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Obras de Cepi no Recanto das Emas entram em fase de acabamento

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. A construção do novo Centro de Educação para a Primeira Infância (Cepi) na Quadra 805 do Recanto das Emas entrou na etapa final. Com investimento de R$ 6.102.494,38, a estrutura está na fase de acabamento, com foco na realização dos arremates finais da obra. A unidade terá capacidade para atender 188 crianças em tempo integral. Novo espaço está sendo construído em um terreno com quase 5 mil metros quadrados de área total | Fotos: Matheus Borges/Agência Brasília “Quando a gente foca a primeira infância, quando a gente leva essa oferta, que é uma oferta educacional, é muito importante, porque educação infantil hoje é uma etapa da educação básica e é a base que pavimenta todo o processo educacional das nossas crianças” Iêdes Braga, secretária de Educação A implantação da creche visa à expansão da rede de atendimento voltada à educação infantil na região administrativa, oferecendo suporte a famílias que necessitam de um espaço para o acolhimento de seus filhos durante a jornada de trabalho. “É motivo de muita alegria”, afirma a secretária de Educação, Iêdes Braga. “Quando a gente foca a primeira infância, quando a gente leva essa oferta, que é uma oferta educacional, é muito importante, porque educação infantil hoje é uma etapa da educação básica e é a base que pavimenta todo o processo educacional das nossas crianças.” A unidade segue o modelo padrão Tipo 1 do programa Pró-Infância, vinculado ao Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). O complexo foi implantado em um terreno com área total de 4.892,44 metros quadrados, sendo 1.560,62 metros quadrados de área construída. Por se tratar de uma edificação térrea, o projeto atende aos parâmetros de acessibilidade previstos na norma técnica NBR 9050, com o tratamento de calçadas, rampas e desníveis. Veja abaixo a distribuição das instalações.  Área pedagógica e de convivência ⇒ Dez salas de atividades para a educação infantil, sala multiúso, pátio coberto, pátio descoberto, solários e parquinho/playground com duchas infantis. Apoio e cuidados ⇒ Fraldários, lactário, sala de amamentação e sanitários adaptados para alunos e pessoas com deficiência (PcDs). Serviços e alimentação ⇒ Refeitório, cozinha, despensa, rouparia, lavanderia, vestiários e copa para funcionários Administração ⇒ Diretoria, secretaria e sala de professores Área externa ⇒ Guarita com sanitário, paraciclo, mastro de bandeiras, hortas, canteiros, área verde com tratamento paisagístico e estacionamento com vagas reservadas para idosos, pessoas com deficiência, motocicletas e área de embarque e desembarque. Investimentos e empregos O investimento total para a execução da obra é de R$ 6.102.494,38. Os recursos são provenientes do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), com contrapartida financeira do Governo do Distrito Federal (GDF). Durante o período de construção, foram gerados 20 empregos diretos e 40 empregos indiretos na região. Após a finalização física da estrutura, o cronograma prevê etapas complementares antes do início das atividades escolares, que incluem os procedimentos administrativos para a aquisição de mobiliário e a contratação da entidade mantenedora responsável pela gestão da unidade. Expansão da rede Além da estrutura na Quadra 805 do Recanto das Emas, o Distrito Federal conta atualmente com outras nove unidades de Cepis em fase de construção para ampliação das vagas na educação infantil. Desse total, três estão localizadas no próprio Recanto das Emas e as outras seis distribuídas entre as regiões administrativas do Gama, Lago Norte, Paranoá, Riacho Fundo II e Park Way. 

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DF amplia rede de saúde mental com novas unidades, reforço de equipes e ações integradas

 O Governo do Distrito Federal (GDF) tem ampliado a rede pública de saúde mental com investimentos em estrutura, equipes e novas políticas para fortalecer o atendimento à população. Atualmente, o DF conta com 18 unidades do Centro de Atenção Psicossocial (Caps) em funcionamento, distribuídas em todas as regiões de saúde, e prevê a construção de mais cinco, incluindo centros voltados ao público infantojuvenil e estruturas com atendimento 24 horas para usuários de álcool e outras drogas. A expansão da rede também inclui planejamento para novas unidades a partir de 2027 e a ampliação da capacidade de atendimento, com estimativa de cobertura para mais de um milhão de pessoas. Além disso, houve reforço no quadro de profissionais, com nomeação de médicos psiquiatras, ampliação da carga horária de equipes e recomposição de especialistas como psicólogos, assistentes sociais e terapeutas ocupacionais. Com a ampliação da estrutura, o intuito da rede é acompanhar o aumento da procura por serviços. Dados do Portal de Informações e Transparência da Saúde do DF registram cerca de 423,9 mil procedimentos feitos nos Caps do DF, entre 2019 e 2025, com crescimento acumulado de 393% no período — passando de 17,7 mil procedimentos em 2019 para 87,5 mil em 2024 e evidenciando a ampliação da demanda por serviços de saúde mental na rede pública. Os Caps também oferecem atividades manuais que se tornam aliadas no cuidado com a saúde mental e na reconstrução de histórias de vida. Como o crochê feito em grupo na unidade do Itapoã, denominado grupo Linhaterapia | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília Centralização Para dar mais agilidade à gestão e fortalecer a política pública, o GDF criou, em 2025, a Subsecretaria de Saúde Mental, vinculada à Secretaria de Saúde do DF (SES-DF). A medida permitiu avanços na organização da rede e na implementação de novas iniciativas, como o desenvolvimento de um sistema de monitoramento com uso de inteligência artificial para orientar o fluxo de pacientes e a criação do primeiro laboratório de inovação em saúde mental do país. Segundo a subsecretária de Saúde Mental da SES-DF, Fernanda Falcomer, a rede tem sido estruturada para atender diferentes perfis e níveis de complexidade. Ela destaca que, entre outros fatores, o aumento de procedimentos e de procura pelo Serviço de Saúde Mental na rede ocorreu em um contexto pós-pandemia, em âmbito nacional. Dados da SES-DF também indicam o perfil dos atendimentos, com maior incidência de ansiedade e depressão entre adolescentes e casos relacionados ao uso de álcool e outras substâncias entre adultos, o que orientou a criação de serviços e unidades específicas para esse público. “Cada Caps é pensado para atender uma faixa de 200 mil pessoas. Com essas ampliações, estamos prevendo um aumento de capacidade para um milhão de atendimentos. Isso é necessário para garantirmos o acesso da comunidade. Conseguimos essa pauta de prioridade do governo e houve um investimento alto na recomposição do quadro de médicos psiquiatras. Para um serviço especializado como o Caps isso é muito valioso”, observa. O atendimento é organizado de forma integrada. Casos leves e moderados são acompanhados nas Unidades Básicas de Saúde (UBS), enquanto situações mais graves são direcionadas aos Caps, que contam com equipes multiprofissionais e atuação conjunta com serviços de urgência e emergência. Outro destaque do setor foi a implantação dos serviços residenciais terapêuticos, que oferecem moradia e acompanhamento a pessoas que viveram por anos em hospitais psiquiátricos e perderam vínculos familiares. A subsecretária recorda, ainda, que a política de saúde mental também envolve ações articuladas com outras áreas institucionais, como assistência social, educação, trabalho, cultura e esporte. “Programas de qualificação profissional, acesso a benefícios sociais, atividades culturais e esportivas e políticas de proteção social são considerados fatores importantes na promoção da saúde mental e na prevenção de adoecimentos”, completa. Segundo a subsecretária de Saúde Mental da SES-DF, Fernanda Falcomer, a rede tem sido estruturada para atender diferentes perfis e níveis de complexidade | Foto: Matheus Borges/Agência Brasília Grupos de cura Os Caps também oferecem atividades manuais que se tornam aliadas no cuidado com a saúde mental e na reconstrução de histórias de vida. Como o crochê feito em grupo na unidade do Itapoã, denominado grupo Linhaterapia. Funcionando uma vez por semana das 14h às 16h, a iniciativa foca na reabilitação social dos pacientes, trazendo a terapia proporcionada pela arte manual da confecção de bolsas, tapetes, mandalas e cachecóis de crochê, além de uma fonte de renda para quem decide levar para além do hobbie. A coordenadora do grupo, Eleni Alves Sardinha, destacou que a maioria dos frequentadores é usuário da unidade do Itapoã. “Esse aprendizado pode proporcionar autonomia, então o paciente começa a melhorar a autoestima e ter uma qualidade de vida melhor. O crochê trabalha várias partes do organismo humano, como a concentração e a criatividade. Já existem estudos até em relação ao Alzheimer, por trabalhar a parte cognitiva e a produção de dopamina, ajudando também na ansiedade e depressão”, ressalta. A costureira Lidiana Vieira da Cunha, de 37 anos, encontrou na atividade uma forma de lidar com o luto e os impactos emocionais após perder a filha de um mês de idade. “É um caminho de recuperação, porque eu fiquei em um quadro psicológico muito abalado de depressão. Aqui eu encontrei um apoio e também uma forma de deixar minha mente mais leve. A arte cura a mente, a alma e o espírito. Às vezes, a gente não consegue se levantar sozinho, então esse espaço e acolhimento é muito importante”, afirma. Já a dona de casa Maria Francisca da Silva, de 49 anos, relata que o crochê passou a fazer parte do dia a dia como ferramenta de enfrentamento da dependência química e controle da ansiedade: “Me faz muito bem. Quando eu estou estressada, faço crochê em casa com o que aprendi para ocupar minha mente. Minha doença tem recuperação a partir de querer viver, da minha boa vontade e do Caps, que me acolhe.” Para o auxiliar de contabilidade Reginaldo Ferreira Lima, 39, o grupo também representa uma forma de manter o foco no tratamento e reduzir pensamentos negativos: “Quando estamos fazendo crochê, não ficamos pensando muito nos problemas da vida. A gente esquece os problemas e passa a se concentrar nisso aqui.” A unidade, chamada de Caps AD, atende pessoas acima dos 16 anos com necessidades moderadas a graves. A quantidade de participantes do grupo varia, atingindo a quantidade máxima de 15 participantes. Também há passeios feitos esporadicamente com os pacientes para lugares de lazer na cidade, como Jardim Botânico e Zoológico, com transporte gratuito disponibilizado pelo GDF.

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DF terá cinco unidades da Casa da Mulher Brasileira até final do ano

O Distrito Federal passará a contar com cinco unidades da Casa da Mulher Brasileira (CMB) até o final de 2024. Além da estrutura que, desde 2021, funciona em Ceilândia, outras quatro novas casas estão sendo construídas para promover acolhimento, capacitação e enfrentamento à violência contra a mulher. Todas estarão em locais de fácil acesso, na região central do Recanto das Emas, Sobradinho II, São Sebastião e Sol Nascente, próximas ao transporte público e preparadas para receber pessoas com deficiência. Casa da Mulher Brasileira de Sobradinho II, uma das novas unidades em construção no DF | Foto: Divulgação/ SMDF Cada nova unidade terá 270 m² de área construída, composta por recepção, duas salas para atendimentos psicossociais, brinquedoteca com fraldário, três salas administrativas, espaço de convivência interno e externo com paisagismo, e estacionamento. Com financiamento do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, juntamente com a Secretaria da Mulher do Distrito Federal (SMDF), as obras das quatro novas unidades da Casa da Mulher são acompanhadas e fiscalizadas pela pasta, em parceria com a Novacap. O recurso orçamentário para construção e mobiliário foi de aproximadamente R$ 4,9 milhões, provenientes de emendas federais para o DF, e R$ 3,9 milhões de contrapartida do Governo do Distrito Federal. Para a secretária da Mulher, Giselle Ferreira, esses espaços multifuncionais não apenas oferecem suporte, mas também simbolizam os esforços do governo para erradicar a violência de gênero. “É uma enorme conquista para as mulheres do DF. Aumentaremos significativamente o atendimento humanizado e integral às vítimas de violência, além de promover autonomia econômica, uma possibilidade de saída de relacionamentos violentos”, observa. Um dos principais serviços oferecidos nas CMBs são os atendimentos psicossociais por meio de uma equipe multidisciplinar formada por agentes sociais, psicólogos, pedagogos e educadores sociais. São realizadas escutas qualificadas, análise das demandas das vítimas e encaminhamentos para apoio de órgãos parceiros. A assistência é realizada de forma espontânea e gratuita. Para uma moradora de Ceilândia que prefere não se identificar, o amparo recebido na CMB após receber ameaças do ex-marido foi fundamental. “É um lugar completo, tem o que a gente precisa; foi a melhor coisa que aconteceu na minha vida na época da separação”, destaca a mulher de 54 anos. A Casa da Mulher Brasileira de Ceilândia realizou mais de 24 mil atendimentos em três anos de atividade | Foto: Vinicius de Melo/ SMDF Histórico de acolhimento A primeira Casa da Mulher Brasileira no Distrito Federal foi construída em 2015, na Asa Norte. Problemas de edificação, no entanto, levaram a antiga unidade a ser interditada pela Defesa Civil com apenas três anos de funcionamento. O espaço reabriu suas portas em nova sede, no centro de Ceilândia, no dia 20 de abril de 2021. Só no primeiro ano de atividade, o equipamento atendeu 3.717 mulheres; em três anos, foram mais de 24 mil acolhimentos. O número reflete a disponibilidade da Casa para receber vítimas de agressão. Em qualquer dia da semana, a qualquer horário, o equipamento está preparado para acolher mulheres em situação de vulnerabilidade. Elas são atendidas por psicólogos, assistentes sociais e advogados. Junto com a equipe, traçam o melhor caminho para sair da situação de violência. O acompanhamento psicossocial perdura enquanto for necessário. *Com informações da Secretaria da Mulher (SMDF)

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Secretária destaca atuação do GDF para ampliar cirurgias e vacinação

Em entrevista para a Rádio Atividade, neste domingo (20), a secretária de Saúde do Distrito Federal, Lucilene Florêncio, fez um balanço sobre a atuação do órgão junto à população e afirmou que a área segue como prioridade zero no Governo do Distrito Federal (GDF). Ela destacou os investimentos na construção e na reforma de unidades de saúde, o reforço de profissionais e a abertura de novos concursos. A secretária de Saúde, Lucilene Florêncio, falou das prioridades e dos investimentos do GDF na área em entrevista neste domingo (20) | Foto: Divulgação/SES-DF A secretária destacou um pacto de gestão com a bancada de parlamentares do DF para a destinação de verba suplementar para a realização de mais cirurgias. Ainda no primeiro semestre, foram anunciadas as construções de três unidades hospitalares em áreas estratégicas da cidade, unidades de pronto atendimento (UPAs) e 15 unidades básicas de saúde (UBSs), que estão no planejamento para entrega. [Olho texto=”“Estamos trabalhando para renovar os materiais, entre eles estão também aparelhos de raio-x portáteis. Tem ainda a área de cirurgias ortopédicas, que está sendo contemplada em contrato que permite a utilização de materiais apenas conforme a demanda evitando desperdício”” assinatura=”Lucilene Florêncio, secretária de Saúde” esquerda_direita_centro=”direita”] Lucilene ressaltou que a prioridade é ampliar a estrutura física com profissionais concursados e, se necessário for, como está sendo no caso dos anestesistas, a Secretaria de Saúde do DF (SES-DF) buscará soluções junto ao Conselho de Saúde e órgãos de controle para a melhor gestão em casos específicos. A SES-DF teve uma grande vitória junto à unidade deliberativa em que autorizou o edital de credenciamento para compor o quadro de anestesistas do órgão. Ano após ano, os concursos realizados tinham o preenchimento abaixo da necessidade. A secretária ainda destacou os recursos destinados à compra de novos equipamentos na ordem de R$ 64 milhões, só na área de anestesia. “Estamos renovando o nosso parque tecnológico porque era um dos motivos que não havia interesse dos profissionais de virem pra rede exatamente porque há materiais antigos. Então, estamos trabalhando para renovar os materiais, entre eles estão também aparelhos de raio-x portáteis. Tem ainda a área de cirurgias ortopédicas, que está sendo contemplada em contrato que permite a utilização de materiais apenas conforme a demanda, evitando desperdício”, ressaltou. Na área de ortopedia, em que o Sistema Único de Saúde (SUS) tem uma grande demanda de forma nacional, ela destacou a construção de novas unidades e o Hospital Clínico Ortopédico do Guará, com valor estimado de R$ 204 milhões e espaço de 70 mil m². O local terá 160 leitos, centro cirúrgico, laboratório de apoio, diagnóstico por imagem e ambulatório. A unidade hospitalar atenderá a região centro-sul da cidade, como Candangolândia, Estrutural, Guará, Park Way, Núcleo Bandeirante, Riacho Fundo e Riacho Fundo II, SIA e SCIA, ampliando a oferta de atendimento especializado. [Olho texto=”Na área do câncer, o DF conseguiu diminuir a espera de mais de 700 pessoas para uma demanda reprimida de menos de 200 pacientes, com o tempo de 30 dias de chamamento para diagnóstico e início do tratamento” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”esquerda”] Cirurgias Com uma demanda reprimida e ainda, devido à pandemia pela covid-19, a fila do DF chegou a mais de 27 mil pacientes. Desde 2022, quando as unidades de saúde começaram a ser desmobilizadas para voltar ao atendimento normal, a Saúde iniciou força-tarefa nos principais hospitais da rede e, em continuidade a essa ação, em 2023, atuou para incluir a rede complementar por meio de editais de credenciamento. Atualmente, mais de 35 mil cirurgias já foram realizadas na rede pública e mais sete mil estão acontecendo na rede complementar. O objetivo maior é diminuir o tempo de espera, considerando que a demanda é recorrente, com a inclusão de novos casos diários. O investimento até o momento é de R$ 24 milhões. Além disso, o DF está participando do Programa Nacional de Redução das Filas de Cirurgias Eletivas promovido pelo Ministério da Saúde. As unidades têm trabalhado nessa estratégia de cooperação otimizando recursos materiais e humanos. Questionada sobre a situação das filas para catarata, Lucilene destacou as quatro clínicas que se candidataram e já foram habilitadas para atender os pacientes que são do complexo regulador. “Atendemos no Hospital Regional de Taguatinga e agora teremos uma força a mais das clínicas, somando-se a isso temos 1,1 mil vagas com mais o credenciamento de duas clínicas para catarata, glaucoma e estrabismo”, assegurou. Atendimento de casos de câncer [Olho texto=”Foi anunciado também o projeto-piloto de um novo painel de espera nas UPAs para acompanhamento online do cidadão. Em estudo, a gestão observou que algumas unidades são mais procuradas que outras. Com o dispositivo, a população acompanhará em tempo real a ocupação das unidades, podendo escolher a que tem o menor tempo de espera” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”direita”] Na área do câncer, o DF conseguiu diminuir a espera de mais de 700 pessoas para uma demanda reprimida de menos de 200 pacientes, com o tempo de 30 dias de chamamento para diagnóstico e início do tratamento buscando atender as normativas oficiais. O trabalho foi possível graças à reorganização dos fluxos e recebimento de recursos. Os profissionais foram destacados para o Hospital de Taguatinga com a ampliação do número de ambulatórios e recuperação da estrutura e também para o Centro de Radioterapia de Taguatinga. De oito leitos, a unidade de oncologia passará a ter 18 no local. Com alta complexidade dos casos, no Hospital de Base do Distrito Federal foram ampliados horários de atendimento, carga horária dos profissionais existentes e ainda houve novas contratações. Segundo o diretor do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), Juracy Cavalcante, que acompanhou a secretária na entrevista, em poucos meses, houve uma diferença significativa na fila. “Nós começamos as consultas aos sábado, ampliamos os turnos de atendimento, com isso tivemos a redução na espera e mais integração das equipes. Estamos esperando a entrega de materiais ainda, devido ao furto ocorrido na unidade. Foi necessária a compra de novos equipamentos pra gente conseguir dar mais celeridade nessa fila”, destacou. Atenção primária e RecadastraSUS Na atenção primária, o foco além da questão estrutural, é ampliar as equipes da Estratégia Saúde da Família. O DF possui 68,9% de área coberta e o governo trabalha para cobrir as áreas que estão mais vulneráveis. Atualmente, são 622 equipes que atuam em atendimentos do dia a dia e até avaliação de casos urgentes. Foram construídas 10 UBSs nos últimos quatro anos, com capacidade para atender até 184 mil pessoas por mês, e mais de 800 profissionais contratados. Ao todo foram investidos mais de R$ 31 milhões em construções e reformas. Ainda está em andamento um concurso para a contratação de agente comunitário de saúde com 500 vagas. [Olho texto=”A secretária de Saúde convocou a população para a campanha nacional de vacinação que será lançada no próximo sábado (26), às 9h, no Zoológico de Brasília” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”esquerda”] Vacinação Já na área de vacinação, as ações extramuros tem trazido um grande diferencial para o DF alcançar as metas do Ministério da Saúde para a cobertura vacinal. Inicialmente, o foco era a vacina contra covid-19. De forma gradativa, foram incluídos a de influenza e outros tipos que compõem o calendário vacinal em todas as faixas etárias. Atualmente, a SES-DF já aplicou mais de 2 milhões de doses de vacinas. A pasta contou ainda com as parcerias de instituições públicas e privadas, incluindo órgãos internacionais como a Organização Pan-Americana de Saúde (Opas). A secretária de Saúde convocou a população para a campanha nacional que será lançada no próximo sábado (26), às 9h, no Zoológico de Brasília. “Já tivemos mais de uma ação em parceria com o local, e tem sido incrível. O Dia D acontecerá em vários locais e toda a equipe da Saúde estará mobilizada nas regiões de saúde, as nossas 124 salas de vacina estarão vacinando a todos porque seguimos no compromisso de aumentar a nossa cobertura vacinal para todas as vacinas”, ressaltou. Haverá a isenção da entrada com a apresentação do cartão de vacinação. Após o Dia D, o DF seguirá com a campanha de multivacinação para crianças e adolescentes nas salas de vacina das unidades básicas de saúde e nas ações extramuros. IgesDF [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Sobre a administração do IgesDF nas unidades do Hospital de Santa Maria, Hospital de Base e unidades de pronto atendimento (UPAs) do DF, o instituto teve o aporte de R$ 13 milhões para renovação do parque tecnológico, com destaque para a entrega de um novo angiógrafo para hemodinâmica, um aparelho de tomografia, e ainda o recebimento de aparelho para ressonância magnética. As unidades terão novas camas hospitalares e diversos equipamentos menores que corroboram para a entrega dos serviços. Foi anunciado também o projeto-piloto de um novo painel de espera nas UPAs para acompanhamento online do cidadão. Em estudo, a gestão observou que algumas unidades são mais procuradas que outras. Com o dispositivo, a população acompanhará em tempo real a ocupação das unidades, podendo escolher a que tem o menor tempo de espera. “Este é um projeto que busca trazer mais tranquilidade para a população. Nós iniciamos esta semana na UPA de Ceilândia, então no local tem um painel disponível para a população. Ela consegue verificar tempo de espera. Já em casa, a população vai conseguir ver o tempo de espera pelo celular e optar pela UPA mais próxima da casa dele com menor tempo de atendimento”, declarou Juracy. As próximas unidades deverão ser construídas na Estrutural e outra no Guará. Com essas duas estruturas, o governo atingirá a marca de nove UPAs construídas. Juntas, vão somar aproximadamente 40,5 mil atendimentos por mês. *Com informações da Secretaria de Saúde

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Novos centros de educação da primeira infância em quatro regiões do DF

Em financiamento viabilizado por meio de parceria entre o Governo do Distrito Federal (GDF) e o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), novos centros de educação da primeira infância (Cepis) estão se espalhando por todo o DF. As unidades estão sendo construídas para garantir educação de qualidade a crianças de até 5 anos e 11 meses. Projeto das unidades a serem construídas: mais conforto para atender as crianças | Arte: Novacap Em Taguatinga, o projeto do Cepi na QNJ 56 AE 18 está na fase de ajustes pela empresa contratada para o início das obras. “Taguatinga merece todo o nosso carinho e nossa atenção, por isso temos buscado fazer um investimento seguro na região”, disse o governador Ibaneis Rocha ao emitir a nota de serviço, no dia 10. Orçada em R$ 5,4 milhões, a obra será fiscalizada pela  Novacap. Ceilândia e Santa Maria Em Ceilândia, dois projetos estão disponíveis: um de R$ 5,1 milhões e outro  de R$ 5,7 milhões. Em processo de contratação pela Secretaria de Educação (SEE), as empresas terceirizadas apresentarão garantias, para que, no momento seguinte, sejam emitidas as  ordens de serviço para dar início aos trabalhos.  “A Secretaria de Educação tem priorizado a entrega de novas creches à população do Distrito Federal porque sabe que muitas mães dependem desse atendimento para que possam trabalhar e estudar tranquilas, sabendo que o filho está sendo bem-cuidado”, ressalta a secretária de Educação, Hélvia Paranaguá. “Então, com esse olhar cuidadoso, sempre buscamos ampliar vagas de creches para a população, priorizando principalmente as famílias em situação de vulnerabilidade social.” [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Em Santa Maria, a análise das propostas projetadas pelas empresas está quase concluída para a contratação e emissão da OS. Já em Samambaia, a empresa vencedora da licitação desistiu do projeto. A segunda colocada aceitou o convite e, atualmente, os trâmites administrativos estão sendo realizados para que a SEE oficialize a contratação. Estrutura Cada uma das instalações tem capacidade para atender até 396 crianças em dois turnos e 188 em período integral. As categorias Cepi são divididas em Creche I (crianças até 11 meses de idade), Creche II (1 ano a 1 ano e 11 meses), Creche III (2 a 3 anos e 11 meses) e Pré-escola (4 a 5 anos e 11 meses). *Com informações da Novacap

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Qualificação para o mercado de trabalho e para a vida

[Olho texto=”“Ficamos felizes de atender essa garotada, que passou dois anos no ensino remoto e agora retorna às aulas com reforço na aprendizagem” ” assinatura=” – Governador Ibaneis Rocha” esquerda_direita_centro=”direita”] Oportunidade de qualificação profissional e ampliação da visão de mundo são algumas das possibilidades que o estudo de uma língua estrangeira oferece. É o que pensam o governador Ibaneis Rocha, professores e alunos sobre o Centro Interescolar de Línguas (CIL), que ganhou novas estruturas no Riacho Fundo e Riacho Fundo II. Juntamente com gestores da educação, Ibaneis inaugurou, nesta segunda-feira (21), as duas unidades, e aproveitou para conversar com os alunos. As duas escolas vão ofertar quase 5 mil vagas em três turnos para o ensino de inglês, espanhol e francês. Ampliação do número de vagas foi possível graças às reformas feitas pelo GDF nas duas unidades do CIL | Fotos: Renato Alves/Agência Brasília “Estamos fazendo investimentos para melhorar a vida desses alunos, que antes tinham que se deslocar para outras cidades”, disse o governador. “Ficamos felizes de atender essa garotada, que passou por dois anos de sofrimento [no ensino remoto] e agora retorna às aulas com reforço na aprendizagem, para termos nossas crianças engajadas na educação.” As vagas puderam ser ampliadas graças às reformas feitas pelo Governo do Distrito Federal (GDF) nas duas unidades do CIL, investindo cerca de R$ 3,5 milhões a partir dos recursos de emendas parlamentares e do Programa de Descentralização Administrativa e Financeira (Pdaf). A secretária de Educação, Hélvia Paranaguá, chamou a atenção ao fato de que as obras acompanham a expansão demográfica das cidades. “Riacho Fundo e Riacho Fundo II têm crescido muito, por isso os investimentos estão sendo feitos para atender toda a comunidade”, disse a gestora. “O CIL vem para ampliar o ensino aos alunos em outras áreas, pois o inglês e o espanhol são obrigatórios apenas no ensino médio”. Estudante do primeiro ano do ensino médio, Lucas Souza, de 15 anos, enxerga no CIL a oportunidade de alavancar a carreira. “Acho gratificante aprender outra língua”, avaliou. “É uma oportunidade de incrementar o currículo e também de, quando viajar para outro país, saber falar a língua. Eu quero estudar medicina e esse curso de inglês pode me ajudar de várias formas, inclusive a trabalhar em outro país”. As unidades Kleuber Ferreira Ferraz, ex-aluno e atual professor do CIL: “Estou aqui para retribuir e fazer as pessoas terem uma vida melhor” O CIL do Riacho Fundo segue no mesmo endereço, na QS 14, lote A, mas com ampliação das instalações. Até 2021, o local atendia 550 estudantes, e agora poderá atender 1,5 mil alunos, distribuídos em dez salas de aula. Após um investimento de R$ 850 mil, também receberam reforma secretaria, direção, administração, coordenação, salas de servidores e de professores. “É um sonho que se torna realidade”, comemorou o professor Kleuber Ferraz, ex-aluno do CIL Brasília 1 e atualmente professor do CIL Riacho Fundo. “O CIL fez minha vida, e estou aqui para retribuir e fazer as pessoas terem uma vida melhor. Saber inglês te torna cidadão do mundo, possibilita viajar e arrumar empregos melhores. Os CILs são ilhas de excelência.” O pensamento é compartilhado pela professora Michelle Falcão. “Acredito que ensinar uma língua estrangeira amplia o horizonte dos alunos, até para o aluno ter oportunidade melhor de emprego”, resumiu. “Uma estrutura dessa significa uma qualidade de estudo com a qual, fora, o aluno não teria condições de arcar”. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] Já a unidade do Riacho Fundo II mudou da Escola Classe 02, na QN 14D, para o terreno onde funciona o Jardim de Infância 01, na QN 8C, 1 A, Área Especial 01. O local recebeu um investimento de R$ 2,6 milhões para atender mais de três mil estudantes. A estrutura conta com 12 salas de aula, secretaria, sala de professores, administração, supervisão pedagógica, biblioteca, mecanografia, serviço de orientação educacional, coordenação, banheiros coletivos e auditório. Além dessas unidades, o GDF reformou outros centros de línguas, como os de São Sebastião, Planaltina, Samambaia e Núcleo Bandeirante. Ao todo, o DF conta com 17 CILs e mais de 50 mil alunos matriculados.

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