Jovens cientistas do DF vão apresentar pesquisas em Harvard e MIT
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Com o apoio do Governo do Distrito Federal, dois estudantes brasilienses de 12 anos vão representar o DF em um dos principais encontros internacionais voltados à ciência e à saúde. Lucas Freitas Vieira e Rafael Kessler Ferreira foram convidados para ser palestrantes do Global Health Catalyst Summit 2026, entre os dias 16 e 22 de setembro, nos Estados Unidos, com atividades em Harvard e no Massachusetts Institute of Technology (MIT). Para a governadora Celina Leão, a missão representa uma oportunidade de ampliar o acesso de jovens cientistas a experiências internacionais. “Quando chegamos (ao governo), eles já tinham o convite, tinham sido classificados, mas não tinham como ir. Recorremos à FAPDF [Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal] e criamos essa oportunidade. Vamos ter dois grandes trabalhos sendo apresentados. Isso pode mudar a saúde pública não só aqui do Distrito Federal, mas do Brasil e do mundo”, destacou a chefe do Executivo. Celina Leão ressalta a importância de o GDF investir em jovens cientistas: "Isso pode mudar a saúde pública não só aqui do Distrito Federal, mas do Brasil e do mundo" | Fotos: Joel Rodrigues/Agência Brasília A participação foi viabilizada por meio de uma articulação entre o Governo do Distrito Federal (GDF), a FAPDF e a iniciativa privada. O patrocínio da viagem é da Cotidiano Aceleradora de Startups. “É um grande orgulho ter esses dois jovens em Harvard e no MIT, apresentando pesquisas autorais. Elon Musk e Mark Zuckerberg também eram jovens de altas habilidades e, aos 12 anos, fizeram suas primeiras empresas. Por que não pensar que eles podem ser os futuros grandes empreendedores?”, indagou o presidente da FAPDF, Leonardo Reisman. Segundo o CEO da Cotidiano Aceleradora de Startups, Henrique Guimarães, essa missão traz uma oportunidade estratégica de contribuir para a inovação no país. “Essas crianças têm a vontade de construir e transformar por meio da ciência e da matemática. Se ampliarmos essa iniciativa para um programa, isso pode trazer para Brasília um novo movimento de inovação”, ressaltou. De Brasília para o mundo Lucas Freitas Vieira, de 12 anos, é estudante do primeiro ano do ensino médio e está adiantado três anos na trajetória escolar. Morador do Altiplano e estudante de uma escola particular de Sobradinho, recebeu o diagnóstico de altas habilidades e superdotação em 2024. “Meu projeto é sobre criptografia quântica para proteger dados médicos de pacientes, sejam imagens ou prontuários utilizando chaves geradas a partir de medição em computador quântico”, explicou. Lucas Freitas Vieira criou uma criptografia quântica para proteger dados médicos de pacientes O pai de Lucas, Leonardo Vieira, de 46 anos, conta que o interesse do filho por tecnologia surgiu cedo. “A gente sempre soube que ele tinha um potencial diferenciado. Ver esse potencial se transformar em resultado, com apoio e adaptações, é motivo de muito orgulho”, disse o militar. Também aos 12 anos, Rafael Kessler Ferreira, morador de Taguatinga, vai apresentar no Global Health Catalyst um modelo matemático original para processamento digital de imagens médicas de alta precisão. “Eu criei a Fórmula Kessler. Minha pesquisa é o processamento digital de imagens médicas, baseada em uma formulação matemática própria”, explicou. Rafael Kessler Ferreira dá nome à Fórmula Kessler, processamento digital de imagens médicas A mãe de Rafael, Roberta Munique Ferreira, conta que o interesse do filho pelos números surgiu ainda na primeira infância. “Com 5 anos, ele começou a escrever números de um até 10 mil. Essa oportunidade é incrível porque será a primeira viagem internacional do Rafael. Ele vai falar sobre o que gosta, sobre ciência, e teve a chance de ter um mentor que o conduziu nessa pesquisa”, agradeceu.
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Programação de férias do Planetário de Brasília tem exposições, oficinas e atividades gratuitas
O Planetário de Brasília está com uma programação especial para o período de férias escolares. Até 2 de agosto, o espaço contará com atrações gratuitas para toda a família. Atividades interativas, educativas e culturais aproximam a população do conhecimento científico e despertam a curiosidade, incentivando o interesse pela ciência, tecnologia e inovação de forma acessível e divertida. Exposições e demonstrações do funcionamento do cosmos fazem parte dos destaques do Planetário, que tem entrada gratuita | Foto: Divulgação Um dos destaques é a exposição Universo espacial: a Terra é azul, que celebra os 20 anos da Missão Centenário e apresenta a trajetória do astronauta brasileiro Marcos Pontes. A mostra apresenta ainda a evolução do Programa Espacial Brasileiro (PEB), com a exibição de objetos históricos da missão, informações sobre satélites e parcerias internacionais na área espacial. Outra dica são as sessões imersivas na cúpula do planetário, de terça a domingo, às 11h, 14h30, 16h, 17h e 18h. Além disso, o público poderá participar de um ciclo de palestras na cúpula do planetário, às 15h, abordando temas atuais da exploração espacial. O público também terá acesso aos telescópios, para observação do céu, em dois dias específicos Nesta quarta-feira (22), é a vez de A importância dos satélites: como os satélites conectam e protegem a Terra; na quinta (23), o tema é Satélites educacionais: pequenos satélites, grandes descobertas – a ciência espacial nas escolas; e, na sexta (24), Alcançando a órbita: a ciência por trás dos foguetes e motores espaciais, aproximando o público das principais inovações e avanços da tecnologia espacial. Neste fim de semana (25 e 26) e no próximo (1º e 2 de agosto), sempre das 9h às 11h30 e das 14h às 17h, haverá workshops voltados para a divulgação científica e a exploração espacial. Nos dias 29 deste mês e em 1º de agosto, telescópios estarão disponíveis para observação do céu, em atividades diurnas e noturnas, sujeitas às condições climáticas. Já nos dias 30 e 31 deste mês, o Sesc Oceanário proporcionará uma imersão em 360 graus pelos oceanos, rios e lagos por meio de um domo inflável digital. Programação de férias ⇒ Período: até 2 de agosto ⇒ Local: Planetário de Brasília Luiz Cruls — Setor de Divulgação Cultural, Eixo Monumental ⇒ Funcionamento: terça-feira a domingo, das 8h às 19h ⇒ Sessões na cúpula: 11h, 14h30, 16h, 17h e 18h ⇒ Entrada gratuita.
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Colônia de férias com atividades gratuitas sobre astronomia abre inscrições
O Planetário de Brasília está com inscrições abertas para a colônia de férias Universo em Jogo: Desbravando a Astronomia, que será realizada durante o mês de julho. A 12ª edição da programação oferece experiência educativa e divertida para crianças de 6 a 12 anos, utilizando jogos, oficinas e atividades práticas para despertar o interesse pela ciência. Proposta da colônia de férias é estimular o pensamento crítico das crianças, a criatividade, o raciocínio lógico e a interação com os outros participantes | Foto: Divulgação A iniciativa busca proporcionar uma imersão no universo da astronomia por meio de atividades lúdicas que estimulam o pensamento crítico, a criatividade, o raciocínio lógico e a interação entre os participantes, incentivando o aprendizado longe das telas e fortalecendo a convivência em grupo. As inscrições estão abertas até o próximo domingo (12) e devem ser feitas pela plataforma do Planetário. A programação será dividida em duas turmas. Entre os dias 14 e 17 de julho, a colônia receberá crianças de 6 a 8 anos, com atividades como jogo astronômico de tabuleiro, oficina Nebulosa no Pote, sessões na cúpula do Planetário, visita à exposição Universo Espacial: A Terra é Azul e lançamento de foguetes. Já entre 21 e 24 de julho, será a vez das crianças de 9 a 12 anos, que participarão de uma programação adaptada à faixa etária, incluindo atividades sobre escala de distância e tamanho no universo, além das sessões na cúpula, exposição e lançamento de foguetes. Cada turma contará com 25 vagas por dia. Durante toda a programação, os participantes também terão momentos de convivência, atividades colaborativas e experiências interativas que tornam o aprendizado mais envolvente. A proposta pedagógica utiliza os jogos de tabuleiro como ferramenta para desenvolver habilidades como estratégia, cooperação, respeito às regras e resolução de problemas, promovendo o letramento científico de forma dinâmica. Serviço: ⇒ 12ª Colônia de Férias do Planetário de Brasília ⇒ Inscrições: de 6 a 12 de julho ⇒ Faixa etária: 6 a 12 anos ⇒ Períodos das atividades: ♦ 14 a 17 de julho – crianças de 6 a 8 anos ♦ 21 a 24 de julho – crianças de 9 a 12 anos ⇒ Horário: das 8h às 12h
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Alunos de escola do Lago Norte iniciam formação em robótica e inovação tecnológica
Alunos do 6º e 7º anos do Centro de Ensino Fundamental (CEF) 1 do Lago Norte, que integra o modelo de gestão compartilhada entre as secretarias de Segurança Pública (SSP-DF) e de Educação (SEEDF), participaram da primeira aula de robótica no Parque Tecnológico de Robótica de Brasília (PaTec). As aulas são ofertadas por meio de uma iniciativa da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-DF) e do Instituto Eixos de Gestão. Com um robô assistente (à direita), alunos assistem às aulas e desenvolvem noções importantes de tecnologia | Fotos: Divulgação/SSP-DF “Quando aproximamos nossos estudantes de ambientes de inovação, despertamos talentos, ampliamos horizontes e fortalecemos fatores de proteção social” Alexandre Patury, secretário de Segurança Pública A atividade marcou a participação da escola nas ações do projeto, que também contempla estudantes dos colégios cívico-militares do Itapoã, de Ceilândia e da Estrutural. Ao todo, mais de mil vagas estão sendo ofertadas aos alunos dessas unidades, em atividades realizadas no contraturno escolar. “Quando aproximamos nossos estudantes de ambientes de inovação, despertamos talentos, ampliamos horizontes e fortalecemos fatores de proteção social”, afirma o secretário de Segurança Pública, Alexandre Patury. “A gestão compartilhada busca oferecer oportunidades que contribuam para o desenvolvimento integral dos jovens, preparando-os para os desafios do futuro e incentivando o protagonismo, a criatividade e a construção de novos projetos de vida”, ressalta. Durante aproximadamente três horas, os estudantes participaram de oficinas de montagem e programação de robôs, treinamento em circuito de drones e atividades voltadas à cultura maker, sempre acompanhados por monitores especializados. A programação incluiu ainda a apresentação da estrutura do parque, com laboratórios de montagem, programação e testes, onde os robôs desenvolvidos pelos participantes são submetidos a desafios práticos, além da demonstração dos robôs mascotes do espaço. Parcerias Logística do curso é disponibilizada pelo Parque Tecnológico de Robótica de Brasília (PaTec) “Proporcionar aos nossos alunos o contato com tecnologias que, muitas vezes, não fazem parte de seu cotidiano é uma experiência extremamente enriquecedora e capaz de ampliar perspectivas”, relata a subsecretária das Escolas de Gestão Compartilhada, Maria das Graças Costa. “Continuaremos buscando parcerias com o poder público e com a iniciativa privada, a fim de oferecer novos projetos em diferentes áreas, despertar talentos e ampliar o universo de oportunidades dessas crianças e jovens.” “Ver a curiosidade e o entusiasmo de cada um reforça que estamos no caminho certo, aproximando os jovens da tecnologia e mostrando que o futuro da inovação começa com oportunidades como essa”Gustavo Araújo, presidente do PaTec Toda a logística é disponibilizada pelo PaTec, que oferece lanche durante a permanência no local e transporte para buscar os estudantes nas escolas e levá-los de volta ao término das atividades. Isso garante acesso às oficinas sem comprometer a rotina escolar, uma vez que todas as atividades acontecem no período de contraturno. “Ver a curiosidade e o entusiasmo de cada um reforça que estamos no caminho certo, aproximando os jovens da tecnologia e mostrando que o futuro da inovação começa com oportunidades como essa”, avalia o presidente do PaTec, Gustavo Araújo. “Queremos que todos saiam daqui inspirados, descobrindo que a tecnologia e a robótica podem transformar ideias em oportunidades reais.” Imersão O Parque Tecnológico de Robótica foi concebido como um ambiente de aprendizagem prática e imersiva, aproximando estudantes das áreas de ciência, tecnologia, inovação e programação. Durante oito meses, os participantes terão acesso a conteúdos de robótica educacional, programação, pilotagem de drones e cultura maker, utilizando kits de alta tecnologia que integram hardware avançado e software proprietário para o desenvolvimento das atividades. [LEIA_TAMBEM]A vice-diretora do CEF 1 do Lago Norte, Franciscarla Ventura, enfatiza que essa vivência amplia as oportunidades para os alunos. “Aumenta o contato deles não só com a tecnologia, mas também com esse mundo novo da robótica”, aponta. “É muito gratificante poder dar essa oportunidade para os estudantes e fortalecer com eles esse vínculo de incentivo pelo futuro deles”. Além da formação tecnológica, os alunos que se destacarem poderão integrar equipes para representar suas escolas em competições de robótica no Distrito Federal e em outros estados. *Com informações da Secretaria de Segurança Pública
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Publicadas diretrizes da Fepecs para fortalecer produção científica no DF
Foi publicada no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) nesta terça-feira (30) a Política Institucional de Ciência, Tecnologia e Inovação (Picti) da Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde (Fepecs), que estabelece as diretrizes para fortalecer a produção científica, incentivar a inovação e ampliar a integração entre ensino, pesquisa, extensão, assistência e gestão. A normativa é dividida em cinco eixos: pesquisa em saúde; inovação em saúde; educação, formação e extensão; propriedade intelectual e transferência de tecnologia, e governança e financiamento. Para a diretora-executiva da Fepecs, Vanessa Guimarães, a nova política reforça o compromisso institucional com a produção de conhecimento voltada às necessidades do Sistema Único de Saúde (SUS). "O avanço acelerado das transformações científicas e tecnológicas, aliado às crescentes demandas por soluções inovadoras em saúde pública, exige que instituições formadoras tenham diretrizes claras para orientar suas ações”, disse. Com essa política, “a Fepecs fortalece sua atuação como referência na produção científica aplicada às necessidades do SUS, promovendo maior integração entre ensino, pesquisa, inovação e assistência", afirma a Vanessa. A gestora ainda explica que a formalização da política representa também um avanço na organização institucional, já que ela estabelece uma estrutura capaz de possibilitar mais segurança jurídica, transparência e eficiência à execução de projetos, além de fortalecer a articulação com instituições parceiras e ampliar as oportunidades de captação de recursos. O instrumento permite um planejamento contínuo, com metas, indicadores e avaliação de resultados | Foto: Divulgação/Fepecs A coordenadora de pesquisa e comunicação científica da Escola de Saúde Pública do DF (ESP-DF) Ana Godoy ressalta que “a política de ciência, tecnologia e inovação representa um marco para a Fepecs e suas escolas”. Segundo ela, “a partir da política, estudantes, docentes e pesquisadores terão ainda mais oportunidades de desenvolver e aplicar a ciência em todas as etapas da formação, do ensino técnico à pós-graduação, com foco na inovação, na tecnologia e na extensão voltadas para o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS)”. Além disso, a política fortalece a integração entre ensino, pesquisa e serviço, permitindo que o conhecimento produzido seja transformado em produtos e soluções mais assertivas, inovadoras e resolutivas para os desafios cotidianos enfrentados pelos serviços de saúde. O instrumento permite um planejamento contínuo, com metas, indicadores e avaliação de resultados. Entre os principais objetivos da Picti estão o fortalecimento da cultura da inovação, o incentivo ao desenvolvimento de soluções tecnológicas e organizacionais para os serviços de saúde, a regulamentação da gestão da propriedade intelectual e das parcerias institucionais, além da promoção de pesquisas alinhadas às prioridades do Distrito Federal. Nesse sentido, a política também contribui para o alinhamento da Fepecs às legislações relacionadas ao tema em níveis federal e distrital, fortalecendo sua capacidade de desenvolver projetos estratégicos para a melhoria das políticas públicas de saúde. *Com informações da Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde (Fepecs)
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Biotech XP transforma o Planetário de Brasília em palco de inovação
O Planetário de Brasília foi palco, nesta terça-feira (23), do lançamento oficial do Biotech XP, iniciativa que tem como missão democratizar o acesso ao conhecimento científico por meio de experiências interativas, gratuitas e acessíveis para toda a população do Distrito Federal. O evento é uma parceria entre a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-DF) e o Instituto Oriens, e reuniu centenas de participantes ao longo do dia, com destaque para mais de 200 crianças que vivenciaram atividades tecnológicas e educativas com foco em ciência, inovação e sustentabilidade. Iniciativa apresenta a crianças e ao público em geral, de forma divertida, temas fundamentais para o futuro, como biotecnologia, biodiversidade, sustentabilidade e inovação tecnológica | Foto: Divulgação/Secti-DF “Quando conseguimos transformar o conhecimento científico em uma experiência acessível, interativa e divertida, despertamos a curiosidade e criamos novas possibilidades para o futuro” Rafael Vitorino, secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação Com o propósito de transformar a ciência em uma experiência prática, acessível e compreensível para diferentes públicos, a iniciativa busca aproximar jovens, estudantes, famílias e educadores de temas fundamentais para o futuro, como biologia, biotecnologia, biodiversidade, sustentabilidade e inovação tecnológica. “A ciência precisa estar cada vez mais próxima das pessoas, principalmente das novas gerações. Quando conseguimos transformar o conhecimento científico em uma experiência acessível, interativa e divertida, despertamos a curiosidade e criamos novas possibilidades para o futuro. A Secti tem trabalhado para ampliar iniciativas como essa, que estimulam a inovação, fortalecem a educação científica e aproximam a população das oportunidades geradas pela tecnologia”, destacou o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação do DF, Rafael Vitorino. Um dos grandes destaques da programação foi a Zona de Alta Tecnologia, espaço que proporcionou experiências imersivas por meio de simuladores e recursos de realidade virtual. As crianças puderam experimentar o Simulador de Asa Delta New Action e o Simulador de Montanha Russa com óculos VR 360°, atrações que combinaram entretenimento, adrenalina e conceitos relacionados à percepção humana, tecnologia e inovação. Show educativo e divertido: apresentação da startup Einstein Jr. conquistou o público infantil Participação ativa das crianças [LEIA_TAMBEM]Outro momento marcante do lançamento foi a apresentação da startup Einstein Jr., que conquistou o público infantil com um show educativo e divertido, promovendo a ciência de forma lúdica e estimulando a participação ativa das crianças em atividades de aprendizagem. Além da disseminação do conhecimento, o projeto pretende fortalecer a cultura científica no Distrito Federal, ampliar o acesso da comunidade a experiências de educação não formal e incentivar o desenvolvimento do pensamento crítico e da consciência ambiental. A expectativa é contribuir para a formação de uma sociedade mais informada, participativa e preparada para os desafios contemporâneos relacionados à ciência, tecnologia e sustentabilidade. Para a Secti-DF, a realização do Biotech XP representa mais um avanço na missão de aproximar a ciência, a tecnologia e a inovação da sociedade, criando ambientes que incentivam a aprendizagem, despertam talentos e promovem a inclusão científica. Ao apoiar iniciativas como essa, a secretaria reforça seu compromisso em levar conhecimento de qualidade para diferentes públicos do Distrito Federal e contribuir para a construção de um futuro mais inovador, sustentável e conectado. *Com informações da Secti-DF
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Museu de Ciências Naturais do Zoológico de Brasília é reaberto após reforma
O Museu de Ciências Naturais do Zoológico de Brasília voltou a receber visitantes neste sábado (16), após reforma do espaço expositivo, ampliação da acessibilidade e reorganização do acervo. No evento, também foram inaugurados um espaço esportivo, banheiros reformados, a apresentação do Plano Diretor de Ordenamento Territorial do Zoológico (Pdot) e o lançamento do programa Tratador Mirim. Compartimentos restaurados exibem farto material sobre os animais, a maioria dos quais já passou pelo próprio zoo | Fotos: Joel Rodrigues/Agência Brasília “O zoo é um ambiente de memória. A gente se lembra da família, dos pais, dos amigos, dos piqueniques” Rafael Santana, secretário do Meio Ambiente O secretário de Meio Ambiente, Rafael Santana, destacou o vínculo afetivo dos brasilienses com o Zoológico e o papel educativo do museu: “O zoo é um ambiente de memória. A gente se lembra da família, dos pais, dos amigos, dos piqueniques. Esse espaço vem para realçar essa memória, com animais taxidermizados, todos reais, e experiências para a criançada e para toda a família”. Criado em 1994, o Museu de Ciências Naturais é uma das estruturas de educação ambiental mais tradicionais do Zoológico de Brasília. Além de animais taxidermizados, o local tem esqueletos e materiais conservados em meio líquido, permitindo ao público conhecer características de espécies nativas e exóticas, bem como temas ligados à biodiversidade, à evolução dos vertebrados e à conservação da fauna. Wallison Couto, diretor-presidente do Zoológico: “Fizemos algumas adaptações, trouxemos mais animais, mais interatividade e mais acessibilidade para o público. Está bem diferente e mais divertido para as crianças também” Segundo o diretor-presidente da Fundação Jardim Zoológico de Brasília, Wallison Couto, o museu foi preparado para oferecer uma visita mais acessível e interativa. “Para nós é um prazer imenso ter reaberto o museu”, declarou. “Fizemos algumas adaptações, trouxemos mais animais, mais interatividade e mais acessibilidade para o público. Está bem diferente e mais divertido para as crianças também”. Entre as principais novidades está o esqueleto da girafa Yvelize, que viveu no Zoológico até 2018 e morreu aos 7 anos, após uma cirurgia de emergência para tratar uma torção intestinal. Preservada ao longo dos anos para integrar o acervo, a peça tem 4,30 metros de altura e passa a ser uma das atrações do museu. Entre as peças biológicas disponíveis, esqueletos bem-conservados também são exibidos no espaço científico O acervo reúne quase 200 peças biológicas em diferentes formas de conservação, como materiais preservados em meio líquido. Wallison explicou que o roteiro foi organizado em três etapas: “Tem a parte osteotécnica, a parte que mostra a evolução dos animais e do ser humano e, por último, uma parte de sensibilidade, de interação e de toque”. O diretor-presidente também ressaltou que boa parte das peças é formada por animais que viveram no próprio Zoológico. “A maioria dos animais é daqui do zoo mesmo”, detalhou. “Não é porque o animal morreu que a gente perde esse contato com ele. A gente traz para o museu, e a população consegue continuar vendo esses animais aqui no zoológico”. Educação ambiental Maria Luíza do Nascimento, aluna do Colégio Militar Dom Pedro II, elogiou a coleção: “É legal para as crianças aprenderem sobre os bichos e, no futuro, se quiserem, cuidar deles” O novo percurso será acompanhado por educadores ambientais, com conteúdos sobre evolução dos vertebrados, biodiversidade e parentesco evolutivo entre seres humanos e outros primatas. As visitas ocorrerão de terça-feira a domingo, das 9h às 12h e das 13h30 às 16h. A estudante Maria Luíza Pereira do Nascimento, de 9 anos, aluna do 5º ano do Colégio Militar Dom Pedro II, saiu impressionada com o tamanho do esqueleto da girafa. “Foi muito legal”, comentou. “É muito grande. Eu não dou nem a perna da girafa. É legal para as crianças aprenderem sobre os bichos e, no futuro, se quiserem, cuidar deles”. [LEIA_TAMBEM]A secretária da Mulher, Gisele Ferreira, ressaltou o uso do Zoológico como espaço de aprendizagem e convivência para famílias: “Quando você traz as escolas e as crianças, elas aprendem na prática. Aqui une conhecimento, meio ambiente e cuidado com a família”. Novas estruturas Além do museu, o Zoológico inaugurou um novo espaço esportivo, com quadra para diferentes modalidades e atividades de convivência. Também foram reformados os banheiros próximos ao recinto dos rinocerontes, em uma das áreas de circulação do parque. O Zoológico de Brasília fica na Avenida das Nações, Via L4 Sul. O parque funciona de terça-feira a domingo e feriados, das 8h30 às 17h. Aos domingos e feriados, a entrada é gratuita.
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Professor da rede pública do DF visita maior acelerador de partículas do mundo na Suíça
Levar o nome da educação pública do Distrito Federal a um dos maiores centros de pesquisa científica do mundo é motivo de orgulho para o professor Felipe Lemos Cabral, do Centro Educacional (CED) do Lago Sul. Escolhido entre mais de 100 candidatos de todo o país, o docente de física participa, na Suíça, de um programa internacional no Conseil Européen pour la Recherche Nucléaire (CERN), instituição que abriga o maior acelerador de partículas do planeta, o Grande Colisor de Hádrons (LHC). A programação começou dia 17 de abril e segue até 27, com sete dias de atividades presenciais. Nesse período, os participantes visitam instalações científicas, acompanham palestras, oficinas práticas e atividades culturais. O professor conheceu de perto o LHC e dois dos principais experimentos em funcionamento no local: o LHCb e o CMS, equipamentos que contribuíram para a descoberta do bóson de Higgs, em 2012, um dos marcos da física moderna. Felipe Lemos Cabral: "entendi a responsabilidade de representar o Brasil e o Distrito Federal, além de trazer esse conhecimento para a nossa realidade" | Foto: Arquivo Pessoal “Foi um momento de muita alegria e expectativa. Também entendi a responsabilidade de representar o Brasil e o Distrito Federal, além de trazer esse conhecimento para a nossa realidade. Acredito que a minha trajetória profissional contribuiu para a seleção, com destaque para a experiência em eventos científicos, atuação em sala de aula nas escolas públicas do DF, gestão escolar e participação no Programa de Escola Intercultural Bilíngue do DF (Pebi)”, afirma Felipe. Para explicar de forma simples o que acontece em um acelerador de partículas, o professor resume que o objetivo é estudar a matéria que forma o universo. “O acelerador de partículas busca entender do que tudo é feito e como funciona. Ele estuda estruturas menores que um átomo, usando altas energias e colisões entre partículas”, explicou. Detector de partículas do CERN, na fronteira entre Suíça e França, integra o Grande Colisor de Hádrons, maior acelerador de partículas do mundo e referência em pesquisas científicas | Foto: Divulgação/CERN Educação inovadora A estudante Sara Cerri, de 18 anos, do 3º ano do ensino médio do CED Lago Sul, falou sobre a importância do incentivo oferecido pelo professor Felipe e destacou a paixão dela pela física, área que pretende seguir no futuro. “Sou apaixonada pela disciplina e pretendo estudar essa área no futuro. Gosto de entender o que está acontecendo ao meu redor, como as coisas funcionam e os movimentos do mundo. Também quero agradecer ao professor Felipe, que sempre me incentiva, me ajuda muito e está ao meu lado sempre que preciso.” A aluna Giovanna Rosa, de 17 anos, acredita que a experiência internacional vivida pelo professor Felipe Lemos levará benefícios para toda a escola. Para ela, o contato com novas culturas, ideias e formas de ensino amplia a visão de mundo e fortalece a educação pública. “Essa experiência do professor Felipe vai agregar muito para a escola e para os estudantes, porque ele vai voltar com novos conhecimentos e novas formas de ensinar. Quando a gente tem contato com outras culturas e outras realidades, aprende coisas que talvez nunca conheceria aqui. Eu vivi isso no Reino Unido e sei o quanto essa troca amplia a nossa visão de mundo e inspira novas conquistas pessoais, acadêmicas e profissionais”, afirma ela, que participou da primeira edição do projeto Pontes pelo Mundo. Estudantes do CED do Lago Sul, ao lado do diretor Vitor Rios, celebram a participação de Felipe Lemos Cabral em programa internacional de Física na Suíça | Foto: André Amendoeira, Ascom/SEEDF. Para o diretor do CED do Lago Sul, Vitor Rios, a participação de Felipe Lemos Cabral no programa internacional reforça o compromisso da escola com uma educação inovadora e conectada com o mundo. Segundo ele, o professor atua na unidade desde 2024, tendo uma boa relação com os estudantes e abertura para novas práticas pedagógicas. “Felipe chegou à escola em 2024 e rapidamente se destacou pelo trabalho com os alunos e pela disposição em buscar novas possibilidades de ensino. Temos certeza de que essa vivência internacional, com contato com professores de vários países e com a Física de ponta, vai enriquecer ainda mais as suas aulas. Aqui, valorizamos metodologias ativas, projetos e o protagonismo estudantil, em que o aluno também pesquisa e constrói conhecimento com a orientação do professor.” Ao retornar ao Brasil, o professor pretende compartilhar o conhecimento com estudantes e colegas da rede pública. “Essa experiência é transformadora. Estou mais preparado para aproximar a pesquisa científica dos meus alunos e mostrar novas possibilidades de carreira e estudo”, disse. *Com informações da Secretaria de Educação (SEEDF)
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Livro criado por crianças será lançado em maio no Planetário de Brasília
O Planetário de Brasília será palco de um evento que une ciência, educação e protagonismo infantil. Em 16 de maio, será lançado o livro de ficção científica Fúria Solar, criado por um grupo de crianças que participou do Nasa Space Apps Challenge, nos EUA, considerado o maior hackathon do mundo promovido pela Nasa. Planetário foi escolhido para o lançamento pela vocação natural para incentivar a tecnologia inclusiva | Foto: Divulgação “Quando incentivamos crianças e jovens a explorarem a ciência, a tecnologia e a inovação, estamos investindo diretamente no futuro do nosso país”, afirma o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação do DF, Rafael Vitorino. “Ver esse conhecimento se transformar em um livro é a prova de que a educação e a criatividade podem abrir caminhos extraordinários.” [LEIA_TAMBEM]O Planetário é um espaço reconhecido por investir na popularização da ciência e da astronomia, razão pela qual foi escolhido para local de lançamento do livro. A história aborda as tempestades solares e seus impactos na Terra de forma acessível e criativa. Durante a experiência no hackathon, as crianças tiveram contato com temas complexos sobre o espaço e decidiram aprofundar seus estudos sobre o Sol, transformando o aprendizado em uma obra literária que une imaginação e conhecimento científico. O lançamento propõe uma imersão no universo da astronomia e terá bate-papo sobre a experiência no Nasa Space Apps Challenge, apresentação do processo de criação do livro e sessão de autógrafos com os jovens autores. Lançamento do livro Fúria Solar → Local: Planetário de Brasília → Data: 16 de maio → Horário: das 8h às 10h30. Entrada livre. *Com informações da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação
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Com apoio do GDF, TecnoGame 2026 reúne multidão no Pavilhão do Parque da Cidade
O Pavilhão do Parque da Cidade foi tomado, neste fim de semana, por fãs de tecnologia e cultura pop. Desde sexta-feira (17), o local recebe o TecnoGame 2026, segunda edição da feira no Distrito Federal. A governadora Celina Leão visitou o evento na tarde deste sábado (18). “A cada ano esse evento tem se consolidado mais e eu sou uma entusiasta da tecnologia”, pontuou a chefe do Executivo. “Esse olhar para a tecnologia não é mais de futuro, é de presente. A gente precisa realmente trazer essa vocação aqui para o Distrito Federal. A capital da República tem que ser exemplo em inovação, em tecnologia, e a gente sabe que isso tem uma força muito grande com os nossos jovens daqui. Então, esse evento é uma oportunidade de mostrar os nossos talentos e de trazer o que tem de melhor do Brasil para a nossa cidade”, acrescentou. O secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação, Rafael Vitorino, ressaltou que o encontro é “um dos maiores de tecnologia, cultura geek e economia criativa do Brasil”. “É um evento que faz parte da nossa linha de trabalho da secretaria, de popularização da tecnologia, da ciência, do empreendedorismo, voltado muito para esse público realmente de cultura geek, startups e robótica”, apontou. A governadora Celina Leão visitou o evento TecnoGame 2026 na tarde deste sábado (18 | Foto: George Gianni/ Agência Brasília A feira conta com competições de e-sports e cosplay, experiências imersivas, estandes de 22 expositores para oportunidades de negócios e conversas com grandes nomes da internet, a exemplo de Toguro, Muca Muriçoca e Guaxinim. A programação é gratuita e segue até a próxima segunda-feira (20). “Foram mais de 101 mil ingressos retirados, isso é recorde. É recorde em Brasília e é recorde do TecnoGame nacional. A gente acabou de vir de Porto Velho com uma edição de 42 mil pessoas e aqui a gente vai receber mais de 100 mil pessoas. Então, estou muito feliz”, celebrou o CEO do TecnoGame, Andryw Antony, que ainda exaltou o apoio do Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação: “[Graças a esse apoio,] a gente pode proporcionar entrada gratuita para o público, espaço gratuito para os empreendedores. E isso movimenta a economia local, movimenta o turismo”. O analista de dados Victor Rafael, por sua vez, enfatizou o caráter democrático da feira | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília O comerciante Alexandre Raul foi um dos presentes. “É um evento único, não só para crianças, mas para adolescentes e adultos. Dá para sentir a empolgação, a alegria”, definiu. O analista de dados Victor Rafael, por sua vez, enfatizou o caráter democrático da feira. “É um evento de tecnologia, então ele traz muita coisa nova e uma integração muito grande para quem, muitas vezes, não tem acesso.” Já a intérprete de Libras Bruna Morais escolheu o TecnoGame para se divertir no fim de semana ao lado dos três filhos. “Achei muito incrível, porque o evento é muito detalhado e aqui a gente pode conhecer coisas que não conhecia. Estou achando muito legal, é muito bom trazer os filhos para assistir, para acompanhar. Eles são super fãs e acaba que eu me torno também por causa deles”, arrematou.
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Revista ‘Com Censo Jovem’ abre espaço para artigos da 6ª edição
Estão abertas as submissões de trabalhos para a 6ª edição da revista Com Censo Jovem, publicação que incentiva a produção científica e a socialização de experiências pedagógicas desenvolvidas no contexto da educação básica. Professores e estudantes são convidados a compartilhar pesquisas, projetos e práticas que fortaleçam o conhecimento, a inovação e o protagonismo juvenil nas escolas. Arte: Divulgação/SEEDF “A revista Com Censo Jovem nasceu em 2022 com um propósito muito claro: fortalecer o letramento científico na educação básica e dar visibilidade à produção intelectual dos nossos estudantes, mostrando que a pesquisa nasce da curiosidade, das perguntas feitas em sala de aula e dos projetos desenvolvidos com a orientação dos professores”, resume a editora-chefe da revista, Dapheny Leandro. [LEIA_TAMBEM]Ao relembrar a trajetória das cinco edições já publicadas, ela ressalta o impacto formativo da iniciativa e reforça o convite para a nova chamada: “Mais do que publicar textos, a revista constrói percursos formativos, ensina a pesquisar, argumentar e escrever com rigor; e agora, na sexta edição, reafirma o compromisso com a educação pública, a ciência e o protagonismo juvenil, convidando estudantes e professores a fazerem parte dessa história”. A revista aceita artigos e relatos de experiências de todas as modalidades e etapas da educação básica. Os trabalhos podem ser enviados até 20 de abril, com previsão de publicação em outubro deste ano. As submissões devem ser efetuadas por meio deste site. *Com informações da Secretaria de Educação
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Space Today 2025 transforma Brasília em palco da ciência e da inovação com quatro dias de experiências gratuitas
Entre os dias 18 e 21 de dezembro, Brasília ganha um novo motivo para olhar para o futuro. O Space Today, evento gratuito que mistura ciência, tecnologia e experiências imersivas, toma conta da área externa do Pátio Brasil Shopping com uma programação que promete virar referência no Centro-Oeste. O público poderá pilotar drones, entrar em um simulador de foguete, visitar um planetário móvel, testar tecnologias emergentes, aprender programação, mergulhar em realidade virtual e descobrir como a inovação está mudando a vida nas cidades, tudo de graça e aberto para todas as idades. Realizado em parceria com a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Distrito Federal (Secti-DF), o Space Today chega ao DF com a expectativa de receber 40 mil pessoas. O secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação, Rafael Vitorino, destaca que a escolha do local é estratégica para os planos de desenvolvimento da capital. "Trazer o Space Today para o Setor Comercial, no coração de Brasília, reforça nosso compromisso com a implementação do Polo Criativo e Tecnológico desta região. Queremos transformar o centro da cidade em um organismo vivo de inovação", afirma Vitorino. "Nosso objetivo é que eventos como este sejam a porta de entrada para que jovens e crianças descubram suas vocações. Ao democratizar o acesso à tecnologia de ponta, estamos inspirando as novas gerações a trilharem carreiras científicas e garantindo que o DF se consolide como um celeiro de talentos para o futuro." Sérgio Sacani traz sua experiência acadêmica e comunicacional para transformar o festival em uma verdadeira ponte entre conhecimento e entretenimento | Foto: Divulgação/Secti-DF O evento leva o nome e a curadoria de Sérgio Sacani, geofísico e um dos mais influentes divulgadores científicos do país. Criador do canal @spacetoday, conhecido por tornar astronomia e ciência acessíveis ao grande público, Sacani traz sua experiência acadêmica e comunicacional para transformar o festival em uma verdadeira ponte entre conhecimento e entretenimento. “O Space Today será uma experiência para toda a cidade. É uma mistura de educação, entretenimento e inovação que transforma curiosidade em experiência e coloca Brasília no mapa dos grandes eventos científicos do país, além de ajudar a formar as novas vocações que vão construir o futuro da tecnologia na capital”, declara Sacani. O espaço contará com arena de drones, laboratório equipado com mais de 100 computadores, oficinas, experiências imersivas e uma programação robusta de palestras, compondo um circuito completamente gratuito para todas as idades. Além de Sérgio Sacani, outros nomes de referência, como Danilo Gentili, Richard Rasmussen, Biólogo Henrique, Vilela, Gustavo Guanabara, Kenneth Corrêa, Igor Fina, Cesar Lenzi, Claudia Medeiros e Pedro Pallotta, participarão de bate-papos sobre tecnologia e futuro digital. Debates sobre o futuro das profissões, direito espacial, mulheres na ciência e tendências tecnológicas fecham o circuito de conversas. Impacto social e novas vocações Além de aproximar o público da ciência, o Space Today irá atuar em frentes estratégicas que impactam diretamente a vida dos moradores do Distrito Federal. A inclusão tecnológica aparece como um dos pilares mais fortes: todas as atividades são gratuitas e acessíveis, garantindo que jovens de diferentes regiões, inclusive aqueles que nunca tiveram contato com laboratórios, drones ou realidade virtual, possam vivenciar tecnologias emergentes na prática. O encontro também movimenta a economia do conhecimento ao gerar mais de 100 empregos diretos e indiretos, além de promover a economia circular por meio de oficinas de reciclagem tecnológica e uso responsável de materiais. Outro destaque é a atenção especial às mulheres na tecnologia, com trilhas exclusivas e espaços que estimulam meninas a explorarem áreas de programação, robótica e inovação. Serviço Space Today 2025 Data: 18 a 21 de dezembro de 2025 Horário: das 14h às 20h Local: área externa do Pátio Brasil Shopping (Setor Comercial Sul) Entrada: gratuita Classificação: livre *Com informações da Secti-DF
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Festival Next Level oferece oficinas sobre tecnologia e imersão no mundo gamer em Taguatinga
Uma imersão completa no universo dos games, da ciência e da inovação: a primeira edição do Festival Next Level já começou. O evento gratuito ocorre no Alameda Shopping, em Taguatinga, até o dia 15 de dezembro, sempre das 9h às 21h, com oficinas, palestras, museu interativo e, claro, arenas gamers com jogos nacionais e internacionais. A iniciativa é fruto de parceria entre a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Distrito Federal (Secti-DF) e a Associação Nacional de Jogos, Campeonatos, Equipes e Jogadores Eletrônicos (Anjo Games). O principal pilar do festival é a capacitação profissional com oficinas de introdução ao desenvolvimento de jogos no Construct, destinadas a pessoas com mais de 8 anos. São disponibilizadas 150 vagas, distribuídas em 15 turmas, com emissão de certificado de conclusão, com encontros das 10h às 11h e das 14h às 15h. As inscrições devem ser feitas por este link. A grade educativa também é composta por palestras sobre o mercado da tecnologia. Serão abordados temas como: o panorama geral do setor, com noções sobre a indústria de jogos e as áreas de atuação dos novos talentos; a criatividade e os primeiros passos do design para jogos, desde a interface a identidade estética; o passo a passo para a construção do primeiro jogo; e as profissões do futuro, com foco nas carreiras emergentes em TI, games, inovação digital e desenvolvimento de software. O principal pilar do festival é a capacitação profissional com oficinas de introdução ao desenvolvimento de jogos no Construct, destinadas a pessoas com mais de 8 anos | Fotos: Joel Rodrigues/Agência Brasília “Iniciativas como esta são estratégicas porque unem o lúdico ao aprendizado técnico”, afirma o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação, Rafael Vitorino. “O Distrito Federal tem um potencial enorme na economia criativa e no desenvolvimento de jogos. O papel da Secretaria é justamente fomentar esse ecossistema, garantindo que nossas crianças e adolescentes tenham as ferramentas necessárias para serem não apenas consumidores, mas criadores de tecnologia.” O presidente da Anjo Games, Lucas Vinícius Bezerra da Silva, destaca que o objetivo do festival é unir lazer e profissionalização. “O Next Level não é um espaço apenas de entretenimento, mas também de formação. Nossa premissa é que os alunos possam transformar a paixão de jogar em profissão, por isso trazemos oficinas e palestras no ramo de desenvolvimento de jogos, ciência, tecnologia e inovação”, observa. “O mercado de desenvolvimento de jogos tem se expandido desde a era dos primeiros Playstations e Super Nintendo até os dias de hoje.” O vice-presidente da Anjo Games, Silezio Batista, reforça o papel do festival em conectar o público com oportunidades na indústria. “Hoje em dia, quem não tem o mínimo de noção de tecnologia, com certeza vai ficar para trás. Então, tentamos trazer isso ao alcance de todos, para a galera ver que existe um mercado surgindo, ainda mais com a chegada da inteligência artificial”, afirma. Os estudantes Davi Freire, 15 anos, e Lúcio de Paula, 16, elogiaram o Festival Next Level Diversão Para quem gosta de tecnologia e videogames, o Festival Next Level é um paraíso. E os estudantes Davi Freire, 15 anos, e Lúcio de Paula, 16, são prova disso. “Nos amarramos no FIFA do Playstation e nos computadores. A tecnologia está avançando muito e um lugar como esse é importante para as pessoas se familiarizarem”, diz Davi. O amigo elogia a localização do evento e a oferta de conhecimento gratuito: “Tem muitas escolas em volta do shopping, então fica fácil vir para cá depois da aula. As pessoas podem vir para brincar, se distrair, e também para aprender, até porque não tem como pensar no futuro e dispensar a tecnologia.” O evento disponibiliza cinco arenas temáticas: Arena PC Gamer, Arena Corrida, Arena Console, Arena Fliperama e Arena Just Dance, com títulos como Tekken, Mortal Kombat, Street Fighter, FIFA, PES, Gran Turismo, Automobilista, Valorant, League of Legends, Roblox e outros clássicos e sucessos atuais. Além disso, o público pode aproveitar o Museu do Videogame, que proporciona uma viagem nostálgica pela evolução da indústria, com consoles criados a partir dos anos 1980. Para garantir a participação de pessoas com deficiência, a organização oferece um controle adaptado. Com o dispositivo, o jogador pode movimentar o personagem sem as mãos, utilizando a cabeça ou os pés, por exemplo. Acesse mais informações sobre o Festival Next Level pelas redes sociais.
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Mulheres que inspiram: 4º Prêmio de CT&I do DF celebra protagonismo feminino na ciência e na inovação
O 4º Prêmio FAPDF de Ciência, Tecnologia e Inovação foi realizado na noite dessa terça-feira (4), no Clube de Engenharia, reunindo autoridades e pesquisadores para reconhecer iniciativas que transformam o Distrito Federal por meio da pesquisa e do conhecimento. A data desta edição foi escolhida em comemoração ao aniversário de 33 anos da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF), criada em 4 de novembro de 1992 pela Lei nº 347 e implementada no ano seguinte. O evento destacou o protagonismo feminino na construção do conhecimento e no fortalecimento da pesquisa no Distrito Federal. Entre as homenageadas estavam a vice-governadora Celina Leão, a superintendente de Ciência, Tecnologia e Inovação da FAPDF, Renata Vianna, e as professoras Rose Monnerat, Mercedes Bustamante e Maria Sueli Felipe — três referências nacionais que simbolizam a força das mulheres na ciência. Mercedes, reconhecida por sua atuação internacional em pesquisas sobre ecologia do Cerrado e mudanças ambientais globais, foi representada por sua filha, Helena Bustamante. O 4º Prêmio FAPDF de Ciência, Tecnologia e Inovação destacou o protagonismo feminino na construção do conhecimento e no fortalecimento da pesquisa no Distrito Federal | Fotos: Marck Castro/FAPDF Reconhecimento O diretor-presidente da fundação, Leonardo Reisman, destacou o papel estratégico da FAPDF no fomento à ciência e à inovação, reforçando a valorização da pesquisa e do protagonismo feminino: “Antes de tudo, é preciso valorizar a pesquisa e a ciência — pilares que sustentam o desenvolvimento do Distrito Federal. E, em especial, reconhecer a força das mulheres que impulsionam esse avanço. As pesquisadoras homenageadas representam o que temos de mais inspirador: suas trajetórias mostram como a ciência pode transformar o Cerrado, a saúde, a agricultura e a sustentabilidade. Ainda enfrentamos desafios de representatividade, mas iniciativas como esta reafirmam o potencial e a importância das nossas pesquisadoras”. Leonardo também ressaltou o orgulho de ver a FAPDF composta majoritariamente por mulheres em cargos de liderança, o que, segundo ele, reflete um legado de competência e reforça o compromisso coletivo da instituição. A vice-governadora Celina Leão destacou a força e a representatividade das mulheres na ciência e na gestão pública: “A FAPDF é um orgulho para o Governo do Distrito Federal. As mulheres aqui homenageadas representam a força da mulher brasileira, que pode e deve ocupar todos os espaços — especialmente na pesquisa. Ainda é um terreno árido em muitas áreas, mas seguimos avançando. Hoje, a FAPDF desenvolve projetos em parceria com as secretarias de Saúde, de Segurança Pública e de Educação, aplicando inovação tecnológica para melhorar a vida da população. Essas mulheres mostram que é possível transformar o Cerrado e o país com sustentabilidade, conhecimento e coragem”, afirmou. Celina Leão, vice-governadora do DF: "Hoje, a FAPDF desenvolve projetos em parceria com as secretarias de Saúde, de Segurança Pública e de Educação, aplicando inovação tecnológica para melhorar a vida da população" O secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação do DF, Rafael Vitorino, reforçou o compromisso do Governo do Distrito Federal com o investimento contínuo em ciência e tecnologia, destacando o papel da FAPDF como protagonista nesse avanço. “O GDF acredita que investir em ciência é investir no desenvolvimento e no futuro. Isso se reflete aqui neste prêmio: o investimento em pesquisa abre caminhos, gera oportunidades e deixa um legado que ultrapassa gerações”, declarou. O secretário de Governo do DF, José Humberto Pires de Araújo, reforçou que o verdadeiro resultado do trabalho da fundação está refletido nas pessoas que transformam o DF por meio da pesquisa e da inovação: “O maior resultado do trabalho da FAPDF está aqui: ver o Distrito Federal cheio de homens e mulheres que estão à frente da ciência, da tecnologia e da inovação. Esse é o legado de uma política pública que acredita nas pessoas e aposta no conhecimento como força transformadora. A fundação tem cumprido um papel essencial ao apoiar quem pesquisa, quem cria e quem faz o DF avançar”. Premiações e categorias O 4º Prêmio FAPDF de Ciência, Tecnologia e Inovação reconheceu pesquisadores, estudantes, startups, profissionais de comunicação, bolsistas e servidores que se destacaram no avanço da ciência e da inovação no Distrito Federal. A iniciativa contemplou diferentes categorias, valorizando desde o desenvolvimento científico e tecnológico até a divulgação e a aplicação prática do conhecimento. Os valores das premiações chegaram a R$ 12 mil, de acordo com cada categoria e colocação. José Humberto Pires de Araújo, secretário de Governo do DF: "O maior resultado do trabalho da FAPDF está aqui: ver o Distrito Federal cheio de homens e mulheres que estão à frente da ciência, da tecnologia e da inovação" Na categoria Pesquisador Destaque, foram premiados trabalhos de excelência em três grandes áreas do conhecimento. Em Ciências da Vida, os vencedores foram Eliete Neves da Silva Guerra (1º lugar), Jonato Prestes (2º) e João Luiz Quagliotti Durigan (3º). Em Ciências Exatas, o reconhecimento foi para Alberto José Alvares (1º), Fábio Comes de Castro (2º) e Roberto de Souza Baptista (3º). Já em Ciências Humanas, o prêmio foi concedido à pesquisadora Marta Helena de Freitas (1º lugar). Na categoria Pesquisadores Inovador, voltada à aplicação de soluções tecnológicas em diferentes contextos, os premiados foram Márcia Renata Mortari (1º lugar) e João Paulo Figueiró Longo (2º) na modalidade de Inovação para o Setor Privado e Renato Alves Borges (1º) em Inovação para o Setor Público, todos reconhecidos pela relevância de suas contribuições ao setor empresarial. Na categoria Startup Inovadora, que celebra o empreendedorismo científico e o impacto tecnológico no mercado, receberam o prêmio João Daivison Silva Ramalho, na modalidade acelerada, e Gustavo Adolfo Marcelino de Almeida Nunes, na modalidade não acelerada. A cerimônia também marcou o lançamento do volume IV da revista Diálogo Científico, publicação da FAPDF que reúne resultados de pesquisas financiadas pela Fundação em diversas áreas do conhecimento Os bolsistas de iniciação científica também foram reconhecidos pelo desempenho em pesquisas fomentadas pela FAPDF. Em Ciências da Vida, foram premiados Luiza Helena de Sousa Bahia (1º lugar), Yasmin Lacerda Lopes (2º) e Vitor Hugo Moraes de Lima (3º). Em Ciências Humanas, os destaques foram Natália Correia Pimenta (1º), Aimeê Eduarda Vieira Borges (2º) e Sofia Marcondes da Silva Leal (3º). Entre os Profissionais de Comunicação, foram reconhecidas Juliana Soares Mendes (Podcast) e Eliane Gonçalves de Araújo (Telejornalismo), pelo papel fundamental na divulgação científica e na aproximação entre ciência e sociedade. Na categoria Estudante Destaque, que valoriza talentos do ensino básico engajados em projetos de iniciação científica, as vencedoras foram Stephany Santana de Araújo, da escola pública, orientada pelo professor José Matheus Lima Gomes da Silva; e, na modalidade escola privada, Arissa Jia Nirmal (orientada por Natália de Oliveira Duplan) e Andressa Gabrielly Souza Santos (orientadora: Milena Souza da Silva). O Servidor Destaque da FAPDF foi Danilo da Silva Maciel, assessor de Coordenação de Bolsas e Eventos (Coobe), reconhecido pela contribuição às ações de gestão e fomento da Fundação. Além disso, receberam menções honrosas as servidoras da FAPDF Lanna Neves e Marcilene Bonfim, em reconhecimento ao comprometimento e à excelência no desempenho de suas funções. [LEIA_TAMBEM]Lançamento A cerimônia também marcou o lançamento do volume IV da revista Diálogo Científico, publicação da FAPDF que reúne resultados de pesquisas financiadas pela fundação em diversas áreas do conhecimento. A nova edição reforça o compromisso da instituição com a divulgação científica e o acesso aberto ao conhecimento, aproximando a sociedade dos resultados das pesquisas realizadas no Distrito Federal. A programação foi encerrada com uma fala de Leonardo Reisman, que parabenizou toda a equipe da FAPDF pelo comprometimento e pelo trabalho coletivo que têm fortalecido a Fundação ao longo dos anos. “Nada disso seria possível sem o empenho e a dedicação de cada servidor e servidora que fazem parte desta história”, destacou. Para acessar o Diálogo Científico - Volume 4 (2025), clique aqui. Também é possível ter acesso todos os periódicos clicando neste link. *Com informações da FAPDF
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Programação especial do Planetário de Brasília atrai crianças com brincadeiras que unem ciência e imaginação
O Dia das Crianças foi de descobertas e muita diversão no Planetário de Brasília neste domingo (12). A programação especial organizada pelo Governo do Distrito Federal (GDF) reuniu famílias de várias regiões em atividades que uniram lazer, tecnologia e ciência. No sábado (11), o local recebeu mais de 800 visitantes, e a expectativa é que o público no feriado ultrapasse as 1,2 mil pessoas. Durante todo o dia, o público pôde participar de oficinas criativas, observar o Sol por meio de telescópios e vivenciar experiências em realidade virtual. A ação fez parte das comemorações do mês das crianças e contou com o apoio do Clube de Astronomia de Brasília (CAsB), da startup Ideia Space e do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai-DF). As crianças puderam se divertir e aprender com as atividades no Planetário de Brasília | Fotos: Joel Rodrigues/Agência Brasília “O Governo do Distrito Federal tem focado bastante nas crianças e no incentivo à ciência. O Planetário ficou muitos anos fechado e, desde a reabertura, buscamos trazer esse espaço para perto das famílias, especialmente das crianças, que são o futuro da inovação e do conhecimento”, destacou o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação, Rafael Vitorino. Segundo o chefe da pasta, as oficinas foram pensadas para despertar o interesse pela ciência de forma lúdica. “Hoje temos o lançamento de foguetes, a oficina da nebulosa, as atividades de inteligência artificial e várias experiências que conectam o público com a astronomia e a tecnologia. E o mais bonito é ver que os pais também participam — metade do público das oficinas são adultos voltando a ser crianças junto com os filhos”, completou Rafael Vitorino. Os filhos de Chavelly Feijó Galvagni adoraram o passeio, especialmente a montagem de foguetes A programação incluiu oficinas de lançamento de foguetes de garrafa PET, montagem de nebulosas em potes e atividades com caneta 3D, além de sessões na cúpula sobre o universo e a exploração espacial. No espaço externo, as famílias também acompanharam a observação solar, guiada por astrônomos do CAsB. Para a auxiliar de secretaria Chavelly Feijó Galvagni, 40 anos, que veio de Luziânia (GO) com os dois filhos, o passeio foi uma oportunidade de aprendizado. “Sempre que podemos, participamos das atividades do Planetário. É a terceira vez que viemos e, a cada visita, tem algo novo para conhecer. Hoje o que mais nos encantou foi o lançamento dos foguetes. Eles mesmos montaram e lançaram o foguetinho”, contou. Thiago Nascimento: "É um espaço de descoberta, de aprendizado e também de diversão. Aqui é ótimo porque pais e filhos aprendem juntos" O servidor público Thiago Nascimento, 45 anos, também aproveitou o dia ao lado das filhas de 7 e 3 anos. “Queríamos comemorar o Dia das Crianças de uma forma diferente, e nada melhor do que o Planetário, que desperta o gosto pela ciência desde cedo. É um espaço de descoberta, de aprendizado e também de diversão. Aqui é ótimo porque pais e filhos aprendem juntos”, disse. A pequena Catarina, de 7 anos, aprovou a experiência: “É minha primeira vez aqui e quero vir mais vezes. Está sendo muito divertido”. Tecnologia e futuro [LEIA_TAMBEM]Além das atividades comemorativas, o Planetário se prepara para receber, a partir do dia 20 deste mês, o projeto IA nas Escolas, uma parceria entre a Secti-DF e o Instituto Integra Mais Um. A iniciativa vai oferecer uma imersão em inteligência artificial, com museu tecnológico, quiz interativo, área gamer e estações de realidade virtual voltadas para estudantes da rede pública. As visitas ocorrerão de segunda a sexta-feira, nos períodos matutino (8h30) e vespertino (14h30). As escolas interessadas em participar podem agendar pelo e-mail integramaisum@gmail.com ou pelo telefone (61) 98594-9556.
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Jornada discute inovação da indústria no DF a partir de terça-feira (14)
A etapa local da Jornada Nacional de Inovação da Indústria será na próxima terça-feira (14), no Parque Tecnológico de Brasília (Biotic). O encontro é promovido pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e pelo Sebrae, com correalização do Sistema Fibra e apoio da FAPDF. A programação terá início às 9h, com painéis sobre os desafios da transição ecológica e digital, seguidos de discussões ao longo do dia. A partir das 13h30, empresários, acadêmicos e demais participantes poderão escolher entre cinco salas temáticas que abordarão temas como indústria sustentável, transformação digital, ecossistemas de inovação, futuro do trabalho e fomento à inovação. Paralelamente, dois workshops voltados a funcionários de empresas, acadêmicos e público em geral vão tratar da gestão da inovação e do acesso a mecanismos de fomento. Entre os temas discutidos na jornada estão os desafios da transição ecológica e digital, futuro do trabalho e fomento à inovação | Foto: Divulgação/Biotic [LEIA_TAMBEM] Segundo o diretor de Desenvolvimento Industrial, Tecnologia e Inovação da CNI, Jefferson Gomes, o diferencial da jornada está em articular, de maneira integrada e colaborativa, os diversos atores do ecossistema, conectando desafios reais da indústria a soluções concretas. Para o presidente do Biotic, Gustavo Dias, a realização do encontro no parque reforça a vocação de aproximar ciência, tecnologia, academia e setor produtivo. “O Biotic existe para conectar pessoas, ideias e soluções que transformam realidades. Abrir nossas portas para a Jornada é contribuir para que Brasília seja referência em inovação e desenvolvimento sustentável”, afirma. A participação é gratuita e aberta à sociedade. As inscrições estão disponíveis no link. *Com informações do Biotic
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Rede pública do DF destaca-se na Olimpíada Brasileira de Astronomia 2025
Na recente 28ª Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA), a rede pública de ensino do Distrito Federal alcançou um recorde com 34 medalhas de ouro, quatro a mais que em 2024, e um total de 87 premiações em todas as edições da competição. O desempenho consagra alunos do ensino fundamental e médio com destaque nacional e marca o melhor resultado das escolas públicas do DF. André Filipe Torres (E), com Maria Luiza Corrêa e Christian Pereira, que também se destacaram: “As olimpíadas são ótimas para desenvolver o interesse dos estudantes em novos assuntos, principalmente astronomia e astronáutica” | Foto: André Amendoeira/SEEDF Entre os medalhistas de ouro, o estudante da sala de recurso específica da Escola Classe (EC) 64 de Ceilândia André Filipe Torres, de 17 anos, gabaritou a prova. “As olimpíadas são ótimas para desenvolver o interesse dos estudantes em novos assuntos, principalmente astronomia e astronáutica”, comenta o jovem. “É muito legal e realmente ajuda no desenvolvimento do conhecimento.” Maria Luiza Corrêa, 16, está no segundo ano e participa de olimpíadas científicas desde o ensino fundamental. Ela acumula medalhas na Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (Obmep), Olimpíada Nacional de Ciências (ONC), Olimpíada de Matemática (OMDF) e em edições anteriores da OBA. “Antes eu estudava mais de forma leve, depois comecei a frequentar a sala de recursos e a me dedicar mais”, relata. Por sua vez, Christian Pereira, 17, participa da OBA desde 2021. “As olimpíadas são um ótimo exercício mental e uma experiência enriquecedora todo ano”, avalia. Sala de recursos específica Veja o desempenho das escolas na OBA deste ano Com 14 anos de experiência na Sala de Recursos Específicos para Alunos com Altas Habilidades, o professor Marlon dos Santos coordena os trabalhos junto aos estudantes. “É interessante observar essa criança com quatro ou cinco anos entrando no programa de altas habilidades e, ao sair, aos 18, ver a trajetória de projetos, as participações nas olimpíadas, o crescimento que eles têm”, enfatiza. Para o professor, as competições são fundamentais para o desenvolvimento dos estudantes. “As olimpíadas, os circuitos de ciências, os projetos, as apresentações são maneiras de eles mostrarem aquilo que sabem, e isso faz com que cresçam no conhecimento e coloquem em prática o que vão aprendendo”, afirma. Escola que inspira [LEIA_TAMBEM]A EC 64 de Ceilândia lidera o ranking de medalhas na competição com 13 premiações: sete de ouro, quatro de prata e duas de bronze. O resultado coloca a unidade como referência no ensino de astronomia na rede pública de ensino do Distrito Federal. A professora Carla Cíntia Oliveira, que atua há 20 anos na Sala de Recursos para Altas Habilidades, relembra: “Em 2005, as olimpíadas ainda eram pouco divulgadas entre as salas, até que o professor Benilto decidiu inscrever os alunos e disse: ‘nossa, a gente está com esses alunos aqui de Ceilândia; a maioria não acredita no próprio potencial. Temos que fazer alguma coisa para incentivar esses meninos, para que vejam que são capazes’”. A estratégia funcionou, e o projeto cresceu com alunos dispostos e interessados em aprender. “Você vê que eles participam porque gostam, não é algo que a gente impõe”, pontua a professora. “Aqui oferecemos essa oportunidade, e eles começam a participar desde pequenos. A partir daí, mesmo quando chegam à adolescência, já passam a ter outra visão.” *Com informações da Secretaria de Educação
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Vicente Pires recebe programação científica e tecnológica com entrada gratuita
“A ciência tem um mundo de informações para explorar, e é muito legal aprender um pouco mais sobre o assunto”, relata o estudante Felipe Medeira, de 10 anos, durante a sexta edição do projeto itinerante Ciência na Estrada, em Vicente Pires. O sentimento do jovem apaixonado por astronomia traduz o objetivo da ação: aproximar a população da ciência e estimular o interesse pelas carreiras tecnológicas e científicas. O projeto Ciência na Estrada oferece programação gratuita, que inclui oficinas de robótica e desenvolvimento de jogos, até esta quarta-feira (30), em Vicente Pires | Fotos: Matheus H. Souza/Agência Brasília Promovido pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-DF), em parceria com o Instituto de Gestão e Execução de Projetos (Igepex), o evento ocorre desde sábado (26) e será encerrado nesta quarta-feira, nas proximidades da Administração Regional de Vicente Pires. A programação gratuita reúne oficinas de robótica, desenvolvimento de jogos, simulações astronômicas, desafios de inovação e uma feira de ciências com projetos realizados por estudantes. Felipe, que sonha em se tornar astronauta, se encantou com uma das atrações. “O que eu mais gostei foi a representação dos foguetes que marcaram a história da exploração espacial. Eu acompanho desde mais novo cada um, e poder rever esse momento foi bem legal”, contou. A programação também chamou a atenção da estudante Luiza de Souza, 11. “É como se a gente estivesse colocando em prática tudo que a gente aprende em sala de aula”, afirmou. Para o diretor de uma escola particular da região, Douglas Valadares, a importância dos conhecimentos para além das salas de aula é fundamental: “No colégio a gente já busca trabalhar com um pouco da prática, e evento como esses traz outra experiência, um outro olhar para os alunos, e abre a mentalidade e a visão deles sobre a ciência”. “A ciência tem que ser divertida", diz o geofísico Sérgio Sacani, que participa do projeto [LEIA_TAMBEM]Um dos destaques das edições é a presença do geofísico Sérgio Sacani, influente divulgador científico do país e criador do canal Space Today. No evento, ele aborda temas como astronomia, exploração espacial e a importância da ciência no cotidiano. “A ciência tem que ser divertida. Aqui a gente traz um momento de perguntas e respostas com o público. É uma interação para falar sobre ciência”, explica Sacani. Atendimento ao público Após passar por Ceilândia, Samambaia, Sobradinho, Guará e Santa Maria, o projeto já reuniu mais de 24 mil participantes, sendo aproximadamente 2,4 mil estudantes. O secretário-executivo de Ciência, Tecnologia e Inovação do DF, Alexandre Villain, destaca a importância da iniciativa: “Queremos apresentar à nossa juventude e às famílias que há uma perspectiva profissional nas carreiras relacionadas à ciência, à tecnologia e aos processos educacionais como um todo”. Além de Vicente Pires, o projeto percorrerá Sol Nascente, Brazlândia, Arapoanga e Riacho Fundo até o final do ano. O encerramento do projeto será realizado no Planetário de Brasília. Mais informações no site oficial do evento.
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Série 'A Memória Científica do DF' é lançada para valorizar o legado de pesquisadores
Mercedes Bustamante sempre soube que havia algo de fascinante na ciência. Ainda criança, encantava-se com as aulas da disciplina e tinha curiosidade em entender como as coisas funcionavam — do nível celular à escala dos ecossistemas. “Acho que isso acabou me levando até a ecologia”, lembra. Foi essa inquietação que a conduziu a uma carreira de destaque nacional e internacional, unindo ciência, educação, políticas públicas e defesa do meio ambiente. Professora titular da Universidade de Brasília (UnB), Mercedes inaugura a série especial A Memória Científica do DF, produzida pela Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF). A iniciativa tem como objetivo valorizar o legado de pesquisadoras e pesquisadores que contribuíram significativamente para o avanço da ciência, da tecnologia e da inovação no Distrito Federal. Mercedes Bustamante, professora titular da UnB e referência internacional em ecologia, é a primeira homenageada da série 'A Memória Científica do DF', lançada pela FAPDF | Foto: Divulgação/FAPDF Mercedes chegou a Brasília no início dos anos 1990, após concluir o doutorado em geobotânica na Alemanha. A princípio, veio como professora visitante da UnB, mas logo foi aprovada em concurso no Departamento de Ecologia. “Vim e me apaixonei pelo Cerrado. Entender como esse sistema tão complexo funciona acabou se tornando o norte da minha atividade científica”, relembra. Logo nos primeiros anos, a FAPDF teve papel essencial. O primeiro projeto de Mercedes financiado pela fundação foi fundamental para a montagem de seu laboratório e estrutura de pesquisa, com aquisição de equipamentos ainda em uso. Um dos projetos mais significativos foi o Pronex (Programa de Apoio a Núcleos de Excelência). “A FAP foi primordial para meu estabelecimento como pesquisadora na UnB”, destaca. [LEIA_TAMBEM]Ao longo da carreira, Mercedes coordenou estudos que combinam ciência básica e aplicada, como pesquisas sobre o impacto dos incêndios no bioma Cerrado, mudanças nos ciclos hídricos e estratégias de conservação aliadas ao desenvolvimento sustentável. É também uma das principais articuladoras do conhecimento sobre mudanças ambientais globais no país, tendo integrado painéis internacionais como o IPCC (Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas) e plataformas nacionais de políticas climáticas. Sua atuação extrapola os muros da universidade. Mercedes já ocupou cargos no Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (2010–2013) e na Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior), onde esteve em 2016 e retornou à presidência em 2023. Ela acredita que a presença de cientistas na formulação de políticas públicas é essencial: “A formação científica nos dá ferramentas importantes para a política: saber fazer boas perguntas, montar projetos sólidos, avaliar impactos. Isso faz falta na gestão pública”. Hoje, sua maior preocupação é com o tempo. “Não temos mais 30 anos para implementar soluções. O meio ambiente não pode esperar. A janela até 2050 é curta, e o que fizermos agora vai definir o futuro”, afirma. Ela defende que agências como a FAPDF devem garantir estabilidade orçamentária, fomentar pesquisas interdisciplinares e apoiar projetos que conectem ciência e sociedade. A cientista também reforça a importância da diversidade nos espaços científicos. “Se todas as pessoas vêm do mesmo contexto, elas verão os problemas da mesma forma. Precisamos de olhares diferentes para apontar novos caminhos”, afirma. Mercedes defende ambientes institucionais mais inclusivos e acolhedores, especialmente para jovens mulheres pesquisadoras: “Temos mais mulheres se formando, mas isso ainda não se reflete nos cargos de liderança. A inclusão verdadeira exige que essas vozes sejam ouvidas”. Ao final da entrevista, Mercedes deixa uma mensagem à juventude: “Vocês têm clareza dos desafios e força para transformá-los. Acreditem nesse futuro possível. A ciência é feita por pessoas, para pessoas”. Assista aqui ao primeiro episódio da série documental. *Com informações da FAPDF
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2º Fórum Nacional do Confap em 2025 reúne lideranças em São Paulo e projeta o futuro da ciência no Brasil
Entre os dias 2 e 4 de julho, São Paulo sediou a 68ª edição do Fórum Nacional do Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap), o segundo encontro deste ano - o primeiro foi em Macapá, capital do Amapá. Promovido em parceria com a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), o evento reuniu dirigentes das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (FAPs), representantes de agências federais, ministérios e instituições internacionais para debater os rumos do fomento à ciência, tecnologia e inovação (CT&I) no país. A Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF) esteve representada por duas de suas principais lideranças: o diretor-presidente Leonardo Reisman e a superintendente Científica, Tecnológica e de Inovação, Renata Vianna. Foi a primeira participação de Reisman em um evento do Confap no cargo de presidente da Fundação. “É com grande satisfação que participo deste Fórum pela primeira vez como presidente da FAPDF. Encaro este momento não apenas como uma oportunidade de integração institucional, mas também como um compromisso renovado com o fortalecimento das políticas públicas de ciência, tecnologia e inovação no Brasil. Trago comigo a experiência acumulada como secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação do DF, e acredito que essa trajetória será fundamental para ampliar o diálogo entre as Fundações, impulsionar iniciativas conjuntas e construir pontes sólidas entre os ecossistemas regionais de pesquisa. A atuação colaborativa das FAPs é essencial para enfrentarmos os desafios estratégicos do país e consolidarmos um sistema nacional de CT&I cada vez mais eficaz, inclusivo e conectado com a sociedade”, afirmou Reisman. A Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF) contou com a presença do diretor-presidente Leonardo Reisman | Foto: Divulgação/FAPDF Renata Vianna participou da Reunião dos Diretores Científicos do Confap, espaço dedicado à troca de experiências e ao alinhamento estratégico entre as FAPs. Em sua fala, compartilhou os avanços da FAPDF no uso de ferramentas baseadas em inteligência artificial para qualificação dos processos de fomento, com foco na integridade técnica, na redução de viés e no apoio à ciência aberta e transparente. Ela também chamou atenção para os desafios das compras públicas voltadas à inovação, apontando entraves normativos e operacionais que impactam a efetividade das políticas públicas de CT&I. A programação incluiu reuniões técnicas entre as Fundações, apresentações de experiências institucionais e o workshop internacional “Fortalecendo Parcerias Equitativas de Longo Prazo para Ampliar Cooperações Internacionais”, promovido pela Fundação Getulio Vargas (FGV). O encontro discutiu estratégias para ampliar a presença da produção científica brasileira no cenário global, com a participação de especialistas da Capes, British Council, Finep, entre outros. Durante a cerimônia de abertura, o presidente da Fapesp, Marco Antonio Zago, ressaltou a importância das articulações regionais: “O desenvolvimento científico e tecnológico do país depende diretamente do protagonismo das FAPs, em sinergia com a comunidade acadêmica, as empresas e os recursos públicos”. Reconhecimento e homenagens [LEIA_TAMBEM]Um dos destaques da programação foi a entrega da 4ª edição do Prêmio Confap de Ciência, Tecnologia & Inovação – Professor Ennio Candotti e do Prêmio Confap de Boas Práticas em Fomento à CT&I. A iniciativa reconhece pesquisadores e instituições que contribuem de forma expressiva para o avanço da ciência nacional. Os prêmios contam com patrocínio da Finep/MCTI e apoio do CNPq. Também foi realizada uma homenagem ao professor Carlos Américo Pacheco, que deixa o cargo de diretor-presidente do Conselho Técnico-Administrativo da Fapesp após nove anos de atuação. A cerimônia aconteceu na sede da instituição, no dia 3 de julho. Visitas técnicas e encerramento No último dia do evento, os participantes realizaram visitas técnicas a instituições de referência em pesquisa e inovação, como o Instituto Butantan, o Cubo Itaú e o InovaBra Habitat. As atividades proporcionaram trocas de experiências e contato com iniciativas bem-sucedidas nas áreas de saúde, tecnologia e empreendedorismo. A participação no Fórum reafirma o papel das FAPs na formulação de políticas públicas e no incentivo à produção de conhecimento qualificado, promovendo conexões entre diferentes esferas do sistema nacional de CT&I. *Com informações da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF)
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Abertas inscrições para três editais de fomento à ciência, tecnologia e inovação
A Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF) está com inscrições abertas para três editais do Programa Difusão Científica, iniciativa voltada à promoção da ciência, tecnologia e inovação por meio da valorização da pesquisa e da disseminação do conhecimento junto à sociedade. Os editais contemplam diferentes modalidades de apoio e estão disponíveis para submissão via SIGFAP. Confira os detalhes: Edital 06/2025 – FAPDF Movimenta Apoia a promoção, realização e organização de eventos científicos, tecnológicos e de inovação. Para eventos a serem realizados em outubro, novembro e dezembro de 2025. Período de submissão: até 15/8 Acesse o edital completo aqui. [LEIA_TAMBEM]Edital 03/2025 – FAPDF Publica Destinado à publicação de artigos científicos em todas as áreas do conhecimento. Inscrições abertas para o 5º período. Período de submissão: até 4/7 Acesse o edital completo aqui. Edital 02/2025 – FAPDF Participa Fomenta a participação em eventos, cursos de curta duração e visitas técnicas, no Brasil ou no exterior. Inscrições abertas para o 5º período – setembro/2025. Período de submissão: até 4/7 Acesse o edital completo aqui. A iniciativa integra a estratégia da FAPDF de ampliar o alcance das pesquisas científicas desenvolvidas no Distrito Federal, fortalecendo a cultura científica e estimulando a circulação de conhecimento em diferentes esferas da sociedade. Os editais completos estão disponíveis neste link. Submissões devem ser feitas exclusivamente pelo sistema SIGFAP. *Com informações da FAPDF
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Instituto de Pesquisas Tecnológicas se instala no Biotic e reforça vocação inovadora da capital
O Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), referência em ciência e inovação há mais de 125 anos, lança oficialmente sua iniciativa Brasília nesta quinta-feira (5), em evento no Parque Tecnológico de Brasília (Biotic). A chegada da instituição à capital federal marca um novo momento para o desenvolvimento tecnológico do Distrito Federal, reforçando sua inserção na Estratégia Nacional de Inovação e no programa Nova Indústria Brasil (NIB). A nova base do Instituto será instalada no Biotic, espaço que concentra empresas, startups e centros de pesquisa voltados à tecnologia e à sustentabilidade. “Brasília é madura como cidade, mas ainda pode crescer como polo tecnológico. A presença do IPT vai acelerar as atividades de startups e indústrias da região, fortalecendo o ecossistema local e promovendo soluções para desafios produtivos e ambientais”, avalia Fulvio Vittorino, pesquisador e coordenador da iniciativa. A chegada do IPT à capital federal marca um novo momento para o desenvolvimento tecnológico do Distrito Federal | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília Expansão estratégica Com mais de mil colaboradores e uma infraestrutura de 150 mil m² de laboratórios, o IPT tem sede em São Paulo e é considerado uma das mais tradicionais instituições de ciência e tecnologia do país. Sua atuação abrange oito grandes áreas: ensino tecnológico, bionanomanufatura, energia, habitação e edificações, cidades e meio ambiente, tecnologias digitais, metrologia e materiais avançados. A unidade de Brasília irá concentrar esforços especialmente nas seguintes frentes: - Tecnologias Digitais, com destaque para inteligência artificial e digitalização do parque industrial; - Cidades e Meio Ambiente, apoiando setores como construção civil e arborização urbana; - Metrologia, com impacto direto em áreas essenciais como abastecimento de água e produção industrial. Segundo o diretor-presidente do IPT, Anderson Correia, a presença no DF é estratégica. “O IPT chega a Brasília para ser um parceiro do desenvolvimento tecnológico e sustentável. Queremos ampliar nossa presença nacional, oferecendo soluções que fortaleçam o setor produtivo local, incentivem políticas públicas inovadoras e impulsionem a indústria brasileira.” Em 2024, o Instituto movimentou R$ 300 milhões, sendo mais da metade dessa receita advinda de projetos com foco em inovação. Foram mais de 3 mil clientes atendidos, 16 mil documentos técnicos emitidos e 2 mil ensaios e análises realizados. Para o presidente do BioTIC, Gustavo Dias, a chegada do IPT confirma o papel central do Parque Tecnológico na articulação do ecossistema de inovação do DF. “Receber uma instituição com a história e a competência do IPT é um passo importante para transformar o Distrito Federal em um polo de inovação aplicado. No BioTIC, o IPT encontrará um ambiente propício à pesquisa, à colaboração e à geração de soluções de alto impacto para a sociedade.” Com programas de inovação aberta, o IPT conecta startups, grandes empresas e centros de pesquisa, além de mapear políticas públicas e linhas de fomento estratégicas. A instalação da iniciativa Brasília aproxima ainda mais o Instituto do centro político do país, ampliando sua capacidade de atuação interinstitucional e de contribuição para políticas públicas nacionais de CT&I. Evento de lançamento A cerimônia de lançamento da unidade ocorre nesta quinta-feira (5), das 9h às 16h30, no prédio de Governança do Biotic, com painéis e debates sobre os desafios e oportunidades para o desenvolvimento tecnológico sustentável no DF. *Com informações do Parque Tecnológico de Brasília (Biotic)
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Guará recebe a 4ª edição do projeto Ciência na Estrada com atrações interativas e muita tecnologia
Após o sucesso das edições em Ceilândia, Samambaia e Sobradinho, que reuniram mais de 10 mil participantes, o projeto itinerante Ciência na Estrada desembarca no Guará II, entre os dias 14 e 18 de maio de 2025, com uma programação gratuita repleta de ciência, tecnologia e experiências imersivas para todas as idades. Os ingressos podem ser retirados neste link. Promovido pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Distrito Federal (Secti-DF) em parceria com o Instituto de Gestão e Execução de Projetos (Igepex), o projeto tem como objetivo aproximar a população da ciência e estimular o interesse pelas carreiras tecnológicas e científicas. “Inspirar as novas gerações a seguir carreiras científicas e tecnológicas é um dos principais objetivos da Secti-DF. O Ciência na Estrada levará experiências imersivas em inovação, robótica, astronomia e tecnologia para dez Regiões Administrativas do Distrito Federal”, destaca o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação, Leonardo Reisman. O projeto tem como objetivo aproximar a população da ciência e estimular o interesse pelas carreiras tecnológicas e científicas | Foto: Divulgação/Secti-DF Programação repleta de atividades para todas as idades Durante os cinco dias de evento, o público poderá participar de oficinas de robótica, desenvolvimento de jogos, simulações astronômicas e desafios de inovação voltados para soluções de problemas locais. Uma feira de ciências também estará presente com projetos desenvolvidos por estudantes e participantes. [LEIA_TAMBEM]Um dos grandes destaques da edição é a presença do geofísico Sérgio Sacani, um dos maiores divulgadores científicos do país e criador do canal Space Today, que trará ao público temas como astronomia, exploração espacial e a importância da ciência no cotidiano. Outro momento de destaque são as demonstrações químicas interativas do projeto Einstein Jr., que encantaram o público nas edições anteriores. Os experimentos apresentados ilustram princípios químicos de forma prática, visual e divertida, reforçando como a ciência está presente no nosso dia a dia. Uma das novidades mais aguardadas é o ônibus Ciência na Estrada, uma estrutura inovadora que simula uma nave futurista e proporciona uma experiência sensorial e imersiva com realidade virtual 360º e conteúdos interativos que prometem surpreender o público. Além do Guará II, o projeto ainda percorrerá outras Regiões Administrativas do Distrito Federal, levando conhecimento e inspiração para as comunidades de Sol Nascente, Brazlândia, Santa Maria, Arapoanga, Vicente Pires e Riacho Fundo. Serviço Ciência na Estrada – Quarta Edição Data: 14 a 18 de maio de 2025 Horário: 14h às 19h Local: Polo de Modas - QE 40 Guará II Entrada: Gratuita, mediante retirada de ingressos Mais informações: @ciencianaestradaoficial ou site oficial *Com informações da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Distrito Federal (Secti-DF)
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