Resultados da pesquisa

Escola de Saúde Pública do Distrito Federal (ESP-DF)

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Simpósio discute a valorização da formação técnica em saúde

A Escola de Saúde Pública do Distrito Federal (ESP/DF) promove, nos dias 17 e 18 deste mês, o I Simpósio do Ensino Técnico, evento científico e institucional voltado para integração, inovação e valorização da formação técnica em saúde. Realizado no auditório da Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde (Fepecs), o simpósio é aberto à comunidade e conta também com a participação de estudantes, profissionais de saúde e servidores do GDF. A gerente de ensino técnico da ESP/DF, Juliana Larissa Machado, reforça que o evento fortalece a identidade do ensino técnico como uma estratégia para o SUS. “Os estudantes do ensino técnico têm um papel fundamental na rede de atenção, e a formação merece esse espaço de debate, de produção científica e de inovação”, afirma. O simpósio fortalece a identidade do ensino técnico como uma estratégia para o SUS | Foto: Divulgação/Fepecs Ela lembra, ainda, que o simpósio é uma oportunidade para dar visibilidade ao Protec, programa de ensino técnico associado aos programas de residência, possibilitando que os profissionais compreendam a proposta pedagógica, os diferenciais e os resultados da iniciativa.  Outro ponto destacado pela gerente é a aproximação entre ensino e serviço. “Um dos grandes desafios na formação em saúde é reduzir a distância entre o que se ensina e o que acontece nos serviços. O simpósio reúne docentes, instrutores, preceptores, gestores, estudantes e representantes dos conselhos profissionais, com o objetivo de promover esse espaço de debate qualificado”, ressalta. As inscrições já estão abertas e são gratuitas. Faça a inscrição e confira a programação. *Com informações da Fepecs  

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Profissionais de saúde iniciam residência na Papuda

Há pouco mais de um mês, a fisioterapeuta Thaysa Gabrielle Oliveira não imaginava o quanto teria que mudar como enxerga a profissão. “É preciso reaprender para ver o que conseguimos adaptar”, sugere. Thaysa integra a Residência Multiprofissional em Atenção Básica com Ênfase em Práticas Integrativas, programa da Escola de Saúde Pública do Distrito Federal (ESP-DF), vinculada à Secretaria de Saúde (SES-DF). Neste semestre, o cenário de aprendizagem é a Unidade Básica de Saúde Prisional (UBSP) 20 de São Sebastião, localizada no Centro de Detenção Provisória (CDP), no Complexo Penitenciário da Papuda. O programa é o segundo do país com foco em práticas integrativas em saúde (PIS) e o primeiro que considera o cenário da residência em ambiente prisional. Segundo a terapeuta ocupacional Yasmim Ferreira, o lugar escolhido está fazendo diferença. "Aqui, aprendo a valorizar o simples a partir da percepção dos usuários sobre um cuidado descomplicado, mas que traz benefícios ao cotidiano de forma significativa". O programa da Secretaria de Saúde é o primeiro do país a ter como cenário da residência o ambiente prisional | Foto: Matheus Oliveira/Agência Saúde DF Lançado em 2025 e com dois anos de duração, hoje o programa reúne 11 residentes no segundo ano de formação. Para a turma de 2026, foram acolhidos mais 13 novos profissionais, entre nutricionistas, farmacêuticos, terapeutas ocupacionais, fisioterapeutas e profissionais de educação física. Ferramenta mágica A inserção do cenário inédito (sistema prisional) ao plano de residência contou com a colaboração da Secretaria de Administração Penitenciária (Seape-DF), da Vara de Execuções Penais e das direções dos estabelecimentos prisionais. A fisioterapeuta Thaysa Gabrielle Oliveira e a terapeuta ocupacional Yasmim Ferreira não imaginavam o quanto teriam que se reinventar antes de encontrar o Complexo Penitenciário da Papuda como cenário de formação A coordenadora da residência, Thaís Lima, avalia que essa é uma conquista. “Há ganhos tanto para os residentes, que vão vivenciar um cenário bastante rico e específico da atenção primária à saúde (APS), quanto para a unidade, que recebe reforço na ampliação de formas de cuidado às pessoas privadas de liberdade". Tal como em toda a APS, as PIS possuem grande potência na Saúde Prisional, como atesta a enfermeira Glaucia Tavares. "Eu costumo falar que as práticas integrativas são como uma 'ferramenta mágica', que você prescreve uma vez ao paciente e ele adquire um poder de se cuidar", compara. Há seis anos atuando na SES-DF, com ações de saúde no interior dos estabelecimentos penais, Glaucia é especialista em Lian Gong e em técnica de redução de estresse (TRE), duas das 17 modalidades oferecidas. A profissional conta que as instruções são replicadas entre a população privada de liberdade. “Por mais que a gente consiga verificar os benefícios que as PIS possuem em tratamento de doenças crônicas e processos agudos, a repercussão e o alcance dessas práticas são muito maiores do que podemos medir”, analisa. Serviços de saúde As PIS são reconhecidas pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como medicinas tradicionais, complementares e integrativas (MTCI), um amplo conjunto de práticas baseadas em teorias e experiências de diferentes culturas. Na capital federal, em 2014, foi instituída a Política Distrital de Práticas Integrativas em Saúde (PDPIS), que regulamenta a oferta desses métodos na rede pública. [LEIA_TAMBEM]A Gerência de Saúde do Sistema Prisional (Gessp) da SES-DF é a responsável pela gestão técnica, no âmbito distrital, da atual Política Nacional de Atenção Integral à Saúde das Pessoas Privadas de Liberdade no Sistema Prisional (PNAISP). Ao todo, são dez unidades básicas de saúde prisional (UBSPs), localizadas no interior dos estabelecimentos penais do DF, que servem como ponto de atenção e ordenador dos serviços de saúde a essa população. RHAMB No final de abril, a SES-DF inaugurou o primeiro Horto Agroflorestal Medicinal Biodinâmico (RHAMB) do sistema prisional do DF. Localizado entre a Penitenciária do Distrito Federal IV (PDF IV) e o Centro de Detenção Provisória (CDP), o horto integra o crescente aperfeiçoamento da assistência em saúde em estabelecimentos prisionais. A iniciativa promove o cultivo de plantas para a melhoria de serviços e o bem-estar, beneficiando tanto detentos quanto profissionais do sistema prisional. *Com informações da Secretaria de Saúde  

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Residentes aprovados em processo seletivo são recepcionados em evento de acolhimento integrado

Nesta sexta-feira (27), novos residentes da rede pública de saúde foram homenageados. Com o tema “Acolher para cuidar”, o auditório Planalto, no Ulysses Centro de Convenções, recebeu cerca de mil aprovados no processo seletivo promovido pela Escola de Saúde Pública do Distrito Federal (ESP-DF), instituição formadora no campo das especializações. Entre médicos e outras 15 categorias profissionais, o desejo era o mesmo: comemorar a conquista e começar a nova trajetória de trabalho. Distribuídos pelas unidades de saúde da rede pública do DF, os novos residentes vão atuar acompanhados por preceptores e tutores e vivenciar o dia a dia de quem trata, acolhe, salva e cura pessoas. Terão a oportunidade de se especializar com a certeza de fazer parte de uma das residências mais concorridas do país, que é considerada padrão ouro, tamanha a referência dos programas oferecidos. Novos residentes se especializam para atuar junto ao SUS, reforçando a qualidade da saúde pública do DF | Fotos: Divulgação/Fepecs  “Vocês, que vão cuidar da população, tenham um olhar sempre atento e cuidem das pessoas que mais precisam” Celina Leão, vice-governadora Durante a solenidade de abertura, gestores e autoridades destacaram a importância de os residentes atuarem no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), que propicia o desenvolvimento de habilidades, atitudes e valores necessários à profissão. O evento simboliza uma nova etapa na formação profissional e tem como objetivo promover a integração entre as diferentes áreas da saúde, o alinhamento institucional e o fortalecimento da saúde pública. A vice-governadora Celina Leão lembrou que se trata da “maior contratação de residentes do DF”, e citou sua mãe, Maria Célia Leão, que estava na plateia, como exemplo de dedicação ao estudo: “Aos 83 anos, é mestranda na área da saúde”. Celina também falou sobre a importância dos novos residentes para a rede pública e fez um pedido: “Vocês, que vão cuidar da população, tenham um olhar sempre atento e cuidem das pessoas que mais precisam”. O secretário de Saúde, Juracy Lacerda, também saudou os novos residentes e seus familiares: “Lembrem-se do juramento que fizeram e não desanimem diante do cansaço de 60 horas semanais de trabalho. Valorizem o cuidado centrado no paciente”. Presente à solenidade, a diretora-executiva da Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde (Fepecs), Inocência Rocha, ressaltou: “Os novos residentes representam uma melhora no atendimento à população do DF, com cuidado, eficiência e qualidade, reforçando o papel formador do SUS”. Também participaram da mesa de abertura representantes do Ministério da Saúde (MS), da Comissão de Residência Médica (Coreme) e da Comissão de Residência Multiprofissional (Coremu). A diretora da Escola de Saúde Pública do DF (ESP/DF), Fernanda Monteiro, relembrou a própria trajetória na residência “há 24 anos”. Natural do Rio Grande do Sul, a gestora se especializou em saúde pública e disse ter se “apaixonado”, pois “vivenciei verdadeiramente o SUS”. De acordo com ela, “a residência é uma oportunidade de ter ideias inovadoras e questionar as políticas públicas para aprimorá-las”. Após sua residência, Fernanda traçou seu caminho até chegar ao Ministério da Saúde (MS), onde atuou durante 11 anos na área da saúde da criança. Hoje, servidora da Secretaria de Saúde (SES), continua uma "defensora do SUS e acreditando na formação e capacitação de profissionais como um dos pilares mais importantes". Coordenadora da pós-graduação lato sensu e extensão, Vanessa Guimarães Campos parabenizou os aprovados no processo seletivo para as residências. “Vocês são os melhores dentre dez mil candidatos”, exaltou. Ela agradeceu o investimento do governo local, de R$ 164 milhões por ano em bolsas para residências, e lembrou aos residentes: “Qualifiquem os campos educacionais disponibilizados pela Secretaria de Saúde”. Homenagens Entre os homenageados especiais, estavam novos residentes, um representante do Ministério da Saúde e a vice-coordenadora da Comissão de Residência Médica (Coreme) Durante a solenidade, a equipe da ESP-DF promoveu homenagens. O primeiro a ser chamado foi o residente Lucas Moura de Oliveira, pela conquista da nota mais alta na residência médica para o programa de anestesiologia. Em seguida, subiu ao palco Layane dos Santos Silva, que obteve a nota mais alta na residência multiprofissional para o programa de vigilância em saúde e epidemiologia. Representando o Ministério da Saúde, Felipe Proenço foi homenageado pela liderança de um programa de especialistas que tem como principal objetivo reduzir o tempo de espera por atendimento no SUS. Além dele, a vice-coordenadora da Coremu, Dalila Matilde Rezende, recebeu homenagem por sua liderança e apoio às demandas da entidade distrital. Histórico [LEIA_TAMBEM]Iniciada em 1964, a residência médica foi estabelecida no Hospital de Base, com a antiga Comissão de Internos, Residentes e Estagiários (Cinre). Em 2001, passou a ser vinculada à Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde (Fepecs) que, hoje, é mantenedora da ESP-DF. No início dos anos 1980, eram ofertadas cerca de 110 vagas anuais de residência médica pela Fundação Hospitalar do Distrito Federal. Já na década de 1990, o número de vagas teve um aumento significativo e passou para 302 anuais. Em 2017, foram ofertadas 444 vagas, por meio de edital público, e, em 2024, o número passou para 554. Atualmente, são oferecidos 120 programas de residência médica, com destaque para três inéditos: neurologia em rede, cardiologia em rede e ecocardiografia. No âmbito das residências em áreas profissionais, o marco inicial foi em 1992, com oferta de menos de 30 vagas. Em 2015, foi instituída a residência multiprofissional, que hoje abrange 21 programas e 15 categorias diferentes. Com oferta de 434 vagas anuais, a novidade deste ano é a residência em análises clínicas. O ano de 2026 será lembrado como uma referência positiva, pois está recebendo o maior número de residentes desde a década de 1960.    *Com informações da Fepecs

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Inscrições para vagas remanescentes de doutorado profissional em Ciências para a Saúde estão abertas

A Escola de Saúde Pública do Distrito Federal (ESP-DF), mantida pela Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde (Fepecs), publicou um edital para vagas remanescentes de doutorado profissional em Ciências para a Saúde. O objetivo é selecionar interessados em desenvolver pesquisas nas linhas “Qualidade da assistência à saúde da mulher, da criança e do adolescente” e “Qualidade da assistência à saúde do adulto e do idoso”.  O público-alvo são profissionais de enfermagem com diploma de graduação reconhecido pelo Ministério da Educação (MEC), título de mestrado na área da saúde ou afins, vínculo empregatício de pelo menos um ano na rede pública ou instituições filantrópicas do Sistema Único de Saúde (SUS) e registro ativo nas unidades do Conselho Regional de Enfermagem (Coren) do Distrito Federal, Goiás ou Minas Gerais.  Serão disponibilizadas duas vagas, sendo uma para ampla concorrência e outra para ações afirmativas. As inscrições podem ser realizadas desta segunda-feira (8) ao dia 14, no site da Fepecs. Clique aqui para acessar o edital. *Com informações da Secretaria de Saúde (SES-DF)

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DF terá primeiro Centro de Estudos nos Transtornos do Espectro Autista da região Centro-Oeste

A criação do primeiro Centro de Estudos nos Transtornos do Espectro Autista (Cetea) da região Centro-Oeste foi oficializada nesta quarta-feira (3), por meio da Portaria nº 47, publicada no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF). A iniciativa da Escola de Saúde Pública do DF (ESP-DF) e da Secretaria de Saúde (SES-DF) conta com apoio da Vice-Governadoria e nasce com a missão de realizar pesquisas que qualificarão a assistência a pacientes com TEA e suas famílias. Além de pesquisas, o Cetea fará a integração entre ensino, serviço e comunidade, com a inclusão de estudantes e residentes no acolhimento de pessoas com TEA. Ele funcionará em parceria com o Centro de Referência Especializado em Autismo no Distrito Federal (Cretea), com o Centro de Orientação Médico Psicopedagógica (Compp) e os Centros de Atenção Psicossocial Infantojuvenil (Capsi). A vice-governadora Celina Leão ressalta que a formalização do Cetea representa o “compromisso do Governo do Distrito Federal com a excelência. Nosso principal intuito é levar qualidade de vida para as pessoas com TEA e, ao mesmo tempo, consolidar o Distrito Federal como referência nacional em pesquisas. O Cetea fará um trabalho fundamental ao integrar ensino, serviço e comunidade, qualificando a assistência e a inclusão desses pacientes e suas famílias”, afirma. Além de pesquisas, o Cetea fará a integração entre ensino, serviço e comunidade, com a inclusão de estudantes e residentes no acolhimento de pessoas com TEA | Foto: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde-DF A coordenação ficará a cargo da ESP-DF, que também realizará cursos de extensão, capacitação, aperfeiçoamento e pós-graduação lato sensu, com um grupo composto por 25 pesquisadores da SES-DF e convidados de outras universidades e instituições.  “É um marco na ciência e na pesquisa dos transtornos do TEA, favorecendo o atendimento a pacientes com sofrimento mental. A nossa ideia é, por meio do centro, pesquisar e realizar o diagnóstico situacional do TEA no DF, prestar assistência às pessoas com o transtorno e suas famílias, possibilitando a inclusão desses pacientes em estudos para determinação de novas evidências científicas sobre o transtorno do espectro autista”, detalha a coordenadora de Cursos de Pós-Graduação Lato Sensu e Extensão da ESP-DF, Vanessa Guimarães Campos. A escola também promoverá cursos a servidores da atenção psicossocial e áreas afins, utilizando novas tecnologias e metodologias inovadoras dentro do campo do autismo, com consequente melhora no atendimento ao público-alvo.

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Lançado edital com 306 vagas para cursos gratuitos de pós-graduação na área de Saúde

A Escola de Saúde Pública do Distrito Federal (ESP-DF), mantida pela Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde (Fepecs), publicou um novo edital de seleção para nove cursos de pós-graduação lato sensu. Ao todo, são disponibilizadas 306 vagas, de forma gratuita, para profissionais que tenham nível superior nas áreas de saúde, educação e afins. Entre as principais novidades desta edição está a criação da especialização em saúde da população negra, uma pós-graduação inédita, desenvolvida ao longo de mais de um ano de trabalho. O curso nasce com o objetivo de oferecer uma formação completa e aprofundada, capaz de contemplar de forma integral as necessidades dessa população. A proposta surgiu a partir do curso de extensão em Equidade Racial no Sistema Único de Saúde (SUS), momento no qual se identificou a ausência de formações que abordassem a saúde da população negra em sua totalidade. Os cursos são financiados com recursos da Fepecs e possuem carga horária variando entre 360 e 420 horas | Foto: Divulgação/Fepecs Essa especialização reúne temas essenciais para compreensão e atuação qualificada na área, incluindo aspectos históricos da população negra no Brasil, marcos legais, racismo, preconceito e discriminação, determinantes sociais da saúde, epidemiologia, mortalidade materna de mulheres negras, justiça social, saúde mental, violências e estratégias de enfrentamento ao racismo institucional. O conteúdo também abrange políticas de equidade em saúde e assistência social, além de debates sobre a população em situação de rua e pessoas privadas de liberdade. Além disso, o processo seletivo também oferece as especializações em gerontologia; gestão de saúde pública; gestão do sistema brasileiro de transplantes de órgãos e tecidos; medicina intensiva; preceptoria de residência em áreas profissionais de saúde (modalidades uni e multiprofissional); preceptoria de residência médica; saúde coletiva e epidemiologia; e saúde mental e atenção psicossocial. Os cursos são financiados com recursos da Fepecs e possuem carga horária variando entre 360 e 420 horas. Todos são reconhecidos pelo Ministério da Educação (MEC) e contam com um corpo docente formado por especialistas, mestres e doutores atuantes nas redes de saúde e em instituições de pesquisa do país.[LEIA_TAMBEM] O chefe do Núcleo de Especialização e Extensão da ESP-DF, Demétrio Gomes, explica que o diferencial dos cursos é o foco na interdisciplinaridade. “Os cursos da ESP-DF são estruturados para promover uma integração real entre diferentes áreas do conhecimento”, destaca. O processo seletivo mantém, no edital deste ano, a política de reserva de 20% das vagas para pessoas negras (pretas e pardas) e pessoas com deficiência e 10% para candidatos hipossuficientes. A distribuição das vagas está detalhada no edital. Inscrições e etapas As inscrições devem ser realizadas do dia 27 deste mês a 8 de dezembro, no site do Instituto Access, banca organizadora do certame, com taxa de R$ 48. O candidato precisa gerar uma senha de acesso ao sistema de inscrição e posteriormente preencher o formulário, escolher o curso pretendido, enviar toda a documentação exigida no edital, além de pagar a taxa de inscrição. O resultado final, com a convocação para matrícula, está previsto para 18 de dezembro. As atividades acadêmicas terão início na mesma data, com aula magna inaugural para todos os cursos.   *Com informações da Fepecs

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Evento discute práticas e experiências na Saúde do DF

Estudantes, docentes, servidores e profissionais de saúde participam, nesta terça-feira (21), da II Mostra de Estágios e Práticas em Saúde do Distrito Federal. O evento, promovido pela Escola de Saúde Pública do DF (ESP/DF), recebeu cerca de 250 inscrições e é realizado no auditório da Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde (Fepecs), com a presença de gestores institucionais e representantes da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) e do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass). Durante a mesa de abertura, a diretora da Fepecs, Inocência Rocha Fernandes, destacou sua alegria em participar do evento que, segundo ela, “fortalece o SUS e ressalta a importância da integração entre ensino, serviço e comunidade”. A gestora lembrou também o papel das 26 instituições conveniadas, que “geram recursos de contrapartida à SES e à Fepecs, com retorno de investimento nos cenários de práticas, pagamento de eventos como este e outras melhorias”. Evento acontece no auditório da Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde (Fepecs) | Foto: Matheus Oliveira/Agência Saúde DF À frente da ESP/DF, a diretora Fernanda Monteiro recordou o sucesso da primeira edição, em 2024, e destacou que “este ano a mostra recebeu o dobro de trabalhos inscritos”. Para ela, isso simboliza que o evento cumpre sua função de “aproximar a academia do serviço e da comunidade”. A diretora falou também sobre as premiações aos trabalhos vencedores e a comissão de avaliadores, que será fundamental para julgar os trabalhos selecionados. “Nós precisamos estar integrados e é importante que instituições públicas e privadas façam diferença para o SUS”, finalizou. Representando o Conass, Haroldo Pontes elogiou a iniciativa do evento e ressaltou que “todos os estudantes que estão aqui já são vitoriosos, pois conhecem e trabalham pelo SUS, mesmo com tantos desafios”. Coordenador da Câmara Técnica de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde, Haroldo disse que queria “agregar à premiação dos trabalhos vencedores” e convidou os estudantes a participarem de uma reunião no Conass na próxima semana. A representante da SES/DF, Mabele Roque, afirmou que “estagiar em cenários da secretaria de saúde e conhecer as políticas públicas no início da formação profissional é um grande privilégio”. Como forma de incentivo aos estudantes, Mabele falou para “aproveitarem a oportunidade de aprendizado e troca de experiências durante o evento” e convocou todos a fazerem concurso, porque “precisamos de mais trabalhadores no SUS”.[LEIA_TAMBEM] Dinâmica e premiação Em sua segunda edição, a mostra já garantiu espaço no calendário oficial da ESP/DF, com a promoção de experiências exitosas vivenciadas por estudantes, docentes e supervisores nos cenários de prática da Secretaria de Saúde do DF (SES/DF), além da apresentação de trabalhos sobre: educação na saúde; segurança do paciente; processo ensino-aprendizagem; atenção primária em saúde; vigilância de doenças e agravos não transmissíveis; saúde mental; álcool e outras droga; e planejamento, gestão e avaliação na saúde. A gerente de Integração Ensino-Serviço da ESP/DF, Elaine Takenaka, foi uma das organizadoras da mostra. “Após finalizar a primeira edição em 2024, já começamos a pensar em como faríamos este ano”, revelou. Apesar da formalidade e das avaliações dos trabalhos, a gerente disse que tudo foi pensado para que os participantes tivessem um dia “agradável, emocionante e de descontração”. A mostra recebeu 115 inscrições de trabalhos, divididos nas categorias de graduação e ensino técnico. Desse total, 20 foram selecionados para serem apresentados e avaliados durante o evento. Os trabalhos vencedores em 1º, 2º e 3º lugares de cada categoria serão premiados com participação em congresso fora de Brasília (com passagens e hospedagens custeadas); participação no Congresso Brasileiro de Saúde Coletiva (Abrascão) em Brasília; e participação no Congresso Internacional de Inovação em Saúde (VI Inovatec), em Brasília. A premiação para o grupo vencedor inclui ainda, além dos estudantes e docentes, o supervisor da SES e do Núcleo de Educação Permanente (Neps) da Região de Saúde.   *Com informações da Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde (Fepecs)

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Últimos dias de inscrição para o Programa de pós-graduação em Ciências para a Saúde da ESP-DF

A Escola de Saúde Pública do Distrito Federal (ESP-DF), mantida pela Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde (Fepecs), está com inscrições abertas para a seleção de candidatos aos cursos que integram o Programa de Pós-Graduação em Ciências para a Saúde. Ao todo, são quatro editais publicados: dois para o curso de mestrado e dois inéditos para o curso de doutorado profissional. As inscrições podem ser realizadas até o próximo domingo (7). No que diz respeito ao doutorado profissional, um dos editais é destinado a portadores de diploma de curso de graduação na área da saúde e/ou áreas afins e oferece seis vagas. Já o outro é voltado a portadores de diploma de curso superior em enfermagem e oferece quatro vagas. Em ambos os casos, é necessário apresentar diploma de mestrado na área da saúde e/ou áreas afins, e há previsão de vagas para ações afirmativas. As inscrições podem ser realizadas até o próximo domingo (7) | Foto: Divulgação/Fepecs Segundo a coordenadora do programa, Leila Göttems, a novidade da seleção é a oferta do doutorado profissional. “Vamos fazer a seleção de 10 candidatos para a primeira turma. A intenção é lançar um novo edital a cada ano”, afirma. É importante destacar que foram publicados dois editais para o doutorado, sendo um deles apoiado pelo edital de fomento à pesquisa do Acordo CAPES — Conselho Federal de Enfermagem (Cofen). Leila explica que a ação tem como objetivo estimular os enfermeiros a cursarem o doutorado profissional contando com apoio financeiro para os custos do desenvolvimento dos produtos. Mestrado Os editais do mestrado profissional seguem a mesma estrutura dos editais do doutorado e também apresentam uma oportunidade diferenciada para os profissionais da enfermagem. Tanto o edital destinado a profissionais da área da saúde e/ou áreas afins quanto o edital para enfermeiros oferecem 10 vagas cada, sendo cinco delas reservadas para ações afirmativas. É importante destacar que todos os candidatos deverão comprovar vínculo empregatício há pelo menos um ano com estabelecimentos de saúde da rede pública municipal, estadual ou federal; com instituições filantrópicas que prestam serviços ao Sistema Único de Saúde (SUS); ou com instituições educacionais públicas, em atividades de assistência, gestão ou educação. No caso dos enfermeiros, também é necessário possuir registro ativo no Conselho Regional de Enfermagem do Distrito Federal (Coren-DF) e/ou no Conselho dos demais estados da Federação que compõem a Região Integrada de Desenvolvimento do Distrito Federal e Entorno (Ride). Inscrições e fases As inscrições podem ser realizadas até  dia 7 de setembro, no site da Fepecs. Os candidatos serão avaliados em cinco etapas: análise dos documentos exigidos, prova escrita, avaliação do anteprojeto de pesquisa, análise do formulário de pontuação de produção técnico-científica e prova oral. É fundamental que todos leiam atentamente o edital e sigam rigorosamente as instruções para validar a inscrição. *Com informações da Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde (Fepecs)

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