DF 360: veja como integrar câmeras particulares ao sistema de monitoramento de segurança pública
Moradores, condomínios, empresas, órgãos públicos e demais instituições do Distrito Federal podem integrar suas câmeras de videomonitoramento ao sistema DF 360. A adesão é gratuita e permite que imagens captadas por equipamentos voltados a vias e áreas de acesso público sejam compartilhadas com as forças de segurança para apoiar ações de prevenção, atendimento de ocorrências e investigações — observando critérios técnicos e de proteção à privacidade. Plataforma DF 360 – Segurança Integral, da qual o sistema de compartilhamento de câmeras faz parte, opera com recursos para leitura automática de placas de veículos e reconhecimento facial | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília O sistema faz parte da plataforma DF 360 – Segurança Integral, que integra ferramentas de monitoramento. Além do compartilhamento de imagens, a plataforma utiliza recursos como leitura automática de placas de veículos e reconhecimento facial, reunindo informações de diferentes órgãos para apoiar a atuação operacional. Podem participar pessoas físicas e jurídicas que atendam aos requisitos estabelecidos — condomínios, estabelecimentos comerciais, universidades, agências bancárias, entidades da sociedade civil organizada, órgãos públicos, entidades públicas e privadas e empresas de segurança privada. Como integrar as câmeras O cadastro é feito pelo portal oficial do DF 360, na opção “Cadastrar Minha Câmera”. Para iniciar o processo, é necessário acessar esta plataforma. Para pessoas jurídicas, é preciso informar os dados da instituição, CNPJ e representante legal. Quando houver empresa terceirizada responsável pelo monitoramento, devem ser apresentados dois termos de cessão de uso de imagem: um da instituição participante e outro da empresa responsável pelo serviço. Para integrar o sistema, os equipamentos precisam estar voltados a vias ou áreas de acesso público, preservando a privacidade de ambientes particulares. Outros requisitos técnicos são resolução mínima de 1 MP (720p), transmissão pelo protocolo RTSP, mínimo de 15 quadros por segundo (FPS), funcionamento contínuo, compatibilidade com integração via RTSP, armazenamento das imagens por pelo menos sete dias (em equipamento local ou na nuvem), adoção de protocolos de segurança da informação e acesso remoto por conexão criptografada. Não há prazo fixo para conclusão da análise e da integração, visto que o tempo varia conforme a complexidade de cada solicitação. Privacidade e acesso às imagens As forças de segurança podem acessar tanto as imagens transmitidas em tempo real quanto as gravações armazenadas pelas câmeras integradas, conforme previsto no Termo de Cessão de Uso de Imagem. O compartilhamento é destinado exclusivamente às atividades de segurança pública. A plataforma também estabelece mecanismos para proteção das informações: as câmeras devem registrar apenas áreas públicas ou de acesso comum, enquanto o acesso às imagens é controlado e submetido a protocolos de segurança, auditoria e confidencialidade. Caso o participante deseje deixar o sistema, o desligamento pode ser solicitado a qualquer momento. A cooperação também pode ser encerrada em situações de inviabilidade da continuidade da parceria ou por falta de manutenção dos equipamentos. As informações sobre o sistema e o cadastro estão disponíveis no portal oficial do DF 360, que também oferece um canal de atendimento pelo WhatsApp para esclarecimento de dúvidas.
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Trânsito sofre alterações neste fim de semana por causa de eventos
Em razão de eventos esportivos neste sábado (29) e no domingo (30), as equipes de fiscalização do Departamento de Trânsito (Detran-DF) farão intervenções em vias da Asa Norte, Asa Sul, Eixo Monumental, Guará, Setor de Clubes Esportivos Sul (SCES) e Ponte JK. Veja, abaixo, as principais alterações. Setor de Clubes Esportivos Sul Imagens: Divulgação/Detran-DF O 14° Congresso Brasileiro de Saúde Coletiva (Abrascão), que tem atividades programadas desta sexta (28) à próxima quarta-feira (3/12) no Centro Internacional de Convenções de Brasília (CICB), demanda alterações no trânsito da região do SCES. Durante os dias do evento, a via SCES Trecho 2, em frente ao CICB, ficará em sentido único, da rotatória do Clube dos Bombeiros em direção à SCES Trecho 3. Ao longo da via, serão posicionados cones para impedir a prática de estacionamento irregular. As equipes de fiscalização farão o controle do tráfego nas vias adjacentes para garantir a segurança viária e a fluidez do trânsito. Além disso, um painel eletrônico de mensagens será utilizado para orientar os condutores. Eixo Monumental Por causa do espetáculo Phonica – Marisa Monte & Orquestra ao Vivo, no estacionamento do Eixo Cultural Ibero-Americano (antiga Funarte), a partir das 16h deste sábado, o Detran-DF atuará no trânsito do Eixo Monumental. As equipes farão o fechamento do estacionamento do Eixo Cultural Ibero-Americano e do acesso à via S2, pela S1. O fluxo de veículos da S2 sentido S1 será desviado na altura do Brasil 21. Para garantir a segurança dos pedestres, haverá travessias sinalizadas no Parque da Cidade, na via S2 e na via de ligação N1/S1, próxima à Feira da Torre. Durante o evento, além do auxílio na travessia de pedestres, os agentes de trânsito farão patrulhamento na região para garantir a fluidez e coibir infrações. A recomendação é que o público utilize os estacionamentos do Clube do Choro, Parque da Cidade, Brasil 21 e Feira da Torre. O estacionamento do Planetário será destinado a pessoas com deficiência e idosos. A previsão é que as intervenções no trânsito ocorram até as 23h. Eixo Monumental - Corrida e Caminhada Olga Kos Brasília No domingo, a partir das 6h, devido à Corrida e Caminhada pela Inclusão Olga Kos Brasília, com percursos de 5 km e 10 km, o Detran-DF fará interdições no Eixo Monumental. A largada e a chegada ocorrerão na Praça do Palácio do Buriti. No trajeto de 10 km, os corredores seguirão pela via N1, viaduto Renato Russo e pela Estrada Parque Indústria e Abastecimento (Epia), retornando antes do acesso à via Estrutural. Haverá a interdição de três faixas da via N1, próximas ao canteiro central, entre o Ulysses Centro de Convenções e o viaduto Renato Russo. As demais faixas permanecerão liberadas para o tráfego de veículos. O acesso ao viaduto será fechado, e o fluxo de veículos seguirá em direção à Epia. Na via S1, serão interditadas as três faixas próximas ao canteiro central, entre a Praça do Cruzeiro e o Ulysses Centro de Convenções. Durante o evento, o Detran-DF e a Polícia Militar (PMDF) atuarão na região para garantir a segurança viária e a fluidez do trânsito. A previsão é que as interdições ocorram até as 11h. Via JK No domingo, as intervenções começam às 6h, em função do Circuito Banco do Brasil, com percursos de 5 km e 10 km pelas vias SCES Trecho 2, via JK, Ponte JK e DF-025. A largada e a chegada ocorrerão no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB). Nos dois sentidos da via JK, a faixa da esquerda permanecerá livre para o tráfego de veículos. As demais faixas serão utilizadas pelos corredores. Haverá bloqueios na via JK, sentido Lago Sul, na altura do Conselho da Justiça Federal (CJF), e no sentido Plano Piloto, na altura do viaduto da DF-025. Em alguns trechos será implantada sinalização temporária, para reduzir a velocidade. Além disso, painéis eletrônicos de mensagens serão utilizados para orientar os condutores. Durante o evento, o Detran-DF e a Polícia Militar atuarão no controle do tráfego. A previsão é que as intervenções ocorram até as 9h. Guará Imagem: Divulgação/Detran-DF No domingo, quando a Rua do Lazer do Guará funciona das 6h às 17h, estarão fechados todos os acessos à Avenida Central do Guará II, entre a 4ª Delegacia de Polícia e o Edifício Consei, na EQ 31/33. Asa Norte/Setor Policial Imagem: Divulgação/Detran-DF Ainda no domingo, será realizada a Meia Maratona da Polícia Federal, com percursos de 5 km, 10 km e 21 km, pelas vias N2, N1, Eixão Sul, ERWS e Estrada Setor Policial Militar (ESPM). A largada e a chegada serão na sede da Polícia Federal, na SCN Quadra 4, Bloco A, na Asa Norte. A partir das 5h, o Detran-DF fará o fechamento do acesso à via N2, pela W3 Norte. Haverá ainda bloqueio na N2, na altura do Conjunto Nacional. Na via N1, nas proximidades da Rodoviária, as três faixas mais à direita, e o acesso do ERWN ao Eixão serão fechados. As equipes também farão interdições na tesourinha de acesso da 116 Sul à via ERWS, na tesourinha de acesso da W3 Sul à Estrada Setor Policial Militar (ESPM) e na altura do acesso da ESPM ao ERWS. Durante o evento, painéis eletrônicos de mensagens serão utilizados para orientar os condutores. O Detran-DF e o Departamento de Estradas de Rodagem (DER-DF) têm a previsão de que as intervenções ocorram até as 9h. *Com informações do Detran-DF
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GDF reforma passagem subterrânea da 103 Norte
O Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap), entregou nesta quarta-feira (8) mais uma passagem subterrânea completamente reformada, desta vez na 103 Norte. A obra integra o projeto de recuperação das 16 travessias subterrâneas do Plano Piloto, que já contemplou a estrutura da 102 Sul e agora avança para as da 104 Sul e 106 Sul. O investimento total é de R$ 4 milhões, destinados à melhoria da acessibilidade, segurança e conservação desses espaços. A obra incluiu pintura, recomposição do piso, substituição de grelhas danificadas, manutenção da iluminação — em parceria com a Companhia Energética de Brasília (CEB) — e limpeza geral. O serviço foi executado pela Diretoria das Cidades da Novacap e faz parte de um cronograma contínuo de recuperação das passagens da Asa Sul e da Asa Norte. “Entregamos a 102, a 103, e as da 104 e 106 estão quase prontas. A ideia é continuar até reformar todas as travessias”, destacou o diretor das Cidades da Novacap, Raimundo Silva. “Nosso objetivo é entregar espaços renovados, seguros e confortáveis para a população.” As obras na passagem subterrânea da 103 Norte incluíram pintura, recomposição do piso, substituição de grelhas danificadas e manutenção da iluminação | Fotos: Adriano Teixeira/Novacap Vandalismo De acordo com o presidente da Novacap, Fernando Leite, a ação reforça o compromisso do GDF com a preservação dos espaços públicos e o combate ao vandalismo. “O governo Ibaneis Rocha tem investido muito na preservação da qualidade de vida e do patrimônio urbano. As passagens subterrâneas são exemplos claros de locais que sofrem com depredações — nosso trabalho é recuperá-las e evitar que sejam novamente vandalizadas”, afirmou. [LEIA_TAMBEM]A Secretaria de Segurança Pública também acompanha o processo de recuperação, com foco na sensação de segurança e no monitoramento dos locais. O secretário Sandro Avelar destacou a importância da parceria com a Novacap e o impacto positivo na rotina dos brasilienses: “Estou muito feliz com essa iniciativa. Fui criado na Asa Sul e conheço bem essas passagens desde criança. É gratificante ver o cuidado com esses espaços, que antes geravam receio nas pessoas”. As obras começaram no primeiro semestre de 2025 e devem continuar ao longo dos próximos meses, contemplando todas as passagens subterrâneas do Plano Piloto. Além das melhorias estruturais, está em andamento o processo de contratação de câmeras de monitoramento e implantação de rondas regulares de vigilância nos acessos subterrâneos. A medida será executada por meio de convênio entre a Novacap e a Secretaria de Segurança Pública, garantindo manutenção e monitoramento contínuos. “Vamos implantar um sistema de vigilância 24 horas e fazer a reposição imediata de qualquer item danificado. A ideia é manter as passagens limpas, seguras e bem cuidadas para o cidadão”, reforçou Fernando Leite. *Com informações da Novacap
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Crachá virtual com QR Code garante mais segurança na identificação de agentes de saúde
Quando recebeu a visita do agente de vigilância ambiental (AVA), a analista de sistemas Ludiane Ozanam, de 39 anos, decidiu testar a novidade do crachá virtual com QR Code. Em poucos segundos, a moradora do Guará apontou a câmera do celular para o crachá e confirmou os dados do servidor. Ludiane Ozanam gostou do novo sistema: “A leitura é rápida e prática, mostrando de forma clara as informações do profissional” | Fotos: Matheus Oliveira/Agência Saúde-DF “É uma medida muito interessante e segura para nós, porque confirma que o agente realmente atua na Secretaria de Saúde e está ali para ajudar; a leitura é rápida e prática, mostrando de forma clara as informações do profissional”, constatou. Disponibilizada pela Secretaria de Saúde (SES-DF) por meio da Secretaria-Executiva de Tecnologia da Informação em Saúde (Setis), a ferramenta foi criada para ampliar a segurança da população e fortalecer o trabalho dos Avas e dos agentes comunitários de saúde (ACSs). “O crachá virtual com QR Code garante mais segurança e transparência, pois qualquer cidadão pode confirmar de forma rápida e simples a identidade do profissional que está realizando a visita domiciliar”, ressaltou o subsecretário de Vigilância à Saúde, Fabiano dos Anjos Martins. Como verificar Ao apontar a câmera do celular para o QR Code do crachá, por meio do ícone “Ler QR Code”, disponível no site Saúde Confirma, o cidadão tem acesso a dados como foto, nome, cargo e unidade de lotação do profissional. A leitura deve ser feita exclusivamente na plataforma oficial da SES-DF, o que garante a autenticidade das informações. A medida evita que códigos falsos direcionem a páginas clonadas, assegurando que os dados exibidos sejam verdadeiros e correspondam, de fato, ao profissional vinculado à rede pública de saúde, além de impedir tentativas de fraude por terceiros mal-intencionados. [LEIA_TAMBEM]Quem também testou a novidade foi o administrador José Mendonça, 50. “Foi um processo imediato”, relatou. “Assim que fiz a leitura do QR Code do crachá do agente, logo apareceram a foto, o nome, a função e outros dados dele. Isso passa confiança e mostra que o sistema realmente funciona”. O titular da Setis, Deilton Silva, reforçou que a iniciativa também valoriza os profissionais: “A identificação digital traz mais transparência, coíbe fraudes e aumenta a sensação de segurança para as famílias atendidas”. Para ampliar a segurança e evitar a reprodução não autorizada por terceiros mal-intencionados, a leitura do QR Code só funcionará a partir do site Saúde Confirma, da SES-DF. *Com informações da Secretaria de Saúde
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Regulamentada concessão de licença para profissionais que atuam com explosivos e pirotecnia no DF
A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) publicou, nesta quinta-feira (3), a Portaria nº 312/2025, que regulamenta a concessão da licença distrital para o exercício da profissão de Encarregado de Fogo (Blaster), tanto em atividades com explosivos quanto em espetáculos pirotécnicos. A norma, publicada no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF), revoga a Portaria nº 137/2000 e estabelece novos critérios técnicos e administrativos para o credenciamento desses profissionais. Entre os critérios para a concessão de licença, estão comprovação de capacidade técnica com curso específico e atestados de sanidade física e mental | Foto: Nielmar de Oliveira/Agência Brasil A responsabilidade pela análise dos pedidos, emissão das licenças, fiscalização e eventual aplicação de sanções é da Divisão de Controle de Armas, Munições e Explosivos (Dame) da PCDF. O texto define os tipos de atividades que exigem licença — como demolições com uso de explosivos, shows pirotécnicos e uso de artefatos em ambientes fechados — e as exigências para a concessão e renovação da autorização. Entre os critérios exigidos para o credenciamento estão: idade mínima de 21 anos, comprovação de capacidade técnica com curso específico, apresentação de documentos pessoais, atestados de sanidade física e mental, certidões negativas e antecedentes criminais. A licença tem validade de dois anos e pode ser renovada conforme regras estabelecidas. [LEIA_TAMBEM]A nova portaria também classifica os blasters por categorias: desde profissionais autorizados a atuar exclusivamente em áreas isoladas até aqueles capacitados para atuar com explosivos em áreas urbanas, conforme experiência e formação. Para o segmento pirotécnico, a licença se restringe a uma única categoria, válida para eventos controlados. Além disso, o texto detalha infrações administrativas, penalidades (como advertência, suspensão ou cassação da licença) e institui o processo administrativo sancionador, garantindo o direito à ampla defesa e ao contraditório. A norma também prevê a possibilidade de celebração de Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) como medida alternativa à penalização. Com a nova regulamentação, a PCDF moderniza e fortalece os mecanismos de controle sobre atividades que envolvem explosivos e fogos de artifício, com foco na segurança pública e na prevenção de acidentes. *Com informações da PCDF
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DF Folia 2025 levou milhares de brasilienses para bloquinhos no fim de semana
O final de semana após o Carnaval entregou muita alegria aos foliões que não se contentaram com os quatro dias de festa. Bloquinhos garantiram a chamada ressaca de Carnaval em diferentes regiões do Distrito Federal. No estacionamento do Eixo Ibero-americano, o Vamos Fullgil prestou homenagem a Gilberto Gil, com bandas tocando os grandes sucessos do compositor. A percussionista Lene Black participou da festa com o Vamos Fullgil pela primeira vez: “Vim por causa do repertório. Esse Carnaval foi incrível, melhor que o do ano passado” | Fotos: Divulgação/Maria de Aquino Lene Black, 32, que é percussionista e passou o Carnaval trabalhando, foi ao Vamos Fullgil pela primeira vez, no sábado (8). “Vim por causa do repertório”, contou. “Queria ver a escolha das músicas do Gil. Esse Carnaval foi incrível, melhor que do ano passado. Muita coisa aconteceu, com muitas atrações e muita diversidade”. 2 mil Número estimado de pessoas que passaram pelo desfile do Vamos Fullgil O professor Marcelo Albuquerque, 39, já conhecia o Vamos Fullgil e embarcou na folia. “O pessoal é mais tranquilo e é Gil, né, um grande nome da nossa música”, disse ele, que considerou o Carnaval deste ano mais seguro e organizado. Cerca de 2 mil pessoas passaram pelo local durante o desfile. A fundadora do bloco, Eloisa Alves, destacou: “A importância do nosso bloco no pós-Carnaval é ligada aos ensinamentos do nosso homenageado e em fechar o Carnaval com paz, amor e leveza”. O Vamos Fullgil, lembrou ela, tem 98% da equipe formada por mulheres e cidadãos LGBT. Público infantil O Vai com as Profanas foi atração no sábado, movimentando a Galeria dos Estados “Como muitas pessoas viajam durante o Carnaval, os eventos posteriores são importantes porque acabam recebendo o público da cidade” Tereza Padilha, sócia-fundadora do Espaço Cultural Mapati Mais cedo, no mesmo local, foi a vez de a criançada aproveitar o sábado ensolarado para curtir um dos últimos suspiros de Carnaval, com o Carnapati. O público foi de cerca de mil pessoas. “O evento foi bem tranquilo e respeitoso, com um público significativo, famílias com crianças e seus pets, música baixa e muita alegria”, conta Tereza Padilha, sócia-fundadora do Espaço Cultural Mapati, que promove o bloco. “Como muitas pessoas viajam durante o Carnaval, os eventos posteriores são importantes porque acabam recebendo o público da cidade”. Também no sábado, o bloco Vai com as Profanas agitou a Galeria dos Estados, com DJs, percussões e muita dança embalada por hits de carnaval, passando pelo funk, axé, arrocha e outros gêneros. Domingo Em São Sebastião, o Carnafamília foi destaque entre crianças e adultos São Sebastião apresentou atrações que reuniram públicos infantil e adulto No domingo (9), o Carnafamília, no Residencial do Bosque, em São Sebastião, também teve programação para as crianças, com DJ voltada ao público infantil, distribuição de máscaras, confetes, serpentinas, muita espuma e brincadeiras, terminando com a apresentação da fanfarra Rataria Lunática. À noite, a programação para os adultos contou com Thiago Kallazans e Banda, DJ Lucas Durães e MC Lana, encerrando com mistura de rap e funk. “É fundamental termos eventos dessa natureza em nossa cidade, uma vez que vivemos apartados do centro cultural de Brasília e a comunidade padece da falta de eventos que engrandeçam a nossa cultura popular”, observou o produtor executivo Paulo Dagomé. Ainda no domingo, a programação carnavalesca fora do Plano Piloto apresentou os blocos Manga Botânica, no Jardim Botânico de Brasília, e o Carnaval Delas, no Setor Tradicional de Planaltina. A festa continua “O DF Folia 2025 consolida o carnaval da capital como um dos maiores do país” Stéffanie Oliveira, presidente do Instituto Rosa dos Ventos Para quem gosta da folia, a boa notícia é que no sábado (15) e no domingo (16) próximos, haverá mais Carnaval do DF. Sábado será dia do bloco Praga de Baiano – A Bahia é Aqui!, que vai movimentar a comercial da 205/206 Norte entre as 10h e as 16h. Na Vila Planalto, o tradicional Samba da Tia Zélia anima o seu público fiel, na Avenida Rabelo, entre a Rua Ceará e a Rua Maranhão, das 14h às 20h. No domingo, haverá folia na Praça da Bíblia, em Ceilândia, com o CarnaFlash, das 16h às 21h. Na Galeria dos Estados, o Bora Coisar oferece animação das 16h às 22h. “Ao encerrarmos o DF Folia com o pós-Carnaval celebramos não apenas uma festa, mas um verdadeiro movimento cultural que impulsionou a economia criativa, uniu a comunidade e colocou Brasília no mapa das grandes celebrações artísticas”, avaliou o secretário de Cultura e Economia Criativa, Claudio Abrantes. “A programação do DF Folia 2025 está chegando ao fim, e o sentimento que fica é de dever cumprido”, afirmou Stéffanie Oliveira, presidente do Instituto Rosa dos Ventos, parceiro da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF) no Carnaval deste ano. “O DF Folia 2025 consolida o Carnaval da capital como um dos maiores do país.” Confira abaixo a programação do último final de semana do DF Folia 2025. Sábado (15) ⇒ Bloco Praga de Baiano – A Bahia é Aqui! – das 10h às 16h, na CLN 205/206 Norte – estacionamento do Bloco D comércio local, Asa Norte ⇒ Ressaca STZ, Não Acaba Nem Quando Termina – das 14h às 20h, na Vila Planalto – fixo na Avenida Rabelo, entre a Rua Ceará e a Rua Maranhão Domingo (16) ⇒ CarnaFlash – das 16h às 21h, na Praça da Bíblia (Setor P, QNP 19 E, Ceilândia) ⇒ Bora Coisar – das 16h às 22h, na Galeria dos Estados, região central de Brasília. *Com informações da Secec-DF
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Venda e uso de fogos de artifício com barulho são proibidos no Distrito Federal; saiba as regras
Fim de ano é quase sinônimo de fogos de artifício. Mas, ao menos aqui no Distrito Federal, isso quer dizer apenas luzes no céu, nada de barulho. Desde 2023, uma portaria conjunta da Secretaria de Segurança Pública e do Brasília Ambiental proíbe o manuseio, a utilização e a comercialização de fogos com estampido. Os artefatos não podem ultrapassar 100 decibéis — medidos a 100 metros de altura — e não podem ser usados em eventos com participação de animais ou em áreas próximas a zoológicos, santuários, abrigos, parques públicos e áreas de preservação permanente. O objetivo é promover um ambiente mais tranquilo e seguro àqueles que são mais sensíveis a sons altos, como pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA), idosos e animais de estimação. Os artefatos não podem ultrapassar 100 decibéis — medidos a 100 metros de altura — e não podem ser usados em eventos com participação de animais ou em áreas próximas a zoológicos, santuários, abrigos, parques públicos e áreas de preservação permanente | Foto: Divulgação “A lei foi regulamentada em 2023. A partir de então, todos os eventos que utilizam fogos de artifícios precisam de autorização. Essa autorização é dada pela Divisão de Armas, Munições e Explosivos (Dame) da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF). O Brasília Ambiental é consultado no caso de interferência em áreas com unidade de conservação e fauna. Após as autorizações emitidas, a fiscalização ambiental vai fazer o monitoramento”, detalha a superintendente de Fiscalização e Monitoramento Ambiental do Brasília Ambiental, Simone Moura, acrescentando que, em 2024, não houve autuações por excesso de barulho, apenas uma por uso em local não permitido. A venda dos artefatos também é fiscalizada. Os interessados em comprar fogos de artifício precisam de uma autorização junto às autoridades do governo e essa compra só pode ser feita em comércios cadastrados. “A soltura eventual, pelo cidadão, é precedida pela compra dos fogos em lojas especializadas e que só podem vender os tipos de fogos sem estampidos. As lojas aqui no DF não podem vender fogos com estampido acima de 100 decibéis e essa fiscalização é feita pela Dame”, aponta Simone Moura. O uso dos fogos deve ser comunicado à Polícia Civil com antecedência mínima de 10 dias. As regras valem para eventos públicos e particulares, em recintos abertos ou fechados, para pessoas físicas e jurídicas. O descumprimento pode ser enquadrado no artigo 253 do Código Penal, que prevê pena de seis meses a dois anos de detenção e multa. Campanha O Instituto Cultural e do Bem-Estar Animal (ICBEM), com apoio do Brasília Ambiental e da Secretaria de Proteção Animal, tem realizado uma campanha contra os fogos de artifício neste fim de ano. O grupo defende o uso de fogos de baixo estampido como uma alternativa aos tradicionais. A ação prevê, entre outras coisas, a fiscalização de lojas, blitz para orientar a população e campanha nas redes sociais, por meio da tag #FogosSemRuido. Caso a população flagre uma violação dessas normas, pode fazer uma denúncia anônima à Polícia Civil pelo número 197, ou à Polícia Militar, pelo número 190. É possível denunciar ainda pela Ouvidoria Geral do Governo do Distrito Federal, pelo telefone 162 ou pelo site www.ouv.df.gov.br. Nesse caso, a denúncia será encaminhada ao Brasília Ambiental.
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Capacete, luva e óculos fazem parte do dia a dia dos operários do Drenar DF
Capacetes, luvas, óculos, cinto de proteção, botas e máscaras. Os equipamentos de proteção individual (EPIs) fazem parte da rotina dos operários que trabalham no Drenar DF e são essenciais para garantir a segurança de quem atua no dia a dia na execução do maior programa de captação e escoamento de águas pluviais do Governo do Distrito Federal (GDF). Foi seguindo todas as normas técnicas de segurança que o projeto, dividido em cinco lotes, não registrou, até o momento, acidentes envolvendo os 300 funcionários que atuaram e ainda atuam nas várias frentes do Drenar DF. O uso dos EPIs é indispensável e protege, por exemplo, contra quedas e exposição à poeira. Os equipamentos de proteção individual são essenciais para a segurança de quem trabalha nas obras do Drenar DF | Foto: Divulgação/Terracap “Não tivemos nenhum acidente relatado, graças ao planejamento de segurança. Existem equipamentos de proteção individual que são de uso obrigatório. E claro, tanto a equipe da Terracap quanto a equipe que supervisiona a obra atuam para que as empresas obedeçam esse planejamento. Tudo isso contribui para que seja um projeto sem acidentes”, ressalta o diretor-técnico da Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap), Hamilton Lourenço Filho. O mestre de obras do Lote 5 do Drenar DF, Ulisses de Jesus Silva, não começa o dia de trabalho sem antes checar se está bem equipado e protegido. “Temos todos os equipamentos exigidos. A empresa é obrigada a fornecer para que não nos acidentemos. A questão de segurança segue todas as normas técnicas”, diz o engenheiro. “Todos os dias nós somos informados do trabalho que vamos executar e recebemos orientações para que não ocorram acidentes.” Fim de alagamentos e enchentes Executado pela Terracap, o Drenar DF foi dividido em cinco lotes. Com um investimento de R$ 180 milhões, o programa duplicará a capacidade de escoamento da região sem modificar a rede existente, dando fim a enchentes recorrentes em todo o período de chuvas. A rede de tubulação começa na altura da Arena BRB (Estádio Nacional Mané Garrincha) e vai até o Lago Paranoá, seguindo em paralelo às quadras 902 (perto do Colégio Militar), 702, 302, 102, 202 e 402, cruzando a W3 Norte e o Eixo Rodoviário Norte (Eixão), além da via L2 Norte, e chega à L4 Norte. Concluída a primeira etapa do programa, que abrange as primeiras quadras da Asa Norte, a Terracap deve executar a segunda fase do projeto, que compreende das quadras 4 e 5 às quadras 14 da Asa Norte. O material está em aprovação na Novacap e aguarda recursos. Um terceiro projeto está em estudo para atender as quadras de finais 15 e 16.
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Santa Maria vai ganhar nova Feira Central, mais moderna e segura
Após mais de 20 anos, os comerciantes da Feira Central de Santa Maria foram atendidos com um pedido feito ao longo de todo esse período: uma nova Feira Central para a cidade. Nesta sexta-feira (2), o governador Ibaneis Rocha autorizou a construção do equipamento público que vai trazer mais conforto, segurança, modernidade e boas condições de trabalho e uso pelos clientes e comerciantes. Para tanto, o Governo do Distrito Federal (GDF) vai investir R$ 11.936.900 na obra. “Comecei minha vida como feirante vendendo verduras no Piauí. Então, eu tenho muito carinho por todos e vou cuidar das feiras do DF com muito amor”, disse o governador Ibaneis Rocha, ao anunciar os investimentos de cerca de R$ 12 milhões na Feira Central de Santa Maria | Fotos: Geovana Albuquerque/Agência Brasília Atualmente, a Feira Central de Santa Maria dispõe de 158 boxes, mas apenas 29 estão em pleno funcionamento. A falta de melhores condições na infraestrutura tem afastado o público com o passar dos anos. Para mudar essa história, o chefe do Executivo determinou a construção da nova feira em um lote ao lado do antigo galpão, na QC 01, Conjunto C, Lote 44. Com uma área total de 2.623,50 m², o novo espaço terá módulos edificáveis padrão, atendendo às necessidades básicas dos feirantes de Santa Maria. “Nós já vínhamos conversando há um bom tempo sobre a nova feira. Discutimos e fizemos um projeto em parceria com a comunidade e com os feirantes”, afirmou o governador Ibaneis Rocha. “Para mim, é uma alegria pessoal estar aqui. Comecei minha vida como feirante vendendo verduras no Piauí. Então, eu tenho muito carinho por todos e vou cuidar das feiras do DF com muito amor”, compartilhou o chefe do Executivo. O novo espaço terá também rotas e banheiros acessíveis, praça de alimentação com lanchonetes e restaurantes, brinquedoteca e vestiários. Ao todo, a feira vai dispor de 102 boxes, incluindo peixaria, açougue e hortifrúti. A obra será tocada pela Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap) e vai gerar cerca de 200 empregos. A nova estrutura vai beneficiar os 128 mil habitantes da cidade, além de atender moradores de outras regiões do DF. “O novo espaço vai atrair mais clientes para nós, aumentar as vendas e nossa renda também”, diz a presidente da feira, Leila Ribeiro “A nova feira ficará situada bem na frente de onde já está localizado hoje. Quem passar aqui na frente, já vai poder ver as obras em andamento. Esse é um sonho antigo que está se concretizando hoje. O povo de Santa Maria pode comemorar e se sentir homenageado com essa obra”, disse o presidente da Novacap, Fernando Leite. De acordo com o administrador regional Josiel França, o GDF vai manter o contato com a população da cidade para decidir o que será feito com o galpão da antiga feira: “O nosso trabalho é feito ouvindo a comunidade. Por isso, realizamos audiências públicas para decidirmos juntos o que implantaremos neste espaço que, em breve, será desocupado”. Bons negócios estão por vir A costureira e feirante Vera Lúcia Gomes celebra os investimentos: “Que seja um local mais sofisticado e arrumado, porque precisamos disso” A costureira Vera Lúcia Gomes, 65, trabalha na Feira Central de Santa Maria há dez anos. De acordo com ela, o trabalho é feito de porta fechada e com horário marcado por conta da falta de clientes. “O que mais me incomoda aqui é a infraestrutura e a falta de segurança. A gente precisa de mais movimento e mais clientes, e é isso que eu espero com essa nova feira. Que seja um local mais sofisticado e arrumado, porque precisamos disso”, compartilhou a costureira. Já a presidente da feira, Leila Ribeiro, 44, tem um boxe onde realiza serviços de manicure e pedicure. Para ela, o novo espaço representa uma conquista para os feirantes: “Esse é um grande marco para nós. Estávamos ansiosos porque aqui a situação está precária. Vai mudar as nossas vidas. Esse galpão atual não oferece nada. O novo espaço vai atrair mais clientes para nós, aumentar as vendas e nossa renda também”, completou Leila.
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Áreas do Lago Sul, Planaltina e Sobradinho sem energia nesta sexta (7)
Nesta sexta-feira (7), está previsto desligamento programado de energia em Planaltina, Lago Sul e em Sobradinho. O procedimento é necessário para garantir a segurança das equipes da Neoenergia que atuarão nos serviços de poda de árvores e manutenção na rede elétrica. Em Planaltina, a energia será suspensa das 10h às 16h, no Núcleo Rural Taquara, Fazenda Nossa Senhora Aparecida. No mesmo horário, equipes da Neoenergia trabalham na manutenção da rede elétrica do Setor de Mansões Dom Bosco, Conjuntos 01, 02 e 03, no Lago Sul. Em Sobradinho, o desligamento está programado para ocorrer das 9h às 15h, abrangendo a SDMC Quadra 02, Lotes 41, 47, 49, 51, 53, 54 e 62. Além dos desligamentos programados, pode acabar a energia em outra região do Distrito Federal. Neste caso, a população deve registrar a ocorrência pelo telefone 116. Clientes com deficiência auditiva e de fala podem acessar o atendimento pelo telefone 0800 701 01 55, desde que utilizem aparelho adaptado para essa finalidade. Clientes com deficiência auditiva e de fala podem acessar o atendimento pelo 0800 701 01 55, desde que utilizem aparelho adaptado para essa finalidade.
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Duas mil obras públicas geraram 60 mil empregos no DF desde 2019
A capital de todos os brasileiros é também a capital do desenvolvimento e do trabalho. Desde 2019, duas mil obras públicas concluídas nos quatro cantos do Distrito Federal geraram cerca de 60 mil empregos, contribuindo para o fortalecimento de uma economia que não ruiu aos efeitos da pandemia de covid-19. Construção do Túnel de Taguatinga, um investimento de R$ 275 milhões que impacta diretamente a vida de mais de 135 mil motoristas; obra foi inaugurada em junho de 2023 | Foto: Divulgação/Agência Brasília Ao investir nas regiões administrativas, o Governo do Distrito Federal (GDF) contribui para um ciclo vitorioso em parceria com a iniciativa privada. Quanto mais infraestrutura de saúde, educação, segurança e mobilidade, mais empresas de diferentes setores se sentem dispostas a aplicar recursos nas cidades e a contratar profissionais. No ambiente de negócios, isso é conhecido como ganha-ganha. Neste 1º de Maio, Dia do Trabalhador, o governador Ibaneis Rocha enalteceu as pessoas que amam, trabalham e geram emprego e renda no Distrito Federal. “A gente tem feito um grande investimento nesses últimos anos para gerar emprego e renda. Melhoramos toda a questão da tributação, estamos trazendo novas empresas, investindo em obras públicas, já são 2 mil obras públicas entregues nesses cinco anos de governo. Estamos focados em dar melhoria de emprego e renda para nossa população”, destacou o governador do DF. Desde 2019, o GDF investiu R$ 4.170.437.334,97 em obras públicas. Elas vão desde viadutos até unidades básicas de saúde, passando por ciclovias, calçadas, recuperação de canais de irrigação, drenagem, requalificação de avenidas urbanas e tantos outros equipamentos públicos. Os maiores aportes e quantidades de obras estão na mobilidade (629), infraestrutura e urbanização (538), social (518), cultura, esporte e lazer (248), saúde (59), educação (51) e segurança (14). Liberado no dia 20 de abril, o Viaduto do Itapoã/Paranoá foi a obra de número dois mil entregue à população desde 2019 | Foto: Anderson Parreira/Agência Brasília “Esse é um momento histórico de um governo que fez o dever de casa. Foi austero, arrumou as contas, buscou organizar a parte de projetos e conseguiu os recursos próprios e financiamentos para fazer essa revolução que está acontecendo em Brasília. Toda a gestão que foi feita no sentido de ajuste de contas, de melhorar a capacidade de pagamento do DF, de ouvir e identificar quais eram as prioridades do governo na área de infraestrutura está retratada nessas duas mil obras”, afirma o secretário de Governo, José Humberto Pires de Araújo. “Esse é um momento histórico de um governo que fez o dever de casa. Foi austero, arrumou as contas, buscou organizar a parte de projetos e conseguiu os recursos próprios e financiamentos para fazer essa revolução que está acontecendo em Brasília” José Humberto Pires de Araújo, secretário de Governo Um trabalho que permitiu ao GDF fazer tantas entregas, sendo a de número dois mil o viaduto do Itapoã/Paranoá, principal componente do Complexo Viário Leste. O elevado conecta a DF-250 à DF-015, interligando as duas regiões administrativas, e contribui significativamente para um deslocamento mais célere a mais de 60 mil pessoas diariamente. Em todo o complexo foram investidos mais de R$ 95 milhões, incluindo a duplicação da DF-250 e a pavimentação da DF-456. Construções como a do viaduto do Itapoã, de sete unidades de pronto atendimento (UPAs), de 13 creches e do Túnel de Taguatinga colaboraram para a geração de 60 mil empregos diretos, indiretos e efeito-renda. Empregos diretos são aqueles de profissionais contratados diretamente para trabalhar na obra; enquanto indiretos são aqueles de prestadoras de serviço que vão atuar numa obra, por exemplo, com o fornecimento de concreto. Já o efeito-renda tem uma atuação mais longe nessa cadeia produtiva de empregos. Um exemplo disso foi a troca do pavimento da Via Estrutural, em que se desenvolve a comunidade, facilita o deslocamento da população e de carga, reduz o tempo de transporte e isso também gera emprego e desenvolvimento. GDF entregou sete UPAs para reforçar o atendimento de saúde nas regiões administrativas | Foto: Arquivo/Agência Brasília “Tudo isso é um esforço hercúleo de toda a equipe de governo para levar ao cidadão o melhor para ele desfrutar deste momento que nós também estamos desfrutando, que é o sentimento de que estamos fazendo a coisa certa para que o cidadão seja cada vez melhor atendido”, acrescenta José Humberto Pires de Araújo. Melhor ambiente de negócios “Quando o governo faz um grande programa de qualificação profissional, as pessoas tendem a ser um bom empregado e ocupar as vagas ofertadas e também despertam a questão do empreendedorismo” Thales Mendes, titular da Sedet Não sendo o fator único, mas bastante importante, a geração de postos de trabalho associadas às obras contribuiu para que o DF diminuísse o contingente de desempregados de 308 mil em janeiro de 2019 para 267 mil em março de 2024 segundo dados do Instituto de Pesquisa e Estatística do Distrito Federal (IPEDF). Isso está ligado, claro, a outros fatores no cenário econômico. A melhoria nas condições de negócios e tributação e os programas de qualificação também foram fundamentais. Desde 2021, o GDF capacitou 83,7 mil pessoas apenas com os três principais programas da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet): RenovaDF, Qualifica DF e Qualifica DF Móvel. Uma força fundamental durante e após a pandemia de covid-19, dando oportunidade a milhares de pessoas para obter uma nova qualificação ou aprimorar conhecimentos. “Nós conseguimos perceber uma relação muito próxima do alto índice de informalidade com a baixa qualificação profissional a partir do momento que os jovens saem do ensino médio, sendo o perfil do maior número desempregados no DF. A informalidade é por falta de qualificação e as pessoas buscam alternativas de caráter informal para serem inseridas no mercado de trabalho. Quando o governo faz um grande programa de qualificação profissional, as pessoas tendem a ser um bom empregado e ocupar as vagas ofertadas e também despertam a questão do empreendedorismo”, detalha o titular da Sedet, Thales Mendes. “Quanto maior o nível de qualificação profissional da população, principalmente a desempregada, há uma diminuição da informalidade no DF”, acrescenta. Junto da capacitação, o GDF também proporciona um cenário melhor aos empresários. Por meio do programa Prospera, estima-se que mais de 10 mil empregos tenham sido gerados. Voltado para microempreendedores urbanos e rurais, microempreendedores individuais, artesãos, prestadores de serviços autônomos, entre outros, o Prospera é um programa de crédito no qual os valores são liberados de maneira progressiva, de modo a evitar a inadimplência e garantir a renovação de crédito para o cliente. Nos balanços do Prospera, 70% dos empreendimentos apoiados relataram aumento na receita e na lucratividade, comprovando o sucesso. Em outras frentes, a Sedet também trabalha o Desenvolve DF, que substituiu o antigo Pró-DF, em que os empresários ganham desconto na aquisição dos terrenos para desenvolver o negócio e quanto mais empregos são gerados menos pagam pelo terreno. Já o Emprega-DF oferece benefícios fiscais de até 67% no ICMS para os participantes. Somado a isso, o GDF também criou programas como o Pró-Economia I e II, com a concessão de benefícios a diversos setores, como a redução e isenção de impostos e diversos convênios ICMS, e também três edições do Programa de Incentivo à Regularização Fiscal do Distrito Federal (Refis). Somente com a edição de 2023, foram registrados R$ 946 milhões em dívidas renegociadas com o GDF e a adesão recorde de 78 mil contribuintes, entre pessoas físicas e jurídicas. Todo esse ambiente, aliados a esforços de outras áreas, ajudam a explicar como o GDF conseguiu, em cinco anos, chegar à marca de duas mil obras entregues e com tantas outras em andamento.
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Iluminação do Parque da Cidade Sarah Kubitschek passa por modernização
O Parque da Cidade Sarah Kubitschek, um dos principais espaços de lazer e atividades físicas do Distrito Federal, passa por importante processo de modernização em sua iluminação. Desde a década de 1970, lâmpadas convencionais amarelas e fiação elétrica iluminavam o local. Recentemente, foram instaladas lâmpadas LED no circuito de veículos, nos estacionamentos 11, 12 e 13, além dos percursos internos de 2 km e 4 km. Após a instalação de lâmpadas LED nos estacionamentos 11, 12 e 13 e nos percursos internos de 2 km e 4 km, a próxima etapa do processo de modernização incluirá os demais estacionamentos e os percursos de 6 km e 10 km | Foto: Divulgação/SEL Essa modernização visa proporcionar uma iluminação mais eficaz e sustentável, além de melhorar a experiência dos frequentadores durante atividades de lazer e prática de exercícios físicos no parque, proporcionando um ambiente mais seguro e saudável. “Estamos trabalhando para substituir a iluminação de todo o parque. Essa ação foi iniciada com o reforço no Ana Lídia, e agora evoluímos para esses trechos, o que vai resultar em mais segurança aos frequentadores, que é uma de nossas prioridades”, explica o secretário de Esporte e Lazer, Renato Junqueira. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Além disso, a modernização da iluminação também traz benefícios ambientais, reduzindo o consumo de energia e contribuindo para a preservação do meio ambiente. “Estamos comprometidos em oferecer um ambiente cada vez mais sustentável no Parque da Cidade. A transição para lâmpadas LED é um passo importante nesse sentido. Essa é uma grande vitória do governo”, acrescenta o administrador do Parque da Cidade, Todi Moreno. Com a conclusão dessas novas instalações, os frequentadores do Parque da Cidade agora podem desfrutar de ambientes mais iluminados e seguros, que proporcionam experiências positivas para quem busca lazer, esportes ou momentos de relaxamento durante o período noturno. A próxima etapa do processo de modernização incluirá os demais estacionamentos e os percursos de 6 km e 10 km. A atualização da iluminação no Parque da Cidade e no parque Ana Lídia é uma das melhorias realizadas no espaço ao longo do último ano. As ações incluem a limpeza do lago, reforma do Castelinho, reforço na segurança com o apoio da PMDF e reformas dos banheiros, construção de rampas de acessibilidade nos estacionamentos. *Com informações da SEL
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DF Livre de Carcaças recolhe 58 veículos abandonados de Ceilândia
Em mais uma etapa da Operação DF Livre de Carcaças, retomada na última semana, foram recolhidos 58 veículos abandonados das ruas de Ceilândia entre segunda (20) e esta sexta-feira (24). Coordenada pela Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF), a ação integrada reúne administrações regionais, Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), Departamento de Trânsito (Detran-DF), Departamento de Estradas de Rodagem (DER-DF), Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap), SLU, DF Legal e Secretaria de Saúde, por meio da Diretoria de Vigilância Ambiental (Dival). Mapeadas pelas administrações regionais a partir de monitoramento e denúncias na Ouvidoria do GDF, as carcaças recolhidas pela operação conjunta são levadas para o depósito do 3º Distrito Rodoviário, do DER-DF, onde os agentes de Vigilância Ambiental aplicam soluções na água parada e fazem o controle vetorial | Fotos: Divulgação/SSP-DF [Olho texto=”“Iniciamos uma nova fase da Operação DF Livre de Carcaças, que tem como objetivo contribuir com a segurança da população, com a limpeza e estética das cidades e, ainda, para atuar em consonância com as medidas do Governo do Distrito Federal (GDF) no enfrentamento das doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti”” assinatura=”Sandro Avelar, secretário de Segurança Pública” esquerda_direita_centro=”esquerda”] O objetivo é, além de contribuir com a sensação de segurança da população, eliminar focos do Aedes aegypti – transmissor da dengue, zika e chikungunya. A orientação junto à população quanto aos cuidados necessários para acabar com os criadouros do mosquito é uma das prioridades dos servidores dos órgãos participantes. A atuação está alinhada junto à Sala Distrital Permanente de Coordenação e Controle das Ações de Enfrentamento às Doenças Transmitidas pelo Aedes (SDCC), que aponta as regiões administrativas com maior necessidade da operação. “Iniciamos uma nova fase da Operação DF Livre de Carcaças, que tem como objetivo contribuir com a segurança da população, com a limpeza e estética das cidades e, ainda, para atuar em consonância com as medidas do Governo do Distrito Federal (GDF) no enfrentamento das doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti”, ressalta o secretário de Segurança Pública, Sandro Avelar. A operação reúne administrações regionais, Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), Departamento de Trânsito (Detran-DF), Departamento de Estradas de Rodagem (DER-DF), Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap), SLU, DF Legal e Secretaria de Saúde, por meio da Diretoria de Vigilância Ambiental (Dival) Para a secretária executiva de Políticas Públicas, Meire Mota, a retomada da operação conjunta é essencial para ações do GDF. “Com o comprometimento dos envolvidos e, principalmente, das administrações regionais e apoio da população no trabalho de localização dessas carcaças, estamos conseguindo promover uma grande limpeza nas cidades. Esse retorno da DF Livre de Carcaças é a soma saúde, proteção ambiental e segurança, que são políticas públicas fundamentais para o bem-estar da nossa população”. As carcaças são mapeadas pelas administrações regionais a partir do monitoramento e denúncias na Ouvidoria do GDF. Os Conselhos de Segurança (Consegs) também contribuem com a lista. “A partir das informações que chegam à Secretaria de Segurança Pública (SSP), temos a possibilidade de identificar e geomapear o material. A partir daí, contactamos os órgãos envolvidos e preparamos a ação integrada para recolhimento dos veículos”, explica o subsecretário de Integração de Políticas em Segurança Pública, tenente-coronel Jasiel Fernandes. “Importante ressaltar que recolhemos automóveis que não sejam produtos de algum ato ilícito, como furto, roubo ou assalto. Nos casos de identificação de situações criminosas, a Polícia Civil é chamada”, completa. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] Os carros recolhidos são levados para o depósito do 3º Distrito Rodoviário, do DER-DF, onde os agentes de Vigilância Ambiental aplicam soluções na água parada e fazem o controle vetorial. Como denunciar O governo conta com dois canais para denúncias: a Ouvidoria do GDF, pelo site https://www.participa.df.gov.br/ ou pelo número 162, e nas próprias administrações regionais. Ao enviar a informação, é importante incluir detalhes que facilitem a localização dos veículos, como endereço, ponto de referência e, se possível, fotos. *Com informações da SSP-DF
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Já são 311 as carcaças retiradas das ruas do DF em 2020
Poder público e sociedade se unem na detecção de carros abandonados | Foto: SSP-DF / Divulgação A Operação DF Livre de Carcaças retirou das ruas do Distrito Federal nesta semana 16 veículos abandonados. Nesta quarta-feira (27), a equipe coordenada pela Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF) esteve em Sobradinho. Desde janeiro, 311 sucatas foram rebocadas. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] A atenção da SSP-DF está voltadas para todas as administrações regionais do DF – na segunda-feira (25) foi a vez de o Riacho Fundo receber a visita das equipes de remoção. A operação faz parte das ações do Governo do Distrito Federal (GDF) para eliminar focos do Aedes aegypti, mosquito transmissor de dengue, zika e chikungunya. A identificação dos veículos abandonados foi feita por conselhos comunitários de segurança (Consegs). Administrações regionais e a própria população também se envolveram no trabalho de localização. “Contamos ainda com o apoio das administrações regionais locais e, nesta operação de hoje, não foi diferente. Além da retirada das carcaças, fizemos um trabalho educativo com a população e explicamos a importância de retirar esses materiais das ruas”, contou o coordenador dos Consegs na SSP-DF, Marcelo Batista. Abandono de equipamentos e veículos vira terreno propício para proliferação do mosquito da dengue | Foto: SSP-DF / Divulgação A ação conjunta reúne as secretarias executivas das Cidades e de Políticas Públicas, do DF Legal, do Departamento de Trânsito (Detran-DF), da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), da Diretoria de Vigilância Ambiental (Dival), da Secretaria de Saúde (SES), da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap) e do Departamento de Estradas de Rodagem (DER/DF). O material recolhido tem sido monitorado pelo menos duas vezes por semana por agentes da Dival. “Enquanto estão recolhidos no pátio em Samambaia, as carcaças são vistoriadas por equipes de combate à dengue. Não seria viável apenas transferir os veículos e não sanar o problema da proliferação dos mosquitos transmissores de doenças”, acrescenta Marcelo. As próximas operações serão realizadas em São Sebastião, na próxima segunda-feira (1º/6), e no Núcleo Bandeirante, na quarta (3/6). * Com informações da Secretaria de Segurança Pública
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Portaria do CBMDF regulamenta normas para construção de hospitais de campanha
A fim de regularizar normas para construção de unidades de atendimento médico de caráter temporário – ou hospitais de campanha – o Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF) publicou, nesta terça-feira (5), uma portaria com regras a serem seguidas. A medida será aplicada enquanto durar a pandemia de Covid-19. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Apesar de temporárias, as instalações deverão seguir medidas básicas de segurança contra incêndio e pânico, como extintores de incêndio, iluminação, sinalização e saídas de emergência e Plano de Prevenção Contra Incêndio e Pânico (PPCI). Mas outros itens, como chuveiros contra incêndio, hidrantes de paredes e detectores de fumaça, não serão obrigatórios. “Tendo em vista o caráter excepcional para construção deste tipo de unidade, que tem um tempo certo para funcionamento, os riscos são menores, não havendo aglomeração de pessoas, além de pacientes, médicos e equipes de saúde. Desta forma, com público e ambiente reduzidos, as regras podem ser adaptadas, pois a visualização do espaço como um todo é mais fácil”, explicou o chefe do Departamento de Segurança, coronel Claudio Góes. Ele explica ainda que, apesar da não exigência de alguns equipamentos, a segurança não é comprometida. “A própria estrutura não permitiria que hidrantes fossem acoplados às paredes, por exemplo. As adaptações são possíveis, mas a segurança permanece”, tranquiliza. As adequações também possibilita mais economia por parte do governo. “São ambientes que não serão permanentes. A portaria foi construída com base em normas já definidas em outros estados e também com a expertise da corporação, garantindo sempre a segurança dos usuários”, explicou o coronel Góes. Todas as informações – como área pavimentada, quantidade de leitos, tipo de material de construção ou de adaptação a ser utilizado, planta ou croqui das instalações constando destinação específica de cada ambiente, áreas de apoio, larguras dos corredores e portas, indicação da lotação por ambiente, áreas de espera e demais informações técnicas pertinentes – deverão ser apresentadas ao CBMDF. A corporação fará inspeção do cumprimento de todas as medidas. Também de acordo com a portaria, construções permanentes, utilizadas para instalação das unidades de atendimento médico de caráter temporário, como no caso do que está ocorrendo no estádio Mané Garrincha, não necessitam estar regularmente licenciadas pelo CBMDF para este fim especifico, podendo ser aproveitadas as estruturas já aprovadas pela corporação. No entanto, deverão apresentar medidas mitigadoras e Plano de Prevenção Contra Incêndio e Pânico (PPCI), devido às adaptações realizadas. * Com informações da Secretaria de Segurança Pública
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Policiais militares do DF receberão 24 mil máscaras protetivas
A Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) ganhará, nos próximos dias, 24 mil máscaras para uso dos policiais em serviço em todo o DF. Os insumos serão confeccionados, a partir desta sexta-feira (17), pela Fábrica Social do GDF. Outras 1,5 mil máscaras também serão produzidas para serem distribuídas para outros servidores de atividades essenciais. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direitos”] Todo o tecido e aviamentos para a produção das máscaras foi doado por um grupo de instituições e uma pessoa física. Entre elas estão a Business and Professional Women (BPW Brasília), a Associação do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (AMPDFT), o grupo Mulheres do Brasil, a Rede Internacional de Excelência Jurídica do DF, a Faculdade Estácio, Agência de Transformação Social, a Fundação Pedro Jorge, a Central Park Gráfica de Conveniência e a estilista Letícia Gonzaga. A doação foi recebida na tarde desta quinta-feira (16) pelo vice-governador Paco Britto, que também é coordenador do programa Todos Contra a Covid, e sua esposa, Ana Paula Holff. A presidente da BPW Brasília, Bernadete Martins, frisou a agilidade do Governo do Distrito Federal para o recebimento da doação e confecção dos insumos. “Em menos de 24 horas o comitê gestor do programa conseguiu desburocratizar para que conseguíssemos confeccionar as máscaras, que vão fazer muita diferença para a proteção desses profissionais”, elogiou. Paco agradeceu o empenho das instituições em ajudar o governo neste momento de pandemia e lembrou que empresários e sociedade sempre terão acesso, de maneira facilitada, ao que é feito com todas as doações recebidas. Ele ressaltou, ainda, a transparência com a qual o GDF tem agido em relação às doações recebidas. “Fazemos questão de mostrar para onde está indo cada item recebido e vamos disponibilizar os dados também na internet”, destacou o vice-governador. O projeto Fábrica Social receberá tecido, elástico e aviamentos doados já nesta sexta-feira, de modo que seja imediatamente iniciada a confecção das máscaras. Mais doações Pela manhã, o vice-governador recebeu a doação de 1,2 mil garrafas de suco de laranja integral que serão doadas para instituições sociais e pessoas mais socialmente vulneráveis. A bebida está à disposição do governo para ser distribuída de acordo com a programação do comitê. Ainda nesta semana, Paco recebeu da Associação Brasileira de Odontologia (ABO-DF) e do Conselho Regional de Odontologia (CRO-DF) 1,5 mil kits para higiene bucal – com escova de dente e creme dental. Os insumos começaram a ser entregues para a população carente, em domicílio, juntamente com medicamento de alto custo e uma cartilha que ensinar a prevenção e educação da higiene bucal contra o coronavírus. Todos contra a Covid Por meio de decreto, o GDF instituiu o Comitê de Emergência a fim de arrecadar doações para o combate e enfrentamento do novo coronavírus. Além de produtos, serviços, alimentos, insumos e equipamentos, o governo também recebe, por meio do Banco de Brasília (BRB), doações financeiras para ações de enfrentamento à pandemia. Como doar: Agência: 027 Conta Corrente: 049.521-5 CNPJ: 02.174.272/0001-55 Banco 070 – Banco de Brasília (BRB)
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Órgãos de Segurança e Saúde visitam complexo da Papuda
Dentro do quadro de ações prioritárias no combate ao novo coronavírus no sistema prisional do Distrito Federal, equipes da Subsecretaria do Sistema Penitenciário (Sesipe), vinculada à Secretaria de Segurança Pública do DF (SSP/DF), e da Secretaria de Saúde (SES) visitaram as instalações do Complexo Prisional da Papuda na manhã de hoje (11/4). Nessa visita, os técnicos da SES puderam avaliar quais os melhores locais para a instalação de um hospital de campanha dedicado ao atendimento de presos que porventura evoluam para um quadro mais grave. ”A instalação, com a maior brevidade possível, de um hospital de campanha, dentro da área do Complexo da Papuda, nos permitirá dar apoio ainda mais apropriado àqueles que porventura tenha seu quadro clínico degradado”, assegurou Anderson Torres, secretário de Segurança Pública do DF. Segundo ele, inúmeras precauções necessárias vêm sendo tomadas, por meio de isolamento dos infectados e dos 166 detentos idosos do grupo de risco, da limpeza diária das instalações e agora com nova desinfecção das celas, a partir desta segunda. ”Segunda-feira receberemos apoio da Vigilância Sanitária para desinfecção das celas e de todo o presídio e, a partir de quarta-feira, seremos apoiados pelas tropas militares do Comando Militar do Planalto, também na tarefa de desinfecção continuada dos ambientes” concluiu Torres. No momento, não há nenhum caso preocupante dentro do sistema prisional, tanto de detentos quanto de agentes. Até a noite de quinta-feira (9), já estavam confirmados 13 casos de contaminação entre os agentes e seis entre os detentos. Diante disso, e visando conter uma eventual onda de propagação do vírus, foi feita ontem (10) uma testagem em massa de 332 internos da ala onde ocorreu a contaminação inicial, além de outros 126 policiais penais. Os resultados desses últimos testes dependem de confirmação da SES, que realiza agora a fase de exames laboratoriais. Após o término da visita de hoje, será elaborado pela equipe da SES um diagrama, com as propostas de instalação do Hospital de Campanha, o qual será enviado para a SSP já nesta segunda-feira próxima para que seja dado andamento acelerado ao processo. A Secretaria de Saúde do Distrito Federal informa que está em fase de planejamento e avaliação técnica a montagem de um hospital de campanha no Complexo Penitenciário da Papuda, em parceria com a Secretaria do Sistema Penitenciário, para atender casos de Covid-19. A estrutura proposta será composta de 10 leitos com suporte de ventilação mecânica e 30 leitos de retaguarda para internação. Essa estrutura visa reforçar o serviço de saúde já existente no complexo e dar suporte para quaisquer necessidades que possam surgir. * Com informações da SSP/DF
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Segurança do paciente é tema de workshop
O Núcleo de Qualidade e Segurança do Paciente (NQSP) do Hospital Regional de Taguatinga (HRT) promove, em 17 de setembro, o I Workshop Fale pela segurança do paciente! Ninguém deve sofrer dano no cuidado de saúde. O tema central é a segurança do paciente dentro das unidades de saúde da rede pública, conforme estabelece o Ministério da Saúde. As inscrições podem ser feitas até a data de início do workshop, que, previsto para se realizar no auditório do HRT, é aberto a todos os profissionais da Região de Saúde Sudoeste. A finalidade é estimular e reforçar as práticas de segurança, como identificar o paciente, evitar quedas, comunicar situações adversas e higienizar as mãos. Essas ações fazem parte de uma série de protocolos a serem seguidos por médicos e enfermeiros, bem como por pacientes e acompanhantes. O tema do seminário é o mesmo da campanha deste ano sobre segurança do paciente, liderada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), que traz o questionamento Como você pode melhorar a segurança do paciente? “Queremos fortalecer a cultura da qualidade e da segurança do paciente nos profissionais da nossa região, pois acreditamos que isso qualifica o atendimento, trazendo benefícios tanto para os pacientes quanto para os próprios profissionais”, explica a chefe do NQSP, Thaís da Silva Braga Aben-Athar. Prevenção é possível De acordo com o Anuário da Segurança Assistencial Hospitalar no Brasil, do Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (Iess), produzido em 2018 pela Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), aproximadamente 30% a 36% dos óbitos determinados por eventos adversos graves podem ser prevenidos. A forma indicada para evitar essas mortes é o estabelecimento de políticas e programas de segurança do paciente, com direcionamento para as populações de maior risco. As ações de prevenção contribuem para a maior efetividade desses programas, reduzindo o sofrimento das pessoas, diminuindo os custos assistenciais e aumentando a disponibilidade de leitos hospitalares. Veja como se inscrever no workshop. * Com informações da Secretaria de Saúde (SES)
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