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Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal (Sedes-DF)

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Estão pagos os benefícios do DF Social e Cartão Prato Cheio

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Foi pago o benefício de R$ 150 do mês de setembro do programa DF Social para 70 mil famílias contempladas. Para saber se foi contemplado, o cidadão deve fazer a consulta no site GDF Social e confirmar se está entre os beneficiários. Além do DF Social, também já está na conta o benefício de R$ 250 do programa Cartão Prato Cheio para as 100 mil famílias beneficiárias. O DF Social é o programa de transferência de renda que concede o valor de R$ 150 mensais às famílias de baixa renda residentes no Distrito Federal. Têm direito ao benefício os grupos com renda per capita de até meio salário mínimo inscritos no Cadastro Único, entre outros critérios. A contemplação é feita por meio de seleção automática, cruzando critérios do programa com os cadastros únicos. A abertura da conta social deve ser realizada pelo aplicativo Banco BRB. Para saber se foi contemplado, o cidadão deve fazer a consulta no site GDF Social e confirmar se está entre os beneficiários. No portal, em “Consulta DF Social”, é necessário informar CPF e data de nascimento do responsável familiar, conforme declarado no Cadastro Único. Após esse procedimento, aparece mensagem na tela informando se a pessoa está ou não na lista de contemplados. O DF Social é o programa de transferência de renda que concede o valor de R$ 150 mensais às famílias de baixa renda residentes no Distrito Federal | Foto: Divulgação/Sedes-DF Já o Cartão Prato Cheio é concedido em 18 parcelas de R$ 250 para as famílias em situação emergencial de insegurança alimentar e nutricional. Para ter acesso ao benefício, o cidadão precisa passar por atendimento no Centro de Referência de Assistência Social (Cras) e aguardar a contemplação, conforme critérios de prioridade e disponibilidade orçamentária .O atendimento deve ser agendado pelo telefone 156 ou pelo site da Sedes (https://sistemas2.df.gov.br/Agendamento/). Para verificar se foi contemplado, o local para retirada do novo cartão, ou se voltou a participar do programa Prato Cheio, o beneficiário deve acessar o site do GDF Social (https://gdfsocial.brb.com.br/#/prato-cheio-identificacao). As pessoas que estão retornando ao programa deverão continuar utilizando o mesmo cartão para receber o auxílio. Saiba como abrir conta social no BRB Para abrir a conta social no BRB, no caso dos que aguardam contemplação no programa DF Social, o cidadão deve baixar o aplicativo Banco BRB no celular ou computador e estar com documentação pessoal em mãos, como RG e CNH. No aplicativo, clique em “abra sua conta” e escreva nome completo e CPF, número do celular com DDD, depois insira o código recebido por SMS. Leia o termos de privacidade, aceite e digite o e-mail para receber o link de validação de abertura de conta. Selecione o estado civil e digite a identificação do companheiro(a), aceite a declaração, ative a localização, registre sua foto para confirmar sua identidade no aplicativo e capture o documento RG ou CNH. Crie as senhas da conta, com GPS habilitado, clique em “enviar solicitação” para finalizar processo de abertura de conta no BRB. Pronto! Aguarde o e-mail avisando que conta foi aberta e utilize o aplicativo Banco BRB normalmente. Mais informações sobre o passo a passo acesse: https://www.youtube.com/watch?v=uj5mOC8Tt_U. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal (Sedes-DF) Não é possível verificar o texto — confirme a política de privacidade primeiro.

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Cras Sobradinho promove ação para orientar famílias sobre proteção de crianças na internet

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. O Centro de Referência de Assistência Social (Cras) Sobradinho realizou na última sexta-feira (28) a ação comunitária “Vínculos fortes — infância e proteção: Protegendo crianças de perigos invisíveis na internet”, voltada a famílias atendidas na unidade. A iniciativa tem como objetivo orientar pais e responsáveis sobre os riscos do ambiente digital e sobre a importância de fortalecer os vínculos familiares como ferramenta de proteção. A ação reuniu cerca de 120 pessoas, entre adultos e crianças. Enquanto os responsáveis acompanhavam as duas rodas de conversa que trataram de temas como segurança na internet, violência digital e os impactos do uso excessivo das redes na saúde mental, as crianças participaram das dinâmicas e de atividades de interação promovidas pela equipe do Cras e Centro de Convivência e Fortalecimento de Vínculo (Cecon) Sobradinho. O encontro também teve café da manhã, distribuição de brindes e orientações sobre os serviços socioassistenciais oferecidos pelo Cras, proporcionando um espaço de aprendizado, convivência e fortalecimento dos vínculos familiares. “O Cras é muito mais do que um espaço de atendimento. É um lugar de informação, acolhimento, convivência, lazer e aprendizado, onde a população encontra orientação e também participa de dinâmicas, atividades e momentos de integração. Ações como esta aproximam as famílias dos serviços oferecidos e fortalecem os vínculos comunitários, criando um ambiente de troca, escuta e participação”, enfatiza a assistente social do Cras Sobradinho Mythsuer Monsueth. A ação reuniu cerca de 120 pessoas, entre adultos e crianças | Foto: Divulgação/Sedes-DF A ação comunitária também abordou os direitos de crianças e adolescentes relacionados à privacidade e à proteção de dados, além dos sinais comportamentais, sociais e emocionais que podem indicar que uma criança ou adolescente está sofrendo com a exposição excessiva ou inadequada ao ambiente digital. Prevenção Convidado para fazer uma palestra na ação comunitária do Cras Sobradinho, o delegado Roberto Vitor, da Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA), explica que diálogo e acompanhamento são fundamentais para prevenir situações como cyberbullying, aliciamento, exposição indevida de imagens e outras formas de violência digital. “A internet faz parte da rotina das nossas crianças e adolescentes, mas também pode apresentar perigos que nem sempre são percebidos pelas famílias. Por isso, é fundamental que pais e responsáveis estejam atentos ao que os filhos acessam, com quem conversam e como se comportam no ambiente virtual”, pontua. Também convidada para participar de uma das rodas de conversa, a enfermeira e especialista em saúde mental do Centro de Atenção Psicossocial Infantojuvenil (Caps i) Sobradinho, Mariana Miguel Vieira, destaca a importância do encontro para orientar as famílias em vulnerabilidade social sobre os cuidados com os filhos no ambiente digital. “O uso excessivo da internet por crianças e adolescentes é uma preocupação central para pais, educadores e profissionais da saúde. O ambiente digital oferece aprendizado e conexão, mas o consumo sem limites impacta diretamente o desenvolvimento emocional e psicológico dos jovens”, reforça. O Cras Sobradinho é uma unidade socioassistencial gerenciada administrada pela Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF). A equipe realiza ações comunitárias como estratégias de mobilização do território e fortalecimento da convivência entre as famílias do território. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal (Sedes-DF)

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Pedal Cidadão transforma bicicletas recuperadas em oportunidade de trabalho e renda

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. O projeto Pedal Cidadão, desenvolvido no Centro de Referência para População em Situação de Rua (Centro Pop) Taguatinga, vinculado à Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal (Sedes-DF), chega à sua 8º edição como iniciativa consolidada de inclusão social, geração de renda, mobilidade e sustentabilidade. O projeto reforma bicicletas usadas, muitas vezes em condições bastante precárias, e doa para pessoas em situação de rua utilizarem o equipamento como uma nova oportunidade de refazer a vida e de geração de renda. Ao longo de cinco meses, o projeto realiza uma oficina para pessoas em situação de rua que frequentam o Centro Pop Taguatinga, onde eles, além de aprenderem técnicas de montagem e manutenção de bicicletas, se preparam para assumir compromissos, trabalhar em equipe e desenvolver habilidades que podem contribuir para o ingresso no mercado de trabalho. “O Pedal Cidadão funciona como um ponto de partida para a reorganização da vida dos participantes, com acompanhamento psicossocial e estímulo à autonomia. A capacitação pode contribuir para que eles busquem oportunidades profissionais também em outras áreas, de acordo com suas habilidades e interesses”, destaca o agente social do Centro Pop Taguatinga, Wendel Viana, responsável pelo projeto. No próximo domingo (30), as bicicletas recuperadas e reformadas serão entregues às pessoas que trabalharam na oficina no 8º Passeio Ciclístico do Projeto Pedal Cidadão, marcado para às 8h da manhã, no Centro Cultural Taguaparque. O percurso será de pouco mais de seis quilômetros até o Centro Pop Taguatinga, na QNF. Aberto à comunidade, o evento é realizado anualmente em alusão ao Dia de Luta da Pessoa em Situação de Rua, comemorado em 19 de agosto. O projeto reforma bicicletas usadas, muitas vezes em condições bastante precárias, e doa para pessoas em situação de rua | Foto: Divulgação/Sedes-DF Um dos participantes do projeto Pedal Cidadão é Carlos Alberto, que está animado em receber uma bicicleta nova. “Participar do Pedal Cidadão foi muito importante para mim. Aqui, além de aprender a montar e consertar bicicletas, a gente aprende a ter responsabilidade, trabalhar em equipe e acreditar que pode recomeçar. É uma oportunidade que ajuda a gente a enxergar novos caminhos e buscar uma forma de trabalhar e ter nossa própria renda”, conta. De acordo com Wendel Viana, o Pedal Cidadão simboliza o resultado de todo o trabalho realizado ao longo do projeto: uma bicicleta que antes estava abandonada ou sem condições de uso é recuperada e passa a representar mobilidade, autonomia, lazer e uma nova possibilidade para quem recebe. “Mais do que ensinar uma profissão, o Pedal Cidadão busca criar uma porta de entrada para o mercado de trabalho. A capacitação em mecânica de bicicletas dá aos participantes um conhecimento que pode ser transformado em oportunidade de renda e autonomia. Os levantamentos realizados sobre a população em situação de rua mostram que a falta de capacitação profissional aparece como uma das principais barreiras para o acesso ao trabalho. Por isso, nosso objetivo é oferecer não apenas o conhecimento técnico, mas também encaminhar e preparar essas pessoas para novas oportunidades profissionais”, explica.   Como funciona As bicicletas chegam ao projeto por meio de doações de diferentes parceiros e da própria comunidade. Muitas estão velhas, danificadas ou até sem peças essenciais. A partir daí, começa um trabalho de recuperação e montagem para que possam voltar a circular. Para viabilizar os reparos, o projeto conta com parceiros e iniciativas de apoio para aquisição de peças e componentes. Entre as instituições e grupos que colaboram estão a Rodas da Paz, delegacias do Distrito Federal, condomínios, organizações não governamentais, além do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT). Em algumas situações, servidores e integrantes da comunidade também se mobilizam para arrecadar recursos para a compra de peças novas, inclusive por meio de rifas e outras ações solidárias. “O Pedal Cidadão trabalha com três pilares principais: trabalho, renda e lazer. A bicicleta passa a representar não apenas um meio de transporte, mas também uma ferramenta de transformação social. A capacitação permite que os participantes desenvolvam conhecimentos técnicos e, ao mesmo tempo, fortaleçam competências importantes para o ambiente profissional”, destaca o secretário substituto de Desenvolvimento Social, Rafael Rodrigues. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal (Sedes-DF)

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Creas Migrantes participa de ação social voltada para migrantes, refugiados e apátridas

Em alusão ao Dia do Imigrante, comemorado em 25 de junho, o Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas) Migrantes participa, nesta quinta-feira (25), da ação social Dignidade Sem Fronteiras 2026, que será promovida pela organização da sociedade civil Instituto Dignum. O evento é gratuito e voltado a migrantes, refugiados e apátridas e comunidade brasileira. A ação social será realizada durante todo o dia, das 9h às 17h, no Complexo Cultural de Samambaia, que fica na QS 301 Conjunto 5, Samambaia Sul. Gerenciado pela Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), o Creas Migrantes estará no local para orientar as famílias sobre os serviços sociassistenciais, tirar dúvidas e encaminhar usuários para Creas e centros de referência de assistência social (Cras) dos territórios. Não serão realizados atendimentos no dia. “Os migrantes, refugiados e apátridas que vivem no Distrito Federal também são público da assistência social e têm direito à informação e ao acesso às políticas públicas. Participar de ações como essa é uma forma de aproximar os serviços da população, fortalecer a inclusão social e mostrar que existe uma rede de proteção preparada para orientar e acompanhar essas famílias em seus processos de integração e reconstrução de vida”, destaca a secretária de Desenvolvimento Social, Giselle Ferreira. “Os migrantes, refugiados e apátridas que vivem no Distrito Federal também são público da assistência social e têm direito à informação e ao acesso às políticas públicas” Giselle Ferreira, secretária de Desenvolvimento Social do DF A ação social Dignidade sem Fronteiras 2026 busca ampliar o acesso a direitos e serviços para migrantes que vivem no Distrito Federal, com oferta de atendimentos jurídicos, médicos, odontológicos, oftalmológicos, assistência social, empregabilidade, empreendedorismo e oficinas, além da Feira das Nações, que terá gastronomia, exposições, artesanatos e apresentações culturais. A estrutura foi montada para oferecer mil vagas a migrantes, refugiados e apátridas que buscam recomeçar a vida no Brasil, além de outras 400 vagas destinadas aos cidadãos brasileiros. Para mais informações sobre o evento, acesse a página do Instituto Dignum.  Creas Migrantes  Pioneiro no país como uma unidade pública de assistência social, o Creas Migrantes atende famílias e indivíduos em contextos interculturais que estejam vivenciando risco social e violações de direitos decorrentes da migração, garantindo um atendimento multilíngue voltado para a proteção social dos migrantes, refugiados e apátridas.    *Com informações da Sedes-DF

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GDF e Defensoria Pública dialogam sobre transferência de endereço do Centro Pop Brasília

A Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) recebeu, nesta segunda-feira (22), a Defensoria Pública do Distrito Federal (DPDF) para tratar da transferência do Centro de Referência Especializado de Assistência Social para a População em Situação de Rua (Centro Pop) do Plano Piloto, localizado na Quadra 903 da Asa Sul. Durante o encontro, foram apresentadas alternativas para garantir que a mudança ocorra de maneira a não comprometer o atendimento e a rede de proteção social já existente. A reunião contou com a presença da secretária de Desenvolvimento Social, Giselle Ferreira, do defensor público-geral, Reinaldo Rossano, além de outros defensores públicos do órgão. Giselle Ferreira ressaltou que a nova localização ainda está sendo discutida pelo Governo do Distrito Federal (GDF), assegurando que isso não impactará o atendimento ao público. “Reconhecemos que o espaço atualmente disponível possui limitações e nem sempre proporciona a qualidade ideal para o atendimento”, enfatizou. “Nesse sentido, buscamos uma localização estratégica que, independentemente de qualquer mudança, garantirá a continuidade do atendimento. Trata-se de uma política pública fundamental e indispensável para pessoas em situação de rua”, acrescentou. A titular da Sedes também enfatizou a necessidade de compartilhar dados estatísticos para auxiliar na formulação e avaliação das políticas públicas voltadas para pessoas em situação de vulnerabilidade e risco social, especialmente informações relacionadas à demanda, ocorrências de judicializações no âmbito da Defensoria Pública, e às soluções adotadas em cada caso. Durante o encontro, foram apresentadas alternativas para garantir que a mudança ocorra de maneira a não comprometer o atendimento e a rede de proteção social já existente | Foto: Renato Raphael/Sedes-DF A Defensoria Pública do DF reafirmou a importância de manter o acolhimento, o acesso a serviços essenciais e a garantia dos direitos fundamentais das pessoas em situação de vulnerabilidade.  Para o defensor público-geral, Reinaldo Rossano, o alinhamento entre DPDF e Sedes garante respostas mais efetivas às necessidades desse público. “Esta reunião foi uma oportunidade importante para estabelecer fluxos de trabalho, fortalecer o diálogo com a nova gestão da Sedes e alinhar expectativas, sempre com o objetivo de oferecer o melhor atendimento possível e ampliar as oportunidades de inclusão e cidadania para pessoas em situação de rua do DF”, destacou. Transferência A mudança de endereço do Centro Pop Brasília foi anunciada na última segunda-feira (15) pela governadora Celina Leão, após reunião com secretários de diversas áreas, visando aprimorar as medidas integradas de atendimento à população em situação de rua. Na ocasião, a chefe do Executivo destacou que a medida busca garantir a continuidade do acolhimento social em um espaço mais adequado, sem comprometer o atendimento socioassistencial e a segurança da região. Além disso, o GDF está discutindo a implementação de um cadastro integrado da população em situação de rua, concentrando informações de diferentes órgãos para permitir atendimentos mais precisos e articulados. Funcionamento Administrado pela Secretaria de Desenvolvimento Social, o Centro Pop é uma unidade pública de assistência social voltada à população em situação de rua. A unidade funciona como ponto de apoio especializado para guarda de pertences, higiene pessoal, alimentação (café da manhã, almoço e lanche), provisão de documentação e atendimento socioassistencial a esse público. O equipamento conta com assistentes sociais, psicólogos, pedagogos, educadores e agentes sociais, que orientam os usuários sobre os direitos e acesso a benefícios socioassistenciais, além de realizar o encaminhamento para a rede de serviços de saúde, emprego, educação, trabalho e renda, entre outros. O Distrito Federal possui dois Centros Pop: um localizado em Brasília, atualmente na quadra 903 Sul, e outro em Taguatinga Norte, na QNF 24. O atendimento ao público ocorre das 7h às 18h, todos os dias da semana, sem necessidade de agendamento prévio, porém, com limite de atendimentos. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal (Sedes-DF)

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Alimentação saudável durante as festividades juninas é tema de ação nos restaurantes comunitários

Junho é marcado pelas festas juninas, uma tradição brasileira que conta com grande diversidade de pratos típicos, como canjica, pamonha, quentão e pé de moleque. Foi pensando nestes sabores tradicionais que foram realizadas, nesta quinta-feira (18), as ações de educação alimentar e nutricional em todos os restaurantes comunitários do Distrito Federal, orientando os frequentadores sobre hábitos alimentares saudáveis e o consumo consciente nas celebrações. As equipes dos restaurantes confeccionaram materiais educativos que foram entregues aos frequentadores, com receitas típicas de festa junina e prepararam mesas decoradas com um mural que destacava os principais benefícios nutricionais das comidas juninas. A ação acompanhou o almoço, que é servido das 11h às 14h todos os dias; quando os frequentadores dos restaurantes puderam conversar com os nutricionistas e tirar dúvidas, recebendo um curau de milho para degustação. “Procuramos desmistificar conceitos relacionados à alimentação e promover escolhas alimentares mais conscientes no dia a dia. Também incentivamos o consumo consciente dos alimentos típicos da época, demonstrando que é possível desfrutar das celebrações sem abrir mão de hábitos alimentares saudáveis”, explica a nutricionista Juliana Almeida, que integra a Diretoria de Gestão de Equipamentos de Segurança Alimentar e Nutricional (Digesan) da Sedes. Os frequentadores dos restaurantes puderam conversar com os nutricionistas e tirar dúvidas, recebendo um curau de milho para degustação | Foto: Divulgação/Sedes-DF O trabalho de educação alimentar e nutricional é realizado todos os meses nos restaurantes comunitários, geridos pela Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), com o apoio das empresas responsáveis pelos atendimentos e produção das refeições. “Essas ações costumam ser muito bem recebidas pelos usuários, especialmente pelo público em situação de vulnerabilidade social, incluindo pessoas em situação de rua, que, muitas vezes, possuem acesso limitado a momentos de lazer, convivência comunitária e manifestações culturais. Nossa equipe pensa em cada detalhe para atender à demanda e fortalecer a alimentação saudável da população”, conclui a secretária de Desenvolvimento Social, Giselle Ferreira. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal (Sedes-DF)

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Liberados R$ 42 milhões para pagamento do Cartão Gás, Cartão Prato Cheio e DF Social

A Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal (Sedes-DF) liberou nessa segunda-feira (1º), R$ 42,2 milhões para o pagamento do Cartão Gás, Cartão Prato Cheio e do DF Social. A maior parte desse montante, R$ 24,7 milhões, foi investida no Prato Cheio, com crédito de R$ 250, utilizado para compra de alimentos. O auxílio é pago em ciclo de 18 parcelas para famílias em situação de insegurança alimentar e nutricional. O Cartão Prato Cheio teve em junho 8.296 novas famílias contempladas que devem utilizar o cartão que já possuem. Para pagamento do DF Social, o Governo do Distrito Federal (GDF) investiu R$ 10,5 milhões, beneficiando 70 mil famílias. Entre os contemplados do programa, 255 famílias abriram as contas sociais digitais para receber o benefício mensal. Já o Cartão Gás teve investimento de R$ 7 milhões para atender a 70 mil famílias. Em junho, foram 764 novas famílias beneficiadas com o programa. A consulta para retirada dos cartões nas agências do Banco de Brasília (BRB) é verificada no site do GDF Social. No portal, o cidadão pode obter informações sobre a agência do BRB onde vai retirar o cartão, devendo fazer a busca pelo nome do titular do auxílio, mediante a apresentação de documento oficial com foto e CPF. O Cartão Prato Cheio teve em junho 8.296 novas famílias contempladas que devem utilizar o cartão que já possuem | Foto: Divulgação/Sedes-DF “A governadora Celina Leão tem como prioridade o combate à fome e à pobreza. Benefícios como o Cartão Gás, Cartão Prato Cheio e o DF Social colocam comida na mesa e reduzem o impacto do dia a dia nos orçamentos das famílias que mais precisam. E assim vamos seguir, entregando dignidade e com um olhar especial para as pessoas mais vulneráveis”, afirmou a secretária de Desenvolvimento Social, Giselle Ferreira. Nova contemplação Ainda em junho haverá uma nova contemplação para famílias que vão entrar pela primeira vez no programa. Elas vão poder consultar, a partir da segunda quinzena do mês, em gdfsocial.brb.com.br em qual agência do Banco Regional de Brasília (BRB) devem buscar seus cartões. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal (Sedes-DF)

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Saiba como funciona a visita de assistentes sociais na casa de beneficiários de programas sociais

Nas últimas semanas, circularam na internet informações sobre uma possível proibição de assistentes sociais e outros profissionais da área de entrarem nas casas de beneficiários de programas sociais. Nesse contexto, a Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes), responsável pelas áreas de assistência social, transferência de renda e segurança alimentar e nutricional no Distrito Federal, apresenta alguns esclarecimentos para evitar prejuízos ao público atendido. Esses profissionais não estão expressamente proibidos de visitar a casa da população. Os atendimentos domiciliares são ferramentas oficiais do governo para atualizar cadastros, como o Bolsa Família e o Benefício de Prestação Continuada (BPC), ambos vinculados ao Cadastro Único. Além disso, assistentes sociais e outros especialistas da área realizam visitas para compreender a realidade socioeconômica das famílias em situação de vulnerabilidade ou risco social. Em ambas as situações, essas visitas não têm caráter de fiscalização ou punição. Contudo, existe uma regra: os profissionais não podem entrar nas residências sem a autorização da família. Os atendimentos domiciliares são ferramentas oficiais do governo para atualizar cadastros, como o Bolsa Família e o Benefício de Prestação Continuada (BPC), ambos vinculados ao Cadastro Único | Foto: Divulgação/Sedes-DF Cadastro domiciliar O Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS), por meio da Instrução Normativa nº 21, de 4 de maio de 2026, estabelece que o cadastro domiciliar é obrigatório para famílias unipessoais, compostas por uma única pessoa no CadÚnico, e para o público com irregularidades cadastrais na plataforma, sejam elas beneficiárias ou não do Bolsa Família e do Benefício de Prestação Continuada, que garante o pagamento de um salário mínimo mensal a idosos com 65 anos ou mais, além de pessoas com deficiência de qualquer idade. A instrução normativa determina que o atendimento deve ser realizado preferencialmente em áreas externas da residência, como quintal, varanda, área de serviço ou arredores, desde que se trate da própria casa. Não pode ocorrer na rua ou calçada. No entanto, isso não impede que o entrevistador social entre na casa, caso seja convidado a fazê-lo. Dessa forma, a medida não proíbe a entrada dos profissionais, mas permite essa possibilidade mediante consentimento. “Entretanto, algumas famílias começaram a recusar a visita de profissionais de assistência social em suas residências, influenciadas por postagens nas redes sociais que sugerem uma proibição, sem esclarecer a totalidade dos fatos, o que gera desinformação”, destaca a secretária de Desenvolvimento Social, Giselle Ferreira. “Sabemos que a casa é um ambiente inviolável, mas a equipe precisa realizar o atendimento em um local que ofereça segurança, privacidade e um mínimo de conforto para todos os participantes da entrevista”, acrescenta a gestora. “Caso a visita não seja realizada, a pendência cadastral persistirá, dificultando a regularização do benefício”, frisa. Serviço especializado Para executar o serviço de atendimento domiciliar do CadÚnico, a Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes) conta com a Central do Cadastro Único (Cecad). Criada em 2024, essa unidade é responsável por: - Realizar atendimento domiciliar a famílias que deixaram de receber o Bolsa Família devido a pendências cadastrais. - Facilitar a atualização de dados para famílias com dificuldades de locomoção. - Atender Grupos Populacionais Tradicionais e Específicos (GPTE), como indígenas, quilombolas, ciganos, entre outros. A coordenadora de Transferência de Renda e Benefícios da Sedes, Thaís Mandarino, lembra que o serviço foi criado em resposta ao aumento dos atendimentos domiciliares pelo MDS. “A maioria das famílias visitadas já tem o benefício bloqueado ou corre o risco de bloqueio e suspensão devido à obrigatoriedade de atendimento do Cadastro Único em domicílio. Portanto, a equipe precisa realizar o cadastro na residência da família, para que seja possível desbloquear benefícios ou prevenir impactos negativos", explica. Funcionamento A triagem é feita pela própria equipe da Cecad, com base nas informações do Cadastro Único. O agendamento das visitas é feito por telefone, com antecedência mínima de uma semana. As famílias são organizadas por região administrativa e por público prioritário, em um planejamento mensal de visitas. Durante o contato, os servidores explicam os procedimentos e o motivo do atendimento. Os servidores da Cecad são identificados por uniformes e crachás da Sedes, com nome e matrícula, e utilizam veículos oficiais do GDF. No início da visita, explicam o objetivo da ação e não solicitam ou entregam cartões ou benefícios. Apenas documentos e informações necessárias à atualização do CadÚnico são coletados. Diferenças Existem diferenças entre o atendimento realizado pela Central do CadÚnico e a visita domiciliar feita por profissionais da Sedes-DF, como assistentes sociais, psicólogos, pedagogos e profissionais do direito. “No caso da Cecad, o foco é exclusivamente no atendimento de Cadastro Único, que inclui a atualização ou o registro de novas informações, sem o objetivo de constranger, vasculhar cômodos ou fiscalizar a casa das famílias”, aponta Thaís Mandarino. Por outro lado, a coordenadora afirma que a visita domiciliar dos especialistas funciona como uma ferramenta para identificar situações de vulnerabilidade da família e sua realidade socioeconômica, buscando novas propostas para atender às questões apresentadas. “É uma ação subjetiva, baseada no diálogo, ao contrário do cadastro em domicílio, que é mais protocolar”, acrescenta. No que diz respeito à fiscalização, essa não é realizada pela Cecad. “Na Sedes, existe uma Gerência de Acompanhamento e Fiscalização voltada exclusivamente para suspeitas e denúncias de recebimento indevido de benefícios, bem como para informações prestadas de forma errada”, finaliza. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal (Sedes-DF)

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GDF na Sua Porta leva também serviços de assistência social a Ceilândia

A Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) está presente no GDF na Sua Porta em Ceilândia que começou nesta segunda-feira (1º). A população local será atendida por ordem de chegada e distribuição de senhas para acessar informações e serviços de assistência social durante a semana. O programa itinerante do Governo do Distrito Federal (GDF) reúne serviços de várias secretarias em um só lugar e vai funcionar diariamente das 9h às 16h até quarta-feira (3), na praça do Restaurante Comunitário DJ Jamaika, na área central de Ceilândia. Devido ao feriado de Corpus Christi, a ação retornará na segunda-feira (8) e vai até sexta-feira (12). Estarão disponíveis postos de trabalho da Sedes-DF, com atendimento organizado por meio da distribuição de senhas. A pasta oferecerá ações de orientação e atendimento sobre o Cartão Prato Cheio, Cadastro Único, Bolsa Família, benefícios eventuais (auxílios natalidade, por morte ou vulnerabilidade), Carteira do Idoso, Tarifa Social de Energia, Benefício de Prestação Continuada (BPC) e isenção de taxa para emissão de segunda via da Carteira de Identidade. O programa itinerante do Governo do Distrito Federal (GDF) reúne serviços de várias secretarias em um só lugar e vai funcionar diariamente das 9h às 16h até quarta-feira (3), na praça do Restaurante Comunitário DJ Jamaika | Foto: Divulgação/Sedes-DF A população que já participa dos programas e serviços socioassistenciais poderá também tirar dúvidas, fazer agendamentos e solicitar abertura de prontuários. O programa GDF na Sua Porta disponibiliza serviços públicos itinerantes voltados para a área da saúde, cadastro social, serviços do Na Hora, Defensoria Pública, delegacia móvel e outras ações essenciais. Por meio dessa iniciativa, diversos gabinetes móveis permanecem por alguns dias em diferentes regiões administrativas visitadas, atendendo às demandas levantadas pela comunidade. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF)

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Restaurante Comunitário de Itapoã passará por manutenção a partir de quinta-feira (21)

O Restaurante Comunitário do Itapoã vai fechar temporariamente a partir da próxima quinta-feira (21) para manutenção de rotina e troca da empresa que fornece as refeições. Os atendimentos ficarão suspensos de 21 a 24 deste mês. A interrupção do serviço ocorre neste período conforme cronograma planejado da Subsecretaria de Segurança Alimentar e Nutricional (Subsan) da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), que avalia, de acordo com dados, quais melhores datas para a medida. Nesses dias, é recomendado que a população utilize os restaurantes mais próximos, como os de Sobradinho e Varjão. O serviço retorna normalmente na segunda-feira (25). *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal (Sedes-DF)

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Ação leva saúde bucal à população de rua em projeto no Centro Pop Brasília

O Centro de Referência Especializado para População em Situação de Rua (Centro Pop) Brasília, em parceria com o Departamento de Odontologia da Universidade de Brasília (UnB), tem ofertado atendimento odontológico aos frequentadores desde 2025. O projeto Odontologia na Rua proporciona acesso à promoção da saúde bucal e cuidado contínuo para pessoas em situação de vulnerabilidade social. Segundo dados da UnB, foram realizados 528 atendimentos entre julho de 2025 e março de 2026. Atualmente, os atendimentos ocorrem nas sextas-feiras, das 13h30 às 17h. Em média, 20 pessoas são atendidas por período. O Centro Pop Brasília fica localizado na 903 da Asa Sul e é gerido pela Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal (Sedes-DF). Os atendimentos são integrados ao acolhimento que os frequentadores recebem na unidade, respeitando o tempo e a realidade de cada pessoa. Primeiro, é realizada uma escovação supervisionada, seguida de uma avaliação clínica, limpeza, tratamentos restauradores e orientações sobre higiene bucal. Os casos mais complexos são encaminhados para a clínica odontológica da UnB. A gerente do Centro Pop Brasília, Kátia de Castro, destaca que o trabalho vai além do tratamento. “Ele também é fortemente voltado para prevenção e educação em saúde. Orientamos, acompanhamos e ensinamos, dentro do que é possível naquele contexto, para que a pessoa consiga cuidar melhor da própria saúde bucal no dia a dia”, afirmou a gerente. O projeto Odontologia na Rua proporciona acesso à saúde bucal e ao cuidado contínuo para pessoas em situação de vulnerabilidade social | Foto: Divulgação/Sedes-DF O projeto nasceu da articulação entre a UnB e o Centro Pop Brasília, envolvendo a Sedes, a Secretaria de Saúde (SES-DF) e o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT). Por meio da integração e união das equipes com os professores e estudantes, o trabalho é realizado de forma estruturada, adaptando as consultas à realidade das pessoas em situação de rua que não têm acesso a esse recurso fora da unidade. “Parcerias como esta com a UnB contribuem para que essa parcela tão vulnerável e estigmatizada da sociedade tenha acesso a tratamentos que, em muitas vezes, nunca tiveram na vida. É não invisibilizar, mas olhar as pessoas em situação de rua como seres humanos com direitos que são”, pontua a secretária de Desenvolvimento Social, Jackeline Canhedo. Centro Pop A unidade funciona como um local de apoio para pessoas em situação de rua. Na unidade é possível guardar pertences, realizar higiene pessoal, ter acesso a alimentação (café da manhã, almoço e lanche). É possível também receber atendimentos socioassistenciais, solicitar documentos e usar o endereço do Centro Pop como referência quando precisar de um comprovante de residência. Nessas unidades também são ofertadas oficinas e ações que incentivem o protagonismo e a participação social. Atualmente, o Distrito Federal conta com duas unidades para atendimento a pessoas em situação de rua. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal (Sedes-DF)

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DF sedia encontro da 6ª Conferência Distrital de Segurança Alimentar e Nutricional +2 anos

O Distrito Federal sediou, nesta quinta-feira (7), no Espaço Sedes Colab, na 515 Norte, o encontro da 6ª Conferência Distrital de Segurança Alimentar e Nutricional +2 anos. Com o tema "Erradicar a fome e garantir direitos com comida de verdade, democracia e equidade", o evento teve como objetivo atualizar as metas pactuadas na última conferência, realizada em 2023, além de debater o andamento das propostas que constam no Plano Distrital de Segurança Alimentar e Nutricional (PDSAN), que completa dois anos. Cerca de 100 pessoas, a maioria representantes da sociedade civil, participaram do evento promovido pelo Conselho de Segurança Alimentar e Nutricional do Distrito Federal (Consea-DF), em parceria com a Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) e apoio da Câmara Intersetorial de Segurança Alimentar e Nutricional (Caisan-DF). “Esse encontro a cada dois anos pós-conferência foi uma demanda do Consea Nacional e está sendo realizado em todo o país nos estados e municípios que compõem a rede. É uma oportunidade de avaliar o que já foi feito e estabelecer diretrizes e metas mais próximas da realidade para os próximos dois anos, que é quando será realizada uma nova Conferência Nacional. Para nós, como governo, é fundamental ter mais esse espaço de diálogo com a sociedade civil para aprimorar as nossas políticas públicas”, destaca a secretária de Desenvolvimento Social do Distrito Federal interina, Jackeline Canhedo. No encontro, também foram eleitos três delegados que vão representar o DF no evento nacional, que será promovido pelo Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea) entre os dias 8 e 10 de junho. Cerca de 100 pessoas, a maioria representantes da sociedade civil, participaram do evento | Foto: Divulgação/Sedes-DF “O objetivo desse encontro é exatamente analisar o que foi decidido na última conferência do Distrito Federal dois anos depois. Por isso, esse nome. Na conferência, nós aprovamos as propostas para elaboração do IV Plano Distrital de Segurança Alimentar e Nutricional. Então, vamos analisar o que foi feito em 2024 e 2025 e propor 2026 e 2027 dentro daquelas propostas que já existiam. Por exemplo, na última conferência propusemos a ampliação da cesta verde, que ainda precisa avançar. A gente propôs uma meta que foi atingida, que é o aumento do número de restaurantes comunitários. A ampliação do Cartão Prato Cheio foi atingida em parte. O programa de alimentação escolar já teve uma ampliação grande do recurso vindo do próprio DF. Então, você tem algumas metas que foram atingidas, outras ainda não”, explica a presidente do Consea-DF, Albaneide Peixinho. Encontro distrital O Encontro da 6ª Conferência Distrital de Segurança Alimentar e Nutricional +2 anos foi dividido em três momentos: o primeiro para situar os participantes sobre o cenário no DF, com a mostra de experiências exitosas, apresentação do Panorama da Segurança Alimentar e Nutricional no DF e do monitoramento do IV PDSAN; o segundo com a divisão e discussão em cinco grupos de trabalho; e a Plenária Final com a aprovação das propostas que serão levadas ao encontro nacional e dos delegados. Os grupos de trabalho foram divididos com base nos eixos temáticos na conferência, englobando os temas Vigilância Alimentar, Saúde e Nutrição, Acesso à Alimentação e Gestão Pública; Produção, Abastecimento e Agricultura Familiar; Saneamento, Gestão de Resíduos e Sustentabilidade Ambiental; e Direito à Alimentação, Equidade e Participação Social. O Consea-DF é composto por dois terços de representantes da sociedade civil e um terço de representantes governamentais. A presidência é exercida por um representante da sociedade civil, indicado entre os seus membros e designado pelo governador do DF. O conselho tem caráter consultivo e integra o Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Sisan), responsável pela gestão intersetorial de políticas públicas e a articulação entre as três esferas de governo (federal, estadual e municipal), com a participação social da sociedade, para a implementação e execução das políticas de segurança alimentar e nutricional. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal (Sedes-DF)

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GDF ultrapassa 11 mil benefícios de auxílio por morte em seis anos

O Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes), concedeu 11.068 benefícios de auxílio por morte entre 2019 e 2025, para amparar famílias vulneráveis em momentos de luto. O serviço é dividido em duas categorias: transferência financeira (pecúnia) de parcela única de R$ 415 para necessidades urgentes que surgem com a morte de um dos provedores ou integrantes das famílias; e bens de consumo (serviços funerários), com oferta de urna, velório e sepultamento, além de transporte funerário, uso de capela, pagamento de taxas e colocação de placa de identificação. Do total de benefícios, 9.588 foram destinados a bens de consumo e 1.480, pagos em transferência financeira. Cada família pode receber os dois tipos de auxílio, a depender da análise da equipe socioassistencial. O sistema tem o objetivo de reduzir os impactos da perda de um provedor ou membro familiar. “O auxílio por morte cumpre um papel fundamental na rede de proteção social do DF, ao assegurar que nenhuma família fique desamparada com a perda de um ente querido", avalia a secretária de Desenvolvimento Social interina, Jackeline Canhedo. Do total de benefícios, 9.588 foram destinados a bens de consumo e 1.480, pagos em transferência financeira | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília "Ao assegurar o apoio financeiro emergencial e a prestação dos serviços funerários, este GDF busca reduzir os impactos e dar suporte para que as famílias atravessem esse período com o amparo necessário. A Sedes atua para garantir dignidade, respeito e acolhimento nesse momento de vulnerabilidade", destaca. Assistência O auxílio por morte faz parte dos benefícios eventuais concedidos pela Sedes. A modalidade inclui provisões complementárias e provisórias prestadas em eventos específicos, como nascimento, morte, situação de vulnerabilidade temporária e calamidade pública. Podem receber os benefícios eventuais indivíduos e famílias com renda igual ou menor a meio salário mínimo por cada integrante da família (renda per capita). Também é preciso morar no Distrito Federal e, preferencialmente, estar inscrito no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico). A concessão do benefício está condicionada ao atendimento e à análise de critérios. Essa etapa é feita por profissionais da assistência social vinculados à Sedes. Como pedir O pedido do benefício pode ser formalizado nos Centros de Referência de Assistência Social (Cras), Centros de Referência Especializados de Assistência Social (Creas), Centros POP (exclusivo para pessoas em situação de rua), unidades de acolhimento e na UPS 24 horas (Unidade de Proteção Social). É necessário apresentar os seguintes documentos: – Atestado de óbito e guia de sepultamento; – Documento de identificação com foto; – CPF; – Documentos que comprovem renda familiar; e – Comprovante de residência. Os Cras e Creas funcionam de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h. Já nos fins de semana, feriados e pontos facultativos, o atendimento é centralizado na UPS 24 horas, localizada na 515 Norte. O contato com a UPS 24h também pode ser feito pelos telefones (61) 3773-7605 / 3773-7606 ou pelo e-mail ups24h@sedes.df.gov.br. Após a formalização, o Núcleo de Serviços Funerários da Sedes agenda o sepultamento, que geralmente ocorre no dia seguinte à solicitação, a depender da disponibilidade dos cemitérios e da necessidade de traslados.

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Restaurantes comunitários servem mais de 28 mil almoços na Sexta-feira da Paixão

Os restaurantes comunitários do Distrito Federal serviram 28.255 almoços na Sexta-feira da Paixão (3), quando foi oferecido cardápio especial com moqueca de peixe. A ação garantiu refeições completas e balanceadas por R$ 1 à população em situação de vulnerabilidade. Os restaurantes são unidades geridas pela Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF). Entre as unidades com maior número de atendimentos no horário do almoço, destaque para o restaurante do Sol Nascente/Pôr do Sol, com 2.296 refeições servidas, seguido por Planaltina (1.998), Samambaia (1.975), Ceilândia Norte (1.867) e Estrutural (1.849). Os dados contabilizam exclusivamente o público atendido no período do almoço. O cardápio com refeições especiais em datas simbólicas e celebrações culturais é feito por uma comissão conjunta que envolve nutricionistas da Subsecretaria de Segurança Alimentar e Nutricional (Subsan) da Sedes e também da empresa terceirizada. Ele é adaptado para atender à tradição cultural da população ,planejado de modo que atenda às expectativas da população, por exemplo, com caldos e sopas durante o jantar em períodos de baixa temperatura, com sobremesa especial no Aniversário de Brasília, com a Ceia Natalina durante as festas de fim de ano, entre outros. O cardápio com refeições especiais em datas simbólicas e celebrações culturais é feito por uma comissão conjunta que envolve nutricionistas da Subsecretaria de Segurança Alimentar e Nutricional (Subsan) da Sedes e também da empresa terceirizada | Foto: Divulgação/Sedes-DF A secretária de Desenvolvimento Social interina, Jackeline Canhedo, lembra que servir à população no feriado foi uma medida implementada por este GDF. “Antes, alguns dos nossos restaurantes abriam aos sábados. Nós ampliamos o acesso da população aos restaurantes comunitários, implementando também o atendimento aos domingos e feriados em 17 das 18 unidades. Isso fez com que muitas famílias que tinham dificuldades para se alimentar nesses dias pudessem ter uma boa refeição, além de possibilitar as 28 mil refeições servidas em todo o DF nesse feriado de Sexta-feira da Paixão”, frisou a secretária. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal (Sedes-DF)

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DF tem quase 500 mil famílias inscritas no Cadastro Único do governo federal

O Distrito Federal tem, atualmente, 428.629 famílias inscritas no Cadastro Único, que é o sistema que garante acesso a programas e benefícios sociais do governo federal, como o Programa Bolsa Família. O DF está entre as unidades da Federação que mais atualizam os dados do sistema. Aqui, segundo a Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), gestora do CadÚnico no DF, mais de 90% dos cadastros estão atualizados. Os dados foram divulgados no evento "25 anos do Cadastro Único — Trajetória e Transformação", promovido pela Sedes-DF nesta quarta-feira (25), como parte das comemorações da Semana Nacional de Mobilização de Celebração do Cadastro Único (Semana Cadastro em Ação), período em que vários municípios realizam homenagens pelos 25 anos de criação do sistema do governo federal. Segundo dados da Sedes, das mais de 2,9 milhões de pessoas que moram hoje no DF, 32% estão inscritas no Cadastro Único. “Nesses 25 anos, tivemos um amadurecimento importante do sistema do Cadastro Único. Pegamos várias bases, várias informações deslocadas e colocamos em uma só, na atual base do Cadastro Único. É por meio dessa base de dados atualizada que conseguimos avaliar com precisão a realidade das famílias de baixa renda do DF e planejar políticas públicas e oferta de benefícios que atendam de fato a essas famílias”, destaca a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. Segundo dados da Sedes, das mais de 2,9 milhões de famílias que moram hoje no DF, 32% estão inscritas no Cadastro Único | Foto: Divulgação/Sedes-DF Ainda de acordo com a pasta, atualmente, 9.151 pessoas em situação de rua estão inscritas no Cadastro Único no DF. Para se ter uma ideia, seguindo esse recorte, em 2012, eram 66. As regiões administrativas com mais pessoas no Cadastro Único são Ceilândia, Samambaia, Planaltina, Recanto das Emas e Taguatinga. “Nós saímos de 239 mil famílias inscritas no Cadastro Único, em 2012, para mais de 428 mil famílias cadastradas. Atribuímos essa ampliação no acesso à modernização do sistema, sim, mas também ao aumento do número de servidores com os concursos públicos e dos postos de cadastramento, a parceria com a organização da sociedade civil. Temos uma capilaridade de atendimento maior, e conseguimos alcançar mais famílias”, explica a coordenadora de Transferência de Renda e Benefícios da Sedes, Thaís Mandarino. Cerca de 150 pessoas participaram do evento "25 anos do Cadastro Único — Trajetória e Transformação". A equipe da Sedes organizou uma linha do tempo mostrando a evolução do sistema e da legislação de 2001 a 2025, e convidou trabalhadores que atuam com o Cadastro Único e representantes das famílias inscritas para falar sobre as transformações do sistema ao longo dos anos e relatar o impacto com o maior acesso aos benefícios sociais por meio do Cadastro Único. “Antes era tudo no papel, nos formulários, como contou um dos trabalhadores. Hoje, temos mais qualidade das informações e no preenchimento em si”, finaliza Thaís Mandarino. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal (Sedes-DF)

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Saúde da mulher é tema da ação de educação alimentar e nutricional promovida nos restaurantes comunitários

A Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) promoveu, nessa quinta-feira (19), nos restaurantes comunitários, as ações de educação alimentar e nutricional do mês de março. Em alusão ao mês da mulher, a atividade teve como objetivo informar o papel da alimentação nas diferentes fases da vida para valorizar e proteger a saúde da mulher. As equipes prepararam um mural, cartilhas informativas e uma mesa decorada com os alimentos. Por meio de uma linha do tempo, as frequentadoras visualizavam e se informavam sobre como a alimentação pode ajudá-las durante a fase menstrual, na gravidez, na menopausa e na terceira idade. “Essa ação é importante porque ensina a mulher a cuidar da própria saúde por meio da alimentação em cada fase da vida, e tem como objetivo promover hábitos saudáveis, prevenir doenças e melhorar a qualidade de vida”, explica a especialista em assistência social Carolina Suaid, da Sedes-DF. Em alusão ao mês da mulher, a atividade teve como objetivo informar o papel da alimentação nas diferentes fases da vida para valorizar e proteger a saúde da mulher | Foto: Divulgação/Sedes-DF Durante o almoço, os nutricionistas das unidades explicaram os informativos e tiraram dúvidas, orientando as mulheres a fazer escolhas saudáveis no dia a dia. Ao final, as participantes receberam pacotes com chá de camomila, bebida que possui propriedades tranquilizantes e contribui para uma boa noite de sono. “Nosso público feminino é grande. Elas são mães, chefes de família empreendedoras que estão aqui todos os dias. É nesse espaço onde elas se alimentam, aprendem e levam o conhecimento para a família e para a comunidade”, destaca a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF)

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Formada primeira turma em letramento racial para servidores da assistência social

A Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), em parceria com a Escola de Governo do Distrito Federal (Egov), realizou, entre os dias 9 e 13 de março, a primeira edição do curso “Letramento Racial para a Proteção Social”. Voltada exclusivamente a servidores da pasta, a iniciativa teve como objetivo capacitar os profissionais para compreender, reconhecer e lidar com questões étnico-raciais no contexto do atendimento socioassistencial. "A atuação da Sedes é central na redução das desigualdades sociais e na promoção da cidadania. Para que esse trabalho seja verdadeiramente inclusivo, é fundamental adotar uma abordagem consciente e permanente de combate ao racismo no cotidiano dos serviços", destacou a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. A formação reuniu servidores dos centros de referência da assistência social (Cras/Creas), dos  entros de convivência (Cecon), das unidades de acolhimento e também da gestão da secretaria. Loyde Cardoso, instrutora do curso e assessora da Subsecretaria de Assistência Social da Sedes, destacou os principais temas abordados durante o curso. “Apresentamos desde a construção histórica das vulnerabilidades sociais e materiais que marcam a população atendida pela assistência, até a formação das relações raciais no Brasil. Também aprofundamos discussões sobre branquitude, dinâmicas de poder e os efeitos dessas estruturas no acesso a direitos e políticas públicas”, explicou Loyde. A formação reuniu servidores dos centros de referência da assistência social (Cras/Creas), dos centros de convivência (Cecon), das unidades de acolhimento e também da gestão da secretaria | Foto: Simone Avancini/Egov-DF Segundo a instrutora, a expectativa é que uma nova turma seja ofertada já no mês de maio. Com carga horária total de 20 horas, a primeira formação foi oferecida na modalidade presencial na Egov, combinando aulas expositivas e oficinas teórico-práticas. A metodologia adotada incentiva debates, reflexões coletivas e atividades práticas, promovendo uma imersão crítica e aplicada ao cotidiano dos serviços. Práticas antirracistas O portal  da Sedes disponibiliza um protocolo para promoção da equidade racial nos serviços socioassistenciais. Trata-se de um documento pioneiro no DF que reúne orientações para garantir a equidade racial no atendimento à população negra que utiliza o Sistema Único de Assistência Social (Suas) no Distrito Federal. Além disso, o dispositivo apresenta orientações para tratamento e denúncia dos casos de racismo, tanto entre servidores quanto por usuários dos serviços, além de evitar práticas discriminatórias dentro da unidade e considerar o critério raça como fator para planejamento das ações. No Distrito Federal, de acordo com os dados do Cadastro Único de agosto/2025, mais de 75% das pessoas inscritas se consideram negras. “O primeiro passo é o reconhecimento de que o racismo existe. Muitas vezes, no dia a dia, as pessoas tentam dar outros nomes para determinadas situações e acabam não identificando que se trata, de fato, de racismo”, enfatiza Loyde Cardoso. Por isso, explica a servidora da Sedes, o letramento racial é importante para todos, inclusive para os próprios profissionais da assistência social, que muitas vezes também são pessoas negras e vivem essas questões no cotidiano. “A partir desse reconhecimento, o próximo passo é refletir sobre o papel de cada profissional dentro dessas relações e como a estrutura dos serviços pode contribuir para a superação das desigualdades raciais”, finaliza. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal (Sedes-DF)

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Novos beneficiários do DF Social têm até o dia 24 para abrir conta no BRB

A Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal (Sedes-DF) selecionou 408 novas famílias beneficiárias do programa DF Social para abrirem a conta no Banco de Brasília (BRB) e terem acesso ao auxílio mensal de R$ 150. Para garantir o recebimento do próximo pagamento, é necessário que o cidadão tenha a conta social (não se trata de uma conta bancária comum) aberta até às 18h do dia 24. Aqueles que não abrirem conta no prazo estabelecido vão ter que aguardar nova contemplação. ‌A abertura da conta social deve ser realizada pelo aplicativo BRB Mobile. Basta seguir o passo a passo. Para saber se foi contemplado, o cidadão deve fazer a consulta no site GDF Social e confirmar se está entre os beneficiários. No portal, em “Consulta DF Social”, é necessário informar CPF e data de nascimento do responsável familiar, conforme declarado no Cadastro Único. Após esse procedimento, aparece mensagem na tela informando se a pessoa está ou não na lista de contemplados. Para garantir o recebimento do próximo pagamento, é necessário que o cidadão tenha a conta social (não se trata de uma conta bancária comum) aberta até às 18h do dia 24 | Foto: Renato Raphael/Sedes-DF “Todos os meses temos contemplados no DF Social, este benefício que complementa a renda das famílias, reduzindo o impacto em seus orçamentos familiares. Então, quem for contemplado precisa ficar atento ao prazo para abertura da conta social digital no aplicativo do BRB”, declarou a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. O DF Social é o programa de transferência de renda do Governo do Distrito Federal (GDF) que concede o valor de R$ 150 mensais destinado às famílias de baixa renda residentes no Distrito Federal. Têm direito ao benefício os grupos com renda per capita de até meio salário mínimo inscritos no Cadastro Único, entre outros critérios. A contemplação é feita por meio de seleção automática, cruzando critérios do programa com os cadastros únicos. O crédito de R$ 150 é realizado pelo BRB sempre no primeiro dia útil de cada mês, a partir das 18h. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal (Sedes-DF)

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Primeiro Hotel Social do Distrito Federal ultrapassa a marca de 30 mil acolhimentos em cinco meses

Desde a inauguração, em julho de 2025, o Hotel Social já acolheu 30.793 pessoas em situação de rua, segundo dados da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), responsável pelo equipamento. A unidade oferece 200 vagas pernoite para homens, mulheres, crianças e idosos, além de espaço para receber os animais de estimação das pessoas acolhidas. Em funcionamento das 19h às 8h, os visitantes contam com um ambiente confortável, camas para dormir, espaço para guardar pertences, tomar banho e duas refeições: jantar e café da manhã. A biblioteca comunitária inaugurada em novembro destaca os espaços de interação e convívio social que contribuem para a autonomia e a construção de vínculos. A unidade está localizada no Setor de Armazenagem e Abastecimento Norte (SAAN). "O Hotel Social representa o fortalecimento da Política Distrital para a População em Situação de Rua. Um espaço pensado para acolher e garantir a dignidade assegurada por lei a essas pessoas. O equipamento é a principal porta de entrada para políticas públicas de longa duração voltadas a quem vive em extrema vulnerabilidade. Ultrapassar a marca de 30 mil atendimentos confirma a importância desse espaço e a confiança dessas pessoas depositada em nosso governo", afirmou o secretário-chefe da Casa Civil do DF, Gustavo Rocha. A secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra, enalteceu a atuação da unidade inédita no DF e a importância dela no processo de saída das ruas dos acolhidos nos pernoites. Em funcionamento das 19h às 8h, os visitantes contam com um ambiente confortável, camas para dormir, espaço para guardar pertences, tomar banho e duas refeições: jantar e café da manhã | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília “O Hotel Social tem cumprido o papel de ser mais uma porta de entrada para garantir a dignidade das pessoas em situação de rua e transformar suas vidas. De lá, pessoas já conseguiram emprego, outras foram acolhidas em uma de nossas casas de acolhimento, outras foram encaminhadas para comunidades terapêuticas… Ou seja, o Hotel Social também tem nos ajudado a entender melhor esse público tão heterogêneo no sentido de termos soluções diferentes para os variados problemas que apresentam”, pontuou Ana Paula. Pets Desde sua criação, o abrigo conta com um canil para receber os pets dos acolhidos, e nos primeiros cinco meses em funcionamento, já recebeu mais de 500 pets das pessoas em situação de rua. O espaço foi pensado para atender as demandas dos acolhidos que utilizam o serviço e precisam acomodar seus animais de estimação em segurança enquanto descansam. Os cidadãos que desejarem ajudar e contribuir para o funcionamento do Hotel Social podem participar realizando doações de livros, roupas e itens de higiene, entregues diretamente no local, de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal (Sedes-DF)

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Campanha Nosso Natal vai oferecer almoço natalino por R$ 1 nos restaurantes comunitários do DF nesta quarta-feira

Os 17 restaurantes comunitários do Distrito Federal realizam nesta quarta-feira (17) mais uma edição do Nosso Natal, ação que garante um almoço natalino completo pelo valor simbólico de R$ 1 às famílias em vulnerabilidade social, além de atrações planejadas em cada unidade. O almoço será servido das 11h às 14h, com um cardápio que inclui pernil suíno assado ao molho Califórnia, com opção de coxa e sobrecoxa ao molho de ervas, além de arroz, feijão carioca, farofa natalina com bacon, azeitona, uva-passa, batata palha e cheiro-verde. Também vai ser servida salada tropical com alface, repolho roxo, tomate, milho e manga e, como sobremesa, será servido bombom, acompanhado de suco de abacaxi com hortelã. A previsão é de aproximadamente cinco mil refeições nas unidades de maior movimento, com expectativa de mais de 50 mil refeições em todas os restaurantes. Criada em 2019 pela primeira-dama Mayara Noronha Rocha, a campanha Nosso Natal nos Restaurantes Comunitários integra o calendário de ações festivas do Governo do Distrito Federal (GDF) para o fim de ano | Foto: Renato Alves/Agência Brasília A secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra, destaca a dimensão da política pública. “Em 2025, os restaurantes comunitários já serviram mais de 17 milhões de refeições. O Nosso Natal, além de ajudar a ampliar este número expressivo, também leva esse clima de Natal para pessoas que não teriam acesso a uma ceia. Mais do que comida, é entregar também dignidade, esperança”, afirma. Campanha Criada em 2019 pela primeira-dama Mayara Noronha Rocha, a campanha Nosso Natal nos Restaurantes Comunitários integra o calendário de ações festivas do Governo do Distrito Federal (GDF) para o fim de ano. Para a primeira-dama, o Nosso Natal reforça o papel dos restaurantes comunitários como espaços que vão além da refeição. “Essa é uma ação pensada para a família e para a comunidade. Os restaurantes comunitários já fazem parte da vida das pessoas, e no Natal queremos fortalecer esse vínculo, garantindo uma refeição especial e um momento de convivência”, afirma Mayara Noronha Rocha. Serviço Data: 17 de dezembro (quarta-feira) Horário: das 11h às 14h Valor: R$ 1 Local: restaurantes comunitários em funcionamento no DF Endereços: www.sedes.df.gov.br *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal (Sedes-DF)

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Cecon Gama Sul promove Sarau Luzes Negras em celebração à igualdade racial

O Centro de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (Cecon) Gama Sul realizou, nesta quarta-feira (3), o Sarau Luzes Negras, organizado por jovens participantes do programa Incentiva DF atendidos na unidade. O evento reuniu adolescentes e seus familiares para debater temas sobre a importância da igualdade racial, como fortalecer a autonomia e estreitar os vínculos familiares. A unidade é administrada pela Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF). Cerca de 50 pessoas participaram do evento, que contou com a exposição de artes Luzes Negras, apresentação musical, roda de conversa acerca do tema consciência negra e equidade racial, além do momento do lanche e do sarau cultural. “O tema da igualdade racial foi desenvolvido dando visibilidade às personalidades negras que produzem algum tipo de arte, ressignificando estereótipos que sustentam leituras racistas”, explica a chefe do Cecon Gama Sul, Flávia Mendes. Segundo ela, o evento representa o protagonismo juvenil, já que os jovens organizaram desde os convites e telas até a programação e execução. O evento reuniu adolescentes e seus familiares para debater temas sobre a importância da igualdade racial, como fortalecer a autonomia e estreitar os vínculos familiares | Foto: Divulgação/Sedes-DF O sarau foi organizado pelos jovens participantes do programa Incentiva DF atendidos na Cecon Gama Sul pelos educadores sociais Laércio Niculao, Suzana Guimarães e Thiago Andrade. Para o adolescente Alejandro Antônio Coutinho, de 15 anos, participante do Incentiva DF, a experiência foi transformadora. “Gosto muito de participar do programa, tem sido muito bom pra mim, tenho refletido e aprendido muito. Foi muito importante para a nossa turma abordar o tema da consciência negra e organizar o Sarau Luzes Negras porque conseguimos expressar e exaltar a beleza da cultura negra por meio da nossa arte e debater sobre a representatividade negra e diversidade em todas as áreas da sociedade”, ressaltou. “Este encontro reforça nosso compromisso com políticas públicas que promovam igualdade racial, autonomia e participação social. É inspirador ver a dedicação dos adolescentes e perceber que iniciativas como essa ecoam muito além do evento: fortalecem vínculos, ampliam perspectivas e reafirmam o poder da cultura como instrumento de mudança”, destacou a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. O evento reforça a importância dos serviços continuados da Assistência Social, como o Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (SCFV), o acompanhamento familiar e os benefícios sociais (segurança alimentar e de renda) ofertados pelo programa. O trabalho visa fortalecer os vínculos familiares e incentivar o desenvolvimento de habilidades e competências individuais. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal (Sedes-DF)

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Mais de 2 mil famílias são incluídas no Cartão Prato Cheio

A Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) incluiu 2.243 novas famílias no programa Cartão Prato Cheio. Entre os beneficiados estão pessoas que receberão o auxílio pela primeira vez e outras que já participaram de ciclos anteriores e retornaram ao programa. O programa atende 130 mil famílias, garantindo 18 parcelas mensais de R$ 250 para compra de alimentos. Os 624 novos cartões destinados aos beneficiários que estão recebendo pela primeira vez o crédito já estão disponíveis nas agências do Banco de Brasília (BRB). Para verificar se foi contemplado e o local onde buscar o cartão, basta acessar o site do GDF Social. Já os beneficiários que estão retornando ao programa devem continuar utilizando o mesmo cartão para receber o auxílio. O crédito da parcela está previsto para 1º de dezembro, a partir das 18h. Os 624 novos cartões destinados aos beneficiários que estão recebendo pela primeira vez o crédito já estão disponíveis nas agências do Banco de Brasília (BRB) | Foto: Divulgação/Sedes-DF “O Prato Cheio é, sem dúvida, uma das maiores, senão a maior política pública de combate à fome no Brasil. Não à toa fomos premiados, porque é um benefício que ganhou corpo, saiu de 20 mil atendidos com três parcelas em 2020 para 130 mil com 18 parcelas hoje. E agora estamos contemplando essas duas mil famílias que vão passar a receber o benefício”, explica a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. Os novos cartões serão entregues seguindo a ordem alfabética do nome dos beneficiários, seguindo o calendário abaixo. ⇒ Iniciais de A a D: 25/11 ⇒ Iniciais de E a J: 26/11 ⇒ Iniciais de K a O: 27/11 ⇒ Iniciais de P a Z: 28/11. O Cartão Prato Cheio é um benefício temporário justamente para que mais famílias possam ser atendidas. À medida que alguns beneficiários vão encerrando o ciclo de 18 parcelas, outros vão entrando no lugar para também terem acesso ao programa. A inclusão é avaliada após atendimento agendado nas unidades do Centro de Referência de Assistência Social (Cras). *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF)

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Ação nos restaurantes comunitários orienta frequentadores sobre prevenção do diabetes

Conscientizar a população sobre escolhas alimentares saudáveis e hábitos para prevenir o diabetes é o foco da ação de Educação Alimentar e Nutricional (EAN), promovida pela Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) nos restaurantes comunitários do Distrito Federal, nesta quarta-feira (19). A iniciativa é realizada em alusão ao Dia Mundial do Diabetes, celebrado em 14 de novembro, e ocorre durante o almoço em todos os restaurantes comunitários, com murais informativos e entrega de folderes que orientam a população sobre como adotar hábitos saudáveis para prevenir a doença. As recomendações falam, por exemplo, sobre a importância de praticar atividade física, de consumir mais alimentos in natura, evitar consumir produtos industrializados e ricos em açúcares, beber bastante água e optar por alimentos integrais e ricos em fibras. Para marcar o dia de EAN, os frequentadores têm direito a uma degustação de bolo de banana com aveia, feito sem açúcar. Nutricionistas dos restaurantes também orientam e conversam com as famílias sobre alimentação correta e controle do peso e medidas de prevenção contra o diabetes. A iniciativa é realizada em alusão ao Dia Mundial do Diabetes, celebrado em 14 de novembro, e ocorre durante o almoço em todos os restaurantes comunitários, com murais informativos e entrega de folderes que orientam a população sobre como adotar hábitos saudáveis para prevenir a doença | Foto: Divulgação/Sedes-DF “Não é possível falar em segurança alimentar e nutricional, em combate à fome, sem falar de uma educação alimentar em torno disso. Levando em conta que a prevenção contra a diabetes, como muitas outras doenças, passa por uma boa educação alimentar e nutricional. Idealizamos a ação para mostrar à população que dá, sim, para ter uma alimentação mais saudável e equilibrada com gestos simples e baratos”, pontuou a subsecretária de Segurança Alimentar e Nutricional, Vanderléa Cremonini. As ações de EAN são realizadas mensalmente e reforçam que o papel dos restaurantes vai além de oferecer refeições acessíveis, eles funcionam como espaços de promoção da saúde, garantindo o acesso à alimentação saudável e nutritiva para a população vulnerável. “As ações de Educação Alimentar e Nutricional tem o objetivo de viabilizar que as famílias vulneráveis tenham autonomia para fazer escolhas adequadas na hora de comprar alimentos e ter uma alimentação saudável em casa. A ação tem temas diversos que fazem parte do dia a dia das famílias”, destaca a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal (Sedes-DF)

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Novos beneficiários do DF Social têm até o dia 24 para abrir conta no BRB

A Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal (Sedes-DF) selecionou 2.725 novas famílias beneficiárias do programa DF Social para abrirem a conta no Banco de Brasília (BRB) e terem acesso ao auxílio mensal de R$ 150. Para garantir o recebimento do próximo pagamento, é necessário que o cidadão tenha a conta social (não se trata de uma conta bancária comum) aberta até as 18h da próxima segunda-feira (24). Aqueles que não abrirem conta no prazo estabelecido vão ter que aguardar nova contemplação. ‌A abertura da conta social deve ser realizada pelo aplicativo BRB Mobile. Basta seguir o passo a passo. Para saber se foi contemplado, o cidadão deve fazer a consulta no site GDF Social e confirmar se está entre os beneficiários. No portal, em “Consulta DF Social”, é necessário informar CPF e data de nascimento do responsável familiar, conforme declarado no Cadastro Único. Após esse procedimento, aparece mensagem  na tela informando se a pessoa está ou não na lista de contemplados. Aqueles que não abrirem conta no prazo estabelecido vão ter que aguardar nova contemplação. ‌A abertura da conta social deve ser realizada pelo aplicativo BRB Mobile | Foto: Divulgação/Sedes-DF “É importante que as famílias se atentem ao prazo de abertura de conta e sigam o passo a passo corretamente porque não é uma conta comum para receber o DF Social, é uma conta específica”, afirmou a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. O DF Social é o programa de transferência de renda do Governo do Distrito Federal (GDF) que concede o valor de R$ 150 mensais destinado às famílias de baixa renda residentes no Distrito Federal. Têm direito ao benefício os grupos com renda per capita de até meio salário mínimo inscritos no Cadastro Único, entre outros critérios. A contemplação é feita por meio de seleção automática, cruzando critérios do programa com os cadastros únicos. O crédito de R$ 150 é realizado pelo BRB sempre no primeiro dia útil de cada mês, a partir das 18h. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal (Sedes-DF)

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Cadastro de frequentadores dos restaurantes comunitários vai aprimorar atendimento

A Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) iniciou neste ano o cadastro dos frequentadores dos restaurantes comunitários. A medida é importante para a pasta conhecer o perfil das pessoas que frequentam os equipamentos e adotar estratégias adequadas para cada público atendido e para aprimorar o serviço, entre elas, o reforço na segurança. Esse foi um dos temas abordados na entrevista da subsecretária de Segurança Alimentar e Nutricional da Sedes, Vanderlea Cremonini, ao programa Papo Social, que, neste mês, foi em homenagem ao Dia Mundial da Alimentação, comemorado nesta quinta-feira (16). O videocast é veiculado no canal do YouTube da Sedes. “Iniciamos o cadastramento aos poucos por vários motivos, primeiro, porque é interessante nós sabermos o perfil das pessoas que frequentam, quem é o nosso público, se são crianças, se tem parcela significativa de idosos, se são mais homens ou mulheres. Com essas informações conseguimos melhorar os nossos processos e desenvolver ações direcionadas. Outro fator é a questão do controle das duas refeições, isso evita desvios, identifica a população em situação de rua, que tem acesso gratuito às refeições. Também é uma questão de segurança da população porque conseguimos identificar todos os que estão frequentando e essas pessoas passam a respeitar mais aquele espaço de convivência”, explicou a gestora. A medida é importante para a pasta conhecer o perfil das pessoas que frequentam os equipamentos e adotar estratégias adequadas para cada público atendido e para aprimorar o serviço, entre elas, o reforço na segurança | Fotos: Divulgação/Sedes-DF Sobre a quantidade de refeições que é servida nos restaurantes comunitários, Vanderlea Cremonini reiterou que o limite de duas refeições por pessoa em cada turno foi estabelecido após estudo prévio e planejamento na contratação das empresas terceirizadas que produzem a comida, com orçamento já definido. “Isso já foi planejado de forma que a pessoa possa fazer a sua refeição no local e levar uma marmita para um familiar acamado, por exemplo, um filho que não pôde ir. Nosso contrato tem um limite, o recurso público é planejado”, destaca. “Na época da pandemia, nós liberamos uma quantidade ilimitada de marmitas e muitas pessoas acabavam fazendo mal uso disso, revendendo refeições, muitas vezes, com acondicionamento inadequado, o que pode gerar problemas de saúde.” Sobre um eventual aumento da oferta para até quatro marmitas por pessoa, a gestora complementou: “O principal motivo que inviabiliza é o impacto orçamentário, precisaríamos ter essa previsão nos contratos atuais. Hoje, se tivermos que liberar até quatro refeições por pessoa, nós teríamos que limitar o número de famílias beneficiadas. Hoje o acesso é universal, qualquer pessoa que chegar em um restaurante comunitário vai fazer a sua refeição.” Na entrevista ao Papo Social, Vanderlea Cremonini lembrou que foi importante fechar temporariamente alguns restaurantes comunitários para manutenção e adequação do espaço, devido ao aumento da capacidade de atendimento, já que, atualmente, 15 dos 18 restaurantes oferecem as três refeições (café da manhã, almoço e jantar), e abrem todos os dias da semana, incluindo domingos e feriados. A subsecretária de Segurança Alimentar e Nutricional da Sedes, Vanderlea Cremonini, deu entrevista ao programa Papo Social, feito pela pasta ​ “Alguns equipamentos têm mais de 20 anos de funcionamento sem nenhuma reforma e precisaram realmente dessa intervenção, de adequar o piso, a tubulação, a parte elétrica, construir uma nova câmara fria, que é onde guardamos os alimentos. Os espaços têm que ser projetados corretamente para atender ao grande fluxo de produção e garantir que todas as refeições tenham qualidade, alguns conseguimos fazer mais rápidos e outros demoraram um pouco mais, como o restaurante de Planaltina, por exemplo, que será reaberto em novembro”, pontua. “Nosso videocast Papo Social tem o objetivo de levar informação de forma clara e assertiva, em uma linguagem simples, sem deixar de abordar temas importantes e até polêmicos. Queremos falar com transparência e sempre trazer novidades, para que a população conheça de perto as ações e programas da Secretaria de Desenvolvimento Social”, ressaltou a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. O Papo Social é veiculado nas redes sociais da Sedes-DF com um resumo das notícias de destaque da pasta. O programa, que está na edição 99, foi reformulado para formato de videocast no canal do YouTube da Sedes, trazendo entrevistas que aprofundam temas importantes dentro da política de assistência social. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal (Sedes-DF)

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Ações de segurança alimentar no DF ganham novo painel para ampliar transparência

A Câmara Intersetorial de Segurança Alimentar e Nutricional do Distrito Federal (Caisan-DF) lançou, nesta quarta-feira (15), o Painel de Monitoramento de Indicadores de Segurança Alimentar e Nutricional do DF. Por meio dessa ferramenta, o cidadão terá acesso com transparência a diversos dados e gráficos sobre o andamento de ações ligadas à Política de Segurança Alimentar e Nutricional (SAN) no DF. Com base nos indicadores definidos no IV Plano Distrital de SAN (2024-2027), o painel reúne e organiza informações estratégicas de monitoramento. O material está disponível no site da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), pasta que coordena a Caisan-DF. “Este novo painel, além de aumentar a transparência, vai facilitar o acompanhamento dos programas e ações intersetoriais da política de segurança alimentar, contribuir para a qualificação da gestão, o fortalecimento da governança e o exercício do controle social no âmbito do DF”, ressalta a presidente da Caisan-DF e secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. Por meio dessa ferramenta, o cidadão terá acesso com transparência a diversos dados e gráficos sobre o andamento de ações ligadas à Política de Segurança Alimentar e Nutricional (SAN) no DF | Foto: Divulgação/Sedes-DF A Caisan-DF é formada por representantes das 12 secretarias e entidades da administração pública do setor, que vão alimentar periodicamente o painel. Em evento de lançamento do Painel de Monitoramento de Indicadores de SAN, promovido nesta quarta em comemoração do Dia Mundial da Alimentação, no auditório da Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde (Fepecs), a nutricionista da Secretaria de Saúde do DF, Carolina Gama, detalhou como vai funcionar a ferramenta. “O painel inicia com dados sobre a população do DF, sobre índice de vulnerabilidade social, Índice de Gini [mede o grau da desigualdade de renda], sobre o consumo alimentar e o estado nutricional das famílias no DF, segurança hídrica e saneamento básico, por exemplo, sobre produção, onde ficam as feiras livres e orgânicas e finaliza com dados sobre o orçamento de todos os programas e políticas de segurança e nutricional do DF”, explicou a servidora integrante do Grupo de Trabalho de Monitoramento da Caisan-DF. Caisan-DF A Caisan-DF é composta pelas secretarias responsáveis pelas áreas de Segurança Alimentar e Nutricional; Agricultura, Abastecimento e Assistência Técnica e Extensão Rural; Saúde; Educação; Meio Ambiente e Recursos Hídricos; Direitos Humanos; Igualdade Racial; Planejamento e Orçamento; Relações Governamentais e com Movimentos Sociais; Assistência Social; Desenvolvimento Econômico e Sustentável; Assuntos Fundiários. Presidida pelo titular do órgão do Governo do Distrito Federal (GDF) responsável pela Política de Segurança Alimentar e Nutricional, a Caisan-DF é responsável pela elaboração e aprovação do Plano Distrital de SAN (Pdsan), principal instrumento de planejamento, gestão e execução das ações de segurança alimentar e nutricional no Distrito Federal, que estabelece metas para garantir acesso regular e permanente a alimentos em quantidade e qualidade adequadas, de forma sustentável, respeitando a diversidade cultural e promovendo práticas alimentares que melhoram a saúde. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal (Sedes-DF)

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Novos beneficiários do DF Social têm até o dia 26 para abrir conta no BRB

A Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal (Sedes-DF) selecionou 2.914 novas famílias beneficiárias do programa DF Social para abrirem a conta no Banco de Brasília (BRB) e terem acesso ao auxílio mensal de R$ 150. Para garantir o recebimento do próximo pagamento, é necessário que o cidadão tenha a conta social (não se trata de uma conta bancária comum) aberta até às 18h do domingo (26). Aqueles que não abrirem conta no prazo estabelecido vão ter que aguardar nova contemplação. ‌A abertura da conta social deve ser realizada pelo aplicativo BRB Mobile. Basta seguir o passo a passo. Para saber se foi contemplado, o cidadão deve fazer a consulta no site GDF Social e confirmar se está entre os beneficiários. No portal, em “Consulta DF Social”, é necessário informar CPF e data de nascimento do responsável familiar, conforme declarado no Cadastro Único. Após esse procedimento, aparece mensagem na tela informando se a pessoa está ou não na lista de contemplados. Para garantir o recebimento do próximo pagamento, é necessário que o cidadão tenha a conta social (não se trata de uma conta bancária comum) aberta até às 18h do domingo (26) | Foto: Divulgação/Sedes-DF “O DF Social é importante porque é dinheiro na conta que complementa outros benefícios e alivia o orçamento das famílias que mais precisam. Com ele, a pessoa pode cuidar de situações mais imediatas do dia a dia”, afirmou a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. O DF Social é o programa de transferência de renda do Governo do Distrito Federal (GDF) que concede o valor de R$ 150 mensais destinado às famílias de baixa renda residentes no Distrito Federal. Têm direito ao benefício os grupos com renda per capita de até meio salário mínimo inscritos no Cadastro Único, entre outros critérios. A contemplação é feita por meio de seleção automática, cruzando critérios do programa com os cadastros únicos. O crédito de R$ 150 é realizado pelo BRB sempre no primeiro dia útil de cada mês, a partir das 18h. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal (Sedes-DF)

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DF recebe primeiro lugar no Selo Betinho por avanços na garantia da segurança alimentar e combate à fome

O Distrito Federal conquistou o primeiro lugar no Selo Betinho pelos avanços e esforços permanentes no combate à fome. Concedido anualmente pela Organização da Sociedade Civil (OSC) Ação da Cidadania, o selo avalia as localidades que estão cumprindo as metas estabelecidas para garantir que seus cidadãos tenham acesso a uma alimentação adequada e duradoura. Como o Distrito Federal tem característica híbrida de estado e município, foi incluído nessa seleção e ficou entre as três capitais premiadas, à frente de Belo Horizonte e Curitiba. Ao conquistar o Selo Betinho, este Governo do Distrito Federal (GDF) demonstra o compromisso com a erradicação da fome e com a implementação de políticas públicas eficazes. Além disso, torna-se uma referência para outras capitais e municípios. Segundo a subsecretária de Segurança Alimentar e Nutricional da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), Vanderlea Cremonini, a colocação do DF no ranking foi divulgada recentemente. Como o Distrito Federal tem característica híbrida de estado e município, foi incluído nessa seleção e ficou entre as três capitais premiadas, à frente de Belo Horizonte e Curitiba | Foto: Geovana Albuquerque/Agência Brasília “O Selo Betinho analisa as boas práticas em segurança alimentar e nutricional, quais são os projetos que a localidade desenvolve para garantir o acesso à alimentação. Vai desde os programas que o governo tem, quais são, quantas pessoas são atendidas, quanto de orçamento essa localidade investe em segurança alimentar e nutricional. Tudo isso vai sendo pontuado, quanto melhor o índice de segurança alimentar e nutricional, quanto maior a transparência dessas ações, se há um acompanhamento da sociedade civil”, explicou em entrevista ao programa Papo Social, veiculado na canal da Sedes no YouTube. Fortalecimento Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional; estabelecimento de políticas públicas e ações concretas para garantir acesso à alimentação saudável; e transparência, compromisso com dados abertos e participação social. Para receber o Selo Betinho, é necessário cumprir pelo menos 70% das propostas sugeridas pela Ação da Cidadania. A secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra, ressaltou a importância desse reconhecimento. “Nós já tínhamos recebido o Selo Betinho, junto com outras duas cidades, por avançar no combate à fome. Ficar agora em primeiro lugar no Brasil, além de gratificante, mostra que nossa política de segurança alimentar e nutricional é referência e está à frente por ser intersetorial, aliando programas da Sedes-DF e de outros órgãos, por exemplo, a merenda escolar, que é da Secretaria de Educação, além das ações da Secretaria de Agricultura, com agrocecologia, incentivo à produção agrícola, entre outros. É um conjunto de ações deste GDF que garantiram essa premiação”, comemorou a gestora. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal (Sedes-DF)

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Liberados R$ 49 milhões para pagamento do Cartão Gás, DF Social e Prato Cheio

A Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal (Sedes-DF) liberou, nesta quarta (1º) e sexta-feira (3), R$ 49 milhões para pagamento do Cartão Gás, DF Social e Prato Cheio. A maior parte desse montante, R$ 31,6 milhões, foi investida no programa Cartão Prato Cheio, com crédito de R$ 250, utilizado para compra de alimentos. O auxílio é pago em ciclo de 18 parcelas para 130 mil famílias em situação de insegurança alimentar e nutricional. Para pagamento do DF Social, o Governo do Distrito Federal (GDF) investiu R$ 10,4 milhões, beneficiando 70 mil famílias. Entre os contemplados do programa, 879 famílias abriram as contas sociais digitais para receber o benefício mensal. Já o Cartão Gás teve investimento de R$ 7 milhões, beneficiando também 70 mil famílias. Em outubro, 4.611 famílias foram contempladas a receber o valor de R$ 100 a cada dois meses para compra do gás liquefeito de petróleo, o botijão de gás de cozinha. O auxílio é pago em ciclo de 18 parcelas para 130 mil famílias em situação de insegurança alimentar e nutricional | Foto: Lúcio Bernardo Jr/Agência Brasília “Eu tenho a convicção de que o governador Ibaneis Rocha é um dos que mais investe em proteção social para as famílias vulneráveis em todo o Brasil. E isso ocorre porque, além do investimento, trabalhamos com empenho para que benefícios como o Cartão Gás, o DF Social e o Prato Cheio alcancem cada vez mais famílias, combatendo, assim, a fome e a pobreza no DF”, afirmou a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. Consulta A consulta para retirada dos cartões nas agências do Banco de Brasília (BRB) é verificada no site do GDF Social. No portal, o cidadão pode obter informações sobre a agência do BRB onde vai retirar o cartão, devendo fazer a busca pelo nome do titular do auxílio, mediante a apresentação de documento oficial com foto e CPF. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal (Sedes-DF)

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GDF cria duas centrais de acolhimento para agilizar destinação das vagas e qualificar atendimento

A Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) inaugurou nesta sexta-feira (26) duas Centrais de Acolhimento, estruturadas para qualificar e agilizar o acesso de pessoas em situação de vulnerabilidade ao acolhimento institucional. Uma delas é voltada exclusivamente para crianças e adolescentes que necessitam de vagas imediatas, e a outra atenderá adultos, mulheres e famílias. As unidades surgiram do desmembramento da antiga Central de Vagas, com a ampliação das equipes que atuam na área e da qualificação dos processos de trabalho. Com essa nova configuração, a Sedes fortalece a gestão do serviço, passando a contar com duas unidades distintas, localizadas no Setor F Norte, Parque Lago do Cortado, Taguatinga Norte, cada uma direcionada a um público específico. “Crianças e adolescentes têm essa urgência de acolhimento e precisam ser direcionadas para os locais corretos, evitando acolhimentos desnecessários. Por isso, é fundamental ter um serviço voltado para essa especificidade. Por outro lado, tivemos um aumento expressivo no número de vagas de acolhimento para adultos e famílias a partir dos editais publicados em 2024, que irão gerar até duas mil novas vagas. Também precisamos dar atenção a esse crescimento para organizar a triagem e os encaminhamentos necessários”, explicou a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. Com duas centrais voltadas para fazer a triagem das vagas de acolhimento e fazer os encaminhamentos de acordo com cada perfil, a Sedes poderá atender de forma mais célere as pessoas em vulnerabilidade que buscam acolhimento e qualificar o atendimento de crianças e adolescentes, que, geralmente, têm medida protetiva e precisam de acolhimento imediato por determinação judicial. As unidades surgiram do desmembramento da antiga Central de Vagas, com a ampliação das equipes que atuam na área e da qualificação dos processos de trabalho | Fotos: Renato Raphael/Sedes-DF “É um equipamento novo e uma equipe técnica qualificada para atender as crianças e adolescentes vulneráveis que vêm para esse local. Você tem uma equipe que vai trabalhar 24 horas, porque o acolhimento não tem hora para acontecer. Você tem um equipamento próprio e qualificado e isso aprimora o trabalho que é realizado pela equipe técnica. Equipamento técnico para o servidor trabalhar bem e um equipamento próprio para atender bem aquele que precisa ser acolhido”, destacou o juiz Evandro Neiva, da 1ª Vara da Infância e da Juventude do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT). A divisão das Centrais já estava em funcionamento. Mas a partir de agora, tanto a Central de Acolhimento para Crianças e Adolescentes quanto a Central de Acolhimento para Adultos e Famílias passam a funcionar em novas instalações. Com isso, será possível atender de forma mais adequada às demandas de cada público, oferecer espaço de recepção aos acolhidos antes do encaminhamento e garantir melhores condições de trabalho e conforto para os servidores. O serviço de acolhimento institucional atende crianças e adolescentes em medidas protetivas por determinação judicial, em decorrência de violação de direitos (abandono, negligência, violência) ou pela impossibilidade momentânea de cuidado e proteção por sua família. O afastamento da criança ou do adolescente da família deve ser sempre uma medida excepcional, aplicada apenas nas situações de grave risco à sua integridade física e/ou psíquica e acompanhada pelos órgãos do Sistema de Garantia de Direitos da Criança e do Adolescente. O serviço de acolhimento institucional atende crianças e adolescentes em medidas protetivas por determinação judicial, em decorrência de violação de direitos (abandono, negligência, violência) ou pela impossibilidade momentânea de cuidado e proteção por sua família “É muito importante a prioridade para a infância e a juventude e a especificidade desse atendimento para criança e adolescente. Então, quando há essa separação, os dois atendimentos crescem e garantimos essa especificidade, essa prioridade para a infância e a adolescência, possibilitando que essas duas centrais estejam em capacitação conjunta, em atuação conjunta, sempre na proteção de todas as pessoas para garantir os seus direitos”, reiterou, durante a solenidade de inauguração, a promotora de Justiça Luisa de Marillac, da 4ª Promotoria de Justiça Cível e de Defesa dos Direitos Individuais, Difusos e Coletivos da Infância e da Juventude, do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT). Módulo Central de Vagas Os avanços na gestão do acolhimento institucional começaram antes, com a implementação do novo Módulo Central de Vagas, criado pela Sedes para facilitar e tornar mais transparente a gestão das vagas. Com a modernização do sistema, os servidores passaram a direcionar o público atendido conforme as prioridades em compatibilidade com as estruturas das unidades que têm disponibilidade para direcionar os usuários de forma adequada. “A mudança na Central de Acolhimento foi um processo. Começou com a modernização do módulo Central de Vagas dentro do SIDS (Sistema de Desenvolvimento Social), que é o sistema informatizado que nós temos para registrar e acompanhar as famílias vulneráveis. Nesse novo módulo, temos condições de avaliar a estrutura física de cada unidade de acolhimento, que vai desde a hotelaria até o número de camas e profissionais da equipe multidisciplinar, para que o acolhido seja encaminhado para unidades adequadas a seu perfil”, detalha Ana Paula Marra. “Crianças e adolescentes têm essa urgência de acolhimento e precisam ser direcionadas para os locais corretos, evitando acolhimentos desnecessários. Por isso, é fundamental ter um serviço voltado para essa especificidade. Por outro lado, tivemos um aumento expressivo no número de vagas de acolhimento para adultos e famílias a partir dos editais publicados em 2024, que irão gerar até duas mil novas vagas" Ana Paula Marra, secretária de Desenvolvimento Social   Rede de acolhimento O Governo do Distrito Federal (GDF) tem, hoje, cerca de 90 unidades de acolhimento gerenciadas pela Sedes e, indiretamente, pela rede parceira, que inclui ainda o Hotel Social, primeira unidade exclusiva para pernoite, localizada no Setor de Armazenagem e Abastecimento Norte (SAAN). O tempo de permanência na instituição varia de acordo com a modalidade de acolhimento e do público atendido. O encaminhamento para o serviço de acolhimento institucional é feito somente pelas Centrais de Acolhimento, que avaliam e direcionam o usuário para o local adequado. Para acionar a Central, os interessados devem procurar as unidades socioassistenciais, como os Centros Pop e as unidades do Centro de Referência de Assistência Social (Cras) e do Centro de Referência Especializados de Assistência Social (Creas). Órgãos públicos externos, como o Ministério Público e a Defensoria Pública do DF, também podem acionar as Centrais de Acolhimento, assim como as equipes do Serviço Especializado em Abordagem Social (Seas), que fazem acompanhamento in loco da população em situação de rua. Em todas as unidades de acolhimento do DF, os acolhidos são acompanhados por uma equipe socioassistencial e têm acesso a benefícios e serviços da assistência social, além de serem encaminhados para outras políticas públicas conforme suas necessidades. As equipes contam com cuidadores e orientadores sociais. Para saber mais sobre o serviço e as unidades de acolhimento, acesse o site da Sedes-DF. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal (Sedes-DF)

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Seminário fortalece qualidade no atendimento de Cadastro Único para pessoas em situação de rua

A Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes) promoveu, na tarde da última sexta-feira (12), uma capacitação para entrevistadores dos postos do Cadastro Único do Distrito Federal. O objetivo foi transmitir orientações que reforcem a qualidade no preenchimento e atualização de dados de pessoas em situação de rua inscritas na plataforma. “A iniciativa é uma das ações deste Governo do Distrito Federal (GDF) para fortalecer os direitos da nossa população em situação de rua”, destaca a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. “Além de ser a porta de entrada para programas sociais, o Cadastro Único também é uma ferramenta crucial para a formulação de políticas públicas voltadas a esse público. Então capacitar nesse sentido é fundamental”, completa. Durante o encontro realizado no auditório Sedes Colab, a Diretoria de Atenção à População em Situação de Rua (Dipop) da pasta apresentou um panorama histórico, os desafios e as necessidades desse público no contexto da assistência social. Além disso, foram compartilhadas informações sobre o preenchimento de dados dessa população nos formulários do Cadastro Único. O objetivo foi transmitir orientações que reforcem a qualidade no preenchimento e atualização de dados de pessoas em situação de rua inscritas na plataforma | Foto: Divulgação/Sedes-DF Fernanda Mendes de Oliveira, diretora de Gestão de Transferência de Renda e Cadastro Único (Ditrar) da Sedes, destacou a importância da capacitação diante do aumento da procura de pessoas em situação de rua por atendimento nos postos de Cadastro Único. “Identificamos a necessidade de nos prepararmos cada vez mais para lidar com as questões desse público, o que é fundamental para melhorar a qualidade dos dados coletados no cadastro", afirmou. A diretoria é responsável por organizar os dados de pessoas e famílias inscritas no Cadastro Único do Distrito Federal. Postos de atendimento A Secretaria de Desenvolvimento Social, em parceria com uma organização da sociedade civil (OSC), oferece o serviço em 13 postos distribuídos por diversas regiões administrativas do DF, funcionando de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h. O atendimento deve ser agendado previamente por meio do telefone 156, pelo site da Sedes ou por encaminhamento dos centros de referência de assistência social (Cras/Creas). *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal (Sedes-DF)

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Liberados R$ 42 milhões para pagamento do Cartão Prato Cheio e do DF Social

A Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal (Sedes-DF) liberou nesta segunda-feira (1º) R$ 42,2 milhões para pagamento do DF Social e do Cartão Prato Cheio. A maior parte desse montante, R$ 31,7 milhões, foi investida no programa Cartão Prato Cheio, com crédito de R$ 250, utilizado para compra de alimentos. O auxílio é pago em ciclo de 18 parcelas para 130 mil famílias em situação de insegurança alimentar e nutricional. Para pagamento do DF Social, o Governo do Distrito Federal (GDF) investiu R$ 10,5 milhões, beneficiando 70 mil famílias. Entre os contemplados do programa, 3,4 mil famílias abriram as contas sociais digitais para receber o benefício mensal. R$ 31,7 milhões foram investidos no programa Cartão Prato Cheio, com crédito de R$ 250, utilizado para compra de alimentos | Foto: Divulgação/Sedes-DF “O DF Social e o Cartão Gás são benefícios que contribuem para o combate à fome e à pobreza no DF. E este GDF tem um olhar muito especial para as famílias que mais precisam, porque muitas delas só conseguem ter comida na mesa e amenizar um pouco seus orçamentos graças a esses benefícios”, afirmou a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. Consulta A consulta para retirada dos cartões nas agências do Banco de Brasília (BRB) é verificada no site do GDF Social. No portal, o cidadão pode obter informações sobre a agência do BRB onde vai retirar o cartão, devendo fazer a busca pelo nome do titular do auxílio, mediante a apresentação de documento oficial com foto e CPF. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal (Sedes-DF)

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Idosos têm dia de lazer no Complexo Na Praia com campanha social do GDF

O Complexo Na Praia, um dos cenários mais tradicionais do calendário brasiliense, se transformou em palco de inclusão e convivência nesta terça-feira (2). A Chefia-Executiva de Políticas Sociais, em parceria com o Grupo R2, promoveu mais uma edição do Na Praia Social, dentro da Campanha Vem Brincar Comigo. A atividade reuniu 250 idosos atendidos pelos Centros de Convivência e Fortalecimento de Vínculos do Distrito Federal (Cecons), que tiveram acesso a um dia de lazer, esporte e cultura. A ação integra a programação do Na Praia Social, que ao longo de seis dias (26, 27 e 28 de agosto e 2, 3 e 4 de setembro) vai beneficiar cerca de 1,7 mil pessoas em situação de vulnerabilidade, incluindo crianças, idosos e pessoas com deficiência. A proposta é proporcionar experiências de aprendizado, bem-estar e fortalecimento das interações sociais. Além de arrecadar brinquedos novos e usados em bom estado — que serão distribuídos até 10 de outubro a mais de 20 mil crianças —, a iniciativa comandada pela primeira-dama do DF, Mayara Noronha Rocha, também estende o olhar para outras faixas etárias | Fotos: Tony Oliveira/Agência Brasília Idealizada pela primeira-dama do DF, Mayara Noronha Rocha, a Campanha Vem Brincar Comigo chega à sua sexta edição com o tema “Brincadeira de Criança é Coisa Séria”. Além de arrecadar brinquedos novos e usados em bom estado — que serão distribuídos até 10 de outubro a mais de 20 mil crianças —, a iniciativa também estende o olhar para outras faixas etárias. “Muitas vezes a gente pensa que a campanha é voltada apenas para as crianças, mas ela sempre abraça todos os públicos. Ela passa uma mensagem para a população do DF de que o lado infantil tem que ser alimentado constantemente. Hoje nós estamos com os nossos idosos aqui vivendo esse dia lúdico, de alegria, dança, fé e saúde emocional”, afirmou a primeira-dama. Mayara também frisou a escolha do local como uma oportunidade para criar memórias únicas: “Eu amo praia e muitas vezes a gente fala que é só o que falta em Brasília. Desde que o Na Praia surgiu na cidade, virou um local de turismo. Quando a gente traz os idosos para cá, a grande maioria nunca imaginou que Brasília teria um ambiente como esse e eles voltam felizes com essa memória afetiva, conversando com os colegas ou familiares. Afinal, a gente vive de memórias.” A secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra, destacou o caráter inclusivo da ação: “Reunimos mais de 200 idosos de cidades como Brazlândia, Estrutural, São Sebastião e Paranoá A secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra, destacou o caráter inclusivo da ação, que contemplou o transporte, lanches e as atividades. “Reunimos mais de 200 idosos de cidades como Brazlândia, Estrutural, São Sebastião e Paranoá. O transporte foi garantido por meio de parcerias com órgãos públicos, permitindo que todos pudessem chegar aqui. É uma forma de mostrar que o GDF está presente e que a rede de proteção social é, muitas vezes, o único apoio que essas pessoas têm.”   Durante o encontro, os participantes se envolveram em atividades como hidroginástica no lago, oficinas de cerâmica, bingo e apresentações culturais, além de receberem brindes ao fim do evento. Segundo a chefe-executiva de Políticas Sociais, Talita Mattosinhos, o objetivo é manter o público ativo. “Proporcionamos atividades manuais, exercícios físicos e o forrozinho que eles amam. Muitos são sozinhos, alguns até abandonados, então momentos como esse trazem dignidade, alegria e vínculos de amizade, que são fundamentais para a saúde física e mental. Nosso maior intuito é também plantar uma sementinha ali de amor e de alegria na vida deles”, explicou. Um dia inesquecível Para os participantes, o dia no Na Praia ficará marcado na memória como uma data especial. A dona de casa Rita Maria de Araújo Oliveira, de 73 anos, contou que a experiência superou as expectativas. “Está sendo um dia maravilhoso, estou gostando demais e vai ser difícil de esquecer. Já participei das atividades, fiz alongamento e quero aproveitar tudo. O exercício físico para mim é tudo, porque me mantém firme e forte. Nós idosos precisamos da atenção dos mais novos que nos proporcionam esses momentos, isso faz muito bem para a nossa autoestima.” A aposentada Maria Macolino Souza, 65, também ressaltou o valor do acolhimento: “Está sendo tudo de bom. A gente sai da rotina, curte a natureza, a água, as amizades. Nem sempre temos essa oportunidade, então quando aparece, é muito gratificante.” A aposentada Maria Macolino Souza, 65, também ressaltou o valor do acolhimento: “Está sendo tudo de bom. A gente sai da rotina, curte a natureza, a água, as amizades. Nem sempre temos essa oportunidade, então quando aparece, é muito gratificante.” Para o aposentado João Ribeiro, 73, o evento trouxe oportunidades únicas, como a chance de conhecer o espaço pela primeira vez. “É sensacional. Estou em Brasília desde 1971 e não conhecia esse lugar, porque normalmente tem eventos que não são para qualquer um frequentar, pelo custo. Hoje tive esse privilégio graças ao meu Cecon da Estrutural. Aqui no DF nós somos muito bem atendidos e acolhidos, desde o lanche até as atividades. O idoso está vivo, precisa sair, se divertir, namorar. Essas atividades evitam que a gente se atrofie e fortalecem a convivência.” Sobre a campanha A arrecadação da Campanha Vem Brincar Comigo segue até 10 de outubro. Todos os brinquedos arrecadados serão distribuídos para instituições sociais e projetos voltados à proteção da infância, promovendo o desenvolvimento lúdico, educacional e fortalecendo vínculos familiares. Os pontos de coleta estão espalhados por locais estratégicos na capital federal, como o Palácio do Buriti, secretarias de Estado, administrações regionais, unidades do Corpo de Bombeiros Militar e batalhões da Polícia Militar. Na edição de 2024, mais de 25 mil brinquedos foram distribuídos para instituições sociais do DF. A expectativa para este ano é ultrapassar 20 mil doações, levando alegria para diversas comunidades.

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Crianças e adolescentes apresentam propostas para 16ª Conferência Distrital de Assistência Social

Crianças e adolescentes ganharam voz nas etapas preparatórias da 16ª Conferência Distrital de Assistência Social, marcada para os dias 18 e 19 de setembro. Neste ano, eles foram protagonistas e levaram demandas e propostas para fortalecer a política de assistência e os serviços oferecidos às famílias em vulnerabilidade no Distrito Federal. A Conferência Distrital de Assistência Social ocorre a cada dois anos e reúne trabalhadores da assistência social e governo para avaliar, discutir e aprovar propostas para aprimorar a política. Para promover esse grande encontro distrital, são realizadas previamente conferências livres com diferentes segmentos da população, além de oito conferências regionais, organizadas e divididas por territórios. A Conferência Regional da Região Sul, que contempla as comunidades do Gama e de Santa Maria, por exemplo, contou com a contribuição de crianças e adolescentes que frequentam o Centro de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (Cecon) Gama Sul, unidade gerida pela Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF). Neste ano, também foi realizada a 1º Conferência Livre de Crianças e Adolescentes Acolhidas do Distrito Federal, no Espaço Sedes Colab, na 515 Norte | Fotos: Renato Raphael/Sedes-DF “A participação social precisa ser exercitada e constituída desde a infância. Como um exercício de cidadania pedimos que as crianças do Cecon olhassem para o espaço, que também pertence a eles, onde brincam, aprendem e constroem laços de amizade e vínculos. O mais interessante dessa proposta é que não foi meramente uma consulta informal com as crianças, mas um convite para a participação política genuína onde elas puderam assumir uma postura ativa, não apenas como observadoras, mas também como propositoras e se afirmaram como atores sociais competentes e capazes, que podem interferir no cotidiano”, destaca a chefe do Cecon Gama Sul, Flávia Mendes. A equipe do Cecon Gama Sul gravou um vídeo com as demandas das crianças, que foi veiculado na Conferência Regional de Assistência Social da Região Sul, no último dia 22. “A gravação do vídeo foi acompanhada de uma conversa explicando o que é uma política pública, o que chega na ponta para essas crianças, de quem é a responsabilidade, quais atores sociais podem resolver as demandas que elas trazem. Com isso, elas percebem que a política pública e a participação social acontece ali, no cotidiano delas”, complementou. “A voz dessas crianças é um ato de participação social. Elas nos lembram que o cuidado com o espaço público é um reflexo do cuidado com as pessoas que o utilizam”, explica o educador social do Cecon Gama Sul, Laércio Nicolau. Participaram da atividade cerca de 20 crianças e adolescentes atendidos na unidade, com idades entre 6 e 11 anos. Neste ano, também foi realizada a 1ª Conferência Livre de Crianças e Adolescentes Acolhidas do Distrito Federal, no Espaço Sedes Colab, na 515 Norte. Foram 76 participantes e quatro encontros, no total: dois para informar e preparar os jovens para o processo conferencial, a conferência livre organizada pela Gerência de Serviços de Acolhimento de Crianças, Adolescentes e Jovens (Geacaj) da Sedes, e um evento ao ar livre preparado por uma organização da sociedade civil parceira no acolhimento institucional. A Conferência Distrital de Assistência Social ocorre a cada dois anos e reúne usuários, trabalhadores da assistência social e governo para avaliar, discutir e aprovar propostas para aprimorar a política “Eles ficaram muito felizes de terem um lugar de fala, de poderem estar à frente do processo e serem protagonistas. Na conferência livre, foi um dia inteiro de conferência e eles estavam animados do início ao fim, tivemos jovens que conduziram os debates. Eles se sentiram representados”, ressaltou a gerente substituta da Geacaj, Laíne Lima dos Santos. Participaram dos encontros crianças e adolescentes de 6 a 17 anos e jovens que estão ou saíram do acolhimento institucional. Nos encontros, segundo a gestora, eles trouxeram demandas diversas, que vão desde uma maior valorização do cuidador social, até a oportunidade de serem mais ouvidos pelas autoridades nos casos de acolhimento emergencial. “Nós dividimos as demandas de acordo com os cinco eixos da conferência. Estamos articulando para que eles participem do encontro distrital também”, reforçou Laíne Lima. “O processo conferencial existe justamente para que possamos construir uma política que atenda, de fato, todas as necessidades das pessoas atendidas pelos serviços da assistência social. E as crianças e adolescentes estão inseridas nisso, precisamos ouvi-los. Estimular essa participação social também é fundamental para que eles possam exercer a sua cidadania na comunidade”, pontua a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal (Sedes-DF)

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Cartão Creche: Saiba quem tem direito e como pedir o benefício para educação infantil

O Governo do Distrito Federal (GDF) segue investindo para garantir educação de qualidade para a população. Um dos instrumentos é o Cartão Creche, benefício criado em 2020 e efetivado em 2021, que virou política pública em 2022 por meio da Lei Distrital nº 7.064. O programa permite o acesso a crianças de 4 meses a 3 anos e 11 meses ao ensino infantil em instituições privadas, reduzindo a fila de espera na rede pública. Só no primeiro semestre deste ano, foram disponibilizadas 10.809 vagas, com 8.963 crianças já matriculadas. O benefício é concedido mensalmente no valor de R$ 920 (para Maternal I e II), R$ 1.051 (para Berçário II) e R$ 1.472 (para Berçário I) para o pagamento da mensalidade das instituições de ensino habilitadas. Atualmente, o DF conta com 109 estabelecimentos credenciados pela Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF) que gere o programa em conjunto com a Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes). A secretária de Educação do DF, Hélvia Paranaguá, destaca a importância do Cartão Creche para o desenvolvimento educacional saudável e integral das crianças. “O Cartão Creche é uma forma de apoiar as famílias para que elas possam confiar que seus filhos estão em um lugar seguro, com cuidado e estímulo adequados. Garantir essa atenção nos primeiros anos é investir em uma base para o futuro de toda a nossa comunidade escolar”, afirma. O programa permite o acesso a crianças de 4 meses a 3 anos e 11 meses ao ensino infantil em instituições privadas, reduzindo a fila de espera na rede pública | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília A titular da pasta ainda acrescenta o papel do benefício para as famílias: “Isso não ajuda somente no desenvolvimento das crianças, mas também dá às mães e pais a chance de seguir trabalhando ou estudando, sabendo que seus pequenos estão bem amparados”. Como funciona Têm direito ao auxílio às crianças de 4 meses a 3 anos e 11 meses de idade – já completados ou a completar até 31 de março do ano em que o benefício for concedido –, que estejam inscritas no Cadastro de Solicitação de Vagas em Creches da Coordenação Regional de Ensino (CRE). A pré-inscrição ocorre por meio de contato com a Central 156, via Sistema Telematrícula. Após o cadastro, o responsável legal deve apresentar a documentação necessária na Coordenação Regional de Ensino (CRE) da região onde deseja a vaga. A inscrição será validada e homologada após a entrega dos documentos. A criança passará, então, a constar na fila de espera, de acordo com a pontuação e critérios de ranqueamento descritos no Manual de Procedimentos. Cada criança contemplada recebe um cartão magnético individual, emitido em seu nome conforme os dados cadastrados no sistema de gestão escolar. O valor creditado mensalmente será correspondente ao atendimento prestado pela instituição educacional parceira onde a criança estiver matriculada.

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Liberados R$ 49 milhões para Cartão Gás, Cartão Prato Cheio e DF Social

Agência Brasília · LIBERADOS R$ 49 MILHÕES PARA CARTÃO GÁS, CARTÃO PRATO CHEIO E DF SOCIAL A Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal (Sedes-DF) liberou, nessa sexta-feira (1º), R$ 49.184.525 para pagamento do DF Social e do Cartão Prato Cheio. A maior parte desse montante, R$ 31,3 milhões, foi investida no programa Cartão Prato Cheio, com crédito de R$ 250, utilizado para compra de alimentos. O auxílio é pago em ciclo de 18 parcelas para 130 mil famílias em situação de insegurança alimentar e nutricional. Para pagamento do DF Social, o Governo do Distrito Federal (GDF) investiu R$ 10.411.525, beneficiando 70 mil famílias. Já no Cartão Gás, foram investidos R$ 6.999.500, beneficiando também 70 mil famílias - há famílias que recebem os três benefícios. O Cartão Prato Cheio contemplou 1.559 novas famílias no programa, enquanto no DF Social, 408 famílias, entre as novas contempladas, abriram as contas sociais digitais. No Cartão Gás, 2.251 famílias foram contempladas. A consulta para retirada dos cartões nas agências do Banco de Brasília (BRB) pode ser feita no site do GDF Social | Foto: Divulgação/Sedes-DF “Outro dia, eu estava numa agenda e uma beneficiária me disse que o Prato Cheio mudou até o astral da casa dela. Ela contou que, quando chegava com as compras, as crianças ficavam mais alegres e ela ia preparar algo para eles comerem. São depoimentos assim que confirmam que o governador Ibaneis Rocha tem um olhar especial para quem mais precisa. Não é à toa que o DF é hoje referência nacional em combate à fome”, afirmou a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. Consulta A consulta para retirada dos cartões nas agências do Banco de Brasília (BRB) é verificada no site do GDF Social. No portal, o cidadão pode obter informações sobre a agência do BRB onde vai retirar o cartão, devendo fazer a busca pelo nome do titular do auxílio, mediante a apresentação de documento oficial com foto e CPF. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal (Sedes-DF)

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Centro de Convivência do Gama Oeste é reformado

O Centro de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (Cecon) do Gama Oeste passou por melhorias significativas em sua estrutura. O espaço recebeu pintura nova, melhorias de acessibilidade, troca do forro, além da readequação das instalações elétricas e dos banheiros. A entrega simbólica da unidade ocorreu nesta quinta-feira (26). O local estava em manutenção desde agosto de 2024. Durante a execução das obras, a equipe garantiu a continuidade do atendimento aos cidadãos dentro do próprio centro de convivência, que ainda recebeu novos mobiliários, computadores e aparelhos de ar-condicionado, proporcionando maior conforto tanto para os servidores quanto para a população. “O Centro de Convivência  desempenha um papel fundamental para nossa população. Nesses locais são realizadas atividades que promovem lazer, interação comunitária e o desenvolvimento de habilidades, respeitando as vivências de cada faixa etária”, destaca a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. “Então entregar um espaço renovado, confortável e seguro, fortalece ainda mais esse serviço”. Durante a execução das obras, a equipe garantiu a continuidade do atendimento aos cidadãos dentro do próprio centro de convivência | Foto: Renato Raphael/Sedes A chefe substituta do Cecon Gama Oeste, Cladinice Lima, destaca uma atividade realizada na Casa Rosada, um espaço dentro da unidade onde um grupo de mulheres participa de cursos de culinária, beleza e outros temas, com o objetivo de promover a autonomia e o empreendedorismo feminino. “Atualmente, elas estão aprendendo a fazer massas, e a proposta é que consigam transformar esses conhecimentos em uma fonte de renda”, afirma. O Cecon Gama Oeste dispõe de diversas instalações, incluindo salas para atividades em grupo, auditório, quadra poliesportiva, biblioteca, banheiros, copa e salas para atividades administrativas dos servidores.  [LEIA_TAMBEM]A equipe, formada por educadores sociais e técnicos administrativos, atende crianças e adolescentes de 6 a 15 anos, além de grupos intergeracionais que abrangem pessoas de 18 a mais de 60 anos. Também são realizadas atividades com um grupo do programa Incentiva DF, voltado para jovens entre 15 e 18 anos. Os jovens que frequentam o Cecon Gama participaram do videoclipe de lançamento oficial do programa, realizado em abril deste ano. Serviço de Convivência Geridos pela Secretaria de Desenvolvimento Social, os 16 Cecons do DF promovem o Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (SCFV), organizando atividades por grupos de diferentes idades. O objetivo é desenvolver ações que atendam às necessidades específicas de cada fase da vida, além de incentivar a interação entre pessoas de diversas faixas etárias, possibilitando a troca de conhecimentos e experiências.  A inclusão no Cecon ocorre por meio de encaminhamento de diferentes órgãos, além da busca direta da população pelo serviço, sempre por meio do Centro de Referência de Assistência Social (Cras) do território. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal (Sedes-DF)

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GDF alerta: cartões de benefícios sociais não são enviados para a casa dos cidadãos

A Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal (Sedes-DF) alerta: os cartões de benefícios não são enviados às casas dos beneficiários. O Cartão Gás, o Cartão Prato Cheio e o DF Social somente podem ser retirados nas agências do Banco de Brasília (BRB), após o cidadão confirmar por meio do site GDF Social que ele foi contemplado. O aviso ocorre porque há criminosos se aproveitando da boa-fé de famílias vulneráveis para aplicar golpes. A Sedes-DF tem recebido denúncias de cidadãos vítimas de golpes de pessoas que ligam se passando por servidor do Governo do Distrito Federal (GDF) para agendar a entrega do suposto cartão de benefício. Eles vão à residência da pessoa, tiram fotos dos documentos pessoais e entregam o cartão falso. A intenção é utilizar os dados das vítimas para aplicar novos golpes. O Cartão Gás, o Cartão Prato Cheio e o DF Social somente podem ser retirados nas agências do Banco de Brasília (BRB) | Foto: Divulgação/Sedes-DF “É importante as famílias ficarem atentas quando receberem esse tipo de ligação para não serem vítimas de fraude. Nós temos, sim, serviços em que é feito agendamento prévio por telefone, como as visitas domiciliares para atendimento exclusivo de Cadastro Único. Mas não há, reforço, entrega de cartões de benefícios na residência”, reitera a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. Outras formas de contato A Sedes-DF também entra em contato com o beneficiário, por meio do aplicativo WhatsApp, para confirmar agendamento nos centros de Referência de Assistência Social (Cras): para marcar a entrega de cestas verdes e de alimentos, nos casos em que a família já passou por atendimento prévio no Cras; para avisar da contemplação de benefícios; e fazer pesquisas. Mas a mensagem tem selo verificado e logomarca padronizada. [LEIA_TAMBEM]No caso das visitas domiciliares para atendimento de Cadastro Único e do programa Bolsa Família, os servidores trabalham uniformizados e utilizam veículos identificados. O mesmo ocorre com os funcionários as empresas terceirizadas Direta Fácil e Dala Transportes, parceiras da Sedes na entrega das cestas de alimentos nas casas de beneficiários. “Se o cidadão receber um telefonema ou mensagem em nome do GDF e tiver alguma dúvida, é importante ele procurar o Cras da região para verificar se há pendências. Mas, além disso, é fundamental que ele fique atento as medidas de segurança para não cair em golpes. E lembrem-se: cartões dos programas Cartão Gás, Cartão Prato Cheio e DF Social são entregues somente nas agências do BRB, que é o responsável pela confecção do documento”, finaliza Ana Paula Marra. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal (Sedes-DF)

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DF tem no Cadastro Único 263 mil famílias chefiadas por mães solo

O Distrito Federal tem 263 mil famílias monoparentais chefiadas por mulheres inseridas no Cadastro Único. Trata-se de mães de famílias em vulnerabilidade social que são as únicas responsáveis pelo sustento da casa, as chamadas mãe solo. Dessas, 85,3 mil possuem crianças de até seis anos. Os dados são da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), gestora do cadastro do governo federal em âmbito distrital. Segundo dados da Sedes-DF, dos 70 mil beneficiários do DF Social, programa de transferência de renda que paga R$ 100 mensais às famílias mais vulneráveis, 32,7 mil são mães solo | Foto: Divulgação/Sedes-DF Os três maiores programas da Sedes-DF - Cartão Gás, DF Social e Cartão Prato Cheio - priorizam esse público: famílias chefiadas por mães solo com crianças de até seis anos de idade. Esses benefícios contribuem não somente com o apoio financeiro no dia a dia e na compra e preparo dos alimentos, como também dão mais autonomia a essas mulheres. “Neste Dia das Mães, quero reforçar a importância de nós, como Estado, oferecermos suporte a essas mães que cuidam sozinhas de seus filhos. São mulheres batalhadoras, que usam esses auxílios para dar mais dignidade às suas famílias. Por isso, esse é um dos principais critérios que utilizamos para priorizar a concessão dos benefícios”, destaca a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. Segundo dados da Sedes-DF, dos 70 mil beneficiários do DF Social, programa de transferência de renda que paga R$ 100 mensais às famílias mais vulneráveis, 32,7 mil são mães solo. Em relação ao Cartão Gás, as mulheres nessa condição representam 30,8 mil dos 70 mil beneficiários do programa. O Cartão Gás concede benefício de R$ 100 a cada dois meses para as famílias vulneráveis comprarem o botijão de gás de cozinha. [LEIA_TAMBEM]Já em relação ao Cartão Prato Cheio, programa referência da secretaria que concede nove parcelas de R$ 250 para compra de alimentos, 20,6 mil dos 100 mil beneficiários são mulheres de famílias monoparentais com filhos na primeira infância. “São benefícios que se complementam a outros que este GDF oferece, como as refeições a preços acessíveis nos 18 restaurantes comunitários, o Bolsa Maternidade, o Cartão Material Escolar e o Cartão Creche, dois outros importantes programas que a Sedes tem em parceria com a Secretaria de Educação”, pontua Ana Paula Marra. Concedido como uma das modalidades do Auxílio-Natalidade, o Bolsa Maternidade consiste na oferta de uma mochila entregue às mães em vulnerabilidade social quando nasce um bebê. A bolsa contém itens essenciais para os cuidados do bebê recém-nascido, como fraldas, pomada, roupinhas e manta. O kit é solicitado e entregue na hora em uma das 32 unidades do Centro de Referência de Assistência Social (Cras) do DF. Para esse serviço, basta ir até o Cras, sem a necessidade de agendamento. De acordo com a Sedes-Df, nos últimos quatro anos, houve um crescimento de 474% no número de mochilas entregues. As mães, dentro do Auxílio Natalidade, também recebem o dinheiro do benefício, no valor de R$ 200, por filho nascido ou natimorto. Em relação aos restaurantes comunitários, os equipamentos servem cerca de 1,4 milhão de refeições por mês. Isso equivale a aproximadamente 48,5 mil refeições por dia. Considerando que cada pessoa pode retirar até duas refeições por turno, estima-se que cerca de 728,5 mil pessoas são atendidas mensalmente nos restaurantes comunitários do DF. “Muitas das famílias que frequentam os restaurantes são chefiadas por essas mães que aproveitam as três refeições do dia - café da manhã, almoço e jantar - a R$ 2 para alimentar seus filhos. Quando visito as unidades, sempre as vejo com seus filhos almoçando juntos ou levando as duas marmitas para casa”, lembra a secretária. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal (Sedes-DF)

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