Projeto da Universidade Católica apoiado pela FAPDF é apresentado em conferência na França
Selecionado pelo edital FAPDF Tech Learning (2023), o projeto "Lab Metaverse UCB: o futuro é ancestral" é apresentado na conferência Human Rights in Immersive Realities (XR): Freedom of Expression, Justice, Children’s Rights and Well-Being, realizada nos dias 18 e 19 de maio de 2026, em Estrasburgo, na França. Coordenada pela professora e pesquisadora Florence Dravet, da Universidade Católica de Brasília (UCB), a iniciativa conta com investimento de R$ 1 milhão da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF) e propõe o uso de realidades imersivas, metaverso e inteligência artificial (IA) para valorizar e difundir saberes ancestrais de povos indígenas brasileiros. Para a FAPDF, o apoio à iniciativa está alinhado ao fomento de pesquisas interdisciplinares, inclusivas e capazes de gerar impacto científico, tecnológico, social e cultural. “Por meio de seus editais, a Fundação apoia projetos que aproximam educação, inovação e novas linguagens tecnológicas, ampliando as possibilidades de aplicação do conhecimento científico em diferentes áreas da sociedade”, afirma Leonardo Reisman, diretor-presidente da FAPDF. Promovida pelo Conselho da Europa, a conferência reúne representantes de Estados-membros, pesquisadores, especialistas em tecnologia, integrantes da sociedade civil e instituições ligadas à defesa dos direitos humanos. O encontro discute como as tecnologias imersivas, conhecidas pela sigla XR — que inclui realidade virtual, realidade aumentada e ambientes digitais interativos —, estão transformando temas como liberdade de expressão, justiça, direitos das crianças, saúde mental, bem-estar, democracia e Estado de Direito. Tecnologias imersivas foram apresentadas durante a programação da conferência promovida pelo Conselho da Europa, que discutiu os impactos da XR nos direitos humanos, na democracia e no bem-estar | Foto: Divulgação/FAPDF Nesse cenário, a participação do projeto apoiado pela FAPDF insere a produção científica do Distrito Federal em uma discussão internacional sobre os caminhos éticos, sociais e culturais das novas tecnologias. A apresentação da professora Florence Dravet integra a programação da conferência com o tema From the Forest to the Metaverse: Immersive Experiences and Co-Creation with Indigenous Peoples, em tradução livre, “Da floresta ao metaverso: experiências imersivas e cocriação com povos indígenas”. Da floresta ao metaverso O Lab Metaverse UCB é um laboratório dedicado ao desenvolvimento de projetos de inovação tecnológica, pedagógica e cultural. A iniciativa integra recursos como realidade virtual, ambientes interativos no metaverso e inteligência artificial generativa para criar experiências voltadas à preservação da cultura, da linguagem e das formas tradicionais de narrar o mundo. Um dos eixos do projeto é inspirado no Manifesto do Futuro Ancestral, da professora Florence Dravet, e busca desenvolver vivências digitais dedicadas às etnias Pataxó, Yawanawá e Tukano. Nos ambientes virtuais, os visitantes podem entrar em contato com elementos como oralidade, mitos, grafismos, cantos, narrativas e cosmologias desses povos. Entre as ações já desenvolvidas está um filme imersivo em realidade virtual 360º, realizado em parceria com lideranças da Aldeia Mutum, do povo Yawanawá, localizada no Acre. A produção narra um mito ancestral da Floresta Amazônica e conduz o espectador por uma experiência sensorial e simbólica que conecta tecnologia, espiritualidade e memória. Inovação com responsabilidade cultural Professora Florence Dravet, coordenadora do projeto, em demonstrações práticas de realidade virtual integraram a programação da conferência internacional realizada no Conselho da Europa, em Estrasburgo Ao propor experiências imersivas construídas em diálogo com povos indígenas, o projeto mostra que ambientes virtuais também podem ser espaços de educação, preservação cultural, reconhecimento de identidades e valorização de narrativas tradicionais. A proposta se diferencia por tratar a tecnologia não como substituta das tradições, mas como ferramenta de escuta, registro e compartilhamento de saberes. Dessa forma, o metaverso e a realidade virtual passam a ser discutidos também como meios de aproximação entre diferentes formas de conhecimento, ampliando o debate sobre diversidade cultural no ambiente digital. A presença do Lab Metaverse UCB na França fortalece a internacionalização da ciência produzida no Distrito Federal. Ao ser apresentado em uma conferência do Conselho da Europa, o projeto passa a dialogar com pesquisadores, formuladores de políticas públicas e especialistas de diferentes países sobre o uso responsável das tecnologias imersivas. *Com informações do FAPDF
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Pesquisa desenvolvida no DF monitora microrganismos que causam doenças
Depois de uma pandemia global, o monitoramento dos microrganismos que podem causar doenças (patógenos) e a análise de suas características genéticas passou a ser prioridade de vários governos para garantir a saúde pública. Uma dessas técnicas é o sequenciamento genômico. Com foco inicial em tuberculose e covid-19, a Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF), a Universidade de Brasília (UnB) e as fundações Oswaldo Cruz (Fiocruz) Brasília e de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAP-DF) se uniram para desenvolver uma vigilância genômica na capital. Monitoramento dos microrganismos que podem causar doenças e análise de suas características genéticas por técnicas, como o sequenciamento genômico, passou a ser prioridade de vários governos para garantir a saúde pública | Foto: Breno Esaki/Agência Saúde-DF A proposta inovadora foi apresentada nesta segunda-feira (27), na 6ª edição da Feira de Soluções para a Saúde, uma iniciativa da SES-DF e da Fiocruz Brasília. A servidora licenciada da pasta Olga Maíra Machado participa da pesquisa e escreve a tese de um doutorado sobre o tema em parceria com o Laboratório Central do DF (Lacen). “A ideia é testar o transporte de material biológico com drones [aeronaves não tripuladas]. Será avaliado a segurança do deslocamento, qualidade das amostras e a eficiência desse método”, detalha. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] Realizada no Lacen, a pesquisa faz testes com o drone da Atlantis Technologies junto à H4nds, ensaiando como seria o transporte de uma amostra biológica de um ponto a outro. O coordenador de Integração Estratégica da Fiocruz DF, Wagner Martins, conta que o projeto elabora uma série de análises para garantir a segurança desse tipo de deslocamento e verificar se é possível adotar o método em todas as secretarias de saúde do país. “Precisamos ter certeza da segurança e desenvolver protocolos que assegurem a qualidade das amostras. Só assim poderemos saber se é viável. Vamos realizar testes por um ano e meio. É uma solução tecnológica inovadora. Estamos levando a saúde a outro estágio”, avalia. Feira de inovação em saúde A pesquisa de vigilância genômica no DF é apenas uma das quase 60 inovações cadastradas na 6ª edição da Feira de Soluções para a Saúde. Pela primeira vez, entre os dias 27 e 29 de novembro, a capital federal sedia o evento, patrocinado pela FAP-DF. O objetivo é disseminar e incentivar possibilidades que inspirem ou auxiliem no enfrentamento de crises sanitárias do século XXI. *Com informações da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF)
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Especialistas debatem tecnologia e inovação em ambiente virtual
O lançamento do ambiente virtual Distrito Illuminante, patrocinado pela Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAP-DF), ocorre nesta terça-feira (6), no evento O DF do Futuro – Logístico, Digital, Criativo e Metaverso. Realizado pelo Instituto Illuminante, o evento tem como objetivo difundir e discutir a tecnologia e inovação no DF e no Brasil, reunindo expoentes mundiais que se utilizam de mídias imersivas para alavancar e influenciar negócios de grandes empresas. O ambiente virtual Distrito Illuminante será lançado nesta terça-feira (6) no evento O DF do Futuro – Logístico, Digital, Criativo e Metaverso | Foto: Reprodução Em edição do encontro Terças de Inovação, as atividades começaram às 14h, algumas delas realizadas pelo próprio Metaverso, para garantir acesso aos conteúdos de qualquer lugar do país. A participação se dará mediante inscrição gratuita e geração de um avatar interativo. Somando as atrações das modalidades virtual e presencial, serão 15 especialistas compartilhando suas experiências através de palestras, painéis e bate-papos. Para receber presencialmente os participantes para o lançamento oficial da plataforma Distrito Illuminante, o deputado Rodrigo Delmasso; o presidente da Illuminante, Gilberto Lima; o presidente da Associação Brasileira de Instituições de Pesquisa Tecnológica e Inovação (Abipti), Paulo Foina; o presidente da FAP-DF, Marco Antônio Costa Júnior, e Thomas Strauss, da Major Tom Tecnologia, estarão no auditório da Câmara Legislativa do Distrito Federal às 18h. O engenheiro e ex-chief evangelist da IBM Brasil, Cezar Taurion, apresentará a palestra “Metaverso e Privacidade: Sonho ou pesadelo?”. Também haverá um painel sobre economia criativa e apresentação de produções cinematográficas em realidade virtual, como o filme brasiliense Água de Beber. “Acreditamos na importância de fomentar eventos como esse, pois permitem que o pensamento inovador alcance cada vez mais pessoas, afinal, o conhecimento é a ferramenta fundamental de mudanças socioeconômicas e pode ser capaz de tornar Brasília uma cidade polo de inovação, gerando maiores oportunidades tanto no serviço público quanto no setor produtivo e na vida cotidiana”, diz Marco Antônio Costa Júnior. O DF do Futuro conta com o patrocínio da FAP-DF, apoio da Câmara de Economia Criativa – Fecomércio DF, da Câmara Legislativa do Distrito Federal, além da participação de instituições como Sebrae, Biotic, Iesb, Ceub e UCB. Confira a programação: 6/12 (terça-feira), no Metaverso 14h – Modelos corporativos e Metaverso Brasília, com Erica Abe (Representante do Metaverso norte-americano Virbela) 15h – Potencialidades do Metaverso e seus impactos, com Jomar Silva (developer relations manager, Latam – Nvidia) 16h – Tecnologia e criatividade brasileira no mundo, com Juliano Calil (cofundador da Virtual Planet Tech) 17h – Desafios de empreender no Metaverso brasileiro, com Marcel Cohn (CEO e fundador da Inovação Tech) 6/12 (terça-feira), na Câmara Legislativa do Distrito Federal 18h – Lançamento presencial do Distrito Illuminante, com Rodrigo Delmasso (vice-presidente da CLDF), Gilberto Lima (presidente do Instituto Illuminante), Paulo Foina (presidente da Abipti), Marco Antônio Costa (presidente da FAP-DF) e Thomas Strauss (Major Tom Tecnologia) 18h30 – Palestra Metaverso e privacidade: sonho ou pesadelo?, com Cezar Taurion (sócio e advisor da Recrutaê) 19h30 – Painel Economia criativa no DF, com Pedro Franco (Fecomércio-DF), Ana Arruda (Sétima Cinema), Wagner Maia (Pixel Store) e professor Neantro Saavedra (UnB), mediado por Gilberto Lima (presidente do Instituto Illuminante) 20h – Apresentação de filmes em realidade virtual, como o filme brasiliense Água de Beber, e coquetel para os participantes. Inscrição para participação presencial podem ser feitas no Sympla. Participe das atividades do Metaverso Distrito Illuminante neste link. *Com informações da FAP-DF
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Pesquisadores podem se inscrever em prêmio até 2 de outubro
[Olho texto=”Os valores dos prêmios variam de R$ 2 mil a R$ 10 mil, a depender a categoria e colocação alcançada. A premiação ocorrerá ainda este ano” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”direita”] Brasília, 13 de setembro de 2022 – A Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal amplia o prazo de submissões para o Prêmio FAP-DF. As inscrições podem ser realizadas até o dia 2 de outubro através do Sistema de Informação e Gestão de Projetos (Sigfap). A premiação tem como objetivo reconhecer, dar visibilidade e premiar pesquisadores fomentados pela FAP-DF, estudantes de ensino médio de escolas públicas e privadas e empreendedores de startups, com trabalhos de grande potencial e contribuição para o desenvolvimento científico, tecnológico e inovador do DF. As categorias premiadas são: Pesquisador Destaque, Pesquisador Inovador, Estudante Destaque e Startup Destaque. Os trabalhos recebidos em todas as categorias serão avaliados por uma comissão de avaliação e classificados em 1º, 2º e 3º lugar. Os valores dos prêmios variam de R$ 2 mil a R$ 10 mil, a depender a categoria e colocação alcançada. A premiação ocorrerá ainda este ano. Veja aqui a íntegra do edital. Prêmio FAP-DF reconhece as contribuições de pesquisadores, estudantes e empreendedores nas áreas de ciência, tecnologia e inovação | Foto: Arquivo Agência Brasília Poderão concorrer na categoria Pesquisador Destaque, pesquisadores com título de doutor há mais de cinco anos e que, ao longo de sua trajetória, tenham contribuído na conversão do conhecimento gerado a partir das pesquisas científicas, tecnológicas e de inovação em benefícios, diretos ou indiretos, para o desenvolvimento e o bem-estar da população brasileira. Já na categoria Pesquisador Inovador poderão concorrer pesquisadores com título de doutor há mais de cinco anos e que ao longo de sua trajetória tenham gerado inovação, do tipo radical ou incremental, para o setor empresarial ou para o setor público. [Olho texto=”Na categoria Estudante Destaque, poderão concorrer os trabalhos de alunos regularmente matriculados em escolas públicas e privadas do Distrito Federal. A inscrição do trabalho deve ser feita pelo professor coordenador escolhido pelo estudante” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”esquerda”] Para submeter sua inscrição, o pesquisador necessita apresentar seu currículo lattes, uma breve descrição de sua trajetória profissional, formulário de inscrição preenchido e documentos solicitados, listados no edital. O formulário se encontra disponível no Sistema de Informação e Gestão de Projetos (Sigfap). Acesse aqui. Na categoria Estudante Destaque, poderão concorrer os trabalhos de alunos regularmente matriculados em escolas públicas e privadas do Distrito Federal e que contenham apenas um orientador e um estudante. A inscrição do trabalho deve ser feita pelo professor coordenador escolhido pelo estudante. Para se inscrever o professor deve encaminhar como anexo um único projeto, com até cinco páginas e em formato PDF, pelo Sigfap, após o cadastro do docente e do estudante na plataforma. Juntamente com o trabalho, deverá ser encaminhado o formulário de inscrição, um vídeo de três a cinco minutos contendo uma apresentação sumária do projeto; além de um resumo do trabalho contendo a questão problema, metodologia, descrição de procedimentos, resultados, conclusões, impactos esperados para os estudantes e escola e referências bibliográficas. Além disso, os proponentes devem enviar os documentos listados na íntegra deste edital. Por fim, na categoria Startup Destaque poderão participar as startups de impacto, sediadas no DF, que estão devidamente constituídas e em dia com as obrigações legais, fiscais e trabalhistas junto à União, ao Distrito Federal e à FAP-DF, no caso de empresas fomentadas pela instituição. Para se inscrever, os representantes legais das startups devem enviar os documentos solicitados na íntegra deste edital, o formulário de inscrição, disponível no Sigfap, contendo aspectos gerais do negócio e um vídeo de três a cinco minutos de duração com uma apresentação sumária da empresa para o e-mail premio.fap2022@fap.df.gov.br. É vedada a inscrição de mais de um trabalho com o mesmo CNPJ. *Com informações da FAP-DF
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Escola Técnica de Taguatinga recebe sala multifuncional
Tecnologias audiovisuais e metodologias inovadoras, como jogos, hackathons e demodays, podem ser usadas para implementar a educação empreendedora em escolas de ensino médio. Pelo Projeto Retina, é assim que modelos educacionais inovadores, com apoio da Fundação de Apoio à Pesquisa e Inovação do DF (FAP-DF), serão desenvolvidos para que escolas públicas do Distrito Federal preparem os jovens com base nas demandas educacionais atuais, como novas tecnologias, sustentabilidade, inovação e empreendedorismo. [Olho texto=” “Nosso intuito é promover o desenvolvimento inteligente e sustentável de Brasília para transformá-la em uma cidade inteligente” ” assinatura=”Gilmar Marques, coordenador de Tecnologia e Inovação da FAP-DF” esquerda_direita_centro=”direita”] Somente em Ceilândia, onde o projeto-piloto foi lançado, o Retina promete impactar mais de dois mil jovens. Este ano, como parte das ações do Retina, foi entregue à Escola Técnica de Taguatinga uma sala multifuncional completa, equipada com computadores para aulas, workshops, palestras e cursos. Na escola também foi ministrado um curso de formação inicial de desenvolvedor de jogos eletrônicos para professores. A meta é que a capacitação seja inserida no plano de formação continuada para que os docentes possam atuar na inserção e reinserção de jovens no mercado de trabalho. Escola Técnica de Taguatinga conta com sala multifuncional com estrutura completa de computadores, mesas, cadeiras e espaço para workshops | Foto: Divulgação/FAP-DF “Estamos repensando os modelos educacionais para preparar os jovens para viverem os novos modelos sociais e enfrentarem os novos desafios do mercado”, ressalta o presidente da Brasil Startups, Hugo Giallanza. “Implementamos a cultura inovativa em escolas e capacitamos para as novas profissões, conectando o ensino ao propósito de um mundo melhor, fortalecendo os princípios e valores que reverberam por toda a comunidade envolvida para além da escola.” O coordenador de Tecnologia e Inovação da FAP-DF, Gilmar Marques, destaca a importância do apoio do GDF ao projeto e o potencial da iniciativa para o desenvolvimento da capital. “Apoiamos o Projeto Retina no âmbito do nosso Programa Escolas Inovadoras”, afirma. “Nosso intuito é promover o desenvolvimento inteligente e sustentável de Brasília para transformá-la em uma cidade inteligente. Para tanto, é indispensável contemplar ações que envolvam a educação e a formação de crianças e jovens das escolas públicas, para que possamos formar estudantes capazes de pleitear postos de trabalho nas profissões do futuro e também de empreender e trazer soluções para as principais demandas da sociedade.” Sustentabilidade Para que iniciativas como o Projeto Retina possam se tornar permanentes, é necessário contar com fontes perenes de financiamento, além dos recursos públicos. Por isso, a Brasil Startups criou seu próprio fundo patrimonial, instrumento responsável pelas ações de responsabilidade social e de fomento ao empreendedorismo do futuro, à tecnologia e à inovação, aliando serviços prestados e investimentos sociais para geração de impactos relevantes. “Muitas empresas podem cumprir os protocolos de ESG [sustentabilidade, responsabilidade social e governança] a partir do nosso Fundo Patrimonial e, com isso, estimular a educação do futuro e capacitar as novas gerações”, explica o presidente da Brasil Startups. “Nossa proposta é qualificar jovens em cursos técnicos alinhados ao futuro do emprego e assim suprir a carência de profissionais técnicos que o ecossistema de inovação tem. Além disso, também vamos contribuir para redução do desemprego em decorrência da automação de profissões, pois as estimativas mundiais projetam que em 2030 serão mais de 300 milhões de desempregados.” Tanto para pessoas físicas entusiastas do empreendedorismo inovador e de impacto econômico e social quanto para grandes empresários e investidores que querem melhorar sua reputação pública e qualificar seus investimentos, o fundo patrimonial da Brasil Startups é uma oportunidade de negócio e accountability (controle, fiscalização, responsabilização, ou ainda prestação de contas) para todos os bolsos e possibilidades. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] “O nosso fundo patrimonial busca ser mais atraente nas suas captações, propondo pontuar os doadores dentro dos critérios do ESG, promovendo contrapartidas que equacionem a política de investimentos para ações sociais com comprovação de resultados e impacto na comunidade”, reforça Hugo Giallanza. “Sendo assim, algumas organizações poderão pontuar nos protocolos do ESG sem a necessidade de se distanciar do seu core business [núcleo do negócio].” Confira, abaixo, as quatro categorias de investimento mensal: ? Seed (R$ 100 a R$ 49 mil) ? Validation (R$ 50 mil a R$ 99 mil) ? Growth (R$ 100 mil a R$ 999 mil) ? Scale Patrono (R$ 1 milhão a R$ 5 milhões) Pessoas físicas, empresas, instituições e investidores que queiram se tornar patronos do fundo patrimonial da Brasil Startups devem entrar em contato com os telefones (61) 98275-2274 / 99183-1832 ou o e-mail contato@brasilstartups.org. Já os interessados em fazer doações podem transferir valores para Banco de Brasília (BRB), Agência 100, Conta 100.067.656-8 – ou Pix 45.702.244/0001-54. *Com informações da FAP-DF
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Feira oferece palestras e oficinas gratuitas sobre mercado de turismo
[Olho texto=”“A realização dessa primeira Feira do Empreendedorismo Turístico e Criativo tem o total apoio do Governo do Distrito Federal, pois contribui com a diminuição do desemprego e com a geração de renda das famílias”” assinatura=”Jesuíno Pereira, secretário de Desenvolvimento Econômico” esquerda_direita_centro=”direita”] O Distrito Federal recebe a primeira Feira de Empreendedorismo Turístico e Criativo (Fetuc), até o próximo domingo (19), no Eixo Cultural Ibero-Americano (antiga Funarte). Com entrada gratuita, o evento oferece palestras, oficinas e rodas de negócios para apresentar novas tecnologias ao público e debater inovações para o mercado de turismo brasileiro. Cada dia da programação, iniciada no sábado (11), conta com oficinas sobre marketing digital e atendimento turístico e apresentações musicais e teatrais. A imersão é realizada pela Associação de Educação, Esporte, Cultura e Economia Criativa (Aecec), com o patrocínio da Fundação de Apoio à Pesquisa (FAP-DF) e apoio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico do DF (SDE) e do Sebrae-DF. “Iniciativas assim são ótimas para o nosso trabalho. Nós temos o que vender, mas muitas vezes não temos local”, diz a artesã Adenilce Araújo | Fotos: Renato Araújo/Agência Brasília Para conferir a programação completa, basta acessar o site do evento. A entrada em qualquer palestra ou oficina é gratuita e o evento ocorre de 10h às 21h. “Devido à pandemia de covid-19, o mercado do turismo foi prejudicado, causando, inclusive, muitas demissões no setor. Assim, a realização dessa primeira Feira do Empreendedorismo Turístico e Criativo tem o total apoio do Governo do Distrito Federal, pois contribui com a diminuição do desemprego e com a geração de renda das famílias”, ressalta o secretário de Desenvolvimento Econômico, Jesuíno Pereira. [Olho texto=”“Convidamos empresas de diversos ramos turísticos, de artesãos a agências de viagem, para mostrar ao público a variedade do mercado”” assinatura=”Kaká Senna, coordenador-geral da Fetuc” esquerda_direita_centro=”esquerda”] O subsecretário de Fomento ao Empreendedorismo da SDE, Danillo Ferreira, comenta que a Fetuc representa o fortalecimento de dois pilares essenciais para a economia do DF: a capacitação de novos empreendedores e o estímulo a quem já gerencia o próprio negócio. “Quanto mais empreendedores, mais geração de emprego, renda e oportunidades, e isso é devolvido à sociedade em forma de melhorias. Estamos pensando em quem já possui uma empresa, com mais visibilidade, e dando conhecimento para quem pensa em criar o próprio negócio”, explica. O coordenador-geral da Fetuc, Kaká Senna, estima que, apenas no primeiro final de semana, mais de mil pessoas passaram pelo evento e prestigiaram os 46 estandes comerciais, ocupados gratuitamente por empreendedores locais. “Convidamos empresas de diversos ramos turísticos, de artesãos a agências de viagem, para mostrar ao público a variedade do mercado”, pontua. “Aqui, não estão apenas as pessoas acostumadas a consumir determinado produto. É um público novo, diversificado, que pode até se sentir incentivado a seguir no ramo empreendedor do turismo”, acrescenta Senna. Estudantes da rede pública, como Isadora Santos, 13 anos, aprendem sobre empreendedorismo na feira A artesã Adenilce Araújo, 73 anos, acredita que oportunidades como essa devem ser valorizadas, porque fomentam a economia de pequenos e médios negócios. “Iniciativas assim são ótimas para o nosso trabalho, porque um dos problemas maiores é a falta de escoamento dos produtos. Faltam logística, meios de transporte, meios de divulgação. Nós temos o que vender, mas muitas vezes não temos local. Então, aqui é um ponto estratégico que traz muitos benefícios”, afirma Adenilce, que trabalha com vestuário em tecido afro, em tie dye e patchwork desde 1998. Imersão empreendedora [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Para expandir a mensagem empreendedora no Distrito Federal, foram convidadas escolas públicas de Taguatinga, Ceilândia, Samambaia, Riacho Fundo, Riacho Fundo II, Cruzeiro, Gama, Candangolândia e Plano Piloto. Os alunos participam de atividades recreativas e podem assistir às palestras. Por dia, a estimativa é de pelo menos 200 crianças e adolescentes, entre 12 e 16 anos. As amigas Letícia Aguiar e Isadora Santos, ambas com 13 anos e estudantes do Centro de Ensino Fundamental 1, na Candangolândia, aproveitaram o primeiro passeio após o retorno presencial das aulas, na tarde desta segunda-feira (13). “Jogamos, conversamos e eu até subi no palco pra dançar. Está sendo muito divertido e é um espaço bem legal”, conta Letícia. A amiga Isadora completa: “Ainda não penso em criar um negócio. Mas, quando quiser, pelo menos já vou saber por onde começar”, diz. Entre os 18 palestrantes da Fetuc, está Pedro Affonso, sócio do Capital Moto Week Entretenimento, responsável pelo Capital Moto Week, evento que reúne cerca de 710 mil pessoas por edição em Brasília. Ele participa nesta quinta-feira (16). A programação inclui apresentações culturais. Na quarta-feira (15), por exemplo, sobe ao palco a Orquestra Filarmônica de Brasília.
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Projeto de pesquisa inova no tratamento de pacientes complexos
O que acontece quando pessoas com força de vontade se unem para melhorar a vida dos pacientes? Inovação. Nesse caso, a novidade vem da Subseção de Imuno-Hematologia da Fundação Hemocentro de Brasília. Juntos, cinco servidores desenvolvem projeto de pesquisa que vai impactar diretamente no tratamento de mais de 1.300 pacientes complexos, que são os portadores de anemia falciforme, anemia hemolítica autoimune ou talassemia, por exemplo. Parte da equipe responsável pelo desenvolvimento do projeto de pesquisa: impactar direto no tratamento de mais de 1.300 pacientes | Fotos: Sandro Araújo/Agência Saúde DF O tratamento para essas doenças inclui realizar várias transfusões sanguíneas ao longo da vida, já que afetam o sangue. Pelo alto número de transfusões, alguns desses pacientes começam a desenvolver anticorpos, que destroem o sangue recebido, numa reação transfusional que pode levar a óbito. “Por isso, precisamos realizar a genotipagem, um exame mais complexo e sensível, para saber qual a bolsa de sangue mais compatível para cada paciente”, explica Diego Mühlbeier, biomédico à frente do projeto. [Olho texto=”“Conciliar a rotina de trabalho e ir além, inovar, é muito difícil. Mas o que nos move é o benefício para os pacientes, porque, muitas vezes, não dá para esperar esse tempo”” assinatura=”Diego Mühlbeier, biomédico à frente do projeto” esquerda_direita_centro=”direita”] O Laboratório de Genotipagem vai investigar o DNA dos pacientes para identificar o perfil sanguíneo e determinar qual a bolsa de sangue disponível é mais compatível, evitando as reações. Hoje, o exame do genótipo é feito por um laboratório em São Paulo e o resultado demora de 15 a 30 dias para chegar. “Conciliar a rotina de trabalho e ir além, inovar, é muito difícil. Mas o que nos move é o benefício para os pacientes, porque, muitas vezes, não dá para esperar esse tempo”, comenta Diego. A iniciativa começou em 2019, quando o biomédico e a equipe decidiram concorrer ao edital de financiamento da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAP-DF). “É uma equipe muito empenhada em fazer acontecer”, elogia Renata Moreira, chefe da Seção de Laboratórios do Hemocentro. Após o projeto ser selecionado, a FAP investiu nele R$ 145 mil, verba que foi utilizada para compra de equipamentos e reagentes. Laboratório de Genotipagem vai investigar o DNA dos pacientes e determinar qual a bolsa de sangue disponível é mais compatível Benefícios “Com nosso próprio laboratório, vamos ser autossuficientes e o processo vai ser bem mais rápido, com resultados saindo no mesmo dia”, enfatiza Renata. Ou seja, quem precisa da doação de um tipo sanguíneo específico vai ter mais segurança e maior agilidade no tratamento. “E vamos ter controle total dos processos, garantindo a máxima qualidade do resultado”, completa a farmacêutica. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] A ideia é investigar o genótipo apenas dos pacientes, visto que, no sangue doado, já é feito o exame de fenótipo, que é uma análise das características sanguíneas. “O fenótipo deduz o genótipo, por isso não há necessidade de ir até o DNA do doador, apenas do paciente”, explica Diego. Os doadores que têm as especificidades sanguíneas compatíveis com os pacientes complexos são chamados de doadores raros e só fazem doação quando convocados, para atender uma demanda específica por aquele tipo sanguíneo. Até 2019, eram apenas seis doadores com esse perfil. Durante a pesquisa, já foram identificados mais 12 doadores raros. Por enquanto, o Laboratório de Genotipagem passa pela etapa de validação. Em junho, a equipe começa a analisar o genótipo de 200 pacientes que aceitaram participar da pesquisa, a maioria deles são crianças e adolescentes tratados no Hospital da Criança de Brasília (HCB). A previsão é que, em agosto, após a aprovação técnico-científica, o exame de genotipagem seja rotina para os pacientes complexos. *Com informações da Secretaria de Saúde do DF
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Publicada chamada para pesquisadores da área tecnológica e ambiental
O Instituto Brasília Ambiental e a Fundação de Apoio à Pesquisa (FAP-DF) publicaram, no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) desta quinta-feira (17), a Chamada 01/2022 para interessados em participar da seleção pública do projeto “Pesquisa aplicada e desenvolvimento tecnológico para a gestão ambiental do Distrito Federal”. Serão selecionados 21 pesquisadores para atuarem na construção de soluções ambientais. Questões relativas a soluções para o meio ambiente são o objeto de trabalho dos pesquisadores a serem selecionados | Foto: Divulgação/Brasília Ambiental Do total de vagas concedidas, nove são para doutores, nove para mestres e três para graduados, com duração de 12 meses. O valor das bolsas varia de R$ 1,8 mil a R$ 5,2 mil. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Seleção O processo seletivo será composto por três etapas. A primeira e a segunda contêm análises dos requisitos obrigatórios e pontuáveis, enquanto a terceira consiste numa entrevista com até três candidatos por vaga. A habilitação e a seleção das candidaturas serão realizadas pela comissão de seleção mista, formada por integrantes da FAP-DF e do Brasília Ambiental. Os candidatos têm 30 dias para encaminhar, pelo Sistema de Informação e Gestão de Projetos, os documentos necessários atualizados e em formato PDF. Após a concessão da bolsa, o pesquisador terá 15 dias para apresentar proposta de plano de trabalho com as atividades a serem desenvolvidas, cronograma e produtos previstos no seu projeto de pesquisa. Confira aqui os requisitos do edital. *Com informações do Brasília Ambiental
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Seleção de pesquisadores sobre políticas para mulheres
Estão abertas, até o dia 10 de dezembro, inscrições para processo de seleção de pesquisadores para o projeto “Políticas para Mulheres Baseadas em Evidências no DF”. Na última sexta (26), a Fundação de Apoio à Pesquisa e Inovação do Distrito Federal (FAP-DF) relançou a seleção para o projeto que será implementado pela Companhia de Planejamento do Distrito Federal (Codeplan) em parceria com a Secretaria da Mulher. Serão concedidas quatro bolsas, com duração prevista de 24 meses, podendo ser renovadas. Os interessados devem enviar suas propostas, até as 23h59 (horário de Brasília) da data final, para o e-mail desafio062021mulher@codeplan.df.gov.br. Arte: Divulgação/FAP-DF A Chamada 001/2021 faz parte do Programa Desafio DF, ação da FAP-DF que busca soluções, por meio de projetos de pesquisa, para demandas e problemas apresentados pelos órgãos e instituições do Governo do Distrito Federal (GDF). A seleção é regida pelas normas do Edital 06/2021, que estabelece diretrizes gerais para promoção de chamadas públicas para seleção de pesquisadores bolsistas para atuarem em projetos de instituições de pesquisa do GDF. A fundação prevê orçamento de até R$ 244.800,00 para a seleção. Para Jean Lima, presidente da Codeplan, “a política baseada em evidência é uma ferramenta de gestão que visa fortalecer a política distrital para o enfrentamento das desigualdades de gênero, do combate à violência contra a mulher e do fortalecimento da rede pública para a efetivação e inserção das mulheres aos serviços públicos”. [Olho texto=”O intuito do projeto de pesquisa é a produção de evidências que possam embasar diagnósticos de várias dimensões da situação das mulheres no DF e, consequentemente, a elaboração de melhores políticas” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”esquerda”] A secretária da Mulher, Ericka Filippelli, aposta no potencial desse trabalho de pesquisa e levantamento de evidências para orientar a atuação da pasta. “Essa é uma excelente oportunidade que a Secretaria da Mulher vai ter de contar com o trabalho de sistematização de dados e informações referentes às mulheres da nossa cidade, importantes para nortear as ações e a elaboração de políticas públicas do DF”, afirma a secretária. O diretor-presidente da FAP-DF, Marco Antônio Costa Júnior, destaca que a atuação em parceria com a Codeplan e com a Secretaria da Mulher nesta iniciativa é mais uma maneira de qualificar a atuação da fundação e os investimentos do GDF em ciência, tecnologia e inovação. “Essa é uma das missões que o governador Ibaneis Rocha nos deu: fazer com que os investimentos em projetos e ações de CT&I tenham cada vez mais potencial para gerar soluções às demandas não apenas dos órgãos do GDF, mas da população brasiliense. Contribuir para a formulação de políticas públicas baseadas em evidências voltadas às mulheres da capital federal é parte essencial dessa tarefa e um passo importante para a inclusão feminina nas mais diversas áreas da sociedade, bem como para o aprimoramento da prestação de serviços públicos no DF”, comenta. O projeto A Secretaria da Mulher do DF busca obter mais evidências científicas para embasar decisões sobre suas ações e políticas. Por isso, acionou a Codeplan para elaboração do projeto de pesquisa e, juntas, solicitaram apoio da FAP-DF para a seleção de pesquisadores para realização do estudo. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] O intuito do projeto de pesquisa é a produção de evidências que possam embasar diagnósticos de várias dimensões da situação das mulheres no Distrito Federal e, consequentemente, a elaboração de melhores políticas. Os resultados também serão usados para identificar pontos na implementação de serviços já existentes que podem ser aperfeiçoados em seus procedimentos. Como resultados do estudo espera-se, ainda, a sistematização, análise e disponibilização, no Observatório da Mulher do DF, dos dados produzidos que permitam a análise das políticas de gênero no DF. Também deverá possibilitar a produção de boletins analíticos sobre as dimensões das desigualdades entre homens e mulheres, elaborados a partir das pesquisas desenvolvidas pela Codeplan. Parceria A chamada para o projeto Políticas para Mulheres Baseadas em Evidências no DF é um dos frutos da parceria entre FAP-DF e Codeplan, que se firmou há cerca de dois anos. As instituições estabeleceram, em 2019, um Acordo de Cooperação Técnica (ACT 01/2019) para trabalhar no “Pesquisas DF”. A iniciativa é voltada para a elaboração e execução de projetos de pesquisa científica e de inovação nas áreas econômicas, sociais, demográficas, cartográficas, georreferenciadas, urbanas, ambientais, e de avaliação de políticas públicas para o desenvolvimento do Distrito Federal e Região Integrada de Desenvolvimento de Distrito Federal e Entorno (Ride-DF). *Com informações da FAP-DF
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Programa seleciona projetos de pesquisa em inclusão digital
A Fundação de Apoio à Pesquisa e Inovação do Distrito Federal (FAP-DF) lançou a quarta chamada de 2021 do Programa Desafio DF. A seleção pública é voltada a projetos de pesquisa, desenvolvimento e inovação para a Política de Inclusão Digital e Aumento da Conectividade do DF, da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti). As inscrições seguem até 21 de novembro pelo SigFAP e a FAP-DF previu orçamento de até R$ 2 milhões para esta chamada pública, com a qual espera aumentar a inclusão digital e a conectividade, e também os índices socioeconômicos, de capacitação e empregabilidade. Os objetivos específicos são: [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] . Oferta de pacote de dados de internet móvel sem custo para a população . Avaliação quanto ao desempenho e resultados em diferentes índices de conectividade à internet no DF após disponibilização da conexão . Avaliação quanto à inclusão digital entre cidadãos em situações de vulnerabilidade no DF após disponibilização da conexão . Avaliação quanto à promoção da inclusão digital e social de pessoas com deficiência após disponibilização da conexão . Avaliação quanto aos indicadores profissionais e educacionais do público com deficiência física do DF após disponibilização da conexão . Avaliação quanto aos indicadores de empregabilidade do público com deficiência física do DF após disponibilização da conexão Serviço: Chamada 004/2021 do Programa Desafio DF Período de submissão de propostas: 11 a 21 de novembro de 2021 Acesse a chamada na íntegra Acesse o edital do Programa Desafio DF Outras informações no site do FAP-DF
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Tecnologia permite identificar a variante na amostra de covid
[Olho texto=”“Facilitar a identificação das variantes de covid-19 pode trazer grande impacto no entendimento do comportamento da doença e no planejamento de ações para sua prevenção”” assinatura=”Giuseppe Cesare Gatto, diretor de Ensino, Pesquisa e Atenção à Saúde da Ebserh” esquerda_direita_centro=”direita”] Uma nova tecnologia, desenvolvida no Laboratório de Diagnóstico Molecular do Hospital Universitário de Brasília (HUB-UnB), permite identificar a variante presente na amostra de covid-19. A técnica, que está sendo testada desde maio de 2021, é a mesma usada para detecção do coronavírus, chamada de RT-PCR ou PCR em tempo real. Participaram do estudo pesquisadores da Faculdade de Ceilândia (FCE-UnB) e do HUB, hospital vinculado à Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh). A genotipagem por RT-PCR é 90% mais barata e mais rápida que o método mais comum para a detecção de variante, baseado no sequenciamento genético, e pode ser feita em qualquer laboratório que possua uma máquina de RT-PCR. Essas características permitem a análise de uma quantidade maior de amostras, o que é essencial para o acompanhamento da predominância das variantes e para fins epidemiológicos. A técnica que permite identificar a variante na amostra de covid-19 está sendo testada desde maio de 2021 e é a mesma usada para detecção do coronavírus, chamada de RT-PCR ou PCR em tempo real | Foto: Divulgação/FAP-DF “Facilitar a identificação das variantes de covid-19 pode trazer grande impacto no entendimento do comportamento da doença e no planejamento de ações para sua prevenção. A Ebserh tem participado de forma ativa em pesquisas relacionadas à covid desde o início da pandemia”, explica o diretor de Ensino, Pesquisa e Atenção à Saúde da Ebserh, Giuseppe Cesare Gatto. [Numeralha titulo_grande=”811″ texto=”amostras passaram pela genotipagem, 264 de profissionais e pacientes do HUB e 547 de moradores da Cidade Estrutural” esquerda_direita_centro=”esquerda”] Pesquisa Das 811 amostras que passaram pela genotipagem, 264 são de profissionais e pacientes do HUB e 547 de moradores da Cidade Estrutural. O projeto de pesquisa chamado Zaracs (Zica, Arbovírus and Other Infections Cohort Studies) está acompanhando os casos de covid-19 na Estrutural desde março de 2020. O projeto é coordenado pela FCE-UnB, em parceria com o HUB e a Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF), e conta com o financiamento dos ministérios da Educação e da Saúde e da Fundação de Apoio à Pesquisa e Inovação do DF (FAP-DF). Os moradores com sintomas de covid-19 são testados pelos pesquisadores e os casos positivos passam pela genotipagem no laboratório do HUB. Os resultados mostram as variantes predominantes na cidade desde março de 2021. O estudo foi desenvolvido no Laboratório de Diagnóstico Molecular do Hospital Universitário de Brasília e envolveu pesquisadores do próprio hospital e da FCE-UnB No mês de julho, 79% dos casos eram da variante gama (P1). A variante delta começou a aparecer em agosto e, ao final do mês, já provocava 56% dos casos. Em setembro, a delta foi responsável por 88% das infecções, enquanto a gama (P1) foi identificada em apenas 2% das amostras. “Essa parceria reforça o apoio do HUB e da UnB no entendimento da dinâmica de transmissão da covid-19. A variante delta está se expandindo cada vez mais e esses dados representam um sinal de alerta para o surgimento de possíveis novos casos graves da doença”, afirma o professor da FCE-UnB e coordenador da pesquisa, Wildo Araújo. “Esses resultados corroboram o papel fundamental da ciência na investigação e compreensão dos problemas em saúde que afligem a sociedade e na busca e construção de soluções baseadas em evidências sólidas”, acrescenta a gerente de Ensino e Pesquisa do HUB, Dayde Mendonça. Os dados estão sendo encaminhados para a Secretária de Saúde para contribuir no acompanhamento da disseminação das variantes e no controle epidemiológico da doença. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] De acordo com o diretor de Vigilância Epidemiológica em Saúde da secretaria, Fabiano Martins, a Estrutural é local estratégico e reflete o cenário que vivemos hoje no DF. O estudo determina o comportamento do vírus na população e permite pensar em novas estratégias de vigilância, visando à otimização dos recursos públicos. A FAP-DF destinou mais de R$ 30 milhões para fomento de projetos e ações de pesquisa, inovação e extensão destinadas ao combate do covid-19. São 18 projetos de pesquisa já apoiados e em diferentes fases de desenvolvimento e resultados. Todos os projetos podem ser acompanhados no site da FAP-DF. *Com informações da Fundação de Apoio à Pesquisa e Inovação do DF
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DF receberá a primeira edição do Programa Centelha
O Programa Centelha chegou ao DF. O Parque Tecnológico Biotic, em Brasília, sedia, nesta quinta-feira (21), às 9h30, o lançamento da primeira edição da iniciativa, que tem por objetivo estimular a criação de empreendimentos inovadores e disseminar a cultura empreendedora no Distrito Federal. O programa irá oferecer capacitações, recursos financeiros e suporte para transformar ideias em negócios de sucesso. A edição distrital irá selecionar 28 startups, com previsão de investimentos de R$ 1,6 milhão. As regras para participação e inscrição podem ser conferidas no site https://programacentelha.com.br/df. [Olho texto=”“O GDF também acredita que a atuação integrada entre governo, setor produtivo, academia e sociedade é indispensável para que a capital federal se torne um polo produtor de inovação”” assinatura=”Marco Antônio Costa Júnior, diretor-presidente da FAP-DF” esquerda_direita_centro=”direita”] O programa é promovido pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI) e pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), em parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), o Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap), a Fundação CERTI e executado pela Biotic S/A. Segundo Marco Antônio Costa Júnior, diretor-presidente da FAP-DF, apoiar iniciativas como essa é promover o desenvolvimento inteligente e sustentável de Brasília para transformá-la em uma cidade inteligente. “Acreditamos que o empreendedorismo é pilar essencial para esse processo de transformação, com potencial para gerar soluções para a cidade, oportunidades e ativos econômicos. O GDF também acredita que a atuação integrada entre governo, setor produtivo, academia e sociedade é indispensável para que a capital federal se torne um polo produtor de inovação”, diz. Sobre o Programa Centelha O Centelha é um programa nacional de incentivo ao empreendedorismo, executado de forma descentralizada. No DF, irá selecionar 28 startups. Por meio de benefícios, como subvenção econômica, capacitações e networking com parceiros, o programa busca incentivar a geração de ideias inovadoras em estágios iniciais, de ideação e prototipação. Funciona assim: durante a etapa de seleção, os empreendedores participantes passarão por três fases. A primeira etapa compreende a submissão de ideias inovadoras. Em seguida, eles passam pela construção de um projeto de empreendimento. Por fim, devem elaborar um projeto de fomento. Ao longo das etapas, os empreendedores receberão capacitações para aprimorar os projetos inovadores, além de suporte e feedback dos avaliadores. No Programa Centelha DF, os projetos aprovados serão contemplados com até R$ 60 mil em subvenção econômica, além dos demais benefícios. A previsão é de que sejam investidos R$ 1.665 milhão. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Segundo o presidente da Biotic S/A, Gustavo Dias Henrique, todas as grandes empresas surgem de ideias. Ideias essas que muitas vezes não encontram apoio do setor privado e do governo para saírem do papel. “O programa Centelha é um instrumento justamente para isso, apoiando empreendedores que se encontram ainda em fase inicial, na busca de aprimoramento, mentoria e apoio financeiro. Nosso desejo enquanto Biotic é que dessas ideias selecionadas pelo programa surjam os futuros unicórnios, empresas que irão revolucionar a maneira de pensar e de agir na sociedade, e disseminar cada vez mais a cultura empreendedora em Brasília”, finaliza. O lançamento O evento será aberto ao público, sendo necessária a inscrição por meio do link: https://bityli.com/897GiE para participação de forma presencial. Aqueles que não conseguirem comparecer presencialmente, poderão acompanhar a transmissão ao vivo no Canal do Youtube da Biotic S.A. *Com informações da Terracap
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UnDF promove debate sobre modelos de gestão universitária
A Universidade do Distrito Federal Professor Jorge Amaury Maia Nunes (UnDF) promoveu nesta semana o Colóquio UnDF: Entre o Projeto e a Criação – Diálogos sobre a universidade que queremos. O evento virtual buscou discutir modelos de gestão universitária inovadores e conhecer seus escopos estruturais referentes às áreas pedagógica, de gestão universitária, de inovação e desenvolvimento tecnológico. [Olho texto=”“A UnDF nasce em um momento necessário, em uma perspectiva oportuna, como um vetor de transformação social para nossa comunidade e para as pessoas que tanto lutam por uma educação de qualidade”” assinatura=” Simone Benck, reitora pro tempore da UnDF” esquerda_direita_centro=”direita”] Contando com contribuição de acadêmicos, gestores, reitores e ex-reitores vinculados às universidades públicas brasileiras, aos centros/institutos tecnológicos e às entidades governamentais federais e locais, a iniciativa faz parte das ações previstas no projeto Uma Universidade Distrital, fruto do acordo de cooperação entre UnDF e FAP-DF, executado pelo Centro Brasileiro de Pesquisa em Avaliação e Seleção e de Promoção de Eventos (Cebraspe). O colóquio aconteceu durante dois dias e, além da participação dos membros da Comissão Gestora do projeto Uma Universidade Distrital e de representantes de escolas superiores vinculadas, estiveram presentes o corpo técnico do Cebraspe, da UnDF e da FAP-DF. A abertura do evento contou com o debate Projeto de Implantação da UnDF: Breve apresentação do projeto de lei e expectativas acerca dos modelos de gestão aplicáveis à nova universidade, com a participação da reitora pro tempore da UnDF, Simone Benck, do presidente da FAP-DF, Marco Antonio Costa Júnior; da secretária de Educação, Hélvia Paranaguá e da diretora-geral do Cebraspe, Adriana Weska. A professora Simone Benck ressaltou que “a UnDF nasce em um momento necessário, em uma perspectiva oportuna, como um vetor de transformação social para nossa comunidade e para as pessoas que tanto lutam por uma educação de qualidade.” Realizado de modo virtual, o colóquio teve participação de membros da Comissão Gestora do projeto Uma Universidade Distrital, representantes de escolas superiores vinculadas e corpo técnico do Cebraspe, da UnDF e da FAP-DF | Foto: Reprodução Marco Antonio Costa Júnior lembrou que a criação da UnDF sempre esteve entre as prioridades do governador Ibaneis Rocha, que delegou à FAP-DF a missão de apoiar o desenvolvimento do projeto de pesquisa que agora subsidia a consolidação da UnDF. A diretora-geral do Cebraspe, Adriana Weska, destacou os avanços do projeto Uma Universidade Distrital e a importância do evento: ”Já concluímos e apresentamos os estudos de viabilidade, entregues antes da criação da lei que criou a UnDF, estamos finalizando as pesquisas de modelos inovadores de gestão democrática e, ainda neste evento, iremos apresentar os resultados do benchmarking”, destacou. [Olho texto=”Dividido em quatro macroações, o projeto Uma Universidade Distrital é fruto do acordo de cooperação firmado entre UnDF e FAP-DF, com execução do Cebraspe.” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”direita”] Já a secretária Hélvia Paranaguá enfatizou a importância do fortalecimento da função democrática do acesso, bem como a socialização dos saberes, tendo como foco primordial a construção do cidadão contextualizado do seu papel frente aos mais diversos desafios elencados nos cenários mundial, nacional e distrital. A conferência de abertura, Os sentidos da educação superior pública: Uma universidade minimamente errante?, conduzida pelo professor e filósofo Walter Omar Kohan, teve moderação de Stela M. Meneghel, professora da Universidade Regional de Blumenau (FURB) e membro das comissões de implantação da Universidade Federal da Integração Latino-Americana (Unila) e da Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (Unilab). Participaram dos debates o membro da comissão de implantação da Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB), Naomar de Almeida; o membro da comissão de implantação da Unilab, Paulo Spellere, e o membro da comissão de implantação da Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS), Dilvo Ristoff. Mesas A primeira mesa discutiu Políticas Públicas e Gestão Universitária, com moderação do assessor especial da UnDF, Lucas Máximo. Em seguida, foi a vez das apresentações do professor da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Angelo Luiz Cortellazo; do diretor do Instituto de Pesquisas e Estudos em Administração Universitária (Inpeau), Pedro Melo, e da diretora executiva do Cebraspe, Claudia Griboski. [Olho texto=”Diagnóstico concluiu que a UnDF pode trazer impactos positivos para a economia distrital, principalmente nos campos da indústria e da agropecuária” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”esquerda”] A segunda mesa de debates discutiu sobre Pesquisa, Inovação e Desenvolvimento Tecnológico na Educação Superior – PI&D, com moderação da superintendente científica, tecnológica e de inovação da FAP-DF, Renata Vianna. Os debates contaram com apresentações da decana de Pesquisa e Inovação e professora do Departamento de Ciências da Computação da Universidade de Brasília (UnB), Maria Emília Machado Telles Walter, e da pró-reitora de Pesquisa e Inovação do Instituto Federal de Brasília (IFB), Giovanna Megumi Ishida Tedesco. A terceira mesa contou com o tema Universidade Tecnologicamente Avançada e Inovadora, moderada pelo superintendente de Inovação e Tecnologia do Senai, Jefferson de Oliveira Gomes. Os debates foram conduzidos pelo conselheiro acadêmico do Inteli, Maurício Garcia, e pelo professor Celson Pantoja Lima, gerente-executivo da Rede de Ensino Superior do Senai/SC. A quarta e última mesa do evento abordou o tema Arquiteturas Acadêmicas e Avaliação da Educação Superior, com a moderação do presidente da Câmara de Educação Superior do Conselho de Educação do DF, José Luiz Villar Mella. Os debates contaram com as apresentações da representante da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PuC-RS), Marília Costa Morosini; do professor da UnB José Vieira de Sousa, e da professora do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Santa Catarina (IFSC), Maria Clara Schneider. Já a sessão de encerramento teve como tema Percepções e Desafios para a Implantação da UnDF, com a exposição da reitora pro tempore Simone Benck e da diretora executiva do Cebraspe, Claudia Griboski. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Projeto UnDF Dividido em quatro macroações, o projeto Uma Universidade Distrital é fruto do acordo de cooperação firmado entre UnDF e FAP-DF, com execução do Cebraspe. O benchmarking, previsto na segunda macroação do projeto, foi concluído pelo Cebraspe no mês de setembro. A primeira etapa foi de estudos de viabilidade, entregues em abril deste ano. Eles incluíram investigações sobre impacto e custos de implantação, pesquisa sobre a oferta e a demanda de educação superior – pública e privada – no DF e RIDE, além da elaboração de um panorama do ensino acadêmico no DF, com seus desafios e perspectivas. O diagnóstico concluiu que a UnDF pode trazer impactos positivos para a economia distrital, principalmente nos campos da indústria e da agropecuária. Entre os desafios está a implantação de quatro mestrados e dois doutorados, conforme recomendação da Capes. As últimas duas macroações previstas no projeto Uma Universidade Distrital serão a pesquisa de modelos inovadores de gestão universitária: proposta de modelagem para a estruturação da Universidade do Distrito Federal e a pesquisa de metodologia e/ou tecnologias inovadoras de ensino superior. *Com informações da UnDF
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FAP-DF abre dois novos programas de bolsas de estudo
A Fundação de Apoio à Pesquisa e Inovação do Distrito Federal (FAP-DF) lançou novos editais para dois programas: Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica, Tecnológica e de Inovação (Pibic) e Programa Institucional de Bolsas de Iniciação em Desenvolvimento Tecnológico e Inovação (Pibiti). Os dois estão com inscrições abertas até 1º de outubro. O Pibic busca incentivar e apoiar a política de iniciação científica desenvolvida nas instituições de ensino ou pesquisa e nos Institutos Federais de Educação por meio da concessão de bolsas para estudantes de graduação. O programa é voltado para instituições públicas ou privadas que tenham instalações próprias para a implementação do Programa de Iniciação Científica. A iniciativa conta com orçamento global de R$ 6 milhões para contemplar 1.250 quotas de bolsas por 12 meses. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] Já o Pibiti tem por objetivo estimular os jovens do ensino superior nas atividades, metodologias, conhecimentos e práticas próprias ao desenvolvimento tecnológico e processos de inovação. Aqui as bolsas também são destinadas a instituições de ensino ou pesquisa em CT&I, públicas ou privadas, e Institutos Federais, desde que tenham instalações próprias para a implementação do Programa de Iniciação em Desenvolvimento Tecnológico e Inovação. O programa conta com orçamento global de R$ 3 milhões para contemplar 625 quotas de bolsas por 12 meses. Serviço Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica, Tecnológica e de Inovação (Pibic) – Edital 08/2021 Programa Institucional de Bolsas de Iniciação em Desenvolvimento Tecnológico e Inovação (Pibiti) – Edital 09/2021 Período de submissão: 22/09/21 a 01/10/21 Acesso à íntegra dos editais: https://fap.df.gov.br/editais-fapdf-2021/ Editais FAP-DF 2021 – Fundação de Apoio a Pesquisa do Distrito Federal<https://fap.df.gov.br/editais-fapdf-2021/> fap.df.gov.br GDF – Governo do Distrito Federal * Com informações da FAP-DF
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Conecta DF promove inclusão digital de população carente
A Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do DF (Secti), lançará no dia 21 de agosto, às 10h, o Programa Conecta +, que beneficiará mais de 20 mil deficientes físicos de baixa renda, com pacote bolsa de dados e distribuição de chips com internet 4G gratuita. O evento acontecerá no Salão Branco do Palácio do Buriti. O Conecta + tem como objetivo a promoção da inclusão digital na capital federal e o aumento dos índices de conectividade dos nossos cidadãos. De acordo com o secretário de Tecnologia e Inovação do DF, Gilvan Máximo, iremos prover conexão à Internet móvel de alta velocidade para a população carente do DF e aplicaremos uma série de metodologias de avaliação de políticas públicas. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] O GDF espera atender 20 mil cidadãos do Distrito Federal com foco inicial nas pessoas com deficiência e de baixa renda, um público que se mostrou um recorte adequado para esta primeira experiência, conforme dados da Secretaria de pessoa com deficiência. *Com informações da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do DF
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Inscrições abertas para o edital programa DF Inovador
Edital selecionará 30 participantes, entre eles empresas privadas, autarquias, órgãos públicos, instituições do terceiro setor do DF e Ride, para uma jornada de inovação com duração de três meses. As inscrições foram prorrogadas até o dia 17 de setembro. O programa DF Inovador, realizado pela Fundação de Apoio à Pesquisa e Inovação do Distrito Federal (FAP-DF) e executado pela Softex*, lança o edital de chamada para inscrição de empresas, autarquias, órgãos públicos e instituições do Distrito Federal e da Região Integrada de Desenvolvimento do Distrito Federal e Entorno (Ride) interessadas em desenvolver uma cultura e estratégias de inovação e Intraempreendedorismo em suas equipes internas. Serão selecionadas 30 organizações participantes para uma jornada de capacitação das lideranças e talentos internos nos temas ligados à Inovação, Transformação Digital e Empreendedorismo. Durante o processo, com duração total de três meses, eles receberão treinamento, acompanhamento e mentoria individualizados para o desenvolvimento de estratégias e projetos de inovação, utilizando processos e metodologias de mercado como importantes pontos de apoio na implementação. “Empreender dentro da organização, ou seja, intraempreender, é uma forma segura de inovar e de mantê-la competitiva, otimizando processos, gerando eficiência e maior valor de mercado não apenas agora, mas também no futuro. Todas as empresas, independentemente de seu porte ou ramo de atuação, poderiam considerar essa estratégia”, explica Diônes Lima, vice-presidente executivo da Softex. Para o coordenador de Tecnologia e Inovação da FAP-DF, Gilmar dos Santos Marques, a lacuna existente entre o setor produtivo, instituições públicas, academia e mercado é latente no Distrito Federal. “Os atores não possuem ações que promovam sua interação e que fomentem a inovação. Justamente por entender que essa atuação integrada é a melhor maneira de promover inovação, desenvolvimento, geração de conhecimento e novas tecnologias e soluções para as diversas áreas e demandas da sociedade é que estamos apoiando propostas como a do Distrito Inovador”, ressalta. Com recursos da ordem de R$ 3,5 milhões e execução de 18 meses, a proposta do programa DF Inovador é promover a inovação e a transformação digital de empresas e organizações da região, bem como desenvolver talentos conectados à nova economia digital. Ele também tem papel estratégico no esforço de transformar Brasília em uma Cidade Inteligente, iniciativa conduzida pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti), com o apoio da FAP-DF. “A jornada de inovação é essencial para qualquer empresa, mas é ainda frequentemente encarada como algo intuitivo e advinda do gênio de algumas pessoas excepcionais. Porém, com método e organização, é possível facilitar em muito o processo e com enormes ganhos para a organização. Por isso estimulamos instituições, empresas e startups do DF e Ride a participar do edital e aproveitá-lo como uma oportunidade para interiorizar competências que são essenciais para a sua competitividade”, destaca Luciano Cunha de Sousa, Subsecretário de Tecnologias de Cidades Inteligentes. Amós Batista, Secretário de Estado de Empreendedorismo do DF, lembra que a modernização dos modelos organizacionais implica mudanças diretas no cotidiano de trabalho. “A inovação corporativa coloca o setor produtivo local em outro patamar de competitividade com os outros Estados, criando novas e melhores condições de empregabilidade, indo ao encontro das ações de governo para a retomada da economia local nesse momento pós pandemia. Entendemos que o funcionamento da lógica de reforma/criação/empreendimento nas empresas, trazem seus funcionários como os principais agentes do Intraempreendedorismo.” Tendo entre seus apoiadores o Sistema Fibra, o Programa DF Inovador tem quatro eixos principais: Intraempreendedorismo e inovação corporativa; inovação aberta com empresas conectadas ao ecossistema de Inovação; identificação de talentos para a economia digital e internacionalização. “O Distrito Federal tem um parque industrial diverso, com empresas de vários setores e perfis e, somado à região da Ride, capacidade de se tornarem juntos um polo de desenvolvimento tecnológico no Brasil, desde que ocorra o investimento e incentivo do Estado, com a participação das instituições do setor produtivo e da academia. Acreditamos que a tecnologia e a inovação serão a base da indústria do futuro, modernizando as empresas atuais e abrindo portas para que novas áreas sejam exploradas. A transformação digital no DF e na Ride é sinônimo de emprego e de renda”, analisa Jamal Jorge Bittar, presidente da Federação das Indústrias do Distrito Federal (Fibra). As inscrições foram prorrogadas até o dia 17 de setembro. Para realizar a inscrição ou ter acesso às informações detalhadas sobre o edital, acesse o site do programa: https://dfinovador.org.br/. * Sobre a Softex [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] Com sede em Brasília, a Softex atua há mais de 20 anos na concepção e na gestão de programas de impacto internacional e coordena o Sistema Softex, composto por 21 agentes regionais distribuídos por 13 estados brasileiros e no Distrito Federal. A entidade possui 22 ICTs credenciadas e 19 aceleradoras parceiras e beneficia cerca de 4 mil startups e mais de 6 mil empresas. A Softex trabalha em articulação com a iniciativa privada e com os governos nas esferas federal, estadual e municipal, centros acadêmicos e instituições de fomento. Nessas mais de duas décadas de atividades, se consolidou como a principal instituição brasileira capaz de conectar atores das três esferas – governo, academia e setor privado – para impulsionar o desenvolvimento do Brasil por meio da inovação e da transformação digital. * Com informações da FAP-DF
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FAP-DF abre consultas públicas para novos editais
A Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAP-DF) abriu consultas públicas para cinco novos editais. O objetivo é contar com a participação social para o aprimoramento das ações e programas desenvolvidos pela entidade, além de aumentar a transparência no processo de construção dos editais. Os programas com editais abertos à consulta pública são os seguintes: [Olho texto=”As minutas dos editais e os formulários de participação estão disponíveis para consulta no site da FAP-DF” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”esquerda”] Programa de Desenvolvimento da Pós-Graduação (PDPG). Voltado a propostas para concessão de bolsas stricto sensu – mestrado e doutorado; Programa de Infraestrutura para Jovens Pesquisadores/Programa Primeiros Projetos (PPP). Envolve projetos em todas as áreas de conhecimento, propiciando a aquisição, instalação, modernização, ampliação ou recuperação da infraestrutura de pesquisa científica, tecnológica e de inovação, nas instituições de ensino superior e/ou de pesquisa públicas ou privadas sem fins lucrativos, de modo a oferecer suporte à fixação de jovens pesquisadores e nucleação de novos grupos de pesquisa; Programa Institucional de Colaboração e Formação de Redes de Pesquisa (FAP Conecta DF). Tem o objetivo de construir e formar redes de pesquisa entre instituições de ensino superior ou de instituição de pesquisa em ciência, tecnologia e inovação, do Distrito Federal e Região Integrada de Desenvolvimento (Ride-DF), com entidades nacionais ou internacionais, por meio de organização, promoção e participação em eventos, curso de curta duração ou de visita técnica, de natureza científica, tecnológica ou de inovação, para a construção, implementação e consolidação da produção acadêmica; [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (Pibic). Este programa busca incentivar alunos de graduação na produção de conhecimento desde os primeiros anos da faculdade por meio da concessão de bolsas de iniciação científica; Programa de Apoio a Núcleos de Excelência (Pronex). A finalidade é apoiar a execução de projetos de pesquisa científica, tecnológica e de inovação por meio de apoio financeiro aos núcleos de excelência consolidados e reconhecidos nacional e internacionalmente em áreas relevantes e estratégicas para o país e para o Distrito Federal. Para conferir os prazos para envio de contribuições em cada uma das consultas, basta acessar as minutas dos editais e os formulários de participação no site da FAP-DF. Também é possível chegar às consultas públicas a partir da página principal do site, na aba “Transparência” e, depois, “Consultas Pública”s. *Com informações da Fundação de Apoio à Pesquisa e Inovação do DF
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FAP apoia pesquisa pioneira no DF sobre bioimpressão
A biofabricação é um campo de pesquisa, desenvolvimento e inovação multidisciplinar que combina princípios de engenharia, biologia e ciências dos materiais, pelo uso de processos de manufatura para criar construções que imitam, em certa medida, a arquitetura dos sistemas vivos no espaço (3D). [Olho texto=”Pesquisa é voltada à prototipagem e fabricação rápida de miméticos de biofilmes, tecidos e órgãos por meio de bioimpressoras 3D, utilizando plantas do Cerrado” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”direita”] Esta área debutou no cenário científico com estratégias potenciais para engenharia de tecidos e medicina regenerativa, visando a produção de tecidos para reconstrução, órgãos para transplantes e modelos organoides para descoberta de novos fármacos. Mas agora diversas outras áreas se beneficiam desse campo emergente. É exatamente esse o contexto de atuação de projeto realizado por pesquisadores do Laboratório de Nanobiotecnologia (LNANO) da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia (Cenargen), com fomento da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAP-DF). A manufatura aditiva, mais conhecida como impressão 3D, é um processo de fabricação de objetos sólidos a partir de um arquivo digital contendo informações de coordenadas espaciais | Fotos: Divulgação/FAP-DF A pesquisa é voltada à prototipagem e fabricação rápida de miméticos de biofilmes, tecidos e órgãos por meio de bioimpressoras 3D, utilizando plantas do Cerrado. O objetivo é prototipar e realizar a fabricação rápida de similares de estruturas biológicas para testes de investigação da atividade biológica de substâncias, medicamentos, novos cosméticos, agroquímicos, alimentos, etc. “As estruturas originais são estruturas naturais, encontradas nos organismos vivos, que serviram de modelos para elaborarmos desenhos assistidos por computador (CAD). A partir destes, com bioimpressoras e outras técnicas de biofabricação, conseguimos construir, camada a camada, estruturas similares às originais. As estruturas similares construídas são os chamados modelos 3D bioimpressos”, explica o coordenador do projeto e pesquisador do LNANO, Luciano Paulino da Silva. [Olho texto=”“A técnica de bioimpressão 3D vem sendo considerada o padrão ouro dessas estratégias que constituem algumas das inovações mais recentes em biotecnologia”” assinatura=”Luciano Paulino da Silva, coordenador do projeto e pesquisador do LNANO” esquerda_direita_centro=”esquerda”] A iniciativa é pioneira no Distrito Federal no que diz respeito a fabricar similares de estruturas biológicas visando à realização de triagem de substâncias bioativas e nanomateriais. Também de modo pioneiro, nanomateriais foram empregados nos processos de biofabricação para conferir propriedades novas aos biomiméticos. Bioimpressão A manufatura aditiva, mais comumente conhecida como impressão 3D, é um processo de fabricação de objetos sólidos a partir de um arquivo digital contendo informações de coordenadas espaciais. A criação de um objeto impresso em 3D é alcançada por meio de um processo aditivo realizado pela deposição de camadas até a confecção do objeto inteiro utilizando variados tipos de materiais, incluindo metais, resinas, polímeros e, mais recentemente, até mesmo componentes biológicos como biomoléculas e células vivas. “Quando componentes biológicos estão envolvidos no processo de fabricação e prototipagem 3D, o processo é denominado de biofabricação 3D e a técnica de bioimpressão 3D vem sendo considerada o padrão ouro dessas estratégias que constituem algumas das inovações mais recentes em biotecnologia”, ressalta Luciano Paulino. Ele acrescenta que, com o uso da bioimpressão 3D, é possível a produção de pequenos arranjos organizados de células para ensaios de atividade “e até mesmo, no futuro, poderá permitir a fabricação de órgãos inteiros para transplantes” ambientes biológicos são criados e organizados com o uso de bioimpressoras 3D e expandem o cenário de possibilidades para testes de compostos bioativos e nanossistemas O cientista explica que a bioimpressão 3D é um processo tecnológico para prototipagem em diversos tamanhos e formas, com níveis de organização hierárquica, variando de estruturas micrométricas até complexos, formados por camadas altamente organizadas de múltiplos tipos celulares e biomateriais. De maneira geral, a função e viabilidade das células e componentes biológicos presentes e confinados nas estruturas bioimpressas em 3D são preservadas, permitindo que ambientes espaciais complexos de organismos sejam imitados (mimetizados), técnica que permite, inclusive, a redução da utilização de animais em experimentos e testagens. “Portanto, ambientes biológicos são criados e organizados com o uso de bioimpressoras 3D e expandem o cenário de possibilidades para testes de compostos bioativos e nanossistemas que vão muito além de células isoladas e descontextualizadas, comumente empregadas em testes de atividade biológica in vitro em ensaios típicos”, conclui o pesquisador. [Olho texto=”“A ampliação das possibilidades conferidas com as bioimpressoras 3D e materiais adquiridos com o projeto fomentado pela FAP-DF expandiu o escopo de atuação da equipe executora e colaboradores atuando no DF e em outras regiões do país”” assinatura=”Luciano Paulino da Silva, coordenador do projeto e pesquisador do LNANO” esquerda_direita_centro=”direita”] Saúde pública A equipe do LNANO tem empreendido esforços nos últimos anos para prospectar extratos vegetais, assim como realizar a síntese e caracterização de sistemas nanoparticulados utilizando plantas e outros organismos da biodiversidade do Cerrado, incluindo muitas espécies endêmicas no Distrito Federal. O objetivo dessa vertente da pesquisa é produzir e caracterizar novos materiais organizados em nanoescala com potencial para aplicação no controle de patógenos, pragas e doenças que acometem plantas, animais e humanos. Entretanto, o coordenador destaca um desafio recorrente encontrado pela equipe, assim como por profissionais que atuam na área de prospecção de substâncias bioativas: a baixa disponibilidade de modelos biológicos reprodutíveis para investigação dos efeitos desses materiais in vitro antes da realização de ensaios de atividade biológica in vivo. Por isso, o pesquisador ressalta a importância da bioimpressão 3D: “A possibilidade de bioimpressão 3D de diversos tipos celulares e em diferentes condições experimentais, incluindo uma variedade de biopolímeros (como colágeno, quitosana, celulose, entre outros) e polímeros biocompatíveis (a exemplo do Pluronic), constitui uma alternativa eficaz para mimetizar (simular) o ambiente biológico para um patamar muito além daquele possibilitado pelos ensaios em camadas planares (2D) ou em células planctônicas em cultivo.” [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] Assim, ele afirma, “a ampliação das possibilidades conferidas com as bioimpressoras 3D e materiais adquiridos com o projeto fomentado pela FAPDF expandiu o escopo de atuação da equipe executora e colaboradores atuando no Distrito Federal e em outras regiões do país”. O projeto recebeu apoio da FAPDF no âmbito do Edital 03/2016 – Demanda Espontânea. De acordo com Luciano Paulino, os resultados obtidos com o projeto disponibilizaram novas estratégias e metodologias para bioimpressão 3D com vistas ao confinamento de células em matrizes biológicas, biomateriais e materiais biocompatíveis para investigação dos efeitos de compostos bioativos e nanossistemas desenvolvidos pela equipe a partir de extratos de plantas do Cerrado. Os estudos permitiram também o fortalecimento dessa linha de pesquisa na Embrapa Cenargen, assim como a continuação da formação de recursos humanos nas áreas relacionadas. O projeto ainda originou artigos científicos e apresentações em congressos. *Com informações da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAP-DF)
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Pesquisadora lança cadernos para auxiliar planejamento pedagógico
A pesquisadora e professora do Instituto Federal de Brasília (IFB) Simone Braz Ferreira Gontijo lançou três novos volumes da série Cadernos Projeto de Vida. As publicações são produtos educacionais da pesquisa Permanência e êxito de estudantes: acompanhamento e ações na organização do trabalho pedagógico, realizada com o apoio da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAP-DF). Disponíveis para download gratuito na internet, cada um dos lançamentos trata de uma temática: * Volume 1: Autoconhecimento http://revistaeixo.ifb.edu.br/index.php/editoraifb/issue/view/129 * Volume 2: Eu e o Outro http://revistaeixo.ifb.edu.br/index.php/editoraifb/issue/view/130 * Volume 3: Mundo do Trabalho http://revistaeixo.ifb.edu.br/index.php/editoraifb/issue/view/131 Também é possível receber os exemplares em formato físico. Basta preencher o formulário de solicitação disponível na página de cada um dos volumes. Entenda o projeto De acordo com a equipe do projeto, a pesquisa Permanência e êxito no ensino médio integrado seria, inicialmente, uma pesquisa-ação desenvolvida por licenciados, com o objetivo de planejar e aplicar oficinas de projeto de vida em turmas do ensino médio integrado visando à permanência dos estudantes e seu êxito no curso. “Seriam oficinas interventivas que surgem no contexto da aprendizagem dialógica freiriana, buscando dar voz aos estudantes e visibilidade às juventudes representadas na escola”, explica a coordenadora. Mas, diante da pandemia de covid-19, o projeto precisou ser alterado e os planejamentos e metodologias foram publicados como livros. Em cada volume dos Cadernos Projeto de Vida, os professores são convidados a desenvolver atividades que possibilitem aos estudantes do ensino médio refletir sobre as temáticas relativas aos seus projetos de vida e desenvolver habilidades socioemocionais. A autora afirma que o objetivo da pesquisa é incentivar a permanência do aluno no ensino médio e garantir um resultado positivo na vida deste aluno. “As obras são voltadas aos professores e apresentam planejamentos pedagógicos de oficinas de projeto de vida para estudantes do ensino médio integrado da educação profissional e tecnológica. Os professores podem adaptar os conteúdos à sua realidade escolar e trabalhar de forma interdisciplinar”, afirma Simone. Simone Gontijo tem experiência na área de Educação, atuando nas áreas de formação de professores, políticas públicas e avaliação. Apoio Todo o trabalho realizado contou com o apoio da FAP-DF por meio do Edital 03/2018 de Seleção Pública de Propostas de Pesquisa Científica, Tecnológica e Inovação, modalidade Demanda Espontânea. * Com informações da FAP-DF
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GDF e Justiça Federal em parceria para criação de Núcleo de Inteligência
Desenvolver um núcleo de inteligência artificial (IA) com foco em soluções para o Poder Judiciário é o objetivo da parceria entre a Fundação de Apoio à Pesquisa (FAP-DF), o Parque Tecnológico de Brasília (BioTtic) e a Justiça Federal do Distrito Federal. As instituições se uniram para lançar a chamada pública que vai selecionar projetos de pesquisa para a construção de uma plataforma de inteligência artificial. O edital conta com orçamento de R$ 3 milhões, e as inscrições estão abertas até 1º de julho. A chamada integra o Programa Desafio DF, iniciativa da FAP-DF que busca soluções, por meio de projetos de pesquisa e de ciência, tecnologia e inovação, para atender às principais demandas dos órgãos e instituições do DF. A seleção vai estimular a pesquisa e o desenvolvimento de soluções de IA em busca de metodologias inovadoras que possam contribuir para a prestação jurisdicional conferindo mais segurança, celeridade e eficiência. Essas foram as razões que levaram a Seção Judiciária do Distrito Federal (SJDF) a buscar apoio do Governo do Distrito Federal (GDF). “O núcleo de inteligência artificial tem um potencial de aplicação praticamente infinito no mundo jurídico, já que infinitas são as interações humanas. Nossa expectativa imediata é focada na triagem, reunião e soluções uniformes para demandas repetitivas e estruturais, muito comuns na Justiça Federal, notadamente no Distrito Federal. Em última análise, [vamos] oferecer soluções justas e igualitárias e elevar a segurança jurídica”, afirma o juiz federal titular da 4ª Vara Federal do DF, Itagiba Catta Preta Neto, representante da Seccional no projeto de IA. O diretor-presidente da BioTic, Gustavo Dias Henrique, destaca que, para além de soluções para o Poder Judiciário, a iniciativa vai contribuir para o desenvolvimento de Brasília: “O Núcleo de Inteligência Artificial tem como objetivo estimular a pesquisa e o desenvolvimento de soluções de IA, contribuindo para ações de melhoria de processos no Poder Judiciário, permitindo mais eficiência e velocidade nas análises processuais, impactando diretamente a agilidade dos serviços prestados à sociedade. Essa iniciativa visa contribuir para a dinamização e fortalecimento do ecossistema de inovação do Distrito Federal, avançando cada vez mais com a transformação digital da capital federal”. Para a FAP-DF, participar do projeto do núcleo de IA voltado para o Judiciário é uma forma de qualificar os recursos investidos pela fundação em ciência, tecnologia e inovação, contribuir para o aprimoramento da prestação de serviços à sociedade e dar mais um passo na transformação de Brasília em uma cidade inteligente. “Esses são objetivos claros do GDF, e nós temos trabalhado e buscado parcerias para desenvolver e apoiar projetos e ações que contribuam, de forma efetiva, para o alcance dessas metas. Nossa missão é trabalhar pela produção de conhecimento e pela geração de oportunidades, além de buscar o desenvolvimento do nosso ecossistema de CT&I e a concretização de ideias inovadoras que possam contribuir para a melhoria da qualidade de vida da população do DF”, ressalta o diretor-presidente da FAP-DF, Marco Antônio Costa Júnior. Tecnologia a favor da Justiça O relatório Justiça em Números 2020 revelou que os processos de execução fiscal representam 39% do total de casos pendentes e 70% das execuções pendentes no Poder Judiciário, com taxa de congestionamento de 87%. Por isso, essa área figura entre os gargalos a serem combatidos pelo Judiciário. Itagiba Catta Preta explica que essa realidade coloca a execução fiscal como foco para tratamento com as metodologias de IA: “Tem que ser prioridade por diversos motivos. O primeiro deles é a necessidade de justiça fiscal. Não cabe aqui esmiuçar todos os aspectos envolvidos, mas a própria demanda por reforma fiscal, recorrente em todos os últimos governos e legislaturas, mostra que o Judiciário tem que dar sua contribuição também, dentro de suas funções institucionais. Outro aspecto é o volume desse tipo de demandas. Podemos citar também o fato de que, embora com caráter de demandas repetitivas, as execuções fiscais são, essencialmente, demandas individuais”. Esse desafio é enfrentado não apenas no Distrito Federal, mas em todo o Brasil. Por isso, o magistrado destaca a importância da atuação conjunta entre GDF e judiciário na construção do projeto do Núcleo de Inteligência Artificial: “Pode parecer um truísmo, mas Brasília é, também, a capital do Poder Judiciário Federa, pela presença dos tribunais superiores, sem dúvida, mas também pelo fato de o Distrito Federal ser o foro nacional. Qualquer pessoa, em qualquer lugar do Brasil, pode demandar na Justiça Federal do seu próprio estado, da sua própria região da Justiça Federal, ou no Distrito Federal. O DF tem forte vocação para sediar serviços, startups e outras iniciativas que atendam demandas e prestem serviços ao mundo jurídico, em todas as áreas. O GDF, por meio do próprio governador, da FAP-DF e da BioTic, percebeu essa vocação e decidiu investir nessa empreitada, que tem tudo para gerar grandes oportunidades de negócios no Distrito Federal. Seremos um polo internacional de IA aplicada ao mundo jurídico. Nesse sentido, como candango, eu me sinto muito orgulhoso da iniciativa do GDF”. Busca nacional [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] A Seção Judiciária do Distrito Federal (SJDF) é uma das 14 seccionais que integram a jurisdição do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1), uma das primeiras cortes do país a iniciar a fase de implantação da infraestrutura base para a modelagem de soluções em inteligência artificial desenvolvida pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ). O ambiente é composto pela plataforma Sinapses, desenvolvida em uma parceria entre o CNJ e o Tribunal de Justiça de Rondônia (TJRO), e pelo sistema Codex. “O Codex, nessa configuração de plataforma de dados processuais, faz tanto a extração das informações dos processos disponíveis quanto já identifica aqueles dados que precisam ser transformados em dados textuais. A Sinapses, com essa massa de dados disponíveis, hospeda modelos que possibilitam, por exemplo, hipóteses de soluções que sempre buscamos, como classificação de processos, identificação de casos urgentes, sugestão de decisões em casos repetitivos, transcrição de falas, identificação de conteúdos a partir de palavras-chave, entre tantas outras. Esse é o ecossistema que está sendo disponibilizado pelo CNJ para os tribunais”, explica o juiz federal titular da 9ª Vara Federal de Cuiabá (MT), Rafael Leite Paulo. O magistrado, que atua como juiz auxiliar da presidência do CNJ com foco nos projetos de IA, afirma que a implantação do ecossistema nos tribunais está em fase piloto, mas a meta é expandir, no segundo semestre deste ano, para todos os tribunais, viabilizando o acesso às ferramentas e modelos de IA já disponíveis. “Os avanços tecnológicos em geral têm tido uma natureza comum de permear todos os aspectos da vida humana, e o direito não é exceção. Hoje, o que há de mais moderno em termos de inovação tecnológica são justamente esses modelos de inteligência artificial que possuem uma capacidade de abstração que vem chegando, finalmente, na parte da linguagem que a gente utiliza para realizar o direito. Eles já estão dando conta da língua escrita, de transcrição de áudio e até de análise de vídeos e imagens. Então, são vários aspectos que possuem um potencial gigantesco para a parte da jurisdição”, complementa Rafael Leite Paulo. Chamada Pública nº 004/2020 do Edital 04/2020 – Projeto Plataforma de Inteligência Artificial para o Judiciário: Aplicação na Justiça Federal Inscrições até 1/7/21 Acesse o edital: http://www.fap.df.gov.br/editais-fapdf-2021/ *Com informações da FAP-DF
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Inscrições abertas para novo edital de projetos da FAP-DF
Está aberto o novo Edital de Demanda Induzida da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAP-DF), o Edital 03/2021. O programa apoiará projetos de pesquisa científica, tecnológica ou de inovação em quatro áreas: Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC), Biotecnologia, Ciência e Gestão Pública/Governo Digital e Economia Criativa. Os períodos de submissão de propostas são realizados sempre entre 19 e 23 de cada mês, de abril a novembro deste ano. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] O edital é voltado para pesquisadores doutores vinculados a instituições públicas ou privadas de ensino e pesquisa, institutos, centros de pesquisa, empresas de base tecnológica ou de desenvolvimento, constituídas sob as leis brasileiras e que tenham sede e administração no DF. Confira a íntegra do edital e saiba como participar. *Com informações da FAP-DF
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Prazo prorrogado para prestação de contas de pesquisas
Os funcionários seguem desempenhando suas atividades na modalidade homeoffice | Foto: Divulgação/FAP-DF Os prazos para entrega de prestação de contas junto à Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAP-DF), que haviam sido prorrogados por 15 dias no dia 1º de março, ficam adiados mais uma vez. Agora, ela pode ser feita até o próximo dia 22. O protocolo da fundação permanecerá fechado e a medida visa evitar prejuízos ao público. O peticionamento de assinaturas de usuários externos do Sistema Eletrônico de Informações (SEI) poderá ser realizado neste link. As medidas são necessárias à continuidade do funcionamento da administração pública distrital, em virtude da pandemia da covid-19. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] A FAP-DF busca atender às disposições do Decreto 41.841, de 26 de fevereiro de 2021, que estabeleceu teletrabalho, em caráter excepcional e provisório, para os órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Os funcionários seguem desempenhando suas atividades na modalidade homeoffice e os contatos de e-mail das áreas estão disponíveis no site da fundação, no menu “Quem é quem”. *Com informações da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal
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Start BSB aprova 300 projetos para a Fase 2
Nesta segunda-feira, 23 de novembro, o Start BSB, programa de incentivo ao empreendedorismo inovador com o objetivo de transformar ideias em negócios de sucesso, divulgou as 300 ideias aprovadas para a Fase 2 , após o prazo final para recursos. A iniciativa é promovida pela Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal – FAP-DF, com apoio da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação, e operado pela Fundação Certi – especializada em inovação e selecionada pela FAP-DF para o Start BSB. Ideias aprovadas Das 300 ideias aprovadas nesta primeira fase, 286 são provenientes do Distrito Federal, 13 ideias são do estado de Goiás e uma de Minas Gerais. Sobre as temáticas dos projetos, 33,7% das ideias apresentadas se aplicam à temática de Tecnologia Social; 12% a Automação e 11% se aplicam ao setor de Tecnologia da Informação e Telecom. Também foram aprovadas ideias com temáticas na área de Inteligência Artificial e Machine Learning (10,7%), Internet das Coisas (6%), Biotecnologia e Genética e Big Data, ambos com 4,7% e Design com 4,3%. Em relação aos setores de aplicação das ideias aprovadas, 85 são voltados ao setor Social, 81 para o setor de Saúde e Bem Estar, Tecnologia da Informação e Telecomunicações com 73 ideias e 69 para o setor de Educação. Foram aprovados também para Comércio e Varejo e Economia Criativa, ambos com 59 ideias, Marketing e Mídias (47), Meio Ambiente e Bioeconomia (44), Agronegócio (34), Economia do Turismo, Gastronomia, Eventos e Lazer (31), Financeiro (23), Transporte, Logística e Mobilidade (22) e Administração Pública (18). [Numeralha titulo_grande=”85 ” texto=”projetos aprovados são voltados ao setor Social” esquerda_direita_centro=”centro”] Quanto ao perfil dos proponentes das ideias inovadoras, aproximadamente 74% são do gênero masculino, 24% do gênero feminino e menos de 1% estão registrados como outro ou preferiram não comentar. A faixa etária dos empreendedores aprovados na Fase 1, 89 registraram ter entre 31 e 40 anos, 81 proponentes entre 25 e 30 anos e 63 empreendedores entre 18 e 24 anos. Também foram aprovadas ideias de 46 participantes com idade entre 41 e 50 anos, 14 com idade entre 51 e 60 anos, 6 com faixa etária de 61 a 70 anos. Uma pessoa registrou ter acima de 70 anos, mostrando que não existe idade para começar a empreender. Na autodeclaração racial, aproximadamente 56% declararam ser brancos, 40% como pessoas negras (pardos e pretos), 3,67% como amarelas e 0,33% como indígenas. No quesito formação dos participantes aprovados, 53% concluíram ou estão cursando o Ensino Superior e 42,3% estão cursando ou concluíram a Pós-graduação e 4% com formação técnica ou Ensino Médio em andamento ou concluído. Confira aqui o perfil das 300 ideias aprovadas. Quais os próximos passos? Com a vaga garantida para a segunda fase do Programa, as equipes empreendedoras das 300 ideias selecionadas deverão elaborar e submeter até 7 de dezembro um projeto de empreendimento, detalhando o plano de negócio executivo com o objetivo de demonstrar a viabilidade da solução. Durante a primeira semana de submissões, os participantes selecionados terão acesso a capacitações diárias e um workshop ao vivo para elaborar um projeto mais conciso. A terceira fase, na qual serão aprovadas até 200 ideias inovadoras, consiste no desenvolvimento de um projeto de fomento, com apresentação detalhada do orçamento e do planejamento de execução do projeto. Ao longo de todas fases são oferecidas capacitações para auxiliar o empreendedor a aprimorar sua ideia e desenvolver seu projeto. Ao final, até 50 projetos serão contemplados, cada um com até R$ 70 mil em subvenção econômica, até R$ 42 mil em bolsa de apoio a P&D e outros benefícios oferecidos por parceiros do programa. Ainda, durante seis meses, essas empresas passarão por um processo de acompanhamento com suporte e capacitação para transformar suas ideias em negócios de sucesso. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] O Programa O Programa Start BSB visa contribuir para o estabelecimento da ponte entre academia e mercado no Distrito Federal, tendo em vista que muitas ideias são provenientes de pesquisadores da universidade, tanto de cursos de graduação como de pós-graduação. Além disso, o programa tem como objetivo impulsionar o empreendedorismo inovador e acelerar o desenvolvimento do ecossistema de inovação do DF e entorno possibilitando o desenvolvimento e o intercâmbio de conhecimentos e tecnologias. *Com informações da FAP-DF
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Inova Tech forma alunos e abre mais 6 mil vagas
Nesta quinta-feira (19), os primeiros 474 alunos da primeira fase do projeto receberam seus diplomas que capacita as pessoas em até 46 cursos em várias áreas da tecnologia | Foto: Acácio Pinheiro/Agência Brasília Um emprego foi o fruto que Elvikiss Anjos, 30 anos, colheu após participar do Inova Tech – programa de qualificação profissional da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti) e da Fundação de Apoio à Pesquisa do DF (FAP-DF). Nesta quinta-feira (19), os primeiros 474 alunos da primeira fase do projeto receberam seus diplomas que capacita as pessoas em até 46 cursos em várias áreas da tecnologia. E já estão aptos para serem absolvidos pelo setor produtivo da capital. Os cursos – em áreas como Tecnologia da Informação, Automação Industrial, Telecomunicações, Construção Civil, Metalmecânica e Energia, entre outros – são executados em parceira com o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial do DF (Senai-DF). “Talvez as pessoas não tenham a dimensão do programa, mas é um dos maiores do Senai no Brasil”, afirmou o presidente da Federação das Indústrias do Distrito Federal (Fibra), Jamal Jorge Bittar. Durante o evento, também foram anunciadas mais seis mil vagas para o primeiro trimestre de 2021. As inscrições podem ser feitas até 5 de dezembro pelo site do Senai-DF. “Já tinha feito vários cursos no Senai. No final do ano passado, eu estava desempregado e fui buscar essa capacitação para aperfeiçoar a minha área de atuação, Tecnologia da Informação” lembra Elvikiss Anjos. “Logo após a capacitação, consegui ser contratado em uma empresa privada e, hoje, ajudo na renda de casa”, comemora o analista de suporte. Kálitha Giovana Rosa, 23 anos, também sempre procura aprimorar o currículo com cursos do Senai. Desta vez, a capacitação a ajudou a solucionar um problema tecnológico no seu trabalho. “Gosto muito da formação de lá. É muita informação, sempre aprendemos. As aulas só reforçaram minha vontade de permanecer nessa área”, comenta. [Olho texto=”Logo após a capacitação, consegui ser contratado em uma empresa privada e, hoje, ajudo na renda de casa” assinatura=”Elvikiss Anjos, formando do programa Inova Tech” esquerda_direita_centro=”direita”] Compromisso Para o vice-governador Paco Britto, a inovação é uma das políticas centrais do governo Ibaneis Rocha. “O cenário mundial no âmbito da ciência e tecnologia requer novos desafios e quebra de paradigmas. É preciso estar atento aos grandes problemas da sociedade e esta é uma oportunidade real para fomentar o mercado local, fazendo girar a economia com a inclusão digital, social e econômica”, afirmou. De acordo com o secretário de Economia, André Clemente, os participantes do programa têm a oportunidade de mudar a realidade do Distrito Federal. “Hoje vejo esses jovens se preparando para o futuro, muitos queriam estar neste lugar”, disse. “Usem o conhecimento como se fosse a coisa mais importante. O DF não suporta mais viver só do setor público. É fundamental que essa transformação aconteça”, acrescentou. [Numeralha titulo_grande=”500″ texto=”alunos formados no Inova Tech e mais 6 mil vagas para 2021″ esquerda_direita_centro=”esquerda”] O secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação, Gilvam Máximo, ressaltou, ainda, que a capital caminha com “passos largos para o futuro” quando consegue formar pessoas de baixa renda, com bolsas integrais, em cursos de tecnologia. “Essa é a melhor estratégia para diminuir o desemprego e aumentar a produtividade das empresas”, disse ao destacar que alguns dos formados pelo Inova Tech DF já estão no mercado de trabalho, Kálitha Giovana Rosa, 23 anos, sempre aprimora o currículo com cursos do Senai. “É muita informação, aprendemos. As aulas só reforçaram minha vontade de permanecer nessa área”, diz | Foto: Acácio Pinheiro/Agência Brasília Presidente da FAP-DF, Marco Antônio Costa Júnior, comemorou a formação dos estudantes, que só foi possível com a integração de vários órgãos do GDF e da Federação das Indústrias do DF (Fibra). “A FAP, como braço operador do projeto, tem orgulho de estar aqui contribuindo para essa oportunidade única. Na capital, os novos postos de trabalho vão precisar dessa capacitação, que ajuda na geração de emprego e renda”, conclui. Em concordância com o secretário, o presidente da Fibra e presidente do Conselho Regional do Senai-DF, Jamal Jorge Bittar, comentou sobre a importância da ação do GDF no suporte à formação profissional. “É fundamental a compreensão de que só se faz desenvolvimento com conhecimento. O governo local assumiu um papel de protagonistas na formação profissional ao criar o DF Inova Tech e vai obter resultados tanto na colocação de pessoas no mercado, como na atração de investimentos”, disse. Programa A iniciativa foi lançada em 2019 e as primeiras turmas foram lançadas neste ano. A previsão é de que em três anos o DF Inova Tech capacite mais de 45 mil profissionais. Mesmo em contexto de pandemia, 1.840 alunos se inscreveram no programa. Todas as aulas ocorrem nas escolas do Senai-DF, no Gama, em Taguatinga e em Sobradinho e, a partir de 2021, também na nova escola Senai Brasília, no Setor de Indústrias Gráficas (SIG). *Com informações da Secretaria de Ciência e Tecnologia
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Plataforma on-line para escolas públicas e classes hospitalares
Jogos apresentam a aprendizagem de conceitos matemáticos básicos | Foto: FAP-DF Hércules e Jiló no mundo da matemática: concepção e desenvolvimento de um software, de apoio à educação matemática em uma perspectiva inclusiva. Esse é o título de um projeto da Faculdade de Educação (FE) da Universidade de Brasília (UnB), desenvolvido com o fomento da Fundação de Apoio à Pesquisa (FAP-DF) e o apoio logístico da Fundação de Empreendimentos Científicos e Tecnológicos (Finatec), que resultou em um jogo para apoiar o ensino lúdico e inclusivo de matemática. Em 26 de outubro ficaram prontas as mil cópias da ferramenta em CD que serão entregues às escolas públicas com turmas de alfabetização e às classes hospitalares do DF. O jogo já está disponível para uso e download gratuitos no site http://herculesejilo.com.br/index.php. A história de Hércules, uma criança em busca de conhecimento, e seu fiel amigo, o cão Jiló, nasce no ano de 2000. É quando os professores da FE-UnB Amaralina Miranda de Souza – coordenadora do atual projeto, por ocasião dos seus estudos de doutorado – e Gilberto Lacerda dos Santos perceberam a necessidade de formular uma proposta que pudesse viabilizar práticas didático-pedagógicas mais inclusivas, dinâmicas e colaborativas. O intuito seria possibilitar que o professor enxergasse a capacidade de aprendizado em todas as crianças e favorecesse todas as formas e estilos de aprendizagem, considerando-se necessidades e especificidades de cada estudante. [Olho texto=”“Diante dos avanços da tecnologia, o grupo precisou aprimorar a iniciativa de diversas formas para potencializar as suas dimensões lúdicas e pedagógicas, com vistas a favorecer a aprendizagem matemática de forma colaborativa e inclusiva”” assinatura=”Amaralina Miranda, pesquisadora da UnB e coordenadora do projeto” esquerda_direita_centro=”centro”] À época, os docentes propuseram e obtiveram o apoio do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) e da Secretaria de Educação Especial (Seesp/MEC) e construíram o software Hercules e Jiló, voltado para o apoio ao ensino de Ciências Naturais para todas as crianças em fase de alfabetização. Distribuído às escolas públicas, esse software teve uma grande receptividade junto às escolas e foi premiado pelo Ministério da Educação, em 2000, como “Objeto de Aprendizagem”. Nessa mesma perspectiva, e para a concepção de Hércules e Jiló no mundo da matemática, integrou-se à equipe o professor Cristiano Alberto Muniz, também da FE-UnB, e o apoio da FAPDF. A pesquisadora Amaralina explica que, além de todo o processo de planejamento e concepção dos jogos, a construção do software inclusivo integrou avaliações de professores especialistas da área de educação especial e inclusiva. O processo também incluiu a aplicação do Hércules e Jiló em turma de alfabetização com estudantes com necessidades educacionais específicas, cujos resultados foram analisados pela equipe do projeto e indicaram a necessidade de diversas mudanças. Programa possui interface intuitiva e visual, o que permite fácil exploração por parte das crianças | Foto: FAP-DF “Diante dos avanços da tecnologia, o grupo precisou aprimorar a iniciativa de diversas formas para potencializar as suas dimensões lúdicas e pedagógicas, com vistas a favorecer a aprendizagem matemática de forma colaborativa e inclusiva”, destaca Amaralina. Assim, com base na estrutura seguida de dez jogos para exploração lúdico-pedagógica, foram planejados e construídos cinco novos jogos virtuais: o Jogo dos Pratinhos, o Jogo Resta Mais, o Monta Buquê, o Passa Passa e o Jogo dos Porquinhos. Também foram construídos os cinco Jogos Concretos, utilizados em abordagens pedagógicas inclusivas: Jogo do Dominó, Jogo do Bingo, Jogo do Boliche, Jogo da Memória e o Jogo da Vendinha. Os jogos virtuais (programados para computador) e os jogos concretos (programados para serem montados no computador e jogados fora dele) foram construídos com o objetivo de promover situações de aprendizagens no contexto da educação matemática, de forma dinâmica, criativa e colaborativa. Para tanto foram elaborados e integrados ao software textos orientadores para apoiar o professor no uso do software. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Em um processo interativo e intuitivo, os jogos apresentam a aprendizagem de conceitos matemáticos básicos, como as operações matemáticas e noções de espaço e ordem. Também abordam questões como compreensão do agrupamento, quantificação discreta, correspondência entre quantidade e símbolo numérico e regras e estruturas do sistema decimal, bem como o valor do numeral de acordo com seu posicionamento. “Para além do jogo em si, com o software o professor tem a liberdade de criar e conduzir ações pedagógicas variadas que atendam às demandas dos alunos, porque o princípio mais importante a se considerar nesse processo é que: cada aluno aprende do seu jeito e no seu tempo, que é importante que o professor o explore de forma diversificada e lúdica para que o aluno realize o seu processo de aprendizagem. Entendemos que esse seja o diferencial dos jogos”, acrescenta a coordenadora. O programa possui uma interface muito intuitiva e visual, o que permite fácil exploração por parte das crianças, além de um recurso de voz que orienta cada passo do jogador e se apresenta também como um interessante recurso lúdico pedagógico para funcionar como apoio ao professor. Assim, planejado com intencionalidade, o método funcionará como facilitador da construção de aprendizagens fundamentais da matemática. O projeto foi apoiado pela FAP-DF no âmbito do Edital da FAP-DF 13/2016 de Educação Inclusiva. * Com informações da Fundação de Apoio à Pesquisa (FAP-DF)
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Trezentas ideias para o empreendedorismo inovador
Foi divulgada nesta quarta-feira (04) a lista preliminar da fase 1 do Start BSB, o programa de apoio ao empreendedorismo inovador do DF. Nesta etapa inicial, 300 ideias inovadoras foram selecionadas. Para conferir a relação, basta clicar nos links disponíveis no início e ao final desta matéria ou acessar o site do programa www.programastartbsb.com.br. O resultado final dos projetos aprovados na fase 1 sai no dia 23 de novembro. Com o Start BSB, até 50 projetos receberão até R$ 112 mil em recursos financeiros, capacitações e networking para alavancar o negócio.? [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] O Start BSB é promovido pela Fundac?a?o de Apoio a? Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF), com apoio da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-DF) e operado pela Fundac?a?o Certi. Confira aqui a lista preliminar da Fase 1. *Com informações da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação
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Apoio para pesquisas
Termina neste sábado (19) o prazo para submissão de propostas do Edital 01/2020, que rege a edição deste ano do Programa de Apoio a Núcleos Emergentes (Pronem). As inscrições devem ser feitas pelo sistema SigFAP. A íntegra do edital e outras informações estão disponíveis na página dos Editais FAPDF 2020. O Pronem apoia a execução de projetos de pesquisa científica, tecnológica e de inovação dos grupos de pesquisa emergentes, formados por pesquisadores com destaque na sua área de conhecimento e com experiência na coordenação de projetos. A ideia é induzir a formação de novos núcleos de excelência em pesquisa no DF. *Com informações da FAP-DF
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Aberta seleção de especialistas para atuar em projetos da FAP-DF
A Fundação de Apoio à Pesquisa (FAP-DF) seleciona consultores ad hoc (com finalidade específica) nas áreas de Ciência de Dados e Inteligência Artificial para atuar em atividades de avaliação, seleção e acompanhamento de programas e projetos apoiados e desenvolvidos pela instituição. A iniciativa é voltada para pesquisadores vinculados a instituições de ensino e pesquisa e/ou Institutos de Ciência e Tecnologia (ICTs). Acesse e confira a lista de editais A seleção dos especialistas é feita por meio do Edital 05/2020 e atende a duas chamadas voltadas para os projetos do Centro de Inteligência, Gestão e Respostas a Emergências Epidemiológicas (Camada 001/2020) e do sistema de tomada de decisão sobre geração de startups e empreendimentos, atuantes nas áreas de interesse do Parque Tecnológico de Brasília (Chamada 002/2020). * Com informações da FAP-DF
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Respirador de baixo custo vai ampliar atendimento a pacientes com Covid-19
Expectativa é de que 30 unidades fiquem prontas para uso em dois meses | Foto: FAP-DF Criar respiradores mecânicos baratos para ampliar o acesso de pacientes com Covid-19 em leitos de UTI. Esse é o objetivo do projeto apoiado pela Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAP-DF), instituição vinculada à Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-DF), e coordenado pelo pesquisador Sanderson César Macêdo Barbalho. O cronograma do projeto é de 120 dias a partir da assinatura do Termo de Outorga e Aceitação (TOA) junto à FAP-DF, o que foi feito no início do mês de junho. Ao final deste período, a expectativa do pesquisador e sua equipe é de ter 30 unidades prontas para uso.Covi [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] O projeto recebeu investimento de R$ 1,1 milhão. O valor foi repassado pela Secti/FAP-DF no âmbito do Convênio 03/2020, que conta com orçamento global de R$ 30 milhões para apoiar projetos e ações de pesquisa, inovação e extensão destinadas ao combate à Covid-19. “Nosso objetivo inicial é desenvolver um respirador de baixo custo, mas que atenda às normas de segurança médica da Agência Nacional de Vigilância Sanitária [Anvisa], validar o produto e certificá-lo de acordo com os padrões simplificados da agência para a pandemia, para que possamos entregar um lote-piloto”, explica o coordenador do projeto, que também é professor adjunto do Departamento de Engenharia de Produção (EPR) da Universidade de Brasília (UnB). “Estamos organizados em grupos divididos por área tecnológica – eletrônica e software, mecânica, testes médicos e logística de aquisições e fabricação. Cada grupo se reúne e planeja suas atividades semanalmente. Usamos metodologia ágil baseada em softwares de uso livre para registrar as atividades. Fazemos uma reunião semanal toda sexta-feira para consolidar o avanço do projeto, e assim por diante. Serão 17 semanas de trabalho nesse ritmo para atingir a nossa meta”, acrescenta Sanderson. Ele destaca ainda a importância do fomento em Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I) e em Pesquisa Desenvolvimento (P&D) para que projetos como esse saiam do papel e, assim, possam efetivamente ajudar a população do DF, bem como os profissionais de saúde que atuam na linha de frente no combate à pandemia. “Sem o fomento o projeto não aconteceria. Tivemos contato com investidores de Brasília, os quais infelizmente não se prontificaram em contribuir minimamente com a proposta. E, com recursos próprios, conseguiríamos no máximo fazer um protótipo de bancada, não muito diferente do que encher um balão de festas”, arremata. * Com informações da FAP-DF
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Índice vai auxiliar GDF a criar políticas para crianças
O Imapi foi desenvolvido com base no modelo de nutrição de cuidados e utiliza indicadores relacionados à oferta de políticas públicas, ações e serviços e práticas familiares voltadas ao desenvolvimento infantil. Foto: Renato Araújo/Agência Brasília Candangolândia, Riacho Fundo e Samambaia foram as regiões administrativas com melhores resultados no Índice Município Amigo da Primeira Infância do Distrito Federal (Imapi-DF). O levantamento foi criado para descrever os contextos mais ou menos favoráveis ao desenvolvimento na primeira infância nas 31 regiões administrativas do DF como forma de subsidiar os gestores na formulação de políticas públicas para cada localidade. Um dos indicadores analisados foi o cuidado responsivo realizado por meio das visitas das equipes do Programa Criança Feliz Brasiliense, executado pela Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes). A ação viabiliza atendimentos domiciliares, realizados por visitadores treinados e identificados, para levar orientação e estímulos a gestantes e crianças de 0 a 6 anos em situação de vulnerabilidade social. O resultado do estudo realizado no DF foi apresentado nesta sexta-feira (28) no Webinar “Imapi-DF – Uma ferramenta para monitoramento do cuidado integral às crianças do Distrito Federal”. O Imapi é um levantamento nacional realizado por pesquisadores da Universidade de Brasília (UnB) e da Universidade Federal da Bahia (Ufba), com a associação da Universidade de Yale, nos Estados Unidos, e apoio de consultores sêniores em Primeira Infância. Investimento O Imapi foi realizado nos 5.570 municípios. Mas, no caso do DF, houve um investimento extra do governo local por meio do Fundo de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAP-DF) para viabilizar um recorte mais detalhado, por região administrativa. “O Imapi é um instrumento gestão que analisa informações de diversas áreas, saúde, educação, segurança e assistência social, por exemplo. E permite um retrato de cada território. Com isso, nós conseguimos visualizar quais as políticas públicas que nós precisamos intensificar em cada região. Para a gestão pública, é um excelente instrumento para melhorias das condições de vida da população”, explica a secretária-executiva do Comitê Gestor do Programa Criança Feliz Brasiliense, Fernanda Monteiro. Seguindo critérios da Organização Mundial da Saúde (OMS), o Imapi considera cinco aspectos básicos para constituir o indicador final da situação da primeira infância: saúde, nutrição, cuidado responsivo, aprendizagem precoce, e segurança e proteção. Para a medição, são considerados dados enviados pelos gestores locais referentes, por exemplo, às consultas ao pré-natal, visitas domiciliares nos 10 primeiros dias de vida, cobertura de vacinação, mortalidade materna e infantil; visitas do programa Criança Feliz; cobertura de creche e pré-escola; notificação de casos de violência contra a mulher e a criança e cobertura do programa Bolsa Família. “É um somatório de fatores que refletem um maior cuidado com a primeira infância”, destaca Fernanda Monteiro. Segundo o Imapi -DF, as três regiões com piores indicadores são SIA, Fercal e Vicente Pires. A secretária-executiva do Comitê Gestor do Programa Criança Feliz Brasiliense ressalta que serão analisados cada um dos cinco aspectos para avaliar quais demandam maior atenção e levaram o índice para baixo naquela região. Dessa forma, o Comitê Gestor vai poder traçar ações personalizadas. “A Fercal, por exemplo, é uma região administrativa que nós estamos dando uma prioridade neste segundo semestre, justamente porque nós sabemos que é uma região de maior vulnerabilidade social da população que vive ali. Nossa intenção é, no momento que a gente traduzir essas informações, repassar para a ponta, para qualificar o atendimento dos servidores que atuam diretamente com a população”, pontua Fernanda Monteiro. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”centro”] O Imapi é um índice global elaborado por pesquisadoras da Universidade de Brasília (UnB), associada à Universidade de Yale, nos Estados Unidos, com apoio da Bill & Melinda Gates Foundation, em parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, (CNPq), a Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAP-DF) e o Ministério da Saúde. O Imapi foi desenvolvido com base no modelo de nutrição de cuidados e utiliza indicadores relacionados à oferta de políticas públicas, ações e serviços e práticas familiares voltadas ao desenvolvimento infantil que traduzem os cinco domínios do modelo de Nutrição de Cuidados recomendado pela OMS e Unicef. Programa Criança Feliz Brasiliense O programa de visitação domiciliar foi instituído pelo Decreto nº 39.867, de 31 de maio de 2019, do governador Ibaneis Rocha, nos mesmos moldes do programa Criança Feliz, do governo federal. Atualmente, o Criança Feliz Brasiliense atende cerca de 1,6 mil crianças. Para agendar uma visita, basta procurar o Centro de Referência de Assistência Social (Cras) da região e pedir para ser encaminhado ao programa. Terão prioridade gestantes inseridas no Cadastro Único; famílias que têm na composição crianças de zero a 3 anos também inseridas no Cadastro Único; e famílias com crianças de três a seis anos e beneficiárias do Programa do Benefício de Prestação continuada (BPC). *Com informações da Secretaria de Educação
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Capacitação de servidores para atender famílias vulneráveis
Um dos pontos trabalhados com base nas discussões é o momento histórico e social | Foto: Sedes-DF Criar ferramentas teórico-metodológicas e fazer uma reflexão de forma colaborativa para a melhoria da atuação dos servidores do Sistema Único de Assistência Social (Suas). Esse é o objetivo de uma pesquisa desenvolvida pelos pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) Brasília, em parceria com servidores da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes) e trabalhadores da Assistência Social. O projeto é financiado pela Fundação de Apoio à Pesquisa (FAP-DF). Com base nas contribuições dos servidores, em especial aqueles que trabalham na ponta atendendo o público nas unidades socioassistenciais, a PesquisAR Suas tem o objetivo de desenvolver e validar instrumentos de identificação de vulnerabilidades e riscos das famílias atendidas pela Política Nacional de Assistência Social. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] “O que nós tínhamos muito claro em relação a metodologia é que nós queríamos que fosse um processo de construção colaborativa, com a participação dos trabalhadores e a partir das experiências deles. O que é essencial é essa visão de o trabalhador trazer algo que é genuíno e único dele nessa discussão, que é permeada por um processo de educação permanente”, destaca a especialista em Assistência Social da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes) e pesquisadora do grupo PesquisAR SUAS. Daiana Brito participou do webinário Trabalho Social com Famílias: olhares, reflexões e construções colaborativas, transmitido pelo canal da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) Brasília no Youtube, que apresentou nesta sexta-feira (21) uma das fases da pesquisa que trata da revisão da literatura sobre trabalho social com famílias. Além da especialista em Assistência Social da Sedes, participaram do webinário a coordenadora do estudo Anna Pontes, que mediou o debate, e a pesquisadora do Núcleo de Pesquisa Interdisciplinar Sociedade, Família e Políticas Sociais, da Universidade Federal de Santa Catarina, Regina Célia Mioto. Segundo Daiana Brito, um dos pontos trabalhados com base nas discussões é o momento histórico e social. “É a compreensão do próprio trabalho social com famílias, de onde ele surgiu, como ele se consolidou, sabendo esse histórico, nos faz ficar atentos e agir de forma a uma leitura crítica. A gente se apropria disso para entender o que foi bom e o que não foi. As questões conceituais tem que ser trazidas para a prática”, reitera. “Ter o cuidado de olhar para essa família sem estigmatiza-la, sem criar um padrão de família que seja meu, a partir da minha experiência. Essa é uma questão que está presente em vários pontos da nossa atuação e serve de reflexão”, pontua. “Se o trabalhador não reconhecer suas próprias vulnerabilidades, a relação de poder estabelecida entre ele e o usuário também pode não ser reconhecida e a desigualdade que existe negada”, complementa a servidora da Sedes. “É uma pesquisa que parte de um revisão bibliográfica grande. O que a gente traz para essa pesquisa é o olhar do trabalhador porque é o trabalhador que está lá com a família fazendo atendimento. O trabalhador do SUAS é o foco, o que a nós queremos é qualificar esse trabalho. Essa é a razão desse webinário. Depois dessa etapa, a pesquisa continua, nós não temos resultados, a gente está mostrando de onde estamos partindo, estamos trocando de fase”, explica a coordenadora da pesquisa, Anna Pontes. Para a pesquisadora Regina Célia Mioto é importante fazer essas reflexões sobre o trabalho para enfrentar os desafios e dificuldades a que os profissionais estão expostos, em especial os que compõem o Sistema Único de Assistência Social. “Essa pesquisa na forma como ela está sendo construída e projetada é muito bem-vinda e nos traz esperanças de dias melhores”, destaca Regina. * Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social
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Coleção Flores: a beleza nativa do Cerrado em cartaz
O Brasília Ambiental acaba de lançar mais uma obra para ilustrar e eternizar a biodiversidade e a beleza da flora nativa do Cerrado: quatro peças gráficas com fotos de 120 espécies da nossa flora, protegidas pelas Unidades de Conservação e pelos parques administrados pelo Instituto Brasília Ambiental. Elas fazem parte da série de cartazes Flores do Cerrado, lançada esta semana pela Diretoria de Implantação de Unidades de Conservação e Regularização Fundiária (Dipuc), com o apoio da Rede Ciência e da Fundação de Amparo à Pesquisa do Distrito Federal (FAP-DF). “Era uma ideia que sempre queríamos fazer, considerando o enorme acervo fotográfico acumulado nos anos de trabalho”, comemora a mestre em Botânica, analista de planejamento urbano e infraestrutura, Ana Lira, responsável pela identificação botânica das espécies, e autora das fotos junto com o auditor de Atividades Urbanas, Arquiteto e Urbanista, Pedro Braga. A série integra a coleção Eu Amo o Cerrado, da área de Educação Ambiental do órgão, e conta com quatro cartazes, cada um com fotos de 30 plantas. O trabalho tem como objetivo ilustrar a biodiversidade e a beleza da flora nativa do Cerrado. “As fotos resultam de levantamentos florísticos realizados no âmbito da criação das Unidades de Conservação e na elaboração dos Planos de Manejo”, explica Ana Lira. A autora cita como exemplo as fotos feitas no estudo da flora do Parque Ecológico Cachoeirinha, localizado na Região Administrativa do Paranoá, no qual ocorreu o registro de, aproximadamente, 400 espécies. “Essa descoberta nos fez indicar, inclusive, a recategorização deste parque para Refúgio de Vida Silvestre”, conta, destacando que este tipo de registro revela a importância do levantamento primário, realizado em trabalho de campo pelos próprios técnicos do Instituto. Na coleção as espécies nativas são separadas pela cor de suas flores. Os cartazes são: flores roxas e rosas, flores vermelhas e alaranjadas, flores amarelas e flores brancas. “A divisão por cor tornou os cartazes mais didáticos e atraentes. Sonhamos que este trabalho um dia evolua para um Guia de Flora das UC”, ressalta Ana Lira. Ela lembra a existência de cerca de 12 mil plantas no Cerrado e que 120 espécies são uma “pequena amostra” da riqueza da flora do Bioma. A ideia, segundo Ana Lira, é também que os visitantes dos parques e unidades de conservação, ao encontrarem as flores nesses lugares, façam a conexão com os cartazes. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] Até porque neles constam espécies endêmicas – só encontradas no Cerrado – e outras ameaçadas de extinção como a Lobelia brasiliensis (lobelia) e Anemopaegma arvense (catuaba). Um dos cartazes traz também duas espécies de gramíneas Paspalum lanciflorum e Arthropogon villosus, que revelam a beleza das flores das gramíneas. “Quem diria que capins teriam flores tão belas?” Função ambiental Ana Lira enfatiza que as flores são a expressão reprodutiva de grande parte das plantas. Apesar de apreciarmos a beleza das cores das flores, não somos nós o alvo desse sinal, mas sim, os polinizadores. “A morfologia das flores indica afinidade com determinados animais, sinalizando a coevolução de muitas espécies. São fontes de alimentos para eles – como, por exemplo, morcegos, borboletas, aves, abelhas etc. Existe uma rede de conexões expressas no encontro da flor com os animais”, explica. A mestre em Botânica destaca o grande potencial ornamental das flores, ressaltando que as do Cerrado têm esta característica mais forte, porém, ainda muito negligenciada. ”Acredito que isso aconteça por falta de conhecimento de produção”, esclarece. Ela ressalta que existe hoje o início de um movimento de restauração ecológica com flores do Cerrado no DF e cita como exemplo o Parque Ecológico da Asa Sul. Os cartazes podem ser acessados no site do Instituto http://www.ibram.df.gov.br/. * Com informações do Instituto Brasília Ambiental
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Audiência pública vai discutir questões epidemiológicas
A Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF), instituição vinculada à Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (SECTI-DF), vai realizar uma audiência pública para informar, esclarecer dúvidas e ouvir opiniões sobre a primeira chamada pública de 2020 do Programa Desafio DF (Edital 04/2020). A Chamada 001/2020 é voltada para a seleção de projetos de pesquisa, desenvolvimento e inovação para a implementação de um Centro Integrado de Inteligência, Gestão e Respostas a Emergências Epidemiológicas. A audiência online acontecerá na próxima segunda-feira, dia 22 de junho, às 15h, e contará com participação de representantes da SECTI-DF, da FAPDF e da Casa Civil do Distrito Federal que apresentarão o escopo do projeto. Para participar, basta se inscrever, de forma gratuita, pela página do evento no Sympla. Lá estarão disponíveis o link de acesso à sala virtual da audiência pública, além dos links para acesso ao edital do Programa Desafio DF e da Chamada 001/2020. Além da participação na audiência pública, os interessados também poderão encaminhar dúvidas e contribuições para a Fundação pelos e-mails cootec@fap.df.gov.br e sucti@fap.df.gov.br. Serviço: Audiência Pública: Centro Integrado de Inteligência, Gestão e Respostas a Emergências Epidemiológicas Data: 22/06/2020 (segunda-feira) Horário: 15h – 17h Inscrições gratuitas: https://www.sympla.com.br/audiencia-publicacentro-integrado-de-inteligencia-gestao-e-respostas-a-emergencias-epidemiologicas__882276 E-mails para contribuições: cootec@fap.df.gov.br e sucti@fap.df.gov.br * Com informações da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal
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R$ 10 milhões em projetos de saúde digital para a Covid-19
Na próxima terça-feira (5), será assinada a ordem de serviço que dará início ao convênio entre a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (SECTI), por meio da Fundação de Apoio à Pesquisa (FAP-DF), e a Fiocruz Brasília para desenvolver projetos de saúde digital no diagnóstico, tratamento e prevenção da Covid-19. A iniciativa contará com investimento de R$ 10 milhões. A cerimônia de assinatura terá transmissão ao vivo pelo Twitter da Agência Brasília e Facebook do Governo do Distrito Federal: Tweets by AgenciaBrasilia https://www.facebook.com/govdf/ O convênio faz parte das ações prioritárias do Governo do Distrito Federal (GDF) para acelerar o desenvolvimento de terapias e diagnósticos para combater não apenas a atual pandemia provocada pelo novo coronavírus, como também para incorporar a aplicação de novas tecnologias à estrutura permanente do sistema de saúde e minimizar danos de futuras emergências sanitárias. Resultados esperados No âmbito do convênio, serão avaliadas e fomentadas soluções em saúde digital, projetos de inovação, serviços e produtos tecnológicos digitais (Artificial, Machine Learning, Realidade Virtual, BIG DATA, Blockchain, Wearables, dentre outras) que se enquadrem no enfrentamento da Covid-19 e das consequências da pandemia nas diversas áreas de conhecimento. Com isso, espera-se alcançar tecnologias digitais para diagnóstico, tratamento, prevenção (telessaúde, patologia digital); capacitar os profissionais de assistência e gestão da saúde para atuarem no sistema de saúde digitalizado; criar uma rede cooperativa de ciência e tecnologia da cadeia de saúde digital do DF fortalecida para o desenvolvimento de pesquisas tecnológicas de enfrentamento de doenças infectocontagiosas; ampliar a capacidade geral de diagnóstico ampliado da Secretaria de Saúde. Experiência Para a execução do convênio, as secretarias do GDF contarão com a expertise da Fiocruz, referência para a Saúde Pública no Brasil e no mundo. A instituição dedica-se à pesquisa, assistência, vigilância à saúde e produção de vacinas, medicamentos e outros insumos para a saúde. A Fiocruz tem atuação distribuída em todo o território nacional, em seus diversos campos de intervenção relacionados à saúde pública, à educação, ao meio ambiente e a C,T&I. Atualmente, como órgão de ciência e tecnologia do Ministério da Saúde e braço do Sistema Único de Saúde (SUS), a Fiocruz tem atuação diversi?cada que incluí estudos clínicos, epidemiológicos e em ciência biológicas, humanas e sociais. Atua também em formação de recursos humanos do nível técnico ao doutorado em áreas como história da ciência e da saúde; atenção e serviços de promoção à saúde; prestação de serviços hospitalares, ambulatoriais e de vigilância sanitária e serviços de referência. A Fiocruz também realiza estudos e ações voltadas para controle de qualidade em saúde, fabricação de medicamentos, vacinas e outros insumos estratégicos, além de fornecer informações para subsidiar elaboração de políticas públicas. Serviço: Transmissão ao vivo da Assinatura de convênio para desenvolvimento de tecnologias digitais para diagnóstico de Covid-19 Data: 5/5/2020 (terça-feira) Hora: 10h30 Local: Salão Nobre do Palácio do Buriti *Com informações da Secretaria de Ciência e Tecnologia
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FAP-DF prorroga suspensão de atendimento presencial e de prazos
Em atendimento ao Decreto N° 40.674, de 2 de maio, a Fundação de Apoio à Pesquisa (FAP-DF) manterá a suspensão dos atendimentos presenciais, inclusive da unidade de protocolo, até o dia 10 de maio. Todos os prazos administrativos e de editais também permanecem suspensos durante esse período, em decorrência da política de distanciamento social para combate ao coronavírus. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] O atendimento ao público permanece exclusivamente pelo SigFAP ou pelos e-mails disponíveis na aba “Quem é quem” do site da fundação: www.fap.df.gov.br/quem-e-quem/. * Com informações da FAP-DF
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Consulta pública visa aprimorar atendimento de demandas de órgãos do governo
A Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-DF) iniciou nesta quinta-feira (30) a consulta pública do programa Desafio DF, que tem o objetivo de receber propostas de projetos de pesquisa e de desenvolvimento científico, tecnológico e de inovação para atendimento de demandas de órgãos do GDF. O foco do programa, implementado por meio da Fundação de Apoio à Pesquisa (FAP-DF), são as áreas estratégicas para o desenvolvimento econômico e social do Distrito Federal. Para atender às demandas apresentadas pelos órgãos do GDF, o Desafio DF irá fomentar projetos apresentados por instituições científicas e tecnológicas sediadas no DF e na Região Integrada de Desenvolvimento (Ride-DF). A consulta fica aberta até o dia 14 de maio. Acesse aqui e participe. * Com informações da FAP-DF
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Secti e FAP-DF preparam gestão mais moderna
Modernizar os procedimentos internos, melhorar os canais de interação com público e parceiros e aprimorar mecanismos de transparência, controle e accountability. Estes são os principais objetivos do processo de transformação digital que a Fundação de Apoio à Pesquisa do DF (FAP-DF), instituição ligada à Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti), pretende realizar. Para promover essa modernização será necessário contratar serviços no modelo “SAAS” (software as a service). A instituição pretende contar com a colaboração da sociedade brasiliense para construir o Termo de Referência (TR), documento que vai guiar o processo de identificação dos potenciais prestadores desses serviços. Benefícios A escolha de soluções do tipo SAAS foi baseada na possibilidade de reduzir custos, pois elimina a necessidade de investir na aquisição de hardware e no desenvolvimento de softwares exclusivos, além de oferecer velocidade de implantação, com a possibilidade de o sistema contratado estar instalado e em funcionamento em até três meses após a contratação. A solução tecnológica a ser contratada será baseada em linguagem low-code / no-code e totalmente parametrizável, características que garantem independência à Secti/FAP-DF na atualização da ferramenta, se houver necessidade de contratação de programadores ou outros especialistas de tecnologia da informação (TI) que não estejam disponíveis em seus quadros. Com a nova ferramenta, a fundação poderá aumentar seu desempenho com a automação de processos, além de aumentar a rastreabilidade de documentos que integram o processamento de projetos fomentados, parcerias e convênios. A solução também deverá oferecer aos pesquisadores acesso a uma nova plataforma para consulta de editais e ações de fomento em ciência, tecnologia e inovação (CT&I) realizados pela Secti/FAP-DF. Como participar O aviso de consulta pública foi publicado no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) da última sexta-feira (24). Para participar basta acessar o site da fundação pelo link http://www.fap.df.gov.br/consultas-publicas/. A consulta fica aberta até 10 de maio de 2020. * Com informações da FAP-DF
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Biotic lança chamada pública para soluções inovadoras contra Covid-19
A séria ameaça representada pela Covid-19 ao sistema de saúde pública e à economia local tem gerado diversas ações de enfrentamento por parte do Governo do Distrito Federal (GDF). Entre elas está a chamada pública do Parque Tecnológico de Brasília (Biotic) que irá selecionar projetos com foco na inovação e no empreendedorismo, buscando ativamente parcerias para o desenvolvimento de soluções tecnológicas que visem combater a pandemia e suas consequências econômicas e sociais. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] O Edital 2/2020 está disponível no site da Biotic S/A, na aba Como Fazer Parte. As inscrições começam a partir desta segunda-feira (6) e vão até o próximo domingo (12). As propostas selecionadas celebrarão um acordo de parceria para pesquisa e desenvolvimento com a Biotic, que coordenará a captação dos recursos necessários junto aos órgãos de fomento, financiamento e apoio à inovação, além do setor privado. O objetivo é que a implantação das soluções, ainda que como teste, dê-se no tempo mais curto possível. A apresentação das propostas deverá obedecer ao formato definido no edital, levando em conta quesitos como metodologia, resultados esperados, cronograma de execução e orçamento previsto, entre outros. Na condição de hub de tecnologia e de inovação do Distrito Federal, a Biotic acredita na sua missão de fazer parte nesse imenso esforço conjunto. Foram convocados empresas, empreendedores e pesquisadores da região para que, ao reunirem esforços, possam apresentar propostas concretas, inovadoras e eficientes para o combate à pandemia. Além da Biotic, a Secretaria de Projetos Especiais do GDF também fará parte da análise e seleção das propostas, obedecendo ao grau de necessidade e priorização dos diferentes órgãos e entidades do governo durante o período de crise sanitária. A Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAP-DF), ligada à Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do DF (Secti), também é parceira do projeto. As soluções apresentadas podem abranger as áreas da saúde, economia, educação, impacto social e tecnologia. É importante destacar, no entanto, que não serão selecionados projeto em fase de ideação. Serão analisadas propostas com um certo nível de maturidade, que já estiverem a um passo de serem lançadas e, assim, possam ajudar no combate à pandemia em curtíssimo prazo. * Com informações da Terracap
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Apoiados pela FAP-DF, pesquisadores da UnB sequenciam genoma do coronavírus
Com o auxílio da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAP-DF), pesquisadores do Departamento de Biologia Celular do Instituto de Ciências Biológicas da Universidade de Brasília (UnB) sequenciaram um genoma do novo coronavírus. O investimento da instituição, juntamente com outras agências de fomento, foi de R$ 2.998.999,94. A ação faz parte de um projeto que desenvolve soluções para a saúde pública e reduz a incidência de viroses na capital. “A missão institucional da FAP-DF é estimular, apoiar e promover o desenvolvimento científico, tecnológico e de inovação do DF, e é buscando atingir esse objetivo que desenvolvemos nossos editais, chamadas e traçamos nossas parcerias”, destaca o diretor-presidente da fundação, Alessandro Dantas. Atuação integrada A fundação, informa Dantas, colaborou para a estruturação do laboratório de microscopia eletrônica e virologia da UnB, especializado no estudo de vírus emergentes. “É nessa atuação integrada entre governo, academia, setor produtivo e sociedade que nós acreditamos para vencer os principais desafios do DF, especialmente agora, diante dessa grave pandemia”, explica. “Ciência, tecnologia e inovação são as nossas principais ferramentas para superar situações como essa”. O laboratório conta com dois microscópios eletrônicos – um de transmissão e outro de varredura –, um microscópio confocal (que tem os mesmos focos), um microscópio invertido e de fluorescência. A unidade também é capacitada com infraestrutura para cultura de células de bactérias, células de insetos e de mamíferos, além de possuir equipamentos utilizados para purificação de proteínas, manipulação genética de bactérias e vírus e sequenciamento de ácidos nucleicos. Pesquisa Com a autorização de um paciente, uma amostra foi coletada em um laboratório particular e analisada com a ajuda de insumos cedidos pela cientista Ester Sabino, do Instituto de Medicina Tropical da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (IMT/FM/USP). Com o estudo, será possível identificar informações importantes sobre a dispersão e variação do vírus. Coordenador da equipe, Bergmann Ribeiro explica que a pesquisa pode proporcionar avanços significativos no combate à Covid-19. “Até o momento, a diagnóstico da doença é feito usando técnicas moleculares com análise de uma pequena parte do genoma do vírus, menos que 1% do genoma”, explica. “Essa informação não é suficiente para conhecer a origem do coronavírus, as suas características e as mutações”. A ideia, adianta o coordenador, é expandir o estudo. “Planejamos incluir mais amostras de pacientes de todo o DF”, pontua. “Essas informações servirão para conhecer meios de disseminação da doença, elaborar estratégias de contenção e monitorar as mutações existentes e aquelas que surgirem e que poderão alterar a patologia da doença”. Convênio Recentemente, a FAP-DF e a Fundação de Empreendimentos Científicos e Tecnológicos (Finatec) firmaram um convênio que beneficiará diretamente a Secretaria de Saúde (SES). A meta é apoiar a execução e o desenvolvimento de projetos e ações de pesquisa, inovação e extensão destinadas ao combate à Covid–19. A fundação oferecerá recursos orçamentários e/ou financeiros no valor de R$ 30 milhões. O montante será repassado à Finatec de acordo com cronograma de desembolso contido no plano de trabalho. * Com informações da FAP-DF
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Convênio entre FAP-DF e Finatec fortalecerá ações contra a Covid-19
Secretaria de Saúde ressalta que será reforçada a capacidade de diagnóstico do Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen-DF), com investimentos da ordem de R$ 5 milhões | Foto: Secretaria de Saúde / Divulgação Com a finalidade de apoiar a execução e o desenvolvimento de projetos e ações de pesquisa, inovação e extensão destinadas ao combate à Covid–19, a Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAP-DF) e a Fundação de Empreendimentos Científicos e Tecnológicos (Finatec) firmaram um convênio em que a Secretaria de Saúde do Distrito Federal será beneficiada diretamente. A Secretaria de Saúde ressalta que será reforçada a capacidade de diagnóstico do Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen-DF), com investimentos da ordem de R$ 5 milhões. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Segundo o secretário de Saúde, Francisco Araújo, o convênio “é um passo importante para superação de uma das grandes dificuldades que todo o Brasil enfrenta, ou seja, o de realizar testagens do coronavírus, a partir da aquisição de materiais e insumos”. A FAP-DF oferecerá recursos orçamentários e/ou financeiros no valor de R$ 30 milhões. O montante será repassado à Finatec de acordo com cronograma de desembolso contido no plano de trabalho. “Nosso maior objetivo, sempre destacado pelo governador Ibaneis Rocha, é aplicar nossos recursos para o enfrentamento das grandes demandas do DF e agora, não poderia ser diferente, já que o enfrentamento da pandemia de Covid-19 é um desafio não apenas aqui, mas em todo o mundo”, afirma o diretor-presidente da FAP-DF, Alessandro França Dantas. De acordo com ele, a atuação articulada entre governo, universidade e setor produtivo, especialmente em momentos difíceis, é uma valiosa estratégia para conseguir fortalecer a capacidade de ação baseada em ciência, tecnologia e inovação. Atuação Para atingir o objetivo geral, o convênio abrange três eixos principais de atuação. O primeiro deles é o apoio a projetos selecionados no âmbito da chamada de propostas de projetos e ações de pesquisa, inovação e extensão para o combate à Covid-19, medida publicada pela Universidade de Brasília (UnB) em 25 de março. O segundo eixo é o apoio a projetos voltados para a solução de demandas da Secretaria de Saúde relacionados ao combate à Covid-19. O terceiro eixo é o fomento ao setor produtivo (startups, micro e pequenas empresas) que tenha por objetivo o desenvolvimento de ações e projetos de inovação tecnológica e produtos que se enquadrem no combate à Covid-19 e às consequências da pandemia. Benefícios Dentro desses eixos, diversos projetos serão desenvolvidos. O primeiro deles, feito em parceria direta com a Secretaria de Saúde, é para o fortalecimento da capacidade de diagnóstico do Lacen-DF, para o qual a previsão orçamentária é de R$ 5 milhões. Nesse sentido, o Instituto de Ciências Biológicas da UnB (ICB/UnB) já disponibilizou máquinas de PCR (termocicladores) com o objetivo de colaborar com o aprimoramento da infraestrutura do Lacen-DF. No contexto de pandemia – em que são essenciais a infraestrutura e os materiais de diagnóstico de pessoas infectadas e o impacto positivo que esse procedimento tem na saúde pública – a Finatec propõe a aquisição de 15 mil kits, reagentes para diagnóstico da infecção pelo novo coronavírus; aquisição de 10 mil kits reagentes (teste rápido) e demais insumos para diagnóstico da infecção; e aquisição de máquinas de PCR (termocicladores) para detecção de coronavírus. Eixo de atuação envolve projeto de pesquisa no âmbito da Universidade de Brasília | Foto: Secretaria de Saúde / Divulgação “Tudo isso se trata de uma ação inicial prevista pelo convênio. Outras ações poderão ser contempladas por meio do mesmo convênio ou com outras instituições, tais como Fiocruz e agências da Organização das Nações Unidas”, explica o chefe da Assessoria de Gestão Estratégica e Projetos da Finatec, Carlos Humberto Spézia. Segundo Spézia, a importância em se testar de forma maciça a população do Distrito Federal para o novo coronavírus, e não apenas os casos graves, tem respaldo na experiência internacional, já que países como Coreia do Sul, Taiwan e Japão conseguiram, até o presente momento, achatar a curva de transmissão com baixíssimas taxas de mortalidade. Isso se deve ao fato de que as nações intensificaram a testagem em massa e o distanciamento pessoal. “Se identificado um maior número de pessoas infectadas, em especial, as assintomáticas, pode-se isolar essa pessoa de modo a impedi-la de transmitir o vírus para outros – achatando, assim, a curva [de transmissão]. Menos pessoas infectadas no mesmo período de tempo significa menos pressão sobre os sistemas público e privado de saúde, reduzindo gasto e desgastes a longo prazo”, defende. Demandas Também constam entre os objetivos que constam no Documento de Oficialização de Demanda da FAP-DF: Monitorar a saúde dos profissionais de saúde e da segurança pública; Ampliar a capacidade geral da SESDF em atendimento da população do DF e a realização de diagnóstico da infecção causada pelo Covid-19; Desenvolver tecnologias digitais para o diagnóstico, o tratamento e a prevenção da infecção causada pela Covid-19; Preparar força de trabalho para atuar no ambiente de saúde digital; Fomentar a rede cooperativa de ciência e tecnologia da cadeia de inovação digital do DF para o desenvolvimento de pesquisas tecnológicas de enfrentamento de doenças infectocontagiosas; Desenvolver atividades de comunicação, publicação e pesquisas para ampliar o grau de informação e bem-estar da comunidade do DF. Publicação O Convênio nº 3/2020, firmado entre a FAP-DF e a Finatec, foi publicado no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) desta quinta-feira (02). O processo nº 00193-00000381/2020-22 foi assinado em 31 de março de 2020. * Com informações da Secretaria de Saúde
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UnB deve doar máquinas de teste ao Lacen-DF
Nesta terça-feira (24/03), o presidente da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF), Alessandro Dantas; o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti), Gilvam Máximo; e a reitora da Universidade de Brasília (UnB), Márcia Abrahão, fizem reunião on-line para alinhar parcerias estratégicas para o combate ao novo coronavírus (Covid-19). Entre as ações discutidas, a oferta, ao Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen-DF), de cinco máquinas de testagem para auxiliar no diagnóstico da doença. Quatro das máquinas estão hoje alocadas no Instituto de Ciências Biológicas (IB) e uma na Faculdade UnB Ceilândia (FCE). Foto: Agência Brasília/Arquivo Outra possibilidade é a produção de álcool em gel em larga escala pela farmácia-escola do Hospital Universitário (HUB). Há, ainda, proposta para a fabricação de máscaras e para a implantação de salas de situação em 100 localidades do DF e do Entorno, entre outras. Para o presidente da FAPDF, em momentos de crise é preciso valorizar e utilizar ainda mais o conhecimento produzido pelas universidades. “Diante de uma pandemia, é imprescindível atuar de forma integrada e apoiar cada vez mais o desenvolvimento das capacidades criativas e técnicas da comunidade acadêmica para encontrar maneiras seguras e efetivas para lidar com os desafios atuais”, afirmou Alessandro Dantas. É exatamente o alto potencial da UnB para atuar no enfrentamento do Covid-19 que a reitora da UnB, Márcia Abrahão, destaca. “A UnB tem grande capacidade de dar apoio ao GDF e à sociedade para superarmos esta pandemia. Temos pesquisadores de alto nível e máquinas que podem ajudar enormemente os gestores públicos. Nossos estudantes também estão muito motivados para colocar em prática o conhecimento que já adquiriram”. Outras iniciativas A Reitoria da Universidade criou, na última segunda-feira (23/03), o Comitê de Pesquisa, Inovação e Extensão de Combate à Covid-19, presidido pela decana em exercício do decanato de pesquisa e inovação (DPI), Cláudia Amorim – com participantes de 14 unidades da instituição. A Universidade ficou de apresentar à FAPDF até a próxima quarta-feira (1) uma lista de projetos prioritários. “O Comitê irá fazer uma chamada interna de projetos e, com isso, vamos prospectar iniciativas que podem incluir parceiros externos à UnB”, pontuou a Cláudia Amorim, que também participou da conversa com Secti e FAPDF. Foto: Agência Brasília/Arquivo Ficou acertado que a Secretaria de Saúde do DF, provavelmente por meio de representantes do Lacen, e o HUB serão convidados para analisar e priorizar os projetos da UnB a serem encaminhados à Fundação de Apoio. Outra instituição com quem a Universidade de Brasília deve firmar parceria institucional é a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Em ofício enviado à administração da UnB na última sexta-feira, a instituição propõe a criação de uma Unidade de Inteligência Cooperativa para enfrentamento da Covid-19. “Este é um momento em que gestores públicos e institutos de pesquisa precisam estar de mãos dadas. Somente com a colaboração de todos vamos conseguir enfrentar adequadamente o difícil cenário posto pelo vírus”, afirmou a reitora Márcia Abrahão. Recentemente, a UnB encaminhou ao Ministério da Educação propostas com foco no combate à pandemia de Covid-19. A instituição aguarda, agora, retorno quanto ao repasse de recursos e orçamento para a viabilização dos projetos. * Com informações da FAP-DF e UnB
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Abertas inscrições para financiar produções científicas
O professor Alex Aragão (segundo a partir da esquerda) com os alunos Lucas Silva, Bárbara Wingler e Kazue Nishi: criação de plástico a partir de casca de laranja resultou em trabalho inovador | Foto: Renato Araújo / Agência Brasília Estudantes e professores da rede pública de educação do DF interessados em divulgar experiências científicas desenvolvidas na escola podem contar com incentivo importante do governo. A Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAP-DF), vinculada à Secretaria de Ciências, Tecnologia e Inovações (Secti), abriu inscrições para financiar a divulgação dessas propostas, tanto em estados brasileiros quanto em outros países. Conforme o Edital 10/2019, divulgado no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) em 31 de dezembro do ano passado, a FAP-DF liberará até R$ 36 mil para custeio de passagens, estadias e outras despesas de professores e alunos que desejarem expor o resultado de suas pesquisas em eventos de ciências – como a conceituada World International Fairs Association (Wifa), que ocorrerá em outubro, na Malásia. Requisitos para participar O mérito da pesquisa desponta entre os critérios para obter o financiamento. Entre os quesitos considerados, destacam-se a relevância científica do trabalho a ser apresentado e a contribuição da iniciava para a difusão da ciência, tecnologia e inovação. Uma vez habilitada, a proposta segue para análise e emissão de parecer, disponibilidade orçamentária, deliberação pelo conselho diretor da FAP-DF, convocação para a assinatura do Termo de Outorga e Aceitação (TOA) e posterior liberação do recurso de fomento. O prazo até a saída do recurso é de 60 dias. Trabalho inovador Essa é uma oportunidade que o professor de química Alex Aragão pretende aproveitar. Com os alunos Bárbara Wingler, 18 anos, Kazue Nishi, 17, e Lucas Silva, 19, do Centro de Ensino Médio 2, no Gama, ele criou um tipo de plástico biodegradável desenvolvido a partir da casca da laranja. Eles pretendem divulgar a ideia na Wifa e precisam de R$ 24 mil para bancar as despesas da viagem. O grupo costumava a se reunir durante os encontros do Clube da Ciência, uma iniciativa da escola para desenvolver projetos de alunos interessados em ciência. Numa tarde de janeiro do ano passado, o trio de estudantes veio com uma proposta desafiadora: usar a casca da laranja para fazer plástico biodegradável. A ideia surgiu porque eles se sensibilizaram com a proibição do uso de canudinhos em estabelecimentos comerciais do DF. “Pensamos em fazer um plástico a partir de matérias-primas que o Brasil produz em abundância, como cana-de-açúcar e café”, explica Kazue Nishi, líder do grupo. “A gente viu que a laranja, quando jogada fora de maneira indevida, pode ser tóxica ao meio ambiente”. Depois do objetivo traçado, os estudantes precisavam fundamentar aquilo que tinham em mente. Então, levaram o projeto ao professor Alex Aragão, que topou o desafio de pronto. Daí até os primeiros resultados satisfatórios, foram oito meses de trabalho. “Eu sou muito criterioso”, diz Aragão. “Não foi fácil chegar até esse estágio. Eu via as carinhas deles tristes quando eu dizia que não estava bom”. Material biodegradável A diferença entre o plástico comercializado no DF e o plástico biodegradável é a sua matéria-prima. “O plástico convencional é oriundo de um processo artificial”, explica o professor. “No caso do nosso plástico, desenvolvido a partir da laranja, eu me atrevo a dizer que a natureza reconhece isso e decompõe”. Para chegar à forma semelhante à de um plástico, o grupo misturou as cascas das laranjas a alguns reagentes químicos. O desafio era fazer com que essa mistura chegasse a uma consistência para só então ganhar formato, como o de um cilindro. Alex conta que a experiência evoluiu, mas ainda não tem condições de adquirir formas que o plástico convencional assumiu, como copos, pratos e os tão desaconselhados canudinhos, que, quanto jogados na água, podem matar animais que os engolem pensando tratar-se de comida. “Quando a gente conseguir aquela consistência e a resistência que a gente quer, aí vou falar assim para os meus alunos: ‘agora é hora de a gente buscar a aplicação’”, relata o professor. “Mas, é um passo muito à frente até saber como moldar esse plástico”. Por enquanto, o plástico biodegradável ainda não tem a resistência mecânica para se transformar, por exemplo, em um canudo. Quer colaborar? Além da ajuda do Governo do Distrito Federal, por meio do incentivo da FAP-DF, os estudantes estão aceitando doações para viajar à Malásia em outubro. Quem quiser ajudar, pode entrar em contato pelo Instagram do Clube de Ciências Marie Curie (cc.mariecurie02). Podem ser feitas doações a partir de R$ 20.
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Mais R$ 300 milhões nos cofres do GDF
Reforço de caixa servirá para que GDF invista ainda mais em áreas essenciais | Foto: Lúcio Bernardo Jr. / Agência Brasília A Proposta de Emenda à Lei Orgânica do DF nº 21/2019, que autoriza o Governo do Distrito Federal a usar recursos não utilizados pela Fundação de Amparo à Pesquisa (FAP-DF), foi aprovada nesta terça-feira (10) pela Câmara Legislativa (CLDF). O texto passou por dois turnos de votação. Segundo o secretário da Economia, André Clemente, o projeto foi uma desvinculação orçamentária fundamental para melhorar o planejamento do estado. “Além da alocação de recursos nas prioridades da população, como saúde, segurança, educação e obras”, destaca. De acordo com o texto apreciado pelos deputados distritais, em dezembro do ano passado a execução foi de apenas R$ 49.111.717,80, valor que corresponde a cerca de 13% do montante destinado à FAP-DF. Em 2017, executou-se a quantia de R$ 84.383.767,00 e, em 2016, o valor de R$ 93.672.591,96. Até o momento foram empenhados R$ 35,7 milhões para o ano-calendário de 2019. Ainda segundo a proposta aprovada, os recursos vinculados à FAP-DF são superiores à capacidade de gasto, por isso a necessidade de remanejamento do montante. Veja a lista de projetos aprovados: PROJETO DE AUTORIA DO PODER EXECUTIVO: PLO 21 – Permissão de utilização dos recursos da FAP, não empenhados até o dia 15 de novembro de 2019, para utilização do recurso no exercício; PL 621/19 – Conselho Distrital de Segurança Pública – Consdisp; PL 811/19 – Crédito no valor de R$ 5.711.010,00, em favor da Terracap; PL 708/19 -Institui a Política Distrital de Segurança Pública e Defesa Social; PLC 19/19 – Poligonais; PL 748/19 – Iges-DF; PL 786/19 – Obrigatoriedade de avaliação de impactos das políticas fiscais, tributárias e creditícias para proposições; PL 813/19 – Programa de Regularização de Débitos não Tributários (PRD-n) no DF; PL 823/19 – Alteração da carreira atualmente chamada denominada Planejamento e Gestão Urbana e regional. PL 689/19 – Dispõe sobre a qualificação das organizações sociais no âmbito do Distrito Federal. APROVADO EM 1º TURNO: PL 747/19 – Prorrogação da isenção da taxa de ICMS para operações internas de óleo diesel a empresas de ônibus e micro-ônibus que prestam serviço para o transporte público;
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Aberta maratona de soluções tecnológicas contra dengue
Foto: FAP-DF / Divulgação Foi aberta nesta segunda (9) a maratona de inovação que vai buscar soluções tecnológicas para o combate à dengue no Distrito Federal. O lançamento do 1º Hackathon em Saúde Pública – Combate à dengue foi no auditório do Centro de Apoio ao Desenvolvimento Tecnológico (CDT/UnB), onde especialistas em Tecnologia da Informação e Saúde Pública, desenvolvedores e empreendedores estarão reunidos, até a próxima sexta-feira (13), com o objetivo de criar e desenvolver soluções tecnológicas para promover o controle e a prevenção da dengue no DF. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] De acordo com dados do Ministério da Saúde, o número de mortes decorrentes da dengue no Brasil, até outubro, ultrapassou a marca de 600 casos, o que representa um índice cinco vezes maior que o registrado em 2018. O mesmo levantamento aponta que, dos casos notificados em todo o país, foram registrados 1.489.457 milhão de ocorrências, sendo que a região Centro-Oeste concentra a maior incidência da doença, com 1.235,8 mil casos para cada grupo de 100 mil habitantes. Em todo o Brasil, a doença atinge 708,8 pessoas a cada 100 mil habitantes. O painel de abertura do hackathon (maratona de programação, em tradução livre) contou com a participação do presidente da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAP-DF), Alessandro Dantas; do subsecretário de Vigilância em Saúde do DF, Divino Valero Martins; do diretor-executivo da Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde do DF (Fepecs), Marcos de Souza Ferreira; da diretora do Parque Científico e Tecnológico da Universidade de Brasília (PCTec), Renata Aquino da Silva de Souza; e do presidente e do vice-presidente Executivo para Capacitação, Eventos, Comunicação e Marketing do Sindicato da Indústria da Informação do Distrito Federal (Sinfor-DF), Ricardo de Figueiredo Caldas e Renato Riella, respectivamente. Foco no DF O presidente da FAP-DF destacou o caráter interdisciplinar do evento e o objetivo de atender a uma demanda direta do governador, Ibaneis Rocha, que quer a fundação mais conectada e voltada para as necessidades da população. “O governo, a academia, a iniciativa privada têm que trabalhar integrados e essa é só a primeira ação, pois nós pretendemos realizar várias iniciativas como essa”, declarou Alessandro Dantas. “Estamos firmando um convênio com a Finatec, para período de três anos, que será voltado para o atendimento de demandas da sociedade brasiliense em áreas como saúde, educação, trabalho, segurança, cultura e economia. Brasília nasceu moderna e o sinal dessa contemporaneidade é essa parceria que, hoje, a gente inicia. E os participantes desse hackathon são parte essencial dessa mistura”, acrescentou o dirigente. Já o subsecretário de Vigilância em Saúde do DF, Divino Valero, destacou a necessidade de buscar avanços tecnológicos para subsidiar as políticas públicas e estratégias de saúde pública, especialmente as de combate a doenças endêmicas e transmissíveis. “Dentro da área da saúde, no que tange à tecnologia, a evolução foi muito endógena, com visão hospitalar, e pouco voltada para saúde pública. A maioria das doenças chamadas endêmicas ainda é tratada com método tradicional e, em especial quanto às arboviroses, toda a atividade é baseada em boletins e em coleta de dados em campo, ainda em papel. Tudo isso acaba contribuindo muito para o processo de transmissibilidade da maioria dessas doenças”, afirmou. | Foto: FAP-DF / Divulgação “A qualidade e a velocidade na geração das informações são fatores determinantes na geração de respostas. Quando se fala em doenças transmissíveis, então, são tão importantes como vacina ou máquina de dedetizar. Com as informações estratégicas em mãos é possível conter processos epidêmicos”, arrematou o gestor. Por sua vez, o diretor-executivo da Fepecs diz acreditar que o hackathon poderá trazer soluções efetivas para a luta contra a dengue e as arboviroses. Não apenas no DF, mas em todo o Brasil. “Agradeço, em especial, à FAP-DF que, em tempo recorde, nos ofereceu apoio para o desenvolvimento desse e de outros projetos que buscam essas soluções. Não se trata só de um aplicativo, mas, sim, de uma plataforma que possibilitará o monitoramento dos vetores e subsidiará a tomada de decisão rápida para a detecção dos focos de transmissão e oferta de atendimento e tratamento para a população”, afirmou Marcos de Souza Ferreira. A atuação integrada com a academia é essencial para o desenvolvimento de ferramentas que possam conferir inteligência ao conhecimento e conferir agilidade à tomada de decisão. É no que acredita a diretora do PCTec. “É importante entender que mesmo problemas antigos e ainda sem solução precisam de uma forma disruptiva de abordagem. E a forma de abordar é essa sinergia que estamos vendo aqui, com governo, universidade, setor privado”, destacou Renata Aquino. Iniciativa privada Representando empresas do setor de Tecnologia da Informação do DF, o presidente do Sinfor, Ricardo Caldas, destacou a importância de o setor estar integrado em iniciativas que visam atender demandas da população. “Fico muito feliz hoje pelo Sinfor estar engajado nessa iniciativa que une academia, setor empresarial e o governo no sentido de buscar soluções para os problemas que existem na nossa comunidade. A dengue é uma doença do século XVIII e ainda é tratada da mesma forma”, discursou. Vice-presidente executivo para Capacitação, Eventos, Comunicação e Marketing do Sinfor, também acredita no potencial da iniciativa para ampliar essa integração e a participação da sociedade em ações de combate à dengue. “Estamos vivendo aqui uma revolução, saindo de toda a nossa rotina de inteligência e geração de conhecimento para o inusitado, com a realização desse hackathon. O mais importante é que todos nós carecemos daquilo que os participantes poderão nos proporcionar, que é inteligência. Nós precisamos desenvolver solução que dê voz à sociedade e confira velocidade à informação”, ressaltou. As inscrições para o 1° Hackathon em Saúde Pública do DF ficam abertas até esta terça-feira (10). SERVIÇO: 1º Hackathon de Saúde Pública do DF – Combate à Dengue Período de realização: 9 a 13 de dezembro de 2019 Local: Centro de Apoio ao Desenvolvimento Tecnológico (CDT) – Parque Científico e Tecnológico da Universidade de Brasília (Campus Universitário Darcy Ribeiro Edifício CDT, Brasília – DF, 70904-970) Horários: · 09/12 (segunda): das 8h às 21h · 10, 11 e 12/12 (terça, quarta e quinta): das 9h às 21h · 13/12 (sexta): das 9h às 20h30 Inscrições: até as 18h do dia 10 de dezembro, pelo site http://hackathon.brasiliamaisti.com.br/ Regulamento e programação: http://hackathon.brasiliamaisti.com.br/ Premiação (a ser definida por júri técnico): 1º lugar: R$ 6.000,00 2º lugar: R$ 3.000,00 3º lugar: R$ 1.000,00 * Com informações da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal
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Site Eu Amo o Cerrado vai mostrar as riquezas da região
O Brasília Ambiental ofereceu um café da manhã para servidores e colaboradores para comemorar o lançamento do site Eu Amo o Cerrado (http://www.euamocerrado.com.br/#/). Claro que o cardápio foi preparado com iguarias do nosso bioma, como suco de mangaba e biscoito de baru. Partindo da premissa que “só cuida quem ama e só ama quem conhece”, a página dá a oportunidade ao usuário de conhecer as espécies de aves, mamíferos, árvores, frutos e peixes presentes no Cerrado. E ainda informa sobre as unidades de conservação e as trilhas realizadas no Distrito Federal. “É fundamental que a população conheça e cuide do nosso bioma para a sua preservação. O site vai abrir o Cerrado para o mundo, além de ajudar na transparência da informação e mostrar o que estamos fazendo”, comentou o chefe da Educação Ambiental do Instituto, Marcus Paredes. O projeto Eu Amo o Cerrado tem a finalidade de informar e conscientizar a população sobre a importância do nosso bioma, que abriga milhares de espécies vegetais e animais no Distrito Federal, várias em risco de extinção. E foi pensado e produzido pela Educação Ambiental do órgão, com recursos da Fundação de Apoio à Pesquisa (FAP/DF). No evento desta segunda-feira, participaram – e o apoiaram – integrantes da Associação dos Servidores do Brasília Ambiental (Asibram) e da Associação dos Auditores Fiscais de Controle Ambiental do Distrito Federal (Aficam). * Com informações do Brasília Ambiental
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Primeira-dama assina projeto que trará índices da primeira infância
Foto: Renato Araújo / Agência Brasília Em busca do desenvolvimento infantil, a primeira-dama do Distrito Federal, Mayara Noronha, assinou nesta segunda-feira (17) o Termo de Outorga e Aceitação (TOA), que dá início ao projeto “Índice Município Amigo da Primeira Infância”. A iniciativa avaliará cinco etapas: saúde, nutrição, cuidado parental expansivo, segurança e proteção e aprendizado precoce dos 5.570 municípios brasileiros e do DF. Também assinaram o TOA, o presidente da Fundação de Apoio à Pesquisa do DF (FAP-DF), Alexandre Santos, e a pesquisadora da Universidade de Brasília (UnB) Muriel Gubert. A primeira-dama destacou a importância do projeto e ressaltou que o índice contribuirá para o programa Criança Feliz Brasiliense, lançado em maio deste ano. “Tenho dito que o Criança Feliz é a menina dos olhos do DF, mas não bastava só trazer trazê-lo para cá. Precisamos colocar pessoas técnicas e competentes à frente dele. Elas saberão identificar o que podemos melhorar e em quais áreas temos que investir para evoluirmos de forma positiva”, comenta. Para Santos, quando a gestão têm indicadores é mais fácil tomar decisões em momentos de crise e que os recursos estão escassos. “O governador delegou que nós usássemos os recursos de Ciência, Tecnologia e Inovação no enfrentamento dos grandes problemas da cidade e é o que estamos fazendo. Tomara que continuemos fomentando projetos como esse para contribuir cada vez mais no DF”, disse. Pesquisadora da Universidade de Brasília (UnB) Muriel Gubert explica o projeto. Foto: Renato Araújo/Agência Brasília Projeto O projeto foi aprovado no edital Grand Challenges Explorations – Brazil: Data Science Approaches to Improve Maternal and Child Health in Brazil e elaborado em parceria com a Bill & Melinda Gates. Com recurso do FAP-DF, o custo será de R$ 201.500. Segundo a pesquisadora Muriel Gubert, que ajudou a desenvolver a iniciativa, o DF será o único local do país que terá índices por regiões. “Quando falamos sobre desenvolvimento precoce infantil não estamos falando só de dar saúde e educação. Não adianta ela ter acesso a creche, mas em casa não ser estimulada ou não ter acesso básico à alimentação”, explica. Muriel diz que com o projeto será possível direcionar a criação de políticas públicas, além de poder comparar cada município. “Os gestores saberão as fortalezas e fraquezas para tentar concertar e oferecer um ambiente mais propício para a primeira infância”. A previsão é de que o índice, que estará disponível em uma plataforma online interativa, esteja pronto até junho de 2020.
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FAPDF e Microsoft fazem parceria na área de inteligência artificial
FAP assina acordo com a Microsoft visando parceria educacional. Foto: Divulgação A Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF) e a Microsoft do Brasil assinaram um memorando de entendimento para colaboração mútua no âmbito do fomento da educação e formação de jovens do Distrito Federal em Inteligência Artificial. Em reunião no Escritório da Microsoft Brasil em Brasília, o presidente da FAPDF, Alexandre Santos, o diretor nacional de Tecnologia da Microsoft, Ronan Damasco, e reitores de instituições de ensino superior do DF, assinaram o documento que marca o início da parceria entre as instituições para a criação da Escola de Inteligência Artificial do Distrito Federal. A Microsoft disponibilizará sua base de conhecimento em Inteligência Artificial (IA) para a elaboração de cursos online gratuitos de capacitação para jovens do DF. “Esse é um momento de festa e que marca nossa aproximação com a Microsoft para nos ajudar nesse desafio de desenvolver competências e habilidades para o século 21 na nossa juventude, em especial, em inteligência artificial. Vamos fazer isso em conjunto porque nós não conseguimos enfrentar esse desafio sozinhos. É preciso unir governo, setor produtivo e academia e agradecemos a confiança da Microsoft na Fundação ao liberar esse conteúdo para a criação desses cursos”, comemorou Alexandre Santos. Curto prazo Após a assinatura do memorando, a previsão é que a FAPDF lance, ainda em abril, edital para selecionar instituições de ensino superior para a formatação dos cursos, o que deve ocorrer ainda no 1º semestre de 2019. A ideia é que já no 2º semestre sejam criadas cerca de 120 vagas em cursos gratuitos. “A Microsoft está há quase 30 anos no Brasil e temos compromisso forte com a área de educação. Temos oito mil pesquisadores voltados para o estudo de Inteligência Artificial, trabalhamos com a proposta ousada de democratizar a IA e essa ação faz parte desse projeto. Acreditamos na inteligência artificial, desde que ela não seja usada para prejudicar o ser humano, queremos que ela seja um aliado para ampliar nossas capacidades e oportunidades”, afirmou Ronan Damasco. Popularização da ciência O vice-presidente do Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap), Fábio Guedes Gomes, destacou que a parceria, resultado da iniciativa da FAPDF, merece ser replicada em outros estados: “Precisamos pensar, no âmbito das FAPs, em um programa amplo de popularização da ciência, tecnologia e inovação e essa iniciativa pode ser e deve ser replicadas pelas demais Fundações”, destacou Gomes, que deixou registrada a intenção de estender ações de parceria com a Microsoft para as outras 26 FAPs do país. Após a assinatura do acordo de cooperação, o presidente da FAPDF anunciou, ainda, que está em tratativas com a Diretoria de Educação da Microsoft para o desenvolvimento de ações voltadas para outras áreas de conhecimento. *Com informações da FAPDF
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Biotic estima criar 25 mil empregos em 30 anos
Centro de inovação e tecnologia, o Biotic — Parque Tecnológico de Brasília pretende proporcionar um novo pilar econômico para o Distrito Federal. Centro de inovação e tecnologia, o Biotic — Parque Tecnológico de Brasília pretende proporcionar um novo pilar econômico para o Distrito Federal. Foto: Tony Winston/Agência Brasília-21.6.2018 Inaugurado em junho deste ano, o espaço prevê a criação de 25 mil empregos nos próximos 30 anos. De acordo com o secretário-adjunto de Ciência e Tecnologia, Thiago Jarjour, o projeto estimulado pelo governo do Distrito Federal quer diversificar a economia do DF. “Brasília é impulsionada pelo setor de serviços e, principalmente, pelo funcionalismo. Precisamos mudar isso”, pontuou Jarjour. Para ele, a capital federal tem cenário propício para o desenvolvimento do parque tecnológico com a concentração de mestres e doutores e tendência para inovação. [Olho texto='”Brasília é impulsionada pelo setor de serviços e, principalmente, pelo funcionalismo. Precisamos mudar isso”‘ assinatura=”Thiago Jarjour, secretário-adjunto de Ciência e Tecnologia” esquerda_direita_centro=”esquerda”] O secretário-adjunto considera que o Biotic já é um sucesso e o atribui à apropriação da sociedade e de empresários em investir e movimentar esse setor. Em seis meses, o espaço recebeu visitas de representantes internacionais de países como Canadá, Cazaquistão e Irã que demonstraram interesse no empreendimento. Com área edificada de 10 mil metros quadrados, o prédio de governança do Biotic fica entre a Granja do Torto e o Parque Nacional de Brasília. Ele abriga cinco empresas selecionadas por meio de chamamento público e instituições públicas, como a sede da Fundação de Apoio à Pesquisa (FAP-DF) e o Núcleo de Inovação Tecnológica da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). Aproximadamente R$ 40 milhões foram investidos — R$ 36 milhões da FAP-DF e R$ 4 milhões da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), do governo federal. [Numeralha titulo_grande=”R$ 40 milhões” texto=”Investimento no Biotic – Parque Tecnológico” esquerda_direita_centro=”direita”] Para o diretor-presidente da Biotic S.A., Márcio Henrique Lima, o intuito do parque é criar um ambiente de negócios e de cooperação entre empresas, universidades e centros de pesquisa. “A ideia é proporcionar o desenvolvimento de startups com incentivo de promoção e aceleração de trabalhos na área de biotecnologia e tecnologia da informação e comunicação” explica Lima. Segundo ele, a aproximação do governo federal é um dos grandes atrativos para as empresas. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] A participação dos jovens também ganha destaque com o Escritório de Projetos Inovadores. Iniciativa do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Brasília (IFB), a novidade foi criada para fomentar o empreendedorismo tecnológico e a capacitação. O Parque Tecnológico da Universidade de Brasília (UnB) também será parceiro com o projeto Brasília Living Labs, que visa promover soluções em três temas centrais: cidades cidadania educação O primeiro encontro ocorreu em novembro, quando se discutiu a estruturação do programa. Quais são as empresas instaladas no Parque Tecnológico Easythings: tem a missão de pesquisar, desenvolver e comercializar produtos para facilitar a vida das pessoas. O principal produto é uma pulseira com sensores para alerta de hipoglicemia. Macofren: startup que usa tecnologias químicas para combater a fraude e contaminação em vários tipos de produtos, como petróleo, laticínios, cosméticos e bebidas alcoólicas. Spin: trabalha com automação orientada para o mercado elétrico, especificamente com softwares que integram soluções em empresas de energia. Tera Science: startup que visa melhorar o bem-estar geral das pessoas. O principal produto é um software que permite entregar, em poucos minutos, um resultado de avaliação física. Voyager: prestadora de serviços de apoio à qualidade de serviços de tecnologia da informação e inserida no contexto da transformação digital. As principais áreas de negócio são: governança orgânica; inteligência em dados; governo inteligente; cyber segurança; inteligência livre e educação tecnológica. Edição: Marcela Rocha
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Artes visuais de Brasília ganham novo estímulo com política para o setor
A produção de artes visuais de Brasília receberá novo impulso com o lançamento da Política Setorial de Artes Visuais do Distrito Federal na noite desta quinta-feira (22) no Museu Nacional. Lançamento ocorreu durante abertura de exposição no Museu Nacional na noite desta quinta (22) Foto: André Borges/Agência Brasília A cerimônia ocorreu durante a abertura da exposição A/riscado ACT: Arte, Ciência e Tecnologia, promovida pela Secretaria de Cultura e Fundação de Apoio à Pesquisa do DF. Publicada no Diário Oficial do Distrito Federal de hoje, a política pública também visa facilitar o acesso da sociedade às artes plásticas criadas na capital federal. A coordenação ficará a cargo da Fundação das Artes do DF (Fundarte), conforme previsto na Lei Orgânica da Cultura (LOC). Entre os exemplos de estratégias apresentados pela Secretaria de Cultura estão: manutenção contínua de equipamentos públicos voltados para as artes visuais incentivo à criação de cursos de competências técnicas promoção de intercâmbios que propiciem a formação artística e técnica do setor estímulo ao patrocínio pela iniciativa privada, por meios diretos ou incentivado, para produção e exposição de artes visuais premiação de agentes e espaços culturais medidas para ampliar acessibilidade de pessoas com deficiência na produção e consumo de artes visuais “Já lançamos cinco portarias setoriais das artes, feitas em discussão intensa com todas as categorias”, disse o secretário de Cultura, Guilherme Reis. “A participação social era uma das nossas prioridades.” Política Distrital das Artes do DF Além dessa, cinco políticas voltadas para outros segmentos artísticos formarão a Política Distrital das Artes do DF: Política de Audiovisual do DF Política Cultural de Leitura, Escrita e Oralidade Política de Estímulo e Valorização da Dança Política Setorial da Música do DF Política Setorial do Teatro (a ser lançada em dezembro) A intenção é garantir que as especificidades de cada área cultural sejam atendidas por apoio público. Exposição A/riscado ACT: Arte, Ciência e Tecnologia De 23 de novembro a 13 de janeiro de 2019 Visitação de terça a domingo Das 9 horas às 18h30 Na galeria principal do Museu Nacional — Conjunto Cultural da República (próximo à Rodoviária do Plano Piloto) Entrada franca Edição: Raquel Flores
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Biotic: Edifício de Governança é inaugurado
O Biotic tem 10 mil metros quadrados de área construída, e não 12 mil, como informado anteriormente. Foi inaugurado nesta quinta-feira (21) o Edifício de Governança do Biotic — Parque Tecnológico. O espaço deve abrigar instituições de ensino voltadas para a tecnologia, empresas do ramo e startups. Foi inaugurado nesta quinta-feira (21) o Edifício de Governança do Biotic — Parque Tecnológico. O espaço deve abrigar instituições de ensino voltadas para a tecnologia, empresas do ramo e startups. Foto: Tony Winston/Agência Brasília A cerimônia ocorreu nesta manhã, no próprio edifício, entre a Granja do Torto e o Parque Nacional de Brasília. Aproximadamente R$ 40 milhões foram investidos, sendo R$ 36 milhões da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAP-DF) e R$ 4 milhões da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), do governo federal. Segundo o governador de Brasília, Rodrigo Rollemberg, o Biotic tem potencial para mudar a matriz econômica do DF. “Vamos associar duas áreas que são fronteiras do conhecimento, a biotecnologia e a tecnologia da informação, para criar uma bioeconomia, que é o futuro e deve trazer muita riqueza para Brasília.” [Numeralha titulo_grande=”10 mil metros quadrados” texto=”Área construída no espaço do Biotic — Parque Tecnológico” esquerda_direita_centro=””] O prédio tem 10 mil metros quadrados de área construída, dividida em dois blocos. O pavimento térreo do Bloco B está ocupado pelo SebraeLab, voltado para estimular a criatividade e a inovação de empreendedores. O segundo andar será usado por instituições de apoio à ciência e tecnologia, como o Instituto Federal Brasília (IFB) e empresas consolidadas de base tecnológica. Cinco empresas selecionadas por meio da Biotic S.A. e a área da Agência de Desenvolvimento do DF (Terracap) criada para o desenvolvimento do parque tecnológico já ocupam o prédio. No terceiro andar, está a FAP-DF — será a primeira sede própria do órgão, inaugurada hoje. O diretor-presidente da FAP-DF, Tiago Coelho, destacou que uma das missões da entidade é fomentar ciência e tecnologia por meio de pesquisa. “Estar neste ambiente, ao lado de empresas consolidadas, faz com que a gente esteja cada vez mais inserido neste ecossistema de inovação”. Já funcionavam no parque tecnológico os datacenters do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal e uma subestação da Companhia Energética de Brasília (CEB). No edifício, há espaço reservado para a instalação da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). Edição: Marina Mercante
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Lei de fomento à área de ciência e tecnologia é sancionada
Para regulamentar o estímulo à pesquisa científica e tecnológica e à inovação no ambiente produtivo do Distrito Federal, o governador Rodrigo Rollemberg sancionou, na tarde desta quinta-feira (3), o Projeto de Lei da Inovação nº 1.536, de 2017. O governador Rollemberg sancionou nesta quinta-feira (3) o Projeto de Lei da Inovação. Foto: Toninho Tavares/Agência Brasília Com isso, o DF se torna a primeira unidade da Federação a ter uma lei de inovação local. Durante o ato, no Palácio do Buriti, o governador explicou que a medida dá tranquilidade ao setor, na medida em que facilita a cooperação entre instituições públicas e empresas de base tecnológica. “A lei permite compartilhar espaços, laboratórios e equipamentos, e isso cria uma sinergia que busca o desenvolvimento científico e tecnológico”, enfatizou Rollemberg. De acordo com o secretário-adjunto de Ciência, Tecnologia e Inovação, Marcelo Chubaci, a norma estimula também a criação de emprego e renda. Ele avalia ainda que a regulamentação trará segurança jurídica para que o setor produtivo, a academia, as instituições científicas e o governo possam interagir. [Olho texto='”A lei permite compartilhar espaços, laboratórios e equipamentos, e isso cria uma sinergia que busca o desenvolvimento científico e tecnológico”‘ assinatura=”Rodrigo Rollemberg, governador de Brasília” esquerda_direita_centro=”esquerda”] A iniciativa vai proporcionar, por exemplo, que a Fundação de Apoio à Pesquisa do DF (FAP-DF) fomente, por meio de um bônus tecnológico, o desenvolvimento de startups e empresas privadas da área de tecnologia de informação. Entre as formas previstas de estímulo estão financiamentos, participação societária e concessão de bolsas por entidades da administração pública, que devem ser usadas para: Pesquisa acadêmica (científica) unida às pesquisas de empreendedorismo Desenvolvimento tecnológico e inovação Desenvolvimento de produtos, processos e serviços estratégicos Histórico do projeto de lei O projeto de lei com medidas voltadas para o desenvolvimento de pesquisas científicas e tecnológicas, entregue à Câmara Legislativa do DF em abril de 2017, foi de autoria do governo de Brasília. A discussão da matéria começou em setembro de 2017. No mesmo mês, uma audiência pública na Câmara Legislativa, que reuniu 40 entidades ligadas ao setor produtivo, às universidades e ao governo, deu início à tramitação. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Segundo o presidente da FAP-DF, Tiago Coelho, foram apresentadas no encontro sugestões de melhorias pontuais para a composição do texto final. O projeto de lei era parte do plano do governo de fomentar o mercado de tecnologia do DF. A medida se somou à Política Distrital de Ciência, Tecnologia e Inovação – Inova Brasília, instituída pelo Decreto nº 38.126, e à criação do Biotic – Parque Tecnológico — que tem lançamento previsto ainda para o primeiro semestre deste ano. Leia o pronunciamento do governador Rodrigo Rollemberg. Edição: Vannildo Mendes
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Governo de Brasília amplia parceria com Embrapa
Na comemoração dos 45 anos da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), nesta terça-feira (24), o governo de Brasília ampliou parcerias com a instituição de inovação tecnológica, que é vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. O presidente da Embrapa, Maurício Antônio Lopes, o governador Rodrigo Rollemberg e o diretor presidente da Terracap, Júlio César de Azevedo Reis. Foto: Toninho Tavares/Agência Brasília A Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap) entregou à União escrituras públicas de doação de áreas do DF que são ocupadas pela Embrapa Sede e pela Embrapa Cerrados. Já a Fundação de Apoio à Pesquisa (FAP-DF) oficializou termo de cooperação que permitirá a instalação da empresa no Parque Tecnológico de Brasília (Biotic). O governador Rodrigo Rollemberg destacou as contribuições da Embrapa para Brasília. “A área [da Embrapa Cerrados] há dezenas de anos é usada para pesquisas. O trabalho deles contribuiu para transformar o solo do Cerrado em extremamente produtivo.” A solenidade de hoje — que teve ainda lançamentos de pesquisas e livros — ocorreu no auditório da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia. O governador participou do evento ao lado do presidente da empresa, Maurício Antônio Lopes, e outras autoridades e entregou prêmio a homenageados pela contribuição ao setor agropecuário. Com a regularização promovida agora, Rollemberg pontuou que haverá mais segurança para que a empresa desenvolva suas pesquisas. [Olho texto='”O trabalho (da Embrapa) contribuiu para transformar o solo do Cerrado em extremamente produtivo”‘ assinatura=”Rodrigo Rollemberg, governador de Brasília” esquerda_direita_centro=”esquerda”] Uma das escrituras corresponde a 33 hectares, onde fica a sede da Embrapa, na Asa Norte. A outra é referente a mais de 200 hectares, na região administrativa de Planaltina, local que abriga a unidade Cerrados. O presidente da Terracap, Júlio César Reis, explicou que com isso a empresa passa a ser a proprietária dos locais. “Esse é o último passo da regularização fundiária. A Embrapa ocupa cinco grandes áreas no DF, quatro eram de propriedade do DF e passam a ser da empresa”, afirmou. Além das escrituras, foi assinado um termo de cessão de uso para uma das áreas da Embrapa Cerrados. A expectativa é que a escritura definitiva desse espaço seja disponibilizada em 90 dias. No evento, o presidente da empresa de pesquisa agradeceu o apoio do governador e a contribuição dos funcionários e colaboradores nos resultados alcançados desde a criação da instituição, em 26 de abril de 1973. Embrapa no Biotic No Parque Tecnológico de Brasília, a Embrapa terá um espaço de 400 metros quadrados. Ela ficará instalada no mesmo edifício onde funcionará a FAP-DF e o Sebraelab. A área total do Biotic tem 1,2 milhão de metros quadrados e fica entre a Granja do Torto e o Parque Nacional de Brasília. Já funcionam no local o datacenter do Banco do Brasil e o da Caixa Econômica Federal, além de uma subestação da Companhia Energética de Brasília (CEB). “[A assinatura do termo de cooperação] é um passo fundamental para colocar a Embrapa como uma âncora no Biotic. A presença dela dá uma grande sinalização da vocação desse parque tecnológico, que é a bioeconomia”, avaliou o presidente da Fundação de Apoio à Pesquisa (FAP), Tiago Coelho. A inauguração do Biotic está prevista para maio. Três editais foram lançados—, um para selecionar instituições científicas, tecnológicas e de inovação que vão ocupar o edifício-sede, outra seleção de empresas de base tecnológica, que tenham atuação nas áreas de tecnologia da informação, telecomunicações e biotecnologia e um terceiro para selecionar a gerência da Agência de Inovação. O governador relembrou a colaboração da Embrapa no debate para efetiva criação do parque tecnológico e que, por sugestão da empresa, houve alterações nas áreas abrangidas. Criado em janeiro de 2017, o Biotic — Parque Tecnológico visa concentrar cerca de 1,2 mil empresas dos ramos da tecnologia da informação e comunicação e da biotecnologia, com potencial para criar mais de 25 mil empregos diretos. A lei sancionada pelo governador Rodrigo Rollemberg alterou outra, publicada em 2002, que previa a instalação apenas de empresas ligadas às áreas de tecnologia da informação e telecomunicações, e dava o nome ao complexo de Capital Digital. Leia o pronunciamento do governador Rodrigo Rollemberg na solenidade de entrega de escrituras à Embrapa. Edição: Marina Mercante
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Biotic avança com edital para selecionar gerência da Agência de Inovação
O edital para selecionar a gerência da Agência de Inovação do Parque Tecnológico de Brasília (Biotic) foi lançado, na tarde desta quinta-feira (5), no Palácio do Buriti. O governador de Brasília, Rodrigo Rollemberg, participou da cerimônia. O edital foi assinado pelo Secretário de Economia, Desenvolvimento, Inovação, Ciência e Tecnologia, Valdir Filho, e pelo presidente da Fundação de Apoio à Pesquisa (FAP), Tiago Coelho. Foto: Renato Araújo/Agência Brasília O Biotic, segundo o governador, vai mudar a realidade econômica do Distrito Federal. “A área de ciência, tecnologia e inovação é uma das que determinam o futuro de Brasília, então fico muito feliz com esse passo que damos hoje”, observou. Voltado para organizações da sociedade civil interessadas em executar, administrar e criar eventos no espaço do parque, o chamamento é para termo de colaboração com a administração pública pelo período de 36 meses. Além disso, a organização que vencer o edital terá que executar programas de incubação e aceleração de novas startups (empresas em fase de desenvolvimento) no Biotic. Será também responsável por fornecer cursos de capacitação e atrair potenciais investidores, parceiros estratégicos e mentores. [Olho texto='”A área de ciência, tecnologia e inovação é uma das que determinam o futuro de Brasília”‘ assinatura=”Rodrigo Rollemberg, governador de Brasília” esquerda_direita_centro=”esquerda”] Os primeiros empreendimentos para os postos do parque devem mandar proposta para a Agência de Desenvolvimento do DF (Terracap) de hoje (5) até 27 de abril. “São os oito primeiros espaços, que serão apropriados com base em edital lançado em março”, explicou o presidente da agência, Júlio César Reis, Ele também anunciou que o site do Biotic, lançado nesta quinta (5), contém todas as informações sobre a estrutura, os objetivos, os passos dados e todos os editais lançados até o momento. Outro anúncio importante para viabilizar a iniciativa foi feito pelo presidente do Conselho Deliberativo do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas no DF (Sebrae-DF), Luís Afonso Bermúdez. “Apoiaremos o Biotic com o primeiro sebraelab (espaço de coworking para empreendedores) em um parque tecnológico do País. Ele dará apoio aos novos empreendimentos que começarão no local.” O edital foi assinado pelo Secretário de Economia, Desenvolvimento, Inovação, Ciência e Tecnologia, Valdir Filho, e pelo presidente da Fundação de Apoio à Pesquisa (FAP), Tiago Coelho. O governador Rollemberg participou da cerimônia e afirmou que ciência, tecnologia e inovação são áereas que vão deteminar o futuro de Brasília. Foto: Renato Araújo/Agência Brasília O projeto Inova Brasília, do qual o Biotic faz parte, foi detalhado por Coelho. “Essa assinatura marca o início do ciclo do eixo estruturante da política. A intenção é criar as bases físicas para que startups possam empreender na cidade.” Além da parte estruturante, Coelho explicou que a política é composta pelos eixos marco legal — que busca a implementação da lei de inovação — e política de financiamento, que fomenta o mercado de ciência e tecnologia por meio da FAP. O que é o Biotic – Parque Tecnológico Criado em janeiro de 2017, o Biotic — Parque Tecnológico visa concentrar cerca de 1,2 mil empresas dos ramos da tecnologia da informação e comunicação e da biotecnologia, com potencial para criar mais de 25 mil empregos diretos. A lei sancionada pelo governador Rodrigo Rollemberg alterou outra, publicada em 2002, que previa a instalação apenas de empresas ligadas às áreas de tecnologia da informação e telecomunicações, e dava o nome ao complexo de Capital Digital. A área total destinada ao empreendimento tem 1,2 milhão de metros quadrados e fica entre a Granja do Torto e o Parque Nacional de Brasília. Funcionam no local o datacenter do Banco do Brasil e o da Caixa Econômica Federal, além de uma subestação da Companhia Energética de Brasília (CEB). Leia o pronunciamento do governador Rodrigo Rollemberg no lançamento do edital de Agente de Inovação do Parque Tecnológico. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”centro”] Edição: Vannildo Mendes
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FAP abre edital de R$ 15 milhões para pesquisas científicas no DF
Um dos principais compromissos do governo de Brasília, o apoio à pesquisa científica é fortalecido com a publicação do edital de demanda espontânea pela Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAP-DF). O diretor-presidente da FAP-DF, Tiago Coelho, assinou o edital de demanda espontânea. Foto: Nilson Carvalho/Agência Brasília O chamamento público, divulgado nesta quarta-feira (28), vai oferecer R$ 15 milhões em três faixas de propostas. Os recursos se destinam às despesas com a compra de equipamentos ou material bibliográfico e ao custeio do trabalho, como bolsas de iniciação científica. A cerimônia de assinatura ocorreu no Salão Nobre do Palácio do Buriti, com a presença do governador de Brasília, Rodrigo Rollemberg. Assinou o documento o diretor-presidente da FAP-DF, Tiago Coelho. O investimento em ciência, tecnologia e inovação é estratégico para o governo de Brasília, destacou Rollemberg: “Desde o início da gestão, entendemos que algumas áreas não poderiam ser objeto de cortes. Ciência, tecnologia e inovação é uma delas, por ser capaz de iniciar um novo ciclo de desenvolvimento de forma sustentável e de gerar renda com empregos qualificados”. [Numeralha titulo_grande=”R$ 60 milhões” texto=”Total investido em desenvolvimento de pesquisas no DF desde 2015″ esquerda_direita_centro=”esquerda”] Para o governador, investir em pesquisa favorece também a criação do ambiente de tecnologia no DF. “Isso é fundamental para a consolidação do Biotic — Parque Tecnológico”, disse. Em três anos, foram destinados R$ 60 milhões para o desenvolvimento de pesquisas no território. “Por meio da inovação, é possível fazer a conexão do pesquisador acadêmico ao pesquisador empreendedor”, defendeu o diretor-presidente da FAP-DF. O edital será publicado nos próximos dias no Diário Oficial do DF. O público-alvo é formado por pesquisadores de instituições de ensino públicas e privadas e de empresas de matriz tecnológica ou de desenvolvimento sem fins lucrativos. Cada proponente concorre com apenas um projeto, em uma só faixa de financiamento. Todo o processo será incluído no Sistema de Informação e Gestão de Projetos (SIGFAP), disponível no site da FAP-DF. As propostas devem se enquadrar nas seguintes linhas de financiamento: Faixa A: R$ 4,5 milhões Valor máximo das propostas: R$ 35 mil Podem concorrer: pesquisadores que obtiveram o título de doutor a partir de 2010 (inclusive), exceto os bolsistas de produtividade, CNPq níveis 1 e 2 (PQ, DT) Faixa B: R$ 4,5 milhões Valor máximo das propostas: R$ 70 mil Podem concorrer: pesquisadores doutores, exceto os bolsistas de produtividade, CNPq nível 1 (PQ, DT) Faixa C: R$ 6 milhões Valor máximo das propostas: R$ 145 mil Podem concorrer: pesquisadores doutores incluindo os bolsistas de produtividade, CNPq níveis 1 e 2 (PQ, DT) O edital contempla todas as áreas do conhecimento e variados perfis de cientistas. As propostas podem ser submetidas à comissão avaliadora de 9 de abril a 24 de maio e passarão por duas etapas de análise. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] A primeira é a habilitação, em que se observará se a documentação está em conformidade com os requisitos do edital. Os resultados dessa fase serão divulgados a partir de 6 de julho. A segunda etapa é a análise de mérito técnico-científico. Nela, é considera a adequação científica e executiva da proposta. O resultado final do processo seletivo será divulgado em 19 de outubro. A assinatura do termo de outorga e aceitação ocorrerá em 29 de outubro. Edição: Vannildo Mendes e Raquel Flores
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FAP-DF recebe o edifício-sede do Biotic
O prédio com dois blocos que será o edifício-sede do Biotic — Parque Tecnológico foi entregue à Fundação de Apoio à Pesquisa do DF nesta segunda-feira (26). Com 9,66 mil metros quadrados, o local abrigará, por exemplo, a entidade, a administração do parque e startups. A inauguração está prevista para abril. O presidente da FAP-DF, Tiago Coelho; o secretário-adjunto de Ciência, Tecnologia e Inovação, Thiago Jarjour; o governador Rollemberg; e o secretário de Economia, Desenvolvimento, Inovação, Ciência e Tecnologia, Valdir Oliveira Filho. Foto: Toninho Tavares/Agência Brasília Em visita nesta segunda-feira (26), o governador de Brasília, Rodrigo Rollemberg, destacou o impacto da abertura do Biotic na cidade. “A economia do DF vai mudar. Claro que não de uma vez, será um processo. Vamos agregar muito conhecimento e valor à nossa produção.” O objetivo é reunir no prédio empresas de base tecnológica, startups e instituições vinculadas à ciência, tecnologia e inovação. “Isso tudo para promover o desenvolvimento tecnológico do DF, que se transformará em um grande polo de empreendedorismo e de inovação com o parque tecnológico”, resumiu Rollemberg. Por meio de chamamento público, uma entidade — que atuará como agente de inovação do Biotic — será selecionada para desenvolver ações de fomento ao empreendedorismo e à inovação tecnológica, industrial e de biotecnologia no DF. O agente de inovação será responsável, por exemplo, por incluir programas de incubação e aceleração para novas empresas de base tecnológica e viabilizar conexões com empresas e investidores. [Numeralha titulo_grande=”R$ 32 milhões” texto=”Investimento para construção do edifício-sede do Biotic — Parque Tecnológico” esquerda_direita_centro=”esquerda”] O edifício é acessível, com elevadores e piso tátil direcional, entre outros itens. São quatro pavimentos mais dois subsolos com garagens. O investimento para construção soma R$ 32 milhões, provenientes da FAP-DF, responsável pela obra, em parceria com a Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap). A urbanização na área externa, em andamento, é feita pela Novacap. A mobília do espaço em cada setor fica sob responsabilidade de quem o ocupar. Acompanharam o governador na visita o presidente da FAP-DF, Tiago Coelho, e os secretários de Economia, Desenvolvimento, Inovação, Ciência e Tecnologia, Valdir Oliveira Filho, e adjunto de Ciência, Tecnologia e Inovação, Thiago Jarjour. O que é o Biotic – Parque Tecnológico Criado em janeiro de 2017, o Biotic — Parque Tecnológico visa concentrar cerca de 1,2 mil empresas dos ramos da tecnologia da informação e comunicação e da biotecnologia, com potencial para criar mais de 25 mil empregos diretos. A lei sancionada pelo governador Rodrigo Rollemberg alterou outra, publicada em 2002, que previa a instalação apenas de empresas ligadas às áreas de tecnologia da informação e telecomunicações, e dava o nome ao complexo de Capital Digital. A área total destinada ao empreendimento tem 1,2 milhão de metros quadrados e fica entre a Granja do Torto e o Parque Nacional de Brasília. Funcionam no local o datacenter do Banco do Brasil e o da Caixa Econômica Federal, além de uma subestação da Companhia Energética de Brasília (CEB). Edição: Raquel Flores
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Mais de R$ 1,5 milhão vai subsidiar 19 projetos na área ambiental no DF
Para alinhar pesquisas com políticas públicas necessárias ao desenvolvimento sustentável de Brasília, 19 projetos estão contemplados — no valor total de mais de R$ 1,5 milhão — para pesquisas sobre meio ambiente, sustentabilidade e políticas públicas socioambientais. O presidente da FAP-DF, Tiago Coelho, assina os termos acompanhado da decana de pós-graduação da UnB, Helena Eri Shimizu. Foto: Renato Araújo/Agência Brasília Nesta sexta-feira (23), em solenidade com o governador Rodrigo Rollemberg, a Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAP-DF) iniciou a assinatura de termos de outorga e aceitação. Com esse documento, os selecionados podem receber o recurso e começar a pesquisa. Presidente da FAP-DF, Tiago Coelho firmou o termo com Helena Eri Shimizu, decana de pós-graduação da Universidade de Brasília (UnB), uma das entidades com projetos escolhidos. Há ainda propostas, por exemplo, da Universidade Católica de Brasília, da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e do Serviço Social da Indústria (Sesi). Os temas e as linhas de pesquisa são divididos em: Água e adensamento urbano Clima, Cerrado e água Áreas protegidas e seus impactos na saúde e na qualidade de vida Incêndios florestais e seus impactos na saúde e no clima Gestão territorial e seus impactos na redução de gastos com infraestrutura “Todas essas linhas aqui financiadas para o conhecimento de processos ambientais buscando garantir sustentabilidade são extremamente importantes para termos uma cidade sustentável e que seja exemplo para o resto do Brasil”, avaliou Rollemberg. [Olho texto='”Essas linhas aqui financiadas são extremamente importantes para termos uma cidade sustentável e que seja exemplo para o resto do Brasil”‘ assinatura=”Rodrigo Rollemberg, governador de Brasília” esquerda_direita_centro=”esquerda”] Os trabalhos vão subsidiar políticas públicas climáticas, hídricas, territoriais e de resíduos sólidos no DF e na Região Integrada de Desenvolvimento do Distrito Federal e Entorno (Ride). Para o secretário do Meio Ambiente, Igor Tokarski, a aplicação dos estudos na realidade de Brasília é importante na busca do desenvolvimento sustentável: “O objetivo é trazer as pesquisas para os problemas atuais para poder balizar as decisões políticas”. “Tanto o investimento da FAP quanto a demanda feita pela Secretaria do Meio Ambiente atenderam às orientações do governador para temas importantes”, ressaltou o presidente da fundação, Tiago Coelho. Os projetos foram selecionados por meio do Edital nº 6, de 2017. Puderam participar pesquisadores, gestores, técnicos e servidores que atuem nas áreas do conhecimento relacionadas e que estejam vinculados a instituições públicas ou privadas. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Na solenidade, Rollemberg destacou ainda que a destinação de recursos para pesquisas na área ambiental coincide com dois momentos importantes na cidade: a construção do zoneamento ecológico-econômico do DF (ZEE-DF) e os preparativos para receber, em março, o 8º Fórum Mundial da Água. Alinhada à proposta de sustentabilidade, o governador reforçou o compromisso no setor com ações como a desativação do Lixão da Estrutural e a democratização do acesso à orla do Lago Paranoá. Leia o pronunciamento do governador Rodrigo Rollemberg na assinatura dos termos de outorga para pesquisas sobre meio ambiente no DF. Edição: Raquel Flores
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Abertas inscrições para cursos de ciência, tecnologia e inovação no Brasil e no exterior com apoio da FAP-DF
Já estão abertas as inscrições para concorrer à participação em cursos de ciência, tecnologia e inovação no Brasil e no exterior com recursos da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAP-DF). São R$ 7 milhões destinados a fomentar a pesquisa local por meio da divulgação de conhecimento científico. Podem participar da seleção pesquisadores doutores e mestres, doutorandos e mestrandos, alunos de graduação que fazem parte de programas de iniciação científica ou de extensão e profissionais de ciência, tecnologia e inovação que tenham título de mestre ou acima. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] É preciso, ainda, ser brasileiro ou ter o registro nacional de estrangeiro permanente, morar no DF ou Entorno e ter cadastro na plataforma Lattes do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e no Sistema de Informação de Gestão e Projetos (SIGFAP). É por meio do sistema que todas as propostas devem ser enviadas. A FAP-DF vai repassar R$ 10 mil para cada selecionado em cursos, eventos e visitas técnicas no exterior. No Brasil, essa quantia é de R$ 3 mil. O dinheiro serve para financiar passagens e diárias dos contemplados. As inscrições vão até 25 de janeiro e são para cursos em abril e maio. Os demais prazos, a documentação exigida e o modelo de projetos a serem submetidos pelo SIGFAP estão no edital, publicado no Diário Oficial do DF desta terça-feira (16) e lançado pelo governador de Brasília, Rodrigo Rollemberg, em cerimônia no Palácio do Buriti ontem. Edital destina R$ 6 milhões para promoção de eventos do setor no DF Outro edital, de R$ 6 milhões, foi lançado por Rollemberg ontem e publicado no Diário Oficial de hoje. O subsídio visa promover eventos científicos, tecnológicos e de inovação no DF. A ideia é receber propostas de pesquisadores vinculados a instituições de ensino públicas ou privadas e profissionais de ciência, tecnologia e inovação. [Numeralha titulo_grande=”De R$ 30 mil a R$ 150 mil” texto=”Faixa de financiamento do FAP-DF para promoção de eventos de ciência, tecnologia e inovação no DF” esquerda_direita_centro=”direita”] São três tipos de eventos: Regional, com temáticas para DF e Entorno Nacional, com abrangência em todo o País Internacional, de interesse de outros países com pelo menos um pesquisador estrangeiro A faixa de financiamento é de até R$ 30 mil, R$ 60 mil e R$ 150 mil, respectivamente. As inscrições seguem cronograma semelhante ao do outro edital: estão igualmente abertas até 25 de janeiro para eventos em abril e maio. O restante das datas pode ser encontrado no Diário Oficial (a partir da página 46). Com os dois editais publicados hoje, a FAP-DF soma um total de R$ 237 milhões investidos em editais para projetos de pesquisa locais desde 2015. Inscrições em editais da FAP-DF para fomento a cursos e eventos de ciência, tecnologia e inovação Até 25 de janeiro (quinta-feira) — para cursos ou eventos em abril e maio Envio de propostas pelo Sistema de Informação de Gestão e Projetos (SIGFAP) Mais informações nos Editais 1 e 2 de 2018 Edição: Raquel Flores
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FAP-DF destina R$ 13 milhões para desenvolvimento em ciência e inovação
O desenvolvimento de pesquisas científicas, de tecnologia e inovação em Brasília terá novo aporte de recursos com o lançamento de mais dois editais da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAP-DF). O diretor-presidente da FAP-DF, Tiago Coelho, assina os editais acompanhado do governador Rollemberg. Foto: Andre Borges/Agência Brasília Serão R$ 13 milhões para essas iniciativas divididos em: – R$ 7 milhões para apoiar a participação de alunos em cursos de curta duração e incentivar visitas técnicas a instituições de pesquisa e desenvolvimento em ciência, tecnologia e inovação, do Brasil ou do exterior. – R$ 6 milhões para promoção de eventos científicos, tecnológicos e de inovação no DF. “Com isso, criamos um ambiente de empreendedorismo e inovação importantíssimo para a economia”, destacou o governador de Brasília, Rodrigo Rollemberg, na cerimônia de assinatura dos editais na tarde desta segunda-feira (15) no Palácio do Buriti. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] Segundo ele, o investimento atende áreas prioritárias do governo e ajudará a cidade a enfrentar a crise econômica de forma sustentável. “No DF, temos uma alta concentração de doutores e acadêmicos. Precisamos, por natureza, agregar conhecimento à nossa produção”, acrescentou Rollemberg. Para o diretor-presidente da FAP-DF, Tiago Coelho, o incremento faz parte de uma estratégia de governo para retomar a economia por meio da inovação. “Esse campo representa uma força motriz para tornar Brasília um pólo de iniciação científica”, ressaltou. [Numeralha titulo_grande=”R$ 237 milhões” texto=”Montante investido pela FAP-DF desde 2015 em editais para projetos de pesquisa locais” esquerda_direita_centro=”direita”] Com os dois lançados hoje, a fundação soma um total de R$ 237 milhões investidos em editais para projetos de pesquisa locais desde 2015. A reitora da Universidade de Brasília (UnB), Márcia Abrahão, aprovou o investimento e reforçou a importância dele para o meio acadêmico. “É fundamental que haja iniciativas como essa para ampliarmos as ações de pesquisa. Sem dúvidas vamos nos candidatar e divulgar os editais”, afirmou a professora. Ela defendeu ainda a criação de um museu de ciência e tecnologia no DF. Leia o pronunciamento do governador Rodrigo Rollemberg na assinatura dos editais da FAP-DF. Edição: Raquel Flores
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FAP-DF premia iniciativas escolares de destaque em ciência e tecnologia
Iniciativas de estudantes e professores da rede pública foram reconhecidas pelo Prêmio FAP-DF de Ciência, Tecnologia e Inovação na Escola Pública 2017. Na tarde desta segunda-feira (18), 24 trabalhos de 21 escolas receberam, ao todo, R$ 321 mil em prêmios. Do Centro Educacional Agrourbano Ipê do Riacho Fundo II, o projeto de produção de alimentos e tecnologias rendeu o primeiro lugar na categoria ensino médio. Foto: Toninho Tavares/Agência Brasília A cerimônia ocorreu no auditório do Departamento Nacional de Infraestrutura e Transportes (Dnit). “Uma cidade só se desenvolve e só agrega valor à sua produção por meio do conhecimento”, definiu o governador de Brasília, Rodrigo Rollemberg, que entregou os prêmios aos vencedores. “Despertar esse interesse nos jovens é fundamental para que as pessoas possam identificar suas vocações e seguir suas carreiras”, acrescentou. Mais de 450 mil alunos, de 673 colégios do Distrito Federal, participaram da concorrência da Fundação de Apoio à Pesquisa (FAP-DF) em oito modalidades. No Centro Educacional Agrourbano Ipê do Riacho Fundo II, o projeto de produção de alimentos e tecnologias rendeu o primeiro lugar na categoria ensino médio. “Desenvolvemos práticas como captação de água da chuva, compostagem e produção de adubo orgânico e criação de tilápias em tanque de reúso”, detalhou o professor Rodrigo Chaves Toratani, à frente da equipe vencedora. [Olho texto='”É um modo diferente de aprendizagem, para além da sala de aula, e que posso levar para dentro de casa”‘ assinatura=”Odair Ferreira, aluno do Centro Educacional Agrourbano Ipê do Riacho Fundo II, que venceu na categoria ensino médio” esquerda_direita_centro=”esquerda”] Toda a produção ecológica é usada na própria escola, e as técnicas são estendidas para os moradores da região administrativa. “A ideia é aperfeiçoar a teoria, testar na prática e disseminar entre os alunos, as famílias e a comunidade”, explicou o docente. Membro do grupo, o estudante do segundo ano Odair Ferreira, de 18 anos, conta que decidiu fazer parte da iniciativa por ser complementar. “É um modo diferente de aprendizagem, para além da sala de aula, e que posso levar para dentro de casa”, disse o morador do Riacho Fundo II, que sonha cursar disciplinas ligadas ao meio ambiente na graduação. Prêmio da FAP faz parte do programa Criança Candanga O Prêmio FAPDF de Ciência, Tecnologia e Inovação na Escola Pública faz parte do programa Criança Candanga e tem como objetivo ampliar o acesso dos estudantes à cultura científica. Para o diretor-presidente da FAP-DF, Wellington Lourenço de Almeida, a medida é de extrema importância para a entidade pelo caráter estruturante. “Vamos nos mostrar uma sociedade madura quando olharmos para o futuro, para os jovens e as crianças”, defendeu. [Numeralha titulo_grande=”450 mil” texto=”Número de alunos, de 673 colégios do Distrito Federal, que participaram da concorrência da FAP-DF” esquerda_direita_centro=””] Também presente na cerimônia, o secretário de Educação, Júlio Gregório Filho, destacou a dedicação dos estudantes e agradeceu a todos os envolvidos pela oportunidade de envolver os jovens em ações como essa. “Esse é o tipo de educação que precisamos no século 21”. Servidores que tiveram participação ativa no processo receberam o certificado de menção honrosa das mãos do governador. Os trabalhos apresentados fizeram parte do Circuito de Ciências, promovido pela Secretaria de Educação em parceria com a Secretaria Adjunta de Ciência, Tecnologia e Inovação, da Casa Civil, e com a Secretaria de Economia e Desenvolvimento Sustentável. Distribuição dos prêmios em cada categoria Primeiro lugar R$ 3,2 mil para a equipe de estudantes R$ 4 mil para professor/coordenador do trabalho R$ 10 mil para a escola Segundo lugar R$ 2,4 mil para a equipe de estudantes R$ 3 mil para professor/coordenador R$ 8 mil para a escola Terceiro lugar R$ 1,6 mil para a equipe de estudantes R$ 2 mil para professor/coordenador R$ 6 mil para a escola Governo institui Prêmio Candango de Ciência, Tecnologia e Inovação Na cerimônia desta segunda (18), foi instituído, por meio de decreto assinado pelo governador de Brasília, o Prêmio Candango de Ciência, Tecnologia e Inovação do DF. A iniciativa vai reconhecer práticas transformadoras em educação, difusão científica e tecnológica, formais e não formais, nas seguintes categorias: Por profissionais da Educação Nos ambientes da Rede Ciência Por profissionais do setor produtivo No serviço público Na comunidade Acesse a lista dos vencedores no Prêmio FAPDF de Ciência, Tecnologia e Inovação na Escola Pública 2017. Leia o pronunciamento do governador Rodrigo Rollemberg durante o Prêmio FAP-DF de Ciência, Tecnologia e Inovação na Escola Pública. Edição: Marina Mercante
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Pesquisas científicas vão contribuir para elaboração de políticas de segurança
A Secretaria da Segurança Pública e da Paz Social e a Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAP-DF) assinaram nesta quarta-feira (13) os termos de outorga e aceitação de projetos de pesquisas que contribuirão para melhorar os resultados das políticas públicas de segurança de Brasília. Serão investidos cerca de R$ 750 mil nas pesquisas, que deverão ser desenvolvidas em até um ano, a partir de 2018. Os temas foram sugeridos pelas forças de segurança e envolvem diagnóstico e estratégias sobre acidentes domésticos, juventude e segurança pública e remição de pena pela leitura. [Olho texto=”“Para que possamos enfrentar qualquer tipo de problema, é fundamental que antes o conheçamos. Existem inúmeros fatores que influenciam a questão da segurança”” assinatura=”Edval Novaes, secretário da Segurança Pública e da Paz Social” esquerda_direita_centro=”esquerda”] Participaram da cerimônia no auditório do Departamento de Trânsito do DF (Detran-DF) os secretários da Segurança Pública e da Paz Social, Edval Novaes, e da Educação, Júlio Gregório Filho; o diretor-presidente da FAP-DF, Wellington Lourenço de Almeida; os coordenadores das dez pesquisas selecionadas no projeto; e representantes das forças de segurança. Para o secretário da Segurança Pública, o apoio da fundação é importante para que o serviço prestado pelas forças de segurança seja cada vez mais eficaz. “Para que possamos enfrentar qualquer tipo de problema, é fundamental que antes o conheçamos. Existem inúmeros fatores que influenciam a questão da segurança.” “Temos o compromisso de promover a pesquisa aplicada. Essa é uma tendência cada vez mais forte: trabalhar a partir dos problemas detectados nas cidades”, afirmou diretor-presidente da FAP-DF. Os resultados das pesquisas vão subsidiar ações do Corpo de Bombeiros do Distrito Federal, da Subsecretaria do Sistema Penitenciário, da Polícia Militar do DF e do Detran-DF.
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