Educação celebra o Dia Mundial da Voz com ações para professores
Celebrado anualmente no dia 16 de abril, o Dia Mundial da Voz convida à reflexão sobre um instrumento que, para o professor, vai muito além da comunicação — é presença, afeto, autoridade e vínculo. É por ela que o conhecimento atravessa o espaço entre quem ensina e quem aprende. Para celebrar a data e cuidar da voz dos docentes da rede pública de ensino do Distrito Federal, a Secretaria de Educação (SEEDF) realiza duas ações em parceria com o Programa de Saúde Vocal (PSV) da Subsecretaria de Segurança e Saúde no Trabalho da Secretaria de Economia (Subsaúde/Seec-DF). As ações são organizadas pela Diretoria de Qualidade de Vida e de Bem-Estar no Trabalho (DQVT). A diretora da área, Fernanda Patrícia Pereira, destacou o impacto da cooperação com o PSV: "A parceria com o Programa de Saúde Vocal da Seec-DF é essencial para ampliar o acesso à orientação e às ações de cuidado com a saúde vocal na rede. A voz é um dos principais instrumentos de trabalho dos professores, e seu cuidado é fundamental para o exercício da docência. Com essas ações, a DQVT reforça seu compromisso com a saúde e o bem-estar dos profissionais da educação". A primeira delas acontece nesta quarta-feira (15), das 14h às 16h30, no auditório da Coordenação Regional de Ensino (CRE) do Plano Piloto. O encontro presencial, voltado aos professores da rede, inclui exibição de filme temático, bate-papo sobre os cuidados com a voz no cotidiano docente e triagem vocal realizada pelas fonoaudiólogas do PSV. Os participantes inscritos receberão certificado. As inscrições estão disponíveis neste site. Os professores são o público-alvo principal do Programa de Saúde Vocal (PSV) | Foto: André Amendoeira/SEEDF Para Dayane Cardoso de Melo, fonoaudióloga e gestora em Políticas Públicas e Gestão Ocupacional à frente do PSV, a trajetória do programa reflete uma construção institucional de longo prazo. "Esse programa já existe desde 2012 dentro da Secretaria de Educação. Hoje, as fonoaudiólogas que o conduzem estão na Secretaria de Economia, cedidas para lá — mas o alcance cresceu. O Programa de Saúde Vocal atende a todos os servidores do GDF", explica. Prevenção e consciência corporal Embora os professores sejam o público-alvo principal, o PSV ampliou seu escopo: "A gente também realiza ações para os gestores, para os cargos de chefia e de direção", complementa Dayane. Na prática, o trabalho das fonoaudiólogas vai da prevenção à consciência corporal. "A gente trabalha na promoção da saúde: ensina hábitos saudáveis como hidratação, postura, uso correto da voz e ergonomia para esses profissionais dentro da sala de aula", detalha. O programa também inclui técnicas de aquecimento e desaquecimento vocal, com foco na autonomia do professor. "A gente ensina os professores a aquecerem e a desaquecerem a voz para que tenham mais consciência de como usar a respiração, a articulação, a postura — para que coloquem essa voz de uma forma saudável, com projeção vocal, mas sem causar sobrecarga no aparelho fonador", explica a fonoaudióloga. O Programa de Saúde Vocal atende a todos os servidores do GDF | Foto: Divulgação/Seec-DF Live do Dia da Voz A segunda ação é a Live do Dia da Voz, que será realizada no dia 28 de abril, das 15h às 17h, e transmitida pelo canal do Youtube da Unidade-Escola de Formação Continuada dos Profissionais da Educação (Eape) e aberta a todos os servidores da educação. Durante a transmissão, as fonoaudiólogas do PSV apresentarão orientações práticas sobre uso, prevenção e cuidados com a voz no ambiente de trabalho. Como desdobramento, os participantes terão acesso a triagem vocal individual, realizada posteriormente. As inscrições estão disponíveis neste link. *Com informações da SEEDF
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Com investimento de R$ 9,4 milhões, GDF inaugura Escola Classe 401 no Itapoã Parque
A governadora Celina Leão inaugurou, nesta terça-feira (31), a Escola Classe 401 do Itapoã Parque. A unidade recebeu investimento superior a R$ 9,4 milhões do Governo do Distrito Federal (GDF) e tem capacidade para atender cerca de 700 estudantes do ensino fundamental I, do 1º ao 5º ano, nos dois turnos. A entrega ocorreu em meio à presença do programa GDF na Sua Porta na região. No evento, a chefe do Executivo destacou a construção de equipamentos públicos no Itapoã Parque — região que, desde 2019, concentra a maior parte dos imóveis entregues pelo GDF. “A gente entrega áreas habitacionais e entrega equipamentos também. [Tem] essa escola, um campo sintético, que ontem nós assinamos a ordem de serviço para a construção, uma unidade básica de saúde (UBS), que nós já estamos reformando aqui em frente… Então, a gente quer que a pessoa que vive aqui tenha todas as condições”, pontuou. Já a secretária de Educação, Hélvia Paranaguá, ressaltou que esta é a segunda entrega de unidade escolar na região: “A gente está super feliz, porque é mais uma entrega para essa comunidade que ocupou esses espaços e que precisa de equipamentos públicos para atender as crianças, para que elas não precisem serem transportadas. Já fizemos a 502, agora a 401, e vamos ampliar. A gente precisa continuar construindo onde tem estudantes”. Governadora Celina Leão na inauguração da Escola Classe 401 do Itapoã Parque | Fotos: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília Ambiente inclusivo A EC 401 oferece turmas de educação infantil para crianças de 4 anos e do 1º ao 5º anos do ensino fundamental, abrangendo estudantes de 5 a 11 anos. Os alunos são beneficiados com duas refeições por turno, sendo café da manhã e almoço no matutino, e almoço e lanche no vespertino. A diretora da escola, Jaqueline Barreto Franco, contou que a comunidade esperava muito por essa unidade. “Essa escola fica localizada aqui, mas atende não só o Itapoã Parque, atende as crianças do Paranoá, de núcleos rurais e as crianças de outras partes do Itapoã”, explicou. “A escola é muito linda. Ela tem uma estrutura maravilhosa. As crianças são apaixonadas. Nós temos 16 salas de aulas, totalizando 32 turmas. Temos quadra, parquinho, laboratório de ciências, refeitório, sala de arte, sala sensorial. Temos uma escola sonhada pela comunidade e pelo corpo de professores também”, acrescentou a diretora. A instituição fica na Avenida Itapoã Parque, Quadra 401 - AEl 03 e dispõe de 5.797,00 m² de área construída. Investimento escolar "Temos uma escola sonhada pela comunidade e pelo corpo de professores também", destacou Jaqueline Barreto Franco, diretora da escola A infraestrutura das escolas públicas do Distrito Federal ganhou papel central no acolhimento, na segurança e na qualidade do ensino de estudantes e profissionais da educação. Entre 2020 e 2025, o Governo do Distrito Federal, através da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap), em parceria com a Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF), executou 14 unidades de ensino fundamental e médio da rede pública. As unidades atendidas abrangem diferentes modelos educacionais. As escolas classe (ECs) são voltadas ao ensino fundamental I, do 1º ao 5º anos, enquanto os centros de ensino fundamental (CEFs) atendem ao fundamental II, do 6º ao 9º anos. Já os centros de ensino médio (CEMs) concentram os estudantes do ensino médio. Também integram a rede os centros educacionais (CEDs) e os centros de ensino médio integrados à educação profissional (Cemis). O investimento total nas obras somou R$ 106.075.565,38. GDF na Sua Porta Na segunda-feira (30), em sua primeira agenda após assumir oficialmente a chefia do Executivo do DF, a governadora Celina Leão lançou, no Itapoã, o programa GDF na Sua Porta, que ficará 15 dias em cada região administrativa, atendendo a demandas levantadas pela comunidade. Durante o lançamento do programa, a governadora assinou 17 documentos, sendo 15 ordens de serviço para obras de zeladoria e infraestrutura no Itapoã. Nesta terça (31), na inauguração da escola, mais duas foram assinadas, ambas relativas ao transporte público: implantação e substituição de 22 abrigos de passageiros; e a ampliação de oferta de duas linhas de ônibus do sistema de transporte público coletivo na região administrativa.
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GDF entregou 14 escolas de ensino fundamental e médio entre 2020 e 2025
Com o ano letivo iniciado há três semanas, a infraestrutura das escolas públicas do Distrito Federal ganhou papel central no acolhimento, na segurança e na qualidade do ensino de estudantes e profissionais da educação. Entre 2020 e 2025, o Governo do Distrito Federal, através da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap), em parceria com a Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF), realizou um esforço coordenado de planejamento e execução voltado a 14 unidades de ensino fundamental e médio da rede pública. As unidades atendidas abrangem diferentes modelos educacionais. As escolas classe (ECs) são voltadas ao ensino fundamental I, do 1º ao 5º anos, enquanto os centros de ensino fundamental (CEFs) atendem ao fundamental II, do 6º ao 9º anos. Já os centros de ensino médio (CEMs) concentram os estudantes do ensino médio. Também integram a rede os centros educacionais (CEDs) e os centros de ensino médio integrados à educação profissional (Cemis). O investimento total nas obras somou R$ 106.075.565,38. As unidades atendidas abrangem diferentes modelos educacionais. O investimento total nas obras somou R$ 106.075.565,38 | Fotos: Divulgação/Novacap Escolas entregues Em 2020, destacam-se a construção da Escola Classe (EC) JK, no Sol Nascente, com investimento de R$ 7 milhões, e a reforma e ampliação da Escola Classe (EC) 01 do Porto Rico, em Santa Maria, que recebeu R$ 1,5 milhão. No ano de 2021, foi concluída a reconstrução do Centro de Ensino Fundamental (CEF) 01 da Vila Planalto, no Plano Piloto, com aporte de R$ 7,16 milhões. Já em 2022, a Escola Classe (EC) 52 de Taguatinga passou por reconstrução completa, com investimento de R$ 8,3 milhões, além da reforma da Escola Classe (EC) 408 de Samambaia. Em 2023, foi entregue a construção da Escola Classe (EC) Itapoã Parque, na quadra 502, com recursos de R$ 9,4 milhões. Em 2024, a Novacap concluiu a construção da Escola Classe (EC) da quadra 203 do Itapoã, com investimento de R$ 10,46 milhões. No mesmo ano, também foram implantados bloco padrão e vestiários nos Centros de Ensino Médio (CEM) JK, na Candangolândia, e no 01 de Planaltina, como parte do Programa de Ensino Médio em Tempo Integral (EMTI), com investimentos de R$ 1,11 milhão e R$ 1,98 milhão, respectivamente. As entregas de 2025 incluíram a reforma do Centro de Ensino Médio (CEM) 10 de Ceilândia, no valor de R$ 8,8 milhões; a construção do Centro Educacional (CED) Jardins Mangueiral, no Jardim Botânico, com investimento de R$ 15,3 milhões; a reconstrução da Escola Classe (EC) 425 de Samambaia; a construção da Escola Classe (EC) Itapoã Parque, na quadra 401, com aporte de R$ 9,4 milhões; e a construção do Centro de Ensino Fundamental (CEF) do Mangueiral, também no Jardim Botânico, que recebeu R$ 14,1 milhões. As ações tiveram como objetivo ampliar vagas e modernizar espaços Com o objetivo de ampliar vagas e modernizar os espaços, as ações incluíram a instalação de novas salas de aula, implantação de módulos escolares provisórios ou permanentes, adequações elétricas e hidrossanitárias, recuperação de coberturas, melhorias em acessibilidade, reformas de áreas comuns, além de serviços de urbanização e adequação dos espaços externos. Segundo o diretor de Planejamento e Projetos da Novacap, Carlos Spies, as intervenções respeitam as demandas específicas de cada unidade. “Atuamos conforme a necessidade de cada escola, seja na ampliação de espaços, na atualização das estruturas ou na modernização das instalações. O objetivo é entregar a solução mais adequada, com excelência técnica”, explicou. Para a secretária de Educação do Distrito Federal, Hélvia Paranaguá, os investimentos em infraestrutura são parte essencial da política educacional. “A infraestrutura escolar é central para garantir condições reais de aprendizagem, segurança para a comunidade escolar e um atendimento compatível com o tamanho e a complexidade da nossa rede”, destacou. Já o presidente da Novacap, Fernando Leite, destacou a relevância do compromisso da companhia com a preparação das unidades escolares. “A atuação da Novacap na educação é essencial, pois envolve planejamento, execução e fiscalização para entregar escolas que impactam diretamente o dia a dia de milhares de estudantes do Distrito Federal”, afirmou. Moradora de Samambaia, Raphaela Trindade, de 42 anos, acompanha de perto as melhorias na região. “Quando a escola está bem cuidada, isso faz diferença no dia a dia. Minhas filhas ficam mais motivadas a estudar, e eu me sinto mais tranquila sabendo que o ambiente está seguro e organizado”, relatou. *Com informações da Novacap
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Projeto antirracista auxilia na formação de identidade de jovens negros da rede pública
A estudante Júlia Brandão, de 17 anos, reconheceu a beleza da sua negritude em meio a uma das rodas de conversas do projeto Afrocientistas, criado pela Associação Brasileira de Pesquisadores Negros (ABPN). No Distrito Federal, o projeto é coordenado pela Universidade de Brasília (UnB) e acompanhado pela Secretaria de Educação (SEEDF). “Eu me enxerguei como uma mulher preta. Em uma das rodas nós começamos a falar sobre os nossos traços físicos – ‘seu cabelo é lindo; sua cor é linda’. Isso foi reforçando uma alegria dentro de mim”, relata. O Afrocientistas oferece informações e metodologias inovadoras que inspiram estudantes afro-brasileiros do ensino médio | Fotos: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília Com uma abordagem interdisciplinar, o Afrocientistas oferece informações e metodologias inovadoras que inspiram estudantes afro-brasileiros do ensino médio. Presente em diversos estados do Brasil, o projeto já lançou várias produções como podcasts, crônicas, poemas, vídeos, jornais e livros – todos abordando questões étnico-raciais e mostrando como o projeto é uma fonte de reflexão e debate importante. Por meio da iniciativa, Júlia e outros 10 alunos do Centro Educacional (CED) 01 do Riacho Fundo II estão chamando a atenção da sociedade sobre as contribuições afro-brasileiras à cultura e à identidade do Brasil. A escola é uma das instituições de ensino da rede pública do DF que tem buscado desenvolver projetos antirracistas. Para os participantes do Afrocientistas não é exagero dizer que a iniciativa ajudou na formação e reconhecimento de identidade como pessoas negras. “Eu sempre fui um jovem periférico. Chegar à escola e ter acesso a projetos como esse faz com que nos sintamos abraçados não apenas como alunos, mas como pessoas negras. Me sinto muito representado com o projeto”, diz William Rosa, de 18 anos. Segundo dados do EducaCenso, do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas (Inep), o DF tem mais de 427 mil estudantes matriculados na rede de ensino; desses, mais de 192 mil se declararam pretos ou pardos – o que equivale a 45% dos alunos da capital. A partir desse percentual, o Governo do Distrito Federal (GDF), por intermédio da Subsecretaria de Educação Inclusiva e Integral, tem promovido diversas ações visando a promoção e valorização da educação para as relações étnico-raciais. De acordo com a diretora de Serviços de Apoio à Aprendizagem, Direitos Humanos e Diversidade, como relata Patrícia Melo, a pasta está elaborando um protocolo de consolidação de educação antirracista na rede de ensino do DF. “A diretoria produz cadernos pedagógicos com legislação, orientações e sugestões sobre a educação antirracista, assim como promove formações para as escolas e regionais de ensino, e fóruns de partilhas de práticas inspiradoras. O objetivo é que a rede pública consolide a compreensão de que não basta não ser racista, é preciso educar nossas crianças e jovens para serem antirracistas”, afirma. William Rosa, 18 anos: “Eu sempre fui um jovem periférico. Chegar à escola e ter acesso a projetos como esse faz com que nos sintamos abraçados não apenas como alunos, mas como pessoas negras. Me sinto muito representado com o projeto” Segundo o diretor do CED 01 do Riacho Fundo II, Júlio César de Souza Moronari, mais de 63% dos estudantes da instituição se autodeclaram negros. “A partir daí, percebemos que era preciso abraçar um projeto mais contundente, voltado a uma reflexão do dia a dia. Então veio o Afrocientistas. O maior feedback que nós temos é a satisfação e a valorização deles serem negros, sem se sentirem invisibilizados”, diz. Coordenador da oficina de dança na escola, o estudante Marcos Vinícios Gomes, 18, conta que é possível falar sobre antirracismo por meio da arte. “Por meio da dança, que é uma arte muito energética, nós conseguimos levar esse tipo de cultura. Muitas vezes as pessoas não têm muita paciência para ouvir palestras, mas quando você coloca uma dança, quando você coloca uma música que as pessoas gostam, elas prestam mais atenção. É uma das várias formas de manifestar esse conhecimento”, observa. Durante seu processo de identificação e graças ao Afrocientistas, Matheus Miranda, também de 18 anos, percebeu que a luta contra o racismo é conjunta e, por isso, não precisa caminhar sozinho. “Nas rodas de conversa, por vezes, relatamos as experiências em comum que nós passamos por sermos negros. Eu admito que foi bem reconfortante poder compartilhar isso e ver que tem gente que passou pela mesma coisa ou algo parecido. Mostra que não estamos sozinhos nessa luta”, confessa.
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Vencedora do Sabor de Escola alimenta alunos de colégio cívico-militar
A chef Rosana Leite Pacheco, merendeira no Centro de Ensino Fundamental 19 de Taguatinga, foi destaque do concurso “Sabor de Escola: melhor receita da Alimentação Escolar do DF”, que teve o resultado revelado no início de dezembro. O concurso premiou as receitas mais criativas da rede de ensino do DF. O prato campeão foi escondidinho de carne suína. Ela presenteou o secretário de Segurança Pública do DF, Sandro Avelar, com o prato vencedor. [Olho texto=”“O CEF 19 de Taguatinga é campeão pela música, pelas altas notas dos alunos e agora com esse trabalho especialíssimo dessa cozinheira de mão cheia”” assinatura=”Sandro Avelar, secretário de Segurança Pública” esquerda_direita_centro=”direita”] A competição durou cerca de dois meses e teve diversas etapas, com oito finalistas das regiões de Taguatinga, Recanto das Emas, Brazlândia, Samambaia, Candangolândia, Núcleo Bandeirante, Sobradinho e Planaltina. Ao todo, 305 merendeiras foram inscritas. “O CEF 19 de Taguatinga é campeão pela música, pelas altas notas dos alunos e agora com esse trabalho especialíssimo dessa cozinheira de mão cheia”, afirmou o secretário de Segurança Pública do DF, Sandro Avelar. “Essa escola nasceu com o objetivo de oferecer educação pública de qualidade para a comunidade, garantindo o acesso e permanência dos estudantes na escola, assim como promove a valorização de ensinamentos de valores éticos e morais, aprimorando o educando como pessoa ética, autônoma e crítica”, finalizou. O secretário Sandro Avelar recebeu da chef Rosana Pacheco o prato vencedor do concurso Sabor de Escola: o escondidinho de carne suína | Foto: Divulgação/SSP-DF Para o subsecretário de Gestão Compartilhada, Alexandre Ferro, a gestão compartilhada é uma forma de dividir boas práticas. “Em todas as esferas de atuação do modelo compartilhado de ensino, temos o melhor de cada uma das áreas, em todas as entregas. A chef de cozinha Rosana nos mostra isso! Ela, que diariamente produz a merenda das crianças do Colégio Cívico-Militar CEF 19 de Taguatinga, nos orgulha ao conquistar esse prêmio de tamanha importância. Os alunos são servidos todos os dias com muito amor e com muito capricho.” As participantes foram incentivadas a criar pratos saudáveis e balanceados, levando em conta critérios como valor nutricional, apresentação, sabor e originalidade. As receitas, obrigatoriamente, contaram com os ingredientes e produtos exclusivamente presentes no Programa de Alimentação Escolar do DF (PAE-DF). [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] De acordo com Rosana, a receita foi feita com carne suína e mandioca-amarela — tubérculo típico do Cerrado —, feito para que as crianças consumam mais a proteína. “Essa carne tem pouca aceitação pelos jovens e, com o escondidinho, eu espero que eles comam mais”, contou. “O trabalho da Rosana é de excelência no atendimento aos estudantes. Ficamos muito felizes e orgulhosos com o resultado do concurso. Ela valoriza a merenda dos estudantes fazendo tudo com muito carinho “, ressaltou o diretor da escola, Toshiro Yamaguti. *Com informações da SSP-DF
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