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Obras de drenagem na Descida do Mirante, em Arniqueira, entram na fase final

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. As obras de drenagem na região conhecida como Descida do Mirante, no Setor Habitacional Arniqueira (SHA), Conjunto 5, entraram na fase final com a implantação e interligação das bocas de lobo à nova galeria de águas pluviais, além da instalação de cerca de mil metros de meio-fio e da construção de 300 metros de calçadas. A intervenção, realizada pela Administração Regional de Arniqueira em parceria com a Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap), busca solucionar um antigo problema provocado pelo grande volume e pela força das águas das chuvas que descem pelo local. Entre janeiro e agosto deste ano, foram implantados aproximadamente 600 metros de galeria subterrânea de águas pluviais, a partir das proximidades do Condomínio JK, seguindo pela Descida do Mirante. Para a execução da rede, foi necessário abrir a pista e retirar o pavimento existente. Após a conclusão dos serviços de drenagem, toda a extensão afetada pela intervenção recebeu nova pavimentação asfáltica. Agora, os trabalhos avançam para a etapa final, que inclui a ligação das bocas de lobo à galeria, a instalação de meio-fio nas laterais da via e a construção de mais de 300 metros de calçadas. Entre janeiro e agosto deste ano, foram implantados aproximadamente 600 metros de galeria subterrânea de águas pluviais | Fotos: Divulgação/Administração Regional de Arniqueira Ao todo, serão instalados aproximadamente mil metros lineares de meio-fio, sendo cerca de 500 metros em cada lado da pista. Além de delimitar a área entre a via e as calçadas, o meio-fio contribui para direcionar o escoamento das águas para as estruturas de captação, ajudando a reduzir o impacto das enxurradas sobre o pavimento, as calçadas e os acessos às residências. Para o administrador regional de Arniqueira, Wilson Valente, a conclusão da intervenção representa um avanço importante na infraestrutura urbana da região, especialmente diante da proximidade do período chuvoso no Distrito Federal. “Estamos concluindo uma obra muito importante para os moradores dessa região. Foram implantados 600 metros de galeria em um ponto onde, historicamente, a força das águas provocava muitos transtornos. Agora, estamos complementando esse trabalho com as bocas de lobo, a instalação do meio-fio e a construção de mais calçadas. Nosso objetivo é deixar todo esse sistema preparado para receber as águas das chuvas, proporcionando mais segurança e qualidade de vida para quem mora ou circula pelo local”, destaca o administrador. Um problema antigo A topografia acentuadamente íngreme da Descida do Mirante favorece a concentração e o aumento da velocidade das águas provenientes das partes mais altas do Setor Habitacional Arniqueira e também do Areal. Durante anos, nos períodos de chuvas mais intensas, as enxurradas provocaram danos ao pavimento, às calçadas, aos acessos e aos muros, além de dificultarem a circulação de pedestres e veículos. Moradores e comerciantes da região acompanham de perto os problemas provocados pelas chuvas e destacam as mudanças proporcionadas pela intervenção. Morador do setor há 12 anos, João Paulo Lourenço de Melo lembra das dificuldades enfrentadas durante os períodos de chuva. “Quando chovia forte, era praticamente impossível caminhar por aqui. A água descia com muita velocidade e tomava conta da rua e das laterais. As calçadas já estavam destruídas em vários pontos. Agora, com a galeria de águas pluviais, o novo asfalto, as bocas de lobo e o meio-fio, a situação mudou completamente. O lugar ficou muito bonito e, principalmente, muito melhor para quem mora e caminha aqui”, relata. Após a conclusão dos serviços de drenagem, toda a extensão afetada pela intervenção recebeu nova pavimentação asfáltica Joaquim Teodoro de Paula, morador há 13 anos, também acompanhou os problemas enfrentados na Descida do Mirante e recorda os prejuízos causados pelas enxurradas. “O volume de água que descia aqui era muito grande. A enxurrada passava pelas calçadas e arrancava praticamente tudo que encontrava pela frente. Tivemos até situações de muros atingidos e derrubados pela força da água. Era um problema muito sério. Com a implantação da galeria de águas pluviais e todas essas melhorias, acredito que a situação vai mudar muito por aqui”, afirma. A comerciante Rayane Alves Sousa, moradora da região há 12 anos, destaca as dificuldades de circulação durante as chuvas mais fortes. “No período chuvoso, isso aqui virava um verdadeiro caos. Quando vinha uma chuva forte, ninguém conseguia passar. Era impossível caminhar e até mesmo passar de carro, porque o volume e a velocidade da água eram muito grandes. Hoje, a gente vê outra realidade. Com essa obra, o local ficou muito melhor e mais seguro”, comemora. Infraestrutura para o período chuvoso Além de atender diretamente os moradores da Descida do Mirante, o novo sistema de drenagem deverá contribuir para controlar o fluxo das águas que descem das partes mais altas do Setor Habitacional Arniqueira em direção às áreas mais baixas da região, inclusive no sentido do Park Way, quadra 5. Segundo o administrador regional, a intervenção vai além da recuperação da superfície da via e atua diretamente na infraestrutura de drenagem. “Quem conhece a Descida do Mirante sabe a dimensão do problema que existia aqui. Não estamos falando apenas de asfalto novo ou calçadas. A galeria é uma obra de infraestrutura que fica debaixo da terra; ninguém vê, mas que tem enorme importância para a população. Estamos trabalhando para que a água seja captada e conduzida adequadamente para o córrego das proximidades”, ressalta Wilson Valente. A obra integra um conjunto de intervenções em sete áreas consideradas críticas de Arniqueira, voltadas à melhoria da infraestrutura urbana e à solução de problemas históricos provocados pelo forte escoamento das águas durante o período chuvoso. *Com informações da Administração Regional de Arniqueira  

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GDF na Sua Porta: Guará recebe R$ 19,5 milhões em obras de infraestrutura, saneamento e lazer

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. A governadora Celina Leão assinou, nesta segunda-feira (31/8), 20 ordens de serviço que somam cerca de R$ 19,5 milhões para obras e serviços no Guará. O conjunto inclui a recuperação de cerca de 6,3 km de vias em 13 localidades, 3,5 km de calçadas, redes de água e esgoto, seis quadras poliesportivas, parquinhos, pontos de encontro comunitário (PECs), estacionamentos, drenagem e iluminação pública. As autorizações marcaram a 15ª edição do GDF na Sua Porta. A chefe do Executivo destacou que o programa reúne demandas do cotidiano identificadas nas regiões administrativas. “Tem coisas que, às vezes, parecem pequenas, mas são muito importantes para quem tem aquele problema diariamente — uma calçada quebrada, um asfalto ruim, um parquinho quebrado, um PEC quebrado”, afirmou. Segundo Celina, a assinatura das ordens abre uma etapa de execução e acompanhamento que pode se estender por três a quatro meses, de acordo com o tipo de serviço. “O mais importante no GDF na Sua Porta é que a gente dá todas as ordens de serviço no mesmo dia e acompanha e fiscaliza obra por obra”, disse. Celina Leão: "O mais importante no GDF na Sua Porta é que a gente dá todas as ordens de serviço no mesmo dia e acompanha e fiscaliza obra por obra" | Fotos: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília A maior parcela dos recursos, R$ 6,6 milhões, será destinada à recuperação do pavimento. Os serviços alcançam 13 pontos do Guará, Guará II, Guará Park e Bernardo Sayão, além de um trecho da Avenida Contorno, próximo à Feira do Guará. O trabalho prevê fresagem, técnica que retira a camada deteriorada antes da aplicação do novo asfalto. Esporte e lazer Seis quadras poliesportivas passarão por reforma, com investimento de R$ 2,31 milhões. Os espaços ficam no Guará, Guará II e Lucio Costa. Os PECs receberão R$ 740 mil. Cinco unidades passarão por manutenção e quatro novos espaços serão instalados. Entre os locais atendidos estão QI 4, QE 17, QE 34/36, QE 32 e QI 1. Uma das novas unidades, na QI 9, será destinada ao público idoso. O pacote prevê três novos parquinhos — na Rua 20 do Polo de Moda, no Lucio Costa e na QE 1—, além de manutenção em seis espaços já existentes. Também estão programados serviços nos alambrados e nas áreas dos brinquedos e a reposição de cerca de 280 toneladas de areia. Essa frente soma R$ 1,62 milhão. “Essa é a maior reivindicação da cidade. Onde a gente passa, o povo pergunta: ‘E o parquinho, Artur?’" Artur Nogueira, administrador regional do Guará Durante a apresentação, Celina Leão explicou que os novos modelos substituem as antigas estruturas de ferro por equipamentos feitos com madeira plástica. O administrador regional do Guará, Artur Nogueira, afirmou que a conservação dos parquinhos está entre os pedidos mais frequentes dos moradores. “Essa é a maior reivindicação da cidade. Onde a gente passa, o povo pergunta: ‘E o parquinho, Artur?’", relatou. Duas unidades do ParCão também integram as autorizações. Uma ficará no Lucio Costa e outra na EQ 19/21, ambas com cercamento e equipamentos. O investimento previsto é de R$ 240 mil. Calçadas e mobilidade As ordens destinam R$ 1,4 milhão à construção e recuperação de 3.535 metros de calçadas, distribuídos por nove pontos. Os trechos ficam em áreas como QE 1, QE 15, QI 6, QE/QI 18, QI 4 e QI 1. A governadora ressaltou que os serviços devem considerar a circulação de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. “O que eu tenho pedido é que toda a nossa calçada seja feita com acessibilidade”, afirmou. Durante a apresentação, o administrador informou que uma das intervenções atenderá a região da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae). O Guará II também ganhará três estacionamentos: na QE 44, conjuntos P e X; na QE 34, Conjunto H; e na QE 44, Conjunto C. O investimento soma R$ 850 mil. Outras nove intervenções abrangem redutores de velocidade em seis localidades — QE 44, QE 13, QE 19, EQ 15/17, Colônia Agrícola Águas Claras e QI 33. Saneamento R$ 4,2 milhões Valor das ordens de serviço assinadas voltadas para o esgotamento sanitário Quatro ordens de serviço são voltadas para o abastecimento de água e para o esgotamento sanitário. Juntas, somam R$ 4,2 milhões e devem atender 1.404 famílias, o equivalente a 4.634 moradores. Nas chácaras do Lucio Costa, duas etapas vão ampliar as redes e as ligações de água, com investimentos de R$ 1,9 milhão e R$ 1 milhão. O Residencial Ipê Amarelo, na Colônia Agrícola Águas Claras, receberá uma rede de esgoto, com R$ 203 mil destinados ao serviço. Outra obra, de R$ 1,1 milhão, abrange as chácaras 31, 32, 35 e 35B do Setor Habitacional Bernardo Sayão e prevê rebaixamento da tubulação, nova rede coletora e ligações de esgoto. Drenagem, iluminação e áreas públicas A drenagem urbana receberá R$ 1 milhão para serviços em 13 pontos. A programação inclui desobstrução e limpeza da rede, troca de tampas e grelhas e serviços em bocas de lobo e poços de visita. As ações abrangem locais como QI 12, QE 25, QE 19, Avenida Contorno, Iapi e EQ 15/17. Na iluminação pública, duas áreas esportivas receberão novos pontos do programa LedDáJogo: a quadra poliesportiva da QE 34 e o campo de futebol entre as QEs 19 e 21. Também estão previstos novos pontos de iluminação em frente ao Colégio Piaget, na QI 20, além de manutenção em cinco outros locais. O conjunto inclui, ainda, quatro pontos do programa De Cara Nova, serviços em praças, 145 ações de poda de árvores, recomposição de cerca de 5,5 mil metros quadrados de gramado e roçagem em diferentes áreas do Guará. Serviços durante a semana O GDF na Sua Porta permanece no Guará até sexta-feira (4/9), com equipes de diferentes órgãos concentradas na área em frente à administração regional. Além das obras autorizadas, a programação reúne serviços de limpeza e manutenção de áreas públicas e atendimentos à população. Entre eles estão 300 vagas para castração de animais. O agendamento pode ser feito de segunda a sexta-feira, a partir das 9h, na Administração Regional do Guará. Não é necessário levar o animal no momento do cadastro; o responsável recebe a orientação para encaminhá-lo posteriormente à clínica credenciada. Durante a agenda, foi informado que a rede destinada ao serviço passou de três para 19 clínicas credenciadas e conta agora com unidades mais próximas do Guará, em Vicente Pires. O programa 336 Número de ordens de serviço assinadas nas 15 primeiras edições do GDF na Sua Porta Criado em março deste ano, como primeiro ato oficial da governadora Celina Leão, o GDF na Sua Porta leva gabinetes móveis e serviços públicos às regiões administrativas. A iniciativa ouve os moradores, identifica prioridades locais e articula a atuação de órgãos e entidades para atender às demandas apresentadas. Com o Guará, o programa chega à 15ª edição. Ao todo, a governadora assinou 336 ordens de serviço para obras e manutenção da infraestrutura urbana, definidas a partir das demandas da população e do levantamento feito pelas administrações regionais. Ordens de serviço até o momento Itapoã: 17 Paranoá: 30 Riacho Fundo II: 31 Samambaia: 27 Colônia Agrícola 26 de Setembro: 9 Ceilândia: 35 Planaltina: 24 Plano Piloto: 21 São Sebastião: 17 Recanto das Emas: 15 Estrutural: 19 Sobradinho e Sobradinho II: 35 Sol Nascente/Pôr do Sol: 19 Taguatinga: 17 Guará: 20.  

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Projeto de saneamento integrado de R$ 92 milhões transforma a comunidade de Santa Luzia, na Estrutural

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada.   A comunidade de Santa Luzia, na Estrutural, vive uma nova realidade impulsionada pelas obras de saneamento integrado do Governo do Distrito Federal (GDF). Conduzido pela Caesb, o projeto, iniciado em 2025, tem investimento de R$ 92 milhões e beneficia diretamente cerca de 20 mil moradores. As intervenções preveem a implantação de 27 quilômetros de redes de abastecimento de água, 33 quilômetros de esgoto e 10 quilômetros de drenagem, além de duas estações elevatórias e quatro bacias de detenção. A governadora Celina Leão visitou as obras do projeto nesta segunda-feira (27/7).  “São quase R$ 100 milhões só nessa etapa de saneamento, mas aqui, no total, serão quase R$ 300 milhões investidos”, destacou a chefe do Executivo, ao mencionar os demais projetos do GDF na região. “É trazer a oportunidade de regularização para mais de 5 mil famílias. É trazer dignidade para as pessoas que moram aqui. A região tem sido transformada. Estamos quase finalizando a iluminação pública. A parte de água é um pouco mais demorada, mas essa cidade toda está recebendo um olhar muito cuidadoso nosso, e essa é uma obra  de que a gente tem muito orgulho. Estou combinando com o secretário de Governo [Takane do Nascimento] e com o administrador [Wagner Rodrigues] para colocar câmeras do programa DF 360 aqui, para termos as multas virtuais para aqueles que ainda insistem em sujar a cidade. Estamos disponibilizando lixeiras em toda a área e fazendo a coleta de forma regular. É cultural, mas são poucas as pessoas que ainda insistem no descarte irregular, e os outros pagam o preço”, afirmou a governadora.  Celina Leão destacou o "olhar cuidadoso" que a comunidade de Santa Luzia tem recebido do GDF | Fotos: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília O avanço da infraestrutura já é visível nas vias locais. Sete ruas estão prontas e outras 19 recebem as etapas de drenagem, água e esgoto. Na Rua Modelo, os trabalhos foram concluídos com 160 metros de pavimentação, instalação de calçadas, rede de drenagem e 56 ligações domiciliares com hidrômetros. As próximas etapas contemplam as ruas 2, 3 e 4 da comunidade. Para respeitar a divisa com o parque ambiental da região, o calçamento intercala asfalto e bloquetes de concreto. Parceria social  Sete ruas estão prontas, e outras 19 recebem as etapas de drenagem, água e esgoto O pilar social do saneamento também ganha destaque por parte da Caesb. A companhia mantém equipes em campo para garantir que a população acompanhe as obras e recebam suporte contínuo. Em parceria com a empresa Diagonal Social, é oferecido gratuitamente o curso de encarregado de obras 1, no Centro de Atendimento ao Morador (CAM). As aulas ocorrem no período noturno, e o espaço conta com uma brinquedoteca para os filhos dos alunos. Para avançar aos próximos módulos, exige-se frequência mínima de 80%.  “A comunidade tem nos ajudado em 100% e se envolvido. A gente está dando cursos para a comunidade e eles recebem o nosso pessoal com o maior carinho. A comunidade está inserida na obra”, destacou o presidente da Caesb, Luís Antônio Almeida Reis, durante a visita.

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GDF abre licitação de R$ 22,6 milhões para ampliar infraestrutura no Sol Nascente e reforçar drenagem em Ceilândia

A Secretaria de Obras e Infraestrutura (SODF) publicou aviso de licitação para contratação de empresa especializada na execução de obras de infraestrutura complementar no Trecho 3 do Sol Nascente, com intervenções também voltadas ao reforço do sistema de drenagem em Ceilândia. O investimento estimado é de R$ 22,7 milhões. Sol Nascente terá obras que, assim como as de Ceilândia, seguem as normas técnicas previstas pela ABNT e pelo Dnit | Foto:  Joel Rodrigues/Agência Brasília-DF “A iniciativa faz parte do conjunto de investimentos voltados à urbanização de uma das regiões mais populosas do Distrito Federal” Valter Casimiro, secretário de Obras e Infraestrutura O projeto contempla serviços essenciais para a consolidação da infraestrutura urbana, incluindo pavimentação, implantação de meios-fios, construção de calçadas, sinalização horizontal e execução de sistemas de drenagem com dispositivos dissipadores, seguindo normas técnicas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) e do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit). “Nosso objetivo é não deixar nenhuma rua do Sol Nascente sem infraestrutura de qualidade; além disso, vamos reforçar o sistema de drenagem de Ceilândia, que hoje está subdimensionado para atender as reais necessidades da população”, explica o secretário de Obras e Infraestrutura, Valter Casimiro. [LEIA_TAMBEM]O edital já se encontra disponível, exclusivamente nos portais oficiais do governo federal e da SODF. As propostas poderão ser enviadas a partir das 8h desta quinta-feira (23), sendo a abertura prevista para 29 de maio. “A iniciativa faz parte do conjunto de investimentos voltados à urbanização de uma das regiões mais populosas do Distrito Federal, com foco na melhoria da mobilidade, na prevenção de alagamentos e na promoção de mais qualidade de vida para os moradores”, enfatiza o titular da SODF.   *Com informações da Secretaria de Obras e Infraestrutura

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Cerca de 257 mil toneladas de resíduos já foram retiradas de galerias pluviais e bocas de lobo desde 2024

Diante do aumento das chuvas e dos recorrentes pontos de alagamento no Distrito Federal, as ações preventivas de limpeza e desobstrução da rede pluvial da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap) têm sido fundamentais para viabilizar o escoamento adequado da água e reduzir transtornos à população. Desde janeiro de 2024, cerca de 257 mil toneladas de resíduos já foram retiradas de galerias, bocas de lobo e demais estruturas de drenagem em diversas regiões administrativas. O serviço é executado pela empresa Consórcio GNN Drenagem e integra um conjunto de medidas permanentes adotadas pelo Governo do Distrito Federal (GDF) para preservar a infraestrutura urbana e aumentar a segurança em períodos de chuvas intensas. O contrato foi firmado pela Novacap, com investimento de R$ 57 milhões. As ações já alcançaram aproximadamente 1.864 quilômetros de redes e ramais, além de 23.102 bocas de lobo e 12.152 poços de visita. A limpeza é feita de forma mecanizada, com o uso de caminhões de hidrojateamento e sucção, além de equipamentos de videoinspeção, que permitem identificar obstruções e danos na tubulação. As ações preventivas de limpeza e desobstrução da rede pluvial são fundamentais para viabilizar o escoamento adequado da água e reduzir transtornos à população | Fotos: Matheus Borges/Agência Brasília O diretor de Obras da Novacap, André Vaz, explica que a manutenção do sistema de drenagem das cidades ocorre diariamente, com equipes da companhia e da empresa contratada distribuídas por todo o DF. No período chuvoso, as ações preventivas seguem em andamento, e a atenção aos pontos emergenciais, registrados pela população por meio dos canais de comunicação, é redobrada. “As atividades de manutenção e drenagem urbana são contínuas, porém assumem caráter prioritário nos períodos de maior intensidade pluviométrica”, esclarece o diretor. “Atualmente, as equipes operacionais estão atuando de forma intensificada, com o apoio de caminhões de hidrojateamento posicionados em pontos estratégicos, realizando a limpeza e desobstrução de galerias pluviais, com o objetivo de assegurar o adequado funcionamento do sistema de drenagem.” Murielle Mota, engenheira de operações: "Na seca, atuamos de forma preventiva, percorrendo as regiões administrativas. Já no período de chuvas, o foco é emergencial, principalmente em áreas mais críticas" Vaz destaca que a colaboração da população é indispensável para a eficiência do sistema. “Caso sejam identificados indícios de obstrução em dispositivos de drenagem, como bocas de lobo, ou acúmulo de água em vias públicas, orienta-se o registro junto à Administração 24 Horas, por meio do Portal do Cidadão. Essas informações permitem o direcionamento mais ágil e eficiente das equipes para os locais com maior criticidade”, orienta. [LEIA_TAMBEM]Atualmente, 18 maquinários estão em operação, entre caminhões-pipa e desobstruidores, distribuídos conforme cronograma da Novacap. A engenheira de operações do consórcio responsável pelo serviço, Murielle Mota, reforça que o trabalho é permanente e se adapta conforme o período do ano. “Na seca, atuamos de forma preventiva, percorrendo as regiões administrativas. Já no período de chuvas, o foco é emergencial, principalmente em áreas mais críticas. Muitas vezes, limpamos um local e, com a chuva seguinte, novos resíduos são carregados para a rede, exigindo retorno das equipes”, salienta. Nesta semana, as equipes trabalharam no estacionamento da Feira dos Importados de Taguatinga e na EQNP 11/7, em Ceilândia — áreas historicamente afetadas pelo acúmulo de água. Moradora de Ceilândia, a autônoma Cleusa Amaral, 35 anos, relata os impactos positivos do serviço. “Essa limpeza é boa para evitar problemas para nós. A água desce carregando muita sujeira, já alagou aqui várias vezes. É uma melhoria para nós, com certeza”, afirma. Cleusa Amaral, autônoma: "Essa limpeza é boa para evitar problemas para nós. A água desce carregando muita sujeira, já alagou aqui várias vezes" Como solicitar A limpeza e desobstrução de bocas de lobo e redes pluviais podem ser solicitadas pelo site Administração 24 Horas, pelo Participa DF ou presencialmente nas administrações regionais. A população pode demandar diversos serviços, como poda de árvores, recapeamento e recolhimento de inservíveis, além de registrar elogios, reclamações e questionamentos.

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GDF investiu R$ 7,4 milhões em recuperação de quase 10 mil km de estradas rurais nos últimos anos

Nos últimos anos, o Governo do Distrito Federal (GDF) intensificou as ações de manutenção e recuperação de estradas rurais. Entre 2019 e 2026, foram recuperados cerca de 9,5 mil quilômetros de vias em diferentes regiões do campo, com investimento superior a R$ 7,4 milhões. As intervenções buscaram aprimorar as condições de deslocamento, facilitar o escoamento da produção agrícola e ampliar a segurança nas áreas rurais. Secretarias, administrações regionais e outros órgãos importantes do GDF investem na manutenção das estradas rurais | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília As ações de manutenção das estradas rurais envolvem diversos órgãos do GDF, como as secretarias de Governo (Segov-DF) e de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (Seagri-DF), bem como o Departamento de Estradas de Rodagem (DER-DF), administrações regionais e a Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap). De acordo com o secretário de Governo, José Humberto Pires de Araújo, o trabalho é permanente e busca ampliar a infraestrutura definitiva em pontos estratégicos. “Em um período de muitas chuvas, naturalmente as estradas rurais sofrem muito”, aponta. “Cada vez que o governo entra com uma infraestrutura definitiva, amplia a economia, reduz o desperdício da produção e melhora a qualidade de vida das pessoas que vivem no campo”. Crescimento 1.700 km Total de estradas rurais do DF recuperadas em 2025 Os números mostram uma evolução gradual no volume de serviços ao longo dos anos. Em 2019, foram recuperados 1.144 quilômetros de estradas. A soma subiu para 1.320 km em 2020 e foi de 1.245 km em 2021. Em 2022, foram 1.054 km recuperados, incluindo 64 km dentro do programa Porteira para Dentro, voltado a vias internas das propriedades rurais. Em 2023, o total passou para 1.278 km, sendo 227 km pelo mesmo programa. O maior volume foi registrado em 2024, com 1.802 km de estradas coletivas recuperadas e 232 km dentro das propriedades. Já em 2025, foram 1.700 km recuperados, incluindo 248 km do Porteira para Dentro. Além da manutenção das vias, o GDF também executou obras de drenagem e estruturação das estradas rurais. Nos sete anos, foram construídos 2.350 peitos de pombo — estruturas que ajudam a direcionar a água da chuva —, além de 990 novos bolsões de drenagem e a recuperação de outros 115. Impacto real A comunidade rural do Distrito Federal reúne mais de 50 mil pessoas que vivem e trabalham no campo. De acordo com o secretário de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural do DF, Rafael Bueno, as estradas rurais são fundamentais para garantir a conexão entre os produtores e os centros de comercialização. “As estradas rurais são importantes canais de escoamento e interligação entre o produtor rural, a cidade e as escolas”, enfatiza Rafael Bueno. “Quando fazemos esse trabalho de manutenção, garantimos a trafegabilidade para que aquilo que foi produzido com tanto esforço chegue em perfeitas condições ao consumidor final.” O secretário lembra que o trabalho também contribui para o transporte escolar e para reduzir o tempo de deslocamento dos moradores da zona rural. Didárcio Barros, produtor rural em Água Quente, comemora a ação do GDF: “Eu gastava em torno de R$ 30 mil a R$ 40 mil nessa estrada, só para manter esses 800 metros de subida. Agora, quando a estrada precisa de reparo, o órgão público vem com as máquinas. Acabaram o sofrimento e o prejuízo” | Foto: Matheus Borges/Agência Brasília O resultado de todo esse investimento aparece na rotina de quem vive e trabalha no campo. Produtor rural na região de Água Quente, Didárcio Milhomens Barros, de 68 anos, relata que a melhoria das condições das vias reduziu prejuízos e facilitou a logística da produção de aves. “Com a estrada boa, o cliente vem e pega direto, sem problema. Agora está muito melhor para transitar”  Jurandi Silva, produtor do Incra 9 “A recuperação dessas estradas impacta muito, porque a infraestrutura para nós é essencial”, afirma. “Nessa granja, entra carreta o tempo todo; a cada 60 dias, entram 48 carretas só para pegar os frangos, fora os caminhões de ração que chegam todos os dias. Se não tiver estrada, a gente sofre, como estávamos sofrendo antes das intervenções.” Ele lembra que o período de chuvas provocava danos frequentes: “Eu gastava em torno de R$ 30 mil a R$ 40 mil nessa estrada, só para manter esses 800 metros de subida. Eram caminhões derrapando e atolando, daí a gente tinha que puxar com trator. Agora, quando a estrada precisa de reparo, o órgão público vem com as máquinas. Acabaram o sofrimento e o prejuízo”. Também produtor rural na região do Incra 9, Jurandi Barroso da Silva, 59, reforça a importância da recuperação das estradas para o escoamento da produção e o acesso de clientes às propriedades: “Quando a estrada está ruim, alguns clientes não vêm. A gente acaba perdendo venda ou tem que arrumar outro transporte para levar a mercadoria. Com a estrada boa, o cliente vem e pega direto, sem problema. Aqui passa ônibus escolar. Quando a estrada está ruim, ele atola e as crianças não conseguem ir para a escola. Agora está muito melhor para transitar”. Preservação ambiental [LEIA_TAMBEM]Além da manutenção tradicional, o GDF passou a adotar novas metodologias na recuperação das estradas. Entre elas está o uso de Resíduo da Construção Civil (RCC) e cascalho obtido com autorização ambiental, transformado em material de base para reforçar o solo das vias rurais. O coordenador da área rural do programa GDF Presente, William Lima da Silva, aponta que a prioridade é garantir vias seguras para moradores, estudantes e produtores. “Esse material ajuda a dar mais estabilidade para a estrada e melhorar a segurança viária”, avalia. “A prioridade é o caminho da escola, o escoamento da produção rural e o deslocamento dos moradores”. Na região de Água Quente, exemplifica ele, cerca de 10 a 15 quilômetros de vias receberam intervenções recentes. Outro ponto importante é o sistema de drenagem. Em vez de apenas nivelar o terreno, as equipes passaram a construir estruturas que direcionam a água da chuva para bolsões laterais. “Hoje há um trabalho para retirar essa água da estrada por meio de peitos de pombo e bolsões”, esclarece o secretário de Agricultura. “Essa água infiltra no solo, ajuda a recarregar o lençol freático e ainda aumenta o tempo entre uma manutenção e outra”. Caminho das Escolas Paralelamente à recuperação das estradas de terra, o GDF também investe na pavimentação de trechos estratégicos por meio do programa Caminho das Escolas. Entre 2019 e o início de 2026, foram recuperados ou pavimentados em torno de 52 quilômetros de vias, com investimento de cerca de R$ 69,7 milhões. “Quando pavimentamos uma via de terra, melhoramos o acesso de toda a comunidade escolar, diminuímos o tempo de deslocamento e proporcionamos mais segurança e qualidade de vida às crianças, pais e professores” Fauzi Nacfur Júnior, presidente do DER-DF O presidente do DER-DF, Fauzi Nacfur Júnior, reforça que a iniciativa reflete diretamente no acesso dos estudantes às escolas. “O programa Caminho das Escolas é de suma importância por seu impacto social”, valoriza. “Quando pavimentamos uma via de terra, melhoramos o acesso de toda a comunidade escolar, diminuímos o tempo de deslocamento e proporcionamos mais segurança e qualidade de vida às crianças, pais e professores”, ressalta. Para o secretário-executivo da Seagri-DF, Pedro Paulo Gama, as ações vão além da mobilidade e têm papel estratégico no desenvolvimento do campo. “A correta manutenção das estradas rurais é muito importante na vida do produtor rural, não só para o trânsito das pessoas e transporte escolar, mas também para o escoamento da produção, evitando desperdício de mercadoria e prejuízos com veículos”, reforça. “A atuação conjunta entre os órgãos permite uma resposta mais ampla às demandas dos inúmeros núcleos rurais do DF”.  

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GDF conclui obras de infraestrutura no Núcleo Rural Sobradinho, no Itapoã, com investimento de R$ 32 milhões

Mais infraestrutura para os moradores do Núcleo Rural Sobradinho, no Itapoã. O governador Ibaneis Rocha participou, na manhã deste sábado (21), da cerimônia de entrega das obras de drenagem, pavimentação, construção de calçadas e acessibilidade na região. O investimento total foi de R$ 32 milhões. “As pessoas aqui viviam com o pé na lama, com o pé na poeira, não tinham tranquilidade, e nós fizemos todo o trabalho de asfalto, drenagem, ligamos todas as redes de esgoto e estamos fazendo essa avenida que vai se tornar a avenida principal do Itapoã”, afirmou Ibaneis Rocha. O Núcleo Rural Sobradinho, no Itapoã, passou por obras de drenagem, pavimentação e construção de calçadas, ganhando mais segurança e acessibilidade | Foto: Renato Alves/Agência Brasília Ao todo, foram pavimentados 9,61 km de vias, além da recuperação de 1,87 km de pavimento após serviços de drenagem. Também foram executados 18,56 km de meios-fios, 4.136 m² de calçadas, 4,4 km de cordão para calçadas, 8.725 metros de rede de drenagem para captação de água da chuva e 123 bocas de lobo duplas, além do plantio de 14.580 m² de grama. Os serviços foram executados pela Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap). “Essa obra tem uma função estratégica. A Avenida Brasil deslocou o centro da cidade para nós, passou a ser a avenida mais importante da nossa cidade. Então, aqui começou a construção desse fórum, tivemos essa praça, abrimos a rede de drenagem. Essas quadras não tinham infraestrutura nenhuma. Foi feita drenagem, asfalto, calçada e meio-fio. São 18 quadras aqui, além das quadras da Avenida Brasil. Isso deu dignidade a esses moradores”, comemora o diretor-presidente da Novacap, Fernando Leite. Para Dilson Bulhões, administrador do Itapoã, as obras representam melhorias significativas para os moradores e para a urbanização da região: “Isso aqui era um lixão e tinha uma invasão muito grande. Hoje, nós temos urbanização. Essas quadras, desde o início do Itapoã, nunca foram asfaltadas. Além de fazer o asfalto nessa região, foi feita também a drenagem. Essa Avenida Brasil vai chegar lá na DF-001, atravessando o Itapoã Parque”. As obras contemplaram os condomínios Mandala e Del Lago II; as quadras 361 a 375; e a quadra 378, conjuntos N, O, P, Q e K, bem como a Avenida Brasil. Leonilson Andrade, morador do Itapoã: "Nós vivíamos na base do atoleiro. Hoje é um dia de festa. Estamos comemorando a pavimentação das cinco quadras que restavam e da Avenida Brasil" | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília Leonilson Andrade é um dos moradores da região há 17 anos. E lembra bem das dificuldades antes das obras: “Nós vivíamos na base do atoleiro. Os caminhões e carros sempre atolavam. A comunidade descia a pé até lá embaixo, na lama, para pegar ônibus de madrugada, sendo assaltada. Hoje é um dia de festa. Estamos comemorando a pavimentação das cinco quadras que restavam e da Avenida Brasil”.

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Ceilândia recolhe mais de 147 toneladas de entulho em uma semana

Entre os dias 6 e 12 de março, a Administração Regional de Ceilândia intensificou os trabalhos de manutenção urbana, recuperação asfáltica e limpeza pública em diferentes pontos da cidade. As ações ocorreram em parceria com diversos órgãos do Governo do Distrito Federal, entre eles a Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap), o Serviço de Limpeza Urbana do Distrito Federal (SLU) e o programa GDF Presente. Durante o período, as equipes atuaram em diversas frentes de recuperação asfáltica em vias estratégicas da região. Os serviços foram executados na Via 04, Via N3 Norte, Via O2, Via O3, Via M3 Sul, na entrada do Hospital Regional de Ceilândia, no cruzamento semafórico da Via NM3 com a O4, nas quadras EQNN 17/19 e QNO 20, além da Área de Desenvolvimento Econômico do P Sul. Aproximadamente 24 toneladas de massa asfáltica foram usadas em serviços de recuperação de vias em Ceilândia | Fotos: Divulgação/Administração de Ceilândia  Somente nas intervenções executadas pelas equipes técnicas foram utilizadas cerca de 24 toneladas de massa asfáltica. A operação contou também com o apoio de equipes da Novacap, com caminhão térmico e rolo compressor, para dar continuidade aos serviços nas quadras EQNM 5/7 e EQNM 23/25, em Ceilândia Sul. Segundo o administrador regional de Ceilândia, Dilson Resende, o trabalho integrado entre os órgãos do governo permite ampliar a capacidade de atendimento às demandas da população. “Estamos atuando diariamente em várias frentes de trabalho para melhorar a infraestrutura da cidade. A retirada de entulho, a recuperação de vias e os serviços de manutenção urbana são fundamentais para garantir mais qualidade de vida e segurança para os moradores de Ceilândia”, destacou. [LEIA_TAMBEM]Limpeza Outro destaque da semana foi a intensificação da limpeza urbana e a retirada de materiais descartados irregularmente em diferentes pontos da cidade. Ao todo, 147 toneladas de entulho foram removidas das vias públicas. As equipes também recolheram 680 quilos de inservíveis e lixo verde em áreas próximas à estação de metrô e na avenida onde ficam unidades do Sesc e do Iesb. As ações ocorreram em áreas como QNN 36, QNN 37, QNN 30, QNN 27, QNM 14, EQNO 03/05, EQNO 04/06 e conjuntos da QNN 01, além de pontos do Setor O e da Área de Desenvolvimento Econômico. De 6 a 12 de março, foram recolhidas 147 toneladas de entulho descartados irregularmente em diferentes pontos da cidade Drenagem As equipes também realizaram a limpeza de 40 bocas de lobo na Avenida N3 Norte, ação importante para evitar alagamentos e garantir o escoamento adequado das águas pluviais, especialmente no período chuvoso. Além dos serviços de limpeza e pavimentação, as equipes executaram diversos serviços de infraestrutura urbana. Entre os trabalhos realizados estão: implantação de oito peças de meio-fio na avenida de acesso à Feira do Produtor, próximo ao balão da UPA da QNM 27; reparos e revitalização de calçadas no canteiro central da Avenida N3, na altura da QNN 31, em frente ao Iesb; preparação e regularização de área para construção de novas calçadas no Setor O; e reparos no telhado da Associação de Cadeirantes, localizada na Praça do Trabalhador (QNM 13). *Com informações da Administração Regional de Ceilândia

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Limpeza de becos reforça combate ao descarte irregular em Ceilândia

Em parceria com o Serviço de Limpeza Urbana (SLU), a Administração Regional de Ceilândia iniciou uma ação de limpeza de becos e áreas públicas para melhorar a segurança, a mobilidade e a qualidade de vida da população.  Maquinário faz limpeza nos becos de Ceilândia: administração local recomenda que população adote descarte correto de lixo | Foto: Divulgação/Administração Regional de Ceilândia Entre os pontos atendidos estão os becos da QNP 11/15, no P Norte, onde as equipes retiraram diversos tipos de resíduos, como entulho da construção civil, lixo doméstico, móveis descartados irregularmente e colchões velhos. Outro ponto contemplado foi o espaço ao lado do Centro de Educação Infantil 1 de Ceilândia, também no P Norte. A área recebeu serviços de roçagem do mato alto e retirada de lixo, proporcionando mais segurança e qualidade de vida para alunos, pedestres e moradores da região. Combate à dengue Além de melhorar o aspecto urbano, as ações ajudam a prevenir problemas de saúde pública. O acúmulo de lixo e mato alto pode favorecer a proliferação do mosquito Aedes aegypti, transmissor de doenças como dengue, zika e chikungunya, além de atrair roedores e animais peçonhentos, como ratos e escorpiões. [LEIA_TAMBEM]“Esse trabalho é fundamental para garantir mais segurança, melhorar a circulação de pedestres e evitar problemas de saúde pública”, afirma o administrador de Ceilândia. “Também contamos com a colaboração da população para não descartar lixo de forma irregular e ajudar a manter a cidade limpa.” Desde o início deste ano, já foram retiradas cerca de 2,4 mil toneladas de lixo descartado irregularmente em áreas públicas da cidade. Esse tipo de material também contribui para alagamentos no período chuvoso, pois é levado pela água até as bocas de lobo, provocando entupimentos e comprometendo o sistema de drenagem das águas pluviais. A Administração Regional de Ceilândia reforça a importância da colaboração da população no descarte correto de resíduos, evitando jogar lixo em becos, vias e áreas públicas. Além dos mutirões, equipes seguem atuando diariamente em diferentes regiões da cidade, mantendo frentes de trabalho permanentes. *Com informações da Administração Regional de Ceilândia

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Chuvas fortes atingem Ceilândia e mobilizam equipes da administração regional

As fortes chuvas que atingiram Ceilândia na noite desta quarta-feira (18) mobilizaram equipes da administração local, que percorreram os principais pontos críticos da cidade, como a Avenida do P Sul, P Norte, Setor O e a QNN 08, próximo à estação de metrô, em Ceilândia Sul. Em ação conjunta, equipes da administração local, do SLU e da Novacap saíram às ruas para reparar estragos da chuva | Foto: Divulgação/Administração Regional de Ceilândia Em parceria com o SLU e a Novacap, a Administração Regional de Ceilândia entrou em ação. “O volume de chuvas foi muito grande e, em alguns pontos, o sistema não comporta toda a vazão”, avaliou o administrador regional de Ceilândia, Dilson Resende. [LEIA_TAMBEM]Foi feito um mapeamento das áreas mais afetadas para execução de ações emergenciais, como retirada de galhos, limpeza de vias e sinalização de buracos, garantindo mais segurança aos motoristas até que o serviço definitivo da operação seja executado. Por meio da Novacap, o Governo do Distrito Federal (GDF) já publicou um aviso de licitação que prevê a contratação de empresa especializada para elaboração do projeto executivo de engenharia voltado à adequação e à ampliação do sistema de drenagem pluvial urbana em Ceilândia. O investimento estimado é de cerca de R$ 14 milhões.   *Com informações da Administração Regional de Ceilândia

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Mutirão retira 270 toneladas de resíduos e prepara o Plano Piloto para o Carnaval

Com foco na limpeza urbana e na segurança da população, a Administração Regional do Plano Piloto intensificou, nas últimas duas semanas, um mutirão de serviços de limpeza, manutenção e infraestrutura para preparar a cidade para o Carnaval. Ao todo, 270 toneladas de resíduos foram retiradas das vias e áreas públicas da região. A força-tarefa contou com a atuação conjunta das equipes da Administração Regional, de reeducandos da Secretaria de Administração Penitenciária (Seap), além do apoio da Novacap e de outros órgãos do Governo do Distrito Federal (GDF). A limpeza contínua contribui para preservar o trabalho já realizado de desobstrução de bocas de lobo, reduzindo riscos de alagamentos | Foto: Divulgação/Administração do Plano Piloto De acordo com o administrador regional, Bruno Olimpio, a remoção de resíduos e inservíveis neste período é fundamental não apenas para a limpeza da cidade, mas principalmente para a segurança dos foliões. “Objetos como pedras, paus e materiais descartados irregularmente podem ser utilizados por foliões mal-intencionados. Manter esses locais limpos é uma medida que impacta diretamente na segurança da população”, destacou. Neste período chuvoso, outro ponto de atenção é a manutenção da drenagem urbana. A limpeza contínua contribui para preservar o trabalho já realizado de desobstrução de bocas de lobo, reduzindo riscos de alagamentos e garantindo melhor escoamento da água da chuva durante os eventos. [LEIA_TAMBEM]Um exemplo do trabalho intensificado é o Setor Comercial Sul, que neste ano é um dos principais polos do carnaval de rua, onde ocorrerá o Setor Carnavalesco Sul. Somente nessa região, as equipes já executaram 12 ações de zeladoria, reforçando a preparação do espaço para receber os foliões com mais segurança, organização e conforto. Além da coleta de resíduos verdes e de inservíveis, o mutirão também incluiu manutenção de quadras poliesportivas, manutenção hidráulica, serviços em parques e Pontos de Encontro Comunitário (PECs), limpeza de bocas de lobo, limpeza viária e reposição de tampas da infraestrutura urbana. A ação integrada faz parte de um esforço contínuo de zeladoria e organização da cidade, que seguirá ao longo do período carnavalesco e também no pós-carnaval, garantindo mais conforto, segurança e bem-estar para moradores e visitantes. *Com informações da Administração Regional do Plano Piloto

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GDF entrega obras e leva acesso a energia elétrica, água tratada e pavimentação para comunidade da Estrutural

O Governo do Distrito Federal (GDF) concluiu, nesta terça-feira (10), a urbanização da Quadra 2 do Setor Norte da Cidade Estrutural, o que assegura a cerca de 500 moradores acesso a água, energia elétrica e ruas pavimentadas. A obra incluiu ainda a implantação da galeria de águas pluviais, que conecta a drenagem da Cidade do Automóvel à rede geral do sistema — uma demanda aguardada há quase 30 anos por 362 empresas do setor. Milhares de bloquetes garantiram a pavimentação de ruas da Quadra 2 do Setor Norte da Estrutural | Foto: Arquivo/Agência Brasília O administrador regional Alceu de Mattos lembra que alguns trechos ficaram sem urbanização básica durante muito tempo. “Somente neste governo foi determinada a resolução desses problemas. Muitos empresários e moradores nem acreditavam mais em solução. Agora podem conferir os problemas resolvidos”, afirma. A Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap) foi responsável pela terraplanagem e pelo levantamento topográfico, rua por rua. Foram instaladas as redes elétrica, de água e esgoto, além de milhares de bloquetes para a pavimentação. O serviço garantiu o nivelamento adequado das vias e o escoamento correto da água da chuva. Na área de saneamento, a regularização da rede foi feita em parceria com a Companhia Ambiental de Saneamento do DF (Caesb), por meio do programa Água Legal, que viabilizou a implantação de água e esgoto na região. A intervenção resulta de uma parceria entre diferentes órgãos do GDF. Os bloquetes foram produzidos por reeducandos da Fundação de Amparo ao Trabalhador Preso (Funap), em ação coordenada pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF). Dez participantes atuaram na execução, após receberem capacitação para a produção e a instalação do material. De acordo com a administração regional local, ainda há trechos da cidade, entre eles áreas da Chácara do Susano, que devem receber intervenções após o período chuvoso, com instalação de água, esgoto e iluminação. Já no Setor Oeste, onde nunca houve infraestrutura completa, a Caesb iniciou os procedimentos para implantar redes de abastecimento, esgotamento sanitário e drenagem, além de obras de calçamento. Alceu de Mattos, administrador regional da Estrutural: "Muitos empresários e moradores nem acreditavam mais em solução. Agora podem conferir os problemas resolvidos" | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília Galeria de águas pluviais A intervenção na Cidade do Automóvel corrige um problema histórico: por cerca de 30 anos, a região não contava com a conexão adequada de drenagem, o que provocava alagamentos frequentes e prejuízos aos empresários locais. A obra complementa a rede existente e garante o escoamento correto das águas pluviais. [LEIA_TAMBEM]Antes da interligação, a água da chuva se acumulava nas vias e atingia estabelecimentos, especialmente concessionárias e revendedoras de veículos. Com a nova galeria, a expectativa é reduzir riscos de novos prejuízos e melhorar as condições de funcionamento da área. A Cidade do Automóvel concentra cerca de 362 empresas, entre concessionárias, revendedoras e negócios ligados à construção civil, que passam a ser diretamente beneficiadas pela melhoria da drenagem e da infraestrutura local.

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DF viveu ano de grandes obras, transformação urbana e compromisso com o futuro

À frente de projetos que mudaram a paisagem e a rotina de milhares de pessoas, a Secretaria de Obras e Infraestrutura (SODF) fechou o ano com um balanço robusto, marcado por investimentos expressivos, frentes de trabalho simultâneas e um compromisso claro: melhorar a vida da população em todas as regiões administrativas. “O que vimos ao longo de 2025 foi o resultado de muito planejamento, seriedade e trabalho duro”, afirma o secretário de Obras e Infraestrutura, Valter Casimiro. Obras na Epig: corredor exclusivo de ônibus segue em andamento | Fotos: Divulgação/SODF Maior obra de infraestrutura urbana do Distrito Federal, o Sol Nascente simboliza a transformação promovida pelo Governo do Distrito Federal (GDF) nos últimos anos. Em 2025, o compromisso assumido foi cumprido: as obras avançaram e mudaram de forma definitiva a realidade da região. Na região da Colônia Agrícola Samambaia, as obras de infraestrutura representam a última etapa de um projeto que transformou completamente Vicente Pires. O local, que historicamente sofria com alagamentos e problemas viários, agora recebe os serviços finais de drenagem, pavimentação e urbanização. Corredores de ônibus  A mobilidade urbana seguiu como uma das prioridades da SODF neste ano. O corredor exclusivo de ônibus da Estrada Parque Indústrias Gráficas (Epig) continuou avançando, com obras em andamento. “Essas obras fazem parte de uma visão de longo prazo, que exige estudos técnicos, responsabilidade fiscal e diálogo permanente entre os órgãos. Estamos preparando o DF para os próximos anos” Valter Casimiro, secretário de Obras e Infraestrutura Já o corredor exclusivo da Estrada Setor Policial Militar (ESPM), no Setor Policial, foi concluído e entrou em operação até o Terminal Asa Sul, trazendo mais conforto, segurança e dignidade para milhares de usuários do transporte público. Em 2025, o DF também avançou na implantação de calçadas acessíveis, ciclovias e espaços urbanos pensados para as pessoas.  Espaços públicos Outro marco de 2025 foi a reformulação completa da Praça do Relógio, em Taguatinga. Ícone da cidade, o espaço foi totalmente requalificado, com nova pavimentação, drenagem, calçadas, paisagismo e a reforma do relógio, devolvendo à população um local moderno, seguro e acolhedor. As obras da W3 Norte também avançaram e estão na reta final. No Setor Comercial Sul (SCS), a Quadra 6 passa por uma requalificação completa, com novas calçadas, mobiliário urbano, paisagismo e reorganização dos espaços, valorizando uma área estratégica do centro da capital. As quadras 1 e 2 do SCS vão receber melhorias, assim como os setores Hoteleiros Sul e Norte e o Setor Hospitalar Norte. Intervenções urbanas visam, principalmente, à acessibilidade no DF Recuperação do pavimento  A duplicação da via de ligação Guará–Bandeirante seguiu avançando em 2025. Parte da obra já foi entregue, reduzindo significativamente os congestionamentos na região. Atualmente, os trabalhos se concentram na construção da ponte sobre o Córrego Vicente Pires, uma etapa fundamental para a conclusão do projeto. “Essas obras fazem parte de uma visão de longo prazo, que exige estudos técnicos, responsabilidade fiscal e diálogo permanente entre os órgãos”, enfatiza o secretário de Obras. “Estamos preparando o DF para os próximos anos.”   *Com informações da Secretaria de Obras e Infraestrutura (SODF)

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Mais de 20 toneladas de massa asfáltica são usadas para recuperar vias e bueiros de Ceilândia

Nesta segunda-feira (8), equipes da Administração Regional de Ceilândia executaram uma grande operação de limpeza e ampliação de bueiros, além de intervenções para melhorar o escoamento das águas pluviais. Ao todo, mais de 20 toneladas de massa asfáltica foram aplicadas em vias estratégicas da cidade. A força-tarefa é realizada em parceria com a Novacap e com o programa GDF Presente, que têm intensificado as ações de manutenção na região. As equipes permanecem de plantão para mapear pontos críticos e garantir respostas rápidas às emergências. A manutenção da cidade tem sido intensificada nos últimos dias por causa do período de chuvas | Foto: Divulgação/Administração Regional de Ceilândia Os serviços contemplaram trechos da via principal da QNO 1/3, no Setor O, além das avenidas M1, M2, M3 e NM3, em Ceilândia Sul. Também foram concluídos os trabalhos de ampliação de bocas de lobo na EQNP 1/5, no P Norte, contribuindo para o melhor funcionamento da drenagem urbana e reduzindo riscos de alagamentos neste período de chuvas. “A manutenção da cidade tem sido intensificada nos últimos dias por causa do período de chuvas. Nossas equipes estão de plantão mapeando as demandas emergenciais e dando respostas cada vez mais céleres à população. O objetivo é garantir segurança, mobilidade e mais qualidade de vida para quem vive em Ceilândia”, ressaltou o administrador da cidade, Dilson Resende. *Com informações da Administração Regional de Ceilândia  

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Com investimento de R$ 1,8 milhão em drenagem, GDF recupera gramado do Estádio Augustinho Lima, em Sobradinho

O Governo do Distrito Federal (GDF) executa a primeira etapa da reforma do Estádio Augustinho Lima, em Sobradinho, com a implantação de um novo sistema de drenagem e irrigação do gramado. O serviço recebe investimento de R$ 1,8 milhão, com recursos do Fundo de Apoio ao Esporte (FAE), e integra um conjunto de obras que soma R$ 4,4 milhões, incluindo a nova pista de atletismo. A ordem de serviço foi assinada pelo governador Ibaneis Rocha em 11 de novembro. Na ocasião, ele ressaltou a ligação da região com o esporte e a importância de recuperar o estádio para a comunidade. “Sobradinho sempre teve um apego muito grande pelo esporte. Eu quero ver todas as crianças, todos os moradores da região praticando esporte porque daqui, certamente, vão sair muitos campeões em muitas modalidades”, afirmou o governador. Depois do preparo do solo e da adubação, o campo receberá grama do tipo Bermuda | Fotos: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília O projeto em andamento prevê a instalação de drenagem em formato de “espinha de peixe”, com tubos de alta densidade, manta geotêxtil e brita para escoamento rápido da água. A estrutura será ligada a um sistema de irrigação automatizada e a um ramal elétrico exclusivo, com controladores que regulam o abastecimento de água entre a cisterna e a rede de alimentação. Depois do preparo do solo e da adubação, o campo receberá grama do tipo Bermuda, usada em competições profissionais pela resistência e pelo desempenho. A empresa responsável também fará a manutenção e o corte por três meses após o plantio. Segundo o secretário de Esporte e Lazer, Renato Junqueira, o trabalho segue o cronograma mesmo no período de chuvas. “Desde que o governador veio aqui assinar a ordem de serviço, as obras continuam. Nesta fase, fazemos a drenagem, a irrigação e, em seguida, o plantio do novo gramado, para que o estádio possa voltar a receber jogos oficiais”, explica o secretário. “A nossa ideia é devolver esse patrimônio para a comunidade e para o time do Sobradinho”, completa. Concluída a etapa do campo, começa a intervenção na pista de atletismo Concluída a etapa do campo, começa a intervenção na pista de atletismo, que terá revestimento sintético de borracha SBR pré-fabricada, com 10 mm de espessura, aplicado sobre base de concreto e acabamento em poliuretano. A estrutura existente será reaproveitada, com correções e nivelamento para atender às normas internacionais.   O assessor de Obras e Infraestrutura da Secretaria de Esporte e Lazer, Daniel Loiola, detalha as fases da obra. “Agora, estamos na drenagem: limpeza das valas, escavação, colocação de manta, brita e drenos. Depois entramos com a irrigação e, em seguida, com o gramado”, descreve. “Na sequência, partimos para a pista de atletismo, com retirada do borrachão e tratamento da base. A ideia é entregar um estádio de qualidade, dentro das normas técnicas, pronto para os atletas e para a população de Sobradinho.” Caio Bonfim: "É importante ter uma estrutura adequada e eu fico feliz de ver essa iniciativa" [LEIA_TAMBEM]O Estádio Augustinho Lima é o principal local de treino de Caio Bonfim, medalhista olímpico e um dos nomes de referência da marcha atlética no país. Morador de Sobradinho, ele acompanha de perto a transformação do espaço. “Aqui, a gente fez muitos treinos, muitos quilômetros. É importante ter uma estrutura adequada e eu fico feliz de ver essa iniciativa”, afirma o atleta. “A gente trabalha com cerca de 300 crianças em um projeto que já funciona aqui. Com uma pista e um campo em boas condições, aumenta a chance de revelar novos talentos e de ter outros projetos no estádio.” Para Caio, a reforma também representa mais segurança e melhores condições de treinamento. “Uma pista de qualidade protege o atleta e ajuda no desempenho. A expectativa é grande para poder usar toda essa estrutura e buscar bons resultados”, comemora.  

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Obras de drenagem em São Sebastião focam a limpeza da cidade para o período chuvoso

O Governo do Distrito Federal (GDF) tem intensificado serviços de reparo e manutenção em São Sebastião durante o período chuvoso. Na última semana, equipes do programa GDF Presente e da Administração Regional de São Sebastião executaram desobstrução e abertura de bocas de lobo, manutenção de vias e ações de drenagem em pontos principais da cidade. As obras e serviços ocorrem de forma contínua ao longo do ano, mas foram reforçados, mantendo uma atuação conjunta com a Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap) e o Departamento de Estradas de Rodagem (DER-DF) ao longo da estação chuvosa. Entre os serviços concluídos recentemente estão os reparos em bocas de lobo na avenida principal do bairro Morro Azul, especialmente próximo ao gabião em frente ao Residencial Vitória, onde novas estruturas de drenagem foram abertas para evitar acúmulo de água das ruas asfaltadas. Entre os serviços concluídos recentemente estão os reparos em bocas de lobo na avenida principal do bairro Morro Azul | Foto: Divulgação/Administração Regional de São Sebastião Na Quadra 3 do bairro Morro da Cruz e em áreas rurais da cidade, as equipes têm trabalhado no nivelamento e na recuperação das estradas de chão, com retirada de valas formadas pelas chuvas, com o foco em trechos utilizados pelo transporte escolar rural. Obras de pavimentação também avançam na Avenida do Zumbi, que recebe massa asfáltica ao longo de pequenos trechos até a conclusão total do percurso, estimado em 3,4 quilômetros. As ações seguem em avenidas centrais e vias onde circulam ônibus escolares e urbanos. Segundo o administrador regional, Roberto Medeiros Santos, além da intervenção das equipes, a conscientização da comunidade tem papel decisivo na prevenção de alagamentos e entupimentos. “A gente pede para evitar jogar caixas de papelão, restos de embalagens, podas de árvores na rua. Quando bate a chuva, tudo desce e vai justamente para as áreas de drenagem e entope”, ressaltou. O coordenador do GDF Presente Polo Sudoeste, Leandro Cardoso, destacou que a limpeza de calhas e bocas de lobo tem sido feita por bairros, priorizando os mais afetados, com cobertura progressiva de toda a cidade. “Neste período chuvoso, estamos dando prioridade às obras de drenagem, além de tapar buracos para ajustar a malha viária castigada pela chuva. É um esforço coletivo para minimizar transtornos e garantir o ir e vir da população”, afirmou.

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Sistema mecanizado já retirou mais de 248 mil toneladas de resíduos de bocas de lobo e galerias pluviais no DF

O Governo do Distrito Federal (GDF) mantém um esforço contínuo para evitar alagamentos e enxurradas nas regiões administrativas, com o objetivo de preservar a infraestrutura urbana e o bem-estar da população. A principal estratégia é a limpeza e desobstrução das bocas de lobo e redes pluviais, essenciais para captação e escoamento da água da chuva. O serviço é executado de modo mecanizado por meio da empresa Consórcio GNN Drenagem, contratada pela Companhia Urbana da Nova Capital (Novacap), com investimento de R$ 57 milhões. Desde janeiro de 2024, quando o contrato de duração de cinco anos entrou em vigência, foram retiradas mais de 248 mil toneladas de resíduos das galerias. As ações alcançaram aproximadamente 1.656 km de redes e ramais, além de 21.785 bocas de lobo e 11.304 poços de visita. O trabalho é feito com caminhões-pipa adaptados, que fazem sucção e hidrojateamento dos materiais, e robôs de vídeo-inspeção, que permitem mapear e diagnosticar cada galeria. Na ação, caminhões-pipa adaptados fazem sucção e hidrojateamento dos materiais | Fotos: Geovana Albuquerque/Agência Brasília “Nossa equipe chega ao local, retira a tampa da boca de lobo e começa a sugar toda a sujeira que tiver. Dependendo da situação, usamos o hidrojateamento para amolecer o material e conseguirmos acessar a rede, que é o principal local que precisa ser limpo”, explica a engenheira de operação do Consórcio GNN Drenagem, Murielle Mota. “O nosso trabalho é contínuo: no período de seca, trabalhamos de forma preventiva, e no período de chuva, focamos nas áreas com mais índices de alagamento. O benefício é, sem dúvida, evitar alagamentos, que traz prejuízo material, mas também prejudica a saúde pública.” Atualmente, estão disponíveis 18 caminhões, que trabalham conforme um cronograma estabelecido pela Novacap para atender demandas registradas por ouvidoria e pontos mapeados pelos técnicos em todas as regiões administrativas. Na sexta-feira (28), uma das equipes foi direcionada para a QNM 8 de Ceilândia, com o objetivo de desobstruir uma boca de lobo entupida. Aparecida Alves Brito chegou a encontrar baratas e escorpiões em casa O serviço foi solicitado por uma familiar da dona de casa Aparecida Alves Brito, 54 anos. Ela conta que o excesso de resíduos no local estava causando alagamentos na rua, além de contribuir com o aparecimento de baratas e escorpiões na residência. “A boca de lobo fica bem em frente à minha casa e estava vindo muito mau cheiro para cá, além dos bichos. Outro dia mesmo encontramos um escorpião na sala. Essa limpeza traz muitos benefícios, graças a Deus, só tenho a agradecer ao GDF”, afirmou. [LEIA_TAMBEM]Moradora da mesma rua, a aposentada Vicentina Antunes da Silva, 78, ressaltou a importância da comunidade em cuidar da limpeza da rua, para evitar novos entupimentos da boca de lobo. “Quando a gente joga lixo na rua, a água (da chuva) carrega tudo para os bueiros e vira aquele ‘Deus nos acolhe’. Fica tudo cheio de lixo”, enfatizou. “É muito bom que estejam limpando. Fica bem melhor para nós.” Registre seu pedido A limpeza e desobstrução de bocas de lobo e redes pluviais podem ser solicitadas via ouvidoria, no site do Participa DF, ou nas administrações regionais. A população pode requerer diversos serviços, como poda de árvores, recapeamento, recolhimento de inservíveis, bem como registrar elogios, reclamações e questionamentos.  

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Pavimentação em bloquetes leva mobilidade à comunidade de Boa Vista, na Fercal

A comunidade Boa Vista, na Fercal, tem se beneficiado com a obra de pavimentação em bloquetes na principal rua da região. Coordenado pela Administração Regional da Fercal, o trabalho está pavimentando mais de 1 km de via — cerca de 7 mil metros quadrados —, sendo executado em parceria com a Fundação de Amparo ao Trabalhador Preso (Funap-DF), a Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF) e o Departamento de Estradas de Rodagem (DER-DF). Obas estão sendo executadas com material produzido na Fábrica Social de Pré-Moldados da Papuda | Fotos: Matheus H. Souza/Agência Brasília  A pavimentação utiliza bloquetes de 16 faces, material ecologicamente correto que mantém a drenagem natural do solo e contribui para a sustentabilidade, evitando o acúmulo de água nas vias — problema que a população enfrenta durante o período de chuvas. A Fábrica Social, vinculada à Sedet-DF, é responsável pela confecção dos bloquetes, enquanto as empresas Ciplan e Pedreiras Contagem doaram materiais como cimento, pó de brita e expurgo. [LEIA_TAMBEM]“Os materiais utilizados são da Fábrica Social de Pré-moldados da Papuda, onde 40 detentos do regime semiaberto trabalham de forma rotativa na produção de peças como bloquetes e meios-fios”, detalha o titular da Sedet, Thales Mendes. “Para a Fercal, foram enviados meios-fios, além de bloquetes, que cobrem uma área de aproximadamente mil metros quadrados.” Além do conforto e da mobilidade, a iniciativa também tem caráter social, com 14 reeducandos da Funap-DF que participam diretamente dos trabalhos, supervisionados por servidores da administração local. “Essa obra representa mais do que apenas a pavimentação de uma rua”, ressalta a diretora-executiva da Funap-DF, Deuselita Martins. “É um exemplo de como a união entre o poder público e a iniciativa privada leva dignidade às comunidades e oferece oportunidade de trabalho e ressocialização aos reeducandos que participam dessa ação”. Por sua vez, o DER-DF oferece apoio logístico no transporte. “Estamos sempre prontos para ajudar a população, e este apoio solicitado pela Administração da Fercal é mais uma demonstração da unidade do poder público”, afirma o engenheiro Geraldo Jacinto, chefe do 2º Distrito Rodoviário, responsável pelo local. Valorização local Adão Santana, presidente da Associação Comunitária Rural da Boa Vista, comemora:  “Esse trabalho está sendo bem-recebido por todos, porque traz melhorias, valorização dos terrenos e benefícios para o comércio”  “São mais de 300 famílias beneficiadas e uma obra feita em parceria, com baixo custo para o governo” Fernando Madeira, administrador regional da Fercal Para o administrador regional da Fercal, Fernando Madeira, a pavimentação marca uma nova fase na região, com mais dignidade, mobilidade e oportunidade. “O projeto interfere diretamente na qualidade de vida dos moradores”, aponta. “São mais de 300 famílias beneficiadas e uma obra feita em parceria, com baixo custo para o governo”. Entre os moradores, a satisfação é visível. O aposentado Adão Silva Santana, presidente da Associação Comunitária Rural da Boa Vista, lembra-se das dificuldades antes das obras começarem: “No tempo da seca, sofríamos com a poeira; na época da chuva, era lama na porta de casa. Esse trabalho está sendo bem-recebido por todos, porque traz melhorias, valorização dos terrenos e benefícios para o comércio”. Morador da Boa Vista há 12 anos, Juan Pablo lembra: “A poeira era um grande problema, tanto para as casas quanto para os comércios, que ficavam muito sujos. Agora, com os bloquetes, a qualidade de vida melhora muito” O comerciante Juan Pablo, morador da região há 12 anos, reforça o impacto positivo: “A poeira era um grande problema, tanto para as casas quanto para os comércios, que ficavam muito sujos. Agora, com os bloquetes, a qualidade de vida melhora muito. Boa Vista está crescendo, e é importante o governo olhar com mais atenção para cá, como tem feito, porque a população aumentou, e a cidade precisa acompanhar esse desenvolvimento”.  

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Terceira Avenida do Núcleo Bandeirante recebe serviços de infraestrutura

A Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap) realiza a obra de drenagem de águas pluviais e recapeamento asfáltico na Terceira Avenida do Núcleo Bandeirante, próxima à Área Especial 6. O serviço, que tem como objetivo garantir a vazão adequada da água e evitar pontos de alagamento nas vias públicas, beneficiará cerca de 22.500 pessoas que moram na região administrativa. Esta é uma obra direta, realizada pela equipe de manutenção da própria Novacap, a fim de atender uma demanda que surgiu como um apelo da população e dos comerciantes locais, por meio de um processo na ouvidoria. Entre agosto e setembro, foram realizadas a desobstrução de 110 metros de rede, a reconstrução de tubulações e a ampliação das bocas de lobo do local. A drenagem de água subterrânea do pavimento asfáltico passou a ser desenvolvida no dia 7 de outubro e faz parte da segunda etapa do serviço, que antecede a recuperação da malha viária. Entre agosto e setembro, foram realizadas a desobstrução de 110 metros de rede, a reconstrução de tubulações e a ampliação das bocas de lobo do local | Foto: Divulgação/Novacap “As obras de asfalto e drenagem, além de melhorarem a mobilidade na região, levarão qualidade de vida e bem-estar à população do Núcleo Bandeirante, ao reduzirem os riscos de alagamento e melhorarem o escoamento das águas pluviais”, destacou o administrador regional José de Assis. “A intervenção garantirá à comunidade uma via mais moderna e segura, preparada para o escoamento adequado da água, a fim de evitar transtornos para pedestres e motoristas”, destacou o presidente da Novacap, Fernando Leite. *Com informações da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap)

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Fim da poeira e da lama: ruas da Chácara 203 do Sol Nascente recebem pavimentação e rede de drenagem

Moradores da Chácara 203, no Trecho 1 do Sol Nascente, vivem uma nova realidade. Depois da drenagem e da instalação dos hidrômetros pela Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb), o Governo do Distrito Federal está prestes a entregar a pavimentação das ruas da região. O serviço faz parte de uma série de obras em andamento no Trecho 1, que já receberam investimentos de R$ 70 milhões e ainda terão mais R$ 9 milhões aplicados. “A drenagem está praticamente concluída, restando apenas finalizar a ligação de alguns ramais no Trecho 2. Também faltam cerca de 15 ruas para concluirmos a pavimentação. Nosso empenho é garantir que toda a drenagem e a pavimentação previstas em contrato estejam finalizadas antes do início do período chuvoso”, afirma Valter Casimiro, secretário de Obras e Infraestrutura do DF. Depois de ganharem rede de drenagem, as ruas da Chácara 203 do Trecho 1 do Sol Nascente estão sendo pavimentadas | Fotos: Joel Rodrigues/Agência Brasília Segundo o engenheiro da Secretaria de Obras e Infraestrutura (SODF), João Bertini, a pista da Chácara 203, no Trecho 1, tem 5,5 metros de largura e 1,8 km de extensão. Ele ressalta que a obra também aumenta a segurança. “A gente fez todo o sistema de drenagem de captação de águas pluviais. Então, aquele medo que o pessoal tinha quando chovia não vai existir mais, porque não vamos ter mais aquelas enchentes que aconteciam antes”, garante o engenheiro. Bertini destaca ainda os benefícios para o bem-estar da comunidade. “Tem a questão da saúde pública, porque estamos tirando a poeira e a lama. Isso melhora a qualidade de vida das pessoas, na questão respiratória e até no transporte, já que elas podem pegar um ônibus na porta de casa, sem precisar andar tanto. A gente traz dignidade para a população”, complementa o engenheiro. Engenheiro da SODF, João Bertini destaca que a pavimentação melhora o acesso ao transporte público, possibilitando que os ônibus transitem pelas vias Vida melhor Janaina Ribeiro, mãe de duas meninas, lembra como a poeira da rua prejudicava a saúde da filha de 7 anos, que tem asma. “Ela sofria muito, principalmente na época da seca. Agora está bem melhor, é uma maravilha, ela consegue ir para a escola de ônibus sem problemas. A pista trouxe saúde, principalmente para as crianças”, comemora a dona de casa. [LEIA_TAMBEM]Maria José de Carvalho mora na região há mais de dez anos e também sente a diferença. “Eu limpava a casa de duas a três vezes por dia e não adiantava. Na época da chuva, ficava só a lama. Agora é outra coisa. A melhoria é grande”, enfatizou a dona de casa. Para o administrador do Sol Nascente, Cláudio Ferreira, ver o resultado das obras é motivo de satisfação. “É gratificante para um gestor público ver a população sendo beneficiada com um conjunto de obras tão importantes. O GDF não tem medido esforços para consolidar cada vez mais o Sol Nascente/Pôr do Sol como uma cidade em desenvolvimento", exaltou. A dona de casa Janaina Ribeiro conta que a poeira prejudicava a respiração da filha mais velha: "Agora está bem melhor, é uma maravilha. A pista trouxe saúde, principalmente para as crianças” Comércio próspero As obras trazem vantagens também para o comércio. A empresária Marleide Gomes tem um mercado em frente à nova pista de asfalto e comemora o impacto das obras nos negócios. “Antes estava complicado porque tinha muita poeira. Minha mercadoria ficava toda empoeirada, estava difícil até pra vender. Agora ficou bom demais. Graças a Deus deu certo”, comemora. O engenheiro João Bertini ainda ressalta as mudanças no Trecho 1. “O comércio está ficando mais bonito, o pessoal reformando as lojas, construindo e pintando as casas. Só de não ter poeira, melhora a motivação para cuidar da casa e do comércio. Além disso, vemos mais ônibus circulando. Isso muda como o morador enxerga a própria cidade”, destaca.

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Ceilândia intensifica limpeza de bocas de lobo antes do período chuvoso para prevenir alagamentos

Desde janeiro, a Administração Regional de Ceilândia, em parceria com a Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap) e o programa GDF Presente, já limpou e desobstruiu cerca de 960 bocas de lobo em diferentes pontos da cidade. Ao todo, mais de 160 toneladas de lixo e matéria orgânica foram retiradas da rede de águas pluviais, em uma ação preventiva para reduzir o risco de alagamentos durante o período chuvoso. A partir do mapeamento de áreas mais críticas, serviço é feito todos os dias na cidade | Foto: Divulgação/Administração de Ceilândia Executado diariamente, esse trabalho segue um mapeamento das áreas mais críticas e também atende demandas emergenciais feitas pela população, com foco na desobstrução e manutenção das cerca de 10 mil bocas de lobo existentes em Ceilândia. A operação contempla ruas e avenidas de Ceilândia Centro, Sul e Norte, QNQ, QNR, Setor O, Expansão, Guariroba, P Sul e P Norte. “Esse trabalho feito agora, na estiagem, é fundamental para que possamos evitar alagamentos e transtornos à população quando as chuvas chegarem”, lembra o administrador de Ceilândia, Dilson Resende. “Nossa equipe atua diariamente para manter as bocas de lobo limpas, mas também enfrentamos o desafio dos danos estruturais, provocados tanto pelo tráfego pesado de veículos quanto pela própria ação da água.” Redes pluviais [LEIA_TAMBEM]Segundo ele, além da limpeza, é necessário um esforço contínuo para recuperar e substituir tampas quebradas ou deslocadas. “Em pontos de maior circulação, como nos retornos, o desgaste é mais rápido, e precisamos estar sempre atentos para garantir a segurança e o bom funcionamento da drenagem da cidade”, adverte.  Os moradores já começam a sentir os efeitos positivos do trabalho. É o caso do aposentado Firmino Souza, morador da QNP 16, que elogiou a limpeza feita perto de sua residência: “A boca de lobo aqui vivia entupida, e, quando chovia forte, a água subia rápido. Agora, depois da limpeza, a água escoa bem melhor e a gente se sente mais seguro”. Ceilândia possui uma das maiores redes de águas pluviais do Distrito Federal. A administração local reforça que a colaboração da população é fundamental, tanto para evitar o descarte de lixo nas ruas quanto para denunciar o furto de tampas de bueiros. *Com informações da Administração de Ceilândia

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Obra para captar água da chuva no Cruzeiro entra na fase final

A Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap) está executando uma obra de captação de água da chuva nas quadras 605/607 do Cruzeiro para solucionar um problema antigo de empoçamento no estacionamento da região. A intervenção, iniciada na última segunda-feira (11), é feita por obra direta, com equipe própria da companhia, e atende a uma solicitação encaminhada pela Administração Regional do Cruzeiro, a partir de demandas da população local. De acordo com o Departamento de Drenagem da Novacap, a obra está em fase final. Já foram executados o ramal pluvial, a instalação de um posto de visita e a construção de bocas de lobo para captação da água. A previsão é de que a parte de drenagem seja concluída nos próximos dias, restando somente a aplicação da capa asfáltica. Solução adotada envolve cerca de 10 metros de tubulação, duas bocas de lobo e a recuperação de aproximadamente 10 metros lineares de asfalto cortado para execução do serviço | Foto: Divulgação/Novacap [LEIA_TAMBEM]A solução adotada envolve cerca de 10 metros de tubulação, duas bocas de lobo e a recuperação de aproximadamente 10 metros lineares de asfalto cortado para execução do serviço. “Era um ponto de pequeno alagamento que inviabilizava o uso do estacionamento, causando transtornos aos moradores. Com a implantação da nova estrutura de drenagem, o problema de empoçamento será eliminado”, afirmou Lanio Trida Sene, chefe do Departamento de Drenagem. A obra foi feita com material próprio. Ações desse tipo fazem parte da rotina de manutenção da cidade, sendo executadas pela Novacap sempre que identificada a necessidade. "Aproveitamos o período de estiagem para executar o serviço, em parceria com a Novacap, garantindo mais segurança e conforto para quem utiliza o parquinho e o PEC [Ponto de Encontro Comunitário] da quadra. Já havíamos reformado o parquinho e a calçada, e agora avançamos com mais essa melhoria que vai beneficiar a comunidade do Cruzeiro”, ressaltou o administrador regional, Gustavo Aires. *Com informações da Novacap

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Com investimento de R$ 26,6 milhões, GDF inaugura pavimentação da DF-220

Agência Brasília · COM INVESTIMENTO DE R$ 26,6 MILHÕES, GDF INAUGURA PAVIMENTAÇÃO DA DF-220 O governador Ibaneis Rocha inaugurou neste sábado (26) a pavimentação da DF-220, via que liga a BR-080 à Estrada Parque Contorno (DF-001), em Brazlândia. A obra contou com investimento de R$ 26,6 milhões. Com investimento de R$ 26,6 milhões, pavimentação da DF-220 foi inaugurada pelo governador Ibaneis Rocha neste sábado (26) | Foto: Renato Alves/Agência Brasília “Estamos trabalhando de forma muito empenhada aqui na cidade de Brazlândia, dando um reconhecimento a essa população que, durante muitos anos, ficou bastante abandonada. Essa obra da DF-220, era aguardada por essa população há 50 anos. E eu e [a vice-governadora] Celina Leão fizemos o compromisso com a população de que iríamos fazer essa entrega”, destacou o chefe do Executivo. A pavimentação da DF-220 tem como principal objetivo desafogar o tráfego de caminhões nas vias Estrada Parque Indústria e Abastecimento (Epia) e Estrada Parque Ceilândia (EPCL/DF-095), conhecida como Estrutural. A nova via passa a ser uma rota alternativa para veículos vindos de estados da região Norte do país, como o Tocantins, evitando o trânsito pelo centro de Brasília. A pavimentação da DF-220, importante para o escamento de produtos da área rural, visa desafogar o tráfego de caminhões na Epia e na Estrada Parque Ceilândia (EPCL/DF-095) | Foto: Matheus H. Souza/Agência Brasília “É uma rodovia que tem uma importância muito grande, não só para toda essa área rural, fazendo o escoamento da produção, como uma ligação da BR-020 com a BR-080. Hoje, os caminhões que vêm da BR-020 ou vão para a BR-020 no sentido da Belém-Brasília vão poder passar no asfalto aqui, saindo de dentro da capital. Muitas vezes, eles não queriam nem entrar na cidade e entravam porque não tinha esse asfalto. A partir de agora, eles vão estar providos com esse asfalto maravilhoso”, enfatizou o presidente do Departamento de Estradas de Rodagem do DF (DER-DF), Fauzi Nacfur Junior. Executada pela empresa Costa Brava Projetos e Construções LTDA, a pavimentação teve início em 2023 e contemplou os 16 km da via. Foram feitas etapas de terraplanagem, pavimentação, drenagem, sinalização horizontal e vertical, além de serviços complementares. Durante a obra, foram gerados cerca de 80 empregos diretos e 50 indiretos. Os recursos para a obra foram provenientes da Fonte 231 e a execução foi feita por meio de convênio com a Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap). “Era uma estrada de terra, a gente ouviu relatos de que havia um palmo de poeira. Hoje, nós temos uma estrada asfaltada para a população e para os produtores, em uma região de grande produção de frutas e hortaliças”, celebrou Hamilton Lourenço Filho, diretor técnico da Terracap. Produção rural valorizada "Com essa pista, o acesso ficou mais viável e barato", afirma a presidente da Associação dos Produtores Rurais Novo Horizonte (Aspronte), Socorro Marques Miranda | Foto: Matheus H. Souza/Agência Brasília A expectativa é de que cerca de 20 mil motoristas sejam beneficiados diariamente. A pavimentação também fortalece a logística da produção rural da região, atendendo a mais de 300 produtores. [LEIA_TAMBEM]Para a presidente da Associação dos Produtores Rurais Novo Horizonte (Aspronte), Socorro Marques Miranda, 77, a nova estrada representa um avanço para a agricultura local, especialmente para o cultivo de morangos. “Favorece muito, porque nós atendemos as regionais de ensino por meio do Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae), e, com essa pista, o acesso ficou mais viável e barato”, destacou. Segundo ela, a pavimentação também melhora a qualidade dos produtos. “O morango, por exemplo, não vai mais chegar cheio de poeira, o que evita a presença de ácaros.” Moradora da região desde 1996, a produtora rural Maria do Carmo Nascimento, 70, apontou que o asfalto representa mais qualidade de vida. “Facilita o acesso a saúde, segurança e educação. Tudo isso melhora com uma estrada boa”, avaliou. Ela também relatou um benefício direto à saúde. “Sofro de bronquite e vivia com a bombinha. Depois do asfalto, graças a Deus, ainda não precisei usar. A bombinha está até esquecida”, contou, sorrindo. Para Maria do Carmo, a mudança na estrada foi visível. “Antes era só buraco, carro quebrado, atoleiro na época da chuva. Hoje, a gente vai e volta feliz, sem preocupação.”

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Com drenagem pronta, GDF inicia pavimentação da Avenida da Misericórdia, em Vicente Pires

Após a conclusão da drenagem, o Governo do Distrito Federal (GDF) deu início à pavimentação do primeiro trecho da Avenida da Misericórdia, em Vicente Pires. O trecho em que os serviços estão sendo executados é o que dá acesso à Colônia Agrícola Samambaia, próximo ao Taguaparque. A obra integra o chamado Lote 2, última etapa do cronograma de urbanização da região administrativa, e conta com investimento estimado de R$ 60 milhões. "Com a drenagem já concluída na Avenida da Misericórdia, avançamos agora com a pavimentação, etapa que representa um salto de qualidade para quem vive e circula em Vicente Pires. Essa obra vai reduzir significativamente o tempo de deslocamento e garantir mais conforto e segurança para a população. Na sequência, entregaremos calçadas e meios-fios novinhos, completando a transformação urbana que essa região tanto merece", destacou o secretário de Obras e Infraestrutura, Valter Casimiro. A obra integra o chamado Lote 2, última etapa do cronograma de urbanização da região administrativa, e conta com investimento estimado de R$ 60 milhões | Foto: Geovana Albuquerque/Agência Brasília Para reduzir o impacto a motoristas e pedestres, a via foi dividida em cinco trechos. "Nós estamos fazendo de 300 em 300 metros, com a extensão total de mais ou menos 1,5 quilômetro. Terminamos os primeiros 300 metros, agora faz-se o asfalto, e já estamos entrando no segundo trecho, no sentido da ponte [que liga à Rua 4, em Vicente Pires]", explicou o administrador regional, Anchieta Coimbra. "Era uma demanda muito antiga e essa comunidade merece. Isso aqui é uma avenida que tem uma proporção comercial muito forte, as pessoas estão aqui há muito tempo e o governo está fazendo para elas. Na hora que terminar, essas famílias vão comemorar que essa via vai ficar bem sinalizada, bem iluminada, com iluminação de LED, e o comércio e as casas serão muito valorizados", acrescentou o administrador. O autônomo Tiago Heitor Santos sabe bem o quão antiga era essa demanda. Morador da Vicente Pires desde 1993, ele enfrentou todas as dificuldades registradas na região administrativa. Hoje, vê uma cidade transformada. "Não era urbanizado, quando chovia era um transtorno para a gente sair de casa e para voltar. Perdia muito tempo. Hoje nós vivemos outra vida com esse desenvolvimento, com essas melhorias que o governo está fazendo", apontou. A opinião é a mesma do aposentado Cezar Augusto Silva, que ressaltou a melhora na qualidade de vida que a obra na Avenida da Misericórdia vai proporcionar: "Antigamente para sair daqui era um transtorno, porque o trânsito parava, era uma pista ruim, muitos carros. E agora a gente está sentindo que o trânsito está fluindo, demanda menos tempo pra poder se deslocar. E aí você tem mais tempo para estar em casa, para fazer uma atividade física. É um tempo bem otimizado e melhorado".

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Com drenagem concluída, vias principais do Sol Nascente recebem pavimentação

Os principais trechos de vias do Sol Nascente têm passado por transformações significativas nos últimos meses. Após a conclusão das obras de drenagem, o Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da Secretaria de Obras e Infraestrutura do DF (SODF), intensificou os serviços de infraestrutura urbana, com a pavimentação dos trechos 1 e 3 da cidade. Aproveitando o período de estiagem, as equipes intensificaram a implantação de blocos intertravados nas ruas internas. Esse tipo de pavimento, além de sustentável, favorece a infiltração da água da chuva no solo, ajudando a evitar alagamentos e a impermeabilização da área. Aproveitando o período de estiagem, as equipes intensificaram a implantação de blocos intertravados nas ruas internas | Foto: Matheus H. Souza/Agência Brasília “Com a chegada do período de seca, conseguimos acelerar as obras de drenagem e infraestrutura no Sol Nascente. Esse é um momento importante para avançar em frentes que, durante o período chuvoso, enfrentavam muitas dificuldades técnicas. Nosso objetivo é claro: concluir todas as etapas da obra ainda em 2025”, afirma o secretário de Obras e Infraestrutura, Valter Casimiro. De acordo com Casimiro, a medida é definitiva e traz benefícios para a comunidade. "Estamos trabalhando com responsabilidade e urgência para transformar a realidade local, que há anos convive com poeira, lama, alagamentos e a ausência de estrutura adequada”, ressalta. Além da pavimentação, estão previstas a construção de calçadas, meios-fios e um balão entre Ceilândia e Sol Nascente, que vai melhorar a mobilidade entre as duas regiões.   Os investimentos no Sol Nascente já ultrapassam os R$ 630 milhões. Os recursos têm resultado em melhorias concretas para os mais de 95 mil moradores, que hoje contam com 95% de cobertura de água potável e rede de esgoto. “O crescimento populacional de Pôr do Sol/Sol Nascente exigiu atenção redobrada do GDF, que passou a priorizar a urbanização da cidade. Com essas mudanças, nosso objetivo é trazer mais paz, tranquilidade e segurança para os moradores”, destaca o administrador regional, Cláudio Ferreira. Expectativa da população A entrega das obras vai garantir mais dignidade, mobilidade e segurança para milhares de famílias, como a de Maria dos Anjos, 50 anos. Há mais de 15 anos como comerciante no local, ela espera que os negócios alavanquem ainda mais, depois da conclusão da obra. “Acredito que vá melhorar o deslocamento das pessoas, a questão do estacionamento e das chuvas. Eu acho que o GDF está olhando para a gente. Muita coisa melhorou e eu espero que melhore ainda mais”, declara. O comerciante Baldenberg Moreira aposta nas obras como solução definitiva para os transtornos das chuvas A dona de casa Selma Oscar, 47 anos, também vê avanços concretos. “Estou bem satisfeita com o andamento das obras. Acredito que tudo vai melhorar, especialmente para quem mora aqui. Com calçadas e pavimentação, será mais seguro para todo mundo”, diz. Já o comerciante Baldenberg Moreira, 48 anos, aposta na solução definitiva para os transtornos das chuvas. “Estamos ansiosos para ver como será na próxima estação chuvosa. É indiscutível o quanto isso vai melhorar a vida das pessoas, principalmente dos comerciantes”, afirma.

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Com investimento de R$ 57 milhões, GDF moderniza limpeza da rede pluvial e retira 192 mil toneladas de resíduos

Mais de 192 mil toneladas de resíduos sólidos foram retiradas dos sistemas pluviais do Distrito Federal em 2024. Os números são resultado direto da nova estratégia adotada pelo Governo do DF para ampliar a eficiência na limpeza e manutenção das redes de drenagem por meio de contrato com empresas especializadas, uso de caminhões-pipa adaptados com tecnologia de sucção e hidrojateamento, e da atuação de robôs para inspeção remota das tubulações. Com a ajuda de robôs e veículos de alta tecnologia, mais de 190 mil toneladas de resíduos foram retirados das redes pluviais do DF, em 2024 | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília O investimento na operação alcançou R$ 57 milhões no último ano, recurso direcionado à modernização dos serviços executados pela Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap). O novo sistema conta com 25 caminhões-pipa adaptados para sucção e hidrojateamento de resíduos, além de três robôs de inspeção por vídeo, que tornam o processo mais ágil e eficiente. “A Novacap utiliza o sistema mais moderno do mundo no que diz respeito a desobstrução de bocas de lobo. Além de o serviço ser feito com mais excelência, ele é feito com mais velocidade e agilidade, possibilitando, assim, o atendimento de mais demandas”, defende o presidente da Novacap, Fernando Leite. “É importante lembrar que a tecnologia utilizada contribui diretamente para preservar a saúde do trabalhador, que passa a não precisar mais entrar nas galerias.” Arte: Agência Brasília Números Para se ter uma ideia da dimensão do impacto da estratégia, as 192.024 toneladas de resíduos retiradas das redes pluviais em 2024 equivalem ao peso de mais de 1.040 caminhões-caçamba totalmente carregados, tomando como base a capacidade média de 183,5 toneladas por veículo. Além disso, foram desobstruídos 875 quilômetros de redes e ramais – uma extensão comparável à distância entre Brasília e o Rio de Janeiro, em linha reta. A força-tarefa também garantiu a limpeza de 7.426 poços de visita, estruturas fundamentais para o bom funcionamento do sistema de drenagem e prevenção de alagamentos. [LEIA_TAMBEM]“Os desafios dos robôs nessas áreas em que temos dificuldade de acesso é realmente localizar uma entrada pela qual possamos acessar a rede. Depois disso, o robô até que não tem tanta dificuldade em percorrer o trajeto. Mesmo com obstruções, ele consegue transpassar o que encontra dentro da galeria”, explica o gerente de operação da empresa contratada, Leandro Moura. A potência dos equipamentos impressiona: em apenas 12 minutos, um único caminhão é capaz de desobstruir tubulações extensas, tarefa que antes poderia levar dias com trabalho exclusivamente manual. Cada máquina substitui, com eficiência, o esforço de até 100 operários. O processo é realizado em duas etapas. Primeiro, o sistema de hidrojateamento de alta pressão quebra as obstruções, que são imediatamente sugadas para os reservatórios dos caminhões. Em seguida, os robôs entram em ação. Equipados com câmeras e autonomia para operar por até 2h30, eles acessam áreas antes inalcançáveis, identificando se a rede foi completamente limpa e detectando eventuais rachaduras, vazamentos ou ligações clandestinas feitas por moradores e comerciantes. “Em ligações clandestinas, por exemplo, o robô percorre pelo líquido até identificar o ponto exato onde está sendo feito o despejo e tenta localizar quem é o lançador desse resíduo na galeria”, detalha Moura.

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Governo investe R$ 32 milhões em obras de drenagem e pavimentação no Itapoã

A qualidade de vida dos moradores do Itapoã está mudando com as obras de infraestrutura executadas pela Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap). Com um investimento de mais de R$ 32 milhões do Governo do Distrito Federal (GDF), diversas quadras recebem obras de drenagem pluvial e pavimentação, com o intuito de melhorar a qualidade de vida de quem habita a região. Obras no Itapoã reforçam a infraestrutura da cidade e beneficiam a população com mais segurança e conforto | Fotos: Tony Oliveira/Agência Brasília Atualmente concentradas na quadra 318, as equipes também trabalharam nas quadras 202, 203, 378, 379 e 366. Na quadra 379 e no Condomínio Del Lago o asfalto já foi concluído, restando apenas a finalização das calçadas e da sinalização. “Trata-se de uma obra impactante para a vida do cidadão. Há anos, a região precisava dessa intervenção, mas somente esta gestão do GDF foi capaz de concretizá-la. Estamos falando de melhorias na infraestrutura, na mobilidade, na segurança e no conforto para a população”, declarou o presidente da Novacap, Fernando Leite. O administrador do Itapoã, Dilson Bulhões, frisou que os serviços alcançam pontos importantes da cidade e áreas residenciais que careciam de infraestrutura. “Está ajudando bastante os moradores aqui do Itapoã, a ação do GDF com a Secretaria de Obras e Infraestrutura e a Novacap mostra que os órgãos têm se unido e levado uma melhor qualidade de vida para o Itapoã”. Quadras do Itapoã recebem obras de drenagem pluvial e pavimentação Todos os serviços de drenagem nas vias internas de projeto foram concluídos, faltando apenas a finalização da drenagem no Condomínio Mandala e posteriormente a execução de capa asfáltica nesses trechos, visto que as áreas foram inseridos no contrato posteriormente e não faziam parte do escopo inicial do empreendimento. Sem lama e sem poeira Nataly Gomes Ribeiro elogia a obra de pavimentação: "Facilitou até mesmo para o meu filho brincar aqui na frente, passear com o carrinho dele" Morador da quadra 379, o pintor Davison Clay Pereira dos Santos, 42, destacou a diferença que a obra pronta na quadra já está fazendo na rotina. “Ficou 100%. Saiu aquela poeira, era uma buraqueira feia. Quando chovia era lama e o final da rua virava um mar de água. Agora está tudo no asfalto, acabou. É outra vida agora”. [LEIA_TAMBEM]Já na quadra 318, onde o pintor Radamés Elias de Sousa, 51, mora há 27 anos, as máquinas e equipes trabalham na drenagem e terraplanagem para receber a nova pavimentação. “Vai ficar muito bom, porque aqui é muita poeira, lama e as crianças gripam muito. É uma obra muito boa que o GDF está fazendo por nós. Vai melhorar bastante nosso caminhar na pista, deixar tudo limpinho”. Um resultado já presente na Avenida Brasil, do Itapoã, onde mora a dona de casa Nataly Gomes Ribeiro, de 23 anos. Com a pavimentação já finalizada, ela tem um espaço mais seguro e limpo para andar com o filho pequeno, que adora pilotar o triciclo na rua. “Está maravilhoso, até a vista está diferente. Facilitou até mesmo para o meu filho brincar aqui na frente, passear com o carrinho dele. Sem contar que melhorou muito sem a poeira, principalmente para ele, que tem rinite”, relatou a mãe.

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Recuperação de áreas públicas leva segurança, lazer e mobilidade para os moradores de Taguatinga

Uma série de benfeitorias realizadas em Taguatinga tem trazido mais segurança, mobilidade e lazer para a população. As ações são pontuais e impactam o dia a dia da comunidade por meio de novos calçamentos, manutenção de vias públicas, além da reforma e instalação de sistemas de drenagem de águas pluviais. O trabalho intenso e ininterrupto é integrado por meio das ações do Polo Oeste do GDF Presente, em parceria com a Administração Regional e a Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap). Entre as obras executadas em Taguatinga, estão a instalação de ciclovia e de calçada com aproximadamente 4 quilômetros de extensão, saindo da QNL 2 até o Parque do Cortado, além da conclusão de nova calçada na C12, ao lado da Policlínica | Fotos: Matheus H. Souza/Agência Brasília “Por meio dessas parcerias conseguimos dar suporte e melhorar a qualidade de vida das pessoas que vivem nas cidades que atendemos. Nossa função é fazer com que a integração entre os órgãos aconteça de maneira articulada. Contamos com a colaboração de muitas pessoas para fazer acontecer”, destaca o gerente do Polo Oeste do GDF Presente, Rodrigo Caverna. Entre as melhorias, destaca-se a instalação de ciclovia e calçada com aproximadamente quatro quilômetros de extensão, saindo da QNL 2 até o Parque do Cortado, além da conclusão de nova calçada na C12, ao lado da Policlínica. Os calçamentos em processo de instalação também atendem regiões próximas ao Hospital Regional de Taguatinga e à Feira dos Importados, local que ainda recebe a construção de uma quadra de areia. Ações do GDF em Taguatinga também visam à renovação de espaços de esporte e lazer na cidade Na área de recuperação asfáltica, chamam a atenção o recapeamento na QNL 22, a fresagem na QNM 38, em Taguatinga Norte, para futuro recapeamento, além de ajustes em rotatórias da M Norte e manutenção em importantes vias como a QND, QNE e Samdu Norte. As ações também ampliam o lazer e o esporte na comunidade, com a reforma do campo sintético da QNL 03 e a renovação da quadra de esportes na QNL 01/03. Além disso, está em andamento a reforma do Ginásio do Taguaparque, que passará por renovação do alambrado, troca da parte elétrica, pintura e reparos no piso. "A melhora agrega, porque traz mais segurança para a quadra e para a área do comércio, e a previsão é de duplicar o faturamento", afirma Kleyton Santana “Conversando com o governador Ibaneis, ele determinou que precisávamos reformar e devolver esse ginásio para a comunidade e a entrega do equipamento vai beneficiar dezenas, centenas de pessoas. Com toda certeza será um local de grande movimentação para quem pratica ou quer assistir aos jogos. E isso faz com que Taguatinga cada vez mais ofereça oportunidades de lazer e cultura”, destaca o administrador de Taguatinga, Bispo Renato Andrade. O administrador ainda chama a atenção para a instalação de sistemas de drenagem de águas pluviais na QS 5. “Foram construídas três bacias de contenção para receber essas águas que vêm das chuvas, canalizando-as para o Parque do Cortado. Na Hélio Prates já foi feita a canalização das grandes obras de águas pluviais no centro de Taguatinga. Agora, na QS 5, também foram instaladas as bocas de lobo para tirar água do meio da rua. Especificamente na QS 5, foi feita a ligação dos ramais às bocas de lobo, restando apenas a pavimentação. À medida que o novo asfalto for implantado, resolverá o problema da água parada nas ruas”, explica o administrador. População satisfeita “A gente vê que as obras estão acontecendo e que há uma escuta da população", diz a cabeleireira Viviane Martins O ponto de comércio de Antônio Luis de Andrade, 69, fica próximo da nova ciclovia e calçamento da QNL 2, em Taguatinga, e já passou a atrair mais clientes. "As vendas melhoraram e acredito que, assim que as obras estiverem totalmente concluídas, vai melhorar ainda mais", prevê o comerciante. [LEIA_TAMBEM]Para ele, além do benefício financeiro, o investimento também traz mais segurança aos moradores. "A calçada antes estava muito ruim, desnivelada e esburacada. Já cheguei a presenciar a queda de uma idosa. Com a nova calçada, ciclistas e pedestres poderão andar tranquilos”, relata. O empresário Kleyton Santana, 44 anos, compartilha da mesma opinião. "A melhora agrega, porque traz mais segurança para a quadra e para a área do comércio, e a previsão é de duplicar o faturamento", avalia. Além disso, ele destaca a importância da infraestrutura para a saúde dos moradores. “É uma questão de saúde. Quem tem idosos em casa, como eu, fica satisfeito em saber que eles terão um local seguro para caminhar e se exercitar”, acrescenta. Para a moradora Viviane Martins, 49 anos, as ações integradas trazem mais qualidade ao dia a dia. “A gente vê que as obras estão acontecendo e que há uma escuta da população", aponta a cabeleireira.

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GDF investe R$ 13,2 milhões na implantação de rede de drenagem no Lago Sul

O governador Ibaneis Rocha assinou, nesta quarta-feira (23), a ordem de serviço para implantação de drenagem pluvial nas Quadras SHIS QI e QL 28, conjunto 8 e na Avenida das Copaíbas, no Lago Sul. Serão investidos R$ 13,2 milhões na implantação da rede, que será executada por empresa privada contratada pela Companhia Urbanizadora Nova Capital do Brasil (Novacap). Na ocasião, o chefe do Executivo lembrou que a intervenção era uma demanda antiga dos moradores da região administrativa, que sofriam com enchentes e inundações durante o período de chuvas. “Nós tínhamos dois problemas graves de drenagem aqui no Lago Sul: um era na QL 14, próximo à delegacia, e aqui na QI e QL 28. Esses dois problemas serão sanados até o final do nosso governo e a gente espera entregar essa obra em um prazo bem mais rápido”, disse. Ibaneis Rocha garantiu que os dois maiores problemas de drenagem do Lago Sul serão resolvidos nesta gestão | Fotos: Renato Alves/Agência Brasília Para mitigar os impactos das chuvas na região, o projeto prevê a instalação de redes de 500 mm a 1.750 mm com o método tunnel liner. A técnica, a mesma usada no Drenar-DF, é considerada menos destrutiva e de menor impacto para a superfície, uma vez que a escavação é feita de forma subterrânea e controlada, preservando o tráfego e as estruturas existentes acima do solo. “É uma obra que vai requerer poucas intervenções de trânsito, vai ser feita de forma subterrânea e, com isso, a gente acaba com os problemas crônicos de enchentes no Lago Sul. Outro ponto que nós ressaltamos é a questão da iluminação pública, em que existe o compromisso da CEB Ipes de termos em breve todas as avenidas principais da cidade iluminadas com LED”, prosseguiu o gestor. Além das galerias, haverá a construção de Unidades de Qualidade de Água (UQAs) Além das galerias, haverá a construção de Unidades de Qualidade de Água (UQAs). Essas estruturas funcionarão como minibacias de contenção das águas pluviais. Após a instalação da rede, a empresa contratada irá executar a recomposição das calçadas, asfalto e do plantio de grama. A obra já tem licença ambiental para iniciar. Drenagem ampliada O governador ainda ressaltou o investimento em obras de drenagem por toda a capital do país. Além do maior programa de escoamento do Governo do DF (GDF), o Drenar-DF, inaugurado em março, desde 2019, foram investidos mais de R$ 240 milhões para a construção de 40 bacias de contenção em diversas localidades. Destas, 32 lagoas já foram concluídas e oito estão em execução. As estruturas captam e armazenam os volumes de água pluvial, evitando enchentes.   “A gente tem feito obras de drenagem em todo o Distrito Federal. O governo tem que investir em drenagem, é debaixo da terra mesmo que você resolve problemas. Nós fizemos o maior programa de drenagem da história do Distrito Federal, que foi o Drenar-DF”, acrescentou. “Ontem [terça-feira (22)] nós tivemos um incidente em Ceilândia, mas eu comunico que o projeto está pronto, nós já tínhamos mandado fazer e será licitada agora em maio a obra para resolver exatamente a região onde nós tivemos aquela enchente”. “É cuidado com a população e com o meio ambiente em todo o DF e que vai se refletir em qualidade de vida para toda a cidade, que é o nosso maior propósito” Celina Leão, vice-governadora A vice-governadora Celina Leão ressaltou o impacto ambiental das obras de drenagem no Lago Sul: “Essa obra é necessária para evitar alagamentos na região e que vai nos ajudar a proteger o Lago Paranoá. É cuidado com a população e com o meio ambiente em todo o DF e que vai se refletir em qualidade de vida para toda a cidade, que é o nosso maior propósito”. Demanda antiga Para o presidente da Novacap, Fernando Leite, a obra vem sanar um problema histórico enfrentado pelos moradores do Lago Sul. “Estamos resolvendo um problema sério na região. Só quem mora aqui ou passa pela área sabe a intensidade das enchentes que a assolam. Trata-se de uma região com residências em declive acentuado e, em função disso, a água desce com bastante força nas épocas de chuva. Então, essa obra chega para corrigir um problema antigo e uma demanda recorrente da população”, pontuou. O administrador regional do Lago Sul, Rubens Santoro Neto, lembrou do cenário encontrado quando assumiu a gestão. “Chegamos em janeiro de 2019 no GDF e eu no Lago Sul, e a situação que encontramos foi de bocas de lobo escondidas debaixo do chão, parte do Lago Sul sem projeto de captação de água pluvial, não tinha nada de captação e a grande parte da tubulação era insuficiente para o volume de águas das chuvas”, relatou. “Não fosse o governador, nada do que foi feito no Lago Sul seria possível. Nos próximos dias, vamos inaugurar a rede da QL 14, que era um problema sério que perdurava há mais de 20 anos”. Presidente da Associação dos Moradores do SHIS QI e QL 28, Edésio de Souza comemora a obra pedida pela primeira vez em 2012 por meio de abaixo-assinado Morador da região e presidente da Associação dos Moradores do SHIS QI e QL 28, Edésio de Souza, 62 anos, comemora o início da obra. “Em 2012, fizemos o primeiro abaixo-assinado pedindo a execução da obra. De lá pra cá, viemos insistindo com cada governo que vinha passando. Queremos agradecer ao governador Ibaneis, que sempre prestigiou essa questão e garantiu que a obra ia sair. Essa obra vai eliminar diversos pontos de alagamento e vai ser bom não só para a comunidade, mas também para o meio ambiente”, afirmou. O aposentado Conceição José Macedo, de 81 anos, reforça a importância da intervenção. “Necessária essa obra, porque quando chove é uma dificuldade. A água junta e você tem que ficar procurando uma maneira de passar sem que o carro seja prejudicado. Com essa obra, toda água que vier vai ser canalizada, não tendo mais esse sufoco de ter que enfrentar essa água acumulada”, contou. “A água vem e causa um transtorno muito grande. Obra muito esperada, estava sempre perguntando ao presidente da associação.

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Brasília transforma a infraestrutura urbana para atender aumento da população

Brasília foi um sonho planejado. E o seu plano era abrigar 500 mil pessoas – o que consta, inclusive, na lei de 1953 que autorizou estudos para a criação da nova capital. Quando o sonho, enfim, virou realidade, os olhos de todo o país se viraram para o Planalto Central, e era natural que milhares de brasileiros desejassem vir para cá. Tanto que, já nos anos 1970, a população do Distrito Federal chegou a 546 mil. A Avenida da Misericórdia, em Vicente Pires, recebeu investimento de R$ 58 milhões para execução do calçamento; a via também uma ponte de ligação com a Rua 4 | Fotos: Joel Rodrigues/Agência Brasília Cumprindo seu intuito de abrigar gente de todos os cantos, a capital se reinventou e expandiu-se para fora do plano original. Com isso, foram surgindo novos complexos habitacionais que, por décadas, careceram de infraestrutura básica – Vicente Pires e Sol Nascente são exemplos clássicos. Prestes a completar 65 anos, a capital vem se reinventando mais uma vez para garantir que o sonho seja bom para todos. Nos últimos anos, investimentos na casa dos bilhões feitos pelo Governo do Distrito Federal (GDF) em infraestrutura urbana têm levado mais dignidade e qualidade de vida para moradores de todas as regiões. De 2019 até hoje, mais de R$ 630 milhões foram investidos em obras de urbanização no Sol Nascente, como pavimentação, drenagem, saneamento básico, iluminação pública, calçadas e acessibilidade São ações como pavimentação, construção e reforma de calçadas, iluminação e drenagem – que podem até parecer simples para aqueles que já as têm, mas que fazem uma diferença enorme no dia a dia de quem precisa delas. Em todo o DF, são mais de R$ 41 milhões investidos na recuperação de 524 km de calçadas, R$ 300 milhões dedicados à modernização de toda a iluminação pública e quase R$ 1 bilhão em obras para melhorar o escoamento de águas pluviais, fora o que foi destinado à construção ou recuperação de asfaltos. Apenas em Vicente Pires, foram cerca de R$ 500 milhões investidos desde 2019, que resultaram em 300 km de vias e calçadas pavimentadas, 185 km de redes de drenagem, 460 km de meios-fios e 13 lagoas de detenção. Além disso, estão em execução o calçamento da Avenida da Misericórdia, com investimento de R$ 58 milhões, e a finalização de mais uma bacia de contenção. Os avanços na Avenida da Misericórdia, aliás, são bem conhecidos pelo autônomo e líder comunitário Tiago Heitor Santos. “Eu cheguei aqui em 1993, não existia essa ponte [que liga a avenida à Rua 4], era muito escasso de fossa e a luz era precária. Aqui, primeiramente, era um setor de chácaras”, lembra. Agora, o cenário é outro: “Foram grandes mudanças. Hoje nós temos luz, temos esgoto, infraestrutura. Vivemos outra realidade”. O autônomo Tiago Heitor Santos acompanhou de perto os avanços na Avenida da Misericórdia: “Foram grandes mudanças. Hoje nós temos luz, temos esgoto, infraestrutura. Vivemos outra realidade” A percepção é a mesma da empresária Mariana Ângelo. “Melhorou bastante. Alagava muito antes de fazer a drenagem, já fiquei muitas vezes ilhada. Era chover forte e não dava para sair, mesmo dentro do condomínio era difícil. Meu cunhado até já perdeu um carro aqui na Rua 10”, relata ela, acrescentando que todas essas mudanças ajudaram a atrair comerciantes para a região, o que resolveu um problema crônico dos moradores: a falta de um posto de combustível. “O carro entrava na reserva e a gente já começava a pensar onde teria que ir. Era correr para Taguatinga, Guará, EPTG… Eu nem imaginava que ia ter um posto de gasolina aqui dentro, agora já são três”. E se tem um setor que cresceu na região nos últimos anos foi o imobiliário. Que o diga a corretora Vitória Natacha Linhares: “Eu vim para Vicente Pires, na verdade, sem conhecer a cidade, sem conhecer como era a estrutura. Então, eu aprendi a amar Vicente Pires desde o começo. Quando eu vim para cá foi tipo um choque. Cheguei aqui sem aquela infraestrutura, com as ruas todas mal acabadas, a gente tendo que passar por lama, por buraco. E eu passei por todo esse processo, desde a construção da pavimentação, a drenagem, o crescimento da cidade com a Unidade de Pronto Atendimento (UPA), a Unidade Básica de Saúde (UBS)… Tudo isso aí eu participei”. Atualmente, Vitória aponta Vicente Pires como a “região administrativa mais promissora do DF”. Na cidade, ela estruturou sua família e viu seu negócio prosperar, com cada vez mais pessoas buscando imóveis por lá. A corretora confessa até já ter tentado deixar a região, mas sentiu falta, acabou voltando e, hoje, usa expressões típicas do seu ramo para explicar a transformação que vivenciou: “Eu tinha noção que seria algo muito bom, mas não tão bom quanto ficou. A gente pegou na planta e hoje está no alto padrão”. Moradora de Vicente Pires, a empresária Mariana Ângelo elogia as obras de escoamento realizadas na cidade: “Melhorou bastante. Alagava muito antes de fazer a drenagem, já fiquei muitas vezes ilhada” De favela a cidade Por muito tempo rotulado como a “maior favela do Brasil”, o Sol Nascente é outro símbolo da transformação urbana em curso no Distrito Federal. Oficialmente reconhecido como região administrativa por este GDF, o local começou, ainda em 2019, a deixar no passado os dias de abandono e a escrever uma nova história, marcada por dignidade, cidadania e infraestrutura. A mudança de status não foi apenas burocrática. Com a regularização fundiária conduzida pela Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh-DF) e pela Companhia de Desenvolvimento Habitacional (Codhab-DF), a cidade passou a receber atenção prioritária. De 2019 até hoje, mais de R$ 630 milhões foram investidos em obras de urbanização no Sol Nascente, como pavimentação, drenagem, saneamento básico, iluminação pública, calçadas e acessibilidade. A corretora Vitória Natacha Linhares costuma dizer que pegou Vicente Pires na planta e que hoje mora em uma cidade de alto padrão: “Eu tinha noção que seria algo muito bom, mas não tão bom quanto ficou” “O governador Ibaneis Rocha adotou uma visão muito importante para as cidades que cresceram de forma desordenada. Ao regularizá-las, abrimos caminho para levar a infraestrutura necessária e transformar de fato a realidade da população”, afirma o secretário de Obras e Infraestrutura, Valter Casimiro. Segundo ele, o Sol Nascente segue o mesmo modelo de intervenção que ajudou a acabar com os alagamentos em Vicente Pires: regularização fundiária seguida de urbanização. Ações como essas têm reflexo direto na vida das pessoas. Moradora da Chácara 142 A há 15 anos, Alessandra Morais de Andrade se emocionou ao ver, pela primeira vez, a rua onde mora pavimentada. Para ela, a obra entregue em outubro representou dignidade e liberdade, especialmente para o filho Felipe, de 24 anos, que tem paralisia cerebral. “Foi um divisor de águas. Antes, a gente vivia no barro, sem acessibilidade. Era impossível empurrar a cadeira de rodas. Só conseguíamos sair de casa com ajuda de quatro pessoas para colocá-lo no carro. E isso só para ir à escola”, conta. “Agora, posso empurrar a cadeira com facilidade. As crianças voltaram a brincar na rua, a jogar bola. Foi uma vitória para a gente.” Com a nova realidade, a sensação de pertencimento e reconhecimento também mudou. “Hoje, a gente existe. Antes, os Correios nem vinham, tínhamos que dar o CEP de outras quadras. Isso ficou para trás”, aponta. Segundo Alessandra, o impacto das obras vai além da infraestrutura: “Mudou o olhar das pessoas sobre a nossa cidade. Nossas casas se valorizaram, nossas vidas também”.

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GDF investe na construção de 40 bacias de contenção para melhorar drenagem nas cidades

Com o objetivo de prevenir alagamentos e erosões em áreas urbanas, o Governo do Distrito Federal (GDF) tem reforçado a drenagem das cidades. Desde 2019, foram investidos mais de R$ 240 milhões para a construção de 40 bacias de contenção em diversas localidades. Destas, 32 lagoas já foram concluídas e oito estão em execução. As estruturas captam e armazenam os volumes de água pluvial, evitando enchentes. “Sabemos que toda essa mudança climática tem favorecido as precipitações mais volumosas, e a urbanização da cidade também diminui a impermeabilização dos solos. Então, é preciso que o governo amplie as redes de drenagem para receber as chuvas com mais força e intensidade, e também essa água que antigamente iria infiltrar no solo”, explica o secretário de Obras e Infraestrutura, Valter Casimiro. As lagoas são importantes para evitar inundações e sobrecarga de rios e para a sustentabilidade ambiental dos corpos hídricos | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília Estruturas essenciais no sistema de drenagem pluvial, as lagoas permitem a retenção das águas das chuvas, garantindo a liberação gradual nos respectivos cursos, evitando inundações e a sobrecarga dos córregos e rios. Esses reservatórios também possibilitam a filtragem de sedimentos e resíduos antes da chegada aos mananciais, contribuindo para a sustentabilidade ambiental dos corpos hídricos. Regiões beneficiadas Vicente Pires foi a cidade que mais recebeu investimento do GDF em drenagem nos últimos anos: R$ 105 milhões | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília Diversas cidades foram contempladas com o novo sistema de drenagem do GDF. Vicente Pires é a região administrativa que mais recebeu lagoas. De um total de 14 previstas, 13 foram entregues, transformando a realidade da cidade, que, por anos, ficou conhecida pelos alagamentos. A última bacia está em execução na Avenida da Misericórdia. O investimento total é de R$ 105 milhões. R$ 75 milhões investimento na construção de oito bacias no Sol Nascente Outra cidade beneficiada pela ampliação das bacias é Sol Nascente/Pôr do Sol. O projeto prevê oito lagoas. Destas, cinco estão prontas e três se encontram em construção, sendo duas lagoas no Trecho 3 e uma no Trecho 1. O total de investimento é de R$ 75 milhões. Além de Vicente Pires e Sol Nascente, há novos reservatórios prontos ou em execução no Bernardo Sayão, no Park Sul/SOF Sul, na Estrada Parque Indústrias Gráficas (Epig), no Parque da Cidade, no centro de Taguatinga, na Avenida Hélio Prates, na Vila Telebrasília, na DF-290 e no Setor de Inflamáveis. Ainda estão em andamento as seguintes obras de reservatórios: Construção de três bacias de contenção para controle de águas pluviais no Sol Nascente. As bacias 1 e 2 estão sendo construídas no Trecho 3, sendo a primeira com capacidade de 93.295,19 m³ e a segunda de 232.093,46 m³. A bacia 3 fica no Trecho 1 e tem capacidade de 48.548 m³; Execução de duas bacias na Epig: Trecho 1 na Estrada Parque Taguatinga (EPTG) com capacidade de 1.463,72 m³ e Trecho 1 na Estrada Setor Policial Militar (ESPM) com 3.341,47m³; Conclusão de um reservatório de contenção em Vicente Pires. A bacia 38 está localizada no final da Avenida da Misericórdia e tem capacidade de 3.300 m³; Uma lagoa de retenção no Parque do Cortado, na rede de drenagem na Avenida Hélio Prates. A capacidade total é de 61.000 m³; Construção de uma bacia de contenção de 17.000 m³ no lote 1 do Bernardo Sayão. Sistema completo As lagoas de contenção integram o sistema completo de drenagem, que inclui bocas de lobo, galerias, pavimentação e impermeabilização do solo, além dos sistemas de água e esgoto. Hoje, todas as obras de infraestrutura do GDF preveem a criação ou ampliação do sistema de drenagem para atender o crescimento do Distrito Federal. Só neste serviço, o GDF já empenhou cerca de R$ 1 bilhão com obras da Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap), da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap), da Secretaria de Obras e Infraestrutura (SODF) e das administrações regionais, segundo dados da Secretaria de Governo (Segov). “Temos um orçamento de R$ 1,710 bilhão para fazer drenagem. São muitas áreas das cidades que estamos atendendo” José Humberto Pires de Araújo, secretário de Governo “Temos um orçamento de R$ 1,710 bilhão para fazer drenagem. São muitas áreas das cidades que estamos atendendo”, afirma o secretário de Governo, José Humberto Pires de Araújo. O principal projeto deste segmento foi inaugurado por este GDF em 29 de março. Considerado o maior sistema de captação de águas pluviais da cidade, o Drenar DF surgiu para acabar com os alagamentos recorrentes na Asa Norte, que há anos afligem moradores e comerciantes. Foram investidos R$ 180 milhões no projeto. Com extensão de 7,7 km, o sistema foi projetado para suportar chuvas intensas e conduzir grandes volumes de água até o ponto de escoamento por meio de galerias que começam na altura da Arena BRB (Estádio Nacional Mané Garrincha), atravessando diversas quadras da Asa Norte, como as 902, 702, 302, 102, 202 e 402, além de cruzar a W3 Norte e o Eixo Rodoviário Norte (Eixão), até chegar à L4 Norte. Esse sistema abrange o início da Asa Norte, com cobertura até as quadras 4 e 5. Estão em elaboração novos projetos para o Pôr do Sol, Arapoanga, Mestre d’Armas, Setor de Mansões de Sobradinho, Morro da Cruz e Assentamento Dorothy Stang. “Estamos trabalhando nos projetos e nas implementações nessas regiões, já que diversas cidades receberam o nosso novo sistema de drenagem”, revela.

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GDF intensifica ações de drenagem urbana em Ceilândia e Sol Nascente

Para melhorar a drenagem urbana e prevenir alagamentos, o Governo do Distrito Federal (GDF) tem intensificado o trabalho de limpeza, desobstrução e substituição das bocas de lobo em Ceilândia, Sol Nascente e Pôr do Sol. Nos últimos três meses, mais de 150 tampas foram trocadas, e cerca de 3 toneladas de lixo e terra foram retiradas apenas no Sol Nascente. A ação é conduzida pela Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap) e pelas administrações regionais, em parceria com o programa GDF Presente. O GDF tem intensificado o trabalho de limpeza, desobstrução e substituição das bocas de lobo em Ceilândia, Sol Nascente e Pôr do Sol | Fotos: Divulgação/GDF Presente O administrador regional de Ceilândia, Dilson Resende, estima que a cidade possui cerca de 10 mil bocas de lobo ou tampas, já que algumas são duplas, triplas e até de dois andares. “Muitas dessas estruturas sofrem danos causados por veículos, especialmente aquelas localizadas próximas a retornos, por raízes de árvores e pelo acúmulo de lixo e detritos, que podem causar entupimentos”, explica. Dilson ainda reforça que o trabalho que o governo realiza atualmente, com desobstrução e limpeza por meio de tecnologia moderna, já contribui para a drenagem e manutenção dessas bocas de lobo. No entanto, ele também destaca que é necessário lidar com os danos estruturais, pois a própria chuva pode deslocar ou quebrar as tampas, e em alguns pontos, como nos retornos, os caminhões danificam repetidamente as bocas de lobo. A reconstrução e limpeza de bocas de lobo colaboram para uma drenagem mais eficaz, evitando alagamentos Em Ceilândia,  54 tampas de bocas de lobo foram substituídas entre dezembro e fevereiro, sendo 13 trocas em dezembro, 21 em janeiro e 20 em fevereiro. O trabalho contemplou áreas como as avenidas Hélio Prates e Elmo Serejo, o Setor P Sul, o Setor O e diversas quadras residenciais. No Sol Nascente, as operações foram intensificadas nos primeiros meses do ano, com 38 intervenções realizadas em janeiro, 52 em fevereiro e 30 em março. Uma das áreas beneficiadas por essas ações é a Avenida 105/Pinheiro e as proximidades do Restaurante Comunitário da região. O coordenador do Polo Oeste II do GDF Presente, Rodrigo Caverna, destacou que as ações nestas cidades são fruto de uma parceria sólida entre as equipes de manutenção e gestão, que têm contribuído significativamente para reduzir os riscos urbanos. Segundo Caverna, essa ação conjunta faz toda a diferença para a qualidade de vida da comunidade, além de evidenciar o compromisso do governo em oferecer soluções eficazes para problemas estruturais e promover um ambiente mais seguro e bem cuidado para toda a população. A Administração do Sol Nascente/Pôr do Sol, também tem especial atenção à limpeza e manutenção das bocas de lobo, especialmente nos períodos que antecedem a estação chuvosa. Últimos números No ano passado, em Ceilândia, foram desobstruídos mais de 3,3 mil metros de rede de drenagem, além de serem reconstruídos 18 metros e construídos 43 metros de rede. No que diz respeito às bocas de lobo, foram efetuadas 485 limpezas, 365 reparos e a construção de seis novas unidades, que contribuíram para a melhoria da segurança e qualidade de vida dos moradores. No Sol Nascente, também em 2024, a equipe realizou a desobstrução de 410 metros de rede, complementada por 79 limpezas e 76 reparos em bocas de lobo, além da construção de seis unidades e da reconstrução de 18 bocas de lobo. Serviço O cidadão que verificar irregularidades, como furto das tampas de bueiro, pode acionar os serviços por meio das administrações ou acessar o Portal  Cidadão. Após receber as solicitações por meio dos canais oficiais do GDF,  a companhia envia um técnico até o local para que seja feita a devida avaliação, indicando o grau de prioridade e o tipo de serviço a ser executado. A inclusão dessas atividades no cronograma pode sofrer alterações conforme a identificação de serviços emergenciais durante as vistorias.

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Pavimentação das ruas da Superquadra Park Sul é concluída

A pavimentação das vias internas da Superquadra Park Sul, antigo Setor de Oficinas Sul, no Guará, está concluída. O serviço faz parte de um conjunto de obras do Governo do Distrito Federal (GDF) que vai levar mais qualidade de vida para os trabalhadores e moradores da região, com investimento de R$ 65 milhões. Antes do novo asfalto, as ruas receberam ramais de drenagem, que vão direcionar o volume pluvial captado por bocas de lobo – que serão construídas em breve – para quatro lagoas de detenção. As estruturas somam capacidade para reter até 29 mil m³ e vão permitir que a água chegue ao Córrego Guará em menor velocidade e com menor índice de sujeira, preservando o meio ambiente. Além de levar conforto e segurança à população, a medida preserva o meio ambiente | Fotos: Matheus H. Souza/Agência Brasília O secretário de Obras e Infraestrutura, Valter Casimiro, ressalta que as intervenções vão minimizar os impactos das chuvas para a população. “A região não tinha para onde escorrer a água, e agora esse volume será direcionado para o sistema de captação que está sendo desenvolvido aqui, permitindo que as pessoas tenham mais conforto e segurança”, avalia. Atualmente, os esforços são concentrados na recuperação asfáltica da via principal e na instalação de ramais em pontos remanescentes. Ocorre, ainda, a instalação de meios-fios e calçadas nas ruas que já estão prontas. No total, o projeto prevê a construção de 6,4 mil metros de galerias de águas pluviais e 75 mil m² de pavimentação asfáltica. “Depois de concluir a drenagem nas vias internas, estamos fazendo a estrutura da base da via principal para depois vir a capa asfáltica. Além disso, próximo à padaria Pão Dourado, estamos finalizando as caixas de drenagem, que são os pontos finais do sistema da Secretaria de Obras [SODF], e ainda haverá a interligação com a parte das concessionários”, esclarece o secretário-executivo de Obras e Infraestrutura, Erinaldo Sales. O conjunto de obras também inclui iluminação pública em LED, paisagismo, mobiliário urbano, sinalizações horizontal e vertical, além de estacionamentos públicos, calçadas mais acessíveis e duas praças O conjunto de obras também inclui iluminação pública em LED, paisagismo, mobiliário urbano, sinalizações horizontal e vertical, além de estacionamentos públicos, calçadas mais acessíveis e duas praças entre as quadras 5/6 e 10/11. Haverá, ainda, a implantação de duas praças na região, entre as quadras 5/6 e 10/11, e a pavimentação da via IA SP1, que liga o Park Sul à Estrada Parque Taguatinga (EPTG). Comunidade As obras vão beneficiar tanto os moradores quanto os trabalhadores da região. A ajudante de cozinha Raimunda Lopes, 49 anos, conta que o período de chuva não era fácil, sobretudo para os pedestres. “[As ruas] ficam cheias de água, e o maior problema é atravessar de um lado para o outro, porque tem que levantar a barra da calça e ainda contar com a ajuda dos motoristas para não jogarem água em nós”, relata. “Essa obra vai trazer mais conforto, com certeza”. Raimunda Lopes conta que era difícil atravessar a rua no local: “Essa obra vai trazer mais conforto, com certeza” O comprador de equipamentos Edson Francisco de Lima, 57, ressalta o aumento da trafegabilidade das ruas internas e principais da região. “O trânsito deve melhorar muito com esse novo pavimento. Alguns clientes reclamavam de vir aqui no período de chuva dizendo que o carro estragava, que o pneu furava. Agora vai melhorar bastante a parte do fluxo [de veículos], os estacionamentos, a drenagem”, comenta. Para a atendente de lanchonete Ravena Rodrigues, 33, a modernização do setor é bem-vinda para os comerciantes da área. “Os clientes reclamavam que empoçava água aqui na frente e ficava ruim para eles entrarem. Esperamos que isso acabe quando a obra ficar totalmente pronta, vai ser muito bom para o movimento de pessoas”, analisa ela, que trabalha na Superquadra Park Sul há quatro anos. Aporte Dos valores investidos, R$ 42,5 milhões são custeados pelo GDF, enquanto os demais R$ 22,5 milhões são pagos por incorporadoras que ergueram prédios residenciais na área e devem repassar os valores como medida compensatória relativa ao Estudo de Impacto de Vizinhança (EIV). As intervenções englobam os setores de Garagens e Concessionárias de Veículos (SGCV), de Oficinas Sul (SOF Sul) e de Múltiplas Atividades Sul (SMAS). Segundo o secretário, o trabalho nas ruas localizadas acima da principal, no sentido da Estrada Parque Indústria e Abastecimento (Epia), é executado pelas incorporadoras. As demais são responsabilidade do GDF. “Na parte de cima, que está ligada com a Epia, as empresas que estão construindo os prédios que vão fazer os serviços, ligando na rede que já foi construída pela secretaria”, explica Casimiro. Os setores de Garagens e Concessionárias de Veículos (SGCV), de Oficinas Sul (SOF Sul) e de Múltiplas Atividades Sul (SMAS) passaram a ser chamados de Superquadra Park Sul em março de 2024. Anteriormente, a região era intitulada como Setor de Oficinas Sul. A nova nomenclatura foi oficializada pelo decreto nº 45.599/2024, publicado no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF).

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Drenar DF é realidade e traz alívio a moradores da Asa Norte

As cenas de ruas alagadas, garagens inundadas e enxurradas que arrastavam tudo pelo caminho na Asa Norte agora fazem parte do passado. Neste sábado (29), o Governo do Distrito Federal (GDF) inaugurou o Drenar DF, maior sistema de captação e escoamento de águas pluviais já implantado na região. Com investimento de R$ 180 milhões, a estrutura foi projetada para acabar de vez com os transtornos causados pelas chuvas e ainda contribuir para a preservação do Lago Paranoá. João Roberto Amaral, de 72 anos, corretor de imóveis, testemunhou ao longo das décadas os desafios enfrentados pelos moradores das quadras iniciais da Asa Norte. “Uma das grandes obras desse governo. Vai acabar com esse flagelo de inundamentos, alagamentos de garagens – tudo aquilo que vivenciávamos quando chovia”, relembra. Com investimento de R$ 180 milhões, a estrutura foi projetada para acabar de vez com os transtornos causados pelas chuvas e ainda contribuir para a preservação do Lago Paranoá | Fotos: Geovana Albuquerque/ Agência Brasília Ele destaca ainda um impacto positivo inesperado: “Atuo na área imobiliária e hoje mesmo estava comentando com um colega sobre a valorização desses imóveis. Existia um temor em morar nessas quadras iniciais exatamente por causa dessas inundações”. A contadora Eunice Malvare, 60, moradora da 209 Norte, compartilha a mesma sensação de alívio. “Melhorou bem ali na 202, onde tinha aquela descida que trazia muita água. A gente também é sócio do Iate Clube e via o impacto das enxurradas: alagava tudo e a água descia com muita força. Já notamos a diferença nessas chuvas e a expectativa dos moradores é deixar no passado essa realidade”, afirma. Página virada Durante a inauguração do programa, o governador Ibaneis Rocha fez questão de destacar a magnitude da obra entregue pelo GDF. “Estamos entregando algo que era impensado para os moradores da Asa Norte e do Distrito Federal: pegar R$ 180 milhões e investir em uma obra de drenagem, que quase não aparece para a população. Mas nós tivemos a coragem de enfrentar; era uma necessidade”, disse. “Uma das grandes obras desse governo. Vai acabar com esse flagelo de inundamentos, alagamentos de garagens – tudo aquilo que vivenciávamos quando chovia”, afirmou João Roberto Amaral, de 72 anos, corretor de imóveis “Brasília se expandiu muito, com muitas obras, especialmente a partir do Autódromo, do Estádio, e essa água vinha toda de lá e desaguava aqui na Asa Norte, causando muito prejuízo e insegurança para a população. A gente vira hoje a página, entrega uma obra dessa importância e já pensando também no futuro para no ano que vem a gente lançar a obra do da segunda fase do Drenar, resolvendo todo o problema da Asa Norte. Drenar em números Com uma rede de tubulação de 7,7 km de extensão, o Drenar DF duplicou a capacidade de escoamento da região, minimizando os impactos das chuvas e reduzindo a pressão sobre o Lago Paranoá. A nova estrutura intercepta a rede antiga em sete pontos estratégicos, aliviando o sistema preexistente e garantindo um fluxo eficiente das águas pluviais. A contadora Eunice Malvare, 60, moradora da 209 Norte, compartilha a mesma sensação de alívio. “Melhorou bem ali na 202, onde tinha aquela descida que trazia muita água” Outro destaque do projeto é a bacia de detenção, que ocupa um terreno de 37 mil m² no Parque Urbano Internacional da Paz, no Setor de Embaixadas Norte. Com capacidade para reter até 96 mil m³ de água, o reservatório reduz a pressão e os resíduos que chegam ao Lago Paranoá, preservando a qualidade da água e a balneabilidade do local. Cartão postal A implantação do Drenar DF também trouxe melhorias urbanas significativas. O Parque Urbano Internacional da Paz, entregue como parte do projeto, se tornou um novo espaço de lazer e convivência para a população, contando com ciclovia, calçadas, praça, estacionamento e áreas arborizadas. Com investimento de R$ 2,2 milhões, o novo cartão postal de Brasília conta com 70 mil m² conta com estacionamento, calçadas, praça homônima, pisos em pedras portuguesas, bancos em concreto, paisagismo com mudas de árvores, 1,1 km de ciclovia e 1,6 mil m² de calçadas. No coração do parque, a bacia de detenção torna o espaço ainda mais acolhedor. O reservatório de 37 mil m² de extensão – equivalente a quatro campos de futebol tradicionais – e com capacidade para reter até 96 mil m³ de água – volume suficiente para abastecer 40 piscinas olímpicas – também tem um importante papel para o meio ambiente. Ao lado dela, está a Praça Internacional da Paz, que tem uma área de 8 mil m². O chão foi construído em relevo com revestimento antiderrapante para dar mais segurança e conforto para os frequentadores. A área é um novo ponto turístico da capital federal e, assim como a Praça dos Cristais, no Setor Militar Urbano, e a Praça das Fontes, na Torre de TV, pode receber ensaios fotográficos e piqueniques, por exemplo.

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Parque Internacional da Paz é o novo cartão-postal dos brasilienses

O Distrito Federal acaba de ganhar um novo ponto de lazer e turismo. O Parque Internacional da Paz, localizado no Setor de Embaixadas Norte, foi entregue neste sábado (29) pelo governador Ibaneis Rocha. Com investimento de R$ 2,2 milhões, o local de 70 mil m² conta com estacionamento, calçadas, praça homônima e abriga a bacia de detenção do Drenar DF, o maior programa de captação e escoamento do Governo do Distrito Federal (GDF). “Sem dúvida nenhuma essa área foi muito bem definida, onde estão sendo plantadas diversas árvores. É mais um local de lazer para as pessoas também curtirem. Então fica tudo muito bonito e entregue, como Brasília merece. Essa é a capital da República e nós temos muito carinho com tudo que a gente faz aqui nesta capital”, afirmou o governador Ibaneis Rocha. Com investimento de R$ 2,2 milhões, o local de 70 mil m² conta com estacionamento, calçadas, praça homônima e abriga a bacia de detenção do Drenar DF | Fotos: Geovana Albuquerque/ Agência Brasília Pisos em pedras portuguesas, bancos em concreto, paisagismo com mudas de árvores, 1,1 km de ciclovia e 1,6 mil m² de calçadas tornam o Parque Internacional da Paz um lugar para contemplar e desfrutar do mais novo cartão-postal de Brasília. No coração do parque, a bacia de detenção torna o espaço ainda mais acolhedor. O reservatório de 37 mil m² de extensão – equivalente a quatro campos de futebol tradicionais – e com capacidade para reter até 96 mil m³ de água – volume suficiente para abastecer 40 piscinas olímpicas – também tem um importante papel para o meio ambiente. “A água captada pelas bocas de lobo vem para a bacia, que tem a função de diminuir a velocidade. Além disso, aqui na bacia há vários dispositivos para melhorar a qualidade da água”, explicou o diretor técnico da Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap), Hamilton Lourenço Filho “A água captada pelas bocas de lobo vem para a bacia, que tem a função de diminuir a velocidade. Além disso, aqui na bacia há vários dispositivos para melhorar a qualidade da água. São filtros que têm a função de decantar e sedimentar essa sujeira. Então, vai ser recolhido todo tipo de material impróprio, impedindo que essas impurezas cheguem ao Lago Paranoá, como acontecia em todos esses anos”, explicou o diretor técnico da Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap), Hamilton Lourenço Filho. O aposentado e atleta Marcos Gustavo Sperandio, de 56 anos, revelou que o fôlego para os treinos semanais ficou até melhor com o novo espaço. “A gente tem um clube de corrida e toda semana treinávamos na rua. Agora com essa bacia e o ambiente do parque fica muito mais bonito, além de seguro, até porque na rua tem o seu perigo. Hoje eu estreei correndo aqui, fiz 18 quilômetros. Foi muito agradável porque é ventilado e bonito. Mais um espaço para o povo brasiliense”, elogiou o corredor. O aposentado e atleta Marcos Gustavo Sperandio, de 56 anos, revelou que o fôlego para os treinos semanais ficou até melhor com o novo espaço Os bancos foram construídos em formato de pentágono para oferecer comodidade aos frequentadores, que poderão sentar e desfrutar do ambiente. As estruturas receberam revestimento em fulget para impermeabilização, técnica que combina cimento, pedras naturais, agregados e resinas, e resulta em uma superfície antiderrapante, garantindo uma estrutura resistente, de alta qualidade e durabilidade. As 249 plantas distribuídas pela área livre do Parque Internacional da Paz compõem o paisagismo do local, que foi pensado para oferecer sombra e frutos aos visitantes. Foram selecionadas magnólias-do-brejo, aroeiras-vermelhas e copaíbas. As frutíferas são aceroleira, pitangueira, amoreira, jabuticabeira e goiabeira. Praça Internacional da Paz Localizada ao lado da bacia de detenção, a Praça Internacional da Paz tem uma área de 8 mil m². O chão foi construído em relevo com revestimento antiderrapante para dar mais segurança e conforto para os frequentadores. A área é um novo ponto turístico da capital federal e, assim como a Praça dos Cristais, no Setor Militar Urbano, e a Praça das Fontes, na Torre de TV, pode receber ensaios fotográficos e piqueniques, por exemplo. Para construir a Praça Internacional da Paz, foram gerados 200 empregos diretos e indiretos. O projeto urbanístico foi desenvolvido pela Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap) e pela Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh), seguindo normas do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).

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Drenar DF: inaugurado o maior sistema de drenagem da história do Distrito Federal

O Governo do Distrito Federal (GDF) inaugurou, neste sábado (29), uma obra histórica para Brasília: o Drenar DF, maior programa de captação e escoamento de águas pluviais da capital do país. Para tirar o projeto do papel, o Executivo local investiu R$ 180 milhões. O novo sistema irá dobrar a capacidade de drenagem da Asa Norte, pondo fim a alagamentos que há anos preocupavam moradores e comerciantes. Presente na inauguração, o governador Ibaneis Rocha destacou que os trabalhos continuam para solucionar, em definitivo, os problemas de drenagem na Asa Norte. “Estamos na fase de atualização dos projetos para fazer a segunda parte do Drenar DF. É uma obra que eu não vou entregar no meu mandato, mas que precisa ser feita para resolver todo o problema da Asa Norte. Temos que pensar na cidade daqui 20 ou 30 anos, e é esse o trabalho que nós temos feito no Distrito Federal.” “Eu estou muito feliz, essa é a segunda maior obra do meu governo, coisa que ninguém acreditava, mas nós entregamos também o túnel de Taguatinga, que era uma promessa antiga dos políticos dessa cidade”, comemorou Ibaneis Rocha. Presente na inauguração, o governador Ibaneis Rocha destacou que os trabalhos continuam para solucionar, em definitivo, os problemas de drenagem na Asa Norte | Foto: Renato Alves/Agência Brasília A rede de tubulação soma 7,7 km de extensão e foi projetada para suportar chuvas intensas e transportar grandes volumes de água até o ponto de escoamento. As galerias começam na altura da Arena BRB (Estádio Nacional Mané Garrincha), seguindo em paralelo às quadras 902 (perto do Colégio Militar), 702, 302, 102, 202 e 402, cruzando a W3 Norte e o Eixo Rodoviário Norte (Eixão), além da via L2 Norte, e chegando à L4 Norte. O sistema atende o início da Asa Norte, com extensão até as quadras 4 e 5. “É uma satisfação a gente conseguir entregar uma obra tão grande e complexa. É um benefício muito grande não só para Asa Norte, mas para todos que transitam por essa região. São 7,7 km de extensão de túneis enterrados, com até 22 metros de profundidade. Com isso a gente consegue captar a água que cai nas das chuvas nesta região”, acrescentou o presidente da Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap), Izidio Santos. “Estamos na fase de atualização dos projetos para fazer a segunda parte do Drenar DF. É uma obra que eu não vou entregar no meu mandato, mas que precisa ser feita para resolver todo o problema da Asa Norte. Temos que pensar na cidade daqui 20 ou 30 anos, e é esse o trabalho que nós temos feito no Distrito Federal” Ibaneis Rocha, governador do Distrito Federal Mais do que solucionar problemas históricos dos moradores da Asa Norte, o Drenar DF contribuirá com a preservação do Lago Paranoá. Isso porque, na ponta final do projeto, está a bacia de detenção. O reservatório tem 37 mil m² de extensão – equivalente a quatro campos de futebol tradicionais – e capacidade para reter até 96 mil m³ de água, volume suficiente para abastecer 40 piscinas olímpicas. “Eu posso dizer que ficou bem melhor do que estávamos prevendo nos projetos. O Drenar DF é uma conquista para Brasília. Aqui marca o fim dos alagamentos na região da Asa Norte”, disse, emocionado, o diretor técnico da Terracap, Hamilton Lourenço Filho. “Fizemos uma rede paralela à existente que duplica a capacidade total do sistema de captação de água. As duas passam a trabalhar em conjunto agora. São 291 bocas de lobo totalmente abertas hoje e 100% da obra concluída e entregue à população do Distrito Federal”, complementou Hamilton. “Essa é uma inauguração histórica. O Drenar DF não é apenas uma grande obra de infraestrutura, é a resposta concreta a um problema que afligia há décadas os moradores da Asa Norte. Com planejamento, investimento e compromisso com a qualidade de vida, conseguimos unir engenharia, preservação ambiental e lazer em um projeto exemplar. Brasília mostra mais uma vez que sabe cuidar da sua população e do seu futuro”, defendeu a vice-governadora Celina Leão. Novo cartão postal Além de mais segurança e infraestrutura, a inauguração também marcou o nascimento de um novo cartão-postal para a cidade: o Parque Urbano Internacional da Paz, um espaço de lazer e contemplação para a população. O parque abriga a bacia de detenção, uma praça homônima, ciclovia, calçada, estacionamento, além de arbustos e árvores frutíferas para sombreamento | Foto: Gabriel Caldeira/Agência Brasília Construído em contrato à parte do sistema de drenagem com investimento na ordem de R$ 2,2 milhões, o espaço de lazer e desporto promete ser o novo point dos brasilienses para fotos e momentos de contemplação da natureza. O parque abriga a bacia de detenção, uma praça homônima, ciclovia, calçada, estacionamento, além de arbustos e árvores frutíferas para sombreamento. O projeto foi desenvolvido pela Terracap em parceria com a Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh-DF) e seguindo exigências do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). As obras Todo o trabalho de construção do novo programa de captação e escoamento foi executado de modo subterrâneo, sem prejudicar a rotina dos cidadãos com a abertura de grandes valas no meio da cidade. As obras foram divididas em cinco lotes e executadas pela Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap). A empreitada foi concluída em etapas. No período mais intenso dos serviços, 35 frentes de trabalho atuavam em todos os lotes de forma simultânea, com registro de 450 empregos diretos e indiretos. Ao longo do percurso, foram construídas 291 bocas de lobo em pontos estratégicos da Asa Norte, selecionados com base em levantamento sobre trechos críticos de alagamento ou de empoçamento. Os dispositivos, que estavam vedados com blocos de tijolo e concreto, começaram a ser abertos nesta quinta-feira (27) – etapa essencial para a liberação do sistema. Para evitar sobrecarga e eventuais transtornos à população, a nova rede de tubulação intercepta a antiga em sete pontos. Os dispositivos de derivação são semelhantes a janelas e permitem que parte do volume captado pela rede antiga seja direcionado para o novo sistema. Além de duplicar a capacidade de escoamento da região, a estratégia otimiza os recursos investidos no projeto e o tempo de execução das obras. Escavação As galerias do Drenar DF seguiram uma técnica que consiste na abertura de poços de visita (PVs) – únicas estruturas à vista –, utilizados para a escavação das galerias subterrâneas. No total, foram abertos 108 PVs, que já estão equipados com tampas de concreto e escadas, e servirão para manutenção, limpeza e inspeção após o início da operação do sistema. As entradas de acesso têm profundidade média de 11,32 metros, e algumas chegam a 21,3 metros de altura – o equivalente a um prédio de seis andares. Após a abertura dos PVs, os operários partiam para a escavação dos túneis. Inicialmente, eram esperadas duas categorias de solo: mole, que esteve presente em quase todo o trecho de 7,7 km do sistema de drenagem, e pouco rígido, verificado em pontos distintos do projeto. Nos dois casos, os técnicos chegaram à conclusão de que a escavação poderia ser manual, com uso de pá, picareta e martelete elétrico. Um terceiro tipo de solo foi identificado durante a escavação do lote 2, próximo à bacia de detenção. Para lidar com o desafio, foi preciso trocar a estratégia: os operários passaram a usar escavadeiras e furadeiras hidráulicas – equipamentos especializados, munidos de brocas, capazes de perfurar e romper solos resistentes. O rompimento do último trecho de solo rígido ocorreu no dia 8 deste mês.

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Drenar DF: Como este GDF destravou a maior obra de drenagem de águas pluviais da capital

O Drenar DF vai modernizar a rede de drenagem da Asa Norte e minimizar os transtornos causados pelas fortes chuvas nas quadras iniciais do bairro. Para que o maior programa de escoamento e captação de águas pluviais saísse do papel, foi necessário enfrentar desafios acumulados ao longo de anos. Foi em 2019 que este Governo do Distrito Federal (GDF) destravou o projeto para viabilizá-lo de forma prática. O programa foi idealizado em 2008, e enfrentou anos de ajustes até ser destravado e realizado pela gestão de Ibaneis Rocha. Uma das principais soluções identificadas foi a construção de uma bacia de detenção para conter o grande volume de águas pluviais. Essa proposta surgiu em 2012, ainda na Secretaria de Obras. A estrutura evidenciou que pequenos reparos à rede de drenagem existente não seriam suficientes para lidar com a sobrecarga do sistema. A bacia de detenção, capacidade para reter até 96 mil m³ de água, terá a função de reduzir a pressão da água que chega ao Lago Paranoá | Foto: Anderson Parreira/Agência Brasília A bacia de detenção terá a função de reduzir a pressão da água que chega ao Lago Paranoá. O reservatório ocupa um terreno de 37 mil m² e está localizado no Parque Urbano Internacional da Paz, no Setor de Embaixadas Norte. Para se ter ideia, essa área equivale a quatro campos de futebol tradicionais. Além disso, o tanque tem capacidade para reter até 96 mil m³ de água, volume suficiente para abastecer 40 piscinas olímpicas. O tanque vai ajudar a manter a qualidade e a balneabilidade do lago, que hoje é considerada adequada em 95% de sua extensão. A estrutura do reservatório será responsável por reter resíduos sólidos, promovendo uma barreira importante contra a poluição. Além disso, também vai contribuir para a redução do assoreamento, mantendo o equilíbrio ambiental do Lago Paranoá. Vontade política O Drenar DF duplicará a capacidade de escoamento da Asa Norte sem modificar a rede existente l | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília Atualmente, os danos provocados pelas chuvas exigem uma mobilização ampla de órgãos como a Companhia Energética de Brasília (CEB), o Serviço de Limpeza Urbana (SLU), a Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap) e a SODF. Essas ações envolvem a recuperação de vias, sistemas de drenagem e serviços emergenciais que, muitas vezes, causam prejuízos ao comércio e aos moradores. Segundo o presidente da Terracap, Izídio Santos, o Drenar DF reflete a “vontade política” deste GDF em enfrentar desafios históricos na região. Com a implantação do Drenar DF, espera-se minimizar esses transtornos e trazer benefícios diretos para a população. “Os transtornos gerados mobilizam vários órgãos para corrigir os problemas. Nós vamos deixar de ter isso. Por isso que o retorno financeiro do programa é incalculável. Quanto custa para o comércio ficar sem funcionar? Quanto custa para os moradores que perderam seus carros? O benefício é muito grande”, reforça Santos. Drenar DF Com um investimento de R$ 180 milhões, o Drenar DF é o maior programa de captação e escoamento de águas pluviais do Governo do Distrito Federal (GDF). O projeto duplicará a capacidade de escoamento da Asa Norte sem modificar a rede existente, dando fim a enchentes recorrentes em todo o período de chuvas. A rede de tubulação começa na altura da Arena BRB Mané Garrincha e vai até o Lago Paranoá, seguindo em paralelo às quadras 902 (perto do Colégio Militar), 702, 302, 102, 202 e 402, cruzando a W3 Norte e o Eixo Rodoviário Norte (Eixão), além da via L2 Norte, e chega à L4 Norte. Concluída a primeira etapa do programa, que abrange as primeiras quadras da Asa Norte, a Terracap deve executar a segunda fase do projeto, que compreende das quadras 4 e 5 às quadras 14 da Asa Norte. O material está em aprovação na Novacap e aguarda recursos. Um terceiro projeto está em estudo para atender as quadras de finais 15 e 16.

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Construídas em pontos estratégicos da Asa Norte, bocas de lobo do Drenar DF já estão prontas

Para possibilitar o escoamento das águas das chuvas para as galerias construídas debaixo da terra, as obras do Drenar DF também incluíram a construção de 291 novas bocas de lobo. Todas as estruturas já estão prontas, mas serão mantidas lacradas com tijolos ou blocos de concreto até que tenha início a operação do sistema de drenagem. Os pontos de instalação foram selecionados estrategicamente durante a fase de elaboração do Drenar DF, a partir de um levantamento que apontou trechos críticos de alagamento ou de empoçamento de água na Asa Norte. Bocas de lobo foram construídas a partir de levantamento sobre trechos críticos de alagamento ou de empoçamento de água na Asa Norte | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília As entradas estão localizadas ao longo dos cinco lotes do projeto, desde as imediações da Arena BRB (Estádio Nacional Mané Garrincha), passando pelas quadras da Asa Norte 902 (perto do Colégio Militar), 702, 302, 102, 202 e 402, cruzando as W3 e W5 Norte e o Eixo Rodoviário Norte (Eixão), além da via L2 Norte, chegando à L4 Norte, próximo ao Setor de Embaixadas Norte. “A rede antiga será mantida e continuará em operação. O que acontece é que nós estamos aliviando o sistema atual com as novas bocas de lobo” Hamilton Lourenço Filho, diretor-técnico da Terracap Segundo o diretor-técnico da Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap), Hamilton Lourenço Filho, foram identificados trechos na região que não contavam com nenhuma estrutura do tipo, como o Setor de Rádio e Televisão Norte (SRTVN) e Via O3 Oeste, próxima à Fundação Hemocentro de Brasília. Ele explica que, na prática, as bocas de lobo continuam descarregando no sistema antigo de captação, que é interceptado em sete pontos. “Em alguns pontos da rede de drenagem foram encontrados trechos de quase 300 metros de via sem nenhuma boca de lobo. Em outros pontos também já sabíamos que eram trechos de alagamento mais forte, como no eixinho, perto do estádio. Todos esses trechos foram reforçados”, salientou o diretor-técnico. O Drenar DF vai duplicar a capacidade do sistema de captação de águas pluviais, sem deixar de lado o que já funciona. “A rede antiga será mantida e continuará em operação. O que acontece é que nós estamos aliviando o sistema atual com as novas bocas de lobo. A sobrecarga do sistema atual é descarregada em sete pontos da rede do Drenar DF; tudo isso para que não ocorram mais alagamentos, enchentes e enxurradas nas quadras iniciais da Asa Norte”, frisa Filho. Etapas Concluída a primeira etapa do programa, que abrange as primeiras quadras da Asa Norte, a Terracap deve executar a segunda fase do projeto, que compreende as quadras 4 e 5 até as quadras 14 da Asa Norte. O material está em aprovação na Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap) e aguarda recursos. Um terceiro projeto está em estudo para atender as quadras de finais 15 e 16. Além do projeto de captação de águas pluviais, o Drenar prevê a criação do Parque Urbano Internacional da Paz, que abrigará a bacia de detenção e uma praça. Com 5 mil m² de área livre, o espaço contará com esculturas e 249 árvores e arbustos, entre espécies para sombreamento, como magnólias-do-brejo, aroeiras-vermelhas e copaíbas, e frutíferas, a exemplo da aceroleira, pitangueira, amoreira, jabuticabeira e goiabeira.  

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Mais de 300 operários atuaram em todas as etapas do Drenar DF

Sondagem de solo, escavação e montagem de túneis – essas são etapas às quais mais de 300 operários se dedicam desde o início das obras do Drenar DF, o maior programa de escoamento e captação de águas pluviais do Governo do Distrito Federal (GDF). Equipes escavam mais de 7 quilômetros de túneis para redirecionamento da água da chuva | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília No auge dos serviços, o projeto contou com 35 equipes trabalhando nos cinco lotes. Os funcionários atuam na escavação dos 7,7 quilômetros de túneis que vão direcionar a água da chuva para a bacia de detenção do Drenar DF, localizada na ponta do projeto, próxima ao Lago Paranoá. “Esse processo fez com que os serviços avançassem de forma simultânea em diferentes lotes, reduzindo prazos e otimizando os recursos disponíveis”, afirma o diretor técnico da Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap), Hamilton Lourenço Filho. A segurança dos mais de 300 trabalhadores também é uma prioridade durante os serviços do Drenar DF. Os equipamentos de proteção individual (EPIs) fazem parte da rotina dos operários. Na lista estão capacetes, luvas e óculos. Foi seguindo todas as normas técnicas de segurança que o projeto não registrou, até o momento, acidentes. O uso dos EPIs é indispensável e protege contra quedas e exposição à poeira, dentre outras situações. Além disso, treinamentos e orientações diárias são realizados para reforçar a importância das medidas de segurança e prevenir acidentes durante as atividades. “Tanto a equipe da Terracap quanto a equipe que supervisiona a obra atuam para que as empresas obedeçam esse planejamento. Tudo isso contribui para que seja um projeto sem acidentes”, reforça Lourenço Filho. Drenar DF Com um investimento de R$ 180 milhões, o Drenar DF vai duplicar a capacidade de drenagem da Asa Norte sem modificar a rede existente, minimizando as enchentes recorrentes em todo o período de chuvas. A rede de tubulação começa na altura da Arena BRB Mané Garrincha e vai até o Lago Paranoá, seguindo em paralelo às quadras da Asa Norte 902 (perto do Colégio Militar), 702, 302, 102, 202 e 402, cruzando a W3 Norte e o Eixo Rodoviário Norte (Eixão), além das vias L2 e L4 Norte.

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Sol Nascente vai ganhar grupamento para bombeiros e sede da administração regional

Região com mais de R$ 630 milhões em investimentos e transformada em cidade em 2019, o Sol Nascente/Pôr do Sol vai ganhar dois importantes equipamentos: uma sede para a administração regional e um grupamento para o Corpo de Bombeiros. A construção de ambos foi autorizada pelo governador Ibaneis Rocha nesta quarta-feira (5) e terá investimento de R$ 8,9 milhões, somadas as duas obras. O governador Ibaneis Rocha anunciou nessa quarta (5) a construção de uma sede para a administração regional e de um grupamento para o Corpo de Bombeiros, no Sol Nascente | Fotos: Renato Alves/Agência Brasília Além de ganhar infraestrutura de drenagem, pavimentação e calçada nos três trechos que dividem a cidade, uma rodoviária, um restaurante comunitário, moradias e uma Casa da Mulher Brasileira que está em vias de ser inaugurada, o Sol Nascente segue a sua transformação dia após dia. Se no início dos anos 2000 o local era uma ocupação que cresceu de forma desordenada, hoje pode ser considerada uma das principais cidades do Distrito Federal, com 95 mil habitantes.  Essa entrega de infraestrutura e equipamentos públicos à população foi valorizada pelo governador Ibaneis Rocha. “Tenho certeza que as obras que nós vamos deixar aqui vão se eternizar na memória de toda a população dessa região. A gente está cuidando também do passado, das lambanças que o governo anterior fez, com obras mal feitas”, disse. “Eu vou sair daqui e vou deixar o meu governo com uma cidade, uma cidade com dignidade, para que o morador daqui bata no peito e diga: ‘Eu moro no Sol Nascente e lá tem tudo’”, completou o chefe do Executivo. Novo grupamento Durante a visita à cidade, o governador Ibaneis Rocha assinou a ordem de serviço para a construção do 42º Grupamento de Bombeiro Militar (GBM) no Sol Nascente. Com uma área de 575,20 m², a unidade terá garagem para viaturas, sala de comunicação e espaços de apoio para o efetivo. O investimento na construção da sede supera R$ 3,2 milhões. O 42º Grupamento de Bombeiro Militar (GBM), no Sol Nascente, terá 575,20 m², com garagem para viaturas, sala de comunicação e espaços de apoio para o efetivo Segundo o Corpo de Bombeiros Militar, a nova sede vai permitir a redução do tempo de resposta às emergências, seguindo o padrão de oito minutos estabelecido pela Matriz Operacional da corporação. Isso resultará também no alívio da demanda do 8º GBM de Ceilândia, responsável por atender a região atualmente.   “O importante para a atuação do Corpo de Bombeiros é o tempo-resposta. E quanto mais quarteis de bombeiros a gente tiver distribuídos, a diminuir esse tempo-resposta, melhor para nossa atuação. Sem contar que a cidade ganha em segurança, ganha em atendimento rápido e adequado para o cidadão”, afirmou o comandante-geral do CBMDF, Leonardo Duarte Raslan.  Moradora do Sol Nascente, a aposentada Margarida Silva dos Santos, 68 anos, afirma que a construção do grupamento traz mais segurança para a região. “É muito bom ter os bombeiros por aqui, porque se a gente precisar eles não terão que vir de longe; o socorro já estará por perto”, avalia.  A aposentada Margarida Silva dos Santos comemora a construção do grupamento do Corpo de Bombeiros na região: “Se a gente precisar eles não terão que vir de longe; o socorro já estará por perto” Sede moderna para a cidade  Quem conhece o Sol Nascente sabe que a sede da administração regional não condiz com o padrão que a cidade merece. A construção de um espaço definitivo terá investimento de R$ 5,7 milhões e será feito por uma empresa contratada pela Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap).  “Essa obra é importantíssima. A Administração Regional do Sol Nascente, desde a sua criação, está numa sede provisória, cuja estrutura é precária. Fizemos um trabalho de levantamento de todas as necessidades do espaço e, agora, ela vai ter todos os requisitos de uma administração regional”, afirmou o presidente da Novacap, Fernando Leite.  A nova sede, que será construída no SHSN Quadra 105, Conjunto Y, AE 01 – Trecho II, vai dispor de quase 30 salas, incluindo espaços para coordenações, diretorias, gabinete e uma sala de reuniões, proporcionando uma melhor qualidade de serviço à população e boas condições de trabalho aos servidores.  Enquanto a obra da nova sede não fica pronta, a administração regional terá um espaço provisório que já está em construção nas proximidades da atual estrutura. Segundo o administrador da cidade, Cláudio Ferreira, a construção dos novos equipamentos reflete o compromisso do GDF com a valorização da região: “A administração é a porta de entrada da comunidade para ter acesso ao GDF. E quando o governo vem até o local e lança essa ordem de serviço, mostra o respeito que o GDF tem com a comunidade e isso traz também mais dignidade para a nossa população”.

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