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Fórum Nacional de Saúde Mental de Crianças e Adolescentes reúne participantes da ESP/DF

Representantes da Escola de Saúde Pública do Distrito Federal (ESP/DF) participam, nos dias 29 e 30 deste mês, do Fórum Nacional de Saúde Mental de Crianças e Adolescentes, promovido pelo Ministério da Saúde (MS). Com o tema “O protagonismo de crianças e adolescentes na construção da Política Nacional de Saúde Mental”, o encontro vai reunir atores governamentais e não governamentais, além de gestores públicos, movimentos sociais e profissionais de saúde envolvidos com a temática proposta. Participantes do Programa de Residência Multiprofissional em Saúde Mental Infantojuvenil reforçam a importância da construção de políticas públicas para essa área | Foto: Divulgação/Fepecs A equipe da ESP/DF vai acompanhar os residentes do Programa de Residência Multiprofissional em Saúde Mental Infantojuvenil (PRMSMIJ), que atuarão como mediadores na comissão de acolhimento do evento, além de crianças e adolescentes e seus responsáveis, que são usuários de serviços do Centro de Atenção Psicossocial Infantojuvenil (Capsi), locais que servem como cenários de aprendizagem do programa. “Não basta preparar especialistas tecnicamente qualificados; é preciso formar profissionais capazes de atuar de maneira crítica, interprofissional e comprometida com os direitos de crianças e adolescentes” Bethania Serrão, coordenadora do Programa de Residência Multiprofissional em Saúde Mental Infantojuvenil “Esse convite do Ministério da Saúde significa um importante reconhecimento do trabalho desenvolvido pelo nosso programa na formação de profissionais especializados para o campo da saúde mental infantojuvenil, evidenciando a contribuição da residência para o fortalecimento do SUS”, avalia a psicóloga Bethania Serrão, coordenadora do programa. Políticas públicas Com o objetivo de incentivar o diálogo com todos os setores envolvidos, estimular a construção de recomendações e diretrizes sobre os diferentes desafios e fornecer subsídios técnicos e políticos para o trabalho intersetorial e o cuidado integral desse público, o fórum também será um espaço de promoção da participação social como elemento central na construção das políticas públicas. [LEIA_TAMBEM]“Acredito que nossa participação é o reconhecimento da trajetória que temos construído na formação de profissionais comprometidos com a saúde mental infantojuvenil e com a defesa de uma atenção psicossocial qualificada”, afirma Bethania. A presença de residentes e representantes da ESP/DF em um evento nacional indica que as experiências vivenciadas no âmbito do Distrito Federal são assertivas e eficientes, além de reafirmar que ensino, assistência e gestão caminham juntos na consolidação de um Sistema Único de Saúde (SUS) cada vez mais forte e mais sensível às necessidades de crianças e adolescentes. “Não basta preparar especialistas tecnicamente qualificados; é preciso formar profissionais capazes de atuar de maneira crítica, interprofissional e comprometida com os direitos de crianças e adolescentes”, sinaliza a coordenadora do programa. “A presença da residência nesse fórum reafirma um princípio fundamental do SUS: formar profissionais e construir políticas públicas são processos inseparáveis.” *Com informações da Fundação de Ensino e Pesquisa de Ciências da Saúde    

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Estudos e pesquisas avaliam movimento turístico no Distrito Federal

A partir do segundo semestre deste ano, o Distrito Federal contará com um amplo conjunto de pesquisas voltadas para a produção de informações estratégicas para o desenvolvimento do turismo local. A iniciativa será viabilizada pelo Termo de Cooperação Técnica firmado entre o Instituto de Pesquisa e Estatística do Distrito Federal (IPEDF) e a Secretaria de Turismo (Setur-DF), publicado no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF).   Estudos permitem avaliar a atividade turística no DF em suas diferentes dimensões | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília A parceria tem como objetivo ampliar o conhecimento sobre diferentes dimensões da atividade turística no DF, produzindo dados qualificados sobre o perfil dos visitantes, o turismo de natureza, a arrecadação do setor e as características da força de trabalho vinculada ao turismo. As informações servirão de subsídio para o planejamento, a formulação e o aperfeiçoamento de políticas públicas voltadas para o fortalecimento do segmento. “Conhecer o perfil dos visitantes e compreender suas experiências é essencial para o planejamento estratégico do turismo” Manoel Clementino, diretor-presidente do IPEDF Entre os temas a serem investigados estão os hábitos de consumo dos turistas, as motivações de viagem, a avaliação dos serviços e atrativos turísticos, além das experiências vivenciadas durante a permanência na capital federal. Os estudos também permitirão compreender melhor o comportamento dos frequentadores de ambientes naturais e a dinâmica econômica associada à atividade turística. Planejamento “Conhecer o perfil dos visitantes e compreender suas experiências é essencial para o planejamento estratégico do turismo”, avalia o diretor-presidente do IPEDF, Manoel Clementino. “Com dados consistentes, o poder público poderá desenvolver ações mais eficazes, contribuindo para tornar Brasília um destino cada vez mais atrativo, competitivo e preparado para receber visitantes de todas as regiões do Brasil e do exterior.” O secretário de Turismo interino, Bernardo Carvalho, reforça: “Essa parceria com o IPEDF representa um importante avanço na produção de dados qualificados, que subsidiarão o planejamento de políticas públicas mais eficientes e alinhadas às necessidades dos visitantes e do setor”. A cooperação entre os dois órgãos viabilizará a realização de três estudos principais: “Usuários, frequentadores e praticantes de atividades em ambientes naturais no DF: um estudo exploratório para o desenvolvimento de políticas públicas em ecoturismo, turismo de aventura e turismo rural”; “Perfil e experiências do turista no Distrito Federal (2026)”; e “Panorama do turismo no Distrito Federal: avaliação de indicadores e subsídios para políticas públicas”. Etapas [LEIA_TAMBEM]As pesquisas serão conduzidas pelas equipes técnicas das diretorias do IPEDF Codeplan — Diretoria de Estudos e Políticas Sociais (Dipos), Diretoria de Estudos e Políticas Ambientais e Territoriais (Depat) e Diretoria de Estatística e Pesquisas Socioeconômicas (Dieps), em articulação com a Setur-DF. A primeira etapa do trabalho será a pesquisa “Perfil e Experiências do Turista no Distrito Federal (2026)”, prevista para começar no segundo semestre deste ano. O levantamento buscará identificar características, comportamentos e percepções dos visitantes que chegam à capital. Para isso, serão feitas entrevistas em pontos estratégicos de saída de turistas, especialmente no Aeroporto Internacional de Brasília e no Rodoviária Interestadual. A expectativa é que os resultados permitam construir um retrato atualizado e representativo dos visitantes que passam pelo Distrito Federal, bem como dos frequentadores de atividades ligadas ao ecoturismo, ao turismo rural e ao turismo de aventura. As informações contribuirão para o fortalecimento das políticas públicas, a qualificação dos serviços turísticos e a consolidação de Brasília como um destino cada vez mais preparado para receber turistas nacionais e internacionais. *Com informações do IPEDF

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Governadora Celina Leão recebe a Cruz do Mérito Empreendedor Juscelino Kubitschek 

A governadora do Distrito Federal, Celina Leão, recebeu a Cruz do Mérito Empreendedor Juscelino Kubitschek – Empreendedorismo Cristão, na categoria Liderança Pública e Defesa da Mulher. A honraria foi concedida pela Academia Brasileira de Honrarias ao Mérito (Abrahm), durante solenidade que, na quarta-feira (17), reuniu autoridades dos poderes Executivo e Legislativo, representantes do setor empresarial, lideranças religiosas e personalidades de diversas áreas. A secretária da Juventude, Fabiana Lacerda, representou a governadora Celina Leão na cerimônia | Foto: Divulgação/Sejuve-DF “Vamos homenagear uma das mais importantes autoridades da capital federal, a governadora Celina Leão, que recebe a Medalha do Empreendedorismo Cristão em reconhecimento à sua contribuição para a sociedade e aos valores que representa” Regino Barros, comendador O reconhecimento destaca a trajetória pública de Celina Leão, marcada pela defesa dos direitos das mulheres, pelo fortalecimento das famílias e pela construção de políticas públicas voltadas à promoção da dignidade humana, da inclusão social e do desenvolvimento da população do Distrito Federal. O deputado federal Marco Feliciano foi quem entregou a honraria.  “Vamos homenagear uma das mais importantes autoridades da capital federal, a governadora Celina Leão, que recebe a medalha do Empreendedorismo Cristão em reconhecimento à sua contribuição para a sociedade e aos valores que representa”, declarou o comendador Regino Barros, que presidiu a cerimônia. Políticas públicas A governadora foi representada pela secretária da Juventude do Distrito Federal, Fabiana Lacerda, que ressaltou a importância da homenagem: “Celina Leão tem conduzido sua vida pública com o propósito de transformar a vida das pessoas. Como ela costuma dizer, a política serve para promover transformação social. Sua luta em defesa das mulheres é incansável e tem gerado resultados concretos para quem mais precisa”. [LEIA_TAMBEM]Durante o discurso, Fabiana Lacerda também falou sobre a dimensão simbólica da homenagem: “Receber uma honraria que carrega o nome de Juscelino Kubitschek é algo extremamente significativo para todos que acreditam no potencial transformador de Brasília. JK sonhou uma capital moderna, inovadora e voltada para o desenvolvimento. Esse legado continua inspirando políticas públicas que geram oportunidades e promovem o crescimento da nossa cidade”. Criada há cerca de 25 anos, a Abrahm é uma instituição privada dedicada ao reconhecimento de personalidades, autoridades, empresários, profissionais liberais e lideranças que se destacam por suas contribuições à sociedade. A entidade promove homenagens e condecorações voltadas à valorização do empreendedorismo, da inovação, da cultura, da responsabilidade social, da diplomacia e do desenvolvimento humano.   *Com informações da Secretaria da Juventude

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População está convidada a opinar sobre saúde pública no DF 

Começou nesta terça-feira (16), no campus da UDF na Asa Sul, o ciclo de conferências regionais de saúde do Distrito Federal. Até o dia 1º de julho, serão sete encontros para reunir usuários do Sistema Único de Saúde (SUS), trabalhadores da área e gestores da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF), com foco em debater prioridades e propostas a serem apresentadas na 12ª Conferência Distrital de Saúde, que ocorre em 2027. A participação nesses encontros regionais é livre para toda a população.  Ciclo das conferências de saúde reúne gestores do Sistema Único de Saúde, trabalhadores e usuários | Fotos: Foto: Divulgação/SES-DF "É um espaço extremamente importante e cada vez mais necessário. É um dos raros momentos em que usuários, trabalhadores e gestores se reúnem para refletir, para dialogar e para construir coletivamente os caminhos da saúde pública" Jaíra Ramos, moradora da Vila Planalto que participa dos debates desde os anos 1990 É o caso de Jaíra Ramos, moradora da Vila Planalto, de 67 anos, que participa desde a primeira Conferência Distrital de Saúde, no início dos anos 1990. "É um espaço extremamente importante e cada vez mais necessário. É um dos raros momentos em que usuários, trabalhadores e gestores se reúnem para refletir, para dialogar e para construir coletivamente os caminhos da saúde pública", afirma. Esta primeira conferência regional teve mais de 200 inscritos, dos três segmentos de participantes, da Região Central de Saúde, hoje formada por Plano Piloto, Cruzeiro, Sudoeste, Lago Norte, Lago Sul e Varjão. Cada conferência regional debate a realidade de sua região, elabora propostas específicas e elege as pessoas delegadas que irão representá-la na etapa distrital. Principal gestor da SES-DF na área, o superintendente da Região Central de Saúde, Paulo Roberto da Silva Júnior, destaca a relevância do diálogo proposto no encontro. "É muito importante debater ideias e trazer as melhores propostas para o fortalecimento do SUS. Os usuários estão cada vez mais precisando de atendimento e precisamos expandir, por exemplo, a área de saúde mental", observa.   Etapas regionais da Conferência Distrital de Saúde discutem realidades locais no DF para elaboração de propostas "Quando a SES-DF apoia esse processo de conferências está apoiando que os cidadãos efetivamente participem das decisões. É a materialização do compromisso previsto na Constituição, em que a população é parte integrante das decisões do planejamento de saúde" Ab-Diel Andrade, chefe da Assessoria de Transparência e Controle Social da SES-DF Representante do segmento de trabalhadores, e atualmente membro do Conselho de Saúde do Distrito Federal e coordenadora da 12ª Conferência do DF, a técnica em enfermagem Fátima Rôla sublinha a participação da sociedade civil organizada. "Nas conferências, é possível achar caminhos para até mesmo formular políticas públicas que melhorem os nossos serviços e a qualidade do atendimento", acrescenta.   Da opinião à política pública O chefe da Assessoria de Transparência e Controle Social da SES-DF, Ab-Diel Andrade, ressalta o papel da Secretaria para apoiar a realização dos eventos. "Quando a SES-DF apoia esse processo de conferências, apoia a participação social, está apoiando que os cidadãos efetivamente participem das decisões. É a materialização do compromisso previsto na Constituição, em que a população é parte integrante das decisões do planejamento de saúde", explica. [LEIA_TAMBEM]Essas etapas regionais representam o primeiro passo no processo de participação social do SUS, que pode resultar em medidas com efeitos em todo o país. Em cada uma das sete etapas regionais haverá discussão de propostas que vão compor um único documento e serão levadas à 12ª Conferência Distrital de Saúde, que ocorrerá em 2027. Essas diretrizes e propostas já vão servir como subsídios para instrumentos orçamentários e de gestão, como o Plano Plurianual (PPA) e o Plano Distrital de Saúde (PDS). Em seguida, as contribuições do Distrito Federal estarão presentes no Relatório Consolidado Nacional, que também contará com as propostas e diretrizes de todos os estados. Este documento será levado para a 18ª Conferência Nacional de Saúde, prevista para ocorrer daqui a pouco mais de um ano, em julho de 2027.   Confira a agenda das próximas etapas regionais ♦ Região Norte • Planaltina, Arapoanga, Sobradinho I, Sobradinho II e Fercal • Data: 25/06/2026 (quinta-feira) • Horário: 8h às 18h • Local: Teatro de Sobradinho • Inscrições: https://forms.gle/TSHsGGbmHXa29ego6 ♦ Região Oeste • Brazlândia, Ceilândia e Sol Nascente/Pôr do Sol • Data: 25/06/2026 (quinta-feira) • Horário: 8h às 18h • Local: Universidade do Distrito Federal Jorge Amaury (UnDF) Ceilândia • Inscrições: https://forms.gle/D6LDZDtJmCnCjznP8 ♦ Região Centro-Sul • Candangolândia, Estrutural, Guará, Park Way, Núcleo Bandeirante, Riacho Fundo I, Riacho Fundo II, Setor de Indústria e Abastecimento (SIA) e Setor Complementar de Indústria e Abastecimento (SCIA) • Data: 26/06/2026 (sexta-feira) • Horário: 8h às 18h • Local: Clube da Saúde • Inscrições: https://forms.gle/GrQ87aHjzp786ZjZ9 ♦ Região Leste • Paranoá, Itapoã, São Sebastião e Jardim Botânico • Data: 27/06/2026 (sábado) • Horário: 8h às 18h • Local: Escola Técnica do Paranoá • Inscrições: https://forms.gle/SdCgUJFiVBJ3GfZm7 ♦ Região Sul • Gama e Santa Maria • Data: 30/06/2026 (terça-feira) • Horário: 8h às 18h • Local: Auditório do Hospital Regional de Santa Maria • Inscrições: https://forms.gle/XRJG5xGS6su8HNsMA ♦ Região Sudoeste • Águas Claras, Recanto das Emas, Samambaia, Taguatinga, Vicente Pires e Água Quente • Data: 01/07/2026 (quarta-feira) • Horário: 8h às 18h • Local: Faculdade Estácio de Taguatinga • Inscrições: https://forms.gle/Fmn3frorKUnmkZR27  *Com informações da SES-DF  

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IPEDF celebra quatro anos fortalecendo a produção de pesquisas no Distrito Federal

O Instituto de Pesquisa e Estatística do Distrito Federal (IPEDF) completa quatro anos de existência, consolidando-se como órgão oficial de produção de dados e informações para o Governo do Distrito Federal (GDF) e a sociedade. Criado pela Lei nº 7.154, de junho de 2022, o IPEDF sucedeu a Companhia de Planejamento do Distrito Federal (Codeplan), fundada em 1964. Pesquisas e estudos sobre o desenvolvimento urbano de Brasília estão entre os trabalhos desenvolvidos pelo instituto | Foto: Divulgação/IPEDF Todo o trabalho desenvolvido pelo instituto gera um diversificado leque de informações que retratam a realidade do DF e sua interação com os municípios do Entorno. Informações sobre quantos somos, como vivemos e quais as características sociais e demográficas dos territórios são fornecidas e norteiam o governo no desenvolvimento de políticas públicas eficazes e assertivas. [LEIA_TAMBEM]O IPEDF oferece dados, estatísticas, pesquisas, evidências e estudos que descrevem o território nos seus mais diferentes aspectos, formando uma base de dados indispensável no suporte à gestão pública. O foco da instituição é desvendar a realidade da capital federal e suas características em todas as 35 regiões administrativas (RAs) e nos 12 municípios da Área Metropolitana de Brasília (AMB).  Pesquisas consolidadas  Reconhecido pelos estudos domiciliares, como a Pesquisa Distrital por Amostra de Domicílios Ampliada (Pdad-A), o IPEDF lançou recentemente o Perfil dos Apostadores no DF, o Panorama da Violência contra a Mulher e o estudo Felicidade no Distrito Federal: fatores associados e implicações para políticas públicas, além dos recortes da Pdad sobre a área rural do DF e a AMB. Outras inovações também fazem parte do trabalho do instituto, como os estudos sobre agricultura urbana e periurbana, a Calculadora Verde no DF, o Informe Distrital e Metropolitano de Rendimentos, o Boletim do Comércio Exterior e as ferramentas de acesso e divulgação de dados, com a nova versão do InfoDF. *Com informações do IPEDF

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Programa debate enfrentamento à violência contra a mulher

A edição desta quinta-feira (11) do programa Tempo de Refletir recebeu a delegada titular especializada no Atendimento à Mulher de Águas Lindas de Goiás, Tamires Teixeira, para uma conversa sobre protagonismo feminino, autoestima, independência emocional e financeira e como esses fatores contribuem para o rompimento do ciclo da violência contra a mulher. A abertura foi conduzida pelo secretário-executivo de Valorização e Qualidade de Vida, Epitácio Junior, que apresentou a trajetória profissional da convidada.  A delegada Tamires Teixeira ressalta a importância das políticas públicas voltadas para as mulheres, como o acolhimento oferecido às servidoras públicas no retorno da licença-maternidade | Foto: Divulgação/SEEC-DF “Mesmo vivendo em uma sociedade que ainda carrega traços do machismo, a mulher deve se impor, estabelecer limites e não aceitar nada que possa ferir sua dignidade” Tamires Teixeira, delegada titular especializada no Atendimento à Mulher de Águas Lindas de Goiás Durante o programa, Tamires destacou que o protagonismo feminino está relacionado à capacidade de a mulher assumir o controle da própria vida e não aceitar situações que violem sua dignidade. “Mesmo vivendo em uma sociedade que ainda carrega traços do machismo, a mulher deve se impor, estabelecer limites e não aceitar nada que possa ferir sua dignidade”, afirmou.   A delegada também ressaltou a importância das políticas públicas voltadas para as mulheres e elogiou iniciativas do Governo do Distrito Federal, como o acolhimento oferecido às servidoras públicas no retorno da licença-maternidade. Ela destacou, em especial, o Berçário Institucional Buriti, que permite às mães deixarem seus filhos em um ambiente seguro e acolhedor durante a jornada de trabalho. Segundo Tamires, ações de apoio à maternidade e de valorização das mulheres representam importantes conquistas para a promoção da qualidade de vida no serviço público. A delegada Tamires também abordou o tema da violência psicológica: “É um crime que vai eliminando a identidade da mulher e sua autoconfiança, fazendo com que ela se torne emocionalmente dependente do agressor” “A violência não começa do nada, com agressão física ou ameaças. Ela aparece no controle das redes sociais, no ciúme excessivo confundido com cuidado e em outras atitudes que muitas vezes passam despercebidas” Tamires Teixeira, delegada titular especializada no Atendimento à Mulher de Águas Lindas de Goiás Críticas e humilhações Outro ponto abordado foi a relação entre autoestima e violência. Segundo Tamires, relacionamentos abusivos geralmente começam de forma sutil. “A violência não começa do nada, com agressão física ou ameaças. Ela aparece no controle das redes sociais, no ciúme excessivo confundido com cuidado e em outras atitudes que muitas vezes passam despercebidas”, explicou. A violência psicológica também foi tema da conversa. De acordo com a delegada, humilhações, críticas constantes e comentários depreciativos sobre a aparência ou características pessoais afetam diretamente a autoconfiança da vítima. “É um crime que vai eliminando a identidade da mulher e sua autoconfiança, fazendo com que ela se torne emocionalmente dependente do agressor”, alertou. [LEIA_TAMBEM]Tamires destacou, ainda, que a violência contra a mulher atinge todas as classes sociais e que a dependência financeira continua sendo um dos fatores que dificultam o rompimento de relacionamentos abusivos. “A independência financeira ajuda a mulher a sair desse ciclo. Por isso, as políticas públicas de proteção e acolhimento são tão importantes”, ressaltou. Ao final, a delegada reforçou a importância da educação como ferramenta de prevenção e lembrou que mulheres em situação de violência podem buscar ajuda por meio da Central de Atendimento à Mulher (180), das Delegacias Especializadas de Atendimento à Mulher, da Polícia Militar (190), da Polícia Civil (197) e do Disque 100. Serviço: Acesse o link e assista ao programa completo: https://www.youtube.com/live/w9JIliWEj3k?si=O2ljuZdZtAUrwBSg *Com informações da Secretaria de Economia (Seec-DF)  

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QualificaDF Móvel abre 1.266 vagas gratuitas de qualificação profissional

A Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF) abriu as inscrições para o preenchimento de 1.266 vagas gratuitas em cursos de qualificação profissional oferecidos pelo projeto QualificaDF Móvel – 7ª Etapa – 4º Ciclo.  Carreta do projeto QualificaDF Móvel atende trabalhadores que buscam qualificação profissional | Foto: Divulgação/Sedet-DF A iniciativa do Governo do Distrito Federal (GDF) tem como objetivo ampliar o acesso da população à capacitação profissional, promovendo a qualificação de trabalhadores e aumentando as oportunidades de inserção e permanência no mercado de trabalho.  [LEIA_TAMBEM]As inscrições devem ser realizadas exclusivamente pela internet, por meio do portal da Sedet-DF. O período de inscrição vai desta quinta-feira (11) ao dia 19, mediante o preenchimento do formulário de iInscrição do QualificaDF Móvel. O projeto oferece cursos de qualificação profissional gratuitos, contribuindo para o desenvolvimento de competências e habilidades alinhadas às demandas do mercado. A ação integra as políticas públicas do GDF voltadas para geração de emprego, renda e inclusão produtiva. Os candidatos devem acompanhar as publicações oficiais da Sedet-DF para obter informações sobre os cursos disponíveis, critérios de participação, cronograma e demais etapas do processo seletivo. Inscrições: https://app.setrab.df.gov.br/acesso Edital: clique aqui. *Com informações da Sedet-DF

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Novo canal de denúncias facilita o contato direto com consumidores do DF

A Secretaria Extraordinária do Consumidor (SDC-DF) lançou um canal direto para recebimento de denúncias da população. A ferramenta tem como objetivo facilitar, agilizar e desburocratizar o contato entre os consumidores e o Governo do Distrito Federal (GDF). Novo canal incentiva consumidores a pleitear a garantia de seus direitos | Foto: Arquivo Agência Brasília A iniciativa atende a uma prioridade da governadora Celina Leão, que tem reforçado a necessidade de aproximar os serviços públicos da população, reduzir barreiras de acesso e garantir respostas mais rápidas às demandas do cidadão. A SDC-DF foi criada com a missão de desenvolver e implementar políticas públicas voltadas à defesa dos direitos dos consumidores do DF. “Defender o consumidor é proteger a dignidade das pessoas” Samuel König, secretário do Consumidor Por meio do novo canal, consumidores poderão relatar situações como cobranças indevidas, juros abusivos, má prestação de serviço, dificuldades de cancelamento, negativa de atendimento, problemas com planos de saúde, bancos, telefonia, internet, academias, companhias aéreas, reembolsos e demais conflitos envolvendo relações de consumo. Direito do consumidor “Este canal nasce para facilitar a vida do consumidor, eliminar burocracias e permitir que a secretaria identifique com mais rapidez práticas abusivas no Distrito Federal. Muitas vezes, o cidadão não denuncia porque acha difícil, não sabe por onde começar ou não acredita que será ouvido. Nós queremos mudar isso. A denúncia do consumidor é o ponto de partida para a ação do Estado”, afirma o secretário do Consumidor, Samuel König. [LEIA_TAMBEM]O canal também permitirá que a SDC-DF acompanhe de forma mais estratégica os principais problemas enfrentados pelos consumidores, identificando empresas, setores e práticas que estejam gerando maior volume de reclamações. A partir das informações recebidas, a secretaria poderá adotar providências administrativas, solicitar esclarecimentos, encaminhar demandas aos órgãos competentes e propor medidas de fiscalização e orientação. “Defender o consumidor é proteger a dignidade das pessoas”, enfatiza o titular da SDC-DF. “Quando uma cobrança indevida, um contrato confuso, um juro abusivo ou uma negativa de atendimento atinge uma família, isso deixa de ser apenas uma relação comercial e passa a ser um problema social. A Secretaria do Consumidor está abrindo mais uma porta para ouvir, agir e cobrar respeito.” *Com informações da Secretaria Extraordinária do Consumidor

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Encontro reúne gestores ambientais para debater políticas públicas

O Instituto Brasília Ambiental participou do 9º Encontro do Fórum Nacional de Dirigentes do Sistema Nacional de Unidades de Conservação, que reúne gestores ambientais de todo o país para debater políticas públicas, manejo, preservação e integração entre áreas protegidas. Durante a programação, a autarquia apresentou o funcionamento do Sistema Distrital de Unidades de Conservação (SDUC), além de programas e iniciativas em desenvolvimento no Distrito Federal. Parte das ações implantadas no DF como o fundo de compensação, o programa de monitoramento de visitação e o planejamento estratégico, por exemplo, foram inspirados em experiências exitosas compartilhadas por outros estados. A participação do Brasília Ambiental teve como foco o fortalecimento da cooperação técnica entre os entes federativos e a troca de experiências voltadas à conservação ambiental, gestão territorial e proteção da biodiversidade. A governadora do Distrito Federal, Celina Leão, também ressaltou o compromisso da atual gestão com a preservação ambiental. “Nossa dedicação e cuidado com as áreas protegidas é prioridade do nosso governo e garantir um amanhã seguro para nossa população”, declarou. A participação do Brasília Ambiental teve como foco o fortalecimento da cooperação técnica entre os entes federativos e a troca de experiências voltadas à conservação ambiental, gestão territorial e proteção da biodiversidade | Foto: Divulgação/Brasília Ambiental O presidente do Brasília Ambiental, Gutemberg Gomes, destacou a importância da integração entre os diferentes gestores ambientais do país. “É muito importante a integração e a troca de conhecimento pois, coexistimos, aqui na capital do país, entre unidades de conservação (UCs) locais e federais, algumas até mesmo sobrepostas. Essa troca constante de conhecimento e experiência fortalece nossa missão institucional e o cuidado com o meio ambiente”, afirmou. “Participar do fórum propicia a troca necessária de experiências, inspira a buscar novas ferramentas de planejamento e monitoramento e a aprimorar a efetividade de gestão. Aprendemos muito com os estados, a esfera federal e os municípios, e hoje tivemos a oportunidade de mostrar o que vem sendo desempenhado no DF, sem deixar de agradecer imensamente ao Ministério do Meio Ambiente pela coordenação do evento, onde nos embasamos para o fortalecimento das UCs distritais”, acrescentou a assessora técnica de Gestão de Unidades de Conservação, Marcela Versiani, que apresentou o painel durante o encontro. O Fórum Nacional de Dirigentes do Sistema Nacional de Unidades de Conservação é considerado um dos principais espaços de articulação entre gestores ambientais do país e busca promover o compartilhamento de estratégias voltadas à conservação dos biomas brasileiros e ao aprimoramento das políticas públicas ambientais. *Com informações do Instituto Brasília Ambiental

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Dia Mundial da Educação é comemorado com ampliação de políticas públicas no DF

Compromisso, planejamento e investimento educacional. Nesta terça-feira (28), Dia Mundial da Educação, a rede pública de ensino do Distrito Federal celebra a data que reforça a importância da escola como espaço de aprendizagem, inclusão e transformação social. Em sintonia com essa premissa, a Secretaria de Educação (SEEDF) vem ampliando políticas públicas e ações estratégicas voltadas para a melhoria da qualidade do ensino, a permanência dos estudantes e a redução das desigualdades educacionais. Entre as principais ações desenvolvidas pela SEEDF estão programas como Alfaletrando, destinado à alfabetização; SuperAção, de recomposição das aprendizagens; Vozes das Infâncias; Horizontes Digitais; além da ampliação da educação em tempo integral e da educação profissional. As iniciativas são acompanhadas por políticas próprias de avaliação educacional, que ajudam a orientar decisões e a melhorar os resultados da rede. “A educação pública se transforma quando há planejamento, continuidade e responsabilidade com cada estudante. No Distrito Federal, temos trabalhado para fortalecer políticas que garantam mais aprendizagem, inclusão e oportunidades para nossos jovens e crianças”, afirma a secretária de Educação interina, Iêdes Soares Braga. Em 2025, o Distrito Federal alcançou 65% das crianças alfabetizadas ao final do 2º ano do ensino fundamental, superando a meta prevista de 63% | Foto: André Amendoeira/SEEDF Resultados positivos A qualidade do ensino também é monitorada por avaliações como a ProvaDF, que permite identificar desafios e apoiar o planejamento pedagógico das escolas. Esse acompanhamento fortalece uma gestão baseada em evidências e na melhoria contínua. Os resultados positivos já aparecem em indicadores importantes. Em 2025, o Distrito Federal alcançou 65% das crianças alfabetizadas ao final do 2º ano do ensino fundamental, superando a meta prevista de 63%. Em 2024, o índice havia sido de 59%. Também houve avanços no desempenho em língua portuguesa nos anos iniciais, além de melhorias na inclusão, no transporte escolar, na entrega de novas unidades e na modernização dos sistemas de gestão. Mesmo com os avanços, a secretaria reconhece desafios importantes, como a recomposição das aprendizagens após a pandemia da covid-19, a correção da distorção idade-ano, a ampliação da educação integral e o fortalecimento da formação continuada dos professores. Para os próximos anos, a SEEDF mantém uma agenda estratégica voltada para a alfabetização na idade certa, a expansão da educação infantil, o fortalecimento da educação profissional e tecnológica, a modernização da infraestrutura escolar, a valorização dos profissionais da educação e a preparação dos estudantes para o mundo do trabalho e para as novas tecnologias. “No Dia Mundial da Educação, reafirmamos que uma escola pública forte se constrói com políticas permanentes e olhar humano”, conclui Iêdes Braga. *Com informações da Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF)

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Brasília sedia reunião com secretários de Educação de todo o país para discutir ensino público

Brasília tornou-se, nesta segunda-feira (27), o centro das discussões sobre os rumos da educação pública no país com a realização da II Reunião Extraordinária de 2026 do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed). O encontro segue até esta terça (28) e reúne gestores estaduais de Educação, representantes do Ministério da Educação (MEC), do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) e de instituições parceiras.  A programação do primeiro dia contou com a apresentação dos secretários estaduais de Educação, momento voltado à integração entre os gestores e ao alinhamento das principais pautas do setor. Representando a Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF), a secretária interina, Iêdes Soares Braga, falou da importância do encontro para a troca de experiências entre as redes de ensino. Iêdes Braga: "Esse é um espaço importante para compartilhar experiências, conhecer boas práticas e fortalecer o trabalho conjunto entre os estados e o Distrito Federal em favor da educação pública" | Fotos: Jotta Casttro/SEEDF  “Esse é um espaço importante para compartilhar experiências, conhecer boas práticas e fortalecer o trabalho conjunto entre os estados e o Distrito Federal em favor da educação pública”, afirmou Iêdes. Fundado em 1986, o Consed é uma associação que reúne as Secretarias de Educação dos estados e do DF. Entre seus principais objetivos estão a integração das redes estaduais de ensino, a colaboração entre as unidades federativas e a participação na construção de políticas nacionais para a educação. Abertura "Esperamos sair daqui com boas ideias para a educação brasileira, com debates importantes sobre temas da atualidade" Socorro Batista, professora A nova presidente do conselho, professora Socorro Batista, destacou a importância do diálogo entre os gestores públicos e da construção conjunta de soluções para os desafios educacionais do país. “Esperamos sair daqui com boas ideias para a educação brasileira, com debates importantes sobre temas da atualidade e que dizem respeito ao sistema de educação do país, como o Plano Nacional de Educação”. Na pauta do primeiro dia, foram discutidos temas como o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) como instrumento do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb); o plano de trabalho do Grupo de Tecnologia do Consed para 2026; e o alinhamento entre os estados com a participação de integrantes do MEC e do Inep. Já nesta terça-feira (28), a agenda será voltada ao aprofundamento das discussões sobre o Programa de Pleno Pagamento de Dívidas dos Estados (Propag) e o programa Juros pela Educação.  *Com informações da Secretaria de Educação  

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Após reforma de R$ 2 milhões, Cras é reinaugurado

O Centro de Referência de Assistência Social (Cras) da Candangolândia foi entregue à população após ser reformado completamente. Com investimento de R$ 2,067 milhões do Governo do Distrito Federal, a obra — a primeira desde a inauguração em 2008 —, a unidade ganhou substituição de piso e forro, revisão das instalações elétricas e hidráulicas, adequação dos banheiros para pessoas com deficiência e uma sala multiúso, além da renovação de portas, janelas e cobertura. Instalações foram reformadas e ampliaram o conforto e a capacidade de atendimento ao público | Fotos: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília  “A área da assistência social não precisa só de cuidados na ponta. É preciso também dar condições às pessoas que vêm a esse equipamento, que são muitas famílias” Governadora Celina Leão A governadora Celina Leão esteve na solenidade de reinauguração da unidade, nesta segunda-feira (27), e ressaltou o compromisso do GDF em qualificar e ampliar o atendimento na área socioassistencial.   “Talvez as pessoas não tenham a dimensão  do que é entregar um Cras reformado — só quem realmente precisa”, declarou. “O Cras é o espaço onde as famílias buscam o apoio do governo, principalmente aquelas que mais precisam. A área da assistência social não precisa só de cuidados na ponta. É preciso também dar condições às pessoas que vêm a esse equipamento, que são muitas famílias.” A secretária de Desenvolvimento Social interina, Jackeline Canhedo, avaliou que a reforma aprimora a qualidade de vida do servidor, o que gera melhoria no atendimento à população: “Com a reinauguração dessa unidade, a gente fortalece a política pública de assistência social aqui no Distrito Federal. O GDF busca sempre atender a quem mais precisa, e essa entrega hoje é um retrato disso”.     A chefe da pasta também citou alguns pontos da reforma: “Foram trocados os forros, colocamos ar-condicionado em todas as salas, além de bebedouro e geladeira, para poder proporcionar uma melhor qualidade de vida tanto para o servidor como para poder atender melhor a população”. A dona de casa Regiane Chaves elogiou o trabalho: “Aqui no Cras funcionam alguns grupos de atividades, e a gente estava precisando de um espaço maior para nos acolher. Essa reforma chegou em boa hora, para toda a comunidade” Moradora da Candangolândia e usuária do Cras, a dona de casa Regiane Rodrigues Chaves, de 41 anos, elogiou os trabalhos: “Toda vez que eu venho aqui, sou sempre muito bem-atendida e recebida em necessidade no momento, que é de uma ajuda”.  Para ela, a reforma está sendo fundamental: “Na sala de espera, a gente entrava pela porta e tinha pouco espaço. Às vezes estava lotado, e era necessário ficar do lado de fora. Aqui no Cras funcionam alguns grupos de atividades, e a gente estava precisando de um espaço maior para nos acolher. Essa reforma chegou em boa hora, para toda a comunidade”. Atualização dos serviços [LEIA_TAMBEM]Desde 2023, mais de 50 Cras foram reformados no DF, com investimentos que ultrapassam R$ 97 milhões, com ações em Ceilândia, Guará, Asa Sul, Brazlândia, Núcleo Bandeirante e Varjão. A modernização também trouxe melhorias no sistema de escoamento e pintura geral, garantindo mais conforto e segurança para os usuários e servidores. Somente em 2025, a unidade registrou 6.886 atendimentos, um aumento de 74% em relação ao ano anterior, o que reforça a importância de uma estrutura adequada para atender à demanda crescente. O Cras da Candangolândia mantém como principal serviço o acompanhamento pelo Serviço de Proteção e Atendimento Integral à Família (Paif), que oferece atendimentos individualizados, visitas domiciliares, orientação sobre direitos, encaminhamentos para benefícios e outras políticas públicas.    

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Celina Leão participa do 4º Congresso Realize, no Parque da Cidade

A governadora Celina Leão participou, nesta terça-feira (31), do 4º Congresso Realize, no Parque da Cidade, em agenda voltada à autonomia econômica das mulheres no Distrito Federal. Promovido pelo Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da Secretaria da Mulher (SMDF), o encontro ocorreu no Estacionamento 12 e reuniu cerca de 600 participantes. A governadora Celina Leão interage com a atleta de futevôlei Lana Miranda, que proferiu palestra durante o encontro | Fotos: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília Com o tema “Do fazer com as mãos ao florescer como negócio”, o congresso teve palestras sobre gestão de negócios, precificação, marketing, posicionamento de marca e acesso a oportunidades, além de atendimentos gratuitos de beleza, feirinha de artesanato, espaço kids, coffee break e almoço.   Para Celina, é preciso mostrar que a mulher pode e deve ocupar espaços de poder. “Elas precisam ser respeitadas, valorizadas, amadas, cuidadas, e é isso que nós queremos fazer todos os dias pelas nossas mulheres”, afirmou. “Quando eu me sento na cadeira de governadora, cada uma de vocês se senta comigo, mostrando que nós estamos em todos os lugares e que sabemos fazer e fazer bem-feito”. O público é formado por mulheres atendidas nas unidades da SMDF, participantes do programa Realize e beneficiárias dos cursos oferecidos pela pasta. A proposta é transformar habilidades e talentos em oportunidades concretas de geração de renda, com foco no protagonismo feminino e na independência financeira. Qualificação e renda Giselle Ferreira, secretária da Muher, lembrou que o programa é uma política pública efetiva: “Fazemos esse acompanhamento o ano todo e, neste congresso, reunimos mulheres que passaram por capacitação e tiveram acesso à informação nos nossos equipamentos públicos” O Realize desenvolve habilidades socioemocionais e competências voltadas à vida profissional, com ênfase no empreendedorismo e na autonomia econômica. A iniciativa também oferece ferramentas de planejamento profissional e mantém acompanhamento psicossocial das alunas após o fim dos cursos. Segundo a secretária da Mulher, Giselle Ferreira, o programa é uma política pública efetiva. “Fazemos esse acompanhamento o ano todo e, neste congresso, reunimos mulheres que passaram por capacitação e tiveram acesso à informação nos nossos equipamentos públicos”, enfatizou. A artesã Djanira da Silva participa do congresso desde a edição anterior: “Aqui a gente recebe orientação, aprende mais e vai se capacitando. É importante que outras mulheres também venham participar”   “A motivação para a criação do Realize foi perceber que muitas mulheres, inclusive com excelentes currículos e formações, ficavam paralisadas em suas vidas por fragilidades e dificuldades emocionais” Renata D'Aguiar, subsecretária de Promoção das Mulheres A subsecretária de Promoção das Mulheres, Renata D’Aguiar, ressaltou que o programa nasceu da necessidade de fortalecer emocionalmente as participantes: “A motivação para a criação do Realize foi perceber que muitas mulheres, inclusive com excelentes currículos e formações, ficavam paralisadas em suas vidas por fragilidades e dificuldades emocionais. O Realize nasceu para fortalecer emocionalmente as mulheres, sejam elas donas de casa, sejam empreendedoras,  sejam trabalhadoras”. O congresso integra a programação do Março Mais Mulher, calendário de ações promovido pelo GDF ao longo de março para ampliar o acesso das mulheres à qualificação, ao acolhimento e a oportunidades de geração de renda. Exemplo que vem do esporte O evento contou com a palestra da atleta de futevôlei Lana Miranda. Com dez títulos mundiais, ela levou ao congresso um relato sobre superação no esporte e defesa da autonomia feminina. [LEIA_TAMBEM]Ao compartilhar a própria trajetória em uma modalidade marcada pelo machismo, a atleta incentivou as participantes a acreditarem no próprio potencial e a persistirem na busca pelos próprios sonhos. “Ver um evento como esse, levando autonomia para as mulheres, é motivo de alegria”, declarou. “Quero transmitir a energia que o esporte me deu para que elas possam florescer e realizar os sonhos delas”. Entre as participantes do congresso, a artesã Djanira Maria da Silva falou sobre a importância do programa para mulheres que querem transformar habilidades manuais em fonte de renda. Participando do evento pela segunda vez, ela contou que trabalha com artesanato e crochê e vê no Realize uma oportunidade de aprender como apresentar e comercializar melhor os próprios produtos. “Faço artesanato, crochê e outras peças, e quero aprender como levar isso para o público”, explicou. “Aqui a gente recebe orientação, aprende mais e vai se capacitando. É importante que outras mulheres também venham participar. Muitas fazem crochê, manicure e outros trabalhos, e aqui podem aprender para crescer e expandir isso lá fora.”    

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Governador recebe livro institucional da TCB e destaca avanços no transporte público do DF

O governador Ibaneis Rocha recebeu, nesta quarta-feira (25), o livro institucional da Sociedade de Transportes Coletivos de Brasília (TCB), entregue pela diretora-presidente da empresa, Maria Cecília Martins Lafetá. A publicação reúne a história dos 65 anos da companhia e destaca as transformações no transporte público do Distrito Federal nos últimos anos. A diretora-presidente da TCB, Maria Cecília Lafetá, com o governador Ibaneis: “Esse livro reúne meses de trabalho de uma equipe e traz a história da TCB, com ênfase nos últimos oito anos, período em que a empresa deixou de ser praticamente irrelevante para se tornar útil, com projetos que alcançam milhares de pessoas” | Foto: Renato Alves/Agência Brasília  “Quando assumimos, havia quem defendesse a extinção da TCB, mas fizemos o caminho inverso, aproveitando a expertise da empresa para assumir o transporte escolar e melhorar a vida de crianças e adolescentes”  Governador Ibaneis Rocha Durante a reunião, foram apresentadas ao chefe do Executivo as publicações que resgatam a trajetória da TCB desde a criação, além de registrar os avanços recentes promovidos no sistema de transporte coletivo. A TCB é uma das principais operadoras do sistema de transporte coletivo da capital e tem papel estratégico na execução de políticas públicas voltadas à mobilidade urbana. Ao receber o material, o governador Ibaneis Rocha reforçou o compromisso do Governo do Distrito Federal (GDF) em continuar investindo na melhoria da mobilidade urbana, com foco na qualidade do serviço prestado aos usuários.  [LEIA_TAMBEM]“Quando assumimos, havia quem defendesse a extinção da TCB, mas fizemos o caminho inverso, aproveitando a expertise da empresa para assumir o transporte escolar e melhorar a vida de crianças e adolescentes”, afirmou. “Hoje também atendemos pessoas com deficiência, com transporte porta a porta. Isso mostra que vale a pena investir em uma empresa pública e fazer uma boa gestão.” A publicação reconhece, ainda, as mudanças implementadas ao longo da atual gestão, com foco na ampliação e modernização dos serviços oferecidos à população.  “Esse livro reúne meses de trabalho de uma equipe e traz a história da TCB, com ênfase nos últimos oito anos, período em que a empresa deixou de ser praticamente irrelevante para se tornar útil, com projetos que alcançam milhares de pessoas”, ressaltou a diretora-presidente da TCB. “Hoje, a nossa empresa não opera somente linhas, mas também realiza o transporte escolar de todas as crianças do Distrito Federal, além de oferecer serviços como o DF Acessível e, em breve, o transporte para pacientes em hemodiálise.”    * Colaboraram Karol Ribeiro e Carlos Eduardo Bafutto  

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RenovaDF inicia novo ciclo com cerca de 1,5 mil alunos em qualificação profissional

Cerca de 1,5 mil pessoas começam, nesta quarta-feira (11), a uma nova jornada de capacitação profissional por meio do RenovaDF, programa do Governo do Distrito Federal (GDF) que alia formação técnica à recuperação de espaços públicos. O novo ciclo foi lançado pelo governador Ibaneis Rocha com 51 turmas distribuídas por oito regiões administrativas.  Equipe do GDF durante o lançamento deste ciclo do RenovaDF: programa já qualificou mais de 30 mil pessoas | Fotos: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília “Trata-se de um programa de ressocialização, que devolve perspectivas e permite que essas pessoas transformem suas realidades. Talvez essa seja a maior ferramenta que temos para ajudar e gerar oportunidades” Governador Ibaneis Rocha O chefe do Executivo destacou que, em cinco anos de programa, mais de 30 mil pessoas já foram qualificadas. “Esse programa tomou uma dimensão muito grande, acolhendo pessoas em situação de rua, refugiados e pessoas que estavam passando por grandes dificuldades, inclusive situações de violência doméstica”, ressaltou. “Atualmente, mais de 190 pessoas que antes estavam em situação de rua estão empregadas em diferentes regiões do Distrito Federal, em empresas que prestam serviços ao governo”, enumerou. “Também atendemos refugiados, que participam das turmas de qualificação. As mulheres que passam por violência doméstica são encaminhadas pela Secretaria da Mulher para esse atendimento. Portanto, trata-se de um programa de ressocialização, que devolve perspectivas e permite que essas pessoas transformem suas realidades. Talvez essa seja a maior ferramenta que temos para ajudar e gerar oportunidades.”   Coordenado pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF), o RenovaDF combina formação profissional com atividades práticas de manutenção urbana. Ao longo do curso, os alunos aprendem funções ligadas principalmente à área da construção civil, como manutenção predial, jardinagem, elétrica, hidráulica, carpintaria e serralheria. “Esse é um programa que cuida de quem mais precisa, mas, acima de tudo, busca dar oportunidade para que as pessoas tenham dignidade — a dignidade de ter um emprego, de trabalhar e de colocar comida na mesa” Celina Leão, vice-governadora “Esse é um programa que cuida de quem mais precisa, mas, acima de tudo, busca dar oportunidade para que as pessoas tenham dignidade — a dignidade de ter um emprego, de trabalhar e de colocar comida na mesa”, declarou a vice-governadora Celina Leão. “Eu sigo nessa luta pela qualificação, porque acredito que a única coisa de que o ser humano realmente precisa é que alguém olhe para ele e lhe dê uma oportunidade.” Oportunidade A nova etapa também reforça a integração entre diferentes políticas públicas do governo. O programa reservou 100 vagas para públicos da assistência social. Neste início de ciclo, 38 mulheres foram indicadas pela Secretaria da Mulher (SMDF) e 54 outras pessoas pela Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes), que amplia o acesso à qualificação profissional para pessoas em situação de vulnerabilidade. [LEIA_TAMBEM]O titular da Sedet-DF, Thales Mendes, explicou a dinâmica e o planejamento do programa: “Para essa nova turma, os equipamentos públicos já foram selecionados. Agora vamos atuar em 12 cidades, com um total de 1.450 participantes. Eles estão divididos em turmas de 25 alunos, e cada equipamento recebe duas turmas: uma no período da manhã e outra à tarde. Tudo é acompanhado pela Secretaria de Trabalho, com apoio das administrações regionais, que são responsáveis por apontar as prioridades em cada cidade.” O secretário enfatizou: “O que esperamos é que, ao final da formação, eles consigam conquistar uma vaga de trabalho. Depois de certificados, encaminhamos a relação dos participantes para as empresas. Ao longo do curso, já vamos captando vagas e oportunidades de emprego para apresentar ao setor produtivo. Assim, ao final, essas mais de 1.400 pessoas qualificadas podem, de fato, ser contratadas”. Atuação Jedaías Silva foi um dos selecionados para fazer a qualificação: “Esse curso é uma oportunidade de ter mais segurança para mim e para a minha cachorrinha”  Criado para ampliar oportunidades de emprego e renda, o RenovaDF alia capacitação técnica, bolsa equivalente a um salário mínimo durante o curso e atividades práticas de reforma de espaços públicos nas cidades. Entre os participantes está Jedaías Cândido Silva, de 36 anos, selecionado para o curso de auxiliar de manutenção após tentar ingressar no programa no ano passado. “Estou em situação de rua desde dezembro”, contou. “Esse curso é uma oportunidade de sair dessa situação e ter mais segurança para mim e para a minha cachorrinha. Esse curso vai agregar muito ao meu currículo e à minha experiência profissional”. Maria Erinaldia Cândido: “Pela idade que eu tenho, essa oportunidade significa muito e também vai ajudar a levantar a minha autoestima” Outra convocada para este ciclo do RenovaDF é Maria Erinaldia Cândido, 55, que vai fazer o curso de auxiliar de manutenção. “Estou entrando agora em 2026, e é como se eu estivesse ganhando um presente de aniversário”, comemorou. “Para mim, esse curso vai ser maravilhoso. Pela idade que eu tenho, essa oportunidade significa muito e também vai ajudar a levantar a minha autoestima”.   

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Março Mais Mulher reforça visibilidade e inclusão de mulheres com deficiência no DF

Dentro da programação do Março Mais Mulher, que reúne mais de 170 ações voltadas ao fortalecimento dos direitos femininos no Distrito Federal, a Secretaria da Mulher (SMDF) participou, nesta segunda-feira (9), de um simpósio promovido pelo Conselho de Defesa dos Direitos da Pessoa com Deficiência do DF (Coddede). A iniciativa teve como foco ampliar o debate sobre inclusão, acessibilidade e políticas públicas para mulheres com deficiência. Encontro no Coddede teve como um dos temas de destaque a ampliação da garantia de direitos às mulheres com deficiência | Fotos: Samuel Marques/SMDF O Coddede é um colegiado composto por representantes do poder público e entidades da sociedade civil, o que fortalece o diálogo e a construção conjunta de políticas voltadas às pessoas com deficiência no Distrito Federal. Durante o simpósio, a SMDF participou das discussões e reforçou a importância da articulação entre diferentes áreas do governo para ampliar a inclusão e garantir direitos às mulheres com deficiência. De acordo com dados apresentados no encontro, 65,1% das pessoas com deficiência no DF são mulheres, o que evidencia a necessidade de políticas públicas específicas voltadas a esse público. “Cuidar das mulheres é uma prioridade do nosso governo”, afirma a vice-governadora Celina Leão. “Trabalhamos para fortalecer cada vez mais as políticas públicas que promovem acolhimento, respeito e oportunidades. Nosso compromisso é garantir que todas as mulheres tenham acesso aos serviços e às ações que promovem autonomia, dignidade e inclusão.” Inclusão A secretária da Mulher, Giselle Ferreira, apresentou os equipamentos, programas e projetos desenvolvidos pela pasta e reforçou o compromisso da secretaria com um atendimento cada vez mais inclusivo. A gestora também mostrou dados sobre os equipamentos da secretaria e falou sobre ações que têm se consolidado como diferenciais nas políticas públicas voltadas às mulheres no Governo do Distrito Federal (GDF). “Todos os equipamentos públicos da SMDF estão preparados para atender todas as mulheres, sem exceção, incluindo aquelas com algum tipo de deficiência”, ressaltou a secretária. “Trabalhamos para garantir acessibilidade, acolhimento humanizado e atendimento qualificado, porque inclusão também significa garantir que os serviços públicos estejam preparados para todas.” Flávio Santos, presidente do Coddede: “O diálogo com instituições como a Secretaria da Mulher é extremamente importante, porque fortalece essa pauta, amplia a inclusão das mulheres e facilita o acesso aos serviços e às políticas públicas”  Um dos principais desafios apontados no encontro foi a empregabilidade, considerando que muitas mulheres com deficiência ainda enfrentam barreiras para ingressar e se manter no mercado de trabalho. Outro ponto destacado foi a maior vulnerabilidade dessas mulheres à violência doméstica. Dados nacionais apontam que 65,4% dos casos de violência contra mulheres com deficiência são cometidos por cuidadores ou familiares, cenário que evidencia a necessidade de ampliar a rede de proteção e os serviços especializados de acolhimento. Ações articuladas [LEIA_TAMBEM]O presidente do Coddede, Flávio Pereira dos Santos, enfatizou a importância da articulação entre governo e sociedade civil para garantir avanços na defesa dos direitos das pessoas com deficiência. “A atuação dos órgãos públicos é fundamental para garantir atendimento adequado a esse público, especialmente dentro da perspectiva da acessibilidade e da construção de atitudes verdadeiramente inclusivas”, enfatizou. “O diálogo com instituições como a Secretaria da Mulher é extremamente importante, porque fortalece essa pauta, amplia a inclusão das mulheres e facilita o acesso aos serviços e às políticas públicas.” Ana Paula Batista, ativista de causas ligadas à deficiência física: “Quando as instituições se unem para discutir inclusão, ampliam-se as possibilidades de criar políticas públicas mais sensíveis às diferentes realidades das mulheres” A programação também contou com a participação de mulheres com deficiência, que compartilharam experiências e reforçaram a importância da representatividade e do acesso às políticas públicas. “Quando as instituições se unem para discutir inclusão, ampliam-se as possibilidades de criar políticas públicas mais sensíveis às diferentes realidades das mulheres”, observou Ana Paula Batista, que atua em causas ligadas à deficiência física. “Esse tipo de iniciativa também fortalece a comunicação entre as redes de atendimento e contribui para que os profissionais estejam cada vez mais preparados para acolher e atender um público diverso”, declarou Ana Paula. “Além disso, amplia o debate na sociedade e ajuda a garantir que mais mulheres tenham acesso à informação, aos serviços e aos seus direitos.” *Com informações da Secretaria da Mulher      

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Encontro pedagógico integra educação ambiental e patrimonial no DF

A Secretaria de Educação (SEEDF) iniciou, neste mês, o I Encontro Pedagógico de Educação Ambiental e Educação Patrimonial, reunindo educadores, especialistas e parceiros institucionais em uma agenda de formação e intercâmbio pedagógico. A abertura ocorreu na Escola da Natureza, no Parque da Cidade Sarah Kubitschek, com a participação de educadores das Escolas Parque da Natureza e representantes de instituições parceiras. A programação segue com palestras, formações, visitas técnicas e atividades de integração em diferentes territórios culturais e ambientais do Distrito Federal, ampliando as possibilidades de aprendizagem fora da sala de aula. Encontro se divide em atividades diversificadas, com foto em educação ambiental e patrimonial | Fotos: André Amendoeira/SEEDF “Momentos como esse reafirmam a relevância da integração entre a educação patrimonial e a ambiental”, pontuou a chefe do Núcleo de Educação Ambiental, Cibele Lima. “Quando articulamos essas duas frentes, fortalecemos a compreensão do território, da identidade, da sustentabilidade e do pertencimento, garantindo que as ações dialoguem de forma estratégica com as políticas públicas educacionais já em andamento.” Fazem parte da programação visitas ao Parque Ecológico Sucupira, à Estação Ecológica de Águas Emendadas, ao Museu Nacional da República, ao Memorial dos Povos Indígenas, ao Museu do Catetinho, ao Cine Brasília e ao Monumento Natural Dom Bosco, além dos parques ecológicos de Águas Claras e Saburo Onoyama e dos parques Três Meninas e Riacho Fundo. Vivências pedagógicas  A participação dos pontos focais das coordenações regionais de ensino (CREs) foi um dos eixos centrais do encontro. “A presença dos pontos focais é imprescindível para apoiar, acompanhar e potencializar esse trabalho”, explicou Cibele. “Eles garantem o alinhamento e a continuidade das ações, com iniciativas mais adequadas às suas realidades”. O encontro também apresentou experiências pedagógicas desenvolvidas pelas escolas parque da Natureza do Núcleo Bandeirante e de Brazlândia. O destaque foi uma oficina vivencial de reconhecimento do espaço da Escola da Natureza, marcando o início das atividades práticas da semana pedagógica, que seguirá com visitas técnicas e intercâmbios em parques ecológicos, unidades de conservação e espaços culturais do DF. Educação patrimonial Durante a programação, a chefe substituta do Núcleo de Memórias da Educação e Arte-Educação, Michelle Cheibub, apresentou a cartilha do projeto Territórios Culturais, iniciativa desenvolvida em parceria entre as secretarias de Educação e de de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF). Michelle Cheibub, chefe substituta do Núcleo de Memórias da Educação e Arte-Educação: “O diferencial do projeto é fazer a ponte entre o estudante e o patrimônio cultural da sua cidade, conectando memória, identidade e pertencimento, para que ele se reconheça como sujeito que se relaciona com esses espaços e com a história do lugar onde vive” O projeto amplia o uso pedagógico de equipamentos culturais da cidade, transformando esses espaços em ambientes de aprendizagem por meio de visitas mediadas com estudantes da rede pública. [LEIA_TAMBEM]Atualmente, as atividades ocorrem em espaços como o Cine Brasília, o Museu do Catetinho, o Museu Nacional da República e o Memorial dos Povos Indígenas. “O diferencial do projeto é fazer a ponte entre o estudante e o patrimônio cultural da sua cidade, conectando memória, identidade e pertencimento, para que ele se reconheça como sujeito que se relaciona com esses espaços e com a história do lugar onde vive”, ressaltou Michelle. Parceiros institucionais O encontro também promoveu diálogo com parceiros estratégicos que desenvolvem ações junto à rede pública de ensino. Participaram representantes da Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento Básico do Distrito Federal (Adasa), da Neoenergia Brasília, da Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb) e do Instituto Alana. Representantes de outras instituições acompanharam a programação, como o Jardim Botânico de Brasília, o Sesi Lab e o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). “Quando trabalhamos de forma integrada, ampliamos o impacto dessas iniciativas e consolidamos uma política pública mais efetiva e transformadora”, avaliou Cibele Lima. Durante o encontro também foi anunciada a abertura da consulta pública para contribuições ao documento Diretrizes Pedagógicas para Educação Ambiental. A participação está aberta até o dia 15, envolvendo profissionais da educação, estudantes e a comunidade escolar a colaborar com o aprimoramento do material.   *Com informações da Secretaria de Educação    

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Painel discute relação entre assistência social e educação

A Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF) participou, nesta quarta-feira (4), da 2ª edição do Fórum Movimente, evento promovido pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Distrito Federal (Sebrae-DF) que incentiva o empreendedorismo feminino e reúne lideranças comprometidas com o fortalecimento da autonomia das mulheres. A secretária de Educação, Hélvia Paranaguá, integrou o painel “Assistência social e educação como garantias de direitos”, ao lado da primeira-dama Mayara Noronha Rocha e da secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. O debate evidenciou o papel estratégico das políticas públicas na ampliação da autonomia financeira feminina e na consolidação de oportunidades concretas para a transformação social.  Hélvia Paranaguá: "Firmamos essa parceria para ampliar a formação de mulheres que desejam atuar na área de vestuário. Elas terão acesso à capacitação, apoio para compra de máquinas, linha de crédito e acompanhamento do Sebrae" | Foto: André Amendoeira/SEEDF Durante o evento, realizado no Royal Tulip Brasília Alvorada, foi assinado um protocolo de intenções com o Sebrae, o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) e a Federação das Indústrias do Distrito Federal (Fibra) para ampliar ações de qualificação profissional e geração de renda. A iniciativa fortalece o Cartão Uniforme Escolar, previsto na Lei nº 7.745/2025, que garante a compra de uniformes para estudantes da rede pública de ensino. “Firmamos essa parceria para ampliar a formação de mulheres que desejam atuar na área de vestuário. Elas terão acesso à capacitação, apoio para compra de máquinas, linha de crédito e acompanhamento do Sebrae. É uma união de esforços para garantir oportunidade e autonomia”, afirmou Hélvia. Celina Leão: "É uma alegria saber que há costureiras faturando quase R$ 2 mil por semana. Isso significa mais emprego e renda no Distrito Federal" A vice-governadora Celina Leão também participou da assinatura e destacou a evolução do setor produtivo no atendimento à rede pública. “No início, havia receio de que o setor não conseguisse atender a rede pública. Hoje vemos o setor de vestuário preparado. É uma alegria saber que há costureiras faturando quase R$ 2 mil por semana. Isso significa mais emprego e renda no Distrito Federal”, ressaltou. Assistência social e educação Durante o painel, Mayara Noronha Rocha reforçou que o empreendedorismo precisa caminhar junto com políticas de proteção social, especialmente para mulheres em situação de vulnerabilidade. Segundo ela, medidas como transporte gratuito para registrar ocorrência, buscar apoio jurídico ou participar de cursos de capacitação têm ampliado a dignidade e a independência feminina. "É importante ver tantas mulheres empreendedoras aqui, mas também precisamos apoiar aquelas que vivem em situação de vulnerabilidade. Temos ações como passagem gratuita e cursos com bolsa para garantir autonomia financeira" Mayara Noronha Rocha, primeira-dama do DF “É importante ver tantas mulheres empreendedoras aqui, mas também precisamos apoiar aquelas que vivem em situação de vulnerabilidade. Temos ações como passagem gratuita e cursos com bolsa para garantir autonomia financeira”, afirmou. Na mesma linha, Ana Paula Marra destacou que falar em empreendedorismo exige, antes, assegurar condições mínimas de sobrevivência. “É impossível falar de empreendedorismo para quem não tem o que comer em casa. O Estado precisa garantir o mínimo para que essa mulher tenha a oportunidade de sonhar”, disse. Educação e oportunidades O evento contou com a participação da primeira-dama do DF, Mayara Noronha Rocha, e da secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra Ao abordar a conexão entre educação e oportunidades, Hélvia Paranaguá defendeu maior presença feminina nos espaços de decisão e lembrou que políticas educacionais também são instrumentos de emancipação. “Precisamos abrir mais espaço para as mulheres nos lugares de poder. E é importante lembrar: creche é educação. É um direito da criança e da mãe, seja para trabalhar ou estudar”, apontou. A secretária apresentou ainda dados sobre o Cartão Creche no Distrito Federal, que disponibiliza atualmente 6.300 vagas, com cerca de 4 mil crianças já em processo de encaminhamento. [LEIA_TAMBEM]Alunas na ciência O evento também foi marcado pelo reconhecimento internacional de estudantes do Centro de Ensino Fundamental (CEF) 111, no Recanto das Emas. A escola está entre as três finalistas de uma premiação global realizada nos Emirados Árabes Unidos com um projeto voltado para o reaproveitamento de água e o uso de energia solar. “Mais de 8 mil escolas no mundo participaram, e uma escola pública do Distrito Federal está entre as finalistas. Isso mostra que, quando a política pública chega e há gestores comprometidos, o resultado aparece”, afirmou a secretária Hélvia Paranaguá. *Com informações da Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF)  

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Governador Ibaneis Rocha reforça apoio ao empreendedorismo feminino durante abertura do Movimente 2026

O governador Ibaneis Rocha participou, nesta terça-feira (3), da abertura do programa Movimente 2026, promovido pelo Sebrae no Royal Tulip Brasília. O encontro reuniu empresárias, especialistas e representantes do poder público para debater empreendedorismo feminino, inovação e acesso a políticas públicas voltadas a negócios liderados por mulheres. O governador Ibaneis e a primeira-dama, Mayara Noronha Rocha, entre representantes do Sebrae durante o evento | Fotos: Renato Alves/Agência Brasília “Descentralizamos os serviços prestados pela Casa da Mulher Brasileira. Hoje são mais cinco unidades da Casa da Mulher Brasileira espalhadas pelas regiões do DF, dando esse acolhimento e oportunidade às vítimas” Governador Ibaneis Rocha O Movimente é fruto de mais um trabalho em conjunto entre GDF e Sebrae em busca de implementar políticas públicas de incentivo ao empreendedorismo feminino. A programação segue até quarta-feira (4) e contará com a participação da vice-governadora Celina Leão e da secretária da Mulher, Giselle Ferreira. “Quando criamos a Secretaria da Mulher, o orçamento era de R$ 10 milhões”, lembrou o chefe do Executivo. “Neste ano, são quase R$ 100 milhões investidos em programas. Implantamos o primeiro programa nacional de acolhimento às vítimas do feminicídio, que se tornou referência para outros estados e tem garantido o mínimo de amparo às crianças que sofreram essa violência gravíssima, a perda da mãe por alguém do próprio convívio familiar. Mas essa luta não pode parar de maneira nenhuma”. Segundo o governador, Brasília, além do ponto de vista da arquitetura, reúne qualidades que se refletem nas ações desenvolvidas pelas mulheres do Distrito Federal. “Descentralizamos os serviços prestados pela Casa da Mulher Brasileira”, apontou. “Era uma unidade no Plano Piloto, e nós levamos para Ceilândia, porque, ao contrário de outros estados da Federação, o que temos feito é levar esse equipamento público para perto das mulheres. E hoje são mais cinco unidades da Casa da Mulher Brasileira espalhadas pelas regiões do DF, dando esse acolhimento e oportunidade às vítimas.” Autonomia econômica  A vice-governadora Celina Leão também enfatizou que o GDF tem investido em políticas públicas concretas voltadas ao público feminino. “Temos programas como aluguel social, órfãos do feminicídio; capacitamos mais de 300 mil mulheres no QualificaDF e RenovaDF e em tantos outros programas, e isso que faz o nosso governo ter ações efetivas de acolhimento a cada uma dessas pessoas”, relatou.  Giselle Ferreira, secretária da Mulher: “Nós fizemos um decreto para criar o empreendedorismo feminino como uma porta de saída, levando capacitações para as mulheres. O movimento tem percorrido várias cidades para alcançar o maior número de empreendedoras” Durante a solenidade, a secretária da Mulher, Giselle Ferreira, falou sobre a importância da autonomia econômica como oportunidade de as mulheres encerrarem ciclos de violência: “Nós fizemos um decreto para criar o empreendedorismo feminino como uma porta de saída, levando capacitações para as mulheres. O movimento tem percorrido várias cidades para alcançar o maior número de empreendedoras”.  Um dos destaques da programação é a palestra que a vice-governadora Celina Leão fará sobre investimentos e ações do GDF voltados à independência financeira das mulheres Para quem está em busca de oportunidades, o evento é uma chance de potencializar a força das mulheres no mercado de trabalho. É o caso da empresária Luana Portela, de 40 anos, que elogiou a iniciativa: “Para nós, é muito relevante essa valorização feminina, mostrar o quanto temos capacidade para atuar em todos os tipos de mercado”. Josi Signori, 60, veio de Mato Grosso do Sul em busca de ferramentas para empreender. “É um mercado exponencial onde nós, mulheres 60+, podemos buscar oportunidades, possibilidades e, mais do que isso, realizar negócios duradouros”, definiu.  Participação No segundo dia do Movimente, a vice-governadora Celina Leão ministrará a palestra com o tema “Políticas públicas que geram autonomia e oportunidades para mulheres empreendedoras”, na qual destaca investimentos e ações do GDF voltados à promoção da independência financeira das mulheres. Em seguida, será lançado o calendário Março Mais Mulher, iniciativa que reúne as ações integradas do GDF ao longo do mês, com foco em empreendedorismo, capacitação, enfrentamento à violência e promoção de direitos. [LEIA_TAMBEM]Na sequência, a SMDF coordena os painéis “Do talento ao lucro: transformando habilidades em negócios sustentáveis” e “Empreendedorismo rural e artesanato feminino: desafios, oportunidades e geração de renda”. Os debates abordam temas centrais para as empreendedoras, como sustentabilidade dos negócios e geração de renda em setores específicos. Histórico O Movimente nasceu em 2023, a partir de uma pesquisa ampla aplicada pelo Sebrae no DF, que mapeou os desafios do empreendedorismo feminino local. O diagnóstico fundamentou um encontro histórico em 2024, que reuniu diversos setores e resultou na elaboração de 51 medidas estruturais. O documento foi entregue ao GDF, que institucionalizou o Movimente DF e seu Comitê de Empreendedorismo Feminino, sob um modelo de governança participativa. Com a base jurídica consolidada, a iniciativa evoluiu, em 2025, para uma estratégia territorial: o Movimente nas Cidades. O projeto percorreu regiões administrativas do DF e levou oportunidades de formação, sensibilização e conexões diretamente às empreendedoras locais. O sucesso da estratégia possibilita que, neste ano, o Sebrae no Distrito Federal, em parceria com o Sebrae nacional e as unidades da instituição no Centro-Oeste, amplie a escala do projeto e o transforme em um evento de dimensões ainda maiores.  

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Realize com Pipoca leva 300 mulheres do DF ao cinema

Mais de 300 mulheres participaram, na manhã deste sábado (28), da quarta edição do projeto Realize com Pipoca, promovido pela Secretaria da Mulher do Distrito Federal (SMDF). A sessão especial ocorreu no shopping JK, em Taguatinga, e marcou a abertura da programação do mês dedicado às mulheres, com foco no fortalecimento feminino e na ampliação do acesso à cultura. As convidadas assistiram a uma sessão de O Agente Secreto, drama estrelado por Wagner Moura | Fotos: Samuel Marques/SMDF “Esse projeto é um instrumento poderoso de promoção da autonomia, da autoestima e do bem-estar das mulheres” Giselle Ferreira, secretária da Mulher A ação levou ao cinema mulheres atendidas pelos equipamentos da secretaria e moradoras da comunidade. A proposta é simples, mas transformadora: proporcionar momentos de lazer e reflexão por meio de filmes que abordam superação, empoderamento e desafios do cotidiano. “O Realize com Pipoca aproxima o governo das mulheres por meio da cultura”, enfatizou a vice-governadora Celina Leão. “É um espaço de aprendizado e motivação, que utiliza o cinema para tratar de questões importantes do nosso cotidiano.” Cultura como transformação Maria do Socorro Silva comemorou: “Eu nunca tinha vindo ao cinema. Agradeço muito ao GDF pela oportunidade de fazer parte deste projeto tão especial” Nesta edição, o público assistiu ao filme O Agente Secreto, estrelado pelo ator Wagner Moura. “O filme nos proporciona reflexões e aprendizados que fortalecem cada participante”, lembrou a secretária da Mulher, Giselle Ferreira. “Esse projeto é um instrumento poderoso de promoção da autonomia, da autoestima e do bem-estar das mulheres”. O longa, que mistura drama e suspense, apresenta a trajetória do professor Marcelo e convida à reflexão sobre escolhas, coragem e enfrentamento de adversidades, temas que dialogam com a realidade de muitas mulheres. Durante o evento, as participantes receberam pipoca e refrigerante, além de atendimento especial da equipe da Subsecretaria de Promoção das Mulheres. O ambiente foi preparado para oferecer conforto, acolhimento e leveza. O projeto A subsecretária de Políticas para Mulheres, Renata D’Aguiar, reforçou a importância de iniciativas que aliam cultura e saúde emocional: “Atividades de lazer ajudam a reduzir o estresse e a ansiedade, estimulam a criatividade e a autoconfiança, além de promoverem integração e convivência. É um momento de diversão, mas também de fortalecimento coletivo”. [LEIA_TAMBEM]O Realize com Pipoca faz parte do programa Realize, iniciativa voltada ao desenvolvimento de habilidades socioemocionais e ao planejamento profissional de mulheres, especialmente aquelas em situação de vulnerabilidade. O programa oferece oficinas, workshops, palestras e dinâmicas interativas que estimulam o autoconhecimento, o protagonismo e a autonomia econômica. Moradora de Samambaia,  Maria do Socorro Silva, de 63 anos, comemorou a oportunidade: “Eu nunca tinha vindo ao cinema. Estou muito feliz em conhecer o cinema. Agradeço muito ao GDF pela oportunidade de fazer parte deste projeto tão especial. Estou emocionada e radiante”. Com ações que unem cultura, capacitação e acolhimento, a Secretaria da Mulher promoveu uma prévia da programação do mês das mulheres, reforçando a importância de políticas públicas que promovam oportunidades, autoestima e qualidade de vida em todo o Distrito Federal.   *Com informações da Secretaria da Mulher   Fotos: Samuel Marques   

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Ibaneis Rocha recebe líderes religiosos e destaca recorde de regularização fundiária do setor no DF

Durante um café da manhã neste sábado (28), o governador Ibaneis Rocha e o secretário da Família, Rodrigo Delmasso, reuniram cerca de 50 pastores atendidos pela pasta para comemorar os avanços nas políticas públicas em prol do setor. O encontro teve como ponto central as 600 escrituras entregues a entidades religiosas e assistenciais no DF,  fruto de um trabalho efetivo coordenado pela Companhia Imobiliária de Brasília (Terracap).  Durante o encontro, o governador Ibaneis ressaltou que a regularização sempre foi prioritária em sua gestão: “Alteramos toda a legislação que era necessária e partimos para um processo transparente. Nesta semana nós fechamos 600 escrituras de igrejas entregues no Distrito Federal, e eu fico muito feliz com isso porque vocês chegam aonde a mão do Estado não alcança” | Foto: Renato Alves/Agência Brasília “Regularização fundiária sempre foi um dos principais focos do nosso governo”, declarou o governador. “Alteramos toda a legislação que era necessária e partimos para um processo transparente. Nesta semana nós fechamos 600 escrituras de igrejas entregues no Distrito Federal, e eu fico muito feliz com isso porque vocês chegam aonde a mão do Estado não alcança.” “Desde 2019, o segmento evangélico, principalmente, não só tem sido atendido, como tivemos todas as nossas demandas realizadas” Rodrigo Delmasso, secretário da Família O secretário da Família, Rodrigo Delmasso, reforçou que os ganhos foram positivos na garantia da segurança jurídica às entidades religiosas: “Desde 2019, o segmento evangélico, principalmente, não só tem sido atendido, como tivemos todas as nossas demandas realizadas. Tirou do papel e começou a transformar tudo em realidade. E não é só isso: quando a gente anda nas ruas, a gente vê o povo feliz, porque a cidade está limpa e segura. Quando a gente anda nas feiras, as pessoas estão felizes porque elas têm paz para trabalhar".  Ainda no âmbito da Secretaria da Família (Sefami-DF), foram mais de 1.100 ações diretas entre 2023 e 2025, segundo relatório consolidado pela pasta. O levantamento reúne dados sobre atendimentos, buscas ativas e iniciativas voltadas à regularização fundiária e ao fortalecimento institucional de entidades religiosas, sociais e sem fins lucrativos. [LEIA_TAMBEM]Em relação aos atendimentos diretos a lideranças religiosas e representantes de entidades sociais, foram contabilizados 130 em 2023, 197 em 2024 e 107 em 2025, totalizando 434 no período. Somadas as buscas ativas e os atendimentos, a secretaria consolidou uma política estruturada de apoio à regularização fundiária, com ações voltadas à segurança jurídica e à organização institucional de entidades que atuam junto às famílias do Distrito Federal. Regularização e segurança No que se refere às buscas ativas para regularização fundiária, foram registradas 70 ações em 2023, 247 em 2024 e 382 em 2025 — aumento acumulado de aproximadamente 446% em dois anos. O dado reflete a ampliação da atuação territorial e o caráter proativo da política pública. O relatório também destacou a realização de seminários regionais, workshops sobre moeda social, reuniões para Permissão de Uso Não Qualificada (PNQ) e ações itinerantes nas regiões administrativas, ampliando o acesso à informação e aos serviços oferecidos pela pasta.    

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CGDF amplia ações de formação em gestão de riscos em 2026 

A Controladoria-Geral do Distrito Federal (CGDF) lançou o cronograma de capacitações em gestão de riscos para o exercício de 2026. Com carga horária total de 120 horas de formação técnica, a iniciativa busca consolidar a cultura de integridade e fortalecer os controles internos em todos os órgãos do Governo do Distrito Federal (GDF). Capacitações, por meio de cursos e oficinas, dão suporte a gestores públicos para implementar programas | Foto: Divulgação/CGDF O novo ciclo de treinamentos está alinhado às diretrizes da auditoria governamental e às recomendações técnicas do Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF). As ações reforçam a gestão de riscos, os controles internos e a integridade pública. As oficinas e os cursos práticos foram estruturados para apoiar gestores públicos na implementação de programas de integridade e na adequação à Lei nº 14.133/2021, a nova Lei de Licitações. Com planos bem-estruturados, os gestores se antecipam a problemas, reduzem o retrabalho e asseguram a aplicação mais eficiente dos recursos públicos. “Quando o risco é bem-gerenciado, a sociedade ganha com serviços públicos mais consistentes”, afirma o controlador-geral do Distrito Federal, Daniel Lima. Em busca de soluções “Quando mapeamos riscos nos processos de trabalho, identificamos fragilidades antes que se tornem problemas reais; em vez de apagar incêndios, passamos a preveni-los, e isso poupa tempo, recursos e energia de toda a máquina pública” Artur Dornas, coordenador do  Subcomitê de Gestão de Riscos da Segov-DF A gestão de riscos é reconhecida como um dos pilares para a melhoria dos resultados na administração pública. A prática contribui para a mitigação de falhas operacionais e estratégicas e favorece decisões mais seguras, eficientes e transparentes. “Quando mapeamos riscos nos processos de trabalho, identificamos fragilidades antes que se tornem problemas reais; em vez de apagar incêndios, passamos a preveni-los, e isso poupa tempo, recursos e energia de toda a máquina pública”, afirma Artur Dornas, participante do curso de 2025 e coordenador do Subcomitê de Gestão de Riscos da Secretaria de Governo (Segov-DF). Programação deste ano  A CGDF oferecerá 120 horas de formação técnica, distribuídas nas seguintes modalidades:  ⇒ Curso “Gestão de riscos e programas de integridade na administração pública”,  em formato de oficinas práticas, com carga horária de 20 horas;  ⇒ Curso “Gerenciamento de riscos utilizando o sistema SaeWeb” prático em ambiente de laboratório, com carga horária de 8 horas;  ⇒ Palestras com duração de quatro horas, sobre os temas “Aplicação da gestão de riscos na perspectiva da Lei nº 14.133/2021” e “Gestão de riscos como ferramenta de apoio à estratégia e à tomada de decisão”.  As inscrições serão abertas em breve e poderão ser feitas pelo site da Escola de Governo do Distrito Federal (Egov).   Avanços dos últimos anos A CGDF vem intensificando o suporte técnico às unidades do GDF. Em 2024, o órgão capacitou 233 servidores em gestão de riscos e programas de integridade e outros 111 no uso do sistema SaeWeb, totalizando 344 servidores atendidos.  Em 2025, o número de servidores capacitados chegou a 400, o que representa um aumento de 16,3% em relação ao ano anterior. A capacitação contínua dos servidores públicos é um fundamental para o aprimoramento da gestão. [LEIA_TAMBEM]Graziela Neves, chefe da Assessoria de Governança e Gestão Estratégica da Secretaria de Projetos Especiais (Sepe-DF), participou de uma capacitação em 2025 e avalia: “O servidor capacitado tem condições de identificar eventuais irregularidades ou vulnerabilidades no cumprimento de normativos, fortalecendo o controle interno e o compliance, conferindo assim maior transparência e integridade à instituição pública”.  Ainda em 2025, a CGDF promoveu um treinamento prático em Gerenciamento de Riscos pelo SaeWeb, voltado à operacionalização da ferramenta nos órgãos do GDF, com foco em aspectos metodológicos e boas práticas de uso da plataforma. A iniciativa incluiu a publicação do Guia Prático de Gestão de Riscos Aplicada à Elaboração e Implementação de Políticas Públicas e do Guia para Análise de Programas de Integridade Privada, além de consultoria e suporte técnico, com mais de 70 órgãos apoiados diretamente na estruturação de seus modelos de governança, e a publicação de instruções normativas que reestruturaram comitês de governança e estabeleceram prazos para a gestão de riscos no âmbito do Distrito Federal.   *Com informações da Controladoria-Geral do DF

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Iniciativas do GDF para a juventude têm como foco inclusão e capacitação 

Programas da Secretaria da Juventude (Sejuve-DF) têm marcado presença no âmbito da agenda voltada à capacitação e ao empoderamento da juventude; especialmente dos estudantes da rede pública e jovens em situação de vulnerabilidade.  Programa Jovem Candango é uma das principais portas de entrada no mercado de trabalho | Foto: Divulgação/Sejuve-DF São iniciativas que focam educação financeira, inclusão digital, qualificação profissional e articulação com programas de inserção no mercado de trabalho. “A juventude precisa de oportunidades reais”, afirma o titular da Sejuve-DF, André Kubitschek. “Política pública precisa gerar impacto direto na vida das pessoas”.   Dentre as ações da secretaria, o gestor destaca o workshop de educação financeira Futuro em Conta, criado com a meta de preparar os jovens para lidar com o dinheiro de forma consciente, abordando temas como planejamento financeiro, consumo responsável, definição de metas e noções básicas de empreendedorismo. Estudantes da rede pública e jovens em situação de vulnerabilidade são o foco. “Educação financeira é também uma ferramenta de autonomia, cidadania e transformação social”, enfatiza o secretário. “Nosso compromisso é garantir que todos os jovens, independentemente de onde moram, tenham acesso às políticas públicas” André Kubitschek, secretário da Juventude O programa Pró-Jovem Digital, por sua vez, é considerado estratégico para a inclusão da juventude do DF. Oferece capacitação em tecnologia, marketing digital, produção de conteúdo e abordagem de áreas ligadas à economia digital, preparando os jovens para um mercado cada vez mais conectado e competitivo. Na mesma linha funciona o programa Jovem Candango, uma das principais portas de entrada do jovem no mercado de trabalho, conectando experiência profissional, formação continuada e desenvolvimento pessoal. Formação, oportunidade e protagonismo juvenil são os fundamentos da secretaria, bem como a descentralização dos serviços. “Nosso compromisso é garantir que todos os jovens, independentemente de onde moram, tenham acesso às políticas públicas”, reforça André Kubitschek. Perspectivas [LEIA_TAMBEM]Para este ano, a Sejuve-DF planeja a expansão dos programas já iniciados, além da criação de novas ações voltadas ao primeiro emprego, ao empreendedorismo juvenil, à economia criativa, à formação de lideranças jovens e à educação financeira continuada. Também estão previstas iniciativas nas áreas de saúde emocional, cidadania e inovação social, além do fortalecimento de parcerias com a iniciativa privada, universidades, terceiro setor e parlamentares, por meio da proposição de emendas voltadas às políticas públicas de juventude.  “A ideia é transformar essas ações em políticas públicas permanentes, com resultados duradouros”, lembra o secretário. “A Secretaria da Juventude está de portas abertas para ouvir, construir e caminhar junto com os jovens. A juventude de Brasília tem talento, criatividade e força. Nosso papel é abrir caminhos para que esse potencial se transforme em oportunidades reais.” *Com informações da Secretaria da Juventude

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Janeiro Branco enfatiza a importância de reconhecer e acolher crises emocionais

Quando Clara (nome fictício), de 29 anos, começou a tremer, perdeu o ar e caiu no choro no meio do trabalho, ninguém ao redor sabia exatamente o que fazer. Uma colega a levou até uma sala mais silenciosa, pediu que respirasse devagar e permaneceu ao seu lado até que ela conseguisse se acalmar. “Se ela não tivesse parado tudo para me ajudar, eu não sei como teria sido; achei que ia desmaiar”, lembra. O que parecia um infarto era, na verdade, uma crise de ansiedade, uma das emergências emocionais mais comuns atualmente. Campanha Janeiro Branco acende o alerta sobre a importância de refletir sobre a saúde emocional | Fotos: Divulgação/IgesDF No Janeiro Branco — a campanha reserva o mês para convidar a uma reflexão sobre esse tema —, a Organização Mundial da Saúde (OMS) aponta que o Brasil está entre os países com maior prevalência de transtornos de ansiedade no mundo. O nome é uma referência a “folha em branco”, que representa a possibilidade de rever emoções e escolhas de vida. A campanha Criada por psicólogos brasileiros, a campanha surgiu diante do aumento dos casos de ansiedade, depressão e estresse, e da necessidade de combater o preconceito e o silêncio que ainda cercam o adoecimento mental. A proposta é reforçar que cuidar da mente é tão essencial quanto cuidar do corpo. Organismos internacionais, como a OMS e a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), também alertam para a necessidade de colocar a saúde mental no centro das políticas públicas. No cenário pós-pandemia, os serviços de saúde também têm observado aumento significativo nas crises emocionais agudas, que chegam às unidades de pronto atendimento (UPAs), aos centros de atenção psicossocial (Caps) e ao Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). “A pandemia agravou uma situação que já era preocupante. Muitos serviços de saúde mental ficaram interrompidos justamente quando a população mais precisava de apoio” Igor Santiago, psicólogo do Hospital de Base Segundo o psicólogo Igor Santiago Almeida, especialista em saúde mental do adulto do Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), esse crescimento tem múltiplas causas. “A pandemia de covid-19 atuou como um importante catalisador, intensificando vulnerabilidades preexistentes e criando fontes de estresse”, explica. “A pandemia agravou uma situação que já era preocupante. Muitos serviços de saúde mental ficaram interrompidos justamente quando a população mais precisava de apoio”. Como reconhecer uma crise psicológica Santiago lembra que uma crise é um estado agudo de desequilíbrio emocional, psíquico e comportamental, quando o enfrentamento da pessoa se torna insuficiente. “Ela pode se manifestar como crises de pânico, agravamento de quadros ansiosos ou depressivos ou até crises suicidas”, detalha. Nas crises emocionais agudas, especialmente as de pânico, são frequentes sinais como respiração ofegante ou sensação de falta de ar, taquicardia (coração acelerado), tremores, sudorese e tontura, dor ou aperto no peito, formigamento nas mãos, choro intenso e agitação, confusão mental e pensamentos catastróficos e sensação de perda de controle ou medo intenso. “Muitas vezes, a pessoa realmente acredita que está tendo um problema físico grave”, ressalta Igor. Os primeiros socorros psicológicos (PSPs) são intervenções imediatas de apoio emocional e prático oferecidas a pessoas em sofrimento intenso ou em situação de crise. “Eles não substituem psicoterapia ou tratamento clínico, mas ajudam a reduzir o impacto emocional inicial e facilitam o encaminhamento para o cuidado adequado”, orienta o especialista. “Crises acontecem em casa, no trabalho, na rua. Ter noções básicas nessas horas ajuda a evitar agravamentos e salvar vidas”. Como ajudar alguém em crise ⇒ Mantenha a calma e ofereça ajuda Uma postura tranquila transmite segurança. Dizer ‘eu estou aqui com você’ tem um efeito muito importante ⇒ Reduza estímulos do ambiente Levar a pessoa para um local mais silencioso e com menos agitação ajuda a diminuir a sensação de ameaça ⇒ Ajude a regular a respiração Sugira respirações lentas e profundas ⇒ Escute sem julgamento Permita que a pessoa fale, sem interromper ou criticar. Em alguns casos, ela pode ter dificuldade até de organizar pensamentos ⇒ Valide o sofrimento Frases como “eu vejo que você está sofrendo” ajudam a reduzir a sensação de solidão ⇒ Auxilie a pessoa a se reconectar com o presente Descrever o ambiente e identificar objetos, sons ou sensações corporais pode ajudar na estabilização. Para ajudar uma pessoa em crise, é importante também saber o que não deve ser feito O que não fazer ⇒ Minimizar o sofrimento (“isso é exagero”, “é frescura”) ⇒ Repetir “calma!” de forma brusca ⇒ Pressionar a pessoa a falar ou tomar decisões ⇒ Oferecer soluções prontas ou conselhos não solicitados ⇒ Demonstrar irritação ou pânico ⇒ Realizar toques físicos sem consentimento “Essas frases e atitudes invalidam o sofrimento e reforçam a sensação de perda de controle, que já é um sintoma da crise”, alerta Santiago Almeida. Quando a crise vira emergência A crise deixa de ser apenas emocional e passa a exigir atendimento médico imediato quando há risco iminente ou desorganização grave. Entre os sinais de alerta, estão falas sobre desejo de morrer ou ideação suicida, confusão mental intensa ou diminuição da consciência, delírios ou paranoia e risco de machucar a si ou a outras pessoas. Nesses casos, é fundamental buscar ajuda pelo Samu (telefone 192), em emergências; nas unidades de pronto atendimento, quando há sofrimento intenso ou sintomas físicos associados; no Caps, para acolhimento especializado em saúde mental; e no CVV (telefone 188, apoio emocional 24h). Sinais silenciosos e prevenção [LEIA_TAMBEM]Além das crises agudas, há sinais de sofrimento que costumam ser ignorados, como isolamento progressivo, irritabilidade, fadiga constante, alterações no sono e na alimentação, negligência com o autocuidado e aumento do uso de álcool ou outras substâncias. “Esses sinais podem indicar esgotamento emocional e precisam ser reconhecidos como demanda de saúde”, indica o psicólogo. Manter uma rotina saudável, fortalecer vínculos sociais e buscar ajuda ao perceber os primeiros sinais são estratégias que ajudam a prevenir agravamentos. Para o especialista, o maior mito a ser combatido é a ideia de que crises emocionais são sinal de fraqueza. “Crises são respostas a um sofrimento que excedeu a capacidade de enfrentamento da pessoa e precisam ser tratadas como um problema de saúde legítimo, não como falha moral”, pontua.   *Com informações do IgesDF          

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Divulgado resultado preliminar de candidatos e eleitores habilitados para o Comitê do Hip Hop

A Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF) divulgou, no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) desta sexta-feira (12/12), o resultado preliminar da habilitação dos candidatos e dos eleitores inscritos no processo que escolherá os novos representantes da sociedade civil no Comitê Permanente do Hip Hop (CPH2). A publicação, prevista no Edital nº 32/2025, marca mais uma etapa do processo eleitoral que definirá, pelos próximos três anos, as vozes que representarão o movimento hip-hop nas políticas públicas do setor. Listagem traz as pessoas habilitadas de diversas categorias | Foto: Divulgação/Secec-DF  A lista contempla tanto os eleitores habilitados, distribuídos entre as categorias Batalhas de Rima, Breaking, Casas do Hip Hop, Conhecimento, DJ, Graffiti e Rap, quanto os candidatos aptos a disputar as cadeiras disponíveis nessas mesmas áreas. Também foram divulgados os nomes inabilitados, acompanhados das respectivas justificativas, como entrega de documentação obrigatória fora do prazo, ausência de assinaturas ou descumprimento de critérios previstos no edital. O prazo para contestação dos resultados já está aberto. Recursos podem ser enviados eletronicamente, pelo formulário disponível no site da Secec-DF, em até cinco dias corridos após a publicação do edital. Para o coordenador de Audiovisual da Secec-DF, Júnior Ribeiro, o processo fortalece a participação democrática da cultura urbana. “O CPH2 é um espaço de diálogo real entre a sociedade civil e o governo”, lembra. “Garantir transparência nas etapas do processo e ampliar a presença dos fazedores de cultura é essencial para que as políticas públicas reflitam a potência do hip-hop no Distrito Federal. É assim que construímos decisões coletivas, com responsabilidade e respeito à história de cada segmento.” O comitê, que terá mandato de três anos, conforme a Lei nº 7.274/2023, atuará como instância consultiva e colaborativa na formulação de políticas voltadas ao hip-hop, ampliando a escuta e o protagonismo dos artistas e coletivos do DF. A lista completa de habilitados e inabilitados, bem como as orientações para envio de recursos, está disponível na aba “Editais” do site da Secec-DF.   *Com informações da Secretaria de Cultura e Economia Criativa

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GDF conquista o maior prêmio de Qualidade de Vida no Trabalho da América Latina

O Governo do Distrito Federal (GDF) alcançou nesta quarta-feira (3), em São Paulo, um marco importante. Por meio da Secretaria-Executiva de Valorização e Qualidade de Vida (Sequali), a Secretaria de Economia (Seec-DF) recebeu o Prêmio Nacional de Qualidade de Vida (PNQV) — a maior e mais respeitada premiação da América Latina dedicada a reconhecer programas que transformam a rotina de trabalhadores nos ambientes corporativos. Entre empresas e órgãos públicos, premiação deste ano teve 18 indicados | Foto: Divulgação/Seec-DF O PNQV simboliza o reconhecimento do compromisso de cuidar de quem cuida da população todos os dias. Promovido pela Associação Brasileira de Qualidade de Vida (ABQV), o prêmio chegou à 28ª edição valorizando instituições que investem em ações efetivas de saúde, bem-estar e desenvolvimento humano. Nesta edição, 18 empresas e órgãos públicos foram contemplados. “O PNQV confirma nosso protagonismo nacional em qualidade de vida no trabalho”, ressaltou o secretário de Economia, Daniel Izaias de Carvalho. “Cuidar dos servidores fortalece a administração pública e valoriza as pessoas. Esse resultado confirma a atuação do GDF na construção de um ambiente mais humano, moderno e comprometido com quem entrega serviços essenciais todos os dias à população.’’ O secretário-executivo de Valorização e Qualidade de Vida, Epitácio Júnior, que representou o GDF na cerimônia de premiação, reforçou: “Somos agora três vezes certificados, lado a lado com as maiores empresas do Brasil e grandes multinacionais — uma conquista excepcional para a administração pública”. Qualidade de vida na prática O reconhecimento do PNQV nasce de um conjunto de iniciativas que, ao longo dos últimos anos, têm transformado o ambiente de trabalho e a vida dos servidores públicos do DF. São ações que integram cuidado, saúde, acolhimento, formação e valorização profissional, sempre com foco no bem-estar integral. [LEIA_TAMBEM]Veja abaixo alguns dos programas e projetos que fortalecem a PNQV. Espaço Qualidade de Vida ⇒ Local de convivência que oferece conforto e praticidade aos servidores e colaboradores do Distrito Federal. O ambiente reúne diversas áreas pensadas para o bem-estar, como refeitório, sala de jogos, sala de estudo, sala de descompressão e leitura, sala de meditação, sala de inovação e atendimento multidisciplinar em saúde Academia Buriti ⇒ Referência em incentivo à prática regular de exercícios, contribuindo para mais saúde, disposição e prevenção de doenças Proamis ⇒ Programa de Atenção Materno-Infantil, que acompanha gestantes, puérperas, lactantes e tentantes, oferecendo cuidado especializado e humanizado Berçário Institucional Buriti ⇒ Espaço seguro e acolhedor para crianças, permitindo que mães servidoras desenvolvam suas atividades com mais tranquilidade Selo QualiVida ⇒ Certificação que reconhece órgãos que implementam boas práticas de saúde e bem-estar no ambiente de trabalho Clube de Desconto ⇒ Iniciativa que amplia o acesso dos servidores a produtos e serviços por valores diferenciados DF Superior ⇒ Programa que concede desconto nas instituições de ensino superior Projetos culturais e de integração ⇒ Voz da Casa, Feira Pet, Brasília em Foto e o Concurso de Desenho fortalecem vínculos, revelam talentos e promovem pertencimento Capacitações ⇒ Ações de formação continuada voltadas ao desenvolvimento e à capacitação dos servidores em temas de qualidade de vida Consultorias técnicas ⇒ Apoio especializado da equipe da Sequali para que cada órgão desenvolva programas de QVT adequados às suas necessidades Política de Bem-Estar e Saúde Mental ⇒ Lançada por meio do Decreto nº 47.412, de 4 de julho deste ano, a política é voltada aos servidores públicos do Distrito Federal e tem como objetivo desmistificar temas relacionados à saúde mental, fomentar a psicoeducação e fortalecer uma cultura organizacional baseada no acolhimento, no apoio mútuo e na valorização da saúde integral. Busca, também, prevenir o adoecimento e promover ambientes de trabalho saudáveis, seguros e produtivos. *Com informações da Secretaria de Economia  

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Parceria na Segurança Pública busca aperfeiçoamento das políticas distritais

Representantes da Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF) e do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) participaram, nesta quarta-feira (3), da 30ª Reunião Ordinária do Conselho Distrital de Segurança Pública (Condisp). A reunião marca a consolidação de uma segurança pública orientada por legalidade, cooperação e construção coletiva.  “Realizar a 30ª Reunião Ordinária do Condisp no Ministério Público reforça nosso compromisso com uma segurança pública integrada, orientada pela legalidade e pelo diálogo permanente entre instituições”, declarou o secretário de Segurança Pública, Sandro Avelar, que preside o Condisp. Reunião contou com apresentação de ações adotadas em conjunto para prestar atendimento à população em situação de rua | Foto: Divulgação/SSP-DF “As ações das forças de segurança são conduzidas de maneira estratégica, fundamentadas em princípios de boa governança, inteligência, integração e interlocução contínua com todos os atores envolvidos na temática”, prosseguiu o titular da SSP-DF. “A cooperação com o MPDFT, especialmente no planejamento de operações e grandes eventos, tem ampliado a eficiência e a legitimidade das entregas à população.”   “O enfrentamento da violência exige uma agenda articulada e constante. A cooperação entre as instituições é essencial para transformar ações isoladas em avanços permanentes para toda a sociedade”  Georges Seigneur, procurador-geral de Justiça do Distrito Federal e Territórios Durante o encontro, foram apresentadas as ações que o MPDFT e a SSP-DF estão adotando com vistas à prestação de atendimento humanizado à população em situação de rua. Também foi feita a entrega do Diploma de Honra ao Mérito a conselheiros e personalidades indicadas. “Uma das finalidades do Condisp é propor diretrizes para políticas públicas de segurança e defesa social, por isso é tão importante a participação das entidades e da sociedade civil”, reforçou Avelar. Em sua fala, o procurador-geral de Justiça do Distrito Federal e Territórios, Georges Seigneur, enfatizou a relevância de uma atuação conjunta na elaboração de soluções voltadas ao combate à violência no DF: “O enfrentamento da violência exige uma agenda articulada e constante. A cooperação entre as instituições é essencial para transformar ações isoladas em avanços permanentes para toda a sociedade”. Políticas públicas [LEIA_TAMBEM]As reuniões do Condisp são bimestrais, e o calendário anual já está definido. Com o novo formato itinerante e o fortalecimento da aliança com o MPDFT, o Conselho reafirma o papel estratégico como instância de formulação, articulação e monitoramento das políticas de segurança pública do DF — sempre pautado pela cooperação entre instituições, pelo controle social e pelo compromisso permanente com a defesa da legalidade e da vida. Criado pela Lei Distrital nº 6.430/2019, o Condisp integra o Sistema Único de Segurança Pública (Susp) e atua como órgão permanente, consultivo, propositivo e de acompanhamento social da Política Distrital de Segurança Pública. Entre suas competências essenciais estão a elaboração de estudos e ações voltadas ao aumento da eficiência das políticas setoriais, bem como a proposição de diretrizes para a prevenção e repressão da violência e criminalidade. Sua composição plural, que reúne órgãos públicos, carreiras de segurança, entidades de classe, conselhos comunitários, grupos de pesquisa e sociedade civil organizada, solidifica o caráter participativo e democrático deste espaço de governança. *Com informações da Secretaria de Segurança Pública

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Boletim temático anual mostra que taxa de desemprego aberto da população negra caiu no DF  

O Instituto de Pesquisa e Estatística do Distrito Federal (IPEDF) divulgou novos dados sobre a participação da população negra no mercado de trabalho do DF em 2024. Os resultados do boletim temático anual mostram que a taxa de desemprego aberto da população negra caiu, passando de 15,1% para 14,3%. A população negra apresenta uma taxa de participação no mercado de trabalho de 66,6% e alcança 61,9% da população ocupada no DF. Estudos do IPEDF levantam a importância do reforço às políticas públicas para a população negra no DF | Imagem: Divulgação/IPEDF Os setores de atividade de maior inserção da população negra são os de construção (74,3%), indústria (69,1%) e comércio (68,2%). As menores participações são observadas no setor de serviços (59,3%) e no setor público (49,2%). A forma mais comum de inserção dos trabalhadores negros no mercado de trabalho é com carteira assinada no setor privado, que reúne 45,1% das pessoas contratadas, seguido pelos autônomos. Ocupações e rendimentos [LEIA_TAMBEM]Entre os ocupados, foram identificados trabalhadores em postos de trabalho no setor privado sem carteira assinada (7,5%). Já o emprego doméstico (6,3%) é formado por 95% de trabalhadoras negras mulheres. O tempo de procura por uma colocação é de dez meses, menor do que entre os trabalhadores não negros. Em relação aos rendimentos, os trabalhadores negros recebem, em média, R$ 3.816, enquanto um não negro ganha R$ 6.568. Os rendimentos dos trabalhadores negros assalariados no setor privado com carteira assinada foram de R$ 2.652; sem carteira assinada, de R$ 2.491. Já no setor público, esse rendimento foi de R$ 9.404; entre os autônomos, de R$ 2.932; e, para os empregados domésticos, de R$ 1.560. Para a diretora do IPEDF, Francisca Lucena, os resultados apontam a importância de políticas públicas específicas para esse grupo de trabalhadores. “A população negra movimenta a economia e sustenta grande parte da força de trabalho do DF, mas ainda enfrenta desafios em relação aos postos de trabalho ocupados e à remuneração”, conclui. Confira o boletim na íntegra.    *Com informações do IPEDF

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Plenarinha Distrital promove protagonismo infantil e reflexão sobre cidadania

A XIII Plenarinha Distrital, realizada na última sexta-feira (7), no auditório da Escola de Aperfeiçoamento dos Profissionais da Educação (Eape), celebrou o compromisso da rede pública do Distrito Federal com a participação das crianças nos processos educativos e nas discussões sobre cidadania. O encontro reuniu estudantes, professores e gestores para refletir sobre práticas pedagógicas que fortalecem o respeito, a inclusão e o diálogo desde a primeira infância. A secretária de Educação, Hélvia Paranaguá, destacou a relevância da iniciativa como espaço de aprendizagem cidadã e valorização das vozes infantis. Segundo ela, as discussões promovidas durante o evento extrapolam o ambiente escolar e contribuem para a formação de indivíduos mais conscientes e empáticos. “A Plenarinha foca nas questões da cidadania e mostra para a criança, desde cedo, o valor de ser um cidadão que respeita o outro, que não pratica violência, que tem cuidado com os animais e que entende o sentido da inclusão e da empatia”, afirmou. Hélvia Paranaguá: "A Plenarinha foca nas questões da cidadania e mostra para a criança, desde cedo, o valor de ser um cidadão que respeita o outro" | Fotos: Mary Leal/SEEDF A secretária também destacou que o protagonismo das crianças é o maior resultado desse processo educativo. “Os professores fortalecem a convivência e o respeito. O resultado está nos quatro temas debatidos: empatia, inclusão, cuidado e harmonia. Quando começamos a tratar dessas questões na primeira infância, formamos uma sociedade muito melhor”, completou. Participação e cidadania Durante a abertura, estudantes das coordenações regionais de ensino do Núcleo Bandeirante, Taguatinga, Sobradinho, Santa Maria, São Sebastião e Samambaia compuseram simbolicamente a mesa, representando a diversidade da rede pública e a força da infância como agente de transformação social. Estudantes de diferentes coordenações regionais de ensino participaram da composição simbólica da mesa  “Estamos trazendo o resultado de uma prática que valoriza a ação e a participação dos pequenos em atividades lúdicas voltadas à aprendizagem, um momento importante para mostrar que as crianças exercem sua cidadania”, disse a chefe da Unidade Regional de Educação Básica da CRE do Plano Piloto, Juciele Rosa. Ela também falou sobre o compromisso das escolas em promover experiências educativas que unem afeto, intencionalidade pedagógica e escuta ativa. “Temos uma educação infantil com esse foco em brincar e aprender como parte de uma rotina que desenvolve habilidades e valores fundamentais para a vida em sociedade”, completou. Escuta e compromisso As demandas das crianças foram encaminhadas a autoridades da Secretaria de Educação O encontro foi marcado por momentos de reflexão. As apresentações dos comitês mirins revelaram o resultado de meses de pesquisa, diálogo e criação coletiva. As crianças investigaram temas de interesse comum e elaboraram propostas para aprimorar os espaços escolares e fortalecer o vínculo com as comunidades onde vivem. [LEIA_TAMBEM]A coordenadora do Centro de Educação da Primeira Infância (Cepi) Olhos d’Água, Sara Ledo, explicou que o projeto envolveu as crianças em ações que reuniram cuidado, criatividade e responsabilidade social. “As crianças foram protagonistas de ações para a melhoria da escola. Criaram uma horta, plantaram alface e cenoura, montaram o Jardim Arco-Íris para deixar o ambiente mais bonito e perfumado, além de promoverem passeatas para conscientizar a vizinhança sobre o cuidado com os pets e o espaço ao redor da escola”, contou. Ao final, as propostas elaboradas pelos comitês mirins foram entregues às autoridades educacionais, simbolizando o reconhecimento da importância da escuta infantil nos processos de decisão. Cada documento reuniu reivindicações, sonhos e ideias construídas a partir das experiências e dos olhares das próprias crianças, tornando um exercício concreto de cidadania desde a primeira infância. *Com informações da Secretaria de Educação do DF  

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Encontro celebra integração entre leitura e políticas públicas no DF

Bibliotecas que se tornam verdadeiros centros culturais comunitários. Essa é uma das propostas do II Seminário Cultura e Educação: Pensando um DF que lê, cujo início foi na quarta-feira (29), no auditório da Unidade-Escola de Aperfeiçoamento dos Profissionais da Educação (Eape). O evento reúne educadores, gestores e profissionais da cultura em torno de um objetivo comum: fortalecer o papel das bibliotecas e da leitura na formação cidadã e na construção de uma sociedade mais crítica e participativa. A cerimônia de abertura contou com uma mesa composta por autoridades da Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal (SEEDF), da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF) e do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do DF (Sebrae-DF). A subsecretária de Educação Básica, Iêdes Braga, discursou na abertura e destacou a relevância do seminário para o fortalecimento das práticas leitoras nas escolas e bibliotecas do Distrito Federal. “Ao promover o encontro entre cultura e educação, valorizamos o livro como instrumento de transformação social e ampliamos as oportunidades de acesso à leitura para estudantes e comunidades”, afirmou Iêdes. Na abertura, a subsecretária de Educação Básica, Iêdes Braga, destacou a relevância do seminário para fortalecer práticas leitoras nas escolas | Fotos: Mary Leal/SEEDF Três dias de programação integrada O seminário segue até sexta-feira (31) com uma programação diversificada, que inclui mesas-redondas, oficinas, exibição de documentário e feira literária. O evento é o resultado da cooperação entre a SEEDF e a Secec e tem como propósito fortalecer as políticas públicas de leitura, do livro e das bibliotecas no Distrito Federal, estimulando o diálogo entre educadores, bibliotecários, escritores e gestores culturais. O subsecretário de Patrimônio Cultural da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec), Felipe Ramon, destacou a relevância da parceria. “Pensar um DF que lê é um desafio interdisciplinar. Por isso, estamos muito felizes com essa união de esforços para garantir às próximas gerações pleno acesso ao livro e à leitura”, afirmou. A coordenadora de Educação Empreendedora do Sebrae-DF, Ana Emília Cardoso, ressaltou o papel transformador da leitura na formação dos discentes. “É uma alegria representar o Sebrae neste seminário, ao lado de quem faz da leitura uma ponte entre o conhecimento e o futuro dos nossos estudantes. Cada livro aberto em uma escola pública é uma semente plantada — de curiosidade, de sensibilidade e de sonho”, afirmou. Realizado durante a Semana Nacional do Livro e da Biblioteca, o encontro reafirma o compromisso das duas pastas com a democratização do acesso ao livro e a valorização das bibliotecas escolares e comunitárias como espaços de aprendizado e integração social. A nova legislação nacional amplia o conceito de biblioteca para firmar-se também como um espaço cultural. A programação contou com a palestra “Diálogos na pesquisa sobre literatura: universidades, escolas e bibliotecas” da professora e pesquisadora Regina Dalcastagnè, da UnB Mesas e oficinas O gerente das Políticas de Leitura, do Livro e das Bibliotecas da SEEDF, Hamilton Cavalcante, destacou que o seminário é um momento para que professores, bibliotecários e estudantes explorem maneiras de dinamizar esses espaços e fortalecer o incentivo à leitura. “Nosso objetivo é justamente esse, transformar a biblioteca no coração da escola e da comunidade, um lugar vivo de encontros, cultura e aprendizado”, afirmou. A programação do seminário foi aberta pela palestra “Diálogos na pesquisa sobre literatura: universidades, escolas e bibliotecas” da professora e pesquisadora Regina Dalcastagnè, da Universidade de Brasília (UnB). Ela enfatizou a importância do diálogo entre diferentes instituições na promoção da leitura. “O seminário é uma oportunidade de construir pontes e pensar ações conjuntas para valorizar as bibliotecas como espaços culturais vivos, atrativos e inclusivos”, afirmou. O segundo dia do evento, também na Eape, foi dedicado a oficinas práticas voltadas a professores, bibliotecários e servidores interessados em desenvolver ações de incentivo à leitura e mediação literária nos espaços escolares e comunitários. O evento tem como objetivo fortalecer o papel das bibliotecas e da leitura na formação cidadã Encerramento com estudantes e feira literária Na sexta-feira (31), as atividades ocorrem em dois palcos culturais de Brasília. Pela manhã, o Cine Brasília recebe estudantes dos 4º e 5º anos para a exibição do documentário Além do Sonho, seguida de debate com os autores e o diretor do filme Quem Construiu Brasília. À tarde, o Teatro Nacional sedia a Feira Literária, que contará com estandes de escritores, clubes de leitura e bibliotecas escolares, encerrando oficialmente o seminário. Em sua segunda edição, o evento consolida-se como uma referência na promoção da leitura e na integração entre cultura e educação. Mais do que um espaço de reflexão, o seminário busca construir estratégias conjuntas para fortalecer a cultura literária do DF, ampliar o acesso aos livros e incentivar a formação de leitores críticos e participativos. *Com informações da Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF)

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População idosa amplia participação no mercado de trabalho do Distrito Federal

O número de idosos no Distrito Federal segue em crescimento e vem ganhando destaque na dinâmica do mercado de trabalho. Dados da Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED-DF), realizada pelo Instituto de Pesquisa e Estatística do Distrito Federal (IPEDF) em parceria com o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), indicam que, no biênio 2023–2024, a população com 60 anos ou mais representava pouco mais de um quinto dos habitantes em idade ativa, cerca de 523 mil pessoas. Desse total, 20% estão inseridos no mercado de trabalho, o equivalente a aproximadamente 105 mil idosos. Aumento da relação com o trabalho é indicativo de maior longevidade e ampliação das oportunidades voltadas a idosos | Foto: Divulgação/IPEDF A proporção desse grupo na força de trabalho aumentou em relação ao período anterior, passando de 19,1% para 20%. O avanço ocorre em um contexto de maior longevidade e de ampliação das oportunidades voltadas a essa faixa etária. “A pesquisa retrata um aspecto bastante relevante da condição social brasileira e regional — os idosos permanecem na estrutura produtiva, seja pela necessidade de participação social, seja pela busca de renda” Lucia Garcia, economista do Dieese Segundo a pesquisa, os idosos ocupados concentram-se principalmente no setor de serviços, responsável por mais de dois terços das vagas dessa população, seguido do comércio e reparação (16,2%). A construção civil e a indústria de transformação também mantêm participação relevante, com cerca de 6% cada. Ocupações nos setores O levantamento mostra ainda que 47,6% dos idosos ocupados são assalariados, sendo 22,8% no setor público e 24,8% no privado. Outros 29,9% atuam como autônomos, e 7,8% são empregadores. O nível de ocupação dessa população cresceu 9% entre 2022 e 2024, impulsionado principalmente pelo comércio (alta de 23,1%) e pelos serviços (8,1%). [LEIA_TAMBEM]As mulheres representam 60,2% do total de idosos no DF, embora os homens predominem entre os economicamente ativos (57,4%). Entre os inativos, que somam 418 mil pessoas, a principal razão para não trabalhar é a aposentadoria (69,9%), seguida pelos afazeres domésticos (13,8%) e por outras atividades não laborais (15,5%). A maioria (85,9%) já teve experiência anterior de trabalho, e 72% deixaram o último emprego há mais de cinco anos. A jornada média semanal da população idosa ocupada é de 39 horas, com rendimento real mensal médio de R$ 5.778. Em relação à renda dos inativos, a PED-DF aponta que o valor médio das aposentadorias foi de R$ 5.476, enquanto o das pensões alcançou R$ 3.819. “A PED retrata um aspecto bastante relevante da condição social brasileira e regional — os idosos permanecem na estrutura produtiva, seja pela necessidade de participação social, seja pela busca de renda”, avalia Lucia Garcia, técnica e economista do Dieese. “A relevância que vemos deste segmento nas esferas política, artística e intelectual, portanto, reflete um movimento mais amplo, que demanda políticas públicas e adaptação dos espaços organizacionais.” Veja o boletim.  *Com informações do IPEDF

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Portal reúne dados para orientar políticas públicas e amplia a transparência sobre a realidade feminina no DF

Criado pelo Governo do Distrito Federal (GDF), o Observatório de Violência Contra a Mulher e Feminicídio tem se consolidado como uma ferramenta essencial para promover a igualdade de gênero e aprimorar as políticas públicas voltadas às mulheres. Coordenado pela Secretaria da Mulher (SMDF) e regulamentado pelo Decreto nº 45.174, de 21 de novembro de 2023, o órgão atua na coleta e análise de dados que orientam ações estratégicas em diversas áreas. Nos seis primeiros meses deste ano, a rede de atendimento à mulher registrou 24.983 atendimentos psicossociais, acolhendo 11.226 mulheres em situação de vulnerabilidade. Os números integram o banco de dados do observatório, que reúne informações sobre escolaridade, saúde, emprego, programas sociais e segurança pública. De acordo com a vice-governadora do DF, Celina Leão, o observatório foi criado para fortalecer as políticas de combate à violência contra as mulheres. “O Observatório [de Violência Contra a Mulher e Feminicídio] tem como principais objetivos contribuir para a igualdade de gênero, ampliar o debate sobre as questões femininas e produzir diagnósticos qualificados sobre a situação das mulheres”, afirmou. A Secretaria da Mulher é responsável por articular com órgãos e entidades, receber e encaminhar dados oficiais sobre as mulheres ao Comitê Gestor, além de divulgar informações e resultados de pesquisas realizadas. Os dados são atualizados trimestralmente e abrangem temas como escolaridade, saúde, emprego, programas sociais e segurança pública. A Secretaria da Mulher é responsável por articular com órgãos e entidades, receber e encaminhar dados oficiais sobre as mulheres ao Comitê Gestor, além de divulgar informações e resultados de pesquisas realizadas | Foto: Divulgação/SMDF A secretária da Mulher, Giselle Ferreira, destacou que a iniciativa reforça o compromisso do GDF com a transparência e a efetividade das ações públicas. “Esses dados são fundamentais para consolidar políticas públicas que façam diferença na vida das mulheres, mostrando o empenho do governo em prevenir e enfrentar a violência de gênero”, disse. O Comitê Gestor do observatório é formado por representantes de órgãos e entidades estratégicos, como o Instituto de Pesquisa e Estatística do Distrito Federal (IPEDF), a Secretaria de Educação (SEEDF) e a Secretaria de Saúde (SES-DF). Juntos, eles garantem a atualização periódica das informações e a integração dos dados em nível distrital. Segundo a secretária-executiva do observatório, Letícia Araújo, o portal é uma ferramenta essencial para gestores, pesquisadores e para a própria sociedade. “Com base nos dados, é possível tomar decisões mais assertivas e compreender melhor a realidade das mulheres. O Observatório de Violência Contra a Mulher e Feminicídio reúne informações atualizadas de 2023, 2024 e 2025, disponíveis a qualquer cidadão, fortalecendo a transparência e a construção de políticas públicas baseadas em evidências”, explicou. A ampliação da atuação do colegiado foi impulsionada pelo aumento do orçamento da Secretaria da Mulher, que cresceu 743% entre 2020 e 2024. Enquanto em 2020 foram aplicados pouco mais de R$ 10,3 milhões, no ano passado o valor empenhado chegou a R$ 86,9 milhões. O Observatório conta ainda com a colaboração de órgãos públicos federais, estaduais e municipais, além de organismos internacionais, o que amplia sua capacidade de análise e ação no combate à violência de gênero. A população pode acessar os dados e acompanhar as atualizações pelo site observatoriodamulher.df.gov.br. *Com informações da Secretaria da Mulher do Distrito Federal (SMDF)

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Conselho define prioridades e planeja ações para fortalecer políticas de gênero no DF

A quinta reunião ordinária do Conselho dos Direitos da Mulher do Distrito Federal (CDM-DF), vinculado à Secretaria da Mulher (SMDF), foi realizada nesta segunda-feira (6), na Escola de Governo (Egov), em formato presencial e online. O encontro teve como objetivo definir as principais ações e estratégias voltadas à promoção dos direitos das mulheres na capital do país. Entre os temas debatidos estiveram a aprovação da ata da 3ª Reunião Extraordinária do CDM-DF 2025, a apresentação do relatório de participação da 5ª Conferência Distrital e Nacional de Políticas para as Mulheres e a definição da Comissão Organizadora e do Grupo de Trabalho responsável por elaborar o Planejamento Estratégico e o Orçamento do CDM-DF 2026. Em sua quinta edição, a reunião ordinária do Conselho dos Direitos da Mulher do Distrito Federal definiu as principais ações e estratégias voltadas à promoção dos direitos das mulheres | Foto: Samuel Marques/SMDF Segundo a vice-governadora do DF, Celina Leão, o Conselho tem papel essencial na formulação de políticas públicas e na ampliação da participação feminina no desenvolvimento do Distrito Federal. “A nossa finalidade é debater ações que assegurem a igualdade de gênero e a efetivação dos direitos das mulheres”, destacou. "É a partir do diálogo com a sociedade civil que conseguimos desenvolver ações que acolhem e fortalecem as mulheres do Distrito Federal" Giselle Ferreira, secretária da Mulher O colegiado também conta com a participação de órgãos consultivos, como o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), o Tribunal de Justiça do DF e Territórios (TJDFT), a Câmara Legislativa (CLDF), a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e a Universidade de Brasília (UnB). O grupo tem ainda a atribuição de incentivar estudos, debates e pesquisas voltados ao público feminino. A presidente do Conselho e secretária da Mulher, Giselle Ferreira, ressaltou a importância do espaço de diálogo plural. “O Conselho tem um papel fundamental na construção de políticas públicas mais justas e eficazes. É a partir do diálogo com a sociedade civil que conseguimos desenvolver ações que acolhem e fortalecem as mulheres do Distrito Federal. Temos intensificado campanhas de conscientização, como o Agosto Lilás e o Outubro Rosa, que ajudam a transformar a vida de muitas famílias e ampliam a procura pelos nossos equipamentos de atendimento”, afirmou. Sobre o Conselho dos Direitos da Mulher [LEIA_TAMBEM]Criado em 1988, o Conselho é um órgão consultivo e deliberativo que tem como missão formular e propor diretrizes para ações governamentais voltadas à promoção da liberdade, da igualdade de oportunidades e ao fortalecimento do protagonismo feminino nos âmbitos econômico, social, político e cultural do Distrito Federal. Ao todo, são 12 representantes do poder público do DF que formam o colegiado: secretarias da Mulher (SMDF), de Saúde (SES-DF), de Educação (SEEDF), da Pessoa com Deficiência (SEPD), de Economia (Seec-DF), de Justiça e Cidadania (Sejus-DF), de Segurança Pública (SSP-DF), de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) e de Governo (Segov-DF), além da Casa Civil, da Defensoria Pública e do Instituto de Pesquisa e Estatística do Distrito Federal (IPEDF). Mais informações sobre o Conselho dos Direitos da Mulher estão disponíveis na rede social do colegiado. *Com informações da Secretaria da Mulher (SMDF)

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Pesquisa busca conhecer perfil dos protetores de animais no Distrito Federal

A Secretaria Extraordinária de Proteção Animal (Sepan-DF), em parceria com o Instituto de Pesquisa e Estatística do Distrito Federal (IPEDF), lança nesta quarta-feira (1º) o Formulário de Protetores de Animais. A ferramenta online tem o objetivo de identificar voluntários e entidades que acolhem cães e gatos no DF e no Entorno, subsidiando a pasta na implementação de ações mais eficientes de proteção animal. Questionário online vai identificar voluntários e entidades que acolhem cães e gatos no DF e no Entorno | Foto: Matheus H. Souza/Agência Brasília O questionário reúne informações como número de animais acolhidos, local de acolhimento, recursos utilizados e principais desafios enfrentados pelos protetores. Os dados coletados vão auxiliar a secretaria no planejamento de políticas públicas voltadas ao cuidado, à assistência e à proteção dos animais. “Conhecer quem cuida de cães e gatos na nossa capital, como cuida e, principalmente, quais as principais dificuldades que enfrenta, é essencial para que possamos direcionar nossas ações e fazer com que o Estado seja mais efetivo. Esse cadastro vai nos dar base para apoiar protetores, aprimorar nossas políticas públicas e conceder benefícios”, explica o secretário de Proteção Animal, Cristiano Cunha. O diretor-presidente do IPEDF, Manoel Clementino, frisou que “o papel do Instituto é auxiliar as ações da Sepan para que esse cadastro inédito seja acessado, criando um novo mecanismo que visa mapear quem são as pessoas e entidades que defendem e cuidam dos animais”. [LEIA_TAMBEM]A participação expressiva dos protetores é fundamental para que os dados coletados permitam mapear os problemas enfrentados, além de dimensionar quem são e onde estão os voluntários e as entidades que acolhem e cuidam de cães e gatos no Distrito Federal e Entorno. O formulário pode ser preenchido de 1º a 31 de outubro e estará disponível no site da Sepan a partir desta quarta. *Com informações da Secretaria Extraordinária de Proteção Animal (Sepan-DF)

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Governo do DF expande parceria internacional para ampliar qualificação em políticas públicas

Agência Brasília · GOVERNO DO DF EXPANDE PARCERIA INTERNACIONAL PARA AMPLIAR QUALIFICAÇÃO EM POLÍTICAS PÚBLICAS Nesta quinta-feira (25), o governador Ibaneis Rocha se reuniu com representantes do Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa (ISCSP-ULisboa) para incluir a Universidade do Distrito Federal Professor Jorge Amaury Maia Nunes (UnDF) no acordo de cooperação acadêmica, científica e técnica entre as instituições. A parceria tem validade de cinco anos, com possibilidade de prorrogação por igual período. A parceria concede, entre as ações previstas, a oferta de dois cursos de mestrado voltados exclusivamente para servidores do Governo do Distrito Federal (GDF): um em Política Social e outro em Gestão e Políticas Públicas. As formações devem ocorrer em formato híbrido, com atividades presenciais em Brasília e em Lisboa. O Memorando de Entendimento entre o GDF, o ISCSP-ULisboa e a UnDF será publicado no Diário Oficial do Distrito Federal. Governador Ibaneis Rocha: “Eu tive a oportunidade de fazer o meu mestrado na Universidade de Ciências Sociais e Políticas, e agora eu trago eles aqui para que a gente possa qualificar o nosso pessoal do DF também, por meio da UnDF" | Fotos: Renato Alves/Agência Brasília Segundo o governador Ibaneis Rocha, a iniciativa reforça o compromisso da atual gestão com a qualificação dos quadros do serviço público. “Eu tive a oportunidade de fazer o meu mestrado lá em Lisboa, na Universidade de Ciências Sociais e Políticas, e agora eu trago eles aqui para que a gente possa qualificar o nosso pessoal do Distrito Federal também, por meio da UnDF. Então, teremos inicialmente 20 vagas de mestrado para que a gente possa melhorar a qualidade do serviço na nossa cidade”, afirmou. O memorando prevê que cada instituição será responsável pelos próprios custos, sem transferência de recursos entre os signatários. O acordo também será regido conforme as normas do direito internacional, além das legislações em vigor em Portugal e no Brasil. Para a reitora da UnDF, Simone Benck, a capacitação internacional vai beneficiar, principalmente, os professores da universidade: “A princípio, a turma será constituída para formação principalmente do corpo docente da universidade e de servidores técnicos da universidade. Mas há a possibilidade de termos vagas para servidores também do Distrito Federal. O processo de seleção tem de ser isonômico, então em breve todos os critérios vão estar dispostos no edital específico”. Além do governador Ibaneis Rocha e da reitora Simone Benck, participaram do encontro o presidente da ISCSP da ULisboa, Ricardo Ramos Pinto; o professor Joaquim Croca Caeiro; e o secretário-executivo de Relações Internacionais, Paulo Cesar Chaves.

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Conferência de assistência social reúne mais de 430 participantes em dois dias de evento

Com o tema “20 anos do Suas: construção, proteção social e resistência”, o Distrito Federal sediou na quinta (18) e nesta sexta-feira (19) a 16ª Conferência Distrital de Assistência Social. O encontro, realizado no auditório da Legião da Boa Vontade (LBV), na 915 Sul, reuniu trabalhadores do Sistema Único de Assistência Social (Suas), entidades e usuários para avaliar e aprimorar a política de desenvolvimento social do DF. Cerca de 430 pessoas e 113 delegados participaram do evento, organizado pelo Conselho de Assistência Social do Distrito Federal (CAS-DF), vinculado à Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF). “Foi a primeira vez que conseguimos fazer uma conferência com a expressiva participação dos usuários. Isso ocorreu graças à atuação das redes, à mobilização das unidades e do fórum de usuários coordenado pela conselheira Ângela, que faleceu recentemente”, destaca a secretária executiva do CAS-DF, Rafaella da Câmara. A 16ª Conferência Distrital de Assistência Social discutiu as propostas aprovadas nas oito conferências regionais preparatórias | Foto: Renato Raphael/Sedes-DF Moradora da Vila Roriz, em Planaltina, Maria do Livramento Araújo, de 77 anos, é acompanhada pelo Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos de Planaltina há pouco mais de dois anos e fez questão de participar das conferências regional norte e distrital. “Estou muito feliz de contribuir com a conferência. Me sinto honrada de poder falar aqui sobre a importância de ter ações mais voltadas para um cuidado maior com os idosos”, conta. O encontro discutiu as propostas aprovadas nas oito conferências regionais preparatórias, divididas por territórios, e nas sete conferências livres, organizadas por diferentes segmentos da população e movimentos sociais. “A conferência é muito importante porque mobiliza usuários, trabalhadores e entidades da assistência social para fazer uma reflexão sobre como tem funcionado e pensar o que é necessário para aprimorar e fortalecer a política de assistência no DF. Então, é um momento estratégico para que a população participe, para que quem trabalha participe, para que quem executa participe do processo, porque temos uma construção coletiva, com participação e mobilização das pessoas. Isso fortalece muito o Sistema Único de Assistência, que é pensado para ter essa participação, para ter essa mobilização, para que as pessoas também entendam a importância e a relevância da política de assistência social”, ressalta o presidente do CAS-DF e subsecretário de Assistência Social da Sedes, Coracy Chavante. Maria do Livramento Araújo, moradora da Vila Roriz: "Me sinto honrada de poder falar aqui sobre a importância de ter ações mais voltadas para um cuidado maior com os idosos" | Foto: Divulgação/Sedes-DF Foram aprovadas duas propostas por eixo para o DF e uma para a União, além da escolha dos 12 delegados que vão representar o Distrito Federal na Conferência Nacional de Assistência Social, marcada entre os dias 9 e 12 de dezembro. Entre as propostas aprovadas estão a necessidade de um novo concurso público para aumentar a capacidade de atendimento na rede de proteção social e a criação de transporte público gratuito para usuários do Suas. [LEIA_TAMBEM]“As propostas aprovadas no Distrito Federal contribuem para fortalecer nossa rede de proteção social porque refletem as demandas da população, das entidades e dos trabalhadores do Suas. Os debates também servem de base para o encontro nacional”, pontua a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. A 16ª Conferência Distrital de Assistência Social trabalhou cinco eixos, conforme determinação do Conselho Nacional de Assistência Social: Universalização do Suas: acesso integral com equidade e respeito às diversidades; Aperfeiçoamento contínuo do Suas: inovação, gestão descentralizada e valorização profissional; Integração de benefícios e serviços socioassistenciais: fortalecendo a proteção social, segurança de renda e inclusão social no Suas; Gestão democrática, informação no Suas e comunicação transparente: fortalecendo a participação social no Suas. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF)

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'Revista Com Censo': 42ª edição traz dossiê sobre capacitismo

Na última sexta-feira (12) foi lançada a 42ª edição da Revista Com Censo — Estudos Educacionais do Distrito Federal. A publicação destaca na capa a obra Experimentar, do artista Victor Hugo Soulivier, e uma entrevista com Júlio Barros, coordenador do Fórum Distrital de Educação. O evento de lançamento foi transmitido pelo canal do YouTube da Unidade-Escola de Formação Continuada dos Profissionais da Educação (Eape). Os artigos, relatos de experiência e resenhas que compõem a edição regular da revista examinam um conjunto de pesquisas que delineiam um panorama multifacetado das interfaces entre educação, políticas públicas e desigualdades socioespaciais no Distrito Federal. Cada contribuição oferece perspectivas singulares sobre os desafios e possibilidades da prática educativa, articulando fundamentos teóricos, análises críticas e relatos de vivências que reforçam o papel transformador da escola na construção de uma sociedade mais justa, democrática e sensível à diversidade. A 42ª edição da Revista Com Censo — Estudos Educacionais do Distrito Federal destaca na capa a obra Experimentar, do artista Victor Hugo Soulivier | Foto: Felipe Noronha/ SEEDF Um dos pontos altos da edição é o dossiê especial intitulado Capacitismo — um espaço de observação do sujeito e do social. O objetivo é ampliar o debate sobre o corpo, a deficiência e as práticas pedagógicas que desafiam a normatividade e promovem uma educação verdadeiramente inclusiva. A nova edição da Com Censo já pode ser acessada online. “Essa edição está bem legal. A gente tem como capa uma obra do Soulivier, que é um jovem artista de Brasília, muito talentoso, além de uma entrevista muito interessante em que o professor Júlio fala de toda a organização do Plano Distrital de Educação e do Plano Nacional de Educação”, afirmou André Arantes, editor-chefe da revista. Ele ressaltou, ainda, que os trabalhos apresentados são frutos da vivência dos professores, trazendo diversidade e a visão de uma escola plural, cultural e democrática. Revista Com Censo Jovem [LEIA_TAMBEM]Já nesta segunda-feira (15), a Eape lança, às 9h, o primeiro videocast da Revista Com Censo Jovem, periódico científico que publica artigos e relatos de experiências de estudantes sob a orientação de professores.  Em mais um episódio do podcast Prosa ao Pé do Ouvido, as professoras Bárbara Boaventura, atual editora-chefe da revista, e Carolina Carrijo, editora-chefe de 2023 e 2024, conversam com o formador da Eape, Pedro Artur, sobre escrita científica, o surgimento da revista, inteligência artificial, papel da ciência, entre outros assuntos importantes.  *Com informações da Secretaria de Educação  

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Parceria inédita com ChildFund amplia proteção digital de crianças e adolescentes no DF

A Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (Sejus-DF) firmou, nessa quarta-feira (27), uma parceria inédita com a organização internacional ChildFund para fortalecer a proteção de crianças, adolescentes e jovens contra a violência online. Esta é a primeira iniciativa do tipo entre todos os entes federados e servirá de referência para estados, municípios e até outros países, já que a entidade está presente em mais de 70 nações. O acordo representa a união dos projetos do ChildFund voltados à proteção digital com o programa de Letramento Antipedofilia, criado pela Sejus. A junção dessas duas frentes deu origem a um amplo programa de proteção online e combate à violência virtual, que combina prevenção, capacitação e formulação de políticas públicas. A Secretaria de Justiça e Cidadania firmou parceria com a organização internacional ChildFund para fortalecer o combate à violência online | Foto: Janete Lemos/Sejus-DF Pelo termo assinado, a parceria terá duração inicial de 12 meses e prevê uma série de ações conjuntas, entre elas: → Oferta de cursos online, na plataforma do ChildFund e de parceiros, voltados a famílias e garantidores de direitos; → Formação de atores do sistema de proteção — como conselheiros tutelares, professores e familiares — em segurança digital e enfrentamento da violência online; → Construção de uma política distrital de proteção digital, com diretrizes específicas para crianças e adolescentes de Brasília; → Compartilhamento de informações e boas práticas sobre prevenção e combate à pedofilia na internet. Acordo representa a união dos projetos do ChildFund voltados à proteção digital com o programa de Letramento Antipedofilia, criado pela Sejus | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília Capacitação da rede de proteção O memorando firmado já prevê nove encontros mensais, a partir de setembro, com a rede de proteção do DF. Essas atividades fazem parte do Letramento Antipedofilia, programa que orienta, capacita e fornece instrumentos práticos para que conselheiros tutelares, educadores e famílias consigam identificar riscos e agir de forma preventiva. A secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani, destacou o impacto da parceria para a rede de proteção. “É muito importante que possamos orientar, capacitar e levar conhecimento aos garantidores de direitos de crianças e adolescentes aqui no DF. Temos aproximadamente 800 mil crianças, muitas delas em situação de risco. Nossos conselheiros tutelares e todos os atores da rede precisam cada vez mais de ferramentas para proteger e ampliar a prevenção”, afirmou. [LEIA_TAMBEM]Já o presidente administrativo do ChildFund, Maurício Cunha, reforçou que o acordo vai além da proteção digital: “Estamos criando um futuro com mais proteção para crianças e adolescentes. Essa cooperação une forças para fortalecer a educação digital, apoiar o combate à pedofilia e outras violências na internet e dar ferramentas às famílias e profissionais para identificar riscos e proteger crianças e adolescentes.” Sobre o ChildFund Presente em mais de 70 países, o ChildFund é uma organização de desenvolvimento social que promove cidadania e elabora programas de proteção e fortalecimento comunitário para crianças, adolescentes e famílias em situação de vulnerabilidade. Em 2024, alcançou mais de 1 milhão de pessoas com atuação direta em nove estados do Brasil. *Com informações da Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF)

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Tudo pronto para a 5ª Conferência Distrital de Políticas para as Mulheres  

Agência Brasília · TUDO PRONTO PARA A 5ª CONFERÊNCIA DISTRITAL DE POLÍTICAS PARA AS MULHERES Na Biblioteca Nacional, está confirmada para este fim de semana (sábado e domingo, dias 23 e 24) a 5ª Conferência Distrital de Políticas para as Mulheres. Com o tema “Mais democracia, mais igualdade e mais conquistas para todas”, o encontro é voltado ao fortalecimento das políticas públicas destinadas às mulheres do Distrito Federal. A conferência é aberta à participação popular e gratuita. A conferência já teve três etapas preparatórias; inscrições ainda podem ser feitas | Foto: Henrique Araújo/SMDF O objetivo é reunir sociedade civil e poder público para debater propostas que vão contribuir para o III Plano Distrital de Políticas Públicas para Mulheres, garantindo que as ações sejam elaboradas a partir da realidade e das necessidades das próprias mulheres. “É a oportunidade de construirmos, juntas, uma sociedade mais justa, igualitária e respeitosa. Nenhuma mulher deve ficar de fora dessa construção” Celina Leão, vice-governadora As etapas preparatórias já mobilizaram a população do DF com três conferências regionais, em julho, em Ceilândia, no Gama e em Sobradinho. Foram eleitos 200 representantes da sociedade civil para o evento deste fim de semana. Fortalecimento “A conferência é um momento em que as vozes das mulheres se transformam em propostas reais”, avalia a vice-governadora Celina Leão. “É a oportunidade de construirmos, juntas, uma sociedade mais justa, igualitária e respeitosa. Nenhuma mulher deve ficar de fora dessa construção.” Entre os temas em destaque, estão estratégias para ampliar o diálogo entre governo e comunidade, fortalecimento das redes de proteção, integração de políticas públicas, mapeamento de instituições locais e estímulo ao protagonismo de coletivos e organizações feministas. [LEIA_TAMBEM]Presidida pelo Conselho dos Direitos da Mulher do DF, a conferência contará com a participação de movimentos feministas, organizações sociais, órgãos da Rede Distrital de Proteção à Mulher Vítima de Violência Doméstica e Familiar, além da Rede de Proteção aos Órfãos do Feminicídio. Ao final, será eleita a delegação que representará o DF na 5ª Conferência Nacional de Políticas para as Mulheres. “É um espaço democrático que une sociedade civil e governo em torno de um objetivo comum: garantir dignidade, segurança e oportunidades para todas as mulheres”, reforça a secretária da Mulher, Giselle Ferreira. “O engajamento popular é a base para que possamos avançar em políticas públicas eficazes e duradouras.” Serviço 5ª Conferência Distrital de Políticas para as Mulheres ⇔ Data: sábado (23) e domingo (24) ⇔ Horário: 8h às 17h ⇔ Local: área externa da Biblioteca Nacional - Eixo Monumental ⇔ Inscrições neste link.    *Com informações da Secretaria da Mulher    

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Abordagem inédita da Pesquisa Distrital de Segurança pode ampliar diagnóstico da violência doméstica no DF

Neste mês de conscientização pelo fim da violência contra a mulher, o Agosto Lilás, a Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF) destaca o papel estratégico da Pesquisa Distrital de Segurança Pública 2025 no enfrentamento à violência doméstica. Pela primeira vez, o levantamento inclui uma abordagem exclusiva voltada às mulheres, com perguntas sobre o conhecimento da população sobre os tipos de violência — física, sexual, patrimonial, moral e psicológica. Pesquisa apura informações que ajudem a ampliar as ações do GDF de combate à violência contra a mulher | Foto: Divulgação/SSP-DF   “Essa escuta qualificada e ativa é essencial para ampliar o alcance das nossas ações e políticas já implementadas” Sandro Avelar, secretário de Segurança Pública Durante a entrevista, a pessoa poderá compartilhar se vivenciou ou conhece alguma mulher que tenha sofrido algum tipo de violência. O objetivo é produzir informações para compreender a realidade da violência doméstica a partir da perspectiva de quem vivencia, ampliando as estratégias de prevenção, acolhimento e proteção. “Essa escuta qualificada e ativa é essencial para ampliar o alcance das nossas ações e políticas já implementadas”, ressalta o secretário de Segurança Pública, Sandro Avelar. “Orienta ainda, de forma mais precisa, as estratégias de enfrentamento à violência contra a mulher. Todas as nossas iniciativas e programas são construídos de forma integrada e participativa, portanto esses dados poderão auxiliar toda a rede de atendimento e proteção à mulher. Nosso objetivo é o mesmo: proteger vidas e combater a violência contra a mulher.” Escuta ampliada Responsável pela coordenação da pesquisa, o subsecretário de Gestão da Informação, George Couto, ressalta o caráter inovador da iniciativa: “Ao incluir uma sessão de perguntas exclusivas para mulheres, o Estado avança nos diagnósticos para compreender as diferentes formas de violência de gênero, muitas vezes invisíveis nas estatísticas tradicionais. Essa escuta ampliada vai orientar a formulação de políticas públicas ainda mais efetivas”. [LEIA_TAMBEM]As informações coletadas poderão subsidiar a atuação das forças de segurança de diferentes áreas do Governo do Distrito Federal (GDF) e do sistema de justiça. Os dados poderão ser utilizados, ainda, pela Câmara Técnica de Monitoramento de Homicídios e Feminicídios (CTMHF), responsável pela análise desses crimes no DF. Estudos da Câmara apontam que cerca de 70% das mulheres vítimas de feminicídio nunca haviam registrado ocorrência contra o agressor. “Os dados poderão complementar nossas análises, com toda certeza”, completa o coordenador da CTMHF, Marcelo Zago. Viva Flor e DMPP Desde 2018, a SSP-DF faz levantamentos específicos com mulheres atendidas pelo programa Viva Flor. Também são produzidos relatórios sobre o monitoramento simultâneo de vítimas e agressores, por meio do Dispositivo de Proteção de Pessoas (DPP). “Os resultados da pesquisa vão permitir compreender melhor os contextos de risco e, principalmente, enfrentar a subnotificação, que ainda é um dos grandes desafios na área”, detalha a subsecretária de Prevenção à Criminalidade, Regilene Siqueira. “A construção de políticas públicas efetivas depende de dados reais, e essa iniciativa é um passo importante nesse sentido”. “Ao incluir um bloco exclusivo sobre violência doméstica, teremos dados valiosos para fortalecer a rede de proteção, orientar estratégias de prevenção e garantir que cada mulher tenha acesso à segurança, à dignidade e ao acolhimento que merece”  Giselle Ferreira, secretária da Mulher   O levantamento poderá ampliar esse diagnóstico, ao alcançar o público feminino em geral, e oferecer um retrato mais representativo da situação da violência de gênero no Distrito Federal. “Fazemos o monitoramento diário de vítimas e agressores, sete dias por semana e 24 horas por dia, mas a Pesquisa Distrital poderá nos dar ainda mais elementos para o planejamento das ações preventivas e de proteção uma vez que teremos uma dimensão maior sobre as circunstâncias da violência, o grau de agressividade e de perigo vivenciados por aquela vítima”, afirma a diretora da Diretoria de Monitoramento de Pessoas Protegidas (DMPP), Andrea Boanova. A secretária da Mulher, Giselle Ferreira, avalia o material que está sendo produzido como essencial para o fortalecimento de políticas públicas: “Levantamentos como este são fundamentais para que possamos compreender a realidade das mulheres do Distrito Federal e, a partir disso, desenvolver ações e políticas públicas mais assertivas. Ao incluir um bloco exclusivo sobre violência doméstica, teremos dados valiosos para fortalecer a rede de proteção, orientar estratégias de prevenção e garantir que cada mulher tenha acesso à segurança, à dignidade e ao acolhimento que merece”.

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Gestores de ensino conhecem novas orientações do Sistema de Avaliação da Educação Básica

A Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF) reuniu, na terça-feira (12), gestores e coordenadores das 14 coordenações regionais de ensino (CREs) para apresentar as novidades do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb) 2025. O encontro ocorreu no auditório Neusa França, na sede da SEEDF. Participaram do evento a secretária de Educação do DF, Hélvia Paranaguá, e as subsecretárias Francis Ferreira (Planejamento, Acompanhamento e Avaliação - Suplav), Iêdes Braga (Educação Básica - Subeb) e Vera Lúcia Barros (Educação Inclusiva e Integral - Subin). O Saeb é uma avaliação nacional que existe há mais de 35 anos e que mede a qualidade da educação no Brasil, tanto em escolas públicas quanto particulares. Os resultados ajudam a identificar avanços, desafios e onde é preciso investir mais para melhorar a aprendizagem dos estudantes. A secretária de Educação, Hélvia Paranaguá, falou aos presentes, acompanhada das subsecretárias de Planejamento e Avaliação, Francis Ferreira; de Educação Básica, Iêdes Braga; e de Educação Inclusiva e Integral, Vera Lúcia Barros | Fotos: Mary Leal/SEEDF Segundo a secretária Hélvia Paranaguá, esses dados são fundamentais para planejar ações na rede pública do DF. “A avaliação nos dá um retrato real da nossa rede, permitindo identificar onde estamos avançando e onde precisamos investir mais. Com base nesses resultados, conseguimos planejar as melhores ações para garantir que todos os nossos estudantes tenham uma aprendizagem de qualidade”, afirmou. A subsecretária da Suplav, Francis Ferreira, reforçou a necessidade de mobilização coletiva para o sucesso do sistema de avaliação: “Este é um trabalho que envolve toda a rede — subsecretarias, coordenações regionais e escolas. Precisamos caminhar juntos para garantir dados precisos e representativos, que nos permitam planejar intervenções no momento certo, assegurando o sucesso escolar dos nossos estudantes”. A subsecretária da Suplav, Francis Ferreira (ao centro), reforçou a necessidade de mobilização coletiva para o sucesso do Saeb, um trabalho que envolve toda a rede — subsecretarias, coordenações regionais e escolas Mudanças O foco do encontro foi a Portaria nº 435, de 3 de julho de 2025, do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), que apresenta novas orientações para a aplicação do Saeb neste ano. O documento traz ajustes nos procedimentos, prazos e responsabilidades das escolas, bem como das equipes técnicas e gestoras, reforçando a importância da organização prévia e do acompanhamento de todo o processo de aplicação da prova. Entre as novidades estão: Alinhamento das provas do 5º e do 9º ano à Base Nacional Comum Curricular (BNCC); Mais recursos de acessibilidade, como provas em braile e tempo extra para estudantes da educação especial; Definição de prazos e responsabilidades para escolas, equipes técnicas e gestoras.   "A avaliação nos dá um retrato real da nossa rede, permitindo identificar onde estamos avançando e onde precisamos investir mais" Hélvia Paranaguá, secretária de Educação A diretora de Avaliação Educacional da Suplav, Gizelle Xavier, ressaltou que o sistema é um dos principais instrumentos para medir a qualidade da educação no país. “O Saeb é uma avaliação de larga escala que existe há mais de 35 anos no Brasil e avalia tanto redes públicas quanto particulares, de forma censitária ou por amostragem”, reforçou. Gizelle também destacou que a Portaria nº 435/2025 trouxe mudanças importantes para a aplicação do exame. “Neste ano, as avaliações do 5º e do 9º ano serão alinhadas à Base Nacional Comum Curricular (BNCC), e teremos mais recursos de acessibilidade, como prova em braile e tempo adicional para estudantes da educação especial. Essas melhorias reforçam o compromisso com uma avaliação inclusiva.” Regionais A chefe da Unidade de Planejamento e Avaliação Escolar (Uniposa), Vanessa Arruda, apontou que a parceria com as regionais é essencial, especialmente para aumentar a participação no ensino médio, onde há maior dificuldade de presença no dia da prova: “Quando mapeamos a rede, entendemos as necessidades reais de cada escola ou região. Isso nos permite planejar ações mais assertivas, tanto para apoiar os estudantes quanto para melhorar a gestão escolar”. A diretora de Avaliação Educacional da Suplav, Gizelle Xavier, ressaltou que o Saeb é um dos principais instrumentos para medir a qualidade da educação no país, existente há mais de 35 anos Vanessa também ressaltou que os dados obtidos pelo Saeb são fundamentais para orientar ações pedagógicas mais precisas. “Quando mapeamos a nossa rede, conseguimos compreender as necessidades reais de cada escola ou região, o que nos permite planejar intervenções mais assertivas, tanto para apoiar o estudante quanto para promover melhorias na gestão escolar”, arrematou. Próximos passos A SEEDF vai manter a mobilização para o Saeb 2025 ao longo do semestre, com ações de sensibilização e acompanhamento junto às regionais e às escolas. A meta é aumentar a participação dos estudantes e gerar dados cada vez mais precisos para orientar políticas públicas que promovam qualidade e equidade na educação do DF. *Com informações da Secretaria de Educação

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DF lidera acesso à internet no país e amplia rede pública de wi-fi gratuito

O Distrito Federal lidera, com folga, os indicadores de acesso à internet, posse de dispositivos e consumo de mídia digital. Os dados são de uma nova pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgada no fim de julho. Segundo levantamento, 95,9% da população local, o equivalente a 2,7 milhões de pessoas, está conectada. Para ampliar e democratizar esse acesso, o Governo do Distrito Federal (GDF) mantém o programa Wi-Fi Social DF, que oferece conexão pública e gratuita em locais de grande circulação. Atualmente, 135 pontos estão ativos, operados por empresas credenciadas. Com presença maciça no DF, programa Wi-Fi Social garante conexão gratuita à internet ao público | Fotos: Joel Rodrigues/Agência Brasília O programa, lançado em fevereiro de 2019, registrou mais de 150 milhões de acessos em 2024. A Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-DF) lançou o novo ciclo do Wi-Fi Social 2025 por meio da Portaria nº 34/2025, com o objetivo de expandir a cobertura e aprimorar a qualidade do serviço. As inovações incluem a ampliação da cobertura, o aperfeiçoamento das exigências técnicas e o reforço das garantias de proteção de dados pessoais. Conexão amplificada “Com o alcance de 150 milhões de acessos no último ano, seguimos ampliando o programa com mais pontos ativos, exigências técnicas aprimoradas e um compromisso firme com a proteção dos dados dos usuário” Marco Antônio Costa Júnior, secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação do DF  Segundo o titular da Secti-DF, Marco Antônio Costa Júnior, o Distrito Federal alcançou um marco histórico. “Somos a unidade da Federação com o maior número de casas conectadas à internet”, reforça. “Esse resultado é reflexo direto de políticas públicas, que democratizam o acesso à informação e à tecnologia, especialmente nas regiões que mais precisam. Com o alcance de 150 milhões de acessos no último ano, seguimos ampliando o programa com mais pontos ativos, exigências técnicas aprimoradas e um compromisso firme com a proteção dos dados dos usuários. Conectar o DF é promover cidadania digital”. O Wi-Fi Social DF funciona sem custos para o poder público ou para os usuários. Toda a estrutura necessária, como equipamentos, manutenção, energia elétrica e demais insumos, é financiada pelas empresas credenciadas. Em troca, elas podem exibir publicidade digital nos pontos de acesso. A parceria com o GDF é formalizada por meio de um termo de autorização precário e não exclusivo, ou seja, não se trata de um contrato oneroso. Esse tipo de autorização pode ser revogado a qualquer momento, por interesse público, sem gerar obrigações financeiras para o Estado. Como funciona Uma das empresas credenciadas e responsável pelo ponto de Wi-Fi Social na estação de metrô Furnas e na Feira do Núcleo Bandeirante, a I-Digitais instalou três antenas na Feira: uma na praça de alimentação e duas nas extremidades. O acesso é simples e gratuito, mas exige um breve cadastro inicial. “Aparece a rede Wi-Fi Social, de acesso livre”, orienta o técnico de tecnologia da informação Tiago de Farias, da I-Digitais. “Ao se conectar, a pessoa precisa colocar o número de celular e visualizar uma campanha vinculada ao aparelho. Depois, é só clicar em ‘navegar grátis’. A partir daí, já está conectada”. “Algumas pessoas ainda têm receio por não conhecerem a rede, mas a gente tem uma equipe técnica que faz todo o gerenciamento” Tiago de Farias, da I-Digitais De acordo com ele, o público que mais utiliza o serviço são os trabalhadores da região e os clientes. “Pessoas que trabalham aqui usam muito, inclusive para pagamentos via maquininha”, conta. “Durante a hora do almoço também tem bastante acesso. Tem vendedor, tem cliente, gente sem internet no celular que se conecta rapidinho para pagar via Pix”. O Wi-Fi Social, classifica Tiago, é útil para todos os perfis, “do celular mais simples ao mais caro”. Quanto à segurança dos dados, ele garante que o sistema é protegido. “Algumas pessoas ainda têm receio por não conhecerem a rede, mas a gente tem uma equipe técnica que faz todo o gerenciamento”, explica. “Usamos proteção de dados conforme a LGPD [Lei Geral de Proteção de Dados]. As informações são armazenadas em um banco de dados criptografado, e os dispositivos conectados não conseguem se ver entre si. É tudo separado, com firewalls garantindo a segurança da rede”. Impacto Conexão pública e gratuita a locais estratégicos de grande circulação de pessoas é o que garante o Wi-Fi Social DF, serviço que já ajudou a enfermeira Ana Carolina Araújo, 29, em diversas ocasiões. “Usei várias vezes na rodoviária, em momentos em que minha internet não estava funcionando”, lembra. “Precisava me comunicar pelo WhatsApp, avisar onde eu estava, se já estava chegando ou não, e também para consultar os horários dos ônibus, que dependem de acesso à internet”. “Acho superimportante ter esse acesso disponível. Tem gente que precisa ainda mais e pode usufruir disso” Ana Carolina Araújo, enfermeira Ela destaca a importância do serviço em locais públicos, especialmente para quem não tem plano de dados ou enfrenta dificuldades de conexão: “Acho superimportante ter esse acesso disponível. Tem gente que precisa ainda mais e pode usufruir disso”. A experiência, garante, foi bastante positiva. “Para mim, foi muito satisfatório e de fácil acesso. Bem simples, diferente de outros lugares onde é preciso preencher um monte de informações para usar o Wi-Fi gratuito, como nos shoppings”. No metrô do Park Shopping, a comerciante Paula Lanes, 23, reforça a utilidade do programa, especialmente para quem está em busca de oportunidades de trabalho ou precisa se comunicar em momentos de urgência. “Nem todo mundo tem internet”, aponta. “Às vezes, a pessoa está passando por aqui e precisa falar com alguém ou está procurando vaga de emprego, e não consegue acessar porque está sem internet. Já pediram para rotear a internet do nosso celular. Por isso, acho importante ter esse tipo de serviço disponível em espaços públicos”. Marcos Menezes trabalha na Feira do Núcleo Bandeirante e elogia o programa: “Vários colegas usam, e alguns clientes também já precisaram da internet” A comerciante Lorrany Nascimento, 19, já utilizou o Wi-Fi Social em diversas ocasiões e reconhece a importância do serviço para quem trabalha ou circula em locais públicos. “Ajuda muita gente”, afirma. “Às vezes a gente está sem internet, e o sinal funciona muito bem aqui. Muitas pessoas precisam de internet e fazem uso do Wi-Fi Social porque é uma utilidade muito grande”. Paula cita o exemplo de uma colega de trabalho que depende do serviço diariamente. “Ela não tem internet no celular e usa todos os dias para acessar redes sociais, mandar mensagens, fazer tudo”, conta. [LEIA_TAMBEM]Mesmo em dias de movimento fraco, o comerciante Marcos Paulo Quaresma de Menezes, 51, que trabalha na Feira do Núcleo Bandeirante, percebe a influência do Wi-Fi Social no cotidiano dos feirantes e dos clientes: “Vários colegas usam, e alguns clientes também já precisaram da internet. Às vezes, a gente tenta rotear do próprio celular, mas quando não dá certo, a pessoa consegue se conectar pela rede pública”. Marcos vê a iniciativa como essencial para facilitar o acesso à informação e à comunicação em locais de grande circulação: “Sendo algo que favorece a população, é lógico que precisa. Às vezes, a gente está num local com sinal ruim, e essas redes ajudam”.     

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DF vai ganhar Inventário da Poluição do Ar

Agência Brasília · DF VAI GANHAR INVENTÁRIO DA POLUIÇÃO DO AR O plano de trabalho da execução do Inventário da Poluição do Ar do DF foi apresentado, nesta quinta-feira (7), pelo Instituto Brasília Ambiental a representantes do Ministério do Meio Ambiente, da Secretaria do Meio Ambiente do Distrito Federal (Sema-DF), servidores do próprio órgão e a representantes da iniciativa privada. O documento é uma determinação da Política Nacional de Qualidade do Ar (PNQA), instituída pela Lei nº 14.850/2024, que estabelece princípios, objetivos, instrumentos e diretrizes para a gestão da qualidade do ar no Brasil. O analista de planejamento urbano e infraestrutura da Diretoria de Emergência, Riscos e Monitoramento Ambiental (Direm) do Instituto, Carlos Rocha, explicou que o inventário é a principal ferramenta para se fazer o gerenciamento da qualidade do ar. “Se não sabemos onde está sendo emitida a poluição, o que a está emitindo, e que tipo de poluição está sendo emitida, como vamos atacar a poluição? Se não temos informações sobre ela, não conseguimos gerenciá-la. A importância do inventário é, justamente, nos fornecer esses dados”, ressaltou. "A Política Nacional da Qualidade do Ar tem o objetivo de reduzir a concentração de poluentes atmosféricos, buscando a melhoria da qualidade ambiental e a proteção da saúde humana, além de integrar políticas públicas e instrumentos de gestão" Celina Leão, vice-governadora do DF A vice-governadora do DF, Celina Leão, enfatizou a importância de o DF se adequar à PNQA. “A Política Nacional da Qualidade do Ar tem o objetivo de reduzir a concentração de poluentes atmosféricos, buscando a melhoria da qualidade ambiental e a proteção da saúde humana, além de integrar políticas públicas e instrumentos de gestão. Então, é fundamental que o Distrito Federal adquira os instrumentos, que são definidos pela lei, para podermos melhor planejar nossa política ambiental da qualidade do ar”, defendeu. O presidente do Brasília Ambiental, Rôney Nemer, destacou que o trabalho apresentado, quando concluído, revelará um diagnóstico da qualidade do ar no DF. “Será possível sabermos as nuances da poluição das regiões administrativas e entornos. Isso nos dará condições e segurança para as tomadas de decisão não só da política ambiental, mas também das políticas de saúde”, lembrou. Apresentação O inventário informará quais são as fontes poluidoras do DF, onde elas estão localizadas, qual o potencial poluidor delas, entre outros dados | Foto: Divulgação/Brasília Ambiental [LEIA_TAMBEM]De acordo com o plano de trabalho apresentado, a entrega do Inventário da Poluição do Ar do Distrito Federal deve ocorrer até o final do ano. Neste inventário constará quais são as fontes poluidoras do DF, onde elas estão localizadas, qual o potencial poluidor delas e quanto, efetivamente, elas estão emitindo, o quantitativo de cada tipo de fonte, entre outras informações. Tudo isso será inserido em um mapa. “A partir desse ponto, conseguiremos fazer a modelagem, que é sobre o quanto a poluição está impactando a saúde da população. Informação importante para a definição de ações de gestão governamental voltadas à qualidade de vida das pessoas”, explicara Arthur Celani, gerente de projetos da Acoem, empresa vencedora da licitação para elaboração do inventário. Outro produto a ser entregue é o dimensionamento da Rede de Monitoramento. "Com esse resultado (inventário), vamos conseguir enxergar quais as áreas que estão sendo mais impactadas, se é uma área muito urbanizada, se é muito rural, entre outros dados, para, justamente, indicar os locais que devem fazer parte da rede de monitoramento”, complementou a engenheira ambiental Larissa Zanutto, também da Acoem. *Com informações do Brasília Ambiental  

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GDF reforça importância da qualificação para melhorar políticas públicas distritais

Para melhorar o atendimento à população, o Governo do Distrito Federal (GDF) tem investido cada vez mais na formação dos servidores. Nesta quarta-feira (6), 180 profissionais participaram de um workshop na Escola de Governo (Egov) sobre análise, monitoramento e avaliação de políticas públicas. A iniciativa foi da Secretaria Executiva de Gestão Administrativa da Secretaria de Economia (Segea/Seec). O pesquisador do Ipea Antonio Lassance debateu com servidores do GDF sobre análise, monitoramento e avaliação de políticas públicas | Fotos: Divulgação/Seec-DF Quem conduziu o encontro foi Antonio Lassance, pesquisador do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), que compartilhou experiências e reflexões sobre como tornar o serviço público mais eficiente. “Vale a pena fazer as coisas de forma organizada. Assim conseguimos fazer mais e alcançar melhores resultados”, destacou. Evento reuniu 180 profissionais do GDF Além de conversar com os servidores, Lassance também reuniu boa parte desse conhecimento no livro “Como construir políticas públicas, programas e projetos prontos para o monitoramento e a avaliação? Um guia prático de análise ex ante”. "Eventos como esse fortalecem a administração pública", destacou o secretário de Economia, Daniel Izaias de Carvalho O material está disponível gratuitamente online e é voltado para quem trabalha com políticas públicas e quer evitar projetos mal planejados, com poucos dados, objetivos vagos e recursos limitados. [LEIA_TAMBEM]“Políticas públicas são importantes demais para ficarem só nas mãos de especialistas. Quem mais importa nesse processo é o público que a gente quer alcançar. E a Escola de Governo é o lugar certo para trocar essas ideias e formar servidores mais engajados nesse tipo de discussão”, completou. O workshop ainda contou palestras sobre engenharia reversa do monitoramento com Artur Paes Wittenberg. O secretário de Economia do DF, Daniel Izaias de Carvalho, endossou a fala dos especialistas: "A gente precisa ter objetividade na definição das políticas públicas para conseguir medir, de forma clara, se os objetivos estão sendo alcançados ou não", afirmou. "Eventos como esse fortalecem a administração pública. A gente começa a olhar a execução das políticas com mais clareza, mais ciência e com foco na entrega de resultados", completou. *Com informações da Seec-DF

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Divulgado estudo inédito com Índice de Sustentabilidade Ambiental Urbana das regiões do DF

O Instituto de Pesquisa e Estatística do Distrito Federal (IPEDF) divulgou, nesta quarta-feira (23), o Índice de Sustentabilidade Ambiental Urbana, também chamado de ISU/DF. A metodologia da pesquisa é inédita e pode ser aplicada em outros municípios do Brasil. O estudo permite que, por meio de nove indicadores, a sustentabilidade das 35 regiões administrativas (RAs) da capital federal seja medida e avaliada. Os indicadores considerados são: áreas verdes, área verde em recarga de aquífero, evapotranspiração, consumo de água por habitante, potencial de infiltração, proporção de área com resistência à erosão, temperatura, casos de dengue e pegada de carbono. Estudo inédito sobre o Índice de Sustentabilidade Ambiental Urbana contribui para a criação de políticas públicas e a melhoria das questões ambientais | Foto: Matheus H. Souza/Agência Brasília O índice também utiliza dados de satélite e informações oficiais do governo. Todos os resultados são convertidos em uma escala de zero a um, para facilitar a comparação: quanto mais próximo de 1, melhor é a sustentabilidade ambiental da região em relação ao que o indicador mede. Por ser um índice atualizado a cada quatro anos, o ponto de partida precisava ser uma data de início da gestão do governo. Os dados apresentados pelo IPEDF são referentes a 2022. A ideia é acompanhar a evolução até 2026, observando como as ações do governo e da população impactam a sustentabilidade das RAs ao longo do tempo. O levantamento apontou as regiões com melhor desempenho em sustentabilidade ambiental urbana: Plano Piloto, Sudoeste/Octogonal, Núcleo Bandeirante e Guará, classificadas com excelente desempenho. Em seguida, aparece o Park Way, com uma boa avaliação. O Guará é uma das regiões com melhor desempenho em sustentabilidade ambiental urbana | Foto: Paulo H. Carvalho / Agência Brasília Além do Park Way, 17 regiões do DF são consideradas boas, o que corresponde a mais da metade do território. Já 13 são classificadas como regulares, e nenhuma apresenta índices baixos. Na última posição, está a Estrutural, com desempenho regular. No geral, o DF apresenta resultados positivos. [LEIA_TAMBEM]O diretor-presidente do IPEDF, Manoel Clementino, afirma que a iniciativa do estudo contribui para a criação de políticas públicas e para a melhoria das questões ambientais na capital. “Um dos grandes temas da nossa década está relacionado às emergências climáticas. Um tema que parecia distante no passado hoje é uma realidade, com eventos extremos da natureza interferindo cada vez mais na vida das pessoas. Nesse sentido, um dos grandes blocos de trabalho do Instituto está voltado aos estudos ambientais. Esta é uma das muitas iniciativas que desenvolvemos no IPEDF e que permite ao gestor público embasar suas políticas e ações para melhorar a questão ambiental em nossa cidade e em nosso território”, destacou. Já o diretor de Estudos e Políticas Ambientais e Territoriais do IPEDF, Werner Vieira, ressalta que os resultados do ISU/DF refletem um trabalho coletivo da população e do governo. “É preciso manter o monitoramento contínuo dos indicadores para avaliar a eficácia das ações e garantir um futuro mais verde para o DF. A população deve ser a grande parceira do governo, compreendendo que seus hábitos cotidianos têm impacto direto no meio ambiente. Pequenas atitudes, como a redução do consumo de água e energia, fazem a diferença. Precisamos abraçar a cidadania ambiental, entendendo que a sustentabilidade começa em cada um de nós. O futuro do Distrito Federal está em nossas mãos. Juntos, podemos construir uma cidade mais sustentável, resiliente e agradável para todos”, afirmou. Acesse aqui o sumário executivo do estudo e, neste link, o relatório. *Com informações do IPEDF

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Comitê Permanente de Políticas para Mulheres é criado com foco em servidoras da área de segurança pública

A Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP/DF) deu mais um passo importante no fortalecimento das políticas internas de igualdade de gênero, com a publicação, nesta quarta-feira (16), da Portaria nº 59/2025, que institui o Comitê Permanente de Políticas para Mulheres (CPPM/SSP). A nova instância será responsável pelo planejamento e desenvolvimento de ações voltadas às servidoras da pasta, com foco na promoção da igualdade, valorização profissional e enfrentamento a todas as formas de discriminação no ambiente institucional. A criação do Comitê Permanente de Políticas para Mulheres (CPPM/SSP) está alinhada à estrutura prevista no decreto que instituiu a Política das Mulheres na área de segurança pública do Distrito Federal e o Conselho das Mulheres da Segurança Pública | Foto: Divulgação/SSP-DF Vinculado diretamente ao secretário de Segurança Pública, o comitê será composto por representantes mulheres da ativa da Polícia Militar, Corpo de Bombeiros Militar, Polícia Civil, Departamento de Trânsito (Detran-DF) que estejam atuando no âmbito da SSP-DF e uma servidora sem vínculo efetivo com o GDF. A coordenação será eleita entre as integrantes, com mandato de dois anos e possibilidade de recondução. “O comitê é mais um instrumento para que a pauta da igualdade de gênero avance dentro das estruturas de segurança pública. A proposta é olhar para dentro das corporações e garantir espaços de escuta e de atuação efetiva no enfrentamento de desigualdades que ainda persistem no ambiente institucional”, destacou o secretário de Segurança Pública, Sandro Avelar. Integração A criação do CPPM/SSP está alinhada à estrutura prevista no Decreto nº 45.414/2024, que instituiu a Política das Mulheres na área de segurança pública do Distrito Federal e o Conselho das Mulheres da Segurança Pública. O Conselho é coordenado pela SSP-DF e formado por representantes da Polícia Militar, Polícia Civil, Corpo de Bombeiros, Detran e Secretaria de Administração Penitenciária (Seape). O comitê incluirá representantes mulheres da ativa da Polícia Militar, Corpo de Bombeiros Militar, Polícia Civil e Departamento de Trânsito (Detran-DF) | Foto: Geovana Albuquerque/Agência Brasília O Conselho, considerado o órgão colegiado central, atua de forma integrada com os comitês internos criados em cada força de segurança – como é o caso agora do comitê da própria SSP-DF. A articulação entre essas instâncias permite que demandas internas sejam encaminhadas de forma estruturada e coordenada, promovendo um ambiente mais justo e inclusivo para todas as servidoras. A primeira reunião oficial do Conselho está prevista para o próximo mês e será fundamental para consolidação das políticas internas voltadas às mulheres na segurança pública. [LEIA_TAMBEM]“O Conselho das Mulheres da Segurança é o grande articulador dessas políticas. Ele reúne representantes de todas as forças, mas para que haja efetividade nas ações, cada instituição conta também com seu próprio comitê, que funciona como ponto focal para identificar desafios, construir propostas e dar encaminhamento às pautas internas. Essa é uma política para dentro da estrutura, voltada a quem atua nas forças de segurança”, explicou a subsecretária de Prevenção à Criminalidade, Regilene Siqueira.   A SSP-DF, por meio do CPPM, publicará anualmente um relatório de metas e ações em conformidade com o decreto de 2024. A participação no comitê é considerada prestação de serviço público relevante, não remunerado. Compromisso institucional A criação do Comitê Permanente reforça o compromisso da SSP-DF com uma política de segurança pública que valoriza seus quadros femininos e busca constantemente o aperfeiçoamento das condições de trabalho, garantindo um ambiente mais igualitário e respeitoso. A iniciativa acompanha movimentos semelhantes já adotados por outras instituições do sistema de Justiça, como o Ministério Público e o Poder Judiciário, que vêm desenvolvendo ações internas para fortalecer a igualdade de gênero e combater práticas discriminatórias em suas estruturas. Para o secretário executivo da SSP-DF, Thiago Costa, a medida representa um avanço necessário e estratégico para o ambiente institucional. “A construção de um ambiente mais igualitário passa pela escuta qualificada e pela valorização da diversidade dentro das instituições. A criação do comitê é um marco que nos permite avançar em ações estruturadas, alinhadas com as melhores práticas e com o que já vem sendo desenvolvido por outros órgãos do sistema de Justiça. É um compromisso com o presente e com o futuro da segurança pública do DF”, afirma. *Com informações da SSP-DF

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GDF reforça compromisso com a proteção integral de crianças e adolescentes nos 35 anos do ECA

Neste mês de julho, o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) completa 35 anos de promulgado. Considerado um marco fundamental na consolidação dos direitos das crianças e adolescentes no Brasil, o ECA estabeleceu uma nova forma de enxergar e garantir a proteção integral desse público, reconhecendo seus integrantes como sujeitos de direitos e assegurando-lhes prioridade absoluta nas políticas públicas. Em 2024, os 44 conselhos tutelares do DF prestaram mais de 60 mil atendimentos, uma média de 200 por dia  | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília No Distrito Federal, a Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF) é o órgão responsável pelas políticas públicas voltadas à infância e adolescência, por meio da Subsecretaria de Políticas para Crianças e Adolescentes (SUBPCA). A pasta reafirma seu compromisso com os princípios do estatuto, atuando de forma intersetorial na formulação e implementação de ações voltadas à promoção da cidadania, ao fortalecimento dos vínculos familiares e comunitários e ao enfrentamento de todas as formas de violência contra crianças e adolescentes. A data foi celebrada neste domingo (13). A secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani, destacou a importância do ECA: “O Estatuto representa um avanço fundamental na luta pelos direitos das crianças e adolescentes. Celebrar seus 35 anos é reforçar o compromisso de todos – Estado, família e sociedade – em proteger o futuro das nossas crianças”. Plano Distrital pela Primeira Infância O Plano Distrital pela Primeira Infância foi construído de forma colaborativa, com propostas e ações para a garantia de direitos de bebês e crianças | Foto: Jhonatan Vieira/Sejus-DF Uma das ações mais emblemáticas da atual gestão é a implementação da segunda edição do Plano Distrital pela Primeira Infância (2023–2032), lançado em parceria com a Secretaria de Educação (SEEDF). O documento, construído de forma colaborativa, com a participação de cerca de 1.500 crianças e de diversos profissionais da educação e da rede de proteção, contém propostas e ações voltadas à garantia dos direitos de bebês e crianças. Implementando os direitos do ECA no DF Entre as principais iniciativas está o programa Criança Protegida, que capacita profissionais da rede de proteção — como assistentes sociais e agentes de segurança — para identificar e prevenir situações de violência, além de orientar o atendimento adequado em casos de abuso e negligência. A Sejus-DF também tem reforçado os conselhos tutelares, oferecendo suporte técnico, capacitações e melhorias estruturais. Em 2024, os 44 conselhos do DF prestaram mais de 60 mil atendimentos — uma média de 200 por dia —, evidenciando sua importância na proteção infantojuvenil. Outro destaque é a política de acolhimento institucional e familiar, voltada a crianças afastadas temporariamente de seus lares por medida protetiva. A ação visa ao retorno seguro ao convívio familiar ou, quando necessário, ao encaminhamento para o apadrinhamento afetivo, criando novos vínculos de cuidado e proteção. Combate à violência O Centro Integrado 18 de Maio é referência no atendimento humanizado a vítimas de violência sexual | Foto: Divulgação/Sejus A secretaria também mantém atuação firme no enfrentamento às diversas formas de violência, com campanhas de conscientização, educação preventiva e garantia de acesso à orientação jurídica e acolhimento especializado para vítimas e suas famílias. Nesse contexto, o Centro Integrado 18 de Maio é referência no atendimento humanizado a vítimas de violência sexual. Com estrutura especializada e escuta qualificada, o local realizou, em 2024, 249 atendimentos e cerca de 1.200 encaminhamentos, promovendo proteção e suporte contínuo. [LEIA_TAMBEM]As ações da Secretaria incluem ainda campanhas, blitz educativas, eventos comunitários e palestras em escolas, com foco na prevenção ao abuso sexual, ao trabalho infantil e a outras violações de direitos. Atuação integrada A atuação intersetorial é uma marca da Sejus-DF, que articula esforços com secretarias como as de Educação (SEEDF), Saúde (SES-DF) e Desenvolvimento Social (Sedes-DF), além de conselhos tutelares e o Poder Judiciário. Essa integração garante respostas rápidas e efetivas diante de situações de risco, fortalecendo a rede de proteção no DF. Canais de denúncias → Ligue 125: recebe denúncias de violação de direitos de crianças e adolescentes por meio do Sistema de Denúncias de Violação dos Direitos de Crianças e Adolescentes (Cisdeca) → Centro Integrado 18 de Maio: casos que envolvam exploração sexual de crianças. Localizado na (307/308 Sul). Contatos: 2244-1512/2244-1513 / Celular (61) 98314-0636/ E-mail: coorc18m@sejus.df.gov.br → Disque 100: para casos de violações de direitos humanos, o disque 100 é um dos meios mais conhecidos. Aliás, as denúncias podem ser feitas de forma anônima para casos de violações de direitos humanos. *Com informações da Sejus-DF  

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Inscrições abertas para a 2ª Conferência Distrital de Unidades de Conservação

Agência Brasília · INSCRIÇÕES ABERTAS PARA A 2ª CONFERÊNCIA DISTRITAL DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO O Instituto Brasília Ambiental abriu, nesta terça-feira (8), as inscrições para a 2ª Conferência Distrital de Unidades de Conservação (2ª Cduc), que será realizada nos dias 31 deste mês e em 1º de agosto. O evento, que celebra os 15 anos de criação do Sistema Distrital de Unidades de Conservação (Sduc), pretende reunir servidores, ambientalistas, estudantes, gestores, pesquisadores e demais representantes da sociedade civil para dialogar sobre as conquistas, desafios e perspectivas de atuação nas áreas protegidas do Distrito Federal. O formulário de inscrição está disponível e pode ser acessado aqui. Conferência distrital vai discutir desafios e perspectivas das unidades de conservação | Foto: Geovana Albuquerque/Agência Brasília O evento contará com mesas-redondas, palestras, conversas e exposição de painéis. Também fazem parte da programação cinco oficinas temáticas desenvolvidas em parceria com o projeto Avaliação e Fortalecimento do Sistema de Unidades de Conservação Distrital e Estudo de Parcerias Público-Privadas e Público-Comunitárias, do Centro de Desenvolvimento Sustentável da Universidade de Brasília (CDS/UnB). As oficinas são gratuitas e com vagas limitadas. “O Sistema Distrital de UCs mostra que gestão participativa e conhecimento técnico são pilares para conservar nossos recursos naturais e ampliar o acesso público a esses espaços”, comenta a governadora em exercício, Celina Leão. Para o presidente do Instituto Brasília Ambiental, Rôney Nemer, a 2ª CDUC é uma oportunidade única de construir redes de colaboração, trocar experiências e pensar em soluções que garantam proteção e uso sustentável das áreas protegidas. [LEIA_TAMBEM]Coordenadora da Comissão Organizadora das Conferências Distritais de Unidades de Conservação do Brasília Ambiental, a gestora em políticas públicas Vanessa Oliveira destaca a evolução no formato da 2ª Cduc: “Em 2024, a conferência foi realizada em apenas um dia, com pouco espaço para debates. Este ano, a programação ocorrerá em dois dias, com mais tempo para interação do público, realização de oficinas no segundo dia, além da publicação de resumos de pesquisa científica e relatos de experiência em unidades de conservação". A Conferência Distrital de Unidades de Conservação foi instituída como parte do Calendário Oficial de Eventos do Brasília Ambiental, por meio da Instrução nº 13/2025 e visa a construir um espaço permanente de diálogo sobre as unidades de conservação do Distrito Federal, a fim de fortalecer as redes estratégicas de atuação junto às áreas protegidas. Outro objetivo é fortalecer as ações entre os atores ligados à área socioambiental, de diversos campos da sociedade civil organizada, do meio científico e da administração pública, que envolvam as unidades de conservação do Distrito Federal. Serviço 2ª Conferência Distrital de Unidades de Conservação – Brasília Ambiental → dia 31 deste mês – Auditório da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) → 1º de agosto – Centro de Desenvolvimento Sustentável da Universidade de Brasília  (CDS/UnB) → Inscrições: até o dia 20 deste mês, pelo site do Brasília Ambiental. Oficinas com vagas limitadas → Manejo de trilhas em UCs: 20 vagas → Voluntariado em UCs: 15 vagas → Conselhos gestores em UCs: 15 vagas → Introdução ao ecoturismo e visitação em UCs: 25 vagas → Criação de reservas particulares do patrimônio natural (RPPNs) & Adesão de trilhas ao Sistema Distrital de Trilhas Ecológicas: 15 vagas.  *Com informações do Brasília Ambiental

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Eleitos para o Conselho de Juventude do DF querem estreitar o diálogo com o governo e ampliar políticas públicas

No início de julho, a Secretaria da Família e Juventude do Distrito Federal (SEFJ-DF) elegeu os seis representantes que vão compor o novo Conselho de Juventude do DF (Conjuve-DF). Ao todo, 482 jovens, com idades entre 16 a 29 anos, compareceram para a votação. Criado pela Lei nº 7.529/2024, a Conjuve tem o objetivo de ampliar a participação da juventude nas decisões públicas e fortalecer o diálogo com o governo. O mandato é de dois anos, sem remuneração, com possibilidade de uma recondução. A posse dos eleitos está prevista para 12 de agosto, quando se celebra o Dia Internacional da Juventude. Com o Conjuve, jovens do DF podem contribuir para a criação e o aperfeiçoamento de políticas públicas | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília O secretário da SEFJ-DF, Rodrigo Delmasso, avalia que a eleição da Conjuve-DF representa não apenas um marco para a atual gestão, mas um novo capítulo na história da juventude do DF. “Pela primeira vez, os jovens puderam escolher seus representantes, e agora participarão de forma ativa dos trabalhos do Conselho. Os eleitos possuem uma missão especial de serem os porta-vozes da juventude do Distrito Federal, apresentando soluções para as demandas enfrentadas e fazendo valer o voto de confiança que receberam de seus eleitores e do Governo, que acredita desde o início na potência dos nossos jovens”, afirma. Segundo ele, o governador Ibaneis Rocha e a vice-governadora Celina Leão demonstram, mais uma vez, que acreditam e confiam nas sementes que estão sendo plantadas hoje, e que impactarão as próximas gerações. “O Conselho de Juventude servirá como uma ponte de interlocução de suma importância, entre os jovens e o poder público no auxílio das políticas públicas.” Os eleitos da Conjuve-DF contam como pretendem atuar e estabelecer diálogo com o poder público. O mais votado entre os representantes, Daniel Kennedy, 24 anos, afirma que a principal motivação para disputar uma vaga no Conselho foi o compromisso de longa data com as pautas da juventude. Envolvido com o movimento estudantil, ele defende que a participação da sociedade civil em espaços de decisão pode transformar a realidade. “Minha candidatura foi exatamente para mostrar aos jovens que eles podem ocupar esses espaços, e para trazer esse senso de urgência e preocupação que a juventude tem.” Daniel Kennedy recebeu a maior quantidade de votos na eleição para o Conjuve-DF e quer atuar para reforçar o acesso a políticas públicas já existentes. "São iniciativas pouco conhecidas ou pouco acessadas por parte da juventude, e precisamos garantir que esses direitos cheguem a quem precisa" Durante o mandato, Daniel pretende priorizar três grandes temas. O primeiro é a inserção dos jovens no mercado de trabalho, especialmente o acesso ao primeiro emprego. Ele destaca o dilema enfrentado por muitos jovens de Brasília entre estudar para concursos públicos e buscar vagas na iniciativa privada, onde a exigência de experiência é um obstáculo. Para ele, é essencial criar mecanismos, em parceria com o setor empresarial, que facilitem a entrada dos jovens no mundo do trabalho. Outro eixo importante para Daniel é o incentivo ao esporte como ferramenta de inclusão e prevenção à criminalidade e ao uso de drogas. Ele defende a ampliação das ações já promovidas pela Secretaria de Esporte e Lazer do DF e maior divulgação dessas iniciativas. Além disso, quer reforçar o acesso às políticas públicas já existentes, como o ID Jovem, um programa que possibilita os benefícios de meia-entrada em eventos e garantia de vagas gratuitas ou com desconto no sistema de transporte coletivo interestadual. “São iniciativas pouco conhecidas ou pouco acessadas por parte da juventude, e precisamos garantir que esses direitos cheguem a quem precisa”, conclui. "O que eu quero é acompanhar desde o começo: qualificar, empregar e seguir acompanhando aquele jovem, a família e a comunidade”, diz Claudimar Tres, morador da Estrutural Claudimar Tres, de 26 anos, um dos seis eleitos, também prioriza a empregabilidade como a principal pauta. Para ele, a dificuldade de inserção dos jovens no mercado de trabalho é hoje uma das maiores violações de direitos da juventude. Ele reconhece que há iniciativas do governo, como o programa Jovem Candango, mas acredita que ainda é possível avançar muito mais. Seu foco será garantir que os jovens tenham acesso não só a capacitação, mas também a oportunidades reais de emprego e acompanhamento contínuo. Morador da Estrutural, Claudimar trabalha atualmente como vigilante e se vê como uma ponte entre a juventude e o poder público. Ele também acompanha de perto as transformações que vêm ocorrendo na Estrutural, como a reforma da Quadra 2, antiga quadra 12, que recebeu investimentos de infraestrutura. Para ele, essas ações mostram aos jovens que o poder público pode, sim, fazer a diferença. “Quando a juventude vê a água potável chegando, a pavimentação sendo feita e a instalação de papa-lixo, tudo isso impacta. Aquela área era tomada pelo lixo espalhado. Agora está sendo transformada”, relata. Claudimar acredita que a juventude da Estrutural ainda enfrenta extrema vulnerabilidade e precisa de incentivo para sonhar. "O que eu quero é acompanhar desde o começo: qualificar, empregar e seguir acompanhando aquele jovem, a família e a comunidade.” Ele afirma que a atuação dele não será restrita à Estrutural. Pretende estender esse modelo de acompanhamento a todas as regiões administrativas que precisarem. “Esse vai ser o foco do meu trabalho.” Fala Galera "Esse Conselho está ressurgindo agora, então a turma eleita vai ter o desafio de construir um canal direto com o governo", avalia Laura Gisler, também eleita para o Conjuve-DF A Secretaria da Família e Juventude do DF criou o projeto Fala Galera, com o objetivo de dar voz e visibilidade aos jovens de 15 a 29 anos. A iniciativa é itinerante e percorre as escolas das redes de ensino pública e privada do DF para ouvir e registrar as demandas da juventude que são encaminhadas às secretarias competentes. Entre 2023 e 2025, mais de 600 sugestões foram recebidas, que englobam temas como saúde, segurança, transporte, cultura e lazer. A meta até o fim de 2025 é atender às 16 unidades escolares restantes da rede pública e 47 unidades da rede privada, totalizando 12 mil jovens atendidos. [LEIA_TAMBEM]A estudante de psicologia Laura Gisler, de 25 anos, uma das eleitas do novo Conjuve-DF, ressalta que, de certa forma, já vem fazendo isso como presidenta regional da União Nacional dos Estudantes (UNE) no Distrito Federal, cargo que lhe proporcionou, nos últimos dois anos, um contato direto com diversas realidades locais. “Agora quero contribuir ainda mais, ajudando a pensar diretrizes, perguntas… Acho essencial dar espaço para que a juventude fale. Esse é o principal motor das transformações, tanto internas quanto externas, nos movimentos sociais.” “Estive rodando o DF, conhecendo faculdades, escolas… E acho que o espaço do Conjuve tem que ser ocupado por pessoas que estão nessa luta diária, que conhecem o DF e estão inseridas em movimentos sociais. Foi por isso que eu coloquei meu nome à disposição para cumprir essa tarefa”, afirma. Entre os temas que pretende priorizar durante o mandato, Laura destaca a educação, a saúde, a mobilidade e a diversidade. “São áreas nas quais acredito que posso incidir com mais qualidade”, diz. Sobre o papel do Conselho no diálogo com o governo, ela avalia ser um dos principais desafios da nova gestão. “Esse Conselho está ressurgindo agora, então a turma eleita vai ter o desafio de construir um canal direto com o governo. Precisamos de mais leis, ações e iniciativas que dialoguem com a vida real da juventude do Distrito Federal.” Para ela, a juventude é muito diversa e está em constante transformação. “A gente muda rápido. Cinco anos atrás, o TikTok nem tinha esse impacto todo. Muda o comportamento, muda a linguagem. Então, precisamos de uma proximidade real com a base para pensar políticas e iniciativas que sejam realmente essenciais para nós.”

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DF inicia pesquisa distrital estratégica sobre a segurança pública da capital

A Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF) dá início, em 7 de julho, a uma das mais amplas e estratégicas pesquisas distritais já lançadas no DF sobre segurança pública. A iniciativa, que seguirá até o final deste ano, prevê a aplicação de 19.537 entrevistas domiciliares presenciais, distribuídas pelas microrregiões das 35 regiões administrativas do DF, abrangendo toda a área urbana. Esta será a quinta edição da pesquisa; a última foi em 2018. Estudo vai contribuir para o aprimoramento de políticas públicas na área de segurança pública | Foto: Divulgação/SSP-DF A ação tem como principal objetivo ampliar e qualificar o sistema de informações em segurança pública, possibilitando uma visão mais abrangente da realidade vivenciada pela população. Além dos dados oficiais sobre registros criminais, a pesquisa busca captar informações sobre crimes não reportados, sensação de segurança, confiança nas instituições e grau de satisfação com os serviços prestados pelas forças de segurança. “Queremos compreender não apenas os números, mas também a percepção das pessoas”, explica o secretário de Segurança Pública, Sandro Avelar. “Cada cidadão entrevistado contribuirá diretamente para o aprimoramento de políticas públicas e estratégias mais eficazes e voltadas à proteção da vida. Apesar de ano a ano, desde 2013, constatarmos a redução constante dos índices criminais, agora queremos entender a sensação de segurança para construir políticas públicas ainda mais eficazes e eficientes. Somos a segunda capital mais segura do país, mas queremos entender a percepção da população diante dessa constatação, para melhorar ainda mais nossos serviços.” Formato transparente A pesquisa será feita por empresa especializada contratada, e todos os entrevistadores estarão devidamente identificados e uniformizados, garantindo segurança aos moradores. “Cada profissional terá crachá de identificação com QR Code de verificação e número de telefone oficial para confirmação da autenticidade junto à Secretaria de Segurança Pública”, detalha o subsecretário de Gestão da Informação, George Couto. “Além disso, todas as entrevistas serão gravadas em áudio, reforçando a confiabilidade do processo e a integridade das informações coletadas”. As visitas ocorrerão diariamente, das 7h às 22h, inclusive aos fins de semana e feriados, garantindo maior alcance e comodidade para a população. Em cada residência, apenas uma pessoa será entrevistada, desde que tenha 16 anos ou mais. Base para decisões  Com metodologia baseada em amostragem estratificada por domicílios, o levantamento assegura representatividade por sexo, faixa etária e território, o que permitirá a construção de uma série histórica contínua e comparável de dados sobre vitimização e percepção da segurança pública no Distrito Federal Além de orientar o planejamento das ações de segurança, os dados obtidos fortalecerão a avaliação de políticas públicas e o diálogo com a sociedade civil. “Ao participar da pesquisa, o cidadão contribui diretamente para uma segurança pública mais inteligente, dinâmica e alinhada às reais necessidades da população”, conclui Sandro Avelar. *Com informações da Secretaria de Segurança Pública

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Eleição de representantes de Conselho de Juventude do DF será neste domingo (29)

A Secretaria da Família e Juventude do DF (SEFJ-DF) promove, neste domingo (29), a primeira eleição direta do Conselho de Juventude do DF (Conjuve-DF). Jovens de 16 a 29 anos de idade, inscritos no Colégio Eleitoral, poderão votar entre as 9h e as 17h, na sede da SEFJ, localizada na Quadra 04, Edifício Luiz Carlos Botelho, 6° andar, Setor Comercial Sul - Asa Sul. Será necessária a apresentação de documento de identificação com CPF para validar o voto. São 19 candidatos para seis vagas disponíveis.  [LEIA_TAMBEM]O Conselho é um espaço onde estimula-se a participação e interlocução da juventude com o poder público, sem remuneração, com mandato de dois anos, sendo permitida uma única recondução. O edital estabelece a reserva de três vagas para mulheres e três vagas para homens, fixando 20% das vagas para autodeclarados negros. Para o titular da SEFJ-DF, Rodrigo Delmasso, é necessário que a juventude possua o protagonismo na elaboração de políticas públicas que impactam diretamente a sua realidade. “Com a eleição do Conjuve-DF, daremos mais voz e visibilidade aos anseios dos jovens e o resultado será uma juventude mais conectada aos seus direitos e deveres para um DF com mais oportunidade e qualidade de vida a essa população”, destacou. Etapas restantes Campanha eleitoral:  até esta sexta (27) Data da eleição: domingo (29)  Divulgação dos resultados: até 4 de julho Posse dos eleitos: 12 de agosto. *Com informações da SEFJ-DF

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Produção de pescado bate recordes no DF

Em 2024, os produtores de peixes do Distrito Federal apoiados pela Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do DF (Emater-DF) conseguiram o feito histórico de produzir a maior quantidade de pescado, no período de um ano, em solo brasiliense. Foram 2.163.472 kg de peixes de diferentes espécies, um salto de mais de 6% em relação a 2023, superando o recorde alcançado naquele ano. Entre a série de fatores que compõem o resultado, além do apoio das políticas públicas está o aumento do número de produtores de pescado, que subiu de 919 para 970 no período de um ano. A região do Gama lidera a produção no DF, com 546.015 kg, seguida por Ceilândia que alcançou sua melhor marca, com 521.055 kg (um aumento de 57,88% na produção que, em 2023, foi de 330 mil kg). Os produtores do Paranoá alcançaram 353.301 kg de pescado produzido, seguido pelos piscicultores do Núcleo Rural Alexandre Gusmão, com 201.997 kg. Foram 2.163.472 kg de peixes de diferentes espécies, um salto de mais de 6% em relação a 2023, superando o recorde alcançado naquele ano | Fotos: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília Considerando o número de produtores rurais, Ceilândia cresceu não apenas em números de produção, mas também no número de piscicultores, que passou de 160, em 2023, para 187 este ano, sendo a região com o maior número de produtores de peixes no DF. No Gama, o número subiu de 148 para 185 produtores, seguido por Planaltina, atualmente com 100 produtores. Baixa manutenção Dono de uma das propriedades referências em piscicultura no DF, o produtor rural Ademir Gomes, 58 anos, tem oito tanques e uma média de 20 mil peixes na chácara Shallom, localizada no Sol Nascente, de onde saem cerca de 20 toneladas de tilápia por ano. Na atividade desde 2014, ele diz ter escolhido a piscicultura pela facilidade em relação à outras culturas e o retorno que ela proporciona. “Deixei de fazer outras culturas porque não estava compensando mais, pela falta de mão de obra. A piscicultura exige menos da gente, vale a pena trabalhar com peixe e eu gosto. A gente tem que estar na ativa e sempre atento, mas é um estoque que, se não tirou, pode ficar para depois. A hortaliça não, quando chega o ponto de colher a produção, tem que ser vendida de qualquer forma”, acentua. Para os pequenos produtores, o negócio de tilápias pode até não ser o maior foco, mas gera uma renda a mais que é importante para a família. É o caso do piscicultor Joel Félix, 72, que além de agricultor e apicultor, cria peixes em Planaltina. Segundo ele, os alevinos representam cerca de 30% da renda familiar. “Eu resolvi mexer com peixe porque você não tem que correr tanto no dia a dia. Mão de obra hoje é uma coisa muito difícil, especialmente pela minha idade. É uma renda a mais”. Joel conta que começou com uma espécie de peixe, mas após ser orientado pela Emater-DF sobre qual alevino se encaixaria melhor nos tanques lonados, mudou a estratégia. Ele descreve o apoio da empresa pública como algo essencial para os produtores do DF: “A Emater é nossa base. Se precisamos de algo, ligamos para os técnicos e imediatamente eles estão no local nos dando assistência e orientações”. Crescimento O técnico da Emater-DF, Adalmyr Borges, reforça o quanto a aquicultura vem crescendo nos últimos anos, com um avanço de 5% a 6% a cada ano. “Atualmente temos em torno de 2 mil toneladas de peixe sendo produzidas por ano no Distrito Federal, a principal espécie sendo a tilápia, que é um peixe bem adequado às condições na região, com facilidade de ter a forma do filé, sem espinhas e isso atrai muito o consumidor e caiu no gosto da população”, observa. A concessão de linha de crédito e o acompanhamento dos extensionistas da Emater-DF - tanto da cadeia produtiva, quanto do escoamento da produção - estão entre as políticas públicas que o Governo do Distrito Federal (GDF) oferece para os piscicultores brasilienses. Dono de uma das propriedades referências em piscicultura no DF, o produtor rural Ademir Gomes, 58, tem oito tanques e uma média de 20 mil peixes na chácara Shallom Além de projetos como o Proágua - um acompanhamento contínuo dos produtores de peixe da região - e o Aqua+, com foco no uso eficiente da água, o técnico destaca como fatores de crescimento da produtividade a implantação de unidades de referência no DF, atualmente contando com cinco, que são propriedades onde já existem produtores rurais na região trabalhados como modelos para a demonstração de tecnologias para outros produtores e cursos de capacitação. A aquicultura brasiliense também é alavancada com o novo projeto já sendo instalado pelo GDF, que visa o aproveitamento dos reservatórios de irrigação para criação de peixes nos tanques lonados, em especial na região Planaltina. “A gente espera ter um aumento ainda maior da produção nesse ano. Brasília é um grande mercado consumidor, com um consumo per capita dos mais altos do Brasil e, ao mesmo tempo, temos a atuação do Governo do Distrito Federal por meio da Emater, com os programas de estímulo à aquicultura. Trabalhamos orientando os produtores sobre a melhor forma de regularizar a atividade, como controlar a qualidade da água para ter uma produção eficiente de peixes, como utilizar a alimentação… Ou seja, gastar menos dinheiro produzindo a mesma quantidade de peixe e reduzindo os custos de produção”, detalha.

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Conferência debate saúde do trabalhador e aponta caminhos para políticas públicas no DF

Como garantir a saúde de quem sustenta a economia? Essa é a pergunta central que norteia a 3ª Conferência Distrital de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora, promovida pela Secretaria de Saúde (SES-DF). Durante dois dias (16 e 17 de junho), o evento reúne profissionais de diversas áreas, formais e informais, para discutir os desafios da saúde no ambiente de trabalho e propor políticas públicas para proteger quem mais precisa. A conferência amplia o debate sobre o direito à saúde como um direito humano fundamental, com foco especial nos impactos das novas formas de trabalho — como a informalidade, a "uberização" e o teletrabalho —  e no bem-estar físico e mental dos trabalhadores. Burnout, depressão e doenças ocupacionais estão entre os problemas que mais têm afetado a rede pública de saúde. O evento reúne profissionais de diversas áreas, formais e informais, para discutir os desafios da saúde no ambiente de trabalho | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde-DF Com abertura oficial no início desta semana (15), o evento contou com a participação do secretário de Saúde, Juracy Cavalcante, que também preside a conferência. “É um momento muito importante para refletirmos sobre o nosso maior bem: os servidores. Após a pandemia, vimos um aumento expressivo dos afastamentos por motivos ligados à saúde mental. Nesse contexto, a conferência chega para discutirmos soluções que garantam ambientes de trabalho mais saudáveis, com pessoas felizes e engajadas." Além de propor melhorias na Política Distrital de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora, o debate busca fortalecer a participação social e o controle democrático no Sistema Único de Saúde (SUS). O objetivo é garantir que as decisões de saúde pública contem com a escuta e o envolvimento de quem vivencia os desafios do mundo do trabalho.  “Hoje há um adoecimento significativo ligado ao trabalho, e precisamos ouvir os trabalhadores para construir políticas mais eficazes”, reforça Abdiel Nunes de Andrade, autoridade de monitoramento da Lei de Acesso à Informação da SES/DF. “Este é um espaço de diálogo, escuta e construção coletiva para um SUS mais democrático, participativo e inclusivo.” A próxima etapa é a construção de um relatório consolidado com as reivindicações e que será levado para conferência nacional, prevista para ocorrer em agosto. *Com informações da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF)

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Último dia para se inscrever para a Conferência de Segurança Pública iLab-Segurança 2025

Servidores da Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF) e das forças vinculadas têm até esta sexta-feira (13) para garantir participação na I Conferência de Segurança Pública iLab-Segurança 2025, que será realizada em Brasília, de 1º a 3 de julho. Arte: Divulgação/SSP-DF Considerado o maior evento nacional dedicado à integração, inovação e fortalecimento das políticas de segurança pública, o encontro reunirá representantes dos 26 estados, do Distrito Federal, de órgãos federais, além de especialistas, pesquisadores e instituições da sociedade civil. Os interessados devem se inscrever ainda hoje, por meio deste link. A solenidade de abertura ocorrerá em 1º de julho, às 19h, no auditório Planalto do Ulysses Centro de Convenções, com a presença de autoridades de todo o país. A programação técnica e os painéis temáticos seguirão nos dias seguintes no Centro de Eventos e Convenções Brasil 21. [LEIA_TAMBEM]“A segurança pública é uma das maiores preocupações da população. Por isso, precisamos somar esforços, integrar políticas e respeitar a realidade de cada estado”, afirma o secretário de Segurança Pública do DF e presidente do Conselho Nacional dos Secretários de Segurança Pública (Consesp), Sandro Avelar. A conferência ocorre em um momento estratégico para o setor, em meio às discussões sobre a PEC 18/25, que propõe alterações na governança da segurança pública no Brasil. O iLab-Segurança se consolida, assim, como espaço plural de debates, formulação de propostas e intercâmbio de boas práticas entre estados e União. Entre os temas que serão abordados estão: inteligência policial, combate ao crime organizado, uso de tecnologias, políticas de prevenção e valorização dos profissionais de segurança. O evento também será uma oportunidade para articulação entre gestores, operadores do sistema, estudiosos e representantes da sociedade civil. *Com informações da SSP-DF

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DF alcança a marca de 24 clubes e associações regularizados na gestão Ibaneis Rocha

Agência Brasília · (46) 13-06-2025 - DF ALCANÇA A MARCA DE 24 CLUBES E ASSOCIAÇÕES REGULARIZADOS NA GESTÃO IBANEIS ROCHA A capital federal chegou, nesta sexta-feira (13), à marca de 24 clubes e associações sem fins lucrativos regularizados por meio da política de regularização fundiária promovida pelo Governo do Distrito Federal (GDF). O número foi alcançado após o governador Ibaneis Rocha entregar a escritura pública de Concessão de Direito Real de Uso sem Opção de Compra (CDRU-S) ao Clube de Golfe de Brasília, no Setor de Clubes Esportivos Sul. Após quase cinco décadas ocupando o espaço, clube recebeu a escritura | Fotos: Renato Alves/Agência Brasília Ocupado pelo clube há cerca de 50 anos, o espaço recebeu a escritura com base na lei distrital nº 6.888/2021, sancionada pelo governador Ibaneis Rocha. A norma, que dispõe sobre a regulamentação de ocupações históricas feitas por associações e entidades sem fins lucrativos em áreas públicas do Distrito Federal, foi regulamentada pelo decreto nº 43.209/2022. Para o governador Ibaneis Rocha, a entrega da escritura, além de garantir mais segurança jurídica ao espaço, representa um avanço nas políticas públicas traçadas para o Distrito Federal. “Quando tivemos a oportunidade de debater na campanha de 2018 os avanços que nós precisávamos no Distrito Federal, já sabíamos que teríamos muita coisa a fazer, principalmente no que dizia respeito à regularização de clubes, templos religiosos e de entidades sociais; então nós elaboramos um texto de lei pensado por várias pessoas e conseguimos uma evolução muito grande na legislação do Distrito Federal, que permitiu que nós passássemos a regularização de todas essas entidades”, afirmou. “E hoje nós já temos mais de 500 escrituras assinadas com entidades no Distrito Federal. Isso é o resultado de um trabalho conjunto, de um trabalho firme e de um trabalho determinado, no sentido de trazer segurança jurídica para que todos possam investir.”  A documentação concedida ao Clube de Golfe de Brasília tem validade de 30 anos, podendo ser prorrogada por igual período. A escritura assegura a permanência da entidade em área pública, com pagamento de retribuição mensal à Terracap. A concessionária também poderá solicitar, futuramente, a adoção do sistema de moeda social como forma de abatimento, conforme regras previstas na legislação. O presidente da Terracap, Izidio Santos, ressaltou o caráter histórico da medida: “É uma marca desse governo. Entregamos documentos de clubes, igrejas e outras ocupações que perduram aí por 20, 30 anos. Aqui tem quase cinco décadas, e é muito importante que a gente traga essa segurança jurídica para uma associação tão importante e que marca a história do Distrito Federal, como esse clube. Vocês têm aqui um documento e têm a segurança jurídica, e isso é o que a gente vem trazer pra vocês.” Patrimônio da cidade Área do clube é tombada pelo Iphan e pela Unesco  Previsto no projeto original de Lucio Costa, o espaço foi fundado em 1964, tendo tido seu campo projetado pelo arquiteto inglês Robert Trent Jones Sr., considerado um dos mais renomados especialistas na área. O clube integra a área tombada de Brasília pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), devido à relevância urbanística, paisagística e histórica. “Isso para a gente representa um marco, um momento de renovação, de virada”, afirmou Norton Fritzsche, presidente do Clube de Golfe  Com campo de 18 buracos distribuídos ao longo de 6.788 jardas, sede social, restaurantes e áreas de convivência, o clube é reconhecido nacionalmente por acolher praticantes do esporte e visitantes. “Nós aguardamos por isso desde 2009”, lembrou Norton de Andrade Fritzsche, presidente do Clube de Golfe. “Isso para a gente representa um marco, um momento de renovação, de virada. Hoje o nosso campo está entre os dez melhores do Brasil, e agora nosso clube vai poder retomar esse desenvolvimento com segurança jurídica”.  Política de regularização A lei nº 6.888/2021 permite que entidades que ocupam áreas públicas há pelo menos cinco anos solicitem à Terracap a regularização de seus imóveis. Para isso, devem comprovar a atuação em atividades culturais, esportivas, de lazer ou assistência social, além de manter caráter não lucrativo. O prazo para requerer a regularização foi de um ano a partir da vigência da lei, e os pedidos passaram por análise jurídica, urbanística e ambiental antes da emissão das escrituras. "A regularização fundiária do tradicional Clube de Golfe foi um momento marcante, encerrando quase 50 anos de espera", comemorou a vice-governadora Celina Leão. "Neste GDF, temos o firme compromisso em garantir segurança jurídica, contribuindo para um ambiente mais justo e seguro.”    

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FAPDF apoia publicação científica e participação internacional em congresso sobre diversidade e políticas públicas

O pesquisador João Vitor Rodrigues Gonçalves, doutorando em Administração Pública e Governo pela FGV e em Direitos Humanos e Cidadania pela Universidade de Brasília (UnB), teve recentemente um artigo publicado na revista internacional Development Policy Review. O trabalho foi viabilizado com fomento da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal, por meio do Edital FAPDF Publica (2023), voltado à divulgação de iniciativas científicas. Professor João Vitor Rodrigues Gonçalves apresenta estudo sobre inclusão social de pessoas trans no Congresso em Portugal, com apoio da FAPDF à mobilidade científica | Foto: Divulgação/FAPDF O artigo de João Vitor, que atua como professor voluntário em cursos de graduação na UnB e como professor assistente no mestrado da FGV-Brasília, analisa o Programa Transcidadania, da Prefeitura de São Paulo, como modelo de reintegração social voltado à população trans em situação de vulnerabilidade. Baseado em entrevistas e análises institucionais, o estudo propõe a replicação do modelo em outros contextos urbanos do Sul Global - conceito que abrange os países que enfrentaram, historicamente, maior desigualdade econômica, colonização ou marginalização geopolítica -, contribuindo para o desenvolvimento de políticas públicas mais inclusivas e eficazes. [LEIA_TAMBEM]O pesquisador destaca a importância de políticas públicas estruturadas para a população trans. “A sociedade brasileira tem uma dívida histórica com essa comunidade. O programa, em atividade há mais de uma década, representa um ponto de partida possível para políticas de reinserção social com base na educação e na independência socioeconômica.” João Vitor também participou, com apoio da FAPDF, do congresso internacional realizado em Lisboa, Portugal, onde apresentou um novo estudo com temática semelhante, ainda inédito, voltado à diversidade e às políticas públicas de inclusão. A viagem foi fomentada por meio da 3ª Chamada do Edital 2024 – FAPDF Participa (Difusão Científica), que incentiva a mobilidade científica e a inserção internacional de pesquisadores do Distrito Federal. Desde a graduação, João Vitor já percebia a ausência de iniciativas voltadas à diversidade sexual e de gênero nas universidades. “Minha indignação acadêmica se transformou em uma agenda de pesquisa que busca reverberar os dilemas da população LGBTQIA+ por meio de instrumentos capazes de promover mudança e alguma equidade social”, afirma. João Vitor também destaca o papel da Fundação na valorização de projetos científicos com impacto social. “A FAPDF tem sido protagonista ao investir em pesquisas de alto impacto e ao apoiar jovens pesquisadores. Sem esse suporte, projetos como o Transcidadania dificilmente teriam a visibilidade e o alcance que alcançaram.” *Com informações da FAPDF

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Projeto Mães Mais que Especiais chega ao Sol Nascente com serviços públicos e atendimento especializado

Agência Brasília · (52) 11-06-2025 - PROJETO MÃES MAIS QUE ESPECIAIS CHEGA AO SOL NASCENTE COM SERVIÇOS PÚBLICOS E ATENDIMENTO ESPECIALIZADO Sol Nascente/Pôr do Sol é a sexta região administrativa do Distrito Federal a receber o projeto Mães Mais que Especiais, por meio do qual a comunidade terá acesso a diversos serviços públicos gratuitos ao lado da administração regional da cidade. Desenvolvido pela Secretaria da Mulher (SMDF) em parceria com o Instituto Cultural Social do Distrito Federal (INCS), o trabalho é voltado para mães e cuidadoras de crianças neuroatípicas ou com deficiência, promovendo saúde integral, autonomia econômica, educação, cultura, lazer e desenvolvimento social. Estrutura permite desenvolver uma rede de apoio a mulheres que precisam dedicar a maior parte do tempo a cuidar dos filhos | Fotos: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília A ação, gratuita e itinerante, vai até sexta-feira (14) e já passou por Ceilândia, Santa Maria, Planaltina, Samambaia e São Sebastião. Pioneira no Brasil, a proposta foi idealizada para apoiar mulheres que lidam com a tripla jornada de trabalho, cuidados domésticos e o papel de cuidadoras integrais. Além disso, a iniciativa também acende um alerta sobre a violência doméstica e oferece uma ampla gama de serviços, como atendimentos de saúde, capacitações em diversas áreas, atividades culturais e orientação jurídica, além da distribuição de materiais informativos e exibição de vídeos e palestras educativas. Cuidando de quem cuida “O projeto Mães mais que Especiais foi criado para cuidar de quem cuida”, define a vice-governadora Celina Leão. “Mães atípicas e de filhos com deficiência devem contar com o apoio do poder público. Ao oferecer capacitação, acesso a serviços de saúde e suporte psicológico e terapêutico, estamos ajudando essas mães a  cuidarem de seus filhos com dignidade.” A cada capacitação, as mães e seus filhos têm direito a atendimento psicológico e de saúde em geral, além de práticas integrativas Até o momento, o projeto já prestou mais de 6 mil atendimentos e formou uma média de 840 mulheres nos sete cursos oferecidos na estrutura montada. Cada capacitação atende em torno de 20 mulheres que, durante o evento, têm acesso a atendimento psicológico, consultas odontológicos, terapias individuais e em grupo, além de práticas integrativas como yoga e musicoterapia. Na área da autonomia econômica, há oficinas e cursos nos segmentos de beleza, bem-estar, tecnologia e redes sociais, além de palestras sobre empreendedorismo, finanças e empoderamento feminino. “Cuidar de quem cuida é uma das maiores responsabilidades do poder público”, reforça a secretária da Mulher, Giselle Ferreira. “Com este projeto, a Secretaria da Mulher reconhece a força das mães e cuidadoras de pessoas com deficiência e oferece um suporte integral para que elas se sintam acolhidas, capacitadas e cada vez mais protagonistas de suas histórias.” Autocuidado Mayra Rodrigues com o filho Miguel Francisco: “Aqui conhecemos várias histórias, e sempre tem uma coisa boa para tirar de cada uma” As mães também têm acesso a atividades culturais e de lazer com os filhos, como oficinas de dança, ginástica, arte e reciclagem. Um espaço de acolhimento com atividades lúdicas é montado especialmente para as crianças. Para a dona de casa Mayra Rodrigues, 28, o projeto é uma grande oportunidade não apenas de se profissionalizar, mas também de ter um tempo para ela mesma. [LEIA_TAMBEM]Como mãe atípica de Miguel Francisco Gomes Rodrigues, 9, Mayra tem uma rotina puxada e voltada ao filho, diagnosticado cedo com deficiência intelectual. Entre as terapias, fisioterapias e diversas atividades necessárias para que Miguel tenha mais qualidade de vida, Mayra também precisa estar bem para cuidar. “Eu me inscrevi nos cursos para ter um conhecimento a mais e poder ajudar outras mulheres a elevar a autoestima, que é muito importante também”, afirma a mãe. “Aqui conhecemos várias histórias, e sempre tem uma coisa boa para tirar de cada uma. Nunca consigo ter uma atenção muito voltada para mim, mas tento me cuidar da forma que posso, porque tenho que mostrar para meu filho que eu estou bem, porque ele também sente e percebe a sobrecarga.” Apoio Jaciara Santiago: “O diagnóstico é uma descoberta difícil, e aqui no Sol Nascente tem muitas mães que precisam - eu sou uma delas.  Esse projeto veio para dar força” A dona de casa Jaciara Santiago, 31, descreve com emoção a jornada que é ser mãe atípica. Com quatro filhos, ela encontrou no projeto uma base para se fortalecer: “O diagnóstico é uma descoberta difícil, e aqui no Sol Nascente tem muitas mães que precisam - eu sou uma delas. Meu filho, que é autista, tem crise convulsiva, então não posso trabalhar. Posso aproveitar esse curso de design de sobrancelha e extensão de cílios para exercer a profissão em casa e fazer uma rendinha a mais. Para mim, pagar por fora seria muito difícil; ser de graça faz toda diferença. Esse projeto veio para dar força”. A diretora de Políticas Públicas para Mulheres da Secretaria da Mulher, Dayana Nunes Feitosa, lembra o impacto da itinerância do projeto, aproximando os serviços oferecidos pelo Governo do Distrito Federal (GDF) da população em diferentes regiões: “É um projeto pensado no acolhimento dessas mulheres, muitas delas com mais de um filho PcD [pessoa com deficiência]. Como essa mãezinha vai se deslocar com filhos cadeirantes ou com outras deficiências para uma cidade longe? Então o GDF pensou nisso: nós vamos até a população que precisa, para que as mulheres não necessitem pegar um ônibus, consigam vir andando e tenham a semana inteira de presença. O projeto mostra como elas são valorosas e as deixa prontas para o mercado de trabalho”.  

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Conjuve-DF: Faltam 30 dias para a escolha dos representantes da juventude do Distrito Federal

Encerraram-se nesta quarta-feira (28) as inscrições para o colégio eleitoral destinado aos jovens entre 16 e 29 anos de idade que irão participar da escolha de seis conselheiros do Conselho de Juventude do DF (Conjuve-DF). Ao todo, foram 2.477 inscritos que irão definir no dia 29 de junho de 2025, os seus representantes nos próximos dois anos.  A votação acontecerá na sede da Secretaria da Família e Juventude do DF (SEFJ-DF), coordenadora do processo eleitoral, localizada no Setor Comercial Sul, Quadra 04, edifício Luiz Carlos Botelho, 6° andar, e será realizada durante todo o dia, das 9h às 17h. Ao todo, foram 2.477 inscritos que irão definir no dia 29 de junho de 2025, os seus representantes nos próximos dois anos | Foto: Divulgação/SEFJ-DF Os eleitores inscritos deverão comparecer com documento oficial com foto onde conste o CPF para que o voto seja validado. A data sofreu alteração de sábado (28 de junho) para domingo (29) para garantir a gratuidade no transporte público, o que facilitará a mobilidade dos eleitores moradores das regiões administrativas adjacentes ao Plano Piloto. Essa é a primeira vez que a juventude do DF escolhe seus representantes diretamente, uma realização classificada como necessária à democracia, nas palavras do titular da pasta, Rodrigo Delmasso. “Temos muito a agradecer ao governador Ibaneis Rocha e à vice-governadora, Celina Leão, pelo apoio contínuo e a liberdade que proporcionam aos nossos jovens de escolherem que eles considerarem melhores para ocupar o cargo. Além disso, a Secretaria está alinhada com o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) para que a eleição transcorra dentro de todos os parâmetros legais, assegurando a transparência do processo eleitoral, destacou.  Candidatos [LEIA_TAMBEM]A SEFJ divulgou a numeração dos candidatos habilitados a concorrerem a uma das seis vagas do Conselho para voto na urna. A pasta definiu a escolha dos números, excluindo toda a numeração utilizada por partidos políticos nacionais. Confira aqui. A importância do Conjuve-DF O Conselho de Juventude do Distrito Federal – Conjuve-DF foi instituído pela Lei N° 7.529/2024, é um órgão colegiado, com caráter consultivo, propositivo e de monitoramento das políticas públicas de juventude no Distrito Federal, vinculado à Secretaria da Família e Juventude do DF. Serão dois anos de mandato, não remunerado, permitida apenas uma recondução. O edital estabelece a reserva de três vagas para mulheres e três vagas para homens, fixando 20% das vagas para autodeclarados negros. Todas as inforações acerca do processo eleitoral estão disponíveis no site da Secretaria no menu Conjuve-DF.​ Etapas restantes Campanha Eleitoral: 17 de março de 2025 a 27 de junho  Data da eleição: 29 de junho Divulgação dos Resultados: Até o dia 4 de julho  Posse dos eleitos: 12 de agosto Serviço Eleição do Conselho de Juventude do DF Data: 29 de junho  Horário: 9h às 17h Local: Secretaria da Família e Juventude do DF - Setor Comercial Sul, Quadra 04, edifício Luiz Carlos Botelho, 6° andar, Asa Sul (Referência: Prédio do Na Hora) *Com informações da Secretaria da Família e Juventude do Distrito Federal (SEFJ-DF)

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Mais de 80% dos profissionais da educação básica avaliam positivamente a proibição de celulares nas escolas

O ambiente escolar é um espaço privilegiado de construção coletiva, diálogo e escuta. Com base nesse princípio, a Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF) divulgou um relatório com as percepções de professores, gestores e demais profissionais da educação básica sobre os impactos da Lei nº 15.100/2025, que proíbe o uso de celulares e aparelhos eletrônicos por estudantes nas instituições educacionais públicas e privadas do DF. O documento está disponível no site oficial da Secretaria de Educação do DF.  Do total de respondentes da pesquisa, 45% apontam uma melhoria significativa e 40% identificam melhorias parciais com a proibição do uso de celulares nas escolas | Fotos: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília Entre os temas apurados, destacam-se a percepção dos docentes sobre os efeitos da proibição dos celulares na aprendizagem e nas relações sociais dos estudantes, além do engajamento durante as aulas. Do total de respondentes, 85% reconhecem algum nível de impacto positivo, sendo que 45% apontam uma melhoria significativa e 40% identificam melhorias parciais. A pesquisa, conduzida pela Subsecretaria de Educação Básica (Subeb), ouviu profissionais de todas as coordenações regionais de ensino (CREs) do DF, valorizando a escuta ativa da comunidade escolar. A análise dos dados sobre a percepção docente a respeito da contribuição da proibição do uso de celulares para a melhoria das aprendizagens revela uma avaliação amplamente positiva. "A rede pública do DF acolheu a Lei nº 15.100/2025 com responsabilidade e protagonismo pedagógico. O resultado do questionário aplicado indica que mais de 70% dos profissionais consideram a medida eficaz e percebem avanços claros no comportamento, atenção e engajamento dos estudantes”, destacou a secretária de Educação, Hélvia Paranaguá. No Centro Educacional Incra 8 foram instalados pontos de leitura e jogos de tabuleiro nos espaços em que os alunos utilizavam os aparelhos eletrônicos “A escuta institucional revela que a política pública está no caminho certo, mas demanda continuidade, acolhimento e diálogo com famílias e estudantes”, avalia a gestora. A subsecretária de Educação Básica da SEEDF, Iêdes Braga, indica que "a SEEDF seguirá monitorando os efeitos da lei e fortalecendo ações formativas, com foco em saúde emocional, protagonismo juvenil e uso consciente das tecnologias".  Resultados [LEIA_TAMBEM] No campo das relações sociais entre os estudantes, a pesquisa também demonstra percepções majoritariamente favoráveis. Para 46,7% dos profissionais, a proibição do uso de celulares contribuiu de forma significativa para o fortalecimento do convívio interpessoal nas escolas, com relatos de maior disposição ao diálogo, fortalecimento de vínculos e aumento da convivência presencial em momentos coletivos. Outros 36,3% identificam contribuição parcial da medida, com avanços especialmente observados nos intervalos e nas atividades em grupo. Reflexões e iniciativas pedagógicas Mais do que um levantamento estatístico, o relatório também aponta estratégias adotadas para orientar alunos e famílias sobre a nova legislação, bem como as percepções dos responsáveis quanto à comunicação com os filhos no horário escolar. O relatório ainda apresenta iniciativas das escolas para transformar a proibição em oportunidades pedagógicas, estimulando a autonomia, a criatividade e a socialização saudável nos momentos livres, como recreios e intervalos. "Esperamos que este relatório contribua para o fortalecimento de práticas pedagógicas que promovam o uso responsável das tecnologias e para o planejamento de ações cada vez mais alinhadas às realidades das comunidades escolares", reforça a secretária de Educação. *Com informações da SEEDF  

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PCDF cria comitê para o desenvolvimento de políticas públicas para as servidoras

A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) deu mais um passo em direção à valorização e ao fortalecimento da atuação feminina na instituição. Publicada nesta segunda-feira (19), a portaria nº 305/2025 institui o comitê permanente para o planejamento e o desenvolvimento de políticas públicas direcionadas às mulheres policiais civis. Criação de comitê reforça o compromisso com a promoção da equidade de gênero, segundo a PCDF | Foto: Divulgação/PCDF A iniciativa visa a garantir que as demandas específicas das servidoras sejam contempladas em ações estruturadas, contínuas e alinhadas com o decreto distrital nº 45.414/2024, que orienta as diretrizes voltadas à equidade de gênero na segurança pública do DF. [LEIA_TAMBEM]O comitê será composto por representantes de todas as carreiras policiais da instituição, com a seguinte formação: uma delegada de polícia — que exercerá a presidência do grupo —, uma perita criminal, uma perita médico-legista, uma agente de polícia, uma escrivã, uma agente policial de custódia e uma papiloscopista. As indicações serão feitas pelas unidades responsáveis, no prazo de até dez dias após a publicação da portaria. Segundo a normativa, caberá ao comitê apresentar, anualmente, as metas e ações previstas para o cumprimento dos objetivos estabelecidos, com a devida publicação das informações no site institucional da PCDF. As atividades desenvolvidas seguirão os parâmetros do decreto distrital vigente, sem prejuízo de outros normativos relacionados. O comitê será vinculado diretamente ao gabinete do delegado-geral de Polícia Civil, a quem se reportará institucionalmente. A presidência do comitê será ocupada pela diretora da Divisão Integrada de Atendimento à Mulher (Diam), a delegada Karen Tatiane Langkammer, que destaca: “Essa medida reforça o compromisso da PCDF com a promoção da equidade de gênero, o respeito aos direitos das servidoras e o fortalecimento de um ambiente de trabalho mais justo, inclusivo e representativo”. *Com informações da PCDF  

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