Resolução fortalece atuação integrada da segurança pública junto à população em situação de rua
Uma medida importante para atuação das forças de segurança pública em ocorrências envolvendo pessoas em situação de rua foi publicada na Resolução nº6, no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) desta segunda-feira (22). A norma foi aprovada pelo Conselho Distrital de Segurança Pública (Condisp), órgão colegiado que é vinculado à Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF). O documento propõe aos órgãos integrantes da segurança pública do Distrito Federal diretrizes para a formulação, articulação, monitoramento e avaliação da política de segurança pública voltada para a promoção da prevenção e repressão da violência e da criminalidade em face da população em situação de rua. A elaboração da resolução foi feita de forma colaborativa entre órgãos como SSP, Ministério Público, TJDFT, DPDF e OAB | Foto: Divulgação/SSP-DF A elaboração da resolução foi feita de forma colaborativa e fundamentada em estudos técnicos que apontaram o aumento do envolvimento da população em situação de rua em ocorrências graves, especialmente homicídios, tanto na condição de vítimas quanto de autore, e precedida por um extenso processo de diálogo e estudos conduzidos pelo Condisp, que reúne representantes da SSP, forças de segurança, Ministério Público, Tribunal de Justiça do DF e Territórios (TJDFT), Defensoria Pública, OAB/DF, entidades de classe dos profissionais de segurança pública e representantes da sociedade civil. O trabalho teve origem na necessidade de aperfeiçoar os protocolos de atuação junto à população em situação de rua, garantindo segurança jurídica aos agentes públicos e maior efetividade às ações de prevenção da violência. Ao longo das discussões, foram considerados diagnósticos locais, normativos federais, decisões do Supremo Tribunal Federal (STF) e instrumentos de governança voltados à proteção da população em situação de rua, consolidando uma proposta que reconhece a complexidade do tema e reforça a atuação integrada entre segurança pública, assistência social e saúde como caminho para respostas mais eficazes e humanizadas. “Estamos trazendo um tema complexo para dentro do planejamento institucional, com base em dados, diálogo e responsabilidade” Alexandre Patury, secretário de Segurança Pública e presidente do Condisp Para o secretário de Segurança Pública do Distrito Federal e presidente do Condisp, Alexandre Patury, a aprovação da norma representa um marco para a gestão da segurança pública no DF. “Essa resolução representa um marco para a segurança pública do Distrito Federal. Estamos trazendo um tema complexo para dentro do planejamento institucional, com base em dados, diálogo e responsabilidade. É uma medida que busca proteger vidas e conferir segurança jurídica à atuação dos nossos profissionais”, destacou. Para o secretário executivo de Segurança Pública e conselheiro do Condisp, Paulo André Vieira, o processo de elaboração fortaleceu a legitimidade e a efetividade da medida. “O grande diferencial desta iniciativa é a sua construção coletiva. O texto foi debatido, revisado e aprimorado por diversos órgãos, o que garante legitimidade, qualidade técnica e alinhamento institucional. Trata-se de uma solução construída a muitas mãos, com foco em resultados e respeito aos direitos fundamentais”, afirmou. A juíza auxiliar da 1ª Vice-Presidência do TJDFT, Marília Guedes, ressaltou a importância da normativa: “O TJDFT, como membro do Condisp, propôs e debateu as diretrizes que passam a reger a temática da segurança pública e da população em situação de rua no DF, importante política de prevenção criminal e de acompanhamento das ações governamentais protetivas voltadas para este espectro tão vulnerável de jurisdicionados. Com a edição do marco normativo, inaugura-se uma nova etapa de integração das políticas públicas e judiciárias neste sentido. O TJDFT seguirá colaborando para o desenvolvimento das medidas ali previstas, em especial para que o atendimento àqueles jurisdicionados vulneráveis seja feito com eficácia e humanidade”. O conselheiro do Condisp, Valmir Lemos, ressaltou que a resolução vai contribuir com o trabalho dos servidores: “A questão que envolve as pessoas que se encontram vivendo nas ruas é complexa e a resolução busca otimizar os resultados das políticas sociais vigentes. A iniciativa do Condisp de propor diretrizes para os órgãos da segurança pública contribui para que os agentes públicos ampliem as ações de prevenção da violência, em articulação com as áreas de assistência social e saúde”. A medida protege vidas e confere segurança jurídica aos profissionais do GDF [LEIA_TAMBEM]Governança Criado pela Lei Distrital nº 6.430/2019, o Condisp integra o Sistema Único de Segurança Pública (Susp) e atua como órgão permanente, consultivo, propositivo e de acompanhamento social da Política Distrital de Segurança Pública. Com reuniões bimestrais e calendário anual previamente definido, o colegiado tem entre suas atribuições a elaboração de estudos, o acompanhamento de ações voltadas para o aumento da eficiência das políticas setoriais e a proposição de diretrizes para a prevenção e o enfrentamento da violência e da criminalidade. A composição plural do Condisp reúne representantes de órgãos públicos, instituições do sistema de justiça, carreiras da segurança pública, entidades de classe, conselhos comunitários, grupos de pesquisa e organizações da sociedade civil, consolidando um espaço democrático de diálogo, participação social e construção coletiva de soluções para a segurança pública do Distrito Federal. *Com informações da SSP-DF
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Novo critério orienta abordagens policiais e reforça proteção à população em situação de rua
Portaria publicada nesta quinta-feira (12) no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) estabelece critério objetivo para a realização de abordagem policial no âmbito do DF. A medida, que passa a orientar de forma padronizada as abordagens policiais em todo o DF, garante maior segurança jurídica às equipes e reforça a proteção da população — especialmente daquela em situação de rua — , foi assinada de forma conjunta entre a Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF) e a Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF). Nova portaria tem como objetivo uniformizar os procedimentos policiais, ampliando a transparência | Fotos: Divulgação/SSP-DF A portaria responde dúvidas operacionais surgidas após recomendações anteriores do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) que geraram interpretações distintas sobre a caracterização de fundada suspeita. Com a definição expressa do critério, a SSP-DF busca uniformizar procedimentos e ampliar a transparência institucional. “A medida não amplia poderes, ela qualifica a atuação, reduz margem de interpretação e preserva vidas, especialmente de quem está em maior situação de vulnerabilidade” Sandro Avelar, secretário de Segurança Pública A norma define que o porte aparente, ostensivo ou velado de arma de fogo ou arma branca configura elemento apto a caracterizar fundada suspeita, nos termos do artigo 244 do Código de Processo Penal. A medida entra em vigor na data de sua publicação e passa a orientar de forma padronizada a atuação das equipes em campo. Direitos humanos A iniciativa foi construída a partir de estudos técnicos da SSP-DF que identificaram aumento significativo de crimes envolvendo a população em situação de rua, especialmente com uso de arma branca — tanto tendo essas pessoas como vítimas quanto como autoras, em um contexto marcado por vulnerabilidade social. Operações que envolvam abordagens são pautadas na preservação dos direitos de quem está em situação vulnerável Para o secretário de Segurança Pública, Sandro Avelar, a portaria representa um avanço institucional ao conciliar eficiência operacional e respeito aos direitos humanos. “Estamos estabelecendo um critério objetivo, técnico e juridicamente respaldado”, explica. “Isso protege o cidadão, protege o policial e fortalece nossa política pública de segurança baseada em evidências. A medida não amplia poderes, ela qualifica a atuação, reduz margem de interpretação e preserva vidas, especialmente de quem está em maior situação de vulnerabilidade.” “Quando falamos em população em situação de rua, falamos de pessoas expostas a risco constante. A atuação permanece orientada pelos princípios da necessidade e do respeito aos direitos humanos” Alexandre Patury, secretário-executivo de Segurança Pública O gestor detalha a ação: “As abordagens não serão feitas de forma arbitrária, nem fundadas em apontamentos pessoais. Serão realizadas em razão de comportamentos e circunstâncias objetivas que levem o policial a suspeitar do porte de arma de fogo ou arma branca com potencial de cometimento de crime. Ninguém está mais exposto do que a própria população em situação de rua. Os homicídios, latrocínios, feminicídios e até estupros têm atingido esse grupo, muitas vezes com uso de arma branca”. O secretário-executivo de Segurança Pública, Alexandre Patury, enfatiza que a medida tem caráter preventivo e humanizado: “Quando falamos em população em situação de rua, falamos de pessoas expostas a risco constante. Ao estabelecer um critério claro para intervenção em casos de porte de arma, estamos prevenindo crimes e protegendo vidas. A atuação permanece orientada pelos princípios da necessidade e do respeito aos direitos humanos”. Segurança jurídica A comandante-geral da PMDF, coronel Ana Paula Habka, lembra que a norma traz clareza operacional às equipes. “O policial precisa de segurança jurídica para agir quando a situação exige”, pontua. “A portaria elimina dúvidas, padroniza procedimentos e assegura que a abordagem ocorra sempre com base em critério objetivo, observando legalidade, proporcionalidade e respeito à dignidade humana. Preparamos nossos policiais para abordar com respeito à dignidade humana. A norma assegura que a atuação seja objetiva, técnica, mas jamais discriminatória”. [LEIA_TAMBEM]Em 2025, de acordo com dados do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), o Distrito Federal foi a unidade federativa com menor letalidade policial, o que reflete o uso proporcional da força pelas corporações, de protocolos operacionais e o investimento em práticas alinhadas aos direitos humanos. De acordo com Ana Paula Habka, apenas em 2025 foram apreendidas mais de 1,5 mil armas de fogo e mais de 5 mil armas brancas no DF, demonstrando a capacidade operacional da corporação aliada à necessidade de respaldo normativo claro. Condisp A criação da portaria foi tema de debate no âmbito do Conselho Distrital de Segurança Pública (Condisp), com participação de órgãos de controle. O Condisp é um dos integrantes estratégicos do Sistema Único de Segurança Pública (Susp). É de natureza consultiva, propositiva e de acompanhamento social sobre a política de segurança pública do Distrito Federal, com a participação de órgãos públicos, entidades de classe e sociedade civil. As reuniões são bimestrais. O calendário com as datas dos encontros já está definido. *Com informações da Secretaria de Segurança Pública
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Conselho Distrital de Segurança Pública reforça atuação integrada no enfrentamento à violência no DF
A Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF), por meio do Conselho Distrital de Segurança Pública (Condisp), reforçou nesta terça-feira (27) a atuação integrada entre as forças de segurança, o sistema de Justiça e a sociedade civil, com foco na construção de soluções conjuntas para o enfrentamento à violência no Distrito Federal. A iniciativa reúne representantes da Polícia Militar (PMDF), da Polícia Civil (PCDF), do Poder Judiciário, do Ministério Público do DF e Territórios (MPDFT), da Ordem dos Advogados do Brasil Seccional DF (OAB-DF) e da Defensoria Pública (DPDF), além de membros da sociedade civil organizada. Entre os temas discutidos, ganharam destaque a necessidade de ampliar o diálogo institucional e o tratamento humanizado nas políticas de segurança pública, especialmente no que se refere à população em situação de rua. O debate ocorre em um contexto de análise dos dados de criminalidade no Distrito Federal, com atenção específica aos registros de homicídios registrados em 2025. Sandro Avelar (C), secretário de Segurança Pública: "O enfrentamento à violência exige atuação integrada e responsabilidade institucional" | Foto: Divulgação/SSP-DF O Condisp está analisando, de forma técnica e integrada, o aumento significativo do envolvimento de pessoas em situação de rua em casos de homicídio no DF, tanto na condição de vítimas quanto na de autores. A abordagem busca compreender o fenômeno em sua complexidade, considerando o caráter heterogêneo desse grupo populacional e os múltiplos fatores sociais envolvidos. “O enfrentamento à violência exige atuação integrada e responsabilidade institucional. O Conselho Distrital de Segurança Pública tem aprofundado a análise dos dados e promovido o diálogo entre forças de segurança, o sistema de Justiça e a sociedade civil, com atenção especial ao tratamento humanizado e às ações de segurança pública voltadas à população em situação de rua”, destacou o secretário de Segurança Pública do DF, Sandro Avelar. [LEIA_TAMBEM]Para enfrentar esse cenário, o conselho tem promovido a articulação entre os órgãos de segurança pública, o sistema de Justiça e instituições parceiras, com o objetivo de alinhar estratégias voltadas à manutenção da ordem pública, à garantia da segurança e à proteção de direitos, sem abrir mão do olhar humanizado. O debate reflete um esforço conjunto para identificar caminhos e mitigar as causas da violência, com responsabilidade técnica, sensibilidade social e cooperação institucional, reforçando o compromisso do Distrito Federal com políticas de segurança pública integradas e eficazes. *Com informações da SSP-DF
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Parceria na Segurança Pública busca aperfeiçoamento das políticas distritais
Representantes da Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF) e do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) participaram, nesta quarta-feira (3), da 30ª Reunião Ordinária do Conselho Distrital de Segurança Pública (Condisp). A reunião marca a consolidação de uma segurança pública orientada por legalidade, cooperação e construção coletiva. “Realizar a 30ª Reunião Ordinária do Condisp no Ministério Público reforça nosso compromisso com uma segurança pública integrada, orientada pela legalidade e pelo diálogo permanente entre instituições”, declarou o secretário de Segurança Pública, Sandro Avelar, que preside o Condisp. Reunião contou com apresentação de ações adotadas em conjunto para prestar atendimento à população em situação de rua | Foto: Divulgação/SSP-DF “As ações das forças de segurança são conduzidas de maneira estratégica, fundamentadas em princípios de boa governança, inteligência, integração e interlocução contínua com todos os atores envolvidos na temática”, prosseguiu o titular da SSP-DF. “A cooperação com o MPDFT, especialmente no planejamento de operações e grandes eventos, tem ampliado a eficiência e a legitimidade das entregas à população.” “O enfrentamento da violência exige uma agenda articulada e constante. A cooperação entre as instituições é essencial para transformar ações isoladas em avanços permanentes para toda a sociedade” Georges Seigneur, procurador-geral de Justiça do Distrito Federal e Territórios Durante o encontro, foram apresentadas as ações que o MPDFT e a SSP-DF estão adotando com vistas à prestação de atendimento humanizado à população em situação de rua. Também foi feita a entrega do Diploma de Honra ao Mérito a conselheiros e personalidades indicadas. “Uma das finalidades do Condisp é propor diretrizes para políticas públicas de segurança e defesa social, por isso é tão importante a participação das entidades e da sociedade civil”, reforçou Avelar. Em sua fala, o procurador-geral de Justiça do Distrito Federal e Territórios, Georges Seigneur, enfatizou a relevância de uma atuação conjunta na elaboração de soluções voltadas ao combate à violência no DF: “O enfrentamento da violência exige uma agenda articulada e constante. A cooperação entre as instituições é essencial para transformar ações isoladas em avanços permanentes para toda a sociedade”. Políticas públicas [LEIA_TAMBEM]As reuniões do Condisp são bimestrais, e o calendário anual já está definido. Com o novo formato itinerante e o fortalecimento da aliança com o MPDFT, o Conselho reafirma o papel estratégico como instância de formulação, articulação e monitoramento das políticas de segurança pública do DF — sempre pautado pela cooperação entre instituições, pelo controle social e pelo compromisso permanente com a defesa da legalidade e da vida. Criado pela Lei Distrital nº 6.430/2019, o Condisp integra o Sistema Único de Segurança Pública (Susp) e atua como órgão permanente, consultivo, propositivo e de acompanhamento social da Política Distrital de Segurança Pública. Entre suas competências essenciais estão a elaboração de estudos e ações voltadas ao aumento da eficiência das políticas setoriais, bem como a proposição de diretrizes para a prevenção e repressão da violência e criminalidade. Sua composição plural, que reúne órgãos públicos, carreiras de segurança, entidades de classe, conselhos comunitários, grupos de pesquisa e sociedade civil organizada, solidifica o caráter participativo e democrático deste espaço de governança. *Com informações da Secretaria de Segurança Pública
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Conselho Distrital cria condecoração para incentivar atuação integrada na política de segurança pública
O Conselho Distrital de Segurança Pública (Condisp), gerido pela Secretaria de Segurança Pública do DF (SSP-DF) instituiu o Diploma de Honra ao Mérito. O objetivo é reconhecer a relevância do serviço público prestado por conselheiros, representantes de órgãos e entidades, bem como servidores da Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal que contribuem para o funcionamento do colegiado e para a consolidação da Política Distrital de Segurança Pública. A criação foi publicada no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) desta sexta-feira (29), por meio da Resolução nº05. O diploma será concedido em sessão solene, no início das reuniões ordinárias, e terá a lista de agraciados publicada no site da SSP-DF. A indicação dos nomes poderá ser feita pelo presidente e pelos conselheiros titulares, com aprovação em plenária. A primeira entrega está prevista para ocorrer durante a 30ª Reunião Ordinária do Conselho, em novembro deste ano. Para o secretário Sandro Avelar, "essa valorização é fundamental para estimular ainda mais a integração entre os órgãos que compõem o sistema de segurança e defesa social do DF" | Foto: Divulgação/SSP-DF “O Diploma de Honra ao Mérito representa o reconhecimento da dedicação e do compromisso de todos que contribuem para o fortalecimento da política distrital de segurança pública. Essa valorização é fundamental para estimular ainda mais a integração entre os órgãos que compõem o sistema de segurança e defesa social do DF”, ressalta o secretário de Segurança Pública do DF, Sandro Avelar. O secretário-executivo Institucional e de Políticas de Segurança Pública, Thiago Costa, ressaltou o caráter integrador da iniciativa. “O Condisp é um espaço de diálogo e construção coletiva, e esse diploma reforça a importância da atuação conjunta. A homenagem traduz a gratidão e o incentivo a todos que se dedicam diariamente para que a política de segurança pública seja efetiva e transformadora.” "O Condisp é um espaço de diálogo e construção coletiva, e esse diploma reforça a importância da atuação conjunta" Thiago Costa, secretário-executivo Institucional e de Políticas de Segurança Pública Criado pela Lei Distrital nº 6.430, de 19 de dezembro de 2019, o Conselho Distrital de Segurança Pública é um órgão colegiado permanente, com caráter consultivo, propositivo e de acompanhamento social das políticas de segurança pública. O Condisp reúne representantes das forças de segurança do DF, do sistema penitenciário, do Poder Judiciário, do Ministério Público, da Defensoria Pública, da Ordem dos Advogados do Brasil, da Casa Civil e outras Secretarias de Governo do DF , além de órgãos do governo federal e entidades de classe das carreiras ligadas à segurança pública. A principal função do colegiado é propor diretrizes para a Política Distrital de Segurança Pública, voltadas à prevenção e repressão da violência e da criminalidade, além de acompanhar a execução dessas ações em todo o Distrito Federal. * Com informações da SSP-DF
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Inscrições prorrogadas para o Conselho Distrital de Segurança Pública
As inscrições para o processo eleitoral do Conselho Distrital de Segurança Pública (Condisp) foram prorrogadas até a próxima sexta-feira (1º/11). A seleção visa eleger oito representantes de associações e sindicatos das forças de segurança pública do Distrito Federal, incluindo o Departamento de Trânsito (Detran-DF) e a Secretaria de Administração Penitenciária (Seape). Além disso, seis vagas estão reservadas para representantes de associações da sociedade civil, núcleos de estudo, grupos de pesquisa, universidades e conselhos comunitários dedicados à promoção de políticas nas áreas de direitos humanos, cultura de paz e prevenção da violência e da criminalidade. Podem se candidatar ao Conselho Distrital de Segurança Pública entidades de caráter associativo ou sindical das forças de segurança pública do DF e órgãos vinculados | Foto: Divulgação/SSP-DF O Condisp é um órgão colegiado responsável pelo acompanhamento social das atividades de segurança pública, propondo diretrizes para a promoção da segurança e defesa social, além da prevenção e repressão à violência no Distrito Federal. Ao todo, o conselho é composto por 34 conselheiros titulares e presidido pelo titular da Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF), Sandro Avelar. Segundo o regulamento, podem se candidatar entidades de caráter associativo ou sindical das forças de segurança pública do DF e órgãos vinculados que atendam aos seguintes critérios: possuir personalidade jurídica própria, estar regularmente constituído e registrado há pelo menos um ano, ter como objetivo a defesa dos interesses dos trabalhadores das instituições indicadas no edital e não ter fins lucrativos. Os interessados devem enviar um e-mail para condisp@ssp.df.gov.br, anexando o formulário de inscrição, disponível no site da SSP-DF, com os documentos solicitados no edital, até 1º de novembro. Dúvidas podem ser esclarecidas pelo e-mail ou pelos telefones (61) 3441-8256 /8262 e 99249-2348. *Com informações da Secretaria de Segurança Pública
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Sai resultado preliminar da seleção de conselheiros de segurança pública
O resultado preliminar do processo seletivo para a composição do Conselho Distrital de Segurança Pública (Condisp) foi divulgado nesta sexta-feira (14). A lista completa pode ser conferida na edição do Diário Oficial do Distrito Federal (DODF). [Olho texto=”“O Condisp é o órgão responsável pela realização de estudos e ações com o objetivo de aumentar a eficiência na execução da política distrital de segurança pública e na prevenção e repressão da violência e criminalidade”” assinatura=”Delegado Júlio Danilo, secretário de Segurança Pública e presidente do Condisp” esquerda_direita_centro=”direita”] Entidades de classe, como sindicatos e associações, das forças de segurança pública do DF e órgãos vinculados, bem como entidades ou organizações da sociedade civil, núcleos de estudo, grupos de pesquisa, universidades e conselhos comunitários puderam participar da seleção para os 26 cargos disponíveis. “O processo ocorreu de forma virtual e hoje temos o resultado preliminar para o preenchimento das vagas deste conselho que é de extrema importância para a segurança pública do DF. O Condisp é o órgão responsável pela realização de estudos e ações com o objetivo de aumentar a eficiência na execução da política distrital de segurança pública e na prevenção e repressão da violência e criminalidade”, explica o secretário de Segurança Pública e presidente do Condisp, delegado Júlio Danilo. Um dos objetivos do conselho é propor diretrizes para políticas públicas de segurança pública e defesa social. “Desta forma, é importante a participação de entidades e segmentos diversos, além da sociedade civil”, completa o secretário. Prazo recursal A partir de segunda-feira (17), será aberto o prazo recursal para entidades que não tiveram a candidatura validada. O prazo seguirá até 21 de outubro. O recurso deve ser enviado para o endereço eletrônico condisp@ssp.df.gov.br. *Com informações da Secretaria de Segurança Pública
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Vagas abertas para o Conselho Distrital de Segurança Pública
Interessados em pleitear uma das 28 vagas para participar do Conselho Distrital de Segurança Pública (Condisp), como titular ou suplente, poderão se inscrever até a próxima sexta-feira (7), por meio do preenchimento do formulário que está disponível no site Secretaria de Segurança Pública do DF. Após preenchimento, o pedido de inscrição deverá ser encaminhado para o e-mail condisp@ssp.df.gov.br, juntamente com a documentação indicada no edital, também disponível no link acima. Não serão aceitos pedidos de inscrição apresentados fora do prazo ou dos meios previstos pelo edital. [Olho texto=”Um dos objetivos do Condisp é propor diretrizes para a política distrital de segurança pública voltadas à promoção da segurança pública e à prevenção e repressão da violência e da criminalidade” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”direita”] Podem se inscrever entidades de classe – como sindicatos e associações – representantes dos servidores das forças de segurança pública do Distrito Federal e órgãos vinculados. O processo também prevê vagas para entidades ou organizações da sociedade civil, núcleos de estudo, grupos de pesquisa, universidades e conselhos comunitários. A divulgação das candidaturas válidas será feita no dia 14 de outubro. Os resultados dos recursos e homologação do processo ocorrerá no dia 2 de dezembro. Um dos objetivos do Condisp é propor diretrizes para a política distrital de segurança pública voltadas à promoção da segurança pública e à prevenção e repressão da violência e da criminalidade. O conselho é um dos integrantes estratégicos do Sistema Único de Segurança Pública (SUSP) e tem natureza consultiva, propositiva e de acompanhamento social sobre a Política de Segurança Pública do Distrito Federal. Serviço Últimos dias para inscrição no processo seletivo para participar do Condisp Público-alvo: entidades de caráter associativo ou sindical das forças de Segurança Pública do DF e órgãos vinculados e entidades ou organizações da sociedade civil Prazo final: sexta-feira (7) Vagas Entidades de classe a) representante dos oficiais da PMDF – 01 vaga para titular e 01 vaga para suplente b) representante dos praças da PMDF – 01 vaga para titular e 01 vaga para suplente c) representante da carreira dos delegados da PCDF – 01 vaga para titular e 01 vaga para suplente d) representante das demais carreiras da PCDF – 01 vaga para titular e 01 vaga para suplente e) representante dos oficiais do CBMDF – 01 vaga para titular e 01 vaga para suplente f) representante dos praças do CBMDF – 01 vaga para titular e 01 vaga para suplente g) representante dos agentes de trânsito do Detran/DF – 01 vaga para titular e 01 vaga para suplente h) representante dos agentes de atividades penitenciárias do Distrito Federal – 01 vaga para titular e 01 vaga para suplente Sociedade civil a) entidades ou organizações da sociedade civil – 02 vagas para titular e 02 vagas para suplente b) núcleos de estudo e grupos de pesquisa – 01 vaga para titular e 01 vaga para suplente c) universidades – 01 vaga para titular e 01 vaga para suplente d) conselhos comunitários – 02 vagas para titular e 02 vagas para suplente *Com informações da SSP
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