Lago Norte recebe primeira edição do Projeto Floresça
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. O Lago Norte recebe, no dia 19 de setembro, a primeira edição do Projeto Floresça, iniciativa que pretende reunir esporte, saúde, bem-estar, lazer e serviços em uma manhã especial para moradores e visitantes da região. A programação começa às 7h30 e tem como destaque o primeiro passeio ciclístico pela nova ciclovia do Lago Norte. Realizado pela Administração Regional do Lago Norte, em parceria com empresas da região, o evento terá um percurso de aproximadamente cinco quilômetros, com largada na Praça da Quituart, oficialmente denominada Praça Jornalista Paulo Pestana, seguindo em direção à Praça Francisco Ozanan, em frente ao Deck Norte. A proposta é aproveitar a nova estrutura cicloviária para incentivar a prática de atividades físicas e, ao mesmo tempo, promover a ocupação dos espaços públicos pela comunidade. A retomada das obras da ciclovia foi destacada anteriormente pela administração regional como uma ação voltada para a mobilidade, a segurança de ciclistas e pedestres e a qualidade de vida da população. “O Projeto Floresça nasce com esse propósito de cuidar das pessoas e aproximar moradores e visitantes. Queremos que os participantes do evento tenham uma manhã de esporte, saúde, lazer, convivência e também acesso a serviços. É uma iniciativa construída com parceiros que acreditam no Lago Norte e que mostra a força da união entre o poder público, o comércio local e a população.”, afirma Bárbara Carvalho, administradora regional do Lago Norte. A proposta é aproveitar a nova estrutura cicloviária para incentivar a prática de atividades físicas e, ao mesmo tempo, promover a ocupação dos espaços públicos pela comunidade | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília Uma manhã de atividades para toda a família Depois do passeio ciclístico, a programação continua com uma série de ativações gratuitas no estacionamento entre o Big Box e o Península Shopping. Todos poderão participar de atividades físicas e de bem-estar, incluindo aula funcional da SlimFit, bike com a Velocity, aulas coletivas da Acuas Fitness, massagem, atividades de natação e ações recreativas para as crianças, além de outras experiências oferecidas por empresas parceiras. A programação foi pensada para atender diferentes públicos e transformar o evento em um momento de convivência para toda a família. E atenção, para participar das aulas da SlimFit e da Velocity, que serão desenvolvidas no estacionamento entre o Big Box e o Península Shopping; e do passeio na nova ciclovia, no canteiro central do Lago Norte, estão sendo disponibilizados links para inscrição gratuita. O cadastro é para a administração ter uma estimativa do número de participantes. -Aula da SlimFit -Aula da Velocity -Passeio Ciclístico na Nova Ciclovia do Lago Norte Polícia Civil estará presente Outro destaque do Projeto Floresça será a presença da Polícia Civil, que estará no local realizando a emissão da Carteira de Identidade Nacional (CIN). A iniciativa amplia a oferta de serviços durante o evento e facilita o acesso da população a um documento essencial. Para participar do passeio ciclístico e das aulas, é tudo gratuito, basta acessar os links das academias. Os participantes devem levar suas bicicletas e aproveitar a programação preparada para a manhã. Com uma proposta que une atividade física, serviços, lazer e integração comunitária, o Projeto Floresça busca fortalecer a relação dos moradores com os espaços públicos e valorizar as iniciativas e empresas que fazem parte do cotidiano do Lago Norte. *Com informações da Administração Regional do Lago Norte
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Obras em ciclovia do Lago Norte são retomadas
As obras da ciclovia no canteiro central do Lago Norte foram retomadas nesta última semana de abril, marcando mais um avanço nas ações voltadas à mobilidade urbana e à qualidade de vida da população. A iniciativa busca oferecer mais segurança para ciclistas e pedestres, além de incentivar o uso de meios de transporte sustentáveis na região. A Administração Regional do Lago Norte acompanha de perto o andamento dos trabalhos, que devem contribuir para a infraestrutura local e ampliar as opções de deslocamento para moradores e visitantes. Para a administradora regional do Lago Norte interina, Bárbara Carvalho, a retomada das obras representa um passo importante para a região. “A ciclovia é uma demanda da sociedade e um investimento essencial em mobilidade urbana. Estamos trabalhando para garantir mais segurança e qualidade de vida para todos que utilizam esse espaço”, destacou. *Com informações da Administração Regional do Lago Norte
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Lago Norte completa 63 anos com mais de R$ 15 milhões investidos em obras
Aniversariante desta terça-feira (10), data em que completa 63 anos, o Lago Norte recebeu montante superior a R$ 15 milhões de investimentos entre 2019 e 2022. A população, estimada em mais de 37,5 mil habitantes, foi beneficiada com obras viárias complexas, que aumentaram a segurança e a mobilidade na região. As intervenções foram executadas pelo Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal (DER). Um dos destaques foi a inauguração da via de ligação Taquari-Varjão, em maio do ano passado. O trecho de 1,2 km de extensão permite que os motoristas cheguem ao Lago Norte sem precisar passar pela BR-020. Obra direta do DER, a operação teve investimento de R$ 2 milhões e beneficiou 20 mil pessoas, com pavimentação, sistema de drenagem, meios-fios, ondulações, grama e sinalizações horizontal e vertical. Pista de acesso ao Taquari contou com investimento de R$ 2 milhões e beneficiou 20 mil pessoas | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília “Para quem não conhece o local, a obra pode parecer pequena, mas, na verdade, foi uma ação de grande complexidade e de grande relevância para os moradores, que enfrentavam um trecho íngreme e sem nenhuma estrutura todos os dias. Agora, as pessoas têm um deslocamento rápido, tranquilo e, o mais importante, seguro”, afirma o administrador do Lago Norte, Marcelo Ferreira. A ciclista e professora Mariana Sousa, 26 anos, presenciava diariamente o sufoco de motoristas e pedestres que cortavam caminho pelo trajeto. “Era bem perigoso, muitas pessoas tentavam passar e desistiam, por medo ou porque ficavam presas. Agora, esse problema não existe mais”, comemora ela, que mora no Taquari há três anos. [Numeralha titulo_grande=”R$ 12 milhões” texto=”Total empregado na construção do Trevo de Triagem Norte” esquerda_direita_centro=”direita”] “Eu trabalho em Taguatinga e, apesar de toda a distância, não penso em me mudar daqui. Alguns pontos precisam ser melhorados, mas isso acontece em qualquer lugar. Aqui, me sinto bem e acolhida”, comenta Mariana. Outra grande conquista da região administrativa foi a conclusão do Trevo de Triagem Norte (TTN), em novembro de 2020. Foram 16 obras especiais, 13 viadutos e duas pontes laterais, a exemplo da alça de acesso que liga o Lago Norte e a saída norte diretamente à W3 Norte, com acesso ao Setor Hospitalar Norte. A obra compreendeu a terraplenagem, pavimentação e drenagem profunda, com a implantação de tubulação e bueiro, criação de 2,5 km de ciclovias e a reforma completa da Ponte do Bragueto. O custo total foi de R$ 12 milhões, e o benefício chega a cerca de 50 mil motoristas. A entrada e a saída do Lago Norte foram facilitadas após a entrega do Complexo Viário Governador Roriz | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília “São obras que mudaram toda a circulação e o deslocamento das pessoas na região norte de Brasília. Quem anda por lá percebe a diferença do antes e depois”, afirma o superintendente de Obras do DER, Cristiano Cavalcante. Ele lembra que a finalização de construção de estacionamentos e retornos, além do Complexo Viário Governador Roriz, também trouxe melhorias para a população. O complexo reúne 28 km de vias, 14 km de ciclovias, 23 viadutos e quatro pontes, favorecendo mais de 100 mil motoristas no dia a dia. “Nos últimos quatro anos, fizemos obras de diferentes tamanhos na cidade, que dão mais fluidez ao trânsito e melhoram as condições de vida de todos”, afirma o gestor. Educação O Lago Norte também recebeu benfeitorias em prol do acesso à educação. O primeiro campus da Universidade do Distrito Federal Jorge Amaury (UnDF) foi inaugurado no Centro de Atividades 2 (CA 2) da região, em junho do ano passado. O espaço de 6,5 mil m², localizado em um prédio cedido pela Terracap, poderá comportar até 1,5 mil alunos de todo o DF. Acesso à Escola Classe Olhos d’Água, na área rural do Taquari, recebeu investimento de R$ 1 milhão | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília Além disso, houve a pavimentação do acesso à Escola Olhos d’Água, na área rural do Taquari. Um trecho de 500 metros recebeu massa asfáltica, meios-fios e sinalizações horizontal e vertical para melhorar o tráfego de mais de 100 crianças que estudam na instituição. A obra faz parte do programa Caminho das Escolas, executado pelo DER. O investimento foi de R$ 1 milhão. [Olho texto=”“Essa pavimentação sempre foi um sonho de toda a comunidade”” assinatura=”Neide Viana Luiz, diretora da Escola Olhos d’Água” esquerda_direita_centro=”esquerda”] “As crianças iam para a escola na lama quando chovia e tinham que enfrentar a poeira no tempo seco”, relembra o administrador. Também houve a instalação de ar-condicionado e a criação de mais uma sala de aula e do pátio na escola infantil – intervenções diretas da administração. A diretora da Escola Olhos d’Água, Neide Viana Luiz, 48 anos, conta que, antes da pavimentação, os alunos eram prejudicados e havia muita dificuldade em chegar até a unidade. “Essa pavimentação sempre foi um sonho de toda a comunidade. Melhorou o acesso à escola, e conseguimos receber mais alunos”, diz. A docente acrescenta que a criação de mais uma sala de aula e do pátio coberto, junto à nova pista, afetou positivamente o aproveitamento estudantil. “Essas conquistas possibilitaram uma melhor acomodação dos nossos alunos e o desenvolvimento das atividades previstas no projeto pedagógico da escola”, afirma. Em março de 2020, foi entregue o Centro de Educação da Primeira Infância (Cepi) Cajuzinho. A nova creche atende 174 crianças de até três anos, beneficiando famílias de regiões como Varjão, Itapoã, Paranoá, além de mães que trabalham no Lago Norte. O investimento foi de mais de R$ 3,2 milhões, recursos originários do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). Diálogo O administrador Marcelo Ferreira: “O próprio governador Ibaneis Rocha pede que deixemos o gabinete para escutar o que a população quer. Para 2023, o plano é continuar ouvindo os moradores para resolver as principais necessidades” | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília Segundo o administrador do Lago Norte, todas as ações eram reivindicações da população. “Temos um compromisso com a cidade. O próprio governador Ibaneis Rocha pede que deixemos o gabinete para escutar o que a população quer. Então, para 2023, o plano é continuar ouvindo os moradores para resolver as principais necessidades”, reforça. Exemplo do diálogo foi a criação de um ponto de apoio para motoboys, construído no Centro de Atividades 7, em janeiro do ano passado. O local nasceu após a administração perceber a necessidade dos trabalhadores em ter uma base. A iniciativa foi da administração regional local, em parceria com a Novacap e o DER.
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Reforçada por reeducandos, equipe atende demandas no Lago Norte
Brasília, 21 de julho de 2022 – A Administração Regional do Lago Norte recebeu, durante quatro semanas, entre junho e julho, o reforço de dez reeducandos do projeto Mãos Dadas, da Secretaria de Administração Penitenciária (Seape). O principal objetivo foi agilizar a resolução de demandas abertas pela comunidade na Ouvidoria do GDF. Entre as ações mais solicitadas está a manutenção de vias, tapando os buracos que aparecem no asfalto tanto nas entradas das quadras residenciais quanto nas pistas principais do bairro. Dez reeducandos do projeto Mãos Dadas reforçaram os trabalhos de manutenção realizados no Lago Norte | Foto: Divulgação Além disso, com as equipes da administração, as ações incluíram limpeza da quadra poliesportiva, limpeza e manutenção dos parques de areia, recolhimento de entulho e lixo verde descartados de forma indevida ao longo das vias, manutenção e organização do viveiro comunitário e, ainda, apoio na limpeza e organização para inauguração do campus da Universidade do Distrito Federal (UnDF). “Com o reforço na equipe, conseguimos atender mais rapidamente às solicitações registradas na Ouvidoria, além de [o trabalho] ser uma excelente oportunidade para os reeducandos”, afirma o administrador do Lago Norte, Anderson Tolêdo. *Com informações da Administração Regional do Lago Norte
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Moradores de três regiões disputam torneio de voleibol no Lago Norte
No próximo fim de semana, dias 9 e 10 de julho, será realizado o II Torneio de Voleibol do Lago Norte. Os jogos acontecerão a partir das 8h, no ginásio de esportes do Centro de Ensino Lago Norte (Celan), localizado na Área Especial Quadra 4/6, próximo ao Viveiro Comunitário, com entrada gratuita. Serão nove times mistos, totalizando cerca de 80 jogadores que são moradores do Lago Norte, Varjão e Paranoá. De acordo com os organizadores do torneio, os jogadores se conheceram durante a pandemia, quando um grupo de amigos começou a treinar na quadra de esportes do bairro. Moradores do Lago Norte, Varjão e Paranoá vão participar de torneio de voleibol neste fim de semana | Foto: Divulgação “Desde o início, mais de 500 pessoas já passaram pelo grupo, inclusive do exterior, quando estão em visita a Brasília. Elas descobrem nosso grupo nas redes sociais e ficam treinando conosco enquanto estão por aqui”, conta. O grupo se reúne para treinar todas as terças, quintas e domingos, das 19h até meia-noite. “Apoiar esse torneio é uma forma de incentivar a prática de esportes entre os moradores e assim atuar na prevenção de doenças e na promoção da saúde. Nós valorizamos o desenvolvimento de comportamentos saudáveis, que gerem bons hábitos e que reduzam o risco de doenças crônicas em todas as idades”, afirma o administrador regional do Lago Norte, Anderson Tolêdo. Durante o torneio, os atletas farão um plantio simbólico em homenagem aos sete anos do Viveiro Comunitário do Lago Norte. *Com informações da Administração Regional do Lago Norte
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Polo Verde agora tem estacionamento pavimentado
Quem frequenta um dos principais pontos de vendas de plantas de Brasília não precisa mais lidar com a poeira da seca ou a lama que se forma no período de chuvas. Nesta sexta-feira (1), o Governo do Distrito Federal (GDF) inaugurou a pavimentação de 1 mil metros quadrados em frente ao Polo Verde, na saída Norte da cidade, próximo ao balão da Granja do Torto. Mais de dez empresas funcionam no Polo Verde, que emprega diretamente cerca de 300 pessoas | Fotos: Renato Alves/Agência Brasília Sob supervisão do Departamento de Estradas de Rodagem (DER), o governador Ibaneis Rocha visitou o espaço que agora conta com 400 metros de meios-fios, sinalizações vertical e horizontal e 55 vagas asfaltadas. Solicitada pela Administração Regional do Lago Norte, a obra atende uma demanda de mais de 30 anos dos comerciantes. “Talvez pelos governos anteriores acreditarem não ser prioritário, já que se trata de um espaço tão pequeno diante de outras intervenções estruturantes bem maiores. Agora, sim, temos um grande benefício que já está sendo sentido pelos nossos frequentadores”, comemorou o gerente e um dos idealizadores do espaço, Ido Pellicano. Com mais de dez empresas funcionando em um espaço multiuso com viveiros, restaurante, lojas, cafés e até salas de cursos de arte, o Polo Verde ocupa uma área de 10 mil metros quadrados, dividida por sete viveiros da Associação de Produtores de Mudas Frutíferas e Ornamentais de Brasília. Emprega diretamente cerca de 300 pessoas. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] Acompanhado do secretário de Governo, José Humberto Pires, e do administrador regional do Lago Norte, Marcelo Ferreira, o governador Ibaneis Rocha destacou a importância do espaço que reúne várias empresas. “É um local que estava há três décadas aguardando um pequeno asfaltamento na porta, mas que é de grande importância. Com mais conforto, atrai mais a clientela, gerando mais empregos e contratações”, declarou Ibaneis.
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Parque Vivencial do Lago Norte livre de folhas e mais limpo
A troca de folhas no outono de Brasília deu um aspecto nada lúdico ao Parque Ecológico Vivencial do Lago Norte. Localizadas entre as QL 2 e 4, as pistas de caminhada e as escadas de acesso do espaço estavam cobertas pela folhagem que caiu, principalmente, dos bambuzais, colocando em risco a segurança de quem passeia por lá. Isso porque o acúmulo de folhas vinha formando um lodo no piso, deixando-o escorregadio e inseguro. Para dar novo visual ao parque, equipes do GDF Presente estiveram três dias por lá, de onde retiraram seis caminhões basculantes de entulhos, entre folhagens, garrafas, sacolas e copos plásticos, além de capina nas calçadas, que já estavam sem visibilidade em alguns trechos e lavagem. Trabalho foi intenso no parque que será o único no país 100% inclusivo, ou seja, totalmente adaptado com rampas e acessibilidade para portadores de deficiência física | Foto: Divulgação/GDF Presente Oito pessoas trabalharam no serviço que incluiu um caminhão basculante toco, um basculante truck, uma retroescavadeira e um caminhão-pipa. “É um parque muito frequentado pelos moradores do Lago Norte, principalmente os idosos, que estavam se arriscando em pisos e escadas escorregadios”, explica o coordenador do Polo Central I do GDF Presente, Lúcio Barbosa. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] Administrador regional do Lago Norte, Marcelo Ferreira lembra que o parque será o único no país 100% inclusivo, ou seja, totalmente adaptado com rampas e acessibilidade para portadores de deficiência física. Serão investidos R$ 3 milhões do Governo do Distrito Federal (GDF) no incremento de equipamentos e melhorias de locomoção. A primeira etapa desse projeto foi inaugurada na segunda-feira (24) com a instalação de containers da União Nacional de Acessibilidade (UNA). Eles abrigarão equipamentos dos alunos do curso de canoagem voltado a pessoas com deficiência. “É um presente para a nossa região porque, inclusive, as pessoas idosas da nossa comunidade vão poder frequentar e se locomover com mais facilidade nesse espaço que é de todos”, diz Ferreira.
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Doação e parceria viabilizam pavimentação de rua e de estacionamento no JB
Sem mão de obra, os moradores botaram a mão na massa e assentaram os bloquetes doados| Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília Uma parceria que deu certo e na qual os moradores “botaram a mão na massa” com alegria. De um lado, a Administração Regional do Jardim Botânico. Do outro, os moradores da região e do bairro João Cândido, próximo a São Sebastião. O esforço levou à construção de um estacionamento e ao assentamento de três pequenas ruas do bairro. A Administração recebeu uma doação de cerca de 15 mil bloquetes de cimento, uma carga repassada pela Novacap e Administração do Lago Norte. Sem mão de obra, uma conversa firmou a parceria. “Tínhamos esses bloquetes em nossa sede. E identificamos onde havia maior demanda da comunidade e onde o material seria adequado. Deu muito certo e penso que o pessoal dá muito valor a essa conquista, que é dos moradores e também do governo”, pontua o administrador Antônio de Pádua. Em João Cândido, duas ruas e uma passagem entre as casas foram reformadas. A situação das ruas era precária, com poeira e buracos. Geovani Pedroso, antigo morador, já havia levado várias reclamações à administração regional e mobilizou os moradores. Quando chovia, a lama tomava conta do local. “Havia muitos anos que a gente pedia um piso aqui. Na época da secura, é a poeira. Nas chuvas, eram poças cada vez maiores. Já caí aqui com meu filho”, conta Renato Silva, 48. Renato Silva: “Fui no automático; é a porta das nossas casas, né?” | Foto: Joel Rodrigues /Agência Brasília Servente de pedreiro e atualmente desempregado, Renato foi um dos cinco voluntários para o serviço. Reuniu o time e foi para a rua. “Fui no automático; é a porta de nossas casas né?”, explica. A dona de casa Marina Mundin, 50, também não hesitou em ajudar e carregou bloquetes junto com os vizinhos. Feliz com o resultado, agradeceu o apoio da Administração Regional. “Eles nos ajudam muito, escutam a comunidade. Quando o caminhão com os ‘tijolos’ encostou aqui, foi uma alegria”, conta a senhora. Onze mil peças cobriram as três ruas, a maior delas com 25 metros de extensão. Estacionamentos Já os moradores do Jardim Botânico ganharam mais um estacionamento, além do que já está sendo feito na avenida principal. Uma área mista próxima ao Condomínio Mansões Serrana vai ter um espaço com 28 vagas e 75 metros de extensão. Ali, os comerciantes souberam do material disponível e se organizaram para promover um rateio para contratar a mão-de-obra. Servidores da Administração passaram por lá antes. “A gente preparou todo o terreno, fez a terraplanagem, cercou o local. E o pessoal já iniciou o serviço no dia seguinte”, lembra o diretor de Obras do Jardim Botânico, Jorge Belo. Rinaldi Carlucio, antigo morador | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília “Era uma poeira imensa quando os caminhões paravam para descarregar alguma mercadoria. Incomodava não só o comerciante, mas quem compra também. Estragava os alimentos, os produtos, sem falar na possibilidade de uma doença”, destaca um dos mais antigos moradores, Rinaldi Carlucio, há 25 anos no local. Rinaldi vai todo dia à obra, “supervisionar” o trabalho. A expectativa é que em cinco dias o estacionamento já esteja em uso. Outra obra em fase de conclusão no Jardim Botânico é o estacionamento da avenida principal, uma ação do GDF Presente. A via mais movimentada da RA, com 1,1 km de comprimento, vai ter 240 vagas para veículos. A reforma entre os trechos 1 e 9 está adiantada e até meados de novembro será entregue à população. Vinte e cinco servidores da Novacap e da Administração trabalham no local.
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Viveiro do Lago Norte comemora três anos com programação festiva no sábado (30)
O Viveiro Comunitário do Lago Norte, na QL 4/6, faz aniversário em 3 de julho. Para comemorar os três anos de existência, uma série de atividades gratuitas está programada para sábado (30), das 8h30 às 13 horas. O Viveiro do Lago Norte foi criado com o propósito de recuperar nascentes, reflorestar áreas verdes, restaurar ecossistemas degradados e promover educação ambiental. Foto: Tony Winston/Agência Brasília Especialmente para as crianças, haverá oficinas de confecção de pipas com material reciclado, de desenho e de papel machê. Para Marcos Woortmann, administrador regional do Lago Norte, o evento é sobretudo uma forma para que mais pessoas conheçam o trabalho do viveiro e, aquelas que já participam, possam se encontrar. “São pessoas muito engajadas, muito atuantes. Quando elas entendem que não estão sozinhas, redes se formam, e o movimento floresce”, acredita. A programação inclui: Exposição fotográfica das nascentes e dos plantios feitos na região Exposição de artesanato Aula de alongamento Feira de troca de sementes e mudas Exposição das atividades dos escoteiros Confecção de iscas para abelhas sem ferrão Oficina de reprodução de bambu Praça de alimentação Comunidade participará do Virada do Cerrado Com o aniversário do viveiro, a comunidade também participará da Virada do Cerrado, que neste ano tem como tema central a coleta seletiva e a gestão de resíduos sólidos no Distrito Federal. Por isso, atividades socioambientais e educativas serão feitas durante o evento. De acordo com a Secretaria do Meio Ambiente, a iniciativa ocorre em 29 e 30 de junho, em várias regiões administrativas, e encerram as atividades da campanha Junho Verde, criado em alusão ao Dia Mundial do Meio Ambiente (5 de junho). A Virada do Cerrado é um programa colaborativo promovido pela Secretaria do Meio Ambiente em parceria com instituições e administrações espalhadas pelo DF. Em três anos, viveiro distribuiu mais de 120 mil mudas gratuitamente O Viveiro do Lago Norte foi criado com o propósito de recuperar nascentes, reflorestar áreas verdes, restaurar ecossistemas degradados e promover educação ambiental. Ele ainda visa atender a demandas de plantio de espécies do Cerrado nos parques do DF. [Numeralha titulo_grande=”60 mil” texto=”Número de mudas produzidas por ano pelo viveiro” esquerda_direita_centro=”direita”] No local, são produzidas aproximadamente 60 mil mudas por ano para doação e plantios de reflorestamento em uma área de 639 metros quadrados, cedida pela Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap). Desde 3 de julho de 2015, já foram distribuídas gratuitamente cerca de 123 mil mudas de árvores e plantadas outras 17 mil em matas ciliares, nascentes e cabeceiras, por meio de mutirões com a comunidade, em apoio a projetos de reflorestamento e em hortas urbanas.
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Lago Norte terá mutirão de plantio neste fim de semana
Cerca de mil mudas produzidas no Viveiro Comunitário do Lago Norte serão plantadas na QL 11/13 da região — local conhecido como Quebra da 13 —, próximo ao Hospital Sarah Kubitschek. A ação, marcada para sábado (17), às 9 horas, faz parte de uma série de mutirões organizados pela administração regional na área. Mudas de ipê-amarelo no Viveiro do Lago Norte. Foto: Tony Winston/Agência Brasília – 25.11.2015 A ideia é reflorestar e criar um local de contato com a natureza para os moradores. “Uma vez que o bosque estiver crescido, ele vai abraçar a área do Cerrado remanescente”, prevê o administrador do Lago Norte, Marcos Woortmann. Entre as espécies a serem plantadas estão o ipê e o ingá. [Olho texto=”Mutirão envolverá representantes do Brasília Capital Moto Week, de empresas privadas e de associações da sociedade civil” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”esquerda”] O trabalho neste fim de semana terá como principal aliado o evento Brasília Capital Moto Week, que está convidando motoclubes para auxiliar no plantio e ficará responsável por cuidar das mudas posteriormente. A participação de representantes do encontro motociclístico faz parte da compensação ambiental necessária devido ao carbono emitido com a aglomeração de motocicletas na edição do ano passado, entre 21 e 30 de julho. Também são parceiros do plantio deste sábado empresas privadas, associações da sociedade civil e outros órgãos do governo. Os mutirões para reflorestar a Quebra da 13 no Lago Norte começaram em 2011. Desde então, de acordo com a administração regional, 2,5 mil árvores foram plantadas. Há no local árvores com quase 5 metros. Como funciona o Viveiro Comunitário do Lago Norte Criado em 3 de julho de 2015, o Viveiro Comunitário do Lago Norte, na QL 6, tem capacidade para produzir 40 mil mudas por ano para doação e reflorestamento. A área de 639 metros quadrados é cedida pela Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap). O viveiro tem o propósito, também, de promover a educação ambiental. Quem visita o local pode levar até cinco mudas para casa gratuitamente. Edição: Marina Mercante
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Lago Norte adota medidas para diminuir mortes no trânsito
A redução da velocidade máxima na via principal do Lago Norte não ocorrerá já neste domingo (19), como informado anteriormente pela administração regional. Ela será apenas anunciada. No Dia Mundial em Memória das Vítimas de Trânsito, o Lago Norte adotará medidas para diminuir a violência no trânsito da região administrativa. Neste domingo (19), serão anunciadas a nova sinalização da ciclovia e a redução da velocidade máxima permitida na Estrada Parque Península Norte, que baixará de 70 para 60 quilômetros por hora. De acordo com o administrador regional do Lago Norte, Marcos Woortmann, a diminuição é importante, principalmente, para o tempo de frenagem dos veículos. [Olho texto='”Reduzir 10 quilômetros por hora é pouco para o motorista, mas pode ser muito significativo para um ciclista ou para um pedestre”‘ assinatura=”Marcos Woortmann, administrador regional do Lago Norte” esquerda_direita_centro=”esquerda”] “Reduzir 10 quilômetros por hora é pouco para o motorista, mas pode ser muito significativo para um ciclista ou para um pedestre”, ressaltou. A mudança é resultado de diálogo entre a administração regional, a população e especialistas em gestão de velocidade da Universidade de Brasília (UnB). Os estudos usados para basear a medida de redução foram desenvolvidos pelo governo federal, pela Organização Mundial da Saúde, pela Organização Pan-Americana da Saúde e pela Agência Nacional de Direitos da Infância. Sinalização das ciclovias do Lago Norte Outra ação programada é instalar sinalização nas ciclovias da região administrativa. Woortmann acredita que isso estimulará mais o uso de bicicletas no local. “A ideia é dar segurança para o ciclista que usa a pista para praticar esporte e para aqueles que queiram só se deslocar para a padaria, por exemplo.” O Lago Norte tem cerca de 22 quilômetros de ciclovia. Passeio de bicicleta no domingo (19) Para homenagear as vítimas de violência no trânsito, neste domingo haverá, além da implementação das mudanças na região, um passeio de bicicleta. São esperados 250 ciclistas em frente ao Shopping Deck Norte — a concentração será às 9 horas. Para participar, basta comparecer com uma bicicleta. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] O percurso tem cerca de 12 quilômetros. Os ciclistas sairão do canteiro central e seguirão até o Parque das Garças. Por fim, voltarão ao ponto de partida. O evento é organizado pela Administração Regional do Lago Norte, pela Secretaria das Cidades, pelo Departamento de Estradas de Rodagem do DF (DER-DF) e pelos grupos de pedal Rodas da Paz, Rebas do Cerrado, Bike Anjo e Bikers Conexão Cerrado. Também haverá o apoio do Departamento de Trânsito do DF (Detran-DF) e da Polícia Militar. Passeio de bicicleta para homenagear vítimas do trânsito no Lago Norte 19 de novembro (domingo) Às 9 horas Concentração em frente ao Deck Norte Edição: Paula Oliveira
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Passeio solidário movimenta Ecotrilha da Serrinha no sábado (30)
A Administração Regional do Lago Norte e o grupo Cavaleiros Solidários promoverão no sábado (30) um passeio a cavalo beneficente. O grupo sairá da Granja do Torto e passará pela Ecotrilha da Serrinha do Paranoá. Entre os objetivos do passeio solidário estão a promoção do turismo rural e a preservação do Cerrado. No domingo (1º), o Lago Norte ganha mais uma rota ecológica. Foto: Andre Borges/Agência Brasília-31.8.2017 A concentração está marcada para as 8 horas, com saída às 9 horas. O percurso de 12 quilômetros se encerra no Núcleo Rural Jerivá. A ação culminará com a doação de brinquedos e doces aos alunos da Escola Classe Aspalha. Segundo o administrador do Lago Norte, Marcos Woortmann, o passeio é uma celebração das ecotrilhas e do patrimônio ambiental e humano da Serrinha do Paranoá. “Ficamos felizes de receber este grupo que vem da Granja do Torto conhecer e prestigiar a paisagem, as pessoas e os roteiros que foram construídos no Lago Norte”, comenta. [Olho texto='”As ecotrilhas são a ligação entre todos os patrimônios que temos: turístico, ambiental, humano e cultural da Serrinha”‘ assinatura=”Marcos Woortmann, administrador regional do Lago Norte” esquerda_direita_centro=”esquerda”] Ele espera que a iniciativa se repita no DF. “Esperamos que seja o primeiro passeio de muitos que contribuirão para o desenvolvimento das ecotrilhas como roteiro não apenas de ecoturismo, mas também de turismo rural e da preservação do Cerrado”, acrescenta. O Lago Norte ganha no domingo (1º) mais uma rota ecológica, com a inauguração da Ecotrilha Pamonhas. A turma do pedal fará o trajeto na região da Serrinha do Paranoá, com nível médio de dificuldade e 18 quilômetros de extensão. Orientações sobre fauna e flora do Cerrado O ponto de encontro será no Posto Colorado, na BR-020, em frente à pamonharia do local, a partir das 8h30. A trilha está sinalizada, e o visitante encontrará diversas árvores identificadas com nome científico e placas com explicações em fotos e texto sobre espécies da fauna e da flora. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] O trabalho é fruto de parceria entre a Administração Regional do Lago Norte, o Instituto Oca do Sol, a Fundação Banco do Brasil, o Instituto Chico Mendes de Biodiversidade (ICMbio) e grupos de escoteiros e de pedal. Por meio do projeto, já foram inauguradas quatro trilhas neste ano. “Elas são a ligação e a conexão com todos os patrimônios que nós temos: turístico, ambiental, humano e cultural da Serrinha”, comemora o administrador.
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Infraestrutura na Praia Norte ficará pronta até o segundo semestre de 2018
Iniciadas em agosto, as obras de infraestrutura e urbanização da Praia Norte, no Setor de Mansões do Lago Norte, devem ficar prontas no segundo semestre de 2018. Governador Rodrigo Rollemberg assinou ordem de serviço simbólica neste domingo (24). Foto: Toninho Tavares/Agência Brasília Estão sendo construídos ciclovias, passeios, um estacionamento e um deck de 239 metros que terá um guarda-corpo na orla do Lago Paranoá. Na manhã deste domingo (24), o governador Rodrigo Rollemberg esteve no local para fazer a assinatura simbólica da ordem de serviço das intervenções. Para ele, essa é a obra do projeto Orla Livre que mais lhe agrada, visto que vai atender parte da população que mais precisa, como do Varjão e do Paranoá. “Vamos ter toda a infraestrutura necessária para as pessoas desfrutarem deste espaço tão maravilhoso, dentro dessa perspectiva de democratizar o Lago Paranoá e de fazer com que ele seja a nossa praia, e praia tem de ser de todos.” [Olho texto=”“Vamos ter toda a infraestrutura necessária para as pessoas desfrutarem deste espaço tão maravilhoso, dentro dessa perspectiva de democratizar o Lago Paranoá e de fazer com que ele seja a nossa praia, e praia tem de ser de todos”” assinatura=”Rodrigo Rollemberg, governador de Brasília” esquerda_direita_centro=”esquerda”] Também assinaram o documento o diretor-presidente da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap), Júlio Menegotto; o secretário de Infraestrutura e Serviços Públicos, Antônio Coimbra; e o administrador regional do Lago Norte, Marcos Woortman. “Esta é mais uma obra do governo de Brasília para democratizar o uso do Lago Paranoá. Vai ser um espaço apropriado para o lazer da população e receber turistas”, disse Menegotto. Praia Norte terá mais conforto e segurança Também serão construídos no local três quiosques para comércio. “Vamos dar prioridade a quem já atua há muitos anos aqui e quem acreditou neste espaço. Essas pessoas terão a oportunidade de trabalhar com melhores condições e mais conforto”, disse. Para dar mais segurança aos banhistas, o Corpo de Bombeiros Militar do DF terá um local fixo para as equipes de salvamento. Nesta manhã, uma demonstração de situações de perigo serviu para alertar os frequentadores. “É preciso ter certos cuidados ao entrar no lago”, destacou o primeiro-tenente do Batalhão de Busca e Salvamento Aquático do Corpo de Bombeiros, Daniel Oliveira. Foram simulados dois resgates de praticantes de stand-up paddle com o auxílio de duas embarcações e um jet ski da corporação. A técnica em podologia Analice de Carvalho, de 32 anos, mora no Paranoá Parque e frequenta o local pelo menos uma vez na semana com os quatro filhos. Ela já vinha observando o movimento dos trabalhadores da obra e espera que as intervenções levem mais conforto e segurança para a sua família. “Aqui sempre foi meio abandonado, esses quiosques vão trazer tranquilidade, a população merece”, disse. Com investimento de R$ 9.909.779,33, o prazo para o término das obras é de 360 dias após o início, que ocorreu em agosto. O recurso é fruto de financiamento do Banco do Brasil. Na estrutura, estão previstos: Estacionamento Ciclovia Passeios Deck com madeira plástica Três quiosques de alimentação Dois quiosques para banheiros Quiosque para o Corpo de Bombeiros Militar do DF Parque de diversões Pergolados Academia inteligente Academia de ginástica para a terceira idade Quadras de esportes Reestruturação da previdência do DF e lançamento do Bilhete Único A votação do Projeto de Lei Complementar nº 122, de 2017, na Câmara Legislativa foi um dos assuntos abordados pelo governador nesta manhã. A expectativa dele é positiva, visto que a reestruturação da previdência será benéfica para todo o DF. “Ao aprovar esse projeto, vamos ter condições de afastar esse fantasma do parcelamento de salários para servidores e funcionários; vamos conseguir pagar as horas extras atrasadas da Saúde até o fim do ano; vamos garantir em janeiro a antecipação de férias para a Educação; e poder pagar às empresas terceirizadas em dia”, enumerou. Com isso, ele espera também estimular o desenvolvimento da economia do DF. O texto proposto pelo Executivo local sugere a criação de uma previdência complementar para novos servidores públicos, além de reunir em um só fundo de pagamento as aposentadorias de todos os servidores. Ele também comemorou o lançamento do Bilhete Único e da recarga dos cartões pela internet nessa semana. “Isso vai significar uma economia enorme diretamente no bolso do cidadão”, disse. Com o bilhete, pode-se pegar até três trajetos de diferentes preços, e será cobrada a quantia máxima de R$ 5. Edição: Paula Oliveira
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Lago Norte ganha mais duas trilhas neste fim de semana
Diferentemente do informado antes, Marcos Woortmann é administrador regional apenas do Lago Norte, e não do Varjão Mais duas trilhas serão inauguradas no Lago Norte: a da Península, no sábado (2), e a Caliandras, no domingo (3). Elas são parte do projeto Ecotrilhas e se somam à Bomtempo, entregue à população em 27 de agosto. Trilhas no Lago Norte dão acesso a cachoeiras e vistas panorâmicas de Brasília. Foto: Andre Borges/Agência Brasília Os roteiros têm o objetivo de estimular a educação ambiental e o turismo natural na região da Serrinha do Paranoá. “O meio ambiente precisa ser conhecido e usado pelas pessoas”, defende o administrador regional do Lago Norte, Marcos Woortmann. A atividade é parte da programação da Virada do Cerrado na região administrativa. A trilha da Península tem 20 quilômetros em trajeto urbano. Ela segue pela DF-009, a via principal do Lago Norte, passa pelo Parque Vivencial do Lago Norte Módulo II, pela Praça da Família e o ParCão, até o Viveiro Comunitário do Lago Norte. “A ideia é integrar áreas bucólicas pouco conhecidas da população”, diz Woortmann. Para quem quiser conhecer a rota no sábado (2), o ponto de encontro será na Quebra da 13, na QL 13, a partir das 8 horas. Na inauguração, estão previstas uma oficina de identificação de árvores do Cerrado e a manutenção do plantio dos bosques. A trilha Caliandras, por sua vez, tem saída da Torre de TV Digital e desce pela Serrinha do Paranoá, entre o Córrego do Urubu e o Córrego Jerivá. São 10,6 quilômetros de rota, e, em alguns pontos, ela cruza com os outros trajetos do Ecotrilhas. Ciclistas podem percorrê-la no domingo (3), a partir das 8 horas, com saída do estacionamento da Torre de TV Digital. O grupo Rebas do Cerrado guiará os participantes. Infraestrutura para desbravar o Cerrado As trilhas foram montadas com base em rotas já usadas informalmente por praticantes de mountain bike. Os caminhos têm sinalização em padrão internacional e placas para identificar espécies do Cerrado. Informações como coordenadas, altitude e mapa da trilha também ficarão disponíveis por meio de QR Codes (em inglês, quick response) — código lido por aparelhos celulares para conversão em links. A localização espacial pode ser feita ainda por sistema GPS (global positioning system). [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] O Ecotrilhas decorre do projeto Águas, que fez o mapeamento de nascentes na região. Foram localizados 110 pontos em que a água brota da terra. Os cursos d’água desembocam em nove córregos que abastecem o Lago Paranoá. Além disso, foi feito o levantamento das cadeias produtivas instaladas na área, como a agroecológica. Foram identificados pelo menos 50 produtores de orgânicos com certificação. A iniciativa é uma parceria da Administração Regional do Lago Norte com o Instituto Oca do Sol e o Banco do Brasil, que contribui com R$ 70 mil para o projeto. O recurso se destina a estudos de georreferenciamento, mapeamento, confecção de placas, oficinas de arte, educação e prevenção e combate a incêndios florestais. Edição: Paula Oliveira
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Lago Norte ganha trilha ecológica
O Lago Norte ganha, neste domingo (27), a Trilha Bomtempo, que faz parte do projeto Ecotrilhas da região administrativa. O Lago Norte ganha, neste domingo (27), a Trilha Bomtempo, que faz parte do projeto Ecotrilhas da região administrativa. Foto: Gabriel Jabur/Agência Brasília Com 26 quilômetros de extensão, o circuito, que fica na área conhecida como Serrinha do Paranoá, tem nível de dificuldade médio e proporciona uma das mais apreciadas vistas panorâmicas da cidade. Junto com o lançamento da pista, ocorrerá o 25° Encontro de Grupos de Pedal do Distrito Federal. Os ciclistas devem se concentrar às 7 horas no Deck Norte, e a saída será às 8 horas. A expectativa é que 500 praticantes do esporte participem do primeiro passeio. A trilha estará totalmente sinalizada e ainda contará com placas nas árvores, que identificarão as espécies com os nomes científicos e explicarão, com fotos e textos, dados sobre a fauna e a flora do Cerrado. [Olho texto='”A beleza do Cerrado está nos detalhes. É por meio da educação — ao passar conhecimento sobre o nosso bioma — que incentivamos a prática da preservação”‘ assinatura=”Marcos Woortmann, administrador regional do Lago Norte” esquerda_direita_centro=”esquerda”] Os ciclistas terão ainda a seu dispor QR Codes (da sigla em inglês Quick Response) — código lido por celulares para ser convertido em links — e o aplicativo GPS (Global Positioning System), que em português significa Sistema de Posicionamento Global, para facilitar a localização. Segundo Marcos Woortmann, administrador regional do Lago Norte, essa forma de uso ajuda a preservar áreas públicas. “A beleza do Cerrado está nos detalhes. É por meio da educação — ao passar conhecimento sobre o nosso bioma — que incentivamos a prática da preservação. É necessário conhecer para valorizar”, diz. Recursos e outras trilhas Além da Bomtempo, quatro trilhas fazem parte do projeto, uma delas já entregue e as demais ainda não inauguradas. São elas: Pedra dos Amigos (já inaugurada) Península do Lago Norte Caliandras Pamonhas As Trilhas Península e Caliandras serão abertas ao público, respectivamente, em 2 e 3 de setembro (sábado e domingo). A abertura dos circuitos faz parte da programação da Virada do Cerrado. Ecotrilhas é uma parceria entre a Administração Regional do Lago Norte, o Instituto Oca do Sol e o Banco do Brasil, que contribui com R$ 70 mil para o projeto. O recurso se destina a estudos de georreferenciamento, mapeamento, confecção de placas, oficinas de arte, educação e prevenção e combate a incêndios florestais. Edição: Vannildo Mendes
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Viveiro do Lago Norte celebra dois anos com atividades no domingo (2)
O Viveiro Comunitário do Lago Norte, na QL 6, completa dois anos de existência na segunda-feira (3). Para celebrar, haverá uma série de atividades gratuitas no domingo (2), das 8 horas ao meio-dia. Inaugurado em 2015, o Viveiro Comunitário do Lago Norte completa dois anos na segunda-feira (3). Foto: Andre Borges/Agência Brasília Parceira do Viveiro do Lago Norte, a Associação de Meliponicultores vai montar um estande com abelhas sem ferrão, degustação de mel e distribuição de mudas. Para as crianças, haverá oficinas de pipas e de contos, além de pintura de rosto. A inauguração do Bosque dos Pioneiros, nome que homenageia alguns fundadores de Brasília, deveria acontecer também no domingo, mas foi adiada, e a nova data ainda será definida. A programação inclui ainda: Estande de degustação de geleia, sucos e frutos do Cerrado Estande de plantas alimentícias não convencionais Troca de sementes, exposição de artesanato Prosa ambiental com Mônica Veríssimo, representante do Fórum de ONGs ambientalistas, com o tema Brasília Patrimônio Cultural e Ambiental Palestras diversas O local tem capacidade para produzir 40 mil mudas por ano para doação e reflorestamentos. Durante a festa, os brigadistas voluntários da Serrinha do Paranoá, que participaram da última Oficina de Prevenção e Combate a Incêndios Florestais, com o Corpo de Bombeiros Militar Ambiental, receberão os certificados de participação. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] “O viveiro comunitário se consolidou ao longo desses dois anos como uma experiência muito exitosa de parceria entre governo, empresas e sociedade. Esse espaço provou ser um local educador acima de tudo”, destaca o administrador regional do Lago Norte, Marcos Woortmann. Capacidade de produção do Viveiro Comunitário do Lago Norte O Viveiro do Lago Norte foi criado com o propósito de recuperar as nascentes e promover a educação ambiental. Desde 3 de julho de 2015, já foram distribuídas gratuitamente cerca de 50 mil mudas de árvores e plantadas outras 14 mil em matas ciliares, sempre em mutirões com a comunidade. 2º Aniversário do Viveiro Comunitário do Lago Norte 2 de julho (domingo) Das 8 às 12 horas SHIN QL 6 (ao lado do grupo de Escoteiro Lis do Lago) Informações: (61) 3468-9430
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Lago Norte ganha ParCão diferenciado no domingo (25)
O ParCão do Lago Norte tem 600 metros quadrados, e não 800 metros quadrados, conforme informado anteriormente pela Secretaria do Meio Ambiente. O ParCão será inaugurado no domingo (25), às 9 horas, no Lago Norte. Foto: Tony Winston/Agência Brasília Moradores do Lago Norte contarão com um ParCão — espaço para convivência de cães — a partir de domingo (25). A concepção do local, na QI 2, próximo a um supermercado, levou em conta aspectos comportamentais dos animais. A inauguração será às 9 horas. Esse é o primeiro ParCão do Distrito Federal a observar características desse tipo. Nele existem áreas separadas para cães mais ativos e de maior porte e para os menos vigorosos, idosos ou com algum tipo de deficiência. Há também zonas de sombra e de sol, entre outros cuidados. O projeto, no valor de R$ 103 mil, foi concebido pela Secretaria do Meio Ambiente em parceria com especialistas voluntários e integrantes de organizações não governamentais. Os recursos são da pasta, obtidos por meio do Comitê Interinstitucional da Política Distrital para os Animais (Cipda). A contratação da obra coube à Administração Regional do Lago Norte. Foco no bem-estar dos animais A ideia é garantir que o espaço de convivência garanta o bem-estar do animal. “Os outros ‘parcães’ criados no DF eram apenas um lugar cercado, totalmente descoberto e sem separação de áreas de acordo com o porte e a personalidade do animal”, explica a chefe da Unidade Estratégica de Direitos dos Animais da Secretaria do Meio Ambiente, Mara Moscoso. [Olho texto='”Cães são como bebês, não devem tomar sol em horários muito quentes”‘ assinatura=”Mara Moscoso, chefe da Unidade Estratégica de Direitos dos Animais da Secretaria do Meio Ambiente” esquerda_direita_centro=”esquerda”] No Lago Norte, há locais com sombra e gramado. “Cães são como bebês, não devem tomar sol em horários muito quentes”, compara Mara. Outra opção com foco no bem-estar foi a de não instalar equipamentos de agility, como rampas e túneis. “Somente animais com treinamento específico para esses aparelhos têm condição de usá-los. E a maioria dos cães não o têm”, explica a médica veterinária Cecília Carreiro, especialista em comportamento animal. Cecília atuou voluntariamente na elaboração do ParCão do Lago Norte. Ela conta ser bastante comum que tutores coloquem animais no alto das rampas. “O resultado é o cão ficar paralisado de medo”, destaca. Para evitar contaminação, o espaço também não terá mesas. O objetivo é não incentivar piqueniques. “Vemos que alguns tutores costumam colocar os animais em cima da mesa. Assim, há o risco de transmissão de doenças por meio dos alimentos”, detalha a veterinária. [Olho texto=”Postes de iluminação permitem visitas ao ParCão do Lago Norte também no período noturno” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”direita”] Pontos de água serão colocados à disposição para abastecimento de recipientes. Não se trata de bebedouros, por isso, não será possível o contato direto dos cães com as torneiras. É uma forma de evitar transmissão de doenças pela saliva. O ParCão do Lago Norte tem 600 metros quadrados e funciona todos os dias de forma gratuita. Postes de iluminação permitem visitas também no período noturno. Para frequentá-lo, no entanto, é preciso observar algumas normas de conduta, apresentadas em placas: Os animais só poderão ficar no cercado acompanhados dos tutores Os tutores devem ter força e tamanho suficientes para controlar o animal A presença de crianças é permitida no espaço, mas acompanhadas dos pais ou responsáveis Se houver conflito entre cães, é obrigatória a intervenção dos tutores Também é obrigatório o recolhimento de fezes dos animais Os animais devem estar vacinados e vermifugados, não ter infestação de pulgas nem carrapatos As fêmeas não podem estar no cio Espaço de convivência também para as pessoas O ParCão do Lago Norte integra a Praça da Família, onde há um ponto de encontro comunitário, circuito de ginástica e quadras de vôlei. A ideia é que o espaço fortaleça o convívio entre os moradores, de acordo com o administrador regional do Lago Norte, Marcos Woortmann. “A iniciativa é uma forma de recriar laços comunitários. Não são só os cães que convivem entre eles; as pessoas que os levarem ao ParCão também poderão interagir umas com as outras”, afirma. [Olho texto='”A iniciativa é uma forma de recriar laços comunitários. As pessoas que levam os cães também poderão interagir”‘ assinatura=”Marcos Woortmann, administrador regional do Lago Norte” esquerda_direita_centro=”esquerda”] A criação do espaço de convivência beneficia uma população de cerca de 37 mil pessoas, de acordo com a Pesquisa Distrital por Amostra de Domicílios 2016 (PDAD), elaborada pela Companhia de Planejamento do Distrito Federal (Codeplan). O levantamento considera os moradores do Lago Norte, Setor de Mansões do Lago Norte, Taquari e zonas rurais. O modelo do ParCão do Lago Norte se baseou em experiências de outras cidades, como São Paulo (SP) e Niterói (RJ), e servirá de referência para outras regiões administrativas. “A ideia que outras cidades do DF que queiram replicar o projeto possam usar o nosso modelo”, defende Woortmann. Programação diversificada para inauguração No dia da inauguração, ocorrerá uma Cãominhada Solidária. Para participar, os tutores devem doar, no mínimo, 1 quilo de ração de cão ou gato. Eles receberão um kit com produtos para o animal. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Toda a ração obtida será destinada a grupos de proteção de animais vítimas de maus-tratos ou abandono. Os valores arrecadados serão revertidos em campanha para cirurgias de castração de bichos criados por famílias de baixa renda. Inauguração do ParCão do Lago Norte 25 de junho (domingo) Das 9 às 12 horas QI 2, ao lado do estacionamento do Pão de Açúcar Entrada gratuita Edição: Vannildo Mendes
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Bosque das Abelhas passa a integrar estrutura do Viveiro do Lago Norte
Quem visitar o Viveiro Comunitário do Lago Norte, na QL 4/6, a partir de agora encontrará um enxame de abelhas jataí. Porém, não há com o que se preocupar, pois elas não ferroam e são inofensivas. Em parceria com a comunidade, a administração da localidade inaugurou o Bosque das Abelhas em 15 de março e recebeu uma caixa com cerca de 200 indivíduos da espécie. Abelhas jataí têm lugar especial no Viveiro Comunitário do Lago Norte. Foto: Dênio Simões/Agência Brasília “São abelhas dóceis e com potencial ambiental, terapêutico e econômico”, destaca o administrador regional do Lago Norte, Marcos Woortmann, que também cria abelhas sem ferrão em casa. Responsável pela doação da colmeia, Janaína Figueira, voluntária no viveiro e membro da diretoria da Associação de Meliponicultores do Distrito Federal, explica que essa espécie ajuda na polinização da flora nativa do Cerrado. O uso do mel no tratamento de doenças como a catarata e a fabricação de cera e própolis para venda são outras vantagens desse tipo de abelha. “Uma caixa da jataí, por exemplo, produz anualmente uma média de 1 litro de mel”, conta Janaína. “Trata-se de um produto saboroso, nutritivo e com maior valor de mercado se comparado com o mel das abelhas convencionais”, completa. Apesar de não ter ferrão, a abelha jataí morde. As mordidas, no entanto, não são mais fortes que as picadas de uma formiga. As operárias têm ciclo de vida médio de 40 dias, e as rainhas e os zangões costumam viver alguns dias a mais. Potencialidades oferecidas pela meliponicultura A meliponicultura é a criação de abelhas que não ferroam. Elas têm a ferramenta de defesa, mas atrofiada, o que as impede de picar. Nativas do Brasil, são chamadas cientificamente de meliponíneas. [Olho texto=”A criação das abelhas jataí assegura a perpetuação da espécie, bem como a de plantas polinizadas por elas” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”esquerda”] De um modo geral, a criação necessita de cuidados pontuais e baixo investimento. Além disso, a atividade pode ser desenvolvida em diversos espaços, inclusive em áreas residenciais. O retorno financeiro pode ser obtido por meio da produção de colmeias e da comercialização de mel, própolis e cera. Rico em minerais e proteínas, o mel produzido pelas abelhas nativas tem um valor de mercado que chega a ser dez vezes maior do que o do mel tradicional, a depender da variedade. De acordo com a Associação Brasileira de Estudos das Abelhas, o mel oriundo dessas espécies atinge preços que variam de R$ 40 a R$ 80 o quilo, para o produtor, e de R$ 80 a R$ 120 para o consumidor. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Trata-se, portanto, de um negócio econômico atrativo para criadores, mas ainda mais importante para as próprias abelhas, que têm o risco de diminuição da população em virtude do crescimento das cidades. A criação assegura a perpetuação da espécie, bem como a de plantas polinizadas por elas. Em florestas e matas, as abelhas sem ferrão ganham dimensão estratégica na conservação da biodiversidade. Por serem nativas e adaptadas à flora local, seu poder de polinização é considerado maior que o das abelhas exóticas. Viveiro Comunitário do Lago Norte No ano passado, cerca de 600 mudas de diversas espécies foram plantadas no Viveiro Comunitário do Lago Norte. Desde a inauguração, em 2015, o local já distribuiu 60 mil mudas e promoveu diretamente o plantio de cerca de 10 mil árvores, por meio de mutirões comunitários. Edição: Marina Mercante
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Lago Norte representa Brasília no Plantio Global de domingo (19)
Diversas cidades ao redor do mundo participarão, neste domingo (19), do Plantio Global, iniciativa de entidades da sociedade civil destinada estimular a consciência ambiental comunitária. O Lago Norte representará Brasília com atividades ambientais e esportivas na área próxima ao parquinho da Quebra da 13 (SHIN QL 11/13). O local abriga um bosque com cerca de 600 mudas plantadas no ano passado. A Administração Regional do Lago Norte fará manutenção do espaço, bem como o plantio de novas espécies em parceria com a Associação Amigos da Quebra da Treze. [Numeralha titulo_grande=”10 mil” texto=”Quantidade de árvores plantadas em mutirões comunitários, desde 2015, com mudas do Viveiro Comunitário do Lago Norte” esquerda_direita_centro=”esquerda”] Uma academia privada se uniu ao evento e vai oferecer atividades de yoga e alongamento aos presentes. A ação vai contar, ainda, com a presença de alguns atletas que participarão de treino de natação em águas abertas. Para Marcos Woortmann, administrador do Lago Norte e Varjão, a iniciativa é um marco da cidadania com o qual a população local já está acostumada. “A ideia é marcar um dia de consciência ambiental fazendo aquilo que nós já fazemos todos os finais de semana – plantando árvores e plantando o futuro”, destaca. Viveiro do Lago Norte As mudas serão doadas pelo Viveiro Comunitário do Lago Norte, que, desde a sua inauguração, em 2015, já distribuiu 60 mil mudas e promoveu diretamente o plantio de 10 mil árvores, por meio de mutirões comunitários, com o apoio dos voluntários e moradores. Confira as cidades participantes do Plantio Global. Edição: Vannildo Mendes
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Lago Norte recebe plantio no fim de semana
A Administração Regional do Lago Norte promove neste sábado (11), em parceria com o Centro Olímpico da Universidade de Brasília (UnB), uma manhã de plantio comunitário, das 9 às 12 horas. Cerca de 400 mudas, doadas pelo Viveiro Comunitário do Lago Norte, serão plantadas na área do Centro Olímpico. O espaço ganhará novos exemplares de ipês, jacarandás, patas-de-vaca, buritis e jerivás, entre outras espécies do Cerrado. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] O objetivo da ação é ajudar a recuperar a vegetação nativa e proteger as margens do Lago Paranoá. As mudas serão cuidadas por estudantes dos cursos de biologia e educação física e voluntários do viveiro. Doações de mudas são do Viveiro do Lago Norte No domingo (12), o plantio será na área do Santuário Tabor da Esperança, mais conhecido como Santuário da Mãe e Rainha Três Vezes Admirável de Schoenstatt, localizado próximo à Torre de TV Digital. A atividade vai ocorrer das 9 às 11 horas. Serão plantadas cerca de 70 mudas de espécies capazes de produzir sombra no local. As árvores também serão doadas pelo Viveiro do Lago Norte, cujo projeto se uniu à Campanha da Fraternidade em defesa da vida e do meio ambiente.
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PEC do Lago Norte recebe atividades ao ar livre neste sábado (4)
Atividades ao ar livre gratuitas estão marcadas para ocorrer neste sábado (4), a partir das 8 horas, no ponto de encontro comunitário (PEC) em frente ao Centro de Saúde nº 10, na QI 3 do Lago Norte. A programação é uma parceria da Administração Regional do Lago Norte com a unidade de saúde e uma academia de ginástica. Haverá aulas de tai chi chuan e de dança, além de orientações para o uso correto dos equipamentos do PEC e de instruções de atividades físicas para cadeirantes. O centro de saúde oferecerá cartilhas com dicas aos participantes. Para participar, basta comparecer ao local com roupa leve, calçado apropriado, protetor solar e garrafa d’água. Outras edições da atividade já estão marcadas para 18 e 25 de março no Parque Vivencial II e no Parque das Garças, respectivamente. Edição: Marina Mercante
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Casa de Cultura do Varjão oferece acupuntura e ioga gratuitos
A Casa de Cultura do Varjão voltou a oferecer neste mês tratamentos gratuitos de acupuntura, aulas de ioga, palestras e cursos sobre qualidade de vida. As atividades fazem parte de projeto coordenado pelo Instituto Tai de Acupuntura, em parceria com a Administração Regional do Varjão e com o Centro Universitário do Distrito Federal (UDF). A programação estava parada desde meados de dezembro devido ao recesso dos estudantes da pós-graduação em acupuntura da UDF, responsáveis pelos atendimentos. As sessões de acupuntura ocorrem às quartas-feiras, das 8 horas ao meio-dia, por ordem de chegada, para cerca de 20 pessoas. Para moradores carentes do Varjão e de outras regiões, são gratuitas. Pessoas com melhores condições financeiras podem participar, mas pagam uma taxa de R$ 150 por cinco sessões. O valor ajuda a custear materiais como agulhas, algodão e toalhas. [Olho texto=”A acupuntura é uma atividade terapêutica milenar que utiliza agulhas para estimular efeitos analgésicos e anti-inflamatórios no organismo” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”direita”] As aulas de ioga também são às quartas, das 7 às 8 horas. Para participar, basta levar um colchonete. A participação é gratuita, e as vagas (15) são preenchidas por ordem de chegada. O Ambulatório Social de Medicina Oriental do Varjão O projeto coordenado pelo Instituto Tai é chamado de Ambulatório Social de Medicina Oriental do Varjão e foi criado em 2015. “A iniciativa visa atender quem não tem poder aquisitivo. É uma abordagem de promoção da saúde”, diz Marcos Woortman, administrador regional do Lago Norte. A administração regional cede o espaço da Casa de Cultura. Os universitários que atendem no local são orientados pelo professor e coordenador do projeto, Homero Bernardo. “São atividades que promovem o bem-estar social, com tratamentos que englobam a medicina tradicional chinesa.” Como funciona a acupuntura A acupuntura é uma atividade terapêutica milenar que utiliza agulhas para estimular efeitos analgésicos e anti-inflamatórios no organismo. O tratamento, além de aliviar dores, minimiza sintomas de depressão e ansiedade, previne alergias, ajuda na tentativa de parar de fumar e trata incontinência urinária, entre outros benefícios. Ambulatório Social de Medicina Oriental do Varjão Casa de Cultura do Varjão (Quadra 2, Conjunto D) Sessões de acupuntura Todas as quartas-feiras Das 8 horas ao meio-dia 20 vagas (preenchidas por ordem de chegada) Gratuitas para pessoas carentes e R$ 150 (cinco sessões) para quem tem melhores condições financeiras Aulas de ioga gratuitas Das 7 às 8 horas 15 vagas (preenchidas por ordem de chegada) Levar colchonete Edição: Marina Mercante
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Viveiro do Lago Norte é referência de trabalho de estudantes de São Paulo
Estudantes de uma escola privada de São Paulo vão fazer um documentário sobre sustentabilidade para uma atividade escolar e escolheram o Viveiro Comunitário do Lago Norte como fonte de informações. Os jovens estiveram nesta quarta-feira (8) no local para conhecer o trabalho feito desde 2015, além da história da capital federal. O administrador regional do Lago Norte, Marcos Woortmann, recebeu os visitantes com uma palestra. “A gente fica feliz em poder colaborar com a proposta, que parte do princípio de que todos podem fazer pouco, e, com esse pouco, a mudança vem.” A diretora da escola paulista, Lilian Vieira, destacou o fato de as ações de plantio e cultivo terem grande participação da comunidade. “Pudemos mostrar que o tripé formado pelo viveiro, pela sociedade e pelo poder público pode se refletir na conquista da sustentabilidade”, avaliou. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] O viveiro ocupa uma área de 639 metros quadrados, cedida pela Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap), e foi criado para atender a demandas de plantio de espécies do Cerrado nos parques do DF. O objetivo é o reflorestamento de áreas verdes e a recuperação de ecossistemas degradados. Desde que foi inaugurado, em 2015, foram distribuídas mais de 40 mil mudas. Edição: Paula Oliveira
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Núcleo Rural do Jerivá receberá 300 mudas no sábado (4)
Moradores do Lago Norte poderão participar do plantio voluntário de mudas no Núcleo Rural do Jerivá. A ação promovida pela administração regional será no sábado (4), das 9 às 11 horas, na Entrada B do local. O Viveiro Comunitário do Lago Norte doou 300 mudas de espécies como angico, aroeira-rosa, barriguda, embaúba, ingá-de-metro, ipê-branco, ipê-rosa, ipê-roxo, landim, monjoleiro e pau-formiga. “A comunidade é sempre a primeira a propor, a participar e, depois dos plantios, a cuidar das plantas”, observa o administrador regional do Lago Norte, Marcos Woortmann. No período de chuva de 2016, entre novembro e dezembro, foram plantadas mais de oito mil árvores em mutirões do viveiro em áreas como Quebra da 13, Córrego do Torto, Cachoeira do Urubu e Núcleo Rural do Palha. Desde a inauguração do Viveiro Comunitário do Lago Norte, em 2015, foram distribuídas mais de 40 mil mudas. O objetivo é o reflorestamento de áreas verdes e a recuperação de ecossistemas degradados. O viveiro foi criado para atender à demanda de plantio de espécies do Cerrado nos parques do DF e ocupa uma área de 639 metros quadrados, cedida pela Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap). O criadouro tornou-se também um ponto de produção de mudas para reflorestamento de nascentes e córregos. Edição: Paula Oliveira
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Viveiro do Lago Norte terá plantio comunitário neste sábado (17)
Moradores do Lago Norte, associações, igrejas e voluntários do viveiro comunitário da região administrativa poderão participar do plantio de 300 mudas de espécies neste sábado (17). Com o apoio de grupos de escoteiros e promovida pela administração regional, a atividade ocorrerá na QL 4/6, das 14 às 17 horas. No encerramento haverá um ato ecumênico. Serão cultivadas espécies como angico, aroeira, barriguda, ingá-de-metro, ingá-de-bola, jacarandá, jatobá, juçara, landim, mutamba e xixá. Projeto Ecotrilhas da Serrinha do Paranoá Na ocasião, será lançado o projeto Ecotrilhas da Serrinha do Paranoá, região com microbacias hidrográficas que abastecem a porção norte do Lago Paranoá. Em parceria com o Instituto Oca do Sol e a Fundação Banco do Brasil, ele será desenvolvido ao longo de 2017, com o mapeamento e a sinalização das trilhas de turismo e esporte da Serrinha, bem como das nascentes, dos córregos e da cachoeira do Urubu. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Cerca de 10 mil espécies do Cerrado também vão ser identificadas. O Ecotrilhas visa ainda reorganizar as brigadas comunitárias de combate a incêndios florestais. Capacidade para produzir até 40 mil mudas por ano Inaugurado em 3 de julho de 2015, o viveiro tem capacidade para produzir até 40 mil mudas por ano. Ele foi criado para atender à demanda de plantio de espécies do Cerrado — baru, cagaita, ipê e pequi, por exemplo — nos parques do Distrito Federal. Mas o lugar tornou-se também um ponto de produção de mudas para reflorestamento de nascentes de córregos, como o do Urubu e o do Palha. A área de 639 metros quadrados é cedida pela Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap). Plantio comunitário no Viveiro do Lago Norte 17 de dezembro (sábado) Das 14 às 17 horas Na QL 4/6 Edição: Raquel Flores
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Núcleo Rural do Palha, no Lago Norte, recebe plantio de 400 mudas
Quatrocentas mudas serão plantadas nas margens da principal nascente do Núcleo Rural Córrego do Palha, no Lago Norte, neste sábado (3), a partir das 9 horas. As espécies — do Cerrado e exóticas — serão doadas pelo Viveiro Comunitário do Lago Norte. O reflorestamento contará com a participação de 50 alunos da Escola Classe Aspalha e de familiares dos estudantes. Voluntários do viveiro também ajudarão no plantio. Angico, aroeira-preta, buriti, imburana, ingá, ipê, jacarandá, jatobá e pau-pombo são algumas das espécies que serão cultivadas na região. Coordenada pela Administração Regional do Lago Norte, a atividade tem o apoio da Secretaria do Meio Ambiente, da Associação dos Moradores do Palha, do Projeto Águas e da organização não governamental (ONG) Illumina. Os plantios seguem nos sábados seguintes (10 e 17 de dezembro), na Cachoeira do Urubu e no Viveiro Comunitário do Lago Norte.
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Abertura da Virada do Cerrado movimenta Parque das Garças, no Lago Norte
A Virada do Cerrado 2016 começou nesta quarta-feira (7), com a abertura durante as comemorações dos 56 anos do Lago Norte, no Parque das Garças — Setor de Habitações Individuais Norte, QI 15, Conjunto 9. Até as 17 horas, estão programadas apresentações culturais, feiras e práticas esportivas. A virada segue até domingo e tem na programação cerca de 500 atividades, em 28 regiões administrativas, com o objetivo de aproximar a população do tema sustentabilidade. População participou da abertura da Virada do Cerrado 2016, no Parque das Garças, no Lago Norte, nesta quarta-feira (7). Local também recebeu programação de aniversário da região administrativa. Foto: Toninho Tavares/Agência Brasília A proposta é que o evento promova uma mudança na forma como a questão ambiental é vista pelos moradores do DF. “Aqui, o sentido é uma virada de consciência para ter cada vez mais pessoas se envolvendo [com o tema]”, define o secretário do Meio Ambiente, André Lima. Para isso, pensou-se em uma programação variada. “Criamos eventos que misturam arte, cultura e lazer. São ações da população, do governo e da iniciativa privada”, afirma Lima. O investimento para a Virada do Cerrado é de R$ 500 mil, de acordo com o secretário. As atividades visam também à apropriação dos parques e das unidades de conservação pelos moradores, segundo o administrador regional do Lago Norte, Marcos Woortmann. “É um convite para as pessoas ocuparem o espaço público e conhecerem melhor a região em que vivem”, diz. Por isso, uma das oficinas previstas para a abertura é a de arte e educação ambiental do Ateliê Anjico. O projeto é feito nas imediações do Córrego do Urubu, entre o Lago Norte e o Varjão, na área rural conhecida como Serrinha do Paranoá. O público é formado por crianças com idade a partir dos 4 anos. Os trabalhos incluem colagens, pinturas e elaboração de maquetes com material reciclado, conforme explica a coordenadora da iniciativa, Mangala Bloch. “Levamos as crianças para as trilhas, no Córrego do Urubu, e produzimos o material a partir das impressões e das vivências delas”, detalha. O Ateliê Anjico atua desde 2008 na região. Projeto Águas para mapeamento e conservação das nascentes O envolvimento com a comunidade também é o mote do Projeto Águas, criado no ano passado, para mapeamento e conservação das nascentes na área da Serrinha do Paranoá. Entre as atividades desenvolvidas está o levantamento dos locais em que a água aflora na região. “Já identificamos 90 nascentes, trabalho feito com a população, que as descobre e envia as localizações, por meio de aplicativo de mensagens instantâneas, a um engenheiro ambiental na administração regional”, conta a coordenadora do projeto, Solange Sato. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] Também é feita a capacitação de moradores para a formação de uma brigada comunitária de combate a incêndios florestais. “Tentamos levar a educação ambiental para os agentes do futuro, as crianças, para que elas entendam a complexidade da discussão sobre a água”, defende Solange. O Projeto Águas inclui ainda a capacitação de educadores. “Muitos professores dão aula na área rural, mas não conheciam as cachoeiras e os córregos da Serrinha.” Edição: Marina Mercante
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Abertura da Virada do Cerrado será parte do aniversário do Lago Norte
A abertura da edição de 2016 da Virada do Cerrado integrará a programação de aniversário de 56 anos do Lago Norte. Apresentações, feiras e práticas esportivas promoverão o bom convívio, a proteção do meio ambiente e a vida saudável. O evento ocorrerá na quarta-feira (7), das 8 às 18 horas, no Parque das Garças (SHIN, QI 15, Conjunto 9). Corridas, feiras, oficinas e shows também celebrarão os 56 anos da região no Parque das Garças, em 7 de setembro. Foto: Renato Araújo/Agência Brasília A atividade principal será uma feira de tecnologia, em que equipamentos e projetos de energia solar serão expostos durante o evento. De acordo com o coordenador de desenvolvimento da Administração Regional do Lago Norte, Lucas Brandão, a região administrativa tem potencial para ajudar na produção de energia sustentável por ter muitas casas e chácaras. “A intenção é mostrar empresas de painéis fotovoltaicos e de construção sustentável para os moradores”, explica. No evento, será feito o lançamento da Campanha Mundial de Combate aos Agrotóxicos e Transgênicos, cujo objetivo é conscientizar contra os malefícios dos alimentos combatidos. Também haverá apresentações culturais de bandas de música e grupos de dança; aulas e oficinas gratuitas; e circuitos de corridas. As crianças terão uma área com algodão-doce, cama elástica e piscina de bolinhas. Para a alimentação, será organizado um espaço com food bikes. O stand-up paddle e a preservação do Lago Paranoá Um dos destaques da programação é etapa distrital do Circuito S.O.S. Lago Paranoá de Stand-up Paddle, no qual o atleta rema em pé sobre uma prancha de surfe. A etapa é um circuito aberto de corrida e faz parte de movimento cujo objetivo é dar visibilidade à preservação do reservatório. [Relacionadas] Virada do Cerrado e aniversário do Lago Norte A Virada do Cerrado engloba uma série de ações ligadas à preservação do maior bioma do DF e ocorrerá em várias regiões administrativas de Brasília. Neste ano, o tema é Mudanças Climáticas e ele será trabalhado com base nos quatro elementos da natureza: água, terra, fogo e ar. A programação completa está no site do evento. Já a programação do aniversário do Lago Norte tem foco em esporte e em qualidade de vida. O objetivo das comemorações é estimular o vínculo na comunidade da região e descentralizar os eventos para que os moradores se relacionem. A união dos dois eventos ocorreu por meio de parceria da Secretaria do Meio Ambiente — que organiza a Virada do Cerrado — e da Administração Regional do Lago Norte — responsável pela programação do aniversário da região administrativa. Abertura da Virada do Cerrado Em 7 de setembro (quarta-feira) Das 8 às 18 horas No Parque das Garças – Setor de Habitações Individuais Norte, QI 15, Conjunto 9, Lago Norte Mais informações: (61) 3468-9430 Edição: Paula Oliveira
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Lago Norte comemora 56 anos com programação nas áreas urbana e rural
Esporte e qualidade de vida são o foco das atividades para comemorar os 56 anos de criação do Lago Norte. A programação se inicia na sexta-feira (26) e segue até 24 de setembro. Entre as atividades previstas estão aulas de tai chi chuan, oficinas de hortas comunitárias e campeonato de bete. Haverá mutirões nos núcleos rurais da região administrativa, além de evento de abertura da Virada do Cerrado, em 7 de setembro, no Parque das Garças. Esporte e qualidade de vida são o foco das atividades para comemorar os 56 anos de criação do Lago Norte. Foto: Tony Winston/Agência Brasília “Queremos estimular o vínculo de comunidade e privilegiar a região”, diz o administrador regional Marcos Woortmann. O estímulo ocorre em pontos específicos, como no Centro de Atividades, que teve o uso alterado nos últimos anos — de comercial para residencial. “O CA é um bairro novo, com boas instalações, mas ainda com uma vida comunitária grande a ser desenvolvida, e é nossa missão dar apoio para que isso se concretize.” Descentralizar os eventos e, com isso, envolver os moradores do Setor de Mansões e dos núcleos rurais é também um dos objetivos da comemoração. O Lago Norte tem população estimada de 33 mil pessoas, de acordo com a edição mais recente da Pesquisa Distrital por Amostra de Domicílios (Pdad), de abril de 2014. O nome original da região era Península Norte, mas, por uma questão de equivalência ao Lago Sul, foi alterado. O Lago Norte é dividido em quadras do lago (QL) e quadras internas (QI), Setor de Mansões Lago Norte, Taquari e núcleos rurais dos Córregos do Urubu, do Olhos D’água, do Jerivá, do Palha, do Tamanduá, do Capoeira do Bálsamo, do Torto e do Bananal. Edição: Paula Oliveira
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Escola Classe Varjão é revitalizada
Ao contrário do que foi informado na versão anterior da matéria, não houve doação de material por parte da administração. Tudo foi comprado pelo Pdaf e pela Coordenação Regional de Ensino do Plano Piloto/Cruzeiro ou doado por comerciantes locais. Além disso, as sobras de material serão usadas em outras escolas. Funcionários das Administrações Regionais do Lago Norte e do Varjão e voluntários cidadãos e das Forças Armadas terminaram neste sábado (13) a revitalização da Escola Classe Varjão. Foto: Toninho Tavares/Agência Brasília Funcionários das Administrações Regionais do Lago Norte e do Varjão e voluntários cidadãos e das Forças Armadas terminaram neste sábado (13) a revitalização da Escola Classe Varjão (Quadra 7, Conjunto D, Lote 2), iniciada em 30 de julho. O governador de Brasília, Rodrigo Rollemberg, esteve no local para conferir o resultado. As melhorias beneficiam os 1,1 mil alunos e os 115 funcionários da escola. Desde o início das obras, houve mutirão em todos os fins de semana. Os banheiros foram refeitos; os entulhos, removidos; e os jardins, capinados para receber mudas doadas pela Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap). Além disso, os blocos, as grades e os muros foram pintados. Rollemberg elogiou a colaboração dos voluntários. “Agradeço pelo esforço de embelezar o colégio. Fico feliz quando a comunidade se apropria dessa forma de um espaço que é dela.” A decisão de revitalizar o colégio foi tomada após uma visita de rotina do secretário de Educação, Júlio Gregório Filho. A Administração Regional do Varjão e a Administração Regional do Lago Norte forneceram 26 funcionários. Igrejas da região administrativa ajudaram a conseguir voluntários da comunidade e doações de materiais com comerciante locais. O Exército Brasileiro e a Força Aérea Brasileira também contribuíram com mão de obra. Orçamento para revitalizar a Escola Classe Varjão O orçamento dos serviços, de R$ 28,3 mil, veio do [tooltip title=”O Pdaf distribui às unidades de ensino verba para ser gasta com pequenos reparos e para a execução de projetos pedagógicos. As escolas têm autonomia para usar o recurso dentro das regras do programa.” placement=”top”]Programa de Descentralização Administrativa e Financeira (Pdaf)[/tooltip] da escola e da Coordenação Regional de Ensino do Plano Piloto e do Cruzeiro, da Secretaria de Educação. O que sobrou do material servirá para pequenos consertos em outras escolas. Acompanharam o governador na visita o secretário de Educação, Júlio Gregório Filho, e o administrador regional do Lago Norte e interino do Varjão, Marcos Woortmann. Edição: Marina Mercante
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Viveiro Comunitário do Lago Norte celebra um ano no domingo (10)
O Viveiro Comunitário do Lago Norte, na QL 6, comemorará o primeiro aniversário com uma série de atividades, no domingo (10), a partir das 9 horas. A abertura será com um café da manhã solidário, seguido de debate sobre prestação de contas do primeiro ano de funcionamento. No encerramento, haverá homenagem a brigadistas voluntários da Serrinha do Paranoá, região com microbacias hidrográficas que abastecem a porção norte do Lago Paranoá. O ponto alto da programação ocorrerá das 10 às 11 horas, com oficinas de compostagem e de horta caseira, ministradas pelo técnico agrícola responsável pelo local, Elvécio Borges, e a voluntária Carolina Bernardes. Eles vão ensinar a reutilizar matéria orgânica para produção de adubo e a cultivar em casa espécies medicinais, frutíferas e aromáticas. A participação é gratuita. Às 11 horas, será lançada a Associação Amigos do Viveiro. O administrador regional do Lago Norte, Marcos Woortmann, afirma que o objetivo não é só angariar recursos para divulgar as atividades ou para coletar sementes. “Não se trata apenas de plantar árvores, mas de levar para as pessoas a noção de responsabilidade ambiental dentro de casa.” Outra atividade que tem ganhado espaço no Viveiro Comunitário do Lago Norte é a educação ambiental. Estudantes das redes pública e privada têm visitado o local para conhecer mais sobre as plantas típicas da região. Foto: Dênio Simões/Agência Brasília Com capacidade para produzir até 40 mil mudas por ano, o viveiro foi criado com o objetivo de atender à demanda de plantio de espécies do Cerrado nos parques do Distrito Federal, como baru, cagaita, ipê e pequi. Mas o lugar tornou-se também um ponto de produção de mudas para reflorestamento de nascentes de córregos, como o do Urubu e o do Palha. A área de 639 metros quadrados é cedida pela Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap). [Numeralha titulo_grande=”40 mil” texto=”Capacidade de produção de mudas do Viveiro Comunitário do Lago Norte”] Desde a abertura, a procura do viveiro pelo público em geral tem sido intensa. “Vem muita gente de outras regiões administrativas, como Taguatinga, Vicente Pires, Recanto das Emas e até mesmo do Entorno no DF”, conta Elvécio Borges, cedido pela administração regional. A equipe participa de todo o processo de cultivo — da produção das mudas à orientação da comunidade sobre os cuidados com cada tipo de planta. A voluntária Carolina, de 27 anos, descobriu o viveiro há cerca de um mês. “Vim buscar mais informações sobre o cultivo de plantas suculentas [espécies que têm a raiz, o talo ou as folhas aumentadas pelo acúmulo de água] e me apaixonei”, relata. Para ela, a experiência do cultivo é prazerosa. “Não tem nada melhor do que colher aquilo que você mesma plantou.” Estudantes vão conhecer plantas típicas do Cerrado Outra atividade que tem ganhado espaço no Viveiro Comunitário do Lago Norte é a educação ambiental. Estudantes das redes pública e privada têm visitado o local para conhecer mais sobre as plantas típicas da região. São turmas para todas as idades, a partir dos 3 anos. “Os mais novos são os mais interessados em semear”, destaca Borges. “Vem muita gente de outras regiões administrativas, como Taguatinga, Vicente Pires, Recanto das Emas e até mesmo do Entorno no DF”, conta Elvécio Borges. Foto: Dênio Simões/Agência Brasília Universitários também vão conhecer o viveiro para saber mais informações sobre exemplares usados em pesquisas acadêmicas. Segundo o técnico agrícola, as frutas do Cerrado têm sido bastante procuradas, devido ao valor nutricional. “É o caso do jatobá, que tem quatro vezes mais cálcio e ferro do que o leite”, ressalta Borges. A retirada de até cinco mudas é gratuita Não é preciso pagar para ter uma muda produzida no viveiro. Cada pessoa tem direito a levar até cinco exemplares gratuitamente. Acima dessa quantidade, pede-se que seja dada uma contribuição de material, como saquinhos de plástico, adubo ou sementes. Desde a criação, já foram doadas 18 mil mudas para 636 pessoas. Viveiro Comunitário do Lago Norte Na QL 6, ao lado do grupo de escoteiros Lis do Lago De segunda a sexta-feira Das 8 às 12 horas e das 13 às 16 horas Edição: Raquel Flores
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Luau agita a noite dos ciclistas do Lago Norte na quarta-feira (22)
Os ciclistas que pedalam à noite no Lago Norte vão poder participar de um luau com várias atividades nesta quarta-feira (22). A programação especial do mês do meio ambiente terá o apoio da Administração Regional do Lago Norte. O início está marcado para as 19h30, com a concentração de todos na sede da administração. Serão semeadas algumas espécies nativas do Cerrado, com a participação de moradores, ciclistas e membros do grupo escoteiro Lis do Lago. O plantio simbólico terá o objetivo de envolver as pessoas em uma atividade ambiental, reforçando assim o compromisso com o desenvolvimento sustentável. A saída dos ciclistas, em direção ao Viveiro Comunitário, está marcada para as 20 horas. A partir das 21 horas, o grupo Fazendo Arte fará uma apresentação de música. Haverá uma roda de poesias com a presença dos poetas Hércio Afonso, Nicolas Behr e Newton Lima. Todos podem participar do recital de poesias. Os escoteiros do grupo Lis do Lago acenderão uma fogueira para esquentar a noite. Um lanche comunitário, com comidas levadas pelos próprios participantes, encerrará o luau. Lual no pedal noturno do Lago Norte Em 22 de junho (quarta-feira) CA 5 – Conjunto J – Bloco A e B (61) 3468-9400
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Moradores do Lago Norte e Varjão terão aulas sobre volta ao mercado de trabalho
Técnicas para se sair bem em uma entrevista de emprego, manual de como fazer o currículo e várias outras dicas serão ensinadas em cursos de recolocação profissional para moradores do Lago Norte e Varjão. Haverá 25 vagas, apenas para quem concluiu o ensino fundamental. As aulas serão nos dias 21 e 22 de junho, na Casa da Cidadania, com o apoio da Administração Regional do Lago Norte e Varjão e da Secretaria do Trabalho, Desenvolvimento Social, Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos. Cursos de beleza e informática Em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac), a administração regional também vai oferecer dois cursos de capacitação gratuitos, nas áreas de beleza e informática. São 20 vagas para cada um, e as inscrições já estão abertas. A data para início ainda não foi divulgada. Os computadores da Casa da Cidadania poderão ser usados para quem tiver interesse nos cursos do Portal da Qualificação Profissional. O ambiente virtual oferece diversas opções, tanto para quem pretende aprender uma nova profissão quanto para quem deseja atualizar conhecimentos ou, ainda, para quem busca empreender. As inscrições, para o curso de recolocação profissional e para aqueles em parceria com o Senac, já podem ser feitas pelo telefone (61) 3468-9430 ou pelo e-mail code@lagonorte.df.gov.br. Programa de Microcrédito Empresários das duas regiões administrativas também podem obter informações básicas sobre o Programa de Microcrédito Produtivo, orientado pela Secretaria do Trabalho. O objetivo é fortalecer os pequenos e microempreendimentos produtivos, formais e informais das áreas urbanas e rurais, para proporcionar renda e ocupações de trabalho. Inscrições para curso de recolocação profissional Até 20 de junho (segunda-feira) Das 8 às 17 horas, exceto na segunda-feira (20), que será das 8 às 11 horas Pelo telefone (61) 3468-9430 ou pelo e-mail code@lagonorte.df.gov.br Aulas Em 21 e 22 de junho Das 14 às 18 horas Na Casa da Cidadania – DF-005, na entrada do Varjão Edição: Gisela Sekeff
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