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Rede pública de saúde do DF oferece consultas, vacinação e orientações para acompanhar o desenvolvimento infantil

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada.   Brincar, aprender e se divertir são atividades que fazem parte da infância. Para crescer com saúde, as crianças também precisam de acompanhamento, vacinação e cuidados no dia a dia. No Distrito Federal, a rede pública oferece esse apoio desde os primeiros dias de vida, com atendimento às crianças e orientação às famílias. Depois da alta da maternidade, está prevista uma visita da equipe de saúde à casa do bebê até os 30 dias de vida e outra até os seis meses. Nesses encontros, os profissionais conhecem a rotina da família, identificam necessidades e orientam os responsáveis. Também verificam se foram realizados os testes do pezinho, do olhinho, do coraçãozinho e da orelhinha. 111 mil Número de visitas de agentes comunitários de saúde a crianças de até 14 anos de janeiro a outubro de 2026 Segundo dados do InfoSaúde DF, as visitas de agentes comunitários de saúde a crianças de até 14 anos cresceram 9,73% de janeiro a outubro de 2026, em comparação com o mesmo período de 2025. O número passou de 101 mil para 111 mil. Esse contato ajuda a equipe a entender as condições que podem influenciar a saúde infantil e complementa o atendimento nas unidades. Acompanhamento em cada fase Nas unidades básicas de saúde (UBSs), as famílias encontram consultas, vacinação e orientações sobre amamentação, alimentação, saúde bucal e desenvolvimento infantil. As equipes também acompanham crianças com deficiência e orientam sobre doenças comuns na infância e prevenção da violência. Até os dois anos, o acompanhamento prevê pelo menos nove consultas com médico ou enfermeiro, presenciais ou remotas, além de nove registros de peso e altura. A frequência dos atendimentos pode variar conforme a saúde e as necessidades de cada criança. O acompanhamento infantil segue até os 14 anos, 11 meses e 29 dias. A rede também oferece suplementação de vitamina A para crianças de 6 a 59 meses e de ferro para aquelas de 6 a 24 meses. O teste do olhinho é realizado três vezes ao ano nos primeiros dois anos de vida e, depois, anualmente até os 5 anos. Além de conferir a carteira de vacinação, os agentes orientam sobre a importância dos testes do pezinho, do coraçãozinho, da orelhinha e do olhinho | Fotos: Divulgação Cada criança tem o próprio ritmo de desenvolvimento. Por isso, o cuidado considera as habilidades, necessidades e condições de saúde de cada uma. Uma criança com deficiência ou mobilidade reduzida pode precisar de apoio específico e, ainda assim, ter boas condições de saúde e bem-estar. Atendimento especializado e sinais de alerta Quando necessário, a UBS solicita avaliação de especialistas nas policlínicas ou em serviços como o Hospital da Criança de Brasília (HCB) e os centros de atenção psicossocial infantojuvenil (Capsis). As consultas que dependem de regulação são solicitadas pelo sistema da Secretaria de Saúde. Na rede especializada, as consultas de pediatria cresceram 5,4% entre janeiro e julho de 2026, em comparação com o mesmo período de 2025 Na rede especializada, as consultas de pediatria cresceram 5,4% entre janeiro e julho de 2026, em comparação com o mesmo período de 2025: passaram de cerca de 204 mil para 215 mil. Alguns sinais exigem atendimento rápido, como dificuldade importante para respirar, convulsões, incapacidade de mamar ou beber líquidos, sinais de desidratação ou dificuldade incomum para acordar. Em bebês com menos de três meses, a febre exige avaliação médica imediata. Diante de sinais de gravidade, a família deve procurar um serviço de urgência ou, quando necessário, acionar o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), pelo telefone 192. Cuidados que começam em casa O primeiro atendimento pode ser feito numa UBS; se necessário, a criança será encaminhada ao Capsi ou ao HCB A rotina familiar também faz diferença. Lavar as mãos, escovar os dentes desde o aparecimento do primeiro dentinho, manter a vacinação em dia e garantir tempo para dormir, brincar e aprender ajudam no crescimento e no bem-estar. Na alimentação, a orientação é priorizar alimentos naturais ou pouco processados, respeitando a idade e as recomendações da equipe de saúde. Crianças menores de 2 anos não devem receber açúcar nem alimentos ultraprocessados. Refrigerantes e outras bebidas açucaradas também devem ser evitados na infância. As horas de sono e as brincadeiras precisam acompanhar as necessidades de cada fase. Todas as crianças, inclusive aquelas com deficiência ou mobilidade reduzida, devem ter oportunidades de participar, interagir e aprender. Prevenir acidentes é outro cuidado essencial. Medicamentos e produtos de limpeza devem ficar fora do alcance das crianças. Também é importante usar equipamentos de segurança adequados à idade e supervisionar atividades que ofereçam riscos. *Com informações da Secretaria de Saúde do DF (SES-DF)  

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Dia Mundial contra a raiva: vacinação no DF registra recorde de animais imunizados

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. A vacinação contra a raiva alcançou 99.903 cães e gatos no Distrito Federal neste ano, o maior quantitativo registrado nos últimos anos. Foram imunizados 82.878 cães e 17.025 gatos, um aumento de 87,18% em relação a 2025. O resultado reforça a importância da vacinação para manter a raiva sob controle e proteger tanto os animais quanto a população. Apesar dos avanços, a doença continua exigindo atenção permanente, já que o vírus segue circulando entre animais. "É um resultado expressivo, com o maior quantitativo registrado nos últimos anos", celebra o diretor de Vigilância Ambiental da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF), Wendel Medeiros. O assunto é sério e que ganhou data própria. Nesta segunda-feira (28), é celebrado o Dia Mundial contra a Raiva, uma homenagem a Louis Pasteur, cientista francês que desenvolveu a primeira vacina de combate à doença, em 1885. Hoje, mais de um século depois, a imunização de cães e gatos ainda é uma das principais formas de prevenção. "É um desafio estratégico da saúde pública a necessidade de fortalecer a percepção de risco contínuo, considerando que o vírus da raiva mantém circulação ativa", afirma Medeiros. Onde e como vacinar seu animal? Todos os cães e gatos, a partir dos três meses de vida, devem ser vacinados anualmente, inclusive fêmeas que estiverem prenhas ou amamentando. Caso o animal esteja doente, a equipe irá avaliar o caso. Mesmo que os pets vivam em casas ou apartamentos, é preciso levá-los para receber a dose, pois há chance de haver contato com outros animais, como morcegos. Nesta segunda-feira (28), é celebrado o Dia Mundial contra a Raiva, uma homenagem a Louis Pasteur, cientista francês que desenvolveu a primeira vacina de combate à doença, em 1885 | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde DF Além das campanhas de vacinação, o imunizante está disponível de segunda a sexta-feira na sede da Diretoria de Vigilância Ambiental em Saúde (Dival) e nos Núcleos Regionais de Vigilância Ambiental. A lista completa com endereços e horários de funcionamento está disponível neste link, atualizada conforme a disponibilidade do serviço. Para que o animal receba a dose, o tutor precisa ser maior de idade e levar um documento de identificação válido e com foto. Vale ressaltar que a vacina oferecida no Sistema Único de Saúde (SUS) é destinada exclusivamente a cães e gatos. Quem tiver roedores, primatas ou suínos deve focar em outras medidas preventivas: evitar o contato e isolar animais que apresentem alteração de comportamento, como dificuldades de locomoção, alteração nos sons produzidos e salivação excessiva. Produtores com rebanhos de bovinos, ovinos, caprinos, equinos e suínos também precisam ficar atentos à raiva. Nesses cenários, as ações preventivas ficam a cargo da Secretaria de Estado da Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural do Distrito Federal (Seagri-DF). Quais cuidados tomar? Caso cães ou gatos estejam com sinais de raiva, é preciso acionar a Vigilância Ambiental pelo telefone (61) 3449-4434 (WhatsApp). Nunca tente manejar, tratar ou medicar o animal por conta própria. Destaca-se que a Vigilância Ambiental não é responsável por resgatar animais de rua. Outro cuidado fundamental é evitar o contato com animais como morcegos ou macacos, principalmente se estiverem mortos. A Vigilância Ambiental também pode ser contatada nesses casos. Vale lembrar que animais silvestres são protegidos por lei e matá-los é crime. Como a raiva é transmitida? O vírus causador da raiva, do gênero Lyssavirus, é transmitido pela saliva, por meio de mordidas, lambidas e arranhões de animais infectados. Em geral, o ciclo da doença é iniciado entre animais silvestres, passando para animais de criação ou animais domésticos, antes de haver casos em humanos. Em cães e gatos, a transmissão pela saliva ocorre de dois a cinco dias antes do aparecimento dos sinais da doença. Isso porque, no primeiro momento, o vírus se multiplica no local da lesão. Só depois migra para o cérebro e as glândulas salivares, causando os sintomas. Depois dessa fase, a possibilidade de óbito é de quase 100%. O que fazer em caso de mordida? Se houver acidentes com animais, lave imediatamente o ferimento com água e sabão. Em seguida, procure atendimento em uma Unidade Básica de Saúde (UBS), Unidade de Pronto Atendimento (UPA) ou hospital para ser avaliado. Os profissionais do SUS são treinados para avaliar a ocorrência de acordo com as características do paciente, do ferimento e do animal envolvido. No momento da avaliação, pode ser indicada a profilaxia pós-exposição, de acordo com o risco identificado pelos profissionais de saúde. A conduta pode envolver vacina e/ou soro antirrábico. Quais são os sintomas em humanos? Nos seres humanos, os sinais da raiva são similares aos de várias outras doenças: febre, dor de cabeça, perda de apetite e náuseas. Porém, em poucos dias, surgem sintomas neurológicos, como alterações de comportamento, espasmos, convulsões, delírios, alucinações e paralisia. O paciente também sofre com dificuldade para beber água e deglutir alimentos, além de apresentar salivação intensa. Em seguida, há o estado de coma e, em quase todos os casos, o óbito. Vale lembrar que a raiva não é transmitida por ficar no mesmo ambiente que um animal contaminado nem pelo contato com fezes ou urina. Também não há contaminação em caso de mordidas ou picadas de répteis, insetos ou aves, pois a doença afeta apenas mamíferos. Casos no DF Desde a fundação de Brasília, em 1960, foram registrados somente dois casos de raiva humana no DF: em 1978 e em 2022, ambos tendo como resultado o óbito. "A situação dos casos de raiva em humanos está controlada no DF. Mas, a manutenção desse cenário seguro exige vigilância e imunização contínuas", explica a enfermeira Geila Márcia Meneguessi, da área de Vigilância Epidemiológica da SES-DF. Os agentes atuam de forma integrada na identificação e na investigação de situações suspeitas, na avaliação do risco de exposição e na adoção das medidas necessárias para interromper a cadeia de transmissão. Vacina para prevenção O SUS também disponibiliza um esquema de vacinação pré-exposição para pessoas que têm mais chances de sofrer acidentes com animais ou entrar em contato com o vírus. É o caso de médicos veterinários, engenheiros agrônomos, zootecnistas, biólogos e estudantes dessas áreas. Também tomam a vacina funcionários de zoológicos, de clínicas veterinárias e de propriedades rurais, entre outras categorias. Para receber as doses, o profissional pode procurar uma unidade de saúde e apresentar um documento que comprove o risco de exposição ao vírus da raiva, como crachá funcional, declaração laboral ou da faculdade. *Com informações da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF)

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Vacinação no DF vai além dos postos de saúde e UBSs

Muito antes da Constituição Federal de 1988 e da criação do Sistema Único de Saúde (SUS), o Brasil criou a base do que seria um dos maiores programas de vacinação do mundo. Em 18 de setembro de 1973, o Ministério da Saúde lançou a proposta do que hoje é chamado de Programa Nacional de Imunizações (PNI), institucionalizado em 1975 e incorporado ao SUS em 1990. Nesta sexta-feira (18), data que marca o aniversário do PNI, o Distrito Federal apresenta avanços no número de doses aplicadas nos últimos anos. Ao todo, são 136 salas de vacinação espalhadas por todo o Distrito Federal. Há atendimento em locais de grande concentração populacional, como a Unidade Básica de Saúde (UBS) 1 da Asa Sul e a UBS 5 de Taguatinga, além de unidades que atendem regiões mais afastadas, como a UBS do Engenho das Lages, próxima ao limite com Santo Antônio do Descoberto (GO), e no PAD-DF, na área rural do Paranoá. Ao todo, são 136 salas de vacinação espalhadas por todo o Distrito Federal | Fotos: Divulgação Também há pontos externos em funcionamento contínuo, como o posto de vacinação na Rodoviária do Plano Piloto, com atendimento diário das 8h às 12h e das 13h às 17h. Aos sábados, há pelo menos 40 locais de vacinação disponíveis em diferentes regiões administrativas, incluindo ações extramuros. A população também pode encontrar pontos de vacinação mais próximos de locais que fazem parte da rotina, como praças, escolas, feiras, shoppings, parques, igrejas, supermercados, órgãos públicos e outros locais de grande circulação. Além disso, o Carro da Vacina leva a imunização a pontos do DF mais distantes das salas de vacinação fixas e a espaços de grande circulação, como a Torre de TV, estádios de futebol e parques. Alguns locais de vacinação deste sábado (19) Shopping Boulevard (Setor Terminal Norte, Asa Norte), das 9h às 16h Atacadão Dia a Dia (QNN 9, Conjunto I, Ceilândia), das 9h às 16h Chácara Bettel (DF-130, São Sebastião), das 9h às 16h Paróquia São José Operário (Rua 8, Vila São José, Vicente Pires), das 9h às 15h. Confira todos os locais disponíveis neste link.

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Campanha de vacinação para cães e gatos continua em setembro

 A vacina antirrábica segue disponível gratuitamente durante todo o ano nos pontos fixos de vacinação da Gerência de Vigilância Ambiental de Zoonoses (Gvaz) e dos núcleos regionais de vigilância ambiental (Nuval). A orientação é que os tutores verifiquem a situação vacinal de seus animais e procurem uma unidade caso a dose anual ainda não tenha sido aplicada. A lista completa dos locais que oferecem a imunização pode ser consultada neste link. Mais do que ampliar a cobertura vacinal durante a campanha, a orientação é que a proteção dos animais seja mantida de forma permanente. Cães e gatos podem receber a vacina a partir dos três meses de idade, e a imunização deve ser renovada anualmente. Proteção dos animais e da população A vacinação é uma das principais medidas de prevenção da raiva, doença causada por um vírus extremamente letal para animais e seres humanos. Mais do que ampliar a cobertura vacinal durante a campanha, a orientação é que a proteção dos animais seja mantida de forma permanente | Foto: Divulgação Neste ano, foi confirmado um caso de raiva em um cão na região do Lago Norte. A campanha de vacinação já estava prevista antes da ocorrência, mas o registro reforçou a importância de manter cães e gatos protegidos. Até então, o Distrito Federal não registrava casos da doença em cães desde 2000 e em gatos desde 2001. Após a confirmação do caso, as equipes da Vigilância Ambiental em Saúde adotaram as medidas previstas nos protocolos, incluindo o bloqueio vacinal na área e a orientação aos moradores. O vírus da raiva circula naturalmente entre animais silvestres, especialmente morcegos, e pode ser transmitido a cães, gatos e seres humanos. Por isso, mesmo animais que permanecem dentro de casa devem estar com a vacinação em dia.

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Sábado (18) tem vacinação em quase 20 regiões do DF

Profissionais da saúde estarão em 17 regiões administrativas (RAs) neste sábado (18), prontos para imunizar a população. A lista completa com endereços e horários pode ser conferida neste site. Para receber as doses, basta levar um documento de identificação válido e com foto e, se possível, a caderneta de vacinação. A falta desta última, porém, não impede a imunização. Disponibilidade Haverá doses para todas as faixas etárias, sempre aplicadas conforme o indicado no calendário de rotina e aos grupos prioritários. Adolescentes e adultos, por exemplo, podem ser imunizados contra tétano, sarampo e febre amarela. Jovens de 10 a 14 anos, por sua vez, têm indicações para a vacina contra a dengue; já idosos, crianças de até 5 anos, pessoas com comorbidades e profissionais como professores e caminhoneiros estão aptos a tomar a dose em combate à gripe (influenza). Nestes últimos casos, é necessário levar documentação que comprove pertencer a um dos grupos prioritários. No domingo (19) não haverá atendimento. As mais de cem salas de vacinação reabrem em horário normal na segunda-feira (20).

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Sábado (11) tem vacinação em 20 regiões do DF

Profissionais estarão em 20 regiões administrativas neste sábado (11) para imunizar a população. A lista completa com endereços e horários pode ser conferida neste link.  Para receber as doses, basta levar um documento de identificação válido e com foto e, se possível, a caderneta de vacinação.  Haverá doses disponíveis para todas as faixas etárias, sempre aplicadas conforme o indicado no calendário de rotina e aos grupos prioritários. Em cada local de atendimento, as equipes estão preparadas para identificar o que será necessário. Adolescentes e adultos, por exemplo, podem ser imunizados contra tétano, sarampo e febre amarela. Crianças e adolescentes de 10 a 14 anos podem receber a vacina contra a dengue; já idosos, crianças de até 5 anos, pessoas com comorbidades e profissionais como professores e caminhoneiros estão aptos a tomar a dose em combate à gripe (influenza). Nestes últimos casos, é necessário levar documentação que comprove pertencer a um dos grupos prioritários. No domingo (12), não haverá atendimento.

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Sábado tem vacinação urbana e rural

O Núcleo Rural Monjolo, no Recanto das Emas, recebe neste sábado (4) uma equipe de vacinação da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) para facilitar o acesso da população local a vacinas que previnem doenças como sarampo, tétano e pólio. Já o Carro da Vacina leva vacinação itinerante ao trecho 3 do Sol Nascente. Também no sábado, 46 Unidades Básicas de Saúde (UBSs) em 20 Regiões Administrativas abrem as portas para atendimento à população. A lista completa com endereços e horários está disponível aqui. Salas de imunização contam com profissionais capacitados para tirar dúvidas a respeito da situação vacinal | Foto: Ualisson Noronha/Arquivo Agência Saúde DF É possível se vacinar independentemente do local de moradia, bastando levar um documento de identificação válido e com foto e, se possível, a caderneta de vacinação. Estarão disponíveis vacinas para pessoas de todas as faixas etárias, sempre aplicadas conforme o indicado para cada idade e os grupos prioritários. Em cada local de atendimento, as equipes estão preparadas para identificar os imunizantes indicados para cada pessoa. No domingo (5), não haverá atendimento. As mais de cem salas de vacinação reabrem em horário normal na segunda-feira (6). *Com informações da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF)

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Sábado (20) tem vacinação em 19 regiões administrativas do DF

A Secretaria de Saúde (SES-DF) terá vacinação em 19 regiões administrativas neste sábado (20). É possível se vacinar independentemente do local de moradia, bastando levar um documento de identificação válido e com foto e, se possível, a caderneta de vacinação. A lista completa com endereços e horários está disponível no site da pasta.  Estarão disponíveis vacinas para pessoas de todas as faixas etárias, sempre aplicadas conforme o indicado para cada idade e os grupos prioritários. A novidade é a vacina Ppneumocócica 20, indicada para crianças de até 4 anos, 11 meses e 29 dias de idade, de acordo com o histórico vacinal. Em cada local de atendimento, as equipes estão preparadas para identificar os imunizantes indicados para cada pessoa.  Crianças e adolescentes de 10 a 14 anos podem receber a vacina contra a dengue; já idosos, crianças de até 5 anos, pessoas com comorbidades e profissionais como professores e caminhoneiros estão aptos a tomar a dose em combate à gripe (influenza). Nesses casos, é necessário levar documentação para comprovar fazer parte de um dos grupos prioritários. No domingo (21), não haverá atendimento. As mais de cem salas de vacinação reabrem em horário normal na segunda-feira (22). *Com informações da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF)

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Saiba como torcer para o Brasil com a vacinação em dia

Quem for viajar para a América do Norte para se juntar à torcida brasileira na Copa do Mundo, ou mesmo quem for acompanhar os jogos de casa, poderá colocar a vacinação em dia neste sábado (13). A Secretaria de Saúde (SES-DF) terá 48 locais de atendimento. A lista completa com endereços e horários está disponível aqui. Vacinas serão aplicadas conforme os grupos e destinações específicos | Foto: Arquivo/Agência Brasília Quem deixar a caderneta de vacinação em dia vai receber a proteção contra doenças como sarampo, tétano e febre amarela. As vacinas são aplicadas conforme o indicado para cada faixa etária, conforme o calendário de vacinação. Também há doses para grupos específicos, como as dos imunizantes contra a gripe (influenza) e covid-19. [LEIA_TAMBEM] A Secretaria de Saúde orienta a levar um documento de identificação válido com foto e, se possível, a caderneta de vacinação. Em caso de perda da caderneta, a equipe da SES-DF avaliará a situação do paciente nos sistemas online. Se for identificada a necessidade, serão aplicados imunizantes conforme a faixa etária de cada pessoa, seguindo o indicado no calendário de rotina. Não haverá imunização no domingo (14). Na segunda-feira (15), mais de cem salas de vacina voltam ao atendimento normal, a partir das 7h. *Com informações da Secretaria de Saúde  

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Saúde: GDF na Sua Porta já fez mais de 22,3 mil atendimentos em Ceilândia

Até sexta-feira (12), a população de Ceilândia pode contar com diversos serviços de saúde oferecidos na edição do programa GDF na Sua Porta, instalada na área central da região administrativa. A estrutura, montada em uma tenda em frente ao restaurante comunitário da cidade, disponibiliza atendimento odontológico, inserção de implante contraceptivo (Implanon), vacinação, acompanhamento em saúde do Programa Bolsa Família, distribuição de absorventes, atendimento em saúde mental e consultas com equipes de saúde da família.  Tenda do Programa GDF na Sua Porta, em Ceilândia, atendendo à população | Fotos: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde DF Desde o início da ação,  22.302 atendimentos já foram realizados. A procura pelos serviços tem crescido a cada dia, especialmente pela inserção do implante contraceptivo. Ao todo, 814 mulheres foram beneficiadas com o procedimento. A expectativa é realizar até 200 implantes diários até o fim da edição na região administrativa.  “Eu sempre tomo a vacina da gripe todos os anos, mas não sabia que precisava de mais cinco vacinas. Acho ótimo esse tipo de ação” Mariene do Nascimento, cuidadora O atendimento ocorre em formato de porta aberta, sem necessidade de agendamento prévio, o que amplia o acesso da população e torna mais ágil a realização de alguns procedimentos. A iniciativa reúne equipes da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) em um único local, facilitando o acesso dos moradores a diversos serviços de forma rápida e integrada.  Implante contraceptivo Embora os serviços disponibilizados na ação também sejam oferecidos regularmente nas unidades básicas de saúde (UBSs) do Distrito Federal, a força-tarefa permite concentrar atendimentos e reduzir o tempo de espera para alguns procedimentos, como a inserção do implante contraceptivo.  Inserção de contraceptivo (Implanon), serviços odontológicos, vacinação e outros atendimentos estão disponíveis para população [LEIA_TAMBEM]A estudante Mariana de Sousa, 18 anos, aproveitou a oportunidade para realizar a inserção do Implanon. “Foi muito tranquilo. Ajuda bastante quem não tem condições de pagar pelo procedimento”, disse. Já Mariene do Nascimento, 43, procurou a estrutura para receber a vacina contra a gripe e descobriu que precisava atualizar outros imunizantes. “Como cuidadora, eu sempre tomo a vacina da gripe todos os anos, mas não sabia que precisava de mais cinco vacinas. Acho ótimo esse tipo de ação”, afirmou. Atenção primária mantida As unidades básicas de saúde continuam funcionando normalmente durante a realização do GDF na Sua Porta. Para garantir que não haja qualquer impacto na assistência prestada à população, os profissionais envolvidos na ação foram escalados em sistema de revezamento, mantendo o atendimento regular nas UBSs e assegurando a continuidade dos serviços de rotina. Dessa forma, a população conta com uma rede de atendimento fortalecida: enquanto as UBSs seguem prestando assistência diária nos territórios, o GDF na Sua Porta amplia o acesso aos serviços e agiliza atendimentos em uma estrutura concentrada e de fácil acesso.  *Com informações da SES-DF 

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Sábado (30) é dia de reforçar proteção, com vacinas disponíveis em 20 regiões administrativas

Quem precisar atualizar a caderneta de vacinação contra sarampo, febre amarela, tétano, coqueluche ou outras doenças, tem uma oportunidade neste sábado (30). A Secretaria de Saúde (SES-DF) terá 49 pontos de atendimento em 20 regiões administrativas. Os endereços e horários podem ser consultados no site da pasta. Vacinas estão disponíveis para pessoas de diferentes faixas etárias, incluindo os grupos prioritários | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde-DF A ação contempla pessoas de todas as idades, seguindo as recomendações específicas para cada faixa etária e os grupos prioritários. Entre outros exemplos, jovens de 10 a 14 anos podem receber a vacina contra a dengue; já idosos, crianças de até 5 anos e profissionais como professores e caminhoneiros estão aptos a tomar a dose de combate à gripe (influenza). Outros imunizantes também estarão disponíveis, incluindo proteção contra febre amarela, sarampo, tétano e difteria. [LEIA_TAMBEM]Para o atendimento, é necessário apresentar um documento de identidade válido e com foto e, preferencialmente, a caderneta de vacinação. As equipes verificam o histórico e avaliam a necessidade de novas doses. A imunização pode ser feita em qualquer ponto, independentemente do local de residência. No domingo (31), não haverá funcionamento. As mais de cem salas de vacinação retomam o atendimento normal na segunda-feira (1º). *Com informações da Secretaria de Saúde            

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DF chega a um milhão de doses de vacinas aplicadas em 2026

A Secretaria de Saúde (SES-DF) chegou, em maio, à marca de um milhão de doses de vacinas aplicadas na população. Somente de janeiro a abril, foram 985.417 aplicações, um salto de 14,7% frente ao mesmo período do ano passado. Em 2025, até o fim do ano, foram aplicadas 2,9 milhões de doses, cerca de 100 mil a mais que em 2024, quando foram registradas 2,8 milhões de doses. De acordo com a gerente da Rede de Frio Central, Tereza Luiza Pereira, esse crescimento tem ocorrido graças às estratégias de facilitar o acesso aos imunizantes. Além das mais de 100 salas de vacina instaladas em unidades básicas de saúde (UBSs) e hospitais, destacam-se as chamadas ações extramuros. "São ações em espaços de grande circulação de pessoas, como feiras, shoppings, mercados e eventos, com o intuito de facilitar o acesso da população às vacinas disponibilizadas", explica. O Distrito Federal conta ainda com dois carros da vacina para ações volantes. Comparado ao mesmo período do ano passado, o DF vacinou 14,7% a mais entre janeiro e abril de 2026 | Foto: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde DF Em 2026, parte significativa do total é referente à campanha de vacinação contra o vírus influenza. Até o dia 21 deste mês, já foram aplicadas 423.845 doses. A campanha prossegue voltada a grupos prioritários, tendo sido vacinadas 26,1% das crianças de 6 meses a 5 anos, 44,4% das gestantes e 42,61% dos idosos. Iniciada em 25 de março, essa campanha inclui grupos prioritários, como profissionais de saúde, militares, caminhoneiros e professores. [LEIA_TAMBEM]Em paralelo, o público para outra vacina foi ampliado. Trata-se do imunizante contra o HPV (Papilomavírus Humano), normalmente ofertado para meninos e meninas de 9 a 14 anos. Até 30 de junho, adolescentes de 15 a 19 anos, de ambos os sexos, que ainda não se vacinaram contra o HPV podem receber a vacina.  Vacinação especial O esforço de vacinação não se traduz apenas em números elevados. Desde 2023, por exemplo, a população do Distrito Federal conta com o Centro de Referência para Imunobiológicos Especiais do Distrito Federal (Crie-DF), localizado no Hospital Materno Infantil de Brasília (Hmib). As 36,5 mil doses aplicadas em mais de dois anos se destacam por assegurar proteção para públicos definidos, que precisam de vacinas e imunobiológicos especiais, ou seja, doses que não fazem parte do calendário básico de vacinação. *Com informações da Secretaria de Saúde  

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Vai para a Copa do Mundo? Saiba os cuidados necessários antes de entrar no avião

A Copa do Mundo se aproxima, e muitos torcedores já estão preparando as malas para visitar um dos três países que vão sediar os jogos. Entre passagens, roteiros e camisas de time, um item indispensável deve estar nos preparativos: o cartão de vacina.  Thallys Silva, enfermeiro do Ambulatório do Viajante do Hran, orienta: “Às vezes a pessoa considera apenas o destino final, mas precisa pensar, também, nas possíveis escalas pelo caminho” | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde-DF  Viajar para outro país naturalmente envolve certo cuidado com a saúde. Como a Copa do Mundo é um evento que reúne milhões de pessoas de diferentes nacionalidades, exige atenção redobrada. A mistura e as multidões trazem maior risco na disseminação de doenças transmissíveis.  “A orientação principal é atualizar o cartão de vacina na UBS [Unidade Básica de Saúde]", indica o enfermeiro Thallys Silva, do Ambulatório do Viajante do Hospital Regional da Asa Norte (Hran). "Também é importante priorizar doses da tríplice viral, que engloba sarampo, caxumba e rubéola.” Sarampo O contexto global indica surtos de sarampo em todos os continentes. Em 2025, foram confirmados 248.394 casos da doença no mundo. O México soma mais de 14 mil casos desde 2025 e 36 mortes, enquanto os Estados Unidos registraram 49 surtos no ano passado. O Canadá, por sua vez, perdeu, neste ano, a certificação de país livre do sarampo. Para vacinação contra o sarampo, a orientação é procurar a UBS até 15 dias antes de viajar  O Brasil, apesar do cenário, permanece como um país livre da circulação do vírus responsável pela doença — título conquistado em 2024. No entanto, em 2025, 94,7% dos casos confirmados (36 de 38) da doença ocorreram em pessoas sem histórico vacinal, o que reforça a importância da imunização como principal forma de prevenção. De acordo com as diretrizes do Ministério da Saúde, pessoas de 1 a 29 anos, além de profissionais de saúde de qualquer idade, devem receber duas doses da tríplice viral. Já os demais adultos, de 30 a 59 anos, precisam tomar uma dose. No caso do sarampo, recomenda-se procurar a UBS com antecedência mínima de 15 dias da viagem. Caso não seja possível cumprir o prazo, é importante receber a dose mesmo assim, pois ainda pode conferir proteção. Febre amarela Os viajantes devem se prevenir, ainda, contra a febre amarela, mesmo que os países que sediam a Copa (México, Canadá e Estados Unidos) não exijam o Certificado Internacional de Vacinação ou Profilaxia (CIVP). “Às vezes a pessoa considera apenas o destino final, mas precisa pensar, também, nas possíveis escalas pelo caminho”, explica Thallys Silva. “Se a escala for em um país muito rígido com o certificado, o indivíduo é deportado se não apresentar o documento”.  [LEIA_TAMBEM]O esquema vacinal da febre amarela é de uma dose aos 9 meses, com reforço aos 4 anos, e a dose única, a partir dos 5 anos. Para áreas de riscos ou países que exigem o certificado, os viajantes devem tomar uma dose pelo menos dez dias antes da viagem. Para retirar o CIVP, basta acessar o aplicativo do Meu SUS Digital (Android e iOS), acessar o ícone da certificação e imprimir a guia. Salvar uma cópia no celular, de fácil acesso, também é recomendado. Todos os imunizantes  inclusive o da tríplice viral e da febre amarela — estão disponíveis nas mais de 170 UBSs do Distrito Federal. Para se imunizar, basta apresentar um documento de identidade válido e com foto e, se possuir, a caderneta vacinal.    *Com informações da Secretaria de Saúde  

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Sábado tem vacinação em 18 regiões administrativas

A Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) terá equipes de vacinação trabalhando em 18 regiões administrativas (RAs) neste sábado (23). É possível ser atendido em qualquer um dos locais, independentemente do endereço de residência. A lista completa com endereços e horários está disponível no site da SES-DF. Para se vacinar, é importante levar um documento de identidade válido com foto e, se possível, a caderneta de vacinação. As equipes conferem os registros e avaliam a aplicação de doses. Isso porque as vacinas são aplicadas conforme o calendário, indicado para cada faixa etária e para os grupos prioritários. Idosos, crianças de até 5 anos e profissionais de diversas áreas, como professores e caminhoneiros, podem tomar doses contra a gripe (influenza). Já a vacina contra a dengue está disponível para crianças e adolescentes de 10 a 14 anos. Há indicações para todas as faixas etárias: adolescentes e adultos, por exemplo, precisam ser vacinados contra o sarampo. No domingo (24), haverá um local de atendimento em Ceilândia. Já na segunda-feira (25), as mais de cem salas de vacinação reabrem em horário normal. *Com informações da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF)

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Saúde do DF aplica mais de 340 mil vacinas contra gripe

Desde o início da campanha de vacinação deste ano, em 25 de março, o Distrito Federal já aplicou mais de 340 mil doses do imunizante contra o vírus Influenza, causador da gripe. Até o momento, a Secretaria de Saúde (SES-DF) mantém a estratégia definida pelo Ministério da Saúde e disponibiliza o imunizante a grupos prioritários.  Arte: Agência Saúde-DF “Todas as vacinas recebidas são distribuídas às unidades da SES-DF e utilizadas na sua totalidade nos grupos prioritários”, explica a gerente da Rede de Frio Central, Tereza Luiza Pereira. Nessa população, estima-se que mais de 1,1 milhão de pessoas precisam da vacina contra a influenza. A meta é chegar a 90% de indivíduos protegidos.  Imunizantes deste ano oferecem proteção contra três variantes do vírus Influenza Entre os principais públicos estão crianças de 6 meses a 5 anos, 11 meses e 29 dias, além de idosos a partir dos 60 anos, gestantes, puérperas até 45 dias após o parto, pessoas com comorbidades e deficiências, indígenas e quilombolas, população privada de liberdade e uma série de profissionais, como professores, caminhoneiros, policiais e militares das Forças Armadas. A vacina deste ano protege esses grupos contra três variantes do vírus: Influenza A/Missouri/11/2025 (H1N1) pdm09, Influenza A/Singapore/GP20238/2024 (H3N2) e Influenza B/Austria/1359417/2021 (B/linhagem Victoria). A lista dos locais de imunização está disponível no site da SES-DF.  Outros vírus e medicação [LEIA_TAMBEM]A influenza não é a única causadora da chamada Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG). Mulheres a partir das 28 semanas, por exemplo, devem vacinar-se contra o Vírus Sincicial Respiratório (VSR), principal agente da bronquiolite em recém-nascidos. O VSR é foco, ainda, do nirsevimabe, um anticorpo oferecido a bebês de até seis meses e que tenham nascido prematuros, com menos de 37 semanas de idade gestacional. Também é aplicado em crianças menores de 24 meses com comorbidades. Já os bebês que receberam o palivizumabe em 2025 e que tenham menos de 1 ano devem tomar novas doses, com foco na proteção contra o VSR.  A vacinação em combate à covid-19, por sua vez, é destinada a uma série de grupos, incluindo todos os idosos a partir dos 60 anos e crianças de 6 meses a menores de 5 anos.   *Com informações da Secretaria de Saúde    

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Sábado é dia de vacinação no Distrito Federal

Quem precisa se vacinar contra sarampo, febre amarela, tétano, coqueluche ou outras doenças poderá atualizar a caderneta de vacinação neste sábado (16). A Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) terá 49 locais de atendimento, em 21 regiões administrativas diferentes. Destaque para o evento do Dia do Gengibre, no Park Way (Vargem Bonita). A lista completa com endereços e horários está disponível no site da SES-DF. O público-alvo são pessoas de todas as idades, considerando o indicado para cada faixa etária e os grupos prioritários. Por exemplo: crianças e adolescentes de 10 a 14 anos podem receber a vacina contra a dengue. Idosos, crianças de até 5 anos e profissionais de diversas áreas, como professores e caminhoneiros, podem tomar doses contra a gripe (influenza). Haverá, ainda, outras vacinas para proteger contra doenças como febre amarela, sarampo, tétano e difteria. Vacinação é fundamental para proteger contra doenças evitáveis, como sarampo, tétano e febre amarela | Foto: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde DF Em todos estes locais, é importante levar um documento de identidade válido com foto e, se possível, a caderneta de vacinação. As equipes conferem os registros e avaliam a aplicação de doses. Vale lembrar que é possível se vacinar em qualquer local de atendimento, independentemente da residência.  Não haverá atendimento no domingo (16). Já na segunda-feira (17), as mais de cem salas de vacinação reabrem em horário normal. *Com informações da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF)

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Centro de Ensino Especial de Planaltina recebe vacinação e ações de cuidado durante comemoração do Dia das Mães

Neste sábado (9), a Secretaria de Saúde (SES-DF) levou vacinação e distribuição de kits de saúde bucal a evento em homenagem ao Dia das Mães, no Centro de Ensino Especial de Planaltina. Além dos serviços de saúde, a programação contou com música ao vivo, lanches, atividades recreativas para as crianças e estandes de artesanato, promovendo integração e acolhimento para as famílias da comunidade escolar.  Ao todo, foram 152 doses de vacina aplicadas durante o evento. “A vacinação em escolas representa uma estratégia fundamental de cuidado e promoção da saúde pública, pois, além de contribuir para a construção de uma imunidade coletiva mais efetiva no ambiente escolar, desempenha um importante papel educativo na formação de cidadãos conscientes desde a infância sobre a importância das vacinas e dos cuidados com a saúde”, afirmou o diretor regional de Atenção Primária à Saúde da Região Norte, Alcir Galdino. Oferta de serviços de vacinação e distribuição de kits de saúde bucal durante evento em homenagem ao Dia das Mães promoveu integração e acolhimento | Fotos: Sandro Araújo/Agência Saúde DF Para Galdino, iniciativas como essa fortalecem a prevenção e aproximam os serviços da população. “Fortalece a prevenção de doenças, promove hábitos saudáveis e contribui para a construção de uma sociedade mais protegida, responsável e forma sujeitos alinhados aos objetivos da saúde pública”. A professora Bruna Moura, 38 anos, aproveitou a oportunidade para se vacinar contra a gripe. Integrante do grupo prioritário da campanha, ela ressaltou a importância da ação no ambiente escolar. “Eu acho excelente, principalmente num centro de ensino especial, que é uma comunidade específica. Muitas mães não têm como se locomover para uma unidade de saúde”, comentou. Bruna Moura: “Eu acho excelente [esse tipo de ação], principalmente num centro de Ensino Especial, que é uma comunidade específica” Helen Maressa, 41 anos, também participou da imunização e elogiou a iniciativa de integrar saúde e comunidade em eventos comemorativos. “Eu acho importante, não só para a escola e professores, mas para toda a comunidade escolar. Tem muitas pessoas que não têm acesso ou facilidade de ir num posto para se imunizar”, comentou. “A gente se sente pertencente”, completou. *Com informações da Secretaria de Saúde  

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Escolas, shoppings, feira e UBSs: saiba onde se vacinar neste sábado (9) no DF

Vacinas contra doenças como sarampo, febre amarela e coqueluche estarão disponíveis em 52 locais de atendimento neste sábado (9). Os pontos incluem dois shoppings — um no Plano Piloto e outro no Jardim Botânico —, escolas, a Feira Central de Ceilândia e 47 unidades básicas de saúde (UBSs). A lista completa com endereços e horários está disponível no site da Secretaria de Saúde (SES-DF). Para receber o imunizante, é importante apresentar um documento de identidade válido com foto e, se possível, a caderneta de vacinação | Foto: Matheus Oliveira/Agência Saúde DF Os imunizantes serão ofertados para pessoas de diferentes faixas etárias, conforme o calendário de vacinação e os grupos prioritários das campanhas. Adolescentes e adultos, por exemplo, poderão receber doses contra febre amarela, hepatite B, difteria e tétano (dT), além da tríplice viral, que protege contra sarampo, caxumba e rubéola. Jovens de 10 a 14 anos poderão tomar a vacina contra a dengue. Já idosos, crianças de até 5 anos e profissionais de diversas áreas, como professores e caminhoneiros, integram os públicos-alvo da vacinação contra a gripe (influenza). [LEIA_TAMBEM]É importante apresentar um documento de identidade válido com foto e, se possível, a caderneta de vacinação. As equipes irão conferir os registros e avaliar a necessidade de aplicação de doses. A SES-DF reforça que é possível se vacinar em qualquer posto disponível, independentemente do local de residência. Não haverá atendimento no domingo (10). Na segunda-feira (11), as mais de cem salas de vacinação reabrem em horário normal. *Com informações da Secretaria de Saúde (SES-DF)

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Carro da Vacina leva imunização a pontos de grande circulação em Ceilândia

O Carro da Vacina esteve em Ceilândia neste sábado (2), levando a imunização contra diversas doenças e infecções graves a pontos de grande circulação. A ação itinerante da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) passou pela Feira Permanente da Guariroba e pelo Fort Atacadista do Sol Nascente, ofertando à população doses do calendário vacinal adulto e infantil. Carro da Vacina esteve na Feira Permanente da Guariroba e no Fort Atacadista do Sol Nascente neste sábado (2) | Foto: Yuri Freitas/Agência Saúde DF Zildene Bitencourt, chefe do Núcleo de Vigilância Epidemiológica e Imunização (Nvepi) da Região Oeste, ressaltou que a estratégia tem se mostrado eficaz para ampliar a cobertura vacinal na capital. “O Carro da Vacina é a estratégia que utilizamos para levar a imunização para mais perto do cidadão. Estamos sempre mapeando nosso território, identificando locais com maior dificuldade de acesso e onde há maior concentração de pessoas”. O coordenador do Carro da Vacina, Alessandro Gutemberg, reforçou que o serviço, que opera aos finais de semana em locais de grande movimento, alcança quem não consegue ir a uma UBS durante a semana. “A ação vem facilitar a vida da população, porque há pontos onde a cobertura não chega tão próximo ao paciente. O que fazemos é levar a vacina até onde o povo está”. [LEIA_TAMBEM]Saúde mais perto de casa Quem aproveitou para se proteger foi o aposentado Elson Joaquim da Silva, 69 anos. Ele contou que não conseguiu se vacinar durante a semana, mas pôde se imunizar contra a influenza e a covid-19 no sábado. “Eu vi na televisão ontem, dizendo: ‘Ó, vai ter na Feira da Guariroba, vacina da covid, tal, tal e tal’. Eu moro aqui perto, na 10, daí ficou mais perto de casa. Facilitou muito, porque num dia de sábado a gente sempre tá à toa, então eu vim pra cá”. Outra que elogiou a iniciativa foi a também aposentada Luiza Dias da Silva, 75 anos. “A vacinação ter vindo pra cá facilitou muito. Eu costumo me vacinar num posto lá embaixo”, disse. “Quando minha filha pode me levar, vou com ela, mas quando não pode, vou a pé. Aí é muito longe, e eu tenho problema de coluna, né? Mas assim, pertinho, foi uma boa”. *Com informações da Secretaria de Saúde (SES-DF)

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BRT de Santa Maria recebe ação sobre saúde do trabalhador

Na estação do BRT de Santa Maria, a tarde desta terça (28) será marcada pelo Abril Verde – Trabalhador com Saúde. A iniciativa, que começa às 14h, é da Secretaria de Saúde (SES-DF), assinalando o mês de abril com a campanha Abril Verde, que tem como objetivo promover a conscientização sobre a importância da saúde e da segurança no trabalho, bem como a prevenção de acidentes e doenças relacionadas às atividades laborais.  Quem passar pela estação do BRT terá acesso à oferta de diversos serviços de saúde | Foto: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde-DF Durante a ação, trabalhadores que passarem pelo local terão acesso a serviços em saúde, como vacinação (calendário adulto), testes rápidos para HIV e hepatites virais, aferição de pressão arterial e aferição de índice glicêmico. Também haverá orientações sobre prevenção de acidentes de trabalho, riscos ocupacionais e a importância sobre a utilização de equipamentos de proteção individual (EPIs). Dados De acordo com o Boletim Epidemiológico em Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora - 2021/2025, no Distrito Federal foram registrados um total de 35,9 mil notificações de acidente de trabalho nos últimos cinco anos, com aumento da incidência dos registros dessas notificações a cada ano. Os trabalhadores do sexo masculino representam 76,2% dos casos de acidentes de trabalho, com a prevalência maior na faixa etária entre e 20 a 29 anos (29,8%).  [LEIA_TAMBEM]Quanto às ocupações, os acidentes de trabalho ocorridos com pedreiros (10,2%) lideram isoladamente o ranking, seguido por motofretistas (3,8%), açougueiros (3,7%), empregados domésticos (3,7%), serralheiros (3,6%) e serventes de obras (3,6%).  Acidente de trabalho Acidente de trabalho é definido como todo caso de acidente por causas não naturais compreendidas como situações e violências, que ocorrem no ambiente de trabalho ou quando o trabalhador estiver desempenhando atividades relacionadas à sua função, a serviço do empregador ou representando os interesses do mesmo (típico) ou no percurso entre a residência e o trabalho (trajeto) que provoca lesão corporal ou perturbação funcional, podendo causar a perda ou redução temporária ou permanente da capacidade para o trabalho e até mesmo a morte do trabalhador e da trabalhadora. A campanha Abril Verde reforça a necessidade de sensibilização contínua sobre a importância da prevenção de acidentes de trabalho, do uso adequado de equipamentos de proteção e do cuidado integral com a saúde física e mental do trabalhador. Abril Verde — Trabalhador com Saúde → Data: terça-feira (28) → Horário: das 14 às 17h → Local: Estação do BRT de Santa Maria — QR 119. *Com informações da Secretaria de Saúde  

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Vacinação contra gripe, sarampo e febre amarela ocorre em 52 pontos do DF neste sábado (25)

A Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) terá 52 locais de vacinação neste sábado (25). A lista inclui o Venâncio Shopping, no Plano Piloto; a Feira do Produtor, em Ceilândia; escolas no Sol Nascente e em São Sebastião; e 47 unidades básicas de saúde (UBSs) em 21 regiões administrativas. É possível se imunizar em qualquer um desses postos, independentemente do local de residência. A lista completa com endereços e horários está disponível no site da pasta. Para se vacinar, orienta-se levar documento de identificação válido com foto, caderneta de vacinação e comprovação de pertencimento a um dos grupos prioritários | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde DF O foco estará na proteção, principalmente, contra o vírus influenza. A vacina é aplicada em grupos considerados mais vulneráveis, de acordo com diretrizes do Ministério da Saúde. Estão incluídos crianças de 6 meses a 5 anos, 11 meses e 29 dias; gestantes; puérperas até 45 dias após o parto; idosos a partir de 60 anos; pessoas com comorbidades ou deficiências; indígenas e quilombolas; e profissionais de diversas áreas. Mais informações aqui. Em todos os locais, orienta-se levar documento de identificação válido com foto, caderneta de vacinação e comprovação de pertencimento a um dos grupos prioritários. Nos casos de profissões, pode ser apresentado crachá, contracheque ou outro documento que comprove a atividade. Já para pessoas com doenças crônicas ou deficiência permanente, é necessário apresentar exames ou relatório médico. [LEIA_TAMBEM]Outras vacinas A ação deste sábado também incluirá outros imunizantes, aplicados conforme as faixas etárias. Crianças e adolescentes de 10 a 14 anos, por exemplo, podem receber doses contra a dengue. Adultos podem ser vacinados contra sarampo e febre amarela. Já as crianças contam com uma série de vacinas, sempre aplicadas conforme o calendário de rotina. Não haverá atendimento no domingo (26). Já na segunda-feira (27), as mais de cem salas de vacinação reabrem em horário normal de funcionamento.

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Chegada da influenza K reforça importância da vacinação

A confirmação da presença do vírus Influenza A (H3N2) subclado K no Distrito Federal não representou, até o momento, uma mudança no padrão dos casos de gripe no Distrito Federal. A morte de uma adolescente de 17 anos com a variante, porém, reforça a importância das vacinas para prevenir casos graves da doença e hospitalização.  Rede de unidades básicas de saúde — algumas funcionam no período noturno e também aos sábados — é a principal porta de entrada para atendimento a pacientes com sintomas gripais | Foto: Sandro Araújo | Agência Saúde-DF Na rede pública, a vacinação contra a influenza, iniciada em 25 de março, já alcançou mais de 100 mil pessoas — a meta é chegar a 1,1 milhão. A imunização é gratuita e está disponível em diversas unidades da Secretaria de Saúde (SES-DF). Este ano, a vacina protege contra três variantes do vírus. A vacina é voltada a grupos prioritários e considerados mais vulneráveis pelo Ministério da Saúde. Entre os principais públicos estão crianças de 6 meses a 5 anos, 11 meses e 29 dias; idosos a partir dos 60 anos; gestantes; puérperas até 45 dias após o parto; pessoas com comorbidades e deficiências; indígenas e quilombolas; população privada de liberdade; e uma série de profissões, como professores, caminhoneiros, policiais e militares das Forças Armadas.  Outros vírus e medicação A influenza não é a única causadora da chamada Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG). Mulheres a partir das 28 semanas de gestação, por exemplo, devem vacinar-se contra o Vírus Sincicial Respiratório (VSR), principal agente da bronquiolite em recém-nascidos. Idosos a partir dos 60 anos fazem parte do grupo ao qual se destina a vacina contra covid-19 O VSR é foco, ainda, do nirsevimabe, um anticorpo oferecido a bebês de até seis meses e que tenham nascido prematuros, com menos de 37 semanas de idade gestacional. Também é aplicado em crianças menores de 24 meses com comorbidades. Já os bebês que receberam o palivizumabe em 2025 e que tenham menos de um ano devem tomar novas doses, com foco na proteção contra o VSR.  A vacinação em combate à covid-19, por sua vez, é destinada a uma série de grupos, incluindo todos os idosos a partir dos 60 anos e crianças de 6 meses a menores de 5 anos.  Mudança no clima Casos de síndrome respiratória no DF, de janeiro até agora, passam de 1.600 | Foto: Matheus Oliveira/Agência Saúde-DF Entre janeiro e 14 de abril deste ano, o DF registrou 1.627 casos de SRAG, dos quais 67 foram causados pelo vírus influenza, 199 pelo VSR, 303 pelo metapneumovírus, 537 pelo rinovírus, 71 por outros vírus respiratórios e 33 por covid-19. Em 434 casos, não foi especificado o tipo de vírus, e, em dois, houve a presença de outro agente. Há ao menos 175 codetecções com vírus distintos identificados de maneira simultânea.  O crescimento dos casos de março a julho ocorre, principalmente, devido ao clima mais frio e seco, que facilita a circulação de vírus e resseca as vias respiratórias, deixando o organismo mais vulnerável. Também é uma época em que as pessoas costumam ficar mais tempo em locais fechados, com pouca ventilação, facilitando a transmissão. [LEIA_TAMBEM]Por meio do Laboratório Central de Saúde Pública do Distrito Federal (Lacen-DF), a Diretoria de Vigilância Epidemiológica da SES-DF acompanha o cenário na capital, incluindo o sequenciamento genético dos vírus em circulação. Até 15 de abril, a equipe laboratorial identificou o subtipo H3N2 (clado 3C.2a1b.2a.2a.3a.1 e subclado K) em 13 amostras de vírus influenza A.  Onde buscar atendimento Os sintomas da influenza K podem ser confundidos com aqueles causados por outros vírus respiratórios e até outras variantes. Em caso de sinais leves, a orientação da SES-DF é buscar uma das 183 unidades básicas de saúde (UBSs). Desse total, 66 UBSs abrem nas manhãs de sábado, das 7h às 12h, enquanto nove funcionam de segunda a sexta-feira até as 22h. Se houver sintomas mais graves, recomenda-se procurar uma das 13 unidades de pronto atendimento (UPAs) ou os hospitais da rede SES-DF. O atendimento é feito por um protocolo de cores que define a gravidade do caso e o tempo de espera previsto.   *Com informações da Secretaria de Saúde    

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População tem oferta de vacinas em feiras de Ceilândia

Quem foi fazer compras neste sábado (18) teve a oportunidade de colocar a vacinação em dia no Shopping Popular e na Feira Central de Ceilândia. A Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) disponibilizou equipes para imunizar pessoas de todas as faixas etárias. Além das ações itinerantes, 46 unidades básicas de saúde abriram as portas no sábado em todo o DF. Em cada local de atendimento, os profissionais da SES-DF ofereceram vacinas conforme idade, profissão e doenças prévias. Crianças e adolescentes de 10 a 14 anos receberam a vacina da dengue. Já idosos, crianças de até 5 anos e profissionais de diversas áreas receberam proteção contra a gripe (influenza). Também foram disponibilizadas vacinas para febre amarela, sarampo, tétano e difteria. Antônia Amaral, 40 anos, levou toda a família à Feira Central de Ceilândia para atualizar a caderneta no carro da vacina. “Já vacinei aqui ano passado. Aproveitei que fica mais perto para a gente e é no sábado. Só não vem quem não quer”, brinca. “Tomar a vacina ajuda a cuidar da saúde e prevenir doenças”, completou a filha Emanuela, 13 anos. Secretaria de Saúde disponibilizou equipes para imunizar pessoas de todas as faixas etárias em diversos pontos do DF | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde DF A atendente Gabrielly Magalhães, 19 anos, aproveitou a ação no Shopping Popular para se imunizar contra o HPV. “Trabalho aqui, então foi muito prático para mim. O shopping é bem movimentado e muita gente que passa teve essa oportunidade. Tomei a HPV, que é muito importante, principalmente para as mulheres”, relata. O imunizante contra HPV está disponível para jovens, meninos e meninas, de 9 a 14 anos. Quem tem até 19 anos pode se vacinar até o final de junho. Feriado prolongado Por conta do feriado de Tiradentes e do aniversário de Brasília, não haverá vacinação na segunda (20) e na terça-feira (21). Durante o feriado prolongado, apenas serviços de emergência e urgência funcionam normalmente. Domingo (19), como de costume, não há vacinação. Na quarta-feira (22), as mais de cem salas de vacinação do DF voltam a abrir em horário normal. A lista completa com endereços e horários de atendimento está disponível no site da SES-DF. *Com informações da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF)

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Imunize-se: sábado tem vacinação em feira e shoppings

Quem for fazer compras neste sábado (18) terá a chance de colocar a vacinação em dia. A Secretaria de Saúde (SES-DF) terá equipes para atendimento no Shopping Popular de Ceilândia, na Feira Central de Ceilândia e no Shopping Boulevard, no final da Asa Norte. Além das 46 UBSs abertas no sábado, outros pontos distintos do DF vão disponibilizar a vacina | Foto: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde-DF Além disso, 46 unidades básicas de saúde (UBSs) abrem as portas no sábado para vacinação. Por sua vez, no Itapoã, a Fazenda Velha recebe o Carro da Vacina. A lista completa com endereços e horários de atendimento está disponível no site da SES-DF. A vacinação é destinada a pessoas de todas as faixas etárias. Em cada local de atendimento, as equipes estão preparadas para indicar quais vacinas são necessárias, conforme a idade. Público [LEIA_TAMBEM]Crianças e adolescentes de 10 a 14 anos podem receber a vacina contra a dengue. Idosos, crianças de até 5 anos e profissionais de diversas áreas, como professores e caminhoneiros, podem se vacinar contra a gripe (influenza). Haverá ainda outras vacinas para proteger contra doenças como febre amarela, sarampo, tétano e difteria. A orientação é levar um documento de identidade e, se possível, a caderneta de vacinação. Caso não tenha mais a caderneta, a pessoa pode ir até uma UBS para ver se está em dia com a vacinação. As equipes vão conferir os registros e avaliar a aplicação de doses. Não haverá vacinação no domingo (19). Por conta do feriado de Tiradentes e do aniversário de Brasília, também não haverá imunização nas salas da SES-DF na segunda-feira (20) nem na terça-feira (21), datas em que apenas serviços de emergência e urgência funcionam normalmente. Já na quarta-feira (22), as mais de 100 salas de vacinação do DF voltam a abrir em horário normal. *Com informações da Secretaria de Saúde (SES-DF)    

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Aumento de casos de síndrome gripal exige atenção redobrada com crianças e idosos

O mês de março marcou o início de um período que preocupa muitos pais e responsáveis: a sazonalidade das infecções respiratórias virais. Tosses, corizas, dores de garganta, catarro, febre e diversos outros sintomas começam a aparecer com mais frequência nos lares, exigindo atenção redobrada com a prevenção e o cuidado. Estação atual é marcada pelo aumento das síndromes gripais, que podem ser identificadas a partir de vários sintomas | Fotos: Matheus Oliveira/Agência Saúde-DF  Esse período não está associado a uma única doença, mas ao aumento das chamadas síndromes gripais (SGs). Um indivíduo é classificado com SG se apresentar uma infecção respiratória, com início nos últimos sete dias, com pelo menos dois desses sintomas: tosse, coriza, dor de garganta, congestão nasal, febre, dor de cabeça, dor no corpo e calafrio. “É bom fazer uma avaliação se a pessoa tiver febre por mais de 72 horas seguidas. Se a febre já passou por mais de 48 horas, mas retornou, também cabe uma avaliação” Camila Damasceno, médica da Secretaria de Saúde Nos casos mais graves, pode haver a evolução para a síndrome respiratória aguda grave (SRAG), que ocorre quando o paciente hospitalizado com SG apresenta agravamento, como dispneia (dificuldade de respirar), taquipneia (respiração rápida) e baixa saturação de oxigênio. Sintomas Camila Damasceno, médica e referência técnica distrital (RTD) de família e comunidade da Secretaria de Saúde (SES-DF), aponta os principais sintomas aos quais a pessoa deve ficar atenta para procurar um serviço de emergência: “Se tiver alguma dificuldade para respirar, se a respiração está acelerada ou com chiado; se a pessoa estiver muito prostrada, se sentindo muito fraca, com sensação de desmaio”. A especialista orienta sobre o cuidado com as altas temperaturas do corpo: “É bom fazer uma avaliação se a pessoa tiver febre por mais de 72 horas seguidas. Se a febre já passou por mais de 48 horas, mas retornou, também cabe uma avaliação”. Sintomas como convulsões ou confusão mental também são sinais de alerta. “Em caso de sintomas leves, o ideal é que a pessoa procure a Unidade Básica de Saúde (UBS), para que o enfermeiro ou médico avalie e oriente direito como será o tratamento”, reforça a médica. “Na presença de sinais de gravidade, a pessoa deve procurar o serviço de emergência, como uma UPA ou pronto-socorro, principalmente nos períodos em que a UBS estiver fechada.” Aumento [LEIA_TAMBEM]O alerta se intensifica diante de dados recentes. Nos últimos anos, foram notificados mais de 21 mil casos de SRAG em residentes do DF. De 2024 para 2025, houve um aumento de 25%, após um período de queda, sinalizando uma retomada da circulação viral — foram 6,5 mil casos, em 2024, e 8 mil casos, em 2025. O crescimento dos casos entre março e julho se dá, principalmente, devido ao clima mais frio e seco, que facilita a circulação de vírus e resseca as vias respiratórias, deixando o organismo mais vulnerável. Também é uma época em que as pessoas costumam ficar mais tempo em locais fechados, com pouca ventilação, facilitando a transmissão. Alguns vírus apresentam melhor sobrevivência em temperaturas mais baixas. Mudanças de temperatura e a menor exposição ao sol também podem afetar o sistema imunológico. As faixas etárias mais suscetíveis à evolução para formas graves de infecções respiratórias agudas incluem crianças menores de cinco anos e idosos, devido à imaturidade ou declínio da resposta imunológica. Prevenção e cuidados A vacinação segue como a principal estratégia para prevenir casos graves contra os vírus respiratórios e reduzir a incidência, gravidade e número de mortes. Hábitos cotidianos também são fundamentais para reduzir a transmissão, como higienizar as mãos, dar preferência a ambientes naturalmente ventilados, isolar-se em casos suspeitos, manter o ambiente limpo e evitar aglomerações em locais fechados. Veja, abaixo, as vacinas oferecidas na rede pública de saúde do Distrito Federal. Arte: SES-DF *Com informações da Secretaria de Saúde (SES-DF)    

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Viajantes e profissionais da área de turismo devem se vacinar contra o sarampo

Quem está com viagem marcada para outros países, principalmente Estados Unidos, Canadá e México, ou quem trabalha em contato direto com público internacional em locais como embaixadas, aeroporto, rodoviária e do setor de turismo, deve conferir como está a vacinação contra o sarampo. A doença é evitável com a imunização, mas, desde o ano passado, já teve quase 15 mil casos confirmados nas Américas. No Brasil, foram 38 confirmações em 2025 e duas em 2026. No DF, o último caso foi em 2025, de uma pessoa que se contaminou em outro país.  Vacinas estão disponíveis em diversas salas especiais da rede pública de saúde | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde-DF De acordo com a Secretaria de Saúde (SES-DF), a principal medida para evitar que eventuais “casos importados” se propaguem por aqui é assegurar a vacinação. “O sarampo é uma doença altamente contagiosa, que pode causar complicações graves e levar a óbito”, afirma a gerente da Rede de Frio Central da secretaria, Tereza Luiza Pereira. ”Quando a maior parte da população está vacinada, o vírus praticamente não circula. Isso cria uma barreira de proteção coletiva, que protege as pessoas mais frágeis”. Proteção O imunizante está disponível nas salas de vacinação da SES-DF. Basta comparecer com documento de identidade e, se possível, com a caderneta de vacinação. Pessoas de 1 a 29 anos, além de profissionais de saúde de qualquer idade, devem receber duas doses da vacina tríplice viral. Já adultos de 30 a 59 anos precisam tomar uma dose. A vacina tríplice viral também assegura proteção contra rubéola e caxumba. No Hran, a Sala do Viajante é um local onde qualquer cidadão pode obter orientações sobre vacinação Tereza Pereira lembra que, dos 38 casos confirmados no Brasil em 2026, 36 foram em pessoas sem registro vacinal. No DF, a cobertura está próxima do ideal, mas não atingiu a meta de 95%. Entre as crianças de 12 meses a 2 anos, está em 85,6% para uma dose e 81,2% para duas doses. Adultos em dúvida se foram ou não vacinados devem comparecer a uma unidade básica de saúde (UBS), preferencialmente com a caderneta. A SES-DF também oferece o serviço na Sala do Viajante, localizada no Hospital Regional da Asa Norte Norte (Hran), que presta informações completas de cuidados para quem vai sair do país.  DF monitora cenário [LEIA_TAMBEM]Mesmo sem casos em 2026 no DF, a doença é um dos focos de trabalho do Comitê de Monitoramento de Eventos em Saúde do Distrito Federal (Cmesp-DF), formado por especialistas de diversas áreas da SES-DF. O grupo tem acompanhado a evolução de números tanto no Brasil quanto no exterior.  “Espaços como o Cmesp-DF são fundamentais para fortalecer a capacidade da SES-DF de antecipar riscos e responder de forma oportuna a possíveis ameaças à saúde pública”, explica a diretora de Vigilância Epidemiológica da SES-DF, Juliane Malta. “Ao acompanhar rumores e eventos internacionais, o comitê permite a detecção precoce de situações que podem impactar o território local, mesmo antes da confirmação oficial de casos.” O objetivo é ter agilidade se algum caso for identificado no DF. Em 2023, a capital registrou 30 casos suspeitos da doença, sem nenhuma confirmação. Em 2024, foram 36 notificações, também sem confirmações. Em 2025, outras 71 suspeitas foram investigadas e descartadas, além do caso confirmado. “A existência de um plano previamente elaborado e amplamente divulgado, baseado em diferentes cenários epidemiológicos, garante que a Secretaria de Saúde esteja preparada para agir de forma organizada diante de uma eventual emergência” Juliane Malta, diretora de Vigilância Epidemiológica da SES-DF Quando houve a confirmação, a SES-DF executou uma série de ações para evitar novas ocorrências — como uma busca ativa por 278 pessoas que tiveram contato com o paciente, que permaneceu em isolamento domiciliar para evitar a transmissão. Estratégias Além de orientações sobre a doença, sinais de alerta e da verificação dos registros de vacinação, foi feito o bloqueio vacinal seletivo, uma estratégia para assegurar a proteção de todos que possam ter tido contato com o vírus. Foi ainda emitido um comunicado para toda a rede pública e privada de saúde. Para agilizar essas ações, a SES-DF segue o Plano Distrital de Resposta Rápida a Casos e Surtos de Sarampo, um conjunto de medidas já pré-determinadas. “A existência de um plano previamente elaborado e amplamente divulgado, baseado em diferentes cenários epidemiológicos, garante que a Secretaria de Saúde esteja preparada para agir de forma organizada diante de uma eventual emergência”, assegura Juliane Malta. “Esse planejamento define fluxos, responsabilidades e medidas a serem adotadas em cada situação, o que permite uma resposta coordenada, oportuna e eficaz entre as equipes envolvidas, contribuindo para reduzir riscos e evitar a propagação da doença.”   *Com informações da Secretaria de Saúde

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Vacinação contra febre amarela em crianças está abaixo da meta no DF

Pais e responsáveis devem ficar atentos. A vacinação contra a febre amarela em crianças no Distrito Federal está abaixo da meta. Atualmente, a cobertura é de 85,6% entre menores de 1 ano — percentual inferior aos 95% recomendados pelo Ministério da Saúde. O dado reforça a importância de manter a caderneta de vacinação atualizada. Os pais de Cecília Lustoza, de 10 meses, sabem dessa necessidade e levaram a filha para tomar a primeira dose do imunizante em uma sala de vacinação da Secretaria de Saúde (SES-DF), na Administração Regional de Águas Claras. "A vacina é muito importante porque é a melhor forma de prevenir doenças. Precisamos aproveitar que o SUS [Sistema Único de Saúde] disponibiliza esse imunizante para manter a saúde das crianças em dia", ressaltou o pai, Eduardo Lustoza. A pequena Cecília Lustoza, de 10 meses, recebeu a primeira dose da vacina contra a febre amarela; esquema será completado com reforço aos 4 anos | Fotos: Matheus Oliveira/Agência Saúde DF Recomendação O esquema vacinal prevê uma dose aos 9 meses de idade e uma de reforço aos 4 anos. Crianças a partir de 5 anos que tenham recebido apenas a primeira dose devem completar o esquema com o reforço. Para quem não possui registro de vacinação, a recomendação é de dose única para pessoas de 5 a 59 anos. Indivíduos com 60 anos ou mais podem ser imunizados mediante avaliação médica individualizada. As vacinas estão disponíveis em mais de 170 salas de vacinação distribuídas pelo DF. A gerente da Rede de Frio Central da SES-DF, Tereza Luiza Pereira, destaca a relevância da imunização: "A vacina contra a febre amarela é segura, eficaz e representa a principal forma de prevenção contra a doença. Manter a caderneta atualizada é fundamental para proteger as crianças. A Rede de Frio possui 27 mil doses, e as salas de vacinação, outras 23 mil em estoque". [LEIA_TAMBEM]Pessoas com histórico de alergia grave a ovo de galinha ou à gelatina devem passar por avaliação médica antes da aplicação. Doença A febre amarela é uma doença infecciosa aguda, de evolução rápida e gravidade variável. Os sintomas iniciais incluem febre súbita, calafrios, dor de cabeça intensa, dores nas costas, dores no corpo, náuseas, vômitos, fadiga e fraqueza. Nos casos graves, podem ocorrer febre alta, hemorragia, pele e olhos amarelados (icterícia) e, eventualmente, choque e insuficiência de múltiplos órgãos. *Com informações da Secretaria de Saúde (SES-DF)

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Vacinação em dia: Saúde já enviou mais de 6 milhões de mensagens para alertar sobre atualização da caderneta

Você já recebeu uma mensagem em seu celular perguntando se é responsável por uma criança ou adolescente e alertando sobre vacinas em atraso? A iniciativa é adotada desde 2024 pela Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) e já disparou mais de 6 milhões de alertas sobre os imunizantes que não estão em dia. O objetivo é ampliar a cobertura vacinal e prevenir a reintrodução de doenças graves no Distrito Federal. No entanto, apesar do número significativo de mensagens enviadas por aplicativo, somente cerca de 800 mil tiveram interações dos usuários. Os comunicados consideram o calendário vacinal de rotina e a faixa etária do público-alvo. São imunizantes que previnem difteria, tétano, coqueluche, hepatite B, meningite, dengue, pneumonia, poliomielite e diarreias graves. Como funciona As mensagens são enviadas pelo aplicativo WhatsApp, por ser uma ferramenta de comunicação amplamente utilizada e bem aceita pela população. O sistema utilizado para o envio é o da Secretaria de Economia do Distrito Federal (SEEC-DF) com as informações encaminhadas pela Secretaria de Saúde. Apesar do número significativo de mensagens enviadas por aplicativo, somente cerca de 800 mil tiveram interações dos usuários | Foto: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde-DF Segurança É importante ressaltar que os comunicados são seguros e não solicitam dados sigilosos ou restritos. O contato tem caráter informativo e pergunta apenas se a criança ou adolescente já foi imunizado e, caso não tenha ocorrido a vacinação, se há intenção de comparecer a uma Unidade Básica de Saúde (UBS) para atualização da caderneta. Caso não haja interação, as notificações poderão ser cessadas. Por isso, é fundamental que o cidadão responda as mensagens automáticas, pois o sistema também é usado para outras comunicações relevantes. Para o diretor de Estratégia da Saúde da Família da SES-DF, Ricardo Ramos, a ferramenta é primordial para aprimorar os serviços da rede. “O envio de mensagens é uma estratégia para aproximar os serviços de saúde da população, facilitando o acesso à informação e contribuindo para que crianças e adolescentes mantenham a vacinação em dia, de forma prática e segura”, explica. Dúvidas comuns Apesar de iniciado há dois anos, o tema ainda levanta algumas dúvidas. Confira abaixo as respostas para as perguntas mais frequentes. Arte: Agência Saúde-DF *Com informações da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF)

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DF intensifica vacinação contra gripe entre profissionais de saúde

Em um momento de maior circulação de vírus respiratórios, proteger quem está na linha de frente também é proteger os pacientes. O Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), unidade administrada pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), iniciou a vacinação contra a gripe para todos os trabalhadores da unidade, incluindo equipes próprias e terceirizadas. A ação segue o calendário oficial do Distrito Federal, iniciado no dia 25 deste mês, e prioriza profissionais da saúde, considerados mais expostos ao risco de infecção. “Garantir a vacinação dentro do próprio hospital facilita o acesso e fortalece a proteção de quem cuida e de quem é cuidado”, explica a chefe do Núcleo de Vigilância Epidemiológica do HRSM, Larysse Lima. Para ampliar a adesão, a unidade organizou horários estendidos. A vacinação ocorre de segunda a sábado, das 7h30 às 18h, durante os meses de março e abril, além de ações no período noturno. A estratégia busca alcançar trabalhadores com diferentes jornadas, especialmente aqueles com mais de um vínculo. Entre os profissionais já imunizados está a médica endocrinologista Juliana Figueiredo. Para ela, a vacinação é uma responsabilidade coletiva. “Além de proteger a nossa saúde, a vacina ajuda a interromper a transmissão dentro do hospital, preservando pacientes que já estão mais vulneráveis”, afirma. A campanha também será realizada no Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), com previsão para a segunda quinzena de abril, ampliando a proteção entre trabalhadores das unidades administradas pelo IgesDF. O Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) iniciou a vacinação contra a gripe para todos os trabalhadores da unidade, incluindo equipes próprias e terceirizadas | Foto: Divulgação/IgesDF O que é a gripe A gripe, ou influenza, é uma infecção respiratória aguda com alta capacidade de transmissão. No Brasil, circula durante todo o ano, com picos em determinadas épocas. Os vírus influenza A e B são os principais responsáveis por epidemias sazonais. Dados da Secretaria de Saúde (SES-DF) indicam que, em 2025, houve predominância de rinovírus (34,1%) e influenza A (32,9%) entre os casos com identificação viral. Também foram registrados Sars-CoV-2, vírus sincicial respiratório, adenovírus, metapneumovírus e influenza B. Quem pode se vacinar A vacinação contra a gripe no Distrito Federal é voltada aos grupos prioritários, que somam mais de 1,1 milhão de pessoas. Estão incluídos: - crianças de 6 meses a menores de 6 anos; - idosos a partir de 60 anos; - gestantes; - pessoas com doenças crônicas ou deficiências; - profissionais de áreas essenciais. As doses estão disponíveis em mais de cem salas de vacina nas unidades básicas de saúde. A orientação é procurar a unidade mais próxima para garantir a proteção. *Com informações do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF)

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Rede pública de saúde do DF reduz descarte de vacinas para menos de 1%

A Secretaria de Saúde (SES-DF) ampliou o percentual de aproveitamento do estoque de vacinas. Em 2024, 2,8 milhões de doses foram aplicadas, enquanto 36,5 mil (1,27%) foram descartadas por terem atingido o prazo de validade. Já em 2025, ao mesmo tempo em que o número de doses aplicadas subiu para 2,9 milhões, a quantidade de vacinas vencidas caiu para 27,3 mil, chegando a uma taxa de perda de 0,94%. "Nosso foco é assegurar o aproveitamento máximo das vacinas recebidas”, afirma a gerente da Central Distrital da Rede de Frio da SES-DF, Tereza Luiza Pereira. De acordo com a servidora, há três frentes principais de trabalho para garantir esse resultado: investimento em logística, estratégias de busca ativa da população e capacitação das equipes. Em 2025, a Secretaria de Saúde perdeu menos de 1% das vacinas por atingirem o prazo de validade, o que reflete o sucesso das estratégias de imunização | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde DF Investimento e ação Em 2022, a Central de Rede de Frio, localizada no Setor de Indústria e Abastecimento (SIA), recebeu incremento em seu parque tecnológico com a aquisição de novas câmaras frias, somando 10 mil litros de capacidade de armazenamento. Somente esse investimento foi de R$ 298 mil. No ano passado, a área de armazenamento, no Hospital Regional de Taguatinga (HRT), foi ampliada de 12 para 16 refrigeradores, cada um com volume de 400 litros. A manutenção de equipamentos nas unidades básicas de saúde (UBSs), além da disponibilidade de insumos como seringas, permite que a SES-DF mantenha mais de cem salas de vacinação em funcionamento todos os dias úteis. Em paralelo, há ações de busca ativa da população elegível para vacinação. Somente em 2025, equipes da SES-DF aplicaram 154,9 mil doses em 1.085 ações extramuros, como são chamadas as atividades realizadas em praças, escolas, feiras, shoppings, parques, igrejas, supermercados, órgãos públicos e outros locais com grande circulação de pessoas, além do Carro da Vacina, que percorre áreas como núcleos rurais. "Ao ampliar pontos, horários e formatos de atendimento, a Secretaria de Saúde facilita o acesso das pessoas à vacinação durante as atividades do dia a dia, reduzindo barreiras como tempo e deslocamento", explica a gerente da Central de Rede de Frio. Busca ativa: somente no ano passado, equipes da SES-DF aplicaram 154,9 mil doses em 1.085 ações extramuros, realizadas em praças, shoppings e locais de grande circulação| Foto: Ualisson Noronha/Agência Saúde DF Essas ações são possíveis tanto por conta dos investimentos em logística, como a disponibilidade de veículos e de caixas térmicas, quanto pelo planejamento detalhado das atividades. "Todas as caixas de vacina têm mapa de controle de temperatura, que é verificada e registrada de hora em hora, conforme as recomendações técnicas. Já a quantidade de seringas é calculada proporcionalmente ao número de doses que serão levadas para a ação", detalha Zildene Bitencourt, chefe do Núcleo de Vigilância Epidemiológica e Imunização da Região Oeste de Saúde, responsável pela área de Ceilândia, Sol Nascente/Pôr do Sol e Brazlândia. Iniciado em 2022 como um projeto-piloto nessas regiões administrativas, como estratégia para ampliar a oferta das vacinas contra a covid-19, o Carro da Vacina foi aprimorado e hoje leva à população imunizantes previstos no calendário de rotina, que previnem contra diversas doenças, como febre amarela, tétano, sarampo, covid-19, gripe, coqueluche e pólio, entre outras. A exceção é a BCG, aplicada em recém-nascidos ainda na maternidade. A iniciativa da SES-DF também foi ampliada com a chegada de mais veículos, e, atualmente, o projeto é replicado em outras regiões administrativas. Arte: Agência Saúde DF Capacitação de servidores Manter as cem salas de vacina e realizar as ações extramuros, ao mesmo tempo em que se mantém uma porcentagem baixa de perdas, depende da capacitação de servidores. Por isso, entre 2024 e 2025, a Central de Rede de Frio realizou 43 treinamentos, alcançando quase dois mil profissionais. Em cada um desses encontros, foram apresentados cuidados no manejo das vacinas, técnicas de aplicação, precauções para evitar perdas e boas práticas adotadas. Adesão das famílias Apesar do esforço da SES-DF para reduzir as perdas vacinais, a adesão das famílias é considerada fundamental, de acordo com o secretário de Saúde, Juracy Lacerda. "O Governo do Distrito Federal tem feito os investimentos necessários para a vacinação, porém é importante salientar a necessária adesão do público, especialmente pais e responsáveis, que devem levar as crianças e os adolescentes aos locais de vacinação", afirma. [LEIA_TAMBEM]Em 2024 e 2025, a principal vacina perdida foi a da covid-19. Hoje, a recomendação é a aplicação de doses para grupos específicos, como pessoas com comorbidades, idosos a partir dos 60 anos e crianças entre 6 meses e menores de 5 anos. No entanto, os dados da SES-DF apontam que apenas 17,8% das crianças dessa faixa etária estão protegidas. A meta é de 90%. Outro alerta é para as vacinas contra a dengue destinadas ao público de 10 a 14 anos. A campanha foi iniciada em fevereiro de 2024, e já foram aplicadas 183,4 mil doses até janeiro de 2026 nesse grupo, mas a cobertura ainda está longe da meta de 90%. Para a primeira dose, a cobertura é de 64,1%, e apenas 39% do público-alvo completou o esquema vacinal de duas doses. O pior resultado é entre crianças de 10 anos: 41,9% tomaram a primeira dose, e apenas 16% completaram o esquema vacinal. Em cada sala de vacinação, ou mesmo nas ações extramuros, as equipes estão preparadas para analisar a caderneta de vacinação e avaliar a situação de pessoas de qualquer faixa etária. Dependendo do caso, as vacinas podem ser administradas na mesma hora. Em caso de perda da caderneta, é feita busca nos sistemas digitais de registro. Ampliação de público A ampliação do público-alvo, a fim de evitar a perda de doses por vencimento, é uma estratégia utilizada pela SES-DF. No entanto, essas e outras recomendações dependem do Ministério da Saúde, responsável pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI), em razão das regras de uso. *Com informações da Secretaria de Saúde (SES-DF)

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Carro da Vacina passa por área rural do DF neste sábado (7)

Sábado (7) é dia de ampliar a proteção da população do Distrito Federal contra doenças que podem ser evitadas com vacinas. Haverá atendimento a pessoas de todas as faixas etárias em 49 unidades básicas de saúde (UBSs), enquanto o Carro da Vacina percorrerá o Núcleo Rural Boa Esperança, em Ceilândia. A lista completa com endereços e horários está disponível no site da Secretaria de Saúde. [LEIA_TAMBEM]Estarão disponíveis vacinas contra doenças como febre amarela, pólio, meningite, covid-19, sarampo, tétano, difteria e hepatite. A aplicação ocorre conforme o Calendário de Vacinação, de acordo com a faixa etária de cada pessoa. A orientação da Secretaria de Saúde (SES-DF) é levar um documento de identificação e, se disponível, a caderneta de vacinação. Em cada local, as equipes estão preparadas para avaliar a situação vacinal e indicar a aplicação dos imunizantes. Se necessário, mais de uma vacina pode ser aplicada na mesma visita. Não haverá vacinação no domingo (8). Já na segunda-feira (9), mais de cem salas abrem para atendimento a partir das 7h. *Com informações da Secretaria de Saúde (SES-DF)

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Prevenir, monitorar e atender são as estratégias do DF contra as viroses infantis

Vírus sincicial respiratório (VSR), influenza e Sars-CoV-2, responsável pela covid-19: estes são alguns dos causadores do histórico aumento do número de casos de infecções respiratórias em crianças, todos os anos no Distrito Federal, entre março e julho. O período de sazonalidade é causado por fatores como condições climáticas no período de transição de verão para outono e inverno. Para enfrentar esse desafio, a Secretaria de Saúde (SES-DF) vai colocar em ação um plano elaborado para prevenir casos, monitorar a circulação de cada vírus e oferecer tratamento rápido.  Crianças com quadros graves de doenças respiratórias contam com leitos de Unidade de Terapia Intensiva Pediátrica | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde-DF  “Os últimos anos reforçaram a importância do planejamento antecipado e da atuação integrada da rede de saúde”, aponta a médica Juliana Macêdo, coordenadora de Atenção Especializada à Saúde da secretaria. “O objetivo é reduzir casos graves, evitar desassistência e garantir maior segurança às crianças e suas famílias.” O plano contempla as fases de preparação, mobilização, alerta, emergência e crise, conforme o número de casos registrados e  de pacientes atendidos. “O foco está na antecipação das medidas, no reforço da capacidade de resposta e na integração do atendimento, além da intensificação das ações de prevenção e comunicação com a população”, explica a gestora.  Prevenção A vacinação é uma das principais medidas preventivas no combate às síndromes respiratórias agudas graves | Foto: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde-DF  Na primeira fase, destacam-se as medidas preventivas. Além de orientações gerais à população, como evitar a circulação em caso de doenças respiratórias, é indicada a vacinação contra os vírus influenza e covid-19, atividades que já fazem parte do dia a dia da SES-DF.  “A imunização é a principal estratégia para reduzir casos graves, internações e óbitos, além de otimizar o uso das doses já disponíveis” Tereza Pereira, gerente da Rede de Frio Central da Secretaria de Saúde Ao longo de 2025, e nas primeiras semanas de 2026, já foram aplicadas mais de 880 mil doses da vacina contra a influenza. De acordo com os levantamentos populacionais, porém, apenas 53% das crianças de 6 meses e menores de 6 anos foram vacinadas, percentual abaixo da meta de 90%.   A gerente da Rede de Frio Central da SES-DF, Tereza Luiza Pereira, ressalta que a vacina aplicada protege contra os vírus Influenza A (H1N1 e H3N2) e Influenza B (linhagem Áustria). “A imunização é a principal estratégia para reduzir casos graves, internações e óbitos, além de otimizar o uso das doses já disponíveis”, orienta. “Todos os anos, o imunizante é atualizado conforme as cepas do vírus com maior registro de circulação daquele período. Além disso, a imunidade obtida pela vacina dura de seis a 12 meses”. Neste mês também foi iniciada a aplicação do nirsevimabe e do palivizumabe, medicamentos que protegem contra o vírus sincicial respiratório, indicados para bebês que nasceram prematuros. “O nirsevimabe e o palivizumabe representam avanços relevantes na prevenção das formas graves de infecção pelo VSR [Vírus Sincicial Respiratório], principal causa de bronquiolite e importante motivo de hospitalização em lactentes”, detalha Julliana Macêdo.  Monitoramento Para o monitoramento do número de casos, o DF conta, hoje, com dez unidades-sentinela. Nesses locais, distribuídos conforme as concentrações demográficas, há a coleta de amostras de pacientes com sintomas gripais a fim de detectar quais vírus estão em circulação. Os exames são enviados para análise no Laboratório Central de Saúde Pública do Distrito Federal (Lacen-DF). Isso ajuda tanto a definir condutas de atendimento quanto a detectar eventuais cepas novas. “A unidade-sentinela é um termômetro: se um vírus for introduzido, conseguimos detectar precocemente” Renata Brandão, gerente de Vigilância das Doenças Imunopreveníveis e de Transmissão Hídrica e Alimentar da Secretaria de Saúde A Diretoria de Vigilância Epidemiológica da SES-DF mantém o monitoramento constante dos casos, incluindo o acompanhamento da situação em outras partes do Brasil e até em outros países. O registro de casos no próprio Distrito Federal também permite compreender o cenário local. “A unidade-sentinela é um termômetro: se um vírus for introduzido, conseguimos detectar precocemente”, explica Renata Brandão, gerente de Vigilância das Doenças Imunopreveníveis e de Transmissão Hídrica e Alimentar da secretaria. Entre 2023 e 2025, o número de casos confirmados de síndrome respiratória aguda grave provocada pelo vírus Sars-CoV-2, da covid-19, caiu de 965 para 472. Já os casos provocados pelo vírus Influenza subiram de 373 para 1.421. O trabalho no laboratório também tem sido mais preciso: em 2023, 61% dos casos foram classificados como de vírus “não especificado” — índice que, em 2025, ficou em 27%. Atendimento Conforme o plano de enfrentamento ao período de sazonalidade das infecções respiratórias virais na pediatria, a rede pública do Distrito Federal conta atualmente com 182 unidades básicas de saúde (UBSs). De 2019 até agora, 13 unidades foram entregues novas ou reformadas. Outras duas estão próximas da conclusão. As UBSs são a principal porta de acesso aos serviços de saúde e atendem pacientes com sintomas leves, sem necessidade de ir até hospitais e unidades de pronto atendimento (UPAs).  [LEIA_TAMBEM]Além disso, as UPAs de Ceilândia I, São Sebastião, Recanto das Emas e Sobradinho ofertam atendimento especializado em pediatria. Há pronto-socorro infantil, ainda, no Hospital Materno Infantil de Brasília (Hmib) e em oito hospitais regionais, localizados em Brazlândia, Ceilândia, Guará, Paranoá, Planaltina, Sobradinho, Taguatinga e Santa Maria.  Para casos mais complexos, há 128 leitos de Unidade de Terapia Intensiva Pediátrica (Utip), sendo 16 no Hmib, cinco no Hospital Regional de Taguatinga (HRT), 20 no Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), 58 no Hospital da Criança de Brasília José de Alencar (HCB) e dez no Hospital Universitário de Brasília (HUB-UnB) — este último de administração federal —, além de 19 já disponíveis nos hospitais Santa Marta e Anchieta Ceilândia, a partir do credenciamento para prestação de serviços. Há ainda 39 leitos de isolamento respiratório.  Juliana Macêdo lembra que, além da ampliação do número de leitos, há capacitação constante de servidores, reforço de equipes e novos métodos de trabalho: “Seguem em curso estratégias de reorganização de fluxos, qualificação da rede e otimização da capacidade instalada”.   *Com informações da Secretaria de Saúde      

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Saúde convoca pessoas até 59 anos para vacinação contra febre amarela

A Secretaria de Saúde (SES-DF) convoca para a vacinação cerca de 40 mil pessoas entre 9 meses e 59 anos de idade que ainda não receberam a dose contra a febre amarela. Embora o Distrito Federal não apresente casos desde 2022, o sinal de alerta foi ligado após a morte de 38 micos e macacos em Goiás, entre setembro e fevereiro, vítimas da doença.  Os óbitos dos animais indicam a circulação do vírus nesta parte do país. Contudo, até o momento, não há áreas do DF com confirmação da doença. Ainda assim, como estratégia de prevenção, mais de cem salas de vacina estão munidas de doses contra a febre amarela. Nelas, jovens e adultos poderão se vacinar. Equipes de saúde estão preparadas para verificar a situação vacinal de cada pessoa e recomendar a aplicação de imunizantes, conforme a necessidade | Foto: Ualisson Noronha/Agência Saúde-DF A orientação é administrar uma dose inicial aos 9 meses, seguida de reforço aos 4 anos. Pessoas com mais de 5 anos que possuam histórico de uma dose da vacina aplicada antes dessa idade devem completar o esquema com uma dose de reforço. Entre crianças de 5 anos ou mais e adultos de 59 anos, 11 meses e 29 dias, a recomendação é uma dose única da vacina. Por fim, as pessoas com 60 anos ou mais podem ser imunizadas mediante solicitação médica, após avaliação individualizada do risco/benefício. Quem deve tomar No caso de gestantes e de mulheres que amamentam crianças menores de 6 meses, a vacinação é indicada apenas àquelas que residam ou se desloquem para áreas onde esteja confirmada a circulação do vírus da febre amarela. Mesmo nessas situações, será necessária uma avaliação de profissionais de saúde.  18,6 mil Número de doses de vacina contra a febre amarela disponíveis na Rede de Frio da Secretaria de Saúde Já pessoas com histórico de alergias a ovo de galinha ou a gelatina devem passar por uma avaliação médica antes da vacinação. Nesses casos específicos, a recomendação é receber o imunizante no Centro de Referência para Imunobiológicos Especiais (Crie), no Hospital Materno Infantil de Brasília (Hmib) A SES-DF assegura que não vai faltar vacina para todos esses públicos. “A Gerência de Rede de Frio dispõe, atualmente, de 18,6 mil doses contra a febre amarela”, enumera a gerente da Rede de Frio Central da SES-DF, Tereza Luiza Pereira. “As unidades básicas de saúde e as redes de frio regionais possuem, juntas, 26 mil imunizantes em estoque. Adicionalmente, está previsto para o final deste mês o envio de novas doses pelo Ministério da Saúde". Quem estiver vacinado pode emitir o Certificado Internacional de Vacinação ou Profilaxia (CIVP), exigido por alguns países para a entrada em seus territórios. O documento é gratuito e não tem prazo de validade. Alerta  O contágio de febre amarela não ocorre por meio de macacos e micos, portanto matá-los não impede a transmissão da doença — ela é causada pela picada de mosquitos contaminados pelo vírus. A morte desses primatas, porém, serve como importante sinal de alerta para os seres humanos.  A principal estratégia de vigilância da febre amarela é o monitoramento de casos da doença em primatas não humanos (micos e macacos). Após a identificação de óbitos, esses animais são recolhidos e testados pelas equipes da vigilância de zoonoses. “A partir desse processo, é possível obter um diagnóstico antecipado do risco de adoecimento da população e, assim, implementar ações de controle”, explica o diretor de Vigilância Ambiental da SES-DF, Edvar Yuri Schubach. [LEIA_TAMBEM]Somente em 2025, a secretaria recolheu 173 macacos mortos, o que não indica a doença. Caso você encontre um desses animais sem vida, a recomendação é colocar um balde sobre o corpo e isolar o local, além de afastar crianças e animais domésticos. Em seguida, ligue para a Zoonoses: (61) 3449-4434 ou 3449-4432.  Sintomas A febre amarela pode ser assintomática, mas seus sinais mais comuns são dores de cabeça e no corpo, febre, calafrios, perda de apetite, náuseas, olhos avermelhados, cansaço, fraqueza e fotofobia (sensibilidade excessiva à luz). Em alguns casos, a doença evolui para dores abdominais, o que indica lesões no fígado. A pessoa então apresenta uma coloração amarelada, cenário em que pode haver insuficiência renal e até a morte.  O DF registrou um caso de febre amarela em 2015, dois em 2017, três em 2018, três em 2021 e dois em 2022. Em 2025, houve a confirmação de uma pessoa infectada fora da capital federal, em Tocantins.    *Com informações da Secretaria de Saúde    

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Dengue: crianças e adolescentes de 10 a 14 anos precisam comparecer às unidades de saúde para imunização

Crianças e adolescentes de 10 a 14 anos de idade precisam comparecer a uma das mais de cem salas de vacinação onde estão disponíveis imunizantes contra a dengue. Conforme dados da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF), 41,9% das crianças de 10 anos tomaram a primeira dose e apenas 16% completaram o esquema vacinal de duas aplicações. Em nenhuma dessas idades foi atingida a meta de 90%, sequer para a primeira dose. A diretora de Vigilância Epidemiológica da SES-DF, Juliane Malta, ressalta que, apesar da queda de 95% no número de casos entre 2024 e 2025, a vacinação é fortemente recomendada. "Mesmo com a redução expressiva dos casos de dengue, o risco de novas epidemias não pode ser descartado. A vacina oferece proteção não apenas no curto prazo, mas também por muitos anos após a imunização, sendo uma estratégia eficaz e segura", afirma. Juliane Malta destaca que a vacinação é importante, inclusive, para quem já teve a doença. "Quem já foi infectado apresenta maior risco de desenvolver formas graves em uma nova infecção, em razão de um fenômeno imunológico característico da dengue, conhecido como exacerbação da doença mediada por anticorpos", explica. Vacinação contra a dengue teve elevada adesão nos primeiros dias, porém, o número de crianças e adolescentes de 10 a 14 anos vacinados está aquém do esperado | Foto: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde-DF Vacinação em atraso A gerente da Rede de Frio Central da SES-DF, Tereza Luiza Pereira, contabiliza 24.178 doses da vacina contra a dengue no depósito. Outras seis mil estão distribuídas para as redes de frio regionais e nos estoques das próprias unidades básicas de saúde (UBSs). O público atual, de 10 a 14 anos, é indicado pelo Ministério da Saúde e, por enquanto, não há indicação de ampliação. A data de validade das vacinas é julho de 2027. [LEIA_TAMBEM]Tereza Luiza Pereira ressalta que quem tomou a primeira dose e não voltou após os 90 dias, conforme recomendado, pode retornar para completar o esquema vacinal, mesmo em atraso. "Não é necessário reiniciar o esquema vacinal em caso de atraso. A conduta indicada é apenas completar o esquema, respeitando as orientações técnicas vigentes", esclarece. Também é possível aproveitar a ida à sala de vacina para tomar outros imunizantes, como o da HPV, por exemplo. A SES-DF orienta a população a comparecer a uma das salas de vacina com documento de identificação e a caderneta de vacinação. Caso esse documento tenha sido perdido, isso não impede o atendimento. "Nesses casos, a equipe deve buscar os registros nos sistemas de informação disponíveis. Assim, de acordo com as informações disponíveis no sistema ou prestadas pelo usuário, é feita uma avaliação mais precisa, garantindo segurança e efetividade", acrescenta a médica da Coordenação de Atenção Primária à Saúde da SES-DF, Gabriela Villar. Quem tomou a primeira dose da vacina contra a dengue mas não voltou para a tomar a segunda dose pode finalizar seu ciclo vacinal | Foto: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde DF Ação contra a dengue De fevereiro de 2024 a janeiro de 2026, a Secretaria de Saúde aplicou 183,4 mil doses de vacina contra a dengue para crianças e adolescentes de 10 a 14 anos, conforme indicado pelo Ministério da Saúde. A meta é chegar a 90% dessa população com as duas doses aplicadas. Esta, porém, não é a única estratégia de combate à doença. Ao longo de 2025, 362 servidores da SES-DF realizaram mais de 1,8 milhão de visitas domiciliares, tanto para levar informação quanto para combater focos do mosquito transmissor da doença, o Aedes aegypti. Além disso, agentes de vigilância ambiental instalaram mais de 3,8 mil armadilhas para mosquitos (ovitrampas) e 3,2 mil estações disseminadoras de larvicidas. Outra estratégia é a disseminação de mosquitos inoculados com a bactéria Wolbachia, com menor capacidade de transmitir doenças e com potencial para substituir as populações do mosquito inicial. Os resultados são acompanhados pelos boletins epidemiológicos. Em 2025, o Distrito Federal fechou o ano com queda de 96% nos casos prováveis de dengue. Ações de combate à dengue envolvem tanto o combate a focos do Aedes aegypti quanto o esclarecimento da população | Foto: Matheus Oliveira/Agência Saúde DF Vacinação de profissionais de saúde Os servidores que atuam nas unidades básicas de saúde (UBSs) vão começar a receber, nesta semana, a vacina contra a dengue. A imunização vai contemplar, primeiramente, os trabalhadores com maior exposição no território, como agentes comunitários de saúde (ACS), agentes de vigilância ambiental (AVAs), equipes de consultório na rua (eCR) e equipes de saúde da família (eSF). *Com informações da Secretaria de Saúde (SES-DF)

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DF recebe 50 mil doses de vacinas contra a febre amarela

A Secretaria de Saúde (SES-DF) recebeu, nesta segunda-feira (26), um lote de 50 mil doses de vacina contra a febre amarela. O estoque garante o atendimento a toda população que procurar esse imunizante nas mais de cem salas de vacina. Há estimativa de aproximadamente 40 mil pessoas nessa situação. “A vacinação da febre amarela é extremamente importante, lembrando que é uma doença que pode causar óbito”, afirma a gerente da Rede de Frio Central da SES-DF, Tereza Luiza Pereira.  A vacinação é importante, inclusive, porque a febre amarela pode ser assintomática | Foto: Matheus Oliveira/Agência Saúde-DF A febre amarela pode ser assintomática, mas seus sinais mais comuns são dores de cabeça e no corpo, febre, calafrios, perda de apetite, náuseas, olhos avermelhados, cansaço, fraqueza e fotofobia (sensibilidade excessiva à luz). Em alguns casos, a doença evolui para dores abdominais, o que indica lesões no fígado. A pessoa então apresenta uma coloração amarelada, cenário em que pode haver insuficiência renal e até a morte.  O DF registrou um caso de febre amarela em 2015, dois em 2017, três em 2018, três em 2021 e dois em 2022. Em 2025, houve a confirmação de uma pessoa infectada fora da capital federal, em Tocantins. Desde setembro do ano passado, a SES-DF está em alerta para possíveis casos, por causa da morte de macacos e micos pela doença em Goiás. Esses animais não transmitem a febre amarela, mas a morte deles é um indicativo da circulação do vírus.  Quem deve se vacinar Para crianças de 9 meses a 4 anos, 11 meses e 29 dias, orienta-se a administração de uma dose inicial aos 9 meses, seguida de dose de reforço aos 4 anos. Aquelas a partir dos 5 anos, que possuam histórico de uma dose da vacina aplicada antes dessa idade, devem completar o esquema com uma dose de reforço. Entre crianças de 5 anos ou mais e adultos de 59 anos, 11 meses e 29 dias, a recomendação é uma dose única da vacina. Por fim, as pessoas com 60 anos ou mais podem ser imunizadas mediante solicitação médica, após avaliação individualizada do risco/benefício. No caso de gestantes e de mulheres que amamentam crianças menores de 6 meses, a vacinação é indicada apenas àquelas que residem ou desloquem-se para áreas onde esteja confirmada a circulação do vírus da febre amarela. Mesmo nessas situações, será necessária uma avaliação de profissionais de saúde.  [LEIA_TAMBEM]Já pessoas com histórico de alergias a ovo de galinha ou a gelatina devem passar por uma avaliação médica antes de receberem a vacina. Nesses casos específicos, a recomendação é receber o imunizante no Centro de Referência para Imunobiológicos Especiais (Crie), localizado no Hospital Materno Infantil de Brasília (Hmib). Quem estiver vacinado pode emitir o Certificado Internacional de Vacinação ou Profilaxia (CIVP), exigido por alguns países para a entrada em seus territórios. O documento é gratuito e não tem prazo de validade. Como deve fazer quem não sabe se recebeu a vacina? A SES-DF recomenda levar um documento de identificação e a caderneta de vacinação, porém, quem não tiver registros da vacina contra a febre amarela pode comparecer se tiver dúvidas se foi imunizado. “A ausência da caderneta ou do cartão de vacinação não impede o atendimento nem a vacinação”, explica a médica Gabriela Villar, da Coordenação de Atenção Primária à Saúde da SES-DF. “Nesses casos, a equipe deve buscar os registros nos sistemas de informação disponíveis. Quando não for possível localizar o histórico, a equipe conversa com o usuário e avalia se a vacinação poderá ser realizada no momento”.   *Com informações da Secretaria de Saúde      

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Com aumento de 146% nos casos de influenza, DF convoca população para vacinação

O Distrito Federal registrou, em 2025, mais de 1,4 mil casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) causados pelo vírus Influenza. O número representa um salto de 146% frente ao ano anterior, quando foram registradas 578 ocorrências. Por esse motivo, até 31 de janeiro, a Secretaria de Saúde (SES-DF) convida toda a população com mais de 6 meses de idade para se proteger da gripe. São mais de cem salas de vacinação preparadas para aplicar a dose em quem não se vacinou em 2025. "No ano passado, as síndromes provocadas pelo vírus Influenza foram a principal causa de óbitos em idosos e uma das principais causas de mortes em crianças", alerta a gerente de Vigilância das Doenças Imunopreveníveis e de Transmissão Hídrica e Alimentar da SES-DF, Renata Brandão. Os dados da SES-DF mostram que, em 2025, o vírus Influenza provocou 65 óbitos, superando os 37 registrados de covid-19. No ano anterior, foram 1.434 casos de influenza contra 487 de covid-19. Observa-se que idosos e crianças pequenas são os mais afetados pelas duas doenças. Assim, embora qualquer pessoa possa vacinar-se até o fim deste mês, o foco está, especialmente, em gestantes, idosos acima dos 60 anos e crianças menores de 6 anos. Vacina contra o vírus Influenza previne quadros graves, internações e até óbitos por Síndrome Respiratória Aguda Grave | Foto: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde-DF Cobertura baixa A cobertura vacinal está abaixo do esperado para grupos prioritários. Ao longo de 2025, e nas primeiras semanas de 2026, a SES-DF aplicou mais de 880 mil doses da vacina contra a influenza. Mas, de acordo com os levantamentos populacionais, vacinaram-se apenas 22,4% das gestantes, 53% das crianças de 6 meses e menores de 6 anos e 57,7% dos idosos a partir dos 60 anos. A meta é de 90% para esses públicos. Hoje, o estoque da SES-DF é de pouco mais de 136 mil doses. A gerente substituta da Rede de Frio Central da SES-DF, Laís Soares, ressalta que a vacina aplicada protege contra os vírus Influenza A (H1N1 e H3N2) e Influenza B (linhagem Áustria). "A imunização é a principal estratégia para reduzir casos graves, internações e óbitos, além de otimizar o uso das doses já disponíveis." Quem já tomou uma dose em 2024 precisa receber a vacina mais uma vez, segundo a gerente. "Isso porque, todos os anos, o imunizante é atualizado conforme as cepas do vírus com maior registro de circulação daquele período. Além disso, a imunidade obtida pela vacina dura de 6 a 12 meses", explica. Portanto, aqueles que já receberam a dose em 2025, não precisam de outra neste mês. "A vacinação é válida para quem não tomou nenhum imunizante contra a gripe em 2025", finaliza. *Com informações da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF)

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GDF Mais Perto do Cidadão abre o ano com mais de 3 mil atendimentos em Ceilândia

A 67ª edição do GDF Mais Perto do Cidadão, iniciativa da Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF), abriu oficialmente o calendário de ações de 2026 levando cidadania, cuidado e serviços essenciais diretamente à população de Ceilândia. Realizado nesta sexta-feira (16) e sábado (17), no estacionamento ao lado do CepiI Capim Dourado, no Setor O (EQNO 8/10), o evento reuniu mais de 3 mil pessoas. Maria Aninha Viana, com a neta Maria Sofia, a gata Maya e o cachorro Bob: “Tem muitas atividades, serviços importantes e diversão para toda a família; a gente está adorando” | Foto: Jhonatan Vieira/Sejus-DF Entre quem aproveitou a estrutura montada pertinho de casa estava a dona de casa Maria Aninha Sousa Viana, de 65 anos, moradora da expansão do Setor O. Ela levou a gata Maya e o cachorro Bob para atualizar a vacinação e também fez o cadastro dos dois para castração. Ao todo, 168 cães e gatos foram cadastrados durante o evento, por meio da parceria com a Secretaria Extraordinária de Proteção Animal (Sepan-DF), que disponibilizou um trailer para vacinação e serviços de saúde animal. “Tem muitas atividades, serviços importantes e diversão para toda a família; a gente está adorando”, relatou Maria Aninha, que levou ainda a neta Maria Sofia Barcelos, 8, para se divertir nas atrações infantis, como pula-pula, quadriciclo e teatro educativo do Detran, além de saborear pipoca e algodão-doce.  Casamento Comunitário Arissa Chagas e Damon Luiz Gomes, pais da pequena Chandu, resolveram oficializar a união e se inscreveram no Casamento Comunitário | Foto: Jhonatan Vieira/Sejus-DF O evento também foi cenário para histórias marcadas por afeto e novos começos. Arissa Chagas, 30, e Damon Luiz Gomes, 26, decidiram oficializar a união após verem o espaço dedicado à inscrição da primeira edição de 2026 do Casamento Comunitário, marcada para 22 de março. “Fiquei apreensiva, mas muito feliz com a oportunidade de dar esse passo tão importante na nossa vida”, disse Arissa, que, ao lado da pequena Chandu Naiana, filha do casal, recebeu de surpresa o pedido de casamento de Damon. Outro morador que aproveitou a proximidade dos serviços foi o aposentado Gilmar Gomes, 66. Ele levou o neto Vinicius Gabriel, 9, para emitir a nova Carteira de Identidade Nacional, na carreta da Polícia Civil. Enquanto a criança se divertia com os minigames e computadores acessíveis do espaço da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-DF), Gilmar cortou os cabelos com os profissionais participantes do programa Voluntariado em Ação e resolveu pendências na carreta do Na Hora. “Dei um trato no visual, resolvi o que estava pendente e deixei meus meninos brincando felizes”, contou. “Todo mundo saiu satisfeito, e eu ainda fiquei mais bonito”. Saúde em dia David Pereira atualizou o cartão de vacinação e recebeu imunização contra hepatite B e difteria, além de fazer outros testes de saúde: “Muito fácil, atendimento muito rápido, pessoal muito prestativo; o GDF está de parabéns por essa iniciativa” | Foto: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde-DF A saúde também teve espaço garantido. A população teve acesso a exames laboratoriais gratuitos, avaliações de fisioterapia e outros atendimentos prestados tanto por equipes da Secretaria de Saúde (SES-DF) quanto por instituições e profissionais voluntários. A moradora Maria Lucena Silva, 49, aproveitou a oportunidade para aferir a pressão arterial e fazer o teste de glicose, ambos com resultados alterados. “Foi muito importante”, disse. “Nunca tenho tempo de procurar atendimento médico, mas agora estou consciente de que preciso me cuidar. Ter esse serviço aqui perto fez toda a diferença”. [LEIA_TAMBEM]David Pereira, 62, deixou o cachorro na clínica veterinária e foi atualizar seu cartão de vacinação. Recebeu doses contra hepatite B e difteria e tétano e, por acréscimo, fez testes rápidos para detecção de infecções sexualmente transmissível (ISTs) e voltou para casa satisfeito e duplamente protegido. “A gente tem que se cuidar”, enfatizou. “Muito fácil, atendimento muito rápido, pessoal muito prestativo; o GDF está de parabéns por essa iniciativa”. O GDF Mais Perto do Cidadão foi um dos 52 locais de vacinação disponibilizados pela Secretaria de Saúde neste sábado (17), que ofereceu opções em 20 regiões administrativas. Capacitação para gestantes Na manhã de sexta-feira, o evento também recebeu a 25ª edição do programa Nasce Uma Estrela, que reuniu mais de 100 participantes. A capacitação contou com doulas, técnicas de enfermagem, bombeiros militares e a participação especial do médico Ricardo Fonseca, conhecido como “superpediatra”. Foram abordados temas como amamentação, recuperação pós-parto e primeiros socorros com bebês. Ao final do curso, as participantes receberam uma bolsa com roupas, manta e itens essenciais para o bebê, além de participarem de sorteios de brindes, como slings e peças de enxoval. As bolsas e as peças infantis são confeccionadas e adaptadas por homens e mulheres privados de liberdade, capacitados em corte e costura pela Fundação de Amparo ao Trabalhador Preso do DF (Funap). “Levar serviços essenciais e ações de bem-estar para perto da casa das pessoas transforma realidades, fortalece vínculos e garante cidadania” Marcela Passamani, secretária de Justiça e Cidadania Entre as participantes estava Fernanda Ferreira, 20, grávida de seis meses de Valentyna. Em sua primeira gestação, ela saiu emocionada com os aprendizados: “Essas orientações são fundamentais. Ajudam muito a diminuir o medo e a insegurança de quem está vivendo tudo isso pela primeira vez”. Serviços que transformam realidades No somatório, o GDF Mais Perto do Cidadão ofereceu uma ampla rede de serviços de cidadania, saúde, assistência e lazer, com atendimentos do Na Hora, da Polícia Civil, orientações jurídicas, oficinas culturais e programação artística para todas as idades. “Levar serviços essenciais e ações de bem-estar para perto da casa das pessoas transforma realidades, fortalece vínculos e garante cidadania”, declarou a secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani.  Desde fevereiro de 2023, o programa já soma mais de 500 mil atendimentos em todas as regiões administrativas do Distrito Federal. Somente em 2025, foram 23 edições, que totalizaram mais de 160 mil atendimentos, reafirmando o impacto da iniciativa na vida da população.   *Com informações da Sejus-DF e da SES-DF

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GDF promove mutirão de serviços para catadores de recicláveis na Estrutural 

Nesta quinta-feira (15), a governadora em exercício Celina Leão acompanhou o mutirão de serviços públicos oferecidos a catadores e catadoras de materiais recicláveis na Central de Cooperativas de Trabalho de Materiais Recicláveis do Distrito Federal (Centcoop-DF), na Estrutural. Ao longo do dia, os participantes tiveram acesso a uma ampla rede de atendimentos gratuitos, especialmente na área da saúde, além de serviços do Governo do Distrito Federal (GDF) voltados à cidadania, assistência social, orientação profissional e regularização de documentos. Profissionais da reciclagem tiveram acesso a diversos serviços essenciais que, ofertados em sistema de mutirão, possibilitaram soluções de problemas em tempo hábil | Fotos: Joel Rodrigues/Agência Brasília “Essa é uma experiência que deu certo, que será aprimorada, para atender de forma rápida, célere e próximo da comunidade quem mais precisa” Celina Leão, governadora em exercício Celina Leão lembrou que essa iniciativa tem como foco atender pessoas que, mesmo em situação de alta vulnerabilidade, executam um trabalho muito importante para o DF: “Cerca de 70% desse público é formado por mulheres, que sustentam suas famílias e buscavam prioridade no acesso aos serviços sociais. É exatamente isso que estamos fazendo: ajustando o atendimento às necessidades identificadas. Essa é uma experiência que deu certo, que será aprimorada, para atender de forma rápida, célere e próximo da comunidade quem mais precisa”. Durante o encontro, os participantes tiveram acesso a vacinação e atendimentos de saúde — como testes rápidos para HIV, sífilis e hepatites —, além de exames preventivos oferecidos pela Carreta da Mulher. Também foram oferecidos atendimento psicossocial e orientações sobre os direitos das mulheres, cadastro e atualização no CadÚnico e no Bolsa Família, com emissão do Número de Identificação Social (NIS), bem como serviços de emissão de RG e regularização de CPF. Trabalho essencial A programação contou ainda com orientação jurídica, matrícula e renovação escolar, atividades para crianças, atendimento do Conselho Tutelar, emissão de certidões, oferta de vagas para castração e orientações da Secretaria Extraordinária de Proteção Animal (Sepa-DF), além de oficinas de capacitação e inclusão produtiva em parceria com o Sebrae. O secretário do Meio Ambiente, Gutemberg Gomes: “É o GDF atendendo quem mais precisa, quem está na ponta, é vulnerável e faz um trabalho essencial para o meio ambiente e para a limpeza das nossas cidades” “Hoje nós temos aqui todos os nossos serviços”, avaliou o secretário do Meio Ambiente, Gutemberg Gomes. “É um verdadeiro Na Hora dentro da central. É o GDF atendendo quem mais precisa, quem está na ponta, é vulnerável e faz um trabalho essencial para o meio ambiente e para a limpeza das nossas cidades”.   O secretário lembrou que, na última sexta-feira (9), o GDF esteve na central para entregar equipamentos destinados ao beneficiamento de materiais recicláveis, como plástico e vidro, além de outros itens que garantem um tratamento mais digno aos resíduos. “É colocar o material deles na prateleira de cima”, destacou, em referência à valorização do trabalho dos catadores. Facilidade no atendimento  A catadora Rosimeire da Silva comemorou: “É bom porque está todo mundo num lugar só, não precisa ficar se deslocando, indo de um canto para outro. Aqui mesmo já tem tudo o que a gente precisa”  A presidente da Rede do Centcoop, Lúcia do Nascimento, ressaltou que os catadores precisam muito desse tipo de serviço. “Há trabalhadores que possuem apenas a Certidão de Nascimento e ainda não conseguiram emitir o documento de identidade”, apontou a gestora, para quem a iniciativa do GDF tem impacto direto na vida dos catadores. “Ajuda muito, com certeza. Mesmo sendo um dia de trabalho que eles perdem, vale a pena”. [LEIA_TAMBEM]Catadora há mais de 20 anos, Rosimeire da Silva, 46, moradora de Sobradinho, destacou a importância do mutirão de atendimentos concentrados em um único espaço: “Já tomei vacina e agora vou à Defensoria Pública”, contou. “Depois vou tirar minha identidade”. Ela também elogiou a ação do governo, que apontou como facilitadora da vida dos trabalhadores: “Está sendo maravilhoso para a gente, uma mão na roda”. Para ela, o principal benefício é a unificação dos serviços: “É bom porque está todo mundo num lugar só, não precisa ficar se deslocando, indo de um canto para outro. Aqui mesmo já tem tudo o que a gente precisa”.  Já a catadora Deusinalva Costa, 48, que trabalha há cerca de três anos na reciclagem, enfatizou a importância do mutirão para garantir acesso aos serviços públicos sem prejuízo da renda: “Esse mutirão é bom demais, porque a gente não precisa perder um dia de trabalho para ir ao Cras [Centro de Referência de Assistência Social]. Eu estou tentando resolver meus benefícios e os da minha netinha. Vou sair com tudo encaminhado. Esse evento é maravilhoso. Hoje vai sair tudo resolvido”.  

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Mais de 40 locais estiveram abertos neste sábado (10) para atualização da caderneta de vacinação

“O Brasil é o único país do mundo que oferece vacina gratuita na entrada de um supermercado no final de semana”, fez questão de assinalar a aposentada Vera Lúcia da Silva, 62 anos. Moradora de Ceilândia Sul, ela aproveitou as compras para atualizar o esquema vacinal contra a Covid-19, com a quarta dose. O grande estabelecimento varejista serviu de apoio ao Carro da Vacina, ação itinerante que promove vacinação em Ceilândia, Brazlândia, Sol Nascente e Pôr do Sol, áreas sob supervisão da Superintendência da Região de Saúde Oeste. Além desse ponto, mais de 40 locais estiveram abertos ao longo deste sábado (10) para a atualização da caderneta de vacinação. O Carro da Vacina esteve em um estabelecimento varejista de Ceilânsia Sul neste sábado (10) | Fotos: Matheus Oliveira/Agência Saúde DF Ainda pela manhã, já havia pessoas aproveitando a ampliação da oferta de imunizantes contra a gripe, adotada pela Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF). Até 31 de janeiro, qualquer pessoa a partir dos 6 meses de idade que não tenha recebido a dose em 2025 poderá procurar uma sala de vacina para garantir a proteção. Assim que deixou a academia, que funciona junto ao supermercado em Ceilândia, Mateus dos Reis, 39 anos, descobriu que poderia se beneficiar da prorrogação. “É a primeira vez que eu tomo essa vacina. Estou aproveitando pra ficar imune”, explica o gerente comercial. “A gripe vem de repente, pega a gente desprevenido. Dessa vez eu quero estar protegido”. Mateus dos Reis, gerente comercial: "É a primeira vez que eu tomo essa vacina. Estou aproveitando pra ficar imune" Locais de grande circulação Antes de chegar ao centro esportivo onde trabalha, Lindonaldo Vitorino, 59 anos, parou para fazer algumas compras com a irmã Marlete Vitorino, 47 anos. Além dos produtos adquiridos, saiu do local protegido com quatro doses de vacina, inclusive a tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola), disponível para adultos até 59 anos, limite que ultrapassará em maio. [LEIA_TAMBEM]Quem percebeu a oferta de vacina foi a caçula, que, com o esquema vacinal atualizado, serviu de incentivo ao familiar. “Fiz treinamento de cuidadora. Tenho que cuidar do meu mano”, declara. Mais de 90 pessoas receberam imunizantes da equipe do Carro da Vacina durante a manhã de sábado. Ao todo, foram aplicadas 282 doses, sendo as principais contra influenza, hepatites, difteria e tétano. “Nós vamos até esses lugares de grande circulação justamente para aproveitar o movimento e expandir a vacinação à população local”, explica o coordenador do Carro da Vacina, Alessandro Gutemberg. *Com informações da Secretaria de Saúde (SES-DF)

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Atuação em surto de sarampo confere reconhecimento à Secretaria de Saúde do DF

A Secretaria de Saúde (SES-DF) foi reconhecida pelo Ministério da Saúde por sua atuação no combate ao surto de sarampo em 2025. O documento ressalta a pronta resposta adotada pela pasta do GDF, a articulação interinstitucional e o trabalho coordenado das equipes de vigilância. Esses pontos, conforme sinaliza o texto, foram decisivos para a detecção oportuna, investigação, contenção e prevenção de novos casos. Certificação destaca engajamento da Secretaria de Saúde no combate ao sarampo | Imagens: Agência Saúde-DF “Esse resultado demonstra a capacidade de resposta do nosso sistema de saúde, o empenho das equipes e a seriedade com que tratamos eventos de relevância epidemiológica”, avalia o secretário de Saúde do DF, Juracy Lacerda. “É uma conquista coletiva que fortalece a vigilância e amplia a proteção da população.” Vigilância ativa A atuação da SES-DF incluiu o fortalecimento da vigilância epidemiológica, a busca ativa de casos suspeitos e a investigação laboratorial. Como parte da estratégia, as equipes de saúde promoveram ações de imunização nas salas de vacina da rede pública e em locais de grande circulação, levando em conta dados de áreas com baixa cobertura. Em 2023, foram registrados 30 casos suspeitos, todos investigados e descartados. Em 2024, o número chegou a 36 notificações, também sem confirmações. Já em 2025, até a semana epidemiológica 52 (27 de dezembro), foram registrados 72 ocorrências suspeitas, com a confirmação de um caso importado da doença. Arte: SES-DF   Após a comprovação, as medidas de controle foram adotadas de forma imediata. A SES-DF atuou na busca ativa de 278 pessoas que tiveram contato com a paciente, que permaneceu em isolamento domiciliar para evitar a transmissão. Foram fornecidas orientações sobre a doença, sinais de alerta, verificação do cartão e bloqueio vacinal seletivo. Além disso, foi emitido comunicado para toda a rede pública e privada de saúde. Vacinação [LEIA_TAMBEM]O sarampo é uma doença infecciosa, altamente contagiosa e que pode causar complicações graves e óbitos, especialmente em crianças. A principal forma de prevenção é a vacina. A SES-DF reforça a importância de manter em dia as doses de tríplice viral, que protege contra sarampo, rubéola e caxumba. As recomendações do Programa Nacional de Imunizações (PNI) são duas doses da tríplice viral para pessoas de 12 meses a 29 anos, uma para adultos entre 30 anos e 59 anos e duas para profissionais de saúde, independentemente da idade. Clique aqui e veja os locais de vacinação contra o sarampo no DF. A população deve procurar a unidade básica de saúde (UBS) de referência ao apresentar febre acompanhada de manchas vermelhas ou rosadas na pele, além de sintomas como tosse, coriza ou conjuntivite. É importante levar o cartão vacinal para avaliação e atualização, se necessário.   *Com informações da Secretaria de Saúde    

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