Resultados da pesquisa

Unidades de Conservação

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Escolas selecionadas para o projeto Parque Educador no primeiro semestre são divulgadas

O programa Parque Educador, desenvolvido pelo Instituto Brasília Ambiental em parceria com a Secretaria do Meio Ambiente (Sema-DF) e com a Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF), divulgou a lista das escolas públicas selecionadas para participar do projeto no primeiro semestre de 2026. Ao todo, 295 escolas da rede pública se inscreveram para esta edição do programa. Após análise das inscrições, 72 instituições foram selecionadas para integrar as atividades ecopedagógicas.  “O ensino nas nossas escolas tem sido cada vez mais plural, e proporcionar aos alunos esse convívio com o meio ambiente torna o aprendizado ainda mais enriquecedor”, pontuou a vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão. O presidente do Instituto Brasília Ambiental, Rôney Nemer, destacou os planos de ampliação do programa: “Hoje atendemos escolas em sete unidades diferentes, mas temos o objetivo de melhorar a infraestrutura de outras unidades para ampliar o atendimento e alcançar ainda mais crianças, formando cidadãos conscientes da importância do Cerrado para o Brasil e para o mundo”. Na visita às unidades de conservação, alunos da rede pública podem ver, na prática, conteúdos aprendidos na sala das aulas de química, biologia e ciências | Foto: Divulgação/Brasília Ambiental [LEIA_TAMBEM]As escolas participantes vão integrar o projeto entre este mês e julho, podendo inscrever até duas turmas com até 40 alunos cada. O programa oferece transporte até as unidades de conservação, equipe especializada e infraestrutura para a realização das atividades. Às escolas cabe o fornecimento do lanche  para os estudantes e a indicação de pelo menos dois responsáveis para acompanhar as turmas durante as visitas. As atividades são conduzidas por professores capacitados da rede pública, disponibilizados pela Secretaria de Educação, e ocorrem em diferentes unidades de conservação do Distrito Federal, como Parque Ecológico de Águas Claras, Parque Ecológico do Riacho Fundo, Parque Ecológico Três Meninas (Samambaia), Parque Ecológico Saburo Onoyama (Taguatinga) e Parque Ecológico Sucupira (Planaltina). Atendimentos Em 2025, o Parque Educador prestou 16.385 atendimentos em sete unidades de conservação, beneficiando mais de 4,1 mil estudantes da rede pública de ensino. A iniciativa possibilita que os alunos aprendam na prática conteúdos abordados em sala de aula, especialmente nas áreas de ciências, química e biologia, por meio de atividades desenvolvidas em ambientes naturais. *Com informações do Brasília Ambiental  

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Agentes retiram 57 comedouros colocados por visitantes no Parque Ecológico de Águas Claras

Os agentes de unidades de conservação do Parque Ecológico de Águas Claras (Peac), administrado pelo Instituto Brasília Ambiental, retiraram, no mês de fevereiro, cerca de 57 comedouros e recipientes similares espalhados por áreas do parque, colocados por frequentadores. A ação foi baseada na Lei Federal nº 9.605/1998 de crimes ambientais, que visa proteger a integridade dos ecossistemas. O presidente do Brasília Ambiental, Rôney Nemer, ressalta que essa atitude dos visitantes resulta em prejuízos significativos para os animais. “As pessoas podem até achar que estão fazendo uma coisa boa, mas não estão. Estão é causando alteração no comportamento natural das espécies, criando desequilíbrio e tornando-as vulneráveis a várias doenças”, enfatiza. O instituto aposta em educação ambiental para colocar fim a esse problema. A autarquia planeja desenvolver material informativo de caráter educativo, visando sensibilizar os frequentadores sobre os riscos inerentes à prática de alimentação de animais. Outras situações que podem ocorrer, segundo a agente, é que os comedouros podem se tornar focos de contaminação, de transmissão de doenças entre espécies e ainda atrair ratos e pragas | Foto: Divulgação/Brasília Ambiental A agente de unidades de conservação Agda Sabino lembra que, infelizmente, a retirada de comedouros é uma prática que deve ser frequente, porque as pessoas insistem em alimentar os animas. “Prática que é extremamente inadequada e proibida. Alimentos oferecidos não integram a dieta natural da fauna silvestre e podem gerar doenças, como diabetes, infecções, entre outras. E também causar dependência humana e a perda da capacidade natural dos animais de buscar, localizar, capturar e consumir alimentos do próprio habitat”, explicou. Outras situações que podem ocorrer, segundo a agente, é que os comedouros podem se tornar focos de contaminação, de transmissão de doenças entre espécies e ainda atrair ratos e pragas. Alimentar animais silvestres, especialmente em unidades de conservação, é considerada, pela legislação ambiental, interferência na fauna nativa, passível de penalidades. A autarquia planeja também implementar sinalização vertical em pontos estratégicos do Peac, que servirá como reforço visual permanente aos alertas, desempenhando um papel fundamental na orientação pública e na preservação da fauna silvestre. A intenção é que essa ação some para mitigar as investidas de visitantes que, por desconhecimento, fomentam a instalação de novos comedouros.   *Com informações do Instituto Brasília Ambiental

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Brasília Ambiental inicia série de visitas de servidores a unidades de conservação

A agenda ambiental na Administração Pública (A3P) do Instituto Brasília Ambiental deu início, nesta sexta-feira (6), no Parque Ecológico Águas Claras, à série de visitas às unidades de conservação (UCs) administradas pela autarquia. A iniciativa visa levar grupos de servidores do Instituto a conhecer in loco o que eles trabalham para proteger e preservar. Faz parte do projeto ainda, a cada visita, incluir trabalhadores da área de conservação e limpeza que atuam na sede do órgão ambiental. A vice-governadora Celina Leão ressaltou a importância do conhecimento presencial do potencial ecológico do Distrito Federal, em especial, pelos servidores que atuam na área. “Essa experiência permite uma compreensão íntima das complexidades ambientais e socioculturais do território e é crucial para uma atuação eficaz, especialmente na gestão de unidades de conservação, planejamento territorial e manejo integrado do fogo”, lembrou. O presidente do Brasília Ambiental, Rôney Nemer, parabenizou os integrantes da A3P pelo projeto. “Proporcionar esse contato, esse conhecimento aos servidores é uma excelente iniciativa. Muitos conhecem as UCs só por mapas, de forma virtual ou por fotos, até pela natureza de suas atividades. Mas quando conhecemos in loco, temos muito mais condições de falar sobre, de defender essas áreas sensíveis, ricas em biodiversidade e fundamentais para a qualidade de vida no DF. Os membros da A3P estão de parabéns”, enfatizou. A iniciativa visa levar grupos de servidores do Instituto a conhecer in loco o que eles trabalham para proteger e preservar | Fotos: Divulgação/Brasília Ambiental “Muitas pessoas, das que estavam hoje no grupo, até já tinham ido ao parque, mas só para participar de reuniões. Nunca tinham, realmente, andado pelas trilhas daquela unidade de conservação. Não conheciam pessoalmente seu potencial ecológico. Então, esse é um dos objetivos do projeto”, explica Maria Fernanda Teixeira, educadora ambiental do Instituto e membro da A3P. Maria Fernanda ressalta que a avaliação da gestão de resíduos daquela UC também foi um dos objetivos da visita. “Essa avaliação visa que pensemos, em conjunto, soluções para questões que forem identificadas”, esclareceu. A visita à UC começou na área de administração do parque. Em seguida, a equipe foi conhecer o viveiro de mudas de plantas típicas do Cerrado, que é organizado por um grupo de voluntários que atuam no local. O grupo foi guiado por duas voluntárias. Na sequência, os servidores foram conhecer a gestão de resíduos da unidade. A parada para abordar o assunto ocorreu em frente aos contêineres de separação dos resíduos com fins de coleta seletiva adquiridos pela A3P para o parque. O agente de Unidade de Conservação, Jose Reis, que guiou a visita neste momento, explicou que os funcionários da limpeza do parque fazem a separação dos resíduos que são coletados no local.” Esses resíduos são colocados nos contêineres específicos e, posteriormente, uma cooperativa de catadores vai lá e recolhe o material”, detalhou. O percurso da visita passou ainda pelo Centro de Educação Ambiental da unidade e áreas de plantios de mudas, nas quais são usadas diferentes técnicas de plantio José Reis destacou a importância da visita. “Mostra para os outros servidores do órgão os gargalos que enfrentamos nas UCs, os tributos ecológicos de cada uma delas, e também o que temos feito dentro delas para que melhore a percepção do frequentador sobre a unidade. Somos servidores públicos e trabalhamos para que cada vez mais o visitante de uma UC tenha o sentimento de pertencimento ao local”, disse. Segundo Maria Fernanda, um problema identificado no Parque de Águas Claras, e que ocorre em outras UCs, é o resíduo do coco. “É um resíduo orgânico pesado, de difícil decomposição. Precisamos pensar na solução adequada pra ele, que deve passar pela contratação de uma cooperativa específica e especializada em coco”, comentou. O percurso da visita passou ainda pelo Centro de Educação Ambiental da unidade e áreas de plantios de mudas, nas quais são usadas diferentes técnicas de plantio. Mais visitas Já estão agendadas as duas próximas visitas da A3P. A próxima será no dia 13 de março, à CEB Geração – Barragem do Lago Paranoá, e a seguinte será ao Sítio Escola de Permacultura Geranium, localizado no Núcleo Rural de Taguatinga. A Agenda Ambiental na Administração Pública (A3P) é um programa do Ministério do Meio Ambiente, que estimula órgãos públicos a implementarem práticas de sustentabilidade. Seu objetivo é promover a responsabilidade socioambiental, visando a eficiência, preservação de recursos naturais e redução de gastos na administração pública.   *Com informações do Brasília Ambiental

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Plenária apresenta resultados da gestão de áreas ambientais protegidas no DF em 2025

O Instituto Brasília Ambiental, por meio da Superintendência de Unidades de Conservação, Biodiversidade e Água (Sucon) promoveu nesta terça-feira (9), a terceira e última plenária de planejamento de 2025. O encontro reuniu servidores da sede da autarquia e agentes de unidades de conservação para tratar de ações planejadas e executadas no ano e fazer uma prévia das atividades para 2026. Essas reuniões anuais da Sucon foram instituídas desde 2024, por meio da Instrução Normativa nº 22 e objetivam reforçar a governança com a discussão de estratégias na gestão das Unidades de Conservação (UCs) do Distrito Federal sob a responsabilidade do Brasília Ambiental. A plenária tratou de ações planejadas e executadas no ano e fazer uma prévia das atividades para 2026 | Foto: Divulgação/Brasília Ambiental Segundo o superintendente de Unidades de Conservação, Biodiversidade e Água, Marcos Cunha, as plenárias são a possibilidade de olhar para o que foi feito, analisar e, até mesmo, modificar o prosseguimento de medidas adotadas. “É um momento de troca, para discutir as metas para as unidades de conservação, trazendo as pessoas para os projetos, para entenderem, também, o seu papel em cada ação”, comentou Cunha. Nesta edição foi apresentado o relatório das principais atividades empreendidas, com destaque para tópicos como retrospectiva das edições anteriores das plenárias, ocorridas nos meses de março e setembro; e elaboração de 14 normativos que instituíram, regulamentaram ou atualizaram alguma atividade da competência do Brasília Ambiental. Na segunda parte do encontro técnico, foram apresentadas, ainda, todas as obras realizadas nos parques ecológicos, a proposição de revisão da IN 22, com a sugestão de mudanças em alguns indicadores e as prioridades do setor para 2026. “Tudo o que foi exposto nesta reunião demonstrou o quanto o corpo técnico da Sucon se empenhou, com afinco, em importantes entregas para o meio ambiente do DF. São muitos os exemplos: o lançamento da instrução normativa de fauna exótica; a gestão das brigadas florestais na prevenção e combate aos incêndios florestais em UCs; e, mais recentemente, a criação do Fundo de Conservação do Cerrado (FCC), para o pagamento das compensações ambientais”, reconhece o presidente do Brasília Ambiental, Rôney Nemer. A vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão, lembra a importância da execução de um planejamento cuidadoso das áreas protegidas. “Essas unidades são essenciais não apenas para a preservação do nosso bioma, mas, principalmente, para a manutenção da qualidade de vida dos brasilienses”, conclui. *Com informações do Brasília Ambiental  

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Câmara setorial do GDF aprova três projetos de compensação ambiental

Agência Brasília · CÂMARA SETORIAL DO GDF APROVA TRÊS PROJETOS DE COMPENSAÇÃO AMBIENTAL O Instituto Brasília Ambiental realizou, na tarde desta terça-feira (26), a primeira reunião ordinária do ano da Câmara de Compensação Ambiental e Florestal (CCAF). O encontro, na sala de reuniões do 4º andar da sede da autarquia, foi presidido pelo secretário executivo (Secex) do Instituto, Valterson Silva, que representou o presidente da autarquia, Rôney Nemer. Resultou na aprovação de recursos na ordem de R$ 1.286.580,96, voltados, na maioria, para ações de infraestrutura nas Unidades de Conservação sob a gestão do Instituto. Os recursos foram dirigidos a três propostas, aprovadas por unanimidade. A primeira destinou o valor de R$ 372.453,60, resultante de compensação ambiental, para a contratação de transporte com fins da locomoção dos estudantes participantes do Programa de Educação Ambiental Parque Educador. O Parque Educador tem como foco principal o receptivo de estudantes de escolas públicas do DF para a realização de atividades de educação integral, ambiental e patrimonial nas Unidades de Conservação geridas pelo Brasília Ambiental. “Professores capacitados conduzem aulas, ao longo dos semestres, promovendo sensibilização ambiental com atividades como trilhas guiadas, oficinas, práticas integrativas de saúde, palestras e vivências na natureza”, explicou o apresentador da proposta, chefe da Unidade de Educação Ambiental do Instituto, Luiz Felipe Blanco. Os recursos foram dirigidos a três propostas, aprovadas por unanimidade | Foto: Divulgação/Brasília Ambiental A segunda proposta aprovada destinou o valor de R$ 826.327,36, de compensação ambiental, para a execução de parte do cercamento do Parque Ecológico Riacho Fundo. O apresentador da proposta, Marcos João da Cunha, representante da Superintendência de Unidades de Conservação, Biodiversidade e Água (Sucon) na reunião, ressaltou a importância de as UCs terem cercamento no sentido, principalmente, do impedimento de invasões, situação pela qual o parque em questão já passou. A terceira proposta destinou recursos também de compensação ambiental, na ordem de R$ 87.800,00, para a aquisição de aparelhos receptores GNSS/RTK e acessórios. Os receptores são dispositivos de posicionamento por satélite que combinam o Sistema Global de Navegação por Satélite (GNSS) com a técnica Cinemática em Tempo Real (RTK) para fornecer coordenadas geográficas com precisão centimétrica em tempo real. Esses aparelhos, segundo o expositor da proposta, Marcos João da Cunha, representante da Superintendência de Unidades de Conservação, Biodiversidade e Água (Sucon) na reunião, embora solicitados para uso nas medições de definição de poligonais das UCs, terão serventia praticamente para todas as áreas fins do Brasília Ambiental. A reunião serviu ainda para a aprovação de alteração na proposta da distribuição das publicações da obra inédita Flora do Jardim Botânico de Brasília — Ervas e Arbusto — Guia de Campo. A alteração, aprovada por unanimidade, ampliou o número Guias destinados ao Brasília Ambiental, com fins de suprimento das UCs. A proposta de solicitação de recursos de compensação ambiental para a produção do impresso deve constar na pauta da próxima reunião da CCAF. A vice-governadora Celina Leão destaca que a destinação de recursos de compensação ambiental para Unidades de Conservação (UCs) é fundamental. “Garante a proteção de áreas com alta biodiversidade, a manutenção de serviços ecossistêmicos essenciais e a efetiva recuperação e implantação de novas UCs, equilibrando o impacto da atividade humana e fortalecendo a conservação da natureza e o desenvolvimento sustentável”. Estiveram presentes na reunião, além dos servidores da Unidade de Compensação Ambiental e Florestal do Instituto (UCAF), do Secretário Executivo do Instituto, Valterson da Silva, e do representante da Sucon, Marcos Cunha: a chefe da Assessoria da Presidência, Danyella Shayene; a superintendente de Licenciamento Ambiental, Nathália Almeida; o superintendente de Administração Geral (Suag), Ricardo Roriz; e o representante da Secretaria de Meio Ambiente (Sema), Israel Dourado Guerra. *Com informações do Instituto Brasília Ambiental

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Oficinas finalizam a 2ª edição da Conferência Distrital de Unidades de Conservação

O último dia da 2ª Conferência Distrital de Unidades de Conservação (CDUC), evento promovido pelo Instituto Brasília Ambiental, foi marcado pela realização de oficinas temáticas. O ponto de encontro nesta sexta-feira (1) foi no Centro de Desenvolvimento Sustentável da Universidade de Brasília (CDS/UnB) com um café da manhã de boas-vindas, seguido por uma dinâmica coletiva. A atividade de abertura, conduzida pelo psicólogo e educador físico Fábio Broto, em meio aos jardins do CDS, envolveu os participantes em um jogo cooperativo, com o objetivo de potencializar a capacidade das pessoas de trabalharem em conjunto visando um interesse comum. “A ideia foi criar uma conexão e a integração entre todos os conferencistas, como uma forma de aquecimento para as oficinas”, explica Broto, representante da organização Projeto Cooperação, que promove a cultura da cooperação em vários ambientes. Após a dinâmica, os inscritos seguiram para as oficinas Criação de Reservas do Patrimônio Particular Natural (RPPNs); Conselhos Gestores em Unidades de Conservação (UCs); Introdução ao Ecoturismo, visitação e parques ecológicos e Voluntariado em Unidades de Conservação. O ponto de encontro nesta sexta-feira (1º/8) foi no Centro de Desenvolvimento Sustentável da Universidade de Brasília (CDS/UnB) com um café da manhã de boas vindas seguindo por uma dinâmica coletiva | Foto: Divulgação/Brasília Ambiental A oficina Sistemas nacionais e subnacionais de áreas protegidas na América Latina foi realizada em meio virtual. Já os participantes da oficina Manejo de Trilhas em Unidades de Conservação foram conduzidos para o Parque Distrital das Copaíbas, localizado no Lago Sul, que sediou a atividade prática. A analista de planejamento urbano e infraestrutura Marina Ribeiro falou sobre a sua expectativa para essa experiência. “Ainda não visitei o parque {Distrital das Copaíbas}, após a implantação das trilhas, então a minha curiosidade é conhecer como ficou e saber mais sobre como foi todo o processo de instalação, as diretrizes. E é uma referência para o desenvolvimento de outros projetos, no futuro”, disse a servidora que é lotada na Diretoria de Conservação e Recursos Hídricos do Brasília Ambiental. [LEIA_TAMBEM]O estudante da UnB Pedro Tominaga também deixou sua impressão sobre o workshop Voluntariado em Unidades de Conservação: “Estou buscando ter uma noção e entender como se estrutura a participação social, voluntária, dentro das UCs, tanto no Distrito Federal quanto em âmbito nacional. E como isso é concretizado, de um modo geral”, disse o universitário. A técnica em Planejamento Urbano e Infraestrutura Simone Abreu, que está licenciada do Brasília Ambiental para doutorado em geografia na UnB, está desenvolvendo sua tese em consolidação territorial das unidades de conservação do DF participou da oficina de Conselhos Gestores e destaca a importância do tema. “Quando uma unidade de conservação é criada, o processo que antecede a isso envolve diversos atores, como, por exemplo, a participação da sociedade e, nesse momento, nós podemos reunir a sociedade e o próprio governo para compor o conselho gestor. E a construção de estratégias pode servir para a participação no plano de manejo. Esses atores são importantes no cuidado com a unidade de conservação, porque para proteger o meio ambiente, a gente não protege só. A gente precisa de parceiros”, conclui a doutoranda. *Com informações do Instituto Brasília Ambiental

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Conferência debate participação social nas unidades de conservação

Agência Brasília · CONFERÊNCIA DEBATE PARTICIPAÇÃO SOCIAL NAS UNIDADES DE CONSERVAÇÃO “Participação custa, é justa, é melhor para a sociedade e resulta em áreas bem protegidas”. A declaração é do consultor internacional em áreas protegidas Cláudio Maretti feita na tarde dessa quinta-feira (31), durante a 2ª Conferência Distrital de Unidades de Conservação. O evento é uma realização do Instituto Brasília Ambiental e ocorre no auditório da Câmara Legislativa Distrital, e encerra na manhã desta sexta-feira (1). Maretti, que é pesquisador, traz na bagagem 45 anos de trabalho com áreas protegidas e participou da construção do Sistema Nacional de Unidades de Conservação (SNUC), palestrou sobre o tema “Caminho se faz caminhando: participação social em unidades de conservação”, uma das falas mais esperadas do evento. Ele ressaltou que as Unidades de Conservação são as áreas protegidas mais importantes entre as áreas de conservação da natureza que existem. Sobre a participação social das comunidades nas UCs, o pesquisador destacou que é um direito das pessoas, e dos grupos sociais, sobretudo, participarem dos destinos do país, e isso inclui a gestão das Unidades de Conservação. “Essa participação traz uma condição, excepcional de qualidade de vida, se bem gerida. Nós temos muitos instrumentos legais, o próprio Sistema Nacional de Unidades de Conservação nos diz que a gente tem que promover a participação da sociedade e das comunidades locais”, lembrou. O consultor internacional em áreas protegias Cláudio Maretti palestrou sobre o tema “Caminho se faz caminhando: participação social em unidades de conservação” | Foto: Divulgação/Brasília Ambiental Maretti detalhou como essa participação é prevista: “Há a obrigação legal de todas as unidades de conservação terem um conselho; para a criação de uma Unidade de Conservação precisamos fazer uma consulta pública; também é recomendado que para o planejamento da Unidade ocorra a participação social, e assim por diante”. Segundo Maretti, em termos de normas, a participação social no Brasil, mesmo precisando ampliar os horizontes, está numa situação, razoavelmente, boa. Porém, na prática, o cenário é diferente. “A maior parte dos conselhos funciona mal e, às vezes, as consultas públicas são feitas só para constar. Diante desse quadro, diria que, em termos de participação social, nós estamos no meio do caminho”, avalia. Para o Brasil avançar na participação social nas Ucs, o estudioso diz que é necessário que os orçamentos governamentais dediquem pessoas e recursos à causa. “Participação custa dinheiro e o tempo das pessoas, mas gera bons resultados”, enfatiza. Exemplo mundial O SNUC foi conceituado por Maretti como muito bom e um exemplo para o mundo. Para melhorá-lo as medidas sugeridas vão na mesma linha que as para efetivar a participação social nas UCs: “Precisamos de três coisas: mais gente – gente dedicada, comprometida; mais dinheiro - recursos econômicos exequíveis, que não sejam só para constar; e que as Unidades de Conservação virem prioridade nas decisões governamentais para enfrentar, por exemplo, algumas obras que as afetam”, listou o pesquisador. De acordo com ele, isso é necessário para que a qualidade de vida das populações e da natureza, que é fornecida pelas UCs, não pereça ou entre em risco de vez em quando, principalmente quando se fala em desenvolvimento econômico. Que ocorra o contrário: a qualidade de vida seja o sustentáculo do desenvolvimento. Maretti criticou a falta de complementaridade no SNUC e a falta de visão dos processos ecológicos de grande distância. “Ele tem um conjunto de Unidades de Conservação muito significativo, um dos mais importantes do mundo. Mas não funciona de forma integrada. Por exemplo: a complementariedade entre os sistemas de unidades federais, estaduais e municipais não existe; também não existe a visão dos processos ecológicos de longa distância, como por exemplo, as grandes migrações de bagres dos rios da Amazônia, ou as aves migratórias que vem do Ártico até o extremo sul da América do Sul”, explicou. Para a primeira questão, o especialista receitou como fundamental e urgente o fortalecimento dos sistemas de unidades de conservação municipais, que segundo ele, são os mais frágeis. Esse fortalecimento também pode contribuir para o avanço da solução para a segunda questão. Pilares Na avaliação da vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão, os Sistemas de Unidades de Conservação Nacional e Distrital são as bases fortes da proteção ambiental. “O Sistema Distrital e Nacional de UCs mostram que gestão participativa e conhecimento técnico são pilares para conservar nossos recursos naturais e ampliar o acesso público a esses espaços”. O presidente do Instituto Brasília Ambiental, Rôney Nemer, que fez a abertura do evento na parte da manhã, lembrou que “a 2ª Conferência é uma oportunidade única de construir redes de colaboração, trocar experiências e pensar em soluções que garantam proteção e uso sustentável das áreas protegidas”. A programação vespertina do evento também contou a com o painel “Com ciência, com afeto: educação ambiental e participação social em Unidades de Conservação”. *Com informações do Instituto Brasília Ambiental

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Parque Ecológico Olhos D’Água abriga biblioteca organizada pela comunidade

Em meio à natureza, à pista de caminhada e aos equipamentos de musculação, o Parque Ecológico Olhos D’Água, na Asa Norte, abriga um espaço de conhecimento e interação social e cultural. Criada há mais de dez anos, a biblioteca comunitária fica em uma sala na sede localizada na entrada da unidade de conservação. Na biblioteca do Parque Ecológico Olhos D’Água, qualquer pessoa pode levar uma obra por vez para ler – a contrapartida é a doação de outro livro | Fotos: Matheus H. Souza/Agência Brasília “Surgiu de forma bem espontânea, por um interesse da comunidade”, revelou a superintendente de Unidades de Conservação do Brasília Ambiental, Marcela Versiani. “A gente percebe que cada parque traz uma especificidade da comunidade e isso faz parte do conceito das unidades de conservação, que espelham o que a comunidade busca em meio à atividade ao ar livre.” O acervo composto por doações é bastante diversificado. Há livros religiosos, literários, científicos e informativos. A organização fica por conta de voluntários. O espaço funciona de forma espontânea, sem registro de retirada dos livros. Qualquer pessoa pode levar uma obra por vez para ler. A contrapartida é a doação de outro livro. A nutricionista Nadir Naupe, 38 anos, é uma das frequentadoras da biblioteca. Ela conta que há algumas semanas pegou emprestada uma obra sobre espiritismo. “Acho muito legal ser um local em que podemos pegar o livro e levar para casa. É um espaço que funciona, porque nunca faltam livros, está sempre cheio de opções. É uma iniciativa muito importante”, afirmou. Na capital federal de férias, o jornalista inglês Jack Ball, 31, que estava aproveitando seu momento de leitura no parque, destacou a importância do projeto. “Acho que as bibliotecas são importantes em qualquer lugar do mundo, porque o conhecimento está lá. Dentro de um parque, criam uma perfeita combinação entre a natureza e o conhecimento. É uma forma de aprendizado em um espaço de paz e felicidade”, disse. A nutricionista Nadir Naupe é uma das frequentadoras da biblioteca: “É um espaço que funciona, porque nunca faltam livros, está sempre cheio de opções Além da biblioteca, a estrutura do Parque Ecológico Olhos D’Água oferece uma coopervia de 2.050 metros, trilhas calçadas, parquinho infantil, banheiros públicos e viveiros com plantas medicinais, nativas e exóticas. Há ainda áreas gramadas e cobertas, chuveiros e equipamentos de ginástica, incluindo uma estrutura pensada especialmente para pessoas idosas. O espaço funciona todos os dias das 5h30 às 20h (portão principal). As entradas laterais ficam abertas entre 6h e 18h.

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Evento no Guará celebra os 120 anos de nascimento de Ezechias Heringer

O Parque Ecológico Ezechias Heringer, localizado no Guará e administrado pelo Instituto Brasília Ambiental, foi palco na manhã desta sexta-feira (4), de uma homenagem a quem lhe deu o nome: o engenheiro agrônomo, botânico e pesquisador Ezechias Heringer. Ele completaria, em 2025, 120 anos. Deixou uma obra inspiradora que o tornou conhecido como o “Pai das Reservas Ecológicas de Brasília”. A homenagem contou com a presença da filha de Ezechias Heringer, Quelvia Heringer. Para a vice-governadora, Celina Leão, pessoas como Ezechias Heringer são referência na história ambiental do Distrito Federal: “Ele foi um importante botânico e ambientalista, que dedicou sua vida à preservação da flora local. O trabalho desenvolvido por ele inspira pessoas até hoje no que se refere à preservar, cuidar e amar o Cerrado”. A homenagem contou com a presença da filha de Ezechias Heringer, Quélvia Heringer | Fotos: Divulgação/Brasília Ambiental O presidente do Instituto Brasília Ambiental, Rôney Nemer, enfatizou a importância da obra de Ezechias Heringer: “Comemorar 120 anos de uma pessoa que lá atrás já defendia o meio ambiente, quando ninguém falava em defesa do meio ambiente, em preservação do Cerrado, é uma oportunidade ímpar de homenagear um herói. Essas unidades de conservação que temos hoje no Distrito Federal, a Floresta Nacional, tudo isso tem o trabalho e a dedicação pioneira de Ezechias Heringer. Foi ele quem começou todo esse processo. Ele já tinha uma visão de futuro”. Memorial O secretário de Meio Ambiente do Distrito Federal, Gutemberg Gomes, ressaltou que o Parque Ezechias Heringer é uma conquista da sociedade, “que sempre se empenhou muito para não perdê-lo para a especulação imobiliária”. Destacou a importância ambiental e biológica da unidade de conservação e lembrou que ela guarda o legado do engenheiro agrônomo Ezechias Heringer, que catalogou mais de cem espécies de orquídeas. Na oportunidade, o secretário solicitou ao representante da Mútua Caixa de Assistência da área tecnológica, presente ao evento, que as instituições de engenharia ajudem a reunir o acervo e construir, dentro do parque, o Memorial Ezechias Heringer. Quélvia Heringer agradeceu a homenagem feita a seu pai e destacou que o Brasília Ambiental sempre reconheceu o legado dele, seu pioneirismo na catalogação e conservação das espécies nativas do Cerrado. Na programação constaram também aulão de dança, oficina de nendodama (técnica criada pelo agrônomo japonês Masanobu Fukuoka, que utiliza bolinhas de argila com sementes) e plantio de espécies nativas do Cerrado, entre outras atividades Participaram da solenidade de abertura das atividades de homenagem aos 120 anos do botânico o diretor do Jardim Botânico, Alan Freire; o presidente da Mútua de Assistência, Joel Kruger; i presidente do Instituto Sumi-e Brasil, Hiromi Takano; a superintendente de Unidades de Conservação, Biodiversidade e Água do Brasília Ambiental, Marcela Versiani, e o administrador do Guará, Artur Nogueira. Na programação constaram também aulão de dança, oficina de nendodama (técnica criada pelo agrônomo japonês Masanobu Fukuoka, que utiliza bolinhas de argila com sementes), plantio de espécies nativas do Cerrado e a presença da Ouvidoria do Brasília Ambiental, entre outras atividades. A comemoração e se insere no projeto de exposição Recortes do Cerrado – Ezechias Heringer. O desbravador Ezechias Heringer nasceu em 1905 em Manhuaçu, Minas Gerais, e lá viveu toda a sua infância. Morador da área rural, teve contato desde cedo com a flora e fauna que o cercavam. Teve diversas formações e atuações profissionais. Foi topógrafo, engenheiro agrônomo, pesquisador do Ministério da Agricultura, chefe da Seção de Biologia, coordenador da Divisão de Recursos Naturais do Distrito Federal e criador da Reserva Ecológica de Águas Emendadas (Esecae), do Parque Distrital do Gama (prainha), da Estação Florestal Cabeça de Veado, do Horto de Taguatinga, entre outros espaços ecológicos. Heringer trabalhou para a construção de uma identidade científica para as espécies brasileiras e integra hoje a história da conservação nacional, tendo lutado pela criação de parques, reservas e acervos que representam um legado para a pesquisa ecológica. O trabalho pioneiro no Planalto Central tornou-o um dos desbravadores do Cerrado, na busca pela informação sobre a natureza e suas delicadas formações. *Com informações do Instituto Brasília Ambiental

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Valores cobrados pela utilização de parques e unidades de conservação do DF serão atualizados

O Instituto Brasília Ambiental publicou no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) desta sexta-feira (31) a Instrução Normativa nº 4, que atualiza os valores cobrados a título de preço público pela utilização das áreas dos parques e unidades de conservação (UCs). As atualizações desses valores são anuais. As cobranças de valores pelo uso das áreas dos parques e UCs são feitas quando ocorrem realizações de eventos e atividades comerciais nesses espaços, como o estabelecimento de quiosques, restaurantes, entre outras. A cobrança ocorre quando essas atividades são realizadas em qualquer UC que tenha visitação pública. As cobranças de valores pelo uso das áreas dos parques e UCs são feitas quando ocorrem realizações de eventos e atividades comerciais nesses espaços | Foto: Divulgação/Brasília Ambiental O índice de atualização deste ano corresponde à primeira parcela do fator de atualização do período de 2006 a 2023. Esse acumulado foi dividido em três parcelas, que serão cobradas até 2027. A essa primeira parcela está acrescido o INPC de 2024, que teve o porcentual de 4,84%. No total o reajuste é na ordem de 45,73%. Para o presidente da autarquia, Rôney Nemer, a medida tem um retorno positivo na preservação das máquinas utilizadas pelo público. “Esse é um investimento que volta para a própria unidade para auxiliar na manutenção dos parques”, pontuou o gestor. O superintendente de Unidades de Conservação, Biodiversidade e Água em exercício do Instituto, Marcos Cunha, explica que as atualizações estão previstas no Decreto nº 26.298 de 2005, e que elas ocorrem pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC). Para a vice-governadora Celina Leão, a preservação dos parques e das unidades de conservação é essencial para garantir espaços de lazer, contato com a natureza e qualidade de vida para a população do Distrito Federal. “A atualização dos valores segue critérios estabelecidos em lei e reflete o compromisso do governo com a manutenção e melhoria da infraestrutura desses espaços. Esses recursos retornam diretamente para a conservação ambiental e para aprimorar a experiência dos visitantes”, explica. *Com informações do Brasília Ambiental

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Unidades de conservação ambiental são objeto de pesquisa da UnB

Alunos de doutorado do Centro de Desenvolvimento Sustentável (CDS) da Universidade de Brasília (UnB) estiveram na tarde desta terça (7) na sede do Instituto Brasília Ambiental para apresentar o projeto de pesquisa UC/DF-Uso Público, com ênfase nas unidades de conservação (UCs) do Distrito Federal geridas pela autarquia. Servidores do Brasília Ambiental foram apresentados ao projeto de pesquisa dos estudantes | Foto: Divulgação/Brasília Ambiental O objetivo do estudo é viabilizar incentivo às UCs para possíveis parcerias público-privadas (PPPs)  com o intuito de melhor adequá-las para o uso público. O instituto hoje é responsável pela gestão de 82 unidades de conservação. A proposta da pesquisa é submeter 20 delas à análise de vários fatores que revelem, efetivamente, suas condições de uso, influências e convivência do público nesses espaços. “Tendo informações do público sobre a integração com a UC, o que eles esperam e recebem das áreas protegidas,  além das possibilidades reais quanto a parcerias para cada área, isso tudo vai contribuir muito com o nosso trabalho”, explica a  superintendente das  Unidades de Conservação, Biodiversidade e Água do Brasília Ambiental, Marcela Versiani. “A pesquisa e a academia próximas da gestão pública nos embasam tecnicamente e abrem caminhos para a inovação na melhoria da prestação do serviço público que a conservação pode oferecer.” Avaliações  Na pesquisa serão levantadas, entre outras questões, quais os atrativos de uma UC, como a unidade se dispõe para o público, quanto o ambiente externo exerce influência sobre ela e quais os tipos de utilização das UCs pelos seus frequentadores. Também serão avaliados os potenciais de parcerias público-comunitárias e o engajamento social da população com a UC. Os doutorandos pretendem atribuir indicadores e notas às UCs para poder classificá-las. Um dos fatores que influenciarão nessas análises é se a unidade de conservação tem um atrativo ecológico muito bom, mas a infraestrutura de acesso ainda é ruim. Ou seja, serão avaliadas diversas condições que somam para definir se o uso público da UC é adequado ou não. Eles somarão as notas e chegarão a uma média. *Com informações do Instituto Brasília Ambiental

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Jardim Botânico de Brasília aprimora ações de conservação da flora do Cerrado

O Jardim Botânico de Brasília (JBB) tem empreendido ações dedicadas à conservação da flora do Cerrado, com foco em regiões pouco estudadas e em espécies raras e ameaçadas de extinção. Ao longo deste ano, diversas atividades geraram resultados expressivos, contribuindo diretamente para a preservação do bioma. Equipes do JBB percorreram regiões de Goiás para pesquisas | Foto: Divulgação/JBB Herbário Ezechias Paulo Heringer recebeu mais de 130 espécimes Em agosto, o JBB participou de um seminário organizado pelo Centro Nacional de Conservação da Flora (CNCFlora), no escopo do Plano de Ação Nacional Bacia do Alto Tocantins, com o objetivo de avaliar as metas e estratégias de conservação. Também foram promovidas expedições de campo, resultando em avanços significativos para as coleções botânicas. Financiadas pelo projeto Estratégia Nacional para a Conservação de Espécies Ameaçadas de Extinção (GEF Pró-Espécies), do Ministério do Meio Ambiente (MMA). Em setembro, as equipes da área técnica exploraram as regiões de Niquelândia e Pirenópolis, em Goiás. Durante essas incursões, foram coletados mais de 130 espécimes para o Herbário Ezechias Paulo Heringer, tendo ainda sido registradas 11 novas plantas incorporadas às Coleções Vivas do JBB. Entre as espécies ameaçadas identificadas, destacam-se Anemopaegma arvense e Clusia burchellii, ambas classificadas como em perigo. Expedição em São João d’Aliança Em novembro, atendendo a uma solicitação do Ministério do Meio Ambiente, o JBB empreendeu uma expedição em São João d’Aliança, também em Goiás. O trabalho resultou na coleta de mais de 150 espécimes e no acréscimo de novas plantas às Coleções Vivas do JBB, como a Aspilia pseudoyedaea (em perigo), endêmica do Distrito Federal, e a Chaetostoma scoparium (em perigo), registrada pela primeira vez fora da região de Alto Paraíso de Goiás. Ações de conservação “A missão do Jardim Botânico de Brasília se apoia em três pilares principais: conservação do Cerrado, pesquisa e educação ambiental”, afirma a diretora de Vegetação e Flora do JBB, Priscila Rosa. “É muito gratificante poder contribuir um pouco para essa missão e, em nome do GDF, melhorar o conhecimento do nosso bioma.” Essas iniciativas são importantes para gerar informações sobre a flora local e apoiar a criação de unidades de conservação. Em um momento em que a conversão de áreas do Cerrado em monoculturas cresce em ritmo acelerado, o trabalho desenvolvido pelo JBB se mostra, assim, essencial para a preservação da biodiversidade.  *Com informações do Jardim Botânico de Brasília

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Parques administrados pelo Brasília Ambiental abrem normalmente nos próximos feriados

O Instituto Brasília Ambiental informa que todas as unidades de conservação (UCs) administradas pela autarquia funcionam normalmente na sexta-feira (15), feriado nacional da Proclamação da República, bem como sábado (16) e domingo (17). As UCs também funcionam, em horário habitual, em 20 de novembro, Dia Nacional de Zumbi e da Consciência Negra. Segue a lista com os horários de funcionamento dos parques ecológicos: · Parque Ecológico do Anfiteatro Natural do Lago Sul – Aberto todos os dias das 6h às 18h · Parque Ecológico de Águas Claras – Aberto todos os dias das 6h às 22h · Parque Ecológico Areal – Aberto todos os dias das 6h às 22h · Parque Ecológico da Asa Sul – Aberto todos os dias das 6h às 20h · Parque Distrital das Copaíbas – Aberto todos os dias das 6h às 18h · Parque Ecológico Cortado – Aberto todos os dias das 6h às 20h · Monumento Natural Dom Bosco – Aberto todos os dias das 6h às 20h · Parque Ecológico Ezechias Heringer – Aberto todos os dias das 6h às 22h · Parque Ecológico do Gama – Aberto todos os dias das 6h às 22h · Parque Ecológico do Lago Norte – Aberto todos os dias das 6h às 20h · Parque Ecológico Olhos d’água – Aberto todos os dias. Portão principal: 5h30 – 20h. E portões laterais: 6h – 18h · Parque Ecológico do Paranoá – Aberto todos os dias das 6h às 20h · Parque Ecológico Península Sul – Aberto todos os dias das 6h às 18h · Parque Ecológico do Riacho Fundo – Aberto todos os dias das 6h às 18h · Parque Ecológico Saburo Onoyama – Aberto todos os dias das 6h às 18h · Parque Ecológico Sucupira – Aberto todos os dias das 6h às 18h · Parque Ecológico Três Meninas – Aberto todos os dias das 7h às 19h · Parque Ecológico Veredinha – Aberto todos os dias das 6h às 18h *Com informações do Instituto Brasília Ambiental

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Servidores são capacitados sobre espécies nativas do Cerrado para restauração ecológica

O Instituto Brasília Ambiental, em parceria com a Rede de Sementes do Cerrado (RSC), promoveu, esta semana, capacitação para agentes, técnicos e analistas ambientais sobre identificação, coleta e beneficiamento de espécies nativas do Cerrado para restauração ecológica. A formação faz parte do ciclo de capacitação interna do projeto Reconexão Cerrado, cujo planejamento prevê a realização de quatro cursos este ano. “A abertura do projeto de capacitação foi a oficina gratuita sobre uso tradicional de plantas medicinais, realizada no mês de agosto, e aberta à comunidade”, diz o membro da comissão do Reconexão e analista em políticas públicas do Instituto, Webert Oliveira Ferreira. A ideia da formação é capacitar agentes, técnicos e analistas ambientais para incentivar a proteção e a regeneração das áreas degradadas das UCs e parques | Foto: Divulgação/Brasília Ambiental O presidente do Brasília Ambiental, Rôney Nemer, ressalta que as capacitações são fundamentais para a formação de servidores, que lidam no dia a dia dentro das unidades de conservação (UCs), e para a comunidade, que tem interesse em obter e compartilhar conhecimentos sobre essa riqueza, para entender a importância da manutenção desses espaços e valorizar a biodiversidade. “Temos muitas áreas degradadas nas nossas unidades de conservação e é necessária a implementação dos programas de manejo para sua recuperação, com ações assertivas” Marcela Versiani, superintendente de Unidades de Conservação, Biodiversidade e Água do Brasília Ambiental A atual formação começou no dia 23 e foi concluída nesta quinta-feira (26). No primeiro dia, o curso foi online e a transmissão do conteúdo ficou por conta dos professores da Embrapa. Em dois dias aconteceram saídas de campo, no Monumento Natural Dom Bosco. No último dia, o curso foi realizado no laboratório de Termobiologia da Universidade de Brasília (UnB), onde é feito todo o tratamento de sementes. “Fomos estudar essa parte mais técnica do armazenamento e beneficiamento de sementes”, explica Webert Ferreira. Segundo ele, a ideia dessa formação é capacitar os servidores para incentivar a proteção e a regeneração das áreas degradadas das UCs e parques. “Um dos focos do curso foi identificar as plantas e sementes do Cerrado. Nessa identificação temos também o propósito de começar a construir as trilhas ecológicas nas UCs. Esse aprendizado da identificação é para fazermos o mapeamento das árvores ao longo das trilhas, colocar as placas de identificação para quando o usuário da UC chegar lá, já ter uma trilha montada, as plantas mapeadas e identificadas”, detalha Ferreira. Sobre a identificação de sementes, a ideia é que os participantes da formação integrem um grupo de trabalho para fazer um estudo mais aprofundado a médio e longo prazos de regeneração de área degradada por meio da semeadura direta. Para a superintendente de Unidades de Conservação, Biodiversidade e Água, Marcela Versiani, por meio dessa capacitação com a Rede de Sementes do Cerrado, os servidores puderam adquirir muito conhecimento sobre as técnicas de recuperação do Cerrado, o que incentiva a produtividade e abre discussões com a academia e outros setores para ajudar a regeneração do Cerrado. “Temos muitas áreas degradadas nas nossas unidades de conservação e é necessária a implementação dos programas de manejo para sua recuperação, com ações assertivas”, afirma. O Reconexão Cerrado conta com uma comissão coordenadora, que realiza ações e práticas para promover a conexão entre saúde e meio ambiente, por meio das UCs, geridas pelo Brasília Ambiental. A iniciativa tem ainda a finalidade de incentivar e promover a regeneração do Cerrado, por meio de outras ações também realizadas pela comissão, como a de melhorias estruturais nas unidades e a valorização das atividades voluntárias nestes espaços, potencializando o uso, o pertencimento e o empoderamento da população junto com o incentivo à realização de práticas integrativas de saúde. Em outubro ocorrerá uma nova edição do curso de plantas medicinais. A capacitação será divulgada no site do Brasília Ambiental e contará com vagas para comunidade. *Com informações do Brasília Ambiental  

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Operação do GDF desmobiliza três pontos de incêndios criminosos

Para monitorar e impedir incêndios criminosos nas unidades de conservação sob responsabilidade do Brasília Ambiental, o órgão deflagrou a Operação Sine Ignis. Em menos de uma semana, as equipes de auditores fiscais de atividades urbanas desmobilizaram três pontos em diferentes locais do Distrito Federal que poderiam ter se transformado em novos incêndios. De acordo com a superintendente, ao avistar focos de incêndios nas unidades de conservação, as equipes acionam imediatamente os brigadistas florestais e a polícia. “Isso ocorre para caso algum infrator seja autuado, ele também responda criminalmente pelos atos quer praticou” | Foto: Divulgação/Brasília Ambiental Os servidores encontraram um sistema de ignição no Parque Nacional de Brasília; focos iniciais de incêndio no Parque Ecológico Saburo Onoyama, em Taguatinga; e ambiente com vestígios de preparo para fogo no Parque Ecológico Ezechias Heringer, no Guará. Os prováveis autores ainda não foram identificados, mas todas as situações foram desarticuladas. A vice-governadora, Celina Leão, ressalta que esse trabalho de prevenção é essencial para evitar novas queimadas criminosas, especialmente, em áreas de proteção ambiental. “Temos trabalhado dia e noite para evitar que ações criminosas destruam o meio ambiente e coloquem em risco a nossa população. Esse trabalho dos órgãos ambientais é de suma importância para evitar novos incêndios em todo o DF. Pedimos, ainda, que a população denuncie, pois provocar queimadas é crime ambiental”, reforça. O presidente do Brasília Ambiental, Rôney Nemer, acentua a atuação do órgão para garantir a proteção das áreas sob sua responsabilidade. “A nossa fiscalização está pronta para ajudar no combate a esse tipo de crime e é muito capaz. Alinhadas às nossas forças de segurança, podemos combater e cuidar do nosso Cerrado”, salienta. A superintendente de Auditoria, Fiscalização e Monitoramento Ambiental, Simone Moura, explica que a operação consiste em ações de monitoramento e fiscalização por meio das equipes que percorrem todo o DF. “O objetivo é avistar focos de incêndio e autuar os infratores, inibindo novas queimadas intencionais”. De acordo com a superintendente, ao avistar focos de incêndios nas unidades de conservação, as equipes acionam imediatamente os brigadistas florestais e a polícia. “Isso ocorre para caso algum infrator seja autuado, ele também responda criminalmente pelos atos quer praticou”, ressalta. A Operação Sine Ignis é composta por quatro equipes de auditores fiscais que percorrem diariamente as unidades de conservação. A atuação ocorre tanto em viaturas oficiais quanto em veículos descaracterizados. Somado a isso, o Brasília Ambiental determinou que todos os auditores fiscais de atividades urbanas também façam o monitoramento das áreas onde estiverem atuando em suas ações cotidianas, durante o exercício de suas funções diárias. *Com informações do Brasília Ambiental e da Vice-Governadoria

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Governador Ibaneis Rocha faz sobrevoo em área queimada do Parque Nacional de Brasília

O governador Ibaneis Rocha fez um sobrevoo nesta quarta-feira (18) na área do Parque Nacional de Brasília atingida pelos incêndios desde o último domingo (15). O voo foi realizado com a aeronave do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CMBDF) e o chefe do Executivo estava acompanhado do comandante-geral da corporação, coronel Sandro Gomes, e do secretário de Segurança Pública, Sandro Avelar. O governador Ibaneis Rocha, o comandante-geral do CBMDF, coronel Sandro Gomes, e o secretário de Segurança Pública, Sandro Avelar, avaliaram a situação do Parque Nacional de Brasília em voo de helicóptero nesta quarta-feira (18) | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília “Pude ver que o fogo está controlado e que ainda há muitos profissionais trabalhando no abafamento, que está restrito a uma pequena área. Os militares do CBMDF estão muito atentos a esse trabalho de resfriamento que está sendo feito”, afirmou Ibaneis Rocha. “O intuito é que a comunidade nos ajude a controlar os incêndios com a consciência de que qualquer fogo, nessa época do ano, pode causar um grande incêndio. Aquele que insistir responderá criminalmente por isso” Sandro Avelar, secretário de Segurança Pública O incêndio começou no último domingo (15) na Granja do Torto e se alastrou para o Parque Nacional de Brasília. As chamas, que já consumiram mais de 1,4 mil hectares da unidade de conservação, foram controladas na terça-feira (17) graças à atuação conjunta do CBMDF, Brasília Ambiental, Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). No momento, cerca de 600 combatentes se dedicam ao resfriamento de pontos quentes para evitar uma reignição. “Os militares estão divididos em áreas diferentes do parque. Há mais de mil bombeiros de plantão trabalhando em outras ocorrências no DF. Além disso, saiu uma ordem para convocar os profissionais das unidades administrativas para reforçarem o combate aos incêndios. Estamos com uma equipe inteiramente mobilizada”, detalhou o governador. De acordo com o comandante-geral do CBMDF, coronel Sandro Gomes, as equipes da corporação estarão presentes no Parque Nacional de Brasília até que haja uma melhora nas condições climáticas: “O Corpo de Bombeiros do DF vai ficar na unidade de conservação até que chegue a chuva e tenhamos certeza de que a situação estará totalmente controlada. Enquanto isso, estaremos no local com o nosso contingente redobrando a supervisão, porque é uma área grande e ainda há pontos que podem queimar”. “Pude ver que o fogo está controlado e que ainda há muitos profissionais trabalhando no abafamento, que está restrito a uma pequena área. Os militares do CBMDF estão muito atentos a esse trabalho de resfriamento que está sendo feito”, afirmou o governador Ibaneis Rocha | Foto: Vinícius Saiki/Agência Brasília De acordo com o governador, o policiamento às margens das áreas de preservação ambiental foi reforçado: “Pedi à comandante-geral da PMDF, Ana Paula Habka, para reforçar o policiamento em todos os parques do Distrito Federal. Hoje pela manhã isso já começou a ser feito em todas as unidades de conservação da cidade”. Força-tarefa O Governo do Distrito Federal criou uma força-tarefa por meio da Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF) para investigar possíveis ações criminosas relacionadas a incêndios florestais. A decisão foi tomada após reunião, no Palácio do Buriti, com a presença do governador Ibaneis Rocha, da vice-governadora Celina Leão e de representantes de órgãos de segurança e meio ambiente. Segundo o secretário-chefe da Casa Civil, Gustavo Rocha, os suspeitos serão investigados e, comprovada a ação, serão punidos com todo o rigor da lei. Gustavo Rocha esteve pessoalmente no Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) para tratar da questão. Nos últimos cinco dias, três pessoas foram presas no DF suspeitas de provocar incêndios florestais. A mais recente prisão ocorreu nesta quarta-feira (18), de forma preventiva, durante a Operação Curupira, deflagrada pela Polícia Civil (PCDF). Na ocasião, um homem de 50 anos foi detido acusado de atear fogo, em 12 de agosto, em um terreno no Lago Oeste, que se alastrou para outras propriedades e para áreas de proteção ambiental. “Estamos identificando todos os envolvidos e a polícia tem feito a comunicação ao Poder Judiciário para pedir a prisão de todas as pessoas. Continuaremos com esse monitoramento, por meio da Polícia Civil do DF, para identificar os criminosos. Vamos buscar a punição de todos, porque o crime ambiental não pode mais ser tolerado no país”, defendeu Ibaneis Rocha. “Temos prendido pessoas e vamos continuar investigando para chegar a todos os envolvidos. O intuito é que a comunidade nos ajude a controlar os incêndios com a consciência de que qualquer fogo, nessa época do ano, pode causar um grande incêndio. Aquele que insistir responderá criminalmente por isso”, defendeu o secretário de Segurança Pública, Sandro Avelar.

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Plenária de Unidades de Conservação promove troca de experiências entre agentes

A Superintendência de Unidades de Conservação, Biodiversidade e Água (Sucon) do Instituto Brasília Ambiental realizou, nesta quinta-feira (29), na sede do órgão, a 1ª Plenária de Unidades de Conservação. O objetivo da reunião foi alinhar as informações e ações realizadas pela equipe. O presidente do instituto, Rôney Nemer, avaliou: “Essa troca de experiências é muito importante. O que um agente está vivenciando e talvez considere um problema isolado pode ser uma questão comum a outras unidades. Além disso, a dificuldade enfrentada por uma unidade pode ser a solução para o problema de outra unidade de conservação; por isso, as ideias compartilhadas tendem a ser mais efetivas”. Na ocasião, foram apresentados o planejamento para a superintendência e suas metas | Foto: Divulgação/Brasília Ambiental O evento contou com a participação de 90 agentes, que tiveram a oportunidade de compartilhar com os colegas os desafios e êxitos das atividades desempenhadas nas unidades de conservação (UCs). “Essa iniciativa procura incentivar, trazer novas ideias e movimentar a mente de quem está na ponta, para que possamos estar sempre melhorando nossa gestão”, explicou a superintendente da Sucon, Marcela Versiani. Na ocasião, foram apresentados o planejamento para a superintendência e suas metas, os primeiros resultados do Hospital de Fauna Silvestre (Hfaus) e boas práticas desenvolvidas nas UCs, entre outros temas. “A ideia é realizar uma plenária a cada semestre, tornando isso uma rotina da Sucon. Assim, teremos a troca de experiências, saberemos o que está acontecendo e poderemos replanejar nossas ações durante esse período”, completou a diretora de Implantação de Unidades de Conservação do instituto, Carolina Lepsch. *Com informações do Instituto Brasília Ambiental

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Parque Ecológico dos Jequitibás tem poligonal aumentada

A edição desta terça (27) do Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) publicou o decreto n° 46.184, que amplia a poligonal do Parque Ecológico dos Jequitibás, em Sobradinho. A unidade de conservação (UC) teve sua área aumentada de 11,2 hectares para 101,84 hectares, isto é, mais de nove vezes o tamanho original. Mapa do Parque Ecológico dos Jequitibás: ampliação da área é uma conquista para o meio ambiente | Imagem: Divulgação/Brasília Ambiental “Essa é mais uma conquista do Brasília Ambiental para a preservação do meio ambiente do Distrito Federal”, comemorou o presidente da autarquia, Rôney Nemer. Segundo o documento, a área do Parque Ecológico dos Jequitibás passa a ser acrescida da área do Parque Ecológico e Vivencial Sobradinho, que teve seu ato de criação declarado inconstitucional. A superintendente de Unidade de Conservação, Biodiversidade e Água (Sucon) do Brasília Ambiental, Marcela Versiani, explica que os dois parques possuem áreas que se conectam; e após análise sobre recategorização das UCs do instituto, elaboração de estudos técnicos e consulta pública, ficou decidida a junção desses locais, formando uma só unidade de conservação na categoria Parque Ecológico. Proteção ambiental “Os estudos foram elaborados com o intuito de expressar as atuais condições ambientais, hídricas, sociais, de uso do solo e fundiária do local”, aponta a gestora. “A proposta de criação do Parque Ecológico dos Jequitibás adequa a realidade da área à categoria protetiva estabelecida na lei Complementar nº 827, de 22 de julho de 2010, de acordo com os seus atributos ambientais.” A criação da UC objetiva proteger os remanescentes de Cerrado, assim como espécies endêmicas, ameaçadas ou vulneráveis, a exemplo de Lamanonia brasiliensis (guaraperê), Bowdichia virgilioides Kunth (sucupira-preta), Handroanthus impetiginosus (ipê-roxo), Apuleia leiocarpa (garapa), Banisteriopsis arborea (murici-de-anta), Cedrela odorata (cedro) e Euterpe edulis (açaí-jussara).  O parque também representa um importante conector ecológico e de dispersão de fauna, envolvendo as unidades hidrográficas dos ribeirões Sobradinho, da Contagem e do Torto, além do Rio São Bartolomeu. A categoria Parque Ecológico é indicada ao local devido a seu potencial como espaço de visitação, contemplação, recreação, lazer e desenvolvimento de esportes, além de práticas de educação ambiental não formais.   *Com informações do Brasília Ambiental

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Abertas inscrições para oficina gratuita de chás medicinais

O Instituto Brasília Ambiental, por meio do projeto Reconexão Cerrado, vai promover, neste segundo semestre, uma oficina gratuita sobre uso tradicional de plantas medicinais, viabilizada por recursos de compensação ambiental. A ação é voltada à comunidade em geral e à formação dos agentes de unidades de conservação. As inscrições para o público externo estarão abertas desta segunda (22) a sexta-feira (26). Espécies medicinais (aqui, um exemplar de barbatimão) serão estudadas durante a oficina | Foto: Divulgação/Brasília Ambiental “Esta oficina, que terá uma segunda edição no próximo ano, tem como público-alvo as pessoas interessadas na fitoterapia e em métodos de promoção da saúde, que buscam ampliar os seus conhecimentos”, explica o analista em políticas públicas Webert Oliveira Ferreira, do instituto. A coordenação é da pesquisadora Josefa Ataídes. Com 20 vagas, a oficina vai ocorrer de forma presencial, no período de 5 a 9 de agosto, das 13h às 17h, no Parque Ecológico Olhos d’Água, na Asa Norte. A carga horária da formação é de 20 horas, divididas em cinco módulos. Os participantes receberão certificado de participação ao final das atividades. Josefa abordará o conhecimento e a prática da cultura do chá como ferramenta para a promoção da saúde e do bem-estar. O foco são os métodos que valorizam a biodiversidade local, rica em espécies medicinais – como barbatimão, ora-pro-nóbis e muitas outras. Capacitações  Além da oficina, o projeto Conexão no Cerrado vai promover cursos de formação para agentes de unidades de conservação nas áreas de identificação de espécies arbóreas do Cerrado ou coleta de sementes, introdução à agricultura biodinâmica e compostagem biodinâmica. A iniciativa tem ainda a finalidade de incentivar e promover a regeneração do Cerrado, por meio de outras ações também realizadas pela comissão do projeto, como a de melhorias estruturais nas unidades e a valorização das atividades voluntárias nesses espaços, dentro das chamadas Práticas Integrativas de Saúde (Pics). As inscrições podem ser feitas por este link. *Com informações do Instituto Brasília Ambiental

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Unidades de conservação são tema de conferência na Câmara Legislativa

O Instituto Brasília Ambiental promove na segunda-feira (22) a 1ª Conferência Distrital de Unidades de Conservação do Distrito Federal. O evento será realizado das 8h às 18h, na Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF). O objetivo do encontro é estabelecer o diálogo e fortalecer as redes estratégicas de atuação junto às áreas protegidas, construindo vínculos entre os atores ligados à área socioambiental. “Esse encontro é uma oportunidade para que os setores que fazem a gestão das unidades de conservação possam demonstrar os serviços que estão em desenvolvimento, promovendo a troca de experiências”, destaca o presidente do Brasília Ambiental, Rôney Nemer. A conferência será uma boa oportunidade para gestores de unidades de conservações apresentem propostas e troquem conhecimento | Fotos: Bruno César Rabelo/ Brasília Ambiental Durante o evento serão apresentados os projetos das diretorias regionais do instituto, mesas-redondas sobre o uso público das áreas protegidas como aliado da conservação e das parcerias da biodiversidade por meio dos convênios firmados pelo Brasília Ambiental com outras instituições em prol da proteção do Cerrado. Haverá, ainda, exposição de painéis com as boas práticas realizadas nas unidades de conservação (UCs) do DF. A conferência também será a oportunidade para apresentar as recém-lançadas Instrução nº 151 e Normativa 22/2024, publicadas no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) de quinta-feira (18) e sexta-feira (19), respectivamente. A preservação do Cerrado também será discutida no evento realizado no auditório da CLDF A primeira criou a comissão permanente de planejamento da Superintendência de Unidades de Conservação, Biodiversidade e Água (Sucon), que tem, entre seus objetivos, realizar o diagnóstico bianual das unidades de conservação, coordenar plenárias de planejamento participativo e elaborar planos de ação. A segunda dispõe sobre a metodologia de planejamento para a gestão das áreas protegidas do DF pelo Brasília Ambiental. “Estamos aproveitando a comemoração dos 14 anos do Sistema Distrital de Unidades de Conservação [Sduc], constituído pela lei complementar nº 827 de 2010, para trazer a efetivação do planejamento das unidades de conservação distritais, e apresentar também temas inerentes à gestão dessas áreas”, finaliza a superintendente de Unidades de Conservação, Marcela Versiani. 1ª Conferência Distrital de Unidades de Conservação do Distrito Federal Data: segunda-feira (22) Hora: Das 8h às 18 h Local: Auditório da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF). *Com informações do Brasília Ambiental

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Abertas inscrições para a 1ª Conferência Distrital de Unidades de Conservação do DF

Estão abertas as inscrições para a 1ª Conferência Distrital de Unidades de Conservação do Distrito Federal, agendada para o dia 22, das 8h às 18h, no auditório da Escola de Governo (Egov). O evento é uma realização do Instituto Brasília Ambiental, por meio da Superintendência de Unidades de Conservação, Biodiversidade e Água (Sucon), com o objetivo de abrir espaço para o diálogo e fortalecer as redes estratégicas de atuação junto às áreas protegidas, construindo vínculos entre os atores ligados à área socioambiental. Conferência vai discutir estratégias de conservação e boas práticas realizadas nas unidades de conservação do DF | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília O evento é voltado tanto para o público interno da autarquia ambiental quanto para o público externo interessado na temática das áreas com atributos ecológicos que são protegidas por legislação. Para participar, clique aqui e faça a sua inscrição até o dia 20. “Esse encontro é uma oportunidade para que os setores que fazem a gestão das unidades de conservação possam demonstrar os serviços que estão em desenvolvimento, promovendo a troca de experiências”, destaca o presidente do Brasília Ambiental, Rôney Nemer. Segundo a superintendente de Unidades de Conservação, Marcela Versiani, o período da manhã da conferência será reservado para a apresentação de projetos e os planejamentos das diretorias. Já no período da tarde haverá duas mesas-redondas. Uma é sobre o uso público das áreas protegidas como aliado da conservação. A outra aborda os parceiros da biodiversidade, que são os convênios firmados pelo Brasília Ambiental com outras instituições em prol da proteção do Cerrado. Haverá, ainda, a exposição de painéis com as boas práticas realizadas nas UCs do DF. Serviço 1ª Conferência Distrital de Unidades de Conservação do Distrito Federal → Data: dia 22 → Hora: 8h às 18h → Local: No auditório da Egov, localizado no Setor de Garagens Oficiais (SGO), Quadra 1, Lote 1, Bloco A/B. *Com informações do Brasília Ambiental  

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Unidades de conservação terão R$ 4 milhões para obras e equipamentos

A Câmara de Compensação Ambiental e Florestal do Instituto Brasília Ambiental se reuniu para deliberar sobre a destinação de recursos em benefício das unidades de conservação do Distrito Federal. O Parque Ecológico Águas Claras é uma das unidades de conservação que serão beneficiadas com os recursos | | Foto: Divulgação/Brasília Ambiental Na ocasião, foi aprovada a destinação de cerca de R$ 4 milhões para a aquisição de equipamentos a serem utilizados na gestão das áreas protegidas e para a execução de obras e serviços relativos à proteção e manutenção desses locais. Com essa quantia, o Brasília Ambiental conseguirá promover a construção de guaritas e pórticos, recuperação de áreas degradadas, implantação e readequação de mobiliários urbanos, manejo de espécies arbóreas exóticas, entre outras ações. As unidades de conservação que serão contempladas com esses recursos são o Parque Ecológico Águas Claras; o Refúgio de Vida Silvestre Gatumé, em Samambaia; o Parque Ecológico Saburo Onoyama, em Taguatinga Sul; e o Parque Ecológico do Paranoá. *Com informações do Brasília Ambiental    

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Drones vão auxiliar na proteção de unidades de conservação

O Instituto Brasília Ambiental adquiriu, nesta quarta-feira (17), cinco drones para auxiliar durante as ações nas 82 unidades de conservação (UCs) administradas pelo órgão. Os veículos aéreos não tripulados (Vant) são do modelo DJI Mavic 3 Classic RC + Fly More Combo e foram adquiridos por meio de compensação ambiental, devido pela empresa Munique Empreendimentos Imobiliários Ltda. em decorrência dos impactos ambientais do empreendimento denominado Complexo Residencial e Comercial Ikeda. O valor investido na aquisição é de R$ 96.395. Drones permitirão análises importantes da fauna e flora, além de ajudarem na prevenção e combate a incêndios florestais e na descoberta de possíveis ocupações irregulares | Foto: Divulgação/Brasília Ambiental Segundo o secretário-executivo do Brasília Ambiental, Valterson da Silva, os drones vão facilitar e agilizar as ações dos agentes que trabalham na preservação e proteção das UCs. “A aquisição representa um marco significativo para nossos sistemas tecnológicos, promovendo avanços essenciais no monitoramento ambiental em todas as suas formas. Esta iniciativa é de suma importância para aprimorar nossa capacidade de preservação e gestão sustentável dos recursos naturais”, explicou Valterson da Silva. De acordo com a Superintendência de Unidades de Conservação, Biodiversidade e Água (Sucon), os drones permitirão análises importantes no monitoramento ambiental de fauna e flora, na prevenção e combate a incêndios florestais e na descoberta de possíveis ocupações irregulares dentro das UCs. “Os equipamentos serão divididos entre as diretorias de unidades de conservação e os demais setores da superintendência e serão pilotados somente por agentes habilitados, mas estarão disponíveis para apoiar trabalhos de todos os setores do Instituto”, afirmou a superintendente da Sucon, Marcela Versiani. *Com informações do Instituto Brasília Ambiental

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Alunos da rede de ensino passam por atividades imersivas no Cerrado

As atividades do semestre letivo do Programa Parque Educador já começaram. Com o objetivo de aproximar os alunos da rede pública de ensino das unidades de conservação do Distrito Federal (DF) e promover um aprendizado imersivo em meio ao Cerrado, a iniciativa já impactou mais de 15 mil estudantes desde 2018, quando foi instituída. O Parque Ecológico Saburo Onoyama, em Taguatinga, recebeu nesta terça-feira os alunos do sexto e sétimo anos do Centro de Ensino Fundamental (CEF) 25 de Ceilândia | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília Por meio do programa, as unidades de conservação do DF são transformadas em imensos laboratórios abertos que promovem experiências enriquecedoras no processo de aprendizagem dos jovens. As ações do Parque Educador planejadas para 2024 tiveram início nesta terça-feira (12). O Parque Ecológico Saburo Onoyama, em Taguatinga, recebeu os alunos do sexto e sétimo ano do Centro de Ensino Fundamental (CEF) 25 de Ceilândia. O primeiro dia do Parque Educador para o semestre letivo acolheu 43 estudantes, sendo 25 no turno da tarde e 18 pela manhã. “A gente desenvolve o sentimento de pertencimento dos estudantes com a própria cidade e seus espaços. Além de todo o aprendizado repassado na execução do programa, é oferecido para que os alunos também despertem, quem sabe, a vontade de ser um profissional que atua e protege o meio ambiente” Vera Lucia Ribeiro de Barros, subsecretária de Educação Inclusiva e Integral O programa é fruto de uma parceria entre as secretarias de Educação e do Meio Ambiente e Proteção Animal com o Brasília Ambiental. De acordo com a subsecretária de Educação Inclusiva e Integral, Vera Lucia Ribeiro de Barros, o Parque Educador surgiu com o objetivo de aproximar os alunos da rede com as unidades de conservação do DF. “A gente desenvolve o sentimento de pertencimento dos estudantes com a própria cidade e seus espaços. Além de todo o aprendizado repassado na execução do programa, é oferecido para que os alunos também despertem, quem sabe, a vontade de ser um profissional que atua e protege o meio ambiente”, afirmou a subsecretária. “O Parque Educador vai para além do ambiental cultural, é uma oportunidade para uma grande reflexão sobre possíveis carreiras, conscientização sobre proteção ambiental”, concluiu Vera. Tárcio Soares, aluno do sétimo ano do Centro de Ensino Fundamental 25 de Ceilândia que participa do Programa Parque Educador pelo segundo semestre letivo, elogiou as trilhas e, para ele, as atividades fora de sala de aula estimularam para o aprendizado As atividades desenvolvidas pelo Parque Educador se relacionam com a abordagem metodológica que almeja desenvolver na educação integral. Com as ações de imersão no Cerrado, os alunos podem, por exemplo, observar a natureza como fonte de aprendizagem da sustentabilidade, aprender a utilizar o movimento corporal como recurso dinâmico, mobilizador e integralizador e a transformar o cotidiano como espaço vivencial de transformação da realidade. “Nesse contexto, as unidades de conservação onde há a execução das atividades permitem a integração de teoria e prática no que se refere à apropriação de conceitos científicos, além de representar um espaço de convivência social e cultural. De tal modo, representa oportunidade de aprendizagens, bem como a apropriação de espaços públicos que são da própria comunidade”, detalhou o especialista em Política e Planejamento da Secretaria Executiva da Sema-DF, Hugo de Carvalho Sobrinho. Para Rebeca Dias, os dias com idas ao parque são os mais animados no cronograma escolar: “Eu acho muito mais divertido porque não tem aquele negócio de ficar olhando no quadro, copiando no caderno. Aqui a gente presta atenção e aprende” O Programa Parque Educador considera o ambiente natural e social que faz parte da vida cotidiana dos estudantes. O objetivo é estimular uma reflexão sobre a sustentabilidade ambiental entre os jovens e, ao mesmo tempo, problematizar a importância desses bens naturais e sociais para um ambiente adequado e saudável. “Esse programa é resultado de um governo que trabalha junto. Por meio do Parque Educador, nós complementamos o trabalho que é desenvolvido nas escolas. Nas unidades de conservação, eles podem vivenciar tudo na prática. Com isso, a gente aumenta o relacionamento de pertencimento dos estudantes nos parques e também proporciona boas experiências nos espaços”, defendeu o executor do programa pelo Ibram, Luiz Felipe Blanco de Alencar. Cerrado de perto A vivência imersiva no segundo maior bioma do país gerou boas experiências ao pequeno Tárcio Soares, 12 anos. Ele é aluno do sétimo ano do Centro de Ensino Fundamental 25 de Ceilândia e já é o segundo semestre letivo que participa do Programa Parque Educador. Questionado sobre a lembrança que mais o marcou, ele logo respondeu: “Foi muito interessante quando eu aprendi a fazer uma folha.” “Eu guardo essa folha até hoje, de recordação. Foi um dia muito legal aqui no parque.” O garoto também elogiou as trilhas e, para ele, as atividades fora de sala de aula estimularam para o aprendizado: “Eu aprendo a cuidar do meio ambiente e as professoras ensinam bastante sobre o parque. Essas aulas aqui eu sinto que aprendo mais por causa da vivência”, completou Tárcio. Já para a sua colega de sala, Rebeca Dias, 12, os dias com idas ao parque são os mais animados no cronograma escolar: “Eu acho muito mais divertido porque não tem aquele negócio de ficar olhando no quadro, copiando no caderno. Aqui a gente presta atenção e aprende”, disse a jovem. As atividades do Programa no Parque Ecológico Saburo Onoyama, em Taguatinga, seguem um cronograma traçado especialmente para cada visita. “Os alunos que vêm nesta unidade de conservação passam por três momentos, que é o acolhimento inicial, a prática integrativa de saúde e a trilha interpretativa. É durante a caminhada, inclusive, que a gente apresenta os referenciais de conhecimento do parque e o que temos de Cerrado”, revelou a professora da Secretaria de Educação e educadora ambiental Luciana Carvalho.

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Inscrições para o Parque Educador terminam nesta terça (27)

Terminam nesta terça-feira (27) as inscrições para a edição do primeiro semestre deste ano do Parque Educador. O programa é desenvolvido pelo Instituto Brasília Ambiental, em parceria com as secretarias de Meio Ambiente e Proteção Animal (Sema-DF) e de Educação (SEEDF).  Estudantes desenvolvem a consciência ambiental durante as atividades desenvolvidas no programa Parque Educador | Foto: Divulgação/Brasília Ambiental Cada escola poderá inscrever até duas turmas de no máximo 40 alunos cada. Os selecionados integrarão o projeto de março a junho. Além de profissionais capacitados e infraestrutura, o programa oferece transporte para os alunos até o parque, ficando a cargo da escola providenciar o lanche e o envio de, pelo menos, dois responsáveis para acompanhar as atividades ecopedagógicas das turmas. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] As ações são desenvolvidas por professores capacitados e disponibilizados pela SEEDF. Serão selecionadas 72 instituições de ensino. As atividades serão desenvolvidas nos parques ecológicos de Águas Claras, Riacho Fundo II, Três Meninas (Samambaia), Saburo Onoyama (Taguatinga), Sucupira (Planaltina), Estação Ecológica de Águas Emendadas (Esecae, também em Planaltina) e Monumento Natural Dom Bosco (Lago Sul). Em 2023, o Parque Educador registrou 16.475 atendimentos em sete unidades de conservação (UCs), contemplando 4.234 estudantes. Durante as atividades promovidas pelo projeto, os alunos da rede pública de ensino têm a oportunidade de aprender na prática os conteúdos abordados nas aulas de ciências, química e biologia. As inscrições podem ser feitas neste link. *Com informações do Brasília Ambiental

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Pesquisa mostra a influência de unidades de conservação no valor de imóveis

Determinar a influência que unidades de conservação (UCs) causam no preço de imóveis no Distrito Federal. Esse foi o objetivo do trabalho apresentado, nesta sexta-feira (23), pelo YouTube do Instituto Brasília Ambiental, durante a primeira edição do Ciclo de Palestras Compartilhando Saberes de 2024. O trabalho Análise de influência da distância à Unidade de Conservação no Distrito Federal foi desenvolvido pela agente de UC da autarquia Ana Paula Camelo e apresentado na 4th International ESP Latin America and Caribbean Conference, em La Serene, no Chile. A pesquisadora é engenheira florestal, mestre em Ciências Florestais (Conservação da Natureza) e Doutora em Ciências Florestais (Manejo Florestal). Segundo pesquisa da servidora Ana Paula Camelo, todos os imóveis situados até 200 metros de distância do Parque Ecológico de Águas Claras estão, em média, 12% acima do valor de mercado | Foto: Divulgação/Brasília Ambiental Para realizar a pesquisa, a servidora delimitou a região de Águas Claras, que possui 81% de área urbanizada e uma UC, o Parque Ecológico Águas Claras. Para a pesquisa, foram analisados imóveis publicados no site WImóveis, resultando em um banco de dados com 3.111 imóveis na região. Segundo a pesquisadora, o estudo mostrou que há correlação entre a distância para o Parque Ecológico e o valor dos imóveis e seu tamanho. “Percebemos que todos os imóveis situados até 200 metros de distância da UC estão, em média, 12% acima do valor de mercado. Outra coisa que a gente observa, é que o imóvel, a cada 100 metros de distância da UC, sofre uma depreciação de aproximadamente 55%”, explicou Ana Paula Camelo. A pesquisa também descobriu que os maiores e mais caros imóveis da região ficam mais próximos da área ambiental, enquanto os menores e mais baratos ficam mais distantes. “Percebemos que para essa população de Águas Claras é muito importante ter essa proximidade com a unidade de conservação. A valorização que a comunidade dá para aquele local é muito grande, por se a única área ambiental da região”, concluiu a pesquisadora. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Como recomendação, Ana Paula Camelo entende que deve ser priorizado o serviço ambiental cultural no planejamento urbano e que devem ser incorporados espaços verdes em todas as cidades, para mitigar o risco de gentrificação (processo de transformação de áreas urbanas que leva ao encarecimento do custo de vida e aprofunda a segregação socioespacial nas cidades) verde. Compartilhando Saberes é uma iniciativa da Comissão Permanente de Qualidade de Vida no Trabalho (QVT) do Brasília Ambiental para incentivar a troca de conhecimento entre os servidores e favorecer a integração com a sociedade. O projeto compartilha os trabalhos dos servidores que tiveram usufruto do afastamento para participar de programa de pós-graduação stricto senso, conforme o artigo 161 da Lei Complementar 840/2011, e de outros tipos de trabalhos, além dos acadêmicos. Veja aqui a apresentação. *Com informações do Brasília Ambiental  

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Inscrições para o Parque Educador estão abertas até o dia 27

Professores, já pensaram em levar seus alunos para aulas práticas dentro dos parques do Distrito Federal? Este é o momento! As inscrições para o programa Parque Educador estão abertas até o dia 27 deste mês. Programa contemplou mais de 4 mil alunos em 2023; este ano, 120 escolas já se inscreveram para participar | Foto: Divulgação/Sema Por meio do projeto, os alunos da rede pública de ensino têm a oportunidade de aprender na prática os conteúdos abordados nas aulas de ciências, química e biologia, durante atividades realizadas nas unidades de conservação. Durante o ano de 2023, o programa Parque Educador prestou 16.475 atendimentos a 4.234 alunos, em sete unidades de conservação. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] Desde a abertura das inscrições, no dia 7, 120 escolas já se candidataram para participar das atividades promovidas pela Secretaria do Meio Ambiente e Proteção Animal (Sema) e pelo Instituto Brasília Ambiental. As ações são desenvolvidas por professores capacitados e disponibilizados pela Secretaria de Educação (SEE-DF). Do total de inscritos, serão selecionadas 72 instituições de ensino. As atividades serão desenvolvidas nas unidades de conservação de Águas Claras, Riacho Fundo II, Parque Três Meninas (Samambaia),  Parque Saburo Onoyama (Taguatinga), Estação Águas Emendadas e Parque Sucupira (Planaltina) e no Monumento Natural Dom Bosco (Lago Sul).  Ao ar livre [Olho texto=”“Sabemos hoje que, quanto mais contato com a natureza, melhor” ” assinatura=”Luiz Felipe de Alencar, do Brasília Ambiental” esquerda_direita_centro=”direita”] “É uma oportunidade de os alunos terem aulas em uma unidade de conservação, com características únicas”, afirma o chefe substituto da Unidade de Educação Ambiental do Brasília Ambiental, Luiz Felipe de Alencar. “Eles poderão ver muito daquilo que estudam em sala de aula. Além disso, tem a valorização das unidades: com a visita, eles passam a dar mais valor e entendem a importância dos espaços.”  Cada escola poderá inscrever até duas turmas de até 40 alunos. Os selecionados farão parte do projeto de março a junho. Além de profissionais capacitados e infraestrutura, o programa oferece o transporte dos alunos até o parque, ficando a cargo da escola o oferecimento do lanche e o envio de, pelo menos, dois responsáveis para acompanhar a turma nas atividades ecopedagógicas. “Pensamos também no bem-estar e saúde das crianças”, pontua Luiz Felipe de Alencar. “Sabemos hoje que, quanto mais contato com a natureza, melhor. É uma oportunidade de elas estarem uma vez por semana no parque, participando de atividades ao ar livre que contribuem para a concentração nos estudos.” As inscrições estão abertas neste link.

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Mais mil mudas do Cerrado para o Parque de Águas Claras

Na manhã deste domingo (10), equipes do Instituto Brasília Ambiental promoveram o plantio de mil mudas nativas do Cerrado no Parque Ecológico Águas Claras. A ação contou com o apoio do Grupo Voluntário do Parque, além dos frequentadores do local. [Numeralha titulo_grande=”95,4 hectares ” texto=”Área do Parque Ecológico Águas Claras” esquerda_direita_centro=”esquerda”] “Realizamos um mapeamento no parque e escolhemos áreas degradadas para realizar essa ação, que terá contínua manutenção para garantir que as árvores cresçam saudáveis”, explicou a superintendente de Unidades de Conservação, Biodiversidade e Recursos Hídricos do instituto, Marcela Versiani. Com mudas doadas pela Novacap, plantio segue durante toda a semana | Foto: Divulgação/Brasília Ambiental “Fizemos a escavação das valas, também chamadas de ‘berços’, a adubação orgânica e a retirada de espécies exóticas”, relatou a agente de Unidades de Conservação e Parques, Agda Sabino Reis. “Foi muito trabalho para receber essas novas árvores que vão ajudar a revitalizar uma área degradada do parque e a aumentar a fauna local”. As mudas foram disponibilizadas pela Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap). [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] “Acho muito importante fazer esse plantio porque precisamos das árvores”, avaliou a moradora de Águas Claras Maria Augustinho, que comemorava seu aniversário no parque. “Esse é um local muito agradável, bom para passear, descansar aproveitando as sombras das árvores. Também é um momento para despertar para a importância de cuidar do meio ambiente.” Conservação  O Parque Ecológico de Águas Claras possui uma área de 95,4 hectares. Tem em seu interior um córrego que forma uma lagoa e que deu nome à região administrativa e ao próprio parque. Recebendo cerca de 60 mil visitantes por mês, o parque está aberto diariamente das 6h às 22h. A ação continuará durante a semana até que todas as mil mudas estejam plantadas. *Com informações do Brasília Ambiental

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Estudo revela variedade da fauna de 13 áreas protegidas no DF

O Distrito Federal se encontra entre as unidades da Federação com o maior percentual de território protegido: mais de 90% da área estão sob o regulamento de alguma unidade de conservação, segundo o Atlas 2020, do Instituto de Pesquisa e Estatística do Distrito Federal (IPEDF). Dada a importância dessa preservação, o Instituto Brasília Ambiental, por meio da Gerência de Fauna Silvestre, desenvolveu uma pesquisa sobre a fauna em 13 unidades de conservação (UCs) geridas pela autarquia, das 86 existentes no Distrito Federal. O levantamento identificou um total de 586 espécies da fauna, sendo 333 aves, 83 mamíferos, 59 répteis, 56 anfíbios e 55 peixes. O maior número foi registrado no refúgio de vida silvestre Mata Seca, na Fercal, com o registro de um total de 401 espécies. O estudo registrou a presença de espécies emblemáticas e ameaçadas de extinção | Foto: Rogério de Castro/Brasília Ambiental Um aspecto notado no estudo foi a presença de espécies emblemáticas e ameaçadas de extinção, a exemplo do galito (Alectrurus tricolor), do lobo-guará (Chrysocyon brachyurus) e da perereca-de-pijama (Boana buriti), ressaltando a importância das UCs para o cuidado com a vida selvagem no Distrito Federal. “O Brasília Ambiental reitera, com esse levantamento, o compromisso com a sustentabilidade, e convida a população a conhecer e preservar esses importantes refúgios naturais, contribuindo para a manutenção da biodiversidade que faz do Distrito Federal um lugar ímpar no bioma Cerrado”, comenta o presidente do Brasília Ambiental, Rôney Nemer. Foram encontradas 586 espécies da fauna, sendo 333 aves, 83 mamíferos, 59 répteis, 56 anfíbios e 55 peixes nas 13 unidades de conservação mapeadas O estudo reuniu as informações dos dados primários realizados para a elaboração dos Planos de Manejo (documento que estabelece o zoneamento e normas de uso) dessas áreas sob proteção. Os pesquisadores foram a campo para a coleta de elementos sobre as espécies no local, utilizando-se, principalmente, armadilhas fotográficas ou avistamentos. O gerente de Fauna Silvestre do instituto, Rodrigo Santos, enfatizou a relevância do trabalho desenvolvido, uma vez que os dados obtidos proporcionam uma visão abrangente sobre a biodiversidade local, essencial para a implantação de ações de defesa e manejo adequado desses espaços. “Os resultados desta pesquisa são fundamentais para direcionar nossos esforços na guarda das espécies presentes, assim como para aprimorar as práticas de gestão dessas áreas”, explicou Santos. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] A autarquia ambiental fará, também, o agrupamento dos registros de espécies dos estudos no âmbito do licenciamento ambiental. A análise conjunta dessas informações será importante para embasar decisões futuras e fortalecer as iniciativas de preservação da fauna no DF. As unidades de conservação verificadas foram os parques ecológicos do Tororó, Sucupira, Olhos d’Água, Burle Marx, Bosque dos Tribunais, Bernardo Sayão, Asa Sul e Areal, além do refúgio de vida silvestre Mata Seca, a Área de Relevante Interesse Ecológico (Arie) JK e Mato Grande e os parques distritais São Sebastião e Tororó. *Com informações do Instituto Brasília Ambiental

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Dezembro é aberto com plantio de 10 mil mudas nativas do Cerrado 

O Dia de Plantar uma Muda Nativa do Cerrado chegou oficialmente ao Distrito Federal, neste domingo (3), conforme o decreto nº 44.606/2023, promulgado pelo governador Ibaneis Rocha. Para celebrar a data, o Parque Ecológico Ezechias Heringer, no Guará, recebeu representantes de vários órgãos do GDF e dezenas de voluntários para fazer o plantio de 200 mudas.  Ação contou com a presença da vice-governadora Celina Leão, que ressaltou: “Eu tenho certeza que as próximas gerações vão celebrar o que vocês estão fazendo aqui” | Foto: Divulgação/Brasília Ambiental [Olho texto=”“Nós precisamos de um DF descarbonizado, mas não basta só plantar árvores – temos que cuidar delas” ” assinatura=”Gutemberg Gomes, secretário de Meio Ambiente e Proteção Animal ” esquerda_direita_centro=”esquerda”] Presentes ao ato, as filhas  do engenheiro agrônomo e ambientalista Ezechias Heringer (1905-1987), Quelvia e Ana Júlia, relembraram o pioneirismo do pai no estudo do Cerrado e destacaram sua preocupação com a preservação da água. “Brasília depende dessas unidades de conservação para o seu abastecimento de água, e isso sempre foi uma preocupação dele”, disse Ana Júlia. Ao todo, foram plantadas 10 mil árvores, em unidades de conservação espalhadas pelo DF e em áreas externas pré-estabelecidas. A iniciativa é fruto de uma parceria entre a Secretaria de Meio Ambiente e Proteção Animal do DF (Sema), o Movimento Regenerativo Tempo de Plantar (sociedade civil), o Instituto Brasília Ambiental, a Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap), Secretaria de Governo do DF (Segov) e o Instituto Arvoredo (sociedade civil). Sonhar e plantar A vice-governadora do DF, Celina Leão, também prestigiou o evento. “Eu tenho certeza que as próximas gerações vão celebrar o que vocês estão fazendo aqui”, declarou. “Nós estamos plantando 10 mil, mas queremos plantar 1 milhão”. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] O titular da Sema, Gutemberg Gomes, lembrou que o governo e a sociedade precisam andar de mãos dadas. “Nós temos agora no calendário oficial do GDF a designação do primeiro domingo de dezembro como Dia de Plantio, e isso vai servir de exemplo para todo o Brasil”, afirmou. “O sonho está se concretizando. Nós precisamos de um DF descarbonizado, mas não basta só plantar árvores – temos que cuidar delas”. O presidente do Movimento Regenerativo Tempo de Plantar, Paulo César Araújo, também se manifestou sobre a ação: “Quando você quer que seu sonho se realize, você o compartilha para ele renascer como sonho de todo mundo. Aí a gente sonha, planeja, realiza e celebra. É o que estamos fazendo hoje aqui: celebrando a primeira edição oficial do Tempo de Plantar”. *Com informações da Sema  

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Parque Ecológico Asa Sul ganha poda e plantio de árvores

Agentes de unidades de conservação e parques e brigadistas florestais do Instituto Brasília Ambiental executaram, durante esta semana, uma ação conjunta de poda e plantio de árvores no Parque Ecológico Asa Sul. A operação incluiu a retirada de uma árvore caída e a construção de um aceiro na cerca que delimita a área da unidade.  Brasília Ambiental também atuou no Parque Ecológico Águas Claras durante esta semana | Foto: Divulgação/Brasília Ambiental “Essa prática visa promover o desenvolvimento saudável das árvores, contribuindo para a melhoria da biodiversidade e da estética do parque”, explica o diretor regional de Unidades de Conservação do instituto, Diego Gordinho. Mais obras Também durante a semana, as equipes atuaram no espaço infantil do Parque Ecológico Águas Claras, que ganhará piso emborrachado, garantindo mais conforto e segurança para os frequentadores. O local ainda recebeu dez novas lixeiras. Essas ações estão sendo realizadas por meio de compensação ambiental paga pela empresa Votorantim Cimentos. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] No Parque Ecológico Veredinha, em Brazlândia, mudas de espécies nativas do Cerrado com floração rosa foram plantadas pelos alunos da Escola Classe 1 da cidade, durante o 4° Plantio contra o Feminicídio no Distrito Federal. A ação é fruto de parceria do Brasília Ambiental com o Instituto Ecos do Cerrado e a Coordenação Regional de Ensino de Brazlândia. Finalizando o trabalho nos parques durante a semana, as superintendências de Unidades de Conservação, Biodiversidade e Recursos Hídricos (Sucon) e de Fiscalização, Auditoria e Monitoramento (Sufam) fizeram a derrubada de um muro de uma tentativa de ocupação irregular no Parque Ecológico do Riacho Fundo. *Com informações do Brasília Ambiental

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Obras no Parque Ecológico Águas Claras são vistoriadas

Equipes do Instituto Brasília Ambiental participaram, nesta segunda-feira (6), de uma vistoria nas obras de manutenção no Parque Ecológico Águas Claras. A visita foi coordenada pelo presidente do instituto, Rôney Nemer, e pela superintendente de Unidades de Conservação, Biodiversidade e Recursos Hídricos, Marcela Versiani. Obras estão sendo executadas por meio de compensação ambiental | Foto: Divulgação/Brasília Ambiental Na ocasião, também foram ouvidas as demandas dos visitantes relacionadas à unidade de conservação. Os trabalhos começaram em 30 de outubro e vão beneficiar os moradores de Águas Claras e região, que terão mais conforto para o lazer e prática de esportes. [Olho texto=”“Estamos fazendo essas melhorias aqui no Parque de Águas Claras, mas precisamos que a população nos ajude” ” assinatura=”Rôney Nemer, presidente do Brasília Ambiental” esquerda_direita_centro=”esquerda”] O parque está sendo reformado em duas quadras poliesportivas – de basquete/futsal e de vôlei/peteca -, com a instalação de alambrado. Também está sendo construído um parque infantil com acessibilidade e piso emborrachado. Ao custo de R$ 554 mil, as obras são executadas por meio de compensação ambiental e pagas pela empresa Votorantim Cimentos. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] “Estamos fazendo essas melhorias aqui no Parque de Águas Claras, mas precisamos que a população nos ajude”, declarou Rôney Nemer. “Estamos sofrendo muito vandalismo nas nossas unidades. Por isso queríamos convidar e pedir essa parceria de toda a população, afinal, os parques não são de um órgão, são das comunidades que os utilizam.” *Com informações do Brasília Ambiental

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Fiscalização ambiental e combate a incêndios terão reforço de verbas

A Câmara de Compensação Ambiental e Florestal (CCAF) do Instituto Brasília Ambiental realizou, nesta quinta-feira (31), a primeira reunião ordinária de 2023. Ao fim do encontro, foram aprovados os quatro itens que constavam na pauta, com destinação de recursos de compensação ambiental e florestal no valor de R$ 582 mil, a serem usados em melhorias e fiscalização das unidades de conservação, além da prevenção e combate aos incêndios florestais. [Olho texto=”“Trouxemos como tema para este evento a prevenção dos incêndios florestais e a educação ambiental. Os objetivos foram o fortalecimento da Rede de Educação Ambiental no DF, o lançamento do Almanaque do Fogo, material educativo que imprimimos de dois em dois anos, e a troca de saberes sobre o assunto. Todos os três foram plenamente alcançados. O evento contou com um público acima do esperado e uma representatividade ímpar”” assinatura=”Aline Barreto, educadora ambiental ” esquerda_direita_centro=”direita”] A reunião foi presidida pelo secretário executivo do Brasília Ambiental, Valterson da Silva, que destacou a importância das compensações ambiental e florestal como recursos de preservação do meio ambiente. “A reunião foi muito positiva. Discutimos assuntos importantes e aprovamos recursos para projetos relevantes, entre os quais destaco como projetos de grande alcance para a população, embora todos os sejam, o da reforma das pontes do Parque Ecológico Saburo Onoyama e o da ligação de água e esgoto nas unidades de conservação”, disse. A primeira proposta aprovada, no valor de R$ 10 mil, foi para a aquisição de Guias de Identificação de espécies de madeira para serem utilizados durante a fiscalização das unidades de conservação. Já o projeto destacado pelo secretário executivo, referente ao Saburo Onoyama, foi o segundo item da pauta, cujo valor é R$ 100 mil. Para outro projeto mencionado, que beneficia as UCs com ligação na rede de água e esgoto, foi aprovado R$ 175 mil. Como último item da pauta, foi deliberado recurso de compensação florestal, na ordem de R$ 297 mil, para aquisição de equipamentos para utilização na prevenção e combate aos incêndios florestais. Presidida pelo secretário executivo do Brasília Ambiental, Valterson da Silva, a reunião discutiu sobre a importância das compensações ambiental e florestal como recursos de preservação do meio ambiente | Foto: Divulgação/Brasília Ambiental Participaram ainda da reunião, a Superintendente de Licenciamento (Sulam), Nathália Almeida, a superintendente de Unidades de Conservação, Marcela Versiani, a superintende de Fiscalização Ambiental (Sufam), Simone de Moura Rosa, superintendente de Administração Geral (Suag), Ricardo Roriz; e representantes da Secretaria de Meio Ambiente e Proteção Animal (Sema), Leonel Generoso, da Universidade de Brasília (UnB), Pedro Henrique Zuck da Conceição, e do ICMbio, Carlos Fisher. O próximo encontro da CCAF está previsto para outubro. Educação Essa reunião da CCAF contou com um elemento extra que foi a apresentação dos resultados de um projeto de educação ambiental, pela Unidade de Educação Ambiental (Educ) do Instituto, cuja realização foi possível graças aos recursos de compensação ambiental/florestal. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] A educadora ambiental, Aline Barreto, explicou que o projeto beneficiado foi o evento destinado à comemoração do Dia Nacional da Educação Ambiental, realizado no último mês de julho na Escola de Governo (Egov). “Trouxemos como tema para este evento a prevenção dos incêndios florestais e a educação ambiental. Os objetivos foram o fortalecimento da Rede de Educação Ambiental no DF, o lançamento do Almanaque do Fogo, material educativo que imprimimos de dois em dois anos, e a troca de saberes sobre o assunto. Todos os três foram plenamente alcançados. O evento contou com um público acima do esperado e uma representatividade ímpar”, destacou. *Com informações do Brasília Ambiental

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Brigadistas atuam nas unidades de conservação do DF para prevenir incêndios

O Distrito Federal ganhou no último mês 150 novos brigadistas florestais para atuarem na prevenção e no combate aos incêndios na cidade. O efetivo foi distribuído entre as 14 unidades de conservação geridas pelo Brasília Ambiental. O objetivo é fazer a segurança da fauna e da flora das áreas de preservação durante o período de estiagem na capital. “Estamos entrando em um período muito crítico da seca. Os novos brigadistas são integrados um pouco antes para fazer o trabalho preventivo e depois ficam de prontidão para o pronto combate aos incêndios”, revela o servidor da Diretoria de Combate aos Incêndios Florestais do Brasília Ambiental, Erisom Cassimiro. Neste ano, o concurso temporário selecionou 120 brigadistas de prevenção e combate ao incêndio, 24 chefes e seis supervisores | Fotos: Joel Rodrigues/Agência Brasília Neste ano, o concurso temporário selecionou 120 brigadistas de prevenção e combate ao incêndio, 24 chefes e seis supervisores. Eles trabalharão entre julho e novembro em escalas de 12 por 36 horas, o que dá em torno de 75 brigadistas disponíveis por dia. Todos são capacitados antes de irem para as ruas. A contratação dos brigadistas florestais faz parte do Plano de Prevenção e Combate a Incêndios Florestais (PPCIF), coordenado pela Secretaria de Meio Ambiente e Proteção Animal (Sema), e composta por Brasília Ambiental, Jardim Botânico de Brasília (JBB), Defesa Civil, Corpo de Bombeiros Militar (CBMDF), Polícia Militar (PMDF) e Secretaria da Saúde (SES). Devido a fenômenos como o El Niño e o aumento das temperaturas no planeta, a previsão é de que os profissionais tenham que atuar bastante no DF este ano. Segundo dados do Brasília Ambiental, no ano passado, foram registradas 64 áreas queimadas nas unidades de conservação, totalizando 2.969,01 hectares. Devido a fenômenos como o El Niño e o aumento das temperaturas no planeta, a previsão é de que os profissionais tenham que atuar bastante no DF este ano “A previsão deste ano não é das melhores, devemos ter uma seca bem prolongada. Será um período crítico. Mas estamos atentos para tentar mitigar o máximo possível para que não seja tão prejudicial. A nossa intenção é pegar os incêndios no início, porque é mais fácil de combater, causa menos danos à natureza e menor desgaste físico aos combatentes”, define Cassimiro. Dia a dia dos profissionais O chefe da brigada da Estação Ecológico de Águas Emendadas, em Planaltina, Matheus Rocha, está entre os 90% de aprovados que retornaram mais uma vez para atuar como brigadista florestal. A primeira vez que ele foi selecionado pelo Brasília Ambiental foi em 2019. Para ele, a profissão é uma forma de fazer a sua parte para preservar o ecossistema. “Os brigadistas são de suma importância, porque é a partir do serviço que é prestado que conseguimos fazer a manutenção de toda a flora e fauna aqui do nosso DF e do nosso Cerrado. É a nossa atuação que mantém o bioma”, revela. Raiane Ribeiro de Almeida é uma das novatas deste concurso: “Minha motivação foi meu irmão, que é falecido e era brigadista-chefe” De acordo com Rocha, a brigada de Águas Emendadas conta com 32 brigadistas que se revezam em esquema de escala para guardar a estação e mais nove parques que compõem o cinturão verde da região administrativa. Todos os dias, os profissionais dedicam a primeira hora de trabalho à educação física e depois para as atividades de manutenção do parque, como roçagem, consertos e até resgate de animais, quando não há chamados de combate a incêndios. Raiane Ribeiro de Almeida é uma das novatas deste concurso. Apesar da formação em gestão de recursos humanos, ser brigadista era um sonho. “Minha motivação foi meu irmão, que é falecido e era brigadista-chefe. Ele estava me ajudando e me treinando para que eu pudesse passar. Eu passei, mas infelizmente ele não viu meu progresso”, lamenta. Estimulada pela paixão do irmão, Raiane tem se dedicado a aprender a profissão. “Eu não sabia nada de brigada nos parques até começar o curso. Foi lá que aprendi mais sobre a importância de preservar o meio ambiente tanto para nós, como para a fauna e a flora”, revela. “Tenho aprendido com os mais antigos também. Eles me ajudam e me auxiliam. Tem sido uma novidade, mas sou guerreira e tenho capacidade para assumir esse compromisso”, diz. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] Para o também estreante na brigada Gustavo de Sousa Cozer foi a própria formação que o levou à profissão. Formado em gestão ambiental, viu vários colegas enveredarem para o ofício e decidiu tentar também. “Sempre tive essa veia ambiental e alguns colegas de curso também se tornaram brigadistas. Eles acabaram me incentivando, falando do trabalho e da importância de ser um combatente”, conta. Estar em contato com a natureza e a sensação de dever cumprido também foram essenciais para a decisão de Gustavo. “Além de combater o incêndio, aqui eu acabo trabalhando na área ambiental com conservação e monitoramento da biodiversidade. Todos esses fatores me trouxeram para cá”, admite. Para o brigadista, a profissão é essencial. “Vivemos num bioma que obriga a termos esse papel preventivo e de ação. Passamos muitos problemas com a seca até por questão de desinformação das pessoas. Então temos que atuar para preservar o meio ambiente”, acrescenta.?  

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Zoo terá trilha do ‘Caminhada nos Parques’. Saiba como participar

A Fundação Jardim Zoológico de Brasília (FJZB) participará, no domingo (23), a partir das 7h30, do projeto Caminhada nos Parques. O objetivo é promover a prática de caminhadas, a preservação ambiental e a valorização das unidades de conservação e de outras áreas de relevância ambiental do Distrito Federal. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] O projeto, organizado pelo Grupo de Caminhadas Brasília (GCB), terá o tema Na trilha, pelo Cerrado e pelas Águas e reunirá trilheiros em mais de 30 parques e unidades de conservação do DF. No Zoológico de Brasília, os participantes irão percorrer a trilha Córrego Guará Zoo. Ela foi trabalhada ao longo do semestre com ações da FJZB, que envolveu exploratória e limpeza do córrego, com a participação de alguns parceiros. Toda a comunidade é convidada, e os interessados podem se inscrever neste link e pelas redes sociais do GCB. *Com informações da FJZB

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Pesquisadores da UnB assistem a palestra sobre unidades de conservação

Por meio da Superintendência de Unidades de Conservação, Biodiversidade e Água (Sucon), o Instituto Brasília Ambiental, realizou na manhã desta sexta-feira (7), palestra para 38 mestrandos/doutorandos do Centro de Desenvolvimento Sustentável (CDS) da Universidade de Brasília (UnB) sobre o Sistema Distrital de Unidades de Conservação (SDUC) e a gestão das unidades de conservação (UCs) no Distrito Federal. Na palestra, a superintendente da Sucon, Marcela Versiani, falou sobre a importância da biodiversidade dessas UCs e o trabalho desenvolvido pelo Brasília Ambiental para a proteção desses espaços. “Compartilhamos um panorama geral sobre o SDUC e a realidade que temos dentro do Brasília Ambiental para gestão das Unidades de Conservação e parques”, afirmou a superintendente. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] Para Versiani, a diversidade dos alunos, especialistas em diferentes áreas do conhecimento, enriqueceu o debate. “São pessoas que trabalham com concessões de área de uso público dentro do BNDES, servidores do Ministério do Meio Ambiente, turismólogos, pessoas que moram dentro de UCs, outras que trabalham com populações tradicionais. Foram colocados vários focos diferentes sobre as unidades. Então, a troca de experiências foi muito boa. Trouxe conhecimento e uma ampliação de visão para pensarmos no âmbito da gestão das nossas UCs”, ressaltou. O evento contou ainda com a participação de membros da Fundação Pró-Natureza (Funatura), instituição criada em 1986, que desenvolve e apoia projetos em todo o Brasil no contexto socioambiental. Eles apresentaram o projeto Conserva Cerrado, desenvolvido em parceria com o Brasília Ambiental. Houve também a participação do diretor de Áreas Protegidas do Ministério do Meio Ambiente, Pedro Menezes, e do presidente do Brasília Ambiental, Rôney Nemer. *Com informações do Brasília Ambiental

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Estudantes participam de aula ambiental no Parque Riacho Fundo

Cerca de 100 alunos do 8º ano do ensino fundamental da Escola Sesi Taguatinga participaram, na manhã desta quarta-feira (21), de palestra sobre as plantas do Cerrado, no Parque Ecológico Riacho Fundo. A ação foi promovida pelos agentes de unidades de conservação do Instituto Brasília Ambiental, com o objetivo de complementar na prática os conteúdos aplicados em sala de aula e falar da importância da flora para o meio ambiente. Os cerca de 100 alunos da Escola Sesi Taguatinga aproveitaram a ocasião para, após a palestra, realizarem uma trilha ecológica guiada pelos servidores lotados no Parque Ecológico Riacho Fundo, onde puderam observar as peculiaridades das espécies arbóreas do Cerrado | Foto: Divulgação/Brasília Ambiental O Parque Ecológico Riacho Fundo foi eleito para sediar essa visita pedagógica por ser a única unidade de conservação (UC) do Distrito Federal a contar com um viveiro de mudas sustentável, a partir da reutilização de materiais recicláveis com apoio da comunidade. Com base nesse aspecto, o biólogo especialista em botânica e assessor técnico de unidades de conservação, Marcos Cunha – que ministrou a aula técnica –, enfatiza a realização de projetos que propiciem relação de pertencimento com a natureza. “Além de apresentar as árvores do Cerrado, suas características e as interferências de espécies exóticas invasoras nas unidades de conservação, é extremamente importante trazermos os alunos para conhecerem um parque ecológico, para que entendam como funciona e, inclusive, saberem que é uma área na qual podem vir, não só com a escola, mas sempre que quiserem, para contemplarem a natureza. E, com isso, formamos aliados para a proteção do meio ambiente”, destacou o assessor do Brasília Ambiental. A professora de ciências da natureza Edlaine Ferreira destacou o propósito da saída pedagógica. “Hoje viemos com a intenção de consolidar os estudos de sala de aula já que a turma está aprendendo sobre os grupos vegetais e, também, para desenvolver neles o espírito de consciência crítica relacionado ao meio ambiente”, comentou a profissional da Escola Sesi Taguatinga. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Já o estudante Ryan Gabriel Cardoso elogiou o projeto por proporcionar aos alunos que se familiarizem e conheçam mais sobre as plantas além dos livros. “Está sendo uma experiência muito boa por podermos ver as plantas a olho nu e obtermos mais informações com pessoas que são especialistas na área. Nunca havia participado de uma atividade nesses moldes e está sendo algo bem inovador. Assim conseguimos ter muito mais conhecimento sobre o nosso Cerrado”, concluiu o aluno de 13 anos. Ao final da palestra foi realizada, ainda, uma trilha ecológica guiada pelos servidores lotados no Parque Ecológico Riacho Fundo para que os estudantes pudessem observar as peculiaridades das espécies arbóreas do Cerrado. *Com informações do Brasília Ambiental

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Primeira reserva natural particular do DF é certificada por órgão ambiental

O Instituto Brasília Ambiental promoveu, na manhã desta sexta-feira (16), a cerimônia de entrega do Certificado de Reconhecimento da primeira Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN) criada em âmbito distrital. Esse é um feito inédito concedido pela autarquia ambiental do Governo do Distrito Federal (GDF). [Olho texto=”“Estamos aqui para parabenizá-los e agradecer por essa parceria no zelo com o meio ambiente e em preservá-lo. Em iniciativas como a de vocês, todos saem ganhando, principalmente a sociedade, e estaremos sempre à disposição”” assinatura=”Rôney Nemer, presidente do Instituto Brasília Ambiental” esquerda_direita_centro=”direita”] As RPPNs são unidades de conservação (UCs), de posse privada, com o objetivo de conservar a biodiversidade, as paisagens e a beleza cênica, sendo a iniciativa de sua criação voluntária. Neste sentido, o presidente do Brasília Ambiental, Rôney Nemer, congratulou a ação dos responsáveis pela Reserva Jardim Botânico, de propriedade da Cidade Empreendimentos Imobiliários S/A. “Estamos aqui para parabenizá-los e agradecer por essa parceria no zelo com o meio ambiente e em preservá-lo. Em iniciativas como a de vocês, todos saem ganhando, principalmente a sociedade, e estaremos sempre à disposição”, comentou Nemer. Responsáveis pela Reserva Jardim receberam o Certificado de Reconhecimento de RPPN | Foto: Divulgação/Brasília Ambiental O secretário do Meio Ambiente e Proteção Animal, Gutemberg Gomes, também esteve presente e destacou a importância desse momento. “O meio ambiente só dá certo com cooperação, e estarmos juntos com o setor privado é fundamental. No caso de hoje, é uma unidade de conservação que já nasce com gestão e infraestrutura, sendo uma grande satisfação para nós.” A Reserva Jardim Botânico tem uma área de 46,33 hectares, possui quedas d’água e pode receber visitação, promover ecoturismo sustentável e pesquisa científica. Por ser uma UC, deverá ter seu plano de manejo aprovado pelo Brasília Ambiental. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] “Hoje é um momento de celebrar e, ao mesmo tempo, agradecer por essa opção que os empreendedores tiveram em criar uma RPPN, pois também havia a possibilidade de ser uma servidão ambiental [renúncia voluntária do proprietário rural ao direito de uso em determinada área da sua propriedade] e a reserva é uma forma melhor de manter a proteção dessa área”, finalizou a superintendente de Unidades de Conservação do instituto, Marcela Versiani. Entre as responsabilidades do Brasília Ambiental, estão a prestação de apoio e orientação, a realização de vistoria técnica, quando necessário, e a aprovação do plano de manejo da unidade de conservação. O Distrito Federal conta com outras seis RPPNs formadas, em âmbito federal, pelo Instituto Chico Mendes de Biodiversidade (ICMBio). *Com informações do Instituto Brasília Ambiental

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Projeto Estação Brasil promove educação ambiental nos parques urbanos do DF

Neste mês de junho, os parques de Águas Claras, Três Meninas, Saburo Onoyama e Jequitibás receberão o projeto Estação Brasil, que levará ao público espetáculos musicais, apresentações teatrais, oficinas de bonecos com materiais reciclados e biblioteca itinerante. Os eventos são em parceria com o Instituto Brasília Ambiental e contam com um investimento de R$ 80 mil do Fundo de Apoio à Cultura (FAC), da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal. A programação, gratuita, ocorrerá das 13h às 17h dos dias 17, 18, 24 e 25 de junho, para todos os públicos. O Parque Ecológico Águas Claras será a primeira unidade de conservação a receber o projeto Estação Brasil, no dia 17 de junho | Foto: Geovana Albuquerque/Agência Brasília “A ideia é que a gente possa alcançar o maior número de pessoas possível. Quem cuida dos parques é quem os utiliza, então queremos trazer essa sensação de pertencimento e conscientização, despertando o amor e respeito ao meio ambiente”, afirmou o diretor do Brasília Ambiental, Rôney Nemer. Com quase uma centena de unidades de conservação em seu território, o Distrito Federal é privilegiado por abrigar áreas urbanas, rurais e periurbanas com uma rica diversidade de vegetação nativa, espécies ameaçadas de extinção e uma fauna típica do Cerrado. Quatro ações Os eventos incluem quatro ações específicas. A primeira é uma oficina de materiais recicláveis, onde o público poderá, além de aprender a fazer o descarte correto e como funciona o processo de reciclagem, transformar os materiais em bonecos e levá-los para casa. A segunda ação é um espetáculo de contação de histórias. Ambientando os ouvintes como se estivessem em uma estação de trem, os artistas farão narrativas envolvendo o bioma brasileiro e questões regionais relacionadas ao meio ambiente. A Cia. Cidade dos Bonecos é o grupo responsável pela realização do projeto | Foto: Instagram/Cia. Teatral Cidade dos Bonecos Na terceira ação, entra o teatro de bonecos, no qual contadores de piadas e outros artistas encenam histórias educativas como a do pescador e a serpente – uma interação que destaca a importância da convivência entre espécies. E, por fim, a quarta ação é uma mediação. Será um momento de interação direta com o público sobre questões ambientais. O coordenador do projeto, Domingos Rodrigo, mais conhecido como Dom Rodrigo, explicou que as apresentações serão de forma lúdica para despertar o imaginário das crianças e do público em geral. “Acredito que a gente está em um momento propício para esse tipo de projeto, que relaciona futuro e meio ambiente. É um convite para as pessoas vivenciarem essas experiências no meio natural, além de divulgar, de forma geral, a existência desses parques, dos quais muitas pessoas que moram do lado não usufruem”, observou o coordenador. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Sustentabilidade e acessibilidade O grupo responsável pela realização do projeto, Cia. Cidade dos Bonecos, utiliza uma usina solar sobre rodas – um sistema voltaico de energia solar que abastece todo o equipamento de som das apresentações. Os eventos também contam com ferramentas de acessibilidade. Além de intérprete de Libras e impressões em braille, há um QR Code nos materiais que dá acesso a um vídeo de instruções, com legendas e audiodescrição. Cronograma 17/6: Parque Ecológico Águas Claras 18/6: Parque Ecológico dos Jequitibás, Sobradinho 24/6: Parque Ecológico Saburo Onoyama, Taguatinga Sul 25/6: Parque Ecológico Três Meninas, Samambaia Norte Programação  13h: Oficina de Construção de Bonecos 14h: Atividade de Educação Ambiental (Projeto Eu Amo Cerrado) 15h: Espetáculo Contos, Histórias e Canções (Teatro de Bonecos) 15h40: Mediação (Interação com o público) 16h: Espetáculo Estação Brasil (Contadores de histórias) 17h: Encerramento das atividades.

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GDF vai trazer população para dentro dos parques para garantir preservação

Nesta quarta-feira (7), o governador Ibaneis Rocha assinou o decreto que cria o programa DF nos Parques, a ser implantado nas 86 unidades de conservação e 16 parques urbanos da capital. A ideia é levar a população para dentro dos espaços verdes como forma de aumentar a preservação e o cuidado com esses equipamentos públicos. A iniciativa é uma ampliação do antigo programa Brasília nos Parques, que promovia, por meio de atividades gratuitas, o uso público das áreas verdes. Uma reformulação foi necessária tendo em vista o surgimento de novas secretarias envolvidas e com o intuito de inserir as regiões administrativas nas dinâmicas de uso dos espaços. O governador Ibaneis Rocha destaca: “Temos diversos parques e unidades de conservação espalhados pelas cidades e são todos elogiados pelos que habitam e chegam no DF” | Fotos: Renato Alves/Agência Brasília ?O objetivo do GDF é estimular a população e, principalmente, os moradores das regiões próximas aos parques e unidades de conservação a frequentarem esses espaços, bem como aumentar a assiduidade de usuários, a fim de que cooperem com sua proteção e uso sustentável. “Estão de parabéns todos que fazem o sistema de meio ambiente no DF, que mantêm as nossas cidades cada vez mais belas e bonitas para que possamos acolher cada vez mais e melhor as pessoas. E fazemos não só no Plano Piloto, temos diversos parques e unidades de conservação espalhados pelas cidades e são todos elogiados pelos que habitam e chegam no DF”, afirma o governador Ibaneis Rocha. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] A partir do decreto, será criado um comitê gestor para coordenar o programa, formado por representantes titulares e suplentes de cada órgão envolvido. A equipe terá a função de formular um plano de trabalho que estabeleça atividades a serem realizadas nos equipamentos públicos no prazo de um ano, como feiras, palestras e atividades culturais e esportivas. Cada secretaria será responsável por pensar na forma de execução da atividade que proporá, como investimento e meio de realização. “Precisamos das pessoas que utilizam os parques e as unidades de conservação envolvidas no cuidado com esses espaços. Mas cuidar com um sentimento de pertencimento, não de exclusividade. Com o entendimento de que os parques são de todos. É com a população que vamos garantir um meio ambiente melhor no futuro”, acrescenta o diretor-presidente do Brasília Ambiental, Rôney Nemer. O grupo deve iniciar os trabalhos em até 30 dias após a publicação do decreto no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF). E deverá formular relatórios semestrais sobre as atividades desenvolvidas, que será enviado ao governador Ibaneis Rocha e disponibilizado no site da Secretaria do Meio Ambiente e Proteção Animal (Sema). O diretor-presidente do Brasília Ambiental, Rôney Nemer, diz: “Precisamos das pessoas que utilizam os parques e as unidades de conservação envolvidas no cuidado com esses espaços” ?As medidas propostas no plano de trabalho deverão seguir as normas de cada unidade de conservação, estabelecidas pelo Instituto Brasília Ambiental, com o intuito de preservar o meio ambiente e evitar qualquer tipo de degradação. ?“Buscamos promover o uso sustentável das unidades de conservação e dos parques, no sentido de aprimorar a experiência, com a oferta de serviços e atividades gratuitas relacionadas à saúde, educação, esporte, turismo, cultura e mais”, ressalta o assessor especial da Sema, Hugo Carvalho Sobrinho. O comitê gestor será formado pelo Instituto Brasília Ambiental e pelas pastas do Meio Ambiente e Proteção Animal (Sema); de Cultura e Economia Criativa (Secec); de Educação (SEE); de Esporte e Lazer (SEL); de Turismo (Setur); de Saúde (SES); de Segurança Pública (SSP); de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (Seagri); da Mulher (SM); da Família e Juventude (SFJ); de Justiça e Cidadania (Sejus); de Atendimento à Comunidade (Seac); de Desenvolvimento Social (Sedes); de Governo (Segov); e de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet). Mais ações Também nesta quarta-feira, o governador Ibaneis Rocha assinou a portaria que institui o Comitê Técnico Permanente do Sistema Distrital de Trilhas Ecológicas. O grupo vai organizar as trilhas dos parques e unidades de conservação em parceria com a sociedade civil organizada e o setor privado. A finalidade é criar os Caminhos do Planalto Central e fomentar o turismo ambiental. Para a superintendente de Unidades de Conservação, Biodiversidade e Água (Sucon) do Brasília Ambiental em exercício, Carolina Lepsch, os decretos assinados nesta quarta-feira pelo GDF possuem grande interface com o trabalho realizado nas unidades de conservação geridas pelo instituto. “Simbolizam a vontade do Brasília Ambiental em trazer a comunidade para perto, incentivando o uso público desses espaços em harmonia com a natureza. Tanto as trilhas ecológicas quanto as atividades de plantio conectam as pessoas com ambiente natural, resgatando e aumentando a sensação de pertencimento”, garante. ?

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