UPA de Planaltina amplia acesso à prevenção com vacinação e avaliações de saúde
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Uma vacina atrasada, uma pressão acima do normal ou uma alteração na glicemia podem passar despercebidas em meio à correria do dia a dia. Na UPA de Planaltina, uma ação conjunta entre o Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) e a Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) transformou a passagem pela unidade em uma oportunidade para colocar a vacinação em dia e identificar sinais que merecem atenção. Pacientes, acompanhantes e colaboradores puderam atualizar a caderneta de vacinação, aferir a pressão arterial, verificar a glicemia e receber orientações de saúde. Os serviços foram oferecidos em um espaço organizado especialmente para a atividade, sem interferir no fluxo habitual de atendimento da UPA. Pacientes, acompanhantes e colaboradores puderam atualizar a caderneta de vacinação, aferir a pressão arterial, verificar a glicemia e receber orientações de saúde | Foto: Ualisson Noronha/IgesDF A enfermeira Natália Pereira explica que uma equipe foi direcionada exclusivamente para a ação, enquanto os demais profissionais mantiveram a assistência na unidade. “A gente faz essas ações para conscientizar a população sobre a importância de manter as vacinas em dia e também para verificar e alertar caso a pressão ou a glicemia estejam alteradas”, explica. Um alerta antes da urgência A aferição da pressão e o teste de glicemia podem revelar alterações em pessoas que até então desconheciam uma possível condição de saúde. Quando necessário, é realizada uma avaliação inicial e a orientação é procurar equipes de atenção primária para dar continuidade ao acompanhamento. “Quanto mais cedo conseguirmos descobrir e cuidar dessas condições, menor a chance de essa pessoa chegar depois a um pronto-socorro em uma situação mais grave” Rogério Tavares, gestor da UPA de Planaltina “Às vezes, tem paciente que nem sabe que está com uma alteração. Ele chega à unidade, encontra um serviço como esse e a gente consegue identificar. Depois, encaminhamos para a Unidade Básica de Saúde mais próxima da casa dele, onde poderá ter o acompanhamento adequado”, relata o gestor da UPA de Planaltina, Rogério Tavares. “Quanto mais cedo conseguirmos descobrir e cuidar dessas condições, menor a chance de essa pessoa chegar depois a um pronto-socorro em uma situação mais grave”, destaca. A analista de recursos humanos Juliana Fonseca aproveitou a oportunidade para conferir sua situação vacinal. “Eu acho muito importante a iniciativa porque, muitas vezes, a gente não tem tempo para sair e atualizar o cartão de vacina. Ter essa possibilidade aqui facilita para nós, como colaboradores, e também ajuda a população”, comenta. A própria Natália esteve entre os profissionais que atualizaram as doses. “Pela profissão, a gente já precisa estar com o cartão atualizado. Aproveitei para tomar as vacinas contra covid-19 e gripe e deixar tudo certinho”, conta. *Com informações do IgesDF
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Campanha Multivacinação 2026: confira as principais dúvidas sobre a imunização no DF
Aberta em todo o DF na segunda-feira (3), a edição de 2026 da Campanha Nacional de Multivacinação segue até 1º de setembro para imunizar crianças e adolescentes com até 14 anos, 11 meses e 29 dias que ainda estejam com seus esquemas vacinais incompletos. Além desse grupo prioritário, a iniciativa busca proteger pessoas de todas as faixas etárias. O objetivo é garantir a aplicação das doses previstas no calendário de rotina e evitar a reintrodução no território brasileiro de doenças como o sarampo e a poliomielite. O público prioritário é formado por crianças e adolescentes menores de 15 anos, mas pessoas de todas as idades podem se vacinar | Foto: Divulgação Neste ano, a campanha traz ainda uma importante atualização no calendário nacional ao incluir a segunda dose de reforço contra a poliomielite para crianças de 4 anos. O “Dia D de Vacinação” está programado para 22 de agosto, quando as ações serão intensificadas nas unidades básicas de saúde (UBSs) e em pontos comunitários de todas as regiões do DF. Veja abaixo as principais dúvidas a respeito da campanha. O que mudou na vacinação contra a poliomielite? O calendário infantil passou a contar com uma segunda dose de reforço da vacina inativada poliomielite (VIP), aplicada aos 4 anos de idade. Com essa atualização, o esquema contra a doença passa a ser composto por cinco doses: → 1ª dose: aos 2 meses → 2ª dose: aos 4 meses → 3ª dose: aos 6 meses → 1º reforço: aos 15 meses → 2º reforço: aos 4 anos. Quais crianças podem tomar essa nova dose? Crianças menores de 5 anos que ainda não receberam o segundo reforço da vacina contra a poliomielite. Estão dispensadas da dose adicional aquelas que já receberam a vacina VIP ou a oral poliomielite (VOP). A campanha de multivacinação é apenas para crianças e adolescentes? Não. Embora o público prioritário seja formado por crianças e adolescentes menores de 15 anos, a campanha também é uma oportunidade para que pessoas de todas as idades verifiquem a caderneta e recebam as doses recomendadas para sua faixa etária ou condição de saúde. Quais vacinas estão disponíveis? Durante a campanha, estarão disponíveis os imunizantes do calendário de rotina para crianças, adolescentes, adultos e idosos. Também serão ofertadas vacinas contra a influenza, para os grupos prioritários; contra o papilomavírus humano (HPV), para adolescentes e jovens de 15 a 19 anos, na estratégia de resgate; e contra o sarampo, para pessoas elegíveis que necessitem atualizar o esquema vacinal A campanha vai ampliar a vacina da gripe para todo mundo? Não. No Distrito Federal, a vacina contra a influenza continua sendo destinada exclusivamente aos grupos prioritários definidos pelo Ministério da Saúde, como crianças, idosos, gestantes, puérperas, pessoas com comorbidades e outros grupos contemplados pela estratégia nacional. Por que a campanha inclui a vacina de sarampo? O Brasil voltou a registrar casos de sarampo em diferentes estados, além de haver circulação da doença em outros países. Diante do cenário, a campanha busca identificar e proteger pessoas com esquema vacinal incompleto, reduzindo o risco de reintrodução da doença no DF. O último caso confirmado na capital federal ocorreu em 2025, em uma pessoa com histórico de viagem internacional. Onde posso me vacinar? Não é necessário comparecer à UBS de referência. Os locais e os horários de funcionamento estão disponíveis neste link. O que é preciso levar? A caderneta de vacinação e um documento de identificação válido e com foto. Perdi a caderneta. Posso me vacinar? Sim. A ausência da caderneta não impede a vacinação. Sempre que possível, a equipe de saúde consultará os sistemas para verificar o histórico da pessoa e orientar a atualização do esquema. Estou com sintomas de gripe. Posso me vacinar? A vacinação deve ser adiada apenas em caso de febre ou de síndrome gripal em fase aguda. Sintomas leves, como coriza ou tosse discreta, não impedem a vacinação. Em caso de dúvida, a equipe de saúde fará a avaliação na hora do atendimento. E se meu filho receber todas as doses de uma vez, é seguro? Sim. A administração simultânea de diferentes vacinas é segura, recomendada pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI). Além de garantir proteção no momento adequado, essa estratégia reduz o risco de atraso no esquema vacinal e evita oportunidades perdidas. Os imunizantes não sobrecarregam o sistema imunológico nem comprometem a resposta de proteção do organismo. Meu filho pode ter efeitos colaterais? Como qualquer medicamento, podem ocorrer eventos adversos, geralmente leves e transitórios, como dor, vermelhidão ou inchaço no local da aplicação e febre baixa nas primeiras 48 horas após a vacinação. Caso os sintomas sejam intensos, persistam por mais de 48h ou escalem para manifestações que preocupem pais ou responsáveis, a criança deve ser levada à UBS ou a um serviço de saúde para avaliação. O que é o Dia D de Vacinação? É uma estratégia de mobilização para ampliar o acesso às vacinas, com ações em diversos pontos do DF, inclusive em locais de grande circulação de pessoas. Mas não é preciso esperar essa data para se vacinar: as doses ficam disponíveis durante todo o período da campanha.
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Registros de síndromes gripais caem 41,1% na rede pública do DF
O número de atendimentos por síndromes gripais na rede pública do Distrito Federal caiu 41,1% entre janeiro e maio de 2026. Foram 82,7 mil registros neste ano, ante 140,7 mil no mesmo período de 2025, segundo a Secretaria de Saúde (SES-DF). Os casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) recuaram 24% na mesma comparação. A redução ocorreu em um período de vacinação contra doenças respiratórias, orientação sobre sinais de alerta e reforço da procura precoce pelas unidades básicas de saúde (UBSs), fatores que podem estar relacionados à queda. Na UBS 4 do Guará, no Lúcio Costa, a médica Camila Damasceno, referência técnica em medicina da família e comunidade, citou medidas de proteção contra doenças respiratórias, como a atualização da caderneta de vacinação e os cuidados para evitar a transmissão de vírus respiratórios. “Além da vacina contra o VSR [vírus sincicial respiratório], a gente tem a vacina contra a influenza, que todo ano é ofertada nessa época, quando começa a sazonalidade das viroses respiratórias, que aqui no DF é entre março e julho. A vacinação contra a influenza, contra covid-19 e contra o VSR ajuda a reduzir o risco de casos graves, internações e óbitos”, afirmou. A especialista Camila Damasceno alerta: "A vacinação é o principal meio que a gente tem de prevenir casos graves, internações e óbitos" | Fotos: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília A vacina contra o vírus sincicial respiratório é indicada para gestantes a partir da 28ª semana de gravidez. A proteção é transferida da mãe para o bebê durante a gestação e ajuda a reduzir o risco de formas graves de bronquiolite nos primeiros meses de vida. A imunização contra influenza é atualizada anualmente conforme os vírus em circulação. A campanha de 2026 começou em março, voltada aos grupos prioritários: crianças de 6 meses a menores de 6 anos, gestantes, idosos a partir dos 60 anos, pessoas com comorbidades ou deficiência, trabalhadores da saúde, professores e outros públicos com maior exposição ou risco. A vacinação contra a covid-19 segue no calendário para públicos específicos. Idosos a partir dos 60 anos devem receber uma dose a cada seis meses. O imunizante também integra a rotina de gestantes e de crianças de 6 meses a 4 anos, 11 meses e 29 dias. Camila reforçou a importância de manter a caderneta em dia. “A vacinação é o principal meio que a gente tem de prevenir casos graves, internações e óbitos. Procure seu posto de saúde, peça para a equipe olhar sua caderneta de vacinação e veja se está faltando alguma coisa, mas não deixe de se vacinar”, orientou. Quando procurar atendimento médico As UBSs são a porta de entrada para a avaliação dos sintomas respiratórios. Febre por mais de 72 horas, retorno da febre depois de 48 horas sem o sintoma, dificuldade para respirar, respiração acelerada e cansaço são sinais de alerta. Diante deles, a recomendação é procurar atendimento. Fora do horário de funcionamento das UBSs, a orientação é buscar um pronto-socorro. A técnica de laboratório Thainá Stephany Magalhães, 27 anos, foi à UBS 4 do Guará para atualizar a vacinação da filha e já se vacinou contra a gripe. A dose da criança ficou agendada para os próximos dias. Thainá Stephany Magalhães foi se imunizou contra a gripe: "Quando a gente se previne, protege os outros também" “Acho muito importante a vacinação porque previne e, se vier a pegar [gripe], os sintomas ficam mais brandos. Quando a gente se previne, protege os outros também”, disse. “Para as mães, o recado é não ter medo de vacinar. Vai dar tudo certo.” A secretária Dinha Magalhães, 51 anos, também passou pela unidade em busca da vacina. Enquanto aguarda a liberação da vacina para seu grupo, ela mantém o uso de máscara e pretende voltar assim que puder. “Todos os anos eu venho tomar a vacina e, desde que tomo, não fico com aquela gripe horrível. Quem já está na faixa etária deve vir logo. Não tem fila, é rapidinho e não dói”, afirmou. A vacinação é feita nas salas de vacina das UBSs, conforme a faixa etária e o grupo indicado para cada imunizante. É preciso apresentar documento de identificação e, quando possível, a caderneta de vacinação. Grupos prioritários por condição de saúde ou atividade profissional devem levar documento comprobatório, segundo a SES-DF. [LEIA_TAMBEM]Reforço na atenção básica O fortalecimento das UBSs também passa pela ampliação das equipes da rede pública. No início do mês, a governadora Celina Leão autorizou a contratação de 114 médicos de família e comunidade por meio de contratos temporários. Os profissionais vão atuar na Estratégia Saúde da Família, modelo responsável pelo acompanhamento contínuo dos pacientes e pela porta de entrada da população no SUS. A rede também será reforçada com 50 profissionais aprovados em concurso vigente, sendo 45 médicos de diferentes especialidades e cinco psiquiatras, a partir de vagas remanescentes. Ao todo, são 164 médicos para ampliar a capacidade de atendimento da rede pública.
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Centro de Ensino Especial de Planaltina recebe vacinação e ações de cuidado durante comemoração do Dia das Mães
Neste sábado (9), a Secretaria de Saúde (SES-DF) levou vacinação e distribuição de kits de saúde bucal a evento em homenagem ao Dia das Mães, no Centro de Ensino Especial de Planaltina. Além dos serviços de saúde, a programação contou com música ao vivo, lanches, atividades recreativas para as crianças e estandes de artesanato, promovendo integração e acolhimento para as famílias da comunidade escolar. Ao todo, foram 152 doses de vacina aplicadas durante o evento. “A vacinação em escolas representa uma estratégia fundamental de cuidado e promoção da saúde pública, pois, além de contribuir para a construção de uma imunidade coletiva mais efetiva no ambiente escolar, desempenha um importante papel educativo na formação de cidadãos conscientes desde a infância sobre a importância das vacinas e dos cuidados com a saúde”, afirmou o diretor regional de Atenção Primária à Saúde da Região Norte, Alcir Galdino. Oferta de serviços de vacinação e distribuição de kits de saúde bucal durante evento em homenagem ao Dia das Mães promoveu integração e acolhimento | Fotos: Sandro Araújo/Agência Saúde DF Para Galdino, iniciativas como essa fortalecem a prevenção e aproximam os serviços da população. “Fortalece a prevenção de doenças, promove hábitos saudáveis e contribui para a construção de uma sociedade mais protegida, responsável e forma sujeitos alinhados aos objetivos da saúde pública”. A professora Bruna Moura, 38 anos, aproveitou a oportunidade para se vacinar contra a gripe. Integrante do grupo prioritário da campanha, ela ressaltou a importância da ação no ambiente escolar. “Eu acho excelente, principalmente num centro de ensino especial, que é uma comunidade específica. Muitas mães não têm como se locomover para uma unidade de saúde”, comentou. Bruna Moura: “Eu acho excelente [esse tipo de ação], principalmente num centro de Ensino Especial, que é uma comunidade específica” Helen Maressa, 41 anos, também participou da imunização e elogiou a iniciativa de integrar saúde e comunidade em eventos comemorativos. “Eu acho importante, não só para a escola e professores, mas para toda a comunidade escolar. Tem muitas pessoas que não têm acesso ou facilidade de ir num posto para se imunizar”, comentou. “A gente se sente pertencente”, completou. *Com informações da Secretaria de Saúde
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Feira da Guariroba, circuito de vôlei de praia e unidades de saúde terão vacinação neste sábado (2)
A Secretaria de Saúde (SES-DF) terá 49 locais de vacinação neste sábado (2). A lista inclui o circuito mundial de vôlei de praia, no Estacionamento 12 do Parque da Cidade; a Feira da Guariroba, em Ceilândia; o supermercado Fort Atacadista, no Sol Nascente; além de 46 unidades básicas de saúde (UBSs) em todo o Distrito Federal. É possível se imunizar em qualquer posto de atendimento disponível, independente do local de residência. A lista completa com endereços e horários está no site da SES-DF. O público-alvo são pessoas de todas as faixas etárias, considerando o calendário de rotina e os grupos prioritários, como crianças e adolescentes de 10 a 14 anos, que podem receber a vacina contra a dengue; e idosos, crianças de até 5 anos e profissionais de diversas áreas, que podem ser imunizar contra a gripe (influenza). Haverá, ainda, outras vacinas para proteger contra doenças como febre amarela, sarampo, tétano e difteria. Idosos poderão se vacinar contra a gripe (influenza) e ainda tomar doses de outros imunizantes | Foto: Ualisson Noronha/Agência Saúde É importante levar um documento de identidade válido e com foto e, se possível, a caderneta de vacinação. Caso não tenha mais esta última, é possível verificar a situação nas unidades básicas de saúde (UBS) em funcionamento no sábado. As equipes vão conferir os registros e avaliar a aplicação de doses. Não haverá atendimento no domingo (3). Já na segunda-feira (4), as mais de 100 salas de vacinação reabrem em horário normal. *Com informações da Secretaria de Saúde
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Vacina na gestação fortalece a saúde materna e protege o bebê desde os primeiros meses de vida
A gestação marca um período em que o cuidado com a saúde se torna ainda mais essencial e cada escolha pode impactar diretamente o bem-estar da mulher. Entre as medidas mais eficazes está a vacinação, que protege a mãe contra doenças e também ajuda a proteger o bebê antes mesmo do nascimento. A Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) reforça a importância de manter a caderneta em dia ao longo desse período. “A vacinação na gestação é fundamental, porque protege a mãe contra formas graves de doenças infecciosas e reduz o risco de complicações como internações e parto prematuro”, explica a gerente da Central Distrital de Rede de Frio da SES-DF, Tereza Luiza Pereira. A caderneta da gestante, disponível no SUS, traz informações sobre vacinação durante a gestação | Foto: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde DF As recomendações seguem diretrizes do Programa Nacional de Imunizações (PNI) e orientações médicas baseadas em evidências técnico-científicas. Quando a gestante é contaminada, o bebê também pode ser afetado, com riscos que incluem malformações fetais, parto prematuro e aborto espontâneo. A vacinação ajuda a evitar esses cenários e ainda possibilita a transferência de anticorpos pela placenta, levando proteção para os bebês até que estes possam iniciar os esquemas primários de vacinação. Proteção antes do nascimento Com a confirmação da gestação, é fundamental verificar a caderneta de vacinação e organizar as doses indicadas para cada fase. Todos os imunizantes recomendados no calendário de vacinação para gestantes estão disponíveis gratuitamente nas salas de vacina da rede pública do DF. Confira aqui os locais onde os imunizantes estão disponíveis. Imagem: Agência Brasília Algumas vacinas, no entanto, não são indicadas durante a gestação, como tríplice viral, varicela e dengue, além da febre amarela, salvo situações específicas com avaliação médica. “Por isso, é essencial que a gestante procure uma unidade de saúde e receba orientação adequada antes da imunização”, reforça a gestora. Para vacinar, é necessário que a gestante apresente documento com foto, CPF ou cartão do Sistema Único de Saúde (SUS), além da caderneta de vacinação e da gestante. Ainda que não possua a caderneta, a orientação é procurar a UBS mais próxima para que a equipe avalie a situação vacinal e oriente quanto à atualização do esquema das doses. *Com informações da Secretaria de Saúde
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DF aplica quase 60 mil doses de vacinas contra a gripe em três dias
De quarta-feira a sábado da semana passada, a Secretaria de Saúde (SES-DF) aplicou 58.984 vacinas contra o vírus Influenza, causador de quadros graves de gripe. Porém, quem for dos públicos prioritários, porém, ainda pode se imunizar, procurando uma das mais de cem salas de vacinação disponíveis no DF. Fazem parte dos grupos prioritários para vacinação contra a gripe as categorias de professores, trabalhadores de saúde e profissionais de forças armadas e de segurança | Foto: Matheus Oliveira/Agência Saúde-DF “As unidades estão abastecidas e prontas para receber os pacientes”, assegura a gerente da Rede de Frio Central da SES-DF, Tereza Luiza Pereira. A orientação é comparecer com documento de identificação e comprovante de que faz parte de um dos grupos prioritários. No caso dos profissionais, pode ser um contracheque ou crachá. Já pessoas com deficiências ou comorbidades podem levar exames ou relatórios médicos. A vacina contra o vírus Influenza tem duas características importantes. A primeira é sua atualização anual, conforme as cepas circulantes do vírus: em 2026, a vacina é trivalente, protegendo contra as variantes Influenza A/Missouri/11/2025 (H1N1) pdm09, Influenza A/Singapore/GP20238/2024 (H3N2) e Influenza B/Austria/1359417/2021 (B/linhagem Victoria). Por esse motivo, a orientação é tomar a vacina anualmente. [LEIA_TAMBEM]A segunda característica é que a vacina pode ser aplicada em conjunto com outras. Por exemplo: uma criança de 4 anos, no grupo prioritário para receber a vacina contra a influenza, pode tomar o reforço contra a febre amarela, a tríplice bacteriana e a vacina contra a varicela na mesma ocasião, todas recomendadas para essa faixa etária. O mesmo vale para adultos, idosos e gestantes. "Convidamos a população para comparecer com sua caderneta de vacinação”, reforça Tereza Pereira. “As equipes estão preparadas para avaliar a situação vacinal e indicar o que pode ser aplicado.” *Com informações da Secretaria de Saúde
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Cerca de 155 mil vacinas foram aplicadas pelo GDF em mais de mil ações itinerantes em 2025
Febre amarela, tétano, sarampo, covid-19, gripe, coqueluche, pólio... É longa a lista de doenças que podem ser evitadas por meio da vacinação. Por isso, equipes da Secretaria de Saúde (SES-DF) atuam em todo o Distrito Federal para levar imunizantes até as pessoas. A busca ativa percorre praças, escolas, feiras, shoppings, parques, igrejas, supermercados e órgãos públicos. Só em 2025, foram 1,1 mil dessas atividades, chamadas de ações extramuros, totalizando quase 155 mil doses aplicadas. O número alcança, ainda, o trabalho feito pelo Carro da Vacina. “Ao ampliar pontos, horários e formatos de atendimento, a SES-DF busca sensibilizar a população sobre a importância de se vacinar e facilitar o acesso aos imunizantes, protegendo não apenas o indivíduo, mas toda a coletividade”, explica a gerente da Rede de Frio Central da SES-DF, Tereza Luiza Pereira. “É um compromisso que temos com a prevenção de doenças evitáveis e com a promoção da saúde de todos.” A Secretaria de Saúde leva vacinação a praças, escolas, feiras, shoppings, parques, igrejas, supermercados e órgãos públicos | Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde DF Do total de ações, 365 ocorreram em escolas, 550 em locais de grande circulação de pessoas e 170 com o Carro da Vacina. Este último foi desenvolvido em 2022 para percorrer comunidades onde a população tenha dificuldades de ir até uma sala de vacinação por questões de transporte, gastos ou até situação de saúde. Nos dias úteis, mais de cem salas de vacinação funcionam de forma fixa. Cerca de 50 também abrem aos sábados. Essas unidades aplicam a maior parte das doses: foram 1,6 milhão só nos seis primeiros meses de 2025. Proteção mais perto As ações extramuros exercem um papel fundamental na aproximação com públicos que, por diversos motivos, não iriam até as salas fixas. “As iniciativas realizadas em locais de grande circulação, como supermercados, parques e zoológico, têm apresentado resultados positivos em termos de adesão. Esses espaços facilitam o acesso das pessoas à vacinação durante atividades do dia a dia, reduzindo barreiras como tempo e deslocamento”, afirma Pereira. As chamadas ações extramuros permitem que quem tem dificuldades com locomoção seja vacinado Cada ação é planejada detalhadamente. “Nós mapeamos os territórios mais vulneráveis e os locais mais distantes das UBSs [unidades básicas de saúde]. Consideramos também cidades nas quais a população tenha dificuldade de se locomover para acompanhar o calendário básico de vacinação”, ressalta Zildene Bitencourt, chefe do Núcleo de Vigilância Epidemiológica e Imunização em Sol Nascente/Pôr do Sol, Ceilândia e Brazlândia. Foi nessa região que o Carro da Vacina foi criado. Desde 2022, mais de 89 mil doses foram aplicadas somente por meio dessa estratégia. Hoje, estão a bordo do veículo todas as doses previstas no calendário de rotina, com exceção do imunizante contra dengue, que exige período de observação, e da BCG, aplicada em recém-nascidos, ainda nas maternidades. Mobilização e controle Seja no Carro da Vacina, seja nas ações realizadas em locais fixos, é mobilizada uma equipe de pelo menos seis servidores — um enfermeiro, um técnico em enfermagem e quatro servidores para fazer triagem, organização e registros. São utilizadas caixas térmicas e produtos para garantir que cada imunizante fique na temperatura certa e não ocorram perdas. No Carro da Vacina, a população poderá encontrar todas as doses previstas no calendário de rotina de imunização, com exceção da BCG e da vacina contra a dengue “Todas as caixas de vacina têm mapa de controle de temperatura que é verificada e anotada de uma em uma hora, conforme as recomendações técnicas. Já a quantidade de seringas é calculada proporcionalmente ao número de doses que serão levadas para a ação e a via de administração de cada uma”, acrescenta Zildene Bitencourt. [LEIA_TAMBEM]Histórico mais seguro Outra área em que a SES-DF evoluiu foi na questão dos registros vacinais. A pasta sempre orienta levar um documento de identificação com foto e válido e a caderneta de imunização. Contudo, mesmo quem não possui o cartão vacinal pode comparecer às iniciativas ou salas fixas para receber as doses. “Em caso de ausência do cartão ou da caderneta, a equipe de saúde busca os registros nos sistemas de informação disponíveis. Quando não for possível localizar o histórico, o profissional conversa com o usuário e avalia se a vacinação poderá ser realizada no momento”, declara a médica da SES-DF, Gabriela Villar. *Com informações da Secretaria de Saúde
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Vacinação em dia: GDF envia mensagens para reforçar imunização de crianças e adolescentes
Para ampliar a cobertura vacinal e evitar o retorno de doenças graves no Distrito Federal, a Secretaria de Saúde (SES-DF) passou a enviar lembretes pelo aplicativo WhatsApp. As mensagens avisam pais e responsáveis quando há imunizantes atrasados em crianças e adolescentes. Entre outubro de 2024 e agosto deste ano, mais de 2 milhões de alertas já foram enviados. A ação alcançou 769 mil responsáveis; 84% interagiram com as mensagens, e, desses, 78% confirmaram a intenção de levar os filhos para vacinar. As mensagens avisam pais e responsáveis quando há imunizantes atrasados em crianças e adolescentes | Foto: Ualisson Noronha/Agência Saúde DF Os avisos tratam de doses atrasadas que previnem doenças como difteria, tétano, coqueluche, hepatite B, meningite, dengue, pneumonia, poliomielite e diarreias graves. Em cada mensagem, aparecem informações básicas da criança ou adolescente, como nome e último sobrenome, além de dados sobre a imunização que está pendente. [LEIA_TAMBEM]O sistema pergunta automaticamente se a pessoa que recebeu o alerta é a responsável. Se a resposta for “sim”, ela recebe a informação sobre qual vacina está em atraso, a doença que ela previne e o risco de não se imunizar. Na sequência, o sistema questiona em quantos dias a pessoa pretende ir a uma unidade básica de saúde (UBS) para regularizar a situação. É fundamental que os cidadãos respondam às mensagens automáticas, já que o mesmo sistema é utilizado para outros avisos importantes, como consultas e exames. A falta de interação pode levar à interrupção das notificações, inclusive de informações essenciais para a saúde da família. É fundamental que os cidadãos respondam as mensagens automáticas, já que o mesmo sistema é utilizado para outros avisos importantes, como consultas e exames | Foto: Sandro Araújo/ Agência Saúde DF Lembretes que salvam “Atualmente, 50 mil alertas são disparados diariamente. Enquanto houver crianças e adolescentes com pelo menos uma vacina atrasada, enviaremos mensagens aos responsáveis. No futuro, o objetivo é avisar antes mesmo do atraso. Já estudamos também ampliar a estratégia para gestantes e idosos”, afirma a gerente de Qualidade na Atenção Primária da SES-DF, Lídia Glasielle de Oliveira Silva. O cronograma prevê a inclusão de novos imunizantes até 2026, como tetraviral (SCRV), varicela (VAR), ACWY e BCG, entre outros. *Com informações da Secretaria de Saúde (SES-DF)
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Iniciada a vacinação de gestantes contra vírus que causa bronquiolite
A Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) iniciou, nesta quarta-feira (3), a vacinação de gestantes contra o vírus sincicial respiratório (VSR), principal causador da bronquiolite em recém-nascidos. A imunização está sendo realizada nas unidades básicas de saúde (UBSs) do DF. Clique aqui e confira os locais de vacinação. Podem receber o imunizante mulheres a partir da 28ª semana de gravidez. Não há restrição de idade para a mãe. A recomendação é tomar a dose única a cada nova gestação. A meta é vacinar pelo menos 80% do público-alvo e prevenir a bronquiolite em bebês recém-nascidos. A gestante Stéphane Aparecida Ribeiro, 30 anos, foi imunizada assim que foi iniciada a vacinação na UBS 3 de Ceilândia. Para a gestante de 32 semanas, a chegada do imunizante ao Sistema Único de Saúde (SUS) foi muito aguardada. “Fiquei muito feliz, porque é uma vacina muito cara e eu estava ansiosa para chegar no SUS antes de o meu bebê nascer”, comentou. Gestante Stéphane Aparecida Ribeiro, 30, agradeceu a chegada da vacina: "É uma vacina muito cara a eu estava ansiosa para chegar no SUS". Fotos: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde-DF Grávida de 29 semanas, Jádia Barbosa, 27 anos, também demonstrou alívio pela chegada da vacina. “Eu já estava sofrendo, porque estava vendo os valores e eram muito altos. Ainda bem que chegou. É uma vacina muito boa, porque protege o bebê”, declarou. A referência técnica de vacinação da UBS 3, Letícia de Oliveira, explica que além do benefício financeiro para as gestantes e para a saúde dos recém-nascidos, a vacina cumpre um importante papel social. “Há toda uma questão emocional. Porque, para a mulher no puerpério, ter um bebê internado tem um peso psicológico muito forte, às vezes até por ela ter outras crianças em casa sem ter quem cuidar”, comentou. “É muito mais que dinheiro, é uma questão social”, completou. Nas UBSs, as equipes da Secretaria de Saúde também verificam e atualizam a situação vacinal das gestantes, incluindo influenza e covid-19. A vacina contra o VSR pode ser administrada simultaneamente a esses imunizantes. Foi o caso da gestante de 31 semanas Eduarda Mendes, 20 anos, que também recebeu doses da vacina de covid. “Quando vi pelas redes sociais que estava chegando ao SUS, fiquei feliz. Pensei: ‘Tomara que eu tome’, porque protege o bebê contra bronquite”, declarou. Eficácia De acordo com o Ministério da Saúde, a eficácia da estratégia foi comprovada em estudos clínicos que demonstraram que a vacinação materna tem efeito de 81,8% na prevenção de doenças respiratórias graves causadas pelo VSR nos bebês durante os primeiros três meses de nascimento. “A vacina materna contra o vírus sincicial respiratório é muito importante para prevenção da bronquiolite nos bebês. Quando a gestante toma a vacina, por meio da placenta é feita a transferência de anticorpos e o bebê já nasce imunizado”, explica a gerente da Rede de Frio Central da SES-DF, Tereza Luiza Pereira. Imunizante pode ser aplicado em mulheres a partir da 28ª semana de gravidez e tem papel crucial na proteção contra a bronquiolite em bebês recém-nascidos O Distrito Federal foi o primeiro local a receber as vacinas adquiridas pelo Ministério da Saúde, que fechou a compra de 1,8 milhão de doses. Das 673 mil doses do primeiro lote, 9.465 vieram para o DF. A oferta da vacina no SUS, que na rede privada pode custar até R$ 1,5 mil, foi viabilizada por meio de acordo entre o Instituto Butantan e o laboratório produtor, que assegurou a transferência de tecnologia ao Brasil. Com isso, o país passará a fabricar o imunizante, ampliando a autonomia e acesso da população a essa proteção. Vírus sincicial respiratório (VSR) O vírus sincicial respiratório (VSR) é responsável por cerca de 75% dos casos de bronquiolite e 40% dos casos de pneumonia em crianças com menos de 2 anos. A vacina oferece proteção imediata aos recém-nascidos, reduzindo hospitalizações. De acordo com o Ministério da Saúde, de janeiro a 22 de novembro, o Brasil registrou 43,2 mil casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) causados por VSR. Desses casos, a maior concentração de hospitalizações ocorreu em crianças com menos de 2 anos de idade, totalizando mais de 35,5 mil ocorrências, o que representa 82,5% do total de casos de SARG por VSR no período. Como a maioria dos casos é decorrente de infecção viral, não existe um tratamento específico para a bronquiolite. O manejo é baseado apenas no tratamento dos sinais e sintomas que incluem: terapia de suporte, suplementação de oxigênio, hidratação e uso de broncodilatadores (substâncias que promovem a dilatação das pequenas vias aéreas nos pulmões). *Com informações da Secretaria de Segurança do Distrito Federal (SES-DF)
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DF tem 50 locais de imunização neste sábado (29)
Quem estiver com alguma vacina atrasada tem a chance de ficar em dia neste sábado (29). A Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) terá 50 locais de atendimento. A lista completa com endereços e horários está disponível no site da pasta. Um destaque é o Carro da Vacina, que vai percorrer o Núcleo Rural Boa Esperança, em Ceilândia, das 9h às 17h. No mesmo horário, também haverá atendimento no Supermercado Amigão, no Incra 9. Do outro lado do DF, a Administração Regional de São Sebastião terá uma equipe das 8h às 12h. Em todos os locais, recomenda-se levar um documento de identificação válido com foto e a caderneta de imunização | Foto: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde Unidades básicas de saúde localizadas no Plano Piloto, Cruzeiro, Sobradinho II, Itapoã, Paranoá, Santa Maria, Gama, Riacho Fundo II, Recanto das Emas, Samambaia, Núcleo Bandeirante, Candangolândia, Guará, Taguatinga, Ceilândia, Sol Nascente e Brazlândia também irão ofertar vacinas. Em todos os locais, recomenda-se levar um documento de identificação válido com foto e a caderneta de imunização. Em caso de perda, será preciso procurar a sala onde tomou as vacinas e tentar resgatar o histórico. Se não for possível, a pessoa será imunizada de acordo com as doses preconizadas para cada faixa etária, anotadas em um novo cartão. A ausência da caderneta de vacinação não é um impeditivo para se imunizar. Ressalta-se, contudo, que o cartão comprova a situação vacinal do indivíduo, devendo ser guardado junto aos demais documentos pessoais. Não haverá vacinação no domingo (30). Na segunda-feira (1º), mais de 100 salas de vacina voltam ao atendimento normal, a partir das 7h. *Com informações da Secretaria de Saúde
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Mais de 62 mil vacinas foram aplicadas no DF na Campanha Nacional de Multivacinação de outubro
A Campanha Nacional de Multivacinação no Distrito Federal aplicou 62.481 doses de vacinas ao longo de outubro. Voltada principalmente para crianças e adolescentes de até 15 anos, a campanha também contemplou a imunização contra HPV para jovens até 19 anos e sarampo para pessoas de até 59 anos. As vacinas contra a dengue e a de influenza foram as que tiveram o maior número de doses aplicadas no DF. O objetivo da campanha foi atualizar a caderneta de vacinação de crianças e adolescentes e de outros públicos prioritários. O Dia D de mobilização nacional, realizado em 18 de outubro, foi responsável por quase 20% do quantitativo total alcançado | Fotos: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde DF O Dia D de mobilização nacional, realizado em 18 de outubro, foi responsável por quase 20% do quantitativo total alcançado. Com mais de 100 pontos de vacinação e a participação de cerca de 2 mil profissionais de saúde, 11.227 pessoas foram imunizadas, sendo, quase todos, jovens de até 15 anos. [LEIA_TAMBEM]“Isso demonstra a importância dessa estratégia de intensificação da cobertura vacinal. Constatamos muitas pessoas que estavam com o cartão de vacinas atrasado para dengue e influenza, que são extremamente importantes”, destaca a gerente da Rede de Frio Central da Secretaria de Saúde, Tereza Luiza Pereira. Vacinação de rotina Mesmo com o fim da mobilização, a vacinação de rotina continua normalmente. Pais e responsáveis que ainda não levaram crianças e adolescentes para vacinar podem aproveitar para atualizar a caderneta. Basta procurar a Unidade Básica de Saúde mais próxima. *Com informações da SES-DF
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Vacinação: DF tem aumento de 58% nas doses aplicadas
Nos seis primeiros meses deste ano, o Distrito Federal registrou 1.648.564 doses de vacinas aplicadas — um aumento de 58,27% em relação ao mesmo período de 2024, quando foram aplicadas 1.041.611 doses. O crescimento representa mais de 600 mil doses. Campanhas de imunização percorrem todo o DF durante o ano: meta é manter a cobertura em alta | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde-DF Um dos destaques no período foi a vacinação em escolas. A Secretaria de Saúde (SES-DF) promoveu 208 ações em unidades de ensino, com 14.597 doses aplicadas. “A escola é um importante meio de educação e saúde”, pontua Tereza Luiza Pereira, gerente da Rede de Frio Central da SES-DF. “A vacinação no ambiente escolar reforça a importância da imunização junto às famílias”. Outras estratégias também contribuíram para o aumento da cobertura. O Carro da Vacina percorreu ruas de várias regiões do DF, promovendo a busca ativa por pessoas não vacinadas. Além disso, foram montados postos temporários em locais de grande circulação, como supermercados, feiras, shoppings, praças e até no Zoológico. Adolescentes de até 19 anos que ainda não iniciaram o esquema de imunização contra o HPV ainda podem se vacinar Até julho, foram promovidas 136 ações de imunização. “Essas iniciativas ajudam especialmente quem tem dificuldade de ir até uma unidade de saúde durante a semana”, explica Zildene Bittencourt, chefe do Núcleo de Vigilância Epidemiológica e Imunização da Região Oeste da SES-DF. Atualmente, mais de cem unidades básicas de saúde (UBSs) mantêm salas de vacinação em funcionamento no DF. Em 2025, além das vacinas do calendário regular, estão sendo promovidas campanhas contra a dengue — para crianças e adolescentes de 10 a 14 anos — e contra a gripe (influenza), para toda a população a partir de seis meses de idade. Também seguem disponíveis as doses contra o HPV para adolescentes de até 19 anos que ainda não iniciaram o esquema vacinal. Desafios a enfrentar Entre os resultados positivos, destaca-se o aumento das coberturas vacinais em crianças de até dois anos nas imunizações contra poliomielite, rotavírus, hepatite B, meningocócica C, varicela e tríplice viral. A maior elevação foi registrada na vacina pneumocócica 10-valente (Pneumo-10V), que passou de 82,2% para 92,19% de cobertura. [LEIA_TAMBEM]Apesar dos avanços, algumas metas seguem distantes do ideal. É o caso da vacinação contra a dengue, que ainda apresenta baixa cobertura: apenas 56,6% das crianças e adolescentes de 10 a 14 anos receberam a primeira dose, e somente 30,5% completaram o esquema com as duas doses. A meta é vacinar 90% dessa população. Para enfrentar os desafios ainda existentes, a SES-DF iniciou, em julho do ano passado, uma nova frente de busca ativa por meio de mensagens via WhatsApp, alertando pessoas com doses em atraso. A medida busca ampliar o alcance das ações e facilitar o acesso à informação. Especialistas alertam: sem o engajamento da população, os riscos de reintrodução de doenças graves e letais continuam presentes. “A vacinação é um direito garantido, mas também uma responsabilidade coletiva”, reforça o coordenador da Atenção Primária da SES-DF, Fernando Erick. “O cidadão precisa se reconhecer como protagonista na proteção da sua saúde e na prevenção de surtos que colocam todos em risco”. *Com informações da Secretaria de Saúde
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Campanha de imunização contra doenças respiratórias infantis termina em 31 de julho
Termina em 31 de julho a campanha de imunização contra doenças respiratórias infantis do Governo do Distrito Federal (GDF). De acordo com a Secretaria de Saúde (SES-DF), a prevenção neste período é importante para evitar doenças como a bronquiolite viral aguda (BVA), responsável por grande parte das internações de crianças de até 2 anos neste período. No DF, a circulação de vírus respiratórios ocorre predominantemente entre março e julho, acometendo, principalmente, crianças, idosos e pessoas com baixa imunidade. Para assegurar um atendimento mais eficiente às crianças, o GDF investiu em imunizantes como o Nirsevimabe e o Palivizumabe, estratégia fundamental para a prevenção de infecções graves causadas pelo Vírus Sincicial Respiratório (VSR) em crianças com alto risco, como prematuros, e crianças com menos de 2 anos com comorbidades. A imunização contra doenças respiratórias infantis é importante para evitar enfermidades como a bronquiolite viral aguda (BVA) | Foto: Davidyson Damasceno/Arquivo IgesDF O público-alvo do Nirsevimabe são bebês prematuros tardios, entre 32 semanas e 36 semanas e 6 dias de idade gestacional, nascidos a partir de 1º de agosto de 2024. Já o Palivizumabe segue sendo utilizado para os grupos de risco até os 2 anos de idade: prematuros nascidos com menos de 32 semanas, crianças com cardiopatias congênitas, doenças pulmonares crônicas e, mais recentemente, crianças com síndrome de Down, fibrose cística, atrofia muscular espinhal (AME), distrofia muscular de Duchenne, imunodeficiência combinada grave (SCID) e câncer. "Termos uma medicação que protege esses bebês de maior risco contra esse vírus, que é o principal causador de internações nesse período do ano, é realmente um grande avanço" Priscila Domingues, gerente de Serviços de Terapia Intensiva da SES-DF O DF é a primeira unidade da Federação a adquirir o Nirsevimabe para aplicação pelo SUS, como medida preventiva para reduzir complicações e internações de infecções respiratórias em bebês – o que tem impacto direto na ocupação de leitos de UTI pediátrica. Números De fevereiro a julho, 1.949 bebês foram imunizados com Nirsevimabe e 752 imunizados com Palivizumabe, totalizando 2.701 crianças protegidas. Isso quer dizer que a SES sozinha vacinou 64% dos prematuros tardios nascidos a partir de 1º de agosto de 2024 no Distrito Federal, sem levar em conta as imunizações feitas na rede privada. E a pasta ainda conta com doses disponíveis para quem ainda não levou os filhos para imunização. Segundo a gerente de Serviços de Terapia Intensiva da SES, Priscila Domingues, neste ano, foram 1.053 internações de crianças de até 2 anos em UTI só na rede pública de saúde. Ela alerta que o vírus sincicial respiratório é o principal responsável por síndrome gripal e síndrome respiratória aguda grave nessa faixa etária. [LEIA_TAMBEM]“Esse vírus é responsável por uma quantidade enorme de internações, inclusive em UTI”, afirma. “E termos uma medicação que protege esses bebês de maior risco contra esse vírus, que é o principal causador de internações nesse período do ano, é realmente um grande avanço.” Priscila destaca que as vacinas são extremamente seguras e não apresentam efeitos colaterais significativos. “Neste caso, trata-se de imunobiológicos para imunização passiva. Ou seja, o medicamento já tem os anticorpos desejados para proteger a criança”, explica. “Os imunizantes protegem as crianças que tomam e também reduzem a circulação do vírus, protegendo outras crianças”, acrescenta. “Vacinar é seguro, é necessário, é importante, é um ato de amor”. Aumento de casos Desde janeiro até 28 de junho, o Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) – unidade administrada pelo IgesDF e referência em pediatria – notificou 1.102 casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), sendo 60% deles em crianças de 1 a 5 anos. Dentre os casos confirmados, 74,4% testaram positivo para influenza, com necessidade de internação em 27,3%. No mesmo período de 2024, foram registrados 446 casos – um aumento de mais de 147%.
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Brasilienses terão mais de 50 locais para se vacinarem neste sábado (14)
Neste sábado (14), a Secretaria de Saúde (SES-DF) terá mais de 50 pontos de vacinação abertos. Será possível se imunizar com as vacinas do calendário vacinal, exceto a BCG, e principalmente, se proteger com as vacinas contra influenza (gripe), liberada para toda a população acima de 6 meses, e contra o HPV, que ainda está disponível para jovens entre 9 e 19 anos. Mais de 50 pontos de vacinação estarão abertos neste sábado (14) para a população se imunizar contra gripe e HPV, por exemplo | Foto: Ualisson Noronha/Agência Saúde-DF Preste atenção aos locais que estão abertos no fim de semana e horários de cada um. A lista completa está disponível neste link. Para se vacinar, é importante levar um documento e, se disponível, a caderneta de vacinação. A equipe da SES-DF avalia a situação vacinal de cada pessoa e aplica as doses conforme a necessidade. Dependendo do caso, é possível tomar mais de uma vacina. *Com informações da SES-DF
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Carro da Vacina oferta imunização a moradores de São Sebastião
O Carro da Vacina, da Secretaria de Saúde (SES-DF), esteve no bairro Capão Comprido, na região administrativa de São Sebastião, durante este sábado (17). A iniciativa levou aos moradores da região imunizantes previstos no Calendário de Vacinação, além da vacina contra a gripe – já coma oferta ampliada para todos os públicos. Eliene da Silva foi se imunizar: “Nem sempre a gente tem tempo livre para ir até a unidade de saúde, porque a gente trabalha de segunda a sexta, então o Carro da Vacina estar aqui perto de nós durante um sábado foi uma oportunidade maravilhosa” | Fotos: Ualisson Noronha/Agência Saúde A diarista Eliene da Silva, 40 anos, foi uma das beneficiadas pela ação. Assim que soube da presença do Carro da Vacina pelo grupo de mensagens dos moradores da região, tratou de buscar a caderneta do filho Felipe, 12, para saber se estava atualizada. O garoto, que tinha o “dever de casa” feito, aproveitou para junto da mãe proteger-se contra a gripe. “Nem sempre a gente tem tempo livre para ir até a unidade de saúde, porque a gente trabalha de segunda a sexta, então o Carro da Vacina estar aqui perto de nós durante um sábado foi uma oportunidade maravilhosa”, avaliou Eliene. Marciene Neves, com o pequeno Ravi: “Quero dizer para todas as mamães nunca deixarem de levar seus filhos para tomar vacina” Quem também se comprometeu a dar o exemplo à família foi Marciene Neves, 36. Com o filho Ravi Lucca prestes a completar um mês de vida, a diarista levou a filha Ana Sofia, 11, para atualizar o esquema vacinal. Mãe e caçula estão imunizados desde a alta da maternidade. Já a irmã completou a caderneta neste sábado, com a aplicação da ACWY (que protege da doença meningocócica) e da vacina contra a gripe. “Quero dizer para todas as mamães nunca deixarem de levar seus filhos para tomar vacina”, disse Marciene. “Isso é muito importante no mundo em que estamos vivendo, com muitos casos de doença. Vamos nos proteger desde o nascimento!” Ampliação da cobertura Esta foi a segunda vez que o Carro da Vacina percorreu a Região de Saúde Leste, que abrange Paranoá, Itapoã, São Sebastião, Lago Sul, Jardim Botânico e Jardins Mangueiral. No primeiro sábado do mês (3), a equipe composta por profissionais de enfermagem percorreu as habitações da região do Morro da Cruz. Na ocasião, ao longo de todo o dia, foram aplicadas 53 doses de todas as vacinas disponíveis. Desta vez, apenas no período matutino, a equipe superou a soma: somente contra a influenza, foram administradas 50 doses. A proposta teve como inspiração a experiência bem-sucedida na Região de Saúde Oeste, que inclui Brazlândia e Ceilândia. Tanto a Região Leste quanto a Oeste compartilham características que dificultam o acesso da população ao serviço da Atenção Primária em Saúde (APS), como uma extensa área rural e um elevado índice de vulnerabilidade social. Dessa forma, o alcance da cobertura vacinal de determinados imunizantes torna-se sempre um desafio, explica a chefe do Núcleo de Vigilância Epidemiológica (NVEP) da Região de Saúde Leste, Samara Moreira: “A gente precisa lançar mão de novas estratégias para levar mais proteção à população do Distrito Federal. Esse é um instrumento da Secretaria de Saúde que já coleciona ótimos resultados”. De forma complementar, além das campanhas regulares, as equipes das unidades básicas de saúde (UBSs) ainda têm colocado em prática um cronograma mensal de ações extramuros, executadas em espaços públicos com grande circulação de pessoas. Carro da Vacina O Carro da Vacina foi inaugurado em janeiro de 2022, como forma de apoiar a campanha contra a covid-19. Desde de então, a proposta já foi replicada em outras localidades do DF. Além de manter atualizado o cartão de vacinação, o projeto eventualmente oferece testes rápidos para infecções sexualmente transmissíveis (ISTs), como hepatite B e C, sífilis e HIV, juntamente com orientações odontológicas e a entrega de kits bucais para a população vulnerável. Os locais de vacinação dos finais de semana são divulgados semanalmente no site da SES-DF. *Com informações da Secretaria de Saúde
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Carro da Vacina ganha prêmio de experiências bem-sucedidas em saúde
O Carro da Vacina foi premiado como a melhor experiência bem-sucedida apresentada durante o VIII Fórum de Imunização e o V Fórum de Doenças Imunopreveníveis, nesta quinta-feira (3). A iniciativa se destacou por facilitar o acesso a imunizantes por populações vulneráveis das regiões periféricas do Distrito Federal. Mais de 57 mil doses foram aplicadas por meio dessa estratégia. “Conseguimos fazer com que o Carro da Vacina fosse reconhecido em todo o DF. Então, é um orgulho estar aqui representando a equipe que alcançou esse sucesso”, afirmou a chefe da Vigilância Epidemiológica e Imunização (Nvepi) da Região de Saúde Oeste, Zildene Bitencourt. Nessa quinta (3), o Carro da Vacina foi premiado como a melhor experiência bem-sucedida apresentada durante o VIII Fórum de Imunização e o V Fórum de Doenças Imunopreveníveis | Foto: Ualisson Noronha/Agência Saúde-DF Inicialmente pensado para atuar apenas na área de abrangência dessa região, formada por Ceilândia, Brazlândia e Sol Nascente/Pôr do Sol, o Carro da Vacina também já foi levado para ações em outras localidades da capital, como o Eixão do Lazer, a Torre de TV e o Parque da Cidade Sarah Kubitschek. A ação se caracteriza por ser itinerante e proativa: o Carro da Vacina percorre as ruas em baixa velocidade, enquanto a população é convocada com o uso de um megafone. A cada parada, um grupo de pessoas é imunizado e tem sua caderneta de vacinação atualizada. O Carro da Vacina percorre as ruas em baixa velocidade do Distrito Federal, enquanto a população é convocada com o uso de um megafone | Foto: Tony Winston/Arquivo Agência Saúde-DF Ampliação de serviços Na primeira edição do Carro da Vacina, em janeiro de 2022, a ideia foi levar imunizantes contra a covid-19 à população vulnerável de áreas rurais e isoladas em Ceilândia e Sol Nascente. A estratégia conseguiu alcançar moradores de chácaras, idosos, pessoas sem condições de sair de casa, famílias com poucos recursos para se deslocarem até as salas de vacinação e até cidadãos sem conhecimento do direito de acesso aos imunizantes. O projeto evoluiu. O Carro da Vacina passou a ser levado para locais com grande concentração de pessoas. Neste sábado (5), por exemplo, a equipe itinerante estará na Praça da Bíblia e no Centro Olímpico do Setor O, ambos em Ceilândia. Além disso, outros imunizantes passaram a ser oferecidos — hoje, apenas as vacinas contra a dengue e a BCG não estão a bordo do veículo. Das 57,6 mil doses aplicadas até fevereiro de 2025, quase 19 mil foram contra a covid-19 e mais de 38 mil contra a influenza (gripe) e demais vacinas do calendário básico, como HPV, febre amarela, difteria e sarampo. Com mudanças nas necessidades e demandas da Secretaria de Saúde (SES-DF), o projeto também incorporou novas ações. Em junho de 2023, as equipes passaram a oferecer testes rápidos para Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs). Até fevereiro deste ano, foram realizados 19,8 mil testes, com 175 pacientes diagnosticados, incluindo 16 casos de HIV. Nessas situações, a pessoa já recebe acolhimento inicial e orientações para iniciar o tratamento. Em janeiro de 2025, 165 beneficiários do Bolsa Família tiveram seu acompanhamento realizado no próprio Carro da Vacina. Até fevereiro deste ano, 6,5 mil kits de saúde bucal também foram distribuídos aos pacientes. O projeto consegue alcançar moradores de zonas rurais, idosos, pessoas sem condições de sair de casa ou com poucos recursos para se deslocarem até as salas de vacinação | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde-DF Novas realidades Bitencourt destacou o ganho de conhecimento proporcionado pelo Carro da Vacina. Segundo ela, as ações itinerantes permitem aos servidores da SES-DF ampliar a visão de mundo ao descobrirem mais sobre a população local e a realidade de cada um. “Nada melhor que estar em um território para conhecê-lo e, assim, conseguir conceber estratégias”, explica. Para a gestora, ações em regiões com perfil socioeconômico totalmente diferente, como o Plano Piloto, levantam novas questões sobre os desafios que envolvem as coberturas vacinais: “Às vezes, pensamos que as pessoas têm dificuldades para se imunizar por causa do transporte, mas, quando chegamos aos locais, percebemos que não se trata apenas disso”. Além de ser itinerante, o Carro da Vacina é proativo – com a ajuda de um megafone, as pessoas são convocadas para receber os imunizantes | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde-DF Práticas exitosas A premiação obtida pelo projeto Carro da Vacina teve a concorrência de outras experiências exitosas. Entre elas, destacam-se a disponibilização de imunobiológicos especiais em 15 salas de vacinação da Região Sudoeste de Saúde (Vicente Pires, Águas Claras, Arniqueiras, Taguatinga, Samambaia e Recanto das Emas), iniciativa que já beneficiou quase 600 pacientes com condições de saúde específicas. Também foram apresentadas a experiência de investigação de um surto de covid-19 no Hospital Universitário de Brasília (HUB), uma oficina para ampliar os conhecimentos sobre cartões vacinais e o uso de ferramentas digitais para monitoramento epidemiológico. De acordo com o subsecretário de Vigilância à Saúde, Fabiano dos Anjos Martins, o maior resultado alcançado é o compartilhamento das iniciativas e o detalhamento de como cada resultado foi obtido: “Esse prêmio é uma forma de incentivar os profissionais a trazerem para esse espaço soluções bem-sucedidas aos desafios, capazes de serem reproduzidas”. *Com informações da Secretaria de Saúde
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Mais de 250 profissionais e acadêmicos debatem vacinação e doenças imunopreveníveis
Brasília é palco, nestas quarta (2) e quinta-feiras (3), de um dos principais encontros a respeito da vacinação e das doenças imunopreveníveis, isto é, aquelas que podem ser evitadas pela imunização coletiva. O VIII Fórum de Imunização e o V Fórum de Doenças Imunopreveníveis são promovidos pela Secretaria de Saúde (SES-DF) e têm a participação de 250 profissionais das redes pública e privada, além de estudantes e pesquisadores da área. “As estratégias de imunização exigem cada vez mais de nós, como profissionais, novas abordagens para que as pessoas se sintam seguras”, afirma o subsecretário de Vigilância à Saúde, Fabiano dos Anjos Martins. O combate às fake news, a comunicação e o correto esclarecimento tanto da população em geral quanto dos profissionais de saúde estão no foco. “Não podemos deixar de debater estratégias para combater a hesitação vacinal”, completa. Fabiano dos Anjos Martins: “As estratégias de imunização exigem cada vez mais de nós, como profissionais, novas abordagens para que as pessoas se sintam seguras” | Foto: Ualisson Noronha/Agência Saúde-DF A programação inclui temas como monitoramento do sarampo, dengue, poliomielite, coqueluche, pneumonias e doenças respiratórias. Também haverá debates sobre a recusa vacinal, tanto por parte de adultos quanto por pais de crianças. Entre as experiências a serem compartilhadas estão o Carro da Vacina, iniciativa para levar imunizantes a regiões isoladas e socialmente vulneráveis do DF; e o uso de ferramentas digitais para análise epidemiológica e gestão estratégica da vigilância em saúde. Vacinação no DF Somente em 2024, foram aplicadas mais de 2,2 milhões de vacinas na Atenção Primária à Saúde, com destaque para o imunizante contra a gripe, com 792 mil doses administradas. Quase 25 mil doses foram aplicadas em escolas e creches; outras 9,6 mil em atividades itinerantes e 1,3 mil doses foram levadas até abrigos. A SES-DF registrou ainda 2,2 mil vacinas aplicadas em pacientes em cuidados domiciliares. *Com informações da Secretaria de Saúde
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Shopping de Águas Claras recebe vacinação para todas as idades
Na manhã deste sábado (22), o público de um shopping de Águas Claras pôde se vacinar contra várias doenças. A ação da Secretaria de Saúde (SES-DF) em parceria com o Shopping DF Plaza facilitou o acesso às vacinas disponíveis na rede pública para crianças, adolescentes e adultos. A Unidade Básica de Saúde (UBS) 06 de Taguatinga foi a responsável pela ação, que teve também a participação de profissionais de outras unidades da SES-DF. “O local é um ponto estratégico, pois tem fácil acesso, permitindo que os visitantes, desde crianças até adultos, possam se vacinar enquanto fazem compras ou aproveitam o dia. Essa é uma forma de promover saúde pública e ampliar o acesso à população em geral”, disse a gerente da UBS 06, Adriana Mariz. Robson Rosa levou os filhos para atualizar o cartão de vacinas no Shopping DF Plaza | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde O analista de infraestrutura Robson Rosa, 35 anos, levou os filhos para atualizar o cartão de vacinas e destacou a praticidade da ação. “É bem importante porque facilita a nossa vida. A rotina é bem corrida durante a semana e acabamos tendo só o fim de semana para resolver algumas coisas. Quando vimos esse evento, achamos interessante vir porque agiliza a nossa vida e conseguimos deixar as vacinas em dia”, comentou. Foram ofertadas vacinas contra febre amarela, hepatites A e B, covid-19, HPV, rotavírus, entre outras. De acordo com a gerente da UBS 06, a ação também tem o objetivo de sensibilizar a população sobre a importância das vacinas na prevenção de doenças. *Com informações da Secretaria de Saúde
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Saúde do DF reforça vigilância para conter transmissão do sarampo
A Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) apresentou ao Ministério da Saúde, nesta sexta-feira (21), as medidas adotadas diante do primeiro caso de sarampo registrado na capital desde 2020. A atuação rápida da SES-DF foi elogiada. “Brasília respondeu rapidamente ao caso, garantindo o diagnóstico precoce, a busca ativa e o bloqueio vacinal. Essa atuação exemplar deve servir de modelo para outros estados e municípios”, destacou Éder Gatti, diretor do Programa Nacional de Imunizações (PNI), do Ministério da Saúde. A diretora substituta da Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Divep) da SES-DF, Aline Duarte Folle, esclarece que, em casos de suspeita de sarampo, todas as pessoas que estiveram próximas ao paciente são avaliadas, seja no trabalho, seja na escola, seja entre vizinhos ou até mesmo em meios de transporte, como aviões e veículos de aplicativo. “Vamos manter o monitoramento desse grupo de 278 pessoas que tiveram contato com essa paciente até o dia 26 de março”, garante. A cobertura vacinal contra o sarampo no Distrito Federal, em crianças menores de dois anos, é de 97,2% para a primeira dose e de 88,3% para a segunda dose | Foto: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde Durante esse processo de varredura, a vigilância forneceu orientações sobre a doença e todos os investigados, identificou sinais de alerta e verificou a situação vacinal. “Nós implementamos o bloqueio vacinal seletivo — medida que deve ser adotada até 72 horas após a exposição ao vírus para interromper a propagação”, explica a chefe do Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde do Distrito Federal (Cievs-DF), Priscilleyne Reis. Vacinação Dados da Secretaria de Saúde indicam que a cobertura vacinal contra o sarampo no Distrito Federal, em crianças menores de dois anos, é de 97,2% para a primeira dose e de 88,3% para a segunda dose. Pessoas de até 29 anos devem ter duas doses da tríplice viral, enquanto adultos de 30 a 59 anos precisam comprovar pelo menos uma dose. Profissionais de saúde devem apresentar duas doses, independentemente da idade. Em situações de surto, crianças de 6 a 11 meses podem receber uma dose extra, chamada de “dose zero”. A Secretaria de Saúde apresentou o plano de contingência para o primeiro caso de sarampo registrado em Brasília desde 2020 ao Ministério da Saúde | Foto: Ualisson Noronha/Agência Saúde A rede de frio da SES-DF conta com mais de 40 mil doses da vacina contra o sarampo. A gerente da área, Tereza Pereira, reforça a importância da imunização e orienta que aqueles com a caderneta de vacinação desatualizada procurem uma Unidade Básica de Saúde (UBS). “A vacina contra o sarampo é extremamente segura e pode ser aplicada junto com outras. Essa é uma responsabilidade coletiva e, ao receber a tríplice viral, protegemos não apenas a nossa saúde, mas também a de toda a comunidade”, destaca. Primeiro caso A paciente, uma mulher entre 30 e 39 anos com histórico de viagens internacionais, teve os primeiros sintomas em 27 de fevereiro e, no dia 1º de março, apresentou manchas vermelhas características da doença. A confirmação ocorreu após exames laboratoriais realizados no Laboratório Central do Distrito Federal (Lacen-DF) e na Fundação Oswaldo Cruz do Rio de Janeiro (Fiocruz-RJ). A paciente não precisou ser hospitalizada, e a doença evoluiu sem complicações. O sarampo é uma doença infecciosa altamente contagiosa, que já foi uma das principais causas de mortalidade infantil no mundo. Os sintomas incluem tosse seca, irritação nos olhos e mal-estar. Três a cinco dias após o início dos sintomas, surgem manchas vermelhas no rosto e atrás das orelhas, que depois se espalham pelo corpo. A persistência da febre após o aparecimento das manchas pode indicar gravidade, especialmente em crianças menores de cinco anos. A Vigilância Epidemiológica monitora surtos e epidemias em outros países e estados brasileiros. O Distrito Federal conta com um serviço de monitoramento 24 horas para resposta a possíveis eventos de importância para a saúde pública. *Com informações da Secretaria de Saúde
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DF amplia vacinação contra HPV para adolescentes até 19 anos
A partir desta segunda-feira (10), adolescentes de 15 a 19 anos, de ambos os sexos, que não tenham se vacinado contra o papilomavírus humano (HPV, na sigla em inglês), podem comparecer a uma das salas de vacina da Secretaria de Saúde (SES-DF) para garantir a proteção. A ampliação do público é temporária e vai até 14 de junho, quando a dose volta a ser exclusiva para crianças e jovens de 9 a 14 anos. O imunizante protege contra verrugas genitais e alguns tipos de câncer, como os de útero, pênis, boca, ânus e laringe. “A ação pretende levar a vacina para quem não a recebeu na idade indicada e proteger essa faixa etária, que é altamente vulnerável ao HPV”, afirma o chefe da Assessoria de Política de Prevenção e Controle do Câncer (Asccan) da SES-DF, Gustavo Ribas. O imunizante aplicado na rede pública possui eficácia contra quatro sorotipos do vírus | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde-DF Na prática, é uma segunda chance para quem não conseguiu se vacinar na época certa. Na capital federal, há 30 mil doses em estoque. A gerente da Rede de Frio Central da SES-DF, Tereza Luiza Pereira, aponta que, se for necessário mais imunizantes, eles serão solicitados ao Ministério da Saúde. “Iniciamos a aplicação de doses contra o HPV no DF em 2013 e agora vamos possibilitar o acesso para quem já deveria ter sido protegido”, explica Tereza Luiza Pereira. Seja para a faixa etária de 9 a 14 anos, seja para a de 15 a 19 anos, o esquema vacinal é de dose única. O imunizante aplicado na rede pública é quadrivalente, ou seja, possui eficácia contra quatro sorotipos do vírus. Por isso, mesmo adolescentes que já tenham tido contato com algum sorotipo do HPV devem se vacinar. Transmissão O DF tem 30 mil doses da vacina contra o HPV em estoque, mas pode pedir reforço ao Ministério da Saúde, caso seja necessário | Foto: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde-DF O HPV é uma infecção sexualmente transmissível (IST). O vírus é capaz de infectar tanto a pele quanto a mucosa oral, genital e anal de homens e mulheres. Embora a principal forma de transmissão ocorra por via sexual, com penetração desprotegida, ela também pode ocorrer por contato direto entre os órgãos genitais, sem penetração. Apesar de muitos casos serem assintomáticos, o HPV pode levar ao desenvolvimento de verrugas ou lesões que evoluem para o câncer. Mesmo pessoas assintomáticas conseguem transmitir o vírus durante relações sexuais sem o uso de camisinha. Além disso, as lesões podem demorar até 20 anos para aparecer. Onde se vacinar Na hora de se imunizar, é importante levar a caderneta de vacinação e um documento de identidade. A equipe de atendimento também poderá aproveitar a oportunidade para atualizar outras doses que estiverem atrasadas. Caso o adolescente não possua mais seus registros de vacinação, ele receberá todos os imunizantes previstos para sua faixa etária. A lista dos locais de vacinação está disponível no site da SES-DF. *Com informações da Secretaria de Saúde
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GDF envia mensagens pelo WhatsApp para incentivar vacinação contra HPV em jovens
O Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da Secretaria de Saúde (SES-DF) e em parceria com a Secretaria de Economia (Seec-DF), iniciou, neste mês, o envio de mensagens pelo aplicativo WhatsApp para lembrar pais e responsáveis sobre a vacinação contra o papilomavírus humano (HPV). O intuito é aumentar a proteção entre meninos e meninas de 9 a 14 anos. Até o momento, os lembretes alcançaram mais de 46 mil jovens. O índice de cobertura vacinal de HPV no DF ainda não atingiu a meta de 90%, estipulada pelo Ministério da Saúde, principalmente ao observar o público masculino. O último levantamento da SES-DF indica que, em 2024, o percentual estava em 81,5% entre meninas e em 62,9% entre meninos. A meta é aumentar esses números e garantir que mais jovens fiquem protegidos. Cobertura vacinal contra o HPV no DF atinge 81,5% das meninas e 62,9% dos meninos | Fotos: Ualisson Noronha/Agência Brasília A SES-DF lembra aos usuários que as mensagens enviadas não pedem informações pessoais, sigilosas ou restritas. No texto, será perguntado se o portador do número é responsável pelo jovem. Em caso positivo, a próxima pergunta aparece querendo saber se há uma previsão de levar a criança para vacinar. “O foco das mensagens é unicamente lembrar, conscientizar e incentivar os responsáveis sobre a vacinação da criança ou do adolescente” Lucilene Florêncio, secretária de Saúde “Trata-se de um serviço gratuito. Isso quer dizer que não há qualquer pedido de pagamento ou taxa. O foco das mensagens é unicamente lembrar, conscientizar e incentivar os responsáveis sobre a vacinação da criança ou do adolescente”, alerta a secretária de Saúde, Lucilene Florêncio. Na capital federal, a dose está disponível para jovens entre 9 e 14 anos, em mais de 100 pontos de vacinação espalhados pelas regiões de saúde. A lista de locais pode ser conferida neste link. Cobertura A escolha por priorizar a dose contra o HPV é fundamentada em dados históricos de cobertura vacinal. A expectativa é atingir toda a população adolescente do DF considerada como público-alvo. O imunizante é uma medida preventiva, pois auxilia na redução de incidência de cânceres relacionados ao vírus. Há mais de 100 pontos de vacinação contra o HPV no Distrito Federal “O HPV é o sexto imunobiológico considerado pela campanha de mensagens que o GDF implementou – uma abordagem alinhada às recomendações do Ministério da Saúde, que tem investido em canais digitais para disseminar informações sobre imunização e saúde pública”, explica a gerente de Qualidade na Atenção Primária da SES-DF, Lídia Glasielle de Oliveira Silva. Sobre a doença O papilomavírus humano infecta tanto a pele quanto a mucosa oral, genital e anal. Apesar de muitos casos serem assintomáticos, o HPV pode apresentar verrugas ou lesões. Estas, por sua vez, são capazes de evoluírem para um câncer, como o de colo do útero, vulva, vagina, ânus, pênis e orofaringe (parte da garganta que fica atrás da boca). Embora a principal forma de transmissão ocorra por via sexual, com penetração desprotegida, ela também é possível por contato direto entre os órgãos genitais, sem penetração. Os sintomas podem incluir verrugas genitais, lesões precursoras de câncer, infecções respiratórias, coceira ou irritação, e dor associada às verrugas. *Com informações da Secretaria de Saúde
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Mais de 100 pessoas são vacinadas na estreia do Candangão
A Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) imunizou 101 pessoas com todas as vacinas do calendário vacinal, com exceção da BCG e do imunizante contra a dengue, na abertura da 50ª edição do Campeonato Candango, o Candangão 2025. A partida, realizada no Estádio Abadião, em Ceilândia, contou com o Carro da Vacina. Iris Isabele, 26 anos, aproveitou a oportunidade. A torcedora do Ceilândia destacou como a ação facilitou o acesso à imunização. “Durante a semana, é difícil encontrar tempo para ir a uma Unidade Básica de Saúde [UBS]. Achei ótimo, porque vim só para assistir ao jogo e consegui colocar minhas vacinas em dia. Tomei as da gripe e da hepatite, que já estavam atrasadas há muito tempo”, contou. Iris Isabele aproveitou para colocar as vacinas contra a gripe e contra a hepatite em dia | Fotos: Sandro Araújo/Agência Saúde-DF Outro beneficiado foi Michael Rairo, 36, morador de Ceilândia. “Moro aqui perto e aproveitei para regularizar meu cartão de vacinação. Gostei bastante da ideia, achei muito prática e útil”, avaliou. A chefe da Vigilância Epidemiológica e Imunização (NVEPI) da região de saúde oeste (Brazlândia, Ceilândia e Sol Nascente/Pôr do Sol), Zildene Bitencourt, ressaltou que o projeto itinerante da SES-DF tem cronograma extenso para 2025. “Nesta semana, realizamos uma busca ativa na população do Sol Nascente. Agora, o Carro da Vacina também dará suporte no acompanhamento de saúde dos beneficiários do Programa Bolsa Família”, completou. *Com informações da SES-DF
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GDF intensifica cobertura vacinal como estratégia de combate à dengue
O Distrito Federal começou janeiro de 2025 com redução de 97,5% nos casos de dengue, com 196 casos prováveis contra 8.828 prováveis referentes ao mesmo período do ano passado. Os dados são significativos – graças a ações de prevenção e combate executadas por este GDF. Mesmo assim, segundo o boletim epidemiológico de dezembro de 2024, a cobertura vacinal contra a doença no DF ainda está abaixo do esperado: apenas 46% de crianças e adolescentes de 10 a 14 anos tomaram a primeira dose da vacina, o que representa 84.089 imunizados; e apenas 18% tomaram a segunda, um total de 34.616. “A vacinação contra a dengue é mais uma estratégia que vem no combate à doença junto às outras ações da Secretaria de Saúde (SES-DF), como as armadilhas para o mosquito e o apoio da comunidade para evitar criadouros. Ela consiste em duas doses de vacina para o grupo que foi preconizado pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI), as crianças e os adolescentes de 10 a 14 anos, por ser a faixa em que ocorreram mais hospitalizações e óbitos dentro do contexto nacional”, revela a gerente substituta da Rede de Frio da SES, Karine Castro. Secretaria de Saúde convoca a população para ir até o posto de saúde para iniciar ou completar o esquema vacinal e se prevenir contra a dengue | Fotos: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília Atualmente, o DF tem cerca de 30 mil doses no estoque da Central de Rede de Frio para serem usados na imunização do grupo prioritário. A vacinação está disponível nas unidades básicas de saúde (UBSs) em duas doses (Confira os locais de vacinação). O intervalo entre as doses é de três meses. “O ideal é que o ciclo seja completado dentro do prazo de três meses, a não ser que a pessoa seja acometida pela doença, o que amplia o intervalo para seis meses. Mas é importante dizer que ela também é efetiva a qualquer tempo, desde que seja aplicada a segunda dose”, comenta Karina. “Por isso convocamos a população para ir até o posto de saúde para iniciar ou completar o esquema vacinal. Apesar dos baixíssimos números de infecção da doença este ano, o período de chuva vai perdurar por um tempo e temos que continuar em alerta para prevenir a dengue. A vacinação vem como uma estratégia”, acrescenta. A cobertura vacinal contra a doença no DF ainda está abaixo do esperado: apenas 46% de crianças e adolescentes de 10 a 14 anos tomaram a primeira dose da vacina e somente 18% tomaram a segunda dose Assim que a vacinação abriu para crianças de 10 a 14 anos, a servidora pública Amanda Freire levou o filho Luis Felipe, 11 anos. “Me senti aliviada de ele ter ficado dentro da faixa etária contemplada na vacinação da rede pública. Foi um alívio e um privilégio que ele possa ter se vacinado de graça porque o ano passado foi difícil, com um grande número de casos e de mortos”, afirma. Amanda lembra que imunizou o filho logo nas primeiras semanas e encontrou a unidade básica de saúde com filas pequenas. “Foi bem rápido. Tinha algumas crianças com os pais, mas o atendimento andou depressa. Às vezes a gente acaba deixando para depois pensando que vai estar cheio e que vai ser demorado. Mas pelo contrário, costuma ser rápido. A sensação de dever cumprido e alívio depois compensa”, complementa.
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Imunização no DF alcança altos índices de cobertura vacinal em 2024
Os índices de cobertura vacinal em crianças de até um ano de idade no Distrito Federal foram os maiores dos últimos três anos. Até agosto de 2024, as doses de BCG – protege contra as formas graves da tuberculose, inclusive a meningite tuberculosa -, hepatite B ao nascer, meningo C (meningite e meningococcemia) e a primeira da tríplice viral alcançaram 100% de cobertura. Comparado a 2023, também houve um aumento no percentual de outros imunizantes como rotavírus, poliomielite e febre amarela. O acesso ampliado a vacinas é, segundo a secretária de Saúde, Lucilene Florêncio, uma importante ferramenta para o bem-estar da sociedade. “A imunização é uma das estratégias mais eficazes de proteção da saúde pública, prevenindo doenças, controlando surtos e salvando vidas. Elas evitam hospitalizações, óbitos e que enfermidades já erradicadas retornem ao nosso território”, lembra. Mais de 2 milhões de doses de vacinas foram aplicadas em pessoas de todas as faixas etárias em 2024 no DF | Foto Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde-DF Ações fora das salas de vacina e busca ativa por parte dos profissionais de saúde também mostraram resultados. De janeiro ao início de dezembro deste ano, foram aplicadas mais de 2,2 milhões de doses de rotina, especiais e de campanhas para todas as faixas etárias, como covid-19 e gripe (influenza). São esses servidores que orientam as famílias sobre esquemas vacinais e promovem o amparo coletivo, especialmente em escolas públicas e unidades básicas de saúde (UBSs). “Mas ainda não chegamos lá [em todas as metas]. Precisamos que os responsáveis compareçam, levem os filhos e o cartão de vacina. Para várias dessas doses, falta muito pouco alcançar os índices” Tereza Luíza Pereira, gerente da Rede de Frio da SES-DF “Na linha de frente da prevenção, os trabalhadores da Atenção Primária do DF transformam cada dose de vacina em proteção, cuidado e esperança para toda a comunidade”, aponta a coordenadora de Atenção Primária à Saúde (Coaps), da Secretaria de Saúde (SES-DF), Sandra Araújo de França. Busca ativa Um dos principais públicos da busca feita pelos profissionais da pasta são crianças e adolescentes. O Programa Saúde na Escola (PSE), do Ministério da Saúde (MS), por exemplo, promove o bem-estar no ambiente educacional. Por meio de uma parceria entre a SES-DF e a Secretaria de Educação (SEEDF), estudantes recebem informações e têm acesso facilitado aos imunizantes. Neste ano, foram mais de 58 mil doses aplicadas em cerca de 500 ações nas escolas públicas da capital. Os servidores não pararam por aí. Entre julho e agosto de 2024, as equipes de saúde tocaram as campainhas de 4,7 mil imóveis espalhados por todo o DF. O objetivo era conferir os esquemas de vacinação das crianças e, se fosse o caso, realizar a aplicação da dose ali mesmo. Na bolsa térmica que carregavam, os principais imunizantes do calendário de rotina; por exemplo: contra a poliomielite e o sarampo. Vacina contra a dengue, disponível na rede pública desde fevereiro de 2024, é aplicada em crianças e adolescentes de 10 a 14 anos | Foto: Ualisson Noronha/Agência Saúde-DF A tecnologia foi também uma aliada da vacinação com o envio de mensagens de WhatsApp sobre doses atrasadas do público infantojuvenil. Iniciado em julho deste ano, o projeto, contudo, não manda ou pede dados sigilosos; apenas informa e incentiva os responsáveis a levarem seus filhos aos pontos de imunização. Segundo a gerente da Rede de Frio da SES-DF, Tereza Luíza Pereira, o engajamento da população e dos pais é fundamental para que a proteção coletiva funcione. “Se a pessoa não vê a doença, ela acha que não existe. Mas ainda não chegamos lá [em todas as metas]. Precisamos que os responsáveis compareçam, levem os filhos e o cartão de vacina. Para várias dessas doses, falta muito pouco alcançar os índices”, explica. Vacinação extramuros Ao longo deste ano, não bastassem as 151 salas de vacina, a SES-DF facilitou ainda mais o acesso aos imunizantes, levando doses a espaços de grande circulação. Foram mais de 300 ações em feiras, shoppings, mercados, parques, igrejas, zoológico, órgãos públicos e rodoviária. Somado às escolas e ao Carro da Vacina, como resultado em 2024, as equipes aplicaram 127 mil vacinas fora das UBSs. Mais de 127 mil doses foram aplicadas fora de unidades de saúde | Foto: Ualisson Noronha/Agência Saúde-DF Para alcançar ainda mais pessoas, a imunização recebeu um dia só dela no DF. Em 13 de abril, o Dia D de Vacinação contou com mais de 90 locais de atendimento, registrando 14 mil doses aplicadas em um único dia. Alguns pontos também foram disponibilizados em eventos públicos, como o GDF Mais Perto do Cidadão e o Saúde Mais Perto do Cidadão, e em outros tradicionais como Pentecostes e o Festival Capital Moto Week. Modificações no calendário “O período de chuvas constantes acende o alerta para que o esquema seja completado. Continuem imunizando e protegendo seus filhos” Lucilene Florêncio, secretária de Saúde O ano de 2024 trouxe também mudanças no calendário de rotina. Em 4 de novembro, a vacina contra a poliomielite, conhecida como “gotinha” por via oral, passou a ser ofertada apenas de forma injetável. O novo esquema vacinal é em três doses, aos 2, 4 e 6 meses; e uma dose de reforço aos 15 meses da criança. A gerente da Rede de Frio explica que a mudança se deu por recomendação internacional. “Assim como com a varíola, a Organização Mundial de Saúde (OMS) tem o objetivo de erradicar a pólio do planeta”, completa. Ela explica ainda que, em 2025, a ideia é atualizar o plano contra a poliomielite com a nova realidade do imunizante. Essa alteração, no entanto, não tira a importância do personagem querido das crianças. “A gotinha teve um papel fundamental no controle da pólio. Sua suspensão, contudo, não significa a aposentadoria do Zé Gotinha, que continua como o principal símbolo da saúde no país”, ressalta a secretária de Saúde, Lucilene Florêncio. Decisão do Ministério da Saúde (MS), o imunizante contra a covid-19 passou a integrar o Calendário Nacional de Vacinação para gestantes e idosos, bem como para crianças de 6 meses a 4 anos. A medida foi tomada com base em evidências científicas mundiais e dados epidemiológicos de casos e óbitos pela doença no país. Outra diferença foi a ampliação do acesso a imunobiológicos especiais indicados a pessoas em condições específicas, como imunocomprometidos, pessoas vivendo com o vírus da imunodeficiência humana (HIV), diabéticos, cardiopatas, pneumopatas (pulmões), nefropatas (rins), prematuros, dentre outros. O serviço já era disponibilizado nas salas de vacina dos hospitais regionais da Asa Norte (Hran), Ceilândia (HRC), Taguatinga (HRT) e Gama (HRG). Neste ano, passou a ser ofertado também em 26 UBSs, além do Centro de Referência de Imunobiológicos Especiais (Crie), localizado no Hospital Materno Infantil de Brasília (Hmib). Resposta à epidemia Frente aos altos índices no início do ano, uma nova vacina entrou no rol da saúde pública: a da dengue. Com orientação do MS, o imunizante foi disponibilizado para a faixa etária de 10 e 11 anos. No primeiro dia da campanha, em 9 de fevereiro, 3,6 mil doses foram aplicadas. Mais tarde, o público-alvo foi ampliado para crianças e adolescentes de 10 a 14 anos, mantendo-se até hoje. Apesar de a SES-DF ter superado a marca de 100 mil doses contra a dengue, cerca de 84,4% desse grupo estão com o esquema vacinal incompleto. De acordo com os dados da pasta, somente 46% dessa faixa etária tomaram a primeira dose e 18,9% completaram o ciclo com a segunda aplicação. A meta é chegar a 90%. Ainda há 35 mil doses em estoque na Rede de Frio Central (GRF). “O período de chuvas constantes acende o alerta para que o esquema seja completado. Continuem imunizando e protegendo seus filhos”, reforça a secretária de Saúde. *Com informações da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF)
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Brasil recebe certificação de ‘País Livre do Sarampo’; DF não registra caso há quatro anos
O Brasil recebeu a certificação de “País Livre do Sarampo”, concedida pela Organização Pan-Americana de Saúde (Opas). Há mais de dois anos, o País não registra nenhum caso de transmissão da doença. O DF está há quatro sem ocorrências, sendo a última em fevereiro de 2020. Há mais de dois anos sem registrar nenhum caso de transmissão da doença e com o DF há quatro sem ocorrências, sendo a última em fevereiro de 2020, o Brasil recebeu a certificação de ‘País Livre do Sarampo’ | Foto: Ualisson Noronha/Agência Saúde-DF Presente na solenidade desta terça-feira (12), e representando o Conselho Nacional dos Secretários de Saúde (Conass), a secretária de Saúde do Distrito Federal, Lucilene Florêncio, destacou que a imunização tem sido uma prioridade para os estados. “Estamos em um movimento nacional pelo aumento da cobertura vacinal, onde as equipes buscam ativamente pelas pessoas, levando doses às feiras, escolas, mercados, shoppings”, detalhou. As campanhas e as estratégias externas realizadas pela pasta, contudo, precisam de reforços da população na procura por imunizantes. Em 2023, a cobertura vacinal contra o sarampo no DF chegou a 73,7% para a segunda dose do imunizante e a 89,5% para a primeira aplicação. Os índices estão abaixo da meta estabelecida pelo Ministério da Saúde (MS), de 95%. A secretária de Saúde do Distrito Federal, Lucilene Florêncio, que representou o Conselho Nacional dos Secretários de Saúde, destacou que a imunização tem sido uma prioridade para os estados Quando se fala em cobertura vacinal, o percentual se refere à proporção da sociedade que recebe as doses recomendadas pelos programas de imunização. Essa métrica é fundamental para avaliar a efetividade das políticas públicas de saúde e sua capacidade de prevenir doenças imunopreveníveis. O DF tem mais de 100 salas de vacinação com o imunizante disponível. A lista está disponível no site da pasta. Recertificação Em 2016, o Brasil já havia conquistado o título de “País Livre do Sarampo”, mas o vírus reapareceu, a partir de 2018, após baixa na cobertura vacinal e migrações de estrangeiros. Os casos decaíram e a última aparição da doença ocorreu em 2022, no Amapá. A ministra de Saúde, Nísia Trindade, ressaltou como o envolvimento de diferentes participantes foi fundamental para alcançar a certificação novamente. “É um movimento nacional de gestores, da comunidade científica, dos professores, do parlamento. É fruto de muitas discussões”, declarou. Para o diretor da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), Jarbas Barbosa, a recertificação é um marco importante, mas o monitoramento deve permanecer: “O sarampo pode ser uma doença muito grave, principalmente às crianças mais pobres ou com problemas imunológicos. O trabalho é manter essa eliminação e a cobertura vacinal elevada”, avaliou. O evento contou ainda com a participação do presidente da Frente Parlamentar em Defesa da Vacina, deputado Dorinaldo Malafaia, o secretário-adjunto da Secretaria de Vigilância em Saúde Ambiente, Rivaldo Cunha, o presidente do Conselho Nacional de Saúde, Fernando Pigatto, e o presidente da Câmara Técnica Nacional de Especialistas, Renato Kfouri. Exemplo para o mundo Além da certificação referente ao sarampo no Brasil, as américas se destacaram em outras questões importantes à saúde pública. Em 2024, o continente celebrou 30 anos sem poliomielite e se destacou como a região que mais se recuperou da pandemia, em termos de cobertura vacinal. *Com informações da SES-DF
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Saúde leva serviços para expansão de Samambaia
A população da área de expansão de Samambaia, já próximo à rodovia DF-180, teve acesso a diversos serviços públicos neste sábado (5). Em parceria com o Conselho de Saúde de Samambaia, a Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) levou para a Escola Classe 431 (EC 431) atendimento médico, imunização, testes e exames. “É um lugar distante, de alta vulnerabilidade, em que a população precisa que a Saúde vá lá. E a intenção da Secretaria é sempre estar cada vez mais próximo da população”, afirma a secretária de Saúde, Lucilene Florêncio. Essa facilidade de atendimento era o principal pedido do aposentado Juvenal Teixeira, 75 anos. Com dores nas pernas, ele teve consulta com um ortopedista. “Facilitou muito ser atendido aqui. O médico já me passou remédios”, conta. Atendimentos especializados beneficiaram moradores como Juvenal Teixeira, que precisava de consulta com ortopedista | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde-DF Já a atendente Isabela Câmara, 22 anos, aproveitou a oportunidade para atualizar a caderneta de vacinação dos filhos João Miguel e Jade Manuela, de quatro e cinco anos. “Tenho que vacinar por causa da preservação deles. Agora pode não ter nada, mas e depois, no futuro?”, disse a jovem mãe. As crianças se animaram também com a visita do Zé Gotinha. No local havia profissionais de clínica médica, ginecologia, pediatria, odontologia e cardiologia, dentre outros serviços. Servidores da Policlínica e do Hospital Regional de Taguatinga levaram equipamentos como um eletrocardiograma, o que permitiu agilizar os atendimentos. “Conseguimos identificar os pacientes que têm maior necessidade de tratamento”, afirma a cardiologista do HRT, Márcia Rodrigues. O presidente do Conselho de Saúde de Samambaia, Joel dos Santos Abreu, explica que a ação social ocorre desde 2001 e se caracteriza por ser integrada aos serviços públicos. “Todo atendimento médico é inserido no sistema da Secretaria de Saúde e entra no prontuário do paciente”, ressalta. Abreu também ressaltou a participação de voluntários e de outras instituições parceiras, como o Sesc, a Universidade de Brasília (UnB) e a Defensoria Pública. O evento teve a expectativa de participação de duas mil pessoas ao longo do dia. *Com informações da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF)
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Ação contra raiva animal já aplicou mais de 49 mil doses antirrábicas
A Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) já aplicou mais de 49 mil vacinas antirrábicas em cães e gatos desde janeiro até sábado (21). “A Campanha Contra a Raiva Animal visa manter o DF livre dessa doença. Por isso, é importante que a população leve seus pets para a vacinação anual”, afirma o subsecretário de Vigilância à Saúde da SES-DF, Fabiano dos Anjos Martins. O estudante Alexandre Gonçalves levou seu cão Ted para ser vacinado em São Sebastião: “Ele é nosso mascote, não dá pra descuidar” | Fotos: Divulgação/ Agência Saúde-DF A raiva, uma doença que pode ser transmitida de animais infectados para humanos, tem um índice de letalidade próximo de 100%. A campanha continua até o dia 28 de setembro, com 166 locais de atendimento, como escolas, pet shops, condomínios, praças, administrações regionais, feiras e unidades de saúde. A lista completa com endereços e horários está disponível no site da Secretaria. Esse serviço é gratuito e pode vacinar animais a partir de três meses de idade, exceto fêmeas prenhas ou em fase de amamentação. O estudante Alexandre Gonçalves levou seu cão Ted, um caramelo de 9 anos, para ser vacinado em um dos nove postos de imunização de São Sebastião. “Sempre trago ele para vacinar e cuido bem da alimentação. Ele é nosso mascote, não dá pra descuidar”, relata. Leishmaniose O chefe da Vigilância Ambiental de São Sebastião, Milton Lopes Coutinho, ressaltou que a região possui muitos assentamentos, o que demanda atenção especial aos animais de pequeno e grande porte: “Aqui é uma área endêmica para leishmaniose, por isso adotamos cuidados extras para prevenir a doença”. Entre janeiro e julho deste ano, 583 cães foram testados para leishmaniose visceral pela Zoonoses, e 80 apresentaram resultado positivo. Chefe da Vigilância Ambiental de São Sebastião, Milton Lopes Coutinho, ressaltou: “Aqui é uma área endêmica para leishmaniose, por isso adotamos cuidados extras para prevenir a doença A leishmaniose é uma doença infecciosa, não contagiosa, que afeta cães, gatos, humanos e animais silvestres, transmitida pela picada do mosquito-palha. O mosquito se reproduz em matéria orgânica em decomposição, como troncos, folhas e frutas. Coutinho destaca a importância da prevenção: “É fundamental que as pessoas mantenham seus quintais limpos, evitem trilhas e exposição em áreas com o mosquito, especialmente no final da tarde e início da noite, e façam uso de repelentes”. As principais medidas de prevenção incluem o controle dos vetores, limpeza de locais com cães, proteção individual, diagnóstico precoce, tratamento adequado, manejo ambiental e educação em saúde. *Com informações da Secretaria de Saúde
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DF terá 14 locais de vacinação neste feriado de 7 de setembro
A Secretaria de Saúde (SES-DF) disponibiliza 14 locais de atendimento à população neste sábado (7), dia do feriado da Independência do Brasil. A lista completa com endereços, horários e vacinas disponíveis pode ser acessada no site da pasta. Em todos os locais de atendimento haverá disponibilidade de doses contra a gripe para bebês a partir de seis meses, crianças, adolescentes, adultos e idosos. | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde-DF Um dos destaques do feriado será a disponibilidade de vacinas no evento “GDF Mais Perto do Cidadão”, que ocorre no Centro Cultural de Samambaia Sul, das 9h às 12h. Sol Nascente, Taguatinga, Estrutural, Guará, Candangolândia, Núcleo Bandeirante, Riacho Fundo I e II, Gama e o Núcleo Rural Cariru também terão pontos de imunização. Em todos os locais de atendimento haverá disponibilidade de doses contra a gripe para bebês a partir de seis meses, crianças, adolescentes, adultos e idosos. Já os imunizantes para doenças como coqueluche, tétano, febre amarela e sarampo serão aplicados conforme o calendário vacinal. As doses contra a covid-19 estarão disponíveis para quem fizer parte dos grupos prioritários. Por fim, em 11 locais crianças e adolescentes de 10 a 14 anos poderão tomar a primeira ou a segunda dose da vacina em combate à dengue. Em todos os casos, a orientação é levar um documento com foto e, se possível, a caderneta de imunização ou registros da situação vacinal. As equipes estão preparadas para atualizar os esquemas conforme a necessidade. No domingo (8) não haverá imunização. Na segunda-feira (9), as mais de cem salas de vacina do DF reabrem para atendimento. Vacinação antirrábica Neste sábado (7), cães e gatos com pelo menos três meses poderão ser vacinados contra a raiva. Haverá atendimento no “GDF Mais Perto do Cidadão”, das 9h às 12h, no Centro Cultural de Samambaia Sul, e no Lago Oeste, das 9h às 16h. No domingo (8), a imunização dos animais ocorre no Serviço Social do Comércio (Sesc) de Taguatinga Sul, das 9h às 14h. Saiba mais no site da SES-DF. *Com informações da SES-DF
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Vacinas contra coqueluche, tétano, covid-19 e outras doenças estão disponíveis neste sábado (27)
Neste sábado (27), a população do Distrito Federal terá a oportunidade de se vacinar contra várias doenças, como coqueluche, tétano, influenza e outras. As vacinas estarão disponíveis em 45 locais de atendimento, de acordo com a faixa etária, conforme o calendário vacinal e os grupos prioritários, no caso da covid-19. Haverá unidades básicas de saúde (UBSs) com salas de vacina em funcionamento em 17 regiões administrativas. Em Vicente Pires, uma equipe fará aplicação de vacinas em um supermercado, já Ceilândia receberá o Carro da Vacina no Condomínio Agrícola Lucena Roriz. Confira todos os locais de vacinação. Vacinação está disponível para pessoas de todas as faixas etárias, conforme o calendário vacinal | Foto: Divulgação/SES-DF A orientação é que as pessoas compareçam com documento de identificação e, se possível, cartão de vacina. As equipes de saúde estão preparadas para indicar qual vacina poderá ser aplicada, de acordo com os esquemas vacinais preconizados. A vacina contra a gripe (influenza) está disponível para bebês a partir dos seis meses, crianças de todas as idades, adolescentes, adultos e idosos. Nas UBSs também ocorrerá a aplicação do imunizante contra a dengue, exclusivo para crianças e adolescentes de 10 a 14 anos, seja para primeira ou segunda dose. *Com informações da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF)
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Servidores e colaboradores da Antaq são vacinados contra covid-19 e gripe
A Secretaria de Saúde (SES-DF) levou imunização aos trabalhadores da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) nesta quinta-feira (25). As vacinas para influenza foram aplicadas no público geral, enquanto as de covid-19 eram destinadas aos públicos prioritários, como pessoas com comorbidades, gestantes e puérperas, pessoas acima de 60 anos e outros. Ao todo, foram aplicadas 101 doses. Ação na Antaq é mais uma das iniciativas de vacinação extramuros realizadas pela SES-DF | Foto: Ualisson Noronha, da Agência Saúde-DF Para a funcionária da Antaq Julia Costa Fonseca, 37, a vacinação representa uma atitude de cuidado, principalmente em épocas de frio. “É muito importante para cuidar um dos outros e evitar ficar doente”, comentou após ser vacinada contra influenza. Helena Cunha, enfermeira da equipe que realizava as imunizações, explicou que a ação é uma forma de atingir o público que não tem disponibilidade de horários para ir até uma sala de vacina: “Muitas pessoas têm dificuldades com o trabalho, com os compromissos e não têm tempo de se vacinar. Assim, conseguimos ir até essas pessoas.” A ação na Antaq é mais uma iniciativa da estratégia de vacinação extramuros promovida pela SES-DF, que tem como objetivo levar a imunização a pontos estratégicos do DF. A ação aproxima o serviço da população para ampliar a cobertura vacinal por meio da busca ativa. *Com informações da SES
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Rubéola: vacinação é medida principal para evitar retorno da doença
A vacinação é a principal estratégia para prevenir a rubéola, doença altamente contagiosa causada por vírus. No Distrito Federal, foram aplicadas 13.642 doses da primeira dose da vacina tríplice viral de janeiro a maio deste ano. Dados do relatório gerencial de vacinação do e-SUS em 2024 indicam que a segunda dose atingiu 11.412 pessoas. Implementado em 1992, o imunizante foi fundamental para a eliminação da rubéola no país, além de proteger também contra caxumba e sarampo. “O esquema vacinal da tríplice viral é composto por duas doses. O DF alcançou uma cobertura vacinal de 96% para a primeira dose e 81% para a segunda. É de grande importância cumprir todo o esquema para atingir níveis satisfatórios de imunidade”, defende a gerente substituta da Rede de Frio da Secretaria de Saúde (SES-DF), Karine Castro. Vacinação é principal estratégia para prevenir a rubéola, doença altamente contagiosa causada por vírus | Foto: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde-DF Segundo a especialista, a primeira dose da tríplice viral deve ser aplicada com um ano, e a segunda, com 15 meses. Adolescentes e adultos também devem se vacinar. “Está com o esquema vacinal incompleto? Procure uma sala de vacinação e atualize seu cartão”, alerta. Tainane Martins, 28 anos, recebeu o reforço da tríplice viral. “São doenças pesadas, né? Eu nunca tive sarampo, caxumba ou rubéola, mas sei que é coisa muito séria. Agora estou protegida”, conta, aliviada. A responsável técnica da sala de vacina da Unidade Básica de Saúde (UBS) 1 da Estrutural, Eslaine de Carvalho, foi quem completou o esquema vacinal de Tainane. A servidora explica que a paciente não tinha cartão de vacina da infância, só o de pré-natal. “Ela só tem de hepatite e tétano no cartão, então a gente fez tríplice viral, febre amarela e gripe hoje”, relata. Tainane saiu da UBS segura. Tainane saiu da UBS 1 da Estrutural segura: “São doenças pesadas, né? Eu nunca tive sarampo, caxumba ou rubéola, mas sei que é coisa muito séria. Agora estou protegida” | Foto: Ualisson Noronha/Agência Saúde-DF Embora a maioria dos casos não cause sintomas graves, a doença pode ser particularmente perigosa para crianças e mulheres grávidas, pois pode causar malformações congênitas no feto, entre outros problemas. De acordo com dados do Ministério da Saúde (MS), antes da vacinação ser implementada globalmente, na década de 1980, a rubéola causava 2,6 milhões de mortes por ano no mundo. A transmissão do vírus ocorre pelo contato com secreções do nariz e garganta de pessoas infectadas, que espalham a doença ao tossir, falar, respirar ou espirrar. *Com informações da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF)
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GDF começa a enviar mensagens para reforçar vacinação de crianças
Neste mês, a Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES) começou a enviar mensagens de texto aos responsáveis para reforçar a vacinação de crianças menores de 1 ano. Nesta primeira fase, mais de 4 mil mensagens serão enviadas pelo WhatsApp para 3,2 mil responsáveis, com o intuito de realizar uma busca ativa de crianças que estão com o cartão de vacinação desatualizado. Ao receber a mensagem, usuário deve sempre observar se o remetente tem a marca oficial do GDF e o selo de verificação | Foto: Ualisson Noronha/Agência Saúde As mensagens não vão pedir nenhuma informação pessoal, nem solicitar informações sigilosas ou restritas. No texto já constarão os dados da criança – nome e último sobrenome. Além disso, o serviço não envia nenhum documento ou anexo suspeito. Como forma de precaução, o usuário deve sempre observar se a mensagem enviada tem a marca oficial do GDF e o selo de verificação da conta. “A vacinação precoce protege contra doenças que podem ter consequências severas ou fatais em crianças, além de ajudar a prevenir a propagação” Sandra Araújo, coordenadora de Atenção Primária da SES Por meio de interação automática, o sistema perguntará se a pessoa que atendeu o telefone é a responsável pela criança. Em caso positivo, será informado sobre qual vacina está em atraso, contra qual doença protege e qual o risco de não receber o imunizante. Por fim, é questionado se a criança será levada para vacinação ainda nesta semana. O objetivo é incentivar que a garotada com menos de 1 ano de idade seja levada para atualizar a caderneta e aumentar a cobertura vacinal, em especial contra difteria, tétano, coqueluche, hepatite B, influenza B, poliomielite e pneumocócica 10. “A maior parte das vacinas é administrada em crianças, porque essa faixa etária é especialmente vulnerável a doenças infecciosas graves”, explica a coordenadora de Atenção Primária da SES, Sandra Araújo. “A vacinação precoce protege contra doenças que podem ter consequências severas ou fatais em crianças, além de ajudar a prevenir a propagação.” Estratégia Para encontrar os pacientes, foram levantados dados de crianças entre 6 meses e 1 ano de idade que não possuíam o registro da terceira dose das vacinas penta, poliomielite e pneumo10. O levantamento também incluiu crianças nas faixas etárias elegíveis para primeira ou segunda dose de rotavírus. Desde a pandemia, a SES tem buscado novas estratégias para melhorar as coberturas vacinais e evitar a reentrada de doenças graves no DF. O serviço de mensagens surge como ferramenta para o projeto de busca ativa de vacinação da Atenção Primária, após a verificação da eficiência deste tipo de canal. “As mensagens via WhatsApp são amplamente acessíveis e ágeis, garantindo que informações cruciais sobre vacinação sejam entregues de forma direta e oportuna”, reforça Sandra Araújo. “Além disso, permitem interação entre o cidadão e a Secretaria de Saúde para avaliação da intenção do responsável em vacinar a criança, contribuindo para o sucesso de iniciativas de imunização em larga escala.” A partir do resultado desse projeto-piloto, a expectativa é ampliar e automatizar o envio de mensagens para toda a população que esteja com alguma vacina não registrada. Confira aqui os locais de vacinação disponíveis em todo o DF. *Com informações da Secretaria de Saúde do DF
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DF registra aumento na cobertura vacinal dos principais imunizantes para crianças de até 1 ano
A adesão à vacinação de crianças aumentou no Distrito Federal no último um ano e meio. Segundo dados da Secretaria de Saúde (SES-DF), os quatro principais imunizantes do calendário vacinal de crianças de até 1 ano tiveram crescimento na cobertura: pentavalente, poliomielite, pneumocócica 10 e tríplice viral. A alta ajudou a retirar o Brasil da lista dos 20 países com mais crianças não vacinadas, segundo o mais recente relatório da Organização Mundial da Saúde e do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) sobre imunização. “O Distrito Federal acompanha o Brasil nesse ritmo de crescimento da vacinação. Percebemos desde 2023 um aumento das nossas coberturas vacinas, principalmente, de quatro imunizantes que são preconizados pelo Ministério da Saúde para crianças até um ano. Esse ano também já registramos um aumento desses imunobiológicos e esperamos continuar crescendo”, destaca a gerente substituta da Rede de Frio da SES-DF, Karine Castro. A tríplice viral, que imuniza para sarampo, rubéola e caxumba, já bateu 96% da cobertura vacinal só este ano, quando foram aplicadas quase 14 mil doses | Foto: Arquivo/Agência Saúde No DF, as vacinas pentavalente (contra difteria, tétano, coqueluche, hepatite B e infecções causadas pela bactéria H. influenzae tipo B) e da paralisia infantil (pólio) foram as que registraram o crescimento mais constante no número de aplicação de doses entre os anos de 2022 e 2024. Entre janeiro e maio deste ano já foram administradas cerca de 12 mil imunizantes de cada uma delas, o que corresponde a 85% da cobertura vacinal. No ano passado, as vacinas atingiram 82% de cobertura, enquanto em 2022, o valor era de 78%. A tríplice viral, que imuniza para sarampo, rubéola e caxumba, já bateu 96% da cobertura vacinal só este ano, quando foram aplicadas quase 14 mil doses. Em 2023, a cobertura vacinal do imunizante estava em 88% e, em 2023, bateu 90%. Já a pneumocócica 10 está quase atingindo 12 mil doses aplicadas, o equivalente a 83% da cobertura. No ano passado, a cobertura do imunizante chegou a 87% e no ano anterior 84%. Várias ações do Governo do Distrito Federal (GDF) têm sido empregadas para melhorar os índices. Entre elas, a vacinação nas escolas, o horário estendido das unidades básicas de saúde (UBS) – com funcionamento noturno e aos sábados –, o carro da vacina – que circula por áreas de vulnerabilidade e difícil acesso –, e a vacinação extramuro, que ocorre em locais como shoppings, feiras, zoológico e igrejas. Dora Rios Rocha, aos 2 meses de idade: a menina nunca perdeu uma vacina na unidade básica de saúde (UBS) 2 da Asa Norte, na 114/115 “Lançamos mão de várias estratégias no DF e temos tentado nos aproximar da população. Uma ação que deu muito certo em 2023 foi a vacinação nas escolas. Vacinamos intensamente e observamos um aumento significativo. Também conseguimos bons números com o carro da vacinação que tem levado imunizantes a muitos locais do Distrito Federal quase todo final de semana”, destaca a gerente. Todo um trabalho de conscientização também tem sido feito para que a população voltasse a confiar na imunização infantil. “Quanto mais pessoas vacinadas menor a possibilidade de disseminação de doenças. Também temos que levar em consideração que as crianças são um público mais vulnerável. Então, elas precisam ser vacinadas e também precisam que as pessoas de seu convívio sejam vacinadas. Criança, adolescente ou adulto, todos têm que estar imunizados para evitar a volta de algumas doenças”, reforça Karine Castro. A empreendedora Ana Carolina Lemos Rios, 35 anos, conta que faz questão de atualizar a caderneta vacinal da filha, Dora Rios Rocha, 7 anos. Desde bebezinha, a menina nunca perdeu uma vacina na unidade básica de saúde (UBS) 2 da Asa Norte, na 114/115. Com dois meses já estava imunizada contra BCG, hepatite B, poliomielite (VIP/VOP), pentavalente, rotavírus e pneumocócica. “Sempre segui todos os calendários certinhos. Tenho consciência de que a vacinação é muito importante, não só no âmbito individual, mas coletivo para evitar epidemias devastadoras”, afirma a mãe.
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Brasilienses terão mais de 40 locais para se vacinarem neste sábado (29)
A Secretaria de Saúde (SES-DF) irá disponibilizar neste sábado (29) 44 pontos de vacinação por todo o Distrito Federal. Serão doses contra a gripe (influenza) para bebês, jovens, adultos e idosos; a covid-19 em grupos prioritários; e outras doenças listadas no calendário de rotina, como febre amarela, tétano, sarampo, papilomavírus humano (HPV) etc. Não haverá apenas a BCG. Unidades ofertam doses contra gripe, covid-19, entre outras doenças, do calendário de rotina. Em alguns desses locais, jovens e crianças poderão receber a vacina da dengue | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde-DF Algumas unidades irão oferecer também a primeira ou a segunda dose contra a dengue, disponibilizadas a crianças e adolescentes de 10 a 14 anos, conforme estabelecido pelo Ministério da Saúde. A lista completa com endereços e horários dos pontos de vacinação está disponível no site da pasta. Para aumentar ainda mais a cobertura, uma equipe de saúde leva também imunizantes à Igreja Evangélica Assembleia de Deus, no Núcleo Rural, em Monjolinho, até às 17h. Em todos os locais, a orientação é levar o documento de identidade com o CPF e, se possível, a caderneta de vacinação. Os profissionais da SES-DF irão analisar o histórico e fazer a atualização dos esquemas. Portanto, mais de uma dose poderá ser aplicada na mesma ocasião, se necessário. *Com informações da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF)
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Parceria promove vacinação de servidores da Educação contra a gripe
Nesta quarta-feira (26), uma ação conjunta das secretarias de Educação (SEE) e de Saúde (SES) do Distrito Federal promoveu a vacinação dos servidores contra o vírus da influenza. A campanha faz parte das ações de qualidade de vida e bem-estar no trabalho, promovida pela Subsecretaria de Gestão de Pessoas da SEEDF, em parceria com a Saúde, com o objetivo de intensificar a proteção da população contra a gripe. A vacinação se iniciou às 8h e vai até as 17h, no Espaço da Mulher, na sede da SEE. Cerca de 200 servidores se vacinaram pela manhã. A subsecretária de Gestão de Pessoas, Ana Paula Aguiar, esteve no local pela manhã e destacou o alcance da ação feita com servidores da Educação. A vacinação aconteceu durante todo o dia no Espaço da Mulher, na sede da SEE | Fotos: Mary Leal/SEE “A educação é a base da mudança. Quando trazemos uma ação dessa para a sede da secretaria, temos um efeito em cadeia. A ideia vai se expandindo para as regionais de ensino, das regionais para as escolas e isso vai se solidificando para toda a sociedade. Nós temos quase meio milhão de estudantes na rede pública e cada estudante tem uma família por trás, daí você consegue imaginar o alcance dessa ação de saúde do servidor”, ressaltou a gestora. Com essa parceria estratégica, as secretarias de Saúde e Educação reafirmam o compromisso com a saúde pública e a segurança dos profissionais que desempenham um papel vital na formação e desenvolvimento de crianças e jovens na rede pública de ensino. A analista de políticas públicas da SEE Alana Costa ressaltou a importância da vacinação no ambiente de trabalho. “Eu achei essa ação aqui maravilhosa, porque há meses eu programo uma ida ao posto de saúde e não consigo, por não ter tempo. E, hoje, poder vacinar aqui, de forma rápida e segura, facilitou muito a minha vida”, disse. A servidora Alana Costa elogiou a ação que permitiu que os servidores se vacinassem de forma rápida Vacinação contra a influenza A campanha de vacinação contra a influenza foi iniciada no Distrito Federal em 19 de março de 2024, inicialmente para públicos prioritários. No entanto, no início de maio, a campanha foi ampliada para todos os públicos e passou a disponibilizar vacinas para bebês acima dos 6 meses, crianças, adolescentes, adultos e idosos. Todas as pessoas devem comparecer a um local de vacinação com caderneta de vacinação e documento de identificação. Uma das metas das campanhas itinerantes é facilitar o acesso às vacinas, segundo a coordenadora de Atenção Primária à Saúde (Coaps) da SES, Sandra Araújo. “O objetivo é ampliar o acesso do usuário aos serviços, possibilitando a ampliação da cobertura vacinal da população, bem como garantindo a oferta de outros serviços em seu local de trabalho”, explicou a gestora. *Com informações da Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEE)
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Parceria com o GDF leva vacinação a servidores do Ministério do Trabalho e Emprego
Nesta terça-feira (25), a Secretaria de Saúde (SES-DF) promoveu campanha de vacinação para os servidores do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). A iniciativa, fruto de parceria com o órgão federal, disponibilizou vacinas contra a covid-19, para os grupos prioritários, e contra a influenza, para o público em geral que ainda não se vacinou este ano. A campanha buscou reforçar a importância da saúde preventiva e favorecer o acesso às doses. Segundo a enfermeira da SES-DF, Luísa Siqueira, o inverno é o período do ano mais propenso à incidência das síndromes gripais, por isso é preciso realizar a imunização. “Estamos em uma época sazonal de gripe, por isso a importância da prevenção”, explica a responsável pela ação. Um dos objetivos da campanha foi promover a atualização do cartão de vacina dos profissionais do órgão federal. Foto: Ualisson Noronha/ Agência Saúde-DF A iniciativa fez sucesso entre os profissionais da pasta federal. Na primeira hora de campanha, cerca de 30 pessoas já haviam sido vacinadas. A servidora Bruna Carvalho era uma das primeiras da fila. “A iniciativa facilita bastante porque a gente não consegue sair durante o horário de trabalho para ir ao posto de saúde. Sendo aqui, já ficamos imunizados”, disse. “Ao trazer a imunização para o local de trabalho, conseguimos ampliar a cobertura vacinal e elevar o índice de imunização”, completa Luísa Siqueira. Vacinação itinerante A SES-DF tem promovido parcerias com órgãos públicos com o objetivo de intensificar a proteção da população contra doenças. Além do MTE, já foram realizadas ações no Supremo Tribunal Federal (STF) e no Senado Federal. *Com informações da Secretaria de Saúde
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DF tem Dia D de vacinação contra pólio e imunização para diferentes idades
Alinhada à campanha nacional, a Secretaria de Saúde (SES-DF) promove, neste sábado (8), o Dia D de vacinação contra a poliomielite, doença que causa paralisia infantil. Com foco em crianças abaixo de 5 anos, a meta é atingir 95% do público elegível. No Distrito Federal, a estimativa da população prioritária para a imunização é de 177,3 mil crianças. Para alcançar essa cobertura, a pasta deve disponibilizar mais de 90 locais de atendimento. Objetivo do Dia D é atingir 95% da imunização em crianças menores de 5 anos. No DF, o público-alvo chega a mais de 177 mil | Foto: Breno Esaki/Arquivo Agência Saúde-DF “A ação busca resgatar as crianças não vacinadas, evitando que a poliomielite retorne ao nosso território. A imunização é a única forma de prevenir”, defende a gerente da Rede de Frios da SES-DF, Tereza Luiza Pereira. Para receber as gotinhas, pais e responsáveis devem levar o cartão de vacinação e o documento de identidade dos pequenos. Mesmo que o cartão vacinal esteja atualizado, é necessário que a criança retorne para tomar a dose extra. Vale destacar ainda que esta é a última campanha utilizando gotas. A partir do segundo semestre, os reforços serão injetáveis. Proteção a todas as idades Apesar do foco em poliomielite, a SES-DF irá ampliar a imunização no DF no Dia D. Serão doses também contra gripe, covid-19, dengue, hepatite, meningite, pneumonia, sarampo, febre amarela, HPV, hepatite B, tétano e difteria (vacina dT), febre amarela e a tríplice viral. A única que não estará disponível será a BCG. Na prática, haverá vacina para todas as idades, de bebês a idosos, sempre seguindo o calendário de rotina, as faixas etárias e os grupos prioritários estabelecidos pelo Ministério da Saúde. Poliomielite A poliomielite é uma doença contagiosa aguda causada por um vírus que pode infectar crianças e adultos, por meio do contato direto com fezes ou secreções eliminadas pela boca das pessoas doentes. Em casos mais graves, pode ocasionar paralisia dos membros inferiores. O período de incubação varia de dois a 30 dias. O mais comum é de sete a 12 dias. A maior parte das infecções pelo vírus apresenta poucos sintomas ou nenhum. As sequelas motoras deixadas pela doença, contudo, refletem em dores nas articulações, pé torto, no qual a pessoa não consegue andar porque o calcanhar não encosta no chão, crescimento diferente das pernas, osteoporose, paralisia de uma das pernas, entre outros. *Com informações da SES-DF
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Dia D contra a pólio tem mais de 90 locais de imunização neste sábado (8)
O Dia D de Vacinação nacional contra a pólio será ampliado no DF. Imunizantes também em combate a gripe, covid-19, dengue e outras doenças serão aplicados em mais de 90 locais de atendimento. Na prática, haverá doses para todas as idades, de bebês a idosos, sempre seguindo o calendário de rotina, as faixas etárias e os grupos prioritários estabelecidos pelo Ministério da Saúde. “É dia de vacinar toda a família. O foco são as crianças de 1 ano a menores de 5 anos, público-alvo da dose contra a pólio. Porém vamos aproveitar para oferecer outras imunizantes a todos que precisam atualizar seus cartões”, afirma a secretária de Saúde, Lucilene Florêncio. A pasta fez uma ampla operação logística para garantir os estoques. A orientação para todos os públicos é levar um documento de identidade e a caderneta de vacinação | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília Além da pólio, crianças poderão tomar doses contra hepatite, meningite, pneumonia, sarampo, febre amarela, sempre conforme o calendário de vacinação. Meninos e meninas de 9 a 14 anos recebem imunizantes contra o papilomavírus humano (HPV). Já as crianças e adolescentes de 10 a 14 anos podem se vacinar contra a dengue, seja a primeira ou a segunda dose. Para adolescentes e adultos, serão ofertados imunizantes contra hepatite B, tétano e difteria (vacina dT), febre amarela e sarampo, caxumba e rubéola (vacina tríplice viral). Também há esquemas de vacinação específicos a bebês e idosos. A única exceção é a BCG, que não estará disponível. A orientação para todos os públicos é levar um documento de identidade e a caderneta de vacinação. A lista completa com os locais de atendimento, horários e os imunizantes disponíveis em cada ponto pode ser acessada no site da Secretaria de Saúde. *Com informações da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF)
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DF terá mais de 30 locais de vacinação neste sábado (25)
Neste sábado (25), a Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES) oferecerá vacinação em 34 pontos do Distrito Federal. O destaque é a imunização em grandes eventos, como no aniversário de Vicente Pires, com festa organizada na Rua 4A – ao lado do Atacadão Dia a Dia, e no projeto Cuide-se, promovido pela Secretaria de Atendimento à Comunidade, no Taguaparque. Crianças e adolescentes de 10 a 14 anos poderão receber a primeira ou a segunda dose da vacina contra a dengue, conforme disponibilidade das UBSs | Foto: Ualisson Noronha/Agência Saúde-DF Nesses eventos, serão oferecidas doses contra gripe (influenza) para bebês acima dos seis meses, crianças, adolescentes, adultos e idosos. Também estarão disponíveis vacinas contra a covid-19 e outras doenças, exceto para BCG e dengue. A lista completa com endereços e horários dos pontos de vacinação está disponível no site da Secretaria de Saúde. A orientação é levar um documento de identidade, CPF e, se possível, a caderneta de vacinação. Os profissionais da SES-DF irão analisar o histórico e fazer a atualização dos esquemas vacinais. Duas doses poderão ser aplicadas na mesma ocasião, caso necessário. Crianças e adolescentes de 10 a 14 anos também poderão receber a primeira ou a segunda dose da vacina contra a dengue, conforme disponibilidade das unidades básicas de saúde (UBSs). Outros imunizantes também estarão disponíveis, sendo aplicados conforme o calendário vacinal de rotina. *Com informações da Secretaria de Saúde (SES-DF)
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