de Planaltina. “A Secretaria da Mulher, junto com o GDF na Sua Porta, tem recebido muitas mulheres vítimas de violência aqui no estande. Nós trazemos informação e proteção a essas mulheres que passam por isso. Algumas chegam aqui com medo e saem com a esperança de um recomeço em suas vidas” , disse. GDF na Sua Porta — Planaltina Local: estacionamento do Salão de Múltiplas Funções — Planaltina/DF Data: de 15 a 19 de junho Horário: das 9h às 16h *Com informações da Secretaria da Mulher do Distrito Federal (SMDF)
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Evento promove manhã de cuidados para público assistido pelo Comitê de Proteção à Mulher
Na manhã deste sábado (23), a Secretaria da Mulher do Distrito Federal (SMDF), por meio da Subsecretaria de Proteção à Mulher (SUBPROTM), promoveu um piquenique especial voltado às mulheres assistidas pelo Comitê de Proteção à Mulher. Realizado no Parque da Cidade Sarah Kubitschek, o encontro reuniu aproximadamente 200 pessoas, entre mulheres e crianças, em um momento marcado pelo acolhimento, cuidado e fortalecimento de vínculos. A iniciativa teve como objetivo oferecer uma manhã de descontração, escuta e valorização das mulheres atendidas pela rede de proteção do DF. Muitas participantes estiveram acompanhadas dos filhos, que também puderam aproveitar atividades recreativas, brinquedos e espaços preparados especialmente para o público infantil. Além do momento de convivência, a programação contou com diversos serviços gratuitos na área da saúde e bem-estar, como vacinação, exames de vista, aferição de pressão arterial, teste de glicemia, massagens e atividades físicas coletivas. Um lanche saudável também foi oferecido aos participantes durante o evento. Realizado no Parque da Cidade Sarah Kubitschek, o encontro reuniu aproximadamente 200 pessoas | Foto: Pedro Wilson/SMDF A programação incluiu ainda uma palestra ministrada pela mentora de mulheres Soraia Duartte, que é idealizadora do Projeto Soul Roaly que atua ensinando mulheres sobre posicionamento e o como governar a própria vida. Ela abordou temas ligados à alegria, recomeço, motivação e autoestima. Durante sua fala, ela destacou a importância do sorriso como ferramenta de fortalecimento emocional e renovação da esperança na vida das mulheres. A subsecretária de Proteção à Mulher, Luana Maia, destacou que ações como essa fortalecem os vínculos entre as mulheres assistidas e ampliam o alcance das políticas públicas de proteção e acolhimento. ”Não somos apenas mulheres, somos uma corrente de histórias, de sonhos e de resistência. Quando uma mulher se levanta, todas se levantam. Nosso trabalho é justamente garantir que essas mulheres tenham acesso à informação, acolhimento, cuidado e oportunidades para reconstruírem suas trajetórias com dignidade e segurança”, afirmou. *Com informações da Secretaria da Mulher do Distrito Federal (SMDF)
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Programa Envelhecer com Sabedoria atenderá 3 mil idosas em 6 meses
A Secretaria da Mulher do Distrito Federal (SMDF) dará início, na próxima segunda-feira (25), a uma nova etapa do programa Envelhecer com Sabedoria, iniciativa voltada à promoção da qualidade de vida, fortalecimento da autonomia, valorização social e ampliação do acesso à informação e aos direitos das mulheres idosas. Nos próximos seis meses, a expectativa é atender cerca de 3 mil mulheres idosas em diferentes regiões administrativas do Distrito Federal, por meio de ações educativas, rodas de conversa, acolhimento e articulação intersetorial. O projeto busca fortalecer a rede de apoio às mulheres na terceira idade, incentivando o envelhecimento ativo, saudável e com mais acesso à cidadania, proteção e participação social. A programação de abertura contará com duas ações no Distrito Federal. Pela manhã, a equipe estará na Academia da Melhor Idade, no Gama, às 9h30. Já no período da tarde, as atividades acontecerão no Coral Levando a Vida, em Taguatinga, a partir das 14h30. O projeto busca fortalecer a rede de apoio às mulheres na terceira idade, incentivando o envelhecimento ativo, saudável e com mais acesso à cidadania, proteção e participação social | Foto: Vinicius de Melo/SMDF Responsável pelo programa, a subsecretária de Ações Temáticas e Participação Política, Dayanne Timóteo, ressaltou que a iniciativa foi construída para aproximar o poder público das mulheres idosas em diferentes territórios do DF. “O Envelhecer com Sabedoria nasce com o propósito de criar espaços de escuta, troca de experiências e fortalecimento da autonomia das mulheres idosas. Queremos levar informação de forma acessível, acolhedora e humanizada, garantindo que essas mulheres tenham conhecimento sobre seus direitos e saibam onde buscar apoio”, destacou. O programa foi desenvolvido para ampliar o acesso das mulheres idosas a informações importantes sobre direitos, saúde, bem-estar e combate à violência, além de incentivar espaços de convivência e escuta qualificada. Instituições interessadas em receber palestras e ações do programa Envelhecer com Sabedoria podem solicitar participação por meio do e-mail: subatpp@mulher.df.gov.br. O pedido deve ser encaminhado por ofício, contendo o nome da instituição, nome do responsável e telefones para contato, para que a equipe da Secretaria da Mulher possa realizar o agendamento das atividades. *Com informações da Secretaria da Mulher do Distrito Federal (SMDF)
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Inscrições abertas para oficina gratuita sobre enfrentamento à violência de gênero
A Secretaria da Mulher do Distrito Federal (SMDF) promove, nos centros de referência da mulher brasileira (CRMBs), nesta sexta-feira (22), das 16h às 18h, a Oficina de Enfrentamento à Violência de Gênero. A atividade gratuita será realizada nas unidades do Sol Nascente, Sobradinho II, Recanto das Emas e São Sebastião, e tem como objetivo ampliar o conhecimento das participantes sobre as diferentes formas de agressão contra a mulher, além dos mecanismos de prevenção, proteção e enfrentamento. As inscrições podem ser feitas por meio do formulário oficial ou presencialmente nesta sexta-feira. A secretária da Mulher, Giselle Ferreira, afirmou que a oficina ocorre em formato educativo e participativo, com foco na troca de experiências e no fortalecimento das mulheres, por meio da informação e do acolhimento. “Essa iniciativa traz mais conhecimento para as mulheres sobre seus direitos, onde buscar ajuda de forma segura e como identificar os sinais de violência." Entre os temas abordados estão a compreensão das múltiplas formas de violência de gênero, o ciclo da violência e os caminhos para buscar apoio e proteção. As participantes que são mães podem levar os filhos, já que o evento conta com espaço infantil supervisionado para crianças a partir de 3 anos, além de atividades lúdicas e lanche durante o encontro. A atividade gratuita será realizada nas unidades do Sol Nascente, Sobradinho II, Recanto das Emas e São Sebastião | Foto: Divulgação/Ação Social Renascer O que são os CRMBs Os CRMBs oferecem atendimentos gratuitos, como acolhimento, orientação e acompanhamento psicossocial, jurídico, assistência social e enfermagem. Os serviços incluem escuta especializada e encaminhamentos para a rede de proteção. O atendimento ocorre sem necessidade de agendamento prévio, mediante apresentação de documento de identificação com foto. Endereços das unidades · Recanto das Emas — Av. Buritis, Quadra 203, Lote 14 · Sol Nascente / Pôr do Sol — Trecho 2, Quadra 100, Conjunto A, Lote SC1 · São Sebastião — Área Especial 11, Centro de Múltiplas Atividades · Sobradinho II — AE 6 Coer, Quadra 1, Setor Oeste *Com informações da Secretaria da Mulher do Distrito Federal (SMDF)
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Reunião fortalece ações de combate à violência contra a mulher
A Secretaria da Mulher (SMDF) participou, nesta quarta-feira (20), de uma reunião institucional no Palácio da Justiça com representantes do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) e da Procuradoria-Geral do Distrito Federal (PGDF), com foco no fortalecimento das ações integradas de enfrentamento à violência contra a mulher no DF. O encontro reuniu a secretária-executiva da SMDF, Jackeline Domingues; o 2º vice-presidente do TJDFT, desembargador Teófilo Caetano; a juíza Gislaine Carneiro, coordenadora da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar do TJDFT (CMVD); a procuradora-geral do Distrito Federal, Diana Ramos; e a ouvidora da PGDF, Sirlaine Cintra. A reunião teve como objetivo promover a aproximação entre os órgãos, fortalecer o diálogo institucional e conhecer as experiências desenvolvidas pela Coordenadoria da Mulher do TJDFT no enfrentamento à violência doméstica e na promoção de políticas públicas voltadas às mulheres. Segundo a secretária-executiva da SMDF, Jackeline de Aguiar, a integração entre as instituições é fundamental para ampliar a rede de proteção e garantir respostas mais efetivas às mulheres em situação de violência. “O nosso foco é ampliar a reflexão sobre a violência contra a mulher, reforçando que essa realidade não se trata de um problema privado ou restrito ao ambiente familiar, mas de um crime que exige a atuação conjunta da sociedade e de políticas públicas mais eficazes”. A reunião teve como objetivo promover a aproximação e fortalecer o diálogo entre as instituições | Foto: Divulgação/TJDFT A Coordenadoria da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar do TJDFT atua na prevenção e no enfrentamento à violência doméstica contra as mulheres, promovendo a articulação do Poder Judiciário com instituições governamentais e não governamentais para a efetivação da Lei Maria da Penha. Durante o encontro, o desembargador Teófilo Caetano ressaltou a importância da aproximação institucional e destacou o trabalho desenvolvido pela CMVD, como referência na construção de políticas públicas voltadas às mulheres. A juíza Gislaine Reis, coordenadora da CMVD, falou sobre a importância de uma interlocução constante entre as instituições. “Todas as nossas ações em prol das mulheres precisam de um trabalho conjunto com outros órgãos do GDF. Estou muito satisfeita com essa aproximação da Procuradoria do DF, porque é importante que uma instituição saiba o que a outra faz”, afirmou. *Com informações da Secretaria da Mulher
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Iniciativa do GDF que integra políticas de autonomia econômica já inseriu 365 mulheres no mercado de trabalho
Nesta quinta (7), a equipe da Secretaria da Mulher (SMDF) recebeu visita de servidores da Controladoria-Geral da União (CGU), para conhecer mais de perto a política de empregabilidade para mulheres em situação de violência doméstica e familiar e em vulnerabilidade econômico-social. Durante a reunião, no anexo do Buriti, a Assessoria Especial de Empregabilidade para a Mulher da pasta apresentou os equipamentos e toda a rede de apoio, além dos avanços e resultados do programa. Desde o início da atual gestão, a Secretaria da Mulher do DF também tem fortalecido a empregabilidade feminina por meio de 14 acordos de cooperação técnica (ACTs). As parcerias já garantiram emprego formal a 365 mulheres vítimas de violência, acompanhadas por equipes multidisciplinares formadas por psicólogos, pedagogos e assistentes sociais. Segundo a Secretária da Mulher, Giselle Ferreira, não há como falar em empoderamento da mulher sem pensar em autonomia financeira. “Essa proposta acolhe mulheres vítimas de violência e também as encaminha a projetos voltados à capacitação e recolocação profissional. Muitas mulheres chegam até nós sem sonhos e esperança, mas aqui ela encontra uma nova chance de ser feliz e recomeçar”, ressalta. Desde o início da atual gestão, a Secretaria da Mulher do DF também tem fortalecido a empregabilidade feminina por meio de 14 acordos de cooperação técnica (ACTs) | Foto: Viviane Fortes/SMDF Os acordos de cooperação técnica estabelecem que contratos de serviços contínuos com dedicação exclusiva de mão de obra reservem entre 2% e 8% das vagas para mulheres em situação de violência doméstica e familiar. Os acordos também contemplam a inclusão de outros grupos em vulnerabilidade, como mulheres em situação de rua, pessoas trans e travestis, quilombolas, indígenas e refugiadas. “O interesse da CGU é conhecer mais de perto sobre o fluxo de atendimento às mulheres vítimas de violência, desde o boletim de ocorrência e a decisão judicial até a implantação da política. De acordo com a legislação brasileira, queremos identificar alguns pontos que podem ser aperfeiçoados no acolhimento a essas pessoas. Esse trabalho que vocês fazem é muito bonito e importante”, disse o diretor de Auditoria de Políticas Sociais e de Segurança Pública da CGU, Cassio Mendes. Para mais informações sobre o programa de Empregabilidade da SMDF, acesse este link. *Com informações da Secretaria da Mulher do Distrito Federal (SMDF)
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Riacho Fundo II ganha centro especializado para atendimento a mulheres
O Riacho Fundo II passa a contar, a partir desta segunda-feira (4), com um Centro Especializado de Atendimento à Mulher (Ceam IV), inaugurado pela governadora Celina Leão. A 31ª unidade especializada chega para ampliar a rede de proteção no Distrito Federal e fortalecer o atendimento a mulheres em situação de violência. Com investimento de R$ 350 mil em recursos próprios, o espaço foi estruturado para oferecer acolhimento humanizado e atendimento especializado, com equipe formada por psicólogos, assistentes sociais, pedagogos e profissionais administrativos. A unidade conta com três salas de atendimento, além de espaços administrativos e de apoio, e tem capacidade para atender até 50 pessoas por dia. O objetivo é garantir suporte integral às mulheres, desde o acolhimento inicial até o acompanhamento contínuo. A governadora do Distrito Federal, Celina Leão, destacou o papel do espaço no acolhimento inicial às vítimas: “Aqui, a mulher encontra, em um só lugar, todos os serviços de acolhimento — desde o primeiro atendimento até os encaminhamentos para assistência social, saúde e também para a Justiça e as forças de segurança. Muitas vezes, elas têm dificuldade de procurar uma delegacia no primeiro momento, então esse espaço permite o primeiro acolhimento, orientação e entendimento da situação. Eu tenho certeza de que será um lugar que vai libertar muitas mulheres da violência”. A governadora do Distrito Federal, Celina Leão, destacou o papel do espaço no acolhimento inicial às vítimas | Fotos: Renato Alves/Agência Brasília Os centros especializados são considerados fundamentais na política pública de enfrentamento à violência contra a mulher. Neles, as vítimas recebem, além do suporte psicossocial, orientação e atendimento humanizado com foco na autonomia e na inserção no mercado de trabalho, evitando a revitimização e promovendo a reconstrução de suas vidas. A presidente do Conselho de Mulheres Cristãs do Brasil, Gabriela Halik Campos, 48, ressaltou a importância do equipamento para o acolhimento das mulheres Rede em expansão A inauguração faz parte de um processo de expansão da rede de proteção às mulheres no Distrito Federal. Em três anos, o número de unidades mais que dobrou, passando de 14, em 2023, para 31 em 2026. O crescimento permite descentralizar os serviços e facilitar o acesso ao atendimento, garantindo que mais mulheres encontrem apoio próximo de onde vivem. A secretária da Mulher, Giselle Ferreira, destacou a criação do espaço como uma resposta concreta à necessidade de acolhimento e suporte às mulheres em situação de violência. “Esse espaço nasceu de uma preocupação com o acolhimento das mulheres. Aqui, elas vão encontrar atendimento, orientação e apoio para sair do ciclo de violência. Muitas vezes, a mulher quer denunciar, mas não tem condições de recomeçar. Por isso, além do acolhimento, também vamos oferecer capacitação e suporte. Esse é um lugar para dizer a todas: vocês não estão sozinhas”, frisou. A dona de casa Jandira de Souza, 49, mora na região há mais de 30 anos e destacou a expectativa com as oportunidades oferecidas pelo novo espaço: “É sempre bom a gente fazer os cursos que tiverem, eu, com certeza, vou fazer. E falar com as vizinhas para elas virem participar, porque é uma coisa boa e valoriza a nossa cidade. Eu me sinto bem com tantas inaugurações, a gente vê que a cidade está sendo valorizada”. A presidente do Conselho de Mulheres Cristãs do Brasil, Gabriela Halik Campos, 48, ressaltou a importância do equipamento para o acolhimento das mulheres da região: “É importante porque a gente vê um espaço de acolhimento para as mulheres. Aqui não tinha, então elas precisavam se deslocar para outras regiões. Agora isso aqui foi transformado em um lugar que vai funcionar realmente para quem precisa”. Equipamentos públicos na ponta O Centro Especializado de Atendimento à Mulher do Riacho Fundo II não é a única entrega pública da cidade. Desde 2019, a região passou a contar com uma série de equipamentos inéditos que ampliaram o acesso da população a serviços essenciais nas áreas de saúde, mobilidade, educação e desenvolvimento urbano. Com mais de 70 mil moradores, a região administrativa já recebeu investimento superior a R$ 96 milhões do Governo do Distrito Federal e segue em expansão. Em janeiro, foi inaugurado o primeiro papa-entulho da cidade, com aporte de R$ 465 mil. Em 2020, foi inaugurado o Centro Interescolar de Línguas (CIL), com investimento de R$ 2,6 milhões, atendendo a mais de 3 mil estudantes nos turnos matutino, vespertino e noturno, com cursos de inglês, espanhol e francês. Também na área de educação, em 2024, foi entregue o novo Centro de Educação Infantil (CEI), com capacidade para acolher 672 crianças de 4 e 5 anos. A obra recebeu investimento superior a R$ 12,2 milhões. Outro marco histórico foi a construção, em dezembro de 2025, do primeiro Centro Educacional da Primeira Infância (Cepi) do Riacho Fundo II. O Centro Flor de Magnólia era aguardado há décadas pela população e foi erguido com investimento de R$ 7,2 milhões. Hoje, o espaço tem capacidade para atender 188 crianças em tempo integral, ampliando a oferta da rede pública na região.
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Mães atípicas ganham apoio em capacitação com famílias de crianças com síndrome de Down
A Secretaria da Mulher (SMDF) esteve presente, nesse sábado (18), na Capacitação Pedagógica para Mães de Crianças com Síndrome de Down. O evento reuniu cerca de 100 participantes em um espaço de escuta, troca de experiências e construção de propostas para o fortalecimento das políticas públicas voltadas às mães atípicas no DF. A governadora Celina Leão também participou da agenda e destacou o compromisso da gestão com o cuidado integral das famílias e o fortalecimento da rede de apoio | Foto: Divulgação/SMDF Promovido pelo Instituto Ápice Down, que completa 22 anos de atuação, o encontro contou com a participação da secretária da Mulher, Giselle Ferreira. Ao longo do dia, foram debatidas demandas e apresentados avanços importantes, como a consolidação do programa Mães Mais que Especiais como política permanente no Distrito Federal. A governadora Celina Leão também participou da agenda e destacou o compromisso da gestão com o cuidado integral das famílias e o fortalecimento da rede de apoio, ressaltando a importância de políticas públicas que garantam suporte às mulheres que exercem o cuidado diário. Outro destaque foi o anúncio da implantação da Casa da Mãe Atípica, no Parque da Cidade. O espaço será voltado ao acolhimento, orientação e apoio às mães. “Estamos avançando com políticas estruturantes, que olham para a realidade dessas mulheres. A Casa da Mãe Atípica será um marco, um espaço pensado para oferecer suporte, escuta e oportunidades”, ressaltou a secretária. Durante a capacitação, as participantes também apresentaram sugestões para o aprimoramento dos serviços, como a ampliação do passe livre para mães atípicas, a agilização na concessão de redução de carga horária para servidoras públicas que cuidam de filhos com deficiência e a criação de um transporte acessível entre a Rodoviária do Plano Piloto e o Parque da Cidade. O evento ainda destacou o projeto Mãe Rara, estruturado nos eixos de escuta, capacitação e acolhimento. A iniciativa recente já apresenta resultados importantes ao promover ações voltadas ao fortalecimento emocional, à qualificação e ao suporte contínuo às mães atípicas. *Com informações da Secretaria da Mulher do Distrito Federal (SMDF)
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De Planaltina aos bastidores do GDF: jovem de 18 anos vive um dia inesquecível como secretária da Mulher
Ainda era cedo quando Emily Maria da Conceição, 18 anos, moradora de Planaltina, começou a se preparar para um dos dias mais marcantes da sua vida. Com cuidado, escolheu uma roupa mais social, queria estar pronta para os compromissos que sabia que teria. Mais do que isso, queria estar à altura dos sonhos que carrega. A experiência faz parte do programa Meninas em Ação, lançado no ano passado pelo Governo do Distrito Federal (GDF), em parceria com a Secretaria de Relações Internacionais (Serinter), a Secretaria de Educação (SEEDF) e a Secretaria da Mulher (SMDF). A iniciativa proporciona a 30 estudantes da rede pública a oportunidade de acompanhar, por um dia, mulheres que ocupam espaços de liderança e decisão, mostrando que esses lugares também pertencem a elas. Estudante do Centro de Ensino Médio 1 de Planaltina, Emily sonha em cursar direito, se tornar juíza e, quem sabe, também trilhar caminhos no mundo da moda. Nesta terça-feira (31), ela viveu algo que foi além de qualquer plano: assumiu, por um dia, o papel de secretária da Mulher do Distrito Federal. A primeira parada foi o Palácio do Buriti. Ao lado da secretária da Mulher, Giselle Ferreira, Emily acompanhou a assinatura de um importante ato da governadora Celina Leão voltado aos servidores da educação. Ali, em meio a autoridades e decisões que impactam milhares de vidas, ela percebeu algo que não se aprende em sala de aula. “Muito interessante ver essa parte acontecendo. Se eu não tivesse tendo essa oportunidade, não saberia como são feitas essas melhorias, por exemplo, na vida de quem trabalha com a educação e passa pelas mãos de tantas pessoas importantes”, contou ainda impressionada. Ao lado da secretária da Mulher, Giselle Ferreira, Emily acompanhou a assinatura de um importante ato da governadora Celina Leão voltado aos servidores da educação | Foto: Divulgação/SMDF Mas o dia estava só começando. Na segunda agenda, Emily acompanhou o encerramento do calendário Março Mais Mulher, no Congresso Realize, que reuniu mais de 600 mulheres no Parque da Cidade. Em um ambiente pulsante de histórias, superações e sonhos, ela não apenas assistiu, ela foi protagonista. Subiu ao palco, ao lado da governadora Celina Leão e da secretária Giselle Ferreira, e falou diretamente para outras mulheres sobre a importância de oportunidades como aquela. Foi um momento simbólico, de uma jovem que, até então, observava de longe, passando a ocupar o centro de um espaço de fala e inspiração. Ao longo do dia, Emily seguiu descobrindo novos mundos. No encerramento da VIII Olimpíadas de Integração da Segurança Pública do DF, viu de perto a força feminina nas corporações, entre 2.377 atletas, 990 eram mulheres. Números que representam coragem, conquista e transformação. Para a secretária da Mulher, Giselle Ferreira, proporcionar essa vivência é plantar futuro. “É importante que a Emily compreenda que as políticas públicas para mulheres estão em todos os espaços. Não falamos apenas de proteção e segurança, mas também de qualidade de vida, empreendedorismo e valorização. Mostrar isso na prática é transformar perspectivas”, afirmou. À tarde, Emily entrou pela primeira vez na Câmara dos Deputados. Em silêncio atento, acompanhou o Seminário contra o Feminicídio: Justiça, Proteção e Prevenção. Ali, entendeu que por trás de cada política pública existem debates, vozes e, principalmente, urgências. Era a política deixando de ser distante e se tornando real. E mesmo após um dia intenso, ainda havia mais por viver. À noite, na Arena BR, participou do lançamento do Hub de Empreendedorismo Feminino, uma iniciativa que nasce com um propósito claro: fortalecer, conectar e impulsionar mulheres. Quando o dia chegou ao fim, Emily já não era a mesma jovem que saiu de casa naquela manhã. Voltou com mais do que lembranças, voltou com referências, com novos horizontes e com a certeza de que seus sonhos são possíveis. “Hoje eu entendi, como mulher, que posso ocupar qualquer espaço que eu quiser. Ver de perto tudo o que está sendo feito me fez acreditar ainda mais nos meus sonhos e na força que nós temos para transformar a nossa própria história e a de outras mulheres”, concluiu. Para Emily, a experiência ultrapassou os limites de um compromisso institucional. Foi a chance de enxergar, de perto, o caminho que deseja trilhar e reconhecer que ele é possível. Um dia que não termina ao anoitecer, mas que segue como ponto de partida para uma trajetória que pode inspirar muitas outras meninas a acreditarem no próprio potencial. *Com informações da Secretaria da Mulher do Distrito Federal (SMDF)
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Casa da Mulher Brasileira Itinerante leva acolhimento, cuidado e oportunidades a Planaltina
Planaltina amanheceu diferente nesta quinta-feira (26). Entre sorrisos e histórias de superação, a terceira edição da Casa da Mulher Brasileira Itinerante levou muito mais do que serviços gratuitos ao Centro Olímpico e Paralímpico da cidade: levou acolhimento, dignidade e novas possibilidades para centenas de mulheres. Ao longo de todo o dia, das 8h às 17h, o espaço permaneceu em intensa movimentação, reunindo cerca de 400 atendimentos. Mulheres de diferentes idades chegaram em busca de orientação, apoio e também de um momento para cuidar de si, e saíram com mais informação, autoestima e esperança. Uma das primeiras a chegar ao evento, a professora Gilvani Guimarães, de 55 anos, já celebrava a importância da ação. “Estou muito feliz com esse projeto gratuito, que traz diversos serviços para nós. Vim pelo esporte e aproveitei para tirar dúvidas jurídicas. É muito importante ter essa ação em Planaltina”, contou, emocionada. Promovida pela Secretaria da Mulher (SMDF), a iniciativa integra o calendário do Março Mais Mulher e tem como foco ampliar o acesso às políticas públicas voltadas ao público feminino. Ao longo do dia, o local se transformou em um verdadeiro ponto de apoio, reunindo atendimentos essenciais e atividades pensadas para fortalecer a autonomia e o bem-estar das participantes. A vice-governadora Celina Leão destacou a importância da iniciativa para garantir que os serviços cheguem a quem mais precisa. “O evento é gratuito e aberto à população. A ação traz um dia especial voltado ao cuidado, orientação e acolhimento das mulheres. O principal objetivo é ampliar o acesso à rede de proteção e promoção de direitos”, disse. Ao longo de todo o dia, das 8h às 17h, o espaço permaneceu em intensa movimentação, reunindo cerca de 400 atendimentos | Foto: Samuel Marques/SMDF Durante a programação, foram ofertados serviços como acolhimento psicossocial, orientação jurídica, vacinação, encaminhamento para vagas de emprego, além de oficinas e atividades educativas. Também houve espaço para autoestima e lazer, com maquiagem, penteados e uma programação cultural diversa, incluindo aulas de hidroginástica, capoterapia, apresentações musicais e atividades esportivas como kangoo jump. Para quem levou os filhos, o espaço kids garantiu tranquilidade e diversão, com brinquedos infláveis, pintura e atividades recreativas, um detalhe que fez toda a diferença para muitas mães. A secretária da Mulher do DF, Giselle Ferreira, reforçou que a iniciativa vai além do atendimento pontual. A proposta, segundo ela, é fortalecer a rede de proteção e incentivar o protagonismo feminino em todas as regiões administrativas do Distrito Federal. “Além dos atendimentos, o evento também promove atividades voltadas ao fortalecimento da autonomia feminina, com oficinas e ações educativas que incentivam o protagonismo”. Segundo a subsecretária de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres, Maíra Castro, esses serviços são fundamentais para promover autonomia, segurança e saúde feminina. “A Casa da Mulher Brasileira Itinerante garante assistência para as mulheres, facilitando o acesso a direitos essenciais para a população. Na programação do Março Mais Mulher, tivemos muitas ações importantes para as moradoras do DF”. Entre as participantes, o sentimento era de gratidão e valorização. A moradora Patricia Santana, de 42 anos, saiu renovada após participar das atividades. “O atendimento é maravilhoso. A equipe é muito atenciosa e fizeram um trabalho lindo no meu cabelo. Isso levanta nossa autoestima. Ter tudo isso perto de casa faz toda a diferença”, relatou. *Com informações da Secretaria da Mulher do Distrito Federal (SMDF)
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GDF participa do 1º Encontro da Empregabilidade Feminina na Câmara dos Deputados
Nesta segunda-feira (9), a Secretaria da Mulher do Distrito Federal (SMDF) participou do 1º Encontro da Empregabilidade Feminina, realizado na Câmara dos Deputados. Durante o evento, a Assessoria Especial de Empregabilidade para a Mulher da pasta apresentou palestra a servidores e gestores de contrato para dialogar sobre a parceria firmada por meio do Acordo de Cooperação Técnica nº 179/2025 entre a SMDF e a Câmara. Desde o início da atual gestão, a Secretaria da Mulher do DF também tem fortalecido a empregabilidade feminina por meio de 14 acordos de cooperação técnica. As parcerias já garantiram emprego formal a 365 mulheres vítimas de violência, acompanhadas por equipes multidisciplinares formadas por psicólogos, pedagogos e assistentes sociais. Para a vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão, a autonomia econômica é uma das principais portas de saída para mulheres em situação de violência doméstica e familiar. “Uma mulher com emprego, renda e independência financeira tem mais condições de se libertar de relações abusivas e recomeçar a vida com dignidade. Essa ação fortalece uma política pública que salva vidas", afirmou. Giselle Ferreira: "Este encontro representa um passo importante para ampliar oportunidades e construir novos caminhos para mulheres do Distrito Federal" | Foto: Samuel Marques/SMDF Os acordos de cooperação técnica (ACTs) estabelecem que contratos de serviços contínuos com dedicação exclusiva de mão de obra reservem entre 2% e 8% das vagas para mulheres em situação de violência doméstica e familiar. Um desses acordos foi assinado em dezembro de 2025 pela secretária da Mulher do DF, Giselle Ferreira, e pelo primeiro-secretário da Câmara dos Deputados, deputado Carlos Veras, garantindo a reserva mínima de 2% das vagas em contratos de terceirização para mulheres atendidas pela SMDF. A secretária da Mulher do DF, Giselle Ferreira, apresentou os principais aspectos da política de empregabilidade voltada a mulheres em situação de violência doméstica e familiar e destacou os equipamentos e serviços oferecidos pela pasta. “Este encontro representa um passo importante para ampliar oportunidades e construir novos caminhos para mulheres do Distrito Federal. Sabemos que a violência contra a mulher não é apenas física ou psicológica; muitas vezes, ela também está associada à dependência financeira. Por isso, a Secretaria da Mulher tem trabalhado para transformar essa realidade”, acrescentou. Além das mulheres em situação de violência doméstica, os acordos também contemplam a inclusão de outros grupos em vulnerabilidade, como mulheres em situação de rua, pessoas trans e travestis, quilombolas, indígenas e refugiadas. A iniciativa integra as políticas do Governo do Distrito Federal voltadas à promoção da autonomia econômica e ao fortalecimento da rede de proteção às mulheres. *Com informações da SMDF
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Desfile Tecidas de Histórias dá visibilidade a mulheres que reconstruíram suas trajetórias
O desfile Tecidas de Histórias transformou a Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) em um palco de protagonismo feminino nessa sexta-feira (6). A iniciativa integrou a programação da campanha Março Mais Mulher 2026, da Secretaria da Mulher (SMDF), e reuniu mulheres atendidas pelos Comitês de Proteção à Mulher para celebrar trajetórias de superação, fortalecer a autoestima e reafirmar a autonomia feminina. Ao todo, 25 mulheres assistidas pelos Comitês de Proteção à Mulher participaram da iniciativa e desfilaram na passarela. Mais do que uma apresentação, o momento simbolizou uma manifestação de superação e fortalecimento pessoal, resultado do acolhimento e do acompanhamento oferecidos pelos comitês. A participação marcou a reconstrução de trajetórias e evidenciou a força de mulheres que encontraram na rede de proteção o suporte necessário para recomeçar. A rede de apoio também tem ampliado o alcance do atendimento às mulheres no Distrito Federal. Apenas nos dois primeiros meses deste ano, os Comitês de Proteção à Mulher registraram 446 atendimentos. Criadas pelo Governo do Distrito Federal (GDF), as estruturas integram a política pública de fortalecimento da rede de enfrentamento à violência contra a mulher. Para a vice-governadora Celina Leão, o desfile representa uma ferramenta de empoderamento e autoexpressão dentro das ações do Março Mais Mulher 2026. “O nosso trabalho é contínuo para transformar o DF no melhor lugar para se nascer menina e crescer mulher. Ações como esta reforçam a eficiência das políticas públicas no atendimento integral às mulheres.” Implantados nas regiões administrativas e vinculados à Secretaria da Mulher (SMDF), os Comitês de Proteção à Mulher funcionam como pontos de acolhimento, orientação e encaminhamento de casos de violência doméstica e familiar. Entre as participantes do desfile, Laureci Alves, 47 anos, mãe de dois filhos, compartilhou parte de sua trajetória após viver por 11 anos em um ciclo de violência: “Esse momento é libertador. Conseguir sair desse ciclo, me sentir linda, feliz, acolhida e determinada a não passar mais pelo que passei”, afirmou. A iniciativa também reforça o trabalho desenvolvido pela Secretaria da Mulher (SMDF) no fortalecimento da rede de proteção e acolhimento às mulheres no Distrito Federal. Por meio de ações integradas e da atuação dos Comitês de Proteção à Mulher nas regiões administrativas, a pasta tem ampliado o acesso ao atendimento, à orientação e ao suporte necessário para mulheres que buscam romper ciclos de violência e reconstruir suas trajetórias. Ao todo, 25 mulheres assistidas pelos Comitês de Proteção à Mulher participaram da iniciativa e desfilaram na passarela | Foto: Divulgação/SMDF Para a secretária da Mulher do DF, Giselle Ferreira, o desfile representa mais do que um momento simbólico: é a demonstração de que o trabalho da rede de proteção tem transformado vidas. “Cada mulher que atravessa essa passarela carrega uma história de coragem e reconstrução. Os Comitês de Proteção à Mulher foram criados justamente para garantir acolhimento, orientação e acompanhamento a quem precisa romper ciclos de violência”, afirmou. A secretária também destacou que iniciativas como o desfile reforçam a importância das políticas públicas voltadas à proteção e ao fortalecimento das mulheres no Distrito Federal. “Ver essas mulheres hoje, confiantes e celebrando suas trajetórias, mostra que o acolhimento e o suporte oferecidos pela rede fazem a diferença. Nosso compromisso é continuar ampliando esse atendimento para que cada vez mais mulheres encontrem apoio para recomeçar”, destacou a secretária. Visibilidade e propósito de vida O desfile também se destacou como uma ação estratégica de política pública voltada ao fortalecimento e à valorização das mulheres. A passarela foi ocupada por mulheres assistidas pelos Comitês de Proteção à Mulher, muitas delas vítimas de violência, além de convidadas especiais. Cada entrada representou mais do que um momento estético: simbolizou identidade, pertencimento e o reconhecimento de trajetórias marcadas pela superação. A subsecretária de Proteção à Mulher, Luana Maia, destacou que o evento promove a igualdade de gênero e evidencia histórias de recomeço. “Essas mulheres passaram por situações muito difíceis. Muitas foram vítimas de violência, mas decidiram dar a volta por cima e reescrever suas trajetórias com força e determinação. Elas merecem estar aqui e estão prontas para conquistar seus sonhos e ser felizes novamente”, afirmou. Na passarela, foram apresentadas coleções assinadas pelo estilista Fernando Cardoso e pela Estilosa Boutique. O evento contou com o apoio da Agência Sprint, do Correio Braziliense, da Publicidade e Marketing, da 3M Casting e da Purble Acervo, parceiros que contribuíram para a realização da iniciativa e para a valorização do protagonismo feminino. Mais do que um desfile, o Tecidas de Histórias reafirmou o protagonismo feminino e evidenciou o impacto das políticas públicas voltadas à proteção, ao acolhimento e à valorização das mulheres no Distrito Federal. *Com informações da Secretaria da Mulher do Distrito Federal (SMDF)
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Prorrogadas as inscrições para o Conselho dos Direitos da Mulher do DF
A Secretaria da Mulher (SMDF) prorrogou o prazo de inscrições para entidades da sociedade civil interessadas em participar do Processo Seletivo de composição do Conselho dos Direitos da Mulher do Distrito Federal (CDM/DF). Com a alteração, o período de inscrição segue agora até 15 de março. A medida amplia a oportunidade para que mais organizações possam se habilitar e contribuir com a formulação, o acompanhamento e o fortalecimento das políticas públicas para as mulheres no Distrito Federal. O processo seletivo vai escolher 13 entidades titulares da sociedade civil, além de cinco entidades para cadastro reserva, que poderão assumir suplência conforme previsto em edital. O conselho é composto de forma paritária, reunindo representantes do poder público e da sociedade civil. Quem pode participar Podem se inscrever entidades da sociedade civil com atuação no Distrito Federal que tenham, entre seus objetivos institucionais, a defesa dos direitos das mulheres, a promoção da igualdade de gênero, o enfrentamento à violência contra a mulher e o fortalecimento da autonomia feminina, entre outras pautas relacionadas à melhoria da qualidade de vida das mulheres. O processo seletivo escolherá 13 entidades titulares da sociedade civil, além de cinco entidades para cadastro reserva, que poderão assumir suplência conforme previsto em edital | Foto: Divulgação/SMDF Como se inscrever As inscrições devem ser realizadas exclusivamente pelo site oficial da Secretaria da Mulher (SMDF), na aba destinada ao processo seletivo do CDM/DF. É necessário preencher o formulário eletrônico e anexar a documentação exigida no edital. Participação e fortalecimento das políticas públicas Órgão colegiado de natureza consultiva, o CDM/DF é vinculado à SMDF e atua como espaço permanente de diálogo e controle social, acompanhando a implementação de políticas públicas e propondo ações voltadas à garantia de direitos. A prorrogação reforça o compromisso do Governo do Distrito Federal (GDF) com a ampliação da participação social e com o fortalecimento da representatividade das mulheres nos espaços de decisão. *Com informações da Secretaria da Mulher (SMDF)
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DF apresenta avanços nas políticas para as mulheres em reunião nacional com gestoras estaduais
O Distrito Federal apresentou os avanços e resultados das políticas públicas voltadas às mulheres durante reunião nacional que reuniu secretárias e gestoras estaduais de diferentes regiões do país. O encontro teve como foco o compartilhamento de experiências, o fortalecimento da articulação institucional e o alinhamento de estratégias para ampliar a proteção, a prevenção e a promoção de direitos das mulheres em todo o Brasil. Representando o Governo do Distrito Federal (GDF), a secretária da Mulher, Giselle Ferreira, destacou a capacidade de execução das políticas públicas desenvolvidas no DF, com planejamento, estrutura e entrega concreta à população. Somente em 2025, a rede própria da secretaria prestou mais de 70 mil atendimentos diretos, além de alcançar mais de 102 mil mulheres por meio de projetos executados via termos de fomento. O investimento total ultrapassou R$ 86 milhões, com execução superior a 90%. “A Secretaria da Mulher do DF hoje atua em escala, com planejamento, execução e entrega concreta para a população. Esses números demonstram que é possível transformar orçamento em política pública efetiva, com impacto real na vida das mulheres” , afirmou Giselle Ferreira. O encontro teve como foco o compartilhamento de experiências, o fortalecimento da articulação institucional e o alinhamento de estratégias para ampliar a proteção, a prevenção e a promoção de direitos das mulheres em todo o Brasil | Fotos: Samuel Marques/SMDF A atuação da Secretaria da Mulher do DF (SMDF) também se reflete na ampliação e no fortalecimento da rede de atendimento no território. Atualmente, o Distrito Federal conta com 31 equipamentos públicos em funcionamento. Em 2025, foram entregues quatro novos centros de referência da mulher brasileira, nas regiões de São Sebastião, Sobradinho II, Recanto das Emas e Sol Nascente, além de outras entregas estruturantes que ampliaram o acesso das mulheres aos serviços especializados. Entre os destaques estão o novo Espaço Acolher, no Plano Piloto, o Centro Especializado de Atendimento à Mulher (Ceam) de Santa Maria, a requalificação do Box da Torre de TV e a implantação de pontos dos comitês de proteção à mulher em Santa Maria e Águas Claras, reforçando a presença da política pública nos territórios e aproximando os serviços de quem mais precisa. Na área de enfrentamento à violência, os resultados também são expressivos. A Subsecretaria de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres prestou mais de 16 mil atendimentos a 2.207 mulheres, além de mais de 10 mil atendimentos a 1.649 homens autores de violência, fortalecendo ações de prevenção e responsabilização. A Casa Abrigo acolheu 116 mulheres e 105 dependentes, enquanto a Casa da Mulher Brasileira de Ceilândia atendeu a mais de 6.200 mulheres, com mais de 13 mil atendimentos realizados. As ações de proteção e prevenção alcançaram ainda 1.719 atendimentos nos comitês de proteção à mulher e 9.700 atendimentos itinerantes, ampliando o acesso aos serviços públicos. Na área de inovação e prevenção digital, mais de 20.900 pessoas participaram de palestras sobre riscos nas redes sociais, e foram realizadas 450 capacitações em marketing digital, conectando proteção, autonomia econômica e geração de oportunidades. Encontro nacional reuniu secretárias e gestoras de diferentes regiões do país A política pública também avançou na promoção de direitos e na reconstrução de trajetórias. Em 2025, 3.255 mulheres foram certificadas e quase 14 mil atendimentos foram prestados com foco em informação, orientação e acesso a direitos. Programas de proteção social beneficiaram centenas de famílias, com 182 crianças e adolescentes atendidos pelo Acolher Eles e Elas, 676 mulheres beneficiadas pelo Aluguel Social e 1.446 benefícios concedidos pelo Passe Livre — Transporte Por Elas. Na frente da autonomia econômica, o DF firmou 13 acordos de cooperação técnica (ACTs) e conseguiu inserir 365 mulheres no mercado formal de trabalho, com acompanhamento integral por equipes multidisciplinares, reforçando a reconstrução de trajetórias e a independência financeira das mulheres. A reunião nacional também evidenciou a importância da articulação entre União, estados e municípios, bem como da atuação integrada dos Poderes da República, para o fortalecimento das políticas públicas voltadas às mulheres em todo o país. Nesse contexto, a ministra das Mulheres, Márcia Lopes, destacou a necessidade de integração institucional e da ampliação das ações de proteção, acolhimento e autonomia econômica. “As políticas para as mulheres precisam ser pensadas de forma integrada. O fortalecimento dessa agenda passa pela articulação entre União, estados e municípios, pelo alinhamento dos três Poderes e pela ampliação das ações de acolhimento, proteção e das diversas políticas públicas voltadas às mulheres, como as de autonomia econômica. Esse é o caminho para garantir segurança, dignidade e oportunidades reais” , destacou a ministra das Mulheres, Márcia Lopes. *Com informações da SMDF
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Inscrições abertas para entidades integrarem o Conselho dos Direitos da Mulher do DF
A Secretaria da Mulher do Distrito Federal (SMDF) publicou nesta quinta-feira (29) o Edital de Convocação nº 01/2026, que abre, entre 30 de janeiro e 28 de fevereiro, as inscrições para o processo seletivo público de composição das entidades da sociedade civil que irão integrar o Conselho dos Direitos da Mulher do Distrito Federal (CDM/DF), no biênio 2026–2028. Ao todo, serão selecionadas 13 entidades titulares e cinco entidades suplentes, que atuarão no acompanhamento, na formulação e no fortalecimento das políticas públicas voltadas às mulheres no Distrito Federal. O objetivo é garantir a participação social, a diversidade e a representatividade no colegiado. Para a secretária da Mulher e presidente do Conselho dos Direitos da Mulher do DF, Giselle Ferreira, a iniciativa reforça o compromisso do Governo do Distrito Federal com a democracia participativa. “O Conselho dos Direitos da Mulher é um lugar fundamental de escuta, diálogo e construção coletiva. A participação das entidades garante que as ações reflitam a realidade das mulheres do Distrito Federal, respeitando a sua diversidade e fortalecendo a defesa de direitos”, disse. Assegurando a pluralidade de vozes, o edital reserva, no mínimo, cinco vagas para entidades que representem mulheres negras; mulheres indígenas, quilombolas, ciganas ou pertencentes a povos e comunidades tradicionais; mulheres com deficiência; mulheres idosas; e mulheres LBT (lésbicas, bissexuais e transexuais/travestis). Ao todo, serão selecionadas 13 entidades titulares e cinco entidades suplentes, que atuarão no acompanhamento, na formulação e no fortalecimento das políticas públicas voltadas às mulheres no Distrito Federal | Foto: Divulgação/SMDF Quem pode participar Podem participar do processo seletivo entidades da sociedade civil do Distrito Federal que atuem há, pelo menos, dois anos na promoção, defesa e garantia dos direitos das mulheres, na igualdade de gênero e no enfrentamento a todas as formas de violência e discriminação, além de organizações alinhadas aos eixos do II Plano Distrital de Políticas para as Mulheres. As organizações interessadas devem comprovar atuação mínima em duas regiões administrativas do DF, conforme previsto no edital. Inscrições As inscrições estarão abertas de 30 de janeiro a 28 de fevereiro, até as 23h59 (horário de Brasília), e devem ser realizadas exclusivamente online, por meio de formulário disponível no site da Secretaria da Mulher, através deste link. Etapas do processo O processo seletivo será composto pelas seguintes etapas: • Inscrição das entidades; • Análise documental e habilitação; • Prazo para recursos; • Eleição por votação online entre as entidades habilitadas; • Homologação do resultado final. A votação ocorrerá no dia 30 de março, de forma online, com participação das representantes indicadas pelas entidades habilitadas. O resultado final será publicado no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) e no site da SMDF. O Conselho dos Direitos da Mulher do Distrito Federal é um espaço estratégico de participação social e controle democrático, responsável por contribuir para a construção, o monitoramento e o aprimoramento das políticas públicas voltadas às mulheres em toda a sua diversidade. Mais informações sobre o edital podem ser obtidas pelo e-mail eleicaocdmdf@mulher.df.gov.br ou cdmdf@mulher.gov.br. *Com informações da Secretaria da Mulher do Distrito Federal (SMDF)
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Mutirão fortalece rede de proteção e autonomia das mulheres em Ceilândia
A governadora em exercício Celina Leão esteve na Casa da Mulher Brasileira de Ceilândia, nesta quinta-feira (15), para conhecer de perto a Ação Mulher Cidadã. A iniciativa do Governo do Distrito Federal reúne atendimentos gratuitos e serviços voltados à garantia de direitos, ao cuidado e à autonomia econômica das mulheres. A ação ocorre ao longo do dia e integra políticas públicas de inclusão social, proteção e fortalecimento da cidadania feminina. Celina Leão: "Os nossos órgãos estão aqui com prioridade para vocês terem a oportunidade de virar essa chave" | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília Na agenda, Celina Leão destacou a importância de concentrar os serviços em um único local, facilitando o acesso da população. “Essa ação é resultado de uma escuta ativa que fizemos com as nossas mulheres. Eu estive aqui mês passado e elas pediram exatamente isso para nós, pediram apoio para conseguirem um emprego, um atendimento na área social. Os nossos órgãos estão aqui com prioridade para vocês terem a oportunidade de virar essa chave”, acrescentou a governadora em exercício. Coordenada pela Secretaria da Mulher, a ação oferece atendimento psicossocial, orientações sobre direitos, distribuição de absorventes e assistência jurídica gratuita, em parceria com a Defensoria Pública do Distrito Federal. No mesmo espaço, a população também tem acesso aos serviços da Agência do Trabalhador Itinerante, com intermediação de mão de obra, oferta de vagas de emprego, orientações sobre a Carteira de Trabalho Digital, Seguro-Desemprego, cursos profissionalizantes, microcrédito pelo programa Prospera, Cesta do Trabalhador e atendimento a empregadores. A Casa da Mulher Brasileira de Ceilândia funciona 24 horas por dia e atende mulheres vítimas de violência, oferecendo acolhimento humanizado, atendimento psicossocial e, quando necessário, alojamento temporário por até 48 horas, inclusive para filhos e filhas A secretária da Mulher, Giselle Ferreira, ressaltou que a iniciativa fortalece o papel da Casa da Mulher Brasileira como espaço de acolhimento integral. “A gente quer cada vez mais divulgar o trabalho que existe dentro desses equipamentos públicos e trazer essa ação em um mutirão para a mulher entender que o Estado está presente. É importante levar conhecimento e informação, porque a nossa missão é prevenir o feminicídio e a violência. Então, quanto mais a gente levar esse serviço, mais a mulher vai entender que estamos preparados para recebê-la”, afirmou a chefe da pasta. A iniciativa também foi aprovada e elogiada pelas mulheres que estavam no local. A dona de casa Madalena Ripardo, de 30 anos, compartilhou que a expectativa estava alta para conseguir um novo emprego: “Eu saí de um ciclo de violência doméstica e hoje sou acompanhada pela Casa da Mulher Brasileira. Eu fiquei sabendo dessa ação e vim para conseguir uma carta de emprego. Esse acolhimento é muito importante porque a gente não imagina que um dia vá precisar”. Já a dona de casa Camila Muzio, 36, aproveitou a oportunidade para conseguir um atendimento na Defensoria Pública. “Esse projeto é muito bom para ajudar as mulheres, porque a gente faz tanta coisa na vida e acaba que, às vezes, não temos alguém para estar ali nos explicando, auxiliando”, disse. A Casa da Mulher Brasileira de Ceilândia funciona 24 horas por dia e atende mulheres vítimas de violência, oferecendo acolhimento humanizado, atendimento psicossocial e, quando necessário, alojamento temporário por até 48 horas, inclusive para filhos e filhas. O espaço também abriga o PROMulher, voltado à capacitação profissional, com cursos, oficinas, mentorias e apoio ao empreendedorismo.
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Execução orçamentária fortalece rede de proteção e amplia políticas para mulheres no DF
Entre números, investimentos e políticas públicas, estão vidas que precisam ser protegidas. Em 2025, a execução orçamentária da Secretaria da Mulher (SMDF) se traduz em acolhimento, portas abertas e esperança para milhares de mulheres que enfrentam a violência e a vulnerabilidade todos os dias. Com orçamento empenhado de R$ 86.058.426,55 e com execução financeira superior a 90% dos recursos executados, o planejamento deixou de ser apenas um dado técnico para se transformar em serviços, proteção, oportunidades e uma rede cada vez mais próxima de quem mais precisa. A elevada execução orçamentária é reflexo de boas práticas de gestão e do compromisso da pasta em fazer com que o investimento chegue a quem mais precisa. Os recursos foram direcionados à construção, manutenção e ampliação de políticas públicas voltadas às mulheres, com foco no enfrentamento à violência, na proteção social e também na promoção de direitos, autonomia e cidadania feminina, reconhecendo que a violência contra a mulher ainda é uma realidade e exige respostas integradas e contínuas do poder público. A ampliação dos investimentos reforça a compreensão de que o enfrentamento à violência precisa caminhar junto com políticas estruturantes de promoção. A SMDF registrou um crescimento de 866% no orçamento entre 2020 e 2025, o que possibilitou não apenas a expansão da rede de acolhimento e proteção, mas também o fortalecimento de ações educativas, de inclusão produtiva e de garantia de direitos. A elevada execução orçamentária é reflexo de boas práticas de gestão e do compromisso da pasta em fazer com que o investimento chegue a quem mais precisa | Foto: Divulgação/SMDF Para a vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão, o resultado da execução demonstra responsabilidade com o dinheiro público e sensibilidade social. “Quando o orçamento é executado com seriedade, ele se transforma em políticas públicas que protegem vidas. Cada centro inaugurado, cada programa fortalecido, representa o compromisso do Governo do Distrito Federal com as mulheres e com o enfrentamento à violência”, afirmou. Dentro dos valores executados, a SMDF também ampliou o alcance das políticas públicas por meio da execução de Termos de Fomento, que viabilizam parcerias com a sociedade civil para o desenvolvimento de ações de interesse mútuo. Em 2025, essas parcerias impactaram mais de 102 mil mulheres em todo o Distrito Federal, com um investimento aproximado de R$ 4 milhões, fortalecendo iniciativas de prevenção à violência, promoção de direitos, capacitação e autonomia feminina. Outro avanço do ano foi a entrega de quatro novos centros de referência da mulher, inaugurados em maio, nas regiões de Sol Nascente, Recanto das Emas, São Sebastião e Sobradinho. As novas unidades reforçam o atendimento humanizado, oferecendo orientação psicológica, social e jurídica. Com essas entregas, a SMDF passa a contar com 30 equipamentos de atendimento em funcionamento no Distrito Federal, ampliando o acesso aos serviços especializados. A secretária da Mulher, Giselle Ferreira, destacou que a boa execução orçamentária é essencial para garantir efetividade às políticas públicas. “Executar mais de 90% do orçamento significa compromisso com resultados. Significa transformar planejamento em ações concretas, ampliar o acesso aos serviços e assegurar que nenhuma mulher esteja sozinha diante da violência”, ressaltou. Além da ampliação da rede de atendimento, a Secretaria da Mulher investe em capacitação profissional e em programas sociais que promovem autonomia e proteção. Entre eles está o Acolher Eles e Elas, que garante bolsa para órfãos do feminicídio, assegurando suporte financeiro e proteção social às crianças e adolescentes. O Aluguel Social também é uma iniciativa estratégica, oferecendo moradia temporária a mulheres em situação de vulnerabilidade, possibilitando o rompimento do ciclo da violência com mais segurança. Com planejamento, investimento e gestão responsável, a Secretaria da Mulher consolida, em 2025, uma política pública estruturada e humanizada, reafirmando o papel do Estado como agente de proteção, promoção de direitos e cuidado com a vida das mulheres do Distrito Federal. *Com informações da Secretaria da Mulher do Distrito Federal (SMDF)
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Programa Acolher Eles e Elas completa dois anos de apoio financeiro e emocional a mais de 180 órfãos de feminicídio
“O Gabriel presenciou todo o assassinato da mãe. Ele tinha apenas 12 anos. Sinto muita falta da minha irmã. É muito difícil viver sem ela. Em meio a tanta dor, ficamos sem saber o que fazer diante de tantos gastos em um momento tão delicado. Não víamos saída. Esse dinheiro nos ajuda muito no sustento da casa. Além disso, o projeto nos ofereceu todo o apoio psicológico e financeiro”, relata Nirlândia Ribeiro. A perda da irmã para o feminicídio transformou completamente a vida de Nirlândia e de toda a família. O luto pela morte de Rozane Ribeiro, assassinada aos 49 anos, em 2023, veio acompanhado dos desafios emocionais e financeiros de assumir a criação do sobrinho Gabriel. Em meio às dificuldades, a família encontrou amparo no Programa Acolher Eles e Elas, instituído pelo Governo do Distrito Federal (GDF) e coordenado pela Secretaria da Mulher (SMDF). O benefício é recebido há mais de um ano. Neste mês, o programa completa dois anos oferecendo apoio financeiro e acolhimento a órfãos de feminicídio e seus familiares. A iniciativa garante um salário mínimo, atualmente no valor de R$ 1.518, para cada criança ou adolescente que perdeu a mãe em decorrência do crime, assegurando condições mínimas de dignidade e acesso às necessidades básicas. Neste mês, o programa completa dois anos oferecendo apoio financeiro e acolhimento a órfãos de feminicídio e seus familiares | Fotos: Divulgação/SMDF Desde 2023, quase R$ 3 milhões já foram investidos na política pública, beneficiando mais de 200 pessoas, das quais 182 permanecem recebendo o auxílio. Além do repasse financeiro mensal, as famílias têm acesso a atendimento social e psicológico gratuito, contribuindo para a reconstrução da vida após a tragédia. “O GDF trabalha para garantir que cada criança afetada pelo feminicídio receba acolhimento, proteção e novas oportunidades. O Acolher Eles e Elas representa um compromisso real com quem mais precisa. Ao investir em apoio financeiro, emocional e social, promovemos não apenas uma resposta imediata, mas também a reconstrução de vidas e a esperança de um futuro melhor”, afirma a vice-governadora Celina Leão. A iniciativa foi regulamentada pela Lei nº 7.314/2023 e pelo Decreto nº 45.256/2023, tornando o Distrito Federal a primeira unidade da federação a instituir uma política pública específica voltada aos órfãos do feminicídio. “Quando uma mulher é vítima de feminicídio, uma vida é interrompida e muitas outras são profundamente impactadas. Pensando no futuro dessas crianças, o Governo do Distrito Federal criou o programa para garantir dignidade a cada filho e filha que perdeu a mãe para a violência de gênero. Não gostaríamos que esse programa precisasse existir, porque não queremos perder nenhuma mulher para o feminicídio, mas, diante dessa triste realidade, as famílias têm a oportunidade de trilhar um novo caminho”, destaca a secretária da Mulher, Giselle Ferreira. Rede de acolhimento e proteção Os resultados do programa são fruto de uma força-tarefa do GDF. A Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF) fornece os dados dos casos registrados; a Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF) oferece suporte emocional por meio do programa Direito Delas; e a Defensoria Pública do Distrito Federal (DPDF) atua na orientação e garantia de direitos das famílias. Além do apoio financeiro, o Acolher Eles e Elas promove atividades de lazer e integração social, com foco no bem-estar, na inclusão e no fortalecimento dos vínculos afetivos Além do apoio financeiro, o Acolher Eles e Elas promove atividades de lazer e integração social, com foco no bem-estar, na inclusão e no fortalecimento dos vínculos afetivos. Entre as ações realizadas estão visitas à Embaixada dos Estados Unidos, ao Funn Festival e sessões de cinema. Como funciona Após o registro do feminicídio, a Secretaria da Mulher realiza a busca ativa pelos filhos da vítima e é responsável pela análise e aprovação do benefício. O primeiro contato pode ser feito pelos telefones (61) 3330-3118 ou (61) 3330-3105. Nesse atendimento inicial, são informados os documentos necessários e agendado o atendimento presencial, realizado na sede da pasta, no anexo do Palácio do Buriti. Após a entrega da documentação e a aprovação do cadastro, o responsável legal recebe, em até 30 dias, um cartão-benefício emitido pelo Banco de Brasília (BRB), enviado ao endereço informado. O benefício é individual e acumulativo, ou seja, cada órfão tem direito ao auxílio, independentemente de outros benefícios já recebidos pela família. A solicitação pode ser feita diretamente pelos responsáveis legais, sem necessidade de intermediação de advogados. Podem acessar o programa crianças e adolescentes que ficaram órfãos em decorrência de feminicídio; que tenham até 18 anos ou até 21 anos, em situação de vulnerabilidade; que residam no Distrito Federal há pelo menos dois anos; e que comprovem vulnerabilidade socioeconômica. *Com informações da SMDF
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Servidores homens participam de capacitação contra a violência de gênero
A Secretaria da Mulher do Distrito Federal (SMDF) promoveu, nesta sexta-feira (5), uma capacitação voltada aos servidores homens da pasta, na sede II do órgão. A ação marcou o Dia Nacional de Mobilização dos Homens pelo Fim da Violência contra as Mulheres, celebrado em 6 de dezembro, e reforçou o compromisso do GDF com uma gestão humanizada e atenta à prevenção da violência de gênero. Conduzida pela Assessoria Especial de Políticas Públicas para Homens (ASSESPH), a atividade buscou estimular o diálogo sobre a responsabilidade masculina na construção de uma sociedade mais segura e igualitária. O Dia do Laço Branco é reconhecido como a maior mobilização mundial de homens pelo fim da violência contra as mulheres. Criado em 1991, no Canadá, o movimento se espalhou por diversos países e chegou ao Brasil como um marco de conscientização, convidando homens a refletir sobre comportamentos, posturas e mudanças culturais necessárias para eliminar todas as formas de violência. A vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão, reforçou que esse é um esforço coletivo que exige participação ativa. “No Distrito Federal, temos avançado porque entendemos que enfrentar a violência contra as mulheres é uma tarefa que exige união. O GDF, por meio da Secretaria da Mulher, trabalha todos os dias para garantir acolhimento, prevenção e políticas efetivas. Mas nada disso se sustenta sem diálogo e sem o engajamento de todos, especialmente dos homens, que hoje reafirmam esse compromisso de forma pública e responsável.” A ação marcou o Dia Nacional de Mobilização dos Homens pelo Fim da Violência contra as Mulheres, celebrado em 6 de dezembro, e reforçou o compromisso do GDF com uma gestão humanizada e atenta à prevenção da violência de gênero | Foto: Divulgação/SMDF Os números da Secretaria da Mulher evidenciam o impacto das iniciativas de prevenção. O Programa de Proteção e Prevenção à Violência (PPV), pioneiro no país, já realizou 8.333 atendimentos, envolvendo 4.708 homens e 3.625 mulheres. Com ações educativas em escolas, locais de trabalho e comunidades, o PPV incentiva o respeito de gênero, a empatia e a corresponsabilidade, atuando antes que a violência aconteça e ampliando a participação da sociedade na construção de relações mais saudáveis e justas. A secretária da Mulher, Giselle Ferreira, destacou a força transformadora dessa abordagem. “O PPV é pioneiro no Brasil e tem mostrado, na prática, que políticas públicas voltadas ao diálogo, à reeducação e ao envolvimento dos homens são fundamentais para reduzir a violência de gênero. É uma política que nasce do cuidado, da escuta qualificada e da compreensão de que só avançamos quando toda a sociedade participa desse processo”, ressaltou. Com o engajamento dos servidores e o fortalecimento constante das ações da pasta, o GDF reafirma seu compromisso em construir um Distrito Federal mais seguro, igualitário e acolhedor para todas as mulheres. Campanhas de conscientização, programas de prevenção e políticas públicas bem estruturadas formam o caminho para transformar a cultura e promover respeito e proteção em todos os espaços. O servidor Alex Weiler Magalhães também ressaltou a importância da capacitação. “Acredito que esta capacitação tenha sido fundamental para fortalecer a comunicação entre os homens da Secretaria da Mulher e reforçar nossa responsabilidade no enfrentamento à violência contra a mulher. Foi um momento de reflexão sincera e de reafirmação do nosso compromisso com uma atuação mais humana, consciente e participativa.” *Com informações da Secretaria da Mulher do Distrito Federal (SMDF)
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Aulão de defesa pessoal reúne mais de 200 mulheres e reforça 21 dias de ativismo
A campanha 21 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra a Mulher ganhou força nesta quinta-feira (27) com um grande aulão de defesa pessoal voltado ao público feminino. A atividade, realizada pela Secretaria da Mulher (SMDF) em parceria com a Federação Sul-Americana de Krav Maga Mestre Kobi e com a Embaixada de Israel no Brasil, com apoio da Vice-Governadoria e da Secretaria de Relações Internacionais do DF (Serinter-DF), reuniu mais de 200 mulheres na Torre de TV, em uma manhã de aprendizado, prevenção e fortalecimento da segurança pessoal. O treinamento foi conduzido por instrutores certificados da Federação Sul-Americana de Krav Maga, que apresentaram técnicas de defesa aplicáveis a situações reais, incluindo golpes rápidos, movimentos de fuga, noções de autoproteção e estratégias comportamentais para identificar e evitar riscos, todos elementos centrais do método israelense reconhecido mundialmente. Segundo a vice-governadora Celina Leão, esse ensinamento na prática sobre autodefesa é fundamental para a saúde integral da mulher, abrangendo benefícios físicos, mentais e sociais. “As mulheres aprenderam a utilizar uma ferramenta poderosa para o empoderamento e a autodefesa. Essa atividade faz parte da nossa luta todos os dias pelo fim da violência contra a mulher”. A mobilização dos 21 Dias de Ativismo, que ocorre de 20 de novembro a 10 de dezembro, busca conscientizar sobre a violência de gênero e fortalecer o desenvolvimento de políticas públicas de igualdade. No DF, a campanha se soma às ações permanentes do governo para proteger e empoderar mulheres, como programas de acolhimento, qualificação profissional, ampliação da rede de proteção e fortalecimento dos canais de denúncia, entre eles o Ligue 180, central de atendimento à mulher, e o 190, canal de emergência. O treinamento foi conduzido por instrutores certificados da Federação Sul-Americana de Krav Maga, que apresentaram técnicas de defesa aplicáveis a situações reais | Foto: Samuel Marques/SMDF Para a secretária da Mulher, Giselle Ferreira, iniciativas como o aulão ampliam a rede de acolhimento e prevenção. “Acreditamos que é fundamental que as mulheres conheçam a técnica de autodefesa praticada em Israel. Além de ensiná-las a reagir em situações de risco, o Krav Maga traz benefícios para o corpo e para a mente. Foi um encontro acolhedor e acessível”, destacou. O secretário de Relações Internacionais, Paco Britto, ressaltou a importância das parcerias internacionais no GDF. “Hoje, vemos o resultado do trabalho contínuo da Serinter com as embaixadas para divulgar culturas e compartilhar conhecimento com nossa população”, afirmou. “O Krav Maga pode contribuir muito para a autodefesa das nossas cidadãs e fortalecer a luta contra a violência”, completou. A representante da Embaixada de Israel no Brasil, Rasha Athamni, reforçou que Israel continua enfrentando desafios significativos relacionados à violência de gênero e que iniciativas como o aulão de defesa pessoal têm impacto real na proteção e no fortalecimento das mulheres. “É uma honra, como representante israelense e como mulher, estar com vocês. Israel ainda carrega traumas profundos da violência. Toda pessoa tem o direito de viver sem medo”, contou Rasha. Ao dominar técnicas básicas de proteção, as mulheres ampliam sua capacidade de identificar ameaças, tomar decisões rápidas e buscar rotas seguras de fuga. Esse conhecimento reduz a vulnerabilidade e aumenta a percepção de controle sobre o próprio corpo. Para a moradora de Ceilândia, Andrea da Silva, 43 anos, a prática trouxe segurança e confiança. “Eu não sabia me defender e aprendi hoje as técnicas do Krav Maga. Esse aulão é muito importante para as mulheres! Foi maravilhoso participar e aprender mais sobre defesa pessoal. Agradeço ao GDF e à Embaixada de Israel pela iniciativa”, concluiu. *Com informações da Secretaria da Mulher do Distrito Federal (SMDF)
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Programa de Prevenção à Violência Doméstica (PPV) atendeu mais de 8 mil pessoas no DF
De outubro de 2024 a novembro de 2025, o Programa de Prevenção à Violência Doméstica (PPV), da Secretaria da Mulher do Distrito Federal (SMDF), alcançou 8.269 pessoas em todo o DF. A iniciativa atua na prevenção da violência doméstica e familiar por meio de ações educativas e de conscientização, direcionadas especialmente a locais de grande concentração masculina, como escolas, órgãos públicos, canteiros de obras, fábricas, oficinas, bares e campos de futebol. Na última segunda-feira (24), cerca de 70 trabalhadores do SLU e da Sustentare Saneamento DF participaram de mais uma edição do PPV no Aterro Sanitário de Samambaia. A atividade, coordenada pela Assessoria Especial de Políticas Públicas para Homens (Assesph), incluiu uma roda de conversa sobre o papel dos homens no enfrentamento à violência contra mulheres e sobre a importância dos cuidados da campanha Novembro Azul. Durante o encontro, foi distribuída uma cartilha com orientações práticas de prevenção à violência doméstica. A vice-governadora do DF, Celina Leão, destacou que a participação dos homens é essencial para romper o ciclo da violência. “Conscientizar os homens é crucial. O projeto promove respeito, igualdade e capacita os homens a serem aliados no combate à violência, incentivando o apoio às vítimas e a denúncia de agressores. É reconhecer a responsabilidade masculina na construção de uma sociedade mais segura e justa”, afirmou. Na última segunda-feira (24), cerca de 70 trabalhadores do SLU e da Sustentare Saneamento DF participaram de mais uma edição do PPV no Aterro Sanitário de Samambaia | Foto: Divulgação/SMDF O PPV também desenvolve ações voltadas para jovens de 15 a 21 anos, com oficinas, jogos e atividades lúdicas realizadas dentro e fora das escolas, além de trabalhar com homens adultos que não cometeram violência, oferecendo informações sobre a legislação de proteção à mulher e incentivando-os a multiplicar esse conhecimento em suas comunidades. A secretária da Mulher, Giselle Ferreira, reforçou a importância de promover reflexões sobre igualdade de gênero e responsabilidade individual. “O PPV reafirma o compromisso do Governo do Distrito Federal com políticas públicas que unem prevenção, acolhimento e conscientização. A iniciativa encoraja os homens a se posicionarem, a apoiarem as vítimas e a não se calarem diante do abuso. Validar as experiências das mulheres e incentivá-las a buscar ajuda é essencial”, destacou. Transformação social No contexto do Novembro Azul, a SMDF reforça a importância de ampliar o diálogo sobre a saúde integral dos homens, indo além da prevenção ao câncer de próstata. A campanha se torna uma oportunidade para abordar também temas como autocuidado, saúde emocional e responsabilidade afetiva, aspectos diretamente ligados à prevenção da violência doméstica. O chefe da Assesph, Will Godoy, reforça que o engajamento dos homens é decisivo para o enfrentamento à violência. Ele destaca que os encontros abrem espaço para diálogos sobre temas sensíveis. “Quando fazemos esses eventos para os homens, a gente quebra barreiras que não conseguíamos antes. Temos as rodas de conversa com assuntos sensíveis, onde explicamos sobre as formas de violência e como o homem pode se posicionar para que isso não aconteça”. Ao levar informação diretamente a esses homens, torna-se possível quebrar barreiras culturais, estimular reflexão e incentivar mudanças reais de comportamento. É o que reforça Gláucia Lacerda, analista de Responsabilidade Social da Sustentare Saneamento, ao destacar que a participação masculina nesses debates é indispensável para transformações duradouras. “A transformação social só acontece quando todos se reconhecem como parte da solução. Iniciativas como essa promovem reflexões sobre masculinidades, responsabilidade afetiva e cultura do cuidado, elementos fundamentais para romper o ciclo da violência”, afirmou. *Com informações da Secretaria da Mulher do Distrito Federal (SMDF)
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Principal canal de atendimento às mulheres, número 180 completa 20 anos de serviços prestados
O principal serviço brasileiro de denúncias de violência de gênero e acolhimento de meninas e mulheres no Brasil chega aos 20 anos com resultados expressivos e avanços significativos. No Distrito Federal, de janeiro a outubro de 2025, a Central do Ligue 180 registrou 20.804 atendimentos, somando ligações telefônicas, WhatsApp, e-mails e videochamadas, os dados constam no painel de dados do Ministério das Mulheres. O número reflete a confiança crescente das mulheres no serviço, que funciona 24 horas por dia e é referência nacional em escuta qualificada para a realização de denúncias. Criado em 2005 como um canal de orientação e acolhimento, o Ligue 180 passou a receber denúncias formais em 2014. Desde então, tornou-se um instrumento essencial para interromper ciclos de violência, orientar mulheres sobre seus direitos e direcioná-las aos serviços especializados da rede de proteção — como a Casa da Mulher Brasileira, delegacias especializadas, Centros Especializados de Atendimento à Mulher, Defensorias Públicas e unidades de saúde. No Distrito Federal, a Secretaria da Mulher (SMDF) recebe os dados e acolhe as mulheres. A equipe, formada somente por mulheres, é treinada para a escuta qualificada e atendimento humanizado. Durante as ligações são tiradas dúvidas e realizados os encaminhamentos de meninas e mulheres para serviços de proteção da rede especializada. No Distrito Federal, a equipe, formada somente por mulheres, é treinada para a escuta qualificada e atendimento humanizado | Foto: Divulgação/SMDF “Os 20 anos do Ligue 180 mostram o compromisso do Estado com a vida das mulheres. Aqui no Distrito Federal, seguimos empenhados em fortalecer essa rede de proteção, garantindo que toda mulher ao procurar ajuda seja atendida com respeito, segurança e rapidez”, comentou a vice-governadora, Celina Leão. A modernização do Ligue 180 tem sido um marco na política de enfrentamento à violência contra mulheres no Brasil. Nos últimos anos, o serviço ampliou seus canais de atendimento, incorporando recursos digitais como WhatsApp, e-mail e videochamadas em Libras, garantindo acessibilidade e rapidez no acolhimento. A criação de painéis de dados e da Rede de Atendimento às Mulheres também fortaleceu a transparência e a articulação entre os serviços especializados, permitindo respostas mais ágeis e integradas. Com tecnologia atualizada, equipe qualificada e atendimento humanizado, o Ligue 180 se consolida como um canal moderno, eficiente e preparado para atender às demandas das mulheres de todo o país. Para a secretária da Mulher, Giselle Ferreira, além de ser o principal canal de denúncia, os dados do serviço auxiliam no desenvolvimento de políticas públicas de enfrentamento à violência no DF. “O Ligue 180 é uma ferramenta que salva vidas. Cada atendimento realizado é uma oportunidade de romper o ciclo da violência e garantir que mais mulheres tenham acesso à informação e segurança. E, principalmente, assegura que nenhuma mulher esteja sozinha”, completa Giselle. *Com informações da Secretaria da Mulher do Distrito Federal (SMDF)
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Carreta Itinerante de Mamografia inicia atendimentos gratuitos pelo DF
“Tenho histórico familiar de câncer muito grande. Não faço a mamografia há mais de 10 anos, por conta de muitas dificuldades. Fiquei sabendo desta ação, me inscrevi e já consegui o atendimento. Isso é maravilhoso! A resposta foi rápida e estou muito feliz”, afirmou a assistente administrativa, Ieda Gomes, 56 anos. A Carreta de Mamografia da Fundação Laço Rosa chegou ao Distrito Federal nesta segunda-feira (24), no estacionamento ao lado do Buriti, com exames gratuitos de mamografia para o diagnóstico precoce do câncer de mama. Em parceria com a Secretaria da Mulher (SMDF), a unidade móvel iniciou hoje e vai até 29 de novembro, nas regiões de Ceilândia, Estrutural, Sol Nascente e Plano Piloto. A expectativa é realizar mais de 500 exames gratuitos ao longo da semana. “Essa mobilização salva vidas e leva dignidade para quem mais precisa. O Estado deve se fazer presente, com sensibilidade para levar cuidado, acolhimento e conscientização para as mulheres”, disse a vice-governadora Celina Leão. O exame é gratuito e as vagas são limitadas. Entre os critérios para seleção de beneficiárias estão: idade, data do último exame, indicação clínica e ordem de inscrição. As usuárias contempladas serão contatadas via WhatsApp pela equipe da Fundação Laço Rosa para confirmar o agendamento do exame. Os atendimentos ocorrem das 10h às 17h, na unidade itinerante. Para a secretária da Mulher, Giselle Ferreira, esse projeto é fundamental por ampliar o acesso ao exame, levando o diagnóstico precoce do câncer de mama para mulheres que têm dificuldades de acesso. “Com a unidade móvel, mais pessoas conseguem realizar a mamografia de forma gratuita e com estrutura completa. Essa ação incentiva o autocuidado, saúde e qualidade de vida”. O exame é gratuito e as vagas são limitadas. Entre os critérios para seleção de beneficiárias estão: idade, data do último exame, indicação clínica e ordem de inscrição | Foto: Divulgação/SMDF Os agendamentos devem ser feitos com antecedência neste site, por meio de formulário, ressaltando que o cadastro não garante a vaga. A ação também inclui atividades de acolhimento e conscientização voltadas às mulheres. Segundo a presidente da Fundação Laço Rosa, Marcelle Medeiros, a carreta alerta sobre a importância à saúde da mulher. “Esses exames salvam vidas, mas o acesso nem sempre é fácil, seja por medo, por falta de dinheiro, deslocamento ou oferta. A carreta passa pelos lugares trazendo mobilização por um assunto que muitas vezes é negligenciado. Com esse apoio do GDF, conseguimos acolher e informar”. Veja os horários e locais de atendimento na Carreta de Mamografia: • 24/11 (segunda-feira): Em frente ao Palácio do Buriti (de 10h às 17h); • 25/11 (terça-feira): Entrada da Região Administrativa da Estrutural ao lado do posto de saúde (de 10h às 17h); • 26 e 27/11 (quarta e quinta-feira): Casa da Mulher Brasileira, CNM 1, Ceilândia (de 10h às 17h); • 28 e 29/11 (sexta e sábado): Sol Nascente — estacionamento lateral do Fort Atacadista (de 10h às 17h). O exame é o principal método de rastreamento do câncer de mama e, quando realizado regularmente, permite detectar a doença ainda nos estágios iniciais, aumentando em até 95% as chances de cura. A iniciativa integra o compromisso do Governo do Distrito Federal (GDF) em ampliar o acesso à saúde e fortalecer políticas públicas voltadas às mulheres. Quem pode participar: • Mulheres a partir de 40 anos, beneficiárias do SUS, que não tenham feito mamografia nos últimos 12 meses; • Mulheres abaixo de 40 anos, beneficiárias do SUS, apenas com pedido médico ou indicação clínica. *Com informações da Secretaria da Mulher do Distrito Federal (SMDF)
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Movimente nas Cidades chega a Ceilândia e incentiva o protagonismo feminino no empreendedorismo
Ceilândia recebeu, nessa terça-feira (12), mais uma edição do Movimente nas Cidades, iniciativa que percorre o Distrito Federal com ações voltadas ao fortalecimento do empreendedorismo feminino. O evento lotou o Ginásio Poliesportivo Regional de Ceilândia, reunindo mulheres empreendedoras e lideranças locais em um espaço de troca de experiências, incentivo à autonomia econômica e valorização da mulher empreendedora. O evento teve início com o painel de empreendedorismo feminino, que destacou histórias de superação e conquistas de mulheres que transformam desafios em inspiração. Participaram do debate Raquel Rainha, do Centro Clínico Rainha; Jucileide de Souza, da Cozinha da Neide, na Feira de Ceilândia; Luzia Abrantes, do Instituto de Beleza Luzia Abrantes; e Ana Cristina Campos, do Instituto Acolher. Cada uma compartilhou sua trajetória e os caminhos que as levaram a empreender, emocionando o público com relatos de força, determinação e autonomia. Durante o encontro, a vice-governadora Celina Leão destacou a importância das ações que promovem o protagonismo feminino e fortalecem a autonomia econômica das mulheres do Distrito Federal. “O governo tem olhado para as mulheres com políticas públicas concretas e efetivas. O Movimente é um exemplo de como a união entre o poder público e a sociedade pode gerar resultados reais, fortalecendo quem mais precisa e estimulando o desenvolvimento econômico de todo o DF”, ressaltou Celina. O evento teve início com o painel de empreendedorismo feminino, que destacou histórias de superação e conquistas de mulheres que transformam desafios em inspiração | Fotos: Divulgação/SMDF A programação contou ainda com a participação especial da atriz e empresária Giovanna Antonelli, que ministrou a palestra O Discurso do Óbvio. Com uma abordagem leve e inspiradora, Giovanna movimentou as participantes ao promover momentos de reflexão sobre autoconfiança e propósito. A apresentação teve forte interação com o público e incluiu uma dinâmica participativa, que aproximou ainda mais a palestrante das mulheres presentes e reforçou a mensagem de protagonismo e superação. O evento também contou com uma exposição de artesanato, onde empreendedoras locais apresentaram produtos autorais, valorizando o trabalho manual e a criatividade feminina. A mostra foi mais uma oportunidade para destacar o talento e a autonomia das mulheres que transformam suas habilidades em fonte de renda e reconhecimento. O encontro também reforçou o compromisso da Secretaria da Mulher em ampliar as oportunidades de capacitação e geração de renda para mulheres em todas as regiões administrativas. “O Movimente nas Cidades tem mostrado a força das mulheres do Distrito Federal. Cada edição reforça o quanto o empreendedorismo é capaz de transformar vidas e promover autonomia. Nosso compromisso é seguir criando oportunidades e espaços para que cada mulher se reconheça como protagonista da própria história”, afirmou a secretária da Mulher, Giselle Ferreira. A programação contou ainda com a participação especial da atriz e empresária Giovanna Antonelli, que ministrou a palestra O Discurso do Óbvio Superação Entre as participantes do evento, chamou atenção a história de Gisele da Silva Pereira, mãe de cinco filhos, incluindo uma filha atípica. Aos 46 anos, Gisele começou recentemente a empreender com biojoias e tem encontrado no projeto do Movimente nas Cidades um apoio importante para vencer a depressão e buscar novas perspectivas de vida. Apesar de ter sido acometida por sequelas da Covid-19, que a deixaram parcialmente incapacitada, Gisele não desistiu de sua jornada. Durante a palestra de Giovanna Antonelli, ela interagiu ativamente na dinâmica proposta, mostrando força, determinação e a coragem de um recomeço. Gisele se sente honrada com o trabalho da Secretaria da Mulher e vê um futuro promissor em sua própria trajetória graças às oportunidades oferecidas pela secretaria e pelo GDF, reforçando o impacto das políticas de incentivo ao empreendedorismo feminino e à autonomia das mulheres no Distrito Federal. *Com informações da Secretaria da Mulher do Distrito Federal (SMDF)
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Mais de 300 alunos de Ceilândia participam de curso sobre combate à violência contra a mulher
Mais de 300 estudantes do Centro de Ensino Fundamental 19 (CEF 19), em Ceilândia, receberam nesta quarta-feira (8) os certificados de participação no Programa de Prevenção à Violência Doméstica (PPV), promovido pela Secretaria da Mulher do Distrito Federal (SMDF). A iniciativa tem como propósito despertar a consciência dos jovens sobre o combate à violência contra a mulher e fortalecer ações de prevenção por meio da educação. Desenvolvido pela Assessoria Especial de Políticas Públicas para Homens (Assesph), o PPV estimula o diálogo entre meninos e meninas sobre igualdade de gênero, respeito e empatia. Durante o programa, os alunos participaram de oficinas e atividades que abordaram temas como os diferentes tipos de violência, a Lei Maria da Penha, diversidade e o papel do homem na construção de uma sociedade mais justa. A vice-governadora do DF, Celina Leão, destacou que a certificação dos estudantes representa um avanço no combate à violência contra a mulher. “Esse projeto reforça o compromisso do GDF com a prevenção. As ações precisam chegar até os homens também. Fazemos reflexões direcionadas sobre a Lei Maria da Penha e sobre o combate ao feminicídio. É essencial reeducar esses homens quanto ao próprio comportamento e a forma de lidar com as suas emoções”, afirmou. Voltado para jovens de 15 a 21 anos, o programa utiliza oficinas, jogos e atividades lúdicas realizadas dentro e fora das escolas. A metodologia também alcança homens adultos que não cometeram violência, orientando-os sobre a legislação de proteção à mulher e incentivando-os a se tornarem multiplicadores dessas informações em suas comunidades. Voltado para jovens de 15 a 21 anos, o programa utiliza oficinas, jogos e atividades lúdicas realizadas dentro e fora das escolas | Divulgação/SMDF A secretária da Mulher, Giselle Ferreira, ressaltou a importância do PPV para formar uma geração mais consciente e ativa contra a violência. “Precisamos contar com os jovens na transformação da cultura machista. É muito importante conscientizar os homens também no combate à violência doméstica. Essa luta vai além do atendimento exclusivo à vítima. É preciso estar atento aos sinais da violência”. Formação que transforma O projeto ainda oferece acolhimento e reabilitação para agressores, com foco na educação, capacitação profissional e reinserção no mercado de trabalho. As ações incluem conversas, palestras sobre saúde masculina e campanhas de conscientização em locais de grande concentração de homens, como canteiros de obras e oficinas mecânicas. Para o chefe da Assesph, Will Godoy, o impacto do PPV vai muito além da sala de aula. “O PPV tem uma importância fundamental no combate à violência contra a mulher porque foca na prevenção. Já são mais de 1.500 homens que participaram da iniciativa, e o programa tem feito a diferença na vida dos alunos”, afirmou. Entre os formandos, o estudante Davi Rodrigues, de 14 anos, falou sobre o aprendizado que levará para a vida. "É muito importante, porque ele fala sobre os tipos de violência. Eu entendi que eu tenho que respeitar as mulheres. Para construir um mundo melhor, o homem precisa ajudar a combater a violência contra a mulher", concluiu. *Com informações da Secretaria da Mulher do Distrito Federal (SMDF)
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Portal reúne dados para orientar políticas públicas e amplia a transparência sobre a realidade feminina no DF
Criado pelo Governo do Distrito Federal (GDF), o Observatório de Violência Contra a Mulher e Feminicídio tem se consolidado como uma ferramenta essencial para promover a igualdade de gênero e aprimorar as políticas públicas voltadas às mulheres. Coordenado pela Secretaria da Mulher (SMDF) e regulamentado pelo Decreto nº 45.174, de 21 de novembro de 2023, o órgão atua na coleta e análise de dados que orientam ações estratégicas em diversas áreas. Nos seis primeiros meses deste ano, a rede de atendimento à mulher registrou 24.983 atendimentos psicossociais, acolhendo 11.226 mulheres em situação de vulnerabilidade. Os números integram o banco de dados do observatório, que reúne informações sobre escolaridade, saúde, emprego, programas sociais e segurança pública. De acordo com a vice-governadora do DF, Celina Leão, o observatório foi criado para fortalecer as políticas de combate à violência contra as mulheres. “O Observatório [de Violência Contra a Mulher e Feminicídio] tem como principais objetivos contribuir para a igualdade de gênero, ampliar o debate sobre as questões femininas e produzir diagnósticos qualificados sobre a situação das mulheres”, afirmou. A Secretaria da Mulher é responsável por articular com órgãos e entidades, receber e encaminhar dados oficiais sobre as mulheres ao Comitê Gestor, além de divulgar informações e resultados de pesquisas realizadas. Os dados são atualizados trimestralmente e abrangem temas como escolaridade, saúde, emprego, programas sociais e segurança pública. A Secretaria da Mulher é responsável por articular com órgãos e entidades, receber e encaminhar dados oficiais sobre as mulheres ao Comitê Gestor, além de divulgar informações e resultados de pesquisas realizadas | Foto: Divulgação/SMDF A secretária da Mulher, Giselle Ferreira, destacou que a iniciativa reforça o compromisso do GDF com a transparência e a efetividade das ações públicas. “Esses dados são fundamentais para consolidar políticas públicas que façam diferença na vida das mulheres, mostrando o empenho do governo em prevenir e enfrentar a violência de gênero”, disse. O Comitê Gestor do observatório é formado por representantes de órgãos e entidades estratégicos, como o Instituto de Pesquisa e Estatística do Distrito Federal (IPEDF), a Secretaria de Educação (SEEDF) e a Secretaria de Saúde (SES-DF). Juntos, eles garantem a atualização periódica das informações e a integração dos dados em nível distrital. Segundo a secretária-executiva do observatório, Letícia Araújo, o portal é uma ferramenta essencial para gestores, pesquisadores e para a própria sociedade. “Com base nos dados, é possível tomar decisões mais assertivas e compreender melhor a realidade das mulheres. O Observatório de Violência Contra a Mulher e Feminicídio reúne informações atualizadas de 2023, 2024 e 2025, disponíveis a qualquer cidadão, fortalecendo a transparência e a construção de políticas públicas baseadas em evidências”, explicou. A ampliação da atuação do colegiado foi impulsionada pelo aumento do orçamento da Secretaria da Mulher, que cresceu 743% entre 2020 e 2024. Enquanto em 2020 foram aplicados pouco mais de R$ 10,3 milhões, no ano passado o valor empenhado chegou a R$ 86,9 milhões. O Observatório conta ainda com a colaboração de órgãos públicos federais, estaduais e municipais, além de organismos internacionais, o que amplia sua capacidade de análise e ação no combate à violência de gênero. A população pode acessar os dados e acompanhar as atualizações pelo site observatoriodamulher.df.gov.br. *Com informações da Secretaria da Mulher do Distrito Federal (SMDF)
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Fórum de Empreendedorismo Feminino tem painel sobre violência e assédio
O 1º Fórum de Empreendedorismo Feminino da Câmara de Mulheres Empreendedoras da Fecomércio-DF foi realizado na última quarta-feira (24), no Sesc da 504 Sul. O evento reuniu mais de 50 participantes e o debate foi sobre temas de grande relevância, oportunidade na qual a Secretaria da Mulher do DF falou sobre violência e assédio no ambiente de trabalho. A programação contou com painéis que abordaram ações estratégicas para o fortalecimento da atuação das mulheres no mercado de trabalho, entre eles Empreendedorismo Feminino: Resiliência e Transformação no Brasil e no Mundo e Educação Financeira e Acesso ao Crédito para a Mulher Empreendedora. O fórum teve a presença de diversas autoridades, entre elas a vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão; a secretária da Mulher do DF, Giselle Ferreira; o ministro do Tribunal Superior do Trabalho, Lélio Bentes; a coordenadora e líder da Câmara de Mulheres Empreendedoras da Fecomércio-DF, Bernardeth Martins; a ouvidora do MPDFT, Rose Cyrillo, além de outras lideranças e representantes da sociedade civil. Durante o evento, a vice-governadora Celina Leão destacou a importância da iniciativa. “Esse é um espaço fundamental para que possamos ouvir, compartilhar experiências e consolidar a presença das mulheres no empreendedorismo. A Câmara tem um papel estratégico ao criar pontes e oportunidades para que mais mulheres conquistem seu espaço no mercado”, afirmou. A programação contou com painéis que abordaram ações estratégicas para o fortalecimento da atuação das mulheres no mercado de trabalho | Foto: Divulgação/SMDF A secretária da Mulher do DF, Giselle Ferreira, integrou o painel "Violência e Assédio no Mundo do Trabalho”, ao lado do ministro do Tribunal Superior do Trabalho, Lélio Bentes, a ouvidora do MPDFT, Rose Cyrillo e a coordenadora e líder da Câmara, Bernardeth Martins. O ambiente proporcionou uma troca de experiências valiosas e contribuiu para aprofundar a reflexão sobre os desafios enfrentados pelas mulheres no ambiente profissional. “Essa pauta da violência é muito importante. Precisamos levar conhecimento e informação. Temos que mostrar para homens e mulheres que existem diversos tipos de violência. Há uma comissão com vários órgãos para incentivar a mulher a denunciar e não ter vergonha. Quem tem que ter vergonha é quem faz o assédio”, ressaltou. Lançada em maio de 2019, a Câmara de Mulheres Empreendedoras da Fecomércio-DF é uma das precursoras, em todo o Sistema Fecomércio no Brasil, na promoção de debates e ações voltadas ao empreendedorismo feminino. Formada por conselheiras da sociedade civil e do setor sindical, a Câmara também instituiu o fórum como espaço de encontro para mulheres empreendedoras, com o objetivo de fortalecer a rede de relacionamento entre empresárias e ampliar oportunidades de atuação no mercado. O 1º Fórum de Empreendedorismo Feminino consolidou-se como um espaço estratégico para promover a representatividade, a troca de experiências e o fortalecimento das mulheres no mercado. O presidente da Fecomércio-DF, José Aparecido Freire, comemorou os avanços na atuação das mulheres no setor produtivo: “É uma honra fazer esse fórum para as mulheres. Somos a primeira unidade da federação a ter uma câmara dessa. Essa é uma grande conquista no empreendedorismo feminino da nossa cidade”. *Com informações da Secretaria da Mulher do Distrito Federal (SMDF)
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Ações do Setembro Amarelo são reforçadas com blitz de conscientização na Rodoviária do Plano Piloto
Agência Brasília · AÇÕES DO SETEMBRO AMARELO SÃO REFORÇADAS COM BLITZ DE CONSCIENTIZAÇÃO NA RODOVIÁRIA DO PLANO PILOTO A Secretaria da Mulher do Distrito Federal (SMDF) realizou, na quarta-feira (24), a 2ª edição da Blitz de Conscientização — Setembro Amarelo, na Rodoviária do Plano Piloto. A equipe de servidores da Subsecretaria de Proteção à Mulher distribuiu material informativo e orientação ao público do local. "Levar a ação para um local de grande circulação, como a Rodoviária, amplia o acesso à informação. Queremos que todos conheçam os Comitês de Proteção à Mulher e os canais de acolhimento da SMDF, para que saibam onde encontrar apoio e toda a sociedade esteja preparada para combater a violência", destacou a vice-governadora Celina Leão. A iniciativa dá continuidade ao sucesso da primeira ação, promovida no mesmo local em 13 de agosto, durante a campanha Agosto Lilás, que alcançou mais de 1.500 pessoas, e reforça o compromisso do GDF com políticas de prevenção e enfrentamento à violência contra a mulher. "Nossas equipes estão preparadas para divulgar os equipamentos da SMDF com o objetivo de garantir que cada serviço e projeto alcance o maior número de pessoas. Queremos que saibam onde buscar ajuda e sintam que podem contar com a rede da nossa secretaria", afirmou a Secretária da Mulher, Giselle Ferreira. A iniciativa dá continuidade ao sucesso da primeira ação, promovida no mesmo local em 13 de agosto, durante a campanha Agosto Lilás, que alcançou mais de 1.500 pessoas | Foto: Divulgação/SMDF Durante a ação, os servidores abordaram pessoas que transitavam pelo local, distribuindo cartilhas de orientação sobre os Comitês de Proteção à Mulher — criados pela Lei nº 7.266, de 23 de maio de 2023 — e materiais sobre violência doméstica e familiar. A iniciativa também incluiu o mapeamento e a identificação de possíveis vítimas, além de fornecer informações sobre todos os serviços da secretaria. Para Ronival Rosa, morador de Brazlândia, 41 anos, foi muito importante ter visto de perto a ação ocorrendo. "Acho muito bonito o que está acontecendo aqui na Rodoviária. É preciso proteger as mulheres. Os homens precisam entender que as mulheres não têm dono; mulheres não merecem sofrer violência, merecem amor e respeito", afirmou. A Secretaria da Mulher consolida seu papel na prevenção e no enfrentamento da violência contra a mulher no Distrito Federal, reforçando, como política de Estado do GDF, as ações que garantem que as mulheres sejam cuidadas como merecem, contando com estrutura e recursos necessários para atender a uma pauta tão importante. A Subsecretária de Proteção à Mulher, Luana Maia, enfatizou que a blitz é uma nova forma de comunicação direta com o público. “Apresentamos os Comitês de Proteção à Mulher, e também as localidades das sete unidades com o objetivo de ampliar o acesso à rede de proteção.” *Com informações da Secretaria da Mulher do Distrito Federal (SMDF)
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GDF realiza palestra sobre enfrentamento à violência contra as mulheres para estudantes da rede pública
Agência Brasília · GDF REALIZA PALESTRA SOBRE ENFRENTAMENTO À VIOLÊNCIA CONTRA AS MULHERES PARA ESTUDANTES DA REDE PÚBLICA O Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da Secretaria da Mulher, promoveu palestras, nos dias 8 e 10 de setembro, no Centro Educacional 203, de Recanto das Emas. A iniciativa teve como público-alvo mais de 150 estudantes da rede pública, com idade entre 15 e 17 anos, e buscou fortalecer a prevenção à violência de gênero por meio da conscientização, informação técnica e estímulo à atuação dos jovens como agentes multiplicadores. “A prevenção da violência exige ação integrada e contínua. Quando o GDF investe em educação e conscientiza pessoas, fortalecemos os serviços oferecidos no DF. Abordar o tema nas escolas fortalece a construção de uma sociedade mais justa e segura”, declarou a vice-governadora Celina Leão. As atividades foram conduzidas pelos servidores da SMDF, Matheus Sabino, gerente do Espaço Acolher Planaltina e agente social; e Andrezza Shiba, assistente social. Os temas abordados abrangeram violência sistemática, namoro legal, violência doméstica e familiar, além do detalhamento das legislações essenciais para a proteção das mulheres e crianças, como a Lei Maria da Penha e a Lei Henry Borel. A iniciativa teve como público-alvo mais de 150 estudantes da rede pública, com idade entre 15 e 17 anos | Foto: Samuel Marques/SMDF Para a secretária da Mulher, Giselle Ferreira, o trabalho junto aos adolescentes é estratégico para a transformação social. “Ao formar jovens conscientes, criamos multiplicadores que levam a mensagem do combate à violência para suas famílias, escolas e comunidades”, afirmou. Durante as palestras, foram apresentados os serviços de proteção e acolhimento disponibilizados pela Secretaria da Mulher, além dos canais de denúncia e acesso ao suporte especializado. Ao término das atividades, os estudantes receberam brindes com a mensagem “A paz começa com um sorriso”, reforçando a importância da cultura da paz e do respeito mútuo. Para o estudante de 16 anos, Wenderson Lucas, “a palestra abordou temas que muitas pessoas não abordam no cotidiano, e que hoje se sente pronto e preparado para debater sobre o assunto em suas rodas de relacionamento”. *Com informações da Secretaria da Mulher do Distrito Federal (SMDF)
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GDF assina Acordo de Cooperação Técnica para reserva de vagas para mulheres em situação de vulnerabilidade
Agência Brasília · GDF ASSINA ACORDO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA PARA RESERVA DE VAGAS PARA MULHERES EM SITUAÇÃO DE VULNERABILIDADE Com o objetivo de promover a inserção de mulheres em vulnerabilidade socioeconômica no mercado de trabalho, a Secretaria da Mulher (SMDF) assinou, nesta quarta-feira (3), o Acordo de Cooperação Técnica (ACT) com a Justiça Federal de Primeiro Grau — Seção Judiciária do DF (SJDF/JF). A cerimônia ocorreu na sede I da Justiça Federal e contou com a participação da vice-governadora Celina Leão, que destacou a importância de fortalecer as políticas públicas voltadas para a promoção da autonomia feminina. "Cada termo de cooperação assinado representa um avanço concreto na vida de inúmeras mulheres do Distrito Federal. Esse novo acordo reforça o compromisso do Governo do DF em garantir dignidade, independência e oportunidades reais para quem mais precisa. Estamos fortalecendo uma rede de apoio que transforma histórias e oferece um futuro com mais equidade e justiça," destacou. O ACT foi assinado pela secretária da Mulher, Giselle Ferreira, e pelo juiz federal Márcio Barbosa Maia, diretor do Foro. O acordo assegura às mulheres atendidas pelos serviços da SMDF a prioridade em 5% das vagas de contratos de terceirização do órgão. Para Giselle Ferreira, a formalização do ACT representa um passo importante para salvar vidas. "Este novo acordo reafirma o quanto o nosso programa de ACTs tem se consolidado como política pública efetiva, levando mais força, autonomia e dignidade para mulheres em situação de vulnerabilidade. O GDF tem sido incansável nesse propósito, e esse é mais um passo nessa direção", completa. A vice-governadora Celina Leão destacou a importância de fortalecer as políticas públicas voltadas para a promoção da autonomia feminina | Foto: George Gianni/VGDF Ainda de acordo com os termos de cooperação, as empresas prestadoras de serviços continuados e terceirizados realizarão processo seletivo para contratação das trabalhadoras mediante acesso a cadastro mantido pelas unidades da rede de atendimento às mulheres vinculadas à SMDF. E, também, será mantido o sigilo das colaboradoras contratadas, vedando qualquer tipo de discriminação no exercício das suas atividades. Para Márcio Barbosa Maia, o Poder Judiciário tem o dever constitucional de assegurar os direitos fundamentais e a proteção das mulheres. “Este termo de cooperação reforça a importância da atuação integrada entre instituições para garantir respostas mais céleres, eficazes e humanas. A articulação entre justiça e governo é essencial para fortalecer os mecanismos de acolhimento, proteção e emancipação das mulheres em situação de vulnerabilidade," finaliza. Acordos de Cooperação Técnica Atualmente, por meio das parcerias com a Secretaria da Mulher, já estão no mercado de trabalho cerca de 250 mulheres terceirizadas nos órgãos. Todas são acompanhadas nos equipamentos da Secretaria da Mulher, pelas equipes multidisciplinares — psicólogo, pedagogo e assistentes sociais. Conforme os ACTs, as contratações de serviços contínuos com regime de dedicação exclusiva de mão de obra reservam de 5% a 8% das vagas para mulheres em situação de violência doméstica e familiar. A cota é aplicada a contratos com um quantitativo mínimo de 25 colaboradores. Esse percentual deverá ser mantido durante toda a execução contratual. O acordo também determina que as vagas incluam mulheres trans, travestis, quilombolas, indígenas, refugiadas e outras possibilidades do gênero feminino. *Com informações da Secretaria da Mulher do Distrito Federal (SMDF)
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GDF abre chamamento público para gestão dos centros de Referência da Mulher Brasileira
Agência Brasília · GDF ABRE CHAMAMENTO PÚBLICO PARA GESTÃO DOS CENTROS DE REFERÊNCIA DA MULHER BRASILEIRA Em mais um passo decisivo no enfrentamento à violência contra as mulheres, o Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da Secretaria da Mulher (SMDF), publicou, nesta segunda-feira (14) no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF), o 2º Chamamento Público de 2025 para selecionar Organização da Sociedade Civil (OSC), sem fins lucrativos, responsável pela gestão dos centros de Referência da Mulher Brasileira no DF. O edital visa estabelecer uma parceria para que a entidade selecionada atue diretamente na administração desses equipamentos públicos, inaugurados em 2025 nas regiões administrativas do Recanto das Emas, São Sebastião, Sol Nascente e Sobradinho II. Os novos espaços oferecem acolhimento humanizado a mulheres em situação de violência, com uma equipe multidisciplinar formada por psicólogos, assistentes sociais e advogados – aproximadamente 20 profissionais por centro. Para a vice-governadora Celina Leão, a criação e a consolidação dos centros de Referência da Mulher representam um avanço histórico na política pública de enfrentamento à violência contra as mulheres no DF. “É uma iniciativa estratégica para darmos uma resposta efetiva e com qualidade às mulheres que enfrentam situações de violência, utilizando metodologias eficazes e equipes capacitadas para realizar atendimentos sensíveis e humanizados.” Os serviços não se limitam às moradoras das regiões onde os centros estão localizados, podendo atender a todas as mulheres do Distrito Federal | Foto: Vinícius de Melo/SMDF Além do atendimento direto a vítimas de violência, os centros também poderão ofertar outros serviços que venham a ser definidos pela SMDF, com foco no fortalecimento da autonomia feminina e projetos de capacitação profissional. Vale destacar que os serviços não se limitam às mulheres moradoras das regiões onde os centros estão localizados, podendo atender a todas as mulheres do Distrito Federal. Para a secretária da Mulher, Giselle Ferreira, a atuação das OSCs complementa, sem substituir, o papel do Estado, permitindo que a Subsecretaria de Enfrentamento à Violência Contra as Mulheres concentre seus esforços em coordenação, monitoramento e supervisão da política pública, garantindo qualidade e efetividade no atendimento às vítimas. “Com a parceria da sociedade civil, vamos garantir atendimento especializado, humanizado e com mais agilidade para quem mais precisa. A sociedade civil organizada tem papel fundamental na proteção das mulheres”, completa. Compromisso com políticas públicas efetivas A iniciativa do GDF está alinhada ao Pacto Nacional de Prevenção aos Feminicídios e a outros acordos de cooperação com o Ministério das Mulheres, reafirmando o compromisso do Distrito Federal com uma política pública intersetorial, integrada e eficiente no enfrentamento à violência contra as mulheres. O modelo de parceria com organizações da sociedade civil para gestão de equipamentos sociais é uma prática consolidada em várias unidades da federação e reforça a construção de uma cultura de paz e respeito aos direitos das mulheres. Além disso, a parceria com a sociedade civil otimiza os recursos públicos, proporcionando melhor custo-benefício na oferta de serviços especializados, além de fortalecer a participação social na formulação e execução das políticas públicas. *Com informações da Secretaria da Mulher do Distrito Federal (SMDF)
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