Parque Distrital do Recanto das Emas terá obras de infraestrutura
A população do Recanto das Emas recebeu, neste sábado (21), o evento de lançamento das obras de infraestrutura do Parque Distrital do Recanto das Emas. A unidade de conservação (UC) contará com recursos provenientes de Termo de Compromisso de Compensação Florestal para a construção de guarita, com controle de acesso e apoio à gestão do parque; ciclovia, quadra poliesportiva, parque infantil, banheiros e cercamento da área. “Essa é uma vitória da comunidade e um exemplo do que podemos alcançar quando trabalhamos juntos, em prol do meio ambiente e da qualidade de vida da população. A iniciativa reafirma o nosso compromisso com a preservação da natureza e com o desenvolvimento sustentável do nosso Distrito Federal”, mencionou a vice-governadora, Celina Leão. As obras de infraestrutura do Parque Distrital do Recanto das Emas foram lançadas neste sábado (21) | Foto: Divulgação/Brasília Ambiental O presidente do instituto, Rôney Nemer, ressaltou a importância das obras para a população. “Hoje é um dia muito valioso para os recantenses e para todos aqueles que se empenharam em ver essa unidade de conservação estruturada. Tudo isso é fruto de um trabalho em conjunto do Brasília Ambiental com as lideranças e representantes da comunidade, com o objetivo de cuidar dessa área que é de interesse de todos nós”, comemorou. O administrador regional da cidade, Carlos Dalvan, destacou a satisfação com a concretização de um sonho. “Ficamos felizes e gratos com esse presente de ter uma unidade de conservação que será cercada, que contará com segurança e infraestrutura para usufruto de todos”, disse. [LEIA_TAMBEM]“A infraestrutura para as unidades de conservação em geral, além de atender às comunidades, também gera benefícios para os servidores, agentes de parques que desempenham a missão de proteger essas áreas. Essa entrega nos incentiva a sempre buscar ações em benefício da população, com a melhoria da qualidade de vida, e proporciona, ainda, ganhos financeiros, pois as moradias situadas nas proximidades das UCs ficam mais valorizadas”, comentou Marcos Cunha, superintendente de Unidades de Conservação do Brasília Ambiental. Ao término da assinatura da ordem de serviço, as autoridades presentes fizeram o descerramento da placa que marca o início das intervenções no local, seguido de ato simbólico, no mês da mulher, com o plantio de mudas de espécies do Cerrado em homenagem às mulheres vítimas de feminicídio e contra a violência doméstica. *Com informações do Instituto Brasília Ambiental
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Edital ampliará atividades infantojuvenis nas unidades de conservação do DF
O Instituto Brasília Ambiental realizará, no dia 16, às 10h, na sala de reuniões do quarto andar do seu edifício-sede, o lançamento do edital para seleção de organizações da sociedade civil (OSCs) interessadas em desenvolver atividades infantojuvenis nas unidades de conservação administradas pela autarquia. A iniciativa busca ampliar ações de educação ambiental, recreação e sensibilização de crianças e adolescentes nos parques e demais áreas protegidas do Distrito Federal, fortalecendo a relação da população com os espaços naturais e promovendo a conscientização sobre a preservação ambiental. A iniciativa busca ampliar ações de educação ambiental, recreação e sensibilização de crianças e adolescentes nos parques e demais áreas protegidas do Distrito Federal | Foto: Divulgação/Brasília Ambiental “Temos iniciativas educativas que, às vezes, não conseguem alcançar todos que precisamos. Com o apoio dessas OSCs, podemos ampliar a consciência ambiental de toda a comunidade, porque o jovem passa a se posicionar dentro do seu ambiente familiar e também a ensinar os mais velhos. Além disso, há o benefício do bem-estar, uma vez que aprender dentro dos parques, na prática, é uma excelente experiência”, afirmou o presidente do Instituto Brasília Ambiental, Rôney Nemer. [LEIA_TAMBEM]No evento de lançamento, que marca a abertura do processo, será realizada a apresentação do edital, voltado a organizações, coletivos e grupos interessados em participar da seleção. A reunião será marcada também pelo repasse das orientações sobre o processo de inscrição, incluindo critérios, etapas e documentação necessária. O momento será dedicado ainda ao esclarecimento de dúvidas dos interessados, incentivando a participação de organizações que desenvolvam projetos voltados ao público infantojuvenil, especialmente nas áreas de educação ambiental, cultura, esporte e lazer em contato com a natureza. O Brasília Ambiental destaca que a participação das organizações da sociedade civil é essencial para fortalecer as atividades educativas nas UCs e ampliar as oportunidades de formação e contato com a natureza para crianças e adolescentes do Distrito Federal. *Com informações do Brasília Ambiental
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Pássaros em parques ecológicos são tema de palestra
O Instituto Brasília Ambiental, em parceria com os Observadores de Aves do Planalto Central (Observaves), integra a programação do Brasília Photo Expo – 2ª Edição Cidade da Fotografia, no Museu de Arte de Brasília (MAB). O evento iniciou na última quarta-feira (21) e segue até a próxima segunda-feira (26). No sábado (24), às 17h, o Brasília Ambiental será representado na exposição pela Unidade de Educação Ambiental (Educ) com a palestra Passarinhando nos Parques de Brasília e dicas de parques na cidade. O meia-lua-do-cerrado ou tapaculo-de-colarinho é uma das espécies de ave em exibição na exposição fotográfica no MAB | Foto: Divulgação/Marcus Paredes/Observaves O palestrante e chefe da Educ do Brasília Ambiental, Marcus Paredes, enaltece o fato do instituto que cuida do meio ambiente ser reconhecido pelos observadores de aves e pela valorização do trabalho em defesa das questões ambientais. “É uma oportunidade de divulgar as nossas unidades de conservação ao público, que está sempre na busca de novos cenários, espaços para fazerem seus registros fotográficos e, que, por vezes desconhecem a riqueza dos parques ecológicos do Distrito Federal. Dando, assim, mais visibilidade às áreas protegidas, locais que são palco da maioria das fotos em exibição nesta exposição”, destaca Paredes. Passarinhadas O projeto Vamos passarinhar nos parques do DF, do grupo Observaves, conta com uma programação prévia, nas quais fotógrafos de aves, intitulados grupo de passarinheiros, se reúnem para realizar o avistamento e fotografias de aves e outros bichos nas UCs administradas pelo Instituto Brasília Ambiental. Serviço Exposição Coletiva Observaves Data: Até 26 de fevereiro Hora: 10h às 19h. Palestras no sábado (24), das 10h às 17h Local: Museu de Arte de Brasília (MAB), localizado no SHTN Trecho 1, projeto Orla Polo 3, Lote 5 Clique aqui e confira o cronograma das conferências. *Com informações do Instituto Brasília Ambiental
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Ação vai realizar plantio de mil mudas no Parque Águas Claras
O Instituto Brasília Ambiental promove, neste fim de semana, plantio de mudas no Parque Ecológico Águas Claras, nas proximidades da terceira saída da unidade de conservação (UC). A ação, que está sendo organizada pelos agentes da Superintendência de Unidades de Conservação, Biodiversidade e Recursos Hídricos (Sucon), será neste domingo (10), às 8h. Arte: Brasília Ambiental Com o tema Plante uma árvore e mude o planeta, a iniciativa tem o objetivo de renovar uma área degradada do parque, ajudando assim a proteção natural e a estabilidade do solo, além de aumentar a fauna local. Na ocasião, serão plantadas mil mudas nativas do Cerrado disponibilizadas pela Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap). A ação também conta com apoio da Secretaria do Meio Ambiente e Proteção Animal (Sema). Unidade de Conservação O Parque Ecológico de Águas Claras possui uma área de 95,4 hectares. Tem em seu interior um córrego que forma uma lagoa no centro da UC – e que deu nome à região administrativa e ao próprio parque. Recebendo cerca de 60 mil visitantes por mês, o local está aberto diariamente das 6h às 22h. *Com informações do Instituto Brasília Ambiental
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Esecae recebe visita de representantes do Ministério do Meio Ambiente
O Instituto Brasília Ambiental recebeu, nesta sexta-feira (24), por meio de sua Superintendência de Unidades de Conservação, Biodiversidade e Água (Sucon), a visita técnica de representantes do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), de órgãos do Governo do Distrito Federal (GDF) e da sociedade civil organizada na Estação Ecológica Águas Emendadas (Esecae), localizada em Planaltina. A visita foi solicitada pela organização da sociedade civil Coletivo Águas Emendadas e antecedeu o evento sobre recursos hídricos do DF, intitulado Encontro em Defesa do DF, realizado no campus de Planaltina da Universidade de Brasília (UnB). Segundo a superintendente da Sucon, Marcela Versiani, visitas técnicas são sempre muito bem-vindas às unidades de conservação (UCs). Segundo ela, são oportunidades de visibilidade para as UCs, pois uma visita promove interação, aproxima mais a sociedade da área de pesquisa, multiplica informação e dá transparência ao que é feito na unidade. “Apoiamos e acreditamos ser de grande importância o debate e a discussão acadêmica sobre os recursos hídricos. Isso é produção de conhecimento e contribui para o nosso papel de defesa e preservação da estação”, destacou. Visita técnica de representantes do MMA, do ICMBio, de órgãos do GDF e da sociedade civil organizada na Estação Ecológica Águas Emendadas (Esecae) nesta sexta (24) | Foto: Divulgação/Brasília Ambiental A secretária-executiva adjunta do MMA, Ana Flávia de Sena, que visitava pela primeira vez a Esecae, enfatizou que a estação é um sistema ecológico e hídrico bastante interessante e representativo para o Brasil. “Muito peculiar. São águas emendadas que alimentam duas grandes bacias. Está localizada no Cerrado, que é um ecossistema com o qual temos que ter um cuidado e uma atenção muito grande, porque está muito fragilizado. Uma estação ecológica que tem uma missão a cumprir dentro do Sistema Nacional de Áreas Protegidas. É importante, fundamental que a preservemos, porque a representatividade, no cenário nacional deste sistema, é extremamente valiosa”, pontuou a representante do órgão federal. Apresentação [Olho texto=”“Atendemos aqui 64 escolas da região de Planaltina e todas as outras que nos procuram, além de termos várias pesquisas em andamento, o que reforça a necessidade de manter esse espaço e sua fauna e flora preservadas”” assinatura=”Gegisleu Darc Jacinto, administrador da Estação Ecológica Águas Emendadas ” esquerda_direita_centro=”direita”] O administrador da Esecae, Gegisleu Darc Jacinto, apresentou a UC para os visitantes, ressaltando a importância da unidade no contexto ambiental local e nacional. “É um contribuinte de água para duas grandes bacias brasileiras: Platina e Tocantins/Araguaia. Temos 50 nascentes dentro da Esecae, pressionada por todo desenvolvimento urbano ao seu redor. Nossas lutas são diárias para manter a conservação dessa estação, que se distribui em 10.547 hectares, e está na categoria de proteção e conservação integral, o que a torna, portanto, restrita à educação ambiental e pesquisa. Atendemos aqui 64 escolas da região de Planaltina e todas as outras que nos procuram, além de termos várias pesquisas em andamento, o que reforça a necessidade de manter esse espaço e sua fauna e flora preservadas”, afirmou. Depois da visita, os participantes seguiram para o Encontro em Defesa do DF, que trouxe à pauta o debate sobre diagnóstico econômico e ecológico, cenário atual da disponibilidade hídrica, rebaixamento do lençol freático e os recursos hídricos de um modo geral, inclusive da Esecae, entre outros temas. A estação já recebeu eventos como o Fórum Mundial da Água, em 2018, que contribuiu para a projeção da unidade no cenário internacional; e o Congresso Brasileiro de Áreas Úmidas, no qual nasceu a proposta de tratar de áreas úmidas do Cerrado com um projeto-piloto a partir da Esecae, entre outros. Águas Emendadas recebe, com frequência, personalidades internacionais. Recentemente recebeu dez embaixadores da Europa, organizado pela Embaixada da Alemanha. *Com informações do Instituto Brasília Ambiental
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Para manutenção, Parque Ecológico Águas Claras fica fechado na segunda (13)
O Parque Ecológico Águas Claras permanecerá fechado durante todo o dia na próxima segunda-feira (13) para a realização de serviços de poda e roçagem. Segundo o Instituto Brasília Ambiental, o fechamento se faz necessário para evitar riscos de acidentes com os frequentadores do parque. Segundo o Instituto Brasília Ambiental, o fechamento se faz necessário para evitar riscos de acidentes com os frequentadores do parque | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília A unidade de conservação (UC) retoma suas atividades normalmente na terça-feira (14), das 6h às 22h, ou assim que for finalizado o serviço. O Parque Ecológico Águas Claras está localizado na Avenida Castanheiras – Centro. Ele está situado atrás da Residência Oficial de Águas Claras, entre as quadras 301, 104, 105 e 106. Mais informações no site do Instituto Brasília Ambiental. *Com informações do Instituto Brasília Ambiental
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Nova sala para aulas de educação ambiental no Parque Três Meninas
Recinto localizado na sede administrativa do Parque Ecológico Três Meninas, gerido pelo Instituto Brasília Ambiental, está passando por uma grande transformação: o local, que antes era um depósito de materiais fora de uso, se tornará uma sala de aula do projeto Parque Educador, para melhor atender os estudantes na unidade de conservação (UC) localizada em Samambaia. Já foram executados os serviços de limpeza e retirada de todo o material armazenado. Agora estão sendo feitos ajustes na parte elétrica, troca de vidros e a finalização da pintura. A sala receberá ainda um painel artístico com inspiração no tema Cerrado, que vai torná-la um local mais lúdico e agradável. Aulas de educação ambiental serão realizadas em novo espaço no Parque Ecológico Três Meninas, que recebe nova pintura e serviços na parte elétrica | Foto: Divulgação/Brasília Ambiental “O objetivo de toda essa ação é valorizar esse espaço e poder acolher os participantes do Parque Educador em um ambiente mais confortável, pois, no momento, onde estão sendo ministradas as aulas há uma área menor. Já o novo local que será disponibilizado ao projeto é bem mais amplo”, informou o técnico de Atividades de Meio Ambiente do instituto, Paulo dos Santos. Com isso, o parque contará com duas salas: a que será entregue, reservada para as atividades de educação ambiental, e a outra ,já existente, utilizada também para atividades da comunidade e que será destinada para aulas de dança e ginástica de idosos. Parque Educador [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Iniciado em 2018, o programa Parque Educador foi pensado e idealizado para fortalecer a educação ambiental, ampliar o espaço educativo das escolas públicas e aumentar a integração dos parques com a comunidade. Os conteúdos ministrados em sala de aula são ampliados por meio de trilhas guiadas, oficinas, práticas integrativas de saúde, palestras e vivências com a natureza. As atividades são desenvolvidas por professores capacitados e disponibilizados pela Secretaria de Educação. do DF (SEE). O diferencial desse projeto de receptivo é que cada turma inscrita participa de um ciclo de aulas planejadas e encadeadas ao longo do semestre, o que possibilita um processo de sensibilização mais profundo junto aos estudantes. *Com informações do Brasília Ambiental
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Aniversário de cinco anos do Parque Educador é celebrado em evento
Os cinco anos do projeto Parque Educador estão sendo celebrados nesta quarta-feira (27), com o evento Encontro Distrital Parque Educador – Aprender com o Cerrado. Desenvolvido pelo Instituto Brasília Ambiental, por meio da Unidade de Educação Ambiental (Educ), em parceria com a Secretaria de Meio Ambiente e Proteção Animal (Sema) e a Secretaria de Educação (SEEDF), a iniciativa já atendeu a 13.244 estudantes de mais de 200 escolas públicas do DF, proporcionando experiências ecopedagógicas nas unidades de conservação (UC) sob gestão do instituto. O evento está sendo realizado no auditório da Subsecretaria de Formação Continuada dos Profissionais da Educação (Eape), e conta com a presença de 400 crianças das escolas participantes do programa, além de autoridades, como o presidente da autarquia, Rôney Nemer; o secretário de Meio Ambiente e Proteção Animal, Gutenberg Gomes; a secretária de Educação, Hélvia Paranaguá; a representante da Diretoria do Departamento de Educação Ambiental e Cidadania do Ministério do Meio Ambiente, Patrícia Fernandes Barbosa; a diretora da Escola da Natureza, Renata Potolski Lafeta; e o chefe da Educ, Marcus Paredes. “O Parque Educador traz a conscientização da criança de forma lúdica para preservar o meio ambiente. E a criança aprende não só na mente, mas também no coração”, explicou o presidente da autarquia, Rôney Nemer. O gestor ainda pediu aos pequenos para que eles repassem as informações aprendidas para os pais e amigos: “É tudo o que a gente precisa para ter um mundo melhor”. Presidente do Brasília Ambiental, Rôney Nemer: “O Parque Educador traz a conscientização da criança de forma lúdica para preservar o meio ambiente” | Fotos: Divulgação/Brasília Ambiental No período da manhã, os professores da rede pública de ensino responsáveis pelas aulas do programa apresentaram as atividades desenvolvidas em cada UC que são transformadas em espaços educativos com verdadeiras aulas ao ar livre. Para isso, são utilizadas diferentes metodologias, tais como trilhas, oficinas, vivências, dinâmicas, aproveitando ao máximo o que os parques podem oferecer. “É importante trabalhar nas salas de aula os serviços ambientais que os parques ecológicos oferecem para a comunidade, então falamos da proteção das águas, proteção da biodiversidade e o resgate de carbono”, ressaltou Evelyn da Silva Galvão, professora no Parque Ecológico de Águas Claras. Para Ana Victória Ferreira Silva, 11 anos, aluna da Escola Classe 512 de Samambaia e participante do Parque Educador, as aulas do projeto são bons momentos para estar na natureza e aprender mais sobre o meio ambiente. “Acho muito legal as atividades, porque podemos interagir com a natureza e não ficar presa em casa”, comentou a estudante. No período da tarde, o evento continua com a apresentação das turmas que participam do projeto, que terão a oportunidade de falar sobre essa experiência e os resultados alcançados em cada escola. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] Essa ação integra a programação de festividades pelo Dia Nacional do Cerrado, celebrado no dia 11 de setembro, e que está sendo realizado durante todo o mês. Nos dias 29 e 30 ocorre, ainda, a Feira Ambiental e a exposição Natureza é…, no Centro de Práticas Sustentáveis (CPS), localizado nos Jardins Mangueiral. Parque Educador O Parque Educador tem o objetivo de fortalecer a educação ambiental no DF, ampliando o espaço educativo das escolas públicas, principalmente daquelas de ensino integral, além de aumentar a integração dos parques com a comunidade, sensibilizando-a quanto a sua importância e fortalecendo o sentimento de pertencimento. Atualmente, o projeto é sediado nos parques ecológicos de Águas Claras, do Riacho Fundo, Saburo Onoyama (Taguatinga) e Três Meninas (Samambaia); no Monumento Natural Dom Bosco (Lago Sul); e na Estação Ecológica Águas Emendadas (Esecae), em Planaltina. *Com informações do Instituto Brasília Ambiental
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Evento apresenta possibilidades de uso dos parques urbanos
Arquitetos, urbanistas, administradores regionais, lideranças comunitárias, frequentadores de parques do Distrito Federal e servidores do Instituto Brasília Ambiental participaram, na noite de quinta (21), de debate no auditório do Conselho de Arquitetura e Urbanismo (CAU-DF), autor da iniciativa, intitulada “Que parque você quer para a sua cidade?”. [Olho texto=”“O parque urbano é uma área verde pública e grande, onde podem ser desenvolvidas várias atividades de lazer e esporte, como pista de caminhada, coretos, espaços para eventos, entre outras”” assinatura=”Rôney Nemer, presidente do Instituto Brasília Ambiental” esquerda_direita_centro=”esquerda”] As contribuições e os questionamentos foram feitos diretamente para o presidente do Brasília Ambiental, Rôney Nemer. Ele acolheu a cada uma das sugestões, se comprometendo a encaminhar à área técnica do órgão e respondeu todas as perguntas feitas pelos presentes. No início do debate, atendendo a uma solicitação da mediadora, a arquiteta Renata Seabra, Nemer diferenciou parque urbano de unidade de conservação (UC) e especificou quais espaços são de responsabilidade do Brasília Ambiental e quais são das administrações regionais. “O parque urbano é uma área verde pública e grande, onde podem ser desenvolvidas várias atividades de lazer e esporte, como pista de caminhada, coretos, espaços para eventos, entre outras. Já na UC isso até pode acontecer, porém tem que estar previsto no seu Plano de Manejo. E tem UCs, como a Esecae (Estação Ecológica Águas Emendadas), por exemplo, que é de uso mais restrito”, explicou o presidente. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Nemer informou, ainda, que nas UCs o foco principal é a preservação do meio ambiente. Atualmente, o Brasília Ambiental administra 82 UCs, sendo 14 com estrutura administrativa. Os parques urbanos, nos quais o foco é lazer, são administrados pelas RAs. O presidente fez questão de destacar que os parques não são do Brasília Ambiental e que o órgão é apenas o gestor. “A gente cuida para que esses espaços se perpetuem para todas as gerações, mas os parques ecológicos pertencem às comunidades”, ressaltou. O evento contou representantes de Taguatinga, Asa Norte, Jardins Mangueiral, Noroeste, Gama, Brazlândia e Recanto das Emas. *Com informações do Instituto Brasília Ambiental
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Governo participa de Fórum de Gestores de Unidades de Conservação
Representantes do Instituto Brasília Ambiental participam, nesta quarta-feira (20), da 6ª Reunião do Fórum de Gestores do Sistema Nacional de Unidades de Conservação (SNUC), em Niterói, no Rio de Janeiro. O evento, organizado pelo Departamento de Áreas Protegidas do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima, visa consolidar o fórum como instrumento do SNUC capaz de potencializar seus arranjos de articulação institucional e a sustentabilidade das unidades de conservação brasileiras (UCs). [Olho texto=”“Nós, enquanto gestores, vemos essa integração muito positiva e necessária, pois existem, por exemplo, estados que estão bem avançados em relação a aferição da gestão de unidades de conservação”” assinatura=”Marcela Versiani, superintendente de Unidades de Conservação, Biodiversidade e Água do Instituto Brasília Ambiental” esquerda_direita_centro=”direita”] A superintendente de Unidades de Conservação, Biodiversidade e Água do Brasília Ambiental, Marcela Versiani, destacou a importância da troca de experiências na administração desses espaços e de se traçar um panorama da realidade enfrentada pelas secretarias e os órgãos executores das políticas de meio ambiente. “Nós, enquanto gestores, vemos essa integração muito positiva e necessária, pois existem, por exemplo, estados que estão bem avançados em relação a aferição da gestão de unidades de conservação. E é sempre muito bom ouvir as experiências e perceber que boa parte dos nossos maiores desafios são muito parecido, e captar o que cada um fez, como encarou os problemas e desafios, e melhorar nesses aspectos”, reflete a superintendente do Instituto Brasília Ambiental. Representantes do Brasília Ambiental participam da 6ª Reunião do Fórum de Gestores do Sistema Nacional de Unidades de Conservação (SNUC), em Niterói, no Rio de Janeiro, nesta quarta (20) | Foto: Divulgação/Brasília Ambiental O encontro ocorre das 8h30 às 18h, no auditório da Fundação Oscar Niemeyer e, ao longo do dia, entre as atividades previstas estão palestra sobre o Sistema de Unidades de Conservação da Argentina; roda de debates sobre a gestão do SNUC e oficinas sobre gestão participativa, Cadastro Nacional de Unidades de Conservação (CNUC), regulamentação, sustentabilidade financeira, Rede Brasileira de Trilhas, manejo, mosaicos de UCs e compensação ambiental. No dia seguinte, a comitiva do Brasília Ambiental, também composta pelos servidores Marcos Cunha, Carolina Lepsch, Renata Barreto e Danyella Shayene, realiza visita técnica ao Instituto Estadual do Ambiente (Inea) para tratar sobre concessão de UCs e planejamento. Preservação O Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza (SNUC), criado pela Lei nº 9.985/2000, é composto pelo conjunto das unidades de conservação federais, estaduais e municipais com vistas a estabelecer critérios e normas para a criação, implantação, gestão e, assim, contribuir para a manutenção da diversidade biológica e dos recursos genéticos no território nacional e nas águas jurisdicionais, proteger as espécies ameaçadas, recuperar ou restaurar ecossistemas degradados. *Com informações do Instituto Brasília Ambiental
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Supervisores e chefes de brigada concluem curso de gestão
O 1º Curso de Gestão de Brigada, oferecido a supervisores e chefes de brigadas do Instituto Brasília Ambiental, terminou, nessa quarta-feira (27), com a certificação dos 30 participantes. A capacitação foi organizada pela Secretaria do Meio Ambiente e Proteção Animal do Distrito Federal (Sema-DF), em parceria com a autarquia e o Centro Nacional de Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais (Prevfogo/Ibama). O presidente do Brasília Ambiental, Rôney Nemer, destacou as ações preventivas executadas pelos brigadistas. “Eu tenho ido às unidades de conservação e tenho pedido para filmar e mostrar que vocês atuam não só quando há fogo. Vocês fazem aceiros e outros tipos de trabalho que, na hora do fogo, fazem o combate ser mais fácil”, afirmou o dirigente no encerramento do curso. O presidente do Brasília Ambiental, Rôney Nemer, participou do encerramento do 1º Curso de Gestão de Brigada, oferecido a supervisores e chefes de brigadas do instituto | Foto: Divulgação/Brasília Ambiental Representando o secretário de Meio Ambiente e Proteção Animal, Gutemberg Gomes, a coordenadora do Plano de Prevenção de Combate a Incêndios Florestais (PPCIF), Carolina Schubart, afirmou que “a Sema, assim como o Brasília Ambiental, também pensa muito mais na prevenção. E um dos esforços é a capacitação, pois queremos que vocês sejam brigadistas de excelência”, pontuou. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Inédito O Curso de Gestão de Brigadas foi oferecido pela primeira vez aos profissionais do Brasília Ambiental. A capacitação, que já é ministrada anualmente para as brigadas sob a responsabilidade do Ibama, foi adequada à realidade do GDF. *Com informações do Instituto Brasília Ambiental
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Chefes e supervisores de brigada recebem curso de gestão
A Secretaria do Meio Ambiente e Proteção Animal do Distrito Federal (Sema-DF), em parceria com o Instituto Brasília Ambiental e o Centro Nacional de Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais (Prevfogo/Ibama), iniciou o 1º Curso de Gestão de Brigada, nesta segunda-feira (21), no auditório 2 do Ibama. O objetivo da iniciativa é a capacitação de supervisores e chefes de brigada do Brasília Ambiental. A capacitação para uma turma de 30 alunos vai até quarta-feira (23), totalizando 24h de carga horária, com certificação. O curso é direcionado aos chefes e supervisores contratados pela autarquia distrital neste ano de 2023. De acordo com a coordenadora do Plano de Prevenção de Combate a Incêndios Florestais (PPCIF), Carolina Schubart, trata-se de um curso voltado a brigadistas de liderança para que eles possam exercer suas funções da melhor forma. “O principal objetivo é capacitá-los a respeito de suas principais atribuições, dos procedimentos administrativos e sobre como devem se portar dentro de uma unidade de conservação”, explica a servidora da Sema. Chefes e supervisores de brigada recebem curso de gestão para prevenção e combate a incêndios florestais de hoje a quarta (23) | Foto: Divulgação/Sema-DF O diretor de Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais do Brasília Ambiental, Pedro Cardoso, destaca que a capacitação – que já é ministrada anualmente para as brigadas sob responsabilidade do Ibama – foi solicitada e adequada à realidade do GDF. “Nós o adaptamos à nossa realidade. Trata-se de um curso voltado ao aperfeiçoamento da questão organizacional, ou seja, como eles vão lidar com a parte administrativa, o planejamento no decorrer das ações e produzir os relatórios”, esclarece. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] A diretora de Implantação de Unidade de Conservação do Brasília Ambiental, Carolina Lepsch, explica que o curso também é importante para apresentar o papel do instituto dentro da política ambiental, enquanto órgão. “Tem como objetivo esclarecer sobre o papel do Instituto Brasília Ambiental dentro da política ambiental, principalmente sobre a proteção das unidades de conservação, os desafios apresentados, planos de manejo, entre outros”, comenta. Com experiência de mais de oito anos combatendo incêndios, a brigadista Jéssica Fernandes dos Santos elogia a ação: “Acho muito importante para os chefes das brigadas do Brasília Ambiental. O curso nos ensina o jeito correto de organizar nossa brigada, os materiais para combate, os acionamentos de incêndio e, principalmente, para estarmos organizados na hora exata dos combates aos incêndios, de maneira a alcançarmos o nosso objetivo. É um curso excepcional”. Combatentes O Instituto Brasília Ambiental contratou, recentemente, 150 profissionais – entre supervisores, chefes de brigada e brigadistas – para prevenir e combater os incêndios nas unidades de conservação espalhadas pelo Distrito Federal. A contratação faz parte do Plano de Prevenção de Combate aos Incêndios Florestais da Sema. Os contratados também poderão atuar em outras áreas, em parceria com o Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF). *Com informações da Sema-DF
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Área do Parque Distrital Recanto das Emas é definida
A governadora em exercício Celina Leão assinou, nesta segunda-feira (27), o decreto que define a poligonal do Parque Distrital Recanto das Emas, administrado pelo Instituto Brasília Ambiental. A unidade de conservação (UC) soma uma área de 229,68 hectares e perímetro aproximado de 9.480,35 metros lineares. Após a definição da poligonal, o próximo passo será a construção do plano de manejo da unidade de conservação | Arte: Instituto Brasília Ambiental A superintendente de Unidades de Conservação do Brasília Ambiental, Rejane Pieratti, ressalta a importância da definição da poligonal como um “passo fundamental para que o órgão ambiental possa, efetivamente, avançar para o próximo passo, que é o plano de manejo”. Sobre o plano de manejo, o decreto destaca que este deve ser construído com a participação da comunidade. Observa ainda que o plano deve ser, por exemplo, um instrumento da promoção e consolidação das infraestruturas e trilhas voltadas para a educação, pesquisa, recreação e lazer em contato com a natureza, com a devida atenção para não perturbar áreas preservadas ou em estágio de recuperação espontânea ou dirigida. No decreto também são ressaltados, entre outras questões, o impedimento do avanço das ocupações institucionais externas à poligonal da UC, e ação interinstitucional voltada para a retirada e inibição de ocupantes de terras públicas. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Proteção integral O parque distrital é uma categoria de UC de proteção integral que tem como objetivo a preservação de ecossistemas naturais de grande relevância ecológica e beleza cênica, possibilitando a realização de pesquisas científicas e o desenvolvimento de atividades de educação e interpretação ambiental, de recreação em contato com a natureza e de turismo ecológico. Um dos grandes atrativos do Parque Distrital Recanto das Emas é o Ribeirão Monjolo, que corre em meio a um exuberante vale. O local conta com belíssimas reservas naturais próprias para o ecoturismo. O parque possui cachoeiras, poços, paredões e nascentes. Não é recomendado o nado na região, considerando a qualidade da água. A vegetação inclui Cerrado, campo sujo, mata de galeria, campo rupestre e o córrego, que desce por um vale profundo. O parque também possui trilhas ecológicas e o acesso até as margens tem alto grau de dificuldade. Já as espécies de animais mais expressivas encontradas no parque são: arara, tatu, seriema e tucano. *Com informações do Instituto Brasília Ambiental
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Horta comunitária passa a englobar área do Parque Bosque do Sudoeste
A horta comunitária que surgiu às margens do Parque Bosque do Sudoeste há oito anos agora passa a integrar oficialmente a poligonal do equipamento público. O projeto foi aprovado pela Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh) após pedido da Administração Regional do Sudoeste e Octogonal. Com a decisão, a plantação será incorporada ao espaço com o deslocamento do cercamento até os canteiros. [Olho texto=”“Além de ter uma vasta gama de plantas que precisam ser preservadas, contando com espécies do Cerrado, hortaliças, frutas, plantas medicinais e vegetais, a horta tem um incrível poder de descompressão para quem mora no Sudoeste e passa pelo Parque do Bosque”” assinatura=”Reginaldo Sardinha, administrador regional do Sudoeste e Octogonal” esquerda_direita_centro=”direita”] Serão colocados 135 metros lineares de cerca para que a horta fique dentro do parque. Atualmente, ela é acessada pelo lado de fora do local. O anexo adiciona uma área verde de 900 m². “A população do Sudoeste merece um local limpo e adequado para poder preservar, contemplar e usufruir. Além de ter uma vasta gama de plantas que precisam ser preservadas, contando com espécies do Cerrado, hortaliças, frutas, plantas medicinais e vegetais, a horta tem um incrível poder de descompressão para quem mora no Sudoeste e passa pelo Parque do Bosque”, afirma o administrador regional, Reginaldo Sardinha. A horta comunitária será incorporada ao Parque Bosque do Sudoeste com o deslocamento do cercamento até os canteiros | Fotos: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília Os serviços estão sendo feitos pela administração regional com apoio dos reeducandos do projeto Mãos Dadas, da Secretaria de Administração Penitenciária (Seape). “Conseguimos a doação do material e disponibilizamos a mão de obra para que isso acontecesse”, completa Sardinha. Ikuyo Nakamura, responsável pela Horta Comunitária: “O cercamento é o abraço do parque na horta” A aposentada Ikuyo Nakamura é hoje a responsável pela horta comunitária. Ela herdou a liderança do antigo morador Osvaldo Davi, que criou a iniciativa. Para Ikuyo, o cercamento será a garantia de segurança para quem tem plantas no local. “Todo santo dia eu estou aqui para conseguir manter a horta e vejo muito vandalismo. As pessoas deixam latas de cerveja, garrafas de vinho… Fazem xixi. Jogam as fezes dos animais. O cercamento vai nos dar segurança tanto na questão da higiene, quanto na segurança pessoal”, defende. Ikuyo também vê a ação como algo natural: “O cercamento é o abraço do parque na horta”. Além da cerca do lado de fora, a horta terá uma delimitação na área interna do parque. O objetivo é evitar que as plantações possam ser destruídas. Hoje o local abriga canteiros com plantas frutíferas – como mamão, goiaba e framboesa – e medicinais e hortaliças. Composteira [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] No ano passado, o Serviço de Limpeza Urbana (SLU) e a administração regional instalaram a primeira composteira pública urbana do DF na área da horta. A estrutura é própria para depósito e compostagem de materiais orgânicos que, em vez de serem descartados na natureza, são transformados em húmus. Ao lado da composteira foi construída uma caixa para descarga do biofertilizante, líquido que, diferentemente do chorume, que não tem contato com o oxigênio e é poluente, é ainda mais rico em componentes orgânicos para adubação.
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Consulta pública definirá criação de unidades de conservação
O Instituto Brasília Ambiental está recebendo, a partir desta terça-feira (31), contribuições da sociedade para a criação e a recategorização de unidades de conservação (UCs) situadas na Unidade Hidrográfica do Ribeirão Sobradinho (UHRS). Os estudos técnicos produzidos já estão disponíveis no site da autarquia, assim como vídeo institucional com mais informações sobre a proposta. Essa etapa da consulta pública terá a duração de 30 dias, finalizando em 2 de março, e as contribuições poderão ser recebidas via protocolo do Brasília Ambiental ou pelo email ucrb@ibram.df.gov.br. Para o desenvolvimento do estudo técnico e da proposta de poligonais, seis unidades de conservação compreendidas pela Unidade Hidrográfica do Ribeirão Sobradinho foram objetos de estudo | Foto: Divulgação Para desenvolvimento do estudo técnico e da proposta de poligonais, seis parques compreendidos pela UHRS foram objetos de estudo: Parque Ecológico e Vivencial de Sobradinho, Parque Ecológico dos Jequitibás, Parque Ecológico Sementes do Itapoã, Parque Recreativo Sobradinho II, Parque de Centro de Lazer e Cultural Viva Sobradinho e Parque Recreativo e Ecológico Canela de Ema. A Unidade Hidrográfica do Ribeirão Sobradinho possui 14.600 hectares e está localizada na porção norte do Distrito Federal, abarcando as regiões administrativas (RAs) de Sobradinho, Sobradinho II, Itapoã, Paranoá, Lago Norte, Plano Piloto e Planaltina. Os parques em estudo se encontram nas três primeiras RAs. A consulta pública não é deliberativa. O Instituto Brasília Ambiental recebe as contribuições para aperfeiçoar a proposta; a sociedade ganha em poder participar e ser ouvida pela autarquia ambiental. A realização de consulta pública confere transparência às ações do Governo do Distrito Federal e possibilita debater com a sociedade temas de interesse coletivo, ampliar a discussão e obter informações, opiniões e colaborações que possam refinar a proposição. *Com informações do Instituto Brasília Ambiental
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Fogo no Parque Ezechias Heringer, no Guará II, é extinto
Brasília, 14 de setembro de 2022 – O Instituto Brasília Ambiental informa, por meio da Superintendência de Unidades de Conservação, Biodiversidade e Água (Sucon), que o fogo existente no Parque Ecológico Ezechias Heringer, desde segunda-feira (12), foi extinto. A estimativa é de que o incêndio atingiu 100 hectares dos 345 que compõem a unidade de conservação (UC), localizada no Guará II. [Olho texto=”A estimativa é de que o incêndio atingiu 100 hectares dos 345 que compõem a UC” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”direita”] Em visita técnica ao parque, nesta quarta-feira (14), a gestão do órgão ambiental avaliou que ainda há muita fumaça em toda a área da UC e seu entorno, o que é prejudicial à saúde dos frequentadores. Portanto, a unidade continuará fechada até que ocorra a definição na sexta-feira (16), a partir da redução ou do fim da fumaça, se o parque funcionará no final de semana ou se o retorno de suas atividades ocorrerá apenas na próxima semana. Após mais de 18 horas de combate ao incêndio, em parceria com o Corpo de Bombeiros Militar (CBMDF), a equipe de 30 brigadistas da Diretoria de Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais (DPCIF) do Brasília Ambiental agora trabalha na operação de rescaldo, que visa resfriar as áreas ainda muito quentes e com focos remanescentes, além de retirar tocos e galhos de árvores queimadas que possam trazer perigo aos frequentadores. Crime ambiental As causas do incêndio ainda são desconhecidas e estão sendo investigadas pela Delegacia de Meio Ambiente (Dema) da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF). A Lei nº 9.605/1998, que dispõe sobre as sanções penais e administrativas derivadas de condutas e atividades lesivas ao meio ambiente, tipifica, em seu artigo 41, como crime contra a flora, a conduta de provocar incêndio em mata ou floresta. Traz como pena a reclusão de dois a quatro anos e multa. Se o crime for culposo, a pena é de detenção de seis meses a um ano e multa. *Com informações do Instituto Brasília Ambiental
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