Resultados da pesquisa

Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciência da Saúde (Fepecs)

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Escola Superior de Ciências da Saúde lança novo site como marco de 25 anos

A Escola Superior de Ciências da Saúde (Escs) lançou, nesta sexta-feira (3), o novo site institucional, resultado de um projeto de extensão multiprofissional, que envolveu estudantes dos cursos de enfermagem e medicina, docentes e servidores da coordenação de tecnologia da informação (CTI) da Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde (Fepecs). Com layout mais moderno e preservando as cores laranja e branco, que representam a escola, o novo portal conta com informações e dados que beneficiam toda a comunidade. Com layout mais moderno e preservando as cores laranja e branco, que representam a escola, o novo portal conta com informações e dados que beneficiam toda a comunidade | Reprodução   Referência nacional com metodologias ativas e integração total ao serviço, a Escs também está em busca de uma nova forma de se comunicar, não só com os estudantes, mas com aqueles que sonham em ingressar na escola ou que são atendidos pelos estudantes em seus projetos de extensão. A diretora da Escs, Viviane Peterle, que acompanhou toda a reformulação do site, acredita que “modernizar as tecnologias da comunicação nos aproxima cada vez mais da comunidade”. Para ela, “as produções feitas pelos estudantes na comunidade precisam ter fácil acesso, cumprindo também com o princípio da transparência”. Com novos menus de navegação, o portal ajuda a contar a história da Escs que, em setembro, completa 25 anos de existência. A parte institucional do site abrange informações como infraestrutura, governança, documentos oficiais e as formas de entrar em contato com a escola. Também foram inseridos acessos rápidos para encontrar a biblioteca, o portal do aluno, a Escs virtual e os editais disponíveis. “Modernizar as tecnologias da comunicação nos aproxima cada vez mais da comunidade” Viviane Peterle, diretora da Escs O site também conta com um menu de pesquisa e inovação que inclui o repositório científico, o programa de iniciação científica e o espaço do pesquisador. Uma das novidades é o guia do ingresso, que detalha a trajetória para aprovação nos cursos de medicina e enfermagem. O estudante do 2º ano de medicina Gustavo José Carreiro foi um dos responsáveis pela modernização do site. Para ele, “o desenvolvimento do novo portal foi, acima de tudo, uma forma de retribuir à Escs a excelência do ensino que recebemos”. Gustavo ressalta que “o maior objetivo foi criar uma plataforma que não apenas renove nossa identidade digital, mas que cumpra o papel fundamental de aproximar a instituição da sociedade, garantindo uma comunicação mais clara, acessível e humana”. O novo site da Escs é uma entrega da instituição para a comunidade acadêmica e população em geral, tendo em vista que as informações disponíveis podem auxiliar tanto os estudantes veteranos quanto os calouros e aqueles que buscam por ensino de qualidade e excelência em saúde.   *Com informações da Fepecs

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Inaugurado primeiro Centro de Estudos nos Transtornos do Espectro Autista da região Centro-Oeste

A manhã desta quarta-feira (1º) será lembrada como um momento histórico e emocionante com a inauguração do primeiro Centro de Estudos nos Transtornos do Espectro Autista (Cetea) da região Centro-Oeste. Vinculado à Escola de Saúde Pública do Distrito Federal (ESP/DF) e com recursos da Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde (Fepecs), o novo espaço é um centro de pesquisas interdisciplinar e sem fins lucrativos, que conta com um corpo técnico diversificado para uma visão integral do autismo. Localizado na Estação 108 Sul do Metrô-DF, o Cetea possui papel fundamental no desenvolvimento de pesquisas científicas e clínicas e, por meio de 25 pesquisadores, realiza a sistematização de dados epidemiológicos e contribui para a formulação de políticas públicas voltadas para o Transtorno do Espectro Autista (TEA). Também faz parte da missão do Cetea a capacitação profissional e educação em saúde, a fim de melhorar a assistência aos pacientes atendidos no Distrito Federal. 25 pesquisadores realizam a sistematização de dados epidemiológicos e contribuem para a formulação de políticas públicas voltadas ao Transtorno do Espectro Autista (TEA) | Foto: Divulgação Fepecs “Hoje é o dia mais importante do ano para a Fepecs. Precisamos estudar melhor o autismo, produzir evidências científicas e pensar além da medicalização” Vanessa Dalva Guimarães, diretora-executiva do Cetea À frente da ESP/DF, o diretor Demétrio Gonçalves destacou que “participar deste momento é uma grande honra como gestor, pois se trata de uma emoção contagiante”. Segundo ele, “hoje não estamos inaugurando apenas um espaço físico, estamos consolidando um compromisso institucional com o conhecimento e a formação de profissionais, com a pesquisa e, sobretudo, com as pessoas que vivem no espectro autista e suas famílias”. O diretor agradeceu o empenho da equipe do Cetea e todo trabalho desenvolvido até agora. “Quero saudar todas as pessoas autistas presentes e dizer que vocês são o motivo do nosso trabalho”, disse emocionada a coordenadora do Cetea, Valdelice França. Psicóloga da Secretaria de Saúde (SES) e atuando há mais de 15 anos com crianças autistas, ela fez um breve histórico de como surgiu o Cetea e descreveu a iniciativa como “uma proposta de trabalho que une pesquisa e assistência para transformar o estudo em inclusão”. Valdelice ressaltou também que o espaço representa uma “demanda de dedicação, pesquisa de ponta e, acima de tudo, sensibilidade”. Representando o secretário de Saúde, a coordenadora de Inovação e Gestão do Conhecimento da SES, Mabelle Roque, elogiou a ornamentação do evento e “o cuidado nos mínimos detalhes” e ressaltou que a criação do Cetea “simboliza a capacitação dos nossos profissionais para o manejo adequado do TEA e a possibilidade de novas evidências para fazer saúde pública”. [LEIA_TAMBEM] Relatos emocionantes Presente à mesa solene, Cibele Lopes se emocionou ao relatar a própria história. “Sou mãe de três filhos autistas e tudo mudou após a chegada deles”, disse com a voz embargada. Ela contou as dificuldades que enfrenta ao “precisar ser forte o tempo inteiro” e destacou que “quando falamos de autismo, não estamos falando apenas de diagnóstico, mas de mudança e reformulação da família”. Para ela, a criação de um espaço como o Cetea significa “conhecimento, ciência, pesquisa séria. E isso importa muito para nós, famílias atípicas, pois, no autismo, o tempo, a capacitação profissional e as pesquisas importam”. “Conhecimento, ciência, pesquisa séria. E isso importa muito para nós, famílias atípicas, pois, no autismo, o tempo, a capacitação profissional e as pesquisas importam” Cibele Lopes, mãe de três filhos autistas   “O propósito principal do Cetea é tornar tudo mais claro, e que a inclusão não seja necessária, porque não terá nada de fora para ser incluído”, disse Fernando Pucci, que é autista, professor e faz parte da equipe do Cetea. Com conhecimento de causa, Fernando ressaltou que “pela força de vontade de todos aqui, surgirão coisas maravilhosas para todos nós”. Finalizando o evento, Marco Antônio Toccolini, representante da senadora Damares Alves, se descreveu como “avô atípico” ao receber, recentemente, o diagnóstico de autismo do neto. “Estou muito emocionado, porque agora é uma luta mais pessoal do que nunca, por inclusão, melhores condições, evidências científicas, avanço nas pesquisas e tecnológicos para os estudos sobre o TEA”. Especialista em educação especial desde 1994, ele diz que “Brasília é referência nesse tema e a criação do Cetea é um momento realmente histórico”.   *Com informações da Fepecs

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Escola Superior de Ciências da Saúde divulga edital para Programa de Iniciação Científica

A Escola Superior de Ciências da Saúde (Escs) publicou edital para seleção de projetos que vão integrar o Programa de Iniciação Científica (PIC) e o Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (Pibic/CNPq), no período de setembro de 2026 a agosto de 2027. O programa tem como objetivo estimular o pensamento científico, a formação de recursos humanos qualificados e o desenvolvimento de projetos alinhados às demandas da saúde e da educação, aos projetos pedagógicos da instituição e às necessidades da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF). A iniciação científica permite que os estudantes desenvolvam competências para identificar problemas reais presentes nos serviços e na comunidade, investigar suas causas e propor soluções fundamentadas nas melhores evidências científicas disponíveis, contribuindo para o aprimoramento das políticas e práticas em saúde. A iniciativa representa uma das mais importantes estratégias de fortalecimento da pesquisa científica na graduação, promovendo a inserção precoce dos estudantes dos cursos de medicina e enfermagem no universo da investigação científica e da produção de conhecimento voltado para as necessidades da população do DF. Serão oferecidas 135 bolsas, divididas em quatro modalidades, com valores que variam entre R$ 700 e R$ 715, para estudantes dos cursos de enfermagem e medicina da Escs que tiverem projetos aprovados | Foto: Divulgação/ESCS Serão oferecidas 135 bolsas, divididas em quatro modalidades, com valores que variam entre R$ 700 e R$ 715, para estudantes dos cursos de enfermagem e medicina da Escs que tiverem projetos aprovados. A submissão dos projetos é feita por meio dos orientadores, que poderão indicar até dois estudantes por projeto — um bolsista e um voluntário — em apenas uma categoria específica de bolsa. Todos os orientadores devem dispor de carga horária mínima de duas horas semanais por projeto para atividades de pesquisa. Para a diretora da Escs, Viviane Peterle, o programa representa um marco na formação dos futuros profissionais de saúde. “A iniciação científica é o primeiro grande contato do estudante com a produção de conhecimento científico. Ao participar de um projeto de pesquisa, o aluno aprende a formular perguntas relevantes, analisar evidências e transformar observações da prática em conhecimento capaz de impactar positivamente a assistência à saúde. Formamos profissionais mais críticos, preparados para tomar decisões baseadas em evidências e comprometidos com a melhoria contínua do SUS”, afirma. Novidades As novas diretrizes buscam tornar mais claros os procedimentos de inscrição, avaliação e acompanhamento dos projetos, ampliando a transparência e a segurança jurídica do processo seletivo Este ano, uma das novidades é o edital simplificado, que traz uma abordagem ilustrativa do documento, com as principais informações a serem observadas pelos candidatos, além de um guia que explica como se inscrever, o que será aceito e o que não é permitido para a submissão dos projetos, bem como as obrigações dos participantes, etapas, recursos e disposições finais. A edição 2026/2027 também traz importantes avanços administrativos, resultado do processo de revisão e simplificação das normas institucionais que regem o programa. As novas diretrizes buscam tornar mais claros os procedimentos de inscrição, avaliação e acompanhamento dos projetos, ampliando a transparência e a segurança jurídica do processo seletivo. Para a diretora-executiva da Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde (Fepecs), Vanessa Dalva Guimarães, “a medida reforça o compromisso da Secretaria de Saúde por meio da Escs e da Fepecs com a modernização da gestão acadêmica e com a criação de condições cada vez mais favoráveis para o desenvolvimento da pesquisa científica entre estudantes e docentes”. [LEIA_TAMBEM]O novo edital disponibiliza bolsas financiadas tanto com recursos da Fepecs, vinculada à  Secretaria de Saúde (SES-DF), quanto com recursos do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). O investimento evidencia a confiança das instituições financiadoras na capacidade técnica e científica do corpo docente da Escs, composto por servidores altamente qualificados e comprometidos com a produção de conhecimento voltado à melhoria da saúde pública. Cronograma O período de inscrição vai do dia 29 deste mês a 7 de julho, na página do processo seletivo. A confirmação das inscrições será em 8 de julho, e os candidatos poderão interpor recursos em 9 de julho. A homologação do resultado está prevista para 27 de julho, e a convocação dos estudantes para a entrega de documentação será no período de 28 a 30 de julho. Já a assinatura do termo de compromisso e início das atividades têm previsão para 31 de julho. *Com informações da Fepecs  

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Simpósio debate os desafios da formação técnica para o SUS

A Escola de Saúde Pública do Distrito Federal (ESP-DF) iniciou, nesta quarta-feira (17), o I Simpósio do Ensino Técnico, evento científico e institucional voltado à integração, à inovação e à valorização da formação técnica em saúde. A programação segue até esta quinta-feira (18), no auditório da Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde (Fepecs), reunindo estudantes, profissionais da saúde, servidores do Governo do Distrito Federal (GDF) e a comunidade em geral. A abertura do simpósio contou com uma fala da coordenadora de cursos de pós-graduação lato sensu e extensão da ESP/DF (CPLE), Vanessa Dalva Guimarães, que representou a direção da Fepecs e destacou a realização do evento e a importância da criação da Lei da Preceptoria e do Programa de Ensino Técnico Associado às Residências em Saúde (Protec) no contexto da formação técnica. “Em 2019, nós aprovamos uma lei da preceptoria para que ela fosse ofertada para a residência, graduação e para o ensino técnico. Nós ficamos com essa lei aprovada sem regulamentação por muito tempo, até que recentemente pudemos implementar o Protec. Essa experiência que vocês estão vivenciando é nova, mas permite a vocês ter uma visão do mundo do trabalho ao ir aos cenários e aprender com quem faz acontecer”, destacou Vanessa. Durante o simpósio, os participantes receberam cartões com palavras que simbolizavam a integração entre o ensino técnico e o Sistema Único de Saúde (SUS) | Foto: Divulgação/Fepecs Durante o evento, os participantes receberam cartões com palavras que simbolizavam a integração entre o ensino técnico e o Sistema Único de Saúde (SUS). Em uma dinâmica de acolhimento e integração, eles foram convidados a se levantar e ouvir reflexões sobre os conceitos apresentados, reforçando a importância desses conceitos para a formação dos profissionais de saúde. Na sequência, foi realizada a conferência magna "Os desafios contemporâneos da formação técnica e sua contribuição para o fortalecimento do SUS", ministrada pelo professor Nilceu Oliveira. A palestra trouxe reflexões sobre o papel estratégico da educação profissional na qualificação dos serviços de saúde e no fortalecimento do SUS. A programação do primeiro dia continuou com a Arena de Ideias, que debateu o tema "O futuro da formação técnica para o SUS", promovendo o diálogo entre especialistas, gestores, docentes e estudantes sobre perspectivas, desafios e oportunidades para o ensino técnico em saúde. Encerrando as atividades do primeiro dia, os participantes acompanharam a palestra "Habilidades atitudinais para o trabalho em saúde", proferida pela médica de família e comunidade Juliana Soares, que abordou competências comportamentais essenciais para a atuação dos profissionais no cuidado e na assistência à população. Segundo dia No segundo e último dia do simpósio, nesta quinta-feira, as atividades serão distribuídas em cinco eixos temáticos: Eixo Transversal, Eixo de Análises Clínicas, Eixo de Enfermagem, Eixo de Radiologia e Eixo de Saúde Bucal, com apresentações, debates e compartilhamento de experiências voltadas para o aprimoramento da formação técnica em saúde.   *Com informações da Fepecs

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Pesquisa de egresso do mestrado acadêmico da Escs é reconhecida em congresso nacional

Premiada no XIX Congresso Brasileiro de Transplantes e no XXII Congresso Luso-Brasileiro de Transplantes, principais eventos da área no país, uma pesquisa desenvolvida no Distrito Federal lançou luz sobre um dos maiores desafios do setor: a recusa familiar à doação de órgãos. O estudo do enfermeiro, servidor da Central de Transplantes do DF e bacharel em psicologia Anderson Galante, egresso do mestrado acadêmico em ciências da saúde da Escola Superior de Ciências da Saúde (Escs), integrada à Universidade do Distrito Federal (UnDF), identificou que a desconfiança no sistema de transplantes é o principal fator que leva famílias brasileiras a negar a autorização. A relevância do trabalho foi reconhecida com a concessão do prêmio Cristina Massarolo, uma das principais distinções da área. Estudo conduzido por Anderson Galante, servidor da Central de Transplantes do DF, foi premiado em dois congressos nacionais | Foto: Divulgação/Fepecs O evento, promovido pela Associação Brasileira de Transplantes de Órgãos (ABTO), foi realizado em outubro de 2025, em Fortaleza (CE), e reuniu especialistas de diferentes países para discutir avanços científicos, tecnológicos e desafios na doação e no transplante de órgãos e tecidos. A premiação foi concedida neste mês de março. O estudo, intitulado Fatores psicológicos presentes na não autorização familiar à doação de órgãos no Brasil: variável para a gestão de problemas, foi desenvolvido em 2025 como dissertação de mestrado acadêmico. Com orientação da professora doutora Leila Göttems e coorientação do professor doutor Tommy Goto, da Universidade Federal de Uberlândia (UFU), a pesquisa trouxe uma abordagem inovadora ao analisar o tema sob a ótica da gestão em saúde aliada à psicologia. Anderson Galante explica que o trabalho foi realizado nos estados do Amazonas, Bahia, Goiás e no Distrito Federal, por meio de entrevistas com pessoas que recusaram a doação de órgãos. Utilizando o método fenomenológico e o método de análise e solução de problemas, a investigação buscou compreender não apenas as decisões, mas também as percepções e motivações por trás delas. [LEIA_TAMBEM]“Os resultados apontaram que a desconfiança no sistema de transplantes esteve presente em todos os relatos. Também foram identificados outros fatores psicológicos relevantes, como insegurança na tomada de decisão, ausência de apoio psicológico durante o acompanhamento hospitalar, sensação de injustiça no sistema, tentativa de interromper o sofrimento da família e percepções de desrespeito ou ameaça”, destacou o pesquisador. A pesquisa evidencia, ainda, que o desconhecimento da população sobre o funcionamento do sistema de transplantes contribui diretamente para esse cenário. Em uma das entrevistas, um participante afirmou: “O governo não explica como o sistema funciona, apenas faz apelo emocional uma vez por ano para a gente doar órgãos”. Para o pesquisador, os dados revelam a necessidade de avançar na comunicação com a sociedade sobre o sistema de transplantes, de forma a fortalecer a política pública de doação e transplante de órgãos e tecidos. O desenvolvimento da pesquisa contou com o apoio da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF), além das centrais estaduais de transplantes dos estados participantes. *Com informações da Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde (Fepecs)

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Encontro marca início de nova etapa formativa nos cursos técnicos da ESP-DF

Estudantes dos quatro cursos técnicos ofertados pela Escola de Saúde Pública do Distrito Federal (ESP-DF) participaram, nessa quinta-feira (5), do “Dia P”, encontro estratégico voltado ao alinhamento pedagógico do Módulo II do Programa de Ensino Técnico Associado às Residências em Saúde (Protec). Realizado no auditório da Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde (Fepecs), o evento marcou o início de uma nova etapa da formação, com foco na integração entre teoria e prática. A iniciativa foi concebida como um espaço integrador, voltado ao alinhamento pedagógico, ao engajamento acadêmico e ao fortalecimento dos vínculos institucionais entre estudantes, docentes e equipes pedagógicas. Durante o evento, os participantes acompanharam inicialmente uma abertura institucional no auditório, com apresentação da proposta pedagógica do módulo e da programação do encontro. O “Dia P” foi estruturado a partir de quatro eixos fundamentais: Percurso formativo, Prática, Pesquisa e Pertencimento, que dão nome ao evento e norteiam as reflexões propostas durante o encontro. Segundo a coordenadora dos cursos técnicos da ESP/DF, Sandra França, o momento marca a transição entre as etapas iniciais da formação e uma fase mais direcionada à prática profissional. “O módulo 1 é o módulo transversal, em que as atividades são integradas entre os quatro cursos. A partir do dia de hoje, cada curso segue a sua própria trajetória”, afirma. Realizado no auditório da Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde (Fepecs), o evento marcou o início de uma nova etapa da formação, com foco na integração entre teoria e prática | Foto: Divulgação/Fepecs Segundo Sandra, o novo módulo traz como principal novidade a implementação do modelo Protec, que amplia a integração entre teoria e prática no processo de aprendizagem. “O diferencial é a introdução do modelo Protec, que corresponde à parte prática do curso. Então, a partir de agora, os estudantes vão conhecer a teoria no que a gente chama de “Semana Escola” e terão a alternância dentro dos cenários de ensino com a parte prática, que chamamos de “Semana Cenário”, explica. Atividades específicas e exposição Além das apresentações institucionais, a programação do Dia P incluiu uma exposição de trabalhos acadêmicos no hall do auditório da Fepecs, o reconhecimento de estudantes em destaque, uma apresentação sobre os serviços da Biblioteca da Fepecs e uma exposição sobre o Programa de Iniciação Científica, Inovação, Tecnologia e Extensão (Picite), que incentiva a participação dos alunos em projetos de pesquisa e inovação. Após a abertura do evento, os estudantes foram divididos por cursos para atividades específicas. Nesses encontros, as equipes detalharam o funcionamento do módulo, os critérios de avaliação e apresentaram os preceptores, tutores e coordenadores que acompanharão os estudantes dos cursos técnicos de enfermagem, análises clínicas, saúde bucal e radiologia ao longo da formação. Outro aspecto destacado pela coordenadora é o compromisso da escola com a inclusão e a diversidade no processo educacional. “O ensino da Escola de Saúde Pública é diferenciado por estar alinhado ao SUS. Alguns dos materiais expostos foram preparados em braile e em Libras, além de utilizarem cores e formatos acessíveis. A ideia é que qualquer pessoa, desde quem tem menor nível de alfabetização até quem possui maior facilidade de aprendizagem, consiga compreender os conteúdos”, afirma.   *Com informações da Fepecs

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Fepecs celebra 25 anos de compromisso com o ensino e a pesquisa

A Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde (Fepecs) celebrou, nesta segunda-feira (26), seu aniversário de 25 anos. Fundada em 2001, a entidade de caráter científico-tecnológico, educacional, sem fins lucrativos e vinculada diretamente à Secretaria de Saúde (SES-DF), possui papel de relevância no ensino e na pesquisa do Distrito Federal. Mantenedora da Escola Superior de Ciências da Saúde (Escs) e da Escola de Saúde Pública do DF (ESP/DF), a instituição conta com um corpo técnico de excelência, que capacita profissionais de saúde e pessoas da comunidade, com oferta de cursos de graduação, pós-graduação, mestrado, doutorado e ensino técnico por meio de suas escolas.  Com um auditório lotado de servidores, gestores, docentes, discentes e convidados, a Orquestra Sinfônica da Força Aérea Brasileira (FAB) foi responsável por tornar o ambiente acolhedor e agradável. Entoando músicas conhecidas, que fizeram a plateia se emocionar, também executou o Hino Nacional, que deu o tom solene à celebração. Ex-diretores e outras autoridades, que reconhecem a importância da instituição, também participaram da comemoração, que aconteceu durante toda a manhã. A diretora-executiva da Fepecs, Inocência Rocha Fernandes, em sua fala durante a mesa de abertura, ressaltou “o papel fundamental dos servidores na construção da história da instituição” e agradeceu “o empenho e dedicação de cada um”. A gestora pontuou a “evolução dos cursos de graduação, o investimento contínuo em pesquisa, a criação de novos cursos técnicos, ampliação das residências médicas e dos cursos de especialização, aumento no número de vagas nos cenários de ensino da SES, melhorias dos nossos espaços físicos e tantas outras conquistas para serem comemoradas”. Para ela, o sucesso da Fepecs se deve ao “trabalho conjunto, que é feito com muito amor”. A diretora finalizou agradecendo mais uma vez aos servidores e “ao trabalho em equipe, que realiza grandes coisas”. Com um auditório lotado de servidores, gestores, docentes, discentes e convidados, a Orquestra Sinfônica da Força Aérea Brasileira (FAB) foi responsável por tornar o ambiente acolhedor e agradável | Foto: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde DF  O secretário de Saúde, Juracy Cavalcante, também evidenciou o trabalho realizado pela Fepecs e, segundo ele, como “defensor do Sistema Único de Saúde (SUS) e da capacitação e formação de profissionais” não podia deixar de comparecer a um evento que celebra “o passado e o futuro”. O gestor refletiu sobre como foi inovadora a criação da Fepecs há 25 anos e como a instituição “acompanha os avanços tecnológicos mundo afora, para uma educação diferenciada”. Juracy ressaltou “a coragem de Jofran Frejat”, que idealizou a Fundação e disse que “já naquela época ele pensou em uma instituição que fugia do tradicional”. Representando a vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão, sua mãe, Maria Célia, agradeceu a presença de todos: "Vejo pulsar nos olhos de cada um de vocês o sentimento que os trouxe aqui, que é uma saúde pública de qualidade”. Em seguida, leu uma carta da vice-governadora, que não pôde comparecer, e agradeceu ao convite para “participar de um momento tão especial”. As diretoras da ESP/DF e da Escs, Fernanda Monteiro e Viviane Peterle, também participaram da solenidade e falaram sobre a importância da Fundação, que mantém administrativa e financeiramente as escolas, viabilizando recursos e pessoal para seus projetos e realizações. Homenagens A comemoração também contou com diversas homenagens. As autoridades que compuseram a mesa de abertura foram homenageadas por seu compromisso com o ensino, a pesquisa e a saúde pública do DF. Em seguida, houve duas homenagens in memorian: ao servidor Washington Pereira Gomes, que faleceu recentemente e trabalhava na Fepecs desde sua criação; e ao médico Jofran Frejat, que teve papel fundamental na idealização e articulação para criação da Fepecs. Ambas as homenagens foram recebidas por seus familiares. O ponto alto da celebração foi o reconhecimento institucional aos servidores lotados na Fundação há 15 anos ininterruptos. O mais antigo, Demétrius Reis de Carvalho, recebeu das mãos da diretora-executiva um certificado, em nome de outros 27 servidores, que também tiveram seu trabalho enaltecido pela gestora. Bolo de aniversário e exposição A celebração foi finalizada com um coffee break, com direito a bolo de aniversário e parabéns. Os convidados também puderam apreciar uma exposição de fotos, montada em frente ao auditório, com imagens que contam a história de 25 anos da Fepecs, desde a construção até os dias atuais. Foi um momento de confraternização e nostalgia, em que todos puderam se perceber como parte fundamental da memória da instituição, contribuindo com seu tempo, seu trabalho e sua presença. Para a diretora-executiva, Inocência Rocha, “essa festa é a prova de que estamos fazendo um bom trabalho e de que também entraremos para a história”. *Com informação da Fepecs

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Escs disponibiliza 160 vagas pelo Sisu para cursos de medicina e enfermagem

A Escola Superior de Ciências da Saúde (Escs), mantida pela Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciência da Saúde (Fepecs) e integrada à Universidade do Distrito Federal Jorge Amaury Maia Nunes (UnDF), ofertará 160 vagas para ingresso em 2026. As oportunidades são destinadas aos cursos de medicina e enfermagem, com seleção realizada exclusivamente por meio do Sistema de Seleção Unificada (Sisu), do Ministério da Educação (MEC). O período de inscrição no Sisu vai do dia 19 ao dia 23 deste mês. Ao todo, serão disponibilizadas 80 vagas para cada curso. Os candidatos poderão concorrer tanto pela ampla concorrência, que corresponde a 48 vagas por curso, quanto pelo sistema de cotas, com 32 vagas, em cada graduação. A política de cotas reserva 40% das vagas para estudantes que tenham cursado o ensino fundamental e médio em escolas públicas, seja no Distrito Federal ou em outros estados, conforme estabelece a Lei Distrital nº 3.361/2004. De acordo com a diretora da Escs, Viviane Peterle, para participar do processo seletivo, é necessário que o candidato tenha realizado uma das três últimas edições do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e efetue a inscrição dentro do prazo estabelecido pelo Sisu. “A participação no Enem e a inscrição no sistema são critérios indispensáveis para concorrer às vagas da Escs”, ressalta a diretora. Ao todo, serão disponibilizadas 80 vagas para cada curso | Foto: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde DF  Como localizar os cursos no Sisu Os interessados devem acessar o site sisualuno.mec.gov.br. O login é feito por meio da conta gov.br. Para encontrar as vagas ofertadas, o sistema permite a utilização de filtros por município, instituição ou nome do curso. Ao fazer a busca, os cursos aparecerão com as denominações “Campus Escs Asa Norte – Graduação Medicina (Brasília/DF)” e “Campus Escs Samambaia – Graduação Enfermagem (Brasília/DF)”. Cronograma e acompanhamento Os candidatos devem acompanhar atentamente as publicações oficiais do Enem, do Sisu, da UnDF e da Escs, onde serão divulgadas todas as atualizações do processo seletivo. A previsão é que o resultado da chamada regular seja divulgado no dia 29 deste mês. As informações referentes às convocações para matrícula serão publicadas nos sites da UnDF e da Escs. É fundamental que os candidatos acompanhem diariamente as chamadas relacionadas ao curso escolhido, para não perder os prazos estabelecidos.   *Com informações da Fepecs

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Lançado edital com 306 vagas para cursos gratuitos de pós-graduação na área de Saúde

A Escola de Saúde Pública do Distrito Federal (ESP-DF), mantida pela Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde (Fepecs), publicou um novo edital de seleção para nove cursos de pós-graduação lato sensu. Ao todo, são disponibilizadas 306 vagas, de forma gratuita, para profissionais que tenham nível superior nas áreas de saúde, educação e afins. Entre as principais novidades desta edição está a criação da especialização em saúde da população negra, uma pós-graduação inédita, desenvolvida ao longo de mais de um ano de trabalho. O curso nasce com o objetivo de oferecer uma formação completa e aprofundada, capaz de contemplar de forma integral as necessidades dessa população. A proposta surgiu a partir do curso de extensão em Equidade Racial no Sistema Único de Saúde (SUS), momento no qual se identificou a ausência de formações que abordassem a saúde da população negra em sua totalidade. Os cursos são financiados com recursos da Fepecs e possuem carga horária variando entre 360 e 420 horas | Foto: Divulgação/Fepecs Essa especialização reúne temas essenciais para compreensão e atuação qualificada na área, incluindo aspectos históricos da população negra no Brasil, marcos legais, racismo, preconceito e discriminação, determinantes sociais da saúde, epidemiologia, mortalidade materna de mulheres negras, justiça social, saúde mental, violências e estratégias de enfrentamento ao racismo institucional. O conteúdo também abrange políticas de equidade em saúde e assistência social, além de debates sobre a população em situação de rua e pessoas privadas de liberdade. Além disso, o processo seletivo também oferece as especializações em gerontologia; gestão de saúde pública; gestão do sistema brasileiro de transplantes de órgãos e tecidos; medicina intensiva; preceptoria de residência em áreas profissionais de saúde (modalidades uni e multiprofissional); preceptoria de residência médica; saúde coletiva e epidemiologia; e saúde mental e atenção psicossocial. Os cursos são financiados com recursos da Fepecs e possuem carga horária variando entre 360 e 420 horas. Todos são reconhecidos pelo Ministério da Educação (MEC) e contam com um corpo docente formado por especialistas, mestres e doutores atuantes nas redes de saúde e em instituições de pesquisa do país.[LEIA_TAMBEM] O chefe do Núcleo de Especialização e Extensão da ESP-DF, Demétrio Gomes, explica que o diferencial dos cursos é o foco na interdisciplinaridade. “Os cursos da ESP-DF são estruturados para promover uma integração real entre diferentes áreas do conhecimento”, destaca. O processo seletivo mantém, no edital deste ano, a política de reserva de 20% das vagas para pessoas negras (pretas e pardas) e pessoas com deficiência e 10% para candidatos hipossuficientes. A distribuição das vagas está detalhada no edital. Inscrições e etapas As inscrições devem ser realizadas do dia 27 deste mês a 8 de dezembro, no site do Instituto Access, banca organizadora do certame, com taxa de R$ 48. O candidato precisa gerar uma senha de acesso ao sistema de inscrição e posteriormente preencher o formulário, escolher o curso pretendido, enviar toda a documentação exigida no edital, além de pagar a taxa de inscrição. O resultado final, com a convocação para matrícula, está previsto para 18 de dezembro. As atividades acadêmicas terão início na mesma data, com aula magna inaugural para todos os cursos.   *Com informações da Fepecs

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Segurança do paciente: profissionais de saúde passam por capacitação

A comunicação efetiva e o trabalho em equipe na saúde são determinantes na qualidade da assistência ao paciente. Com esse objetivo e na melhoria contínua do serviço, a Gerência de Risco em Serviços de Saúde da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) promoveu, nessa segunda-feira (1º), uma reunião com os Núcleos de Segurança do Paciente das unidades hospitalares da capital. O encontro foi realizado no auditório da Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde (Fepecs). “A capacitação impacta positivamente, pois ao organizar as etapas de identificação de riscos, bem como seu gerenciamento, buscamos que nenhuma medida de segurança seja negligenciada. Nosso objetivo é promover capacitação dos profissionais, visando à adoção de um plano de ação e medidas eficazes para proteção aos pacientes”, destacou a gerente de Riscos em Serviços de Saúde da SES-DF, Maria do Socorro Xavier Félix. De acordo com a gerente, a troca de experiências entre os profissionais, bem como o esclarecimento sobre a legislação sanitária são importantes para que os serviços sejam cada vez mais eficazes. "A investigação desses eventos não busca culpados ou responsáveis, mas encontrar falhas no processo assistencial e a partir da identificação desses erros, desenvolver processos assistenciais mais seguros”, acrescentou. "As unidades estão cada vez mais preocupadas em olhar os seus processos de qualidade, segurança e transparência”, destacou Paulo Lisbão | Foto: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde DF Qualidade e segurança Para o especialista em Qualidade e Segurança do Paciente da Diretoria da Vigilância Sanitária do DF, Paulo Lisbão, os encontros, realizados regularmente, são muito importantes para garantir a qualidade do atendimento. “É muito importante trazer demandas da qualidade de segurança que surgem da própria Anvisa [Agência Nacional de Vigilância Sanitária] para distribuir às unidades e, ao mesmo tempo, ouvir os hospitais que estão cada vez mais preocupados em olhar seus processos de qualidade, segurança e transparência”, disse o especialista. Serviço Na SES-DF, a atuação é realizada pela Gerência de Risco em Serviços de Saúde. A equipe técnica realiza visita aos núcleos de segurança do paciente de hospitais públicos, privados e militares, periodicamente, com o objetivo de monitorar o funcionamento dos serviços de saúde quanto ao cumprimento legal dos requisitos necessários para a segurança do paciente no âmbito do Distrito Federal.[LEIA_TAMBEM] Participante da reunião, a enfermeira da Vigilância Sanitária, Solange Regina Schwingel, reforçou que a atuação conjunta dos profissionais é fundamental. “É por meio da notificação que conseguimos desenvolver políticas para prevenir e evitar que ocorra novamente algum risco ou erro, além de melhorar a qualidade da assistência, reduzindo todo e qualquer dano possível. É essencial tanto para o gestor, quanto para a assistência e para o paciente”, relata. Para a coordenadora do Núcleo de Qualidade e Segurança do Paciente do Instituto de Cardiologia e Transplantes do Distrito Federal (ICTDF), Liliana Cristina de Castro, as ações visam garantir a segurança dos usuários, minimizando riscos e danos no cuidado à saúde. “Quando evidenciamos uma ocorrência com falha, usamos como um aprendizado para a criação de processos melhores para os próximos pacientes. Hoje, conseguimos mapear melhor esses eventos, saber onde há erros de processos e trabalhar para que não ocorra novamente. Temos visto essa preocupação de notificar. Isso se traduz em transparência para o hospital, para a equipe que trabalha e para as famílias”, concluiu. *Com informações da Secretaria de Saúde (SES-DF)

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Fepecs inaugura Laboratório de Saúde Digital

A Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde (Fepecs) inaugurou, nesta quinta-feira (8), o Laboratório de Saúde Digital. O espaço funciona como uma central de laboratórios voltada ao desenvolvimento de tecnologias aplicadas à área da saúde. Nesta quinta (8), a Fepecs inaugurou o Laboratório de Saúde Digital, voltado para o desenvolvimento de tecnologias | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde-DF A cerimônia contou com a presença do titular da Secretaria de Saúde (SES-DF), Juracy Cavalcante; da diretora-executiva da Fepecs, Inocência Rocha; da diretora da Escola de Saúde Pública (ESP/DF), Fernanda Monteiro; além de representantes da Escola Superior de Ciências da Saúde (Escs), do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) e da própria ESP/DF. Durante o evento, Inocência Rocha celebrou a entrega do novo espaço à comunidade acadêmica da Fepecs e suas escolas: “É com satisfação que disponibilizamos esse ambiente, que será essencial para o aprimoramento das pesquisas e o desenvolvimento de novas tecnologias, contribuindo para o avanço do conhecimento na área e para a melhoria da saúde pública do DF”. [LEIA_TAMBEM]O secretário de Saúde ressaltou a importância da tecnologia como aliada da gestão pública. “Quando se fala em saúde, é preciso falar também de digitalização. A implementação da tecnologia trará mais eficiência aos processos. A SES-DF tem trabalhado para ampliar essa estrutura, e muitos dos projetos que estamos planejando podem ser realizados em parceria com a Fepecs”, disse Juracy. O novo laboratório abriga um Observatório de Saúde Coletiva e uma central de dados de pesquisa, equipada com sistemas para coleta, armazenamento e curadoria de informações. Segundo o coordenador de pesquisa e comunicação científica da ESP/DF, Sérgio Fernandes, o local também conta com estrutura para pesquisa qualitativa. “Temos agora um espaço para grupos focais, com sala em espelho, que dará suporte a esse tipo de estudo. Essa era uma lacuna que existia na Secretaria de Saúde”, explicou. Fernandes acrescenta que o Laboratório de Saúde Digital também incorpora um núcleo de evidências e um núcleo de avaliação de tecnologias em saúde, com foco na produção de revisões sistemáticas para subsidiar decisões sobre a incorporação, modificação ou retirada de tecnologias do sistema de saúde. *Com informações da Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde (Fepecs)

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Escs recepciona novos estudantes em aula inaugural

A tarde desta segunda-feira (10) foi especial para os novos estudantes do primeiro ano dos cursos de medicina e enfermagem da Escola Superior de Ciências da Saúde (Escs), integrada à Universidade do Distrito Federal (UnDF) e mantida pela Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde (Fepecs). O auditório da fundação recebeu mais de 100 alunos para a aula inaugural, que marcou o início das atividades do ano letivo. Cerimônia de saudação aos calouros contou com homenagens e uma palestra| Foto: Divulgação/Fepecs Na abertura da solenidade, a diretora da Escs, Viviane Pertele, ressaltou que o momento celebra tanto as conquistas individuais de cada um dos alunos quanto o compromisso coletivo que sustenta a excelência da instituição. “Gostaria de agradecer aos gestores, docentes, estudantes e profissionais que ao longo dos 24 anos desta escola, com empenho e dedicação, trabalham para garantir a qualidade e a continuidade na formação de excelência de médicos e enfermeiros, com perfil voltado às necessidades da população e em consonância com os princípios e diretrizes do nosso sistema público de saúde”, declarou a gestora. “Vocês são chamados hoje, para esse ingresso na Escs, a se comprometem com o seu processo formativo, mas também vão ser os responsáveis pelos processos formativos dos pacientes e das famílias dos pacientes que vocês atenderem” Simone Benck, reitora pro-tempore da UnDF A diretora-executiva da Fepecs, Inocência Rocha Fernandes, reforçou a saudação: “É com muita alegria que recebemos vocês aqui hoje. É única a oportunidade de estar desde o primeiro momento dentro de uma instituição pública de saúde, participando das vivências, conhecendo as minúcias do nosso dia a dia, além de aprender e crescer como ser humano – porque, para além de médicos e enfermeiros, nós precisamos de seres humanos. Aproveitem, aprendam, cresçam, se especializem”. Por sua vez, a reitora pro-tempore da UnDF, Simone Benck, lembrou a importância da Escs representa para as áreas de medicina e de enfermagem e citou a relação histórica entre educação e saúde: “Foi a saúde que buscou, por meio da prevenção, historicamente, o ensinar, e nisso ela se tornou uma grande expert nos processos formativos. E vocês são chamados hoje, para esse ingresso na Escs, a se comprometem com o seu processo formativo, mas também vão ser os responsáveis pelos processos formativos dos pacientes e das famílias dos pacientes que vocês atenderem”. Palestra e homenagens Na oportunidade, os calouros acompanharam uma palestra com o tema “Além do diploma: como a Escs nos transformou e o que esperamos do futuro da saúde”, proferida por ex-alunos de medicina e enfermagem. Em seguida, foi feita uma apresentação sobre o projeto Rondon e a entrega de homenagem para a equipe de rondonistas da Escs que participou da operação Sul de Minas I, em janeiro. Programa de Acolhimento ao Calouro  O Programa de Acolhimento ao Calouro (PAC) é um projeto de extensão desenvolvido anualmente pela Escs para recepcionar os estudantes que ingressam nos cursos de graduação da escola. As atividades são voltadas para propiciar a integração, fortalecer a instituição e aproximar os novos alunos da população do Distrito Federal, por meio de ações solidárias. Como parte das atividades do PAC, logo após a sessão solene, os estudantes participaram de um tour nas instalações da escola. Nos próximos dias, a programação inclui gincanas, palestras, “trotes” e a cerimônia do jaleco, além de apresentação das ligas acadêmicas e confraternização entre calouros e veteranos.  *Com informações da Fepecs

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Escola Superior de Ciências da Saúde oferece 160 vagas pelo Sisu 2025

A Escola Superior de Ciências da Saúde (Escs), mantida pela Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciência da Saúde (Fepecs) e integrada à Universidade do Distrito Federal Jorge Amaury Maia Nunes (UnDF), oferece em 2025, o total de 160 vagas para os cursos de medicina e enfermagem. O ingresso acontecerá, exclusivamente, por meio do Sistema de Seleção Unificada (SiSu), do Ministério da Educação (MEC), entre os dias 17 e 21 de janeiro. Serão ofertadas 80 vagas em cada um dos cursos. O candidato poderá optar por concorrer pelo sistema universal (48 vagas por curso) ou pelo sistema de cotas (32 vagas por curso), que reserva 40% das vagas para quem cursou todas as séries do ensino fundamental e médio em escolas públicas no DF ou em outras unidades da federação, conforme Lei Distrital nº 3.361/2004 e Decreto nº 25.394/2004. O ingresso será, exclusivamente, por meio do Sistema de Seleção Unificada (SiSu), do Ministério da Educação (MEC), entre os dias 17 e 21 de janeiro | Foto: Divulgação/Fepecs O diretor da Escs, Demétrio Gonçalves Gomes, explica que a seleção de novos estudantes ocorrerá somente agora no início do ano, tendo em vista a matriz curricular da escola, que se apresenta de forma seriada e anual. “Para concorrer às vagas oferecidas nos cursos de graduação da Escs, o candidato deverá, obrigatoriamente, ter participado do Exame Nacional do Ensino Médio 2024 (Enem) e efetuar sua inscrição no processo seletivo Sisu”, explica o diretor. Para localizar os cursos na página do Sisu, os interessados devem acessar o Portal Único de Acesso ao Ensino Superior e confirmar os dados de cadastro. Para procurar as vagas poderão ser utilizados os filtros de pesquisa para municípios, instituições ou lista de curso. Ao buscar pelos cursos de medicina e enfermagem da Escs, o resultado constará as nomenclaturas “Campus Escs Asa Norte – Graduação Medicina” e “Campus Escs Samambaia – Graduação Enfermagem”. Cronograma O candidato deve ficar atento às publicações e atualizações divulgadas nas páginas do Enem, do Sisu, UnDF ou Escs. A previsão de divulgação do resultado ocorrerá no dia 26 de janeiro. As publicações das chamadas para matrícula nos cursos serão divulgadas no site da UnDF e da Escs. O candidato deverá acompanhar diariamente o andamento das chamadas para o curso pretendido. *Com informações da Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciência da Saúde (Fepecs)

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