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Dia Mundial do Doador de Sangue

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Representantes da saúde pública do DF recebem homenagem por Dia Mundial do Doador de Sangue

A importância da doação de sangue para o atendimento de milhares de pacientes foi destaque, nesta terça-feira (16), durante sessão solene realizada na Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) em homenagem ao Dia Mundial do Doador de Sangue, celebrado em 14 de junho. O evento reuniu representantes da saúde pública e privada, instituições parceiras e pessoas que vivenciam diariamente os impactos desse gesto de solidariedade. A presidente do IgesDF, Eliane Abreu, ressaltou a importância de ampliar o debate sobre a doação e valorizar quem contribui para essa rede de solidariedade. "Doar é um gesto de amor. Seja qual for a forma de doação, ela nasce da empatia e da compaixão. Precisamos falar cada vez mais sobre essa temática e reconhecer todos que dedicam sua força de trabalho e sua solidariedade para salvar vidas", elogiou. Presidente do IgesDF, Eliane Abreu ressaltou a importância de ampliar o debate sobre a doação e valorizar quem contribui para essa rede de solidariedade | Foto: Divulgação / Iges-DF Eliane também reforçou a parceria permanente entre o IgesDF e a Fundação Hemocentro de Brasília para garantir o atendimento aos pacientes dos hospitais administrados pelo instituto. “O Hospital de Base (HBDF), o Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) e o Hospital Cidade do Sol (HSol) atendem diariamente pessoas que dependem da generosidade dos doadores. Nosso respeito e admiração a todos que contribuem para que essa assistência aconteça”, ressaltou. Autor da homenagem e presidente da sessão, o deputado Jorge Vianna observou que a doação de sangue continua sendo um desafio para o país. Segundo ele, apenas 1,6% da população brasileira doa sangue regularmente, enquanto a Organização Mundial da Saúde recomenda que esse índice alcance pelo menos 3%. [LEIA_TAMBEM]“Quero conclamar todos que nos acompanham a se tornarem doadores regulares. É um processo rápido, seguro e que pode fazer toda a diferença para quem está lutando pela vida”, incentivou. Ao longo da solenidade, os participantes reforçaram uma mensagem em comum: ainda não existe tecnologia capaz de substituir o sangue humano. O presidente da Fundação Hemocentro de Brasília, Osnei Okumoto, destacou que cada doação representa uma oportunidade de tratamento e recuperação para milhares de pacientes. “Cada bolsa coletada representa uma oportunidade de tratamento, recuperação e recomeço para milhares de pacientes que dependem diariamente desse recurso essencial”, disse ao reforçar a relevância do trabalho desenvolvido pelos serviços de coleta e transfusão. A mobilização da sociedade continua sendo indispensável para manter os estoques em níveis seguros e assegurar o atendimento de quem mais precisa", acrescentou. Contexto histórico e técnico do ato de doar Representando o Ministério da Saúde, a coordenadora-geral de Sangue e Hemoderivados, Luciana Maria de Barros, lembrou que o Dia Mundial do Doador de Sangue foi criado pela Organização Mundial da Saúde em homenagem ao nascimento de Karl Landsteiner, responsável pela descoberta dos grupos sanguíneos e por tornar as transfusões seguras. "Doar sangue é um convite ao exercício da cidadania, da responsabilidade social e do altruísmo" Luciana Maria de Barros, coordenadora-geral de Sangue e Hemoderivados do Ministério da Saúde Para ela, a data simboliza muito mais do que uma celebração. "É um convite ao exercício da cidadania, da responsabilidade social e do altruísmo", destacou. Durante sua participação, Luciana também recordou a transformação vivida pelo país nas últimas décadas. Segundo ela, até os anos 1970, a doação remunerada era uma prática comum, expondo doadores e receptores a diversos riscos. A construção da rede pública de hemocentros a partir da década de 1980 e a proibição da comercialização de sangue pela Constituição Federal de 1988 consolidaram um modelo baseado no voluntariado, na gratuidade e no anonimato. “São princípios que garantem a segurança de quem doa e de quem recebe”, salientou a gestora. Luciana também destacou que 2026 marca os 25 anos da Política Nacional do Sangue e do Sistema Nacional de Sangue (Sinasan), estrutura responsável pela coordenação da hemoterapia brasileira. A visão de quem acompanha diariamente os pacientes que recebem esse cuidado foi apresentada pela médica hematologista da Secretaria de Saúde do Distrito Federal, Nina de Oliveira. Representando a assistência especializada, ela agradeceu aos doadores e destacou o impacto concreto que cada bolsa de sangue tem na vida de quem enfrenta um tratamento. “Quem está do outro lado pode afirmar que esse paciente é eternamente grato por esse ato. Isso faz diferença na vida dele e realmente salva vidas”, enfatizou Como forma de reconhecimento às contribuições prestadas à promoção da doação de sangue e ao fortalecimento da hemoterapia no Distrito Federal, a Câmara Legislativa do Distrito Federal também realizou a entrega de moções de louvor ao final da sessão. Além da presidente do IgesDF, Eliane Abreu, foram homenageados doadores que ajudam a manter viva essa corrente de solidariedade. A homenagem contemplou ainda colaboradores da área de hematologia do Hospital de Base: Daiane Pereira, James de Sousa e Juliana Xavier, profissionais que atuam diariamente para garantir assistência segura e qualificada aos pacientes que dependem do ciclo do sangue. *Com informações do Iges-DF

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Vice-governadora e servidoras do GDF participam de campanha de doação de sangue

Servidoras do Governo do Distrito Federal (GDF) se uniram na manhã desta sexta-feira (14), no Parque da Cidade, na ação que celebra o Dia Mundial do Doador de Sangue. Esta já é a segunda edição da campanha Mulheres no Poder Doando Sangue e Salvando Vidas, que ocorre no Estacionamento 13 até as 16h por meio da Unidade Móvel da Fundação Hemocentro de Brasília. “A gente convida toda a sociedade, principalmente aquelas pessoas que têm o tipo sanguíneo mais raro, como o O negativo”, disse a vice-governadora Celina Leão (com a flor na mão), que foi ao Parque da Cidade para doar sangue | Fotos: Geovana Albuquerque/Agência Brasília Enquanto doava sangue, a vice-governadora Celina Leão destacou a importância de mulheres no poder participarem da ação. “Quando trouxemos esse tema, o intuito era de que mulheres apoiassem e fossem protagonistas de causas importantes, como essa de hoje”, afirmou. “Aqui é uma união de vários órgãos do GDF e eu não poderia ficar de fora. A doação de sangue é um ato lindo de amor e de salvar vidas. Na rede pública de saúde, não tivemos nenhuma cirurgia suspensa ou remarcada por falta de estoques do Hemocentro. As campanhas vêm justamente para fortalecer e garantir que a população seja atendida”, lembrou a secretária de Saúde do DF, Lucilene Florêncio. Atualmente, o estoque da Fundação Hemocentro está crítico para o sangue O negativo e baixo para O positivo, AB negativo, A negativo e B negativo. Para AB positivo e A positivo está regular, enquanto o de B positivo está adequado. “A gente convida toda a sociedade, principalmente aquelas pessoas que têm o tipo sanguíneo mais raro, como o O negativo”, reforçou Celina Leão. De acordo com o diretor-presidente do Hemocentro, Osnei Okumoto, todos os tipos sanguíneos são necessários para doação: “Em uma emergência, quando o paciente chega ao hospital, ele precisa de uma transfusão de O negativo, porque é universal. Mas todos os outros tipos também são bem-vindos e, para equalizar os nossos estoques, dependemos da doação de todos”, revelou. Nesta sexta-feira (14) é celebrado o Dia Mundial do Doador de Sangue: estoque da Fundação Hemocentro está crítico para o sangue O negativo e baixo para O positivo, AB negativo, A negativo e B negativo A secretária de Educação, Hélvia Paranaguá, foi uma das convidadas que marcou presença na campanha. Segundo ela, a influência por ocupar um cargo político pode trazer bons resultados na manutenção dos estoques da fundação. “Nós servimos de exemplo para toda a sociedade. Mesmo com a agenda cheia, a gente se solidariza com a causa e vem participar. É uma campanha muito positiva que só tem a agregar”, completou. Neste ano, a campanha global atinge a marca de 20 anos de existência. O tema para 2024 é o profundo impacto que a doação de sangue tem na vida de pacientes e doadores. A iniciativa oferece uma oportunidade para agradecer às pessoas em todo o mundo que estão salvando vidas com suas doações de plasma sanguíneo e plaquetas. Condições Para doar sangue, é preciso ter entre 16 e 69 anos, pesar mais de 51 kg e estar saudável. Quem passou por cirurgia, exame endoscópico ou adoeceu recentemente, a recomendação é consultar o site do Hemocentro para saber se está apto a doar sangue. Em caso de dengue, é necessário aguardar 30 dias após o fim dos sintomas para se candidatar à doação de sangue. Para quem teve dengue hemorrágica, o prazo é de seis meses. Se você teve contato sexual com pessoas que tiveram dengue nos últimos 30 dias, é preciso esperar 30 dias desde a última relação para doar sangue. Quem teve gripe deve aguardar 15 dias após o desaparecimento dos sintomas para poder doar sangue. Quem teve covid-19 deve aguardar 10 dias após o fim dos sintomas, desde que esteja sem sequelas. Se o paciente for assintomático, o prazo é contado da data de coleta do exame.

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Agência do HCB otimiza transfusões de sangue em pacientes com doenças complexas

No Hospital da Criança de Brasília (HCB), a Agência Transfusional realiza os serviços de hemoterapia e funciona 24 horas por dia para atender a demanda interna. O sangue vem da Fundação Hemocentro de Brasília, que precisa manter constantemente os estoques para o atendimento das demandas, principalmente as urgências e emergências. Agência Transfusional do Hospital da Criança de Brasília atua para 24 horas por dia para reduzir o risco de reação indesejada nos pacientes que recebem transfusão de sangue | Fotos: Divulgação/HCB Em média, por mês, 193 pacientes são atendidos no hospital com demandas de transfusão de sangue. De janeiro a maio deste ano, 966 pacientes precisaram do serviço de hemoterapia e foram realizadas 2.697 transfusões. A complexidade dos casos atendidos pelo hospital exige muitas vezes mais de uma transfusão para um mesmo paciente, como é o caso dos agudos e crônicos da oncologia e os portadores de doença falciforme, uma doença congênita que exige o diagnóstico e o tratamento dentro do menor espaço de tempo, e que é detectada na triagem neonatal, na ampliação do teste do pezinho. A anemia falciforme, dentro das doenças falciformes, é a mais comum e tratada no Hospital da Criança, que é referência na confirmação de diagnóstico e no tratamento de 5 doenças identificadas na testagem neonatal. São as doenças graves e complexas referenciadas no HCB que exigem ainda mais um serviço primoroso dos biomédicos e médicos que atuam na área. Os hemocomponentes, plaquetas e hemácias são 100% filtrados e, dessa forma, é reduzida de forma significativa alguma reação indesejada nos pacientes que recebem transfusão. “Nossa área é indispensável tanto para o manejo da doença falciforme quanto para o sucesso do transplante de medula óssea, oferecendo suporte vital durante os momentos críticos e contribuindo para a melhoria da saúde e qualidade de vida dos pacientes”, diz Ana Paulino, biomédica e supervisora da Agência Transfusional do HCB Uma equipe de profissionais dedica-se exclusivamente atuando na área. São 13 técnicos em hemoterapia, três biomédicos, um assistente administrativo e duas médicas hemoterapeutas. O HCB conta com duas máquinas de aférese, que são grandes aliadas para a realização desde a coleta de células para transplante de medula a procedimentos terapêuticos que permite a separação de células; remove as células doentes e infunde as células saudáveis, por exemplo, nos tratamentos de doenças falciformes. Essa Agência Transfusional realiza também desde os testes do doador, até o transplante da medula óssea nos casos indicados para tal. “A hemoterapia é sinônimo de vida. Nossa área é indispensável tanto para o manejo da doença falciforme quanto para o sucesso do transplante de medula óssea, oferecendo suporte vital durante os momentos críticos e contribuindo para a melhoria da saúde e qualidade de vida dos pacientes”, diz Ana Paulino, biomédica e supervisora da Agência Transfusional do HCB. O Dia Mundial do Doador de Sangue, celebrado no dia 14 de junho, é importante para alertar a necessidade do ato contínuo da doação, por isso, a campanha do Junho Vermelho reforça a atenção para um gesto que salva vidas. Campanhas para elevar os estoques do Hemocentro O Hospital da Criança de Brasília já realizou a mobilização anual junto aos funcionários para aumentar o número de doadores e melhorar os estoques da Fundação Hemocentro. A Diretoria de Recursos Humanos (DIRHU) organizou, de fevereiro a abril desse ano, uma campanha institucional e conseguiu agendar 76 potenciais doadores de sangue entre os funcionários. Voluntários do DER, Bombeiros e militares do Exército, também se habilitaram como potenciais doadores. Após a triagem clínica, com os resultados dos exames prévios exigidos, que testam os níveis de ferro, glicose e a identificação de doenças adquiridas, foram cadastrados 82 doadores. Dos agendados, 27 deles foram considerados inaptos pelos padrões exigidos e 55 candidatos dedicaram o dia para doar sangue. “Muitas vezes, quando fazemos uma ação voluntária, achamos que estamos ajudando o outro, mas, no fundo, estamos ajudando a nós mesmos, e isso contribui para nossa saúde mental” Vanderli Frare, diretora de Recursos Humanos do HCB A coleta foi realizada no dia 18 de abril no pátio do hospital, onde ficou estacionado o ônibus do Hemocentro que realiza o serviço de captação itinerante nas coletas externas. As bolsas do sangue coletado, depois dos exames sorológicos e da qualificação, foram para a distribuição conforme a necessidade de tipagem e demandas dos hospitais. A diretora de Recursos Humanos do HCB, Vanderli Frare, que organizou a campanha, disse que a campanha de doação faz parte do programa de qualidade de vida no trabalho, intitulado HCB+, que se espelha na participação do voluntariado que norteia muitas outras campanhas internas. “Foi um meio de fortalecer a cultura institucional e jamais deixar os funcionários esquecerem a motivação desde a fundação deste hospital. Foi também uma forma de incentivar o ato de voluntariado, de solidariedade e de fazer o bem. Muitas vezes, quando fazemos uma ação voluntária, achamos que estamos ajudando o outro, mas, no fundo, estamos ajudando a nós mesmos, e isso contribui para nossa saúde mental”, disse a diretora. *Com informações do HCB    

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Parque da Cidade tem campanha de doação de sangue nesta sexta (14)

Em comemoração ao Dia Mundial do Doador de Sangue, nesta sexta-feira (14), a Fundação Hemocentro de Brasília fará coleta de sangue no Estacionamento 13 do Parque da Cidade, em frente à administração, das 9h às 16h. A ação faz parte da campanha Mulheres no Poder Doando Sangue e Salvando Vidas 2024, promovida pela vice-governadoria do Distrito Federal. A ação faz parte da campanha Mulheres no Poder Doando Sangue e Salvando Vidas 2024, promovida pela vice-governadoria do Distrito Federal | Foto: Geovana Albuquerque/Agência Brasília Atualmente, o estoque da Fundação Hemocentro está crítico para o sangue O negativo e baixo para O positivo, AB negativo, A negativo e B negativo. Para AB positivo e A positivo está regular, enquanto o de B positivo está adequado. Para doar sangue, é preciso ter entre 16 e 69 anos, pesar mais de 51 kg e estar saudável. Quem passou por cirurgia, exame endoscópico ou adoeceu recentemente, a recomendação é consultar o site do Hemocentro para saber se está apto a doar sangue. Em caso de dengue, é necessário aguardar 30 dias após o fim dos sintomas para se candidatar à doação de sangue. Para quem teve dengue hemorrágica, o prazo é de seis meses. Se você teve contato sexual com pessoas que tiveram dengue nos últimos 30 dias, é preciso esperar 30 dias desde a última relação para doar sangue. Quem teve gripe deve aguardar 15 dias após o desaparecimento dos sintomas para poder doar sangue. Quem teve covid-19 deve aguardar 10 dias após o fim dos sintomas, desde que esteja sem sequelas. Se o paciente for assintomático, o prazo é contado da data de coleta do exame.

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Dia Mundial do Doador de Sangue será comemorado com coleta externa no Parque da Cidade

A coleta externa de sangue em comemoração ao Dia Mundial do Doador de Sangue, na próxima sexta-feira (14), será realizada no Estacionamento 13 do Parque da Cidade, em frente à administração, das 9h às 16h. As vagas para doação de sangue já estão disponíveis no site Agenda DF. A coleta externa faz parte da campanha Mulheres no Poder Doando Sangue e Salvando Vidas 2024, da Vice-Governadoria do Distrito Federal. A iniciativa será realizada no Estacionamento 13 do Parque da Cidade na sexta-feira (14) | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília Doe sangue Para doar sangue, é preciso ter entre 16 e 69 anos, pesar mais de 51 kg e estar saudável. Para quem passou por cirurgia, exame endoscópico ou adoeceu recentemente, a recomendação é consultar o site do Hemocentro para saber se está apto a doar sangue. Quem teve gripe deve aguardar 15 dias após o desaparecimento dos sintomas para poder doar sangue. Quem teve covid-19 deve aguardar dez dias após o fim dos sintomas, desde que sem sequelas. Se assintomático, o prazo é contado da data de coleta do exame. Pacientes diagnosticados com dengue clássica devem aguardar 30 dias para se candidatar à doação de sangue. Para dengue hemorrágica, o prazo é de seis meses. É necessário agendar a doação no site Agenda DF ou ligando para o telefone 160 (opção 2), porém é possível realizar encaixes, dependendo da disponibilidade de vagas no dia. *Com informações da Fundação Hemocentro de Brasília

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Hemocentro lança campanha Junho Vermelho para conscientização sobre doação de sangue

Com o objetivo de promover a doação de sangue voluntária, a Fundação Hemocentro de Brasília (FHB) lança, nesta segunda-feira (3), a campanha Junho Vermelho: Unidos pela Vida. Junho é conhecido nacionalmente como o mês de conscientização da importância da doação de sangue. No dia 14 do mês é celebrado o Dia Mundial do Doador de Sangue, data instituída pela Organização Mundial da Saúde (OMS). “A utilização de sangue no mundo inteiro tem uma importância cultural que foi aumentando com o tempo. Isso começou com a Cruz Vermelha e depois os próprios países organizaram hemorredes. Aqui no Distrito Federal, a Fundação Hemocentro de Brasília é a responsável por garantir uma doação de sangue segura e com qualidade”, explica o presidente do Hemocentro, Osnei Okumoto. A programação do Hemocentro para o Junho Vermelho inclui ações no Gama, no Palácio do Buriti e no Palácio do Planalto | Foto: Vinícius de Melo/ SMDF Neste ano, a campanha do Hemocentro tem como foco o elo estabelecido entre doadores e pacientes por meio da doação voluntária. “A doação de sangue é altruísta e anônima. Mas o doador precisa ter consciência de que o sangue dele vai ser processado e pode salvar até quatro pessoas diferentes com doenças diversas”, completa Okumoto. Ao longo do mês, em comemoração à data, o Hemocentro promoverá palestras sobre doação de sangue, formação de multiplicadores e de organizadores de grupos de doação, além da distribuição de brindes. Também como parte da campanha, o Hemocentro de Brasília realizará três coletas externas com a unidade móvel no mês de junho. Nesta terça (4), a ação ocorrerá na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) do Gama, de 9h às 16h. Para manter os estoques em níveis seguros, o Hemocentro de Brasília precisa de uma média de 180 doações de sangue por dia No dia 14 de junho, o Dia Mundial do Doador de Sangue, a FHB promoverá uma coleta de sangue no Palácio do Buriti, como parte da campanha Mulheres no Poder Doando Sangue e Salvando Vidas 2024, da vice-governadoria do Distrito Federal. Já no dia 27 de junho, a Presidência da República receberá a unidade móvel de coleta externa no Palácio do Planalto. Para manter os estoques em níveis seguros, o Hemocentro de Brasília precisa de uma média de 180 doações de sangue por dia. A fundação é responsável por abastecer toda a rede de saúde pública do Distrito Federal, além de instituições conveniadas, como o Hospital da Criança, o Instituto de Cardiologia do DF e o Hospital das Forças Armadas. Doença falciforme Dentro da programação do Junho Vermelho, o Hemocentro promove, no dia 19 de junho, o Dia Mundial de Conscientização da Doença Falciforme, um evento voltado para doadores de sangue fenotipados e pacientes com doença falciforme. O encontro será no auditório da FHB, das 8h às 12h. O objetivo do encontro é esclarecer a importância de ser um doador fenotipado e reforçar a importância do tratamento e do autocuidado para pacientes com doença falciforme. Um doador fenotipado é um tipo de doador no qual são pesquisados outros grupos sanguíneos além do ABO e Rh. Isto significa que, além de saber se o doador é A, B, AB ou O (com Rh + ou -), é realizado um exame mais aprofundado do Rh e de outros subgrupos sanguíneos. Este exame é chamado de fenotipagem. Pacientes com doenças hematológicas, como a doença falciforme, que necessitem de várias transfusões de sangue ao longo da vida recebem, em geral, transfusões de doadores fenotipados. “A doença falciforme é uma doença genética. É esse sangue doado no Hemocentro que garante uma qualidade de vida maior a essas pessoas” Osnei Okumoto, presidente do Hemocentro “A doença falciforme é uma doença genética. O bebê já nasce com ela. Após o diagnóstico, essas crianças começam a realizar transfusões de sangue. Muitos desses pacientes precisam de transfusões todo mês. É esse sangue doado no Hemocentro que garante uma qualidade de vida maior a essas pessoas”, explica o presidente da FHB. Doe sangue Para doar sangue, é preciso ter entre 16 e 69 anos, pesar mais de 51 kg e estar saudável | Foto: Lúcio Bernardo Jr/ Agência Brasília Para doar sangue, é preciso ter entre 16 e 69 anos, pesar mais de 51 kg e estar saudável. Quem passou por cirurgia, exame endoscópico ou adoeceu recentemente, deve consultar o site do Hemocentro para saber se está apto a doar sangue. Quem teve gripe deve aguardar 15 dias após o desaparecimento dos sintomas para poder doar sangue. Quem teve covid-19 deve aguardar 10 dias após o fim dos sintomas, desde que sem sequelas. Se assintomático, o prazo é contado da data de coleta do exame. Pacientes diagnosticados com dengue clássica devem aguardar 30 dias para se candidatar à doação de sangue. Para a dengue hemorrágica, o prazo é de seis meses. É necessário agendar a doação no site Agenda DF ou ligando para o telefone 160 (opção 2), porém é possível realizar encaixes dependendo da disponibilidade de vagas no dia. *Com informações do Hemocentro

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Campanha Junho Vermelho tem programação especial no mês da doação de sangue

No mês em que o ato de doar sangue está em evidência, a Fundação Hemocentro de Brasília (FHB) lança, nesta quinta-feira (1º), a campanha Junho Vermelho: Doe Sangue, Doe Vida, Doe Sempre. Na esteira da ação realizada nacionalmente, a ideia é chamar a atenção para um ato simples, altruísta, mas capaz de salvar vidas. Para tanto, a FHB contará com uma programação cultural, além de oferecer pequenas surpresas a quem passar por lá. Doar sangue é um ato simples, altruísta, mas capaz de salvar vidas; dura entre 60 e 90 minutos e contribui ainda para abastecer uma rede de saúde | Foto: Lúcio Bernardo Jr/Agência Brasília O Dia Mundial do Doador de Sangue é celebrado no próximo dia 14, em data reconhecida pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Se a doação é feita de forma regular, melhor ainda. “Além de atender pessoas que necessitam de sangue com frequência, é preciso lembrar que o plasma, um dos componentes do sangue, é matéria-prima para a produção de medicamentos usados no tratamento dos pacientes hemofílicos”, explica o presidente da FHB, Osnei Okumoto, “Convidamos a todos a continuar ajudando a salvar vidas”. Arte: Fundação Hemocentro de Brasília Junho é, usualmente, o mês de maior baixa nos estoques de bancos de sangue no Brasil. E isso tem a ver com algumas limitações por que passam os voluntários. “É a chegada do inverno, período em que há um aumento exponencial de doenças respiratórias, sintomas alérgicos, critérios que desabilitam o candidato para a doação”, explica a gerente de captação, registro e orientação de doadores, Kelly Barbi. O ato de solidariedade dura entre 60 e 90 minutos (leia abaixo os requisitos para doar), segundo controle do Hemocentro, e contribui ainda para abastecer uma rede de saúde que demanda alto. “Somos responsáveis pelo abastecimento integral da rede pública de todo o DF e de hospitais federais, como o das Forças Armadas [HFA], o Sarah Kubitschek etc. Trabalhamos com uma média 200 bolsas de sangue por dia para suprir essa demanda”, informa Kelly. A profissional de saúde acrescenta que homens podem doar sangue de dois em dois meses, e mulheres, a cada 90 dias. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Coral e quadrilha se apresentam Ao longo do Junho Vermelho, a animação no Hemocentro vai contar com apresentação de quadrilha junina, com o grupo Pão com Ovo e o coral AMPBC, formado por integrantes de igrejas batistas, e outras atrações. Tudo para proporcionar um momento de alegria ao dono da festa, o doador. ?O que é necessário para doar sangue – Apresentar documento oficial com foto – Ter entre 18 anos e 69 anos (a partir de 16 anos, é possível doar com a autorização dos responsáveis) – Pesar acima de 51 kg – Estar em boas condições de saúde – Estar bem-alimentado – Não ingerir álcool até 12 horas antes. O agendamento para doação pode ser feito pelo Agenda DF ou pelo telefone 160, opção 2. *Com informações da Fundação Hemocentro de Brasília

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Mais de 11 mil transfusões de sangue já realizadas este ano no DF

De janeiro a maio de 2022, os hospitais administrados pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (Iges-DF) realizaram 11.195 transfusões de sangue. Dessas, 9.485 foram realizadas pelo Hospital de Base do DF (HBDF), responsável pela maior parte dos procedimentos e referência em atendimento de alta complexidade. As demais 1.710 transfusões sanguíneas foram feitas no Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), que tem menor porte. O Dia Mundial do Doador de Sangue, nesta terça-feira (14), foi instituído para agradecer aos doadores e incentivar novas pessoas a contribuírem com esse ato que salva vidas | Fotos: Davidyson Damasceno/Iges-DF O balanço oficial foi divulgado nesta terça-feira (14), em alusão ao Dia Mundial do Doador de Sangue, data instituída para agradecer aos doadores e incentivar novas pessoas a contribuírem com esse ato que salva vidas. Mariela Souza de Jesus, diretora-presidente do instituto, aproveita a data para elogiar a atuação dos bancos de sangue das unidades. “O perfeito funcionamento das unidades é fundamental para que as equipes médicas possam salvar vidas que precisam de transfusão de sangue, e os profissionais das unidades atuam com excelência”, comemora a gestora. A chefe do Serviço de Hematologia e Hemoterapia do HBDF, Miriam Scaggion, explica que as doações de sangue são coletadas na Fundação Hemocentro de Brasília (FHB). Após o processamento, são encaminhadas para as agências transfusionais, que ficam localizadas nos hospitais que redistribuem aos pacientes. “A doação de sangue é um ato de amor. Cada bolsa de sangue doado pode ajudar vários pacientes, porque são gerados quatro hemocomponentes: o concentrado de hemácias, o plasma, as plaquetas e o crioprecipitado. Esses insumos são usados em situações diversas, como perdas de sangue ou em pacientes com dificuldade de coagulação”, diz. Scaggion explica que a pandemia da covid-19 reduziu muito as doações de sangue em razão da adoção de novos critérios para garantir a segurança do sangue, como análise do histórico de covid-19, e ter tido contato com pessoas doentes. “Muitos deixaram de doar nesse período por não atenderam aos requisitos. Tem sido difícil. Por isso, pedimos que todas as pessoas que estejam saudáveis e atendam aos critérios ajudem na doação”, diz. Com o maior Banco de Sangue do Distrito Federal, o Hospital de Base é uma das unidades de saúde que mais dependem das doações de sangue para garantir o atendimento de pacientes. “É natural que o HBDF demande uma grande quantidade de transfusões, já que é referência no DF para atendimento de traumas e realização de procedimentos de alta complexidade, como cirurgias cardíacas e transplantes, além de concentrar o atendimento da maioria dos pacientes oncológicos e onco-hematológicos”, explica a chefe do Serviço de Hematologia e Hemoterapia da unidade. No HBDF, há duas agências transfusionais que cuidam do armazenamento das bolsas de sangue e hemocomponentes. Uma unidade atende aos pacientes do ambulatório, principalmente pacientes em quimioterapia. Essa agência também atende ao prédio de internação, que tem 12 andares. Já a agência transfusional do pronto-socorro prepara as transfusões utilizadas no centro cirúrgico, UTIs e o próprio pronto-socorro. Ela funciona 24 horas por dia para atender todas as urgências dos diversos setores do hospital. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] No HRSM, a chefe do Núcleo de Hemoterapia, Gisele Lorranna Silva Santos, explica que “58% das transfusões são destinadas a pacientes da UTI, 25% da internação (maternidade, ortopedia, nefrologia, clínica médica, pronto-socorro) e 17% centro cirúrgico (geral/obstétrico). Além disso, cerca de 80% de todas essas transfusões são realizadas na modalidade urgência/emergência, ou seja, o paciente deve ser atendido em no máximo três horas para urgência e imediatamente para emergência, para que não haja agravo no quadro clínico. Desta forma, é muito importante manter o estoque estratégico de hemocomponentes no hospital, pois em muitos casos é preciso atender imediatamente o paciente”. Como doar? As doações são agendadas previamente pelo site agenda.df.gov.br. Interessados em doar sangue devem ter idade entre 16 anos completos (com autorização dos pais) e 69 anos. É necessário pesar mais de 50 quilos e apresentar documento de identidade original com foto. Não precisa estar em jejum. Quanto aos demais critérios de doação e outras informações, basta consultar em https://www.fhb.df.gov.br/. O Hemocentro de Brasília fica no Setor Médico Hospitalar Norte, Conjunto A, Bloco 3, e funciona de segunda a sábado, das 7h às 18h. *Com informações do Iges-DF  

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