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Controladoria-Geral do DF (CGDF)

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Participa DF recebe 42 manifestações por hora

O Participa DF recebeu, em média, 42 manifestações por hora no primeiro semestre de 2026. O volume representa cerca de mil registros por dia e resultou em 181.881 manifestações entre janeiro e junho deste ano. O número é 10,09% superior ao registrado no mesmo período de 2025, quando a plataforma contabilizou 165.216 atendimentos. O crescimento indica maior participação dos cidadãos nos canais de ouvidoria do Governo do Distrito Federal. Por meio do Participa DF, a população pode registrar solicitações, sugestões, elogios, reclamações e denúncias relacionadas a serviços públicos, programas governamentais, infraestrutura urbana, transporte coletivo e diversos outros temas da administração pública. O Participa DF recebeu 181.881 manifestações entre janeiro e junho deste ano | Foto: Lucio Bernardo Jr./Agência Brasília  Atualmente, a plataforma conta com mais de 1,1 milhão de usuários cadastrados. Desse total, 14.384 são pessoas jurídicas e os demais, pessoas físicas. Entre os assuntos mais demandados no primeiro semestre deste ano estão o Cartão Uniforme Escolar, temas relacionados a servidores públicos, manifestações, e conduta de motoristas de ônibus. O período também registrou aumento de 3,2% nos elogios encaminhados pelos usuários, indicador que reflete o reconhecimento de serviços e atendimentos prestados pelos órgãos do GDF. Os dados reforçam o papel das ouvidorias como ferramenta de escuta da população e apoio à melhoria dos serviços públicos. Cada manifestação é analisada pelos órgãos responsáveis, contribuindo para identificar demandas, corrigir falhas e aprimorar políticas públicas. Apesar de o prazo legal para resposta ser de até 20 dias, o tempo médio de retorno ao cidadão no primeiro semestre de 2026 foi de 10,5 dias, praticamente a metade do prazo previsto em lei. *Com informações da Controladoria-Geral do Distrito Federal

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Auditoria impede prejuízo de mais de R$ 1 milhão no transporte público do DF

Uma auditoria da Controladoria-Geral do Distrito Federal (CGDF) identificou uma situação de uso indevido, por usuários, de cartões de gratuidade para pessoas com deficiência (PcD) em ônibus e no metrô. A situação tinha potencial de gerar prejuízos de aproximadamente R$ 1 milhão ao ano, o que possibilitou a implementação de medidas que hoje asseguram mais eficiência e melhor aplicação dos recursos no transporte público para ônibus e metrô. A partir desse diagnóstico, a Secretaria de Transporte e Mobilidade (Semob-DF) publicou novas normas. A Portaria nº 131/2025, que regulamenta o uso e a fiscalização dos cartões de gratuidade, estabelece intervalos mínimos entre uma validação e outra no mesmo veículo ou estação e define um teto de utilizações diárias compatível com o deslocamento real do beneficiário. Além disso, a nova regra detalhou os procedimentos de biometria facial e o cruzamento de dados, fazendo com que a inconsistência entre a foto da biometria e o cadastro gere o bloqueio automático do cartão. “As pessoas não entendem muito bem o papel de uma auditoria. Esse é o papel. Nós encontramos possíveis irregularidades ou falta de controle que podem gerar prejuízos e apontamos um caminho de acerto ao órgão, como foi o caso da Semob, que prontamente resolveu a situação. Esse trabalho permitiu que a gratuidade seja um direito respeitado, e não um caminho para fraudes”, destaca o controlador-geral do DF, Daniel Lima. O resultado impacta cada morador do DF. Combate à fraude, uso correto do dinheiro público e garantia contínua de direitos com o benefício para quem realmente precisa de gratuidade. A atuação não apenas interrompeu o prejuízo financeiro causado pelo uso irregular, como também impulsionou a modernização do sistema, com novas regras e tecnologias de fiscalização | Foto: Arquivo/Agência Brasília Ian Harun, artista e usuário do transporte público, destaca a importância para quem usa: “Acho superimportante que tenha esse controle, que haja essa fiscalização, porque muitas pessoas acabam agindo de má-fé. É fundamental que tenha um órgão que assegure isso, porque muitas pessoas dependem disso para ir trabalhar, estudar ou ir para a faculdade.” A atuação não apenas interrompeu o prejuízo financeiro causado pelo uso irregular, como também impulsionou a modernização do sistema, com novas regras e tecnologias de fiscalização. As melhorias impactam diretamente cerca de mais de 1 milhão de usuários. Apenas em 2025, o sistema de bilhetagem registrou mais de 21,5 milhões de acessos de pessoas com deficiência e acompanhantes ao transporte público coletivo do DF. Para a secretária de Transporte e Mobilidade do DF, Sandra Holanda, é fundamental que haja um rigoroso controle e fiscalização constante no uso dos cartões de gratuidade, para garantir o bom funcionamento do transporte público coletivo no Distrito Federal. “Medidas como as auditorias da CGDF, a fiscalização da Semob e as normas de uso dos cartões, como intervalos mínimos entre validações, limites diários e biometria facial, modernizam o sistema e combatem fraudes, otimizando recursos públicos. Assim, asseguramos um transporte mais justo, eficiente e sustentável para todos os brasilienses", disse Sandra Holanda. “Você pode não ver o auditor no dia a dia, mas percebe o resultado quando o recurso público é melhor utilizado. Nosso trabalho não se limita a constatar problemas, atuamos para impulsionar melhorias. Neste trabalho, contribuímos para o avanço de soluções como biometria e análise de dados, fortalecendo a prevenção de irregularidades e tornando o sistema mais seguro, eficiente e justo para todos”, destaca a subcontroladora de Controle Interno da CGDF, Graziella Brunale. Maio é o Mês Internacional de Conscientização Profissional da Auditoria Interna. No Distrito Federal, o trabalho de auditoria vai além da fiscalização: ele contribui diretamente para a melhoria dos serviços públicos oferecidos à população. É um trabalho muitas vezes não visto pela sociedade, mas que gera resultados para o DF. *Com informações da CGDF

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GDF recebe mais de 2 mil pedidos de acesso à informação por mês

Garantir o direito de acesso à informação no Distrito Federal vai muito além de responder pedidos feitos pela população. O aniversário da Lei de Acesso à Informação no DF (Lei nº 4.990/2012), que entrou em vigor em 12 de abril de 2013, destaca uma atuação contínua, técnica e muitas vezes silenciosa. Os dados demonstram o reflexo do trabalho do Governo do Distrito Federal (GDF) para facilitar a participação da população, por meio da Lei de Acesso à Informação (LAI). Entre 2022 e 2025, o Distrito Federal registrou crescimento de 251% nos pedidos de acesso à informação, passando de 7.759 solicitações em 2022 para 27.256 em 2025, de acordo com dados do Painel de Transparência Passiva do DF. Isso representa mais de 2 mil solicitações por mês. É importante destacar que em dezembro de 2021 foi lançado o Participa DF, que unificou os pedidos de acesso à informação e de ouvidoria em um endereço com um só login e trazendo muitas facilidades no uso do sistema. Além do aumento expressivo na demanda, a administração pública vem respondendo de forma mais ágil: o tempo médio de atendimento caiu de 12 para nove dias, o que representa o uso de apenas 45% do prazo máximo previsto em lei, demonstrando maior eficiência no atendimento ao cidadão. Esse trabalho de bastidores é realizado por servidores públicos. Ao receber um pedido de acesso à informação, qualquer unidade do órgão ou entidade pode ser acionada para responder à questão, que muitas vezes pode ter relação com sua área. Para garantir a organização desse trabalho dentro do órgão, temos as Autoridades de Monitoramento da Lei de Acesso à Informação, figuras centrais na consolidação da transparência pública no DF. Na transparência ativa, o governo disponibiliza proativamente informações de interesse público | Foto: Divulgação/CGDF As autoridades são servidores designados pela alta gestão de cada órgão que atuam para garantir o cumprimento da legislação, orientar servidores, acompanhar indicadores de transparência e recomendar melhorias nos processos internos. Ab-Diel Nunes de Andrade, chefe de Transparência e Controle Social da Controladoria da Saúde, explica que em 2025 foram mais de 2.500 solicitações de Lei de Acesso à Informação, mais de 75 mil informações via ouvidoria. “É um desafio porque a gente tem que atender muitas solicitações. Porém, é uma grande satisfação, um grande prazer saber que a informação que sai da Secretaria de Saúde (SES-DF) está chegando à população e, sobretudo, a população que está utilizando a transparência da Secretaria de Saúde, que isso é fundamental para o controle social”. Pedidos de acesso à informação Na transparência ativa, o governo disponibiliza proativamente informações de interesse público. Quando essas informações não estão disponibilizadas, o cidadão pode solicitar por meio de um pedido de acesso à informação (transparência passiva). Pela Lei de Acesso à Informação, o cidadão não precisa apresentar justificativa para solicitar dados públicos, reforçando que o acesso à informação é um direito de todos. Mas o trabalho não se resume apenas a responder às solicitações. Há um grande incentivo para que dados e informações já estejam disponíveis para evitar a necessidade de novas solicitações. “Um bom exemplo disso foi a época da pandemia. A Controladoria-Geral do DF construiu o Portal Covid-19 em tempo recorde e reuniu todos os dados, que foram sendo melhorados ao longo do tempo como número de vagas em hospitais, comorbidades, atendimentos, recuperações e falecimentos. Foi um cenário novo, que pegou a todo o mundo de surpresa, mas o GDF demonstrou que transparência ativa ajuda a salvar vidas”, destacou o controlador-geral do DF, Daniel Lima. “Quando a gente tem uma transparência passiva eficiente, uma ativa eficiente, a gente consegue materializar o compromisso do governo como um todo com o cidadão. Porque não tem como fazer controle social sem uma transparência eficaz, sem uma transparência eficiente que, de fato, atende ao cidadão”, explica Ab-Diel. “Um bom exemplo disso foi a época da pandemia. A Controladoria-Geral do DF construiu o Portal Covid-19 em tempo recorde e reuniu todos os dados, que foram sendo melhorados ao longo do tempo como número de vagas em hospitais, comorbidades, atendimentos, recuperações e falecimentos. Foi um cenário novo, que pegou a todo o mundo de surpresa, mas o GDF demonstrou que transparência ativa ajuda a salvar vidas” Daniel Lima, controlador-geral do DF Ações como essas levaram o Distrito Federal a ser considerado diamante em transparência pública nacionalmente, na avaliação da Associação dos Membros dos Tribunais de Contas do Brasil (Atricon), destacando a transparência, acessibilidade e integridade da gestão. “Aos 13 anos, a LAI se consolida como instrumento estruturante da gestão pública. No Distrito Federal, essa maturidade é reconhecida internacionalmente, com nível ótimo no índice da Transparência Internacional. O resultado reflete o trabalho conjunto da CGDF, das autoridades de monitoramento e dos servidores. Mais do que cumprir a lei, o DF consolidou a transparência como valor de Estado e compromisso permanente com a sociedade”, destaca Rejane Vaz, agente de Monitoramento da Lei de Acesso à Informação e subcontroladora de Transparência e Controle Social da CGDF. Valorizando o trabalho dos agentes de monitoramento da LAI, Ab-Diel ressalta: “Eu assumo dizer que a transparência pública é fundamental, porque só através da transparência você consegue de fato mensurar o crescimento de um órgão público. É nesse processo de crescimento, de transformação, de aprimoramento, que a transparência se torna algo fundamental, porque é a partir dessa transparência que nós conseguimos enxergar um futuro melhor”.   *Com informações da CGDF

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Acordos institucionais fortalecem atuação do sistema de inteligência no Distrito Federal

Com a formalização de dois Acordos de Cooperação Técnica (ACT), celebrados entre a Secretaria de Segurança Pública do DF (SSP-DF) e a Controladoria-Geral do DF (CGDF) e Superintendência da Polícia Rodoviária Federal no DF (PRF-DF), o sistema de inteligência das pastas ganha reforço estratégico. Uma solenidade realizada nesta quarta-feira (16) na sede da SSP-DF para assinatura dos termos marca esse avanço significativo na consolidação do sistema de inteligência no Distrito Federal. Coordenada pela Subsecretaria de Inteligência da SSP-DF, a iniciativa oficializa a integração da CGDF e da PRF como Agências de Inteligência Afins, conforme previsto no artigo 6º do Decreto nº 44.813, de 7 de agosto de 2023. Uma solenidade realizada nesta quarta-feira (16) na sede da SSP-DF para assinatura dos termos marca esse avanço significativo na consolidação do sistema de inteligência no Distrito Federal | Foto: Divulgação/SSP-DF De acordo com o secretário de Segurança Pública do DF, Sandro Avelar, a cooperação institucional é essencial para ampliar o alcance e a efetividade das ações de segurança. “A inteligência é o eixo que articula e orienta as decisões estratégicas. Trabalhar em conjunto com órgãos como a PRF e a CGDF representa um salto de qualidade na nossa capacidade de resposta, além de garantir maior eficiência na gestão pública e na proteção da sociedade. A oportunidade de deixar um bom legado da qual não podemos nos esquivar e fazer a diferença. A maior interessada na integralidade é a sociedade”. A parceria com a Controladoria-Geral do DF também representa uma nova frente de atuação no combate à corrupção e à criminalidade administrativa. “Para nós, que atuamos com auditoria e controle, é fundamental estar à frente dos crimes. Trabalhar com inteligência é evoluir não apenas no controle, mas também na própria segurança pública”, destacou o controlador-geral do DF, Daniel Alves. A superintendente da PRF no DF, Adriana Pivato, também ressaltou a importância da ampliação da atuação em rede devido à assinatura do ACT. “Segurança pública se faz em rede. E quando fortalecemos essa rede com mais instituições e inteligência integrada, todos ganham: a gestão, as forças de segurança e, principalmente, o cidadão.” Os acordos formalizam a união de esforços e a mútua colaboração entre as instituições envolvidas, alinhadas pelo objetivo comum de promover um ambiente mais seguro, transparente e eficiente no Distrito Federal. “A medida contribui para o fortalecimento da governança pública baseada em evidências e inteligência. E um dos nossos objetivos é que, cada vez, outros órgãos passem a integrar essa rede”, finalizou o subsecretário de Inteligência da SSP-DF, Marcelo Portela. *Com informações da Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF)

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Servidores assistem a palestra sobre respostas a demandas da Lei de Acesso à Informação

Servidores da Secretaria DF Legal assistiram, nesta quinta-feira (7), à palestra Insight LAI: respostas de alta qualidade. A iniciativa foi da Controladoria-Geral do Distrito Federal (CGDF), reunindo chefes de todos os setores da pasta. A apresentação se insere no circuito de palestras da CGDF, alinhada com a Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas (ONU), que preconiza a transparência nos órgãos públicos.  Explanação teve como foco a importância da transparência das informações | Foto: Ivonildo Lira/DF Legal “O papel da Controladoria é capacitar o servidor público quanto ao bom atendimento que ele deve dar ao cidadão no dia a dia e dentro do menor prazo possível”, explicou Ostílio Neto, coordenador de Transparência da Controladoria. “Tratar bem e orientá-lo corretamente para que possa buscar informações nos sites institucionais faz com que ele ganhe tempo e tenha informação de qualidade.” Um dos apresentadores da palestra, Filipe da Silva Fonseca, diretor de Acesso à Informação da CGDF, lembrou as principais dificuldades encontradas nas respostas de pedidos feitos via LAI: “Os órgãos e entidades têm o dever de proteger as informações sigilosas. São aquelas que incluem dados pessoais, informações protegidas por legislação e informações classificadas e que podem colocar em risco a segurança do Estado e da sociedade. Fora isso, tudo tem que estar à disposição do cidadão”.  Outro ponto destacado foi a pouca clareza no envio de pedidos de acesso à informação com textos que, na verdade, são denúncias, reclamações ou solicitações de serviços. “Tivemos um aumento de pedidos de acesso à informação neste ano”, relatou o ouvidor José Carlos Bezerra, da DF Legal. “Na maioria dos casos, esses pedidos são meio confusos, o que gera dúvidas. Por isso recorremos à CGDF para esclarecer detalhes importantes da LAI e, com isso, ter mais segurança jurídica”. Ao final da apresentação, os servidores aproveitaram a oportunidade para tirar dúvidas e aprenderem mais sobre o que deve ou não ser disponibilizado nas respostas encaminhadas aos cidadãos. *Com informações da DF Legal  

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Rede de Controle da Gestão Pública do Distrito Federal tem nova coordenação

A Rede de Controle da Gestão Pública do Distrito Federal está sob nova coordenação. Nessa segunda-feira (17), a Controladoria-Geral (CGDF) foi empossada para ocupar o cargo, ficando com a Secretaria de Economia (Seec) a vice-coordenação.  A coordenação da Controladoria-Geral promete ser focada no controle e na governança | Foto: Cristiano Eduardo/ Sindifico Auditor de carreira da CGDF, o novo coordenador, Hamilton Ruggieri, reforçou o compromisso com a transparência e mencionou a importância da cooperação entre os órgãos participantes. Como forma de colaboração propôs “unir os conhecimentos verticais de cada instituição e horizontalizar para a administração como um todo”.   A CGDF sucede a Polícia Civil do DF na presidência da organização. Assim, como os resultados dos últimos dois anos à frente da Rede de Controle, o delegado da Polícia Civil, Leonardo de Castro, relembrou a criação de grupos de trabalho importantes, como o GT de monitoramento do Programa de Descentralização Administrativa e Financeira (Pdaf), o GT de ouvidorias e o GT de comunicação, à frente do lançamento da publicação que orienta a população a fazer contato com os órgãos da Rede para denúncias relacionadas a desvio de recursos públicos.   Após a posse, os membros se reuniram em uma plenária na Escola de Governo do DF (Egov), para apresentar o balanço da última gestão e o plano de ação para o próximo ano.   Foi discutida ainda a formalização do convite à Procuradoria-Geral (PGDF) para ingressar como membro da Rede de Controle da Gestão Pública. Além disso, um novo grupo de trabalho será criado para acompanhar as normas e sistemas que tratam das parcerias com organizações sociais e do terceiro setor. *Com informações da Controladoria-Geral do DF

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Cresce o uso do Portal da Transparência do DF pelo segundo ano consecutivo

Dados de um levantamento feito pela Controladoria-Geral do DF (CGDF) apontam que, de 2022 a 2023, o Portal da Transparência do DF apresentou um aumento de 57% nos acessos e mais de 30% de novos visitantes, indicando que a ideia de modernizar o serviço tornou as consultas às informações disponibilizadas mais atrativas para o cidadão. O crescimento também foi notado no comparativo aos anos 2021 e 2022, quando os acessos aumentaram em 38%. “Acredito que a versão que construímos é de fácil compreensão, deixando o processo bem simplificado. O que faz com que, com dois ou três cliques, o usuário já tenha acesso à informação que busca. Essa facilidade aumenta o uso da ferramenta e até mesmo a curiosidade da população em relação às informações disponibilizadas” Daniel Lima, controlador-geral do DF As informações relacionadas à quantidade de visualizações mostram quantas vezes o portal foi acessado, mas sem que, necessariamente, o internauta tenha interagido com as ferramentas disponíveis. Já os usuários ou visitantes são aqueles acessos em que o cidadão interagiu e utilizou dos serviços do portal. Para o controlador-geral do DF, Daniel Lima, os dados são positivos e motivo de comemoração, considerando que, no dia 3 de abril, é celebrado o Dia da Transparência Pública no DF. “Acredito que a versão que construímos é de fácil compreensão, deixando o processo bem simplificado. O que faz com que, com dois ou três cliques, o usuário já tenha acesso à informação que busca. Essa facilidade aumenta o uso da ferramenta e até mesmo a curiosidade da população em relação às informações disponibilizadas”, afirma. Análise: 2023 x 2022 Fazendo uma análise dos períodos citados, as visualizações foram de 6 milhões, em 2021, para 8,3 milhões, em 2022, chegando em 13,1 milhões em 2023. Já o total de visitantes que utilizaram o portal foi de 55 mil em 2021, para 627 mil em 2022 e alcançando o número de 819 mil em 2023. O Portal da Transparência do DF apresentou um aumento de 57% nos acessos e mais de 30% de novos visitantes, indicando que a ideia de modernizar o serviço tornou as consultas às informações disponibilizadas mais atrativas para o cidadão | Foto: Divulgação/CGDF Com as informações levantadas, pode-se constatar que a versão web (acessada principalmente de computadores) ainda se destaca em relação ao modelo para o celular, tanto nas visualizações da página (8,7 milhões no desktop contra 4,4 milhões no mobile), quanto em usuários (718 mil no desktop e 101 mil no mobile). Embora a versão web continue sendo mais utilizada que a versão mobile, vem sendo notado um crescimento na versão para smartphones. O acesso via celular apresentou um crescimento expressivo. Em 2022 eram 2.145.602 acessos contra 4.439.478 em 2023. Isso representa um aumento de mais de 106% nas visualizações. O cenário já era esperado durante o planejamento da plataforma, conforme explicou a subcontroladora de Transparência e Controle Social da CGDF, Rejane Vaz: “Essa simplificação do uso ajuda bastante quando o mobile é o meio de acesso escolhido, já que planejamos tudo para nos equiparar à tendência mundial de aperfeiçoar a experiência nos smartphones.” Conheça o Portal da Transparência O Portal da Transparência do DF é uma das ferramentas disponibilizadas pela Controladoria-Geral do Distrito Federal (CGDF) para incentivar o Controle Social. É nele que o cidadão pode verificar todos os gastos e investimentos do governo. No portal é possível acessar as aplicações de recursos públicos em áreas como saúde, segurança e educação, remuneração de servidores, dentre outras informações. A primeira versão foi desenvolvida em 2009, pela Secretaria de Fazenda do DF, em atendimento à Lei Complementar nº 131, de 27 de maio de 2009, conhecida como a “Lei da Transparência”. Em 2011, a gestão do portal passou a ser realizada pela Controladoria-Geral do DF. Já foram realizadas três grandes reformulações do portal desde então, sendo que a última foi lançada em outubro de 2019, o que incluiu uma ferramenta de “superbusca”, que facilita ao cidadão encontrar dados rapidamente. Além disso, um dos objetivos é que o site seja um mecanismo que permita ao cidadão conhecer, questionar e atuar, também, como fiscal da aplicação de recursos públicos. “Acreditamos na importância da atuação da sociedade na fiscalização do estado, ou seja, no controle social. O portal é uma das principais ferramentas de transparência ativa, onde a sociedade encontra informações sobre a aplicação dos recursos públicos, fundamentais para o exercício da participação dos cidadãos”, destacou Rejane Vaz. *Com informações da CGDF

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Controladoria promove semana de debates sobre Segurança Institucional

A Controladoria-Geral do DF (CGDF) realizou a 1ª Semana de Segurança Institucional do órgão, de 6 a 8 de março. O evento teve como objetivo divulgar informações sobre segurança, ajudando os servidores, colaboradores e estagiários a se proteger e colaborar para a segurança do órgão. Para o controlador-geral do DF, Daniel Lima, a cultura de segurança institucional deve ser reforçada. “Investir em segurança é fundamental. E não digo isso porque estamos na 1ª Semana de Segurança da CGDF. Eu digo isso porque trabalhamos em um órgão que lida com questões sensíveis como o combate à corrupção, a análise de processos administrativos, denúncias e registros de ouvidoria com teor delicado. Sendo assim, a segurança se torna não apenas uma prioridade, mas uma necessidade incontestável”, disse o controlador. CGDF teve três dias de discussão acerca de segurança institucional | Foto: Divulgação/ CGDF Para o chefe da Assessoria de Segurança Institucional (Asseg) da CGDF, Ricardo Rocha, o evento engloba todos os temas importantes quando o assunto é Segurança Institucional. “A iniciativa para a 1ª Semana surgiu da necessidade de sensibilizarmos e criar uma cultura de segurança institucional dentro da CGDF”, reforçou. No primeiro dia foram abordados: Segurança, análise de riscos e atividade de inteligência, com Ricardo Rocha; A importância da atividade da inteligência nas instituições, com Tadeu Moreira; e A importância da análise de risco para a segurança, com Ramon Araújo e Eymard Vieira. O segundo dia foi marcado pelo painel Golpes e a LGPD, com os temas Ataques e golpes através da engenharia social, desenvolvido por André Valdevino; e Segurança de dados pessoais à luz da LGPD, por Renata Dumont. O Dia Internacional da Mulher foi lembrado na programação de sexta-feira, quando foram apresentadas as palestras Combate real ao assédio no trabalho, com Michelle Heringer; e Proteção e enfrentamento a todos os tipos de violência contra meninas e mulheres, com Regilene Siqueira. *Com informações da CGDF

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