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Sábado (18) tem vacinação em quase 20 regiões do DF

Profissionais da saúde estarão em 17 regiões administrativas (RAs) neste sábado (18), prontos para imunizar a população. A lista completa com endereços e horários pode ser conferida neste site. Para receber as doses, basta levar um documento de identificação válido e com foto e, se possível, a caderneta de vacinação. A falta desta última, porém, não impede a imunização. Disponibilidade Haverá doses para todas as faixas etárias, sempre aplicadas conforme o indicado no calendário de rotina e aos grupos prioritários. Adolescentes e adultos, por exemplo, podem ser imunizados contra tétano, sarampo e febre amarela. Jovens de 10 a 14 anos, por sua vez, têm indicações para a vacina contra a dengue; já idosos, crianças de até 5 anos, pessoas com comorbidades e profissionais como professores e caminhoneiros estão aptos a tomar a dose em combate à gripe (influenza). Nestes últimos casos, é necessário levar documentação que comprove pertencer a um dos grupos prioritários. No domingo (19) não haverá atendimento. As mais de cem salas de vacinação reabrem em horário normal na segunda-feira (20).

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Encontro em Brasília debaterá inovações na área de saúde e tecnologia

De sexta-feira (22) a domingo (24), o V Encontro Internacional de Inovação em Saúde, o Inovatec 2024, retorna ao Centro de Convenções Ulysses Gui, em Brasília, para discutir as mais recentes inovações na área de saúde e tecnologia. Durante três dias, o evento reunirá alguns dos principais especialistas nacionais e internacionais para discutir temas como bioeconomia, sustentabilidade, inteligência artificial, neurociência e novas terapias e tem apoio financeiro da FAPDF. O evento quer promover a popularização da ciência e da tecnologia, a disseminação de conhecimento científico com excelência, estimulando o ecossistema de inovação e propiciando a união entre os setores profissionais e acadêmicos, público e privado, do Brasil e do exterior. O evento é voltado para estudantes e profissionais de áreas como medicina, biomedicina, farmácia, fisioterapia, psicologia e engenharia, mas também é aberto a todos os interessados da comunidade. Ingressos variam de gratuitos a pacotes completos com acesso às palestras, certificação e workshops práticos. As inscrições podem ser feitas até 20 de novembro no site oficial do Inovatec, onde também é possível conferir a programação completa. O evento quer promover a popularização da ciência e da tecnologia, a disseminação de conhecimento científico com excelência | Foto: Divulgação/FAPDF Estão entre os realizadores o Instituto Amigos do Futuro e a People&Science Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação, em parceria com a Universidade de Brasília (UnB). O Inovatec conta ainda com apoio de instituições como Senado Federal, Correios e Telégrafos, Sociedade de Hotelaria Hospitalar e Facilities do DF e conselhos Regional e Federal de Farmácia, entre outros. Entre os palestrantes, um dos destaques será a farmacêutica Janete Vaz, cofundadora do Grupo Sabin, que abrirá a programação abordando o tema “Empreendedorismo feminino na saúde”. Nuno Santos, do Instituto de Medicina Molecular de Lisboa, falará sobre nanotecnologia e terapias avançadas, com foco no tratamento de AVC, enquanto Roberto Figueiredo, popularmente conhecido como Dr. Bactéria, abordará práticas de prevenção em saúde e comandará um podcast ao vivo. Além das palestras e painéis, o Inovatec oferecerá minicursos técnico-científicos que abordarão áreas cruciais como nanotecnologia, estética avançada e saúde mental. Esses minicursos têm vagas limitadas e garantem certificação. A programação incluirá, ainda, um coquetel de abertura, coffee breaks e atrações culturais, como uma exposição de arte e ciência que celebra artistas brasileiros. Serviço V Encontro Internacional de Inovação em Saúde – Inovatec 2024 ⇒ Data: De sexta (22) a domingo (24) ⇒ Local: Ala Oeste do Ulysses Centro de Convenções, Brasília ⇒ Ingressos: disponíveis neste link – de entrada gratuita a pacotes completos. *Com informações da FAPDF

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Divulgado resultado da seleção de projetos voltados a pessoas idosas

A Subsecretaria de Políticas para Idoso (Subidoso), vinculada à Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF), divulgou o resultado provisório da seleção de projetos para promoção, defesa e garantia dos direitos da pessoa idosa, financiados pelo Fundo dos Direitos do Idoso do Distrito Federal (FDI-DF). Ao todo, quatro propostas foram selecionadas e 12, desclassificadas. Os projetos serão desenvolvidos por um período de até 24 meses, prorrogável por igual período, e devem auxiliar no atendimento das necessidades das pessoas com mais de 60 anos | Foto: Divulgação/Sejus-DF Os nomes das instituições e as respectivas pontuações em áreas como comunicação e engajamento com a comunidade foram divulgados no Edital nº 06, no Diário Oficial do DF (DODF) desta segunda-feira (18). A partir desta publicação, foram abertos cinco dias para questionamento e recurso das organizações da sociedade civil (OSCs), o que pode ser feito pelo e-mail comissao.viver60@sejus.df.gov.br, ou via protocolo da Sejus, mediante requerimento. Os projetos serão desenvolvidos por um período de até 24 meses, prorrogável por igual período, e devem complementar as políticas públicas no DF relacionadas à temática, auxiliando no atendimento das necessidades das pessoas com mais de 60 anos, promovendo a participação social. Os projetos são voltados ao atendimento social, educacional e de saúde. Para a secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani, a participação em atividades sociais proporciona à pessoa idosa um ambiente de convivência social, de integração e de cidadania. “A nossa proposta é promover atendimentos e serviços que propiciam bem-estar e qualidade de vida para a pessoa idosa. Esse é mais um resultado da gestão do governo do DF em prol dessa população”, afirma a titular da Sejus. O investimento previsto no edital será de R$ 2.580.764,30. Entre as ações previstas estão conversas, atendimento e acolhimento humanizado dos idosos e familiares, atividades laborais, profissionalizantes e culturais, além de iniciativas que promovam a valorização e o respeito ao idoso. *Com informações da Sejus-DF

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Ação de acolhimento atende 19 pessoas em situação de rua no DF nesta semana

Nesta semana, as ações de acolhimento que integram o Plano de Ação para a Efetivação da Política Distrital para a População em Situação de Rua atenderam 19 pessoas em oito diferentes pontos do Distrito Federal. Coordenado pela Casa Civil do Governo do Distrito Federal (GDF), a operação passou pelas regiões administrativas do Gama, Taguatinga e Sobradinho oferecendo serviços públicos nas áreas de saúde, qualificação e emprego, moradia e acolhimento. Cinco cães também foram assistidos por equipes da vigilância ambiental. As ações de acolhimento seguem as diretrizes do Plano de Ação para a Efetivação da Política Distrital para a População em Situação de Rua do DF | Foto: Vinicius Saiki/Agência Brasília No total, foram desconstruídas cinco estruturas precárias e utilizados seis caminhões para recolher os materiais inservíveis e encaminhá-los para a Unidade de Recebimento de Entulho (URE), do Serviço de Limpeza Urbana (SLU). Somente nesta sexta-feira (25), as equipes passaram em dois pontos na região de Sobradinho, onde atenderam três pessoas e retiraram um caminhão de entulho dos locais. Durante as abordagens, as equipes do GDF oferecem diversos serviços públicos que incluem saúde, educação, assistência social, orientação sobre cuidados com animais domésticos e benefícios como deslocamento interestadual – além de um auxílio excepcional de R$ 600 para aqueles sem condições de pagar aluguel. Também são disponibilizadas vagas em abrigos e programas de qualificação profissional, como o RenovaDF e cadastro para unidades habitacionais. Capital pioneira As ações de acolhimento seguem as diretrizes do Plano de Ação para a Efetivação da Política Distrital para a População em Situação de Rua do DF. Participam das abordagens profissionais das secretarias de Desenvolvimento Social (Sedes), Saúde (SES), Educação (SEE), Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet), Segurança Pública (SSP), Proteção da Ordem Urbanística (DF Legal) e Justiça e Cidadania (Sejus), além do Serviço de Limpeza Urbana (SLU), da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap), da Companhia de Desenvolvimento Habitacional (Codhab), do Departamento de Trânsito (Detran), das polícias Militar e Civil, do Corpo de Bombeiros Militar e do Conselho Tutelar. O Distrito Federal foi a primeira unidade da Federação a apresentar um plano de política pública após a suspensão, pelo Supremo Tribunal Federal, das ações de abordagem à população de rua no último ano. Os trabalhos de acolhimento começaram a ser implementados após uma fase de testes em maio, quando o GDF realizou visitas na Asa Sul e em Taguatinga, atendendo cerca de 50 pessoas com assistência social e oferta de serviços públicos.

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Investimento de R$ 195 milhões leva infraestrutura e qualidade de vida aos moradores do Gama

Prestes a completar 64 anos, o Gama acumula uma série de melhorias nas áreas de educação, saúde, acessibilidade e mobilidade. De 2019 para cá, a região administrativa recebeu investimentos do Governo do Distrito Federal (GDF) de aproximadamente R$ 195 milhões. Os recursos viabilizam a execução de 113 obras de infraestrutura, trazendo benefícios aos 160 mil habitantes. “A cidade estava parada e sem investimentos. Desde 2019, com o Governo Ibaneis Rocha, a gente tem visto o fortalecimento do Gama. Hoje a região deixou de ser uma cidade-dormitório. É uma cidade que tem vida própria, que continua em crescimento, transformando a vida das pessoas de forma positiva”, afirma a administradora do Gama, Joseane Feitosa. Uma importante obra em curso é a reforma da rodoviária do Gama Centro. Investimentos do GDF ultrapassam os R$ 8,3 milhões | Fotos: Matheus H. Souza/Agência Brasília Com as melhorias na infraestrutura, moradores do Gama destacam que a região administrativa é diferenciada. A diarista Mariluz Alves Silva, 62, confessa sua paixão pelo local que há 40 anos escolheu para chamar de casa. “A cidade estava parada e sem investimentos. Desde 2019, com o Governo Ibaneis Rocha, a gente tem visto o fortalecimento do Gama. Hoje a região deixou de ser uma cidade-dormitório. É uma cidade que tem vida própria, que continua em crescimento, transformando a vida das pessoas de forma positiva” Joseane Feitosa, administradora do Gama “Eu acho o Gama maravilhoso. A cidade tem um pouco de tudo. É uma região maravilhosa e que acolhe muitas pessoas. Minha família inteira mora aqui. A minha vida toda é aqui. Eu consigo resolver tudo na região sem precisar me deslocar para o Plano Piloto. A estrutura da cidade só tem evoluído. Não trocaria por nada. Quem bebe da água do Gama não esquece”, diz, com um sorriso no rosto. Quem também não sai do Gama por nada é o empresário Rodrigo Rodrigues Gamas, 47. Mineiro, ele se mudou para lá aos 17 anos e diz ter encontrado o seu lugar. “A cidade vem evoluindo bastante, vem se destacando com novos moradores, novas moradias. Tem melhorado muito. Vim de Minas para cá com 17 anos e não trocaria o Gama para uma cidade porque já diz o ditado: ‘Quem ama mora no Gama’. E não só mora, como fica no Gama”, complementa. Nascido e criado na região administrativa, o corretor de imóveis Romeu Rodrigues dos Anjos Junior, 57, viu de perto a evolução de toda a infraestrutura. “A tendência da cidade é só crescer. O Gama tem evoluído bastante. Este GDF está olhando com mais carinho para a cidade. Claro que toda obra traz transtorno, mas eu creio que vai melhorar bastante. Já tem melhorado e é visível”, relata. Desde 2019, o Gama ainda recebeu 11 km de calçadas em vários pontos da cidade, reforçando a segurança e a acessibilidade da população Pavimentação de vias Entre as obras do GDF que estão em andamento e vão beneficiar a população do Gama, uma delas é a pavimentação das vias vicinais 383 e 379, que ligam o Gama à comunidade rural do Jardim Serra Dourada, em Santo Antônio do Descoberto (GO). As rodovias têm um trecho total de 8 km de extensão e são importantes rotas de escoamento agrícola. Elas estão sendo pavimentadas pela primeira vez, com investimento de mais de R$ 13,5 milhões. A pavimentação das vicinais irá beneficiar diretamente 10 mil pessoas, entre moradores da região, produtores rurais e motoristas. Há mais de 2,4 mil produtores rurais na área, segundo a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do DF (Emater). Com estradas melhores, esses agricultores poderão transportar suas colheitas com mais eficiência e segurança, reduzindo perdas e aumentando a competitividade dos seus produtos no mercado. Mobilidade Outra importante obra em curso prestes a ser finalizada é a reforma da rodoviária do Gama Centro. Sob gestão da Secretaria de Transporte e Mobilidade (Semob-DF), os investimentos do GDF ultrapassam os R$ 8,3 milhões. O empresário Rodrigo Rodrigues Gamas, mineiro, diz que não sai do Gama por nada. Ele se mudou para lá aos 17 anos e diz ter encontrado o seu lugar O local passará a contar com 24 vagas para estacionamento dos ônibus e oito boxes somente no ponto que está em obras. Toda a obra tem acessibilidade, com piso tátil e corrimão para facilitar o deslocamento de pessoas com deficiência ou alguma dificuldade de locomoção. As adequações físicas e de logística estão sendo feitas para ampliar a capacidade operacional da Rodoviária do Gama, que conta com mais de 30 linhas de ônibus circulando pela cidade e saindo para outras regiões administrativas. Desde 2019, o Gama ainda recebeu 11 km de calçadas em vários pontos da cidade, reforçando a segurança e a acessibilidade da população. Estão sendo executados outros 10 km. Educação Na área da educação, a população do Gama está prestes a receber o primeiro Centro de Educação de Primeira Infância (Cepi). A nova unidade foi projetada para fornecer ambientes educacionais de alta qualidade para crianças de até 5 anos e 11 meses. O projeto é gerenciado pela Secretaria de Educação do DF e é uma importante iniciativa para a comunidade local, pois oferece espaços específicos para cada faixa etária. A diarista Mariluz Alves Silva confessa sua paixão pelo local que há 40 anos escolheu para chamar de casa: “Eu acho o Gama maravilhoso. A cidade tem um pouco de tudo. A estrutura da cidade só tem evoluído. Não trocaria por nada” Além disso, a cidade também será beneficiada com as obras de reconstrução do Centro de Atenção Integral à Criança e ao Adolescente (Caic) Castello Branco, localizado no Setor Oeste do Gama. O espaço atenderá 1.120 alunos em dois turnos do ensino fundamental. Ao todo, são mais de 5,6 mil m² que contarão com 22 salas de aula, espaço dos professores, diretoria, biblioteca, auditório, laboratórios de informática, ciência, música, pedagogia, banheiros, refeitório, cozinha e área de alimentação. Na parte externa, uma quadra coberta será recuperada, com pintura do piso e instalação de traves e tabela de basquete. Saúde Ainda neste ano, a readequação do Fórum do Gama também será finalizada para funcionamento da policlínica da cidade, que deixará de usar o espaço do Hospital Regional do Gama. Entre os serviços oferecidos estão cardiologia, dermatologia, endocrinologia, geriatria, oftalmologia, psiquiatria, pneumologia, reumatologia, otorrinolaringologia, ortopedia e outras. Com a estrutura do fórum otimizada e possibilidade de ofertar novos serviços, a unidade passará a ser a maior policlínica do DF e deve aprimorar os serviços prestados à população. O edifício possui três pavimentos, com 2.717 m² de área construída. A previsão de investimento total é de cerca de R$ 1,2 milhão. Em 2023, a Policlínica do Gama realizou uma média de 10 mil atendimentos mensais. As obras do novo Hospital do Gama estão planejadas para começar em 2025. O investimento total deve chegar a R$ 360 milhões. A unidade deve ser instalada próximo ao campus da UnB na cidade. Entre as obras já entregues, um dos destaques foi a reconstrução da Unidade Básica de Saúde (UBS) 7, antigo Centro de Saúde 8 do Gama. O GDF investiu mais de R$ 8,1 milhões na recuperação do espaço, permitindo ampliar de 14 mil para 30 mil os atendimentos públicos aos moradores da região. Com uma área total de 1,8 mil metros quadrados, a UBS é a maior do Distrito Federal e um dos principais pontos de apoio da Região de Saúde Sul. Além da UBS 7 e do já existente Hospital Regional do Gama (HRG), a cidade também conta com uma unidade de pronto atendimento (UPA) apta a atender 4,5 mil pacientes. O espaço foi inaugurado em 2023 e contou com um investimento de R$ 5,3 milhões.

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Ação de acolhimento a pessoas em situação de rua percorre pontos em Taguatinga

As ações de acolhimento a pessoas em situação de rua promovidas pelo Governo do Distrito Federal (GDF) foram realizadas, na terça-feira (30) e nesta quarta-feira (31), em três áreas de Taguatinga, sendo duas próximas ao Centro Pop da cidade e outra na QS 3. Todos os locais contemplados já haviam sido visitados pelas equipes anteriormente em outras abordagens das equipes do GDF. Durante as abordagens, o GDF oferece serviços de saúde, educação, assistência social – incluindo vagas em abrigos –, orientação sobre tratamento a animais domésticos, benefícios como deslocamento interestadual e um benefício excepcional de R$ 600 para aqueles que não conseguem arcar com aluguel | Fotos: Matheus H. Souza/Agência Brasília Durante os dois dias, as operações resultaram em 10 atendimentos com oferta de serviços públicos nas áreas de saúde, qualificação e emprego, moradia e acolhimento, além da desconstituição de uma estrutura precária e da remoção de quatro estruturas de lonas e madeira. Dois caminhões de entulho foram utilizados para recolher os materiais inservíveis e encaminhá-los para a Unidade de Recebimento de Entulho (URE), do Serviço de Limpeza Urbana (SLU). Os trabalhos  de acolhimento começaram a ser implementados após uma fase de testes em maio, quando o GDF realizou visitas na Asa Sul e em Taguatinga, atendendo cerca de 50 pessoas com assistência social e oferta de serviços públicos Participam das abordagens profissionais das secretarias de Desenvolvimento Social (Sedes), Saúde (SES), Educação (SEE), Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet), Segurança Pública (SSP), Proteção da Ordem Urbanística (DF Legal) e Justiça e Cidadania (Sejus), além do Serviço de Limpeza Urbana (SLU), da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap), da Companhia de Desenvolvimento Habitacional (Codhab), do Departamento de Trânsito (Detran), das polícias Militar e Civil, do Corpo de Bombeiros Militar e do Conselho Tutelar. As ações de acolhimento seguem as diretrizes do Plano de Ação para a Efetivação da Política Distrital para a População em Situação de Rua do DF, coordenado pela Casa Civil. A próxima operação está prevista para quinta-feira (1º/8), em nove endereços distintos de Ceilândia. Política pública O Distrito Federal foi a primeira unidade da Federação a apresentar um plano de política pública após a suspensão, pelo Supremo Tribunal Federal, das ações de abordagem à população de rua no ano passado. Os trabalhos  de acolhimento começaram a ser implementados após uma fase de testes em maio, quando o GDF realizou visitas na Asa Sul e em Taguatinga, atendendo cerca de 50 pessoas com assistência social e oferta de serviços públicos. Durante as abordagens, o GDF oferece serviços de saúde, educação, assistência social – incluindo vagas em abrigos –, orientação sobre tratamento a animais domésticos, benefícios como deslocamento interestadual e um benefício excepcional de R$ 600 para aqueles que não conseguem arcar com aluguel. Também são ofertadas políticas públicas, como vagas no programa de qualificação profissional RenovaDF e cadastramento para unidades habitacionais.

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‘Não há cidade no DF que não tenha investimento, graças à nossa capacidade’, afirma Ibaneis Rocha em entrevista

Em entrevista à rádio BandNews FM na manhã desta quarta-feira (19), o governador Ibaneis Rocha tratou de assuntos importantes do governo, entre eles as obras de viadutos e hospitais em andamento, bem como a do Teatro Nacional e a retomada da reforma do Autódromo de Brasília. Ao fazer um balanço das ações, Ibaneis Rocha cravou: “Não há cidade no DF que não tenha investimento, graças à nossa capacidade de pagamento.” O chefe do Executivo falou de obras como o Drenar DF e o Corredor Eixo Oeste, bem como projetos de passarelas e passagens subterrâneas. “Nós fizemos um plano de obras para o Distrito Federal que envolvia um plano de mobilidade, de reestruturação da cidade, de melhoria das vias, de melhoria das cidades, de implantação de infraestrutura básica em diversas cidades que não existia nada. Você pega vários bairros que foram construídos pelos governos anteriores, como é o caso do Paranoá Parque, que não tinham uma unidade de saúde, não tinham uma escola. Tudo isso foi implementado nessas regiões. Tivemos a oportunidade de fazer obras de arte que estavam paradas há muito tempo”, acrescentou o governador ao lembrar de entregas como os viadutos do Itapoã e Recanto das Emas/Riacho Fundo II. Veja os principais pontos da entrevista de Ibaneis Rocha para a BandNews FM “Só na área da educação, este ano nós vamos completar 51 escolas entregues”, contabiliza Ibaneis Rocha | Fotos: Renato Alves/ Agência Brasília Entregas na educação “Só na área da educação, este ano nós vamos completar 51 escolas entregues. Nós diminuímos a fila nas creches. Quando eu assumi o governo, eram 24 mil crianças aguardando uma vaga de creche. Hoje, nós temos pouco mais de 5 mil e o nosso projeto até o final do governo é zerar as vagas de creche no Distrito Federal”. Drenar DF “Temos programas importantes para a cidade que poucos governos teriam condições de fazer ou queriam fazer, como é o caso do Drenar DF, na Asa Norte. Entregamos a primeira etapa este ano, vamos acabar com as inundações no início da Asa Norte, um problema de décadas aqui no Distrito Federal, uma obra enterrada que quase ninguém vê, quando estão sendo investidos quase R$ 200 milhões com uma parceria com a Terracap”. Desafios na Saúde “Além desses quatro hospitais que nós estamos lançando, dois já estão em construção, o terceiro, de São Sebastião vem em seguida” Ibaneis Rocha, governador “Os profissionais são muito dedicados e colocam as vidas à disposição da comunidade. Mas, nós temos ainda muitas dificuldades. O DF passou por um período muito grande de falta de infraestrutura e nós estamos investindo agora, além desses quatro hospitais que nós estamos lançando, dois já estão em construção, o terceiro, de São Sebastião vem em seguida, nós estamos concluindo agora a parte de aprovação dos contratos junto à Caixa Econômica Federal. Temos para o ano que vem o lançamento do novo Hospital do Gama e está em construção o Hospital do Câncer, onde nós tivemos um problema com a empresa que estava construindo, ela quebrou, e nós tivemos que fazer uma nova licitação e esperamos recomeçar a obra agora no segundo semestre. Então são coisas que vão mudar a vida da saúde do Distrito Federal”. Parque da Cidade vai ganhar restaurante “Nós estamos com a licitação da piscina de ondas, está sendo escolhida a empresa que vai reconstruir o espaço. A gente espera que seja uma obra rápida. Está sendo feita a licitação agora para que a gente tenha um restaurante dentro do Parque da Cidade para atender a comunidade que visita aqui. E a gente vai buscando melhorias em todas as áreas, inclusive na área da segurança, que era uma reclamação muito grande dentro do Parque da Cidade. Hoje, a gente já não vê mais incidentes dentro do Parque da Cidade em virtude da melhoria da segurança aqui dentro”. Entrega da reforma do Teatro Nacional “Temos uma programação de entrega do projeto no mês de outubro deste ano e a gente ainda quer fazer a licitação restante do Teatro Nacional este ano ainda. Nós vamos fazer [toda a reforma] com dinheiro do Distrito Federal e nós vamos fazer essa obra, é uma obra que vai demorar entre 3 e 4 anos, mas o lançamento da licitação ainda vai ser este ano. Nós estamos com a parte da sala Martins Pena em andamento e esperamos entregar ela até o ano que vem, reabrindo o teatro mesmo que parcialmente”. Obras na Epig O governador afirmou que as obras trazem transtornos, mas que “temos que lembrar que o DF passou muitos anos sem ter obras de infraestrutura” “Temos uma obra muito importante que está sendo realizada aqui na Epig, que vai entrar no Setor Gráfico, e é a ligação que faz toda a parte do BRT, que vai ligar até o Eixo Monumental. É uma obra que tem algumas obras de arte, nós fechamos essa semana já para iniciar, serão três meses de obra nesse trecho, onde vão acabar os sinais, nós vamos acabar com todos os sinais de trânsito que existem nessa região ali da Octogonal. Isso vai resolver todo o problema de congestionamento. São obras que trazem transtornos, mas nós temos que lembrar que o DF passou muitos anos sem ter obras de infraestrutura. Nessa obra da Epig, por exemplo, vamos trabalhar em três turnos, vamos trabalhar inclusive à noite, para poder fazer as coisas mais rápido”. Viaduto do Jardim Botânico “Lá na região da Esaf, nós vamos lançar o segundo balão, que é o que vem de São Sebastião, porque aí a gente resolve todo o problema de trânsito naquela região porque nós estamos com um crescimento habitacional muito grande ali na DF-140, principalmente depois do início da duplicação. Então, nós temos todo o trânsito saindo por ali. Existe a previsão de uma nova saída do Jardim Botânico, nós estamos negociando, talvez tenhamos que fazer algumas desapropriações. Existe a previsão de uma nova ponte também na região do Paranoá”. Investimento no metrô “Estamos investindo no transporte de massa. Já liberei os recursos agora para o início das obras do metrô de Samambaia, foram R$ 16 milhões da nossa contrapartida que já foram colocados à disposição. A empresa está montando o canteiro de obras. Temos um contrato pelo BNDES que deve ser assinado agora no mês de junho, que vai complementar os recursos da ordem de R$ 400 milhões para a expansão do metrô da Samambaia. E já tem, por exemplo, no início do ano que vem, o metrô de Ceilândia também em expansão. Então, nós estamos trabalhando com isso aí e estamos trabalhando também na renovação dos carros no metrô e o investimento é da ordem de R$ 800 milhões. Passagens subterrâneas e passarelas “Nós reformamos as passagens subterrâneas do Plano Piloto no ano passado. Entregamos todas com iluminação nova, piso novo, fizemos a limpeza, mas, infelizmente, nós temos um problema muito sério aqui que é o vandalismo. Eu estou pedindo à Secretaria de Segurança agora que coloque câmeras de monitoramento em cada uma dessas passarelas para que a gente traga mais segurança para essa população. Nós estamos fazendo estudos junto à Novacap e à Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh-DF) para melhoria dessas passagens subterrâneas. O DER-DF vem fazendo levantamento das diversas passarelas que nós estamos implementando e eles indicaram que são em torno de 12 que nós precisamos fazer. São 4 ali no Itapoã e Itapoã Parque, onde foi criado o viaduto”. Retomada do Autódromo de Brasília “Nós tivemos problema com a empresa que foi contratada, por virtude da necessidade da qualidade do asfalto. Ontem foi o pregão para a contratação da nova empresa que vai fazer toda a reforma do autódromo. A gente espera o resultado dessa licitação que o BRB está fazendo. A perspectiva é que após a contratação da empresa o prazo de entrega seja de 90 dias. Então, existe uma expectativa ainda para esse ano para que a gente devolva o autódromo para a população. É um projeto que está dentro da nossa perspectiva, a gente espera muito a entrega desse autódromo. Talvez seja o último, juntamente com o Teatro Nacional, os dois últimos pontos de encontro da comunidade que estão fechados no DF, fechados há muito tempo, foram abandonados pelos governos anteriores”. Obras em todas as cidades “A gente vem fazendo obras em todas as cidades do DF. Fiz um grande projeto de modernização de Ceilândia. Foi uma cidade que ficou velha, ficou antiga. Nós estamos fazendo um grande projeto de calçadas, de asfalto nas principais vias das cidades. A gente espera agora que essa nova licitação terminar, a Helio Prates, para poder ter um corredor de ônibus ali melhorando a vida e o transporte para aquela população toda. A gente vem trabalhando em todas as cidades do Distrito Federal. Não há cidade no Distrito Federal que não tenha investimento. Isso graças à nossa capacidade. Nós tivemos essa capacidade de organizar as finanças do Distrito Federal. Quando nós assumimos, a Capacidade de Pagamento (Capag) era a D, que era a última. Hoje nós somos Capag A, o que nos permite tirar em torno de R$ 3 bilhões de financiamento para investimento no DF. E o nível de endividamento da nossa cidade é muito baixo. Então, a gente tem muito ainda o que investir”.

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Dengue: Cuidados preventivos continuam, mesmo com a seca no Distrito Federal

O Distrito Federal (DF) entrou na temporada de seca, mas os cuidados com o mosquito da dengue seguem independentemente das condições climáticas. Mesmo com a redução nos casos da doença entre os meses de abril e setembro, o Governo do Distrito Federal (GDF) continua com as estratégias preventivas nas regiões administrativas. Nesta sexta-feira (3), cerca de 15 agentes de Vigilância Ambiental em Saúde percorreram as casas da QI 30, no Guará II. A quadra, com aproximadamente 700 residências e mais de 30 estabelecimentos comerciais, foi vistoriada pelos profissionais em busca de eventuais focos do Aedes aegypti, mosquito transmissor da doença. Mesmo com a redução nos casos da doença entre os meses de abril e setembro, o GDF continua com as estratégias preventivas nas regiões administrativas | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília “Mesmo na seca, os locais podem oferecer criadouros viáveis para o mosquito, como caixas-d’água. Então, nós vamos continuar com o trabalho preventivo em todas as regiões do DF. Semana que vem, iniciaremos uma pesquisa amostral e, de acordo com os resultados, vamos definir o novo ciclo de visitação, com base nas áreas mais afetadas”, afirmou a diretora de Vigilância Ambiental em Saúde, Kenia Cristina de Oliveira. A aposentada Ione Madureira, 74, foi elogiada pelos profissionais como um exemplo de boas atitudes para impedir a proliferação do mosquito. “Todas as vezes que eles vêm aqui em casa são ótimos, olham tudo. É muito importante que façam esse serviço. Eu estou sempre de olho e cuidando da minha casa”, afirmou. Nesta sexta-feira (3), cerca de 15 agentes de Vigilância Ambiental em Saúde percorreram as casas da QI 30, no Guará II Já a aposentada Olga Ferreira, 78, também fez questão de abrir as portas para os agentes: “Eu estava lá no final da rua quando vi que estava tendo a inspeção e voltei para poder recebê-los em minha casa. Eu tenho quase 80 anos, então mexer com planta é bom para ocupar a cabeça, por isso tenho muitos jarros. Mas não deixo pratinho embaixo e troco a água sempre. Eu adorei a visita deles”, pontuou. Outras ações Nos próximos dias, as equipes do Núcleo Regional de Vigilância Ambiental do Guará instalarão 129 armadilhas para capturar os ovos do mosquito Aedes aegypti, as chamadas ovitrampas. Os locais foram selecionados de modo aleatório, distribuídos a uma distância de 300 metros cada, nas regiões do Guará e Guará II, Colônia Agrícola Águas Claras e Lúcio Costa. A armadilha é composta por um recipiente preto que contém uma mistura de levedo de cerveja, inseticida e água, além de um palete de madeira que funciona como anteparo – e é exatamente onde o inseto pousa para colocar os ovos. Na semana epidemiológica 15, que compreende o período entre 7 e 13 de abril, as armadilhas capturaram 1.615 ovos do mosquito, uma quantidade 45,8% menor do que a segunda semana de janeiro, na qual foram coletados 2.984 ovos por meio da ovitrampa. A Polícia Civil emitirá 150 Carteiras de Identidades Nacionais (CIN) gratuitas para os cidadãos, os interessados devem levar certidão do estado civil (original ou cópia autenticada) e o número do CPF. Horário para a retirada das certidões é das 08h às 14h.

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Duas mil obras públicas geraram 60 mil empregos no DF desde 2019

A capital de todos os brasileiros é também a capital do desenvolvimento e do trabalho. Desde 2019, duas mil obras públicas concluídas nos quatro cantos do Distrito Federal geraram cerca de 60 mil empregos, contribuindo para o fortalecimento de uma economia que não ruiu aos efeitos da pandemia de covid-19. Construção do Túnel de Taguatinga, um investimento de R$ 275 milhões que impacta diretamente a vida de mais de 135 mil motoristas; obra foi inaugurada em junho de 2023 | Foto: Divulgação/Agência Brasília Ao investir nas regiões administrativas, o Governo do Distrito Federal (GDF) contribui para um ciclo vitorioso em parceria com a iniciativa privada. Quanto mais infraestrutura de saúde, educação, segurança e mobilidade, mais empresas de diferentes setores se sentem dispostas a aplicar recursos nas cidades e a contratar profissionais. No ambiente de negócios, isso é conhecido como ganha-ganha. Neste 1º de Maio, Dia do Trabalhador, o governador Ibaneis Rocha enalteceu as pessoas que amam, trabalham e geram emprego e renda no Distrito Federal. “A gente tem feito um grande investimento nesses últimos anos para gerar emprego e renda. Melhoramos toda a questão da tributação, estamos trazendo novas empresas, investindo em obras públicas, já são 2 mil obras públicas entregues nesses cinco anos de governo. Estamos focados em dar melhoria de emprego e renda para nossa população”, destacou o governador do DF. Desde 2019, o GDF investiu R$ 4.170.437.334,97 em obras públicas. Elas vão desde viadutos até unidades básicas de saúde, passando por ciclovias, calçadas, recuperação de canais de irrigação, drenagem, requalificação de avenidas urbanas e tantos outros equipamentos públicos. Os maiores aportes e quantidades de obras estão na mobilidade (629), infraestrutura e urbanização (538), social (518), cultura, esporte e lazer (248), saúde (59), educação (51) e segurança (14). Liberado no dia 20 de abril, o Viaduto do Itapoã/Paranoá foi a obra de número dois mil entregue à população desde 2019 | Foto: Anderson Parreira/Agência Brasília “Esse é um momento histórico de um governo que fez o dever de casa. Foi austero, arrumou as contas, buscou organizar a parte de projetos e conseguiu os recursos próprios e financiamentos para fazer essa revolução que está acontecendo em Brasília. Toda a gestão que foi feita no sentido de ajuste de contas, de melhorar a capacidade de pagamento do DF, de ouvir e identificar quais eram as prioridades do governo na área de infraestrutura está retratada nessas duas mil obras”, afirma o secretário de Governo, José Humberto Pires de Araújo. “Esse é um momento histórico de um governo que fez o dever de casa. Foi austero, arrumou as contas, buscou organizar a parte de projetos e conseguiu os recursos próprios e financiamentos para fazer essa revolução que está acontecendo em Brasília” José Humberto Pires de Araújo, secretário de Governo Um trabalho que permitiu ao GDF fazer tantas entregas, sendo a de número dois mil o viaduto do Itapoã/Paranoá, principal componente do Complexo Viário Leste. O elevado conecta a DF-250 à DF-015, interligando as duas regiões administrativas, e contribui significativamente para um deslocamento mais célere a mais de 60 mil pessoas diariamente. Em todo o complexo foram investidos mais de R$ 95 milhões, incluindo a duplicação da DF-250 e a pavimentação da DF-456. Construções como a do viaduto do Itapoã, de sete unidades de pronto atendimento (UPAs), de 13 creches e do Túnel de Taguatinga colaboraram para a geração de 60 mil empregos diretos, indiretos e efeito-renda. Empregos diretos são aqueles de profissionais contratados diretamente para trabalhar na obra; enquanto indiretos são aqueles de prestadoras de serviço que vão atuar numa obra, por exemplo, com o fornecimento de concreto. Já o efeito-renda tem uma atuação mais longe nessa cadeia produtiva de empregos. Um exemplo disso foi a troca do pavimento da Via Estrutural, em que se desenvolve a comunidade, facilita o deslocamento da população e de carga, reduz o tempo de transporte e isso também gera emprego e desenvolvimento. GDF entregou sete UPAs para reforçar o atendimento de saúde nas regiões administrativas | Foto: Arquivo/Agência Brasília “Tudo isso é um esforço hercúleo de toda a equipe de governo para levar ao cidadão o melhor para ele desfrutar deste momento que nós também estamos desfrutando, que é o sentimento de que estamos fazendo a coisa certa para que o cidadão seja cada vez melhor atendido”, acrescenta José Humberto Pires de Araújo. Melhor ambiente de negócios “Quando o governo faz um grande programa de qualificação profissional, as pessoas tendem a ser um bom empregado e ocupar as vagas ofertadas e também despertam a questão do empreendedorismo” Thales Mendes, titular da Sedet Não sendo o fator único, mas bastante importante, a geração de postos de trabalho associadas às obras contribuiu para que o DF diminuísse o contingente de desempregados de 308 mil em janeiro de 2019 para 267 mil em março de 2024 segundo dados do Instituto de Pesquisa e Estatística do Distrito Federal (IPEDF). Isso está ligado, claro, a outros fatores no cenário econômico. A melhoria nas condições de negócios e tributação e os programas de qualificação também foram fundamentais. Desde 2021, o GDF capacitou 83,7 mil pessoas apenas com os três principais programas da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet): RenovaDF, Qualifica DF e Qualifica DF Móvel. Uma força fundamental durante e após a pandemia de covid-19, dando oportunidade a milhares de pessoas para obter uma nova qualificação ou aprimorar conhecimentos. “Nós conseguimos perceber uma relação muito próxima do alto índice de informalidade com a baixa qualificação profissional a partir do momento que os jovens saem do ensino médio, sendo o perfil do maior número desempregados no DF. A informalidade é por falta de qualificação e as pessoas buscam alternativas de caráter informal para serem inseridas no mercado de trabalho. Quando o governo faz um grande programa de qualificação profissional, as pessoas tendem a ser um bom empregado e ocupar as vagas ofertadas e também despertam a questão do empreendedorismo”, detalha o titular da Sedet, Thales Mendes. “Quanto maior o nível de qualificação profissional da população, principalmente a desempregada, há uma diminuição da informalidade no DF”, acrescenta. Junto da capacitação, o GDF também proporciona um cenário melhor aos empresários. Por meio do programa Prospera, estima-se que mais de 10 mil empregos tenham sido gerados. Voltado para microempreendedores urbanos e rurais, microempreendedores individuais, artesãos, prestadores de serviços autônomos, entre outros, o Prospera é um programa de crédito no qual os valores são liberados de maneira progressiva, de modo a evitar a inadimplência e garantir a renovação de crédito para o cliente. Nos balanços do Prospera, 70% dos empreendimentos apoiados relataram aumento na receita e na lucratividade, comprovando o sucesso. Em outras frentes, a Sedet também trabalha o Desenvolve DF, que substituiu o antigo Pró-DF, em que os empresários ganham desconto na aquisição dos terrenos para desenvolver o negócio e quanto mais empregos são gerados menos pagam pelo terreno. Já o Emprega-DF oferece benefícios fiscais de até 67% no ICMS para os participantes. Somado a isso, o GDF também criou programas como o Pró-Economia I e II, com a concessão de benefícios a diversos setores, como a redução e isenção de impostos e diversos convênios ICMS, e também três edições do Programa de Incentivo à Regularização Fiscal do Distrito Federal (Refis). Somente com a edição de 2023, foram registrados R$ 946 milhões em dívidas renegociadas com o GDF e a adesão recorde de 78 mil contribuintes, entre pessoas físicas e jurídicas. Todo esse ambiente, aliados a esforços de outras áreas, ajudam a explicar como o GDF conseguiu, em cinco anos, chegar à marca de duas mil obras entregues e com tantas outras em andamento.

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Mulher nas Cidades leva serviços e capacitação profissional a Samambaia

“Oportunidade de crescimento”. É assim que a enfermeira Mariana Leão, 27 anos, define a passagem do Programa Mulher nas Cidades em Samambaia. Ela foi uma das participantes do curso de design de sobrancelhas e levou o certificado de conclusão para casa, nesta sexta-feira (12). “Passei aqui em frente com minha mãe, fiquei curiosa e no outro dia já estava estudando. Amei tudo: a estrutura é ótima, o curso é muito prático – já posso fazer a sobrancelha de todo mundo – e estou muito feliz com meu certificado, vou emoldurar e colocar na sala de casa”, contou ela. “O Mulher nas Cidades está promovendo a formação gratuita para mulheres em situação de vulnerabilidade, o que é fundamental para promover a igualdade de oportunidades. Oferecer cursos próximos a essas mulheres facilita o acesso e contribui significativamente para sua capacitação e empoderamento, sendo essencial para a conquista da autonomia financeira” Giselle Ferreira, secretária da Mulher O programa é gerido pela Secretaria da Mulher do Distrito Federal (SMDF) e atende o público feminino em sete eixos: Saúde, Desenvolvimento Social, Desenvolvimento Econômico e Trabalho, Justiça e Cidadania, Educação, Cultura e Qualidade de Vida. Além dos serviços voltados às mulheres, o projeto também oferece atividades para crianças, como jogos educativos, salas de leitura e oficinas pedagógicas. “O Mulher nas Cidades está promovendo a formação gratuita para mulheres em situação de vulnerabilidade, o que é fundamental para promover a igualdade de oportunidades. Oferecer cursos próximos a essas mulheres facilita o acesso e contribui significativamente para a capacitação e empoderamento, sendo essencial para a conquista da autonomia financeira”, destacou a secretária da Mulher, Giselle Ferreira. O Programa Mulher nas Cidades, que passou a semana em Samambaia, no estacionamento do Estádio Rorizão, atende o público feminino em sete eixos: Saúde, Desenvolvimento Social, Desenvolvimento Econômico e Trabalho, Justiça e Cidadania, Educação, Cultura e Qualidade de Vida | Foto: Mateus D Santos/ Divulgação A subsecretária de Promoção da Mulher, Renata D’Aguiar, pontua que o objetivo do programa é propagar o acesso aos serviços governamentais. “Procuramos estar em regiões em que não temos equipamentos da secretaria, especificamente para a promoção de capacitação, palestras informativas e atendimentos de saúde”, afirmou. “Percebemos que a educação liberta. Muitas mulheres ainda não têm acesso a informações da nossa rede de proteção e, estando mais perto delas, podemos divulgar nossos serviços para que entendam que existe uma rede não só para abraçá-las e acolhê-las, mas também para que sejam fortalecidas e inseridas no mercado de trabalho”, analisou. As atividades do Mulher nas Cidades começaram em 5 de fevereiro e seguirão até 28 de junho, percorrendo, de forma itinerante, 12 regiões administrativas. O projeto já passou por Santa Maria, Estrutural, Paranoá, Itapoã, Ceilândia e Samambaia. Em breve, chegará em Planaltina, Arapoanga, Sobradinho II, São Sebastião, Guará e Brazlândia. Mariana Leão: “Fiz tudo, praticamente. Me ajudaram a resolver um problema jurídico, aprendi a fazer meu currículo, recebi massagem, ganhei o kit de higiene bucal, ganhei livros e ainda concluí o curso de design de sobrancelhas” Em Samambaia, as atividades ocorreram de segunda-feira (8) a sexta-feira (12), no estacionamento do Estádio Rorizão. A população teve acesso às áreas da odontologia, oftalmologia, clínica médica, além de vários cursos e palestras. Mariana, por exemplo, contou que aproveitou cada oportunidade: “Fiz tudo, praticamente. Me ajudaram a resolver um problema jurídico, aprendi a fazer meu currículo, recebi massagem, ganhei o kit de higiene bucal, ganhei livros e ainda concluí o curso de design de sobrancelhas”, celebra. A aposentada Sebastiana Lopes, 61, se formou nos cursos de corte de cabelo e de costura. Ela já oferece serviços nas duas áreas para conhecidos e familiares. “Vim aprender as novidades dos pontos, como fazer umas roupas mais modernas. A mesma coisa com o corte de cabelo, em que aprendi técnicas que não sabia, como posicionamento de tesoura”, conta. “Foi de uma importância muito grande para mim e para a nossa comunidade e região, despertando a mulher que estava em casa, inativa, para que pudesse vir aqui e olhar para si mesma, cuidar de si mesma”, completou. Veja os próximos locais que receberão o Mulher nas Cidades – Guará (22 a 26/4) Endereço: QE 25, Guará 2 (ao lado da administração regional). Horário: 9h às 18h – Arapoanga (6 a 10/5) Endereço: Avenida Erasmo de Castro (ao lado do estacionamento da administração regional). Horário: 9h às 18h – Planaltina (13 a 17/5) Endereço: Estacionamento do Ginásio Múltiplas Funções de Planaltina (ao lado da administração regional). Horário: 9h às 18h – Sobradinho II (20 a 24/5) Endereço: AR 9, Quadra (ao lado da administração regional). Horário: 9h às 18h – Brazlândia (3 a 7/6) Endereço: St. Tradicional, Qd. 16 (ao lado da administração regional). Horário: 9h às 18h – São Sebastião (24 a 28/6) Endereço: Qd. 101, Conjunto 8 (ao lado da administração regional). Horário: 9h às 18h As inscrições são divulgadas no site e nas redes sociais da iniciativa. Também é possível se inscrever presencialmente, nas sedes das administrações regionais.

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Operação DF Livre de Carcaças remove carros na Papuda e no Guará

A Operação DF Livre de Carcaças foi realizada no Complexo Penitenciário da Papuda nesta quarta-feira (10) e no Guará no dia anterior. No total, foram retirados de circulação dois caminhões, três ônibus e 65 estruturas de carros velhos que estavam abandonados. Após solicitação da Secretaria de Administração Penitenciária (Seape), as equipes, coordenadas pela Secretaria de Segurança Pública do DF (SSP-DF), estiveram na Papuda e retiraram dois caminhões e três ônibus que estavam sem condições de uso e estacionados ali há mais de 15 anos. A ação DF Livre de Carcaças, além de retirar carros velhos das ruas, entra no combate à dengue | Edição: Divulgação/SSP-DF “Trazer esta operação para o sistema penitenciário tem uma simbologia muito grande e mostra a atuação conjunta e a integralidade que tem guiado a segurança pública, por meio do programa DF Mais Seguro. Essas carcaças estão aqui há anos e a retirada mostra que o governador Ibaneis (Rocha) tem feito um trabalho no sentido de utilizar toda a estrutura do governo para combater desordens e reduzir os casos de dengue no DF”, ressaltou o secretário de Segurança Pública, Sandro Avelar. “Agradeço a todos os órgãos participantes, em especial ao DER-DF, que possibilitou a retirada de veículos mais complicados de serem retirados, devido ao tamanho”, completa. O secretário de Administração Penitenciária, Wenderson Teles, lembra que “as carcaças estão aqui nessa região há um bom tempo causando um desconforto para custodiados e servidores, além de servir de foco para o mosquito da dengue. Com essa ação integrada à SSP-DF e ao DER para retirar estas carcaças, nós damos um passo a mais nas ações de combate à dengue dentro do sistema prisional.” “Os números baixos de casos de dengue aqui no complexo da Papuda ratificam a afirmação de que as ações da Seape e dos policiais penais estão no rumo certo” Wenderson Teles, secretário de Administração Penitenciária De acordo com Teles, o número de casos confirmados de dengue não é elevado. “Os números baixos de casos de dengue aqui no complexo da Papuda ratificam a afirmação de que as ações da Seape e dos policiais penais estão no rumo certo. Portanto, a Seape continuará trabalhando neste sentido. A diretriz do governo Ibaneis é intensificar  o combate aos casos de dengue em toda a capital”, destacou o secretário. Carros velhos Na terça-feira (9), a DF Livre de Carcaças, esteve no Guará, onde 65 estruturas de carros velhos foram removidas das ruas da cidade. A ação prossegue nas próximas semanas no Guará e contribui para aumento da sensação de segurança, além de intensificar o enfrentamento das doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti. Em 12 de março, equipes da Secretaria de Segurança Pública iniciaram o trabalho de notificação dos proprietários de carcaças nas ruas do Guará | Foto: Rafael Máximo/Administração Regional do Guará Em 12 de março, equipes da Secretaria de Segurança Pública iniciaram o trabalho de notificação dos proprietários de carcaças nas ruas do Guará. Nesse período, a situação de 32 pontos com veículos em estado de abandono foi resolvida. A operação retirou mais 33 carcaças das ruas do Guará, seja por remoção com guinchos dos órgãos do GDF ou recolhimento pelos respectivos donos. A operação, além de recolher carros abandonados, identifica desordens como mato alto, falta de iluminação, focos de dengue, entre outros fatores que incidem diretamente na prevenção criminal, na segurança pública e na saúde da população O administrador do Guará, Artur Nogueira, destaca que a operação é mais uma demanda atendida pela população na cidade. “A remoção de veículos abandonados é um dos principais pedidos que tenho recebido quando caminho pelo Guará e converso com a comunidade. O reforço no combate à dengue foi um dos principais objetivos dessa operação, que mais uma vez mostra a força do trabalho integrado do GDF na nossa cidade.” “O principal objetivo da ação não é apenas remover veículos ao depósito do Detran, mas sim conscientizar a população de que não abandone carcaças em via pública. Aqui no Guará, desde o mês de março, temos notificado proprietários e sensibilizado da importância desse trabalho com a comunidade em prol de uma cidade mais limpa e segura”, esclarece o coordenador da Operação DF Livre de Carcaças, major Luis Carlos Bedendo. Ação contínua O DF Livre de Carcaças é uma ação contínua de retirada de veículos abandonados por todo o DF e que acabam por causar transtornos na segurança pública e na saúde da população. Integram a DF Livre de Carcaças as administrações regionais, representantes da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), Departamento de Trânsito (Detran-DF), Departamento de Estradas de Rodagem (DER-DF), Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap), Serviço de Limpeza Urbana (SLU), DF Legal e Secretaria de Saúde, por meio da Diretoria de Vigilância Ambiental (Dival). As operações ocorrem semanalmente, seguindo um cronograma já pré-estabelecido.Nesta quinta (11), ela ocorre no Riacho Fundo II. Como ajudar A população também pode participar do programa denunciando e informando os locais em que se encontram veículos abandonados. As denúncias podem ser feitas pelo e-mail dflivredecarcacas@ssp.df.gov.br. No contato, é importante informar o endereço dos veículos, ponto de referência e, se possível, enviar fotos. As informações também podem ser encaminhadas por meio da Ouvidoria do GDF, pelo site Participa DF ou pelo número 162, e nas próprias administrações regionais. *Com informações da SSP-DF e da Administração Regional do Guará

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Projeto oferece ações de saúde mental e autocuidado a professores de Planaltina

O projeto Cuidando de Quem Educa, desenvolvido pela Coordenação Regional de Ensino (CRE) de Planaltina, tem como foco fortalecer a saúde mental, praticar intervenções e autocuidado com os professores da rede pública do Distrito Federal. A iniciativa tem o apoio da Subsecretaria de Gestão de Pessoas da Secretaria de Educação do DF. Todos os educadores e profissionais da educação que estiveram presentes receberão certificado. O Projeto Cuidando de Quem Educa é uma iniciativa da Coordenação Regional de Ensino de Planaltina voltada para promover o bem-estar mental | Fotos: Mary Leal/SEEDF A subsecretária de Gestão de Pessoas da SEEDF, Ana Paula Aguiar, esteve presente no encontro desta terça-feira (9) e destacou o excelente trabalho feito pela CRE de Planaltina a seus docentes. “A Regional de Planaltina, muito preocupada com os servidores, olha para eles não como uma matrícula, mas como um ser humano cheio de bagagem. A própria Regional de Ensino acolhe as ações de qualidade de vida que são desenvolvidas pela Secretaria de Educação e hoje convidou os servidores a virem aqui para um momento de descompressão. É assim que a gente acredita que se fortalece os servidores da Secretaria de Educação”. A expectativa é de que o projeto Cuidando de Quem Educa seja levado a outras regionais de ensino. Atualmente, a iniciativa é desenvolvida por meio de ciclos trimestrais, totalizando oito encontros, atendendo 60 profissionais da educação a cada ciclo, sendo 30 no matutino e 30 no vespertino, com profissionais especializados, bate-papos e oficinas, ofertando um cardápio de cuidados e reciprocidade. “Lidamos com demandas que vêm de famílias, dos alunos, da própria comunidade. E quem cuida do professor? Foi pensando nisso que criamos esse projeto Cuidando de Quem Educa” Fernanda Perdigão, servidora da SEEDF Nesta terça, o tema do encontro foi “MoviMente: autoconhecimento através do corpo”, ministrado por Alessandra Rizzi, terapeuta educacional da Secretaria de Saúde do DF. “A ideia do projeto é fazer intervenções e imersões para mostrar ao professor como ele pode se cuidar no dia a dia. São professores que se inscreveram para estar aqui, que entendem que é importante cuidar da saúde mental, cuidar da qualidade de vida”, ressaltou a terapeuta. O projeto será ofertado uma vez por semana e contará com conversas, atividades laborais, práticas integrativas em saúde, com foco para o cuidado da saúde do professor. Logo no início do encontro, há um momento da acolhida, com lanche e fala dos coordenadores, explicando a dinâmica da atividade que será desenvolvida no dia. Em seguida, é a vez de praticar uma espécie de terapia coletiva, em que os membros se apresentam e, juntos, começam atividades integrativas. Acolhimento Todas as práticas desenvolvidas são pensadas na realidade do professor da rede pública. Fernanda Perdigão – servidora da SEEDF, pedagoga e enfermeira – comenta que diferentes demandas foram levadas em consideração na hora da criação do projeto. “Nós, da Regional de Planaltina, decidimos juntar os gestores de várias unidades e cada um foi apontando uma necessidade que existia em sua unidade. Pois lidamos com demandas que vêm de famílias, dos alunos, da própria comunidade. E quem cuida do professor? Foi pensando nisso que criamos esse projeto Cuidando de Quem Educa”, explicou. Por isso, diferentes profissionais e especialistas em saúde mental, como terapeutas, psicólogos e nutricionistas foram chamados para dar o acolhimento e suporte ao docente. A vice-diretora da Escola Classe 5 de Planaltina, Valquíria Monteiro, disse que as expectativas foram superadas A vice-diretora da Escola Classe 5 de Planaltina, Valquíria Monteiro, participou da primeira edição do projeto e retornou. Ela conta, emocionada, sobre a alegria de poder voltar e continuar com os avanços nas técnicas de saúde mental que aprendeu no primeiro encontro. “Eu vim cheia de expectativas e elas foram superadas, pois o primeiro encontro foi maravilhoso. Eu saí daqui com muitas concepções que eu ainda precisava mudar, mas eu não estava tendo coragem. Então, tudo que eu aprendi aqui, eu tentei colocar em prática essa semana e recebi grandes resultados. Todos os professores deveriam fazer”, destacou. A gestora elogia o olhar voltado ao profissional da educação. “Eu achei bastante interessante o tema Cuidando de Quem Educa. Porque eu já vi que era um olhar diferenciado para a gente (professor). É importante cuidar de você mesmo para depois cuidar do outro, porque como é que eu vou cuidar do outro, se eu não consigo cuidar de mim mesma?”, finalizou. *Com informações da Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF)

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Iniciada reforma de UBS em penitenciária feminina no Gama

A Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) iniciou a reforma da Unidade Básica de Saúde (UBS) localizada no interior da penitenciária feminina do Gama. A fase de alvenaria e instalações elétrica e hidráulica já foi concluída. A estimativa é que a próxima etapa, de acabamentos, comece nos próximos 15 dias. Nesta quinta-feira (7), por meio de portaria conjunta publicada no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF), foram repassados R$ 405.921,02 à Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap), responsável pela condução da obra, para as adequações. Na unidade de saúde da penitenciária, mulheres custodiadas recebem atendimento com equipe multiprofissional, testes rápidos e exames complementares | Fotos: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília Com investimento que ultrapassa os R$ 3,2 milhões, o pacote de adequações considera as necessidades das mulheres privadas de liberdade: ampliação de consultórios médicos, salas de enfermagem e de espera e área para triagem. O ambiente será, ainda, adaptado à assistência médica, cujos serviços incluem análise preventiva, diagnóstico e tratamento das condições de saúde. O projeto deve proporcionar melhores condições aos trabalhadores e às usuárias, uma vez que diversas iniciativas necessitam de espaços adequados. “A equipe de Saúde desenvolve, por exemplo, grupos de gestantes e de mulheres trans, além de ofertar práticas integrativas. Como o local não estava mais abarcando tudo isso, propomos as mudanças”, explica a gerente de Saúde do Sistema Prisional (GESSP), Simone Kathia de Souza. A obra conta com ampliação de consultórios médicos, salas de enfermagem, área para triagem e salas de espera Atendimento Na unidade da penitenciária feminina, a UBS prisional tem equipe composta por médico, enfermeiros, técnicos de enfermagem, psicólogos, assistente social, farmacêutico, cirurgião dentista, técnico em saúde bucal, administrativo, gerente e supervisor. Além disso, conta com o apoio de médico ecografista, conforme a demanda. De acordo com a gerente, as mulheres têm acolhimento ampliado, com testes rápidos para vírus da imunodeficiência humana (HIV), sífilis, hepatites B e C, assim como exames complementares de covid-19, dengue, entre outros. “Nesse processo, também são realizadas as primeiras consultas com todos os profissionais da equipe e agendamento para preventivo de câncer do colo uterino, saúde bucal, mental etc.” Saúde prisional Instaurada pelo Ministério da Saúde (MS), a Política Nacional de Atenção Integral à Saúde das Pessoas Privadas de Liberdade no Sistema Prisional (PNAISP) determina ações de saúde e segurança, voltadas à população privada de liberdade, que se encontra sob custódia em todo o itinerário carcerário. Na SES-DF, o modelo de gestão adotado está em consonância com as normativas do MS e oferta os serviços de Atenção Primária em cada estabelecimento penal da capital federal. Sempre com equipe multiprofissional definida pelos parâmetros da política, que considera ainda, locais e territorialização do DF. *Com informações da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF)

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Unidades do DF recebem selo de Hospital Amigo da Criança

Nove unidades administradas pela Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) receberam nesta segunda-feira (4) o selo de Hospital Amigo da Criança, reconhecimento concedido pelo Ministério da Saúde pelos cuidados prestados a mães e bebês, com destaque para o incentivo ao aleitamento materno. A cerimônia foi realizada na Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde (Fepecs), com a presença de gestores e servidores envolvidos diretamente na iniciativa. Apoio ao aleitamento materno é um dos pré-requisitos para que uma unidade receba a certificação | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde-DF Neste ano, foram habilitados os hospitais regionais de Sobradinho, Taguatinga, Ceilândia, Brazlândia, Gama e Asa Norte, além do Hospital Materno-Infantil de Brasília (Hmib). O Hospital Regional de Planaltina e a Casa de Parto de São Sebastião já estavam habilitados e também receberam o selo na cerimônia. Além das unidades da SES-DF, o Hospital Universitário de Brasília (HuB), sob administração federal, também foi reconhecido. A secretária de Saúde, Lucilene Florêncio, destacou a importância do trabalho de servidores de diversas áreas para assegurar um serviço de alta qualidade, incluindo profissionais terceirizados envolvidos no suporte. “Nada disso seria possível sem os servidores, sem a segurança, sem a limpeza do hospital”, detalha. Além disso, a gestão tem atuado para que o tema faça parte da prioridade das unidades de maneira constante. Evento reuniu representantes de unidades da Secretaria de Saúde certificados como Hospital Amigo da Criança A coordenadora de saúde da criança e do adolescente do Ministério da Saúde, Sônia Venâncio, informou que são 317 hospitais com essa certificação no Brasil e o Distrito Federal se destaca tanto pelo número de unidades reconhecidas quanto pelas múltiplas iniciativas desenvolvidas aqui, como os bancos de leite, as salas de amamentação e o incentivo ao método canguru. “Sempre temos no DF a referência de um local onde as coisas funcionam muito bem”, elogia. Para passar na avaliação, cada hospital precisa cumprir uma série de pré-requisitos, como o incentivo ao aleitamento materno e o cumprimento de normas quanto ao parto humanizado. Também são necessários o livre acesso de acompanhante de recém-nascido internado, além da garantia do contato pele a pele logo nos primeiros minutos de vida. A avaliação para o credenciamento ocorre a cada três anos e anualmente é monitorado o cumprimento dos critérios. Disponibilizar treinamento também faz parte dos requisitos. A cerimônia teve uma homenagem à vice-presidente da rede brasileira de bancos de leite, Miriam Santos. A médica pediatra iniciou sua trajetória na defesa do cuidado materno-infantil em 1991, no Hospital Regional de Taguatinga, e se aposentou da SES-DF no ano passado, como coordenadora de políticas de aleitamento materno. “O DF vai continuar sendo um exemplo e eu vou continuar tendo muito orgulho do trabalho”, disse a médica. *Com informações da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF)

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Pais devem ficar atentos ao peso na mochila dos estudantes

Em meio a expectativa e preparativos para o retorno às aulas da rede pública, marcado para 19 de fevereiro, pais e responsáveis devem estar atentos aos cuidados com o peso excessivo das mochilas que os estudantes carregam diariamente. A Organização Mundial da Saúde (OMS) orienta que crianças e jovens em idade escolar (dos 6 aos 18 anos) devem limitar o peso das mochilas a menos de 10% do peso corporal, a fim de evitar eventuais riscos associados à postura inadequada. A OMS orienta que crianças e jovens em idade escolar (dos 6 aos 18 anos) devem limitar o peso de suas mochilas a menos de 10% do peso corporal | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília A fisioterapeuta Polyane Magalhães, da Policlínica do Hospital Regional do Gama (HRG), explica que a manutenção de uma postura inadequada no transporte de materiais escolares pode acarretar consequências sérias para a saúde a longo prazo, impactando o desenvolvimento físico e causando desconforto no dia a dia dos estudantes. “Os primeiros indicativos que temos dessa sobrecarga são as alterações posturais, como inclinações do tronco para frente, tensões nos ombros e na coluna cervical”, detalha. “E se a criança começar a se queixar de dor na coluna, o ideal é procurar um especialista”, completa. A servidora orienta aos pais que optem, no ato da compra do material escolar, pelas mochilas de duas alças. “Essas propiciam a distribuição correta do peso, diferentemente daquelas que contam com apenas uma alça transversal. Essas não são boas para a postura”, diz. [Olho texto=”O ideal é que a criança ou adolescente sente com a coluna lombar apoiada no encosto da cadeira e com o joelho reto” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”direita”] Também é preciso estar atento à postura em sala de aula. O ideal é que a criança ou adolescente sente com a coluna lombar apoiada no encosto da cadeira e com o joelho reto. Outro cuidado é evitar ficar sentado por longos períodos. “Aproveite os intervalos das aulas para se levantar, caminhar um pouco, esticar as pernas”, sugere a fisioterapeuta. As mesmas orientações valem para o uso de computadores e celulares em casa durante os estudos, onde é recomendado evitar sentar-se em flexão mantida, ou seja, curvada. “É importante frisar a importância da atividade física como aliada nesses casos, uma vez que o sedentarismo contribui para agravar os sintomas de dores e prejuízos funcionais”, completa.

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Estatuto da Pessoa com Diabetes garante direitos no Distrito Federal

Já está em vigor no Distrito Federal o Estatuto da Pessoa com Diabetes, criado pela lei nº 7.409, sancionada pelo governador Ibaneis Rocha e publicada no Diário Oficial do DF (DODF) do dia 18 deste mês. O estatuto assegura direitos aos pacientes diagnosticados com diabetes, como acesso aos serviços de saúde pública e prioridade de atendimento. Aproximadamente 115 mil pessoas fazem acompanhamento de diabetes nas unidades da Secretaria de Saúde (SES-DF). “A nova lei normatiza práticas que já adotamos no âmbito da Secretaria de Saúde. Temos o orgulho de termos aqui um tratamento que é referência nacional”, afirma a subsecretária de Assistência Integral à Saúde, Lara Nunes. Ela destaca o uso do Libre, equipamento para monitorar os níveis de glicemia no sangue. Os pacientes também contam com bombas de insulina. Pacientes com diabetes no DF têm acesso a tratamentos com o Libre e com bombas de insulina | Foto: Sandro Araújo/ Agência Saúde O uso desses equipamentos é orientado pelos profissionais da SES-DF. O acompanhamento é feito em unidades especializadas no tratamento da doença, como o Centro Especializado em Diabetes, Hipertensão e Insuficiência Cardíaca (Cedhic), o Centro de Atenção ao Diabetes e Hipertensão Adulto (Cadh) e o Centro Especializado em Diabetes, Obesidade e Hipertensão Arterial (Cedoh). A rede de 176 unidades básicas de saúde (UBSs) funciona tanto como porta de entrada quanto para o acompanhamento de quem está com a doença crônica controlada. Em caso de necessidade, o encaminhamento a um endocrinologista é rápido. “Todo paciente com diabetes tipo 1 é prioritário. Não há atraso para consulta com o especialista”, garante a endocrinologista Flávia Melo, referência técnica distrital da área. A SES-DF conta com 73 médicos endocrinologistas, 23 deles voltados para atendimentos pediátricos. Além disso, profissionais de diversas especialidades fazem o acompanhamento geral da saúde dos pacientes, e há ambulatórios para tratamento de complicações da doença, como o “pé diabético” e a retinopatia. Também são realizadas ações educativas, inclusive em escolas, em parceria com a Secretaria de Educação. A Secretaria de Saúde conta com 73 médicos endocrinologistas | Foto: Thaís Cavalcante/ Agência Saúde Diabetes: o que é e como evitar A diabetes é caracterizada por altas taxas de açúcar no sangue (hiperglicemia) de forma permanente e pode levar a complicações no coração, nas artérias, nos olhos, nos rins e nos nervos. A doença pode ter diversas causas, que determinam o seu tipo. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] A diabetes tipo 1 atinge de 5% a 10% dos pacientes. Nesse caso, as células produtoras de insulina são destruídas pelo próprio corpo. Já os demais 90% são acometidos pelo tipo 2, quando há deficiência na produção de insulina ou resistência à insulina. Também há a diabetes gestacional, que pode ou não persistir após o parto. Além disso, determinados tipos de doenças, uso de medicação, drogas, produtos químicos ou problemas genéticos podem levar a um quadro de diabetes. A melhor forma de prevenir a diabetes é praticar atividades físicas regularmente, manter uma alimentação saudável e evitar o consumo de álcool, tabaco e drogas. Além disso, é fundamental fazer exames regularmente para acompanhar a glicose no sangue. *Com informações da Secretaria de Saúde

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Forma de divulgação da vacinação contra a covid-19 é atualizada

Seguindo as novas orientações do Ministério da Saúde, a Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) atualizou a forma de divulgação dos locais de vacinação contra a covid-19. O endereço virtual continua o mesmo, porém há mudanças para o acesso à vacina. As ações de vacinação no DF envolvem pessoas de todas as idades, de bebês a idosos. Nas salas de vacina, é possível atualizar toda a caderneta de vacinação | Fotos: Sandro Araújo/Agência Saúde-DF Não há mais a divulgação por primeira dose, segunda dose ou reforços, e sim apenas três listas. Na primeira, estão os locais de atendimento para todas as crianças de seis meses a menos de 5 anos de idade (4 anos, 11 meses e 29 dias), sendo apresentadas também orientações básicas, como o intervalo entre as três doses recomendadas para esta faixa etária. O segundo link é para os locais de vacinação onde são atendidas todas as crianças a partir dos 5 anos, adolescentes, adultos e idosos que não tenham tomado nenhuma dose ou recebido apenas uma vacina contra a covid-19. O terceiro link é para os grupos prioritários que estão elegíveis a receber o reforço da vacina bivalente em 2024, mesmo que tenham tomado reforços anteriormente. Na página estão listados esses grupos prioritários. Ainda para a covid-19, também há um link específico para locais com atendimento noturno, exclusivos para pessoas a partir dos 18 anos, conforme as vacinas preconizadas. Mudanças na forma de divulgação dos locais de vacinação contra a covid-19 seguem novas orientações do Ministério da Saúde Vale ressaltar que essas listas são atualizadas conforme o funcionamento das salas de vacina. A orientação é sempre acessar a página da Secretaria de Saúde antes de ir se vacinar. Outras vacinas A SES-DF também tem no seu site a lista de locais para a vacinação de rotina, aplicadas conforme o calendário de vacinação, e uma lista específica para o imunizante BCG. Já a vacina de influenza não está mais em oferta, depois do término da campanha de 2023. Por fim, é possível acessar a lista de locais para vacinação antirrábica de cães e gatos, disponível ao longo de todo o ano nos núcleos regionais de Vigilância Ambiental. *Com informações da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF)

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Novembro Azul: 175 unidades da rede pública do DF reforçam serviços

Criada para promover o cuidado geral com a saúde masculina, indo além do câncer de próstata, a campanha Novembro Azul ressalta a importância da rede de 175 unidades básicas de saúde (UBS) para o atendimento à população masculina. Por meio do CEP de residência, é possível identificar qual é a UBS de referência e ter acesso a toda a carteira de serviços ofertada pela rede pública da Secretaria de Saúde (SES-DF). “Os homens frequentam mais as unidades básicas nesse período e temos a impressão de que, a cada ano, a participação deles nos eventos é maior”, conta a diretora regional de Atenção Primária à Saúde da Região Leste, Janaína de Oliveira, responsável pelas atividades das UBSs do Paranoá, Itapoã, Jardim Botânico, São Sebastião e Jardins Mangueiral. Além do atendimento diário, ações especiais foram organizadas – por todo o DF – para ampliar o acolhimento da população masculina. Entre as atividades estão palestras, recepções festivas (cafés e lanches), testagem e ações de acolhimento. Os horários das atividades dependem da unidade. Os homens representam apenas 34% da população presente nas consultas em UBSs | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde-DF O desafio é enfrentar as resistências. “É um problema muitas vezes cultural. A mulher desde cedo é estimulada à prevenção. O homem tem dificuldade. Quando procura a assistência, é porque já está doente”, explica o diretor regional de Atenção Primária à Saúde da Região Oeste, Marcondes Mendes, à frente das UBSs de Ceilândia, Brazlândia e Sol Nascente. Por isso, uma das orientações para os profissionais é aproveitar todas as eventuais visitas desse público a uma UBS. O acompanhamento de um familiar ou a simples retirada de medicamento podem ser a oportunidade para uma abordagem. As equipes de Estratégia de Saúde da Família (eSF) também são instruídas a abordar a população masculina. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Parte das unidades básicas – como as UBS 3 e 7 de Ceilândia – fazem atendimentos de segunda a sexta-feira até as 22h, o que também é um estímulo aos cuidados com a saúde. “Aqueles que têm dificuldades de acesso, por causa do trabalho, podem procurar essas UBSs com atendimento noturno”, pontua o diretor. Minoria nos atendimentos Segundo dados da SES-DF, em 2023, os homens representam apenas 34% da população presente nas consultas de atenção primária, aquelas realizadas em UBSs. Esse índice inclui idosos, bebês e pacientes com doenças crônicas. Entre os homens de 20 a 59 anos, o índice cai para 28%, de acordo com dados do Ministério da Saúde para todo o país. Confira os locais com eventos especiais do Novembro Azul previstos até o fim do mês: Foto: Arquivo/ Agência Saúde 23 de novembro (quinta-feira) ? UBS 3 do Recanto das Emas ? UBS 4 do Recanto das Emas ? UBS 8 do Recanto das Emas ? UBS 5 de Ceilândia ? UBS 6 de Ceilândia ? UBS 7 de Ceilândia ? UBS 12 de Ceilândia ? UBS 13 de Ceilândia 24 de novembro (sexta-feira) ? UBS 3 de Taguatinga ? UBS 10 do Recanto das Emas ? UBS 11 do Recanto das Emas ? UBS 3 de Ceilândia ? UBS 10 de Ceilândia 25 de novembro (sábado) ? UBS 1 do Guará ? UBS 1 do Areal ? UBS 2 do Areal ? UBS 12 de Samambaia ? UBS 5 do Recanto das Emas ? UBS 10 do Recanto das Emas ? UBS 11 do Recanto das Emas 27 de novembro (segunda-feira) ? UBS 5 de Santa Maria 28 de novembro (terça-feira) ? UBS 1 do Cruzeiro ? UBS 1 de Vicente Pires ? UBS 1 de Samambaia ? UBS 11 de Samambaia ? UBS 16 de Ceilândia ? UBS 18 de Ceilândia 29 de novembro (quarta-feira) ? Terminal rodoviário do Núcleo Bandeirante ? UBS 2 de Taguatinga ? UBS 8 de Taguatinga ? UBS 2 de Samambaia ? UBS 3 de Samambaia ? UBS 6 de Samambaia ? UBS 7 de Samambaia ? UBS 8 de Samambaia ? UBS 10 de Samambaia ? UBS 4 de Santa Maria ? UBS 10 de Santa Maria Os endereços de cada unidade e horários de funcionamento podem ser consultados no InfoSaúde. *Com informações da Secretaria de Saúde

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Grupo de dor crônica do HRSM cria rede de apoio a pacientes

No Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), uma iniciativa muito aguardada se tornou realidade: o grupo de dor crônica. O espaço vai além do tratamento convencional, criando uma rede de apoio para pacientes que enfrentam diariamente desafios impostos por essa doença Em um contexto onde a dor crônica afeta aproximadamente 37% da população brasileira, cerca de 60 milhões de pessoas, conforme dados da Sociedade Brasileira de Estudos da Dor (SBED), a linha de cuidados para pessoas com dores crônicas do HRSM se destaca como uma resposta inovadora. Grupo conta, entre outros profissionais, com psicólogos, fisioterapeutas, reumatologistas, assistentes sociais e terapeutas ocupacionais | Fotos: Divulgação/ IgesDF O grupo funciona no ambulatório e é formado por aproximadamente 15 participantes que se encontram semanalmente. As manhãs de quinta-feira são marcadas pela conexão e pelo compartilhamento de experiências e de conhecimento. Com o intuito de aprimorar a qualidade de vida diante das limitações físicas e dos desafios cotidianos impostos pela dor crônica, a abordagem adotada busca explorar diferentes estratégias ao longo de aproximadamente 12 encontros. Essas estratégias variam desde psicoeducação até técnicas de mindfulness, (prática terapêutica de concentração máxima no presente) com a colaboração de uma equipe de especialistas de diferentes áreas. [Olho texto=”“O nosso objetivo é trabalhar estratégias de enfrentamento para a dor, para que eles possam recuperar a qualidade de vida e consigam seguir com essas condições”” assinatura=”Paola Palatucci, psicóloga” esquerda_direita_centro=”direita”] Psicólogos, fisioterapeutas, reumatologistas, assistentes sociais, terapeutas ocupacionais, enfermeiros, farmacêuticos e nutricionistas unem forças para proporcionar estratégias de enfrentamento e conscientização do papel dos pacientes em seu próprio tratamento. A psicóloga Paola Palatucci, especialista em dor crônica e uma das mentes por trás do projeto, explica: “O nosso objetivo é trabalhar estratégias de enfrentamento para a dor, para que eles possam recuperar a qualidade de vida e consigam seguir com essas condições”. Albertina Fernandes, de 53 anos, membro do grupo desde o início, mencionou que usava remédios controlados para dor por mais de uma década. Desde que ingressou no grupo, reduziu o uso de algumas medicações. Ela comentou: “Estou me sentindo bem melhor. O grupo tem sido de grande ajuda; durmo melhor e estou bem emocionalmente. Só tenho a agradecer”. Paula Palatucci reforçou: “Trabalhamos higiene do sono, dietas anti-inflamatórias, psicoeducação e utilizamos técnicas de mindfulness para fortalecer a atenção concentrada dos pacientes, visando sempre estratégias de enfrentamento”. [Olho texto=”Em todos os encontros, são realizados exercícios adaptados para trabalhar alongamento e analgesia” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”esquerda”] O tratamento exige uma abordagem multidisciplinar na qual a fisioterapia também desempenha um papel significativo. Em todos os encontros, são realizados exercícios adaptados para trabalhar alongamento e analgesia. O programa incorpora, ainda, a auriculoterapia, uma técnica derivada da acupuntura que aplica pressão em pontos específicos da orelha para tratar vários tipos de dores. Essa prática terapêutica visa não apenas ao bem-estar físico, mas também ao equilíbrio emocional. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] A fisioterapeuta Alessandra Sandro Meireles enfatiza a importância da abordagem integral da equipe, ressaltando o compromisso em proporcionar não apenas um alívio imediato, mas uma melhoria significativa na qualidade de vida dos pacientes: “Todas as estratégias são apresentadas para que possam ser aplicadas no dia a dia, permitindo que os pacientes tenham consciência de seu papel ativo na melhoria de seu quadro clínico”. Desde os 20 anos, Suely Pinheiro Barreira, 61, convive com o desafio da fibromialgia, uma condição dolorosa e persistente. “Esse grupo está sendo uma maravilha; tenho aprendido como lidar com a dor da fibromialgia, porque é uma dor crônica, uma dor que você acha que não vai conseguir suportar. Eu tenho aprendido muito com toda a equipe e me sinto acolhida. Para mim tem dado resultado, tenho parado até de tomar alguns medicamentos fortes”, relata *Com informações do IgesDF

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Prevenção ao câncer de mama é aliada à aula de forró

O incentivo aos cuidados com a saúde pode (e deve) ser divertido. É o que mostra a iniciativa do Centro de Referência em Práticas Integrativas em Saúde (Cerpis) de Planaltina, que, no Outubro Rosa, uniu o forró ao alerta de prevenção e diagnóstico precoce do câncer de mama. A última aula deste mês – que ocorre sempre às quartas-feiras – foi temática. O Forró das Rosas reuniu idosos e encheu o salão com passos habilidosos. A dança fortalece o sistema muscular, melhora a flexibilidade, diminui dores e aumenta a autoestima, segundo o enfermeiro Edmundo Bezerra da Secretaria de Saúde | Fotos: Rafaella Felix/Agência Saúde-DF “Forró é terapia, trabalha corpo e mente. E, neste mês, é uma oportunidade de trazer a conscientização para combate ao câncer de mama”, ressalta o enfermeiro e facilitador de práticas integrativas Edmundo Bezerra. Quem participou aprovou a iniciativa. “Isso é um remédio. Não falto, pois dançar é comigo mesmo”, conta Zilda da Costa, 73 anos. A moradora do Vale do Amanhecer participa das aulas de forró como terapia desde 2018, após amigas indicarem a atividade. “As dores que sentia nas pernas e na coluna melhoraram 100%. Gosto muito de forró. Eu amo isso aqui”. Em alusão ao Outubro Rosa, o Cerpis organizou também outras atividades com foco na prevenção ao câncer de mama, como prática de medicina chinesa, indicação do uso de plantas, auriculoterapia e roda de conversa sobre autoestima. Além de muito forró, o evento teve apresentações artísticas da comunidade com cantos, contos e premiação aos participantes melhor caracterizados. Maria Áurea da Conceição, 70 anos, fez questão de usar vestido, unha e maquiagem no tom rosa para combinar com a atividade. “Aqui é animado, a gente sai um pouquinho melhor. Faz bem para a saúde”, avalia. O companheiro dela, Fidêncio Espíndola, 73 anos, participa há um ano das aulas: “Gosto de vir, aqui a gente faz amizade. Cansa, mas é bom”. Interessados podem participar da terapia com forró toda quarta-feira, às 16h, na tenda do Cerpis, localizada ao lado do Hospital Regional de Planaltina (HRPl). As aulas são gratuitas e não necessitam de agendamento. O casal Maria Áurea, de 70 anos, e Fidêncio Espíndola, 73 anos, participam da terapia há mais de um ano e destacam a animação e amizades que fizeram nas aulas Quem dança, os males espanta Com problemas na coluna e após o falecimento do filho, Raulde Rosa da Cruz, 60 anos, recebeu a indicação de um médico para participar da terapia. “Vim, me identifiquei e não parei mais. Gosto do forró e da assistência. Entro aqui e saio mais feliz.” Ela conta que, depois de iniciar a atividade, hoje não precisa mais de remédio para dormir. Segundo o enfermeiro Bezerra, a dança fortalece o sistema muscular, melhora a postura e a flexibilidade, diminui dores e ajuda a manter o bom ritmo cardíaco e a pressão arterial, além de aumentar a autoestima. No local, as aulas de forró como forma de terapia ocorrem desde 2017 e, atualmente, cerca de 40 pessoas participam toda semana. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] “[As aulas de forró] Ajudam muito na saúde emocional, na interação. São formados vínculos afetivos entre os participantes e fortalece a proximidade com os servidores da Secretaria de Saúde [SES-DF]. Além disso, insere o paciente no cuidado com ele próprio”, destaca a técnica de enfermagem e facilitadora das práticas integrativas Rosane Natividade. Sobre o Cerpis Vinculado à SES-DF, o Cerpis de Planaltina funciona de segunda a sexta-feira e oferta ainda outras práticas integrativas. Por exemplo: yoga, técnica de redução de estresse, automassagem, artesanato, constelação familiar e práticas de medicina chinesa. Considerando todas as terapias, cerca de 800 pessoas são atendidas mensalmente no local. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone 2017-1085. *Com informações da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF)

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Rede pública oferece acolhimento e tratamento para câncer de mama

O câncer de mama é o mais incidente entre as mulheres no Brasil atualmente. Entre janeiro e setembro de 2023 foram registrados 430 novos casos da doença na rede pública do Distrito Federal. No mesmo período, o sistema público da capital federal realizou 10.556 mamografias bilaterais para rastreamento e 1.411 mamografias comuns. Como forma de tratamento foram feitas 2.572 quimioterapias, 149 radioterapias e 131 mastectomias. A Unidade Básica de Saúde (UBS), que integra a atenção primária, é a porta de entrada para o diagnóstico da doença. É o popularmente chamado “postinho” que as pacientes devem procurar em casos dos primeiros indícios durante o autoexame, como o aparecimento de nódulos, alterações na pele da mama, secreções mamárias, dores nos seios ou assimetria mamária, e também para fazer o rastreamento recomendado a partir dos 50 anos ou em casos com histórico ou mutação genética na família. “A UBS é a porta de entrada preferencial. Ela tem toda essa estrutura para fazer a abordagem inicial e acompanhar ao longo do tempo essa paciente. Somos nós que pedimos os exames de rotina e, no caso da mulher com sintomas, encaminhamos para os demais exames. Com o resultado clínico, fazemos o encaminhamento por meio do sistema levando em consideração as prioridades das pacientes”, revela o médico da família da UBS 19 de São Sebastião, Rafael Alves Pinheiro. Além do primeiro acolhimento, cabe à UBS acompanhar a paciente ao longo e após o tratamento, coordenando o cuidado, solicitando exames, retirando pontos e direcionando para ações de práticas integrativas e grupos de apoio. “A UBS tem equipes multidisciplinares com psicólogo e nutricionista que também apoiam nessa parte”, completa. O médico Rafael Alves Pinheiro ressalta que a UBS “tem toda essa estrutura para fazer a abordagem inicial e acompanhar a paciente” | Fotos: Lúcio Bernardo Jr/ Agência Brasília A auxiliar de serviços gerais Valdice de Souza Roma, 59 anos, recebeu o diagnóstico de câncer de mama neste ano dentro da Unidade Básica de Saúde (UBS) 19 de São Sebastião. Com alguns sinais há algum tempo e aversão a atendimento médico, ela resolveu por conta própria fazer uma mamografia e uma tomografia após 10 anos sem realizar o exame de rastreamento. Com os resultados em mãos foi até a UBS que fica na rua em que ela mora para se consultar com o médico de família, que, prontamente, fez o encaminhamento da paciente para o Hospital da Asa Norte (Hran). Em menos de 15 dias, ela fez a biópsia e entrou para a fila de espera na lista vermelha. A cirurgia de retirada do tumor foi feita em meados de setembro. Tudo num processo bastante agilizado. “Cheguei aqui e o médico me consultou. Quando ele viu que eu já estava com câncer, me colocou na lista vermelha e eu já fui para os procedimentos”, conta. Em menos de 15 dias, a auxiliar de serviços gerais Valdice Roma fez a biópsia e entrou para a fila de espera na lista vermelha Valdice lembra que em pouco tempo recebeu a informação de que faria o procedimento. “Quando eu recebi a ligação, ainda falei que não podia porque estava trabalhando. Saí do serviço às 9h, peguei meus exames, cheguei lá às 12h e operei. Hoje, vejo que se eu não tivesse procurado, feito os exames e o médico me colocado na lista vermelha, eu poderia ter precisado de arrancar a mama completamente. Agradeço a Deus e aos médicos todos os dias”, diz se referindo à mastectomia, que retira toda a mama. Ela passou pelo procedimento que retira apenas parte do seio. Apesar da rapidez no processo na rede pública, Valdeci faz um alerta às mulheres em relação à prevenção. “Eu tinha feito a última mamografia em 2013. Talvez se eu tivesse feito antes, não estaria sem um pedaço do meu corpo. Aconselho a todas as mulheres que se cuidem. Sentiu uma dorzinha, surgiu um carocinho, vai ao médico. Não esqueçam de fazer a mamografia”, deu o recado. Artes: Agência Brasília Atenção especializada Assim como aconteceu com Valdice, o caminho trilhado pelas pacientes em idade de rastreamento e com suspeita de câncer de mama se inicia na UBS e, via regulação, segue para os exames nos hospitais e clínicas especializadas, bem como o tratamento, quando necessário. Em idade recomendada para o exame preventivo, a professora Iara de Lima e Silva, 61 anos, foi encaminhada pela UBS próxima a casa dela no Guará para fazer a mamografia periódica no Hospital Materno Infantil de Brasília (Hmib). A professora Iara de Lima e Silva apostou na prevenção ao procurar a UBS mesmo sem apresentar sintomas da doença “Eu vim através da regulação encaminhada pela UBS onde eu sou assistida. Acho que é um serviço primordial e que realmente funciona. Foi muito rápido, desde o momento em que eu estive na unidade até o dia de fazer o exame”, comenta. “Estou aqui realmente para me prevenir de uma doença tão cruel que acomete milhares de mulheres no nosso país e no mundo”, acrescenta. No caso da professora, durante o exame, nenhum indício de câncer foi identificado. Mas em uma situação contrária, ela seria encaminhada para a consulta com mastologista e depois com oncologista nos hospitais especializados da rede. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] “A paciente [que tem um carcinoma identificado] logo que ela faz a mamografia vai levar ao mastologista que, geralmente, pede a biópsia. Com a confirmação, essa paciente tem que ser prontamente encaminhada para iniciar o tratamento”, explica a oncologista clínica do Hospital de Base, Mirian Cristina da Silva. O tratamento pode ser cirúrgico – com a retirada de parte ou total da mama – e, a depender do estágio do tumor e de algumas características, imuno-histoquímicas com quimioterapia e radioterapia. “As taxas de cura do câncer de mama são muito altas. Não é uma sentença de morte. Se a gente descobre no início, a gente cura essa paciente”, afirma a médica. A oncologista reforça a importância da prevenção: “A partir do momento que a mulher conhece o seu corpo, ela vai notar alguma coisa diferente e a partir disso vai procurar o clínico na sua UBS”.

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Técnicas inovadoras de combate reduzem casos de dengue no DF

A prevenção à proliferação e o combate ao mosquito Aedes aegypti caminham de forma integrada nas ações do Governo do Distrito Federal (GDF), essenciais para evitar a proliferação de dengue, zika e chikungunya. Segundo o Boletim Epidemiológico nº 30, publicado em 28 de julho, os casos prováveis de dengue em residentes do DF continuam em queda. A diminuição é de 61,9% em relação aos sete primeiros meses do ano passado. Também não houve registro de mortes. Em 2022, no mesmo período, foram 13 óbitos. “Temos feito um trabalho conjunto com outros órgãos do GDF, como Corpo de Bombeiros, administrações regionais e DF Legal [Secretaria de Proteção da Ordem Urbanística], para combater o mosquito”, revela o diretor da Vigilância Ambiental da Secretaria de Saúde, Jadir Filho. Ações de combate à dengue envolvem vários órgãos do Governo do Distrito Federal | Foto: Joel Rodrigues/ Agência Brasília Entre as técnicas usadas estão o controle químico com inseticida, o uso de armadilhas para monitorar e controlar o mosquito, as inspeções feitas pelos agentes de vigilância rotineiramente às residências e imóveis nas regiões administrativas e o trabalho educativo para conscientizar a população. Além disso, o GDF implementou o método Wolbachia nas estratégias de combate ao Aedes aegypti. A técnica consiste na liberação de mosquitos contaminados com bactérias Wolbachia, micro-organismo que reduz o potencial para a transmissão das doenças. Assim, com o tempo, é esperado que a população de mosquitos incapazes de transmitir dengue, zika, chikungunya e febre amarela urbana seja maior que a dos potencialmente transmissores. Apesar de o mosquito ter a multiplicação no período chuvoso – normalmente entre os meses de outubro a maio -, o serviço de prevenção permanece o ano inteiro. “Já seria uma época confortável por conta da sazonalidade da doença, até considerando o começo do ano, que são os meses mais críticos, quando conseguimos ter redução em relação ao ano passado, só que o mosquito vai se adaptando ao ambiente. Mesmo com as condições desfavoráveis da seca, ele consegue se reproduzir. Por isso é importante pensarmos estrategicamente”, acrescenta Filho. Apesar de o mosquito ter a multiplicação no período chuvoso, o serviço de prevenção permanece o ano inteiro | Fotos Tony Oliveira/ Agência Brasília Segundo o diretor da Vigilância Ambiental, durante esse período, o foco é o manejo ambiental, com a retirada de entulhos e inservíveis de terrenos baldios e a vistoria de residências e comércios. “Continuamos esse trabalho para que seja mais efetivo o controle quando for iniciado o período de chuvas. Tudo isso auxilia a diminuir possíveis internações e óbitos pela doença. É uma atuação muito importante para não sobrecarregar toda a rede de saúde do DF”, defende Jadir Filho. Doenças [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] A dengue é uma doença viral transmitida pelo mosquito Aedes aegypti a partir da picada da fêmea. Os principais sintomas são febre alta (acima de 38ºC), dor no corpo e articulações, dor atrás dos olhos, mal-estar, falta de apetite, dor de cabeça e manchas vermelhas no corpo. Mas também há casos assintomáticos. A forma mais grave inclui dor abdominal intensa e contínua, náuseas, vômitos persistentes e sangramento de mucosas. O mosquito também é o transmissor de mais três enfermidades: chikungunya, zika e febre amarela. No caso da chikungunya, o paciente infectado com a arbovirose apresenta febre alta, dor muscular e nas articulações, dor de cabeça e erupção na pele. A zika tem como principal sintoma a erupção na pele seguida de coceira, febre baixa, olhos vermelhos, dor nas articulações, nos músculos e na cabeça. As manifestações de febre amarela são febre alta, calafrios, cansaço, dor de cabeça e muscular, náuseas e vômitos.  

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População e órgãos do GDF têm canal direto para solução de demandas

Para facilitar a comunicação entre o Governo do Distrito Federal (GDF) e o cidadão, foi criada, pelas mãos do governador Ibaneis Rocha, uma secretaria exclusiva em promover uma escuta ativa e humanizada dos moradores das diversas comunidades do DF. [Olho texto=”“O trabalho que desenvolvemos é importante para gerar proximidade, solucionar algo que a pessoa, às vezes, não sabia nem como resolver. Nosso papel é abrir caminhos. A gente dá esse direcionamento, ajudamos e acompanhamos”” assinatura=”Claryssa Roriz, secretária de Atendimento à Comunidade” esquerda_direita_centro=”esquerda”] A Secretaria de Atendimento à Comunidade (Seac) foi instituída em 2019 e é responsável por acolher as demandas da população e ir em busca de respostas junto aos órgãos. De janeiro a junho deste ano, foram 864 atendimentos realizados. A pasta recebe solicitações de qualquer natureza, mas as principais são com relação a saúde, educação e moradia. “A comunidade nos procura com alguma demanda, a gente cadastra no SEI (Sistema Eletrônico de Informações) e encaminhamos para a pasta indicada pedindo um retorno com as informações necessárias”, explicou a secretária de Atendimento à Comunidade, Claryssa Roriz. Após o retorno do respectivo órgão, a equipe da Seac entra em contato com o solicitante para repassar as respostas e orientações. Além disso, a secretaria recebe sugestões que possam ser relevantes para promover melhorias na comunidade onde mora. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] “O trabalho que desenvolvemos é importante para gerar proximidade, solucionar algo que a pessoa, às vezes, não sabia nem como resolver. Nosso papel é abrir caminhos. A gente dá esse direcionamento, ajudamos e acompanhamos”, esclareceu. Para registrar uma solicitação, o cidadão tem quatro formas para contatar a secretaria: presencialmente na secretaria, localizada no Anexo Palácio do Buriti, Sala 104; via WhatsApp (61) 98199-0312); por ligação telefônica: 61 3312-9985; ou e-mail: atendimento@seac.df.gov.br.

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Novo fitoterápico produzido pela Farmácia Viva trata dor de garganta

Com eficácia atestada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), a tintura de alecrim-pimenta (Lippia sidoides) é o mais novo fitoterápico produzido pelo Núcleo de Farmácia Viva da Secretaria de Saúde (SES). Destinado ao combate de dores de garganta no âmbito da Atenção Primária à Saúde e com ação antisséptica, o medicamento já está disponível em 17 Unidades Básicas de Saúde (UBSs). A produção da tintura foi iniciada em outubro passado e até maio de 2023 somava 2.049 frascos, de 30 ml cada. Todas as etapas – cultivo, preparo, embalagem e distribuição – são feitas pelo Núcleo de Farmácia Viva. Por mês, a capacidade de produção é de 300 a 400 unidades. Farmacêutico e chefe da unidade de Riacho Fundo II da Farmácia Viva, Nilton Netto desenvolveu a técnica por aqui. Ele explica os desafios de ambientação da planta medicinal, nativa da caatinga do semiárido nordestino. “Ela não se adapta a qualquer região. Somos um dos poucos projetos no Brasil que têm essa planta dentro do escopo de espécies”, afirma. O processo foi iniciado no Cerrado há 30 anos e leva, em média, três anos até a planta estar pronta para a colheita. Chefe da Farmácia Viva de Riacho Fundo II, Nilton Netto desenvolveu a técnica para produção da tintura de alecrim-pimenta no DF| Fotos: Sandro Araújo/Agência Saúde Produção Retirado por meio das folhas do alecrim-pimenta, o principal componente ativo do fitoterápico é o timol, de alto poder contra fungos e bactérias. Depois da triagem para selecionar as melhores folhas e da higienização, o material vai para uma estufa, aparelho com circulação de ar a 45ºC, para desidratação. “Em seguida, é pulverizado em um equipamento que transforma a folha em pó. No laboratório, passa, ainda, por uma máquina chamada percolador com etanol, substância que extrai os princípios ativos. Por fim, gera a tintura final com odor exatamente igual ao da planta, porque os componentes químicos são preservados”, detalha o farmacêutico. De uso tópico, o medicamento deve ser utilizado diluído em água para gargarejo e bochecho e é recomendado apenas para uso adulto, acima de 18 anos. “O fitoterápico é uma opção terapêutica. Cabe ao profissional optar para que o paciente conheça e saiba que é possível receber o produto no Sistema Único de Saúde (SUS)”, acrescenta. Entre os benefícios, na comparação com remédios sintéticos, há o custo e a tecnologia mais simples de desenvolvimento. O fitoterápico já está disponível em 17 UBSs do DF. A medicação é recomendada para uso adulto e diluída em água para gargarejo e bochecho A Política Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos foi criada pelo Decreto 5.813/2006. De acordo com diretrizes do Ministério da Saúde, são considerados medicamentos fitoterápicos os obtidos com emprego exclusivo de matérias-primas ativas vegetais cuja segurança e eficácia sejam baseadas em evidências clínicas e que sejam caracterizados pela constância de sua qualidade. Controle de qualidade A tintura de alecrim-pimenta produzida pela Farmácia Viva é submetida a controle de qualidade em colaboração com o Laboratório Central de Saúde Pública do Distrito Federal (Lacen-DF). No local, o fitoterápico passa pela avaliação técnica da equipe para emissão de laudos de certificação. “Em 2021, a Anvisa publicou um documento com várias formulações fitoterápicas preconizadas para uso em farmácias vivas ou privadas, entre elas a tintura de alecrim-pimenta. Esse uso oficial é preconizado por essa indicação da Anvisa”, destaca Nilton Netto. Hortos medicinais A SES possui quatro hortos medicinais em toda a rede com o objetivo de cultivar plantas medicinais que serão utilizadas em tratamentos de saúde, visando agregar fitoterápicos para complementar o tratamento de usuários da Rede Pública. Eles funcionam na Unidade Básica de Saúde 1 do Lago Norte, na Casa de Parto, em São Sebastião, na Farmácia Viva do Riacho Fundo I e na Farmácia Viva do Centro de Referência em Práticas Integrativas (Cerpis), em Planaltina. Atualmente, 14 fitoterápicos são ofertados na rede do DF. O alecrim-pimenta inclusive é preparado, há 21 anos, também como gel fitoterápico para uso tópico como antisséptico. Há ainda, entre outros, xarope, tintura e chá medicinal de guaco (Mikania laevigata); tintura de boldo nacional (Plectranthus barbatus); tintura de funcho (Foeniculum vulgare); gel de erva baleeira (Cordia verbenacea); gel de confrei (Symphytum officinale); e gel de babosa (Aloe vera). [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Os fitoterápicos podem ser retirados gratuitamente mediante apresentação de prescrição, em duas vias, e documento pessoal nas farmácias das UBSs. A distribuição da tintura de alecrim-pimenta ocorre de forma escalonada às regiões de Saúde para que as equipes locais sejam capacitadas. Recentemente, UBSs de Taguatinga, Recanto das Emas e Samambaia receberam o medicamento. Unidades na Candangolândia, no Guará, no Lúcio Costa, no Riacho Fundo, Riacho Fundo II e no Núcleo Bandeirante também já possuem o medicamento. *Com informações da Secretaria de Saúde

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Reino Unido quer expandir parceria sustentável com o Brasil

Ampliar as relações comerciais sustentáveis com o Brasil é um dos objetivos do Reino Unido. A colocação foi feita pelo ministro de Estado das Relações Exteriores, Commonwealth e Desenvolvimento do Reino Unido, James Cleverly, durante a abertura do XIV Fórum de Governadores, em Brasília. Governadores se reúnem no Centro de Convenções Brasil 21 para discutir temas como reforma tributária e pagamento do piso dos profissionais de enfermagem | Foto: Renato Alves/Agência Brasília Em sua fala, o ministro destacou a parceria com o Brasil nas áreas de ciência e inovação e saúde e também o desejo de expandir os investimentos, desde que feitos de forma sustentável. A visita aos governadores foi acompanhada pela embaixadora do Reino Unido no Brasil, Stephanie Al-Qaq. “Nossos países compartilham um histórico de amizade de mais de 200 anos, mas é importante pensarmos não somente no passado, mas também no futuro. Durante a pandemia, o Brasil e o Reino Unido trabalharam juntos para desenvolver a vacina AstraZeneca, responsável por salvar milhões de vidas. O Brasil é o segundo maior parceiro do Reino Unido na área de ciência e inovação, na ordem de 75 milhões de libras esterlinas, e temos interesse em desenvolver a parceria com o Brasil de forma sustentável”, disse. Governador Ibaneis Rocha (E), coordenador do Fórum de Governadores, em reunião de chefes do Executivo que conta com a participação de parlamentares e integrantes de entidades representativas, do governo federal e do Reino Unido | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília Cleverly também elogiou a diversidade do povo brasileiro e de seus representantes: “Quando as pessoas em nosso país pensam na diversidade do Brasil, elas pensam na diversidade natural, mas é importante pensar na diversidade das economias e dos estados, o que se manifesta ao longo dessa mesa”. Em nome do fórum, o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, ficou responsável por agradecer a presença do ministro britânico e reforçar a democracia brasileira perante o governo do Reino Unido. “É uma honra para nós, governadores, recebê-lo no nosso encontro. Como o senhor pode ver, somos muito diversos na representatividade dos nossos estados e estamos com o compromisso de termos um debate democrático. Gostaria de destacar que a nossa democracia é madura e está viva mesmo diante dos momentos tensos”, classificou. Leite também destacou a intenção dos governadores em negociarem com o ministro em busca de investimento do Reino Unido nos estados. Relações das autoridades ?Representantes das unidades da Federação 1) Governador do Acre, Gladson Cameli 2) Governador de Alagoas, Paulo Dantas 3) Governador do Amapá, Clécio Luis 4) Governador do Amazonas, Wilson Lima 5) Governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues 6) Governador do Ceará, Elmano de Freitas 7) Governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha 8) Governador do Espírito Santo, Renato Casagrande 9) Governador de Goiás, Ronaldo Caiado 10) Governador do Maranhão, Carlos Brandão 11) Governador de Mato Grosso, Mauro Mendes 12) Governador de Mato Grosso do Sul, Eduardo Riedel 13) Vice-governador de Minas Gerais, Mateus Simões 14) Governador do Pará, Helder Barbalho 15) Governador da Paraíba, João Azevêdo 16) Governador do Paraná, Ratinho Junior 17) Governadora de Pernambuco, Raquel Lyra 18) Governador do Piauí, Rafael Fonteles 19) Governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro 20) Governadora do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra 21) Governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite 22) Vice-governador de Rondônia, Sérgio Gonçalves 23) Governador de Roraima, Antonio Denarium 24) Governador de Santa Catarina, Jorginho Mello 25) Governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas 26) Governador de Sergipe, Fábio Mitidieri 27) Governador do Tocantins, Wanderlei Barbosa ? Autoridades internacionais 1) Ministro de Estado das Relações Exteriores, Commonwealth e Desenvolvimento do Reino Unido, James Cleverly 2) Embaixadora do Reino Unido no Brasil, Stephanie Al-Qaq ? Parlamentares 1) Presidente do Senado Federal, senador Rodrigo Pacheco 2) Senador Oriovisto Guimarães 3) Deputado federal Aguinaldo Ribeiro 4) Deputado federal Reginaldo Lopes 5) Deputado federal Adail Filho 6) Deputado federal Vitor Lippi 7) Deputado federal Jonas Donizette 8) Deputado federal Mauro Benevides Filho 9) Deputado federal Sidney Leite ? Governo federal 1) Secretário extraordinário da Reforma Tributária, Bernard Appy ? Entidades representativas 1) Presidente do Comitê Nacional de Secretários de Fazenda dos Estados e do DF (Comsefaz), Carlos Eduardo Xavier 2) Diretor institucional do Comsefaz, André Horta 3) Presidente do Colégio Nacional de Procuradores-gerais dos Estados e do Distrito Federal (Conpeg), Eduardo Cunha da Costa 4) Presidente do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), Fábio Baccherett 5) Secretário-executivo do Consórcio Brasil Central (BrC), José Eduardo Pereira Filho.

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HRSM chega aos 15 anos como referência em partos de alto risco

A manhã desta sexta-feira (28) foi um tanto diferente na rotina do Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), unidade sob gestão do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do DF (IgesDF). Isso porque Santinha, como o hospital é carinhosamente chamado, completou 15 anos e ganhou uma festa. O hospital, que tem como missão o atendimento de excelência de forma humanizada e eficiente, atende população estimada de um milhão de habitantes. Pela localização, o HRSM é a principal referência da região sul do DF e também do sul do Entorno. A unidade conta com 391 leitos hospitalares ativos, sendo 13 de boxes/sala vermelha, 38 leitos de observação, 17 leitos no centro obstétrico, 263 leitos de enfermaria, 40 leitos de UTI adulto e 20 leitos de UTI neonatal. Entre janeiro e novembro de 2022, foram realizados no local 89.330 procedimentos, somando as consultas com equipe multiprofissional. O HRSM atende o lado sul do DF e do Entorno | Fotos: IgesDF/ Divulgação A unidade ainda é referência em partos de alto risco, pois o HRSM conta com maternidade e UTI neonatal. No centro obstétrico, no ano passado, foram realizados 3.721 partos. Já na UTI neonatal, foram 24.066 procedimentos, somados os de fisioterapia, terapia ocupacional e serviço social. Ao longo de 2022, o ambulatório do HRSM totalizou 30.125 procedimentos. A especialidade de ortopedia se destacou, com 9.612 deles. Aniversário A comemoração contou com culto ecumênico, música, vídeos de homenagem ao hospital e teve direito a bolo e Parabéns a você. “São 15 anos de muito sucesso marcados pela qualidade e segurança do paciente, além de atividades essenciais inéditas realizadas neste período”, ressaltou Denise Teresa Tavares Bastos, presidente do Conselho Regional de Saúde de Santa Maria. “O hospital enfrentou também um dos maiores desafios ao longo de sua trajetória: a pandemia de covid-19. Durante esses anos, os colaboradores mostraram maturidade”, acrescentou. A superintendente do HRSM, Eliane Souza de Abreu, se emocionou com a comemoração. “Hoje é um dia especial, de 2008 a 2023 foram 15 anos de muitas histórias e desafios. Santinha sempre esteve a serviço da população e tem uma identidade única: o clima aqui é diferente”, elogiou. “Ainda que seja tão jovem, o hospital tem consciência plena do potencial para o desenvolvimento e o crescimento. Vamos continuar adiante”, destacou Eliane. A festa teve direito a bolo de aniversário Em seguida, a superintendente das UPAs, Nadja Regina Vieira Cavalcante Carvalho, disse que, “quando a gente lembra do hospital, é com muito carinho. Agradeço a toda a equipe, gestores e colaboradores. Vocês estão de parabéns. Nós reparamos o quanto o hospital é bem-cuidado.” Para dar continuidade à comemoração, o diretor de Atenção à Saúde do IgesDF, Rodrigo de Sousa Conti, aproveitou para elogiar o esforço dos colaboradores e os números obtidos: “O HRSM representa muito para a saúde. Passamos pela pandemia e o hospital foi muito parceiro da Secretaria de Saúde.” Já o diretor de Administração e Logística, Antonio Carlos Garcia Martins Chaves, reforçou o orgulho que sente pelo hospital. “Estarei aqui sempre para saber das necessidades de vocês para tentarmos resolver o mais rapidamente possível. Isso é um compromisso da diretoria toda, focada em resolver os problemas das unidades geridas pelo instituto”, destacou. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] Emanuela Dourado Rebêlo Ferraz, diretora de Inovação, Ensino e Pesquisa (Diep), deu boas-vindas à nova gestão e agradeceu a todas as equipes do hospital. “Parabenizo a todos vocês por fazer o HRSM ser o que é hoje. Percebemos a alegria e o ânimo dos profissionais em meio a tribulações e dificuldades, é um diferencial”, observou. Para Juracy Cavalcante Lacerda Júnior, presidente do IgesDF, “o hospital cuida, acolhe e diagnostica as pessoas no momento de maior fragilidade. Sabemos o quanto as pessoas ficam frágeis no momento de doença. A nossa maior missão é dar as melhores condições de trabalho a vocês para que possam atender a população com excelência”, finalizou. Após a abertura com a mesa diretora, a diretora clínica do HRSM, Janaína Cristina dos Reis Machado, compartilhou relato sucinto da longa trajetória no HRSM: “É um hospital robusto que cresceu, tem enfermaria, múltiplas especialidades e exames de rotina.” Os agradecimentos para as equipes e a parceria dos envolvidos não poderiam ficar de fora da fala do gerente geral de assistência do HRSM, Guilherme Porfírio, que convidou os presentes para refletir em relação às evoluções obtidas. “Nós temos uma gestão compartilhada, convidamos a ponta e, juntos, chegamos a uma melhor decisão em prol do paciente”, enfatizou. *Com informações do IgesDF

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Congresso vai debater inovação, ensino e pesquisa em saúde

O Instituto de Gestão Estratégica do Distrito Federal (IgesDF) realizará, nos dias 16, 17 e 18 de novembro, o II Congresso de Inovação, Ensino e Pesquisa. Por meio palestras, mesas-redondas e workshops, serão abordados quatro eixos temáticos: Urgência e Emergência, Atendimento ao Traumatizado Grave Adulto e Pediátrico, Oncologia e Gestão Voltada para o Atendimento de Excelência. Coordenado pela Diretoria de Inovação, Ensino e Pesquisa (Diep), o evento englobará a IV Jornada dos Residentes do IgesDF, a XI Jornada dos Médicos Residentes e Egressos do Hospital de Base do DF e o II Simpósio de Pesquisa Científica. [Olho texto=”“O evento reunirá estudiosos e especialistas, será uma excelente oportunidade de debate, capacitação e troca de experiências, algo tão enriquecedor para nossos colaboradores”” assinatura=”Mariela Souza de Jesus, diretora-presidente do IgesDF” esquerda_direita_centro=”direita”] Com vagas presenciais e online, o encontro promoverá debates entre pesquisadores, estudiosos, residentes e especialistas consagrados nacionalmente. “Estamos trabalhando para entregar um evento completo, com atividades dinâmicas, incluindo simulação realística, apresentação de trabalhos científicos, e-poster, mesas-redondas e palestras multidisciplinares, com o intuito de corroborar com as práticas assistenciais e de melhorar ainda mais o funcionamento de nossas unidades”, detalha a diretora da Diep, Emanuela Ferraz. As inscrições para o II Congresso de Inovação, Ensino e Pesquisa podem ser feitas até 15 de novembro por este link. “O evento reunirá estudiosos e especialistas, será uma excelente oportunidade de debate, capacitação e troca de experiências, algo tão enriquecedor para nossos colaboradores”, destaca a diretora-presidente do IgesDF, Mariela Souza de Jesus. Confira a programação completa do evento *Com informações do Iges-DF

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UBS oferece ensaio fotográfico às grávidas que concluírem pré-natal

A enfermeira Ana Cristina Braz é uma profissional que vai além de suas atribuições funcionais para que o serviço prestado atinja os objetivos esperados. Chefiando a Unidade Básica de Saúde (UBS) Torre, na zona rural de Brazlândia, ela encontrou uma maneira de fazer com que as mulheres que realizam acompanhamento pré-natal na unidade compareçam a no mínimo seis consultas e a pelo menos  uma visita ao dentista, como determina o Ministério da Saúde. Para evitar a evasão, Ana criou a promoção do book, que consiste em oferecer para a grávida um ensaio fotográfico no final da gestação. [Olho texto=”A iniciativa reduziu a evasão ao pré-natal em mais de 90%” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”direita”] Em busca de encontrar uma forma de evitar que as futuras mães abandonassem o acompanhamento da gravidez, o que era comum na UBS, há cerca de um ano Ana teve a ideia de fazer o book. “No ano passado tive essa ideia devido à baixa adesão ao pré-natal e neste ano resolvemos implementar. O projeto é apresentado à gestante, e assim incentivamos que elas compareçam às consultas”, explica a enfermeira. Segundo Ana, para ganhar o ensaio fotográfico é preciso estar no terceiro trimestre de gravidez, comparecer a pelo menos seis consultas, mais uma com o odontólogo, e ter participado de ao menos uma das atividades oferecidas. Hoje, existem 13 gestantes realizando pré-natal na unidade da Torre e todas são trabalhadoras rurais. A grávida Ana Cristina Lucena, no oitavo mês de gestação, posa para a enfermeira Ana Cristina Braz, que criou a ideia do ensaio fotográfico na UBS Torre, em Brazlândia | Fotos: Joel Rodrigues/Agência Brasília Ana Cristina e os oito servidores que trabalham com ela na UBS de Brazlândia são os patrocinadores do book. Antes do ensaio, as gestantes são produzidas com maquiagem e penteado. O ensaio fica por conta de Ana Cristina, e o cenário onde as fotos são feitas foi comprado e montado pela equipe da UBS. Após a sessão de fotos é oferecido um lanche à futura mãe. “Nós compramos o lanche, fazemos vaquinha. Cada um traz uma coisa”, conta. Ana garante que a iniciativa reduziu a evasão ao pré-natal em mais de 90%. Importância do pré-natal Antes do ensaio as gestantes são produzidas com maquiagem e penteado, tudo feito pelas servidoras da UBS Todo o esforço dos servidores da UBS Torre para que as mulheres da localidade não abandonem o pré-natal deve-se ao fato da grande importância do acompanhamento de uma gestação. De acordo com a enfermeira, as consultas periódicas previnem a morte materna, a morte neonatal e faz com que sejam descobertas doenças na mãe, como hipertensão, sífilis, HIV e toxoplasmose, por exemplo. “Quanto mais cedo elas iniciarem o acompanhamento, mais cedo será possível descobrir essas doenças e tratar”, avalia a enfermeira. A participação dos maridos no pré-natal é incentivada pela UBS e eles podem participar do ensaio fotográfico. Para a grávida Ana Cristina Lucena, que ganhou o ensaio no oitavo mês de gestação, o book foi uma boa surpresa para ela, que não tinha pensado em fazer um. A filha Isabela, a primeira de Ana, era esperada para setembro. A mãe já faz planos de enviar as fotos para amigos e parentes.  

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Busca da interoperabilidade dos sistemas para dar celeridade a atendimentos

Fortalecer o sistema público de saúde é um dos grandes desafios do governo. Esta também é a missão que a secretária de Saúde, Lucilene Florêncio, assumiu quando passou a liderar a pasta, há pouco mais de quatro meses. Há mais de 30 anos atuando como médica do Sistema Único de Saúde (SUS), ela carrega na bagagem experiência suficiente para provocar mudanças significativas na rede pública local. Tem liderado ações de reforço da cobertura vacinal contra covid-19, inclusive implementando o projeto de busca ativa. O carro da vacina foi uma ação exitosa que Lucilene coordenou inicialmente em Ceilândia, e que agora chegou a todas as sete regiões de saúde do Distrito Federal. Em entrevista à Agência Brasília, a secretária fala sobre o cenário atual da covid-19, o mutirão de cirurgias eletivas em parceria com a rede privada e a organização dos processos com a efetivação de contratos importantes, como o de manutenção predial. Ela revela ainda os projetos para melhorar a gestão da pasta, com reflexos diretos para o cidadão. “Vamos buscar a interoperabilidade dos sistemas da Saúde para dar celeridade aos processos de trabalho e melhorar a assistência ao cidadão”, afirma. “Isso é urgente.” Confira, abaixo, os principais trechos da entrevista. Foto: Divulgação/Agência Saúde A taxa de transmissibilidade para covid vem aumentando nos últimos dias. Como a Secretaria de Saúde está se preparando para isso? Considerando que não houve mudança no cenário epidemiológico quanto ao aumento de hospitalização ou óbito por covid-19, como até o momento não houve introdução de uma nova variante no país, o aumento do número de casos demonstra que o vírus está circulando. Por isso, a necessidade de fortalecer as estratégias de testagem dos casos suspeitos e a vacinação. Neste sentido, abrimos pontos para vacinação e testagem tanto em horário noturno quanto aos sábados. O Distrito Federal sai na frente quando faz a busca ativa com o carro da vacina. Estamos indo às localidades mais vulneráveis, fazendo inquérito vacinal, o que nos permite aumentar a cobertura vacinal da população. Com a chegada do fim de ano, festas, confraternizações, viagens, o cenário aponta ainda mais para a importância da vacinação. Estamos fazendo nossa parte como responsável sanitário e conclamamos a população a completar o calendário vacinal. [Olho texto=”“Precisamos trabalhar a questão do descarte do lixo e de inservíveis. Nossos agentes ambientais, este ano, visitaram mais de 2,3 milhões de residências”” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”esquerda”] Outro desafio que se observa no fim de ano é a chegada das chuvas e a proliferação da dengue. Quais são os planos para combater os casos? Estamos absolutamente focados nas arboviroses – não só a dengue, mas zika e chikungunya. O cuidado com a dengue não é isolado. É uma doença que perpassa várias secretarias. Precisamos primeiramente evitar e coibir os criadouros. A maior contaminação de dengue é peridomiciliar, ou seja, próximo das residências. Precisamos trabalhar a questão do descarte do lixo e de inservíveis. Nossos agentes ambientais, este ano, visitaram mais de 2,3 milhões de residências, vistoriaram, alertaram. Mas precisamos muito da colaboração da população. Estamos no nível 3 da ação. A SES adquiriu inseticidas e larvicidas, mais de 4,5 toneladas; intensificaremos os ciclos de fumacê em regiões de maior risco. O borrifamento será inicialmente feito em regiões administrativas como Sobradinho II, Vicente Pires, Estrutural e Santa Maria, locais onde identificamos um maior número de casos. A senhora traz no currículo 30 anos de SUS e a experiência como gestora em quase todas as regiões de saúde do DF. Esse histórico a ajudou a diagnosticar os problemas da rede pública de saúde? O que precisa mudar? A população aumentou nas últimas décadas, e parte de nossos equipamentos públicos são da década de 1980, exigindo ampliações e adequações. Mesmo em momento pandêmico, tivemos incremento na rede na atenção, com a construção de UPAs [unidades de pronto atendimento], UBSs [unidades básicas de saúde] e hospitais acoplados em Ceilândia e Samambaia, que ficaram como legado. Também ampliamos a força de trabalho com muitas contratações em diversas categorias. Mas faz-se necessária a mudança nos processos de trabalho, exercitar na sua plenitude os acordos de gestão regional e local em todas as regiões de saúde e unidades de referência distrital. Conhecemos as necessidades da população do DF, e as pactuações e metas vêm ao encontro dos maiores desafios encontrados, na melhoria da prestação dos serviços de saúde. Precisamos focar logística, abastecimento, sistemas de informação e vocacionar os hospitais para economia de escala, aumentando a produtividade – aumento da cobertura da Estratégia Saúde da Família e cobertura vacinal. [Olho texto=” “A rede pública também não parou. Estamos reabrindo salas de cirurgias, reativando leitos, e também adquirimos mais 32 perfuradores e arcos cirúrgicos para dar mais celeridade às cirurgias ortopédicas”” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”direita”] O que pode ser feito para melhorar a gestão do serviço de saúde no DF? A motivação e valorização do servidor é, sem dúvida, pilar fundamental para melhoria da saúde no DF. Acredito que, com a melhoria dos sistemas de informação, daremos um salto do ponto de vista de gestão. Hoje, temos vários sistemas na Secretaria de Saúde. São sistemas que não se comunicam. Começamos o processo de modernização do nosso parque computacional agora, com a aquisição de 7,5 mil computadores. É um pedido do nosso governador, a interoperabilidade. Precisamos que o médico no hospital conheça todo o histórico do paciente na rede pública, toda a medicação que ele já usou, seja porque buscou nas nossas farmácias, seja como ele foi acompanhado no prontuário da UBS. Isso vai melhorar a oferta dos serviços, facilitará o trabalho do servidor. O estudo técnico preliminar já está em andamento, bem como as demais etapas exigidas pela legislação até o lançamento do edital de licitação para contratação desse sistema. Não é um plus, é uma necessidade. Quero esse edital na rua até o primeiro semestre de 2023. Estamos trabalhando diuturnamente neste projeto. Um dos grandes gargalos são as cirurgias eletivas. Como enfrentar essa fila de pacientes sem comprometer o atendimento emergencial na porta dos hospitais? O DF tem uma demanda reprimida de cerca de 27 mil pacientes aguardando cirurgias eletivas de todas as especialidades. Esse represamento deveu-se principalmente à pandemia. Para resolver, buscamos a complementaridade do SUS pela rede privada para quatro patologias: hérnias inguinais, hérnias umbilicais, histerectomias [retirada do útero] e vesícula. Por que essas cirurgias? Observamos que são as patologias mais comuns, que acabavam por se tornar situações levadas às emergências impactando os PSs [prontos-socorros] dos hospitais. Quando fizemos esse recorte, encontramos em torno de 3,5 mil pacientes esperando por essas quatro especialidades. No entanto, conseguimos um aporte de recurso da Secretaria de Economia para realizar 3.233 procedimentos. Então, elaboramos um edital de chamamento público, que é previsível nos normativos; e, com a aprovação do controle social e sempre acompanhados pelo Ministério Público, conseguimos contratar, por tempo determinado, sete hospitais particulares. Estamos atualizando os pré-operatórios dos doentes já cadastrados na fila do complexo regulador, respeitando o tempo de inserção e a classificação. A rede pública também não parou. Estamos reabrindo salas de cirurgias, reativando leitos, e também adquirimos mais 32 perfuradores e arcos cirúrgicos para dar mais celeridade às cirurgias ortopédicas. Hoje, estamos conseguindo realizar em torno de mil cirurgias por mês, e seguimos em busca pelo incremento desses números. Uma grande reclamação dentro da saúde pública é burocracia. Como enfrentar isso? O enfrentamento da burocracia é fundamental, e hoje, na gestão pública, há formas de enfrentamento, como revisão de processos de trabalho, capacitação continuada e permanente motivação e autonomia à equipe. São ações que abordamos e valorizamos em todos os momentos, com gestão participativa e focada no coletivo. [Olho texto=”“São 7 milhões de pessoas (3,1 milhões no DF e 4 milhões no Entorno) que estão sob os nossos cuidados”” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”direita”] A senhora, nesses quatro mês de gestão, já consegue citar avanços? Podemos listar vários avanços nesse curto intervalo em que estamos à frente da pasta: assinatura do contrato das cirurgias cardíacas em adultos e crianças no ICTDF [Instituto de Cardiologia e Transplantes do Distrito Federal]; celebração do contrato de complementaridade nas cirurgias eletivas com a rede privada; assinatura do contrato regular de manutenção predial nos equipamentos públicos da saúde, sendo que o último foi assinado em 2011; grupo de trabalho para dar celeridade nos processos judiciais com três procuradores dentro da SES com apoio da Procuradoria-Geral do DF e grupo de trabalho na Subsecretaria de Infraestrutura com a construção de matriz de acompanhamento em todos os processos, melhorando a infraestrutura para a assistência. Outro tema constante na saúde do DF é o acolhimento dos pacientes do Entorno. A senhora esteve com o secretário de saúde de Goiás;  qual entendimento tiveram? Estamos em construção de um termo de cooperação. Já tivemos a primeira reunião com o secretário de Saúde de Goiás, o Ministério Público dos dois estados e a Defensoria Pública de Goiás. A gente tem consciência de que precisamos andar juntos e focados na saúde desse cidadão, que muitas vezes reside em Goiás e trabalha no Distrito Federal. São 7 milhões de pessoas [3,1 milhões no DF e 4 milhões no Entorno] que estão sob os nossos cuidados. A demanda do DF fica bastante tensionada, principalmente nas portas de emergência, no diagnóstico e nas cirurgias eletivas. O estado de Goiás reconhece isso, e por isso nós precisamos primeiramente orientar o usuário para estar na porta certa. Nosso dever de casa foi criar os grupos temáticos e iniciar o debate. Vamos ter um segundo encontro no mês de novembro. Depois, vamos para a construção do termo de cooperação, que foi uma proposição do Ministério Público do DF e que nós recebemos com muita alegria. Foi o olhar do controle externo vendo a necessidade desse alinhamento nas relações na saúde de Goiás e do DF.  

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Com umidade em baixa, se hidratar é fundamental para manter a saúde

O período de seca chegou ao Distrito Federal. Já são mais de 6o dias sem chuvas, de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). Na semana passada, a umidade variou de 25% a 30%, o que é alerta amarelo para a região. Este cenário chama a atenção para cuidados que se deve ter para hidratar o corpo. Falta de hidratação pode causar sintomas como tontura, mal-estar, raciocínio lento, irritabilidade, garganta seca e até fome | Fotos: Tony Winston/Agência Saúde DF “Cerca de 10% das pessoas que procuram atendimento com queixa de cansaço simplesmente bebem pouca água”, explica a referência técnica distrital (RTD) de medicina da família Camila Monteiro Damasceno. Ela explica que uma pessoa, em geral, deve beber diariamente cerca de 30 mililitros para cada quilo da massa do indivíduo. Ou seja, para quem pesa 60 kg, o mínimo de água a consumir é cerca de 1,8 litro. [Olho texto=”“Nossos centros de sede e de fome no cérebro são um pouco confusos. Então, às vezes a pessoa está com sede e fica querendo beliscar algo toda hora, sentindo ‘fome’ quando na verdade o que ela está sentindo é sede”” assinatura=”Camila Monteiro Damasceno, referência técnica distrital (RTD) de medicina da família” esquerda_direita_centro=”direita”] Falta de hidratação pode causar tontura, mal-estar, raciocínio lento, dificuldade de concentração, irritabilidade, garganta seca ou arranhando e inclusive fome. “Porque os nossos centros de sede e de fome no cérebro são um pouco confusos. Então, às vezes a pessoa está com sede e fica querendo beliscar algo toda hora, sentindo ‘fome’ quando na verdade o que ela está sentindo é sede”, explica Camila. Segundo a médica, para perceber se o nível de água está dentro do estipulado, a principal forma de fazer o controle é pela cor da urina. O ideal é que a urina seja sempre amarela clara. Damasceno explica que a secreção muito escura, com cheiro forte e eliminada poucas vezes ao longo do dia é um sinal de desidratação. Crianças e idosos O cuidado deve ser redobrado para o caso de crianças e idosos. Damasceno destaca que é preciso evitar trocar água por bebidas açucaradas para o público infantil. “No entanto, quem a gente mais atende nas unidades básicas de saúde com queixa de sintomas de desidratação e relacionado à secura são os idosos”, afirma a médica Camila Damasceno. [Olho texto=”Para não esquecer de beber água, as médicas recomendam truques como ter sempre em mãos uma garrafinha d’água ou tomar um copo de água sempre após ir ao banheiro” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”esquerda”] A referência técnica distrital colaboradora em geriatria Juliana Bento da Cunha explica que os idosos tendem a sentir menos sede com o passar dos anos e, assim, são mais propensos à desidratação. “Um sinal do consumo insuficiente de líquidos é a urina mais concentrada (de coloração mais escura), boca seca, constipação, tontura, dor de cabeça, câimbras, fraqueza, prostração, batimentos cardíacos acelerados, sonolência e, em alguns casos, confusão mental”, enumera. Ela também orienta evitar atividade física externa nas horas mais quentes do dia ou em horários com baixa umidade, usar roupas leves e, manter os cuidados com a pele, os olhos e o nariz. Também não são aconselhados banhos quentes demorados. “É bom usar hidratantes para pele e lábios, colírios lubrificantes e soro fisiológico para lavagem nasal várias vezes ao dia”, completa. Frutas são ricas em vitaminas, minerais, compostos bioativos e fibras, que colaboram com o adequado funcionamento do corpo | Foto: Breno Esaki/Agência Saúde DF Dicas para beber mais água Para reforçar a bebida de água, as médicas recomendam alguns truques. Um deles é ter sempre em mãos uma garrafinha d’água. Outra estratégia pode ser toda vez, após ir ao banheiro, tomar um copo com o líquido. “Isso ajuda a lembrar”, explica a médica da família Camila Damasceno. Outra dica para quem não tem o costume de beber água ou não gosta pode ser o consumo de água com gás, saborizada (com rodelas de limão ou laranja, hortelã e alecrim). É importante ressaltar que nenhuma bebida substitui a água, mas outras podem complementar, por exemplo: água de coco, suco de fruta com pouco açúcar (como de limão e maracujá) e até a água de chá sem açúcar. [Olho texto=”“As frutas são ótimas opções para os lanches. Além disso, possuem um percentual importante de água, que não substitui a ingestão do líquido, mas podem contribuir para uma hidratação adequada”” assinatura=”Carolina Gama, nutricionista e gerente de Serviços de Nutrição” esquerda_direita_centro=”direita”] Alimentação A nutricionista e gerente de Serviços de Nutrição, Carolina Gama, acrescenta que alimentos como frutas, legumes e verduras também possuem alto percentual de água na composição e devem fazer parte das refeições principais e lanches. “As frutas são ótimas opções para os lanches. Além disso, possuem um percentual importante de água, que não substitui a ingestão do líquido, mas podem contribuir para uma hidratação adequada”, explica. As frutas também são ricas em vitaminas, minerais, compostos bioativos e fibras, que colaboram com o adequado funcionamento do corpo. A gerente sugere, ainda, que sejam oferecidas para as crianças de maneira atrativa, como os espetinhos de frutas ou picolé do alimento in natura, como melancia. “Também é possível consumir as frutas com iogurtes naturais, leite, castanhas e aveia”, completa. *Com informações da Secretaria de Saúde

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Conheça quais os pontos de vacinação mais e menos procurados do DF

A Unidade Básica de Saúde 1 da Asa Sul (Quadra 612 Sul) é uma verdadeira referência na vacinação contra a covid-19. É um dos locais recordistas nos números de doses aplicadas, facilmente superando a marca de mil atendimentos diários, que acontecem das 8h às 17h para pedestres e das 18h às 22h no posto drive-thru. Mas quem estiver por aquela região tem mais opções. Por exemplo: em menos de 15 minutos de carro é possível estar na UBS 3 da Vila Planalto, unidade próxima à região central da cidade. Unidade Básica de Saúde 1 da Asa Sul é uma das recordistas nos números de doses aplicadas: supera a marca de mil atendimentos diários | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde Apesar de também oferecer imunizantes AstraZeneca, CoronaVac, Janssen e Pfizer para primeira dose, segunda dose, dose de reforço e segunda dose de reforço, a unidade da Vila Planalto não chega a números semelhantes de atendimento. A enfermeira Evelyn Heinzen, gerente da unidade básica de saúde, conta que a média diária fica em torno de 200 a 250 doses aplicadas, atingindo picos de 800 apenas quando há abertura de novas faixas etárias. Quem conhece, até prefere ir até o local. “É a unidade mais próxima da Esplanada dos Ministérios. Praticamente todos os servidores do Ministério da Saúde se vacinam aqui”, conta. A UBS 3 fica na Rua Piauí, no Acampamento Pacheco. Situação semelhante é vista do outro lado do Distrito Federal. Enquanto a UBS 5 de Taguatinga (Av. Samdu, Setor D Sul, Área Especial 23) já soma mais de 150 mil doses aplicadas desde o início da campanha de imunização, a UBS 8 de Samambaia (QS 314, Conjunto 5) também conta com todas as vacinas para qualquer pessoa acima dos 12 anos, mas é uma das unidades menos procuradas da região. A distância entre as duas pode ser percorrida em menos de dez minutos de carro. A diretora regional de Atenção Primária à Saúde da área, Cleunici Godois, lembra que enquanto a primeira fica em uma via movimentada, a segunda está a uma quadra da Avenida Sul de Samambaia. “Também há outra unidade próxima a UBS 8, e por isso muitas pessoas não a procuram”, avalia. Na 612 Sul a vacinação funciona no posto drive-thru das 18h às 22h | Foto: Geovana Albuquerque/Arquivo Agência Saúde DF A questão do acesso também é ressaltada pela diretora regional de Atenção Primária à Saúde da região Sul, Regiane Martins. Ela explica que as UBS 3, 5 e 6 do Gama, além das unidades 1 e 2 de Santa Maria são as mais procuradas da área por conta do fácil acesso ao transporte público, inclusive de moradores do entorno do Distrito Federal. “A gente orienta que a população procure as unidades de referência próximas às suas residências”, ressalta Regiane. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Quem depende do transporte público para se vacinar contra a covid-19 conta com o posto instalado na Rodoviária do Plano Piloto, que de segunda a sexta-feira, das 7h às 20h, vacina adultos com primeira dose, segunda dose, dose de reforço e segunda dose de reforço. Outra opção é a UBS 2 de Ceilândia (QNN 15 Lote F), com vacinação para crianças e adultos. A unidade fica a poucos metros da estação de metrô Ceilândia. A diretora Regional de Atenção Primária à Saúde da região Central, Charmene Menezes, lembra também sobre a importância de haver unidades de referência amplamente conhecidas pela população. “A UBS 1 da Asa Sul é referência há muito tempo. A gente mantém um local que a população se acostume”, conta. Localizada ao lado da avenida L2 Sul, a unidade é acessível por meio de linhas de ônibus que passam na localidade. UBS 3 da Vila Planalto é a mais próxima da Esplanada dos Ministérios | Foto: Breno Esaki/Arquivo Agência Saúde DF Nas regiões rurais do Distrito Federal, a estratégia é levar o atendimento em dias específicos da semana. Quem mora no Núcleo Rural Pipiripau II, em Planaltina, por exemplo, não precisa se deslocar para se proteger contra a covid-19. Todas as segundas-feiras, das 8h às 12h, a unidade básica de saúde instalada ali faz a vacinação de adultos e de crianças. Outro exemplo é o atendimento, todas as terças e quintas, no Setor Habitacional Água Quente, já próximo a Santo Antônio do Descoberto (GO), no limite Oeste do Distrito Federal. A Secretaria de Saúde também adota outras estratégias para ampliar a cobertura vacinal no DF, como ações de vacinação em escolas e o Carro da Vacina. Unidades mais procuradas UBS 1 Asa Sul UBS 5 Taguatinga UBS 1 Santa Maria UBS 3 Gama Unidades para fugir das filas UBS 8 Samambaia UBS 3 Vila Planalto USB 4 Gama Ponto de vacinação na Rodoviária do Plano Piloto Drive-thru da 612 Sul Confira a lista completa dos locais de vacinação no Distrito Federal, com o endereço de cada unidade. *Com informações da Secretaria de Saúde 

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Tratamentos terapêuticos garantem bem-estar aos servidores da Saúde

Em quase dois anos de pandemia de covid-19, o estresse e a sobrecarga de trabalho fazem parte da rotina dos profissionais de saúde. Na linha de frente, eles não pararam. Pelo contrário, viram a rotina chegar ao extremo. Mas quem está cuidando de quem cuida da saúde da população? Desde junho de 2020, a Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) mudou o formato das Práticas Integrativas em Saúde (PIS). Antes voltada para a população, agora a política que promove o autocuidado e a saúde de forma multidimensional (física, emocional, mental, social e espiritual) é ofertada para os servidores da pasta. Atualmente são ofertadas 17 atividades terapêuticas em 31 regiões do DF, em unidades básicas de saúde, centros de atenção psicossocial (CAPs), policlínicas e hospitais, também em formato online | Fotos: Lúcio Bernardo Jr/Agência Brasília “Durante a pandemia, iniciamos um processo de monitoramento dos nossos servidores. Percebemos um adoecimento dos nossos profissionais. A cada servidor que se afastava pela covid, nós percebíamos um sofrimento das equipes, o que gerou preocupação”, lembra a diretora da Atenção Primária da Região de Saúde Sul, Regiane Martins. [Olho texto=”Para não interferir no dia a dia de trabalho, as práticas ocorrem em horários alternativos, como no período de almoço e antes ou após o expediente” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”direita”] A partir daí veio a ideia de aplicar os conhecimentos das PIS para cuidar dos servidores. “Entendemos que as práticas integrativas eram uma boa medida de cuidado desses servidores e começamos a fomentar isso”, completa. Atualmente são ofertadas 17 atividades terapêuticas em 31 regiões do DF, que ocorrem nas unidades básicas de saúde (UBSs), nos centros de atenção psicossocial (Caps), nas policlínicas e nos hospitais e também em formato online. Os atendimentos podem ser feitos em grupo ou de forma individual. Entre as práticas estão hatha yoga (forma de yoga milenar para acalmar a mente), laya yoga (técnica de relaxamento profundo), terapia comunitária integrativa, meditação, técnica de redução de estresse (TRE), automassagem, reiki, tai chi chuan, musicoterapia, auriculoterapia (terapia alternativa com base no pavilhão auditivo da orelha), fitoterapia, acupuntura, homeopatia e antroposofia. Os profissionais são atendidos na mesma unidade em que trabalham ou na mais próxima Atendimento Desde a mudança, o programa registra 1.054 atendimentos a servidores por mês. Número ainda baixo diante do efetivo da Secretaria de Saúde. “Sabemos que pode ser bem mais. Porém, são muitos desafios em função dos esforços necessários ao enfrentamento à covid-19″, comenta o gerente da Gerência de Práticas Integrativas em Saúde, Cristian da Cruz Silva. “Em geral, a equipe que promove o serviço de PIS, na UBS, por exemplo, é a mesma que atende a linha de frente do atendimento à população, mantendo todos os demais serviços da unidade”, acrescenta Cristian. [Olho texto=”Técnica milenar, a auriculoterapia atua na prevenção, promoção e recuperação, estimulando os nervos cranianos que passam pela orelha” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”esquerda”] Os profissionais costumam ser atendidos na mesma unidade em que trabalham ou na mais próxima. Os atendimentos são feitos pelos próprios servidores que são capacitados pela SES. Para não interferir no dia a dia de trabalho, as práticas ocorrem em horários alternativos, como no período de almoço e antes ou após o expediente. O trabalho já tem tido resultado nas unidades em que é oferecido. “Notamos vários pontos de melhoria no processo de trabalho, na integração da equipe, melhores resultados e desempenhos. A gente avalia também uma queda no absenteísmo”, avalia a diretora Regiane Martins. A intenção é expandir as PIS para 100% das unidades de saúde. Práticas Na UBS 7 de Santa Maria, o tratamento que tem mudado a vida dos servidores é a auriculoterapia. A prática é conduzida pelo gerente da unidade, o enfermeiro Wendel José dos Santos Araújo. Técnica milenar, ela atua na prevenção, promoção e recuperação, estimulando os nervos cranianos que passam pela orelha. “A gente consegue ter resultados fisiológicos e neurológicos imediatos no tratamento de dor e prolongados quando são doenças”, explica Araújo. [Olho texto=”“Se cuido de outra pessoa, preciso, primeiramente, me cuidar, senão vou consumir a minha própria força para ajudar o outro. Essa iniciativa do GDF vem promover momentos de autocuidado extremamente importantes e benéficos”, destaca o farmacêutico bioquímico Pedro Luís Silva Pereira” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”esquerda”] O gerente da UBS 7 conta que a maioria dos servidores que chegam até ele aparecem com estresse, pós-trauma devido à covid-19 e ansiedade. “A gente percebe que o comportamento dos servidores é de pessoas ansiosas e que podem desenvolver depressão. Com a prática, conseguimos equilibrar e diminuir esses sintomas”, observa. Farmacêutico bioquímico da UBS 2 de Santa Maria, Pedro Luís Silva Pereira vai semanalmente à UBS 7 para sessões de auriculoterapia. Ele reserva alguns minutos na rotina para ir até a unidade fazer o tratamento. “Se cuido de outra pessoa, preciso, primeiramente, me cuidar, senão vou consumir minha própria força para ajudar o outro”, afirma. “Essa iniciativa do GDF vem promover momentos de autocuidado extremamente importantes e benéficos”. Em sua quinta sessão de auriculoterapia, a técnica de enfermagem da UBS 7, Karoline Ediélic, consegue perceber o impacto da prática. “É qualidade de vida. Dores nas articulações são um pouco incapacitantes. A gente não consegue se levantar, render ou praticar as atividades normais. Estou fazendo e estou melhorando cada dia mais”, conta. Karoline também gosta do fato de poder ser atendida gratuitamente e no ambiente de trabalho. “Faço minha terapia e depois continuo trabalhando normalmente. Não perco tempo indo para consultório fora e nem gasto dinheiro”, acrescenta. Já na UB2 do Gama, as práticas ofertadas aos servidores são o tai chi chuan e o reiki. O primeiro é uma arte marcial chinesa que une meditação e atividade física, enquanto o reiki trabalha com a imposição das mãos para transferência de energia. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] A técnica de enfermagem e facilitadora Juliane Gonçalves responsável pelas aulas de tai chi chuan. “Observamos que durante a pandemia muitos servidores estavam fragilizados. Entendemos que a gente precisava de um cuidado, de um carinho. A melhor forma de ofertar saúde é estar com ela em dia”, defende Juliane. Os servidores da Secretaria de Saúde que desejam participar das PIS podem procurar as unidades que oferecem as terapias e que estão disponíveis no site. Demais servidores do GDF e a população em geral também podem participar das ações das PIS.

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UPA Ceilândia II já realizou mais de 2 mil atendimentos

[Olho texto=”“Estamos nos esforçando para prestar o melhor atendimento aos pacientes que nos procuram. Temos profissionais de saúde treinados, equipamentos e mobiliários novos à disposição da população”” assinatura=”Flávio Amorim, gerente da UPA Ceilândia II” esquerda_direita_centro=”esquerda”] Em apenas 13 dias – desde que foi inaugurada pelo governador Ibaneis Rocha, em 24 de setembro, até essa quarta-feira (6) –, a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Ceilândia II já realizou 2.116 atendimentos, de acordo com o balanço oficial do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (Iges-DF), que construiu e administra a unidade. Os números do Iges-DF mostram que 903 pacientes foram avaliados pela equipe de enfermagem da classificação de risco, 855 passaram por consulta médica, 58 foram submetidos a exame de raio-X e foram realizados 300 exames laboratoriais. “Estamos nos esforçando para prestar o melhor atendimento aos pacientes que nos procuram. Temos profissionais de saúde treinados, equipamentos e mobiliários novos à disposição da população”, ressaltou o gerente da UPA, Flávio Amorim. Localizada na Expansão Setor O, QNO 21, Área Especial D, a UPA Ceilândia II atende diariamente, por 24 horas, casos de urgência e emergência de clínica médica, como pressão alta, febre alta, problemas respiratórios (falta de ar, por exemplo), desmaio, convulsão, diarreia aguda, infecção do trato urinário, dor abdominal de moderada a aguda e complicações cardiológicas e neurologistas, como infarto e AVC. A UPA Ceilândia II atende, 24 horas por dia, casos de urgência e emergências de clínica médica | Foto: Ascom/Iges-DF Profissionais e estrutura A UPA de Ceilândia conta com 154 profissionais, entre médicos, enfermeiros, técnicos e demais áreas. Os atendimentos começam com a triagem, depois é feita a consulta e, na sequência, os pacientes são encaminhados para fazer exames e receber assistência. Essa assistência pode ser prestada na Sala Vermelha, que possui dois leitos para atender casos graves; na Sala Amarela, com sete leitos, para pacientes de média gravidade; ou na Sala Verde, que conta com 10 poltronas para administrar medicação e inalação. A UPA Ceilândia II possui também sala e equipamento de raio-X e um laboratório bem equipado para ajudar no diagnóstico dos pacientes. O Ministério da Saúde, que regula o funcionamento das unidades de pronto atendimento, não exige que UPAs tenham raio-X e laboratório, mas o Iges-DF fez questão de fornecer esses serviços. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] Novas UPAs Além da UPA Ceilândia já entregue, o Iges-DF vem construindo mais seis unidades no Paranoá, Riacho Fundo II, Gama, Planaltina, Brazlândia e Vicente Pires. Todas são do mesmo modelo da Ceilândia II, ou seja, são de Porte I, Opção 3 e 1.200 m² de área construída. Ao todo, as sete UPAs somam 42 poltronas de observação, 14 leitos de emergência e sete leitos de isolamento. O Iges-DF vem investindo mais de R$ 51 milhões para construir, equipar, mobiliar e manter em funcionamento as sete novas UPAs. Do total dos recursos, R$ 38.639.006,60 estão sendo investidos em obras, R$ 8.698.326 em equipamentos médico-hospitalares e R$ 3.749.197 em mobiliário. Os recursos são repassados pela Secretaria de Saúde do DF. *Com informações do Iges-DF

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DF já aplicou 266 mil vacinas em pessoas de outros estados

Em quase sete meses de campanha de vacinação, o Distrito Federal já aplicou 2.145.092 doses da vacina contra a covid-19. Entre primeira dose, segunda dose e dose única, 12,4% desse total alcançaram pessoas que não residem no DF. Foram 266.055 doses aplicadas nessas pessoas, sendo 190.169 de primeira dose, 70.881 de segunda e 5.005 de dose única. Os dados foram divulgados nesta terça-feira (10) pela Secretaria de Saúde. A maioria dos vacinados de outros estados vieram de Goiás, que representa 41,19% do total dessas doses aplicadas. Há registro de pessoas vacinadas no DF residentes em todas as 26 unidades da Federação. Considerando apenas os goianos, 74.551 receberam a primeira dose, 32.244 a segunda e 2.804 a dose única. A segunda maior procura foi de residentes de Minas Gerais, dos quais 21.220 pessoas tomaram a primeira dose, 8.056 a segunda e 423 a única. Do estado de São Paulo, foram 18.533 doses aplicadas em quem mora por lá, sendo 13.662 de primeira, 4.593 de segunda e 278 de única. A Secretaria de Saúde lembra que o acesso ao Sistema Único de Saúde é universal e que não restringe a vacinação com a primeira dose em pessoas que não residam no DF. Confira o número de vacinados de outros estados: Arte: Secretaria de Saúde-DF *Com informações da Secretaria de Saúde do DF

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O canto que acalma os pacientes mentais no Riacho Fundo

Com o objetivo de criar interação com os pacientes, acolher e diminuir a ansiedade de cada um, o projeto Meu Canto foi retomado nesta terça-feira (3) no Instituto de Saúde Mental (ISM), no Riacho Fundo. Enquanto aguarda atendimento no ambulatório, o público pode se distrair com uma dupla de cantores in loco. Criado há três anos, o projeto ficou parado devido à pandemia. Após cada música, abre-se um debate para que todos participem e coloquem ideias e percepções para o grupo presente sobre as letras e significados. A atividade é oferecida todas as terças-feiras, às 8h30. A música fica por conta dos psicólogos Aristóteles de Oliveira e Simone Duarte. Eles cantam as canções e propõem as reflexões para os pacientes | Foto: Geovana Albuquerque/Secretaria de Saúde “Este é um projeto muito bacana, música é vida e este é um momento de leveza, em que todos os pacientes e servidores começam o dia com alegria e tranquilidade. Além disso, é um projeto que acolhe, traz confiança e liberdade de expressão para os pacientes, que se sentem à vontade para expor suas ideias. O maior foco é a interação do paciente, pois a música ajuda até mesmo em seu prognóstico”, explica o diretor de Atenção Secundária da Região Centro-Sul, Thiago Braga. A musicoterapia foi implantada na Região Centro-Sul por ideia da superintendente Flávia Oliveira e também ocorre no Hospital Regional do Guará há um ano. Iniciativa Nesta terça-feira as músicas escolhidas para serem cantadas foram Mais Uma Vez (Renato Russo) e Anunciação (Alceu Valença). O paciente Robson José da Silva, de 42 anos, gostou muito de participar do projeto Meu Canto. “Essa é uma iniciativa maravilhosa, um momento de acolhimento que é tão bom que a gente nem vê o tempo passar enquanto espera para ser atendido. Achei essa iniciativa muito legal, acho que deveria ser implantado em todos os hospitais”, avalia. A música fica por conta dos psicólogos Aristóteles de Oliveira e Simone Duarte. Eles cantam as canções e propõem as reflexões para os pacientes. “A arte sempre foi utilizada como terapia, sempre investimos em arte como método terapêutico. O principal objetivo do Meu Canto é relaxar os pacientes em um momento de leveza e tranquilidade, reduzir a ansiedade para que eles cheguem nas consultas mais tranquilos e menos introspectivos, pois já foram estimulados com a música”, ressalta Aristóteles. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Simone acredita que o Meu Canto possui dois vieses, sendo um voltado para o lugar de expressão, de cantar, e o outro no sentido de lugar no mundo, de existir e ser importante. “Queremos que as pessoas entendam que elas têm seu lugar e podem ser ouvidas. A música alcança isso”, conclui. O Instituto de Saúde Mental possui equipe multidisciplinar composta por psiquiatras, psicólogos, nutricionistas, enfermeiros e assistentes sociais e atende pacientes regulados que estejam com quadro clínico estável.   *Com informações da Secretaria de Saúde

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Segunda dose antecipada para os profissionais da Educação

A antecipação da segunda dose dos profissionais de educação começa na manhã desta terça-feira (27), em qualquer ponto de vacinação do Distrito Federal. A vacina está disponível exclusivamente para aqueles que tomaram o imunizante Oxford/AstraZeneca na primeira fase do Plano de Vacinação da Educação, entre 21 de maio e 2 de junho. Eles não serão convocados novamente. Basta comparecerem aos postos de vacinação. Além de antecipar a segunda dose para quem tomou AstraZeneca, a Secretaria de Educação acertou com a Secretaria de Saúde o calendário de vacinação dos remanescentes da segunda fase do Plano de Vacinação da Educação | Foto: Geovana Albuquerque/Agência Saúde DF São seis mil profissionais que atuam nas creches públicas, parceiras da rede pública e privada, e também integrantes dos grupos gestores das escolas públicas de todo o DF. Ao se dirigir ao ponto de vacinação, o profissional deve portar: Cartão de Vacinação com registro da D1 Oxford/AstraZeneca (21/5 a 2/6); Crachá, contracheque ou documento que comprove vinculação com a instituição de ensino; Documento pessoal com foto.    Diferente de todos os demais profissionais da rede pública de ensino – vacinados com Janssen, cujo protocolo de uso prevê dose única para imunização completa –, esses tomaram a primeira dose da vacina AstraZeneca, que prevê duas doses. Na reunião que definiu a antecipação, o coordenador do Comitê Gestor da Vacinação contra a covid-19, Divino Valero, explicou que o tempo desde a primeira dose já é de dez semanas. “A própria Organização Mundial de Saúde recomenda que o tempo mínimo entre uma dose e outra seja de oito semanas. Então, não teremos quebra no processo epidemiológico da vacina. É superseguro”, disse ele. Remanescentes Além da antecipação da segunda dose para quem tomou AstraZeneca, a Secretaria de Educação também acertou com a Secretaria de Saúde o calendário de vacinação dos remanescentes da segunda fase do Plano de Vacinação da Educação. São profissionais que por um motivo ou outro não conseguiram atender à convocação para se vacinar depois de 2 de junho. Eles não puderam ir por estarem com covid-19, ou terem tomado a vacina contra a gripe num prazo menor que 15 dias antes da data, por exemplo. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] Para este grupo, a vacina oferecida já é a da Janssen Farmacêutica, cujo protocolo de uso prevê a administração de dose única. Quando a vacinação ocorreu, até o dia 11 de julho, a Secretaria de Educação convocou 56 mil profissionais, englobando 100% das escolas da rede pública de ensino. Desses, 2.100 não compareceram e voltam agora para a fila. O esquema de vacinação para os remanescentes é especial: será exclusivamente na Praça dos Cristais do QG do Exército, nas próximas quinta, sexta e sábado, das 18h às 22h. Serão 700 doses por dia. Esses serão convocados novamente pelas escolas onde atuam. Os nomes serão publicados no site da Secretaria de Educação, como foi feito desde o primeiro dia do Plano de Vacinação da Educação. *Com informações da Secretaria de Educação

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Mais de 138 mil vacinados no mutirão em três dias

Terminou o mutirão de vacinação contra a covid-19 no Distrito Federal. Em três dias, a Secretaria de Saúde aplicou 138.807 doses, sendo a maioria como primeira dose, com 112.610 vacinados. Com a dose de reforço, foram imunizados 23.767 pessoas e, com a dose única, outros 2.430. Nesta segunda-feira (26), haverá aplicação da segunda dose em 53 pontos de vacinação. A cobertura vacinal no DF chegou a 56,62% com a primeira dose ou dose única na população com 18 anos ou mais. Com a dose de reforço ou única essa cobertura chegou a 21,80% | Foto: Breno Esaki/Agência Saúde-DF O secretário de Saúde, Osnei Okumoto, agradeceu o empenho das equipes de vacinação para alcançar um número expressivo de pessoas vacinadas em três dias. “Agradeço a dedicação dos profissionais de saúde da rede pública, parceiros da Secretaria de Saúde e voluntários, que não mediram esforços para que tudo desse certo, com segurança e tranquilidade”, afirmou o secretário. Ele ressaltou que, tendo vacinas disponíveis “a Secretaria de Saúde tem capacidade de atuar com agilidade e segurança, dando à população tranquilidade para buscar a imunização”. Na sexta-feira (23), foram vacinadas 60.473 pessoas com a primeira dose, 16.213 com a segunda e 236 com a dose única da Janssen. No sábado (24), foram 38.547 D1 aplicadas, além de 4.003 D2 e 466 doses únicas. Neste domingo (25), 13.590 pessoas iniciaram o esquema vacinal com a D1, 3.551 completaram o ciclo e 1.728 se imunizaram com a dose única. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] A cobertura vacinal no DF chegou a 56,74% com a primeira dose ou dose única na população com 18 anos ou mais. Com a dose de reforço ou única essa cobertura chegou a 21,86%. Nesta segunda-feira (26), os pontos de vacinação das unidades básicas de saúde abrirão às 8h e fecharão às 17h. Os drive-thrus serão abertos às 9h e encerrarão as atividades também às 17h. A exceção é o ponto da Praça dos Cristais, que funciona das 18h às 22h. *Com informações da Secretaria de Saúde

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Em quatro horas, cerca de 35 mil pessoas foram vacinadas nesta sexta (23)

Um grande mutirão de vacinação contra a covid-19 foi iniciado nesta sexta-feira (23) pela Secretaria de Saúde. Até o meio-dia, as equipes já haviam vacinado cerca de 35 mil pessoas nos 96 pontos de vacinação. O objetivo do Governo do Distrito Federal (GDF) é aplicar 100 mil doses nos três dias para início do esquema vacinal (D1) e reforço (D2). Podem receber a primeira dose do imunizante que protege contra o coronavírus pessoas com 37 anos ou mais. O casal Vládia Pereira, 38 anos, e Fabrício Pereira, 43, esperou ansioso por esse dia. “Passamos por muita coisa nessa pandemia. A vacina é esperança para a gente, sinal de que as coisas vão melhorar e voltar a ficar bem. Obrigado”, disse Fabrício | Foto: Geovana Albuquerque/Agência Saúde Quem faz parte da faixa etária, basta comparecer a um dos postos de vacinação com documento de identidade com foto e preferencialmente o cartão de vacina. Se não tiver o cartão, um novo será entregue. Não é necessário agendar. [Olho texto=”“Teremos postos atendendo com primeira dose, outros com primeira e segunda dose e outros somente com segunda dose. Organizamos as nossas equipes para que possam atender sem a necessidade de agendamento, como ocorreu lá no início da vacinação”” assinatura=”Osnei Okumoto, secretário de Saúde” esquerda_direita_centro=”direita”] Para melhor organizar o fluxo da vacinação durante esses dias, a Secretaria de Saúde estabeleceu locais para aplicar apenas a primeira dose (D1), outros apenas a segunda dose (D2) e alguns onde é possível tomar tanto de D1 quanto D2 – para quem já tiver no prazo para receber o reforço. Além disso, para agilizar o atendimento, a Saúde orienta que seja impressa e preenchida a ficha de registro de vacinação. O formulário pode ser acessado aqui e deve ser entregue no momento da imunização. O secretário de Saúde, Osnei Okumoto, alerta para o esquema de vacinação montado por técnicos da pasta. “Teremos postos atendendo com primeira dose, outros com primeira e segunda dose e outros somente com segunda dose. Organizamos as nossas equipes para que possam atender sem a necessidade de agendamento, como ocorreu lá no início da vacinação. Assim, esperamos vacinar até 100 mil pessoas com a primeira dose neste fim de semana”, afirma. O servidor público André Piancetini, 38 anos, foi à unidade básica de saúde 1 da Asa Norte (UBS 1) para receber a primeira dose. Feliz, ele conta que a sensação é de alívio. “A vacina renova a esperança de que estamos saindo desse momento e, quem sabe, voltarmos o mais rápido possível à normalidade”, compartilha. Ele elogiou a pontualidade e a organização do atendimento. Emoção Emocionada, a economista Vanessa Rodrigues, 37 anos, disse estar muito feliz por receber a vacina. “Depois de tudo o que passamos, esse momento é um privilégio. Agora é seguir com os cuidados até isso tudo passar”, afirma. Ela também recebeu o imunizante na UBS 1 da Asa Norte, que funciona na modalidade pedestre. No drive-thru do Parque da Cidade, estacionamento 13, o movimento de carros foi intenso na manhã desta sexta-feira (23). Apesar da grande procura, o atendimento estava fluindo bem. O ponto contou com o apoio da Polícia Militar e do Detran para organizar os veículos no local. Shanira Toledo, 37 anos, recebeu sua dose no drive-thru e relata o significado do momento. “É um sopro de vida. Eu só quero agradecer os profissionais da saúde que dedicaram tempo, saíram das suas casas, colocaram-se em risco, os profissionais da comunicação, todo mundo que não pôde fazer home office, todo mundo que não teve escolha, que precisou trabalhar. Agradeço do fundo do meu coração a todas essas pessoas que fizeram parte desse processo até a vacina chegar no meu braço”, agradece. Veja abaixo os pontos de vacinação mais e menos movimentados: Emocionada, a economista Vanessa Rodrigues, 37 anos, disse estar muito feliz por receber a vacina. “Depois de tudo o que passamos, conseguir passar por esse momento é um privilégio. Agora é seguir com os cuidados até isso tudo passar”, afirma. Ela também recebeu o imunizante na UBS 1 da Asa Norte, que funciona na modalidade pedestre. No drive-thru do Parque da Cidade, estacionamento 13, o movimento de carros foi intenso na manhã desta sexta-feira. Apesar da grande procura, o atendimento estava fluindo bem. O ponto contou com o apoio da Polícia Militar e do Detran para organizar os veículos no local. Shanira Toledo, 37 anos, recebeu sua dose no drive-thru e relata o significado do momento. “É um sopro de vida. Eu só quero agradecer os profissionais da saúde que dedicaram tempo, saíram das suas casas, colocaram-se em risco, os profissionais da comunicação, todo mundo que não pôde fazer home office, todo mundo que não teve escolha, que precisou trabalhar. Agradeço do fundo do meu coração a todas essas pessoas que fizeram parte desse processo até a vacina chegar no meu braço”, agradece. Felicidade As irmãs Janaína Couto, 40 anos, e Iara Rabelo, 38 anos, foram juntas ao Parque da Cidade receber a vacina. “É muito gratificante estar aqui hoje tomando a primeira dose. Viemos tomar a vacina juntas, muito felizes. Agradeço esse momento tão especial”, comemora Iara. O casal Vládia Pereira, 38 anos, e Fabrício Pereira, 43, esperou muito por esse momento. “Para mim é muito especial porque o mundo descobriu a pandemia quando eu descobri que estava grávida”, diz Vládia. Ela lembra que período da gravidez foi desafiador diante do cenário desconhecido da pandemia e agora o casal sente-se aliviado em ir para casa vacinados na semana em que a filha completa oito meses de vida. “Passamos por muita coisa nessa pandemia. A vacina é esperança para a gente, sinal de que as coisas vão melhorar e voltar a ficar bem. Obrigado”, emociona-se Fabrício. A professora universitária Mariana Matias, 37 anos, foi acompanhada do marido ao estacionamento 13 do Parque receber a primeira dose. “Isso traz a esperança de que em breve possamos voltar mais perto de uma normalidade. Agora é aguardar e voltar para a segunda dose”, reforça. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] O secretário Osnei Okumoto reforça a importância de as pessoas se vacinarem e diz que, no Distrito Federal, as doses estão garantidas para toda a população. “A imunização completa ocorre somente com a segunda dose. O DF é uma das únicas Unidades da Federação que fez essa reserva”, destaca. Funcionamento Na sexta-feira (23), a vacinação nas unidades básicas de saúde ocorre das 8h às 17h e, nos drive-thrus, das 9h às 17h. Já no sábado (24) e no domingo (25), o horário de atendimento ao público será das 9h às 17h. Após o mutirão deste fim de semana, a população que se enquadra nos requisitos da vacinação pode continuar procurando as unidades de saúde espontaneamente para receber a primeira ou segunda dose. *Com informações da Secretaria de Saúde

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Vigilância Sanitária faz ações educativas em 400 panificadoras

Durante a visita às panificadoras, equipes da Vigilância Sanitária passaram orientações aos profissionais | Foto: Breno Esaki / Agência Saúde A Diretoria de Vigilância Sanitária do Distrito Federal (Divisa) elaborou e executou um programa de vigilância sanitária de caráter preliminar e educativo destinado às panificadoras de todo o Distrito Federal. “O programa foi procedido para homenagear os profissionais da panificação, tendo em vista que o Dia do Panificador é comemorado nacionalmente em 8 de julho. Por isso, nossa ação ocorreu no período de 5 a 9 de julho, na Semana da Panificação”, explica o diretor da Vigilância Sanitária, Hércules Ribeiro. Com a ação, a Vigilância Sanitária visitou 400 panificadoras orientando sobre boas práticas de panificação e, sobretudo, sobre a segurança e a saúde do panificador. “Também foram repassados ensinamentos sobre os cuidados de limpeza em relação à prevenção da covid-19, pois esses cuidados não podem ser ignorados”, informa Hércules Ribeiro. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] As informações foram repassadas a 798 padeiros, que receberam instruções como higienização das mãos e da região do nariz, uso de máscaras faciais, distanciamento, limpeza constante de superfícies, vacinação e uso de equipamentos de proteção individual (EPIs), entre outras. * Com informações da Secretaria de Saúde

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Centro Especializado em Saúde da Mulher inaugura farmácia

Começou a funcionar, na manhã desta quarta-feira (14), a farmácia do Centro Especializado em Saúde da Mulher (Cesmu). O atendimento ao público é feito de segunda a sexta-feira, das 8h ao meio-dia. Os protocolos para retirada dos medicamentos são os mesmos exigidos pelas demais farmácias da atenção secundária do Distrito Federal. “Na farmácia, além da distribuição do medicamento, as usuárias poderão obter informações sobre a forma de tomar o medicamento, eventuais efeitos colaterais e reações adversas, os cuidados sobre o armazenamento, entre outros detalhes”, explica a farmacêutica responsável pela unidade, Polyanna de Freitas Silva. Os protocolos para retirada dos medicamentos são os mesmos exigidos pelas demais farmácias da atenção secundária do DF | Fotos: Divulgação/Cesmu A retirada dos medicamentos pode ser feita mediante os seguintes protocolos: 1º) Receita válida e legível em duas vias, contendo: – Identificação da unidade de saúde responsável pela emissão da prescrição ao usuário; – Nome completo do usuário; – Nome do medicamento, pela Denominação Comum Brasileira (DCB); – A concentração, a forma farmacêutica, a posologia e a quantidade do medicamento (em algarismos arábicos) suficiente para o tratamento prescrito; – Duração do tratamento; – Data da emissão; – Assinatura do prescritor e carimbo contendo nome completo e número de inscrição no respectivo Conselho Regional de Classe; – Demais informações exigidas em protocolos específicos. [Olho texto=”O Cesmu, na 514/515 Sul, é uma policlínica com atendimento exclusivo para as mulheres a partir dos 18 anos de idade” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”esquerda”] 2º) Documento de identificação do paciente com foto, original ou cópia, salvo para menor de idade, ao qual será permitida apresentação de Certidão de Nascimento e/ou Cartão Nacional de Saúde; 3º) Cartão Nacional de Saúde ou Identificação SES/DF do paciente; 4º) É necessário que a prescrição seja emitida no DF, pelos serviços de saúde públicos ou privados, por prescritor inscrito no seu respectivo conselho de classe do DF. As prescrições dos medicamentos de média complexidade da assistência farmacêutica poderão ter validade de até 180 dias, contados a partir da data de emissão. Se na prescrição não houver a informação de que se trata de tratamento contínuo, será considerada a validade de 30 dias para a receita apresentada. Cesmu O Cesmu, localizado na 514/515 Sul, é uma policlínica com atendimento exclusivo para as mulheres a partir dos 18 anos de idade. A Central de Regulação faz o encaminhamento das pacientes ao atendimento indicado pela unidade básica de saúde (UBS) de origem. Todas as pacientes atendidas na unidade passam por um acolhimento, durante o qual são identificadas todas as necessidades e executado o agendamento das consultas. Os atendimentos oferecidos pelo Cesmu são: [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] – Acolhimento da gestante de alto risco referenciada; – Atendimento por equipe multiprofissional com elaboração de Projeto Terapêutico Singular, plano de parto (em casos de gestantes); – Acesso ao pré-natal de alto risco; – Acompanhamento puerperal especializado; – Ginecologia especializada; – Práticas integrativas de saúde (especificamente homeopatia e acupuntura); – Atendimento psicológico; – Atendimento aberto às vítimas de violência por assistente social e psicólogo; – Dermatologia especializada; – Endocrinologia especializada; – Nutrição especializada. *Com informações da Secretaria de Saúde (SES)

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