Podas e galhadas podem ser descartadas gratuitamente nos papa-entulhos
Neste mês, o Distrito Federal enfrenta o período de seca, época em que é comum que moradores de residências com áreas verdes façam podas de árvores e plantas, além de limpar os espaços e retirar folhas secas acumuladas. Mas o que fazer com esses resíduos? No Distrito Federal, há 28 papa-entulhos que, distribuídos por diferentes regiões, devem ser utilizados como locais de descarte de resíduos de poda e galhadas provenientes de pequenas intervenções realizadas pelos moradores. Os equipamentos estão em Samambaia (dois), Riacho Fundo, Riacho Fundo II, Asa Sul, Águas Claras, Granja do Torto, Paranoá, Santa Maria (dois), Recanto das Emas, Taguatinga, Planaltina, São Sebastião (dois), Brazlândia (dois), Guará (dois), Gama (dois), Ceilândia (três), Sobradinho II (dois), Sobradinho e Núcleo Bandeirante. Papa-entulhos estão disponíveis em várias regiões do Distrito Federal | Foto: Divulgação É o caso do Park Way, região predominantemente verde e que, por isso, registra uma demanda significativa por serviços de poda. É comum encontrar sacos contendo resíduos de jardinagem dispostos irregularmente em vias públicas. No entanto, a legislação determina que o prestador responsável pelo serviço de poda deve também recolher os resíduos gerados e dar a destinação ambientalmente adequada. Os moradores que contratarem um serviço de poda devem exigir que o prestador faça a retirada e a destinação adequada dos resíduos. Não é correto simplesmente colocar o material em sacos e descartá-lo em vias públicas. O prestador do serviço deve recolher os resíduos e garantir a destinação ambientalmente adequada do material gerado. Quando esse serviço é feito pelo próprio cidadão, existe a opção de descartar no papa-entulho: a pessoa pode levar para o equipamento até um metro cúbico de resíduos de poda e galhadas por dia, volume equivalente à capacidade de uma caixa-d’água de mil litros. Caso esse volume seja maior, é preciso contratar um transportador de resíduos para o descarte correto na Unidade de Recebimento de Entulho (URE). Para saber o endereço mais próximo da sua residência, basta acessar este site.
Ler mais...
Projeto Conexões e Experiências mapeia atrativos de produtos e turismo rurais em todo DF
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Nesta terça-feira (4/8), a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater-DF) promoveu uma visita guiada a dois espaços e uma rodada de apresentação e bate-papo com oito produtores selecionados no projeto Conexões e Experiências: Turismo, Histórias e Produtos do Campo que Encantam. A iniciativa, parceria da Emater-DF com a Secretaria de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (Seagri-DF), reúne 40 produtores rurais em sua primeira edição e foi transformada em um catálogo disponível em formato físico e digital. Entre trilhas e retiros ecológicos, iniciativas de educação ambiental, plantações de mirtilo e morango e produção de queijos, vinhos e cachaça, a publicação reúne empreendimentos que oferecem produtos de qualidade e produção sustentável e que, ao mesmo tempo, estão de portas abertas para receber visitantes. De acordo com a Emater-DF, a proposta central do projeto é conceito de “conexão rural”, promovendo a integração entre a agroindústria familiar e o turismo rural, de modo que o visitante não apenas leve um produto para casa, mas conheça a história, o rosto e o processo de trabalho por trás de cada rótulo. O presidente da Emater-DF, Cleison Duval, afirma que o turismo rural ajuda no desenvolvimento econômico do DF | Fotos: Matheus Borges/Agência Brasília Na Villa Giardini, um dos locais contemplados pela primeira edição do catálogo e visitados ao longo do dia e onde foi promovido um chá da tarde elaborado com produtos locais, o presidente da Emater-DF, Cleison Duval, afirmou que pensar o turismo é trabalhar o desenvolvimento econômico de toda região por meio da conexão entre empreendimentos produtores e de hospitalidade. “Hoje, por exemplo, vamos tomar um café da tarde onde eu tenho uma geleia de produtores de qualidade registrada. Aqui [na Vila Giardini], temos um ambiente que pode receber turistas. Desta forma, eu não vou estar valorizando apenas aquela propriedade ou aquele produto. Eu vou estar promovendo o desenvolvimento de toda a região em volta”, comentou. A programação do dia contou também com uma visita à cachaçaria Cavaco, outro dos empreendimentos contemplados pela primeira edição da publicação, e com a divulgação do segundo edital do projeto, disponível para participação de produtores entre 1º de junho e 31 de agosto deste ano. Cachaça 100% do DF A produção de cachaça no DF é feita em várias técnicas, como envelhecida em carvalho ou em jequitibá-rosa Como parte da programação de turismo rural, o dia começou com uma visita à cachaçaria Cavaco, localizada no Núcleo Rural Sobradinho dos Melos, no Paranoá. No local, são feitos o plantio e a colheita da cana-de-açúcar, então moída para extração do caldo, que por sua vez é fermentado, destilado e, posteriormente, armazenado em tonéis de inox ou madeira para envelhecimento e ganho de complexidade. No tour pela cachaçaria, além de acompanhar as diferentes etapas do processo produtivo, é possível degustar os rótulos disponíveis — como a cachaça prata (sem envelhecimento em barril), outras envelhecidas em madeiras como carvalho-americano, carvalho-europeu e também em madeiras brasileiras, como jequitibá-rosa e amburana. Na ocasião, houve também demonstrações da aplicação da bebida em coquetelaria, com releitura de clássicos como o Aperol Spritz e o Rabo de Galo. "A Emater tem nos ajudado com questões junto a outros parceiros que produzem cachaça para que a gente possa se juntar em movimentos de valorização da cachaça enquanto produto" Igor Cavalcante, sócio da Cachaçaria Cavaco Produtor rural e um dos proprietários da Cavaco, Igor Cavalcante conta que a Emater-DF foi um importante suporte técnico durante todo o processo, mesmo quando os planos da família ainda não eram o de produção de cachaça. Desde 2003, quando a família adquiriu a propriedade, foram feitas diferentes tentativas de empreender, com plantação de abacateiros, pinheiros e até mesmo criação de gado. “A Emater tem nos ajudado desde sempre. Quando começamos e decidimos trabalhar com cana-de-açúcar, os técnicos vieram aqui e estão sempre disponíveis para nos auxiliar. Levam o produto daqui, fornecem subsídios, fazem verificação de solo, do manejo. Além disso, tÊm nos ajudado com outras questões junto a outros parceiros que produzem cachaça para que a gente possa se juntar em movimentos de valorização da cachaça enquanto produto”, afirmou. O empreendimento funciona em um terreno de 12 hectares e tem capacidade de produção de 20 mil litros de cachaça por ano. Igor conta que o produto tem se consolidado no mercado brasiliense, e demonstra empolgação com o crescimento do interesse do público. “Temos tido um retorno muito bom. As pessoas que compram, gostam muito do produto. Obviamente, existe um terroir específico daqui, que é diferente da Região Sul e do Nordeste. Cada cachaça vai ter uma especificidade e o público tem gostado desse terroir de Brasília, do Cerrado como um todo, então acabam levando para outros estados e até alguns outros países já estão se interessante”, comentou. Catálogo Conexões e Experiências O primeiro catálogo elenca 40 empreendimentos com mapa ilustrado, contato e horários de visitação, entre outras informações Na edição do catálogo Conexões e Experiências, foram selecionados 40 empreendimentos distribuídos em regiões rurais em Brazlândia, Ceilândia, Gama, Jardim, PAD-DF, Paranoá, Planaltina, São Sebastião, Sobradinho e Vargem Bonita. São 98 páginas com mapa ilustrado, fichas dos empreendimentos, informações de contato, horários de visitação, além de QR Codes que dão acesso a vídeos curtos com depoimentos dos produtores. Na publicação é possível encontrar vinícolas e enoturismo, queijarias artesanais, cafés especiais, cachaçarias, cervejaria artesanal, apicultura, fruticultura, agroindústrias de laticínios e embutidos, hotéis-fazenda, ecoparques, espaços de bem-estar, turismo religioso e turismo cultural. O catálogo está disponível em formato físico e digital. Rancho Canabrava Com 29 anos de história no Núcleo Rural Sobradinho I, a cerca de 25 km da Rodoviária do Plano Piloto, o Rancho Canabrava é referência em turismo rural no Distrito Federal. A propriedade é pioneira na criação de cavalos da raça mangalarga marchador no DF, atividade iniciada em 1971, e hoje reúne turismo equestre, gastronomia e lazer para toda a família. "Nós vamos fazer 30 anos de funcionamento. É um restaurante rural com atividades de lazer e temos tentado crescer para outras funções também" Anna Maria de Lucena Rodrigues, proprietária do Rancho Canabrava Entre os destaques do empreendimento, estão passeios a cavalo e de charrete, cavalgadas longas e escola de equitação, restaurante de comida mineira servida no fogão a lenha, trilhas ecológicas, arvorismo, tirolesa e fazendinha e projeto pedagógico para escolas. “O rancho tem uma história longa. Nós vamos fazer 30 anos de funcionamento. É um restaurante rural com atividades de lazer, e temos tentado crescer para outras funções também. Temos um espaço de evento, bem pequenininho e restrito, mas estamos tentando crescer. Temos também um projeto pedagógico, no qual atendemos escolas com uma pegada mais ecológica, a fim de tirar os meninos das telas [de dispositivos eletrônicos]”, relatou a proprietária do espaço, Anna Maria de Lucena Rodrigues. Queijaria Potiguar Agroindústria familiar dedicada a laticínios artesanais, a queijaria Potiguar une tradição de família e conhecimento técnico na produção de queijos. A operação é registrada e segue as boas práticas de fabricação, o que assegura procedência e segurança alimentar ao consumidor. A produção integra o movimento de valorização do queijo artesanal produzido no Distrito Federal. Entre os destaques, estão uma linha de queijos artesanais (frescal, coalho, manteiga e minas padrão), loja própria em São Sebastião e visitação à propriedade com contato direto com o processo produtivo. “A queijaria nasceu por meio da Emater. Os técnicos me incentivaram a legalizar [o processo de produção]. Eles me acompanham desde o início. Se eu preciso de um veterinário, eles estão lá para me ajudar, na agroindústria, na produção, nos cursos de queijos, inclusive para eu conhecer as bactérias, o leite e tal, foi tudo através da Emater”, destacou o produtor rural Antônio Fernandes Barros, de 62 anos, proprietário da queijaria. Cerrado Blue A partir de pesquisa e aperfeiçoamento genético, a produção de mirtilo foi adaptada à realidade do DF Localizada na Rota do Cavalo, a Cerrado Blue é uma das pioneiras no cultivo de mirtilo (blueberry) no Distrito Federal. O mirtilo foi adaptado ao clima do Planalto Central por meio de pesquisa e aperfeiçoamento genético. O cultivo é feito em substrato e vasos, sistema que garante frutos de calibre superior, alto teor de açúcar e acidez equilibrada, com janela de produção estendida de cerca de sete meses. Entre os destaques, estão mirtilo in natura, colha e pague, agroturismo e vivências no campo, além de derivados artesanais como geleias, molhos, sucos e chá de folhas de mirtilo. “As pessoas têm gostado bastante porque é algo que não conhecem [o mirtilo]. As que conhecem ainda não foram a um pomar. Hoje, além dessa experiência no pomar, temos a experiência gastronômica. A gente oferece um café da manhã, que é um brunch com receitas doces e salgadas com mirtilo”, contou a empreendedora rural, Leandra Alvarenga. Coopa-DF A farinha de trigo Buriti é fruto do trabalho da Cooperativa Agropecuária da Região do Distrito Federal (Coopa-DF) Fundada em 1978, a Cooperativa Agropecuária da Região do Distrito Federal (Coopa-DF) reúne centenas de produtores e é uma das principais referências do agronegócio do Planalto Central. Seu produto símbolo é a farinha de trigo Buriti, resultado da busca dos cooperados, desde os anos 1990, pelo trigo como alternativa de rotação de culturas nas áreas irrigadas. O moinho próprio, inaugurado em 1995, transforma o grão em farinha para panificação, uso doméstico e farelo animal. Entre os destaques, estão a farinha de trigo Buriti e a realização da AgroBrasília, maior feira do agronegócio do Planalto Central e uma das principais do país, sediada no Parque Tecnológico Ivaldo Cenci. Villa Giardini Ecoparque Referência em sustentabilidade e turismo rural no DF, o Villa Giardini Ecoparque ocupa 36 mil metros quadrados no Setor de Mansões do Lago Norte, com até 65% de vegetação nativa preservada e arquitetura bioclimática. O complexo integra produção agrícola, educação ambiental e eventos, com vista para o Lago Paranoá e o skyline da cidade. Entre os destaques da propriedade, estão a meliponicultura (abelhas sem ferrão), o viveiro de mudas ornamentais e medicinais, o primeiro lavandário em larga escala do Centro-Oeste, com mais de 1,5 mil pés de lavanda e um rótulo próprio de vinho em parceria com a Vinícola Brasília, além das experiências Chá da Villa, Projeto Sementes da Villa e oficinas Brushes & Bloom. Cauê Giardini explica que o Villa Giardini Ecoparque une arte, cultura e preservação ambiental “[O local] nasceu há dez anos com o intuito de ser um parque botânico em Brasília, de ser um espaço que unisse arte, cultura e preservação ambiental. Então, temos várias atividades que são abertas à comunidade e não só privadas. Hoje, somos muito conhecidos em Brasília no setor de eventos e eventos privados, casamentos, festas sociais, mas poucas pessoas sabem que a Villa Giardini está com as portas abertas para comunidade do Distrito Federal como um todo”, contou o diretor de criação do espaço, Cauê Giardini. Oma Sena Vinícola boutique familiar, a Oma Sena — "Vovó Sena", em alemão — é uma homenagem dos netos à matriarca da família e integra o grupo Vinícola Brasília e o Eixo dos Vinhedos. A produção utiliza a técnica da dupla poda, que desloca a colheita do verão chuvoso para o inverno seco, período de maturação plena dos cachos. Entre os destaques, estão os rótulos Primeira Chuva (rosé de syrah), Descalço (sauvignon blanc), Vernáculo Syrah e Dialeto Syrah, premiações nacionais e internacionais, com destaque para o Merano Wine Festival 2025, na Itália, visitas guiadas ao vinhedo com degustação e a experiência imersiva Tinto, Taças e Tintas. Rafael Bonato: "A Emater ajuda muito nessa parte de conectar os produtores e os novos empreendimentos" “A nossa fase atual é de conquistar o mercado e estar realmente mais próximos dos clientes, do consumidor final. A Emater ajuda muito nessa parte de conectar os produtores e os novos empreendimentos. [O catálogo] ajuda muito a termos um caminho realmente aberto com os consumidores e com os clientes”, comentou o sócio-proprietário da Oma Sena, Rafael Bonato. Vinícola Brasília Nascida da união colaborativa de dez famílias e dez vinhedos do Distrito Federal e da Ride, a Vinícola Brasília é um dos projetos mais recentes da vitivinicultura no Planalto Central. Os vinhos finos são produzidos pela técnica da colheita de inverno (dupla poda), com uvas colhidas a uma altitude média de mil metros, em clima seco e de grande amplitude térmica. Pesquisa financiada pela FAPDF comprovou que os syrahs do Cerrado de Altitude apresentam altos níveis de compostos fenólicos, antioxidantes e resveratrol. Rótulos da Vinícola Brasília prestam homenagem à capital federal: Monumental, Alvorada, Croqui, Pilotis e Cobogó Entre os destaques, estão rótulos que homenageiam a arquitetura de Brasília — Monumental, Alvorada, Croqui, Pilotis e Cobogó, mais de 70 premiações nacionais e internacionais —, além de tours guiados, winebar, jantares harmonizados e cursos de vinhos. “A Vinícola Brasília, hoje, é mais conhecida fora do Brasil do que aqui dentro de Brasília. Com apenas dois anos de vida, conquistamos 120 prêmios nacionais e internacionais. Fazemos sempre um apelo às pessoas que vão até a Vinícola Brasília que, quando se sentarem em restaurantes, peçam vinhos de Brasília. A qualidade nós já provamos que temos”, comentou o gerente comercial da vinícola, Darlan Lucca Pissolatti, 57, ao citar que o empreendimento recebe propostas de exportação dos produtos para países como Alemanha, Espanha, Itália, França e Portugal. Espaço Amplitude Refúgio de hospedagem e bem-estar na DF-205 Oeste, o Espaço Amplitude foi inspirado nos princípios da geometria sagrada, com o octógono presente em todos os ambientes, em projeto que mescla o contemporâneo e o rústico. Os chalés têm vista para a montanha e para o horizonte rural. A propriedade mantém atividades agropecuárias genuínas — plantio de milho e criação de bovinos, aves e equinos —, o que reforça a autenticidade da vivência rural. Entre os destaques, o espaço dispõe de hospedagem em chalés; do projeto Entardecer no Amplitude, com contemplação do pôr do sol, petiscos e música; de trilhas, bike e ecoturismo, yoga, meditação e retiros, além de camping e observação do céu. "A vista para as montanhas e a amplitude que nós temos lá é o nosso diferencial" Yara Lucia de Oliveira, do Espaço Atitude “Nós surgimos na época da pandemia, quando todo mundo estava sem saber para onde ir. Construímos uns chalezinhos hoje se transformaram em um refúgio, onde as pessoas procuram um lugar de conexão, de pausa, de acolhimento. Nós oferecemos aquele clima de montanha, ficamos numa área montanhosa do DF, o que é raro nas propriedades. Então, a vista para as montanhas e a amplitude que nós temos lá é o nosso diferencial”, comentou a proprietária, Yara Lucia de Oliveira. Como participar do edital A Emater-DF também fez o lançamento do segundo edital do projeto para a seleção de produtores rurais do Distrito Federal para integrar a segunda edição do catálogo — desta vez, bilíngue — nos formatos digital e físico. As inscrições podem ser feitas exclusivamente pela internet, duraram de 1º de junho a 31 de agosto, sendo abertas a produtores rurais atendidos pela Emater-DF que tÊm produtos agroindustriais com registro nos órgãos competentes, propriedades com atrativo turístico ou parcerias entre as duas modalidades. As inscrições para o segundo catálogo podem ser feitas até 31 de agosto Como contrapartida aos projetos selecionados, a Emater disponibilizou espaço na publicação bilíngue, inclusão na plataforma digital Põe na Cesta e participação em ações de marketing regional e eventos promocionais coordenados pela Emater-DF. Produtores que precisaram de apoio para se inscrever puderam procurar os escritórios locais da Emater-DF da sua região. *Com informações da Emater
Ler mais...
Biotech XP transforma o Planetário de Brasília em palco de inovação
O Planetário de Brasília foi palco, nesta terça-feira (23), do lançamento oficial do Biotech XP, iniciativa que tem como missão democratizar o acesso ao conhecimento científico por meio de experiências interativas, gratuitas e acessíveis para toda a população do Distrito Federal. O evento é uma parceria entre a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-DF) e o Instituto Oriens, e reuniu centenas de participantes ao longo do dia, com destaque para mais de 200 crianças que vivenciaram atividades tecnológicas e educativas com foco em ciência, inovação e sustentabilidade. Iniciativa apresenta a crianças e ao público em geral, de forma divertida, temas fundamentais para o futuro, como biotecnologia, biodiversidade, sustentabilidade e inovação tecnológica | Foto: Divulgação/Secti-DF “Quando conseguimos transformar o conhecimento científico em uma experiência acessível, interativa e divertida, despertamos a curiosidade e criamos novas possibilidades para o futuro” Rafael Vitorino, secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação Com o propósito de transformar a ciência em uma experiência prática, acessível e compreensível para diferentes públicos, a iniciativa busca aproximar jovens, estudantes, famílias e educadores de temas fundamentais para o futuro, como biologia, biotecnologia, biodiversidade, sustentabilidade e inovação tecnológica. “A ciência precisa estar cada vez mais próxima das pessoas, principalmente das novas gerações. Quando conseguimos transformar o conhecimento científico em uma experiência acessível, interativa e divertida, despertamos a curiosidade e criamos novas possibilidades para o futuro. A Secti tem trabalhado para ampliar iniciativas como essa, que estimulam a inovação, fortalecem a educação científica e aproximam a população das oportunidades geradas pela tecnologia”, destacou o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação do DF, Rafael Vitorino. Um dos grandes destaques da programação foi a Zona de Alta Tecnologia, espaço que proporcionou experiências imersivas por meio de simuladores e recursos de realidade virtual. As crianças puderam experimentar o Simulador de Asa Delta New Action e o Simulador de Montanha Russa com óculos VR 360°, atrações que combinaram entretenimento, adrenalina e conceitos relacionados à percepção humana, tecnologia e inovação. Show educativo e divertido: apresentação da startup Einstein Jr. conquistou o público infantil Participação ativa das crianças [LEIA_TAMBEM]Outro momento marcante do lançamento foi a apresentação da startup Einstein Jr., que conquistou o público infantil com um show educativo e divertido, promovendo a ciência de forma lúdica e estimulando a participação ativa das crianças em atividades de aprendizagem. Além da disseminação do conhecimento, o projeto pretende fortalecer a cultura científica no Distrito Federal, ampliar o acesso da comunidade a experiências de educação não formal e incentivar o desenvolvimento do pensamento crítico e da consciência ambiental. A expectativa é contribuir para a formação de uma sociedade mais informada, participativa e preparada para os desafios contemporâneos relacionados à ciência, tecnologia e sustentabilidade. Para a Secti-DF, a realização do Biotech XP representa mais um avanço na missão de aproximar a ciência, a tecnologia e a inovação da sociedade, criando ambientes que incentivam a aprendizagem, despertam talentos e promovem a inclusão científica. Ao apoiar iniciativas como essa, a secretaria reforça seu compromisso em levar conhecimento de qualidade para diferentes públicos do Distrito Federal e contribuir para a construção de um futuro mais inovador, sustentável e conectado. *Com informações da Secti-DF
Ler mais...
Parque de Águas Claras ganha quadra, poço artesiano e reforço na segurança
Neste domingo (14), o Governo do Distrito Federal (GDF) fez uma série de entregas no Parque Ecológico de Águas Claras, ampliando a infraestrutura esportiva e aprimorando as condições de uso da unidade de conservação. Foram entregues uma quadra de grama sintética e um novo sistema de abastecimento de água por poço artesiano, além da assinatura de uma ordem de serviço para a reforma da academia ao ar livre do parque. Além do campo sintético, Parque Ecológico de Águas Claras será beneficiado com vários investimentos do GDF, que prevê reforço na preservação ambiental em outras unidades de conservação situadas no Distrito Federal | Fotos: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília Decretos e acordos de cooperação voltados à preservação ambiental e segurança dos parques também foram assinados na ocasião pela governadora Celina Leão, visando ao fortalecimento das políticas ambientais da capital. Os documentos preveem a instalação de câmeras de segurança em quatro parques, a formalização de parceria para conservação e educação ambiental e a assinatura de decretos que regulamentam a pesca no Lago Paranoá e o manejo do pirarucu no DF. “Cuidar do meio ambiente não é só cuidar do futuro, é cuidar também do nosso presente”, declarou a governadora, ao assinar as entregas A chefe do Executivo destacou que as entregas e medidas, anunciadas durante a programação do Mês do Meio Ambiente, reforçam o compromisso do governo com a preservação ambiental, a recuperação dos recursos hídricos e a ampliação da infraestrutura dos parques públicos. “Cuidar do meio ambiente não é só cuidar do futuro, é cuidar também do nosso presente”, declarou. “Cuidar das águas e preservar o Cerrado é uma obrigação nossa e uma política que não tem retrocesso” Governadora Celina Leão Além dessas medidas, ela elencou outras iniciativas do GDF: “Também instituímos o Dia da Caminhada nas Trilhas Ecológicas e seguimos ampliando as áreas protegidas do Distrito Federal. Já criamos novos parques, estamos investindo na recuperação de nascentes, no plantio de mudas e na recuperação do Rio Melchior. Um parque garante que aquela área será preservada e continuará sendo um pulmão ecológico para a cidade. Cuidar das águas e preservar o Cerrado é uma obrigação nossa e uma política que não tem retrocesso”. Investimentos no parque Com investimento de cerca de R$ 570 mil, a quadra de grama sintética do Parque Ecológico de Águas Claras possui aproximadamente 20 metros por 35 metros e passou por uma reforma. O poço artesiano, por sua vez, foi instalado com recursos de compensação ambiental, em investimento aproximado de R$ 130 mil. O engenheiro florestal Irving Silveira comemorou as medidas: “Aqui conseguimos juntar uma coisa com a outra: conhecer a natureza, fazer uma prática esportiva e se integrar com a comunidade” A nova estrutura auxiliará no abastecimento dos viveiros, irrigação das quadras de areia, acionamento das duchas e outras atividades operacionais da unidade de conservação. A expectativa é que o novo sistema contribua para reduzir os gastos com água, que chegam a quase R$ 20 mil durante os períodos de estiagem, além de garantir melhores condições para a manutenção das atividades esportivas e ambientais desenvolvidas no local. “A comemoração do meio ambiente acontece dia 5 de junho, mas hoje reunimos, com apoio de todo o sistema ambiental, uma série de entregas importantes, para o meio ambiente e para a população” Rafael Santana, secretário do Meio Ambiente Também foi assinada a ordem de serviço para reforma da academia ao ar livre localizada ao lado da quadra sintética, um projeto que prevê a substituição do piso, pintura das estruturas metálicas e avaliação técnica para implantação de pergolado ou outro tipo de cobertura, ampliando o conforto dos frequentadores. “É muito importante a entrega de obras de infraestrutura para as pessoas irem mais ao parque, conhecerem a natureza e aproveitar”, ressaltou o engenheiro florestal Irving Martins Silveira, frequentador do Parque Ecológico de Águas Claras. “Aqui conseguimos juntar uma coisa com a outra: conhecer a natureza, fazer uma prática esportiva e se integrar com a comunidade. São equipamentos que trazem outras modalidades esportivas e só agregam mais atrativos para o parque receber a população.” Mais segurança Durante a cerimônia de entrega, a governadora também assinou a ordem de serviço para aquisição de câmeras de segurança 360 graus, destinadas aos parques ecológicos de Águas Claras, Setor O, Cortado e Ezechias Heringer, com o objetivo de reforçar a proteção dos espaços públicos e dos visitantes. Também foram assinados os decretos relacionados à pesca no Lago Paranoá e à pesca do pirarucu, iniciativas voltadas para a regulamentação e o ordenamento dessas atividades no DF. “A ideia é aproximar a população desses espaços e fortalecer esse sentimento de pertencimento” Gutemberg Gomes, presidente do Instituto Brasília Ambiental “É um dia muito especial”, comemorou o secretário do Meio Ambiente, Rafael Santana. “A comemoração do meio ambiente acontece dia 5 de junho, mas hoje reunimos, com apoio de todo o sistema ambiental, uma série de entregas importantes, como o decreto que trata da pesca do pirarucu, que é uma espécie sem predador natural no lago. Foi um conjunto de ações muito importantes para o meio ambiente e para a população.” Trilhas ecológicas Outra medida formalizada foi o Acordo de Cooperação Técnica (ACT) entre o Jardim Botânico de Brasília (JBB) e o movimento de trilheiros Caminhos do Planalto Central, uma parceria que busca fortalecer ações integradas de conservação ambiental, educação ambiental e gestão das áreas protegidas do Distrito Federal, com mais de 100 trilhas ecológicas mapeadas. A programação contou, ainda, com caminhada ecológica e com o autógrafo da placa simbólica que marca a instituição do Dia da Caminhada nas Trilhas Ecológicas do Distrito Federal e permanecerá instalada na sede do Parque Ecológico de Águas Claras. O presidente do Instituto Brasília Ambiental, Gutemberg Gomes, enfatizou que as ações combinam preservação ambiental, uso sustentável dos recursos naturais e ampliação dos espaços de lazer para a população. A psicanalista Cosette Castro participou da caminhada: “A gente está vivendo mudanças climáticas, e muitos estão vivendo com solidão, então essa é uma forma de encontrar pessoas, estar em grupo e preservar a natureza” [LEIA_TAMBEM]“Estamos fazendo entregas consolidadas aqui”, lembrou. “A principal delas talvez seja o poço artesiano, porque estamos otimizando o recurso hídrico. Essa água será usada nas duchas, no viveiro e nas atividades do parque. Além disso, com a instituição do Dia da Caminhada nas Trilhas Ecológicas, os caminhantes ajudam a cuidar das unidades de conservação, na fiscalização e na preservação. A ideia é aproximar a população desses espaços e fortalecer esse sentimento de pertencimento.” Participante da caminhada ecológica no parque de Águas Claras, a psicanalista Cosette Castro avaliou: “A caminhada é importante, porque precisamos de espaços verdes na cidade. A gente está vivendo mudanças climáticas, e muitos estão vivendo com solidão, então essa é uma forma de encontrar pessoas, estar em grupo e preservar a natureza. Quanto mais renovações o parque recebe, mais as pessoas vêm para cá e passam a aproveitar esses espaços”. Além das novas entregas, o Parque Ecológico de Águas Claras recebeu recentemente a substituição completa do cercamento por estruturas mais resistentes. A unidade também conta com duas quadras poliesportivas reformadas e um parquinho infantil acessível, implantados com recursos de compensação ambiental há menos de dois anos.
Ler mais...
Materiais reaproveitados viram espaços de bem-estar em UPAs no DF
Estruturas retiradas durante obras do Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF) ganharam uma nova função: se transformaram em locais de convivência e descanso nas unidades de pronto atendimento (UPAs), administradas pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF). A proposta une sustentabilidade, reaproveitamento de recursos e atenção ao bem-estar de profissionais e pacientes. As primeiras instalações já foram entregues nas UPAs de Recanto das Emas e Ceilândia II. Os locais contam com bancos para descanso, tomadas para carregamento de dispositivos eletrônicos e paisagismo pensado para tornar o ambiente mais acolhedor. Além de servirem como ponto de pausa para colaboradores, também podem ser utilizados em atividades terapêuticas, fisioterapia e ações ao ar livre com pacientes. A proposta surgiu a partir de uma demanda identificada pelo Núcleo de Qualidade de Vida no Trabalho (Nuvid), por meio do Projeto Acolher. Para a chefe do núcleo, Paula Paiva, a criação desses locais representa mais um avanço no compromisso institucional com as pessoas. Segundo ela, os espaços foram planejados para oferecer momentos de descanso e recuperação emocional em unidades marcadas por alta demanda assistencial. A proposta surgiu a partir de uma demanda identificada pelo Núcleo de Qualidade de Vida no Trabalho (Nuvid), por meio do Projeto Acolher | Foto: Divulgação/IgesDF “Investir em áreas voltadas ao descanso é investir diretamente na saúde física e mental dos profissionais que diariamente se dedicam ao cuidado da população”, destaca. Um dos diferenciais está no reaproveitamento de componentes retirados de uma área do HBDF, que atualmente passa por reformas para receber o novo centro cirúrgico da unidade. De acordo com a gerente de manutenção e infraestrutura, Tatiana Tostes, a proposta surgiu da necessidade de dar uma destinação útil aos elementos removidos durante a obra. A partir da atuação integrada entre equipes de projetos, manutenção, infraestrutura, obras e fiscalização, foi possível transformar um desafio operacional em solução inovadora. “Conseguimos unir sustentabilidade, economia de recursos e humanização em um único projeto. Todo o planejamento foi realizado para que o benefício pudesse chegar a todas as UPAs da rede e também ao Hospital Cidade do Sol”, explica. Responsável pela execução das intervenções, o gerente de Obras e Fiscalização, Matheus Martins, afirma que as entregas ocorreram entre abril e junho nas UPAs de Ceilândia II e Recanto das Emas e que novas unidades já recebem melhorias. “As obras já foram iniciadas nas UPAs de Ceilândia I, Vicente Pires e Riacho Fundo, que serão as próximas a receber os espaços”, informa. Na UPA de Recanto das Emas, a novidade rapidamente passou a fazer parte da rotina dos colaboradores. Para a gerente da unidade, Idê Ingrid Rodrigues, a iniciativa representa um cuidado que vai além da assistência. “Acredito que investir em espaços voltados ao bem-estar dos colaboradores é também pensar na qualidade da assistência prestada aos pacientes. Quando nossos profissionais se sentem acolhidos, valorizados e têm um ambiente adequado para momentos de descanso e integração, conseguimos fortalecer o atendimento humanizado e oferecer uma assistência ainda melhor à população”, afirma. Mais do que uma obra física, o projeto simboliza uma nova forma de pensar a infraestrutura institucional, transformando estruturas que antes seriam descartadas em locais capazes de promover acolhimento, saúde e qualidade de vida para quem cuida e para quem é cuidado. Para o superintendente de Engenharia e Arquitetura do IgesDF, Adisson Gabriel, a iniciativa demonstra como olhar para as pessoas e para o meio ambiente pode contribuir diretamente para a promoção da saúde. “Mais do que construir ambientes, buscamos criar locais que gerem acolhimento, conforto e qualidade de vida. Esse projeto mostra que é possível aliar eficiência, sustentabilidade e humanização em benefício das pessoas”, completa. *Com informações do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF)
Ler mais...
Lago Paranoá recebe ação de limpeza subaquática
Mergulhadores, pescadores, nadadores e o público em geral participaram, neste domingo (31), do fechamento da operação Clean Up — Limpeza Subaquática, realizada na orla do Lago Paranoá, na altura da Concha Acústica. A ação, que começou na semana passada, teve como principal objetivo remover resíduos do lago, bem como conscientizar a população sobre a importância de preservar os recursos hídricos e incentivar práticas sustentáveis. Pelotão Lacustre da Polícia Militar Ambiental teve participação efetiva na ação | Foto: Divulgação/PMDF A iniciativa contou com apoio da Polícia Militar (PMDF), por meio do Pelotão Lacustre do Batalhão de Polícia Militar Ambiental (BPMA). Participaram, ainda, representantes da Subsecretaria de Pesca, vinculada à Secretaria do Meio Ambiente (Sema-DF), bem como da Associação Brasiliense de Pesca Sub e Apneia. Por meio de ações preventivas, educativas e operacionais, o BPMA segue atuando em parcerias institucionais e comunitárias, contribuindo para a preservação do Lago Paranoá e para a conservação da natureza. *Com informações da PMDF
Ler mais...
Encontro intersetorial discute educação baseada na natureza
A Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal (SEEDF) promoveu e participou, nesta segunda-feira (25), do Encontro Intersetorial sobre Educação Baseada na Natureza (EBN), realizado na sede do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), em Brasília. O evento reuniu representantes de órgãos públicos, instituições educacionais e organizações da sociedade civil para fortalecer o diálogo sobre educação socioambiental, sustentabilidade e enfrentamento das mudanças climáticas no ambiente escolar. Encontro discute cooperação entre diferentes setores para fortalecer ações socioambientais nas escolas do Distrito Federal | Fotos: Mary Leal / SEEDF A chefe do Núcleo de Educação Ambiental da SEEDF, Cibele Lima, destacou que o encontro buscou fortalecer a articulação entre diferentes setores para ampliar as ações socioambientais nas escolas do DF. “O encontro visa fortalecer a articulação intersetorial por meio da ampliação da Educação Baseada na Natureza em um espaço participativo de troca de experiências, alinhamento de perspectivas e construção de estratégias integradas, considerando os desafios da crise climática e a necessidade de fortalecimento da educação socioambiental nas instituições educacionais do DF”, afirmou. “Espera-se reunir cerca de 60 participantes de diferentes instituições e setores estratégicos, fomentando a criação de redes de colaboração, definição de pontos focais, pactuação de agenda futura e encaminhamento de ações integradas voltadas à educação socioambiental e aos desafios climáticos” Cibele Lima, chefe do Núcleo de Educação Ambiental da SEEDF O conceito de Educação Baseada na Natureza está ligado ao direito das crianças de aprender e brincar em contato com ambientes naturais, dentro e fora da escola, com intencionalidade pedagógica. A proposta também dialoga diretamente com os desafios impostos pelas mudanças climáticas e pela necessidade de adaptação dos espaços educacionais. Segundo Cibele, a expectativa é consolidar uma rede colaborativa entre instituições e definir encaminhamentos conjuntos para os próximos anos. “Espera-se reunir cerca de 60 participantes de diferentes instituições e setores estratégicos, fomentando a criação de redes de colaboração, definição de pontos focais, pactuação de agenda futura e encaminhamento de ações integradas voltadas à educação socioambiental e aos desafios climáticos”, ressaltou. A programação contou com palestras, painéis intersetoriais e grupos de trabalho voltados à construção de estratégias integradas para ampliar ações de Educação Baseada na Natureza no Distrito Federal. Representando a SEEDF, participaram equipes de diferentes subsecretarias, diretorias e coordenações regionais de ensino (CREs), além de profissionais ligados às áreas de educação ambiental, educação integral e formação continuada. Ampliação do debate O encontro integra as ações do projeto Educação Baseada na Natureza, desenvolvido pelo Unicef Brasil em parceria com o Instituto Alana desde 2024. A iniciativa é realizada em quatro territórios do país: Distrito Federal, Salvador, Recife e Rio Grande do Norte. O projeto promove formações, elaboração de materiais pedagógicos e ações voltadas para o letramento climático e à integração entre natureza e currículo escolar. [LEIA_TAMBEM]A coordenadora do projeto Educação Baseada na Natureza no Instituto Alana, Gabriela Arakaki, explicou que a proposta busca ampliar o debate para além do cotidiano escolar, envolvendo também gestores e formuladores de políticas públicas. “As ações foram muito focadas no chão da escola, nos processos formativos com gestores escolares, professores e professoras. Agora, estamos pensando também na incidência desse tema no contexto dos tomadores de decisão no âmbito das políticas públicas”, destacou. O encontro também abordou o Prêmio Entre no Clima, iniciativa ligada ao projeto que reconhece experiências desenvolvidas por escolas nas áreas de mudanças climáticas, gestão de resíduos, eficiência energética e uso consciente da água. As inscrições foram encerradas em maio e 36 projetos finalistas terão suas experiências registradas em um e-book. Desses, 12 escolas serão premiadas em cerimônia marcada para 1º de julho, em Brasília, com reconhecimento nacional e premiação que conta com a instalação de placas fotovoltaicas para geração de energia solar. *Com informações da SEEDF
Ler mais...
DF entrega licenças ambientais e reforça produção sustentável no campo
Durante a AgroBrasília, nesta sexta-feira (22), cinco licenças ambientais foram entregues pela governadora Celina Leão a produtores do Distrito Federal, com foco nas atividades de irrigação por pivô central e avicultura de corte. As autorizações beneficiam empreendimentos localizados nas regiões administrativas de Planaltina, São Sebastião e Paranoá. “O Estado precisa entender que ele tem que dar a mão, ele não deve atrapalhar. Muitas vezes, o Estado atrapalha: quando deixa de te dar uma licença, quando não abre a estrada da sua fazenda, quando não coloca todas as condições necessárias… Mas graças a esse time [de secretários], eu tenho certeza que o agronegócio aqui vai continuar crescendo”, enfatizou a chefe do Executivo. Celina Leão: "O Estado precisa entender que ele tem que dar a mão, ele não deve atrapalhar" | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília De acordo com a Superintendência de Licenciamento Ambiental (Sulam), o uso de pivôs centrais é essencial para a produção de grãos no Cerrado, especialmente nos períodos de estiagem, comuns entre o outono e o inverno. A tecnologia garante a produtividade mesmo em condições climáticas adversas. A avicultura, por sua vez, figura como um dos principais pilares da pecuária no Distrito Federal, com faturamento bruto estimado em mais de R$ 1 bilhão, o que reforça sua relevância econômica para a região. A licença ambiental atesta que o funcionamento do empreendimento está em conformidade com diretrizes previstas em instrumentos como o Código Florestal, planos de manejo de unidades de conservação e a Política Nacional de Resíduos Sólidos. Além disso, assegura o monitoramento e a fiscalização das atividades. Outro impacto importante é o acesso facilitado ao crédito rural e a novos mercados, inclusive internacionais, já que a regularização ambiental amplia a segurança jurídica dos empreendimentos. "É uma equação que, para muitos, é simples, mas é dificílima, que é o desenvolvimento sustentável. Ou seja, a gente cuida das nascentes, mas a gente cuida também do desenvolvimento da cidade" Gutemberg Gomes, presidente do Brasília Ambiental O presidente do Instituto Brasília Ambiental, Gutemberg Gomes, destacou que a sintonia entre a produção agrícola e a preservação ecológica é fundamental para o desenvolvimento do setor. "A gente entende que agro e meio ambiente têm tudo a ver. Sem o cuidado com o meio ambiente, a gente não consegue avançar. É uma equação que, para muitos, é simples, mas é dificílima, que é o desenvolvimento sustentável. Ou seja, a gente cuida das nascentes, mas a gente cuida também do desenvolvimento da cidade", afirmou Gomes, ao reforçar que o grande desafio da gestão é buscar o equilíbrio do desenvolvimento sustentável. "O Governo do Distrito Federal trabalha junto do produtor dentro da legalidade. Trabalhando atividades licenciadas, monitorando e garantindo produção e proteção ambiental", emendou o secretário de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural, Rafael Bueno. Em 2021, apenas cerca de 30% dos pedidos para atividades agropecuárias estavam licenciados. Atualmente, esse índice supera os 82%, resultado da modernização da legislação, do aprimoramento das ferramentas de análise e da qualificação dos serviços de consultoria ambiental. Feira agrícola O evento de negócios e tecnologia é voltado a empreendedores rurais de diferentes portes e segmentos Com apoio do GDF, a AgroBrasília segue até este sábado (23), no PAD-DF, no Paranoá. O evento de negócios e tecnologia é voltado a empreendedores rurais de diferentes portes e segmentos e feito pela Cooperativa Agropecuária da Região do Distrito Federal (Coopa-DF). A feira funciona como uma grande vitrine de inovações, com destaque para negócios focados em maquinários, insumos, sustentabilidade, genética animal e vegetal, além de debates e palestras sobre o setor produtivo. Durante a visita à AgroBrasília, Celina Leão também anunciou mudanças no Fundo de Desenvolvimento Rural, lançou edital para regularização fundiária de 182 imóveis rurais e assinou o decreto que regulamenta o Programa Reflorestar e o texto que normatiza a Política de Boas Práticas Agropecuárias. Além disso, a feira também foi palco da assinatura simbólica de um Acordo de Cooperação Técnica (ACT) entre a Secretaria de Agricultura, Abastecimento e Pecuária (Seagri-DF) e a Agência Goiana de Defesa Agropecuária (Agrodefesa), iniciativa que fortalece a defesa agropecuária e amplia a integração sanitária entre o Distrito Federal e Goiás. “Essa é uma feira que movimenta mais de R$ 5 bilhões em negócios; tem uma presença maciça do nosso Estado aqui, com os nossos órgãos, nossas secretarias dando apoio, fomento e investimento para que as pessoas tenham a oportunidade de expor seus produtos, seus projetos”, enfatizou a governadora.
Ler mais...
Brasília ganhará shopping ao lado do aeroporto, reforçando potencial turístico e econômico
O Aeroporto Internacional de Brasília Presidente Juscelino Kubitschek passará por uma ampla expansão, com investimentos superiores a R$ 1,1 bilhão em novos empreendimentos voltados para comércio, lazer e logística. Entre os principais projetos está a construção do Partage Brasília, novo shopping center que será implantado na via de acesso ao terminal aéreo para transformar a experiência de moradores, turistas e passageiros em conexão com a capital federal. Projeto pronto: shopping Portage terá mais de 60 mil metros quadrados de área construída | Foto: Bento Viana/Setur-DF O empreendimento é desenvolvido pelo grupo Partage, companhia com mais de 28 anos de atuação no mercado e responsável pela implantação, comercialização e administração de 16 empreendimentos em todo o país. O Partage Brasília será o primeiro open mall da rede e nasce inspirado no céu da capital federal, integrando modernidade, sustentabilidade e valorização do Cerrado. “O empreendimento vai gerar emprego, renda e novas oportunidades para toda a cadeia produtiva do turismo” Bernardo Antunes, secretário interino de Turismo Com mais de 60 mil metros quadrados de área construída, o shopping reunirá cerca de 130 lojas, incluindo sete grandes âncoras, além de academia da rede Cia Athletica, com mais de 3 mil metros quadrados, food hall do Mané Mercado, dez restaurantes e seis salas de cinema, sendo quatro VIP, uma MaxScreen de 210 metros quadrados e uma sala premium, além de um exclusivo cinema a céu aberto. O complexo também terá um clube com piscina de ondas para a prática de surfe, ampliando a proposta de entretenimento e posicionando o empreendimento como um novo polo de lazer e experiências em Brasília. Área ampla O projeto foi pensado para oferecer uma experiência diferenciada de convivência e lazer. Entre os destaques estão um parque central com mais de 12 mil metros quadrados, áreas para shows, espaço kids, pet garden e o primeiro observatório público de pousos e decolagens da cidade, permitindo que visitantes acompanhem a movimentação de aeronaves em uma das pistas mais movimentadas do Brasil. A sustentabilidade também é um dos pilares do empreendimento. O Partage Brasília já conquistou a certificação internacional LEED Gold, tornando-se o primeiro shopping do Distrito Federal a receber o selo. Como parte das ações ambientais, foi criado um viveiro exclusivo para resgate e preservação de espécies nativas do Cerrado, com cerca de 3 mil mudas que serão reintegradas ao paisagismo do complexo. [LEIA_TAMBEM]“Esse investimento representa um marco importante para o desenvolvimento do turismo no Distrito Federal”, ressalta o secretário interino de Turismo do DF, Bernardo Antunes. “Brasília se consolida cada vez mais como um destino moderno, preparado para receber visitantes com infraestrutura, lazer e serviços de qualidade. O empreendimento vai gerar emprego, renda e novas oportunidades para toda a cadeia produtiva do turismo.” Localizado a menos de 500 metros do aeroporto, o shopping foi concebido pela equipe da Inframerica, administradora do Aeroporto de Brasília, e atenderá moradores das regiões administrativas, além de passageiros, visitantes e funcionários do terminal aéreo. A proposta é oferecer uma nova opção de lazer, conveniência e entretenimento para quem chega ou passa pela capital federal. O empreendimento prevê a geração de cerca de 2 mil empregos diretos. “Mais do que um centro de compras, o empreendimento nasce como um novo ponto de encontro da cidade, um espaço de experiências, lazer e qualidade de vida para brasilienses e visitantes”, afirma Adriano Capobianco, diretor comercial e de Novos Negócios do Grupo Partage. *Com informações da Secretaria de Turismo
Ler mais...
Reciclotech coloca Brasília entre as cidades mais inovadoras em premiação Ibero-americana
O programa Reciclotech, desenvolvido pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Distrito Federal (Secti-DF), conquistou reconhecimento internacional ao colocar Brasília entre as cidades mais inovadoras da Ibero-América. A iniciativa ficou em 5º lugar no Prêmio UCCI 2026 à Inovação Ibero-americana, promovido pela União das Cidades Capitais Ibero-americanas (UCCI). A premiação reúne projetos inovadores desenvolvidos por cidades ibero-americanas que contribuem para a melhoria da qualidade de vida da população, o desenvolvimento sustentável e a criação de soluções voltadas para os principais desafios urbanos da atualidade. Nesta edição, 34 iniciativas de 15 cidades integrantes da UCCI participaram da disputa, evidenciando o alto nível de competitividade entre os projetos inscritos. O Reciclotech une economia circular, sustentabilidade, inclusão digital e capacitação profissional | Foto: Divulgação/Secti-DF O Reciclotech foi destaque por aliar economia circular, sustentabilidade, inclusão digital e capacitação profissional, transformando resíduos eletrônicos em oportunidades de aprendizado, geração de renda e acesso à tecnologia para a população. O reconhecimento ganha ainda mais relevância pelo perfil técnico do júri, composto por representantes do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), do Banco de Desenvolvimento da América Latina e Caribe (CAF), da IE University, da Madrid Innovation (Câmara Municipal de Madrid) e da UCCI. [LEIA_TAMBEM]“Esse reconhecimento mostra que Brasília tem se consolidado como referência em inovação com impacto social. O Reciclotech é um exemplo de como tecnologia, sustentabilidade e inclusão podem caminhar juntas para transformar vidas e gerar oportunidades para a população do Distrito Federal. Estar entre os projetos reconhecidos internacionalmente fortalece ainda mais o compromisso da Secti em desenvolver iniciativas que tragam resultados concretos para a sociedade”, destacou o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação, Rafael Vitorino. Como parte da premiação, o Governo do Distrito Federal foi convidado a apresentar o programa durante o Fórum das Cidades da IFEMA Madrid 2026, um dos principais encontros internacionais voltados à inovação urbana e desenvolvimento sustentável, que será realizado entre os dias 9 e 11 de junho, em Madri, na Espanha. *Com informações da Secti-DF
Ler mais...
Planaltina recebe 12 novos ônibus escolares para atender até 1,4 mil alunos de área rural
O Governo do Distrito Federal (GDF) reforçou a frota do transporte escolar em Planaltina com a entrega de 12 veículos modelo Ore 3, nesta terça-feira (14). Com capacidade para atender aproximadamente 1,4 mil estudantes por dia, os novos ônibus entregues pela governadora Celina Leão fazem parte de uma estratégia para reduzir a evasão escolar e fortalecer a educação nas áreas rurais da região. O investimento na frota foi de R$ 5,6 milhões. “Estamos melhorando a estrutura do transporte com ônibus todos adaptados, com acessibilidade e ar-condicionado. Colocamos critérios: não vamos adquirir qualquer tipo de automóvel, mas veículos que deem comodidade para os alunos. Só para Planaltina já chegaram 30 ônibus; esses são mais 12 e, com essa entrega, a gente resolve a demanda da região com uma estrutura renovada. Ao mesmo tempo seguimos com diálogo, porque governar é ouvir — tanto a base quanto a oposição — para construir soluções que melhorem a vida da população.” Celina Leão: “Estamos melhorando a estrutura do transporte com ônibus todos adaptados, com acessibilidade e ar-condicionado" | Fotos: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília Ônibus escolar Hoje, o Distrito Federal conta com uma frota total de cerca de 1,2 mil ônibus escolares. Desse total, 167 veículos integram a frota própria da Secretaria de Educação, número que foi ampliado com a chegada recente de mais 12 novos ônibus, que vão atender, em Planaltina, as regiões de Taquara, Rio Preto, Tabatinga e Região da Bica do DER, operando nos dois turnos (matutino e vespertino) e, caso haja demanda, também no período noturno. Os veículos foram adquiridos por meio de um processo conduzido pela própria secretaria, em parceria com a TCB, responsável por gerenciar todo o transporte escolar da rede pública. A secretária de Educação interina, Iêdes Braga, destacou que Planaltina será a regional de ensino contemplada com 12 novos ônibus escolares totalmente acessíveis. Segundo ela, a acessibilidade é um dos principais pilares da política educacional, especialmente quando se trata de garantir atendimento igualitário aos estudantes. “Transportar nossos alunos é uma prioridade, mas é fundamental que isso seja feito com segurança”, afirmou. De acordo com a secretária, a entrega de uma frota nova assegura mais qualidade no serviço, sobretudo aos estudantes que ainda dependem do transporte escolar, em especial os que vivem em áreas rurais. “Assim, conseguimos atender às necessidades específicas de cada aluno com mais eficiência e dignidade”, completou. Os veículos possuem estrutura desenvolvida especialmente para o tráfego nas estradas não pavimentadas da zona rural. Além da resistência, os ônibus oferecem conforto aos passageiros, com ar-condicionado e assentos ergonômicos. A frota conta ainda com acessibilidade completa, que inclui plataforma elevatória e espaço exclusivo para cadeirantes, medida que assegura a inclusão e a igualdade de acesso ao ensino. "Nós temos aqui o mais completo e mais universal programa de gratuidade para o estudante" Zeno Gonçalves, secretário de Transporte e Mobilidade Segundo o secretário de Transporte e Mobilidade, Zeno Gonçalves, o Distrito Federal tem hoje uma prestação de serviço de transporte escolar que é referência no país. Ele destaca que o governo promoveu uma mudança no perfil da TCB, empresa tradicionalmente ligada ao transporte público, que passou a ter um novo foco voltado ao programa DF Acessível e ao transporte escolar. “Nós temos aqui o mais completo e mais universal programa de gratuidade para o estudante, que hoje consegue, em todos os dias da semana, ter gratuidade garantida. Esse governo faz a inclusão social e melhora muito a educação. Meio ambiente Zeno também ressaltou o avanço na sustentabilidade da frota. “Para que Brasília consiga ser, de fato, a cidade com mais qualidade de vida e o Distrito Federal a unidade da Federação mais inclusiva, nós temos hoje a maior frota de ônibus com tecnologia menos poluente, chamada Euro 6, e estamos recebendo, nos próximos dias, 90 ônibus elétricos, que vão atender toda a Bacia U, de Planaltina até o aeroporto”, afirmou o secretário. Durante a entrega, a governadora Celina Leão mencionou ações na área ambiental e destacou a criação de uma nova unidade de conservação e o compromisso com a preservação: “Vamos criar o Parque Ecológico Canela de Ema, que muita gente dizia que ninguém tinha coragem de fazer. É um trabalho grande, mas nós vamos finalizar o cercamento para que possamos ter o meio ambiente preservado. Já avançamos muito e vamos avançar ainda mais, cuidar do meio ambiente e garantir esse patrimônio para as futuras gerações, com estrutura adequada.”
Ler mais...
Governador Ibaneis Rocha assina ordem de serviço para pavimentação da VC-541, em Brazlândia
O governador Ibaneis Rocha assinou, na manhã desta quarta-feira (18), a ordem de serviço para início das obras de pavimentação da VC-541, que liga a região de Brazlândia à cidade de Águas Lindas (GO), no Entorno do Distrito Federal. Serão asfaltados cerca de 4 km de via, com investimento de R$ 7,7 milhões. A rodovia vicinal 541 era uma das últimas pistas da região que ainda não haviam recebido asfalto | Foto: Renato Alves/Agência Brasília “As nossas obras do Governo do Distrito Federal têm beneficiado também o estado de Goiás, as cidades que fazem divisa. É o início de mais um sonho para as pessoas da região” Celina Leão, vice-governadora “Essa vicinal era pedida há mais de 30 anos, é uma interligação fácil com a cidade de Águas Lindas, e era necessário que ela fosse feita”, afirmou o governador. “Tivemos um grande trabalho, porque é uma região de muitas nascentes de muitas águas, então nós tivemos que aprovar todos os projetos na Secretaria do Meio Ambiente [Sema] e no Brasília Ambiental para fazer tudo com segurança, para que a gente tenha crescimento e infraestrutura com sustentabilidade ambiental”, complementou Ibaneis. Escoamento “É uma área que tem ajudado o Distrito Federal, escoando o produto para alimentação dos brasilienses; então, é um momento de realização para a nossa comunidade” Jailson Nascimento, presidente da Associação de Produtores Rurais do Setor Maranata A VC-541 era uma das últimas pistas ainda não asfaltadas da região. A obra, que vai gerar 80 empregos diretos, beneficiará os cerca de 30 mil motoristas que trafegam pelas imediações, além de contribuir para o escoamento da produção agrícola no local. “As nossas obras do Governo do Distrito Federal têm beneficiado também o estado de Goiás, as cidades que fazem divisa”, reforçou a vice-governadora Celina Leão. “É o início de mais um sonho para as pessoas [da região].” Entre as pessoas beneficiadas estão a cabeleireira Luciane Santana, de 49 anos. “Essa obra vai melhorar muito para nós”, disse. “Meu sobrinho pega o ônibus aqui e chega à escola todo sujo, é uma luta danada. Moro aqui desde que nasci e vejo ele passando o que eu já passei”. Meyry Belo, corretora: “Estamos sendo premiados com o maior sonho nosso, que é essa pista” | Foto: Matheus Borges/Agência Brasília Assim como Luciane, a corretora Meyry Belo, 77, comemorou: “Estamos sendo premiados com o maior sonho nosso, que é essa pista”. Por sua vez, o presidente da Associação de Produtores Rurais do Setor Maranata, Jailson Nascimento, reforçou: “É uma área que tem ajudado o Distrito Federal, escoando o produto para alimentação dos brasilienses; então, é um momento de realização para a nossa comunidade”. Intervenções A obra integra um conjunto de intervenções para melhorar a conexão viária do DF com o Entorno. Em Brazlândia, já estão concluídas, entre outros serviços essenciais, a reconstrução de trechos da DF-189 e a pavimentação de um trecho da DF-001, além de ter sido feito um investimento de R$ 26,6 milhões na DF-220 para ligação entre rodovias estratégicas. R$ 1,1 bilhão Total de investimentos feitos desde 2019 pelo GDF para melhorar a vida de motoristas e passageiros da região “Eu estive em Brazlândia como chefe do Distrito Rodoviário há 26 anos, e a pavimentação da VC-541 já era um pedido da população”, lembrou o presidente do Departamento de Estradas de Rodagem do DF (DER-DF), Fauzi Nacfur Junior. “Agora nós estamos anunciando o início das obras, e isso mostra algumas coisas muito importantes, como a parceria com a Prefeitura de Águas Lindas. Foi combinado e eles estão trazendo a obra de lá para cá também. São ações muito importantes para melhorar esse trânsito entre o Distrito Federal e Goiás.” O secretário de Obras e Infraestrutura, Valter Casimiro, enfatizou: “A gente sabe que muitas pessoas dormem em suas casas no Entorno, mas as atividades econômicas, de lazer, de educação, de saúde são feitas no DF; então é importante que a gente faça essa infraestrutura para dar condições de essas pessoa acessarem o Distrito Federal com mais dignidade e também apoiar toda a questão da produção rural, bem como fazer que o pessoal de Brasília que precisa ir ao Entorno tenha esse conforto, essa qualidade”. [LEIA_TAMBEM]Desde 2019, o DER-DF investiu R$ 525 milhões em infraestrutura e R$ 582,2 milhões na manutenção da malha viária, totalizando um montante de R$ 1,1 bilhão para melhorar a vida de motoristas e passageiros. Agenda Mais cedo, também em Brazlândia, o governador Ibaneis Rocha assinou um termo que transferiu da Agência de Desenvolvimento do DF (Terracap) para a Companhia de Desenvolvimento Habitacional do DF (Codhab), a área da Expansão Vila São José, no Núcleo Rural Capão da Onça, a fim de que, no local, sejam construídas moradias de interesse social.
Ler mais...
Palestra internacional sobre qualidade de vida e bem-estar mobiliza servidores do GDF
Para refletir sobre a felicidade, o Instituto de Pesquisa e Estatística do Distrito Federal (IPEDF), em parceria com o Movimento Brasília Capital da Felicidade e a Escola de Governo (Egov-DF), promoveu uma palestra nesta quarta-feira (18), destinada a servidores do Governo do Distrito Federal (GDF). O convidado foi o diretor-executivo do Centro de Felicidade Interna Bruta do Butão, Lhatu, uma das maiores referências internacionais na aplicação prática do conceito de felicidade como política pública. Palestra reuniu servidores de diferentes áreas do GDF, além de titulares de secretarias | Fotos: Divulgação/IPEDF Com o tema “Gross National Happiness — Felicidade Interna Bruta como qualidade de vida, bem-estar e felicidade sustentável”, o evento contou com a presença de várias autoridades, como o secretário de Economia, Daniel Izaías; o diretor-presidente do IPEDF, Manoel Clementino; a diretora-executiva da Egov-DF, Juliana Tolentino; e a idealizadora do Movimento Brasília Capital da Felicidade, Cosete Ramos, além de servidores. O palestrante tem uma trajetória marcada pela atuação no serviço público, em organismos internacionais e no setor privado, sendo um dos principais líderes globais na difusão do modelo de Felicidade Interna Bruta (FIB), filosofia que orienta o desenvolvimento do Butão e inspira governos ao redor do mundo. Especialista no uso da felicidade em políticas públicas, Lhatu enfatizou: “Para nós, a felicidade é algo fundamental, pois está consagrada na Constituição do nosso país, tendo sido adotada em 2008, ordenando que o Estado promova condições que permitam a busca da felicidade” “Essa pauta da felicidade é mundial, e nós, enquanto instituição de pesquisa e estudos que ajudam na formulação de políticas públicas, também temos esse ouvido para as necessidades da sociedade e incorporamos esse tema no nosso plano de trabalho” Manoel Clementino, diretor-presidente do IPEDF Ex-parlamentar por dois mandatos, ele liderou políticas nas áreas de saúde, educação, infraestrutura, sustentabilidade e desenvolvimento comunitário. Ao longo da carreira, ele também atuou no Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) e em projetos de agroindústria sustentável, geração de renda e preservação ambiental — pauta que chega a Brasília e envolve o mundo inteiro. Durante a palestra, Lhatu lembrou que o Centro de Estudos do Butão e da Felicidade Interna Bruta é uma instituição governamental que faz pesquisas e monitora o índice FIB, criado em 1972, priorizando o bem-estar coletivo, sustentabilidade e cultura sobre o Produto Interno Bruto (PIB). Bem-estar coletivo [LEIA_TAMBEM]“Para nós, a felicidade é algo fundamental, pois está consagrada na Constituição do nosso país, tendo sido adotada em 2008, ordenando que o Estado promova condições que permitam a busca da felicidade”, declarou. “E, apesar de estar distante do Brasil, é possível fazer esse movimento aqui e desenvolver ações e políticas que promovam o bem-estar coletivo.” A palestra é uma prévia para o 2º Congresso da Felicidade de Brasília, que será aberto na sexta-feira (20), no Museu Nacional da República. Na ocasião, o IPEDF vai lançar a pesquisa “Felicidade no Distrito Federal: fatores associados e implicações para políticas públicas”, que ouviu 1.705 moradores do DF para entender como avaliam sua própria felicidade e quais aspectos da vida mais contribuem para esse sentimento. “Fica aqui o convite para quem quiser conhecer a metodologia dessa pesquisa inédita”, afirmou o diretor-presidente do IPEDF, Manoel Clementino. “Essa pauta da felicidade é mundial, e nós, enquanto instituição de pesquisa e estudos que ajudam na formulação de políticas públicas, que auxiliam na tomada de decisão das ações governamentais, também temos esse ouvido para as necessidades da sociedade e incorporamos esse tema no nosso plano de trabalho.” *Com informações do IPEDF
Ler mais...
Iniciativa sustentável de UBS na Vila Planalto recolhe dez galões de tampinhas e lacres por mês
Uma iniciativa voltada à promoção da sustentabilidade na Unidade Básica de Saúde (UBS) 3 da Vila Planalto tem resultado na coleta mensal de cerca de dez galões repletos de tampas e lacres de garrafas. Nessa lista entram também pilhas e baterias. A ação integra um conjunto de medidas adotadas pela equipe para incentivar o consumo consciente e o descarte ambientalmente adequado de resíduos. “Preservar o meio ambiente, por meio da segregação correta dos resíduos, é o básico para um planeta sustentável, controle de vetores e consequentemente de doenças. Quando preocupamo-nos com isso, mantemos a cidade limpa, preservamos a qualidade da água e diminuímos alagamentos e transbordamentos de esgoto por resíduos acumulados”, explica a gerente da unidade, Evelyn Heinzen. O projeto da UBS 3 da Vila Planalto incentiva o consumo consciente e o descarte ambientalmente adequado de resíduos | Foto: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde DF A UBS disponibiliza, ainda, coletores para descarte de medicamentos e lixeiras seletivas instaladas em pontos estratégicos e de grande circulação. Segundo a gestora, a adesão da comunidade tem sido positiva, com relatos de moradores que passaram a separar os resíduos também em casa após conhecerem a iniciativa. [LEIA_TAMBEM]“Muitas vezes ficamos com a falsa ideia de que unidades de saúde produzem somente resíduos contaminados, que devem ser incinerados. Mas isso não corresponde à nossa realidade. Produzimos resíduos orgânicos que podem ser utilizados no Horto Agroflorestal, resíduos que podem ser reciclados e reaproveitados, evitando o despejo em aterros sanitários ou ainda em lixões, contaminando o solo e o ambiente”, detalha Heinzen. A enfermeira responsável técnica, Daniela Matias, também idealizadora da iniciativa, destaca os impactos diretos dessas ações na promoção do bem-estar da comunidade como um todo. “A saúde vai muito além do físico, da doença. Com a saúde ambiental, estimulamos a pessoa a ter hábitos que ajudem a natureza. Dessa forma, o resultado pode ir ainda mais longe: se não há acúmulo de lixo, diminuímos os casos de dengue. E esse é só um dos benefícios." *Com informações da Secretaria de Saúde
Ler mais...
GDF fortalece recuperação ambiental com plantio de mais de 300 mudas em Sobradinho
A Secretaria do Meio Ambiente do Distrito Federal (Sema-DF), em parceria com a Organização da Sociedade Civil Associação SOS Ribeirão Sobradinho, plantou, no último sábado (21), mais de 300 mudas de espécies nativas do Cerrado no Parque Ecológico Canela de Ema, em Sobradinho. A ação contou com a participação da comunidade e integra medidas voltadas à recuperação ambiental da área e à proteção dos recursos hídricos da bacia do Ribeirão Sobradinho. A atividade foi precedida por mutirão de limpeza realizado em 7 de fevereiro, no Jardim do Refúgio, no Canela de Ema, quando foram preparados os berços destinados ao plantio das mudas. A iniciativa envolveu moradores da região nas etapas de preparo e recuperação ambiental da área. Além de sustentabilidade, o plantio de mudas é uma ação que melhora a qualidade de vida da população | Foto: Divulgação/Sema-DF As ações integram o projeto Viveiro Educativo, formalizado por meio do Termo de Fomento MROSC nº 03/2025. O projeto reúne atividades de educação ambiental, recuperação de áreas degradadas e mobilização comunitária voltadas à preservação da bacia do Ribeirão Sobradinho. “O Viveiro Educativo integra educação ambiental e restauração ecológica, fortalecendo o cuidado com as bacias hidrográficas e ampliando a participação da comunidade na proteção do território”, disse o secretário do Meio Ambiente, Gutemberg Gomes. O subsecretário de Gestão das Águas e Resíduos Sólidos, Luciano Miguel, ressaltou a atuação técnica das equipes envolvidas nas ações. “A integração das áreas técnicas permite avançar na recuperação ambiental e fortalecer as iniciativas de gestão das águas e resíduos sólidos, com foco na sustentabilidade e na participação social”, afirmou. Além dos mutirões, o projeto prevê a realização de seminário de lançamento e oficinas educativas A vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão, também comentou a iniciativa: “É um projeto muito importante que reforça a importância de o poder público e a população caminharem juntos na proteção do meio ambiente. É sustentabilidade e melhoria da qualidade de vida no presente e no futuro.” O Parque Ecológico Canela de Ema se localiza entre Sobradinho II e o Setor de Condomínios. A área abriga lagoa, regiões brejosas e cerrado de altitude, com formações como campos de murundus e buritizais, além de servir de refúgio para espécies da fauna do Cerrado. Além dos mutirões, o projeto prevê a realização de seminário de lançamento e oficinas educativas para ampliar o diálogo com a comunidade e incentivar o cuidado contínuo com o território. *Com informações da Sema-DF
Ler mais...
Guará recebe edição especial da Rua de Lazer com foco em sustentabilidade
A Administração do Guará promove, neste domingo (22), mais uma edição da Rua de Lazer, que, neste mês, terá como tema Carnaval Sustentável: Mais Consciência, Menos Lixo. A iniciativa une cultura, cidadania e responsabilidade ambiental, incentivando o descarte correto de resíduos e o uso consciente dos espaços públicos durante o período carnavalesco. A programação ocupará a Avenida Central do Guará II, entre a 4ª Delegacia de Polícia e o Edifício Consei, das 6h às 16h. A expectativa é receber mais de duas mil pessoas ao longo do dia. O espaço contará com estrutura de apoio, incluindo banheiros químicos, além de sorteio de brindes doados por empresários da cidade. A Rua de Lazer deste mês terá como temas o Carnaval e a sustentabilidade | Foto: Divulgação/Administração do Guará Voltada à família — inclusive crianças, idosos e pets—, a programação reúne feira de artesanato, pintura de rosto, espaço kids com pula-pula e brinquedos infláveis, distribuição de pipoca e algodão-doce e o tradicional trenzinho de ferro, uma das atrações mais procuradas pelo público infantil. Para a melhor idade, estão previstas atividades como bingo e roda de bordados, promovendo integração e convivência comunitária. A área esportiva terá atividades recreativas, como golzinho e tênis de mesa. E na de serviços, a população poderá participar de ações de saúde, com vacinação contra gripe, covid-19 e dengue, além de aferição de glicemia e pressão arterial, ampliando o acesso a serviços essenciais. [LEIA_TAMBEM]O administrador regional do Guará, Artur Nogueira, destaca o caráter comunitário do evento. “A Rua do Lazer já faz parte do calendário da cidade e se consolidou como espaço de encontro das famílias. Nesta edição, reforçamos a importância da consciência ambiental aliada à alegria do Carnaval. Queremos que a população aproveite a programação e também contribua para manter o Guará limpo e organizado”, afirma. Blocos animam a programação Entre as atrações culturais confirmadas estão o Carnalobo e o Bloquinho do Lobinho, que levarão música ao vivo e atividades voltadas para diferentes faixas etárias. Criado no próprio Guará, o Carnalobo retorna com repertório que valoriza ritmos tradicionais do carnaval brasileiro. Já o Bloquinho do Lobinho oferece programação dedicada às crianças, com apresentações culturais e atividades lúdicas. Rua de Lazer do Guará – Edição de Carnaval Data: 22 de fevereiro Horário: das 6h às 16h Local: Avenida Central do Guará II *Com informações da Administração Regional do Guará
Ler mais...
Campanha Folia Limpa 2026 vai premiar os blocos mais sustentáveis do Carnaval do DF
Com a proximidade do Carnaval, o Serviço de Limpeza Urbana (SLU) lançou a campanha Folia Limpa 2026, que vai premiar os blocos carnavalescos do Distrito Federal que mais se destacarem na promoção do descarte correto de resíduos durante o período da festa. A iniciativa tem como objetivo estimular a conscientização ambiental e manter a cidade limpa durante um dos eventos mais populares do calendário cultural. Os resultados das edições anteriores demonstram o impacto positivo da campanha. No último Carnaval, o SLU recolheu pouco mais de 15 toneladas de resíduos nos blocos de rua — uma redução de cerca de 21% em comparação a 2024, quando foram coletadas aproximadamente 20 toneladas. Arte: Divulgação/SLU “É importante essa presença do SLU na folia, não só por manter a limpeza da cidade, mas também por acompanhar e estimular o apoio de todos para juntos fazermos uma folia limpa”, destaca o diretor-presidente do SLU, Luiz Felipe Carvalho. Criada para incentivar um Carnaval mais limpo e responsável, a campanha reconhece os esforços dos blocos que adotarem medidas para reduzir o impacto ambiental dos eventos. Durante o período carnavalesco, o SLU intensifica as ações de comunicação para orientar foliões sobre a destinação adequada dos resíduos sólidos, considerando o grande fluxo de pessoas e o aumento na geração de lixo. Quem pode participar Podem participar da campanha os blocos carnavalescos de rua do DF devidamente autorizados e incluídos na lista oficial da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF). Estão contempladas apenas as manifestações culturais sem fins lucrativos realizadas em logradouros públicos durante o Carnaval. Eventos em espaços privados não participam da iniciativa. Critérios de avaliação Para concorrer ao prêmio Folia Limpa, os blocos devem comprovar ações positivas em prol da limpeza urbana | Foto: Geovana Albuquerque/Agência Brasília Para concorrer ao prêmio Folia Limpa, os blocos devem comprovar ações positivas em prol da limpeza urbana, como incentivo ao uso de lixeiras e ao recolhimento de resíduos pelos foliões; divulgação de orientações ambientais nas redes sociais; e veiculação de mensagens educativas durante ou após os eventos. As comprovações podem ser feitas por meio de fotos, vídeos, prints de publicações ou pela marcação do perfil oficial do SLU nas redes sociais. O material pode ser enviado até 25 de fevereiro para os e-mails ascomslu@gmail.com e ascom@slu.df.gov.br, com a identificação do bloco participante. Premiação Os blocos que atenderem aos critérios receberão o Troféu Folia Limpa, desenvolvido pelo SLU como reconhecimento pelo compromisso com a sustentabilidade. Também serão premiados os blocos das regiões administrativas que apresentarem menor volume de resíduos, conforme medição realizada pela autarquia durante o Carnaval. A data, o horário e o local da cerimônia de entrega dos troféus serão divulgados posteriormente pelo SLU. O regulamento completo da campanha pode ser acessado aqui. *Com informações do SLU
Ler mais...
Setor do P Sul, em Ceilândia, passa por serviço de limpeza total
As equipes da Administração Regional de Ceilândia, em parceria com o Serviço de Limpeza Urbana (SLU), realizaram a limpeza total do entorno do Centro de Ensino Fundamental 14, localizado nas quadras 28/32 do P Sul. A ação faz parte do trabalho contínuo de manutenção urbana e cuidado com os espaços públicos da região. Mesmo com a existência de placas educativas e de proibição de descarte de lixo instaladas no local, parte da população insiste em descartar resíduos de forma irregular, o que compromete o ambiente, a saúde pública e o bem-estar da comunidade escolar e dos moradores da região. Apesar das placas, população continua jogando lixo e entulho em áreas irregulares | Foto: Divulgação/Administração de Ceilândia [LEIA_TAMBEM]Durante a ação, foram retirados diversos tipos de resíduos descartados de maneira inadequada, reforçando a necessidade de maior conscientização e responsabilidade coletiva quanto ao uso correto dos espaços públicos. “As equipes da administração, em parceria com o SLU, estão diariamente nas ruas cuidando da cidade. No entanto, mesmo com placas proibindo o descarte, algumas pessoas ainda insistem em jogar lixo em locais inadequados. É fundamental que a comunidade faça a sua parte para manter Ceilândia limpa e saudável”, destaca o administrador regional de Ceilândia, Dilson Resende. *Com informações da Administração de Ceilândia
Ler mais...
GDF entrega licença ambiental do Assentamento Patrícia Aparecida, no Paranoá
O assentamento de trabalhadores rurais Patrícia Aparecida, na área rural do Paranoá, recebeu, nesta quinta-feira (8), a licença ambiental emitida pelo Instituto Brasília Ambiental. A medida assegura a regularização da área, que abriga 24 famílias instaladas no local desde 2013, e permite o desenvolvimento das atividades produtivas de forma sustentável e alinhada às normas ambientais. O documento tem validade de dez anos. Licença ambiental permite à comunidade aprimorar a produção, a partir da utilização de modelo agroecológico | Fotos: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília Com área total de 377 hectares, o assentamento está situado próximo ao entroncamento das rodovias BR-251 e DF-130, em região inserida na Zona Rural de Uso Controlado I do Plano Diretor de Ordenamento Territorial (Pdot) e na Zona de Uso Sustentável da Área de Proteção Ambiental do Planalto Central. Por isso, o processo de regularização era essencial para assegurar a conformidade com as diretrizes de proteção ambiental do local. A Licença Ambiental Simplificada nº 24/2025 emitida pelo Brasília Ambiental autoriza a atividade de assentamento rural, com condicionantes e regras para o uso do solo, como a adoção obrigatória do modelo agroecológico de produção, a utilização exclusiva de irrigação por gotejamento e a proteção das áreas de preservação permanente. “Essas 24 famílias estão aqui há 13 anos, de forma precária, sem poder construir nada, sem água e sem luz, tudo na gambiarra. Hoje, estamos garantindo que elas possam viver com dignidade e produzir” Rôney Nemer, presidente do Instituto Brasília Ambiental Durante a solenidade, a chefe de gabinete da Vice-governadoria, Juliana Bonfante, anunciou que outras regiões serão contempladas. “O trabalho do Governo do GDF é regularizar e deixar tudo em ordem”, afirmou. “Aqui estava para se fazer [a regularização] há muito tempo, e agora está tudo certo. O governo tem muita coisa ainda para fazer em outros lugares. O trabalho continua.” Conquista O presidente do Brasília Ambiental, Rôney Nemer, ressaltou que a entrega do documento corrige uma espera histórica. “Essas 24 famílias estão aqui há 13 anos, de forma precária, sem poder construir nada, sem água e sem luz, tudo na gambiarra", afirma. “Houve uma determinação do governador Ibaneis Rocha e da vice-governadora Celina Leão para que déssemos prioridade à regularização dessas áreas. Hoje, estamos cumprindo esse papel e garantindo que elas possam viver com dignidade e produzir." Segundo o gestor, além da segurança jurídica, a licença permite que o assentamento se consolide como espaço produtivo e ambientalmente responsável. “Eles sempre foram parceiros do meio ambiente”, lembrou. “Preservaram o Cerrado, não atrapalharam o refúgio de vida silvestre. As condicionantes que colocamos, na prática, eles já executam. Agora, vão poder ocupar a área de forma definitiva, com qualidade, infraestrutura e fornecer produção agrícola para toda a população do Distrito Federal.” A produtora Elenice Ramos comemora: “Sem essa licença, estava tudo travado: financiamento, empréstimo, banco. A gente precisava plantar e expandir nossa produção. Isso aqui é o início de tudo” Entre as exigências previstas estão a manutenção de faixas de proteção não edificáveis de 17,6 metros ao longo dos canais naturais de escoamento superficial, a implantação de fossas sépticas ou soluções ambientalmente adequadas para tratamento de efluentes domésticos, o cercamento das áreas de preservação permanente e a proibição de supressão de vegetação nativa sem autorização do órgão ambiental. [LEIA_TAMBEM]Além disso, o assentamento deverá desenvolver um projeto de educação ambiental junto às famílias, tendo como foco práticas agrícolas sustentáveis, reforçando o compromisso com a conservação dos recursos naturais e a produção responsável. Para quem vive da terra, a licença representa um divisor de águas. A produtora rural Elenice Moreira Ramos, de 61 anos, enfatizou que o documento abre caminhos promissores para o futuro da comunidade. No local, ela cultiva mandioca, além de hortaliças como quiabo, jiló, berinjela, pepino e outras variedades. “A importância é enorme, eu não tenho nem palavras”, declarou Elenice. “Sem essa licença, estava tudo travado: financiamento, empréstimo, banco. A gente precisava plantar e expandir nossa produção. Isso aqui é o início de tudo.” Pedro Paulo dos Santos produz jiló, quiabo, mandioca, pepino, tomate e maracujá: “Hoje, com a licença na mão, o mundo se abriu de novo. Trabalhamos com mais vontade e segurança” O produtor rural Pedro Paulo dos Santos, 56, acompanha o assentamento desde o primeiro dia e também celebrou a regularização. “Antes era uma coisa, agora melhorou 150%”, avaliou ele, que produz tomate, pepino, mandioca, pimenta, quiabo, jiló e maracujá. “A gente trabalhava com medo de multa, sem tranquilidade. Hoje, com a licença na mão, o mundo se abriu de novo. Trabalhamos com mais vontade e segurança. Com esse documento, a vontade é crescer mais. Agora precisamos avançar também na parte da comercialização, e tenho certeza de que o governo vai ajudar.”
Ler mais...
GDF apresenta modernização do Complexo Integrado de Reciclagem do DF nesta sexta-feira (9)
O Governo do Distrito Federal (GDF) promoverá, na sexta-feira (9), o evento de modernização do Complexo Integrado de Reciclagem do Distrito Federal (CIR-DF), na Cidade Estrutural. A iniciativa reunirá autoridades, representantes de cooperativas, do setor produtivo e da sociedade civil para apresentar um conjunto de ações estratégicas voltadas ao fortalecimento da política de gestão de resíduos sólidos, à valorização do trabalho dos catadores e à consolidação da economia circular no DF. Complexo Integrado valoriza o trabalho dos catadores, beneficiando centenas de famílias no DF | Foto: Divulgação/Sema-DF “Esse evento vai mostrar que é possível unir responsabilidade ambiental, inclusão social e geração de renda” Celina Leão, governadora em exercício A programação se dará em três etapas. A primeira é o descerramento da placa que marcará o início das obras de modernização da Central de Cooperativas de Materiais Recicláveis (Centcoop). A seguir, haverá a entrega de novos equipamentos operacionais e a assinatura de um Termo de Cooperação Técnica entre a Secretaria do Meio Ambiente (Sema-DF), o Serviço de Limpeza Urbana (SLU), a Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), a Centcoop e o Sebrae-DF. O montante global de investimentos a ser apresentado soma R$ 5,268 milhões. “Esse evento vai mostrar que é possível unir responsabilidade ambiental, inclusão social e geração de renda”, avalia a governadora em exercício, Celina Leão. “O Complexo Integrado de Reciclagem é um marco na superação do antigo lixão e na construção de um Distrito Federal mais sustentável, que valoriza o trabalho dos catadores e promove dignidade para centenas de famílias.” Política ambiental “A modernização do CIR-DF representa um avanço concreto na política ambiental do DF” Gutemberg Gomes, secretário do Meio Ambiente O CIR-DF é o principal equipamento público da política de resíduos do Distrito Federal. Instalado em uma área de 80 mil metros quadrados, o complexo tem capacidade para processar até 5 mil toneladas de recicláveis por mês, já tendo processado 37.574 toneladas nos primeiros 28 meses de operação. Atualmente, o espaço beneficia diretamente 420 catadores, alcançando cerca de mil famílias, e integra 13 cooperativas. “A modernização do CIR-DF representa um avanço concreto na política ambiental do DF”, enfatiza o secretário do Meio Ambiente, Gutemberg Gomes. “Vamos apresentar investimentos importantes em infraestrutura e equipamentos, que vão ampliar a eficiência operacional, reduzir o esforço físico dos catadores e fortalecer um modelo de gestão baseado na sustentabilidade, na economia circular e na inclusão social.” [LEIA_TAMBEM]As obras de modernização da Centcoop, que serão executadas pela Novacap, contam com investimento de R$ 2,268 milhões e vão incluir reforço estrutural, adequações de engenharia e melhorias nos espaços de triagem e circulação. Já o SLU vai investir R$ 3 milhões na aquisição de pás-carregadeiras, empilhadeiras e caminhões, equipamentos que contribuirão para o aumento da produtividade, a melhoria da logística interna e a estabilidade das operações. A modernização do CIR-DF também é resultado direto da parceria de longa data com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). O contrato com a instituição teve início há 15 anos e foi fundamental para a consolidação de uma nova política de gestão de resíduos sólidos no DF. Graças a esse apoio, o Distrito Federal fechou o antigo Lixão da Estrutural, implantou o CIR-DF como pilar estruturante da política ambiental local e promoveu a inclusão socioprodutiva dos catadores, por meio da contratação das cooperativas para a prestação de serviços de coleta seletiva e serviços ambientais. “O apoio do BNDES à modernização do Complexo Integrado de Reciclagem do DF é uma ação estruturante, que permite aumento de renda para catadores de materiais recicláveis, ampliação da coleta seletiva e ganhos ambientais concretos para o DF”, afirma o presidente do banco, Aloizio Mercadante. "Com este projeto, com recursos não reembolsáveis que somam R$ 21,3 milhões, o banco fortalece um modelo integrado de gestão de resíduos sólidos e valoriza o papel da Centcoop e dos catadores. Esta é uma política assumida pelo presidente Lula, e o BNDES tem tido um papel relevante, com investimentos de longo prazo que unem sustentabilidade, desenvolvimento e justiça social.” Trabalho conjunto O subsecretário de Gestão das Águas e Resíduos Sólidos da Sema-DF, Luciano Miguel, lembra que o conjunto de ações reforça a integração entre os órgãos e parceiros envolvidos: “Esse conjunto de entregas vai além de obras e equipamentos. Ele fortalece a governança, amplia a articulação institucional e cria condições para inovação, capacitação e melhoria contínua da gestão dos resíduos recicláveis no Distrito Federal”. A assinatura do Termo de Cooperação Técnica vai formalizar uma atuação integrada entre Sema-DF, SLU, Sedes-DF, Centcoop e Sebrae-DF, com foco em inovação tecnológica, capacitação profissional, consultorias técnicas e estudos estratégicos, em conformidade com a Política Nacional de Resíduos Sólidos e a legislação distrital. Com a realização do evento, o Governo do Distrito Federal reafirma seu compromisso com a sustentabilidade, a inclusão produtiva e o fortalecimento das cooperativas, consolidando o CIR-DF como referência nacional em economia circular e gestão moderna de resíduos sólidos. *Com informações da Sema-DF
Ler mais...
Medidas inovadoras modernizam a iluminação de monumentos e complexos esportivos no DF
Quem passa pela Rainha da Paz ou circula pelo Eixo Monumental já percebe uma mudança significativa no cenário urbano: os espaços estão mais claros e seguros. A transformação também alcançou mais de 70 campos e áreas esportivas em diferentes regiões do Distrito Federal. O avanço é resultado de uma ação criativa da CEB Iluminação Pública e Serviços (CEB IPes), que uniu planejamento técnico, inovação e reaproveitamento de equipamentos. A iniciativa partiu da equipe de manutenção, que começou a substituir os refletores convencionais dos campos esportivos por luminárias comuns de alta qualidade. Muitos desses equipamentos foram recuperados no laboratório de reparo de luminárias da companhia. Como estão fora do período de garantia, as peças passam por avaliação técnica, reparos e ajustes, ganhando nova vida útil e desempenho superior. Além de evitar o descarte de material que pode ser reutilizado, a ação também garante sustentabilidade e economicidade para a empresa. Reaproveitamento de luminárias tem garantido quadras e campos esportivos com iluminação reforçada | Foto: Divulgação/CEB IPes Segundo o diretor de Manutenção da CEB IPes, Paulo Afonso, a medida trouxe ganhos importantes tanto do ponto de vista técnico quanto financeiro. “Essa foi uma solução estratégica que uniu eficiência técnica e economia de recursos. Recuperamos luminárias que estavam fora da garantia, mas em boas condições, e conseguimos melhorar significativamente a iluminação dos campos e de pontos importantes da cidade”, afirmou. Além de representar economia de recursos públicos, a mudança também trouxe avanços operacionais relevantes. “Diferentemente dos refletores tradicionais, que exigem a substituição de todo o conjunto em caso de falha, as luminárias funcionam de forma independente, o que facilita a manutenção, reduz o tempo de reparo e evita que os espaços fiquem às escuras durante as intervenções”, destacou Paulo Afonso. [LEIA_TAMBEM]Outro ponto de destaque é a melhora expressiva na qualidade da iluminação. Enquanto os refletores utilizados anteriormente atingiam potência de até 120 watts, o novo conjunto de luminárias chega a 150 watts, proporcionando maior alcance, melhor distribuição da luz e mais conforto visual para os usuários dos espaços. A estratégia também permitiu expandir os benefícios para além dos campos esportivos. Equipamentos retirados desses locais foram adaptados para iluminar importantes monumentos da capital federal. Pontos emblemáticos como a Catedral Metropolitana, a Rainha da Paz e as empenas dos ministérios passaram a contar com iluminação reforçada, contribuindo para a valorização do patrimônio público e do paisagismo urbano. Com planejamento, eficiência e reaproveitamento inteligente de materiais, a CEB IPes vem promovendo uma transformação significativa na iluminação pública do Distrito Federal, reforçando o compromisso com a modernização da cidade, o uso responsável dos recursos públicos e a melhoria da qualidade de vida da população. *Com informações da CEB IPes
Ler mais...
Novo acordo de cooperação favorece pesquisas na agropecuária
A Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Distrito Federal (Emater-DF) e a Universidade de Brasília (UnB) formalizaram, nesta quinta-feira (4), um acordo de cooperação para fortalecer a inovação agropecuária no Distrito Federal e Entorno. A parceria integra o Parque Científico e Tecnológico da UnB e visa a estabelecer linhas de ação conjuntas para impulsionar pesquisa, modernização do campo, desenvolvimento de tecnologias e iniciativas voltadas à agricultura familiar. A reitora da UnB, Rozana Reigota Naves, entre o vice-presidente da FAPDF, Paulo Freitas Nunes; o presidente da Emater-DF, Cleison Duval; e o diretor do Parque Científico e Tecnológico da UnB, Renato Alves Borges: “Iniciativas como esta têm o potencial de reacender o desejo de construir um futuro melhor, pois aproximam a universidade de oportunidades reais de transformação” | Foto: Divulgação/Emater-DF O acordo reflete a união entre a expertise acadêmica e os conhecimentos práticos da extensão rural. A UnB, reconhecida também pela produção e formação científica, e a Emater-DF, com ampla capilaridade nas comunidades rurais, passam agora a compartilhar tecnologias, infraestrutura, dados, recursos humanos e projetos estratégicos na área de inovação agropecuária. “Esse acordo abre portas para desenvolvermos tecnologias, validarmos pesquisas, criarmos startups e buscarmos soluções para demandas que chegam todos os dias do campo” Cleison Duval, presidente da Emater-DF O acordo prevê uma incubadora de startups agtechs, eventos voltados ao ecossistema de inovação e o desenvolvimento de pesquisas aplicadas, com foco na transferência de tecnologia, automação, sustentabilidade e empreendedorismo rural. iniciativa também reforça a importância da pesquisa integrada com a prática no campo, especialmente em temas como automação, monitoramento de solo, manejo sustentável e processos de agregação de valor aos produtos. Busca de soluções [LEIA_TAMBEM]“O produtor precisa de soluções práticas, e muitas delas já existem dentro da universidade; só precisamos aproximar esses mundos”, ressaltou o presidente da Emater-DF, Cleison Duval. “Esse acordo abre portas para desenvolvermos tecnologias, validarmos pesquisas, criarmos startups e buscarmos soluções para demandas que chegam todos os dias do campo. A Emater-DF já atua com pesquisa aplicada e validação de variedades da Embrapa, e agora teremos ainda mais condições de expandir esse trabalho.” Durante o evento de formalização do acordo, a reitora da UnB, Rozana Reigota Naves, lembrou que a parceria representa uma oportunidade concreta de aproximar inovação, pesquisa e formação profissional. “Vivemos uma queda preocupante na procura por vagas no ensino superior, um fenômeno nacional”, apontou. “Parte disso decorre da falta de perspectiva dos jovens. Iniciativas como esta têm o potencial de reacender o desejo de construir um futuro melhor, pois aproximam a universidade de oportunidades reais de transformação”. Durante a solenidade, além de técnicos da Emater-DF, professores da UnB e representantes do Governo do Distrito Federal (GDF) e parlamentares, estiveram presentes o vice-presidente da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF) Paulo Freitas Nunes, e o diretor do Parque Científico e Tecnológico da UnB, Renato Alves Borges. *Com informações da Emater-DF
Ler mais...
Workshop de Pavimentação Urbana será realizado neste mês
Nos dias 9 e 10 deste mês, a Novacap promove o 2º Workshop de Pavimentação Urbana. O evento será em sua sede, no Setor de Áreas Públicas, Lote B, Epia. No ano passado, cerca de 400 engenheiros, arquitetos, técnicos e estudantes de todo o Brasil participaram do encontro. Para este ano, as inscrições gratuitas já estão abertas no Instagram da Novacap. Assim como no workshop do ano passado, o deste ano tem entre os principais objetivos fortalecer parcerias para desenvolver obras sustentáveis | Foto: Divulgação/Novacap Com o tema “Novacap: O berço da engenharia urbana”, o encontro coloca em pauta debates sobre drenagem, regularização de áreas, gerenciamento de riscos, questões ambientais e inovações tecnológicas em pavimentação. [LEIA_TAMBEM]A programação conta com palestras sobre os desafios no Sol Nascente/Pôr do Sol, o uso de sistemas inteligentes de gestão de ativos e a evolução do pavimento de concreto no Distrito Federal, além de discussão sobre soluções mais sustentáveis para a infraestrutura urbana. “O 2º Workshop de Pavimentação Urbana reafirma o nosso compromisso em buscar inovação, compartilhar conhecimento e fortalecer parcerias que resultem em obras mais sustentáveis e eficientes”, lembra o presidente da companhia, Fernando Leite. Além do caráter técnico, o workshop também tem um viés solidário: os participantes inscritos deverão doar alimentos não perecíveis, que serão destinados a campanhas de arrecadação. *Com informações da Novacap
Ler mais...
Circuito de Ciências 2025 destaca protagonismo da EJA e participação inédita do sistema prisional
A Secretaria de Educação (SEEDF) realizou, na noite de terça-feira (25), a etapa final do Circuito de Ciências 2025. A cerimônia de premiação, no Auditório Neusa França, na sede da pasta, mobilizou escolas das 14 coordenações regionais de ensino (CREs) com projetos de iniciação científica e soluções inovadoras para desafios reais das comunidades escolares e da sociedade. O evento celebrou o protagonismo dos alunos da Educação de Jovens e Adultos (EJA). Neste ano, a temática central foi “Água para quê?”, e os estudantes apresentaram trabalhos que exploraram o recurso natural sob diferentes perspectivas, destacando sua importância para o planeta, para a regulação do clima e para o desenvolvimento das comunidades. Estudantes e educadores ocuparam o Auditório Neusa França, na noite de terça (25), para celebrar os projetos vencedores do Circuito de Ciências 2025 | Foto: Vinicius Gabriel/SEEDF Ciência inclusiva A participação inédita de estudantes do sistema prisional, representados pelo Centro Educacional (CED) 01 de Brasília, foi um dos destaques. Eles foram premiados por desenvolver um projeto sobre tratamento e melhoria da água dentro do presídio. A escola conquistou o 1º lugar na categoria E (2º segmento) e o 2º lugar na categoria F (3º segmento), mostrando que a educação científica pode superar barreiras físicas e sociais. A professora de matemática Luciana Braga, que representou os alunos na premiação, reforçou o papel democratizante do evento. “A educação transforma vidas, e é isso que buscamos fazer no sistema prisional. Trabalhamos com pessoas que vivem à margem da sociedade, e acreditamos que a educação pode chegar até lá e transformar a vida delas. O Circuito de Ciências democratizou o saber no momento em que a ciência entrou no presídio”, disse. [LEIA_TAMBEM]A educadora também reforçou a relevância social das iniciativas: “A maioria dos nossos alunos vêm de comunidades carentes do DF. Por isso, é fundamental ter uma alternativa simples e de baixo custo para o tratamento de água”. Impacto na comunidade O trabalho social também marcou o projeto vencedor da Categoria F (3º Segmento EJA). A estudante Ester Gouveia Pardim, de 18 anos, do Centro de Ensino Médio (CEM) 01 de São Sebastião, integrou a equipe que desenvolveu um sistema de filtração caseira para garantir acesso a água potável. Para ela, o trabalho foi um exercício de empatia e aprendizado com a realidade. “Fizemos uma pesquisa de campo e conversamos com moradores que utilizam água de poços. Queríamos entender a rotina deles e saber se passavam mal por causa dessa água. Ter esse contato com a realidade da nossa comunidade foi muito impactante. Trouxemos amostras e, após o processo científico, ficamos felizes que nosso trabalho deu certo, mas tristes por confirmar que aquelas pessoas consumiam água contaminada”, relatou. Ester reforçou que o projeto oferece uma solução simples e econômica. “Em todas as nossas apresentações, mostramos o quanto nosso trabalho representa empatia”, finalizou a jovem cientista. A professora Luciana Braga recebeu uma premiação em nome dos estudantes do sistema prisional e ressaltou a importância de projetos de baixo custo para o tratamento da água Projetos premiados Categoria D – Primeiro segmento EJA · 1º lugar: Conta fácil: decifrando a conta de água e promovendo o consumo consciente (CEF 03 – Planaltina) · 2º lugar: Plantas medicinais e uso racional da água: sistema eletrônico de irrigação reprogramado para residências e hortas comunitárias (CED PAD-DF – Paranoá) · 3º lugar: Captação de águas da chuva para cultivo sustentável de horta orgânica e demais utilidades (CEF 113 – Recanto das Emas) Categoria E – Segundo segmento EJA · 1º lugar: Ciências e cidadania na EJA: filtro caseiro e Sodis [sistema de desinfecção de água] para melhoria da qualidade da água (CED 01 de Brasília) · 2º lugar: Microplásticos na água: um problema invisível (CEF 113 – Recanto das Emas) · 3º lugar: Alternativas para garantir acesso a recursos vitais (CEF 03 – Planaltina) Categoria F – Terceiro segmento EJA · 1º lugar: Filtração caseira: uma alternativa para o acesso à água potável em uma comunidade de São Sebastião – DF (CEM 01 – São Sebastião) · 2º lugar: Uma alternativa para o tratamento de água (CED 01 de Brasília) · 3º lugar: Profissões aquáticas e botânica (CEM 04 – Ceilândia). *Com informações da Secretaria de Educação (SEEDF)
Ler mais...
Cooperativas de catadores participam de capacitação sobre segurança no trabalho
Nesta segunda-feira (24), o Serviço de Limpeza Urbana (SLU) promoveu uma capacitação dirigida às cooperativas e associações de catadores contratadas para a coleta e triagem de materiais recicláveis. A iniciativa teve como objetivo reforçar práticas de segurança no trabalho, como o uso correto de equipamentos de proteção individual (EPIs) e orientações sobre o procedimento formal de Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT). A capacitação reuniu servidores do SLU, representantes de cooperativas e estagiários do curso de saúde coletiva da UnB | Foto: Divulgação/SLU Durante o encontro, servidores da Diretoria Técnica do SLU e estagiários de saúde coletiva da Universidade de Brasília (UnB) apresentaram rotinas de prevenção e os canais de notificação exigidos pela autarquia. Eles desenvolvem trabalho permanente junto às cooperativas para reforçar práticas seguras e a cultura de notificação. A intenção é transformar os registros em insumo para aperfeiçoar treinamentos, prever mudanças na logística operacional e ajustar exigências contratuais que aumentem a proteção dos trabalhadores. [LEIA_TAMBEM]O SLU criou um formulário específico de CAT para que as cooperativas registrem qualquer acidente, mesmo os de menor gravidade, permitindo a adoção imediata de medidas corretivas — tanto nas orientações de segurança quanto nas cláusulas dos contratos de prestação de serviço. “Essas informações têm que ser preenchidas pela cooperativa no momento em que ocorreu o acidente e imediatamente comunicadas ao SLU”, completou Mendes, lembrou o chefe da Unidade de Sustentabilidade e Mobilização Social do SLU, Francisco Mendes. O SLU mantém atualmente 22 contratos de coleta seletiva e 31 contratos de serviço de triagem no Distrito Federal. A coleta seletiva está presente em 33 regiões administrativas, e todo o material recolhido é encaminhado aos galpões de triagem, onde os catadores separam os recicláveis para comercialização, gerando trabalho e renda. A capacitação faz parte de uma agenda mais ampla da autarquia voltada à qualificação dos agentes da cadeia de reciclagem e à garantia de condições seguras de trabalho, contribuindo para a formalização do setor e a minimização de riscos ocupacionais. *Com informações do SLU
Ler mais...
Pesquisa apoiada pela FAPDF ajuda na busca por espécies resilientes às mudanças climáticas
Na fronteira entre o Cerrado e a Amazônia, um dos biomas mais afetados pelo desmatamento, um grupo de pesquisadores e coletores de sementes se uniu em torno de um mesmo propósito: restaurar ecossistemas degradados de forma sustentável, combinando ciência, tecnologia e conhecimento tradicional. O estudo faz parte da iniciativa Amazônia +10, criada em 2022 para incentivar projetos interinstitucionais de pesquisa sobre sustentabilidade e adaptação climática. Com apoio da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF), a iniciativa reúne instituições do Distrito Federal, Mato Grosso e Rio de Janeiro em um esforço conjunto pela restauração ecológica da Amazônia mato-grossense. O projeto, intitulado Integrando conhecimentos locais e ciência em busca de soluções para a restauração ecológica frente às mudanças climáticas na Amazônia mato-grossense, é coordenado pela professora Isabel Belloni Schmidt, da Universidade de Brasília (UnB), em parceria com o pesquisador Daniel Luis Mascia Vieira, da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia, e conta ainda com a colaboração de equipes da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat), Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e Universidade Estadual do Norte Fluminense (UENF). Isabel Schmidt: "Nosso foco é encontrar espécies capazes de resistir às mudanças climáticas e fortalecer as redes comunitárias que fazem da restauração uma fonte de renda e conservação ambiental” | Fotos: Divulgação/FAPDF “A proposta nasceu da vontade de conectar o conhecimento científico com a experiência prática dos coletores de sementes da Amazônia mato-grossense. Nosso foco é encontrar espécies capazes de resistir às mudanças climáticas e fortalecer as redes comunitárias que fazem da restauração uma fonte de renda e conservação ambiental”, explica Isabel Schmidt. Investimento em ciência e sustentabilidade O projeto tem duração de 36 meses e orçamento total de R$ 830 mil, dos quais R$ 110 mil são provenientes da FAPDF. O financiamento permitiu deslocamentos da equipe do Distrito Federal para a região amazônica, aquisição de insumos laboratoriais, coleta de sementes e análise de germinação e plântulas, pequenas plantas em estágio inicial de crescimento. A linha de apoio integra os esforços da fundação para estimular a pesquisa colaborativa entre estados e consolidar o papel do Distrito Federal na agenda de inovação e sustentabilidade nacional. “O apoio da FAPDF foi fundamental para que a equipe de Brasília pudesse atuar diretamente com as comunidades, garantindo o intercâmbio entre ciência e saber tradicional”, reforça Isabel Schmidt. "Apoiar projetos como este é investir em soluções sustentáveis que unem conhecimento local, inovação e conservação — pilares essenciais para o futuro do Cerrado e dos demais biomas do país" Leonardo Reisman, presidente da FAPDF Para o presidente da FAPDF, Leonardo Reisman, o projeto simboliza o compromisso da fundação com a ciência aplicada à sustentabilidade e à valorização dos povos da Amazônia: “A FAPDF acredita que a pesquisa científica deve dialogar com quem vive e protege o território. Apoiar projetos como este é investir em soluções sustentáveis que unem conhecimento local, inovação e conservação — pilares essenciais para o futuro do Cerrado e dos demais biomas do país. Cuidar da ciência é cuidar da vida: das florestas, das águas e do ar que respiramos. É pensar nas próximas gerações e na responsabilidade que temos com o futuro da humanidade”, afirmou Reisman. Sementes que guardam o futuro da floresta A pesquisa parte de uma realidade urgente: o avanço da degradação florestal no chamado Arco do Desmatamento, no norte do Mato Grosso, e a necessidade de restaurar as matas ciliares — faixas de vegetação nativa que protegem rios, lagos e nascentes — e outras áreas de preservação permanente. Para isso, o projeto investiga espécies nativas com potencial de adaptação a cenários climáticos futuros, usando abordagens científicas de ponta, como a modelagem de distribuição potencial de espécies (SDMs, do inglês Species Distribution Models), que indica as regiões onde cada espécie poderá sobreviver diante do aumento da temperatura e da redução das chuvas. As análises incluem atributos morfoanatômicos e ecofisiológicos das plantas — ou seja, características ligadas à estrutura das folhas e tecidos vegetais, à forma como realizam a fotossíntese e à capacidade de resistir à escassez de água. As sementes analisadas são coletadas pela Rede de Sementes do Portal da Amazônia (RSPA), cooperativa de agricultores familiares e organizações locais que atua na produção e comercialização de sementes florestais nativas. Oficina de trabalho junto a Rede de Sementes Portal da Amazônia (RSPA) em setembro de 2025 Durante o estudo, foram realizados testes de germinação e quebra de dormência em diferentes condições experimentais — em laboratório e em casa de vegetação — para identificar o desempenho das espécies e aprimorar técnicas de restauração ecológica. A quebra de dormência é um processo utilizado para “despertar” sementes que permanecem em repouso natural, mesmo em condições favoráveis ao crescimento. Por meio de técnicas controladas, como variações de temperatura, escarificação da casca ou imersão em água, os pesquisadores estimulam a germinação, reproduzindo os fatores que a planta encontraria na natureza. As análises também incluíram o acompanhamento do desenvolvimento das plântulas — pequenas plantas em estágio inicial de crescimento, que surgem logo após a germinação e antecedem a formação das mudas —, permitindo avaliar o vigor e o potencial de adaptação das espécies. Daniel Vieira: "As redes de sementes têm papel essencial na restauração ecológica, pois unem geração de renda e preservação ambiental" “As redes de sementes têm papel essencial na restauração ecológica, pois unem geração de renda e preservação ambiental. Nosso objetivo é oferecer subsídios científicos para que o trabalho dessas comunidades se torne ainda mais eficiente e sustentável”, destaca Daniel Vieira, pesquisador da Embrapa. O método de semeadura direta, que consiste em lançar as sementes diretamente no solo, é uma das principais apostas do grupo. Apesar de mais simples e de menor custo, ele exige rigor técnico para garantir a germinação e o estabelecimento das plantas, especialmente em ambientes com gramíneas exóticas invasoras, espécies de capins trazidas de outros países que se espalham rapidamente e competem com as plantas nativas por luz, água e nutrientes. Por isso, o projeto também testa novas técnicas de armazenamento, beneficiamento e germinação, buscando reduzir as perdas e aumentar a diversidade de espécies utilizadas. Restauração ecológica Além dos resultados científicos já alcançados, a pesquisa mantém foco na continuidade das ações e na disseminação do conhecimento. Com olhar voltado para o futuro, o projeto prevê a ampliação da base de dados na plataforma WebAmbiente, o maior repositório nacional de informações sobre espécies nativas mantido pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) e pela Embrapa. O estudo também contribui para a elaboração de um catálogo de espécies comercializadas pela Rede de Sementes do Portal da Amazônia O estudo também contribui para a elaboração de um catálogo de espécies comercializadas pela Rede de Sementes do Portal da Amazônia, com informações técnicas, imagens e dados de germinação que auxiliam coletores, restauradores e gestores ambientais. Essas informações fortalecem debates sobre políticas públicas de adaptação climática e restauração florestal, especialmente no âmbito do Registro Nacional de Sementes e Mudas (Renasem), do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa). [LEIA_TAMBEM]Ao articular ciência, conhecimento tradicional e gestão ambiental, o projeto busca consolidar um modelo sustentável de restauração ecológica, capaz de orientar decisões futuras e inspirar novas práticas voltadas à conservação e ao uso responsável da biodiversidade amazônica. Sobre a Amazônia +10 Lançada pelo Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap) e pelo Conselho Nacional de Secretários Estaduais para Assuntos de Ciência, Tecnologia e Inovação (Consecti), a iniciativa Amazônia +10 é um programa nacional que fortalece a pesquisa científica voltada à sustentabilidade, conservação e valorização da Amazônia. O programa fomenta projetos interinstitucionais de grande escala, que unem diferentes fundações de amparo à pesquisa (FAPs) estaduais e promovem a cooperação entre universidades, centros de pesquisa e comunidades locais. Ao apoiar iniciativas integradas, a Amazônia +10 busca gerar soluções inovadoras para o desenvolvimento sustentável da região e a mitigação dos efeitos das mudanças climáticas. *Com informações da FAPDF
Ler mais...
Conferência internacional no DF debate o papel dos museus da água na adaptação às mudanças climáticas
De 4 a 7 de novembro, Brasília será palco da 6ª Conferência Internacional da Rede Global de Museus da Água, que reunirá especialistas de mais de 40 países para discutir o papel dos museus e instituições culturais na promoção de novos usos da água e na construção de futuros mais resilientes. Sob o tema Adapting to Climate Change: The Role of Museums in Promoting New Water Uses for Resilient Futures, o encontro será realizado no Espaço Cultural Caesb, com organização da Adasa, em parceria com Unesco, Caesb e Global Network of Water Museums. A conferência faz parte do Programa Hidrológico Internacional da Unesco (IHP) e chega ao Brasil em um momento estratégico, às vésperas da COP 30, que ocorrerá em Belém (PA). O evento propõe integrar ações culturais, educacionais e científicas na resposta global à crise climática, com foco em governança participativa da água, educação ambiental e valorização do conhecimento tradicional e indígena. O evento terá abertura oficial dia 5 de novembro e contará com plenárias, mesas-redondas e atividades culturais, entre outras atrações | Foto: Divulgação/Adasa Para isso, contará com sessões plenárias, mesas-redondas, exposições de pôsteres e atividades culturais, abordando temas como educação para a sustentabilidade, patrimônio hídrico, tecnologias hídricas ancestrais e resiliência comunitária. Entre os participantes confirmados estão pesquisadores e representantes de instituições de Portugal, Índia e Holanda. Um dos destaques do encontro será a apresentação do Memorial Internacional da Água (Mina), concebido pelo arquiteto Oscar Niemeyer e atualmente em fase de implantação sob coordenação da Adasa. O memorial, que será construído em Brasília, foi idealizado para se tornar um espaço simbólico e educativo dedicado à valorização da água como patrimônio da humanidade, servindo também como referência internacional para a rede de museus da água das Nações Unidas. O projeto será apresentado em sessão especial pelos diretores da Adasa Rogério Rosso, Félix Palazzo e Apolinário Rebêlo, com participação do presidente da conferência, Eddy Moors. *Com informações da Adasa
Ler mais...
Espetáculo anual de escola no Paranoá é reconhecido como prática exitosa da rede pública
Na última quinta-feira (30/10), a Escola Classe 03 do Paranoá (EC 03) apresentou a peça teatral Peter & Wendy, atividade prevista no projeto “Entre raios e trovões, eis o furacão”. Reconhecida na rede pública de ensino do Distrito Federal, a iniciativa destaca-se por integrar arte, sustentabilidade e tecnologia no processo de ensino e aprendizagem. Apresentação fez parte de um projeto que une teatro, dança e literatura | Foto: Mary Leal/SEEDF “É um projeto que vem sendo desenvolvido desde fevereiro, em que trabalhamos com diversas disciplinas, como português, matemática, geografia, ciências e artes, unindo o conteúdo pedagógico à criatividade da literatura e das artes cênicas” Iara Vidal, professora “Sentimo-nos lisonjeados em ter o nosso projeto aprovado como prática exitosa”, afirmou a vice-diretora da escola, Noelia da Silva Souza. “Essa ação, idealizada pela professora Iara Vidal, faz parte do nosso PPP [projeto político-pedagógico], construído com a participação de pais, professores e servidores. É uma alegria ver que o nosso trabalho está fazendo a diferença.” Em sua segunda edição, a iniciativa reuniu diversas áreas do conhecimento e incentivou a leitura, o teatro, as artes e a dança. “É um projeto que vem sendo desenvolvido desde fevereiro, em que trabalhamos com diversas disciplinas, como português, matemática, geografia, ciências e artes, unindo o conteúdo pedagógico à criatividade da literatura e das artes cênicas”, resume a professora Iara. “O objetivo é construir o aprendizado de forma prazerosa, significativa e integrada à realidade dos estudantes”. Nas aulas de literatura, Iara criou a roda de leitura semanal, em que as crianças exploram livros e levam para casa uma “bolsa mágica” repleta de obras, registrando suas descobertas em cadernos de meia pauta. Já em ciências, a professora abordou o sistema solar de forma lúdica, relacionando o universo fantástico de Peter Pan com conceitos astronômicos. As turmas construíram maquetes e até uma mão biônica, inspirada no personagem Capitão Gancho, unindo sustentabilidade e tecnologia. O espetáculo A parte mais aguardada pelos estudantes, a peça teatral Peter & Wendy, foi preparada durante quatro meses de ensaios e contou com a participação de 30 atores, entre alunos do 2º e do 3º anos, e professores da escola. Durante as aulas de interpretação, dança e teatro, foram abordados temas como inclusão, amizade, cooperação, apoio aos colegas mais tímidos e a valorização de todos os papéis no processo artístico e educativo. [LEIA_TAMBEM]O estudante Pedro Miguel da Silva, de 9 anos, interpretou Peter Pan. Entre cenas cheias de movimento, ele aprendeu muito mais do que atuar. “O que eu mais gostei foi da parte das lutas”, relatou. “A gente passa por muitas aventuras, dança e aprende a perder o medo e a vergonha. Eu aprendi a atuar e interpretar. Também fiz novas amizades, comecei a conversar com colegas com quem eu não falava tanto antes, e isso foi muito legal”. Aylla Ferreira, 9, interpretou Wendy e destacou o quanto a leitura a ajudou a se preparar para o espetáculo: “O que eu mais gostei foi de desenvolver a leitura. Essa foi a minha primeira apresentação grande, de uma hora. Eu gostei muito. Eu aprendi a dançar, a atuar e até a cantar um pouquinho”. Chiara Moraes, 9, interpretou a fada Sininho. “O que eu mais gostei foi de dançar”, disse. “A Aylla e eu viramos amigas. Fiquei muito feliz por ter sido escolhida para ser a Sininho, que era a personagem que eu queria”. *Com informações da Secretaria de Educação
Ler mais...
Pavimentação em bloquetes leva mobilidade à comunidade de Boa Vista, na Fercal
A comunidade Boa Vista, na Fercal, tem se beneficiado com a obra de pavimentação em bloquetes na principal rua da região. Coordenado pela Administração Regional da Fercal, o trabalho está pavimentando mais de 1 km de via — cerca de 7 mil metros quadrados —, sendo executado em parceria com a Fundação de Amparo ao Trabalhador Preso (Funap-DF), a Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF) e o Departamento de Estradas de Rodagem (DER-DF). Obas estão sendo executadas com material produzido na Fábrica Social de Pré-Moldados da Papuda | Fotos: Matheus H. Souza/Agência Brasília A pavimentação utiliza bloquetes de 16 faces, material ecologicamente correto que mantém a drenagem natural do solo e contribui para a sustentabilidade, evitando o acúmulo de água nas vias — problema que a população enfrenta durante o período de chuvas. A Fábrica Social, vinculada à Sedet-DF, é responsável pela confecção dos bloquetes, enquanto as empresas Ciplan e Pedreiras Contagem doaram materiais como cimento, pó de brita e expurgo. [LEIA_TAMBEM]“Os materiais utilizados são da Fábrica Social de Pré-moldados da Papuda, onde 40 detentos do regime semiaberto trabalham de forma rotativa na produção de peças como bloquetes e meios-fios”, detalha o titular da Sedet, Thales Mendes. “Para a Fercal, foram enviados meios-fios, além de bloquetes, que cobrem uma área de aproximadamente mil metros quadrados.” Além do conforto e da mobilidade, a iniciativa também tem caráter social, com 14 reeducandos da Funap-DF que participam diretamente dos trabalhos, supervisionados por servidores da administração local. “Essa obra representa mais do que apenas a pavimentação de uma rua”, ressalta a diretora-executiva da Funap-DF, Deuselita Martins. “É um exemplo de como a união entre o poder público e a iniciativa privada leva dignidade às comunidades e oferece oportunidade de trabalho e ressocialização aos reeducandos que participam dessa ação”. Por sua vez, o DER-DF oferece apoio logístico no transporte. “Estamos sempre prontos para ajudar a população, e este apoio solicitado pela Administração da Fercal é mais uma demonstração da unidade do poder público”, afirma o engenheiro Geraldo Jacinto, chefe do 2º Distrito Rodoviário, responsável pelo local. Valorização local Adão Santana, presidente da Associação Comunitária Rural da Boa Vista, comemora: “Esse trabalho está sendo bem-recebido por todos, porque traz melhorias, valorização dos terrenos e benefícios para o comércio” “São mais de 300 famílias beneficiadas e uma obra feita em parceria, com baixo custo para o governo” Fernando Madeira, administrador regional da Fercal Para o administrador regional da Fercal, Fernando Madeira, a pavimentação marca uma nova fase na região, com mais dignidade, mobilidade e oportunidade. “O projeto interfere diretamente na qualidade de vida dos moradores”, aponta. “São mais de 300 famílias beneficiadas e uma obra feita em parceria, com baixo custo para o governo”. Entre os moradores, a satisfação é visível. O aposentado Adão Silva Santana, presidente da Associação Comunitária Rural da Boa Vista, lembra-se das dificuldades antes das obras começarem: “No tempo da seca, sofríamos com a poeira; na época da chuva, era lama na porta de casa. Esse trabalho está sendo bem-recebido por todos, porque traz melhorias, valorização dos terrenos e benefícios para o comércio”. Morador da Boa Vista há 12 anos, Juan Pablo lembra: “A poeira era um grande problema, tanto para as casas quanto para os comércios, que ficavam muito sujos. Agora, com os bloquetes, a qualidade de vida melhora muito” O comerciante Juan Pablo, morador da região há 12 anos, reforça o impacto positivo: “A poeira era um grande problema, tanto para as casas quanto para os comércios, que ficavam muito sujos. Agora, com os bloquetes, a qualidade de vida melhora muito. Boa Vista está crescendo, e é importante o governo olhar com mais atenção para cá, como tem feito, porque a população aumentou, e a cidade precisa acompanhar esse desenvolvimento”.
Ler mais...
Escolas públicas do DF expõem projetos na Semana Nacional de Ciência e Tecnologia
Estimular o pensamento científico na escola é transformar a curiosidade natural dos estudantes em conhecimento aplicado, investindo na formação de protagonistas capazes de atuar de forma crítica e propor soluções inovadoras para os desafios do presente e do futuro. Entendendo a importância de promover a ciência no ambiente escolar, a Secretaria de Educação (SEEDF) realiza anualmente o Circuito de Ciências. Este ano, os projetos de destaque da etapa distrital, oriundos das 14 coordenações regionais de ensino, estão sendo apresentados ao público na 22ª Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT). A exposição ocorre no canteiro central da Esplanada dos Ministérios, até domingo (26); já a exibição dos trabalhos da rede pública de ensino vai até sexta-feira (24). Com a temática “Água para quê?”, o circuito propõe uma reflexão sobre a importância vital dos recursos hídricos para a vida no planeta, a regulação do clima e o desenvolvimento das comunidades. O objetivo é mobilizar a curiosidade dos estudantes da rede pública para a busca de soluções para problemáticas de relevância local e global. O projeto Detetives do Clima une a aprendizagem científica e pedagógica às discussões atuais sobre meio ambiente | Fotos: Felipe de Noronha/SEEDF A Escola Classe (EC) 303 de Samambaia, por exemplo, desenvolveu o projeto Detetives do Clima. A iniciativa partiu da observação dos próprios alunos do 4º ano do ensino fundamental sobre a diferença de temperatura entre a sala de aula e as áreas verdes da escola. “Costumo levá-los para um espaço com muito verde, e eles sempre comentam: 'Tia, podemos ficar aqui mais tempo? Aqui é tão fresquinho'”, contou a professora da turma, Izabelly Sant'Ana. A partir dessa curiosidade, a turma iniciou uma investigação científica. “Peguei um termômetro emprestado na cozinha e perguntei: 'O que será que está acontecendo?'. Comparamos uma sala sem nada em volta, uma com uma planta ao lado e outra próxima a uma área verde, e partimos daí para explicar conceitos como umidade e clima”, detalhou a docente. Segundo Izabelly, o projeto integrou múltiplas disciplinas. “Não damos uma resposta pronta. Incentivamos que os alunos fossem percebendo a diferença. Integramos conhecimentos de matemática, com a construção de gráficos; geografia, com a noção espacial e a posição do sol; e cidadania, que foi a culminância com a escrita de uma carta para a diretora, apresentando possíveis soluções”, explicou. Além de expor no próprio estande, os estudantes tiveram a oportunidade de explorar a feira como um todo “Com a agrofloresta da escola, percebemos que a água é muito importante, porque sem água não tem planta, e sem planta não tem como a gente viver”, afirma a estudante Emanuelly Pereira, de 10 anos. Água como ferramenta para o aprendizado A Escola Classe (EC) 314 Sul também marcou presença no evento nacional, demonstrando como a água pode ser uma ferramenta versátil para o aprendizado científico. O projeto da escola transformou o estande em um pequeno laboratório, onde os alunos-cientistas utilizavam a água como ponto de partida para explorar diferentes fenômenos físicos e químicos. O trabalho foi dividido em três experimentos principais: análise de condução elétrica na água, verificação de pureza e medição de pH. Os próprios estudantes revezavam-se para realizar as demonstrações ao vivo para os visitantes, explicando com clareza os conceitos científicos por trás de cada reação. Projeto da EC 314 Sul mostrou como a água pode ser o ponto de partida para vários experimentos químicos e físicos Uma das “cientistas”, Beatriz Meneguessi, de 11 anos, explicava com propriedade o teste de pH, que utiliza um indicador para verificar a potabilidade da água. “O experimento mostra a mudança de cor. Se a água ficar roxa com o indicador, quer dizer que o pH está bom e ela pode ser bebida”, demonstrou a aluna, aplicando o método científico na prática para o público. Construindo o futuro [LEIA_TAMBEM]Projetos como os da EC 303 Samambaia e da EC 314 Sul provam que a ciência começa na observação do cotidiano, e que investir nessa curiosidade é preparar os estudantes para serem protagonistas, capazes de analisar, questionar e propor soluções inovadoras para os desafios da sociedade. A participação das escolas no Circuito de Ciências e na Semana Nacional de Ciência e Tecnologia reforça o compromisso da SEEDF com a formação integral. Ao incentivar a iniciação científica desde os anos iniciais, a rede pública de ensino não apenas expõe trabalhos, mas cultiva mentes curiosas e com pensamento crítico, essenciais para o futuro. *Com informações da Secretaria de Educação
Ler mais...
DF participa da COP 30 como referência nacional em sustentabilidade e proteção ao Cerrado
O Distrito Federal está se preparando para marcar presença na COP (Conference of the Parties) 30, em Belém (PA), com resultados concretos que colocam a capital do país no mapa da sustentabilidade nacional. O DF chega ao encontro climático mundial com números que impressionam: redução de 95% no desmatamento do Cerrado em 2024, queda de 66,9% nas áreas queimadas e uma matriz energética cada vez mais limpa e solar. Plano de combate a incêndios florestais reduziu em quase 70% as queimadas entre 2022 e 2024 | Foto: Divulgação A participação do governo local no maior evento climático do planeta não é casual. Representa o amadurecimento de uma política ambiental estruturada, que combina inovação tecnológica, engajamento social e compromisso real com a descarbonização. E vem em um momento estratégico: quando os holofotes globais se voltam para o Brasil, o DF mostra que é possível avançar na agenda verde sem abrir mão do desenvolvimento. “Estamos provando que é possível reduzir drasticamente o desmatamento, investir em energia limpa e modernizar a gestão ambiental com inteligência e tecnologia” Celina Leão, vice-governadora “O Distrito Federal tem demonstrado que sustentabilidade não é apenas discurso, é ação concreta”, reforça a vice-governadora Celina Leão. “Estamos provando que é possível reduzir drasticamente o desmatamento, investir em energia limpa e modernizar a gestão ambiental com inteligência e tecnologia. Na COP 30, vamos mostrar ao mundo que o Cerrado também é protagonista da agenda climática”. Cerrado protegido O dado mais emblemático vem do coração da missão ambiental do DF: a proteção do Cerrado. Em 2024, o desmatamento do bioma caiu de 638 hectares para apenas 31 hectares — uma redução de 95%, a maior entre todas as unidades federativas do Brasil, segundo o MapBiomas. É um resultado que coloca o Distrito Federal como exemplo nacional de como a tecnologia e a fiscalização podem andar juntas. O segredo? O Sistema Distrital de Informações Ambientais (Sisdia), que integra alertas de desmatamento, imagens de satélite e dados geoespaciais em tempo real. Com 74 indicadores ambientais e mais de 144 mil acessos em 2024, o Sisdia se tornou a espinha dorsal da gestão territorial do DF, permitindo que equipes de fiscalização ajam rapidamente diante de qualquer ameaça ao bioma. “Investimos em inteligência ambiental”, afirma o secretário do Meio Ambiente, Gutemberg Gomes. “O Sisdia nos dá olhos sobre todo o território e capacidade de resposta imediata. Isso, aliado ao trabalho incansável das nossas equipes de fiscalização e ao fortalecimento das brigadas, resultou nessa conquista histórica. É a prova de que tecnologia e compromisso fazem a diferença.” Fogo controlado, carbono preservado Outro pilar da estratégia ambiental do DF é o Programa de Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais (Ppcif). Com a ampliação do contingente de brigadistas e investimentos em infraestrutura, o programa conseguiu reduzir em 66,9% as áreas queimadas entre 2022 e 2024. A ação tem impacto direto no Plano Carbono Neutro do DF, preservando estoques de carbono florestal e protegendo ecossistemas essenciais para a regulação climática. O Ppcif também conta com inteligência artificial: o projeto Sem Fogo monitora pontos estratégicos com tecnologia de ponta, permitindo a identificação precoce de focos de incêndio e ação preventiva. É a combinação de pessoas, tecnologia e gestão que tem feito a diferença na proteção do Cerrado. Energia solar A transição energética é outra frente de destaque. A inauguração da primeira usina pública de geração fotovoltaica, em Águas Claras, é apenas o começo. Com investimento de R$ 4,1 milhões, a usina abastece 80 prédios públicos, incluindo dez escolas, com energia limpa e renovável. E há mais por vir: projetos em andamento para o Supremo Tribunal Federal (STF), o Aeroporto de Brasília e 400 escolas públicas devem adicionar mais de 16 MWp de capacidade solar ao sistema. Estações de Guariroba e Samambaia Sul do Metrô-DF operam com 100% de energia solar A infraestrutura LED também avança: 60% das vias do DF já contam com iluminação eficiente, gerando economia de 44.760 MWh por ano e evitando a emissão de 2.400 toneladas de dióxido de carbono. No Metrô, as estações Guariroba e Samambaia Sul já operam com 100% de energia solar, um exemplo de mobilidade sustentável na prática. Conexão ecológica Preservar não é apenas evitar danos, é também restaurar. O Dia de Plantar, instituído em 2023, já promoveu o plantio de 30 mil mudas nativas do Cerrado em ações conjuntas com a sociedade civil. Para 2025, o programa hídrico prevê a reforma de bacias hidrográficas e a recuperação de 100 hectares na Bacia do Melchior, investimento direto na segurança hídrica e na conectividade ecológica do território. R$ 57 mihões Total de receitas gerado em trabalhos do Complexo Integrado de Reciclagem em 2024 A portaria conjunta entre a Secretaria do Meio Ambiente (Sema-DF) e o Instituto Brasília Ambiental avança na definição de corredores ecológicos, garantindo que a fauna e a flora do Cerrado tenham espaço para se movimentar e se reproduzir. É a ciência a serviço da vida, conectando fragmentos de vegetação e fortalecendo a resiliência dos ecossistemas. A economia circular também ganha força no DF. O Complexo Integrado de Reciclagem (CIR) recebeu mais de 9.800 toneladas de resíduos em 2024, envolvendo 35 cooperativas contratadas pelo Serviço de Limpeza Urbana (SLU) e gerando R$ 57,4 milhões em receitas. A logística reversa foi ampliada para 170 pontos de entrega voluntária (PEVs), e a coleta domiciliar de eletroeletrônicos se expande pela capital. A regulamentação da Lei de Compostagem Orgânica e o desenvolvimento de um módulo especialista no Sisdia para monitoramento de resíduos em tempo real completam o pacote de ações que transformam lixo em oportunidade, reduzem emissões e fortalecem cooperativas locais. Compromisso com o planeta Ao lado dos demais estados do Consórcio Brasil Central, o DF levará a Belém a mensagem de que o Cerrado é tão vital quanto a Amazônia para o equilíbrio climático do Brasil e do mundo. Berço das águas, o bioma sustenta nascentes, garante o abastecimento hídrico de regiões inteiras e abriga biodiversidade única. “A COP 30 é a oportunidade de mostrar que o Brasil está fazendo sua lição de casa”, pontua Celina Leão. “E o Distrito Federal é prova disso. Estamos reduzindo emissões, protegendo nossa biodiversidade, investindo em energia limpa e, principalmente, engajando nossa população nessa jornada. O Cerrado merece estar no centro da discussão climática, e o DF vai garantir que ele seja ouvido”. [LEIA_TAMBEM]Com um portfólio robusto de ações e resultados mensuráveis, o Distrito Federal vai à COP para participar, inspirar, compartilhar experiências e mostrar que a transformação ambiental já começou. A COP 30 A 30ª Conferência das Partes da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima reunirá líderes mundiais, cientistas, sociedade civil e governos locais para debater ações globais frente à crise climática e reforçar a implementação do Acordo de Paris. Organizada pelo Consórcio Brasil Central, que reúne DF, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rondônia e Tocantins, a COP Cerrados destaca a importância do bioma na agenda climática e sua conexão vital com a segurança hídrica e a biodiversidade brasileira. *Com informações da Sema-DF
Ler mais...
Estudantes do Cemi Cruzeiro apresentam nove projetos na Semana Nacional da Educação Profissional e Tecnológica
A Arena BRB Mané Garrincha recebe, até esta quinta-feira (9), a 5ª Semana Nacional da Educação Profissional e Tecnológica (SNEPT). Promovido pelo Ministério da Educação (MEC), o evento tem como tema Juventudes que inovam, Brasil que avança. Com mais de 1.400 expositores, 54 estudantes do Cemi Cruzeiro participam do encontro, apresentando nove projetos. Os trabalhos da escola abordam as temáticas: Como a Inteligência Artificial está Revolucionando a Comunicação, as Mídias Sociais e o Mundo; Sistema de gestão de padarias; Sistema Educa+: plataforma digital de curso; Sistema Multi Plataforma de Gerenciamento de Pizzarias; Alimentação alternativa no cultivo de Pancs; Fogo colorido; Uso de óleos e velas aromáticas curativas; Chafariz ecológico; Carcinicultura ecológica. Uma das turmas expositoras do Cemi Cruzeiro desenvolveu um sistema de gerenciamento de estoque voltado para pizzarias | Fotos: Ascom/SEEDF Aluno do terceiro ano, Gustavo Freitas, 18 anos, é um dos responsáveis pelo desenvolvimento de um sistema de gerenciamento de estoque voltado para pizzarias, criado com foco em simplicidade, acessibilidade e eficiência. O projeto permite o controle de contas de administradores e funcionários, o registro de ingredientes e produtos e o acompanhamento de movimentações de entrada e saída, emitindo alertas de estoque baixo e relatórios em PDF por período. A iniciativa integra os aprendizados das disciplinas qualificação profissional 3, prática profissional supervisada e linguagem técnica de programação e foi desenvolvida como parte do trabalho de conclusão de curso. “O sistema foi pensado para ser simples e acessível tanto para quem desenvolve quanto para quem utiliza. A experiência de participar do evento tem sido muito positiva, porque estamos recebendo bastante feedback e aprendendo na prática a lidar com as pessoas. Estou gostando bastante desse processo e de ver nosso projeto ganhando vida”, destacou Gustavo. O trabalho de Kamille Victoria Aguiar é sobre um método de identificação de metais pesados na água A estudante Kamille Victoria Aguiar, de 17 anos, participa pela primeira vez de uma feira de ciências desde que se mudou do Pará para a capital. Ela conta que, no Estado natal, não havia tantas oportunidades como essa, e que a experiência tem sido fundamental para o seu aprendizado. [LEIA_TAMBEM]“Agora que estou aqui na capital, vim para aprender e melhorar na escola. Está sendo uma experiência muito boa ter esse contato com a Feira de Ciências e poder aprender cada vez mais”. “O nosso trabalho é um método de identificação de metais pesados na água, e ele é uma forma mais caseira. Assim, pessoas que não têm tanto acesso a esse tipo de informação podem descobrir se a água que estão consumindo é contaminada ou se está pura”, explica a estudante. A semana tem como objetivo possibilitar que estudantes, professores e técnicos mostrem projetos interativos e pesquisas desenvolvidas por redes de ensino ofertantes da educação profissional e tecnológica de todo o país. “A iniciativa visa à integração, à divulgação, ao fortalecimento e à valorização dessa modalidade educacional junto à sociedade, contribuindo com a ampliação do seu reconhecimento social e da sua atratividade junto aos jovens e aos trabalhadores”, explica a diretora de Educação Profissional, Joelma Bomfim da Cruz Campos. *Com informações da Secretaria de Educação
Ler mais...
Evento no DF debate inovação em limpeza urbana e sustentabilidade
O Serviço de Limpeza Urbana do Distrito Federal (SLU) marcou presença no 1º Congresso de Infraestrutura e Limpeza Urbana (Alubrás), realizado nesta terça-feira (23), no Royal Tulip, em Brasília. O diretor-presidente da autarquia, Luiz Felipe Carvalho, ressaltou a relevância do congresso como espaço de diálogo e de troca de experiências entre gestores públicos, especialistas e representantes do setor. “O tema que hoje nos reúne é essencial: garantir a universalização do saneamento básico, que envolve água tratada, drenagem urbana, coleta e tratamento de esgoto, manejo adequado dos resíduos sólidos e sua destinação ambientalmente correta”, afirmou. Luiz Felipe Carvalho: "Temos a satisfação de afirmar que 99% da população já dispõe de água potável e que 93% contam com coleta de esgoto. Esses números nos orgulham, mas não nos acomodam" | Foto: Divulgação/SLU O desafio da universalização do saneamento no Distrito Federal é diário e envolve todas as classes sociais. “Temos a satisfação de afirmar que 99% da população já dispõe de água potável e que 93% contam com coleta de esgoto. Esses números nos orgulham, mas não nos acomodam. Nosso objetivo é avançar até o 100% de atendimento, em conformidade com o prazo estabelecido pelo Marco Legal do Saneamento, até 2033”, reforçou. A programação do congresso reúne autoridades, técnicos e profissionais de diferentes regiões do país para debater soluções inovadoras e os principais desafios relacionados à gestão de resíduos, sustentabilidade, saneamento e infraestrutura urbana. A diretora técnica do SLU, Andrea Almeida, participa do Painel III, que aborda o tema Serviço Ambientalmente Adequado: O Papel da Infraestrutura no Saneamento de Resíduos. *Com informações do SLU
Ler mais...
Vice-governadora Celina Leão destaca ações do Distrito Federal em economia circular durante o 24º Fórum Lide
Agência Brasília · VICE-GOVERNADORA CELINA LEÃO DESTACA AÇÕES DO DISTRITO FEDERAL EM ECONOMIA CIRCULAR DURANTE O 24º FÓRUM LIDE A vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão, participou nessa sexta-feira (22) do 24º Fórum Empresarial Lide, realizado no Rio de Janeiro. No painel “Economia Circular e Desenvolvimento Social”, ela ressaltou o papel da educação como base para a economia circular e apresentou programas e iniciativas em curso no DF que já têm gerado resultados concretos. “Os países que alcançaram as maiores economias circulares do mundo foram aqueles que investiram em educação. Como falar em reciclagem e separação de resíduos sem antes tratar da educação básica?”, afirmou. Celina Leão apontou que o Distrito Federal, além de ser o centro político do Brasil, pode se consolidar como um laboratório de soluções sustentáveis | Foto: Divulgação/Vice-Governadoria Celina Leão também traçou um panorama da economia circular no cenário internacional, apontando seus principais pilares e os desafios que o Brasil precisa superar para aproveitar todo o potencial desse modelo de desenvolvimento sustentável. Segundo ela, inovação, investimentos consistentes e políticas públicas integradas são fundamentais para transformar a realidade e garantir mais qualidade de vida para a população. Entre as iniciativas implementadas no Distrito Federal, a vice-governadora citou o programa Reciclotech, que recicla computadores da rede pública e já capacitou mais de 5 mil pessoas em tecnologia. “O DF abriga ainda a primeira usina pública de reciclagem do país”, destacou. [LEIA_TAMBEM]Ela lembrou também dos investimentos em sustentabilidade na educação e na mobilidade. “Toda a nossa rede de ensino está em processo de se tornar 100% sustentável. Temos a frota de ônibus mais ecológica do Brasil, com veículos Euro 6 quase em sua totalidade, e também a maior frota de veículos elétricos do país”, ressaltou. Outro avanço mencionado foi a criação do Centro Integrado de Inteligência Artificial, que realiza hackathons e capacitações voltadas a soluções ambientais e de reaproveitamento de recursos. Já no saneamento, a Companhia Ambiental de Saneamento (Caesb) foi destacada como referência nacional, atendendo quase 99% da população com água tratada e mais de 90% com coleta de esgoto. De acordo com Celina Leão, os resultados mostram que o Distrito Federal, além de ser o centro político do Brasil, pode se consolidar como um laboratório de soluções sustentáveis e servir de exemplo para outras regiões do país. O 24º Fórum Lide, que reúne empresários, gestores públicos, autoridades do Judiciário e representantes da sociedade civil em debates sobre temas estratégicos para o futuro do Brasil, segue até este sábado (23), no Rio de Janeiro. *Com informações da Vice-Governadoria
Ler mais...
Representantes estaduais confirmam presença no Fórum de Governadores, em Belém
Dezesseis governadores — incluindo um em exercício — e seis vice-governadores já confirmaram presença na XVII Reunião do Fórum Nacional de Governadores, na quarta-feira (13), em Belém (PA). A edição especial do encontro terá como foco principal os preparativos para a COP30, a conferência da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre clima, que será realizada em novembro. Além dos governadores e vice-governadores (confira a lista completa abaixo), também confirmaram presença no encontro o embaixador André Corrêa do Lago, presidente da Comissão Nacional da COP30 e negociador-chefe do Brasil nas Conferências do Clima; o ministro das Cidades, Jader Barbalho Filho; a vice-governadora do Pará e presidente estadual da COP30, Hana Ghassan Tuma; e o presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Pará, deputado Francisco das Chagas Silva Melo Filho, conhecido como Chicão. O Fórum Nacional de Governadores se reúne na próxima quarta-feira (13), em Belém (PA) | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília O encontro ocorrerá no prédio de Economia Criativa do Parque da Cidade, a partir das 10h. A pauta inclui a apresentação das contribuições dos estados à agenda climática, estratégias sustentáveis que o Brasil pretende levar à comunidade internacional, além da exposição dos eixos temáticos da COP30. O evento contará com a presença do presidente da Comissão Nacional da COP30 e negociador-chefe do Brasil nas Conferências do Clima, embaixador André Corrêa do Lago. Veja os representantes já confirmados: 1. Governador Gladson Camelí (AC); 2. Vice-Governador Ronaldo Lessa (AL); 3. Governador Clécio Luís (AP); 4. Governador Wilson Lima (AM); 5. Governador Elmano de Freitas (CE); 6. Governador Ibaneis Rocha (DF); 7. Governador Renato Casagrande (ES); 8. Vice-Governador Daniel Vilela (GO); 9. Governador Carlos Brandão (MA); 10. Governador em exercício Barbosinha (MS); 11. Governador Helder Barbalho (PA); 12. Vice-Governador Lucas Ribeiro (PB); 13. Governadora Raquel Lyra (PE); 14. Governador Rafael Fonteles (PI); 15. Governador Cláudio Castro (RJ); 16. Governadora Fátima Bezerra (RN); 17. Vice-Governador Gabriel Souza (RS); 18. Vice-Governador Sérgio Gonçalves (RO); 19. Governador Antonio Denarium (RR); 20. Vice-Governador Felicio Ramuth (SP); 21. Governador Fábio Mitidieri (SE); 22. Governador Wanderlei Barbosa (TO). Entidades 1. André Corrêa do Lago, presidente da Comissão Nacional da COP30 2. Jader Barbalho Filho, ministro das Cidades; 3. Hana Ghassan Tuma, vice-governadora e presidente estadual da COP30 (Pará); 4. Francisco das Chagas Silva Melo Filho, presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Pará. Sobre o Fórum Nacional de Governadores [LEIA_TAMBEM]O Fórum é um espaço de diálogo permanente entre os chefes do Executivo estaduais e do Distrito Federal, com o objetivo de articular soluções para desafios comuns aos entes federativos. Desde sua criação, o grupo já debateu temas como equilíbrio fiscal, pacto federativo, segurança pública, educação, vacinação, saneamento básico e políticas ambientais. Além dos governadores, as reuniões contam com especialistas e representantes dos três poderes da República. Os temas a serem debatidos são definidos previamente em consenso e os relatores são escolhidos entre os governadores conforme afinidade com o tema. Serviço XVII Reunião do Fórum Nacional de Governadores → Data: 13 de agosto de 2025 (quarta-feira) → Horário: a partir das 10h → Local: Parque da Cidade - R. Sen. Lemos - Souza, Belém (PA) → Credenciamento de imprensa neste link Retirada de credenciais → Data: 12 de agosto → Horário: 11h às 17h → Local: Secom Governo do Pará → Endereço: Av. Visconde de Inhaúma, 1629, bairro Pedreira (entre Eneas Pinheiro e Lomas Valentim). *Com informações da Agência Pará
Ler mais...
Aberto o credenciamento de imprensa para o Fórum Nacional de Governadores que debaterá a COP30, em Belém
O Fórum Nacional de Governadores será realizado no dia 13 de agosto, em Belém, e reunirá os governadores dos 26 estados e do Distrito Federal para discutir os preparativos para a 30ª Conferência das Partes (COP30), marcada para novembro de 2025. Profissionais de imprensa interessados em cobrir o evento já podem realizar o credenciamento neste link. O Fórum Nacional de Governadores é um espaço para consolidar uma posição federativa unificada, onde os estados vão apresentar suas ações e desafios climáticos | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília Durante o encontro, os governadores discutirão temas centrais para a COP30, como descarbonização, financiamento climático, justiça ambiental e transição energética, alinhando suas propostas com a agenda internacional e destacando o papel essencial do Brasil na luta contra as mudanças climáticas. O embaixador André Corrêa do Lago, presidente da Comissão Nacional da COP30, também participará do evento, oferecendo sua experiência como negociador-chefe do Brasil nas conferências internacionais sobre clima. As credenciais estarão disponíveis para retirada no dia 12 de agosto, das 11h às 17h, na sede da Secretaria de Comunicação do Governo do Pará. Sobre o Fórum [LEIA_TAMBEM]O Fórum Nacional de Governadores é um espaço para consolidar uma posição federativa unificada, onde os estados vão apresentar suas ações e desafios climáticos, com foco na construção de soluções conjuntas que atendam às necessidades do país e ao compromisso global com a preservação da Amazônia e o desenvolvimento sustentável. O evento será realizado no Parque da Cidade, principal sede da COP30. O espaço vai reunir as áreas mais estratégicas da conferência: a Blue Zone, destinada às negociações oficiais, e a Green Zone, com atividades voltadas à sociedade civil, como exposições culturais, debates sobre sustentabilidade e inovação. Serviço Fórum Nacional de Governadores → Data: 13 de agosto de 2025, às 10h → Local: Parque da Cidade, Belém (PA) → Credenciamento de imprensa neste link Retirada das credenciais → Data: 12 de agosto → Horário: 11h às 17h → Local: Secom Governo do Pará → Endereço: Avenida Visconde de Inhaúma, nº 1629, no bairro da Pedreira, em Belém. *Com informações da Agência Pará
Ler mais...
DF vai ganhar Inventário da Poluição do Ar
Agência Brasília · DF VAI GANHAR INVENTÁRIO DA POLUIÇÃO DO AR O plano de trabalho da execução do Inventário da Poluição do Ar do DF foi apresentado, nesta quinta-feira (7), pelo Instituto Brasília Ambiental a representantes do Ministério do Meio Ambiente, da Secretaria do Meio Ambiente do Distrito Federal (Sema-DF), servidores do próprio órgão e a representantes da iniciativa privada. O documento é uma determinação da Política Nacional de Qualidade do Ar (PNQA), instituída pela Lei nº 14.850/2024, que estabelece princípios, objetivos, instrumentos e diretrizes para a gestão da qualidade do ar no Brasil. O analista de planejamento urbano e infraestrutura da Diretoria de Emergência, Riscos e Monitoramento Ambiental (Direm) do Instituto, Carlos Rocha, explicou que o inventário é a principal ferramenta para se fazer o gerenciamento da qualidade do ar. “Se não sabemos onde está sendo emitida a poluição, o que a está emitindo, e que tipo de poluição está sendo emitida, como vamos atacar a poluição? Se não temos informações sobre ela, não conseguimos gerenciá-la. A importância do inventário é, justamente, nos fornecer esses dados”, ressaltou. "A Política Nacional da Qualidade do Ar tem o objetivo de reduzir a concentração de poluentes atmosféricos, buscando a melhoria da qualidade ambiental e a proteção da saúde humana, além de integrar políticas públicas e instrumentos de gestão" Celina Leão, vice-governadora do DF A vice-governadora do DF, Celina Leão, enfatizou a importância de o DF se adequar à PNQA. “A Política Nacional da Qualidade do Ar tem o objetivo de reduzir a concentração de poluentes atmosféricos, buscando a melhoria da qualidade ambiental e a proteção da saúde humana, além de integrar políticas públicas e instrumentos de gestão. Então, é fundamental que o Distrito Federal adquira os instrumentos, que são definidos pela lei, para podermos melhor planejar nossa política ambiental da qualidade do ar”, defendeu. O presidente do Brasília Ambiental, Rôney Nemer, destacou que o trabalho apresentado, quando concluído, revelará um diagnóstico da qualidade do ar no DF. “Será possível sabermos as nuances da poluição das regiões administrativas e entornos. Isso nos dará condições e segurança para as tomadas de decisão não só da política ambiental, mas também das políticas de saúde”, lembrou. Apresentação O inventário informará quais são as fontes poluidoras do DF, onde elas estão localizadas, qual o potencial poluidor delas, entre outros dados | Foto: Divulgação/Brasília Ambiental [LEIA_TAMBEM]De acordo com o plano de trabalho apresentado, a entrega do Inventário da Poluição do Ar do Distrito Federal deve ocorrer até o final do ano. Neste inventário constará quais são as fontes poluidoras do DF, onde elas estão localizadas, qual o potencial poluidor delas e quanto, efetivamente, elas estão emitindo, o quantitativo de cada tipo de fonte, entre outras informações. Tudo isso será inserido em um mapa. “A partir desse ponto, conseguiremos fazer a modelagem, que é sobre o quanto a poluição está impactando a saúde da população. Informação importante para a definição de ações de gestão governamental voltadas à qualidade de vida das pessoas”, explicara Arthur Celani, gerente de projetos da Acoem, empresa vencedora da licitação para elaboração do inventário. Outro produto a ser entregue é o dimensionamento da Rede de Monitoramento. "Com esse resultado (inventário), vamos conseguir enxergar quais as áreas que estão sendo mais impactadas, se é uma área muito urbanizada, se é muito rural, entre outros dados, para, justamente, indicar os locais que devem fazer parte da rede de monitoramento”, complementou a engenheira ambiental Larissa Zanutto, também da Acoem. *Com informações do Brasília Ambiental
Ler mais...
CEB recupera 7 mil luminárias e evita desperdício de R$ 12 milhões no DF
A CEB Iluminação Pública e Serviços (CEB IPes) encontrou uma solução econômica e sustentável para ampliar a cobertura de iluminação pública no Distrito Federal sem recorrer a novos gastos: recuperar luminárias que estavam fora da garantia, mas que ainda tinham conserto. Somente em 2025, mais de 7 mil luminárias foram recuperadas no laboratório da companhia, gerando uma economia estimada de R$ 12 milhões aos cofres públicos. Com o reaproveitamento das luminárias, a CEB evita o descarte de milhares de toneladas de resíduos eletrônicos e metálicos | Foto: Divulgação/CEB IPes O processo é simples, mas altamente eficaz. Cada luminária nova custa, em média, R$ 300. Ao invés de realizar a substituição, a CEB optou por avaliar individualmente os equipamentos que apresentavam defeitos leves, como falhas em drivers, conectores ou sistemas de vedação. Essas unidades, descartadas por muitas empresas, foram cuidadosamente desmontadas e reparadas por uma equipe técnica especializada no laboratório da companhia. “Estamos falando de um volume expressivo de equipamentos que, com pequenos ajustes, voltam a funcionar perfeitamente. É uma decisão que evita desperdício, reduz custos e ainda contribui para o meio ambiente”, explica o diretor de Manutenção da CEB IPes, Paulo Afonso Teixeira. [LEIA_TAMBEM]Sustentabilidade e eficiência A iniciativa também fortalece o compromisso da empresa com práticas sustentáveis. Com o reaproveitamento das luminárias, a CEB evita o descarte de milhares de toneladas de resíduos eletrônicos e metálicos, que levariam anos para se decompor na natureza. “Recuperar equipamentos é uma forma de fazer mais com menos. Muitos espaços urbanos foram totalmente renovados apenas com luminárias que passaram pelo nosso laboratório. É reaproveitamento com responsabilidade e inteligência”, afirma o diretor. As luminárias recuperadas já estão sendo reinstaladas em diversos pontos do Distrito Federal, especialmente em áreas que ainda não contavam com cobertura adequada de iluminação. A ação reforça a presença do poder público nos bairros e contribui para a sensação de segurança, permitindo a ocupação noturna de espaços públicos por moradores e famílias. Participação popular A CEB IPes também reforça que a manutenção da iluminação pública depende da participação da população. Casos de falhas, lâmpadas apagadas ou vandalismo podem ser comunicados por meio da Central 155, do aplicativo Ilumina DF, pelo site da companhia ou pelo WhatsApp (61) 3774-1155. *Com informações da CEB IPes
Ler mais...
Capital Moto Week 2025 tem ações de educação ambiental e sustentabilidade
O Serviço de Limpeza Urbana (SLU) está no Capital Moto Week 2025, o maior festival de motos e rock da América Latina, com uma programação especial voltada à educação ambiental. Até o dia 1º de agosto, o SLU promoverá diversas atividades, incluindo palestras, plantio de mudas e interações lúdicas com o personagem Garizito e sua turma, visando conscientizar o público sobre a importância do descarte correto de resíduos. Para facilitar o descarte adequado durante o evento, o SLU instalou 50 papa-recicláveis em pontos estratégicos, destinados à coleta de latinhas, garrafas PET, papelão e outros materiais recicláveis. Além disso, a cooperativa de catadores Acobraz estará presente com um galpão de triagem, realizando a separação dos resíduos no local e oferecendo visitas guiadas conduzidas por especialistas do SLU, destacando o trabalho essencial dos catadores na cadeia de reciclagem. Até o dia 1º de agosto, o SLU promoverá diversas atividades, incluindo palestras, plantio de mudas e interações lúdicas | Foto: Divulgação/SLU A programação inclui ainda oficinas de compostagem e reciclagem, apresentações teatrais do SLU e uma exposição do Museu da Limpeza Urbana na Vila do Bem. Dinâmicas interativas com distribuição de materiais educativos também fazem parte das ações planejadas. “O Capital Moto Week é como uma cidade temporária, que chega a reunir até 100 mil pessoas e funciona como um verdadeiro centro urbano. Nossa meta é o lixo zero, com 100% dos resíduos sendo destinados corretamente, demonstrando que, mesmo em grandes aglomerações, é possível adotar práticas ambientalmente responsáveis”, afirmou o diretor-presidente do SLU, Luiz Felipe Carvalho. A parceria entre o SLU e o Capital Moto Week representa uma oportunidade para promover a educação ambiental e inspirar atitudes sustentáveis. *Com informações do Serviço de Limpeza Urbana (SLU)
Ler mais...
Divulgado estudo inédito com Índice de Sustentabilidade Ambiental Urbana das regiões do DF
O Instituto de Pesquisa e Estatística do Distrito Federal (IPEDF) divulgou, nesta quarta-feira (23), o Índice de Sustentabilidade Ambiental Urbana, também chamado de ISU/DF. A metodologia da pesquisa é inédita e pode ser aplicada em outros municípios do Brasil. O estudo permite que, por meio de nove indicadores, a sustentabilidade das 35 regiões administrativas (RAs) da capital federal seja medida e avaliada. Os indicadores considerados são: áreas verdes, área verde em recarga de aquífero, evapotranspiração, consumo de água por habitante, potencial de infiltração, proporção de área com resistência à erosão, temperatura, casos de dengue e pegada de carbono. Estudo inédito sobre o Índice de Sustentabilidade Ambiental Urbana contribui para a criação de políticas públicas e a melhoria das questões ambientais | Foto: Matheus H. Souza/Agência Brasília O índice também utiliza dados de satélite e informações oficiais do governo. Todos os resultados são convertidos em uma escala de zero a um, para facilitar a comparação: quanto mais próximo de 1, melhor é a sustentabilidade ambiental da região em relação ao que o indicador mede. Por ser um índice atualizado a cada quatro anos, o ponto de partida precisava ser uma data de início da gestão do governo. Os dados apresentados pelo IPEDF são referentes a 2022. A ideia é acompanhar a evolução até 2026, observando como as ações do governo e da população impactam a sustentabilidade das RAs ao longo do tempo. O levantamento apontou as regiões com melhor desempenho em sustentabilidade ambiental urbana: Plano Piloto, Sudoeste/Octogonal, Núcleo Bandeirante e Guará, classificadas com excelente desempenho. Em seguida, aparece o Park Way, com uma boa avaliação. O Guará é uma das regiões com melhor desempenho em sustentabilidade ambiental urbana | Foto: Paulo H. Carvalho / Agência Brasília Além do Park Way, 17 regiões do DF são consideradas boas, o que corresponde a mais da metade do território. Já 13 são classificadas como regulares, e nenhuma apresenta índices baixos. Na última posição, está a Estrutural, com desempenho regular. No geral, o DF apresenta resultados positivos. [LEIA_TAMBEM]O diretor-presidente do IPEDF, Manoel Clementino, afirma que a iniciativa do estudo contribui para a criação de políticas públicas e para a melhoria das questões ambientais na capital. “Um dos grandes temas da nossa década está relacionado às emergências climáticas. Um tema que parecia distante no passado hoje é uma realidade, com eventos extremos da natureza interferindo cada vez mais na vida das pessoas. Nesse sentido, um dos grandes blocos de trabalho do Instituto está voltado aos estudos ambientais. Esta é uma das muitas iniciativas que desenvolvemos no IPEDF e que permite ao gestor público embasar suas políticas e ações para melhorar a questão ambiental em nossa cidade e em nosso território”, destacou. Já o diretor de Estudos e Políticas Ambientais e Territoriais do IPEDF, Werner Vieira, ressalta que os resultados do ISU/DF refletem um trabalho coletivo da população e do governo. “É preciso manter o monitoramento contínuo dos indicadores para avaliar a eficácia das ações e garantir um futuro mais verde para o DF. A população deve ser a grande parceira do governo, compreendendo que seus hábitos cotidianos têm impacto direto no meio ambiente. Pequenas atitudes, como a redução do consumo de água e energia, fazem a diferença. Precisamos abraçar a cidadania ambiental, entendendo que a sustentabilidade começa em cada um de nós. O futuro do Distrito Federal está em nossas mãos. Juntos, podemos construir uma cidade mais sustentável, resiliente e agradável para todos”, afirmou. Acesse aqui o sumário executivo do estudo e, neste link, o relatório. *Com informações do IPEDF
Ler mais...
Inscrições abertas para a 2ª Conferência Distrital de Unidades de Conservação
Agência Brasília · INSCRIÇÕES ABERTAS PARA A 2ª CONFERÊNCIA DISTRITAL DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO O Instituto Brasília Ambiental abriu, nesta terça-feira (8), as inscrições para a 2ª Conferência Distrital de Unidades de Conservação (2ª Cduc), que será realizada nos dias 31 deste mês e em 1º de agosto. O evento, que celebra os 15 anos de criação do Sistema Distrital de Unidades de Conservação (Sduc), pretende reunir servidores, ambientalistas, estudantes, gestores, pesquisadores e demais representantes da sociedade civil para dialogar sobre as conquistas, desafios e perspectivas de atuação nas áreas protegidas do Distrito Federal. O formulário de inscrição está disponível e pode ser acessado aqui. Conferência distrital vai discutir desafios e perspectivas das unidades de conservação | Foto: Geovana Albuquerque/Agência Brasília O evento contará com mesas-redondas, palestras, conversas e exposição de painéis. Também fazem parte da programação cinco oficinas temáticas desenvolvidas em parceria com o projeto Avaliação e Fortalecimento do Sistema de Unidades de Conservação Distrital e Estudo de Parcerias Público-Privadas e Público-Comunitárias, do Centro de Desenvolvimento Sustentável da Universidade de Brasília (CDS/UnB). As oficinas são gratuitas e com vagas limitadas. “O Sistema Distrital de UCs mostra que gestão participativa e conhecimento técnico são pilares para conservar nossos recursos naturais e ampliar o acesso público a esses espaços”, comenta a governadora em exercício, Celina Leão. Para o presidente do Instituto Brasília Ambiental, Rôney Nemer, a 2ª CDUC é uma oportunidade única de construir redes de colaboração, trocar experiências e pensar em soluções que garantam proteção e uso sustentável das áreas protegidas. [LEIA_TAMBEM]Coordenadora da Comissão Organizadora das Conferências Distritais de Unidades de Conservação do Brasília Ambiental, a gestora em políticas públicas Vanessa Oliveira destaca a evolução no formato da 2ª Cduc: “Em 2024, a conferência foi realizada em apenas um dia, com pouco espaço para debates. Este ano, a programação ocorrerá em dois dias, com mais tempo para interação do público, realização de oficinas no segundo dia, além da publicação de resumos de pesquisa científica e relatos de experiência em unidades de conservação". A Conferência Distrital de Unidades de Conservação foi instituída como parte do Calendário Oficial de Eventos do Brasília Ambiental, por meio da Instrução nº 13/2025 e visa a construir um espaço permanente de diálogo sobre as unidades de conservação do Distrito Federal, a fim de fortalecer as redes estratégicas de atuação junto às áreas protegidas. Outro objetivo é fortalecer as ações entre os atores ligados à área socioambiental, de diversos campos da sociedade civil organizada, do meio científico e da administração pública, que envolvam as unidades de conservação do Distrito Federal. Serviço 2ª Conferência Distrital de Unidades de Conservação – Brasília Ambiental → dia 31 deste mês – Auditório da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) → 1º de agosto – Centro de Desenvolvimento Sustentável da Universidade de Brasília (CDS/UnB) → Inscrições: até o dia 20 deste mês, pelo site do Brasília Ambiental. Oficinas com vagas limitadas → Manejo de trilhas em UCs: 20 vagas → Voluntariado em UCs: 15 vagas → Conselhos gestores em UCs: 15 vagas → Introdução ao ecoturismo e visitação em UCs: 25 vagas → Criação de reservas particulares do patrimônio natural (RPPNs) & Adesão de trilhas ao Sistema Distrital de Trilhas Ecológicas: 15 vagas. *Com informações do Brasília Ambiental
Ler mais...
Estudantes de engenharia visitam obras do Aldeias do Cerrado e conhecem de perto os diferenciais de um bairro planejado
Alunos do primeiro semestre do curso de engenharia civil da Universidade de Brasília (UnB) participaram, na tarde da última sexta-feira (4), de uma visita técnica ao Aldeias do Cerrado, novo empreendimento da Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap), em obras na região do Jardim Botânico. A atividade integrou o cronograma de uma aula especial sobre obras públicas, ministrada no início da semana, que contou com a presença do diretor técnico da Terracap, Hamilton Lourenço Filho. Acompanhados por representantes da Terracap, estudantes de engenharia puderam complementar ensinamentos com observações da prática profissional | Foto: Divulgação/Terracap Durante a visita, os estudantes puderam ver de perto o andamento da infraestrutura do projeto, que contempla obras de pavimentação, drenagem, rede elétrica, muros, portarias e áreas de lazer. Nos primeiros condomínios em obras — os residenciais dos Jacarandás e das Sucupiras —, estão sendo implantados campo de futebol, quadra de tênis e quadra esportiva, além de guarita, espaço gourmet, salão de festas, quiosque com churrasqueira e salão de jogos e academia. Os alunos também aproveitaram a oportunidade para tirar dúvidas técnicas sobre as soluções adotadas no canteiro de obras. Questionaram engenheiros e técnicos sobre a metodologia construtiva utilizada, a escolha dos maquinários, o uso de água no processo de compactação da terraplanagem, a aplicação do piso intertravado e os detalhes do sistema de drenagem. A interação permitiu que compreendessem, na prática, a importância de cada etapa na qualidade e durabilidade da infraestrutura urbana. Desenvolvimento urbano “Quando os alunos enxergam a complexidade de uma obra no campo, compreendem com mais clareza os desafios e a responsabilidade técnica envolvida”, afirmou Lourenço Filho. “Além disso, é uma oportunidade de apresentar o papel da Terracap no desenvolvimento urbano do DF e como cada etapa da obra é pensada para garantir qualidade de vida e sustentabilidade à população.” [LEIA_TAMBEM]Localizado em uma das áreas de maior potencial de expansão urbana de Brasília, o Aldeias do Cerrado foi concebido para oferecer qualidade de vida, integração com a natureza e segurança. O acesso é facilitado pelas rodovias BR-251 e DF-140, a poucos minutos da ponte JK e do Lago Sul. O projeto prevê 15 quadras residenciais com mais de 4.300 lotes voltados para habitações unifamiliares de baixa densidade, além de áreas comerciais e espaços reservados para equipamentos públicos. Os primeiros residenciais lançados contam com lotes amplos, variando entre 420 m² e 656 m², e são ofertados por meio de licitação pública. O cronograma das obras segue dentro do previsto, pontua o diretor técnico da Terracap: “Estamos com um ritmo forte de execução, respeitando todas as etapas técnicas”. A visita despertou o interesse dos estudantes pelo impacto prático da profissão. “É muito bom adquirir essas experiências logo no começo”, disse Thiago Naves, calouro da UnB. "A gente estuda teoria, mas ver como tudo funciona de verdade faz toda a diferença. Estou conhecendo um futuro que pode ser o meu”. A estudante Sarah Cristina Novaes reforçou: “Ter esse contato com a obra logo no início do curso é muito motivador. A gente começa a entender a importância do que está estudando e ganha mais vontade de seguir em frente”. *Com informações da Terracap
Ler mais...
DF inicia vazio sanitário da soja nesta terça (1º)
A partir desta terça-feira (1º/7), entra em vigor o vazio sanitário da soja no Distrito Federal, conforme determinação da Secretaria de Agricultura (Seagri-DF). A medida, que segue até 30 de setembro, estabelece a obrigatoriedade da eliminação total de plantas vivas de soja — incluindo as voluntárias, que nascem de forma espontânea após a colheita. Estratégia da Seagri-DF é importante para garantir a sustentabilidade da produção de soja no Distrito Federal | Foto: Renato Alves/Agência Brasília Com duração de 92 dias, o vazio sanitário é uma estratégia fundamental para o controle da ferrugem asiática, considerada uma das doenças mais severas da cultura da soja. Altamente agressiva, a ferrugem pode provocar perdas entre 10% e 90% da produção, além de exigir múltiplas aplicações de fungicidas, o que acarreta impactos econômicos e ambientais. O titular da Seagri-DF, Rafael Bueno, lembra que o vazio sanitário é uma medida técnica fundamental para a proteção das lavouras: “É um período de sacrifício necessário que garante a sustentabilidade da produção de soja no DF, além de evitar perdas ainda maiores para os produtores. Com isso, o GDF reafirma seu compromisso com a sanidade vegetal, a sustentabilidade da produção e o fortalecimento da agricultura do Distrito Federal”. Segurança na safra A subsecretária de Defesa Agropecuária, Danielle Cristina Araújo, reforça que a colaboração de todos é essencial para o sucesso da medida. “Contamos com a colaboração de todos os produtores para garantir uma safra mais segura e produtiva para o DF e para o país, mantendo nossas lavouras livres da ferrugem asiática”, ressalta. A fiscalização é feita pela própria Seagri-DF, e o descumprimento das normas pode resultar em sanções previstas na legislação sanitária vigente. A recomendação é que os produtores efetuem vistorias regulares nas áreas produtivas e eliminem qualquer ocorrência de plantas voluntárias durante todo o período do vazio sanitário. Além disso, o calendário oficial de semeadura da soja para a safra 2025/2026 no DF está fixado entre 1º de outubro deste ano e 8 de janeiro de 2026, conforme a Portaria SDA/Mapa nº 1.271, de 30 de abril de 2025. Produtores também podem entrar em contato com a Gerência de Sanidade Vegetal da Seagri-DF, pelo telefone (61) 3051-6422 ou pelo WhatsApp (61) 98199-0549. Mais informações sobre o vazio sanitário da soja estão disponíveis no site da Seagri-DF. *Com informações da Seagri-DF
Ler mais...
Relatórios de gestão dos recursos hídricos são aprovados
Agência Brasília · (21) 23-06-2025 - RELATÓRIOS DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS SÃO APROVADOS O Distrito Federal deu mais um passo importante na consolidação da sua política de gestão dos recursos hídricos. Foi publicada no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) desta segunda-feira (23), a Resolução nº 02, de 26 de março de 2025, que aprova os Relatórios de Autoavaliação e de Autodeclaração do segundo ciclo do Programa de Consolidação do Pacto Nacional pela Gestão das Águas (Progestão II), com base no período de avaliação de 2024. A decisão foi formalizada pelo Conselho de Recursos Hídricos do Distrito Federal (CRH-DF), reforçando o compromisso da capital federal com a governança hídrica de excelência. O documento inclui normas sobre segurança de barragens, uso racional da água e proteção de áreas ambientalmente sensíveis | Fotos: Divulgação/Sema-DF A vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão, ressaltou a relevância do reconhecimento: “A água é um dos nossos bens mais preciosos e sua gestão exige planejamento, transparência e responsabilidade. A aprovação dos relatórios do Progestão II demonstra que o Distrito Federal está no caminho certo, investindo em políticas públicas sérias e alinhadas com os princípios da sustentabilidade.” Entre os avanços destacados no relatório, estão a aprovação dos marcos regulatórios para os ribeirões Extrema e Jardim e o fortalecimento dos Comitês de Bacia Hidrográfica (CBHs) dos rios Paranaíba, Preto e Maranhão, com suporte técnico da organização ABHA – Gestão de Águas. O DF também segue como referência nacional por seu robusto arcabouço legal, que inclui normas sobre segurança de barragens, uso racional da água e proteção de áreas ambientalmente sensíveis. O documento também aponta desafios a serem superados, como a regulamentação da agência de bacia e do Fundo de Recursos Hídricos. Paralelamente, as ações de comunicação e educação ambiental vêm sendo intensificadas por Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento Básico do DF (Adasa), Secretaria do Meio Ambiente (Sema-DF) e Instituto Brasília Ambiental, com o objetivo de ampliar a participação da sociedade na gestão das águas. Para o secretário do Meio Ambiente, a aprovação dos relatórios "representa o reconhecimento de um trabalho técnico, integrado e comprometido com a sustentabilidade e a segurança hídrica da população do Distrito Federal” O secretário do Meio Ambiente, Gutemberg Gomes, destacou a importância do resultado. “Estamos avançando de forma consistente na gestão das nossas águas. Essa aprovação representa o reconhecimento de um trabalho técnico, integrado e comprometido com a sustentabilidade e a segurança hídrica da população do Distrito Federal”, afirmou o secretário. [LEIA_TAMBEM]Os documentos, que atestam os avanços do Sistema de Gerenciamento de Recursos Hídricos do DF, foram elaborados com base na análise técnica da Câmara Técnica Permanente de Assessoramento (CTPA) do CRH-DF, com apoio da Coordenação de Gestão das Águas da Sema-DF. A Adasa, que atua como Secretaria Executiva do CRH-DF, é a responsável pela execução do Progestão no DF. O papel da agência foi formalizado por meio da Portaria nº 79/2023, e a agência tem conduzido de forma coordenada o cumprimento das metas estabelecidas junto à Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA). Entre os instrumentos de gestão fortalecidos estão a outorga de uso da água, o monitoramento, a fiscalização e a cobrança pelo uso do recurso hídrico. *Com informações da Sema-DF
Ler mais...
Campeonato de Pesca do Distrito Federal terá três etapas em 2025
Agência Brasília · (24) 19-06-2025 - CAMPEONATO DE PESCA DO DISTRITO FEDERAL TERÁ TRÊS ETAPAS EM 2025 Tendo como focos a pesca esportiva consciente, o incentivo ao turismo e a valorização da cultura náutica, o Campeonato de Pesca do Distrito Federal será realizado em três etapas entre este mês e agosto, sempre na Orla da Concha Acústica, no Lago Paranoá. A competição contará com modalidades distintas (pesca de barranco, embarcada e em caiaque) e promoverá ações de educação ambiental, economia sustentável e uso responsável dos recursos hídricos. As etapas ocorrerão no dia 28 deste mês, em 12/7 e em 16 e 17/8 - esta última acompanhada da Feira de Pesca do DF, com entrada gratuita para o público. Durante o evento, os participantes receberão um kit gratuito com camiseta, viseira, ecobag, squeeze e lanche individual, além de estrutura com café da manhã e, na hora da premiação, coquetel volante. O campeonato integra o programa de governo Viva o Lago e tem apoio da Secretaria do Meio Ambiente (Sema-DF), por meio da Subsecretaria de Pesca e Aquicultura do DF (Supesq) e outras instituições. A proposta é unir lazer, esporte e responsabilidade ambiental, com incentivo à prática do “pesque e solte” e respeito às normas de preservação da fauna aquática. A competição contará com modalidades distintas (pesca de barranco, embarcada e em caiaque) e promoverá ações de educação ambiental, economia sustentável e uso responsável dos recursos hídricos | Foto: Divulgação/Sema-DF O evento ocorre em conformidade com a lei distrital nº 7.399/2024, que regulamenta a pesca no Lago Paranoá. O detalhamento das regras será formalizado por Decreto elaborado por um grupo de trabalho que reúne representantes da Sema, Seagri, Brasília Ambiental, Embrapa, Emater e Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA). A programação inclui palestras, workshops e atividades educativas que abordarão temas como o impacto da poluição nos ambientes aquáticos, a importância da ictiofauna e as boas práticas no combate à pesca predatória. A vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão, destacou o papel estratégico do evento na promoção do desenvolvimento sustentável e na aproximação da população com as políticas ambientais do governo: “Estamos investindo em iniciativas que promovam o uso responsável dos nossos recursos naturais e que tragam benefícios concretos para a população. O Campeonato de Pesca no DF é uma dessas ações: valoriza o meio ambiente, movimenta a economia local e fortalece o sentimento de pertencimento dos cidadãos em relação ao Lago Paranoá e à nossa cidade”. [LEIA_TAMBEM]Para o secretário do Meio Ambiente, Gutemberg Gomes, o Campeonato de Pesca representa mais do que uma competição: é um instrumento de educação ambiental com forte impacto social e econômico. “O Campeonato de Pesca do Distrito Federal reforça nosso compromisso com o meio ambiente ao promover a prática da pesca esportiva de forma sustentável e consciente. É uma ação que une lazer, educação ambiental e desenvolvimento econômico. A pesca responsável tem potencial para gerar renda, fomentar o turismo ecológico e criar uma nova cultura de cuidado com os recursos naturais em Brasília”, afirmou o secretário. Além do Campeonato, a Supesq desenvolve uma série de projetos integrados ao programa Viva o Lago, como o aplicativo de pesca (Appesca), a revista eletrônica de pesca da Sema-DF, pesquisas sobre ictiofauna, estoque pesqueiro e camarão, o projeto Águas Limpas, zoneamento de áreas de pesca, o projeto Ancorar e iniciativas de educação para pescadores, escolas e a sociedade em geral. A Feira de Pesca do DF, em agosto, reunirá expositores, especialistas, lojistas e amantes da pesca, promovendo o encontro entre cultura, esporte e sustentabilidade ambiental, além de movimentar setores como hotelaria, comércio e serviços turísticos. Serviço Campeonato de Pesca do Distrito Federal 2025 Local: Orla da Concha Acústica – Lago Paranoá, Brasília (DF) Datas das etapas: 1ª etapa – (28/6) 2ª etapa – (12/7) 3ª etapa e Feira de Pesca do DF – (16 e 17/8) Horário: das 6h às 19h Inscrições gratuitas, neste link. *Com informações da Secretaria do Meio Ambiente (Sema-DF)
Ler mais...
Edital lançado pela UnDF incentiva soluções tecnológicas para prevenção de incêndios
Buscar soluções tecnológicas com foco na prevenção, no monitoramento e na mitigação dos incêndios florestais. Este é o mais novo desafio lançado aos estudantes da Universidade do Distrito Federal Professor Jorge Amaury Maia Nunes (UnDF) interessados em participar do Hackathon EcoTech 2025. O edital, coordenado pela Comissão Organizadora do Seminário EcoTech em Rede: Sustentabilidade, Tecnologia e Responsabilidade Social, foi publicado nesta segunda-feira (16) e premiará os três melhores projetos acadêmicos desenvolvidos sob o tema "Incêndios florestais: prevenção e controle”. As inscrições devem ser feitas até o dia 25 deste mês. Estudantes da UnDF serão premiados pelos melhores trabalhos com soluções tecnológicas para a prevenção, o monitoramento e a mitigação de incêndios florestais | Foto: Matheus H. Souza/Agência Brasília A cerimônia de premiação será realizada durante o seminário EcoTech em Rede no dia 4 de julho, no Campus Norte da instituição. Ao todo, serão distribuídos cerca de R$ 3 mil para as equipes que tiverem os melhores trabalhos avaliados. Os três primeiros colocados receberão prêmios de R$ 1.500, R$ 1 mil e R$ 700. O incentivo financeiro está previsto na Política de Assistência Estudantil da UnDF (PAE), que prevê, ainda, a concessão de bolsas e auxílios estudantis, que contribuem para a permanência do estudante no ensino superior. Antonio Augusto Martins Pereira Junior, professor da UnDF e membro da comissão organizadora do evento, destaca que o objetivo do Hackathon Ecotech é fomentar o desenvolvimento de soluções inovadoras nas áreas de sustentabilidade e tecnologia, estimulando o protagonismo do estudante, o trabalho em equipe e a articulação entre ensino, pesquisa e extensão. [LEIA_TAMBEM]“A atividade visa mobilizar a comunidade acadêmica da UnDF e participantes externos da Ride-DF, fortalecendo o papel da universidade como agente de transformação social e desenvolvimento regional sustentável”, explica o docente. Como participar As equipes participantes, compostas por três a cinco estudantes regularmente matriculados nos cursos de graduação da UnDF, deverão propor soluções alinhadas ao tema proposto, considerando o contexto socioambiental da região Centro-Oeste, em especial no Distrito Federal e na Ride-DF, e o potencial de aplicação prática das propostas desenvolvidas. Os projetos deverão possuir caráter tecnológico, que envolvam o uso, desenvolvimento ou aplicação de tecnologias digitais, sistemas computacionais, interfaces, modelagens ou representações práticas (protótipos) de uma solução inovadora. As apresentações das propostas para a banca avaliadora e comunidade acadêmica ocorrerão durante o seminário EcoTech em Rede: Sustentabilidade, Tecnologia e Responsabilidade Social, que será realizado no dia 4 de julho, no Campus Norte da UnDF. Serviço Edital Hackathon EcoTech → Público-alvo: Estudantes regularmente matriculados nos cursos de graduação da UnDF → Prazo de inscrição: de 16 a 25 de junho → Acesse neste link o formulário de inscrição. *Com informações da UnDF
Ler mais...
Com 58 mil toneladas de lixo processadas em 2024, DF amplia coleta seletiva em 222% desde 2020
Fundamental para a preservação do meio-ambiente, a coleta seletiva no Distrito Federal cresceu 222% nos últimos cinco anos. De acordo com o último Relatório Anual de Atividades do Serviço de Limpeza Urbana (SLU), foram recolhidas 58 mil toneladas de lixo reciclável no ano passado, ante 18 mil toneladas em 2020. A alta também é verificada no aproveitamento dos resíduos, impactando a geração de renda para os catadores e a redução de matéria prima retirada da natureza. Segundo o levantamento, o índice chegou a 55% em 2024, enquanto há cinco anos era de 37%. Os materiais são separados por cooperativas em 15 pontos do SLU. O melhor aproveitamento dos resíduos tem impacto direto na geração de renda dos catadores | Fotos: Joel Rodrigues/Agência Brasília Para que os números sejam mantidos em alta, o SLU remodelou os contratos de triagem. O número de cooperativas atendidas pelo órgão passou de 20 para 31 neste ano, com participação de mais de 1.300 catadores. Houve, ainda, mudança nos pontos atendidos pela coleta seletiva porta a porta para abranger localidades que surgiram após a primeira licitação, como condomínios verticais. “Os novos contratos pagam por produção, estimulando a reciclagem de todo e qualquer tipo de material, mesmo que esteja com preço baixo de mercado”, afirma o chefe da Unidade de Sustentabilidade e Mobilização Social do SLU, Francisco Mendes. “O intuito é estimular que os catadores reciclem o máximo possível. E, para isso, precisamos também da população, porque no momento em que os resíduos com potencial de reciclagem estão dentro do lixo convencional, perdem valor, prejudicando os catadores.” Francisco Mendes: "Tem surgido uma nova possibilidade no setor, de que tudo que é material seco, com exceção do vidro, do PVC e dos metais, pode ser transformado em combustível derivado de resíduos urbanos" Entre os materiais que não têm valor de mercado atrativo para reciclagem, mas que devem ser separados na origem e pelos profissionais, estão as sacolas de mercado e sacos de lixo. “Tem surgido uma nova possibilidade no setor, de que tudo que é material seco, com exceção do vidro, do PVC e dos metais, pode ser transformado em combustível derivado de resíduos urbanos (CDRU), que tem um valor perene durante todo o ano, independente do mercado, e é usado por cimenteiras na Fercal”, pontua Mendes. [LEIA_TAMBEM]A medida é benéfica para a longevidade do aterro sanitário, já que menos resíduos não reciclados são enviados para o equipamento. “Conseguimos aumentar a vida útil do aterro e geramos economia para o Estado em termos de operação. Além de que quanto mais a gente conseguir tirar da separação, menos matéria-prima retiramos do meio ambiente, gerando outra cadeia de economia”, explica o especialista. Os recicláveis que são descartados na coleta convencional também passam por separação. O trabalho é feito nas Usinas de Tratamento Mecânico Biológico e, assim como ocorreu com a coleta seletiva, apresentou números positivos no último ano. Em 2024, houve a separação de 14,6 mil toneladas de materiais, mais que o dobro do registrado em 2020, quando foram 6 mil toneladas. Outra atribuição do SLU que beneficia a população e o meio-ambiente é a reciclagem dos resíduos orgânicos. Nas usinas de Tratamento Mecânico Biológico (UTMB) do P Sul e da Asa Sul, os rejeitos são revertidos em compostos orgânicos e doados para pequenos produtores rurais. De 2020 para 2024, a produção passou de 62 mil toneladas para 85 mil toneladas. Uma tarefa de todos Mara Maria de Jesus: "Não conseguimos um bom valor de mercado por causa da falta de qualidade, os equipamentos ficam sobrecarregados e a renda dos catadores é diretamente impactada" Fazer a separação correta do lixo é uma tarefa simples e beneficia milhares de pessoas que dependem da catação para sustentar famílias. “Sem a separação correta na origem, chega muito material orgânico misturado, dificultando a triagem para nós, que estamos na ponta. Não conseguimos um bom valor de mercado por causa da falta de qualidade, os equipamentos ficam sobrecarregados e a renda dos catadores é diretamente impactada”, aponta a presidente da cooperativa Plasferro, no P Sul, Mara Maria de Jesus. A tesoureira da cooperativa, Leiliane Cardoso, endossa o discurso de que a população deve separar os resíduos, no mínimo, entre secos e orgânicos para garantir o bem-estar dos catadores. “Todo dia é um desafio para nós porque nem sempre o material vem limpo e quando não vem separado, tem um valor mais baixo, o que prejudica a renda dos catadores. Papel branco, papelão, tudo isso quando está sujo, perde valor”, comenta. “Se todas as pessoas separassem corretamente os materiais, nos ajudaria muito porque a catação é a única fonte de renda da maioria aqui.” Leiliane Cardoso: "Se todas as pessoas separassem corretamente os materiais, nos ajudaria muito porque a catação é a única fonte de renda da maioria aqui" Ao lidar com resíduos secos, que incluem materiais como papel, plástico, vidro e metais, é importante limpar o excesso de conteúdo dos recipientes antes de descartá-los. Isso evita a contaminação com restos de alimentos ou outros materiais de origem orgânica. Outra dica importante é estar sempre atento aos dias e horários da coleta seletiva e convencional, que ocorrem em períodos distintos. Para isso, a população conta com um importante aliado: o aplicativo SLU Coleta DF. A plataforma oferece ao cidadão a localização dos equipamentos públicos mais próximos e permite acompanhar, em tempo real, a localização do caminhão que ficará responsável pelo recolhimento do lixo na sua região.
Ler mais...
Quinhentas crianças participam de programa de educação ambiental na Feira do Livro de Brasília
Cerca de 500 crianças de escolas públicas do Distrito Federal participaram, nesta quinta-feira (12), de uma aula espetáculo promovida pelo programa Adasa na Escola, na tenda geodésica da 38ª Feira do Livro de Brasília. A apresentação abordou de forma lúdica o uso racional da água e o descarte correto dos resíduos sólidos, com contação de histórias, músicas, mascotes e atividades pedagógicas que prenderam a atenção do público infantil. Criado em 2010, o Adasa na Escola é uma iniciativa da Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento Básico do Distrito Federal (Adasa), em parceria com a Secretaria de Educação (SEEDF). O objetivo é sensibilizar alunos e professores das redes pública e privada sobre o uso consciente da água, a importância da destinação adequada dos resíduos e o papel essencial do Cerrado como berço das águas. A aula-espetáculo desta quinta-feira teve como tema central “Guardiões da água”, incentivando as crianças a se tornarem multiplicadoras de práticas sustentáveis dentro e fora da escola | Foto: Divulgação/Adasa O programa já alcançou mais de 354 mil estudantes em mais de 770 visitas a escolas do DF, consolidando-se como uma das mais importantes ações de educação ambiental voltadas ao público infantojuvenil na capital. A aula-espetáculo desta quinta-feira teve como tema central “Guardiões da água”, incentivando as crianças a se tornarem multiplicadoras de práticas sustentáveis dentro e fora da escola. Ao final da atividade, os estudantes receberam a cartilha dos Guardiões da Água, reforçando as mensagens de educação ambiental hídrica e sanitária. O secretário do Meio Ambiente do DF, Gutenberg Gomes, destacou a importância de ações educativas voltadas para o público infantil como forma de promover mudanças de comportamento desde cedo. “A sensibilização das novas gerações para o uso consciente da água e o cuidado com o meio ambiente é essencial. Programas como o Adasa na Escola formam multiplicadores e ajudam a construir uma cultura de sustentabilidade que se reflete nas famílias e na sociedade”, afirmou. Para o diretor-presidente da Adasa, Raimundo Ribeiro, a relação da criança com o universo lúdico é capaz de promover a aprendizagem de maneira natural. “Queremos encantar os pequenos e fomentar desde cedo a formação da consciência ambiental e mudanças nos hábitos de consumo”, salientou. *Com informações da Adasa
Ler mais...
Aluna de Taguatinga representa o DF na fase internacional do Parlamento Juvenil do Mercosul
A estudante da rede pública do Distrito Federal Cecília Lopes, 17 anos, foi selecionada para representar o DF na etapa internacional do Parlamento Juvenil do Mercosul (PJM), de 11 a 13 de agosto, em Foz do Iguaçu (PR). A iniciativa do Setor Educacional do Mercosul (SEM) promove o debate entre jovens de escolas públicas dos países do bloco sobre temas de interesse comum e propõe soluções para desafios sociais e ambientais. Estudantes de todos os estados do Brasil participaram da fase nacional do PJM, realizada em maio; na ocasião, Cecília Lopes foi selecionada para representar o DF da etapa internacional do parlamento | Fotos: João Tadeu Maia/SEEDF Aluna do Centro de Ensino Médio Ave Branca (Cemab), em Taguatinga, Cecília viveu uma experiência marcante durante a etapa nacional do programa, realizada de 26 a 30 de maio, em Brasília. Além dela, participaram da formação os estudantes Ana Luiza Dias e David Vila Nova, ambos de 16 anos, do Centro Educacional (CED) 01 do Riacho Fundo II. Ao final da formação, os representantes de cada estado elegeram quem seguiria para a etapa internacional. Cecília foi escolhida após apresentar uma proposta que incentiva o protagonismo juvenil no plantio de árvores, como forma de enfrentar os efeitos da falta de arborização e da industrialização nas cidades. Ela levará as ideias e as expectativas da juventude brasiliense para o encontro com estudantes de todo o Mercosul. [LEIA_TAMBEM]“Estou muito feliz por representar o DF e, mais ainda, por ser uma das jovens que levará a voz do Brasil para a etapa internacional do PJM. É uma honra participar de um programa tão importante”, disse a estudante. Cápsula do tempo Durante a programação, Cecília e os colegas do CED 01 também participaram da elaboração de uma carta com os desejos da juventude para o futuro. O texto foi enterrado em uma cápsula do tempo no Ministério da Educação (MEC) e será aberto daqui a dez anos. Os três estudantes participaram de oficinas sobre o funcionamento do Mercosul e visitaram instituições como o MEC, o Congresso Nacional e o Palácio do Itamaraty. Também conheceram autoridades, como o ministro da Educação, Camilo Santana, e o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta. “Visitei lugares e conheci pessoas que nunca imaginei ver de perto. Trocar ideias com jovens de todo o Brasil e escrever sobre nossos sonhos e perspectivas foi algo único, que me ensinou muito”, relembrou Cecília. Cecília Lopes (centro) e os colegas Ana Luiza Dias e David Vila Nova vivenciaram um momento marcante: enterrar a cápsula do tempo, contendo cartas e sonhos de todos os participantes e tutores da etapa nacional Educação e cidadania João Tadeu Maia, professor da Diretoria de Ensino Médio da Secretaria de Educação (SEEDF), acompanhou os estudantes e destacou a diversidade e a inclusão presentes na etapa nacional do PJM. Segundo ele, o projeto foi pensado desde o início para refletir essa representatividade: “Foi muito bonito ver a participação de meninas e meninos, estudantes com deficiência, quilombolas e indígenas. Isso tornou o evento ainda mais especial”. Ele também destacou o engajamento dos jovens participantes, muitos já atuantes em suas comunidades. “Esses estudantes têm contato com lideranças locais, e essa vivência nas instituições, como o MEC e o Congresso, certamente amplia o potencial deles. Tenho certeza de que muitos ali serão as lideranças do futuro”, completou o professor. *Com informações da Secretaria de Educação (SEEDF)
Ler mais...
Em cinco anos, usina de tratamento de lixo da Asa Sul amplia em 70% o processamento de resíduos
A Usina de Tratamento Mecânico-Biológico (UTMB) da Asa Sul tem desempenhado papel fundamental na destinação sustentável dos resíduos sólidos urbanos do Distrito Federal. Somente em 2024, mais de 109 mil toneladas de resíduos foram processadas pela unidade. Das 51,5 mil toneladas de composto orgânico produzidas no DF no ano passado, cerca de 65% passaram pela Usina de Tratamento Mecânico-Biológico (UTMB) da Asa Sul | Fotos: Tony Oliveira/Agência Brasília Ao longo dos anos, desde 2020, a UTBM da Asa Sul registra crescimento contínuo na quantidade de resíduos processados. Entre 2023 e 2024, houve aumento de 8%. Em relação a 2020, o crescimento chega a aproximadamente 70%. Os números refletem a política de valorização dos resíduos adotada pelo Governo do Distrito Federal (GDF), por meio do Serviço de Limpeza Urbana (SLU), com foco na sustentabilidade e no reaproveitamento de materiais. "A unidade foi a primeira usina desse tipo construída no Brasil", destaca o subcoordenador da UTMB, Vinícius de Abreu Mendonça Esse volume expressivo reflete também a importância da usina como aliada na transformação do material orgânico em composto para uso na agricultura familiar. Das 51,5 mil toneladas de composto orgânico produzidas no DF no ano passado, cerca de 65% — o equivalente a 33,5 mil toneladas — passaram pela UTMB da Asa Sul. Desse total, mais de 18 mil toneladas foram doadas a produtores rurais da região, fortalecendo a agricultura familiar e promovendo a economia circular. “A unidade foi a primeira usina desse tipo construída no Brasil e nela, conseguimos tratar os resíduos que não são encaminhados para a coleta seletiva que veem da Asa Sul, Asa Norte, Sudoeste, Cruzeiro, São Sebastião, Varjão e Lago Norte. Esse apoio logístico contribui diretamente para o aumento da vida útil do aterro sanitário”, explica o subcoordenador da UTMB, Vinícius de Abreu Mendonça. Do resíduo ao composto [LEIA_TAMBEM]A UTMB da Asa Sul realiza a triagem dos resíduos sólidos e a separação dos recicláveis, com o apoio de cooperativas de catadores. Os resíduos passam por duas etapas de separação: a manual, para retirada de materiais recicláveis, e a mecânica, feita por uma peneira rotativa de 48 mm. As frações finas são então destinadas à compostagem. “Depois disso, o material segue em carretas e se soma aos resíduos processados no pátio da UTMB localizada no P Sul, onde permanece por 90 a 100 dias em leiras para o processo de maturação, com controle de temperatura e monitoramento técnico”, explica o subgerente da unidade. Ao final do processo, o composto passa por novo peneiramento, em malha de 10 mm, e é entregue em boas condições aos pequenos produtores do DF e da Região Integrada de Desenvolvimento do DF e Entorno (Ride). Além de reduzir o impacto ambiental e prolongar a vida útil do aterro, a ação contribui para o fortalecimento da economia circular. “Estamos promovendo sustentabilidade e uma gestão eficiente dos resíduos, diminuindo os impactos sociais e ambientais no DF”, reforça Vinícius. Fonte de renda “Com a separação do material, a gente tira esse lixo da natureza e ajuda com a renda para os nossos filhos e netos", afirma Adairan Feliciano Atualmente, duas cooperativas atuam no espaço: a Renove, que tem 98 catadores e a Cooperlimpo, que conta com 60 trabalhadores. Elas são responsáveis por separar os recicláveis do resíduo orgânico cru, como explica a diretora de logística da Cooperativa Renove, Eliomara Daniara, 36. “A gente separa as garrafas pets, as latinhas, os plásticos e os papelões em fardos, para depois vender aos compradores”. A atuação dos catadores, além de ajudar na renda da família, possibilita dar outro destino para o lixo, que iria ao aterro sanitário. “Com a separação do material, a gente tira esse lixo da natureza e ajuda com a renda para os nossos filhos e netos. É o bem para o futuro", descreve Adairan Feliciano, 32 anos, que atua há mais de seis anos na Cooperativa Renove.
Ler mais...
Startups iniciam processo de incubação para projetos voltados ao setor agrícola
Teve início, nessa quinta-feira (5), o processo de incubação das startups participantes do AgroHack Ideias e do Hackathon Sustentabilidade Tecnológica. A iniciativa marca um importante avanço na promoção de soluções inovadoras para os desafios do agronegócio e da sustentabilidade no Distrito Federal. A proposta da incubação é oferecer apoio técnico, mentorias especializadas e capacitações estratégicas para que os projetos desenvolvidos possam ser aplicados de forma prática no setor agrícola | Foto: Divulgação/Secti-DF A cerimônia de abertura contou com a presença de autoridades e representantes do ecossistema de inovação e agropecuária, entre eles: Alexandre Villain, secretário em exercício da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do DF (Secti-DF); Antônio Barreto, subsecretário de Políticas Econômicas Agropecuárias da Seagri-DF; Marcos Almeida, representante da Cooperativa de Agropecuária da Região de Brazlândia (Coopebraz); e Cristiane Pereira, diretora-presidente do Instituto MultipliCidades, responsável pela metodologia de incubação das startups. A proposta da incubação é oferecer apoio técnico, mentorias especializadas e capacitações estratégicas para que os projetos desenvolvidos possam ser aplicados de forma prática no setor agrícola. As soluções envolvem o uso de tecnologias digitais e ferramentas voltadas ao aumento da produtividade e sustentabilidade no campo. Segundo Alexandre Villain, da Secti-DF, iniciativas como o AgroHack Ideias reforçam o compromisso do Governo do Distrito Federal com o fortalecimento do ecossistema de inovação. “A integração entre tecnologia e agronegócio é fundamental para impulsionar o desenvolvimento sustentável do DF”, afirmou. Para Antônio Barreto, da Seagri-DF, a agricultura local ganha força ao se conectar com soluções digitais. “Aliar inovação ao agronegócio amplia as possibilidades de crescimento das nossas cadeias produtivas”, destacou. Representando os produtores locais, Marcos Almeida ressaltou a importância do diálogo entre startups e cooperativas. “Essa parceria é essencial para o avanço da agricultura familiar, com ganhos em eficiência e impacto ambiental positivo”, disse. Cristiane Pereira, do Instituto MultipliCidades, reforçou que o projeto contribui diretamente para a consolidação de Brasília como um dos principais polos de inovação do país. “O DF já ocupa a quarta posição nacional em número de startups, segundo o Sebrae. Nosso papel é ampliar esse cenário conectando ideias inovadoras às necessidades reais do setor agropecuário”, concluiu. As startups seguem agora com o processo de incubação e serão acompanhadas por especialistas ao longo das próximas etapas. A iniciativa tem o apoio da Secti-DF, Seagri-DF, Associação dos Engenheiros Agrônomos do DF (AEA-DF), Clube de Engenharia (CENB) e Parque Tecnológico Biotic. *Com informações da Secti-DF
Ler mais...
Usinas solares em escolas do Recanto das Emas vão economizar R$ 200 mil na conta de luz
A rede pública de ensino do Distrito Federal deu mais um passo decisivo rumo à sustentabilidade, com a implantação de duas novas usinas fotovoltaicas em escolas no Recanto das Emas. As estruturas foram inauguradas nesta quinta-feira (29), no Centro de Ensino Médio (CEM) 111 e no Centro de Ensino Fundamental (CEF) 801, ampliando o uso de energia limpa e renovável nas escolas da região administrativa. Descerramento da placa de inauguração de uma das usinas fotovoltaicas: sustentabilidade é o objetivo | Foto: Bruno Grossi/SEEDF A instalação reforça o compromisso da Secretaria de Educação (SEEDF) com a sustentabilidade e a responsabilidade fiscal. “É um investimento que também traz para a sala de aula o debate da questão ambiental”, explicou a subsecretária de Apoio às Políticas Educacionais da SEEDF, Fernanda Mateus, ao destacar o impacto positivo tanto no orçamento público quanto na formação dos estudantes. Segundo Fernanda, os projetos de energia solar podem fortalecer ainda mais o trabalho pedagógico das unidades. “Os alunos realmente entraram na temática e entenderam a importância da energia solar”, afirmou. Segundo ela, há articulações em andamento para que parte da economia gerada possa ser revertida diretamente em investimentos para os projetos pedagógicos das escolas beneficiadas. Com essas inaugurações, somadas à unidade já em operação na Escola Classe 510, o Recanto das Emas passa a contar com três usinas solares em funcionamento, beneficiando diretamente nove escolas públicas. O impacto financeiro estimado em economia na conta de energia elétrica para os cofres públicos do DF ultrapassa os R$ 200 mil ao ano. Economia e eficiência energética No CEM 111, foram instalados 130 módulos fotovoltaicos com capacidade média de geração de 9.468 kWh por mês. Isso representa uma economia mensal de R$ 9.270, totalizando R$ 111.343 por ano. Já no CEF 801, a usina instalada conta com 104 módulos e gera, em média, 8 mil kWh por mês, o que corresponde a uma economia mensal de R$ 7.760 e anual, de R$ 93.120. O investimento total para a implantação das duas novas usinas foi de R$ 440 mil, viabilizado por emendas parlamentares destinadas pelos deputados Rafael Prudente, João Cardoso e Martins Machado, por meio do Programa de Descentralização Administrativa e Financeira (Pdaf). A parceria entre o Legislativo e a SEEDF tem se mostrado essencial para fortalecer a política de sustentabilidade nas escolas. Compromisso com o futuro A implantação das usinas fotovoltaicas no Recanto das Emas representa um avanço significativo para a sustentabilidade e a gestão eficiente dos recursos públicos. A destacou o impacto positivo da iniciativa e o desejo de ampliá-la para toda a rede local, que já conta com três escolas com usinas solares em operação. “A nossa proposta aqui é que todas as nossas escolas sejam sustentáveis, e a gente conta com o apoio tanto da Secretaria de Educação quanto da Câmara Legislativa para alcançar esse objetivo”, relatou a coordenadora regional de ensino do Recanto, Mariana Ayres. “Ficamos muito felizes, pois agora somos um exemplo de energia limpa e renovável”, reforçou o diretor do CEF 801 Cleiton Leite. *Com informações da Secretaria de Educação
Ler mais...
Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental destaca participação da Caesb
A Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb) teve participação de destaque no segundo dia do 33º Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental (Cbesa), aberto no domingo (25). O evento, o maior do setor de saneamento da América do Sul, reúne profissionais da área, representantes do poder público, academias, organizações não governamentais (ONGs), setor privado, indústria e instituições financeiras para debater o tema “Saneamento para quem não tem – inovar para universalizar”. Congresso reúne técnicos e gestores de todo o país em torno de temas focados na sustentabilidade dos recursos hídricos | Fotos: Cristiano Carvalho/Caesb Durante esta terça-feira (27), técnicos e gestores da companhia marcaram presença em diversos painéis temáticos que tiveram como foco inovação, sustentabilidade e eficiência nos serviços prestados à população do Distrito Federal. Um dos painéis mais aguardados foi o “Reúso de Água no Brasil”, que abordou a comercialização de água de efluente tratado e os novos horizontes abertos pelo novo Marco Legal do Saneamento. O superintendente de Produção de Água da Caesb, Diogo Gebrim, apresentou a experiência da companhia na distribuição e uso do reúso industrial, contribuindo com a discussão sobre soluções sustentáveis e economicamente viáveis para o país. Foi apresentado o sistema de produção de água do Lago Norte sob a ótica do reúso indireto dos efluentes das estações de tratamento de esgoto (ETEs) Brasília Sul e Brasília Norte, que lançam seus efluentes tratados no Lago Paranoá. A apresentação trouxe um breve histórico do lago desde sua concepção e construção até os dias atuais, passando pelo período de eutrofização seguido do processo de despoluição. Abastecimento Atualmente, o Lago Paranoá é mais um manancial de abastecimento, em substituição à captação no Rio São Bartolomeu. Foram abordadas as circunstâncias que levaram a essa escolha, incluindo as definições tomadas no período da crise hídrica de 2016 a 2018, e os desafios para a construção da ETA Lago Paranoá, assim como o desempenho da estrutura. Outro painel importante contou com a participação dos servidores da Caesb Cesar Rissoli e Maria Martinele, que discutiram o tema “Sistema condominial como garantia de conectividade e o desafio para a disseminação do modelo”. O debate destacou como esse sistema pode facilitar a adesão de moradores à rede de esgoto e garantir a conectividade em áreas de vulnerabilidade, além de apresentar propostas para ampliar o conhecimento técnico sobre o modelo. A gerente de Recursos Hídricos da Caesb, Eloneide Meneses Franca Arruda, integrou o painel sobre a Rede de Monitoramento dos Recursos Hídricos. A apresentação fez parte do eixo temático de meio ambiente e enfatizou a importância da rede para a gestão eficiente e sustentável da água no DF. Ela apresentou a estrutura da Caesb, que conta com 30 estações pluviométricas, 116 fluviométricas, 21 poços piezométricos e 201 pontos de monitoramento da qualidade da água. Os dados coletados orientam o planejamento, a operação dos sistemas e ações de preservação ambiental, contribuindo para a universalização dos serviços e a segurança hídrica da população. Redução de perdas No painel sobre avanços tecnológicos para a redução de perdas reais de água, no eixo de Eficiência Operacional, o gerente de Gestão de Perdas de Água, Diogo Fidélis, demonstrou como a Caesb tem integrado dados e sistemas para reduzir perdas reais de água. Falou sobre o uso de painéis e visualizações aplicados no controle de pressão, previsão de consumo, identificação de vazamentos e definição de prioridades de manutenção — ações que levaram à criação dos centros de controle da manutenção (Cecoms). A servidora Erika Radespiel esteve à frente do painel “Educação ambiental e inovação no saneamento: conectando gerações para a universalização”, com um debate sobre como a educação ambiental e as inovações no setor de saneamento podem ser aliadas estratégicas na busca pela universalização dos serviços. A Caesb compartilhou sua experiência com o Expresso Ambiental, projeto de educação ambiental itinerante que há sete anos percorre o DF promovendo sensibilização e conhecimento, e que em 2025 foi reconhecido como Sala Verde pelo Ministério do Meio Ambiente. Estande A servidora Rosy de Albuquerque foi uma das pessoas premiadas por acertar a maioria das questões de um quiz sobre a Caesb: “Adorei a brincadeira, achei muito divertida a ideia de o tempo ser limitado para responder às questões” Umas das atrações mais disputadas do Congresso foi a garrafa d’água térmica, com filtro para chá, distribuída pela Caesb. Para ganhar esse presente, os interessados precisavam mostrar seus conhecimentos em um quiz com dez perguntas sobre a companhia e saneamento. Quem acertou pelo menos oito questões ganhou o brinde. Foi o caso de Rosy de Albuquerque, que trabalhou durante o congresso no apoio da coordenação e acertou nove questões. “Adorei a brincadeira, achei muito divertida a ideia de o tempo ser limitado para responder às questões”, relatou. “Você fica nervosa, mas consegui”. Promovido pela Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental (Abes), o Cbesa é realizado simultaneamente à edição deste ano da Feira Internacional de Tecnologias de Saneamento Ambiental ( Fitabes), que reúne mais de 120 empresas expositoras e tem a expectativa de atrair cerca de 15 mil visitantes ao Ulysses Centro de Convenções. *Com informações da Caesb
Ler mais...
GDF anuncia linha de crédito para taxistas adquirirem veículos elétricos
O Governo do Distrito Federal (GDF) anunciou, nesta sexta-feira (25), a criação de uma linha de crédito específica para taxistas adquirirem veículos elétricos. A medida foi tratada no gabinete do governador Ibaneis Rocha, com a presença do secretário de Transporte e Mobilidade, Zeno Gonçalves; do presidente do Banco de Brasília, Paulo Henrique Costa; e do presidente do Sindicato dos Permissionários de Táxis e Motoristas Auxiliares do Distrito Federal (Sinpetaxi), Suéd Silvio. Além da questão da mobilidade, a medida tem o objetivo modernizar a frota de táxis da capital federal, beneficiando cerca de 3,4 mil permissionários. “Nós estamos fechando o pacote de incentivo para que tenhamos a maior frota de táxis elétricos do Brasil e talvez da América Latina. Para os taxistas, serão três meses de carência a partir do momento em que for assinado o contrato de financiamento, taxa de 1,75 %, pagamento alongado em 8 anos, que é o prazo que se dá garantia das baterias dos carros elétricos”, destacou Ibaneis Rocha. “Vamos trazer para perto de todos nós as concessionárias para que elas façam um trabalho junto a esses taxistas para que a gente tenha realmente uma frota sustentável”, acrescentou. Ibaneis Rocha: “Vamos trazer para perto de todos nós as concessionárias para que elas façam um trabalho junto a esses taxistas para que a gente tenha realmente uma frota sustentável” | Fotos: Renato Alves/Agência Brasília Presidente do Banco de Brasília (BRB), Paulo Henrique Costa adiantou mais detalhes do financiamento, que ainda terá uma data marcada para a linha de crédito passar a valer. “O governador Ibaneis Rocha vem falando sobre a importância da sustentabilidade. Além da taxa de 1,75% ao mês, teremos financiamento de 80% [do valor do veículo] em até oito anos e com toda uma esteira de aprovação de crédito, de análise das propostas, bastante rápida e eficiente. Vai ser uma grande mobilização também dos revendedores do Distrito Federal para que a gente possa oferecer esses carros, melhorar a qualidade de vida para os taxistas, renovar a frota e também melhorar o meio ambiente do DF”, afirmou. Já o secretário de Transporte e Mobilidade, Zeno Gonçalves, reforça que o serviço de táxi é uma concessão pública e onerosa, importante e tradicional, cravada na história da mobilidade do DF. “Brasília é uma cidade que foi construída tendo como base a mobilidade por meio do táxi também. O governador dá um passo importante, como ele tem feito nas outras ações, voltado para tornar a capital federal referência em sustentabilidade, em eletrificação. É de uma sensibilidade social, econômica, ambiental muito grande e muito importante”, pontuou. “E isso não vem só com os 90 ônibus elétricos que começam essa primeira fase da eletrificação da frota, mas também com os mais de 3,4 mil táxis que hoje rodam por aqui, são 3,4 mil permissões, que terão acesso a essa linha de crédito especial”, concluiu. Zeno Gonçalves elogia a medida anunciada pelo governador: “É de uma sensibilidade social, econômica, ambiental muito grande e muito importante” Do outro lado, a categoria agradeceu a iniciativa do governo para fomentar a sustentabilidade e fortalecer a classe. “A gente está projetando economia. Fazemos com um litro de gasolina, que custa em média R$ 6, 14 quilômetros em média. Com o carro elétrico, com 1 kWh, você consegue andar de 9 a 10 quilômetros. Então, a economia é significativa. Além da economia no combustível, a gente vai ter economia com troca de óleo. E tem a questão principal, que é o meio ambiente. Estamos muito felizes que temos um governador que se preocupa também com a questão ambiental”, agradeceu o presidente do Sinpetaxi, Suéd Silvio. Apoio à categoria O GDF tem adotado uma série de medidas em apoio aos taxistas, demonstrando diálogo constante e atenção às demandas da categoria. Entre as principais ações estão a criação de um ponto de apoio no Aeroporto Internacional de Brasília, com estrutura para descanso e alimentação, e o reajuste das tarifas de táxi após quase dez anos de congelamento, atendendo a um pleito antigo da categoria diante da alta nos custos operacionais. Presidente do Sinpetaxi, Suéd Silvio destaca os benefícios deste GDF para a classe dos taxistas Durante a pandemia de covid-19, o GDF criou o programa Mobilidade Cidadã, que garantiu auxílio financeiro de R$ 600, pagos durante três meses, aos profissionais impactados pela queda na demanda. Além disso, a categoria foi incluída como prioridade nas campanhas de vacinação e recebeu ações específicas, como um mutirão realizado na sede do sindicato, em 2023. Essas iniciativas reforçam o compromisso do governo com uma mobilidade urbana mais digna e sustentável. “Foi muito importante para a gente garantir a nossa subsistência. Também ele [o governador Ibaneis Rocha] construiu um ponto de apoio ao taxista que talvez seja o único da América Latina e fez alterações significativas na lei do táxi, que engessava a categoria”, disse Suéd Silvio.
Ler mais...
Guará recebe competição tecnológica com foco em sustentabilidade
Nos dias 25 e 26 deste mês, o Guará será palco de um evento inédito que une tecnologia, criatividade e compromisso com o meio ambiente: o Hackathon Sustentabilidade Tecnológica 2025. Fruto de uma parceria entre a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-DF) e o Instituto Multiplicidade, o encontro ocorrerá na Faculdade Projeção Guará e reunirá estudantes, jovens criativos, empreendedores e entusiastas em uma maratona de inovação com foco em soluções sustentáveis para a realidade local. Os interessados podem se inscrever pelo site do projeto. O hackathon é voltado para aqueles que acreditam que é possível transformar o mundo começando pela própria cidade. O objetivo é claro: desenvolver projetos que contribuam de forma prática para desafios reais enfrentados pelo Guará, especialmente nas áreas de gestão de resíduos, economia circular, reciclagem e sustentabilidade urbana. Os participantes terão a oportunidade de criar soluções tecnológicas com impacto direto na comunidade, conectando ideias com empresas, especialistas e a população local. Ao final da maratona, cada equipe deverá apresentar seu projeto por meio de um pitch de até três minutos, com protótipos funcionais que demonstrem a viabilidade e o impacto das soluções propostas | Foto: Divulgação/Secti-DF Durante 30 horas, as equipes multidisciplinares formadas por estudantes e membros da comunidade terão acesso a mentorias especializadas nas áreas de negócios, tecnologia e inovação. Os desafios serão sorteados entre os temas propostos por instituições parceiras, garantindo uma abordagem variada e rica em possibilidades. Ao final da maratona, cada equipe deverá apresentar seu projeto por meio de um pitch de até três minutos, com protótipos funcionais que demonstrem a viabilidade e o impacto das soluções propostas. As melhores ideias serão premiadas com R$ 3.000 (primeiro lugar), R$ 2 mil (segundo lugar) e R$ 1.000 (terceiro lugar) O evento ainda terá trilhas de aprendizado, com oficinas práticas sobre tecnologia e empreendedorismo, incluindo temas como desenvolvimento de software, modelo de negócios, cultura organizacional e apresentação de pitch. A proposta é não apenas criar soluções, mas também fortalecer competências e preparar os participantes para oportunidades reais de inovação e geração de impacto. A mobilização envolve escolas da região, ampliando o acesso à informação e incentivando a juventude local a se engajar na construção de um futuro mais sustentável. Haverá também um desafio online para selecionar as equipes que participarão do evento presencialmente, com base em critérios de criatividade, viabilidade e alinhamento com os objetivos do hackathon. Serviço Hackathon Sustentabilidade Tecnológica 2025 Data: dias 25 e 26 Horário: 19h (25) e 20h (26) Local: Faculdade Projeção Guará (SRIA I QI 16 Bloco A Conjunto F, 5, QE 20, Área Especial E, QI 33) *Com informações da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-DF)
Ler mais...
Governador reforça vocação de Brasília como capital da sustentabilidade durante palestra nos Emirados Árabes Unidos
Em palestra no evento Brazil Emirates Conference, promovido pelo Lide, nesta segunda-feira (14), em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, o governador Ibaneis Rocha afirmou que o Distrito Federal vai ampliar o investimento tanto em energia limpa para abastecer os prédios da administração pública local quanto no plantio de novas árvores na cidade. Nos Emirados Árabes Unidos, o governador Ibaneis Rocha reforçou o engajamento do DF na sustentabilidade: “A meta é que até o final de 2026 sejam totalizadas seis milhões de árvores plantadas pela Novacap para fazer uma captação de carbono ainda maior e trazer mais qualidade de vida para quem mora ou visita a capital da república” | Foto: Divulgação/Melrish Studio Lide R$ 441 milhões Investimentos anunciados garantir energia sustentável em todos os prédios da Saúde “A meta é que até o final de 2026 sejam totalizadas seis milhões de árvores plantadas pela Novacap [Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil] para fazer uma captação de carbono ainda maior e trazer mais qualidade de vida para quem mora ou visita a capital da república”, declarou o governador. “Além disso, temos um projeto com financiamento internacional do BID [Banco Interamericano de Desenvolvimento] de 112 milhões de euros para abastecer todos os prédios públicos do DF. Isso nos coloca na posição de vanguarda em relação aos demais estados da Federação.” Um exemplo disso são os prédios das secretarias de Saúde (SES-DF) e de Educação (SEEDF). Segundo o chefe do Executivo, as pastas vão passar a contar com o abastecimento de energia limpa: “A Saúde é a que mais consome na capital, e estamos investindo R$ 441 milhões para que todos os prédios tenham essa energia sustentável. A parceria se estendeu para a Secretaria de Educação também, que contará com aporte de mais de R$ 120 milhões para que as 900 unidades escolares e os edifícios administrativos sejam abastecidos por meio de placas fotovoltaicas”. Outro avanço significativo é a modernização da Companhia de Saneamento do Distrito Federal (Caesb), que agora inclui a geração de energia elétrica entre suas atividades. A empresa obteve um financiamento de R$ 312 milhões do banco alemão KFW para investir não apenas no saneamento, mas também na produção de energia limpa a partir do biogás. Além disso, o Governo do Distrito Federal (GDF) e a Neoenergia firmaram um acordo para a instalação de um posto de abastecimento de Hidrogênio Verde em Brasília, ampliando as opções de soluções sustentáveis na capital. Capital da sustentabilidade No Distrito Federal, a sustentabilidade tem sido colocada em prática nos últimos anos. A lei distrital nº 6.891/2021, conhecida como Lei de Renováveis, tem o objetivo de tornar a região uma referência na adoção de fontes de energia renováveis. Um dos destaques nesta pauta é o projeto CITinova, uma colaboração com a ONU que busca fomentar o uso da energia solar e promover práticas ambientais sustentáveis nas bacias do Rio Descoberto e do Lago Paranoá. O GDF também tem feito a substituição das luminárias de vapor de sódio por modelos de LED, medida que visa a diminuir tanto o consumo de energia quanto as emissões de CO², com a meta de renovar toda a iluminação pública do DF nos próximos anos. Neste ano, entre janeiro e março, o DF ganhou 50 mil novas lâmpadas. “A meta é que Brasília, dentro de cinco anos, tenha toda a sua frota de ônibus elétricos” Governador Ibaneis Rocha No setor de mobilidade, uma das principais ações é a implementação de uma frota de 90 ônibus elétricos. Esses veículos são mais silenciosos, climatizados, confortáveis e seguros, além de contribuírem para a redução das emissões de poluentes. “A meta é que Brasília, dentro de cinco anos, tenha toda a sua frota de ônibus elétricos”, pontuou o governador. “Inicialmente, esses 90 veículos vão circular no Plano Piloto, mas a ideia é atingir todas as demais regiões administrativas, transformando não só a frota de automóveis, mas também de ônibus, para o consumo de energia sustentável.” Este governo também incentiva o uso de veículos elétricos e híbridos, oferecendo isenção de IPVA para os proprietários desses automóveis, além de já disponibilizar centenas de pontos de recarga (eletropostos) em pontos estratégicos da capital. “Começamos a traçar o caminho da sustentabilidade em 2020, quando isentei os impostos de carros elétricos e híbridos da capital”, lembrou Ibaneis Rocha. “No DF temos uma das maiores frotas proporcionais desses veículos. Só neste ano, foram vendidos mais de 18 mil carros desta natureza no Distrito Federal, justamente por conta desse incentivo fiscal que demos.”
Ler mais...
Ibaneis Rocha dará palestra em Dubai, e Celina Leão assume como governadora em exercício
O governador Ibaneis Rocha é um dos palestrantes do evento Brazil Emirates Conference, promovido pelo Lide, marcado para ocorrer entre 12 e 16 de abril, em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos. O chefe do Executivo vai palestrar no painel 1 – Sustentabilidade e transição energética, com o tema O compromisso ambiental de governos e do setor privado com a descarbonização. Com a viagem oficial, o governador transmitiu o cargo para a vice-governadora Celina Leão, que assume a função, em exercício, entre os dias 11 e 18 de abril. “Estaremos em mais um evento do Lide levando as ações e mostrando como estamos transformando a nossa cidade na capital da sustentabilidade” Governador Ibaneis Rocha “Estaremos em mais um evento do Lide levando as ações e mostrando como estamos transformando a nossa cidade na capital da sustentabilidade, apostando na energia limpa, e de que forma temos feito isso dentro do governo”, afirmou Ibaneis Rocha. Além do governador do Distrito Federal, constam como conferencistas a ex-ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira; o presidente global de Operações da Ambipar, Roberto Azevêdo eo ex-presidente da Petrobras e head do Lide Energia, Jean Paul Prates, entre outros. Capital da sustentabilidade A utilização de fontes de energia renováveis tem sido uma tônica de projetos do GDF | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília No Distrito Federal, a sustentabilidade tem sido colocada em prática nos últimos anos. A lei distrital nº 6.891/2021, conhecida como Lei de Renováveis, tem o objetivo de tornar a região uma referência na adoção de fontes de energia alternativas. Um dos destaques nesta pauta é o Projeto CITinova, colaboração com a ONU, que busca fomentar o uso da energia solar e promover práticas ambientais sustentáveis nas bacias do Rio Descoberto e do Paranoá. O GDF também tem feito a substituição das luminárias de vapor de sódio por modelos de LED, que visa diminuir tanto o consumo de energia quanto as emissões de CO², com a meta de renovar toda a iluminação pública do DF nos próximos anos. Neste ano, entre janeiro e março, o DF ganhou 50 mil novas lâmpadas. No setor de mobilidade, uma das principais ações é a implementação de uma frota de 90 ônibus elétricos. Esses veículos são mais silenciosos, climatizados, confortáveis e seguros, além de contribuírem para a redução das emissões de poluentes. Este governo também incentiva o uso de veículos elétricos e híbridos, oferecendo isenção de IPVA para os proprietários desses automóveis, além de já disponibilizar centenas de pontos de recarga (eletropostos) em pontos estratégicos da capital. Outro avanço significativo é a modernização da Companhia de Saneamento do Distrito Federal (Caesb), que agora inclui a geração de energia elétrica entre suas atividades. A empresa obteve um financiamento de R$ 312 milhões do banco alemão KFW para investir não apenas no saneamento, mas também na produção de energia limpa a partir do biogás. Além disso, o GDF e a Neoenergia firmaram um acordo para a instalação de um posto de abastecimento de hidrogênio verde em Brasília, ampliando as opções de soluções sustentáveis na capital.
Ler mais...
Concessionária de automóveis vai investir R$ 45 milhões no DF em 2025
O grupo de concessionária de automóveis Primavia vai investir R$ 45 milhões e abrir cinco novas operações no Distrito Federal em 2025. O anúncio foi feito nesta segunda-feira (7) pelo presidente do grupo, José Carlos Dourado, que convidou o governador Ibaneis Rocha para o lançamento das montadoras chinesas Omoda & Jaecoo, do grupo Chery, em Brasília. “A vinda dessas montadoras chinesas, com a aposta nos veículos elétricos, vai ao encontro da nossa aposta na sustentabilidade”, afirmou o governador Ibaneis Rocha, ao lado do presidente do grupo Primavia, José Carlos Dourado | Foto: Renato Alves/Agência Brasília A infraestrutura e as condições da capital para carros elétricos motivou o grupo Primavia a apostar ainda mais na região. O GDF incentiva o uso de veículos elétricos e híbridos, oferecendo isenção de IPVA para os proprietários desses automóveis, além de já disponibilizar 130 pontos de recarga (eletropostos) em pontos estratégicos da capital. O governo também firmou acordo com a Neoenergia para a instalação de um posto de abastecimento de hidrogênio verde em Brasília, ampliando as opções de soluções sustentáveis. “Esse é um setor que investe muito na nossa cidade e gera muitos empregos, que colabora muito para a economia. A vinda dessas montadoras chinesas, com a aposta nos veículos elétricos, vai ao encontro da nossa aposta na sustentabilidade. Temos o objetivo de tornar Brasília a capital da sustentabilidade”, destacou o governador Ibaneis Rocha. A Omoda & Jaecoo vai iniciar as operações em todo o país a partir de 15 de abril. No DF, a Primavia vai representá-los com três lojas. “Aqui em Brasília nós empregamos em torno de 220 colaboradores. E temos um investimento previsto para 2025 no Distrito Federal de R$ 45 milhões”, afirma o presidente da Primavia, José Carlos Dourado, que se mostra otimista com as condições ofertadas na capital para o setor. “A isenção do IPVA colabora para Brasília ser a capital dos veículos eletrificados. É um investimento que traz retorno de médio e longo prazo, mas com a infraestrutura que Brasília possui, tantos pontos de recarga em órgãos públicos e a facilidade dentro de novos bairros já nascerem com potencial de eletrificação, a gente acredita que esse conjunto faz com que Brasília se destaque nesse cenário nacional”, disse José Carlos Dourado.
Ler mais...
Escolas públicas de Ceilândia recebem Orquestra de Sucata
Música e cuidado com o meio ambiente. Unir os dois temas é a proposta da Orquestra de Sucata, que se apresentou para o público formado por alunos da educação infantil ao 5º ano do ensino fundamental do Centro de Atenção Integral à Criança e ao Adolescente (Caic) Anísio Teixeira Ceilândia, nessa quinta-feira (3). Os músicos utilizam instrumentos confeccionados com materiais recicláveis e têm como objetivo transmitir conceitos de sustentabilidade e preservação ambiental, além de mostrar a importância da reciclagem por meio da música. A Orquestra de Sucata se apresentou para alunos do Caic Anísio Teixeira Ceilândia, nessa quinta-feira (3) | Fotos: André Amendoeira/SEEDF Outras seis unidades escolares da Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF), todas de Ceilândia, foram selecionadas para receber a orquestra – cada uma delas será contemplada com dois espetáculos gratuitos, um pela manhã e outro à tarde, beneficiando cerca de 450 estudantes por escola. Para a diretora do Caic Anísio Teixeira de Ceilândia, Laiana Miranda, essa experiência possibilita a ampliação do repertório cultural dos estudantes, pois além da musicalidade e da preservação ambiental, incentiva a criatividade, coincidindo com os valores que a instituição busca despertar nas crianças. “A nossa escola foi selecionada para receber o grupo pelo projeto político-pedagógico que desenvolve, com um olhar para a sustentabilidade. Enxergamos a importância dessa temática, ainda mais para essa geração de telas, e a Orquestra de Sucata tem um trabalho que atrela a musicalidade com a sustentabilidade.” Todos os instrumentos musicais da Orquestra de Sucata são produzidos com material reciclado, como galão de plástico, panelas, pregos, latas, cabo de vassoura e tampinhas de garrafas Instrumentos recicláveis Os espetáculos recorrem à música para mostrar a importância de conservar o meio ambiente, oferecendo uma estrutura completa com sonorização, iluminação, fotografia e filmagem, sendo acessível para todos, contando, inclusive, com intérprete de Libras em todas as apresentações. Os músicos interagem com a plateia o tempo todo, enquanto explicam como cada instrumento foi criado e com quais matérias-primas. A Orquestra de Sucata apresenta dez músicas instrumentais autorais compostas com instrumentos feitos de sucata e materiais recicláveis, como peças automotivas descartadas, galão de plástico, panelas, pregos, latas, cabo de vassoura, tampinhas de garrafas e outros objetos que normalmente seriam jogados no lixo. A aluna do 4º ano, Beatriz Helena Borges da Hora, de 9 anos, ficou encantada com a performance do grupo: “Eu achei maravilhoso, muito bom de escutar, e é tudo feito com materiais recicláveis, que a gente joga no lixo. Então, também preserva o meio ambiente. É importante porque daqui a um tempo, se a gente não preservar, não vai conseguir respirar, não vai ter o ar puro e limpo”. A aluna Beatriz Helena Borges da Hora (no centro) ficou encantada com a performance do grupo: “Eu achei maravilhoso, muito bom de escutar” Reciclando e aprendendo O projeto da Orquestra de Sucata teve início em 2014 e já contabiliza mais de 533 apresentações por escolas em vários municípios brasileiros. A expectativa dos músicos é de atrair um maior número de patrocinadores para multiplicar o número de beneficiados. O projeto sociocultural de São Paulo conta com patrocínio da Toyota e é aprovado pela Lei de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet). Toda a estrutura e recursos para realização dos espetáculos são de responsabilidade do projeto. Nenhum custo é repassado à escola ou à Secretaria de Educação (SEEDF). A diretora de comunicação e relações institucionais da orquestra, Jozene Noal, acredita que é essencial falar sobre reciclagem e sustentabilidade durante a formação dos pequenos: “A gente usa recursos lúdicos, didáticos, pedagógicos e conectivos para gerar conhecimento, para que as crianças possam tornar-se multiplicadores desse conhecimento para outras pessoas, inclusive para os seus pais”. Ela conta ainda que algumas escolas começaram a implementar a reutilização de materiais após conhecerem o trabalho da Orquestra de Sucata. “Algumas fizeram grupos de música utilizando elementos como potes, garrafas, panelas para fazer percussão. São escolas que tinham professor de música, eles já trabalhavam a musicalização das crianças e começaram a implementar a reutilização de materiais”, disse. O administrador da Ceilândia, Dilson Resende de Almeida, prestigiou a exibição da orquestra e destacou a importância desse tipo de atividade para a formação dos alunos. “A música é sempre um investimento interessante para a criança, porque é uma maneira de crescer, de participar mais da comunidade. E um evento como esse com uma orquestra com instrumentos, reaproveitamento de material reciclado, é melhor ainda para despertar a criatividade, para incentivar a nossa juventude”, concluiu. *Com informações da Secretaria de Educação (SEEDF)
Ler mais...
Oficina no Jardim Botânico orienta sobre compostagem caseira
A compostagem é o processo de decomposição orgânica que dá origem ao adubo natural, rico em minerais e nutrientes. Para orientar sobre o assunto, foi realizada nesta terça-feira (25), no Centro de Práticas Sustentáveis, a oficina Compostagem Caseira e Adubo Natural, promovida pelo Movimento Comunitário do Jardim Botânico (MCJB) em parceria com o Instituto Brasília Ambiental. Cerca de 15 participantes aprenderam a montar o próprio saco de compostagem e seu abrasivo natural, os tipos de resíduos que podem ser compostados, os benefícios para o meio ambiente e, ainda, tiveram acesso a dicas práticas para manter a estrutura em casa. “A compostagem é feita com muita facilidade depois que a pessoa aprende os conceitos. Quando você faz o próprio adubo, passa a perceber o tanto de lixo que descarta diariamente e ainda tem acesso a um material rico em nutrientes, sem agrotóxicos”, esclarece a instrutora do curso, Renata Martins. Participantes da oficina no Centro de Práticas Sustentáveis aprenderam sobre compostagem, processo de decomposição orgânica que dá origem ao adubo natural, rico em minerais e nutrientes | Fotos: Tony Oliveira/Agência Brasília Após o encontro, a publicitária Ana Vitória Rockert, 26 anos, contou que se sente preparada para criar a própria composteira. “Me mudei para uma casa com mais espaço recentemente e queria começar a plantar. Daí, veio a ideia de fazer uma composteira para termos adubo de qualidade. A oficina me deu um conhecimento bem amplo sobre como funciona tanto em áreas grandes, como a minha casa, como em apartamentos”, disse. “É muito importante termos essa atenção porque descartamos muito lixo todos os dias, que poderia ser usado para outras coisas.” Outras ações A iniciativa sobre decomposição de resíduos compõe o projeto Escola de Sustentabilidade do MCJB, que busca transformar o equipamento público em um polo de referência de educação ambiental no Distrito Federal. São oferecidas atividades voltadas à preservação do Cerrado para a comunidade e, especialmente, para estudantes de escolas públicas da região. Após o encontro, a publicitária Ana Vitória Rockert, 26 anos, contou que se sente preparada para criar a própria composteira Segundo o presidente do Brasília Ambiental, Rôney Nemer, a educação é o melhor caminho para o cuidado com o meio ambiente, que, segundo ele, foi negligenciado por muito tempo. “Alguns de nós nem foram ensinados, e o Centro de Práticas Sustentáveis e a nossa parceria com o Movimento Comunitário Jardim Botânico nos permite atender a todas as faixas etárias. A oficina de compostagem é um exemplo, tendo em seu público diversas idades de diferentes públicos”, analisou. No dia 2 de abril, está programada uma palestra sobre a importância dos parques ecológicos, às 9h. No mesmo mês, haverá oficinas sobre limpeza doméstica com biozima, sobre o movimento orgânico e sobre produção de biojoias. As inscrições devem ser feitas pelo formulário disponibilizado no Instagram do MCJB. A participação é gratuita e cada encontro tem duração média de 2h. “Também estamos com o projeto Oikos Cultural em andamento, em que o foco principal é a produção e o plantio de árvores nativas na região do Jardim Botânico e com expectativa de expansão para todo o DF”, explica a coordenadora de projetos do MCJB, Luana da Mata. “Além disso, junho é o mês do meio ambiente e teremos uma série de ações para a população, como o curso de prevenção de incêndios e construção de aceiros.” Para mais informações, acesse o Instagram do MCJB.
Ler mais...