DF registrou redução de 96% nos casos prováveis de dengue em 2025
O Distrito Federal fechou o ano epidemiológico de 2025 com uma queda de 96% nos casos prováveis de dengue, conforme aponta o boletim epidemiológico mensal nº 52, divulgado pela Secretaria de Saúde (SES-DF). Os dados consideram as notificações registradas ao longo de todo o ano. Ao longo de 2025, foram registradas 24.759 notificações suspeitas de dengue no Distrito Federal. Desse total, 11.875 casos foram classificados como prováveis, dos quais 11.108 ocorreram entre moradores do DF. A comparação com 2024 — ano marcado por um cenário epidemiológico atípico, com alta circulação do vírus em diversas regiões do país — evidencia um quadro mais controlado em 2025. No ano anterior, haviam sido registrados 278.019 casos prováveis entre residentes no Distrito Federal, número significativamente superior ao observado neste ano. Ao longo do ano, 362 servidores da Vigilância Ambiental em Saúde visitaram mais de 1,8 milhão de residências, além de atuar em locais públicos e áreas com maior circulação de pessoas | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília Segundo a diretora da Vigilância Epidemiológica da SES-DF, Juliane Maria Alves Siqueira Malta, os indicadores relacionados à dengue são acompanhados de forma contínua pelas equipes técnicas. “Isso nos permite identificar tanto o aumento dos atendimentos quanto a mudança na predominância dos sorotipos em circulação”, explica. Ela acrescenta que, diante desse cenário, a secretaria vem fortalecendo a resposta para a nova sazonalidade, com a atualização do plano de contingência para dengue, chikungunya e zika, além da melhoria da qualidade dos dados de notificação e da reformulação do informe epidemiológico semanal. “Essas ações ampliam a capacidade de resposta do sistema de saúde e contribuem para a prevenção de casos graves”, conclui. A redução foi observada em todas as regiões de saúde do DF, indicando um comportamento mais uniforme da doença no território. O boletim também mostra que, em 2025, a maior parte dos registros ocorreu entre adultos jovens, especialmente na faixa etária de 20 a 29 anos, informação que contribui para direcionar as ações de prevenção e orientação à população. Os resultados refletem o trabalho permanente desenvolvido pela Secretaria de Saúde, com atuação contínua na Vigilância Epidemiológica, no monitoramento dos casos e nas ações da Vigilância Ambiental voltadas ao controle do mosquito transmissor. As iniciativas são realizadas ao longo de todo o ano, de forma integrada, envolvendo diferentes áreas da rede pública de saúde. As ações envolveram diferentes estratégias de controle e monitoramento do mosquito transmissor | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília Apesar do cenário positivo, a SES-DF reforça a importância da manutenção dos cuidados, principalmente durante o verão. A dengue apresenta comportamento sazonal e tende a registrar maior ocorrência nos períodos mais quentes e chuvosos, quando aumentam as condições favoráveis à proliferação do mosquito Aedes aegypti. Equipes da SES-DF visitaram mais de 1,8 milhão de residências em 2025 Mesmo com a redução dos casos de dengue em 2025, a Secretaria de Saúde manteve ações contínuas de prevenção em todo o Distrito Federal. Ao longo do ano, 362 servidores da Vigilância Ambiental em Saúde visitaram mais de 1,8 milhão de residências, além de atuar em locais públicos e áreas com maior circulação de pessoas.[LEIA_TAMBEM] As ações envolveram diferentes estratégias de controle e monitoramento do mosquito transmissor. Entre elas, a aplicação da Borrifação Residual Intradomiciliar (BRI) em pontos estratégicos, a instalação de mais de 3,2 mil estações disseminadoras de larvicidas e o uso de 3,8 mil ovitrampas para acompanhamento da presença do Aedes aegypti. O trabalho de campo contou ainda com o apoio de drones, utilizados no mapeamento de áreas consideradas prioritárias. A tecnologia permitiu a varredura de 22 regiões administrativas, com mais de 2,1 mil hectares analisados e a identificação de milhares de possíveis focos. Outra frente adotada foi o uso dos mosquitos com a bactéria Wolbachia, estratégia que contribui para reduzir a transmissão das arboviroses ao longo do tempo.
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Atenção com as chuvas! Vamos prevenir a dengue
Com as limpezas de bueiros e melhorias de drenagem em vários pontos do Distrito Federal, água da chuva parada para proliferar os mosquitos Aedes aegypti não tem mais vez. Pelo menos é o que acredita o servidor Clélio Tittonel Martins, de 57 anos, vítima da dengue em 2020 e 2021. Morador do condomínio Recanto Mineiro, em Vicente Pires, ele confia que as obras em sua cidade vão servir para reduzir pontos de água parada. Quando necessário, os agentes da Vigilância Ambiental fazem a aplicação de produtos químicos de maneira estratégica, ao invés do fumacê; a aplicação garante proteção por até 30 dias | Foto: Acácio Pinheiro/Agência Brasília “As obras são muito importantes, mas as pessoas precisam contribuir, não deixando água parada em suas casas”, disse, ao reforçar a importância de limpar as calhas, deixar vasilhas suspensas e não acumular lixo no quintal. O plano de combate à dengue no DF ataca as arboviroses – dengue, Zica e chikungunya – em várias frentes. A queda no número de casos de dengue, de acordo com o último boletim epidemiológico, foi de 68% e analisou o período entre 3 de janeiro e 25 de setembro deste ano. [Numeralha titulo_grande=”458″ texto=”profissionais da Vigilância Ambiental estão envolvidos diretamente nas ações preventivas contra a dengue” esquerda_direita_centro=”esquerda”] Atualmente, com a infestação de mosquitos reduzida a um indicador abaixo de 1%, a transmissibilidade dos vírus despencou, diminuindo os possíveis atendimentos nas Unidades Básicas de Saúde e as internações na rede de saúde do DF. Para dar continuidade à queda nos casos e internações por dengue, a Diretoria de Vigilância Ambiental, da Secretaria de Saúde, conta hoje com 458 profissionais envolvidos diretamente nas ações preventivas. O cuidado é considerado o principal meio de combate à dengue. De acordo com o diretor de Vigilância Ambiental, Jadir Costa Filho, a prevenção é o maior objetivo neste momento. Entre as ações estão orientações educativas aos moradores, como não acumular entulho e dar fim aos pontos em que pode haver acúmulo de água. Entre as ações preventivas, estão orientações educativas aos moradores, como dar fim aos pontos em que pode haver acúmulo de água | Foto: Divulgação O último boletim epidemiológico da Vigilância Ambiental acusa que, em 2021, Planaltina foi a única região administrativa a registrar aumento em número de casos prováveis, de 2.363 para 3.054, uma alta de 28,3%. Por outro lado, as maiores reduções ocorreram no Gama e em Santa Maria, com 96,9% e 96,1%, respectivamente. No geral, o total de casos acumulados deste ano, até o momento, é de 12.439, enquanto no mesmo período do ano passado chegou a 45.100, o que representa uma queda de 73,5%. Em Planaltina, onde houve maior incidência do número de casos, a cada 15 dias as equipes fazem vistoria em locais como ferros-velhos, quintais ou onde há acúmulo de lixo. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] Se necessário, é feita a aplicação de produtos químicos de maneira estratégica: ao invés do fumacê, que é disperso pelo vento, os agentes de vigilância ambiental aplicam um produto líquido capaz de impregnar as superfícies e garantir proteção por até 30 dias.
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Combate à dengue: DF está em alerta contra o mosquito Aedes aegypti
Edição de arte/Agência Brasília O Distrito Federal entrou em situação de alerta contra o Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue, do zika vírus e da febre chikungunya. Devido à época de chuvas, o índice de infestação predial (IIP) com larvas do vetor dessas doenças subiu de 0,2%, em agosto, para 1,48% em novembro. Lago Norte, Fercal, Lago Sul e Sobradinho II são as regiões administrativas com os maiores índices de infestação predial, de acordo com a Secretaria de Saúde. Em entrevista coletiva na sede da pasta nesta segunda-feira (26), o secretário Humberto Fonseca alertou sobre a importância de a população tomar consciência e fazer a vistoria para evitar aumento no número de casos em 2019. “Todos temos de agir para impedir que a larva do mosquito nasça e se prolifere.” A situação de alerta tem por base o mais recente Levantamento Rápido de Índices para o Aedes aegypti (LIRAa), que permite o conhecimento, de forma rápida, por amostragem, da quantidade de imóveis com a presença de recipientes com larvas do mosquito. [Olho texto='”Todos temos de agir para impedir que a larva do mosquito (da dengue) nasça e se prolifere”‘ assinatura=”Humberto Fonseca, secretário de Saúde” esquerda_direita_centro=”esquerda”] Segundo dados da Saúde, o Lago Norte teve 8,73% dos imóveis inspecionados com infestação, seguido da Fercal (5,41%), do Lago Sul (4,78%) e de Sobradinho II (4,54%). Cada região administrativa apresenta diferentes motivos para o aumento no índice. “Nos Lagos Norte e Sul, tivemos infestação maior em vasinhos de plantas, que acumulam água. Na Fercal, o maior número de focos foi encontrado no lixo e, em Sobradinho II, houve mais registros em reservatórios localizados no solo, como em barris e tonéis, para acumular água”, apontou Humberto Fonseca. No levantamento, os agentes de saúde entraram nas residências selecionadas, nos quarteirões sorteados e fizeram inspeção durante a visita domiciliar. Foram identificados e examinados os depósitos que reuniram as condições para proliferação do vetor Aedes aegypti, e aqueles com presença de larvas foram removidos, destruídos ou tratados e contabilizados. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Até quinta-feira (29), serão desenvolvidas ações em várias cidades do DF, com foco na prevenção, no controle e no combate ao mosquito. O objetivo é mobilizar a comunidade, com ênfase no período chuvoso, em que há maior proliferação do inseto. Para atuar nessas iniciativas, foram treinados 350 militares do Corpo de Bombeiros do DF. Também participam as Secretarias das Cidades e de Educação, “mas é importante destacar que o trabalho tem de começar dentro de casa. Se todos, por exemplo, auxiliarem o vizinho no combate ao mosquito, também é prevenção”, destacou a subsecretária de Vigilância à Saúde, Beatriz Ruy. As iniciativas integram a Semana Distrital de Mobilização contra a Dengue e Outras Doenças Transmitidas pelo Aedes, que começou na sexta-feira (23) com o Fórum MobilizaDF: juntos contra o Aedes. O evento marcou o Dia D de Combate ao Aedes no Distrito Federal neste ano. Outro serviço que combate o mosquito da dengue é promovido pelo programa Cidades Limpas, coordenado pela Secretaria das Cidades. Feito em ciclos, ele é desencadeado em todas as 31 regiões do Distrito Federal. Além disso, em fevereiro deste ano, a Secretaria de Saúde publicou o Plano Integrado em Saúde para Prevenção, Controle e Enfrentamento da Dengue e Outras Arboviroses – 2018-2019. O objetivo é orientar, facilitar, agilizar e uniformizar as ações necessárias para resposta solidária, tempestiva, coordenada e articulada entre as unidades e setores do Sistema Único de Saúde (SUS). O plano está sendo implementado nas regiões de saúde do Distrito Federal e reforçado no período de sazonalidade. Veja dicas da Secretaria de Saúde para evitar a reprodução do mosquito da dengue: Mantenha a caixa d’água fechada e com a limpeza em dia Não acumule água em potinhos de plantas. Utilize como estratégia o preenchimento com areia nos pratos Avalie se há água acumulada em calhas e faça a desobstrução caso haja materiais que impeçam o escoamento da água Caso armazene água em baldes e tonéis, certifique-se de que estejam bem fechados Faça limpeza semanal com água e sabão nos recipientes de armazenamento de água Guarde garrafas sempre viradas para baixo Mantenha as lixeiras e contêineres de lixo sempre fechados Não jogue lixo nas ruas ou terrenos baldios Brasília teve 1.913 casos prováveis de dengue em moradores locais No mais recente boletim epidemiológico, a Secretaria de Saúde registrou, em 2018, 1.913 casos prováveis de dengue em residentes do DF. Foram três casos graves e uma morte pela doença até o momento. No mesmo período de 2017, houve 21 ocorrências graves e 12 óbitos. “Tivemos uma redução acima de 50% em relação aos níveis do ano passado. Ainda temos tranquilidade no controle da dengue, mas esse é o momento de agir”, reforçou o secretário.
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Brasília registra 707 casos prováveis de dengue neste ano
A Secretaria de Saúde registrou 707 casos prováveis de dengue em 2018, de acordo com boletim epidemiológico divulgado nesta quarta-feira (11). Do total, 672 pacientes residem no Distrito Federal, e 35 são moradores de outras unidades da Federação. Segundo o informativo, a faixa etária que demonstra maior adoecimento é a de 20 a 49 anos (43,75% do total). Já as regiões administrativas do DF com mais incidência são: Itapoã, Paranoá, Planaltina, São Sebastião, Samambaia, Setor de Indústria e Abastecimento (SIA) e Riacho Fundo I. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] Neste ano, houve uma morte pela doença. No mesmo período de 2017, foram seis casos graves e três óbitos. O boletim da Saúde também apresenta dados sobre outras enfermidades causadas pelo mosquito Aedes aegypti: 24 casos prováveis de febre chikungunya, 9 de zika vírus e uma ocorrência confirmada de febre amarela. Edição: Raquel Flores
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DF teve 588 casos prováveis de dengue desde janeiro
De janeiro a março, foram registrados 588 casos prováveis de dengue em moradores de Brasília. A Secretaria de Saúde também identificou a doença em 33 residentes de outras unidades da Federação. Os dados são do Informativo Epidemiológico nº 14 da pasta, divulgado nessa quarta-feira (4), e são referentes à 13ª semana epidemiológica (de 25 a 31 de março). As regiões administrativas com o maior índice registrado de dengue são Planaltina (108); Samambaia (82); Paranoá (58); Itapoã (54); Taguatinga (47); Ceilândia (40) e São Sebastião (39). A faixa etária com maior incidência é de pessoas de 29 a 49 anos (44,71%), seguida por crianças e adolescentes de 5 a 19 anos (24,06%). Adultos e idosos de 50 a 80 anos representam 12,8% do total, e crianças menores de 5 anos são 18,43%. Até o fim de março, houve um caso grave e uma pessoa morreu por dengue. No mesmo período de 2017, foram quatro notificações graves e um óbito. Zika e chikungunya O boletim apresenta casos de febre chikungunya e de zika vírus — outras doenças causadas pelo mosquito Aedes aegypti. Nesse período, foram registrados 24 casos prováveis de febre chikungunya, sendo 23 em moradores do DF. As localidades que tiveram casos são Ceilândia, Guará, Itapoã, Paranoá, Planaltina, Recanto das Emas, Riacho Fundo I, SCIA, Samambaia, São Sebastião e Sobradinho. O zika vírus foi diagnosticado em nove moradores do DF. Taguatinga teve quatro casos; Ceilândia, um; Recanto das Emas, um; Riacho Fundo I, um; Samambaia, um; e Santa Maria, um. Cuidados para evitar o Aedes aegypti O mosquito se reproduz na água. Para evitar a proliferação do inseto, é preciso tomar alguns cuidados para não desenvolver criadouros, entre eles: Eliminar objetos que possam acumular água, como embalagens usadas, potes e latas Colocar areia em pratinhos de plantas Evitar acúmulo de entulho Usar telas em janelas e em portas Manter a caixa d’água tampada Edição: Marina Mercante
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DF registra queda de 25% nos casos prováveis de dengue
De janeiro à primeira quinzena de março, a Secretaria de Saúde registrou 453 casos prováveis de dengue em residentes do Distrito Federal. O número representa uma queda de 25,37% em relação ao mesmo período do ano passado: 607. No caso de pessoas que moram em outras unidades da Federação, foram computadas 23 notificações prováveis neste ano. Em 2017, o montante era de 122 — 81,15% a mais. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (14) por meio do Informativo Epidemiológico nº 11. As regiões administrativas que registraram o maior número de casos foram Planaltina (95), Samambaia (61), Paranoá (45), Itapoã (44) e Taguatinga (33). O boletim aponta que a maioria dos registros se deu na faixa etária de 20 a 49 anos (42,57%). Não houve registro de casos graves ou óbitos no período. Febre chikungunya, zika vírus e febre amarela A febre chikungunya apresentou 15 incidências prováveis neste ano — 14 em moradores do Distrito Federal e uma de outra unidade federativa. Outra doença transmitida pelo Aedes aegypti, a contaminação provável pelo zika vírus foi registrada em seis residentes do DF. Houve uma redução de um caso provável na capital federal em relação ao informativo anterior, devido ao encerramento de investigação como caso descartado. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] No caso da febre amarela, a Saúde contabilizou 42 casos notificados, dos quais 37 de habitantes locais. Desses, 35 foram descartados, um está em investigação e um já foi confirmado. O caso confirmado evoluiu para cura e não se deslocou para fora do DF nos 15 dias que antecederam o início dos sintomas. Os cinco casos suspeitos em residentes de fora foram descartados. Edição: Marina Mercante
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Dengue teve 312 casos prováveis no ano
A Secretaria de Saúde registrou 312 casos prováveis de dengue desde o início de 2018. Desses, 17 são de moradores de outras unidades da Federação. Em fevereiro, a incidência da doença aumentou em quatro regiões administrativas: São Sebastião, Riacho Fundo I, Sobradinho II e Santa Maria. As informações estão no Informativo Epidemiológico Dengue, Chikungunya, Zika Vírus e Febre Amarela nº 8, divulgado nesta terça-feira (20). [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] A distribuição por idade, entre os residentes do Distrito Federal, demonstra que a maioria dos pacientes tem de 20 a 49 anos (50,37%). A faixa etária de 5 a 19 anos ficou com 22,47% do total; a de 50 e maiores de 80 anos, com 14,10%, e a de crianças menores de 5 anos, com 13,07%. De acordo com a secretaria, não houve notificações de morte por dengue neste ano. Febre chikungunya, zika vírus e febre amarela Desde janeiro, foram identificados 11 casos prováveis de febre chikungunya — dois de pacientes que moram fora do DF —, e dez de zika vírus, entre eles, um de outras unidades federativas. Nesse período, a Saúde registrou 25 suspeitas de febre amarela, das quais 21 de habitantes locais. Dessas, 16 foram descartadas, e cinco são investigadas. As outras quatro suspeitas, das 25, também foram desconsideradas. Das cinco ocorrências em investigação, uma levou à morte do paciente. Edição: Raquel Flores
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DF registra 46 suspeitas de dengue nas duas primeiras semanas de 2018
Brasília teve 46 suspeitas de dengue registradas até 13 de janeiro, último dia da segunda semana epidemiológica de 2018. São 41 moradores locais e cinco residentes em Goiás. No mesmo período, em 2017, foram 103 casos prováveis. O comparativo mostra queda de 55,34%. As ocorrências ficaram distribuídas por Águas Claras (1), Ceilândia (1), Gama (2), Guará (1), Itapoã (3), Lago Norte (1), Lago Sul (1), Paranoá (6), Planaltina (9), Riacho Fundo I (1), Riacho Fundo II (1), Samambaia (2), Santa Maria (1), São Sebastião (2), Setor Complementar de Indústria e Abastecimento (2), Sobradinho (1) e Taguatinga (6). Assim como em 2017, não houve registro de morte por dengue na cidade nas duas primeiras semanas do ano. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] A febre chikungunya e o zika vírus, doenças transmitidas pelo mesmo vetor da dengue, o mosquito Aedes aegypti, tiveram um e dois casos registrados, respectivamente. A chikungunya foi no Riacho Fundo II, assim como um dos casos de zika – o outro ocorreu no Paranoá. Os dados são do Informativo Epidemiológico nº 3 de 2018, divulgado pela Secretaria de Saúde nesta quarta-feira (17). Edição: Marina Mercante
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Brasília teve nove suspeitas de dengue na primeira semana de 2018
Brasília teve nove suspeitas de dengue registradas até 6 de janeiro, quando terminou a primeira semana epidemiológica de 2018. Todos os pacientes são moradores locais. No mesmo período, em 2017, foram 41 casos prováveis. O comparativo mostra queda de 78,05%. Neste ano, as ocorrências ficaram distribuídas nas regiões administrativas do Guará (1), do Riacho Fundo I (1), de Sobradinho (1), de Taguatinga (1), de Planaltina (3) e de Samambaia (2). Até a primeira semana de 2018, não houve registro de morte por dengue na cidade. Os dados são do Informativo Epidemiológico nº 2 de 2018, divulgado pela Secretária de Saúde nesta quarta-feira (10). A febre chikungunya e o zika vírus, doenças também transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti, o mesmo da dengue, não tiveram casos prováveis até 6 de janeiro. Veja a íntegra do Informativo Epidemiológico Dengue, Chikungunya e Zika nº 2 de 2018. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”centro”] Edição: Raquel Flores
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Ações contra mosquito da dengue são intensificadas no período de férias
A Diretoria de Vigilância Ambiental em Saúde começou o primeiro ciclo de visitas domiciliares de 2018 para orientar os moradores sobre os cuidados contra proliferação do mosquito Aedes aegypti, que pode transmitir dengue, febre chikungunya e zika vírus. Visitas de agentes para orientação de moradores e combate a focos de dengue foram retomadas na última terça-feira (2). Equipes da Diretoria de Vigilância Ambeintal em Saúde estiveram nesta quinta-feira (4) em Ceilândia. As visitas, que começaram na terça-feira (2) e ocorrem durante todo o ano, são intensificadas na época de chuva, quando o número de depósitos de água aumenta. O cuidado aumenta mesmo quando a casa está vazia, como ocorre geralmente em dezembro e em janeiro, meses de férias. Nesses casos, os agentes costumam retornar mais de uma vez durante o dia. Caso realmente não encontrem ninguém em casa, voltam de novo durante a semana ou antes do fim do ciclo de visitas àquela região. O itinerário cumprido pelas equipes é separado por zonas, e cada ciclo demora em torno de 60 dias para ser concluído. Para garantir que não haja focos do mosquito na ausência de pessoas nas residências, a orientação a moradores que pretendem viajar é feita em novembro. “Sugerimos que entreguem a chave a alguém e não deixem nada exposto que possa juntar água”, ensina o agente de saúde do Núcleo de Vigilância Ambiental de Ceilândia Joselito da Silva Rocha. [Olho texto=”“A população está tomando muito cuidado, já aprendeu como fazer e as pessoas se tornaram agentes de saúde da própria casa”” assinatura=”Joselito da Silva Rocha, agente de saúde do Núcleo de Vigilância Ambiental de Ceilândia” esquerda_direita_centro=”esquerda”] Moradora de Ceilândia, a aposentada Antônia Araújo Pereira, de 66 anos, além de cuidar para que não haja água parada em casa, aproveita para ver se a rotina dos vizinhos está em ordem. “Eu vejo que eles sempre deixam tudo fechadinho. Gostam de sair, mas é tudo muito bem organizado.” Ela, assim como grande parte dos moradores da região, armazena água da chuva para auxiliar no racionamento. “Sempre mantenho os galões fechados e não ficam parados por muito tempo”, explica. O que guarda é usado para lavar o quintal e limpar o interior da casa. “A população está tomando muito cuidado, já aprendeu como fazer e as pessoas se tornaram agentes de saúde da própria casa”, avalia Joselito da Silva Rocha ao se referir à população de Ceilândia. A região administrativa teve uma queda de 72,97% nos casos prováveis de dengue em 2017, com relação ao ano anterior. Foram 529 registros, contra 1.975. Terrenos vazios também são cuidados pela Vigilância Somado às visitas aos domicílios, os agentes de saúde observam o armazenamento do lixo fora de casa e a condição de terrenos baldios. Além de registrar e acabar com possíveis focos, os profissionais solicitam a presença do Serviço de Limpeza Urbana (SLU). Caso seja encontrada uma larva, coletam uma amostra, que é levada para o laboratório para verificar o porcentual positivo para Aedes aegypti. Para impedir que o mosquito se reproduza, é utilizado um larvicida, que atrofia a larva. Rocha orienta que os cuidados devem ser diários, pois os mosquitos podem se desenvolver em duas horas. Por isso, é importante, além de secar ou tapar depósitos de água, verificar ralos, pneus e vasos de plantas. Em Ceilândia, esses são os principais locais notados pela Vigilância. DF teve queda de 76,22% em 2017 O DF registrou 4.213 casos prováveis de dengue em 2017. Em comparação com o ano anterior, que apresentou 17.718 registros, houve queda de 76,22%. As informações são do primeiro informativo epidemiológico de 2018, divulgado ontem pela Secretaria de Saúde. [Numeralha titulo_grande=”4.213″ texto=”Quantidade de casos prováveis de dengue no DF em 2017″ esquerda_direita_centro=”direita”] A maior parte dos casos prováveis é de pessoas com idade de 20 a 49 anos (51%), seguidos pelas faixas etárias entre 5 e 19 anos (23%) e de 50 a até maiores de 80 anos (17%). Crianças menores de 5 anos representam 9% dos registros. Foram identificados 21 casos graves e 12 óbitos por dengue em 2017, em residentes no DF. O boletim também mostra os casos suspeitos de febre chikungunya e zika vírus. O documento indica 160 casos prováveis da febre, dos quais 130 residem no Distrito Federal, e 30 em outras unidades da Federação. Em ambas as situações, houve queda em relação ao ano anterior. Quanto à doença aguda pelo zika vírus, foram 88 registros de casos prováveis — 65 residentes no DF, e 23 em outras unidades da Federação.
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Brasília registra queda de 77% em casos de dengue
De janeiro até a segunda semana de dezembro, a Secretaria de Saúde registrou 4.051 casos prováveis de dengue em residentes do Distrito Federal. O número representa uma queda de 77% em relação ao mesmo período do ano passado: 17.615. Entre pessoas que moram em outras unidades da Federação, foram computadas 542 notificações prováveis neste ano. Em 2016, o montante era de 2.114 — 74,36% a mais. Os dados foram divulgados nessa terça-feira (12) por meio do Informativo Epidemiológico nº 45. A predominância das ocorrências (78%) se encontrou nas regiões administrativas de Ceilândia, Estrutural, Gama, Guará, Planaltina, Recanto das Emas, Samambaia, Santa Maria, São Sebastião e Taguatinga, com 3.140 notificações. A maior parte dos casos se concentra na faixa etária de 20 a 49 anos de idade — o equivalente a 51% dos registros — seguida das faixas de 5 a 19 anos (22%) e de 50 a até os maiores de 80 anos (18%). Crianças menores de 5 anos representam 9% das anotações. No ano, foram identificadas 21 notificações graves e 12 mortes por dengue em residentes do DF. No mesmo período de 2016, foram 43 registros graves e 23 óbitos. Febre chikungunya e zika vírus Além dos números de dengue, o boletim apresentou dados sobre a febre chikungunya. Foram 153 casos prováveis, dos quais 124 em residentes do DF e 29 em moradores de outras unidades da Federação. Entre os 124 residentes do DF, a maior incidência de pacientes ocorreu nas regiões administrativas de Taguatinga, Ceilândia, São Sebastião e Samambaia. Ainda de acordo com o boletim epidemiológico, o zika vírus teve 87 registros prováveis de infecção aguda — 65 em habitantes de Brasília. Entre as cidades mais afetadas estão Asa Sul, Gama, Planaltina, Samambaia e Taguatinga. Edição: Vannildo Mendes
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Saúde lança portal Brasília contra o Aedes
No Dia Nacional de Combate ao Aedes, a população do DF ganha mais um canal de informação para enfrentar o mosquito transmissor da dengue, do zika vírus e da chikungunya. O Caic de São Sebastião recebeu evento do Dia Nacional de Combate ao Aedes. Foto: Tony Winston/Agência Brasília Foi lançado nesta sexta-feira (8) o site Brasília contra o Aedes, onde estão listadas as dicas de prevenção, unidades de referência no atendimento às doenças e dados sobre a infestação no Distrito Federal. O endereço do portal foi divulgado em cerimônia no Centro de Atenção Integral à Criança (Caic) de São Sebastião. Na ocasião, também foram entregues à Secretaria de Saúde duas caminhonetes para transporte das equipes de campo da Diretoria de Vigilância Ambiental, doadas pelo Ministério da Saúde. “Os veículos serão usados em visitas a residências e em iniciativas de orientação à população e de retirada de lixo”, lista o secretário de Saúde, Humberto Fonseca. A proposta do site Brasília contra o Aedes é simplificar o contato da comunidade com as equipes de saúde. Ele foi desenvolvido pela Secretaria de Saúde e vai permitir, inclusive, o envio de informações e fotos sobre locais com focos do vetor. “Vamos monitorar todas as demandas da população e dar respostas. A gente fez a opção por ele por ter uma linguagem simples, sem termos técnicos e com orientação rápida”, explica o diretor de Vigilância Ambiental, Denilson Magalhães. O Dia Nacional de Combate ao Aedes é uma campanha em âmbito nacional. No Distrito Federal, a mobilização estabelece inspeções em escolas e prédios públicos de todas as regiões administrativas para eliminar possíveis focos de infestação. São Sebastião foi escolhida para sediar o evento desta sexta-feira por ser divisa com Goiás e Minas Gerais. A área teve a segunda maior taxa de incidência de dengue do DF por 100 mil habitantes, com 282 casos. “É uma cidade na qual temos que manter o alerta durante o ano todo”, afirma Magalhães. A redução dos casos de dengue é diretamente relacionada à limpeza e manutenção de áreas públicas. Por isso, as ações do programa Cidades Limpas, da Secretaria das Cidades, têm sido fundamentais na retirada de entulho, lixo e pneus usados que poderiam ser criadouros do Aedes aegypti. Parceria com a Secretaria de Educação, com a Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento Básico (Adasa) e com a Companhia de Saneamento Ambiental do DF (Caesb), por sua vez, incentivaram a conscientização da comunidade. Edição: Paula Oliveira
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DF registra 4.524 casos prováveis de dengue
Foram registrados 4.524 casos prováveis de dengue até 47ª semana epidemiológica, que terminou em 25 de novembro. As informações são do Informativo Epidemiológico nº 43, divulgado pela Secretaria de Saúde na quarta-feira (29). Desse total, 3.991 são moradores de Brasília, e 533, de outras unidades da Federação, mas tiveram o diagnóstico feito no Distrito Federal. Dez regiões administrativas concentraram a maior incidência da doença. São elas: Planaltina (512), Ceilândia (499), Samambaia (300), São Sebastião (277), Taguatinga (273), Santa Maria (264), Recanto das Emas (183), Estrutural (159) e Guará (137). O informativo também apresenta as faixas etárias que tiveram mais ocorrências. Segundo os dados, 51% das pessoas tinham de 20 a 19 anos; 22%, de 5 a 19 anos; 18%, mais de 50 anos; e 9%, até 5 anos. Dos residentes do DF, 20 registros eram graves, e houve 12 mortes por dengue. No mesmo período em 2016, ocorreram 42 casos graves e 23 óbitos. Febre chikungunya e zika vírus O boletim epidemiológico identifica ainda estatísticas da febre chikungunya e do zika vírus, enfermidades que, como a dengue, são transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti. A secretaria identificou 146 casos prováveis de chikungunya neste ano. Em 119 deles, trata-se de moradores de Brasília. Vinte e sete são de outras unidades federativas. Ceilândia (15), Taguatinga (15), São Sebastião (13) e Samambaia (12) foram as regiões administrativas que apresentaram mais casos da doença. Em relação ao zika vírus, 63 residentes do DF foram diagnosticados com casos prováveis, e 21 de outras unidades da Federação — o que totaliza 84 pessoas com registro na capital federal. As maiores incidências foram em Samambaia (11), em Taguatinga (7), em Planaltina (4), no Gama (4) e no Riacho Fundo II (4) e em Santa Maria (3). Edição: Paula Oliveira
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Cidades Limpas fica no Gama até 8 de dezembro
Até 8 de dezembro, o Gama recebe as equipes do Cidades Limpas. Serão 314 trabalhadores envolvidos nas atividades, com apoio de 78 equipamentos. Até 8 de dezembro, o Gama recebe as equipes do Cidades Limpas. Serão 314 trabalhadores envolvidos nas atividades, com apoio de 78 equipamentos. Foto: Tony Winston/Agência Brasília O lançamento desta edição, a 28ª desde o início do programa, que completa um ano, ocorreu na manhã desta segunda-feira (27), no Setor Central, com a presença do governador de Brasília, Rodrigo Rollemberg. “Este é um programa de sucesso porque a gente percebe claramente como as cidades mudaram depois de um ano. Estão mais limpas, mais bem cuidadas, com a grama cortada, com o meio-fio pintado. A gente sabe que é um trabalho de manutenção permanente”, disse o chefe do Executivo local. Entre as ações está a limpeza de paradas de ônibus com o objetivo de tirar água acumulada que possa servir como ambiente de proliferação do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, da chikungunya e do zika vírus. [Olho texto=”Também envolvida no mutirão, a comunidade vai ajudar a transformar em um jardim uma área perto do CAIC Carlos Castelo Branco, no Setor Oeste” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”esquerda”] Com o apoio da força-tarefa, os casos de dengue no DF diminuíram drasticamente: foram 3.945 casos prováveis de janeiro a outubro deste ano. No mesmo período de 2016, a Secretaria de Saúde fez 17.490 registros. Em termos porcentuais, a redução foi de 77,4%. Apenas no Gama, onde o programa esteve em novembro passado, houve diminuição de 40,9% dos casos prováveis de dengue. De janeiro a outubro deste ano, a localidade teve 297 registros da doença. Nos dez primeiros meses de 2016, foram 503 notificações. “Começamos modestamente e hoje estamos aqui na 28ª edição. É um programa que tem mudado a qualidade de vida dos moradores”, ressaltou o secretário das Cidades, Marcos Dantas. Outras ações do Cidades Limpas no Gama Nesta edição no Gama, haverá ainda ação integrada de revitalização, com poda, corte de grama e ajustes nas áreas de lazer na praça ao lado do Centro Educacional (CED) 4. Também envolvida no mutirão, a comunidade vai ajudar a transformar em um jardim uma área perto do CAIC Carlos Castelo Branco, no Setor Oeste, que é utilizada como área de descarte de entulho. Balanço do primeiro ano do Cidades Limpas O Cidades Limpas é coordenado pela Secretaria das Cidades e tem o objetivo de revitalizar áreas públicas com ações como limpeza de boca de lobos, pintura de meios-fios, poda de árvores e recolhimento de entulho. Em um ano, o programa envolveu 4.613 trabalhadores, de 19 órgãos do governo de Brasília. Nos 12 meses de atividades, foram usadas 1.293 máquinas e equipamentos. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Nas 27 edições realizadas, foram removidas 86,3 toneladas de entulho, desobstruídas 2,9 mil bocas de lobo e recolhidas 250 carcaças. No período, foram visitados 82,3 mil imóveis para combate ao Aedes aegypti. Também houve a emissão de 747 carteiras de identidade, a manutenção, substituição e reparo de 2,4 mil unidades na rede elétrica, e a poda de 15,7 mil árvores. Leia o pronunciamento do governador Rodrigo Rollemberg no lançamento do Cidades Limpas no Gama. Edição: Marina Mercante
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Cidades Limpas completa um ano com retorno ao Gama na segunda-feira (27)
A Secretaria das Cidades atualizou alguns números do balanço de um ano do programa. Foram visitados 82,3 mil imóveis para o combate ao Aedes aegypti, e não 71,2 mil. Houve emissão de 747 carteiras de identidade, e não de 717. A substituição e o reparo na rede elétrica foi de 2,4 mil unidades, e não de 2,3 mil. E 15,7 mil árvores — e não 15,3 mil — foram podadas. Na edição de comemoração de um ano, o Cidades Limpas volta ao Gama na segunda-feira (27). O programa, coordenado pela Secretaria das Cidades, tem o objetivo de revitalizar áreas públicas das regiões administrativas com ações como limpeza de boca de lobos, pintura de meios-fios, poda de árvores e recolhimento de entulho. Equipes do Cidades Limpas fizeram diversos trabalhos no Gama em novembro de 2016. Foto: Gabriel Jabur/Agência Brasília – 7.11.2016 Os casos de dengue no DF diminuíram drasticamente com o apoio da força-tarefa: foram 3.945 registros de casos prováveis de janeiro a outubro deste ano. No mesmo período do ano passado, a Secretaria de Saúde computou 17.490 casos. Em termos porcentuais, trata-se de uma redução de 77,4% no período. No Gama, onde o Cidades Limpas esteve em novembro de 2016, a diminuição foi de 40,9% dos casos prováveis de dengue. De janeiro a outubro deste ano, a localidade teve 297 registros da doença. Nos dez primeiros meses de 2016, foram 503 notificações. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] O Cidades Limpas teve 27 edições em um ano. Ao todo, removeu 86,3 toneladas de entulho, desobstruiu 2,9 mil bocas de lobo e recolheu 250 carcaças. No período, foram visitados 82,3 mil imóveis para combate ao Aedes aegypti, vetor da dengue, do zika vírus e da chikungunya. Outras ações do Cidades Limpas nos últimos 12 meses foram: Desobstrução de redes de água pluvial Emissão de 747 carteiras de identidade Manutenção, substituição e reparo de 2,4 mil unidades na rede elétrica Pintura de sinalizações Pintura de meios-fios Poda de 15,7 mil árvores Recuperação de redes de esgoto Tapa-buracos O programa envolveu 4.613 trabalhadores, de 19 órgãos do governo de Brasília. Nos 12 meses de atividades, foram usadas 1.293 máquinas e equipamentos. O Cidades Limpas fica no Gama até 8 de dezembro. A partir do dia 11, segue para Sudoeste, Octogonal e Cruzeiro. Edição: Marina Mercante
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DF teve 4.487 casos prováveis de dengue desde janeiro
A Secretaria de Saúde registrou 4.487 casos prováveis de dengue de janeiro até a 46ª semana epidemiológica, que terminou em 18 de novembro. O informativo com os dados está no site da pasta. Do total, 3.961 são moradores da capital brasileira, e 526 de outras unidades da Federação, mas que usaram os serviços públicos distritais para fazer o diagnóstico. As regiões administrativas que apresentaram mais ocorrências foram: Planaltina (507), Ceilândia (497), Samambaia (461), Gama (295), São Sebastião (277), Taguatinga (269), Santa Maria (264), Recanto das Emas (184), Estrutural (158) e Guará (134). Essas localidades correspondem a 77% do total de casos prováveis. Segundo o boletim, dos residentes do DF, 19 registros eram graves, e houve 12 mortes por dengue. No mesmo período em 2016, ocorreram 42 casos graves e 23 óbitos. Febre chikungunya e zika vírus O informativo também apresenta dados da febre chikungunya e do zika vírus, doenças que, como a dengue, são causadas pelo mosquito Aedes aegypti. A secretaria identificou 143 casos prováveis de chikungunya. Em 117 deles, trata-se de moradores de Brasília. Vinte e seis são de outras unidades federativas. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] As maiores incidências da doença foram em Ceilândia (15), Taguatinga (15), São Sebastião (13) e Samambaia (11). No caso do zika vírus, 65 residentes do DF foram diagnosticados com casos prováveis da doença, e 23 de outras unidades — o que totaliza 88 pessoas com registro na capital federal. Samambaia (11), Taguatinga (7), Santa Maria (6), Planaltina (4), Gama (4) e Riacho Fundo (4) foram as regiões administrativas que mais registraram ocorrências. Edição: Marina Mercante
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Casos prováveis de dengue somam 4.471 registros no DF
Até a 45ª semana epidemiológica de 2017, que terminou em 13 de novembro, foram registrados 4.471 casos prováveis de dengue no Distrito Federal. Desses, 3.945 residem na unidade federativa, enquanto 526 são de outras localidades. No mesmo período de 2016, ano em que o DF passou por uma epidemia da doença transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, o número de casos era 77% maior, 19.608. [Olho texto=”No ano, foram identificadas 19 notificações graves e 12 mortes por dengue em residentes do DF. No mesmo período de 2016, foram 42 registros graves e 23 óbitos” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”direita”] Os dados são do Boletim Epidemiológico nº 45, divulgado pela Secretaria de Saúde na quinta-feira (16). Em moradores do DF, a maioria dos casos se concentrou na faixa etária de 20 a 49 anos de idade — o equivalente a 52% dos registros — seguido das faixas de 5 a 19 anos (22%) e de 50 a até maiores de 80 anos (18%). Crianças menores de 5 anos representam 8% dos registros. A predominância das ocorrências, 3.031 casos, ou 77% do total, está nas regiões administrativas de Planaltina, Ceilândia, Samambaia, Gama, São Sebastião, Santa Maria, Taguatinga, Recanto das Emas, Estrutural e Guará. No ano, foram identificadas 19 notificações graves e 12 mortes por dengue em residentes do DF. No mesmo período de 2016, foram 42 registros graves e 23 óbitos. Febre chikungunya e zika vírus no DF De acordo com o boletim da Saúde, foram registrados 141 casos prováveis de febre chikungunya, outra doença transmitida pelo mesmo vetor da dengue. Entre os 115 residentes do DF, a maior incidência de pacientes ocorreu nas regiões administrativas de Taguatinga, Ceilândia, São Sebastião e Samambaia. No caso do zika vírus, foram 84 notificações prováveis de infecção aguda — 61 em residentes do DF. Samambaia, Santa Maria, Taguatinga, Gama e Planaltina foram as regiões com maior número de infectados. Edição: Paula Oliveira
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Governo intensifica combate à dengue no período chuvoso
Com o início do período chuvoso e a possibilidade do aumento da incidência do mosquito Aedes aegypti no DF, o governo intensifica ações de combate à transmissão da dengue, da febre chikungunya e do zika vírus. Com o início das chuvas, governo reforça visitas domiciliares de agentes da Secretaria de Saúde no combate ao Aedes aegypti. Foto: Andre Borges/Agência Brasília De acordo com o diretor de Vigilância Ambiental da Secretaria de Saúde, Denilson Magalhães, a pasta trabalhará com 501 agentes em todas as regiões administrativas. As visitas domiciliares ocorrem durante todo o ano, mas são flexibilizadas no período da seca. Trinta bombeiros militares também integram a equipe. Além disso, nas próximas semanas será lançada uma nova campanha publicitária em que o foco será o envolvimento da população no combate ao mosquito. “Como os criadouros são em sua maioria dentro dos domicílios, convidamos a sociedade a participar mais para acabar com esses focos. Essa é a melhor maneira de evitarmos a transmissão”, acredita. [Olho texto='”Como os criadouros são em sua maioria dentro dos domicílios, convidamos a sociedade a participar mais para acabar com os focos”‘ assinatura=”Denilson Magalhães, diretor de Vigilância Ambiental da Secretaria de Saúde” esquerda_direita_centro=”esquerda”] A Secretaria de Saúde também se prepara com 36 veículos equipados com o aparelhos UBV, conhecidos como fumacê. Esses são usados em regiões onde há confirmação de casos, para quebrar a cadeia de transmissão. Com o avanço das medidas em 2016, o diretor reforça que neste ano a situação está mais favorável ao combate porque os índices das doenças foram reduzidos em 79%, no caso da dengue; 89%, da febre chikungunya; e em 79%, do zika vírus. Os números de manifestação predial do transmissor do vírus no DF estão em 0,13% — abaixo do índice recomendado pelo Ministério da Saúde, que é de 1%. A Saúde também retomará o trabalho integrado com a Companhia de Saneamento Ambiental do DF (Caesb) e a Secretaria de Educação, por meio dos programas Mensageiros da Água e Escola sem Mosquito, que têm como objetivo conscientizar multiplicadores em 250 escolas da rede pública. Outra ação integrada é o programa Cidades Limpas, que neste mês ocorreu no Park Way, no Núcleo Bandeirante e na Candangolândia. A pasta também articula uma agenda com o Serviço de Limpeza Urbana (SLU) para 14 de novembro. Será uma reunião para capacitar os chefes dos núcleos de agentes comunitários sobre a destinação do lixo. Edição: Paula Oliveira
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Brasília registra 4.441 casos prováveis de dengue
Foram registrados 4.441 casos prováveis de dengue até a 44ª semana epidemiológica — que terminou em 4 de novembro. Desse total, 3.917 são de moradores de Brasília. A maioria se concentrou na faixa etária de 20 a 49 anos, o equivalente a 52% das ocorrências. Os dados constam do Informativo Epidemiológico Dengue, Chikungunya e Zika nº 40, da Secretaria de Saúde, publicado nessa quarta-feira (8). Quanto à localidade, 77% agruparam-se nas seguintes regiões administrativas: Ceilândia, Estrutural, Gama, Guará, Planaltina, Recanto das Emas, Samambaia, Santa Maria, São Sebastião e Taguatinga. Em comparação ao ano passado, houve uma redução de 77,6% nos números da doença — a 44ª semana epidemiológica de 2016 registrou 17.490 brasilienses infectados. Neste ano, segundo o informativo da Saúde, o DF teve 19 casos graves e 11 mortes. No boletim da 42ª semana, constam 12 óbitos. Porém, uma investigação posterior revelou que o motivo de um deles não foi a dengue. Febre chikungunya e zika vírus A secretaria divulgou também os números da febre chikungunya. Foram 139 incidências prováveis, das quais 115 em residentes do DF, e 24 em moradores de outras unidades da Federação. A maior parte dos pacientes é de Ceilândia, do Guará, de Samambaia e de São Sebastião. Ainda de acordo com o boletim epidemiológico, o zika vírus teve 81 registros prováveis de infecção aguda — 60 em habitantes de Brasília. Entre as cidades mais afetadas estão Gama, Samambaia, Santa Maria e Taguatinga. Acesse a íntegra do Informativo Epidemiológico Dengue, Chikungunya e Zika nº 40.
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Até 21 de outubro, Brasília teve 4.410 casos prováveis de dengue
Foram 11 mortes causadas pela dengue em 2017, e não 12, como informado no Boletim Epidemiológico nº 38 da Secretaria de Saúde. Segundo a pasta, uma investigação posterior revelou que um dos óbitos não foi provocado pela doença. Até a 42ª semana epidemiológica de 2017, que terminou em 21 de outubro, foram registrados 4.410 casos prováveis de dengue no Distrito Federal. Os dados foram divulgados pela Secretaria de Saúde nesta quarta-feira (25), por meio do Boletim Epidemiológico nº 38. Do total, 3.890 pacientes são residentes do DF, enquanto os de outras unidades de Federação somaram 520 pessoas. A maioria dos casos se concentrou na faixa etária entre 20 e 49 anos de idade, o equivalente a 55% dos registros. A predominância das ocorrências (77,1%) se encontrou nas regiões administrativas de Planaltina, Ceilândia, Samambaia, Gama, São Sebastião, Santa Maria, Taguatinga, Recanto das Emas, Estrutural e Guará. No ano, foram identificadas 19 notificações graves e 11 mortes por dengue em residentes do DF. No mesmo período de 2016, foram 41 registros graves e 22 óbitos. Febre chikungunya e zika vírus Além dos números de dengue, o boletim apresentou dados sobre a febre chikungunya. Foram 135 casos prováveis, dos quais 111 em residentes do DF e 24 em moradores de outras unidades da Federação. A maioria dos infectados é das regiões administrativas de Taguatinga, de Ceilândia, de São Sebastião, de Samambaia e do Guará. Também segundo o boletim, o zika vírus teve 77 registros prováveis de infecção aguda — 58 em residentes do DF. As regiões mais afetadas foram Samambaia, Santa Maria, Taguatinga e Gama. Edição: Vannildo Mendes
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DF tem 4.365 casos prováveis de dengue desde janeiro
A Secretaria de Saúde registrou 4.365 casos prováveis de dengue desde o início do ano, segundo o Informativo Epidemiológico nº 37, divulgado nesta quarta-feira (18). Do total, 3.853 pacientes moram no Distrito Federal, e 512, em outras unidades da Federação. A maioria das ocorrências concentra-se entre pessoas de 20 a 49 anos de idade (52%), seguida das faixas etárias de 5 a 19 anos (22%) e de 50 a mais de 80 anos (18%). As regiões administrativas com maior número de doentes são Planaltina, Ceilândia, Samambaia, Gama, São Sebastião, Santa Maria, Taguatinga, Recanto das Emas, Estrutural e Guará. Juntas, elas concentram 77% das incidências prováveis. Em 2017, o DF teve 14 casos graves de dengue e 10 óbitos, contra 41 e 22, respectivamente, no mesmo período de 2016. Febre chikungunya e zika vírus Desde o início do ano, a febre chikungunya somou 136 registros prováveis, dos quais 112 são de moradores do Distrito Federal. Do total, a maior parte ocorre em Taguatinga, em Ceilândia, em Samambaia, no Gama, no Guará e em Planaltina. Quanto ao zika vírus, de acordo com o boletim epidemiológico, foram 76 — 57 deles em residentes do DF. As regiões administrativas mais afetadas foram Samambaia, Taguatinga, Santa Maria, Planaltina e Gama. Acesse a íntegra do Informativo Epidemiológico Dengue, Chikungunya e Zika nº37. Edição: Raquel Flores
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DF registra 4.308 casos prováveis de dengue desde o início de 2017
Brasília registrou 4.308 casos prováveis de dengue até 9 de outubro, o que corresponde à Semana Epidemiológica nº 40. É o que mostra o Boletim Epidemiológico nº 36, divulgado pela Secretaria de Saúde nesta quarta-feira (11). Desse total, 3.797 pacientes residem no DF. Os residentes em outras unidades da Federação somam 511. A faixa etária com maior incidência da doença situa-se entre 20 e 49 anos de idade — eles são 53% dos registros. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] Em seguida, vêm os pacientes com idade entre 5 e 19 anos (22%) e o público de 50 anos a mais de 80 anos (18%). Crianças menores de 5 anos representam 7% das pessoas contaminadas. Além disso, 10 regiões administrativas concentram 77% da incidência da doença. São elas: Planaltina, Ceilândia, Samambaia, Gama, São Sebastião, Santa Maria, Taguatinga, Recanto das Emas, Estrutural e Guará. Desde o início do ano, o DF teve 14 casos graves e 10 mortes por dengue. Em comparação com o mesmo período do ano passado, houve redução: ocorreram 41 registros graves e 22 óbitos em residentes no DF à época. Febre chikungunya e zika vírus O Boletim Epidemiológico nº 36 apresentou também o quadro de febre chikungunya. Até a Semana nº 40, foram 131 casos prováveis: 107 em residentes do DF e 24 em moradores de outras unidades da Federação. Os registros se concentram em Taguatinga, Ceilândia, Samambaia, Gama, Guará e Planaltina. Os casos prováveis de zika vírus, por sua vez, somam 75 no período: 56 de residentes do DF e 19 de moradores de outras unidades da Federação. As regiões administrativas com maior incidência são: Samambaia, Taguatinga, Santa Maria, Planaltina e Gama. Edição: Vannildo Mendes
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DF tem 4.275 casos prováveis de dengue desde o início de 2017
A Secretaria de Saúde registrou 4.275 casos prováveis de dengue desde o início do ano, de acordo com o boletim epidemiológico nº 32. Do total de pacientes, 3.780 moram no Distrito Federal e 495, em outras unidades da Federação. Segundo a análise da pasta, a taxa de incidência da doença permanece baixa na maioria das regiões administrativas. No entanto, Estrutural e Fercal apresentaram índices acima de 100 casos por 100 mil habitantes em maio e em junho. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] A maioria dos registros concentra-se na faixa etária de 20 a 49 anos (56%). Em seguida, vêm os grupos com até 19 anos (26%) e de 50 a mais de 80 anos (18%). Crianças menores de 5 anos representam 6% dos casos. Das 31 regiões administrativas, as que concentram o maior número de casos prováveis (2.878) — 76% do total — são: Planaltina, Ceilândia, Samambaia, Gama, São Sebastião, Santa Maria, Taguatinga, Recanto das Emas, Estrutural e Guará. Desde o início do ano, identificaram-se 12 ocorrências graves e sete óbitos por dengue em residentes do DF. No mesmo período de 2016, houve 41 registros graves e 22 óbitos. Febre chikungunya e zika vírus O informativo da Saúde também aponta 130 casos prováveis da febre chikungunya — 106 de moradores no DF e 24 de outras unidades federativas — e 71 da doença aguda causada pelo zika vírus. Desses, 51 foram de pacientes que moram no DF e 20, em outras unidades da Federação. Veja a íntegra do Informativo Epidemiológico Dengue, Chikungunya e Zika nº 32. Edição: Raquel Flores
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DF registra 3.593 casos de dengue neste ano até agosto
De janeiro até a primeira semana de agosto, a Secretaria de Saúde registrou 3.593 casos prováveis de dengue em residentes do Distrito Federal. O número representa uma queda de 79,16% em relação ao mesmo período do ano passado: 17.237. No caso de pessoas que moram em outras unidades da Federação, foram computadas 494 notificações prováveis neste ano. Em 2016, o montante era de 2.086 — 76,32% a mais. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (10) por meio do Informativo Epidemiológico nº 31. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] As regiões administrativas mais atingidas pela doença causada pelo mosquito Aedes aegypti são: Planaltina, Ceilândia, Samambaia, Gama, São Sebastião, Santa Maria, Taguatinga, Recanto das Emas, Estrutural e Guará. Juntas, elas concentraram 76% dos casos prováveis. O boletim aponta ainda que a maioria dos registros se deu na faixa etária de 20 a 49 anos de idade (56%). No grupo até os 19 anos, foram computados 26% dos casos. Os de mais de 50 anos concentraram 18% das notificações. Quantidade de mortes também diminuiu De acordo com o levantamento, o número de mortos entre residentes do DF também diminuiu consideravelmente neste ano. Foram registrados nove casos graves e quatro óbitos em 2017. No mesmo período de 2016, ocorreram 41 notificações graves, 22 fatais. As duas outras doenças transmitidas pelo Aedes aegypti também tiveram redução. A febre chikungunya apresentou 132 incidências prováveis em 2017 contra 397 no ano passado. Os casos prováveis da doença aguda causada pelo zika vírus somam 67 ocorrências neste ano. Em 2016, no mesmo período, foram 380. Edição: Vannildo Mendes
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Cidades Limpas reduz em 85% casos de dengue, zika e chikungunya
A 20ª edição do programa Cidades Limpas chega ao Riacho Fundo II a partir desta segunda-feira (7). As ações de limpeza e revitalização urbana têm como um dos objetivos a prevenção ao mosquito Aedes aegypti, transmissor de dengue, do zika vírus e da febre chikungunya. O governador de Brasília, Rodrigo Rollemberg, esteve nesta manhã no lançamento do programa Cidades Limpas no Riacho Fundo II. Foto: Gabriel Jabur/Agência Brasília As medidas contribuíram para a queda de 85% nos casos dessas doenças, que o Distrito Federal alcançou em 2017 em relação ao mesmo período do ano passado. O porcentual de redução é recorde nacional. Para isso, diversos órgãos do governo de Brasília, coordenados pela Secretaria das Cidades, executam medidas como poda de árvores, tapa-buracos, capina e roçagem, remoção de entulhos, recuperação de iluminação pública e manejo ambiental. O governador de Brasília, Rodrigo Rollemberg, esteve nesta manhã no lançamento do programa no Riacho Fundo II. “Com essas e outras ações de governo, estamos tendo a maior redução do número de casos dessas doenças no Brasil”, observou. [Olho texto='”Com essas e outras ações de governo, estamos tendo a maior redução de casos dessas doenças no Brasil”‘ assinatura=”Rodrigo Rollemberg, governador de Brasília” esquerda_direita_centro=”esquerda”] Ele ficou satisfeito com o impacto do programa na saúde pública e no controle das epidemias. “É algo em torno de 85% de redução em relação ao mesmo período do ano passado”, destacou Rollemberg. Além de melhorar a saúde da população, o Cidades Limpas também fortalece o sentimento de pertencimento da comunidade, de acordo com o secretário das Cidades, Marcos Dantas. “As ações também aumentam a autoestima das pessoas”, disse. No Riacho Fundo II, um dos focos do programa será a segurança no trânsito. Está prevista a colocação de 40 quebra-molas em 11 quadras e na Avenida Principal — os pontos foram indicados pela administração regional como prioritários. A força-tarefa também executará ações de poda de árvores, tapa-buracos, capina e roçagem, remoção de entulhos, recuperação de iluminação pública e manejo ambiental para o combate ao Aedes aegypti. O contato direto dos órgãos do governo com os moradores permite o atendimento das demandas locais. Uma delas é a instalação dos quebra-molas. A colocação das estruturas permite a redução da velocidade dos veículos na via. Lançado em novembro do ano passado, o Cidades Limpas já promoveu operações nas seguintes localidades: Gama, Itapoã, Paranoá, Ceilândia, Brazlândia, Estrutural, Planaltina, São Sebastião, Fercal, Sobradinho II, Vila Planalto, Guará, Sobradinho, Samambaia, Taguatinga, Riacho Fundo I, Santa Maria e Recanto das Emas. O objetivo do programa é promover uma melhoria imediata do ambiente urbano para que a população tenha mais qualidade de vida. Leia a íntegra do pronunciamento do governador Rodrigo Rollemberg no lançamento do programa Cidades Limpas no Riacho Fundo II. Edição: Vannildo Mendes
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Ações de governo contribuem para queda da dengue no DF
O Distrito Federal registrou queda de 79,5% nos casos de dengue em moradores da capital. De janeiro a julho de 2017, a Secretaria de Saúde identificou 3.526 ocorrências. No mesmo período do ano passado, foram 17.212. O números constam do Informativo Epidemiológico nº 30, divulgado pela pasta nesta quinta-feira (3). O diretor de Vigilância Ambiental em Saúde, Denilson Magalhães, explica que um dos fatores que contribuíram para a redução dos registros foi a retirada de entulhos de áreas públicas. Para Magalhães, o programa Cidades Limpas representa um grande avanço no combate à proliferação do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, da febre chikungunya e do zika vírus. A ação integrada de governo, que começou em novembro de 2016, contribuiu para a diminuição dos focos do vetor, além de auxiliar na limpeza urbana do DF. [Olho texto=”Uma das principais causas de proliferação do mosquito da dengue é o uso inapropriado de reservatórios de água no período de racionamento” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”esquerda”] No entanto, Brasília ainda enfrenta o problema do armazenamento inadequado de água nas residências. De acordo com o último Levantamento de Índices Rápido do Aedes aegypti (LIRAa), divulgado no mês de maio, uma das principais causas de proliferação do mosquito é o uso inapropriado de reservatórios de água no período de racionamento. Segundo Magalhães, houve um aumento significativo de regiões administrativas com armazenamento hídrico em locais de fácil acesso, ao nível do solo, por exemplo. “Em abril de 2016, havia cinco cidades com essa especificação; atualmente já somam 17”, pontua o diretor de Vigilância Ambiental em Saúde. Com a necessidade de conscientizar a população sobre o consumo responsável de água e a melhor maneira de armazená-la em casa, o governo de Brasília criou o programa Mensageiros da Água, uma parceria das Secretarias de Educação, de Saúde e da Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb). O projeto capacitou professores e coordenadores da rede pública para orientar alunos e comunidade sobre o uso sustentável da água e sobre como prevenir a proliferação do mosquito Aedes aegypti. [Olho texto='”As crianças têm muita influência em relação aos adultos, elas informam os pais e cobram deles os cuidados dentro de casa”‘ assinatura=”Denilson Magalhães, diretor de Vigilância Ambiental em Saúde” esquerda_direita_centro=”direita”] “A ação nas escolas é de extrema importância. As crianças têm muita influência em relação aos adultos, elas informam os pais e cobram deles as responsabilidades e cuidados dentro de casa”, ressalta Denilson Magalhães. De acordo com o diretor, as visitas periódicas às residências também têm auxiliado a população com informações e com o tratamento dos possíveis focos do mosquito. No primeiro quadrimestre, já foram mais de 500 mil imóveis visitados. Vigilância Ambiental alerta para cuidados com armazenamento de água nas casas A estocagem inadequada de água pode ser um agravante na multiplicação do Aedes aegypti. A Vigilância Ambiental em Saúde recomenda medidas simples para ajudar a combater o mosquito, como: armazenar a água em um recipiente com tampa e mantê-lo sempre fechado após o uso limpar a caixa-d’água e os tonéis uma vez por semana quando identificado um foco do mosquito Aedes aegypti, não desperdiçar água. Reutilizá-la para a lavagem de área externa e piso fazer sempre a manutenção de piscinas ou de fontes com os produtos químicos apropriados ficar atento às bandejas na geladeira, que podem acumular água manter sempre limpa a bandeja do ar-condicionado para evitar o acúmulo de líquidos Outros cuidados também podem ser consultados no site da Secretaria de Saúde. Distrito Federal registra 4.017 casos prováveis de dengue De acordo com o Informativo Epidemiológico nº 30, a Secretaria de Saúde identificou 4.017 casos prováveis de dengue neste ano. Das ocorrências, 3.526 eram de residentes do DF e 491, de outras unidades da Federação. As regiões administrativas que registraram o maior número de ocorrências foram: Planaltina, Ceilândia, Samambaia, Gama, São Sebastião, Santa Maria, Taguatinga, Recanto das Emas, Estrutural e Guará. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] Até o momento, houve dez casos graves e quatro mortes na capital federal em 2017. No ano passado, foram 39 e 21, respectivamente. Ainda segundo o levantamento da Saúde, a febre chikungunya teve 134 casos prováveis. Desse total, 103 em pessoas que vivem no DF e 31, no Entorno. O zika vírus atingiu 74 moradores em 2017 — 57 de Brasília e 17 de outras unidades federativas. Acesse a íntegra do Informativo Epidemiológico de Dengue, Chikungunya e Zika nº 30. Edição: Raquel Flores
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Casos prováveis de dengue no DF somam 3.981 em 2017
Até a 29ª semana epidemiológica de 2017 (de 16 a 22 de julho), o Distrito Federal identificou 3.981 casos prováveis de dengue. Desse total, 3.487 são de moradores locais, e 494, de outras unidades da Federação. Os números representam uma queda de 79,72% na incidência da doença em brasilienses comparada ao mesmo período de 2016. No ano passado, foram 17.191 registros. Os dados constam do Informativo Epidemiológico nº 29, divulgado pela Secretaria de Saúde nesta quarta-feira (26). [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] Entre as regiões administrativas que mais apresentaram registros estão: Planaltina, Ceilândia, Samambaia, Gama, São Sebastião, Santa Maria, Taguatinga, Recanto das Emas, Estrutural e Guará. Até o momento, houve oito casos graves e três mortes na capital federal em 2017. No ano passado, foram 39 e 21, respectivamente. Casos de zika vírus e de febre chikungunya no DF A febre chikungunya apresentou 129 incidências prováveis — 99 em moradores do Distrito Federal e 30 em habitantes de outras unidades da Federação. A maioria dos casos registrados no DF encontra-se em Taguatinga, em Ceilândia, em Samambaia, no Gama e no Guará. A contaminação provável pelo zika vírus, outra doença transmitida pelo Aedes aegypti, foi registrada em 54 residentes do DF e em 17 do Entorno. A concentração de 89% dos casos de 2017 está em Santa Maria, no Gama, em Planaltina e em Samambaia. Veja dicas da Secretaria de Saúde para evitar focos de proliferação do Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue, da chikungunya e do zika vírus. Acesse a íntegra do Informativo Epidemiológico de Dengue, Chikungunya e Zika nº 29. Edição: Raquel Flores
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Brasília tem queda de 79,88% em casos de dengue
Brasília registrou 3.931 casos prováveis de dengue até a primeira quinzena de julho. Das ocorrências identificadas pela Secretaria de Saúde, 3.449 eram de residentes do Distrito Federal e 482, de outras unidades da Federação. No mesmo período do ano passado, foram computadas 19.219 notificações — 17.139 de moradores do DF e 2.080 do Entorno. O número representa uma redução de 79,88% para os brasilienses em relação a 2016. Os dados constam do Informativo Epidemiológico nº 28, divulgado nesta quinta-feira (20). Até o momento, de acordo com o balanço, foram registrados nove casos graves e três mortes na capital federal em 2017. Em 2016, ocorreram 39 e 21, respectivamente. Entre as regiões administrativas que mais apresentaram incidências da doença estão: Planaltina, Samambaia, Ceilândia, Gama, São Sebastião, Santa Maria, Taguatinga, Estrutural, Recanto das Emas e Guará. Febre chikungunya e zika vírus Ainda segundo o levantamento da Saúde, a febre chikungunya teve 127 casos prováveis. Desse total, 97 em pessoas que vivem no DF e 30, no Entorno. O zika vírus atingiu 65 moradores em 2017 — 49 de Brasília e 16 de outras unidades federativas. Acesse a íntegra do Informativo Epidemiológico de Dengue, Chikungunya e Zika nº 28. Edição: Raquel Flores
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Saúde registra 3.390 casos de dengue em moradores do DF em 2017
De janeiro até a primeira semana de julho, a Secretaria de Saúde registrou 3.390 casos prováveis de dengue em residentes do Distrito Federal. O número representa uma queda de 80,16% em relação ao mesmo período do ano passado: 17.087. No caso de pessoas que moram em outras unidades da Federação, foram computadas 478 notificações prováveis neste ano. Em 2016, o montante era de 2.078 — 77% a mais. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (12) por meio do Informativo Epidemiológico nº 27. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] As regiões administrativas que registraram o maior número de casos foram: Planaltina, Samambaia, Ceilândia, Gama, São Sebastião, Santa Maria, Taguatinga, Estrutural, Recanto das Emas e Guará. O número de mortos entre residentes do DF também diminuiu consideravelmente neste ano. Foram registrados nove casos graves e três óbitos em 2017. No mesmo período de 2016, ocorreram 39 casos graves e 21 mortes na cidade. Casos de zika e chikungunya no DF A febre chikungunya apresentou 96 incidências prováveis em moradores do DF em 2017, contra 346 em 2016. Neste ano, a maioria deles está registrada em Taguatinga, Santa Maria, Ceilândia, Guará e Samambaia. Outra doença transmitida pelo Aedes aegypti, a contaminação provável pelo zika vírus foi registrada em 47 residentes do DF e 18 de outras unidades da federação. A concentração de 85% dos casos de 2017 está em Santa Maria, Gama, Planaltina e Samambaia. Edição: Paula Oliveira
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Casos de dengue em residentes do DF caem 80% em 2017
Os registros de dengue em residentes do Distrito Federal se mantêm com tendência de queda em 2017. Até a primeira quinzena de junho, a Secretaria de Saúde registrou 2.730 casos prováveis da doença em moradores da região e 418 em oriundos de outras unidades da Federação. No ano passado, foram computadas 18.921 ocorrências – 16.862 vítimas residiam no DF e 2.059 eram do Entorno. A redução foi de aproximadamente 80%. Os dados são do Informativo Epidemiológico nº 25, divulgado nesta quarta-feira (21). As regiões administrativas mais atingidas pela doença causada pelo mosquito Aedes aegypti são: Planaltina, Samambaia, São Sebastião, Gama, Ceilândia, Santa Maria, Taguatinga, Guará, Sobradinho II, Sobradinho, Recanto das Emas, Estrutural, Paranoá e Itapoã. Juntas, elas concentraram 84% dos casos prováveis. O boletim aponta ainda que a maioria dos registros se deu na faixa etária de 20 a 49 anos de idade (59,35%). No grupo até os 19 anos, foram computados 22,52% dos casos. Os de mais de 50 anos concentraram 18,13% das notificações. Quantidade de mortes também diminuiu De acordo com o levantamento, o número de mortos entre residentes do DF também diminuiu consideravelmente neste ano. Foram registrados nove casos graves e três óbitos em 2017. No mesmo período de 2016, ocorreram 39 notificações graves e 21 mortes. As duas outras doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti também tiveram redução. A febre chikungunya apresentou 374 incidências prováveis no ano passado e 118 neste. Os casos registrados no Distrito Federal (91) se concentraram nas regiões de Taguatinga, Santa Maria, Ceilândia, Guará e Samambaia. Os casos prováveis da doença aguda causada pelo zika vírus somaram 74 em 2017 – 54 residem no DF e 20 no Entorno. Em 2016, no mesmo período, foram 380. Edição: Vannildo Mendes
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Casos prováveis de dengue caíram 85,2% em 2017
Brasília registrou 2.467 casos prováveis de dengue até 12 de junho. Os números representam 85,24% a menos em relação ao mesmo período de 2016, quando foram notificadas 16.714 ocorrências da doença transmitida pelo mosquito Aedes aegypti. O dado é referente a residentes do Distrito Federal. No caso de pessoas que moram em outras unidades da Federação, foram computadas 405 ocorrências prováveis neste ano. Em 2016, o montante era de 2.051, ou 80,2% a mais. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Os dados são do Boletim Epidemiológico nº 24, divulgado nesta quarta-feira (14) pela Secretaria de Saúde. Das notificações prováveis, 84% (20.078) estão concentradas nas regiões administrativas: Ceilândia, Estrutural, Gama, Guará, Itapoã, Paranoá, Planaltina, Recanto das Emas, Samambaia, Santa Maria, São Sebastião, Sobradinho II, Sobradinho e Taguatinga. O número de mortos entre residentes do DF também diminuiu consideravelmente neste ano. Foram registrados nove casos graves e três óbitos em 2017. No mesmo período de 2016, ocorreram 39 casos graves e 21 mortes na cidade. Casos de zika e chikungunya no DF A febre chikungunya apresentou 89 incidências prováveis em moradores do DF em 2017, contra 332 em 2016. Neste ano, a maioria deles está registrada em Ceilândia, Guará, Samambaia, Santa Maria e Taguatinga, regiões que, juntas, somam 52% das notificações. Outra doença transmitida pelo Aedes aegypti, a contaminação provável pelo zika vírus foi registrada em 55 residentes do DF no ano passado e 310 neste. A concentração de 76% dos casos de 2017 está no Gama e em Samambaia, Santa Maria e Planaltina. Um deles foi confirmado em uma gestante. Veja a íntegra do Boletim Epidemiológico nº 24. Edição: Vannildo Mendes
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Brasília tem 2.589 casos prováveis de dengue em 2017
Até 3 de junho, último dia da semana epidemiológica 22, Brasília teve 2.589 casos prováveis de dengue identificados. Desses, 2.214 são de moradores do Distrito Federal e 375, de outras unidades da Federação. Os números representam queda de 86% em relação ao mesmo período de 2016, quando foram registradas 18.541 ocorrências. Os dados constam do Informativo Epidemiológico nº 23, divulgado pela Secretaria de Saúde nesta quarta-feira (7). Entre as regiões administrativas mais atingidas pela doença estão: Planaltina, Samambaia, São Sebastião, Gama, Ceilândia, Santa Maria, Taguatinga, Guará, Sobradinho II, Sobradinho, Recanto das Emas, Estrutural, Paranoá e Itapoã. Juntas, elas concentram 84% das ocorrências prováveis. Quantidade de mortes também diminuiu De acordo com o levantamento da Saúde, até sábado (3), houve duas mortes por dengue em 2017 em residentes de Brasília. Em 2016, no mesmo período, foram 20 óbitos. Os casos graves também diminuíram: de 38 para 7. Duas outras doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti também tiveram redução nos números. A febre chikungunya apresentou 368 incidências prováveis no ano passado e 106 neste. Já o zika vírus ficou com 66 registros prováveis em 2017, e com 379 em 2016. Veja a íntegra do Informativo Epidemiológico nº 23. Edição: Raquel Flores
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Saúde registra 2.408 casos de dengue em 2017
Até a 21ª semana epidemiológica de 2017 (de 21 a 27 de maio), a Secretaria de Saúde registrou 2.408 casos prováveis de dengue: 2.059 de moradores do Distrito Federal e 349 de outras unidades da Federação. Divulgado nesta quarta-feira (31), o Informativo Epidemiológico nº 22 mostra que o número representa uma queda de 85% em relação ao mesmo período do ano passado, que contou com 18.267 ocorrências. Até o momento, de acordo com o balanço, foram identificados sete quadros graves da doença e uma morte por dengue em residentes do DF. No mesmo intervalo de 2016, houve 38 graves e 20 óbitos. As Regiões Administrativas que concentram as maiores quantidades de registros são: Samambaia, Planaltina, Ceilândia, São Sebastião, Gama, Santa Maria, Taguatinga, Guará, Estrutural, Recanto das Emas, Sobradinho II, Sobradinho, Itapoã e Paranoá. Febre chikungunya e zika vírus Ainda segundo o levantamento da Saúde, a febre chikungunya apresentou 100 casos prováveis. Desse total, 76 vivem no DF e 24, no Entorno. O zika vírus atingiu 61 pessoas em 2017 — 43 moram na capital federal e 18, em outras unidades federativas. Não houve confirmações de doença aguda causada pelo zika vírus em gestantes brasilienses. Edição: Raquel Flores
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Cidades Limpas já removeu das ruas 71 carcaças de veículos
O programa Cidades Limpas, coordenado pela Secretaria das Cidades, já retirou 71 carcaças de carros abandonados das ruas no Distrito Federal desde que foi lançado, em novembro de 2016. Veículos abandonados em Samambaia foram retirados nesta quinta (25), em ação do programa Cidades Limpas. Foto: Secretaria das Cidades As sucatas largadas em áreas públicas podem ser usadas como esconderijo por criminosos. Permitem também acúmulos de água, que se tornam focos para proliferação do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, da febre chikungunya e do zika vírus. Na manhã desta quinta-feira (25), houve retirada de veículos abandonados nas Quadras 501, 413, 833 e no balão da QN 501/502, em Samambaia. Ao todo, sete carcaças foram removidas e estão no pátio de serviços da administração regional, na Quadra QS 419, atrás do Centro Olímpico e Paralímpico. [Olho texto='”A operação também serve para que as pessoas se conscientizem de que não podem largar esse tipo de bem em área pública”‘ assinatura=”Marcos Dantas, secretário das Cidades” esquerda_direita_centro=”esquerda”] Levantamento prévio, baseado em reclamações dos moradores, indicava a existência de pelo menos 30 carcaças nas ruas. Mas, com a operação em andamento, verificou-se que alguns proprietários providenciaram a remoção. “A operação também serve para que as pessoas se conscientizem de que não podem largar esse tipo de bem em área pública”, observou o secretário das Cidades, Marcos Dantas. Os carros abandonados foram retirados com apoio do Departamento de Trânsito do DF (Detran-DF). Os proprietários que quiserem reavê-los devem levar a documentação à administração regional. Lá, precisam assinar um termo de responsabilidade, comprometendo-se a não mais abandonar o bem em via pública, e pagar as taxas pelo uso de área, tabeladas pela Secretaria de Fazenda. Caso não o façam, as sucatas poderão ser leiloadas.
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Saúde registra queda de 88% nos casos de dengue em moradores do DF
De janeiro até a semana epidemiológica 20 (de 14 a 20 de maio), a Secretaria de Saúde computou 1.828 casos prováveis de dengue em residentes do Distrito Federal. O número representa uma queda de 88,5% em relação ao mesmo período do ano passado: 15.992. Divulgado nesta quarta-feira (24), o Informativo Epidemiológico nº 21 também registrou 297 notificações prováveis da doença transmitida pelo mosquito Aedes aegypti em moradores de outras unidades da Federação. Do total de ocorrências prováveis, 84% concentram-se nas seguintes Regiões Administrativas: Planaltina, Samambaia, São Sebastião, Gama, Ceilândia, Santa Maria, Taguatinga, Guará, Sobradinho II, Estrutural, Sobradinho, Recanto da Emas, Itapoã e Paranoá. Distribuição por faixa etária e morte O boletim aponta ainda que a maioria das incidências foi na faixa etária de 20 a 49 anos (60,40%). Em seguida, aparecem a de até 19 anos (20,52%) e a de 50 a mais de 80 anos (19,08%). Crianças menores de 5 anos representam 2,44%. Até a semana epidemiológica 20, foram registrados sete casos graves e uma morte por dengue. No mesmo período, em 2016, houve 37 ocorrências graves e 20 óbitos em residentes no DF. Segundo a Secretaria de Saúde, a paciente que morreu tinha 80 anos e era moradora de Sobradinho. O diagnóstico foi confirmado por exame laboratorial em 17 de maio. De acordo com a pasta, a idosa tinha sido internada na unidade de terapia intensiva (UTI) do Hospital Regional de Santa Maria em 8 de abril e faleceu em 18 de abril. Ainda conforme o informativo epidemiológico, identificaram-se 53 casos da doença aguda pelo zika vírus — 37 moram no DF e 16, em outras unidades da Federação. Não há casos confirmados em gestantes de Brasília. Edição: Raquel Flores
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Casos prováveis de dengue no DF somam 1.928 em 2017
Até a 19ª semana epidemiológica de 2017 (de 7 a 13 de maio), o Distrito Federal identificou 1.928 casos prováveis de dengue. Desse total, 1.653 são de moradores locais, e 275, de outras unidades da Federação. Os números representam uma queda de 89,05% na incidência da doença em relação ao mesmo período de 2016. No ano passado, foram 17.623 registros. Os dados constam do Informativo Epidemiológico nº 20, divulgado pela Secretaria de Saúde nesta quarta-feira (17). Entre as regiões administrativas que mais apresentaram casos estão: Planaltina, Samambaia, São Sebastião, Gama, Ceilândia, Santa Maria, Taguatinga, Guará, Sobradinho II, Sobradinho, Recanto das Emas, Estrutural, Paranoá e Vicente Pires. Juntas, elas concentram 84% das ocorrências prováveis. Número de mortes também diminuiu Até o momento, não houve nenhuma morte por dengue em 2017 em residentes de Brasília. Em 2016, no mesmo período, foram 19 óbitos. Os casos graves também diminuíram de 33 para 6. Em relação à febre chikungunya, houve 307 prováveis incidências entre os brasilienses no ano passado, contra 67 neste — redução próxima a 78%. Para o zika vírus, a diminuição foi de 95%: 32 casos prováveis em 2017 em moradores do DF e 596 no ano passado. Edição: Raquel Flores
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Professores recebem treinamento sobre uso consciente da água
Os encontros na parte da manhã serão das 8h30 às 11h30, e não das 8 às 11 horas, como informado anteriormente. A Secretaria de Educação lançará na terça-feira (16) programa de treinamento ambiental para professores e coordenadores da rede pública do Distrito Federal. O foco é a conscientização sobre o uso sustentável da água e a prevenção do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, da febre chikungunya e do zika vírus. Com o treinamento, os profissionais de educação estarão capacitados a atuar como agentes de mobilização nas escolas. Eles farão inspeção semanal para detectar possíveis focos do mosquito e também o monitoramento do consumo de água da unidade escolar. [Olho texto=”As 14 regionais de ensino do DF terão o compromisso de repassar o conhecimento às 677 escolas da rede pública” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”direita”] A intenção da secretaria é formar 651 profissionais da educação como multiplicadores do projeto. As 14 regionais de ensino do DF, alvo das palestras informativas, terão o compromisso de repassar o conhecimento às 677 escolas da rede pública. O projeto uniu duas frentes de trabalho: o plano de ação para prevenção e controle das doenças transmitidas pelo Aedes aegypti, da Subsecretaria de Vigilância à Saúde, da Secretaria de Saúde; e o projeto Mensageiros da Água, da Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb). Essa atividade faz parte do projeto de política ambiental da Secretaria de Educação e pretende atingir os 410 mil estudantes da rede de ensino público para que eles sejam multiplicadores em suas famílias e comunidades. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] Serão sete dias de atividades. Os professores selecionados receberão ensinamentos sobre como localizar vazamentos de água nas escolas e como mudar os hábitos de consumo para economizar os recursos hídricos. De acordo com a Subsecretaria de Educação Básica, que coordena o projeto, a iniciativa para as capacitações vem da preocupação com os recipientes utilizados pela comunidade para reservar água. Neste momento de crise hídrica no DF, muitas pessoas utilizam de forma inadequada o armazenamento de água, o que cria reservatórios com focos do vetor da dengue. Cada regional de ensino receberá uma palestra de três horas com informações sobre o ciclo de vida do mosquito Aedes aegypti e de como detectar a presença do inseto no ambiente escolar. Haverá encontro pela manhã, das 8h30 às 11h30, e à tarde, das 14 às 17 horas, de acordo com a quantidade de participantes. Capacitação de agentes de mobilização da Secretaria de Educação Guará e Núcleo Bandeirante 16 de maio (terça-feira) No Centro de Ensino Médio 1 do Núcleo Bandeirante Terceira Avenida, Área Especial nº 4, Setor Tradicional Paranoá e São Sebastião 18 de maio (quinta-feira) No auditório da Coordenação Regional de Ensino do Paranoá e Itapoã DF 250, Km 3, Sítio Rosas, Paranoá Gama, Recanto das Emas e Santa Maria 19 de maio (sexta-feira) Local a ser definido. Brazlândia, Taguatinga e Samambaia 23 de maio (terça-feira) Local a ser definido. Sobradinho e Planaltina 25 de maio (quinta-feira) Local a ser definido. Ceilândia 26 de maio (sexta-feira) Local a ser definido. Plano Piloto 30 de maio (terça-feira) Local a ser definido. Edição: Paula Oliveira
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Registros de dengue caem quase 90% em Brasília neste ano
Os mutirões de combate ao mosquito Aedes aegypti promovidos pelo governo de Brasília, aliados à consciência da população, levaram o Distrito Federal a apresentar redução de 89,99% nos casos prováveis de dengue. De janeiro até a 18ª semana epidemiológica (de 30 de abril a 6 de maio de 2017), foram registradas 1.523 ocorrências da doença em pacientes residentes no DF. No mesmo período de 2016, o número era de 15.210. As informações estão descritas no Boletim Epidemiológico nº 19, divulgado nesta quarta-feira (10) pela Secretaria de Saúde do DF. As regiões administrativas que mais apresentaram casos da doença são Samambaia, Planaltina, São Sebastião, Gama, Ceilândia, Santa Maria, Taguatinga, Guará, Sobradinho II, Sobradinho I, Recanto das Emas, Estrutural, Paranoá e Vicente Pires. Juntas, elas concentram 84% das ocorrências. Redução de mortes Se no mesmo período do ano passado o DF havia computado 19 mortes por dengue, em 2017 nenhum óbito ocorreu. Neste ano, seis pessoas apresentaram a forma mais grave da doença, contra 33 no ano passado. Os casos de febre chikungunya também apresentaram queda drástica nos períodos comparados. Em 2016, foram 516 casos de pessoas identificadas com a doença, contra 62 neste ano, configurando uma redução de 88%. Em relação ao zika vírus, a queda foi ainda mais acentuada: 95%. Passou de 592 para 27 ocorrências. Edição: Vannildo Mendes
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DF tem redução de 90% em casos de dengue em relação a 2016
Brasília apresentou queda de cerca de 90% nas ocorrências de dengue, doença transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, até a 17ª semana epidemiológica deste ano (de 23 a 29 de abril), em relação ao mesmo período de 2016. Foram 1.588 casos prováveis, contra 16.520. Do total de incidências de 2017, 1.358 são de residentes no Distrito Federal e 230, de outras unidades da Federação. Os dados constam do Informativo Epidemiológico nº 18, divulgado pela Secretaria de Saúde nesta quarta-feira (3). [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Até o momento, de acordo com o balanço, identificaram-se seis casos graves, e não houve morte causada por dengue em moradores locais. No mesmo período de 2016, ocorreram 32 infecções graves e 18 óbitos entre residentes do DF. As regiões administrativas mais atingidas foram: Samambaia (167), São Sebastião (150), Planaltina (142), Gama (134), Santa Maria (117), Ceilândia (118), Taguatinga (67), Guará (52), Sobradinho II (47), Recanto das Emas (40) e Sobradinho (40). Febre chikungunya e zika vírus Ainda segundo o levantamento da Saúde, anotaram-se 76 registros prováveis da febre chikungunya. Desses infectados, 59 vivem no DF e 17, no Entorno. As maiores incidências foram encontradas nas seguintes localidades: Samambaia (9), Taguatinga (8), Santa Maria (7), Ceilândia (6), Gama (4), Guará (4), São Sebastião (4), Paranoá (3), Lago Norte (2), Planaltina (2), Sobradinho (2), Sobradinho I (2) e Vicente Pires (2). O vírus da zika atingiu 40 pessoas. Dessas, 29 moram na capital federal e 11, em outras unidades federativas. A maior parte dos casos prováveis da enfermidade ocorreu em Santa Maria (5), em Samambaia (4), em Sobradinho (3), Vicente Pires (3), na Asa Sul (2), no Riacho Fundo I (2), no Guará (2) e em Taguatinga (2). Não houve casos confirmados de doença aguda causada pelo zika vírus em gestantes do DF. Veja dicas de prevenção contra a dengue e a febre chikungunya. Edição: Raquel Flores
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Saúde registra 1.398 casos de dengue desde janeiro
Os quatro primeiros meses de 2017 apresentaram queda significativa nas ocorrências de dengue, doença transmitida pelo mosquito Aedes aegypti. De janeiro até a última semana epidemiológica (de 16 a 22 de abril), computaram-se 1.398 casos prováveis. A redução é de aproximadamente 90% em relação ao mesmo período do ano passado, quando houve 15.874 registros. Das ocorrências deste ano, 1.196 são de residentes no Distrito Federal e 202, de outras unidades da Federação. Os dados estão no Informativo Epidemiológico nº 17, divulgado pela Secretaria de Saúde nesta quarta-feira (26). De acordo com o balanço, até o momento, foram identificados seis casos graves. Não houve morte causada por dengue em habitantes de Brasília. No mesmo período de 2016, ocorreram 31 infecções graves e 17 óbitos entre moradores locais. As regiões mais atingidas pela doença foram: São Sebastião (141), Samambaia (135), Planaltina (123), Gama (119), Santa Maria (108), Ceilândia (96), Taguatinga (60), Sobradinho II (45), Guará (36), Recanto das Emas (36) e Sobradinho (36). Febre chikungunya e zika vírus Ainda segundo o levantamento, a Saúde contou 73 registros prováveis da febre chikungunya. Desses infectados, 55 vivem no DF e 18, em outras unidades da Federação. As regiões com maior incidência foram: Samambaia (8), Santa Maria (8), Taguatinga (8), Guará (5), São Sebastião (4), Gama (4), Ceilândia (3), Paranoá (3), Planaltina (2), Lago Norte (2) e Sobradinho (2). O vírus da zika atingiu 40 pessoas. Dessas, 29 moram na capital federal e 11, em outras unidades federativas. A maior parte dos casos prováveis da doença ocorreu nas regiões administrativas de Santa Maria (5), Samambaia (4), Guará (3), Sobradinho (3), Vicente Pires (3), Gama (2), Riacho Fundo (2), e Taguatinga (2). Não há confirmações de quadro agudo causado pelo zika vírus em gestantes do DF. Edição: Raquel Flores
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Dengue no DF cai 90% até a terceira semana de abril
Com redução de aproximadamente 90% em relação ao mesmo período de 2016, o Distrito Federal teve 1.264 casos prováveis de dengue, doença transmitida pelo mosquito Aedes aegypti. No ano passado, até a terceira semana de abril, eram 15.123. Das ocorrências deste ano, 1.081 são de pessoas residentes no DF e 183 de outras unidades da Federação. Os dados estão no Informativo Epidemiológico nº16, divulgado pela Secretaria de Saúde nesta quarta-feira (19). De acordo com o balanço, até o momento, foram registrados quatro casos graves. Não houve morte causada por dengue em habitantes do DF. Em igual intervalo de 2016, ocorreram 30 infecções graves e 17 óbitos entre residentes locais. As regiões mais atingidas pela doença no DF são: Samambaia (122), São Sebastião (121), Gama (119), Planaltina (113), Santa Maria (102), Ceilândia (88), Taguatinga (60), Sobradinho II (42), Recanto das Emas (36) e Sobradinho (32). Febre chikungunya e zika vírus Ainda segundo o levantamento da Saúde, anotaram-se 69 registros prováveis da febre chikungunya. Desses infectados, 51 vivem no DF e 18, no Entorno. A maior incidência da enfermidade ocorre nas seguintes regiões administrativas: Santa Maria (8), Taguatinga (7), Samambaia (6), Guará (5), São Sebastião (4), Gama (4), Ceilândia (3), Paranoá (3), Planaltina (2), Lago Norte (2) e Sobradinho (2). O zika vírus atingiu 36 pessoas. Dessas, 24 moram na capital federal e 12, em outras unidades federativas. A maior parte dos casos prováveis foi encontrada no Guará (3), em Sobradinho (3), em Vicente Pires (3), em Santa Maria (3), no Gama (2), em Samambaia (2) e em Taguatinga (2). Não houve casos confirmados de doença aguda causada pelo zika vírus em gestantes do DF. A notificação feita em boletins anteriores deste ano é de grávida procedente de Padre Bernardo (GO). Combate ao Aedes aegypti e prevenção da crise hídrica em escolas públicas Na tarde desta quarta (19), foram apresentadas a coordenadores, gerentes e diretores da Secretaria de Educação ações de enfrentamento do Aedes aegypti e de prevenção da crise hídrica a serem promovidas nas escolas públicas de Brasília. Pedagoga de educação ambiental da Companhia de Saneamento Ambiental do DF (Caesb), Erika Radespiel expôs o plano ao lado de servidores da pasta de Educação e da Subsecretaria de Vigilância Ambiental, da Saúde. “Teremos um representante por escola para desenvolver uma mobilização na unidade a favor do uso consciente de água e do combate ao Aedes aegypti”, resumiu Erika. Para o diretor de Vigilância Ambiental da Secretaria de Saúde, Denílson Magalhães, “essa articulação é o primeiro passo para que depois façamos inspeções em prédios públicos”. Segundo ele, o foco agora é agir nos colégios para que as crianças multipliquem o conhecimento entre familiares e a população e provoquem mudança de hábitos. A assessora do Gabinete da Subsecretaria de Educação Básica, da Secretaria de Educação, Paula Ribeiro, disse que o intuito é levar a apresentação de hoje para as 14 regionais de ensino em maio. “A partir daí, as regionais vão repassar para todas as unidades de ensino da educação básica do DF.” Também participaram da apresentação, na sede da Secretaria de Educação, no Setor Bancário Norte, representantes do Serviço Limpeza Urbana (SLU) e do Corpo de Bombeiros Militar. Edição: Raquel Flores
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DF registra 1.138 casos prováveis de dengue em 2017
O primeiro trimestre de 2017 apresentou queda significativa nas ocorrências de dengue, vírus transmitido pelo mosquito Aedes Aegypti. De janeiro até a segunda semana de abril, foram computados 1.138 casos prováveis da doença. Uma redução de aproximadamente 90% em relação ao mesmo período do ano passado, com 14.193. Dos casos registrados neste ano, 975 são de pessoas residentes no DF e 163 de outras unidades da Federação. Os dados são do Informativo Epidemiológico nº 15, divulgado pela Secretaria de Saúde nessa quarta-feira (12). De acordo com o balanço, até o momento foram registrados três casos graves. Não houve morte causada por dengue em habitantes do DF. No mesmo período de 2016, ocorreram 26 infecções graves e 14 óbitos entre residentes locais. As regiões mais atingidas pela doença no DF foram: Samambaia (110), Gama (107), São Sebastião (111), Planaltina (99), Santa Maria (91), Ceilândia (78), Taguatinga (57), Sobradinho II (40), Sobradinho (32) e Recanto das Emas (26). Febre chikungunya e zika vírus Ainda segundo o balanço, foram anotados 64 registros prováveis da febre chikungunya. Desses infectados, 48 vivem no DF e 16 no Entorno. As regiões com maior incidência da doença foram: Taguatinga (7), Santa Maria (6), Gama (5), Guará (5), São Sebastião (4), Samambaia (4), Paranoá (3), Ceilândia (2), Planaltina (2), Lago Norte (2) e Sobradinho I (2). [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] O vírus da zika atingiu 34 pessoas. Dessas, 23 moram na capital federal e 11 em outras unidades federativas. A maior parte dos casos prováveis da doença ocorreu nas regiões do Guará (3), Sobradinho I (3), Vicente Pires (3), Gama (2), Samambaia (2), Santa Maria (2) e Taguatinga (2). Não há casos confirmados de doença aguda causada pelo zika vírus em gestantes do DF. A notificação feita em boletins anteriores é de grávida procedente de Padre Bernardo (GO). Edição: Marina Mercante
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Casos de dengue em residentes do DF caíram 92,7%
Até a primeira semana de abril, o Distrito Federal registrou 1.024 casos prováveis de dengue, doença transmitida pelo mosquito Aedes aegypti. Desses, 849 residem no DF e 175 são de outras unidades da Federação. O número representa uma queda de 92,7% nas ocorrências entre moradores da capital e de 87,7% em proveniente de outras regiões, principalmente o Entorno de Brasília. No mesmo período, de janeiro a abril do ano passado, o DF enfrentou uma epidemia de dengue, com 11.776 casos prováveis. Os dados são do Informativo Epidemiológico nº 14, divulgado pela Secretaria de Saúde nesta quarta-feira (5). De acordo com o balanço, até o momento foram registrados três casos graves. Não houve morte causada por dengue em habitantes do DF. No mesmo período de 2016, ocorreram 23 infecções graves e 12 óbitos entre residentes locais. As regiões mais atingidas pela doença no DF foram: Samambaia (101), Gama (97), São Sebastião (92), Planaltina (90), Santa Maria (71), Ceilândia (66), Taguatinga (49), Sobradinho II (36), Sobradinho (31) e Recanto das Emas (10). Febre chikungunya e zika vírus Ainda segundo o balanço, foram anotados 56 registros prováveis da febre chikungunya. Desses, 41 vivem no DF e 15 no Entorno. As regiões que apresentaram maior incidência da doença foram Taguatinga (7), Gama (4), Samambaia (4), Santa Maria (4), Ceilândia (3), Paranoá (3), São Sebastião (3), Asa Sul (2), Lago Norte (2), Planaltina (2) e Sobradinho (2). De acordo com o informativo, houve 31 infecções pelo vírus da zika. Desses, 22 residem no DF e nove, em outras regiões. A maior parte dos casos prováveis de zika vírus ocorreu nas regiões de Sobradinho (3), Vicente Pires (3), Samambaia (2), Guará (2), Santa Maria (2) e Taguatinga (2). Não há casos confirmados de doença aguda causada pelo zika vírus em gestantes do DF. A notificação feita em boletins anteriores é de grávida procedente de Padre Bernardo (GO). Edição: Vannildo Mendes
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DF registra 768 casos prováveis de dengue em 2017
O Distrito Federal registrou, nos primeiros três meses do ano, 768 casos prováveis de dengue. Desse total, 630 eram de pessoas residentes na capital federal e 138 provenientes de outras unidades da Federação. O número representa queda de 89,42% em relação ao ano passado, que fechou o mesmo período com 12.201 ocorrências. As regiões administrativas com maior número de notificações foram São Sebastião (74), Gama (74), Samambaia (71), Planaltina (66), Santa Maria (51), Ceilândia (42), Taguatinga (37), Sobradinho II (28), Sobradinho (26), Recanto das Emas (19), Vicente Pires (14) e Guará (13). Os dados são do Informativo Epidemiológico nº 13, divulgado pela Secretaria de Saúde nesta quarta-feira (29). De acordo com o balanço, até o momento foram registrados três casos graves, e não houve nenhum óbito causado por dengue em moradores do DF. No mesmo período de 2016, ocorreram 19 infecções graves e dez mortes entre habitantes locais. Febre chikungunya e zika vírus Até o momento, foram registradas 91 notificações de febre chikungunya. No entanto, só 47 das incidências foram consideradas prováveis. Dessas, 33 são de residentes do DF e 14, de outras unidades de Federação. As regiões que tiveram registro da doença foram: Taguatinga (7), Gama (5), Santa Maria (4), Samambaia (3), Paranoá (2), Ceilândia (2), São Sebastião (2), Lago Norte (2), Sobradinho (1), Asa Sul (1), Asa Norte (1), Vicente Pires (1), Guará (1) e Itapoã (1). Ainda segundo o informativo, houve 31 infecções agudas pelo vírus da zika. Desses, 22 residem no DF e nove, em outras regiões. Os casos prováveis de zika vírus, em habitantes locais, ocorreram nas regiões de Sobradinho (3), Vicente Pires (3), Gama (3), Samambaia (2), Guará (2), Santa Maria (2), Taguatinga (2), Asa Sul (1), Águas Claras (1), Paranoá (1), Lago Sul (1) e São Sebastião (1). Não há casos confirmados de doença aguda causada pelo zika vírus em gestantes do DF. A notificação feita em boletins anteriores é de grávida procedente de Padre Bernardo (GO). Edição: Vannildo Mendes
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Saúde registra 677 casos prováveis de dengue em 2017
Até a primeira quinzena de março, o Distrito Federal registrou 677 casos prováveis de dengue. Desse total, 545 eram de pessoas residentes na capital federal e 132 provenientes de outras unidades da Federação. O número representa uma queda de mais de 94% em relação ao ano passado, que fechou o mesmo período com 9.922 ocorrências prováveis em moradores de Brasília. As regiões administrativas com maior número de notificações foram Ceilândia (34), Gama (60), Guará (13), Planaltina (59), Recanto das Emas (16), Samambaia (53), Santa Maria (48), São Sebastião (62), Sobradinho (24), Sobradinho II (28), Taguatinga (32) e Vicente Pires (13). Os dados são do Informativo Epidemiológico nº 12, divulgado pela Secretaria de Saúde nesta quarta-feira (22). De acordo com o balanço, até o momento foi registrado um caso grave e não houve nenhum óbito causado por dengue em residentes do DF. No mesmo período em 2016, ocorreram 16 infecções graves e nove mortes entre habitantes locais. Febre chikungunya e zika vírus Ainda segundo o informativo, foram registradas 73 notificações de febre chikungunya até o momento. No entanto, só 39 das ocorrências foram consideradas prováveis. Dessas, 26 são de residentes do DF e 13 de outras unidades de Federação. O índice de infectados pelo zika vírus também caiu. Em 2016, foram 175 casos prováveis da doença em moradores do DF contra 17 registros até a segunda quinzena de março deste ano. Entre os 24 infectados com a forma aguda do vírus, 17 são do DF e sete de outras regiões. Há um caso notificado e confirmado da infecção aguda pelo zika em gestante. Edição: Vannildo Mendes
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DF registra queda de mais de 90% nos casos de dengue em 2017
Matéria atualizada em 16 de março, às 15 horas, para correção de alguns números Até a primeira quinzena de março, o Distrito Federal registrou 552 casos prováveis de dengue. Desse total, 450 eram de pessoas residentes na capital federal e 102 provenientes de outras unidades da Federação. O número representa uma queda de mais de 90% em relação ao ano passado, que fechou o mesmo período com 8.831 ocorrências em moradores de Brasília. As regiões administrativas do Gama (54), de São Sebastião (53), de Planaltina (47), de Santa Maria (41), de Samambaia (32), de Taguatinga (25), de Sobradinho (23), de Sobradinho II (23), de Vicente Pires (15) e do Recanto da Emas (12) registraram o maior número de notificações. Os dados são do Informativo Epidemiológico nº 11, divulgado pela Secretaria de Saúde nesta quarta-feira (15). De acordo com o balanço, até o momento foi registrado um caso grave e não houve nenhum óbito causado por dengue em residentes do DF. No mesmo período em 2016 ocorreram 15 infecções graves e nove mortes entre habitantes locais. Febre chikungunya e zika vírus Ainda segundo o informativo, foram registradas 73 notificações de febre chikungunya até o momento. No entanto, só 39 das ocorrências foram consideradas prováveis. Dessas, 26 residem no DF e 13 em outras unidades de Federação. O índice de infectados pelo zika vírus também caiu. Em 2016, foram 151 casos prováveis da doença em residentes do DF contra 16 registros até a primeira quinzena de março deste ano. Entre os 22 casos prováveis da doença aguda pelo vírus, 16 residem no DF e seis em outras regiões. Há um caso notificado e confirmado da infecção aguda pelo zika em gestante. Edição: Vannildo Mendes
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Saúde registra 481 casos prováveis de dengue em 2017
Desde o início de 2017, foram registrados 754 casos suspeitos de dengue. Desses, 481 são prováveis — 389 em residentes do Distrito Federal. No mesmo período, em 2016, foram 8.175 notificações prováveis — 7.732 em moradores locais. Os números deste ano representam 5% dos casos registrados no ano passado, quando houve uma epidemia da doença, transmitida pelo mosquito Aedes aegypti. Os dados são do Informativo Epidemiológico nº 10, divulgado pela Secretaria de Saúde nesta quarta-feira (8). [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] As regiões administrativas de Ceilândia, Gama, Planaltina, Recanto da Emas, São Sebastião, Santa Maria, Samambaia, Sobradinho I, Sobradinho II, Taguatinga e Vicente Pires concentram 78% das infecções prováveis, o equivalente a 302 registros. Dessas, 46 ocorreram no Gama, 45 em São Sebastião e 37 em Planaltina, as três com maior incidência da doença. Nesse período, não foram registradas infecções graves nem mortes por dengue em residentes do DF. No mesmo intervalo de 2016, foram 14 casos graves e nove óbitos. Febre chikungunya e zika vírus no DF As notificações prováveis de febre chikungunya somaram 36, sendo 25 em moradores do DF e 11 de outras unidades federativas. As ocorrências locais estão distribuídas por Santa Maria (4), Taguatinga (4), Gama (3), Samambaia (3), Ceilândia (2), Lago Norte (2), Paranoá (2), Guará (1), Itapoã (1), São Sebastião (1), Sobradinho (1) e Vicente Pires (1). Quanto às infecções pelo zika vírus, foram anotados 24 registros prováveis. Desses, 16 residem no DF e oito moram em outras localidades. As ocorrências foram registradas em Vicente Pires (3), Samambaia (2), Santa Maria (2), Guará (2), Gama (1), Águas Claras (1), Asa Sul (1), Lago Sul (1), Paranoá (1), São Sebastião (1) e Taguatinga (1). Até o momento, há um caso confirmado de infecção aguda pelo vírus zika em gestante. Edição: Vannildo Mendes
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DF registra 430 casos prováveis de dengue em dois meses
Durante as oito primeiras semanas deste ano, em todo o Distrito Federal, foram registrados 430 casos prováveis de dengue, doença transmitida pelo mosquito Aedes aegypti. Do total de infectados, 347 eram residentes do DF e 83 de outras unidades da Federação. Em comparação com 2016 houve redução considerável, já que no mesmo período haviam sido anotados 7.556 registros, 6.675 dos quais em moradores locais. Os dados são do Informativo Epidemiológico nº 9, divulgado pela Secretaria de Saúde nesta quinta-feira (2). Juntas, dez regiões administrativas concentram 75% das notificações, o que equivale a 259 registros. Desses, 39 ocorreram no Gama, 38 em São Sebastião, 36 em Planaltina, 31 em Santa Maria, 22 em Samambaia, 20 em Taguatinga, 19 em Ceilândia, 19 em Sobradinho, 19 em Sobradinho II e 16 em Vicente Pires. [Olho texto=”Em 2016, foram 7.556 notificações de casos prováveis de dengue, 17,5 vezes mais que neste ano” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”esquerda”] Nesse período, não foram registrados casos graves nem mortes por dengue em residentes do DF. No mesmo intervalo do ano passado, foram 14 infecções graves e nove óbitos. Febre chikungunya e zika vírus Brasília registrou 33 casos prováveis da febre chikungunya, sendo 24 em pessoas do DF e nove de outros locais no mesmo período. As ocorrências se distribuíram pelas regiões de Santa Maria (4), Gama (3), Taguatinga (3), Samambaia (3), Ceilândia (2), Lago Norte (2), Paranoá (2), Guará (1), Itapoã (1), São Sebastião (1), Sobradinho (1) e Vicente Pires (1). Quanto às infecções pelo zika vírus, foram anotados 25 registros prováveis da doença na forma aguda. Desses, 17 eram moradores da capital e oito, procedentes de outras partes do País. As ocorrências locais foram em Vicente Pires (3), Samambaia (2), Santa Maria (2), Guará (2), Gama (2), Águas Claras (1), Asa Sul (1), Lago Sul (1), Paranoá (1), São Sebastião (1) e Taguatinga (1). Há apenas um caso confirmado de infecção aguda pelo vírus zika em gestante, até o momento. Edição: Vannildo Mendes
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Cidades Limpas inicia mutirão de duas semanas em São Sebastião
Apesar de morar há 30 anos em São Sebastião, o agricultor Francisco Santos, de 62 anos, nunca havia visto uma ação tão grande de limpeza. “Com toda essa estrutura, vamos ganhar uma boa melhora no aspecto das ruas”, acredita. Ele se referia ao início do Cidades Limpas na região administrativa, nesta segunda-feira (13). O programa Cidades Limpas concentra serviços de limpeza, conservação e revitalização em esquema de força-tarefa. Foto: Gabriel Jabur/Agência Brasília São Sebastião é a oitava a receber o mutirão organizado pela Secretaria das Cidades. Até 24 de fevereiro, cerca de 300 trabalhadores estarão mobilizados, entre servidores públicos e funcionários de empresas que já mantêm contratos com o governo. O programa concentra serviços de limpeza, conservação e revitalização em esquema de força-tarefa. “É um trabalho que também conscientiza a população sobre a necessidade de manter sua região cada vez mais bonita”, destacou o governador de Brasília, Rodrigo Rollemberg, que esteve no local nesta manhã. De acordo com o administrador regional de São Sebastião, Rodrigo Pradera, a região tem cerca de 135 mil habitantes e o papel de cada um será fundamental para o sucesso da operação. “O Estado sozinho não consegue fazer tudo, precisamos muito da ajuda de cada morador para manter tudo limpo”, enfatizou. Nesta edição, a operação está concentrada em ações de tapa-buraco, recolhimento de entulho, poda de árvores, limpeza e reparo de bocas de lobo, revitalização de meios-fios e de sinalização de trânsito. Além disso, estão programadas ações de manejo ambiental para o combate ao mosquito Aedes aegypti. Somado às ações do governo de Brasília, principalmente por meio da atuação da Secretaria de Saúde e do Corpo de Bombeiros Militar do DF, o Cidades Limpas é um dos responsáveis por reduzir as notificações de dengue nas primeiras cinco semanas de 2017. Foram 295, o equivalente a 92,8% menos que os 3.873 do mesmo período de 2016. Do total de infecções, 185 são prováveis, 94% a menos que no ano passado, quando a Secretaria de Saúde anotou 3.174 registros da doença. Os números são do Boletim Epidemiológico nº 6, de 2017. O programa já passou por outras sete regiões: Gama, Itapoã, Paranoá, Ceilândia, Brazlândia, Estrutural e Planaltina. Também participam da ação a Administração Regional de São Sebastião a Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap), o Corpo de Bombeiros, a Polícia Militar, o Serviço de Limpeza Urbana (SLU), o Departamento de Trânsito (Detran), o Departamento de Estradas de Rodagem (DER), a Companhia Energética de Brasília (CEB), a Companhia de Saneamento Ambiental do DF (Caesb), a Secretaria de Saúde, o Instituto Brasília Ambiental (Ibram) e a Companhia de Desenvolvimento Habitacional do DF (Codhab). Edição: Paula Oliveira
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DF registra 95 casos prováveis de dengue desde o início do ano
O Distrito Federal registrou 95 casos prováveis de dengue até a terceira semana de 2017. Setenta e seis são de residentes locais e 19 de outras unidades federativas. Os dados constam do Informativo Epidemiológico nº 4, divulgado pela Secretaria de Saúde nesta quarta-feira (25). Em comparação com 2016, na mesma data, já haviam sido registrados 1.596 casos prováveis de dengue em moradores da capital do País. Gama, Sobradinho, Planaltina, Taguatinga e Ceilândia foram as regiões administrativas com maior número de casos neste ano. As cinco cidades somaram 37, o que corresponde a quase 40% dos casos prováveis. Até o momento, não foram anotadas ocorrências graves nem mortes por dengue em 2017 no DF. No mesmo período do ano passado, houve três casos graves e um óbito. Casos de febre chikungunya e zika vírus no DF O informativo também revelou que Brasília teve cinco casos prováveis da febre de chikungunya até a terceira semana de janeiro — dois de moradores de fora e três de residentes das regiões do Gama, de São Sebastião e de Vicente Pires. Quanto ao zika vírus, foram notificados quatro casos prováveis, dos quais uma pessoa é residente de São Sebastião e outra de Taguatinga. As outras duas moram em outras regiões do País. Não há casos da doença em gestantes até o momento em 2017, de acordo com dados da secretaria. Edição: Marina Mercante
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DF registra 79 suspeitas de dengue nas primeiras semanas do ano
O Distrito Federal registrou 79 casos suspeitos de dengue nas duas primeiras semanas do ano, de acordo com a Secretaria de Saúde. Desse total, 63 são de pessoas que residem no DF e 16 têm origem em outras unidades federativas. Os dados são do Informativo Epidemiológico nº 3, de 2017, divulgado pela pasta nesta quarta-feira (18). No período, 61 das notificações foram contabilizadas como casos prováveis da doença, 48 dos quais envolvem residentes locais e 13 são pessoas oriundas de outras regiões. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] No ano passado, nesse mesmo espaço de tempo, houve 987 notificações de moradores de Brasília, o equivalente a 20 vezes mais. Em 2017 ainda não houve registro de infecções graves nem de óbitos causados por dengue. Nessas duas primeiras semanas, as regiões com maior número de prováveis vítimas da doença foram: Gama (7), Planaltina (5) e Sobradinho (7), que somaram o correspondente a 40% do total. Os dados do informativo ainda revelam que nesta primeira quinzena foram notificados dois casos suspeitos da febre chikungunya, que estão sob investigação. Um é de residente no DF e o outro é de fora. Até agora não foram identificadas pessoas infectadas pelo zika vírus. Edição: Vannildo Mendes
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DF começa o ano com menor incidência de dengue desde 2013
A primeira semana epidemiológica de 2017 registra 35* casos de dengue entre moradores do Distrito Federal, menor número desde 2013 (veja lista abaixo). Em comparação com a quantidade do ano passado – 488 –, a redução é de 92,8%. A baixa incidência se dá após o governo de Brasília atuar de forma integrada no combate ao Aedes aegypti de maneira constante desde outubro. “O ano de 2016 teve uma incidência muito alta de dengue”, recorda Denílson Magalhães, assessor de Mobilização Institucional e Social para Prevenção de Endemias da Subsecretaria de Vigilância em Saúde, da Secretaria de Saúde. “Trabalhamos com a mobilização da população, com ações de manejo ambiental e de eliminação de focos do mosquito, e isso teve impacto na redução dos casos da doença.” Uma das três frentes de ação consiste em alertar a comunidade. As outras são de combate direto ao mosquito e de manejo ambiental. A equipe de inspeção de imóveis é formada por 30 homens do Corpo de Bombeiros Militar do DF. A de agentes comunitários, que interagem diretamente com a população, com aproximadamente mil servidores, foi constituída neste mês de janeiro, quando um grupo das Forças Armadas se incorporou ao esforço. Para fazer o manejo ambiental, as administrações regionais seguirão dando apoio para remover móveis e objetos que favoreçam a infestação de mosquitos. Segundo Magalhães, há uma espécie de “coleta seletiva” de entulho. “Não retiramos materiais como restos de construção civil nem podas de árvores, pois não abrigam o mosquito. Concentramos os esforços, por exemplo, em garrafas, vasos de plantas e vasos sanitários descartados”, explica. Risco de proliferação do Aedes aegypti e o Cidades Limpas Fundamental para as ações, o Levantamento de Índices Rápidos do Aedes aegypti (LIRAa) é feito quatro vezes ao ano para determinar a taxa de proliferação do mosquito nas regiões administrativas. Se o porcentual de imóveis pesquisados com presença de larvas for abaixo de 1%, o nível de perigo da área é verde. Mas se o porcentual for de 1 a 3,9%, já entra no nível amarelo de alerta. “Com 4% ou mais, a região está no nível vermelho, de surto, e os esforços nela são mais concentrados”, alerta Magalhães. Áreas em nível vermelho recebem também o fumacê, veículo que passa nas ruas pulverizando produto químico para matar os focos do mosquito. A última publicação do LIRAa foi em outubro de 2016, e a próxima será ainda neste mês. Uma sala de situação, com equipe de especialistas, monitora a evolução dos casos das doenças transmitidas pelo Aedes aegypti e os dados de infestação do mosquito. Uma vez por semana, os técnicos fazem uma reunião com as forças-tarefa para avaliar a situação da cidade e decidir como as ações serão desenvolvidas. Em Brazlândia, o lançamento do programa Cidades Limpas tem como prioridade o combate ao Aedes aegypti. Trata-se da região administrativa com maior incidência da doença em 2016, com quase 3 mil pessoas com dengue a cada 100 mil habitantes, além de um índice de 4,4% de imóveis com presença de larvas. Em 2017, o número de casos é zero. Balanço das doenças causadas pelo mosquito em 2016 e 2017 Em 2016, o DF teve 17.867 casos de residentes com confirmação de dengue. Desses, 56% concentraram-se nas regiões de Brazlândia, Ceilândia, Planaltina, Samambaia, São Sebastião e Taguatinga. Os números são do Boletim Epidemiológico de Dengue, Chikungunya e Zika nº 1 deste ano, o último relativo a 2016. O documento também relatou 177 casos de zika vírus e 153 de febre chikungunya. Na primeira semana epidemiológica de 2017, foram apenas 35 de dengue. Não foram registrados casos de febre chikungunya nem de zika vírus. Casos prováveis de dengue notificados na primeira semana epidemiológica em moradores do Distrito Federal 2013: 109 2014: 110 2015: 61 2016: 488 2017: 35* *Quantidade sujeita a alteração Edição: Vannildo Mendes
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Saúde registrou 19.982 casos de dengue em 2016
Brasília teve 19.982 casos confirmados de dengue em 2016. Os dados foram atualizados na segunda-feira (2) e incluem os 17.867 registros referentes a moradores do DF e 2.115 a pessoas de outras unidades da Federação que foram diagnosticadas aqui. O informe epidemiológico n° 1, último boletim relativo a 2016, foi divulgado pela Secretaria de Saúde nesta quarta-feira (4) e mostra que Brazlândia, Ceilândia, Samambaia, São Sebastião, Taguatinga e Planaltina concentraram 56% das ocorrências — 9.932. No entanto, Brazlândia apresentou queda no registro, se comparado ao mesmo período de 2015. O total de infectados baixou de 2.270 para 1.422. Também registraram redução Sobradinho (de 772 para 359), Gama (de 841 para 519) e Cruzeiro (de 121 para 58). Segundo o boletim, foram notificados 41 casos graves de dengue em residentes do DF, dos quais 22 resultaram em morte. Em 2015, a quantidade de óbitos pela doença chegou a 28. Zika vírus no DF O documento também traz informações referentes ao zika vírus e à febre chikungunya, igualmente transmitidos pelo mosquito Aedes aegypti. No primeiro caso, foram registrados 177 acometidos pela doença, dos quais, 56 foram infectados no DF e 14, em outras unidades. Em 107 ocasiões não foi possível identificar o lugar onde o paciente adoeceu. Pessoas diagnosticadas aqui mas que moram em outras regiões totalizam 23 registros. De julho de 2015 até o fechamento do boletim, foram diagnosticadas com a doença 28 gestantes que moram no DF e 14, em outros lugares. Das 42, 38 já tiveram bebês. Trinta e cinco deles nasceram sem problemas e dois, com intercorrência, estão sendo avaliados. Um morreu. Febre chikungunya Em 2016, foram registrados 153 casos de febre chikungunya confirmados em moradores do DF. Ainda não é possível afirmar onde ocorreu a infecção de 58 pessoas. Outras 37 pegaram a doença em Brasília e 58 em outras unidades federadas. Onze dos notificados aqui são não residentes. Houve um óbito pela doença no DF em junho. O caso até então estava sob investigação devido à suspeita de algum outro agravo, como febre amarela, hepatite, dengue, leptospirose e hantavirose, uma vez que a vítima apresentou hemorragia digestiva e comprometimento hepático. Edição: Vannildo Mendes
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Dengue no DF tem 19.957 casos confirmados
O Distrito Federal teve 19.957 casos confirmados de dengue — doença transmitida pelo mosquito Aedes aegypti — desde o início deste ano. Desse total, 17.843 são residentes do DF e 2.114, de outras unidades da Federação. Os dados estão no informativo epidemiológico nº 52, da Secretaria de Saúde, divulgado nesta quinta-feira (29). De acordo com o boletim, houve 23.969 suspeitas. O documento mostra ainda que 41 diagnósticos foram classificados como graves, e em 22 deles os pacientes morreram. Entre os infectados, 56% encontram-se em seis regiões administrativas: Brazlândia (1.942), Ceilândia (1.925), São Sebastião (1.750), Taguatinga (1.496), Planaltina (1.422) e Samambaia (1.388). Zika vírus O informativo também traz dados do zika vírus e da febre chikungunya — ambos transmitidos pelo Aedes aegypti. Foram identificados no ano 198 casos de zika no DF. Desses, 175 ocorreram em Brasília e 23, em outras unidades federativas. A Saúde também reconheceu 42 gestantes infectadas pelo zika. Delas, 38 tiveram bebês — 33 não apresentaram intercorrência; dois bebês nasceram com síndrome congênita associada à infecção pelo vírus, um morreu em consequência da má-formação relacionada à doença e em dois casos ainda não há informações. Febre chikungunya Em relação à chikungunya, confirmaram-se 163 casos, sendo dez de moradores de outras unidades da Federação. Também houve um óbito causado pela febre no DF. Ceilândia (22), Taguatinga (17), Samambaia (15), Gama (11), Asa Norte (9) e Sobradinho (9) são as regiões administrativas que apresentam maior número de casos (83). Juntas, representam 54,2% do total. Edição: Raquel Flores
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Saúde notifica 23.739 casos de dengue desde janeiro
A Secretaria de Saúde registrou 19.864 casos confirmados de dengue – doença transmitida pelo mosquito Aedes aegypti – desde o início deste ano. Desses, 17.760 referem-se a residentes de Brasília e 2.104, a de outras unidades da Federação. Os dados fazem parte do informativo nº 49/2016, divulgado nesta quarta-feira (7). Segundo o documento, houve 23.739 ocorrências suspeitas de dengue. Do total, 21.267 dos pacientes moram no DF. Seis regiões administrativas concentram 56% das incidências de infectados. São elas: Brazlândia (1.943), Ceilândia (1.918), São Sebastião (1.745), Taguatinga (1.468), Planaltina (1.420) e Samambaia (1.379). O boletim ainda mostra que 41 diagnósticos foram classificados como graves, e em 22 deles os pacientes morreram. Febre chikungunya e zika vírus O informativo ainda traz dados do zika vírus e da febre chikungunya – também transmitidas pelo Aedes aegypti. No primeiro caso, foram identificados, desde janeiro, 197 casos no DF. Desses, 174 ocorreram em Brasília e 23 em outros lugares. A pasta também identificou 40 gestantes infectadas pelo zika (26 de Brasília e 14 de outras unidades federativas). Delas, 31 tiveram bebês: 28 não apresentaram nenhuma intercorrência; dois bebês morreram e um teve intercorrência. A secretaria investiga se há relação do vírus com as mortes. Quanto à febre chikungunya, foram 153 pessoas confirmadas com a doença em Brasília, 10 delas residentes em outras unidades da Federação. Edição: Vannildo Mendes
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Força-tarefa vistoriou 1,7 milhão de imóveis à caça do Aedes aegypti
A força-tarefa de combate ao Aedes aegypti vistoriou 1.738.621 imóveis desde que foi criada pelo governo de Brasília, em dezembro de 2015. Nesse período, as operações encontraram nas casas visitadas 24.447 focos do mosquito transmissor de dengue, da chikungunya, do zika vírus e, mais recente, da febre do mayaro. Há um ano, o governo intensificou ações e criou uma sala de gerenciamento para combater focos do Aedes Aegypti, além de monitorar casos de dengue, chikungunya e zika vírus. Foto: Toninho Tavares/Agência Brasília A caçada valeu a pena porque a quantidade de focos de transmissão diminuiu no Distrito Federal. Os números estão registrados na sala de situação ? espaço, no quartel do Comando-Geral do Corpo de Bombeiros Militar, que reúne representantes de órgãos do governo local, com o objetivo de coordenar as ações contra o inseto. Dezembro do ano passado foi o mês com o maior número de ocorrências de focos do mosquito encontrados nas vistorias, na comparação com os períodos seguintes. Do total de aproximados 24 mil criadouros, 13,7 mil são relativos a dezembro. [Olho texto='”Depois que as vistorias se tornaram semanais, e com a articulação para conscientizar a população, a quantidade de focos diminuiu”‘ assinatura=”Daniela Ferreira, tenente do Corpo de Bombeiro” esquerda_direita_centro=”esquerda”] Para a tenente do Corpo de Bombeiros Daniela Ferreira, envolvida com a força-tarefa, essa concentração em um mês pode ser explicada como um resultado das ações contra o mosquito feitas pelo governo. “Depois que as vistorias se tornaram semanais, e com a articulação para conscientizar a população, a quantidade de focos diminuiu.” Ela afirma que a expectativa para o próximo ano é que a organização seja mantida para que as ações continuem de forma intensificada. Uso de equipamentos para evitar a proliferação do mosquito Além da sala para controlar a quantidade de criadouros, o governo apostou em novos equipamentos para enfrentar o Aedes aegypti. De acordo com Petrônio Lopes, gerente de Vigilância Ambiental e Ações de Campo, da Secretaria de Saúde, uma das aquisições foi o Bacillus Thuringensis Israelense (BTI) ? composto biológico que elimina pragas sem contaminar o ser humano. Desde janeiro, veículos pulverizadores de inseticida, os fumacês, passaram por 573 mil imóveis. Profissionais da vigilância ambiental também aplicaram o veneno dentro de 3.072 domicílios. Ainda foram feitas visitas a 4,7 mil pontos estratégicos ? locais que tendem a ter mais criadouros, como floriculturas, borracharias e cemitérios. [Olho texto=”As ações foram intensificadas principalmente em manejo ambiental para diminuir os casos no próximo ano” assinatura=”Petrônio Lopes, gerente de Vigilância Ambiental e Ações de Campo” esquerda_direita_centro=”direita”] A partir de maio, a vigilância instalou 1.239 armadilhas. Segundo Lopes, os equipamentos dificultam a proliferação de larvas e foram colocados em hospitais, escolas e órgãos públicos. “As ações foram intensificadas principalmente em manejo ambiental para diminuir os casos no próximo ano”, justifica o gerente. Mayaro: a nova doença causada pelo Aedes aegypti A febre do mayaro é uma doença infecciosa aguda, transmitida pela picada do Aedes aegypti. Por ser similar a outras viroses e permitir a melhora sem tratamento, raramente é diagnosticada. Segundo a Secretaria de Saúde, até o momento, não há registro da doença no DF. Parte dos pacientes pode apresentar queixa de artralgia (dor nas articulações) intensa, acompanhada ou não de edema. A lesão pode ser incapacitante e durar meses. Mas normalmente o paciente se recupera em uma ou duas semanas. Mayaro e chikungunya pertencem à família dos alfavírus. Por serem relacionados antigenicamente (capacidade de produção dos mesmos anticorpos), podem ocorrer reações cruzadas em seu diagnóstico. A doença começou a ser registrada pelo Ministério da Saúde neste ano. De acordo com o informativo epidemiológico divulgado pelo órgão federal em 25 de novembro, 70 pessoas tiveram a febre mayaro confirmada. Delas, 60 são de Goiás, 9 do Tocantins e uma do Pará. Edição: Vannildo Mendes
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Saúde registrou 23.542 casos suspeitos de dengue neste ano
Em 2016, a Secretaria de Saúde registrou 23.542 casos suspeitos de dengue – doença transmitida pelo mosquito Aedes aegypti – em Brasília. Do total, 21.070 (89%) foram identificados em pessoas que moram no Distrito Federal, e 2.472 (11%), em pacientes de outras unidades federativas. Os dados constam do informativo epidemiológico nº 47, divulgado nesta quarta-feira (23). [Numeralha titulo_grande=”56%” texto=”Dos casos de dengue se concentraram em Brazlândia, Ceilândia, São Sebastião, Taguatinga, Planaltina e Samambaia” esquerda_direita_centro=”esquerda”] Pelo boletim, foram confirmadas 19.718 ocorrências da dengue. Destas, 17.612 acometeram residentes do DF. Segundo a secretaria, a incidência de não moradores de Brasília diminuiu em relação ao informe nº 46 porque outras unidades federativas tiveram alteração nas fichas de notificação, o que muda o número dos identificados. As regiões administrativas com maior número de casos foram: Brazlândia (1.942), Ceilândia (1.915), São Sebastião (1.743), Taguatinga (1.465), Planaltina (1.411) e Samambaia (1.378). Elas respondem por 56% das ocorrências de todo DF. Ao longo do ano, a secretaria registrou 41 pacientes com a forma grave de dengue, dos quais 22 morreram. Casos de zika vírus e febre chikungunya O levantamento ainda apresenta casos de zika vírus e da febre chikungunya – também transmitidas pelo mosquito. A secretaria confirmou 175 pessoas com o zika vírus. Taguatinga (31), Plano Piloto (25), Guará (12), Lago Norte (12), Águas Claras (10) e Samambaia (9) foram as regiões administrativas com mais notificações. Do total de diagnósticos, 40 eram de mulheres gestantes. Destas, já 30 tiveram os bebês. Dois recém-nascidos morreram em decorrência do vírus e um nasceu com intercorrência. Os 27 restantes não apresentaram qualquer anomalia causada pela doença. Da febre chikungunya, 163 casos foram confirmados. As ocorrências foram identificadas principalmente em Ceilândia (22), em Samambaia (15), no Gama (13) e no Plano Piloto (11). Edição: Vannildo Mendes
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Saúde registrou 23.514 casos suspeitos de dengue neste ano
Em 2016, a Secretaria de Saúde registrou 23.514 casos suspeitos de dengue – doença transmitida pelo mosquito Aedes aegypti – em Brasília. Do total, 21.041 (89%) foram identificados em pessoas que moram no Distrito Federal, e 2.473 (11%) em pacientes de outras unidades federativas. Os dados constam do informativo epidemiológico nº 46, divulgado nesta quarta-feira (16). Pelo boletim, foram confirmadas 19.720 ocorrências da dengue. Destas, 17.597 foram em residentes do DF. As regiões administrativas com maior número de casos foram: Brazlândia (1.942), Ceilândia (1.915), São Sebastião (1.742), Taguatinga (1.462), Planaltina (1.411) e Samambaia (1.377). Elas respondem por 56% das ocorrências de todo DF. [Numeralha titulo_grande=”41″ texto=”Pacientes identificados com dengue grave, dos quais 22 morreram” esquerda_direita_centro=”esquerda”] Ao longo do ano, a secretaria registrou 41 pacientes com dengue grave, dos quais 22 morreram. Zika vírus e febre chikungunya O levantamento ainda apresenta casos de zika vírus e da febre chikungunya – também transmitidas pelo mosquito. A secretaria confirmou 175 pessoas com o zika vírus. Taguatinga (31), Plano Piloto (25), Guará (12), Lago Norte (12), Águas Claras (10) e Samambaia (9) foram as regiões administrativas com mais casos. Do total de diagnósticos, 40 eram de mulheres gestantes. Destas, já 30 tiveram os bebês. Dois recém-nascidos morreram em decorrência do vírus e um nasceu com intercorrência. Os 27 restantes não apresentaram qualquer anomalia causada pela doença. Da febre chikungunya, 153 casos foram confirmados. As ocorrências foram identificadas principalmente em Ceilândia (22), em Samambaia (15), no Gama (12) e no Plano Piloto (11). Edição: Vannildo Mendes
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Saúde registra 23.442 casos suspeitos de dengue em 2016
Em 2016, a Secretaria de Saúde registrou 23.442 casos suspeitos de dengue em Brasília. Desse total, 89% (20.971) foram registrados em pessoas que moram no Distrito Federal, e 2.471 (11%) de residentes de outras unidades da Federação. As informações constam do informativo epidemiológico nº 45, divulgado nesta quarta-feira (9) pela pasta. As regiões administrativas com mais casos identificados são Brazlândia, Ceilândia, São Sebastião, Taguatinga, Planaltina e Samambaia. Juntas, elas respondem por 56% das ocorrências em todo o DF. [Numeralha titulo_grande=”55%” texto=”Pessoas picadas pelo mosquito Aedes aegypti com idade entre 20 e 49 anos” esquerda_direita_centro=”esquerda”] A maioria das pessoas picadas pelo mosquito Aedes aegypti (55,5%) tem entre 20 e 49 anos. Na sequência aparecem aquelas na faixa etária de 1 a 19 anos (26,1%) e, por último, quem tem mais de 50 anos (18,4%). Ao longo deste ano, a Secretaria de Saúde ainda registrou 44 pacientes com a dengue grave. Desses, 22 morreram. O boletim ainda apresenta 997 casos suspeitos de febre de chikungunya em 2016, dos quais 849 (85%) são residentes do DF e 148 (15%) procedem de outras unidades da Federação. Outras 979 pessoas são suspeitas de terem contraído o zika vírus, sendo 828 (85%) moradores do Distrito Federal e 151 (15%) residentes fora de Brasília. Edição: Vannildo Mendes
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Áreas com histórico de dengue terão prioridade em ações da Saúde
Regiões administrativas que apresentam histórico significativo de casos de dengue receberão, nesta semana, ações de combate a criadouros do mosquito Aedes aegypti — também vetor do zika vírus e da febre chikungunya. Brazlândia, Ceilândia, Taguatinga, Planaltina e Samambaia estão entre as áreas consideradas prioritárias. Militar do Corpo de Bombeiros faz vistoria em busca de criadouros do Aedes aegypti em casa no Itapoã. Foto: Gabriel Jabur/Agência Brasília – 31/3/2016 As ações previstas: são retirada de recipientes que acumulam água nas residências, tratamentos focais e instalação de armadilhas em pontos estratégicos. “É um ato rotineiro. As visitas domiciliares são permanentes e incluem inspeção da casa, análise de risco de presença de criadouros, destruição de criadouros, e coleta de larva, se houver, para monitorar a região”, resume o médico veterinário da Diretoria de Vigilância Ambiental da Secretaria de Saúde, Laurício Monteiro. Nesta semana, de 7 a 11 de novembro, a pasta informou que 650 servidores atuarão em campo. O grupo é formado por agentes de saúde e de endemias e funcionários do Serviço de Limpeza Urbana do DF (SLU). [Olho texto=”“As visitas domiciliares são permanentes e incluem inspeção da casa, destruição de criadouros e coleta de larva, se houver, para monitorar a região”” assinatura=”Laurício Monteiro, médico veterinário da Diretoria de Vigilância Ambiental” esquerda_direita_centro=”esquerda”] A conscientização dos moradores é ponto fundamental para impedir o nascimento do mosquito, segundo Monteiro. Ele explica que primeiro as equipes atuam na área de educação. Assim, os agentes informam quais são objetos que devem ser eliminados — como pneus, garrafas, vasos — e qual é a maneira adequada de descarte. Depois, é combinado que a população separe os itens e os deixe na porta de casa para que o SLU recolha. “O objetivo é eliminar criadouros e impedir que o Aedes nasça. O maior papel do estado é dar informações, mas o morador tem de mudar de comportamento”, reforça Monteiro. Nessa linha, o governo de Brasília também lançou uma campanha educativa. A partir deste domingo (6), será vinculado um vídeo para alertar o brasiliense a não deixar água acumulada. É importante fechar bem a caixa d’água e limpar calhas, por exemplo. Quem encontrar possíveis focos pode informar no número 160. [Relacionadas esquerda_direita_centro=””] Edição: Vannildo Mendes
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