Palestra em alusão ao Agosto Lilás informa mecanismos de proteção às mulheres
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. A Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), em parceria com a Secretaria da Mulher (SMDF), promoveu para os servidores, nesta quarta-feira (26/8), a palestra "Agosto Lilás — 20 anos da Lei Maria da Penha". O encontro, ocorrido no Sedes Lab, teve como objetivo apresentar, de forma simples e acessível, como a legislação brasileira pode proteger as mulheres vítimas de violência, e os canais de atendimento e denúncia disponíveis para toda a sociedade. Conduzida pela assessora da Subsecretaria de Ações Temáticas e Participação Política da SMDF, Joyce da Hora, a palestra abordou, também, as orientações sobre como agir diante de uma situação de violência. “Trazer a discussão sobre a violência contra a mulher para dentro do espaço público é fundamental para ampliar a conscientização e mostrar que esse não é um assunto que deve ficar restrito ao ambiente doméstico. Mas a verdadeira mudança também precisa começar dentro das nossas próprias casas, na forma como educamos nossos filhos, como nos relacionamos e como enxergamos o papel da mulher na sociedade”, explica a palestrante Joyce da Hora. A ideia do evento foi incentivar a criação de um espaço de diálogo, reflexão e troca de experiências sobre os avanços conquistados ao longo dos 20 anos da Lei Maria da Penha e, principalmente, sobre os desafios que ainda precisam ser enfrentados no combate à violência contra a mulher. Cerca de 100 pessoas, entre servidores, colaboradores e estagiários, participaram da palestra. A ideia do evento foi incentivar a criação de um espaço de diálogo, reflexão e troca de experiências sobre os avanços conquistados ao longo dos 20 anos da Lei Maria da Penha | Foto: Divulgação/Sedes-DF Uma delas foi o servidor Marcos Rangel, que trabalha Subsecretaria de Segurança Alimentar e Nutricional (Subsan) da Sedes-DF. “A palestra sobre os 20 anos da Lei Maria da Penha foi muito importante porque nos ajuda a enxergar uma realidade que ainda precisa ser transformada. Existe uma disparidade muito grande entre homens e mulheres quando falamos de violência. Por isso, ter uma legislação como a Maria da Penha é primordial nos dias de hoje”, comenta. De acordo com a secretária-executiva de Gestão Estratégica da Sedes-DF, Nídia Limeira de Sá, este evento foi um sucesso: “Fiquei encantada com a participação de todas e todos. Ver o auditório cheio, com mais de 100 pessoas reunidas para discutir um tema tão importante, mostra o quanto essa pauta é necessária e mobiliza os nossos servidores”. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF)
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Hotel Social completa um ano de funcionamento com mais de 63 mil atendimentos
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Nesta quinta-feira (23/7), o Hotel Social do Setor de Armazenagem e Abastecimento Norte (Saan), primeira instituição de acolhimento de pernoite permanente do Distrito Federal, completa um ano de funcionamento. Nesse período, foram prestados mais de 63 mil acolhimentos de pessoas em situação de rua ou em situação de desabrigo temporário. Gerenciado pela Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), o serviço funciona das 19h às 7h, com a oferta de duas refeições diárias (jantar e café da manhã), local para fazer higiene pessoal, guardar os pertences e dormir em camas com lençóis e cobertores limpos. O Hotel Social do Saan também conta com um local específico para abrigar animais de estimação dos acolhidos durante a noite. A medida reconhece o vínculo afetivo entre as pessoas e seus animais e supera uma das principais barreiras de acesso ao acolhimento. Em solenidade para marcar o primeiro ano do serviço, na quarta-feira (22), a secretária de Desenvolvimento Social, Giselle Ferreira, destacou a importância do serviço para garantir dignidade às pessoas em situação de rua no DF. “Um ano de acolhimento. O poder de nada serve, se não for para servir. Completar um ano com mais de 63 mil acolhimentos demonstra que o Hotel Social se consolidou como uma política pública importante para a proteção das pessoas em situação de rua. Nosso compromisso é oferecer um atendimento humanizado, integrado à rede socioassistencial”, comemorou. O Hotel Social faz parte do Serviço de Acolhimento para Adultos e Famílias, na modalidade pernoite, que atende pessoas que necessitam de proteção imediata | Foto: Divulgação/Sedes-DF O Hotel Social atende até 200 pessoas todas as noites, incluindo finais de semana e feriados. No local, os acolhidos têm acesso a orientações e encaminhamentos para a rede de assistência social e demais políticas públicas de outras áreas, como saúde, educação e trabalho. Juliana Alves, presidente do Instituto Mãos Solidárias, organização da sociedade civil (OSC) que executa o serviço de acolhimento de pernoite no Hotel Social do Saan em parceria com a Sedes, ressalta que a criação do acolhimento aumenta o acesso direto desse público às políticas públicas. “Executar uma política pública não é apenas cumprir metas. É fazer com que direitos previstos no papel cheguem verdadeiramente à vida das pessoas por meio de acolhimento, alimentação, segurança e respeito. Queremos continuar aperfeiçoando o serviço e garantindo que o Hotel Social seja reconhecido não apenas pela quantidade de pessoas que acolhe, mas pela dignidade com que cada pessoa é acolhida”, reforça. Hotel Social O Hotel Social faz parte do Serviço de Acolhimento para Adultos e Famílias, na modalidade pernoite, que atende pessoas que necessitam de proteção imediata, mas que não demandam ou não desejam acolhimento de longa permanência. Nesse caso, o foco é o público em situação de rua. No Saan, o serviço é executado pelo Instituto Mãos Solidárias. No Hotel Social de Taguatinga, inaugurado no início do ano, o acolhimento é realizado pela OSC Coletivo da Cidade. O acolhimento de pernoite foi criado em resposta a uma demanda histórica do Movimento Nacional da População em Situação de Rua e de entidades da rede de proteção social. O serviço adota o modelo de livre acesso, sem necessidade de regulação prévia de vagas, reduz barreiras de acesso aos serviços de acolhimento e amplia a capacidade de resposta do Sistema Único de Assistência Social (Suas). *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF)
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Sedes-DF aprimora atendimento à população em situação de rua com novo modelo de gestão nos centros Pop
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. A Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) reuniu nesta quarta-feira (22) as equipes de duas unidades do Centro de Referência Especializado para População em Situação de Rua (Centro Pop) do Distrito Federal para apresentar o Projeto Mapeamento de Processos de Trabalho dos centros Pop. A iniciativa é resultado de um processo desenvolvido ao longo de 2025 e 2026, período em que as equipes realizaram reuniões sistemáticas para revisar, padronizar e definir os fluxos de trabalho das unidades para qualificar e aprimorar a oferta dos serviços prestados à população em situação de rua. A implementação do Mapeamento de Processos é conduzida por meio de reuniões semanais com as equipes dos centros Pop, promovendo o alinhamento das práticas, a padronização dos procedimentos e o aperfeiçoamento contínuo dos processos de trabalho. “Queremos melhorar os processos de trabalho das unidades, saber os caminhos que a gente precisa para ofertar o serviço, quais são os serviços que a gente deve ofertar, o que o servidor deve empregar de esforços para operacionalizar o Centro Pop. Então, o que a gente faz de acompanhamento ao usuário, o que é esse acompanhamento, como é a acolhida desse usuário na unidade, como é, por exemplo, que vai ser organizado o banho, a alimentação, a guarda de pertences, o atendimento de recepção. Nós estruturamos os processos de trabalho de gestão da unidade que viabiliza a operacionalização do serviço”, explica o diretor de Atenção à População em Situação de Rua da Sedes, Guilherme Pereira. A partir desse mapeamento, estão sendo implementadas, por exemplo, mudanças na recepção, que é a forma de entrada no Centro Pop. A ideia é que seja realizada por um sistema de identificação por carteirinha, além da reorganização das equipes em núcleo de gestão de demandas, equipe de acolhida e equipe de acompanhamento. “Com isso, a recepção poderá agilizar os atendimentos e gerar menos espera”, pontua. A partir de um mapeamento, estão sendo implementadas, por exemplo, mudanças na recepção, que é a forma de entrada no Centro Pop | Foto: Divulgação/Sedes-DF Cerca de 30 pessoas participaram do encontro, realizado no espaço Sedes Colab, na 515 sul. Na ocasião, as equipes dos centros Pop Taguatinga e Brasília receberam dois tabletes para fazer os atendimentos. “O Centro Pop tem um espaço físico muito grande. O tablet vai permitir, por exemplo, que eu faça consultas fora da mesa de recepção. Também vamos utilizar o tablet, principalmente, para identificar as pessoas. O equipamento vai ler códigos de barra da carteirinha de identificação para registrar qual é o serviço que essa pessoa está acessando ali na unidade, o dispositivo vai permitir contar as pessoas que utilizam os nossos serviços”, detalha o diretor. "Nosso compromisso é oferecer serviços cada vez mais qualificados à população em situação de rua. Ao investir na organização dos processos de trabalho e no fortalecimento das equipes, criamos condições para um atendimento mais ágil, integrado e acolhedor, beneficiando tanto os usuários quanto os servidores que atuam diariamente nos centros Pop”, destaca a secretária de Desenvolvimento Social, Giselle Ferreira. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF)
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GDF na Sua Porta leva serviços de assistência social a São Sebastião
A Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) está presente no GDF na Sua Porta em São Sebastião, que começou nesta terça-feira (30). O programa itinerante do Governo do Distrito Federal (GDF) reúne serviços de várias secretarias em um só lugar e vai funcionar diariamente das 9h às 16h até sexta-feira (3/7), na praça da Administração Regional de São Sebastião, na Avenida Comercial. Durante toda esta semana, a população local será atendida por ordem de chegada no posto do Centro de Referência de Assistência Social (Cras) Móvel, com atendimento organizado por meio da distribuição de senhas. A pasta oferece orientação e atendimento sobre o Cartão Prato Cheio, Bolsa Família, benefícios eventuais (auxílios natalidade, por morte ou vulnerabilidade), Carteira do Idoso, Tarifa Social de Energia, Benefício de Prestação Continuada (BPC), solicitação de isenção de taxa para emissão de segunda via da Carteira de Identidade, além do agendamento para atualização do Cadastro Único. A população que já participa dos programas e serviços socioassistenciais poderá também tirar dúvidas, fazer agendamentos e solicitar abertura de prontuários. Durante toda esta semana, a população local será atendida por ordem de chegada no posto do Centro de Referência de Assistência Social (Cras) Móvel, com atendimento organizado por meio da distribuição de senhas | Foto: Lúcio Bernardo Jr/ Agência Brasília O programa GDF na Sua Porta disponibiliza serviços públicos itinerantes voltados para a área da saúde, cadastro social, serviços do Na Hora, Defensoria Pública, delegacia móvel e outras ações essenciais. Por meio dessa iniciativa, diversos gabinetes móveis permanecem por alguns dias em diferentes regiões administrativas visitadas, atendendo às demandas levantadas pela comunidade. “A Sedes esteve presente em todas as nove edições do GDF na Sua Porta, realizando mais de 3,1 mil atendimentos. Essa iniciativa fortalece o acesso da população aos serviços públicos ao reunir, em um só local, diferentes políticas e órgãos do Governo do Distrito Federal. Nesta semana, estamos em São Sebastião, oferecendo um atendimento qualificado, humanizado e acolhedor às famílias da região”, destaca a secretária de Desenvolvimento Social, Giselle Ferreira. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF)
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Edição do GDF na Sua Porta no Plano Piloto terá ação social
A Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) está presente no GDF na Sua Porta no Plano Piloto com ações de acolhimento a partir desta segunda-feira (22). As equipes da Unidade de Proteção Social (UPS 24 horas) vão abordar e prestar os atendimentos a pessoas em situação de rua que tenham interesse em serem encaminhadas para o acolhimento institucional. Ao longo da semana, junto com outros órgãos do Governo do Distrito Federal (GDF), a equipe da Sedes-DF vai atuar em pontos distintos de concentração de população em situação de rua, já previamente mapeados, como na Torre de TV e Eixo Cultural Ibero-americano, Asa Norte, entre outros. A ação envolve, além da Sedes, as secretarias de Governo (Segov), de Proteção da Ordem Urbanística (DF Legal), o Serviço de Limpeza Urbana (SLU), a Novacap, a Terracap e a Administração Regional do Plano Piloto. Após todo o atendimento, a DF Legal fará o desmonte das estruturas das pessoas em situação de rua e o transporte dos pertences ao local regular indicado pelo ocupante. “A atuação integrada dos órgãos do Governo do Distrito Federal fortalece o atendimento à população em situação de rua e amplia as possibilidades de inclusão social. A assistência social está presente para ofertar acolhimento e acompanhamento, buscando construir alternativas que contribuam para a superação das situações de vulnerabilidade”, destaca a secretária de Desenvolvimento Social, Giselle Ferreira. A UPS 24 horas é responsável por executar, de forma continuada e ininterrupta, atendimento a famílias e indivíduos em situação de vulnerabilidade e risco pessoal e social, em situações emergenciais e de calamidade pública, por exemplo. Compete à UPS 24 horas atuar de forma preventiva e protetiva. A equipe também presta informações à população em relação às formas de acesso aos serviços, projetos e programas executados pela política de assistência social do Distrito Federal. No caso das ações de acolhimento, as famílias que vivem nas ruas serão levadas para a Central de Vagas, que vai direcionar para uma unidade de acolhimento adequada. *Com informações da Sedes-DF
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Com rede ampliada pelo GDF, unidades do Cras atenderam 205,3 mil famílias em 2025
A rede pública de assistência social do Distrito Federal atendeu 205.337 famílias nos Centros de Referência de Assistência Social (Cras) em 2025, segundo a Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF). O dado integra o balanço de uma estrutura que hoje conta com 32 unidades em funcionamento e reforçou a presença dos serviços em regiões como Sol Nascente, Recanto das Emas, Porto Rico e Itapoã Parque. Desde 2019, a rede recebeu unidades no Sol Nascente, Recanto das Emas II, Porto Rico e Itapoã Parque, além do Cras Móvel, criado para levar atendimento a áreas rurais, assentamentos e localidades de difícil acesso. Esses novos equipamentos atenderam diretamente 30.369 famílias. Considerando toda a rede, foram 214.182 pessoas atendidas, média mensal de aproximadamente 17,8 mil usuários. Para a secretária de Desenvolvimento Social, Giselle Ferreira, o reforço da estrutura responde ao aumento da procura por proteção social, em um cenário que ainda reflete os efeitos econômicos e sociais da pandemia. “A pandemia e a recessão econômica que veio na esteira dela causaram impactos muito severos que ainda vão perdurar por muito tempo nos mais vulneráveis, não só no DF, mas no Brasil inteiro e no mundo também. Nesse sentido, a Sedes-DF inaugurou novas unidades justamente para ampliar o atendimento e suprir as demandas das famílias que mais precisam de serviços socioassistenciais e benefícios. E este é um compromisso da governadora Celina Leão, o de seguir abrindo novos Cras, Creas e Cecons nas localidades que mais precisam de proteção social”, afirma. A rede pública de assistência social do Distrito Federal atendeu 205.337 famílias nos Centros de Referência de Assistência Social (Cras) em 2025, segundo a Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) | Fotos: Arquivo/Agência Brasília Atendimento ampliado A ampliação da estrutura ocorre em um período de crescimento acelerado dos atendimentos. Em 2017, os Cras do DF registraram 58.871 atendimentos pelo Serviço de Proteção e Atendimento Integral à Família (Paif). Em 2025, foram 472.629, cerca de oito vezes mais. Os atendimentos particularizados também cresceram, segundo a Sedes: passaram de 120.363, em 2019, para 472.629, em 2025. No intervalo, foram 169.249 atendimentos em 2020, 284.089 em 2021, 407.072 em 2022, 305.250 em 2023 e 333.899 em 2024. Segundo a Sedes, o crescimento dos atendimentos está associado a fatores como desemprego, insegurança alimentar, perda de renda e necessidade de orientação sobre serviços socioassistenciais. As demandas mais frequentes envolvem o Programa Prato Cheio, o Bolsa Família e benefícios eventuais. Porta de entrada O Cras é a porta de entrada da assistência social. É na unidade que famílias em situação de vulnerabilidade recebem orientação sobre benefícios, atualização do Cadastro Único, encaminhamentos para outros serviços públicos e acompanhamento pelo Paif. No Itapoã Parque, o Cras inaugurado em 2024 ajuda a organizar a chegada de milhares de famílias a um bairro ainda em consolidação. A unidade foi a primeira do bairro e a segunda da região administrativa, com capacidade para atender 5 mil famílias em situação de vulnerabilidade social. Agente social há 17 anos, Rodrigo Menezes trabalha na unidade desde a inauguração. Ele conta que o Cras aproximou o atendimento das famílias que chegaram ao Itapoã Parque vindas de outras regiões e também abriu as portas da assistência social para moradores que nunca tinham buscado esse tipo de serviço. “Muitas famílias nunca tinham pisado em um Cras. Chegam para pedir uma informação, perguntar sobre o Prato Cheio, sobre o Cadastro Único, e ali a gente faz uma escuta para entender qual é a necessidade daquela família”, explica. “Tem gente que acha que, por não ter direito ao Bolsa Família, não se enquadra em nenhum programa local. Muitas vezes, depois da orientação, a família percebe que pode acessar algum benefício ou serviço”, explica o servidor. Segundo a Sedes, o crescimento dos atendimentos está associado a fatores como desemprego, insegurança alimentar, perda de renda e necessidade de orientação sobre serviços socioassistenciais Segundo Rodrigo, o primeiro atendimento começa na recepção, com a abertura ou atualização do prontuário da família. A partir daí, o usuário recebe orientação sobre Cadastro Único, benefícios sociais e programas do GDF. Quando há necessidade, o caso segue para especialistas, como assistentes sociais e psicólogos. “A assistência social não é só para quem está na miséria. É para quem precisa dela e se enquadra nos critérios. Uma família pode estar estável hoje e, por desemprego ou pela perda de renda, precisar de apoio depois. Por isso, ter um Cras perto de casa faz diferença”, observa. Recomeço Foi esse apoio que ajudou o nigeriano José (nome fictício), que veio ao Brasil em 2019 para fazer doutorado em química na Universidade de Brasília (UnB). Casado, ele viu a trajetória acadêmica e familiar ser afetada pela pandemia, pela interrupção das atividades presenciais e pelo fim da bolsa durante parte da formação. Depois de concluir o doutorado, em 2024, passou por um período de instabilidade até buscar apoio no Cras. “Entrei em contato com o Cras e, por lá, consegui entrar no Prato Cheio e receber auxílio vulnerabilidade. O Cras me ajudou bastante, principalmente para comprar coisas para a minha casa. Além disso, já recebemos cesta básica. Essas ajudas fizeram muita diferença para a minha família”, conta. Para José, o atendimento social funciona como uma ponte para que a família volte a se organizar. “A ajuda social é muito boa para quem está em situação de vulnerabilidade. Ela ajuda a pessoa a sair dessa situação e voltar à normalidade financeira. É isso que busco agora. Dependendo da situação da família, pode ajudar muito. Isso pode fazer parte do recomeço”, diz. Cadastro Único A expansão dos Cras acompanha o crescimento do Cadastro Único no DF. Em dezembro de 2019, havia 170.094 famílias cadastradas. Em abril de 2026, esse número chegou a 429.881, aumento superior a 150%. Desse total, 281.142 famílias tinham renda per capita de até meio salário mínimo, segundo dados da Sedes. A procura relacionada ao Bolsa Família também segue alta. Entre junho de 2025 e maio de 2026, foram registrados 121.255 procedimentos ligados ao programa, incluindo atualizações cadastrais e novas inclusões. Além das unidades fixas, o Cras Móvel amplia o acesso aos serviços em regiões rurais, assentamentos e áreas com baixa densidade populacional. A estrutura oferece orientações sobre direitos, atualização do Cadastro Único, acesso ao Programa Prato Cheio, benefícios eventuais e encaminhamentos para outras políticas públicas. De acordo com a Sedes, novas unidades estão previstas para este ano: Cras Pôr do Sol, Cras Ceilândia QNN 12 e Cras Ceilândia Norte EQNO 12/14.
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Caminhada mobiliza São Sebastião no combate à violência sexual contra crianças e adolescentes
Em alusão ao Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, celebrado em 18 de maio, unidades sociassistenciais da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) em São Sebastião organizaram, na sexta-feira (22), uma grande caminhada para conscientizar a população sobre a importância de denunciar os abusos. Cerca de 750 pessoas participaram da mobilização, entre estudantes de escolas públicas e particulares da região, servidores do Governo do Distrito Federal (GDF) e trabalhadores de organizações da sociedade civil e instituições parceiras. Ao longo de um percurso de cerca de três quilômetros, saindo da Administração Regional de São Sebastião até a sede do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) na região, eles caminharam com cartazes em mãos e materiais reforçando a urgência de combater a violência sexual contra crianças e adolescentes, reconhecer os sinais e divulgar canais de denúncia como o Disque 100. “Esse tipo de ação colabora muito na prevenção, porque a gente mobiliza todo o território, a rede que atende essas famílias, as crianças, as escolas. Então, as crianças sabem o que estamos falando e elas sabem, por exemplo, que vão ter no Cras, no Creas, no Conselho Tutelar, nas escolas, na saúde, pessoas que vão estar prontas para acolhê-las, escutá-las, e poder ajudar nesses momentos”, ressalta a gerente do Creas São Sebastião, Priscila Carvalho. “O Creas e Cecon de São Sebastião recebem muitos casos desse tipo. Em relação ao Cras, todo ano promovemos essa caminhada, entregamos materiais informativos para as escolas, para as unidades básicas de saúde, instituições do serviço de convivência e fazemos oficinas sobre o tema nas entidades voltadas para crianças e adolescentes. O nosso trabalho de prevenção é nesse sentido, com a campanha e as oficinas ao longo do ano”, explica a gerente do Cras São Sebastião, Nara Priscila Gomes Nogueira Santos. Cerca de 750 pessoas participaram da mobilização, entre estudantes de escolas públicas e particulares da região, servidores do (GDF) e trabalhadores de organizações da sociedade civil e instituições parceiras| Foto: Divulgação/Sedes-DF Além do Centro de Referência de Assistência Social (Cras) e de Referência Especializado de Assistência Social (Creas), do Centro de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (Cecon), a caminhada foi promovida com apoio de entidades parcerias da Sedes e do GDF, cáritas, conselho tutelar, administração regional, centro olímpico, Corpo de Bombeiros do DF, Polícia Militar do DF, as escolas públicas Dom Bosco, CEF Jardins Mangueiral e Centro Educacional Zumbi dos Palmares e o Instituto Master. "Essa caminhada serve para a gente chamar atenção para os canais de denúncia. Esse momento também é importante para alertar os pais, porque eles são os principais responsáveis por cuidar dos seus filhos, às vezes, eles ficam caladinhos, mudam o comportamento, as vestimentas, não querem conversar nem com os colegas então, às vezes, podem estar passando por uma situação de abuso. A gente sabe que a maioria dos agressores vive dentro da casa ou então próximos dessas crianças. Então, esse momento é primordial para chamar a atenção dos familiares, da comunidade e, principalmente, das crianças e adolescentes para que eles reconheçam o seu direito de voz diante da comunidade”, reitera a pedagoga Denise Soares, da Associação Comunitária de São Sebastião, organização da sociedade civil parceira que levou crianças e adolescentes para participar da ação. Caminhada A caminhada em alusão ao Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes já é tradicional na Sedes e faz parte do cronograma anual de atividades das unidades socioassistenciais, que se mobilizam com as redes locais para fazer caminhadas e campanhas educativas. Na segunda-feira (18), por exemplo, as unidades da região de Planaltina promoveram uma caminhada para reforçar a prevenção. Na quarta-feira (20), foi a vez do Cras Varjão. Neste sábado (23), o Creas Ceilândia tem uma manhã de atividades lúdicas voltadas para crianças e adolescentes. Na próxima quarta-feira (27), o Creas Recanto das Emas vai promover um seminário para discutir o tema. No dia 10 de junho, as unidades do Núcleo Bandeirante vão fazer uma caminhada, e no dia 30 de junho terá ação promovida pelas unidades de Sobradinho. “Mobilizações como essas são fundamentais para dar visibilidade ao tema, fortalecer a prevenção e conscientizar a população sobre a importância da denúncia. O enfrentamento ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolescentes é uma prioridade para a Sedes-DF. Por isso, nossas unidades socioassistenciais realizam ações permanentes ao longo do ano, em articulação com escolas, órgãos públicos, entidades parceiras e toda a rede de proteção. Precisamos falar sobre esse assunto e envolver toda a sociedade nessa responsabilidade coletiva de proteger nossas crianças e adolescentes”, finaliza a subsecretária de Assistência Social da Sedes, Rafaella da Câmara. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF)
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Hotel Social supera 21 mil acolhimentos nos primeiros meses de 2026
Ao longo dos seus 45 anos, Alex Damasceno já viveu em diversas cidades do Brasil e do mundo. A mais recente foi Aracaju (SE), de onde saiu após enfrentar problemas financeiros. “Pensei: ‘A única oportunidade que eu tenho é ir para Brasília, que é um centro econômico, um centro de oportunidades, tentar fazer a vida’”, lembra. Na capital federal, porém, ele voltou a ficar sem dinheiro. Foi então que encontrou um lugar que lhe abriu as portas: o Hotel Social, equipamento da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) que oferece pernoite gratuito a pessoas em situação de vulnerabilidade. “Realmente o equipamento funciona, ele te dá a oportunidade de você pensar, de criar uma estratégia e ver como você vai sair, o que você vai fazer daqui para a frente. Eu digo que é um trampolim para quem chega desorientado, chega descapitalizado, chega perdido, da forma que seja. Ninguém vai te tratar diferente conforme você chegou, de onde você veio. Vai ser atendido como todo mundo, tratado com dignidade e com respeito. E depois a equipe técnica vai te abordar para ver o que eles também podem fazer para te ajudar de alguma forma a sair dessa situação e se reencontrar, se recolocar no âmbito social, de ter um trabalho, um lugar para morar. O que ele te proporciona é exatamente isso: um respiro digno para você recomeçar”, conta Alex, que hoje conseguiu um emprego e já não dorme mais no local. Alex Damasceno já foi acolhido pelo Hotel Social: "Realmente o equipamento funciona, ele te dá a oportunidade de você pensar, de criar uma estratégia e ver como você vai sair, o que você vai fazer daqui para a frente" | Fotos: Matheus Borges/Agência Brasília A história dele não é única. Apenas nos quatro primeiros meses deste ano, o Hotel Social registrou 21 mil acolhimentos. Desde a criação, em julho do ano passado, o total de atendimentos já supera os 50 mil. O espaço funciona diariamente, das 19h às 8h, para que até 200 pessoas em situação de vulnerabilidade possam passar a noite. Além de cama e cobertor para dormir, os acolhidos têm direito a banho quente e duas refeições — jantar e café da manhã. O equipamento ainda é um dos únicos do país a aceitar animais de estimação, contando com um espaço reservado para eles. “Quem está em situação de rua também quer um lugar bom para dormir, com segurança, tranquilidade, sem tanto barulho, sem tanta perturbação. Quer um lugar para poder se alimentar e dormir, e para ter dignidade. Essas pessoas precisam desse serviço pela dignidade que ele oferece”, aponta Daura Meneses, diretora dos Serviços de Acolhimento da Sedes, que também destaca outras ações promovidas pelo Governo do Distrito Federal (GDF) voltadas à população em situação de rua. “O Distrito Federal tem se destacado por meio do Plano Distrital para a População em Situação de Rua, uma iniciativa que realmente é de extrema importância.” O local é gerido pelo Instituto Mãos Solidárias, organização contratada por meio de licitação. De acordo com a presidente da entidade, Juliana Alves, desde a abertura do Hotel Social, 105 pessoas acolhidas no equipamento foram reinseridas no mercado de trabalho. “Nós temos uma equipe técnica, psicólogos, assistentes sociais, que fazem esse encaminhamento, tanto para empregos quanto para outros estados, no caso daqueles que vieram de fora e desejam voltar. Para nós, é gratificante. Esse é o intuito do instituto: acolher e dar oportunidade”, pontua. Grato por ser uma dessas pessoas, Alex Damasceno agora dá um conselho para quem enfrenta a mesma situação que ele viveu. “Se você precisar de um espaço, de dignidade, de respeito, de se sentir querido de alguma forma, venha para cá. Eu não precisei ficar na rua, mas ouvi relatos de pessoas aqui de que a rua não é um lugar muito bom. Então, se você está passando por alguma necessidade, procure o equipamento, que eles vão te orientar e, com certeza, vai haver uma condição para você poder se hospedar enquanto procura uma reorganização da vida.” O Hotel Social funciona diariamente, das 19h às 8h, para que até 200 pessoas em situação de vulnerabilidade possam passar a noite, com direito a cama, cobertor, banho quente e duas refeições Política distrital O Distrito Federal foi a primeira unidade da Federação a apresentar um plano de política pública após a suspensão das ações de abordagem à população em situação de rua pelo Supremo Tribunal Federal (STF). As ações de acolhimento começaram a ser implementadas após uma fase de testes em maio de 2024, quando o GDF realizou visitas na Asa Sul e em Taguatinga, atendendo cerca de 50 pessoas com assistência social e oferta de serviços públicos. Em 27 de maio de 2024, o GDF oficializou o Plano de Ação para a Efetivação da Política Distrital para a População em Situação de Rua. Desde então, ocorrem ações semanais em diversos pontos do Distrito Federal. Os órgãos do governo já passaram por regiões como Plano Piloto, Vila Planalto, Taguatinga Norte e Sul, Ceilândia, Águas Claras e Arniqueira. Em julho de 2025, a governadora Celina Leão, então em exercício, assinou decreto que criou o programa Acolhe DF. A iniciativa propõe busca ativa e oferta de tratamento a pessoas em situação de rua com dependência de drogas ilícitas, álcool e tabaco, criando uma linha de atendimento específica e ampliando as ações já existentes do GDF voltadas a esse público.
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Inscrições abertas para encontro que revisa metas da segurança alimentar no DF
Estão abertas as inscrições para o encontro da 6ª Conferência Distrital de Segurança Alimentar e Nutricional +2 anos. Com o tema “Erradicar a fome e garantir direitos com comida de verdade, democracia e equidade”, o evento tem como objetivo debater a atualização das metas e diretrizes do IV Plano Distrital de Segurança Alimentar e Nutricional, que completa dois anos. O encontro será no dia 7 de maio, no auditório do Sedes Colab, na 515 Norte, das 8h às 18h. As inscrições podem ser feitas mediante preenchimento de formulário eletrônico. As propostas que serviram de base para a elaboração do IV Plano foram discutidas e aprovadas na última conferência distrital, em 2023, com a participação de diversos segmentos da sociedade civil. As propostas recebidas na 6ª Conferência Distrital de Segurança Alimentar e Nutricional, realizada em 2023, serão revistas em encontro no dia 7 de maio | Foto: Divulgação/Sedes-DF “A ideia é rever essas propostas e trazer essas metas para a nossa realidade atual. Muitas coisas mudam com o passar dos anos, é importante ter esse momento de olhar para trás, avaliar o que já foi feito e o que pode ser aprimorado”, destaca a secretária de Desenvolvimento Social interina, Jackeline Canhedo. A organização do encontro cabe ao Conselho de Segurança Alimentar e Nutricional do Distrito Federal (Consea-DF), vinculado à Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF). A estratégia segue orientação do Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea). [LEIA_TAMBEM]O Consea-DF é composto por dois terços de representantes da sociedade civil e um terço de representantes governamentais. A presidência é exercida por um representante da sociedade civil, indicado entre os membros e designado pelo governador do DF. O conselho tem caráter consultivo e integra o Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Sisan), responsável pela gestão intersetorial de políticas públicas e pela articulação entre as três esferas de governo (federal, estadual e municipal), com participação social, para a implementação e execução das políticas de segurança alimentar e nutricional. “O trabalho realizado pelo conselho é muito importante para que o DF avance na garantia de alimentação para a população. Precisamos da colaboração de todos. A Sedes precisa ouvir a população para, juntos, construirmos políticas públicas de segurança alimentar e nutricional que superem os desafios e atinjam os objetivos, adequadas à realidade”, explica Jackeline Canhedo. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF)
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Edital seleciona entidade para operar postos do Cadastro Único no DF
A Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) publicou nesta semana, no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF), o Edital de Chamamento Público nº 02/2026 para contratar a organização da sociedade civil (OSC) parceira que ficará responsável pela instalação e manutenção dos 13 postos fixos de atendimento do Cadastro Único no Distrito Federal. O edital garante a continuidade do serviço, atualmente executado pela OSC Mãos Solidárias. Responsável pela gestão do sistema do governo federal no DF, a Sedes mapeou as regiões administrativas com maior número de famílias cadastradas para que os postos de atendimento fiquem nessas localidades, mais próximos dos beneficiários. O envio das propostas e da documentação deve ser realizado pela internet, até o dia 22 de maio, pela Plataforma Eletrônica Parcerias GDF MROSC. Edital vai selecionar organização da sociedade civil que ficará responsável pela instalação e manutenção dos 13 postos fixos de atendimento do Cadastro Único no DF | Foto: Divulgação/Sedes-DF “Os postos exclusivos para atendimento do Cadastro Único foram implementados há quatro anos para atender a uma demanda reprimida e agilizar novas inscrições e a atualização dos dados cadastrais. Com a finalização deste contrato, é necessária a abertura de uma nova licitação para manter o serviço e garantir que as famílias de baixa renda não percam os benefícios, já que o cadastro deve ser atualizado a cada dois anos”, explica a secretária de Desenvolvimento Social interina, Jackeline Canhedo. O Termo de Colaboração a ser assinado prevê investimento total de R$ 24,5 milhões para contratação e execução do serviço pela OSC parceira. A previsão inicial é de que, até o fim de junho, as propostas sejam avaliadas. Parceria O Cadastro Único para programas sociais identifica e caracteriza as famílias de baixa renda residentes em todo o território nacional. Ele permite que o governo conheça melhor a realidade dessa população ao registrar informações como endereço, características do domicílio, composição familiar, identificação de cada pessoa, deficiência, escolaridade e situação de trabalho e renda, entre outras. [LEIA_TAMBEM]É o principal instrumento do Estado brasileiro para a seleção e inclusão de famílias de baixa renda em programas federais, sendo utilizado para a concessão de benefícios como Bolsa Família, Pé-de-Meia, Tarifa Social de Energia Elétrica, Programa Gás do Povo e Minha Casa Minha Vida, entre outros. O Cadastro Único também serve como critério para a seleção de beneficiários de programas distritais, como o DF Social. “No DF, a decisão de instalar postos exclusivos para atendimento do Cadastro Único também foi fundamental para desafogar a fila nos centros de referência de assistência social [Cras], direcionando as entrevistas para atualização e novas inscrições para a OSC parceira e abrindo espaço para outras demandas socioassistenciais”, destaca Jackeline Canhedo. Os atendimentos são realizados somente mediante agendamento pelo telefone 156, pelo site da Sedes-DF ou por encaminhamento de unidades socioassistenciais. Pelo edital, os postos de atendimento deverão ser implementados em endereços e áreas de abrangência já pré-estabelecidas, assegurando a confidencialidade e a privacidade das famílias atendidas, bem como a acessibilidade às pessoas com deficiência. Durante os atendimentos, os entrevistadores também deverão fazer consultas aos sistemas Sistema de Benefícios ao Cidadão (Sibec), Sistema de Gestão do Programa Bolsa Família (SigPBF) e Sistema de Condicionalidades do Programa Bolsa Família (Sicon), além de orientar quanto ao acesso à rede de serviços públicos quando for verificada situação de vulnerabilidade social e/ou de insegurança alimentar. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF)
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Restaurantes comunitários comemoram os 66 anos de Brasília com cardápio especial nesta quinta-feira (23)
Os 18 restaurantes comunitários em funcionamento no Distrito Federal servirão, nesta quinta-feira (23), um cardápio especial em comemoração ao aniversário de Brasília. A Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), responsável pelas unidades, destaca também a realização da ação de educação alimentar e nutricional (EAN) no dia, evidenciando Brasília como uma região diversa em pessoas, culturas e alimentos. A proposta é oferecer uma refeição saborosa e diferente aos frequentadores que fazem parte da história da cidade. O prato principal será frango assado ao molho de açafrão, arroz biro-biro (com batata palha e bacon), feijão preto ou carioca, farofa de quiabo e salada tropical. Para completar a refeição, será servido curau com canela de sobremesa e suco de uva como bebida. “O cardápio foi pensado com base em preparações típicas associadas à cultura de Brasília, que refletem a diversidade e influências de diferentes estados. Pratos como frango ao molho com quiabo e o curau com canela remetem a essa identidade cultural nesta data comemorativa”, explica a nutricionista da Sedes, Juliana Almeida. A proposta é oferecer uma refeição saborosa e diferente aos frequentadores que fazem parte da história da cidade | Foto: Divulgação/Sedes-DF A ação de EAN terá como tema as feiras territoriais de Brasília que fazem parte da cultura local. A ação busca valorizar os agricultores familiares do DF e incentivar o consumo de alimentos naturais e saudáveis, que podem ser adquiridos nas feiras. Os restaurantes terão murais informativos com banners e os usuários que participarem levarão um brinde simbólico. A secretária-adjunta de Desenvolvimento Social, Jackeline Canhedo, destaca a ideia de trazer um cardápio especial de acordo com as datas festivas e culturais da cidade. “Estamos sempre trazendo cardápios que conversem com os hábitos e culturas locais. Recentemente, tivemos um cardápio com peixe na Sexta-feira Santa. Agora, com este cardápio especial, pretendemos celebrar o aniversário de Brasília homenageando nossa diversidade gastronômica e dos povos que formam nossa cidade”, destacou a gestora. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal (Sedes-DF)
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Novos beneficiários do DF Social têm até o dia 23 para abrir conta no BRB
A Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) selecionou 957 novas famílias beneficiárias do programa DF Social para abrirem conta no Banco de Brasília (BRB) e terem acesso ao auxílio mensal de R$ 150. Para garantir o recebimento do próximo pagamento, é necessário que o cidadão tenha a conta social — que não se trata de uma conta bancária comum — aberta até as 18h do dia 23. Aqueles que não abrirem a conta no prazo estabelecido terão de aguardar nova contemplação. A abertura da conta social deve ser feita pelo aplicativo BRB Mobile, seguindo o passo a passo indicado na plataforma. O DF Social é um programa de transferência de renda que concede R$ 150 mensais a famílias de baixa renda residentes no Distrito Federal | Foto: Divulgação/Sedes-DF Para saber se foi contemplado, o cidadão deve consultar o site GDF Social e confirmar se está entre os beneficiários. No portal, em Consulta DF Social, é necessário informar CPF e data de nascimento do responsável familiar, conforme declarado no Cadastro Único. Após esse procedimento, aparece uma mensagem na tela informando se a pessoa está ou não na lista de contemplados. “O DF Social é um benefício que complementa a renda da família, pagando uma conta, fazendo um pix, resolvendo situações do dia a dia. Junto com o Cartão Prato Cheio e o Cartão Gás, eles reduzem os impactos no orçamento das famílias que mais precisam”, afirmou a secretária de Desenvolvimento Social interina, Jackeline Canhedo. [LEIA_TAMBEM]O DF Social é o programa de transferência de renda do Governo do Distrito Federal (GDF) que concede R$ 150 mensais a famílias de baixa renda residentes no Distrito Federal. Têm direito ao benefício os grupos com renda per capita de até meio salário mínimo inscritos no Cadastro Único, entre outros critérios. A contemplação é feita por meio de seleção automática, com base no cruzamento de dados do programa com o Cadastro Único. O crédito é depositado pelo BRB sempre no primeiro dia útil de cada mês, a partir das 18h. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF)
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Encontro discute uso de tecnologia e inteligência artificial no gerenciamento de projetos no setor público
A Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), em parceria com o Project Management Institute do Distrito Federal (PMI-DF) — instituição mundial voltada aos profissionais de gerenciamento de projetos — promove, nesta quinta-feira (9), das 14h às 17h, o evento Café com Projetos. Aberta ao público, a iniciativa vai discutir e trocar experiências sobre gerenciamento de projetos entre órgãos do setor público. Para participar, é necessário retirar o ingresso online. Profissionais da Sedes-DF e do PMI abordarão práticas eficazes, ferramentas tecnológicas e o uso de inteligência artificial (IA) no planejamento, monitoramento e execução de projetos. O objetivo é aumentar a eficácia das políticas públicas e fortalecer a capacidade das instituições para implementar iniciativas estratégicas. Os participantes poderão obter uma certificação do evento mediante pagamento de taxa. Serviço Café com Projetos | PMI-DF e SedesS-DF - Gestão de Projetos na Prática + Tecnologia & IA ⇒ Local: Auditório do Sedes Colab — SEPN Comércio Residencial Norte 515 - Asa Norte ⇒ Data: quinta (9), das 14h às 17h30. ⇒ Programação: → 14h às 14h50: Boas-vindas, networking e coffee-break; → 14h50 às 15h20: abertura - representante da Sedes e do PMI-DF; → 15h20 às 16h10: palestra - Gestão de Projetos na Prática; → 16h10 às 17h10: painel - Tecnologia e IA na Gestão de Projetos; → 17h10 às 17h20: sorteio e encerramento. Haverá certificado de participação. *Com informações da Sedes-DF
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Liberados R$ 42 milhões para pagamento do Cartão Gás, DF Social e Prato Cheio
A Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal (Sedes-DF) liberou, nesta quarta-feira (1º), R$ 42,1 milhões para o pagamento do Cartão Gás, DF Social e Prato Cheio. A maior parte desse montante, R$ 24,6 milhões, foi destinada ao programa Cartão Prato Cheio, que teve 6.023 novos contemplados neste mês. A iniciativa concede crédito de R$ 250, pago em ciclo de 18 parcelas, a famílias em situação de insegurança alimentar e nutricional para a compra de alimentos. Para o pagamento do DF Social, o Governo do Distrito Federal (GDF) investiu R$ 10,5 milhões, beneficiando 70 mil famílias. Já o Cartão Gás recebeu investimento de R$ 7 milhões, também atendendo 70 mil famílias. Além disso, 350 famílias foram contempladas para receber o valor de R$ 100 a cada dois meses para a compra de gás liquefeito de petróleo (GLP), o botijão de cozinha. [LEIA_TAMBEM]“Neste mês tivemos mais de seis mil famílias vulneráveis contempladas no Cartão Prato Cheio. Juntamente com o DF Social e o Cartão Gás, o GDF tem combatido a fome e a pobreza, garantindo o mínimo a essas pessoas que tanto precisam”, afirmou a secretária-adjunta de Desenvolvimento Social, Jackeline Canhedo. Consulta A consulta para retirada dos cartões nas agências do Banco de Brasília (BRB) pode ser feita no site do GDF Social. No portal, o cidadão encontra informações sobre a agência onde deve retirar o cartão, realizando a busca pelo nome do titular do benefício, mediante apresentação de documento oficial com foto e CPF. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF)
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Mais de 6 mil famílias são incluídas no Cartão Prato Cheio
A Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) incluiu 6.023 novas famílias no programa Cartão Prato Cheio. Entre os beneficiados estão pessoas que receberão o auxílio pela primeira vez e outras que já participaram de ciclos anteriores e retornaram ao programa. O programa atende 130 mil famílias, garantindo, atualmente, 18 parcelas de R$ 250 para compra de alimentos. Os 2.245 novos cartões destinados aos beneficiários que estão recebendo pela primeira vez o crédito já estão disponíveis nas agências do Banco de Brasília (BRB). Para verificar se foi contemplado e o local para buscar o cartão, basta acessar o site do GDF Social. Já os beneficiários que estão retornando ao programa, estes devem continuar utilizando o mesmo cartão para receber o auxílio. O crédito da parcela está previsto para dia 1º de abril, a partir das 18h. “São seis mil famílias vulneráveis que vão passar a colocar comida na mesa. A segurança alimentar da população sempre foi prioridade deste GDF e o Cartão Prato Cheio contribuiu tanto nesse sentido que fomos premiados com o Selo Betinho de combate à fome”, ressaltou a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. Os 2.245 novos cartões destinados aos beneficiários que estão recebendo pela primeira vez o crédito já estão disponíveis nas agências do Banco de Brasília (BRB) | Foto: Divulgação/Sedes-DF Mensalmente, são 130 mil famílias beneficiadas com crédito de R$ 250 para compra de alimentos. Como já é de conhecimento dos usuários, os novos cartões serão entregues seguindo a ordem alfabética do nome dos beneficiários. A primeira leva dos novos cartões já começou a ser entregue nesta quarta-feira (25) para os beneficiários com nomes que começam com letras entre A e G e vai até sexta-feira (27), conforme cronograma abaixo. Caso o beneficiário não consiga ir na data programada, ele pode se dirigir à agência do BRB indicada no site, em outro dia, e resgatar o cartão. Confira: A - G - 25/3 H - M - 26/3 N - Z - 27/3 *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF)
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Instituto Quadrix será a banca organizadora do concurso para carreira da assistência social do GDF
As próximas edições do Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) vão confirmar a banca organizadora do concurso para a carreira da assistência social do Governo do Distrito Federal (GDF). Antes, porém, a secretária de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), Ana Paula Marra, adiantou que o Instituto Quadrix preencheu todos os requisitos necessários e foi selecionado para promover o certame. O concurso da carreira da assistência social, considerado um dos mais aguardados dos últimos anos, foi autorizado com 1.197 vagas imediatas para níveis médio e superior. Do total, 634 oportunidades são destinadas a cargos de nível superior, com destaque para áreas como serviço social, pedagogia e direito; enquanto o nível médio contempla vagas para técnico administrativo, agente social e cuidador social. Os aprovados poderão atuar nas secretarias de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), da Mulher (SMDF) e de Justiça e Cidadania (Sejus-DF). O próximo passo é elaborar o edital do concurso, que deve ser aplicado em apenas um dia para os cargos de níveis médio e superior | Foto: Divulgação/Sedes-DF “Eu já encaminhei o processo para a contratação”, enfatizou Ana Paula Marra. “Muitos candidatos estavam ávidos por saber dessa informação. Então, como já há uma definição, acho importante deixá-los cientes para que possam intensificar e coordenar seus estudos da forma que acharem mais adequada”, completou. De acordo com a secretária Paula Marra, trata-se de uma banca renomada e tradicional, com diversas participações em concursos públicos em todo o Brasil. “Assim que contratada, o próximo passo deles juntamente com a comissão interna é cuidar da elaboração e da publicação do tão aguardado edital”, elencou a secretária que, antes disso, porém, pretende publicar um regulamento prévio com o conteúdo das provas para dar mais tempo de estudo aos candidatos. [LEIA_TAMBEM]“Por se tratar de um conteúdo denso e extenso, ter mais de 90 dias para estudar seria de grande valia para os candidatos”, enfatizou Ana Paula Marra. “Além disso, certamente, traria profissionais ainda mais bem preparados para fortalecer cada vez mais a política socioassistencial do Distrito Federal”, completou a secretária da Sedes-DF. A secretária de Desenvolvimento Social do DF informou, ainda, que as provas do concurso serão realizadas em um único dia, com aplicação em turnos distintos para níveis médio e superior, como forma de facilitar a participação dos candidatos, especialmente aqueles que pretendem concorrer a mais de um cargo ou que enfrentam dificuldades de deslocamento. A gestora também anunciou mudanças no cargo de educador social, com a ampliação dos critérios para permitir a participação de candidatos com diferentes formações de nível superior, e destacou a diferença entre as funções de técnico administrativo, voltada a atividades internas; e agente social, com atuação direta junto ao público, recomendando que a escolha do cargo seja feita com base no perfil do candidato. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF)
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Liberados R$ 42 milhões para pagamento do Cartão Prato Cheio e DF Social
A Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal (Sedes-DF) liberou, nessa segunda-feira (2), R$ 42,1 milhões para o pagamento do Cartão Prato Cheio e do DF Social. A maior parte desse total, R$ 31,7 milhões, foi destinada ao Prato Cheio, com crédito de R$ 250 para compra de alimentos. O auxílio é pago em ciclo de 18 parcelas a 130 mil famílias em situação de insegurança alimentar e nutricional. A consulta para retirada dos cartões nas agências do Banco de Brasília (BRB) pode ser feita no site do GDF Social | Foto: Divulgação/Sedes-DF Para o pagamento do DF Social, o Governo do Distrito Federal (GDF) investiu R$ 10,4 milhões, beneficiando 70 mil famílias. Entre os contemplados pelo programa, 76 famílias abriram contas sociais digitais para receber o benefício mensal. “Os benefícios contribuem para formar uma espécie de colchão social para as famílias mais vulneráveis, reduzindo os impactos em seus orçamentos. Somados aos serviços da Sedes que previnem e combatem essas vulnerabilidades, além dos demais benefícios de outras secretarias, este GDF, de fato, tem uma proteção social referência no país”, afirmou a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. [LEIA_TAMBEM]Consulta A consulta para retirada dos cartões nas agências do Banco de Brasília (BRB) pode ser feita no site do GDF Social. No portal, o cidadão pode obter informações sobre a agência do BRB onde deverá retirar o cartão, realizando a busca pelo nome do titular do auxílio, mediante a apresentação de documento oficial com foto e CPF. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF)
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Três audiências públicas movimentam a semana nos restaurantes comunitários do DF
Três restaurantes comunitários do Distrito Federal recebem o Papo Social com Você nesta semana. O encontro, em formato de audiência pública, chega a Arniqueira, Recanto das Emas e Paranoá, sempre a partir das 15 horas, aberto a toda a comunidade local. A conversa com a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra, tem como objetivo ouvir, responder e encaminhar demandas, sugestões, reclamações e elogios da população. Nesta quarta (25) e na quinta-feira (26), a iniciativa ocorre nas unidades do Recanto das Emas e do Paranoá, respectivamente. Na terça (24), o encontro foi em Arniqueira, um dos quatro equipamentos inaugurados pela atual gestão, em novembro de 2023. Os restaurantes comunitários de Recanto das Emas e Paranoá recebem o Papo Social com Você nesta quarta (25) e na quinta (26), respectivamente | Foto: Divulgação/Sedes-DF Uma das participantes, a cubana Odalis Valerino, elogiou o espaço ao afirmar que, frequentemente, faz as três refeições do dia com o marido no Restaurante Comunitário de Arniqueira. “Em meu país não tem nada parecido. Além da comida, precisamos reconhecer o atendimento dos funcionários. Sou de outro país e eles me tratam como se eu fosse de casa. Isso me emociona”, disse a professora de balé. Outro depoimento que emocionou o público foi o de uma pessoa em situação de rua, de 46 anos, que terá a identidade mantida em sigilo para resguardar sua integridade. “Eu sou ex-policial e bacharel em Direito, mas caí no vício em drogas. Hoje, moro nas ruas. Aqui no Restaurante Comunitário eu me alimento gratuitamente. Além disso, a equipe do Creas e do Centro Pop está me acompanhando. Sei que minha situação é complicada, mas sou grato por isso tudo”, enfatizou o frequentador. [LEIA_TAMBEM]Por fim, o morador de Arniqueira Paulo Henrique da Silva reclamou da demora nas filas e da reposição de alimentos. “Paulo, felizmente esse prazo de espera está abaixo dos 30 minutos, estipulado pela Lei nº 2.529/2000. Ainda assim, estamos implementando novas medidas para reduzir ainda mais esse tempo. Em relação à reposição, ocorre que há dias de muita procura, então precisamos viabilizar o complemento do alimento nas rampas”, explicou Ana Paula Marra. Ao mencionar as novas medidas, a gestora se referia ao aumento do número de caixas para venda das fichas das refeições e de balcões de atendimento, além do cadastramento dos frequentadores — que recebem um tíquete de identificação prévia. Santa Maria, Itapoã, Paranoá e Sobradinho já contam com a novidade. Outras unidades vão implantar a medida gradualmente. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF)
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Aberto credenciamento para confecção de uniformes das escolas cívico-militares do DF
A Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) publicou, nesta terça-feira (24), no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF), o Chamamento Público Nº 01/2026 destinado ao credenciamento de empresas especializadas na confecção e no fornecimento de uniformes para colégios cívico-militares da rede pública de ensino do Distrito Federal. A medida integra o programa Cartão Uniforme Escolar. O edital é específico para os cerca de 30 mil estudantes das 25 escolas de gestão compartilhada, cujos uniformes têm especificações distintas das adotadas nas demais unidades da rede pública do DF. O credenciamento das malharias começa 30 dias após a publicação do edital. Para participar, as empresas precisam ter sede e funcionamento regular no Distrito Federal, além de atender a todos os requisitos previstos no documento. O chamamento público é destinado ao credenciamento de empresas especializadas na confecção e no fornecimento de uniformes para escolas cívico-militares | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília O programa Cartão Uniforme Escolar é gerido pela Secretaria de Educação (SEEDF), responsável pela execução, e pela Sedes-DF, que realiza o credenciamento e a fiscalização das empresas responsáveis pela confecção das peças. “A publicação deste edital reforça o compromisso deste GDF com a transparência, a qualidade dos uniformes escolares e o fortalecimento da economia local. Ao credenciar malharias do DF, garantimos que os estudantes das escolas cívico-militares tenham acesso a peças padronizadas e de qualidade, ao mesmo tempo em que geramos oportunidades para empresas e trabalhadores da nossa cidade. A atuação integrada entre as secretarias assegura mais eficiência na execução do Cartão Uniforme Escolar e mais autonomia para as famílias na escolha dos produtos”, destaca a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. [LEIA_TAMBEM]O edital prevê a produção de mais de 208 mil itens que compõem o uniforme das escolas de gestão compartilhada do DF, incluindo camiseta de meia-manga com gola redonda, calça com elástico, bermuda longa com elástico e casaco sem capuz, todos em modelo unissex, fabricados conforme as normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) e do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro). O valor total dos itens por aluno é de R$ 170,35. Segundo a SEEDF, os uniformes estarão disponíveis para aquisição após a conclusão das etapas de credenciamento e a liberação do auxílio financeiro aos responsáveis legais, por meio do Cartão Uniforme Escolar. O modelo adotado permite que pais e responsáveis realizem a compra diretamente nos estabelecimentos credenciados, garantindo maior autonomia às famílias e dinamizando o processo. Não haverá distribuição direta nas escolas nem retirada em polos específicos. Ainda de acordo com a pasta, os uniformes antigos poderão ser utilizados até a aquisição dos novos. Os uniformes estarão disponíveis para aquisição após a conclusão das etapas de credenciamento e a liberação do auxílio financeiro aos responsáveis legais, por meio do Cartão Uniforme Escolar | Arte: Sedes-DF Credenciamento As empresas interessadas devem atender aos critérios estabelecidos no edital e encaminhar a documentação exigida, em remessa única e em formato PDF, para o e-mail credencia.malharias@sedes.df.gov.br. O atendimento presencial, se necessário, ocorrerá no edifício-sede da Sedes-DF, na 515 Norte, e deverá ser previamente agendado por telefone, pelo número (61) 3773-7354, ou pelo endereço eletrônico informado. O credenciamento será realizado de forma contínua, permitindo que novas empresas se cadastrem ao longo do período de vigência do chamamento público. As malharias já credenciadas no programa também podem participar. Para isso, basta assinar e encaminhar, por e-mail, a manifestação de interesse para produzir o uniforme. Após a formalização do termo de adesão e a devida habilitação, as malharias e estabelecimentos credenciados poderão iniciar imediatamente a confecção e a comercialização das peças. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF)
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Restaurantes comunitários ampliam acesso à alimentação no DF
Os restaurantes comunitários se consolidaram como ponto de apoio diário para quem precisa garantir as principais refeições do dia, como a dona de casa Maurícia Barbosa Nascimento, de 41 anos, que sempre almoça na unidade do Sol Nascente com a neta. Antes em situação de rua e hoje com um teto para chamar de seu, por meio do programa Morar Bem, implementado pelo Governo do Distrito Federal (GDF), ela relembra o período difícil e associa a mudança de vida ao acesso à moradia e à alimentação. “Tinha dia que a gente nem comia. Hoje a gente pode ter o prazer, o orgulho de dizer assim: vou levantar e tomar um café. Eu sou muito grata, porque em nenhum outro lugar você acha uma refeição dessa por esse preço. É quase grátis, você não compra nem uma balinha com 50 centavos. Aqui você toma café da manhã com fruta, café, um pãozinho com queijo, é uma maravilha, eu só tenho a agradecer. Eu ganhei até uns quilinhos”, contou, com bom humor. A neta de 8 anos, Sophia Sousa Nascimento, também elogia a comida do restaurante e tem até seu prato favorito: strogonoff. “A comida é muito boa, a gente sai satisfeito daqui”, completou. O Distrito Federal tem 17 restaurantes comunitários em funcionamento; cada um deles serve, por dia, uma média de 2,7 mil refeições | Fotos: Joel Rodrigues/Agência Brasília A unidade integra a rede de 17 restaurantes em funcionamento no Distrito Federal, que servem, por dia, uma média de 2,7 mil refeições cada. Apenas em janeiro foram mais de 1,4 milhão de refeições e, em 2025, o total chegou a 16,9 milhões, sendo 1,9 milhão destinado à população em situação de rua. O investimento anual do GDF na rede é em torno de R$ 96 milhões. A refeição, que chegou a custar R$ 3 em 2015 e R$ 2 em 2016, hoje é oferecida ao preço de R$ 1. Outro avanço foi a ampliação do cardápio e do atendimento dos espaços. Atualmente, 13 restaurantes comunitários funcionam de domingo a domingo, incluindo feriados, com a oferta de café da manhã e jantar pelo valor de R$ 0,50 cada. Nessas unidades, a população tem acesso a três refeições pelo total de apenas R$ 2. Atualmente, o café da manhã, o almoço e o jantar são servidos em Arniqueira, Brazlândia, Gama, Itapoã, Recanto das Emas, Riacho Fundo II, Samambaia (Rorizão), Santa Maria, Sobradinho, Sol Nascente/Pôr do Sol e Varjão. Os espaços Ceilândia (DJ Jamaika), Estrutural e Sol Nascente servem café da manhã e almoço. Os cardápios podem ser acessados neste site. A dona de casa Maurícia Barbosa Nascimento sempre almoça no Restaurante Comunitário do Sol Nascente: "Eu sou muito grata, porque em nenhum outro lugar você acha uma refeição dessa por esse preço. É quase grátis" Desde 2019, foram inaugurados quatro restaurantes comunitários, localizados em Samambaia Expansão, Sol Nascente/Pôr do Sol, Arniqueira e Varjão. Outros espaços foram reformados com o objetivo de aprimorar a estrutura e melhor receber a população, com reparos executados nas unidades de Sobradinho, Gama, Paranoá, Santa Maria, Samambaia e Planaltina. Atualmente, os serviços estão em andamento no equipamento da Estrutural. A secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra, declarou que o combate à fome é uma prioridade do GDF, apontando a redução dos valores das refeições, a inauguração e ampliação de unidades, além das reformas, como ações práticas de atenção ao tema. “Todo esse empenho foi premiado com o primeiro lugar nacional do Selo Betinho de ações de combate à fome, que é o reconhecimento de trabalho e investimento consistentes para os que mais precisam", destacou. Ao lado do esposo, Telma Moreira da Silva frequenta regularmente a unidade do Sol Nascente: "A comida é boa, feita por nutricionistas, saudável, leve, com um preço bom e acessível" Mudança de verdade Na visão da comunidade, a mudança é prática, com as refeições principais garantidas: mesmo com o bolso vazio, o estômago estará cheio. O pedreiro José Estácio Filho, 55, frequenta o Restaurante Comunitário do Sol Nascente todos os dias desde que a unidade foi inaugurada na região, há três anos. Ele conta que o espaço faz parte da sobrevivência dele e de outros moradores da cidade. “Funciona de domingo a domingo, tem café da manhã, almoço e jantar. O atendimento é maravilhoso, uma atenção completa para a gente. E a comida é uma delícia”, destacou. A esposa de José, Telma Moreira da Silva, 46, observa a mudança de realidade de quem chega ao local, muitas vezes sem ter o que comer em casa. Para a dona de casa, o restaurante representa uma alternativa segura e acessível. “A comida é boa, feita por nutricionistas, saudável, leve, com um preço bom e acessível. Tanta gente que não tem o que comer vem aqui, come e sai satisfeita”, observou. Morando há um ano na região após receber habitação pelo programa do GDF Morar Bem, a dona de casa Jacqueline de Santana Ribeira, 48, passou a incluir o restaurante na rotina da família. Ela diz que a refeição ajuda a equilibrar o orçamento: “A maioria dos dias a gente vem almoçar aqui, porque além de ser uma refeição completa, é econômico. Tomamos café da manhã, almoçamos e ainda levo marmita. Alimenta toda a família com qualidade”. Jacqueline de Santana Ribeira, dona de casa: "A maioria dos dias a gente vem almoçar aqui, porque além de ser uma refeição completa, é econômico" Atenção aos mais vulneráveis Mesmo para aqueles que não conseguem pagar os R$ 2 que englobam as três refeições, há um cadastro que atende aqueles em vulnerabilidade social. Com o objetivo de alcançar ainda mais pessoas, durante a pandemia de 2020 o governo garantiu o direito à alimentação sem custo nas unidades para a população em situação de rua. O número de refeições servidas a esse público subiu de 200 mil em 2021 para 1,2 milhão em 2024. Até abril de 2025 foram servidas mais de 550 mil refeições para pessoas em situação de rua. Hoje, as pessoas em vulnerabilidade social podem ter acesso a qualquer uma das refeições disponíveis nos restaurantes comunitários de forma gratuita. [LEIA_TAMBEM]Em 2025, os 18 restaurantes comunitários ofereceram mais de 17 milhões de refeições — cerca de 3 milhões a mais que no ano passado e mais que o dobro do total registrado em 2019. Em 2024, foram ofertadas 14 milhões de refeições, enquanto em 2019 foram 6,55 milhões de pratos. Todos os equipamentos estão sob gestão da Subsecretaria de Segurança Alimentar e Nutricional (Subsan). Líder comunitário e gerente da unidade do Sol Nascente, Márcio Oliveira acompanha o funcionamento do espaço e o perfil das famílias atendidas. Ele afirma que o restaurante é parte essencial da rede de proteção social na região: “É uma ferramenta nesse sentido, eu classifico ele até como a vida da população, porque se você não se alimenta, você não tem vida, não tem saúde. Esse equipamento trouxe o direito à alimentação nesses três anos de existência e a gente, como liderança comunitária, percebe isso no dia a dia das famílias. A população está mais feliz, com mais gratidão. É uma política pública muito essencial para as periferias do Distrito Federal”.
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Cras Brazlândia recebe modernização e novos equipamentos
O Centro de Referência de Assistência Social (Cras) Brazlândia teve a estrutura renovada. Administrada pela Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), a unidade passou por uma manutenção geral na parte elétrica, nos pisos, teto, banheiros e paisagismo para oferecer um espaço confortável e seguro para os atendimentos. A entrega simbólica foi nesta sexta-feira (6). Localizado na Área Especial II, Quadra 35/36, Vila São José, Brazlândia, a unidade atende mais de 14 mil famílias referenciadas e inscritas no Cadastro Único que moram na região e buscam pelo serviço socioassistencial. Com investimento de R$ 2,2 milhões foram realizadas substituições na rede elétrica, como tomadas, luminárias e quadro elétrico. Os pisos e a estrutura da unidade foram reformados, o forro foi substituído e as paredes e o teto receberam pinturas novas. Nos banheiros foram trocadas as louças, os metais e as tubulações. A parte externa também foi reformada, as árvores foram podadas, houve plantio de grama, melhoria na acessibilidade para pedestres e manutenção no estacionamento interno. Localizado na Área Especial II, Quadra 35/36, Vila São José, Brazlândia, a unidade atende mais de 14 mil famílias referenciadas e inscritas no Cadastro Único que moram na região e buscam pelo serviço socioassistencial | Foto: Divulgação/Sedes-DF “Hoje estamos entregando mais um espaço renovado para atender a população que procura os serviços socioassistenciais. É neste ambiente que eles vão acessar os programas, que vão ser atendidos e as melhorias vão possibilitar um lugar organizado, limpo e confortável, que faça diferença no dia a dia de quem frequenta e trabalha na unidade”, destaca a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. O Cras é destinado à população em situação de vulnerabilidade e risco social, funcionando como porta de entrada da assistência social. O Distrito Federal tem 32 unidades em funcionamento, além do Cras Móvel, onde são ofertados serviços, benefícios, programas e projetos socioassistenciais. O atendimento é realizado após agendamento pelo telefone 156 ou pelo site da Sedes. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF)
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Em audiência pública, população do DF poderá avaliar o programa Prato Cheio
A partir das 15h desta terça-feira (27), a Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) promove audiência pública no Restaurante Comunitário do Varjão. O objetivo da iniciativa é permitir que a população avalie tanto o serviço prestado pelo refeitório quanto a concessão e a utilização do Cartão Prato Cheio. Audiência pública no Restaurante Comunitário do Varjão permitirá que a população avalie tanto o serviço prestado pelo equipamento quanto o Cartão Prato Cheio | Foto: Divulgação/Sedes-DF “Nossa ideia é que os frequentadores façam suas considerações acerca do atendimento, do serviço e da alimentação, além da estrutura do local. Em relação ao Prato Cheio, os beneficiários devem participar para que possam contribuir com opiniões e sugestões para a contínua melhoria do programa”, destacou a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. Apesar de o encontro ser no Varjão, pessoas de outras regiões podem e devem participar do encontro, contribuindo com opiniões e observações sobre as duas principais iniciativas voltadas à segurança alimentar e nutricional do Governo do Distrito Federal (GDF). [LEIA_TAMBEM]Sobre os programas Em 2025, o combate à fome foi prioridade deste GDF, com a ampliação para 130 mil famílias beneficiadas pelo Cartão Prato Cheio e o aumento de nove para 18 parcelas. “Mais famílias foram contempladas e terão maior previsibilidade para sair da situação de insegurança alimentar. Neste ano, também ampliamos a oferta de refeições em mais quatro restaurantes comunitários: Gama, Riacho Fundo, Santa Maria e Samambaia”, pontua. Atualmente, 15 dos 18 restaurantes comunitários do DF oferecem café da manhã (R$ 0,50), almoço (R$ 1) e jantar (R$ 0,50) e funcionam todos os dias, incluindo domingos e feriados, com a oferta gratuita de refeições para a população em situação de rua. Em 2025, foram oferecidas cerca de 17 milhões de refeições. Somente na unidade do Varjão, quase 1 milhão. As iniciativas contribuíram para que o DF terminasse o ano ocupando o primeiro lugar no ranking nacional do Selo Betinho, voltado para ações de combate à fome. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF)
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GDF libera R$ 42 milhões para pagamento do Cartão Prato Cheio e do DF Social
A Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal (Sedes-DF) liberou, nesta terça-feira (6), R$ 42,6 milhões para o pagamento do Cartão Prato Cheio e do DF Social. A maior parte desse montante, R$ 32,2 milhões, foi investida no Cartão Prato Cheio, com crédito de R$ 250, utilizado para a compra de alimentos. O auxílio é pago em um ciclo de 18 parcelas para 130 mil famílias em situação de insegurança alimentar e nutricional. Para o pagamento do DF Social, o Governo do Distrito Federal (GDF) investiu R$ 10,4 milhões, beneficiando 70 mil famílias. Entre os contemplados pelo programa, 1.773 famílias abriram contas sociais digitais para receber o benefício mensal. [LEIA_TAMBEM]“O Cartão Prato Cheio e o DF Social são benefícios que combatem a fome e a pobreza. Estou na secretaria desde 2019, e essa luta sempre foi nossa ideia fixa. Hoje, somos referência nesses temas, com premiações nacionais sérias, como o Selo Betinho e o ranking nacional de sustentabilidade social. Quem ganha é a população mais vulnerável do Distrito Federal”, pontuou a titular da Sedes, Ana Paula Marra. Consulta A consulta para retirada dos cartões nas agências do Banco de Brasília (BRB) pode ser feita no site do GDF Social. No portal, o cidadão obtém informações sobre a agência do BRB onde deverá retirar o cartão, mediante busca pelo nome do titular do auxílio e apresentação de documento oficial com foto e CPF. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF)
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Restaurantes comunitários do DF servem mais de 1,8 milhão de refeições à população em situação de rua neste ano
Os 18 restaurantes comunitários do Distrito Federal serviram, neste ano, mais de 1,8 milhão de refeições à população em situação de rua. Segundo a Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), responsável pela gestão dos equipamentos, foram 600 mil refeições a mais para esse público em relação a 2024, quando foram servidas 1,2 milhão. No total, os restaurantes comunitários ofertaram mais de 17 milhões de refeições em 2025. Desse quantitativo, 11,2% foram destinadas ao atendimento de pessoas em situação de rua. Das mais de 17 milhões de refeições servidas pelos restaurantes comunitários em 2025, 11,2% foram destinadas ao atendimento de pessoas em situação de rua | Foto: Divulgação/Sedes-DF Dados da Sedes mostram que, de janeiro a dezembro de 2025, a população em situação de rua do DF recebeu, gratuitamente, em média, 157.418 refeições por mês, o equivalente a 5.247 refeições servidas diariamente: café da manhã (R$ 0,50), almoço (R$ 1) e jantar (R$ 0,50). O equipamento que mais atendeu esse público em 2025 foi o restaurante comunitário de Arniqueira, com 298.634 refeições servidas, seguido pelo de Ceilândia, com 274.726, e pela unidade do Gama, com 207.978 atendimentos. [LEIA_TAMBEM]Gratuidade Desde 2020, a alimentação sem custo nas unidades é um direito desse público. Acompanhadas pelas equipes do Serviço Especializado em Abordagem Social (Seas), as pessoas em situação de rua já tinham acesso ao almoço. Em 2024, o Decreto nº 45.715 ampliou a oferta para três refeições diárias: café da manhã, almoço e jantar. “A oferta de refeições gratuitas para a população em situação de rua é uma política consolidada no DF. A medida foi lançada em 2020 e, desde então, houve um crescimento expressivo na procura, graças também à sensibilização das equipes de abordagem. Eles, agora, sabem que têm esse direito e vão até os restaurantes fazer as refeições”, explica a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF)
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Restaurantes Comunitários do DF inspiram boas práticas de outros estados
Os restaurantes comunitários do Distrito Federal servem de inspiração a governantes de outros estados como política de segurança alimentar. O Restaurante Comunitário do Varjão, por exemplo, recebeu durante a ação do Nosso Natal, na última quarta-feira (17), representantes de Pernambuco, Santa Catarina, Paraná e do Conselho Federal de Nutrição (CFN) para troca de experiências e boas práticas de programas de combate à fome do Distrito Federal. A comitiva conheceu as estruturas e o funcionamento do restaurante comunitário, onde foi apresentado o modelo de boas práticas de segurança alimentar e nutricional, referência para outras políticas públicas do país. A unidade é gerida pela Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF). Márcia Ribeiro, secretária-executiva de Segurança Alimentar da prefeitura de Recife, relatou sua experiência durante a visita. “É um restaurante com uma estrutura maravilhosa, a gente na realidade se inspira muito na experiência dos restaurantes comunitários do Distrito Federal para implantar também essa iniciativa em Recife. Chegamos no dia ideal, ver todas estas pessoas, famílias inteiras, tendo essa oportunidade de consumir uma comida de Natal, isso é fantástico”, enalteceu Márcia. A comitiva conheceu as estruturas e o funcionamento do Restaurante Comunitário, onde foi apresentado o modelo de boas práticas de segurança alimentar e nutricional, referência para outras políticas públicas do país | Foto: Divulgação/Sedes-DF A comitiva veio a Brasília para participar do prêmio Brasil Sem Fome, organizado pelo Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS). O Governo do Distrito Federal (GDF) foi destaque com duas ações de combate à fome e promoção da segurança alimentar e nutricional. “Isso só confirma que o governador Ibaneis Rocha é uma liderança nacional no combate à fome, além de enaltecer o trabalho que temos feito neste período em que estou na secretaria. A gente vê a evolução, mas quando outros estados e instâncias reconhecem e levam como referência, temos a certeza de que a população está bem assistida”, afirmou a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. Cartão Prato Cheio Os representantes também estiveram no edifício-sede da Secretaria para reunião na Subsecretaria de Segurança Alimentar e Nutricional (Subsan), onde conheceram mais sobre o programa Cartão Prato Cheio. O benefício que atende 130 mil famílias com 18 parcelas mensais de R$ 250 para compra de alimentos é referência nacional e foi uma das ações que contribuíram para o primeiro lugar do DF no Selo Betinho de ações de combate à fome. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF)
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Cecon Gama Sul realiza reencontro de gerações com adolescentes do Incentiva DF
O Centro de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (Cecon) Gama Sul promoveu, neste sábado (13), o evento Cápsula do Tempo Projovem, quando foram desenterradas e abertas cápsulas contendo cartas e objetos afetivos guardados há 15 anos. O encontro teve como objetivo resgatar a história e a trajetória dos jovens, promovendo reflexões sobre as transformações pessoais e sociais. Participaram da abertura das cápsulas 23 jovens que integravam o antigo programa Projovem, em 2010, responsáveis por enterrar os materiais, além de 18 adolescentes beneficiários do atual programa Incentiva DF. Cápsulas do tempo contendo cartas e objetos afetivos guardados há 15 anos foram abertas no Cecon Gama Sul, neste sábado (13) | Fotos: Carol Nogueira/Sedes-DF “Esse projeto destaca o sucesso das ações da Sedes [Secretaria de Desenvolvimento Social] e o investimento na criação de oportunidades para nossos jovens. É inspirador ver ex-alunos se tornando exemplos para os atuais beneficiários do Incentiva DF”, ressaltou a titular da pasta, Ana Paula Marra. Durante a celebração, os participantes tiveram acesso aos conteúdos guardados, trocaram experiências e refletiram sobre a caminhada até o momento atual. Dois educadores que estiveram presentes há 15 anos, quando as cápsulas foram lacradas, também participaram do reencontro, mediando a dinâmica. Rayssa Pereira, de 31 anos, participou da criação da cápsula e se sentiu nostálgica ao reler a carta escrita há 15 anos. “Foi muito especial rever todos. Sou grata por ter participado deste projeto lindo, que foi de extrema importância para meu crescimento pessoal e profissional. Nossos educadores eram maravilhosos e sempre estimulavam nosso crescimento, e isso fez total diferença na nossa formação, para que tivéssemos vontade de estudar e crescer, para ter um futuro diferente”, afirmou. Adolescentes que participam do Incentiva DF criaram uma nova cápsula do tempo, que será desenterrada daqui a dez anos Na ocasião, uma nova cápsula do tempo foi criada com cartas dos adolescentes que participam do Incentiva DF e que será desenterrada daqui a dez anos. “O testemunho desse grupo, que iniciou sua jornada coletiva no Cecon Gama Sul, é uma fonte de inspiração. O reencontro projeta uma mensagem clara à comunidade e aos jovens atuais: o investimento em programas sociais gera frutos de longo prazo”, explicou a chefe do Cecon Gama Sul, Flávia Mendes. Incentiva DF Por meio do Plano DF Social, executado pelos Cecons e por organizações da sociedade civil (OSCs), o projeto Incentiva DF visa a desenvolver a autonomia social de jovens entre 15 e 18 anos incompletos, inscritos no Cadastro Único e que atendam aos critérios de permanência, como frequência e participação nas atividades. O programa oferta uma bolsa social mensal de R$ 200, pelo período de 12 meses. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF)
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Restaurantes comunitários do Distrito Federal servem mais de 17 milhões de refeições em 2025
Os 18 restaurantes comunitários do Distrito Federal ofereceram mais de 17 milhões de refeições em 2025. Foram cerca de 3 milhões a mais que no ano passado. Os dados são da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), gestora dos equipamentos. Atualmente, dos 18 restaurantes comunitários, 15 já servem as três refeições diárias. A previsão para 2026 é que todas as unidades sirvam café, almoço e jantar | Fotos: Renato Raphael/Sedes-DF De acordo com a pasta, o aumento se deve às melhorias realizadas nas unidades e à ampliação da oferta de refeições. Entre os restaurantes contemplados estão os do Gama, Santa Maria e Riacho Fundo II. “Os restaurantes comunitários do Gama, Riacho Fundo II, Santa Maria e Samambaia tiveram manutenções preventivas para ampliar a capacidade de atendimento e passaram a servir três refeições diárias, incluindo domingos e feriados. Samambaia Expansão também passou por adequações. Já as unidades de São Sebastião, Paranoá e Planaltina tinham a estrutura mais antiga e foram totalmente modernizadas”, detalha a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. [LEIA_TAMBEM]Metas para 2026 A previsão é de que o número total aumente em 2026 com a implementação do jantar e o atendimento aos domingos e feriados nas unidades de Ceilândia, Estrutural e Sol Nascente. Atualmente, dos 18 restaurantes comunitários, 15 já servem as três refeições diárias — café da manhã (R$ 0,50), almoço (R$ 1) e jantar (R$ 0,50). No ano que vem, essas unidades também passarão por manutenções para renovar a estrutura e ampliar a oferta. “O DF ficou em primeiro lugar no Selo Betinho, porque combater a fome é uma das nossas obsessões. Todas as vezes que vou a um dos restaurantes comunitários, escuto relatos muito fortes de pessoas vulneráveis que têm ali a única forma de se alimentar diariamente. Outro dia, um senhor contou que, com o dinheiro que eles gastavam para almoçar um dia apenas, no restaurante comunitário faziam as três refeições do dia por mais de uma semana. E isso impacta muito na vida de quem mais precisa”, destacou Ana Paula. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF)
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Novos beneficiários do DF Social têm até o dia 14 para abrir conta no BRB
A Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) selecionou 4.953 novas famílias beneficiárias do programa DF Social para abrirem a conta no Banco de Brasília (BRB) e terem acesso ao auxílio mensal de R$ 150. Para garantir o recebimento do próximo pagamento, é necessário que o cidadão tenha a conta social — que não se trata de uma conta bancária comum — aberta até as 18h do próximo domingo (14). Aqueles que não abrirem a conta no prazo estabelecido terão que aguardar nova contemplação. A abertura deve ser realizada pelo aplicativo BRB Mobile, seguindo o passo a passo disponível na plataforma. Quase cinco mil novas famílias beneficiárias do programa DF Social devem abrir conta no Banco de Brasília (BRB) para terem acesso ao auxílio mensal de R$ 150 | Foto: Divulgação/Sedes-DF Para saber se foi contemplado, o cidadão deve fazer a consulta no site GDF Social e confirmar se está entre os beneficiários. No portal, em “Consulta DF Social”, é necessário informar CPF e data de nascimento do responsável familiar, conforme declarado no Cadastro Único. Após esse procedimento, aparece uma mensagem na tela informando se a pessoa está ou não na lista de contemplados. “Neste mês, nós contemplamos mais beneficiários, mas é importante que essas pessoas abram as contas no app do BRB Mobile dentro do prazo para poderem receber o benefício”, afirmou a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. [LEIA_TAMBEM]O DF Social é o programa de transferência de renda do Governo do Distrito Federal (GDF) que concede R$ 150 mensais às famílias de baixa renda residentes no DF. Têm direito ao benefício os grupos com renda per capita de até meio salário mínimo inscritos no Cadastro Único, entre outros critérios. A contemplação é feita por meio de seleção automática, cruzando os critérios do programa com os dados do Cadastro Único. O crédito de R$ 150 é depositado pelo BRB sempre no primeiro dia útil de cada mês, a partir das 18h. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF)
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Creas Núcleo Bandeirante promove confraternização para famílias vulneráveis da região
O Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas) Núcleo Bandeirante promoveu, nesta quinta-feira (4), uma confraternização de fim de ano para as famílias vulneráveis atendidas na unidade. Houve dinâmicas com os convidados, momentos de reflexão, sorteio de brindes e lanche para cerca de 70 pessoas, entre mulheres e crianças que participaram das atividades. O Creas Núcleo Bandeirante faz parte da rede de assistência social da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF). Neste ano, a confraternização contou com o apoio da Associação Cultural Namastê para a apresentação de dança cigana, além de outras atividades, e também recebeu doações de parceiros da rede do Núcleo Bandeirante e da comunidade, como conta a gerente do Creas Núcleo Bandeirante, Moana Duarte. A programação da confraternização do Creas Núcleo Bandeirante incluiu dança cigana, momentos de reflexão, sorteio de brindes e lanche | Foto: Luma Lima/Sedes-DF “Tivemos também uma palestra sobre saúde mental, musicoterapia e meditação; foi algo dinâmico, descontraído, para que as mulheres presentes se sentissem acolhidas. Realizamos esse evento com todo carinho e dedicação, com decorações, lembrancinhas, conseguimos muitas doações”, explica. Enquanto as mães participavam das atividades, as crianças ficavam em um espaço preparado para elas se divertirem, com pula-pula, totó e brinquedoteca. Os servidores da unidade também organizaram a doação de brinquedos que foram entregues no dia, com os nomes de todas as crianças. “É uma forma de elas se sentirem representadas e vistas porque, muitas vezes, elas não têm esse momento em outro espaço”, explica Moana. [LEIA_TAMBEM]Espaço de acolhimento Atendida no Creas Núcleo Bandeirante há mais de uma década, Marileide Santos, de 57 anos, levou a filha e os quatro netos para a confraternização. “Para mim, está sendo uma maravilha distrair a mente. Nós precisamos de alegria e de ficar um pouco longe das preocupações de casa. É a segunda vez que participo da confraternização. A dança foi o mais legal, fiz amizade nova. As meninas do Creas me convidaram e eu trouxe minha família”, contou. “Eventos como este são importantes, pois contribuem para a autonomia das mulheres. Além de fortalecer os vínculos comunitários, elas podem aproveitar o espaço totalmente gratuito, onde podem se sentir vistas e ouvidas”, destaca a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF)
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Liberados R$ 49 milhões para pagamento do Cartão Gás, do DF Social e do Prato Cheio
A Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal (Sedes-DF) liberou, nesta terça-feira (2), R$ 49,6 milhões para pagamento do Cartão Gás, do DF Social e do Prato Cheio. A maior parte desse montante, R$ 32,3 milhões, foi investida no programa Prato Cheio, que teve 2.243 novos contemplados neste mês. O programa concede crédito de R$ 250 pago em ciclo de 18 parcelas para 130 mil famílias em situação de insegurança alimentar e nutricional para compra de alimentos. Para pagamento do DF Social, o Governo do Distrito Federal (GDF) investiu R$ 10,3 milhões, beneficiando 70 mil famílias. Entre os contemplados do programa, 333 famílias abriram as contas sociais digitais para receber o benefício mensal. Já o Cartão Gás teve investimento de R$ 7 milhões, beneficiando também 70 mil famílias. Foram contempladas 270 famílias para receber o valor de R$ 100 a cada dois meses para compra do gás liquefeito de petróleo, o botijão de gás de cozinha. A maior parte do montante, R$ 32,3 milhões, foi investida no programa Prato Cheio, que teve 2.243 novos contemplados neste mês | Foto: Divulgação/Sedes-DF “Neste mês tivemos mais de duas mil famílias contempladas no Cartão Prato Cheio. Juntamente com o DF Social e o Cartão Gás, este GDF tem combatido a fome e a pobreza ao garantir o mínimo a essas pessoas, que é um prato de comida, além de aliviar seus orçamentos, uma vez que não possuem renda alguma ou rendas muito pequenas”, afirmou a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. Consulta A consulta para retirada dos cartões nas agências do Banco de Brasília (BRB) é verificada no site do GDF Social. No portal, o cidadão pode obter informações sobre a agência do BRB onde vai retirar o cartão, devendo fazer a busca pelo nome do titular do auxílio, mediante a apresentação de documento oficial com foto e CPF. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF)
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Cras Sobradinho I promove ação comunitária para pessoas idosas
O Centro de Referência de Assistência Social (Cras) de Sobradinho I encerrou o mês de outubro com a 2ª edição da ação comunitária “Envelhe-SER compartilhando histórias de uma vida”. O objetivo foi informar sobre os direitos da pessoa idosa e favorecer oportunidades de convivência com a comunidade, proporcionando momentos de lazer e cultura. O evento, realizado no dia 31, contou com um café da manhã especial, momento interativo com o Centro de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (Cecon) de Sobradinho e uma apresentação musical feita pelas idosas. “Nossa missão é promover o bem-estar e a valorização da pessoa idosa por meio de atividades que fortaleçam os vínculos sociais, incentivando sua autonomia e proporcionando qualidade de vida”, ressaltou a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. O Cras de Sobradinho I promoveu a 2ª edição da ação comunitária 'Envelhe-SER compartilhando histórias de uma vida' | Foto: Divulgação/Sedes-DF Além do clima de descontração e festa, o evento também foi marcado por momentos de aprendizado e orientação. A assistente social do Cras de Sobradinho, Fernanda Costa, realizou uma dinâmica sobre mitos e verdades, seguida por um bate-papo sobre proteção e direitos da pessoa idosa, mediada pela delegada Ângela Santos, da Delegacia Especial de Repressão aos Crimes por Discriminação Racial, Religiosa ou por Orientação Sexual ou contra a Pessoa Idosa ou com Deficiência (Decrin). [LEIA_TAMBEM]O evento, que reuniu mais de 80 pessoas, encerrou o mês de comemorações em alusão ao Dia Internacional da Pessoa Idosa. Ao fim da atividade, cada participante recebeu um kit contendo edredom, toalha e alguns produtos de autocuidado. O Centro de Referência de Assistência Social (Cras) é um equipamento público que funciona como porta de entrada da assistência social no Brasil, para famílias e indivíduos em situação de vulnerabilidade e risco social. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF)
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Mais de 10 mil famílias receberam Auxílio por Morte do GDF entre 2019 e 2025
Para garantir dignidade às famílias no momento da despedida, o Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), concede o Auxílio por Morte. Entre 2019 e 2025, o investimento no benefício superou R$ 3,2 milhões, distribuídos entre pecúnia, bens de consumo e aquisição de veículos. Apenas em 2025, até agosto, os aportes chegaram a cerca de R$ 140,9 mil. No período, 1.445 pessoas foram beneficiadas com pecúnia, sendo que 84 delas utilizaram o recurso em 2025, enquanto mais de 9,1 mil receberam bens de consumo, com 889 famílias atendidas no mesmo ano. Para famílias em situação de vulnerabilidade social, além da dor emocional, há também a angústia financeira de como arcar com o funeral, que envolve caixão, taxas, traslado, capela e outros serviços essenciais. A secretária da Sedes-DF, Ana Paula Marra, explica: “O Auxílio por Morte é concedido de forma imediata, sem necessidade de agendamento. Basta procurar um Cras [Centro de Referência de Assistência Social] ou Creas [Centro de Referência Especializado de Assistência Social] para solicitar o benefício. Assim, a rede de proteção do GDF acompanha as famílias em todos os momentos da vida”. Desde 2019, o GDF promove ajustes para aprimorar o programa. Além da reforma do Núcleo de Serviço Funerário, houve avanços nos processos de aquisição, do planejamento à execução, que garantiram urnas mortuárias de melhor qualidade. Em 2023, foram adquiridos veículos tipo van (rabecão) de última geração para o traslado de corpos, e está em andamento o processo licitatório para contratação de clínicas funerárias, responsáveis por oferecer outros serviços, entre eles a tanatopraxia (tratamento e formolização de corpos), que possibilita o velório de falecidos com mais de 24 horas e confere maior humanização ao atendimento. Nos Centros de Referência em Assistência Social (Cras) e Especializados (Creas), o serviço é de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h, exceto feriados e pontos facultativos | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília O benefício, instituído pela Lei nº 5.165, de 4 de setembro de 2013, pode ser concedido cumulativamente de duas formas. A primeira, em bens de consumo, que inclui urna funerária (caixão), translado do corpo, uso de capela, sepultamento, isenção de taxas, placa de identificação e espaço para enterro. Cada família requerente pode optar por um ou mais itens da modalidade bens de consumo. Em casos em que alguns dos itens não sejam disponibilizados pela Sedes, cabe o ressarcimento no valor limitado de R$ 415. O requerimento deve ocorrer em até 45 dias após a morte. Essa modalidade é operacionalizada pelo Núcleo de Serviços Funerários (Nusef). A segunda, em pecúnia, é uma parcela única no valor de R$ 415, oferecida em casos de impacto financeiro na família após o falecimento. A solicitação pode ser feita até 90 dias após a morte do ente querido. Como adquirir O auxílio pode ser solicitado em qualquer unidade da assistência social com atendimento imediato, sem necessidade de agendamento. Nos Centros de Referência em Assistência Social (Cras) e Especializados (Creas), o serviço é de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h, exceto feriados e pontos facultativos. Em fins de semana e feriados, o atendimento é feito pela Unidade de Proteção Social 24 horas, na avenida L2 Sul, SGAS 614/615. A população em situação de rua pode fazer o pedido nos Centros Pop, que funcionam todos os dias das 7h às 18h. Podem ter acesso ao benefício famílias residentes no DF, com renda per capita igual ou inferior a meio salário mínimo e, preferencialmente, inscritas no Cadastro Único (CadÚnico). São necessários os seguintes documentos: atestado de óbito e guia de sepultamento; documento oficial com foto; CPF; comprovante de renda familiar e comprovante de residência.
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Atendimento humanizado para comunidade LGBTQIAPN+ é tema de capacitação voltada a profissionais da assistência social
A Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) promoveu, nessa quinta-feira (9), o 4º Ciclo de Diálogos com as equipes dos Centros de Referência Especializados de Assistência Social (Creas). O encontro teve como objetivo orientar os profissionais sobre o atendimento humanizado à população LGBTQIAPN+ vítima de violações de direitos. A programação incluiu apresentação artística, café da manhã para os participantes e debates sobre diversidade sexual e de gênero no contexto do atendimento humanizado realizado pelos Creas e pelos Centros de Referência Especializados para População em Situação de Rua (Centro Pop). O 4º Ciclo de Diálogos organizado pela Sedes-DF orientou profissionais do Creas e do Centro POP sobre o atendimento humanizado à população LGBTQIAPN+ vítima de violações de direitos | Foto: Divulgação/Sedes-DF “Esse encontro reafirma nosso compromisso em garantir que todos, independentemente de sua identidade de gênero ou orientação sexual, tenham seus direitos respeitados e protegidos. Por meio de encontros e reflexões dos nossos profissionais, buscamos promover um atendimento que valoriza cada vez mais a diversidade”, destacou a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. Entre os temas discutidos, destacou-se a diferença entre identidade e expressão de gênero, sexo biológico e orientação sexual. O evento também abriu espaço para diálogo com representantes do movimento LGBTQIAPN+, sigla que reúne pessoas lésbicas, gays, bissexuais, transexuais, queers, intersexo, assexuais, pansexuais e não binárias, entre outras classificações. O Creas ajuda pessoas que tiveram seus direitos violados a superar os danos causados pela violência “Ao longo do ano, realizamos uma série de encontros voltados à discussão de temas relevantes para a realidade dos profissionais e usuários dos Creas. Nesse processo, identificamos que a pauta da diversidade ocupa um lugar central e ainda desperta muitas dúvidas. Então, nosso objetivo é capacitar os servidores para assegurar um atendimento cada vez mais humanizado e acolhedor ao público”, ressaltou Aline Pinho, coordenadora da Proteção Social de Média Complexidade da Sedes. O papel do Creas Diferentemente do Centro de Referência de Assistência Social (Cras), que trabalha com prevenção, o Creas atua quando pessoas ou famílias já tiveram seus direitos violados. Seu objetivo é auxiliá-las a superar os danos causados por situações como violências, maus-tratos ou negligência familiar contra adultos, crianças e idosos. A unidade oferece acompanhamento especializado por meio de escuta qualificada, atendimento emergencial e continuado. No espaço também são feitos encaminhamentos para serviços de saúde, educação, segurança, moradia, entre outros, além da inclusão de famílias em programas e benefícios socioassistenciais. O Distrito Federal possui 13 Creas espalhados por diferentes regiões administrativas, incluindo o Creas da Diversidade, no Plano Piloto, voltado especificamente ao atendimento de situações de discriminação relacionadas à orientação sexual, identidade de gênero, raça, etnia ou religiosidade. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF)
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Apoio psicológico e nutricional é ampliado a servidores da assistência social
Cuidar de quem cuida é uma forma de fortalecer a rede de proteção social e promover um ambiente de trabalho mais saudável e acolhedor. Com esse propósito, a Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) passou a oferecer gratuitamente aos servidores da pasta atendimento psicológico e acompanhamento nutricional. O serviço é fruto de um convênio de concessão de estágio firmado entre a pasta e a Faculdade Anhanguera de Brasília, campus Asa Norte. Estudantes dos últimos semestres dos cursos de psicologia e nutrição estão realizando estágio obrigatório na secretaria, com atendimentos presenciais e online. A partir do próximo ano, serão incluídos também estagiários do curso de fisioterapia. Parceria entre Sedes-DF e Faculdade Anhanguera de Brasília oferece atendimento psicológico e acompanhamento nutricional aos servidores da pasta | Fotos: Renato Raphael/Sedes-DF “Essa parceria vai ofertar alguns serviços de nutrição, psicologia e fisioterapia, possibilitando aos servidores melhoria da qualidade de vida e um ambiente de trabalho mais agradável para aqueles que estão no dia a dia”, destaca o subsecretário de Administração-Geral da Sedes, Edward Fonseca. Os estagiários do 8º e do 9º semestres de psicologia se revezam diariamente nos atendimentos realizados no edifício-sede da Sedes, na 515 Norte, em uma sala com isolamento acústico. [LEIA_TAMBEM]“A Sedes preparou um espaço adequado, com privacidade, para receber os servidores. Também abrimos a possibilidade de atendimentos online, para que os profissionais da ponta, que moram em locais mais distantes, possam ser atendidos”, explica a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. Os servidores interessados devem solicitar o link de acesso aos gestores das unidades em que trabalham. No caso dos atendimentos de nutrição, o serviço é presencial, realizado às terças e quintas pela manhã. “Essa é uma demanda antiga da secretaria, identificada a partir dos processos que chegam e das conversas com as chefias e os próprios servidores. A parceria veio para ampliar o cuidado com a saúde mental e física dos profissionais”, reforça a coordenadora de Gestão de Pessoas da Sedes, Raquel Godoi. “Todos os servidores agora têm acesso a um site específico para o agendamento, feito exclusivamente online, pelo endereço minhaagendavirtual.com.br.” Estagiária de psicologia, Isabella Wanessa vai prestar assistência aos servidores da Sedes: "Minhas colegas que já atenderam online gostaram bastante" Estudante do 8º semestre de psicologia na Faculdade Anhanguera, Isabella Wanessa, 23 anos, está animada com a experiência. “É muito legal, diferente. Vou começar agora. Minhas colegas que já atenderam online gostaram bastante. O espaço que a Sedes disponibilizou é arejado, muito bom, tem isolamento acústico — o que é essencial para garantir sigilo, privacidade e melhor acolhimento”, conta. A coordenadora do curso de psicologia da Faculdade Anhanguera, Luana Andrade, ressalta a importância desse tipo de estágio para a formação dos estudantes. “Cada estágio estabelece uma competência, uma habilidade que o aluno deve desenvolver. Esse convênio com a Sedes permite ao estudante aplicar a teoria na prática e aprimorar técnicas de intervenção individual e em grupo, observação e organização de prontuários”, explica. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF)
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Unidades de assistência social do DF celebram o Dia Internacional do Idoso
Em comemoração ao Dia Internacional da Pessoa Idosa, a Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) promoveu diversas atividades nessa quarta-feira (1º/10) nas unidades de assistência social. A data ressalta a importância de assegurar direitos e dignidade às pessoas com mais de 60 anos. No Centro de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (Cecon) Mozart Parada, em Taguatinga, a programação teve ginástica e música com o grupo +Vida Viver e Conviver, que tem como objetivo ressignificar o processo de envelhecimento — cerca de 60 frequentadores da unidade participaram da ação. Além disso, houve distribuição de brindes e apresentação do grupo de carimbó da associação de idosos da região, promovendo interação entre os participantes. No Cecon Parada, a programação teve ginástica, música, distribuição de brindes e apresentação de grupo de carimbó | Fotos: Divulgação/Sedes-DF “A assistência social garante esse convívio para muitos idosos que não têm renda nem apoio familiar, proporcionando o suporte necessário para que possam viver melhor. É por meio de momentos como este — além de uma rede de proteção, programas e benefícios sociais — que conseguimos transformar a vida desse público no DF”, destacou a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. Thiago Aguiar, educador social do Cecon Parada e organizador do Grupo +Vida, explica que o foco do projeto é trabalhar o corpo por meio de movimentos funcionais ao ritmo de músicas, prática conhecida como hitbox. “É uma das atividades preferidas dos idosos, pois envolve música e interação afetiva”, disse. “Esse é um público bastante participativo, e percebemos o quanto essas ações são transformadoras. Muitos chegaram aqui enfrentando diferentes problemas pessoais e estão superando esses desafios. O impacto é extremamente positivo”. [LEIA_TAMBEM]Ainda em Taguatinga, o Serviço de Acolhimento Institucional para Pessoas Idosas (Saipi) Casa Viva iniciou a comemoração ao meio-dia com um almoço especial. Em seguida, houve palestra sobre envelhecimento saudável, ministrada por Nadja Oliveira, assistente social da Central Judicial do Idoso do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT). Também houve bingo e celebração dos aniversariantes do mês. O Saipi Casa Viva é um dos serviços de acolhimento institucional para idosos oferecidos pela Sedes-DF. Destinado a homens a partir de 60 anos, tem como objetivo proporcionar abrigo temporário para aqueles em situação de vulnerabilidade social. Em São Sebastião, a secretária-adjunta de Desenvolvimento Social, Jackeline Canhedo, participou de uma ação conjunta entre o Centro de Convivência e o Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas), voltada para cerca de 100 idosos e 20 adolescentes. A iniciativa abordou a questão da violação de direitos, promovendo conscientização e diálogo sobre o tema. Os 16 Cecons do DF executam o Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (SCFV), organizando atividades para diferentes faixas etárias. O objetivo é possibilitar interação e troca de experiências. Para os idosos, as ações incentivam o envelhecimento saudável, estimulando memória, capacidade cognitiva e valorização das histórias de vida, além de fortalecer a saúde mental, física e emocional. O acesso ao serviço ocorre por encaminhamento dos Centros de Referência de Assistência Social (Cras). Uma ação conjunta entre o Centro de Convivência e o Creas de São Sebastião abordou a questão da violação de direitos A data O Dia Internacional da Pessoa Idosa é celebrado em 1º de outubro. Instituído pela Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) em 1990, passou a ser comemorado a partir de 1991, com o objetivo de conscientizar a sociedade sobre as questões do envelhecimento, reconhecer a importância dos idosos na comunidade e assegurar que tenham vida com dignidade, saúde e direitos. A data também coincide com a promulgação do Estatuto do Idoso no Brasil, em 1º de outubro de 2003, que garante direitos e proteção às pessoas com 60 anos ou mais. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF)
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Conselho de Segurança Alimentar e Nutricional elege presidente e dá posse a novos conselheiros
O Conselho de Segurança Alimentar e Nutricional do Distrito Federal (Consea-DF) elegeu, nesta quarta-feira (1º), a nova presidência do colegiado para o mandato 2025-2027. Por maioria de votos, a atual presidente, Albaneide Peixinho, foi reconduzida ao cargo. Nutricionista e atuante na pauta da segurança alimentar e nutricional, Albaneide integra o Conselho como representante da organização da sociedade civil (OSC) Aliança pela Alimentação Adequada e Saudável. “O Conselho interveio bem nas questões da liberação das cozinhas solidárias. Nos mobilizamos para solicitar que tomassem providências em relação à segurança nos restaurantes comunitários, foram diversas plenárias sobre o assunto. Acho que, a partir da sexta conferência, a gente fortaleceu muito o Conselho, a participação do coletivo. O conselheiro está intervindo melhor, está entendendo o que é o papel do Conselho e a importância de monitorar e fiscalizar as políticas públicas de segurança alimentar e nutricional”, destacou Albaneide Peixinho, ao fazer um balanço da sua gestão anterior. O Consea-DF tem como objetivo acompanhar a execução da política de segurança alimentar e nutricional em âmbito distrital e propor medidas para aprimorá-la | Fotos: Carol Nogueira/Sedes-DF Vinculado à Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), o Consea-DF é formado por dois terços de representantes da sociedade civil e um terço de representantes do governo, totalizando 36 titulares, além dos respectivos suplentes. Na mesma ocasião, tomaram posse os 48 conselheiros eleitos de 24 organizações e movimentos da sociedade civil que compõem o Consea-DF, escolhidos no último processo seletivo. Uma das novas conselheiras, Ana Lydia Gonçalves, representante da Associação de Produtores e Promotores das Plantas Alimentícias Não Convencionais (Aspanc), destacou a importância da nova gestão. [LEIA_TAMBEM]“Essa pauta que ela trouxe é muito importante, porque não é esperar as demandas chegarem, é mapear as demandas. Isso é muito importante para dar continuidade ao que começamos e avançar. Avançar em todas essas pautas em relação à alimentação, ao direito a uma alimentação justa e adequada aqui no Distrito Federal”, afirmou Ana Lydia Gonçalves. O colegiado tem como objetivo acompanhar a execução da política de segurança alimentar e nutricional em âmbito distrital e propor medidas para aprimorá-la, com foco em atender às comunidades mais vulneráveis. A presidência do Conselho é exercida por um representante da sociedade civil. O Consea-DF também é responsável pela organização das Conferências Distritais de Segurança Alimentar e Nutricional, importante espaço de debate sobre a política e de apresentação de propostas que servirão de base para o Plano Distrital de Segurança Alimentar e Nutricional, com vigência de quatro anos. As deliberações contribuem ainda com o Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional. “A participação da população e das organizações da sociedade civil é fundamental para termos uma política de segurança alimentar e nutricional mais efetiva e que atenda os diferentes segmentos da população”, destaca a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF)
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Conferência de assistência social reúne mais de 430 participantes em dois dias de evento
Com o tema “20 anos do Suas: construção, proteção social e resistência”, o Distrito Federal sediou na quinta (18) e nesta sexta-feira (19) a 16ª Conferência Distrital de Assistência Social. O encontro, realizado no auditório da Legião da Boa Vontade (LBV), na 915 Sul, reuniu trabalhadores do Sistema Único de Assistência Social (Suas), entidades e usuários para avaliar e aprimorar a política de desenvolvimento social do DF. Cerca de 430 pessoas e 113 delegados participaram do evento, organizado pelo Conselho de Assistência Social do Distrito Federal (CAS-DF), vinculado à Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF). “Foi a primeira vez que conseguimos fazer uma conferência com a expressiva participação dos usuários. Isso ocorreu graças à atuação das redes, à mobilização das unidades e do fórum de usuários coordenado pela conselheira Ângela, que faleceu recentemente”, destaca a secretária executiva do CAS-DF, Rafaella da Câmara. A 16ª Conferência Distrital de Assistência Social discutiu as propostas aprovadas nas oito conferências regionais preparatórias | Foto: Renato Raphael/Sedes-DF Moradora da Vila Roriz, em Planaltina, Maria do Livramento Araújo, de 77 anos, é acompanhada pelo Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos de Planaltina há pouco mais de dois anos e fez questão de participar das conferências regional norte e distrital. “Estou muito feliz de contribuir com a conferência. Me sinto honrada de poder falar aqui sobre a importância de ter ações mais voltadas para um cuidado maior com os idosos”, conta. O encontro discutiu as propostas aprovadas nas oito conferências regionais preparatórias, divididas por territórios, e nas sete conferências livres, organizadas por diferentes segmentos da população e movimentos sociais. “A conferência é muito importante porque mobiliza usuários, trabalhadores e entidades da assistência social para fazer uma reflexão sobre como tem funcionado e pensar o que é necessário para aprimorar e fortalecer a política de assistência no DF. Então, é um momento estratégico para que a população participe, para que quem trabalha participe, para que quem executa participe do processo, porque temos uma construção coletiva, com participação e mobilização das pessoas. Isso fortalece muito o Sistema Único de Assistência, que é pensado para ter essa participação, para ter essa mobilização, para que as pessoas também entendam a importância e a relevância da política de assistência social”, ressalta o presidente do CAS-DF e subsecretário de Assistência Social da Sedes, Coracy Chavante. Maria do Livramento Araújo, moradora da Vila Roriz: "Me sinto honrada de poder falar aqui sobre a importância de ter ações mais voltadas para um cuidado maior com os idosos" | Foto: Divulgação/Sedes-DF Foram aprovadas duas propostas por eixo para o DF e uma para a União, além da escolha dos 12 delegados que vão representar o Distrito Federal na Conferência Nacional de Assistência Social, marcada entre os dias 9 e 12 de dezembro. Entre as propostas aprovadas estão a necessidade de um novo concurso público para aumentar a capacidade de atendimento na rede de proteção social e a criação de transporte público gratuito para usuários do Suas. [LEIA_TAMBEM]“As propostas aprovadas no Distrito Federal contribuem para fortalecer nossa rede de proteção social porque refletem as demandas da população, das entidades e dos trabalhadores do Suas. Os debates também servem de base para o encontro nacional”, pontua a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. A 16ª Conferência Distrital de Assistência Social trabalhou cinco eixos, conforme determinação do Conselho Nacional de Assistência Social: Universalização do Suas: acesso integral com equidade e respeito às diversidades; Aperfeiçoamento contínuo do Suas: inovação, gestão descentralizada e valorização profissional; Integração de benefícios e serviços socioassistenciais: fortalecendo a proteção social, segurança de renda e inclusão social no Suas; Gestão democrática, informação no Suas e comunicação transparente: fortalecendo a participação social no Suas. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF)
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Bolsa Família: Saúde participa de encontro sobre condicionalidades da Região Central
O Governo do Distrito Federal participou, nesta segunda-feira (18), do encontro intersetorial de condicionalidades sobre o programa Bolsa Família. Servidores das secretarias de Saúde (SES-DF), Educação (SEEDF) e Desenvolvimento Social (Sedes-DF) que atuam em unidades localizadas na Asa Norte, Vila Planalto, Lago Norte, Granja do Torto, Cruzeiro, Varjão, Asa Sul, Lago Sul e Vila Telebrasília — integrantes da Região de Saúde Central — debateram compromissos e articulações a respeito do tema. O objetivo é fortalecer a troca entre esses profissionais. Servidores das secretarias de Saúde, Educação e Desenvolvimento Social que atuam em unidades localizadas na Região de Saúde Central debateram compromissos e articulações a respeito do Bolsa Família Psicóloga da Gerência de Atenção à Saúde de Populações em Situação Vulnerável e Programas Especiais (GASPVP) da SES-DF, Cristiane Silva, explica que as equipes da pasta acompanham o pré-natal das gestantes, a atualização das cadernetas de vacinação e o estado nutricional das crianças. “No programa, cada família tem que cumprir algumas obrigações para receber o benefício. Por isso, é importante unir as ações das três secretarias. Esse movimento tem diminuído os índices de mortalidade infantil e materna e de evasão escolar, bem como melhorado o estado nutricional das crianças”, diz a profissional. [LEIA_TAMBEM]Os participantes que não cumprem tais condições podem receber algumas sanções, como o benefício bloqueado ou suspenso e até mesmo desligamento do programa. Para efetuar o acompanhamento em saúde, os cidadãos devem se dirigir a uma Unidade Básica de Saúde (UBS). “Tratamos sobre as condicionalidades, compromissos assumidos pelas famílias beneficiárias nas áreas de saúde e educação, essenciais para a continuidade no programa. Nesse cenário, a articulação entre os servidores é fundamental”, aponta a coordenadora de Transferência de Renda e Benefícios da Sedes-DF, Thaís Mandarino de Albuquerque. Participante do evento, o agente de saúde Edcarlos Gomes de Oliveira, da UBS 1 da Asa Sul, ressalta: “É importante integrar o trabalho, trocar experiências. Fazemos busca ativa desses beneficiários, mandamos mensagem, vamos nas casas. Essa experiência serve para pensarmos conjuntamente as estratégias". Entre janeiro e junho de 2025, o DF acompanhou 82,85% dos beneficiários do programa Bolsa Família nas condicionalidades em saúde, mais do que a média nacional de 80,3% Acima da média Entre janeiro e junho deste ano, o Distrito Federal acompanhou 82,85% dos beneficiários do programa Bolsa Família nas condicionalidades em saúde. O índice representa mais de 260,7 mil pessoas e está acima da média nacional, que foi de 80,3%. “Temos tido melhora nos índices graças ao trabalho desse comitê integrativo, no qual cada secretaria ajuda a outra. Conseguimos localizar aquele aluno ou mesmo paciente da saúde que precisa ser acompanhado. É uma troca para entregar mais eficiência e impedir que o beneficiário sofra sanções", avalia o coordenador municipal do Sistema Presença, desenvolvido pelo Ministério da Educação, Odair de Amorim Lima. *Com informações da Secretaria de Saúde (SES-DF)
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Políticas públicas do DF contribuem para o combate à fome no país
Recentemente, a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO/ONU) anunciou que o Brasil não está mais no chamado Mapa da Fome. Menos de 2,5% da população do país está em risco de subalimentação ou de falta de acesso à alimentação suficiente – ou seja, houve uma redução no número de pessoas que não consomem a quantidade mínima de calorias e nutrientes para manter uma vida saudável. O resultado reflete a média trienal de 2022/2023/2024. A saída do Brasil do Mapa da Fome é resultado de políticas públicas que priorizam a garantia de segurança alimentar e combate à pobreza no país. O Distrito Federal, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), tem contribuído para a obtenção de bons resultados, aumentando os investimentos e criando programas para expandir o acesso à alimentação regular e de qualidade. Políticas públicas focadas na segurança alimentar ajudaram o Brasil a sair do Mapa da Fome; no DF, iniciativas como o Cartão Prato Cheio e os restaurantes comunitários merecem destaque | Fotos: Renato Raphael/Sedes-DF Entre as ações implementadas pela Sedes-DF estão os programas Cartão Prato Cheio, que concede benefício de R$ 250 durante 18 meses a famílias em vulnerabilidade social para compra de alimentos, e a Cesta Verde, composta por frutas, verduras e legumes frescos, entregues aos beneficiários pelo menos uma vez ao longo do ciclo de parcelas do Prato Cheio. Além disso, também foi fundamental para o combate à fome o Cartão Gás, um auxílio financeiro pago em parcelas bimestrais de R$ 100. Juntos, os programas beneficiam 170 mil famílias mensalmente desde 2020. “Hoje, o Cartão Prato Cheio é o maior programa de segurança alimentar e nutricional do país. Nos últimos quatro anos, mais de 670 mil famílias receberam o benefício, representando um investimento superior a R$ 900 milhões em todo o período”, pontua a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. [LEIA_TAMBEM]Outra iniciativa importante no combate à fome no DF foi a ampliação do número de restaurantes comunitários – eram 14 e, agora, são 18. Quinze dessas unidades oferecem café da manhã, almoço e jantar a um preço simbólico de R$ 2, garantindo alimentação acessível e de qualidade para a população em situação de vulnerabilidade social. Antes desta gestão, os restaurantes ofereciam apenas almoço, que custava R$ 3. Dados da Sedes-DF mostram que a oferta de refeições nesses equipamentos aumentou de 6,5 milhões, em 2019, para 14 milhões, em 2024. “É importante ressaltar que o DF registrou um crescimento de 9,2% no índice de segurança alimentar, segundo as pesquisas de orçamento familiar [POF] e Nacional por Amostra de Domicílios Contínua [Pnad-Contínua]. Isso indica que estamos no caminho certo no combate à fome”, destaca a secretária. Nos últimos quatro anos, o investimento na ampliação da rede de segurança alimentar e nutricional da Sedes-DF quadruplicou. Em 2020, a Subsecretaria de Segurança Alimentar e Nutricional (Subsan) contava com menos de R$ 100 milhões para financiar as ações. Em 2024, esse valor chegou a quase R$ 400 milhões. “Vale ressaltar que políticas de outras áreas também têm sido fundamentais na garantia de segurança alimentar no DF, como o apoio à agricultura familiar e acesso à alimentação saudável, o fortalecimento da alimentação escolar e as ações de estímulo à geração de emprego e renda”, complementa Ana Paula Marra. O número de restaurantes comunitários aumentou de 14 para 18; do total, 15 unidades oferecem café da manhã, almoço e jantar a um preço simbólico de R$ 2 Mapa da Fome Os dados do Mapa da Fome constam no relatório O Estado da Segurança Alimentar e Nutricional no Mundo 2025 – originalmente, em inglês, The State of Food Security and Nutrition in the World (Sofi 2025) –, lançado pela FAO durante a 2ª Cúpula de Sistemas Alimentares da ONU (UNFSS+4), em julho. Em 2014, o Brasil já havia saído da lista de países que têm pessoas passando fome. Mas, após a análise dos dados do triênio 2018/2019/2020, voltou à lista devido a um aumento da insegurança alimentar no período. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF)
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Mais de 1,5 mil famílias são incluídas no Cartão Prato Cheio
A Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) incluiu 1.559 novas famílias no programa Cartão Prato Cheio. Entre os beneficiados estão pessoas que receberão o auxílio pela primeira vez e outras que já participaram de ciclos anteriores. O programa atende 130 mil famílias, garantindo, atualmente, crédito mensal de R$ 250 para compra de alimentos. A inclusão no programa Cartão Prato Cheio é avaliada após atendimento agendado nas unidades do Centro de Referência de Assistência Social (Cras) | Foto: Divulgação/Sedes-DF Os 388 novos cartões destinados aos beneficiários que estão recebendo o crédito pela primeira vez já estão disponíveis nas agências do Banco de Brasília (BRB). Para verificar se foi contemplado e o local para buscar o cartão, basta acessar o site GDF Social. Já os beneficiários que estão retornando ao programa devem continuar usando o mesmo cartão. O crédito da parcela está previsto para 1º de agosto, a partir das 18h. [LEIA_TAMBEM]“O cidadão deve consultar no site a agência do BRB em que está o cartão, que deve ser desbloqueado para ter acesso ao crédito. É importante lembrar também que há muitas famílias que são contempladas no programa, mas não buscam o cartão. Nestes casos, a Sedes precisa aguardar um prazo legal para depois resgatar esse recurso e disponibilizar a vaga à outra família”, explica a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. A inclusão no programa é avaliada após atendimento agendado nas unidades do Centro de Referência de Assistência Social (Cras). *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF)
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