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Centro de Referência da Mulher Brasileira

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Centro de Referência da Mulher Brasileira promove novas atividades

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada.   As unidades do Centro de Referência da Mulher Brasileira (CRMB) do Recanto das Emas, São Sebastião, Sol Nascente e Sobradinho II recebem, no dia 18/9, uma programação voltada às mulheres. As atividades ocorrem das 14h às 18h, com entrada gratuita e aberta à comunidade. Serviços de beleza fazem parte das atividades oferecidas às mulheres de todas as idades nessas regiões | Foto: Divulgação/SMDF A programação integra as atividades desenvolvidas pelos CRMBs, que oferecem capacitações, oficinas e ações voltadas ao fortalecimento da autonomia econômica de mulheres em situação de vulnerabilidade social. A Feira Solidária Elas Fazem reúne alunas e ex-alunas dos centros para apresentar e comercializar produtos, divulgar serviços e compartilhar experiências com a comunidade. A atividade também proporciona um espaço de convivência e troca de conhecimentos entre as participantes. Entre os produtos e serviços disponíveis estão peças de artesanato, alimentos, bolsas, bijuterias e serviços de beleza. No CRMB Recanto das Emas, a programação inclui o Dia da Beleza, das 14h às 16h, com serviços gratuitos de esmaltação, escova, chapinha e design de sobrancelhas para as 20 primeiras participantes. Das 16h às 18h, será realizado o workshop formativo, com conteúdos relacionados ao empreendedorismo e à organização financeira. Os CRMBs integram a política pública de atendimento e acolhimento às mulheres no Distrito Federal. As unidades oferecem atividades voltadas ao desenvolvimento de conhecimentos, à autonomia econômica e à ampliação de oportunidades para mulheres em situação de vulnerabilidade social. Serviço ► Feira Solidária Elas Fazem, Dia da Beleza e Workshop Formativo Data: 18 de setembro, das 14h às 18h, com entrada gratuita e aberta à comunidade Locais → Feira solidária: CRMB Recanto das Emas, São Sebastião, Sol Nascente e Sobradinho II → Dia da Beleza: CRMB Recanto das Emas, das 14h às 16h, com atendimento gratuito às 20 primeiras participantes → Workshop formativo: CRMB Recanto das Emas, das 16h às 18h.   *Com informações da Secretaria da Mulher

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Centro de Referência da Mulher Brasileira abre 500 vagas gratuitas de capacitação em suas unidades

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Mulheres interessadas em ampliar a qualificação profissional já podem se inscrever no oitavo ciclo de capacitações oferecidos pelo Centro de Referência da Mulher Brasileira (CRMB). Promovida pela Secretaria da Mulher do Distrito Federal (SMDF), em parceria com a Ação Social Renascer, a iniciativa oferece 500 vagas gratuitas para as formações de designer de sobrancelhas, tranças e penteados afro, depilação e empreendedorismo. As aulas são ministradas nas quatro unidades do CRMB, localizadas no Recanto das Emas, São Sebastião, Sobradinho II e Sol Nascente. As inscrições para o ciclo 8 estão abertas até 7 de setembro e podem ser feitas por meio do formulário digital oficial ou presencialmente nos centros. Os cursos começam no próximo dia 10. É possível escolher mais de uma formação, desde que as atividades não ocorram no mesmo dia e horário.  Os cursos da CRMB estão abertos a mulheres cisgênero e transgênero com 18 anos ou mais e jovens a partir de 16 anos que sejam mães | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília Podem participar mulheres cisgênero e transgênero com 18 anos ou mais e jovens a partir de 16 anos que sejam mães, mediante apresentação da documentação necessária. As capacitações incluem material didático, lanche durante o intervalo, espaço e monitoria para crianças a partir de 3 anos e certificado de participação, conforme os critérios estabelecidos para cada curso. O resultado das formações anteriores reforça a proposta de ampliar as possibilidades de inserção das mulheres no mercado de trabalho. Nos últimos seis ciclos, 1.608 mulheres concluíram as capacitações e, segundo a coordenação das unidades, 75% delas atuam nas áreas em que se qualificaram. Além da qualificação profissional, os CRMBs oferecem gratuitamente atendimento psicossocial, orientação jurídica, assistência social e enfermagem. Inscrições neste link, no Instagram; ou pelo seguinte endereço eletrônico. Endereço das unidades: CRMB – Recanto das Emas  Telefone: (61) 3181-2665 / (61) 3181-2666  Endereço: Av. Buritis, Quadra 203, Lote 14  Horário: das 9h às 18h, de segunda a sexta-feira. CRMB – Sol Nascente  Telefone: (61) 3181-2255 / (61) 3181-2660  Endereço: Trecho 2 – Quadra 100, Conjunto A, Lote SC1 – Pôr do Sol Horário: das 9h às 18h, de segunda a sexta-feira. CRMB – São Sebastião  Telefone: (61) 3181-2661 / (61) 3181-2662  Endereço: Área Especial – AE 11, Centro de Múltiplas Atividades  Horário: das 9h às 18h, de segunda a sexta-feira. CRMB – Sobradinho II  Telefone: (61) 3181-2663 / (61) 3181-2664  Endereço: AE 06 Coer, Quadra 01, Setor Oeste  Horário: das 9h às 18h, de segunda a sexta-feira *Com informações da SMDF

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Abertas inscrições para 500 vagas gratuitas em novo ciclo de capacitações de mulheres 

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Mulheres do Distrito Federal e do Entorno já podem se inscrever no sétimo ciclo de capacitações profissionais nas unidades do Centro de Referência da Mulher Brasileira (CRMB). Promovidos pela Secretaria da Mulher do Distrito Federal (SMDF), em parceria com a Ação Social Renascer, os centros disponibilizam 500 vagas gratuitas para Crochê/Amigurumi, Massagem – Módulo II, Designer de Sobrancelhas e Tranças e Penteados Afro. As inscrições seguem abertas até a próxima sexta-feira (14/8) e podem ser feitas presencialmente nas unidades do Recanto das Emas, Sol Nascente, São Sebastião e Sobradinho II ou pelo formulário digital disponível no Instagram @centrodamulherdf. As aulas têm início previsto para 17 de agosto.  Cerca de 3 mil mulheres já foram atendidas nas unidade do CRMB desde o início da atual gestão, em março de 2026 | Foto: Divulgação Material didático e espaço para crianças  Desde o início da atual gestão, em março de 2026, as unidades do Centro de Referência da Mulher Brasileira já atenderam cerca de 3 mil mulheres. Desse total, 1.222 concluíram as formações profissionais oferecidas pelo CRMB. Entre as participantes, 70% já estão inseridas no mercado de trabalho. Podem se inscrever mulheres cisgênero e transgênero com 18 anos ou mais e jovens a partir de 16 anos que sejam mães, mediante apresentação da documentação necessária. É possível escolher mais de um curso, desde que as atividades não ocorram no mesmo dia e horário. As capacitações incluem material didático, lanche durante o intervalo, espaço e monitoria para crianças a partir de 3 anos e certificado de participação, conforme os critérios estabelecidos para cada curso. Além da qualificação profissional, as unidades oferecem atendimento psicossocial, orientação jurídica, assistência social, enfermagem e brinquedoteca.   Serviço: ⇒ Formulário de inscrição para o 7º ciclo de capacitações: clique aqui. Endereço das Unidades: CRMB – Recanto das Emas Telefone: (61) 3181-2665 / (61) 3181-2666 Endereço: Av. Buritis, Quadra 203, Lote 14 Horário/dia: das 9h às 18h – de segunda a sexta-feira CRMB – Sol Nascente Telefone: (61) 3181-2255 / (61) 3181-2660 Endereço: Trecho 2 – Quadra 100, Conjunto A, Lote SC1 – Pôr do Sol Horário/dia: das 9h às 18h – de segunda a sexta-feira CRMB – São Sebastião Telefone: (61) 3181-2661 / (61) 3181-2662 Área Especial – AE 11, Centro de Múltiplas Atividades Horário/dia: das 9h às 18h – de segunda a sexta-feira CRMB – Sobradinho II Telefone: (61) 3181-2663 / (61) 3181-2664 Endereço: AE 06 Coer, Quadra 01, Setor Oeste Horário/dia: das 9h às 18h – de segunda a sexta-feira. *Com informações do CRMB  

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Centros oferecem atendimento gratuito a mulheres em situação de vulnerabilidade

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. As unidades do Centro de Referência da Mulher Brasileira (CRMB) e o Espaço Pró-Mulher disponibilizam serviços gratuitos e sem necessidade de agendamento para mulheres em situação de vulnerabilidade no Distrito Federal. Os centros estão localizados no Recanto das Emas, Sobradinho II, São Sebastião e Sol Nascente, enquanto o Espaço Pró-Mulher fica na Casa da Mulher Brasileira, em Ceilândia.  Atendimentos psicossociais são feitos por equipe que inclui psicólogas, assistentes sociais, enfermeiras e assistentes jurídicas | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília Nos centros de referência, os atendimentos psicossociais são feitos por equipe multidisciplinar, incluindo psicólogas, assistentes sociais, assistentes jurídicas e enfermeiras, com possibilidade de encaminhamentos para apoio de órgãos parceiros, caso seja necessário. Também ocorrem cursos de formação e capacitação profissional. As inscrições para o próximo ciclo de atividades estão previstas para o final deste mês. O Espaço Pró-Mulher, instalado no segundo andar da Casa da Mulher Brasileira, disponibiliza cursos presenciais e online sobre autonomia financeira, mentoria de empreendedorismo, laboratório de informática com computadores e acesso à internet, auditório e uma cozinha equipada para oficinas. As inscrições devem ser feitas diretamente na secretaria da casa ou por este e-mail. Endereços e telefones para contato ⇒ CRMB – Recanto das Emas Telefone: (61) 3181-2665 / (61) 3181-2666 Endereço: Av. Buritis, Quadra 203, Lote 14 Horário/dia: das 9h às 18h – de segunda a sexta-feira ⇒ CRMB – Sol Nascente Telefone: (61) 3181-2255 / (61) 3181-2660 Endereço: Trecho 2 – Quadra 100, Conjunto A, Lote SC1 – Pôr do Sol Horário/dia: das 9h às 18h – de segunda a sexta-feira ⇒ CRMB – São Sebastião Telefone: (61) 3181-2661 / (61) 3181-2662 Área Especial – AE 11, Centro de Múltiplas Atividades Horário/dia: das 9h às 18h – de segunda a sexta-feira ⇒ CRMB – Sobradinho II Telefone: (61) 3181-2663 / (61) 3181-2664 Endereço: AE 06 Coer, Quadra 01, Setor Oeste Horário/dia: das 9h às 18h – de segunda a sexta-feira ⇒ Espaço Pró-Mulher – Casa da Mulher Brasileira Endereço: CNM 1, Bloco I, Lote 3 – Ceilândia, Brasília – DF Telefone: (61) 3181-1474/ (61) 98199-1146 (WhatsApp para informação) Horário/dia: aberta todos os dias, 24h.

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Parceria vai ampliar atendimento especializado a mulheres em situação de violência

A Secretaria da Mulher (SMDF) firmou, nesta quarta-feira (11), termo de colaboração com a Ação Social Renascer para fortalecer a gestão dos centros de referência da mulher brasileira (CRMBs). A iniciativa representa um novo avanço na política de enfrentamento à violência contra a mulher no DF e prevê a prestação de aproximadamente 70 mil atendimentos ao longo de um ano, consolidando os centros como portas de entrada estratégicas da rede de proteção. Durante a assinatura do documento, a secretária da Mulher, Giselle Ferreira (C), ressaltou: “O foco é assegurar o pleno funcionamento dos serviços de acolhimento e o acompanhamento integral às mulheres em situação de violência de gênero” | Foto: Divulgação/SMDF “Qualificar, melhorar e ampliar o que já foi construído faz parte da nossa prioridade, que é o acolhimento e a proteção das mulheres em situação de vulnerabilidade” Celina Leão, vice-governadora O acordo amplia e qualifica o atendimento humanizado e contínuo nas quatro unidades localizadas em São Sebastião, Sol Nascente, Sobradinho II e Recanto das Emas, inauguradas em 2025. A gestão compartilhada garantirá o fortalecimento da estrutura existente, a ampliação dos serviços ofertados e a qualificação da assistência prestada às mulheres em situação de violência. “Ao longo do trabalho realizado nas unidades, identificamos a necessidade de ampliar o acompanhamento psicológico contínuo e expandir as oportunidades de capacitação profissional em diversas áreas”, explica a secretária da Mulher, Giselle Ferreira. “A assinatura deste termo nos auxilia justamente nesse contexto. O foco é assegurar o pleno funcionamento dos serviços de acolhimento e o acompanhamento integral às mulheres em situação de violência de gênero.” Acolhimento aprimorado A vice-governadora Celina Leão enfatiza: “Nos últimos anos, temos transformado o atendimento à mulher no Distrito Federal. Qualificar, melhorar e ampliar o que já foi construído faz parte da nossa prioridade, que é o acolhimento e a proteção das mulheres em situação de vulnerabilidade. Essas iniciativas são essenciais para reduzir os índices de violência”. [LEIA_TAMBEM]O reforço ocorre após os primeiros meses de funcionamento das unidades, período que possibilitou avaliar demandas prioritárias e identificar a necessidade de ampliação dos serviços. Os CRMBs também poderão ofertar novas ações, a serem definidas pela SMDF, com foco no fortalecimento da autonomia feminina e na qualificação profissional. O atendimento não se restringe às moradoras das regiões administrativas onde essas unidades estão instaladas, podendo contemplar mulheres de todo o Distrito Federal. A SMDF será responsável pelo treinamento e pela capacitação contínua da equipe envolvida na execução do termo de colaboração. A formação permitirá um atendimento com olhar especializado e sensível às especificidades da violência de gênero, além de assegurar o acompanhamento, o monitoramento e a presença ativa da SMDF durante toda a vigência da parceria, garantindo qualidade e alinhamento às diretrizes da política pública. A diretora financeira da Ação Social Renascer, Pamela Cristina Felix, lembra que a formalização da parceria amplia o suporte oferecido às vítimas, já que o acolhimento segue do primeiro contato com o Centro de Referência da Mulher Brasileira com o devido acompanhamento. “Estamos fortalecendo os serviços para nos tornarmos referência no atendimento às mulheres em situação de vulnerabilidade no DF”, aponta a gestora.   *Com informações da Secretaria da Mulher  

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GDF anuncia medidas para fortalecer proteção e agilizar investigação de crimes contra mulheres

Agência Brasília · GDF ANUNCIA MEDIDAS PARA FORTALECER PROTEÇÃO E AGILIZAR INVESTIGAÇÃO DE CRIMES CONTRA MULHERES Reconhecido como referência no enfrentamento à violência doméstica, o Governo do Distrito Federal (GDF) vai fortalecer ainda mais sua rede integrada de proteção às mulheres. A vice-governadora Celina Leão anunciou, nesta sexta-feira (15), quatro novas medidas voltadas a ampliar a eficiência e a agilidade na investigação de crimes de feminicídio, além de oferecer suporte para romper o ciclo de violência sofrido pelas vítimas. Foram anunciadas quatro novas medidas voltadas a ampliar a eficiência e a agilidade na investigação de crimes de feminicídio | Fotos: Renato Alves/Agência Brasília   “Precisamos realmente ampliar essa busca por ajuda, e nossos órgãos estão preparados para isso. Não há dúvida de que temos a melhor rede de proteção do Brasil” Celina Leão, vice-governadora “Nós estamos discutindo uma atualização do protocolo em casos de feminicídio — primeiramente, porque 70% das mulheres que morreram não tinham registro de ocorrência”, afirmou a gestora. “Esse é o primeiro passo para que possamos proteger as mulheres. Temos os outros 30% que foram fruto de estudo: 15% voltaram a se relacionar com os agressores e precisam de uma rede de proteção para que saiam do ciclo de violência; para isso temos programas de qualificação. como RenovaDF e QualificaDF, e 15% tinham medidas protetivas e vieram a óbito.” A vice-governadora detalhou: “Essas medidas estavam inativas, por isso mudamos a portaria; e, depois disso, não perdemos nenhuma mulher debaixo do programa Viva Flor [dispositivo entregue nas delegacias especializadas que permite o acionamento da polícia em caso de risco da vítima]. Mas precisamos realmente ampliar essa busca por ajuda, e nossos órgãos estão preparados para isso. Não há dúvida de que temos a melhor rede de proteção do Brasil.” Ações integradas José Werick: “O nosso protocolo serve de modelo para todas as polícias do país. Vamos construir aqui uma atualização no sentido de avançar para fornecer uma resposta imediata na proteção da mulher” As ações foram criadas a partir de uma reunião entre a vice-governadora, os secretários da Casa Civil, da Mulher, de Justiça e Cidadania e de Segurança Pública, o delegado-chefe da Polícia Civil, integrantes da  Controladoria-Geral da PCDF e a presidente da Comissão de Prevenção e Combate ao Feminicídio do Ministério Público do Distrito Federal e dos Territórios (MPDFT). O anúncio foi feito durante coletiva de imprensa no Salão Nobre do Palácio do Buriti e destacado pelo secretário-chefe da Casa Civil, Gustavo Rocha. “Daí a importância do papel da imprensa na cobertura e divulgação das informações, para que a gente possa aumentar a conscientização da população e as denúncias dos casos”, disse. A primeira medida trata da atualização do protocolo de investigação de feminicídio. O objetivo é reforçar pontos que já integram o procedimento, mas para os quais a comissão do MPDTF sugeriu reforço. São eles o feminicídio tentado em razão de casos de lesão corporal ou ameaça grave; suicídio e morte aparente natural das mulheres; desaparecimento de mulheres e feminicídio por discriminação no caso de vítimas transgênero. “O nosso protocolo é pioneiro, foi criado em 2017 e revisado em 2020”, explicou o delegado-chefe da PCDF, José Werick. “Ele serve de modelo para todas as polícias do país. As sugestões do MPDFT já constam nos nossos protocolos de investigação em crimes que envolvem feminicídio, mortes de transgêneros e desaparecimento de mulheres. Vamos construir aqui uma atualização no sentido de avançar para fornecer uma resposta imediata na proteção da mulher.” O alinhamento será feito por meio de uma câmara técnica permanente, com integrantes do MPDFT e da PCDF. Acesso à informação Alexandre Patury: "Para a mulher que adere à medida protetiva no Distrito Federal, a chance de morrer é muito baixa, é menor do que em um acidente de carro" Com o objetivo de ampliar o acesso a informações importantes para a investigação, o GDF fará a regulamentação, por meio de decreto distrital, da Lei Federal nº 13.931/2019, que dispõe sobre a notificação compulsória dos casos de suspeita de violência contra a mulher. O objetivo é garantir que os hospitais públicos e privados forneçam o prontuário das vítimas para que seja possível constatar a tipificação do crime. O GDF também vai criar o Sistema Único Integrado da Rede de Proteção à Mulher em formato BI (Business Intelligence). A iniciativa será construída por órgãos do governo para coletar, reunir e organizar todas as informações referentes aos casos de violência contra a mulher. A intenção é dar agilidade e auxiliar na tomada rápida de decisões. Rompimento do ciclo de violência O último ponto diz respeito ao rompimento do ciclo de violência, com a priorização das vítimas no atendimento psiquiátrico e psicológico na rede pública de saúde do DF. O encaminhamento será feito pela Polícia Civil do DF ou pelas secretarias relacionadas ao tema, a partir da identificação durante os atendimentos e acolhimentos das vítimas. [LEIA_TAMBEM]“Para a mulher que adere à medida protetiva no Distrito Federal, a chance de morrer é muito baixa, é menor do que em um acidente de carro”, pontua o secretário-executivo de Segurança Pública, Alexandre Patury. “O nosso desafio é fazer com que esses 70% [de mulheres que não denunciam] levem a informação ao Estado. Já passaram mais de duas mil mulheres no Viva Flor;  temos neste momento 1,2 mil, e nenhuma delas morreu. Precisamos furar essa bolha, para fazer com que elas sejam ajudadas pelo Estado.” O governo tem reforçado a campanha para que as mulheres busquem ajuda por meio dos canais de denúncia – 197 (Polícia Civil), 190 (Polícia Militar), 156 opção 6 (Central 156 do GDF), 180 (Central de Atendimento à Mulher) e Maria da Penha Online –, e tem feito estudos para determinar o perfil dos agressores e das vítimas de violência doméstica. As pesquisas são conduzidas pelo Instituto de Pesquisa e Estatística do Distrito Federal (IPEDF). Confira, abaixo, os espaços especializados em atendimento psicológico disponíveis no DF.  ⇒ Núcleo Integrado de Atendimento à Mulher, da PCDF ⇒ Programa Direito Delas, da Secretaria de Justiça e Cidadania ⇒ Casa da Mulher Brasileira, em Ceilândia ⇒ Centro de Referência da Mulher Brasileira ⇒ Centro Especializado de Atendimento à Mulher ⇒ Espaços Acolher, vinculados à Secretaria da Mulher. 

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Investimento de mais de R$ 630 milhões em infraestrutura impulsiona criação de novos negócios no Sol Nascente

Com pouco capital, mas muita determinação, a empresária Mislene Martins, 41 anos, confiou no potencial do Sol Nascente quando ecidiu abrir o primeiro mercado no Trecho 3 da cidade, em 2010. Naquela época, ela convivia com diversos problemas decorrentes da falta de urbanização – ruas sem asfalto, esgoto a céu aberto e mercadorias cobertas pela poeira. Hoje o cenário é diferente, e Mislene é dona de dois mercados em uma das regiões administrativas mais jovens e promissoras do Distrito Federal. Com expressivos investimentos do GDF, cidade cresceu e, segundo a Junta Comercial, já tem mais de 500 empresas formalizadas gerando emprego e renda à população | Fotos: Joel Rodrigues/Agência Brasília  Desde 2019, o Sol Nascente já recebeu investimentos superiores a R$ 630 milhões do Governo do Distrito Federal (GDF) em obras de infraestrutura. O aporte mudou o dia a dia dos mais de 108 mil moradores, conforme a última Pesquisa Distrital por Amostra de Domicílios (Pdad) Ampliada, e criou um ambiente atrativo para novos negócios. Segundo dados da Junta Comercial, mais de 500 empresas foram formalizadas na cidade nos últimos seis anos, abrindo as portas para a geração de emprego e renda. Mislene Martins, que abriu o primeiro mercado do Sol Nascente, comemora o progresso da região: “Escolhi o Sol Nascente porque tinha poucos recursos, mas a cidade cresceu e a gente cresceu junto. Hoje o cliente é exigente, valoriza o comércio local, e conseguimos oferecer qualidade” “A dificuldade realmente era grande; muita poeira e esgoto nas ruas, sem pavimentação, mas vimos uma grande melhora e estamos felizes demais”, conta Mislene , que inaugurou o segundo Mercado Ideal em março deste ano. “Tudo limpinho nas lojas, organizado, coisa que não tinha tempo atrás. Escolhi o Sol Nascente porque tinha poucos recursos, mas a cidade cresceu e a gente cresceu junto. Hoje o cliente é exigente, valoriza o comércio local, e conseguimos oferecer qualidade.” O comerciante Edmilton Ferreira dos Santos, 55, também apostou no Sol Nascente para empreender. Morador da cidade desde 2005, ele abriu a peixaria Coisas da Roça em 2022 para comercializar produtos típicos do Nordeste. “Para mim, é a melhor cidade para morar, e tenho orgulho de estar aqui”, comemora. “Quero investir mais e buscar uma pessoa para me ajudar. Antes do asfalto, a gente sofria com a poeira, comprava equipamento e estragava, mas depois, o asfalto alavancou o movimento. Vieram mais clientes para cá”. Edmilton dos Santos, morador desde 2005, também investiu no comércio: “Para mim, é a melhor cidade para morar, e tenho orgulho de estar aqui” Esforço contínuo Atualmente, os três trechos da região estão com obras em andamento. Os serviços incluem pavimentação asfáltica, águas pluviais, meios-fios, calçadas e sinalização, além de bacias de detenção. “A preocupação do Governo do Distrito Federal é, justamente, aquecer a economia, com a geração de empregos e de riquezas para a comunidade, trazendo uma série de benefícios para os cidadãos”, afirma o secretário-executivo de Cidades da Secretária de Governo (Segov), Takane Kiyotsuka do Nascimento. Cláudio Ferreira, administrador regional do Sol Nascente/Pôr do Sol:  “A cidade mudou muito em relação à segurança, à iluminação pública e à mobilidade” O administrador regional do Sol Nascente/Pôr do Sol, Cláudio Ferreira, enfatiza que a região administrativa é alvo constante do olhar deste GDF. “O Sol Nascente era considerada a maior favela da América Latina, mas este governo mudou essa história com as obras de infraestrutura que melhoram a vida dos nossos moradores e comerciantes”, ressalta. Ferreira lista uma série de medidas promovidas na região. “A cidade mudou muito em relação à segurança, à iluminação pública e à mobilidade”, observa. “Temos hoje uma rodoviária, restaurantes comunitários, um Centro de Referência da Mulher Brasileira; está sendo construído o quartel do Corpo de Bombeiros Militar; já foi destinada uma área para a delegacia e também para a construção do batalhão escolar, de uma escola e de uma UPA [unidade de pronto atendimento]” Construindo sonhos Kelle e Élio Pfeifer inauguraram, em 2013, a Fazendinha Solar, que promove projetos educacionais e recreativos durante todo o ano para estudantes da creche ao ensino médio     O conjunto de iniciativas também impactou o empreendimento dos professores Kelle Caetano Pfeifer, 52, e Élio Pfeifer, 54. Em 2013, os dois criaram a Fazendinha Solar Caetano no Sol Nascente, cientes dos desafios de empreender em uma região não regularizada. Com persistência e dedicação, o casal transformou o espaço em um oásis para crianças e adolescentes, acompanhando o avanço da região administrativa. [LEIA_TAMBEM]“A infraestrutura nova ajuda e faz bem para quem mora aqui; dá orgulho para nós que vimos tudo nascendo, já que moramos aqui há 30 anos”, relata Élio. O negócio começou de modo improvisado e hoje conta com cozinha industrial, piscina e celeiro de animais, entre outros espaços, além de 15 funcionários registrados. São oferecidos nove projetos educacionais e recreativos ao longo do ano, destinados a estudantes da creche ao ensino médio do DF e Entorno. Kelle salienta que as obras deste GDF influenciaram na adesão das instituições de ensino. De 2012 até o ano passado, foram recebidas mais de 1,8 mil escolas. “O Sol Nascente melhorou muito”, pontua. “Era muito difícil ter escolas do Plano Piloto aqui, e hoje a gente recebe escolas do Lago Sul, Lago Norte, Asa Sul, Asa Norte. Não existe mais preconceito em vir. Nós nos desenvolvemos juntos ao Sol Nascente. Amamos esse lugar. Moramos aqui há 30 anos e não trocamos esse pedacinho de paraíso por nada”. Quenede Guimarães: “Vim para cá acreditando que a cidade ia evoluir, sem imaginar que viraria uma regional, mas logo virou uma administração, e o governo teve um olhar diferenciado para nós” A trajetória de sucesso também contempla o empresário Quenede Guimarães, 41. À frente da Construir Materiais de Construção desde 2012, ele vivenciou a transformação do Sol Nascente, localidade instituída como região administrativa em agosto de 2019. “Vim para cá acreditando que a cidade ia evoluir, sem imaginar que viraria uma regional, mas logo virou uma administração, e o governo teve um olhar diferenciado para nós”, comenta. O crescimento da cidade beneficiou diretamente o empresário. Com mais pessoas chegando, mais materiais são vendidos. “Antigamente, as pessoas compravam mais o básico, e hoje buscam por materiais de acabamento”, aponta. “Antes, era difícil fazer entregas; os caminhões atolavam muito. Com as obras do governo chegando, as coisas melhoraram, a clientela aumentou. Tenho esperança que o Sol Nascente vai crescer ainda mais”.  

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GDF inaugura Centro de Referência da Mulher Brasileira em Sobradinho II e chega a cinco unidades de atendimento especializado

O Governo do Distrito Federal (GDF) inaugurou o quarto Centro de Referência da Mulher Brasileira (CRMB), nesta quinta-feira (15), em Sobradinho II. A unidade foi construída em uma área estratégica, para facilitar o acesso da população, e compõe a rede de enfrentamento à violência de gênero e promoção da autonomia feminina. Os outros três equipamentos, todos entregues neste mês, ficam no Recanto das Emas, em São Sebastião e no Sol Nascente. Agora, serão cinco equipamentos de atendimento especializado, junto à Casa da Mulher Brasileira, em Ceilândia. "Ter uma rede de atendimento onde a mulher consiga sair da violência é o nosso objetivo", destacou a governadora em exercício Celina Leão | Foto: Renato Alves/Agência Brasília A governadora em exercício Celina Leão destacou os investimentos da gestão em políticas públicas: “Queremos uma cidade onde a mulher tenha a tranquilidade de saber que há uma rede de proteção forte. Nós tínhamos 16 equipamentos e, com a inauguração desses quatro, alcançamos a marca de 30 equipamentos de proteção de gênero [na Secretaria da Mulher]. Isso é um avanço muito grande, crescemos em quase 800% nosso orçamento com programas importantíssimos como o Passe Livre para as mulheres vítimas de violência, o órfão do feminicídio [programa Acolher Eles e Elas], o auxílio aluguel. É uma luta de gênero, é uma luta que a gente precisa de ter uma conscientização, mas ter uma rede de atendimento onde a mulher consiga sair da violência é o nosso objetivo”, defendeu Celina Leão.   A construção dos CRMBs é fruto de parceria entre o GDF e o Ministério da Mulher. O investimento total nas quatro unidades foi de aproximadamente R$ 8,8 milhões | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília “Durante o mês de maio, com a abertura de quatro novas unidades — duas na área norte e duas na área sul — ampliamos significativamente a rede de proteção e cuidado às mulheres em situação de vulnerabilidade”, observa a secretária da Mulher, Giselle Ferreira. “Cada centro representa um espaço seguro, acolhedor e estratégico para promover não só o enfrentamento à violência, mas também a autonomia e o protagonismo feminino. Estamos comprometidas em levar esses serviços cada vez mais perto de quem precisa.”   A construção dos CRMBs é fruto de parceria entre o GDF, por meio da Secretaria da Mulher do Distrito Federal (SMDF) e da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap), e o Ministério da Mulher. O investimento total nas quatro unidades foi de aproximadamente R$ 8,8 milhões, somando recursos federais e da contrapartida do GDF. Apenas na unidade de Sobradinho II, o aporte chega a R$ 1.796.150,82, destinado para a obra e aquisição de mobiliário. A ministra da Mulher, Márcia Lopes, destacou a importância da parceria entre os governos para proteger as mulheres. “Esta parceria do governo federal com o Governo do Distrito Federal é fundamental. Sem essa unidade, sem essa corresponsabilização, sem essa coparticipação, nós não venceremos a agenda das mulheres”, afirmou. A unidade de Sobradinho II conta com salas de atendimento, brinquedoteca com fraldário, recepção, copa, depósito, salas administrativas, espaço de convivência interno e externo com paisagismo e estacionamento | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília “Queremos que as mulheres que venham para esse centro de referência se sintam protegidas e cuidadas, e, mais ainda, se sintam protagonistas de uma vida melhor, que elas se integrem na prevenção, no cuidado, no trabalho e no aprendizado permanente para que elas ajudem a construir e a desenvolver melhor Sobradinho e todas as cidades aqui do Distrito Federal”, acrescentou, em referência aos outros três centros recém-inaugurados na capital. Com 312,42 m² de área construída em um terreno de 1.353,46m², a unidade de Sobradinho II conta com salas de atendimento, brinquedoteca com fraldário, recepção, copa, depósito, salas administrativas, espaço de convivência interno e externo com paisagismo e estacionamento. O projeto foi executado conforme o padrão de tipologia III, que considera a população da região administrativa. O novo CRMB fica no endereço AE 06 COER Quadra 01 Setor Oeste, próximo de pontos de ônibus e ao lado do Centro de Referência de Assistência Social (Cras) de Sobradinho II. A estrutura é acessível para pessoas com deficiência com rampas, corrimãos e banheiros exclusivos, garantindo o conforto e a segurança daqueles que mais precisam. Espaços de acolhimento e prevenção “Só quem sente a dor de uma agressão, seja física, emocional ou financeira, sabe o quanto é difícil sair disso sozinha. E quando esses atendimentos são oferecidos gratuitamente, para mulheres que muitas vezes não teriam condições de pagar, isso se torna um verdadeiro salvamento", diz Gleice Suzene | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília Os equipamentos de proteção à mulher funcionam de segunda a sexta-feira, das 9h às 18h, como pontos de apoio e orientação em situação de violência, com atendimento gratuito e espontâneo. A equipe multidisciplinar é composta por psicólogos, assistentes sociais, pedagogos e educadores sociais. Entre os serviços ofertados estão escutas qualificadas, análise das demandas das vítimas e encaminhamentos para apoio de órgãos parceiros, além de formação e capacitação profissional, com palestras, cursos e rodas de conversa, para auxiliar na superação de situações de vulnerabilidade e violência. [LEIA_TAMBEM] A empreendedora Gleice Suzene, 43 anos, acredita que o centro de assistência contribuirá com o desenvolvimento econômico e a autoestima das moradoras de Sobradinho II e de cidades próximas. Ela é presidente da Associação Feira D'Elas DF, que reúne cerca de 40 artesãs e manualistas, e se disponibiliza para oferecer formações no local. “Não tenho dúvidas de que muitas situações vão ser transformadas a partir desse trabalho. E a Feira D’Elas já está de portas abertas para contribuir com atividades, oficinas e com profissionais parceiros que já atuam com a gente e podem somar muito aqui também”, salienta. Para Gleice, o acolhimento e a prevenção são os pontos-chave para a mudança da sociedade. “Só quem sente a dor de uma agressão, seja física, emocional ou financeira, sabe o quanto é difícil sair disso sozinha. E quando esses atendimentos são oferecidos gratuitamente, para mulheres que muitas vezes não teriam condições de pagar, isso se torna um verdadeiro salvamento. É uma chance real de recomeçar”, complementa. “Essa Casa da Mulher Brasileira será um lugar de acesso fácil, gratuito, onde essas mulheres vão ter nas mãos as informações e o apoio de que precisam. E, com isso, suas decisões vão mudar, suas vidas vão mudar.” Além dos novos CRMBs, o DF conta com a Casa da Mulher Brasileira de Ceilândia, inaugurada em 2021 por este GDF. O espaço funciona 24 horas e promove bem-estar e acolhimento às pessoas em situações de violência. O local dispõe de alojamento, oferecido por até 48h – às vítimas e suas filhas, de qualquer idade, e filhos de até 12 anos, com 14 camas, cozinha, uma sala de televisão, brinquedoteca, salas para oficinas e cursos, laboratório de informática com computadores e acesso à internet e auditório.

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