Orla do Lago de Brazlândia recebe encerramento do projeto Primeira Infância em Foco
O Teatro de Arena da Orla do Lago de Brazlândia recebe, neste sábado (27), às 16h, a apresentação de encerramento do projeto Primeira Infância em Foco: Contos de Encantamento, com entrada gratuita e aberta ao público. A iniciativa foi realizada com recursos da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF), por meio do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF). Com foco na inclusão, a apresentação de encerramento contará com intérprete de Libras e audiodescrição, garantindo que todos possam vivenciar a experiência de forma plena. O espetáculo resgata a tradição oral e os contos de encantamento transmitidos entre gerações, utilizando a ludicidade como ferramenta para estimular o desenvolvimento afetivo, cognitivo e social do público infantil. Com foco na inclusão, a apresentação de encerramento contará com intérprete de Libras e audiodescrição, garantindo que todos possam vivenciar a experiência de forma plena | Foto: Divulgação/Edite Neiva Para a coordenadora do projeto, Aldanei Menegaz, promover o encontro entre as novas gerações e as narrativas populares é uma forma de fortalecer a identidade cultural desde a infância: "Criar pontes entre as memórias da nossa cultura popular e a primeira infância é essencial. Levar esse encerramento para um espaço público e tão simbólico quanto a Orla do Lago, com acessibilidade garantida, reforça o nosso compromisso de que a arte deve ser para todos". O secretário de Cultura e Economia Criativa do DF, Fernando Modesto, destaca: “O acesso à cultura começa na infância. Quando um projeto ocupa escolas, instituições da comunidade e, depois, chega a um espaço público com recursos de acessibilidade, ele amplia as oportunidades de encontro das crianças com a leitura, a imaginação e as tradições que ajudam a formar nossa identidade cultural”. Idealizado pelo Instituto Cultural Paepalanthus, o projeto percorreu, entre os dias 12 e 26 deste mês, instituições de educação da primeira infância em Brazlândia, levando narrativas tradicionais a crianças da região.
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Projeto do FAC leva concertos e oficinas de percussão afro-brasileira para três regiões administrativas
Fortalecer a cena musical local e aproximar o público das sonoridades afro-brasileiras são os principais objetivos do projeto Batukenjé Orquestrado: Percussão Itinerante no DF, promovido pela Orquestra Percussiva Batukenjé com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF). A primeira apresentação da iniciativa será neste sábado (27), em frente à Administração Regional do Varjão, com concerto musical, às 10h30, e oficina sobre percussão, às 11h. A participação é livre e gratuita. “Projetos como o Batukenjé Orquestrado mostram a importância de levar a política cultural para diferentes regiões do DF, criando oportunidades de formação artística e de encontro entre as comunidades e os nossos patrimônios culturais”, salienta o secretário de Cultura e Economia Criativa, Fernando Modesto. “Com isso, o Governo do Distrito Federal contribui para ampliar o acesso à cultura e valorizar expressões que fazem parte da identidade afro-brasiliense e da diversidade cultural da nossa cidade”, completa. Depois do Varjão, o grupo passará em Ceilândia e Paranoá, nos dias 18 de julho e 15 de agosto, respectivamente. Os locais e horários de cada etapa vão ser divulgados no Instagram do projeto. As ações contam com intérpretes de Libras e atuação de pessoas com deficiência na equipe, demonstração de que a cultura é espaço de convivência, diversidade e inclusão social. A primeira apresentação da iniciativa será neste sábado (27), em frente à Administração Regional do Varjão, com concerto musical, às 10h30, e oficina sobre percussão, às 11h | Foto: Cristiano Costa/Divulgação As atividades são conduzidas pelo Mestre Celin du Batuk, com apoio de monitores. Cada oficina tem 20 vagas, com foco em jovens e adultos interessados em aprender sobre ritmo, prática coletiva e instrumentos percussivos, como timbais, surdos, caixas e repiques. Os participantes terão contato com o samba-reggae, samba afro, capoeira e outras manifestações artísticas que compõem a diversidade sonora do DF. “A nossa orquestra percussiva tem a missão de valorizar esses ritmos de matriz africana, além de promover o acesso e o desenvolvimento da sensibilidade das comunidades com esses sons, que dizem tanto de onde viemos e quem somos”, afirma o mestre, que fundou o grupo percussivo em 2006. Depois das três regiões administrativas, o Batukenjé Orquestrado levará os ritmos afro-brasileiros para uma turnê na Europa, com o mesmo formato de apresentações e oficinas, na França e na Alemanha.
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Oficina de música gratuita para pessoas surdas está com inscrições abertas
As inscrições para a nova edição da Oficina de Música para Surdos estão abertas. Gratuito, o projeto promove experiências de musicalização acessíveis e inclusivas, voltadas tanto a pessoas surdas e com deficiência auditiva quanto a profissionais interessados em educação inclusiva. Para participar, os interessados devem se inscrever por meio do formulário. O projeto promove experiências de musicalização acessíveis e inclusivas | Foto: Divulgação/Secec-DF A iniciativa é realizada por educadores musicais do Distrito Federal e conta com apoio do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF). As atividades trabalham percepção corporal, vibração, movimento e experimentação sensorial como formas de aproximar o público das vivências musicais. "A música não é só ouvir. Ela também é corpo, vibração e movimento" Danilo Cabral, idealizador do projeto Segundo o idealizador do projeto, Danilo Cabral, a iniciativa busca romper com a ideia de que a música é acessível apenas para ouvintes. “A música não é só ouvir. Ela também é corpo, vibração e movimento. Durante muito tempo, pessoas surdas e com deficiência auditiva foram afastadas das experiências musicais, como se a música dependesse apenas da audição”, afirma. “O acesso à cultura precisa ser construído com inclusão, escuta e oportunidades reais de participação. A oficina mostra como a arte pode criar pontes, ampliar experiências e garantir que pessoas surdas e com deficiência auditiva também ocupem plenamente os espaços da formação cultural”, destaca o secretário de Cultura e Economia Criativa do DF, Fernando Modesto. A programação contará com dez encontros gratuitos entre os dias 25 deste mês e 16 de junho, no Instituto Nossa Senhora do Brasil (Inoesb), na Asa Sul.
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Teatro para bebês, brechós, festivais e exposições agitam a agenda cultural do DF
O Distrito Federal respira cultura neste fim de semana com um roteiro intenso que passa por teatros, bibliotecas, praças e museus. As atrações, muitas gratuitas e fomentadas com recursos do Fundo de Apoio à Cultura (FAC-DF) da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF (Secec-DF), garantem diversão para todas as idades, com uma agenda que vai desde apresentações imersivas para a primeira infância até moda circular e psicodelia do brega. No Espaço Cultural Renato Russo, na 508 Sul, a novidade é a estreia de Balançar — Música Teatral para Bebês. O espetáculo inédito é voltado para a primeira infância (0 a 3 anos) e propõe um ambiente sensorial que une música, dança e teatro. As sessões ocorrem nos dias 9, 10, 16 e 17 de maio, às 15h e 17h. A entrada é gratuita, com retirada de ingressos no local, mediante doação de itens infantis, como fraldas e brinquedos, que serão destinados à Casa de Ismael. O espetáculo inédito Balançar — Música Teatral para Bebês é voltado para a primeira infância (0 a 3 anos) | Foto: Divulgação/Tatiana Reis Também no Espaço Cultural Renato Russo, no sábado (9), às 20h, o humor toma conta com a 3ª edição do show de comédia Stand Up Demais. Os valores começam em R$ 30, e os ingressos podem ser adquiridos via Sympla. Em Taguatinga, o Teatro Paulo Autran recebe a comédia Entre Elas. A peça é baseada em histórias do universo feminino e acompanha três amigas professoras que se encontram inusitadamente em uma cela de prisão, misturando humor e a quebra de tabus. As apresentações ocorrem no sábado (9), às 20h, e domingo (10), às 19h, com ingressos retirados gratuitamente via Sympla. O teatro também marca presença em outras regiões: o Complexo Cultural de Planaltina apresenta o espetáculo Ipsilon, em cartaz até sábado, com sessão dupla todos os dias às 14h e às 16h. A classificação indicativa é de 12 anos e a entrada é franca. Ainda no sábado, o Centro de Dança do DF, na Asa Norte, promove um workshop especial de hip-hop e k-pop, a partir das 18h. As inscrições serão feitas no local, mediante doação de 1kg de alimento não perecível. Música e festivais nas RAs A música e a cultura popular chegam de forma descentralizada. A Orquestra de Cavaquinhos de Brasília iniciou, nessa quinta-feira (7), a 2ª edição do projeto itinerante Cavaquinho Caipira, levando clássicos da moda de viola para a quadra coberta da Estrutural. A apresentação tem entrada franca. No Itapoã, o sábado será palco do Bregue, festival que promove encontro musical entre o Norte e o Nordeste guiado pelo brega, no Galpão Comunitário, das 15h às 2h. Já em Águas Claras, a Rua do Lazer sedia a 3ª edição do Festival Cidade Vertical, também no sábado, das 9h às 22h. Com entrada gratuita, o evento celebra os 23 anos da cidade reunindo arte, cultura e gastronomia. A 2ª edição do projeto itinerante Cavaquinho Caipira leva clássicos da moda de viola para a quadra coberta da Estrutural | Foto: Divulgação Literatura, moda e cinema A Biblioteca Nacional de Brasília (BNB) preparou uma agenda cheia. Na sexta (8), às 19h30, a sala de cursos recebe o último encontro do Clube da Fofoca, debatendo o livro Teto para Dois, de Beth O'Leary. No sábado, o entorno da biblioteca será ocupado pelo Remoda — Festival de Moda Circular, das 12h às 18h, uma feira de brechós, artesanatos, gastronomia e encontro de DJs. Ainda no sábado, o foyer do auditório recebe, das 11h às 14h, o lançamento do livro de poesias urbanas Outros Passos, do poeta, cantor e compositor Newton Lima. Para os amantes da sétima arte, as telas do Cine Brasília exibem as estreias do longa A Fúria (encerrando a clássica trilogia política de Ruy Guerra), da dramédia Pai Mãe Irmã Irmão e do sensível documentário Aqui Não Entra Luz, da diretora Karol Maia. Desta quinta até a próxima quarta (13), o local recebe a IX Mostra de Cinema Latino-Americano. E no domingo, a telona do Cine Brasília exibe, em sessão atípica, Super Mario Galaxy, às 11h, e O Agente Secreto, às 14h, em sessão acessível. Circuito de Exposições Os equipamentos culturais do GDF oferecem um verdadeiro mergulho nas artes visuais. O Museu Nacional da República inaugura a exposição Entre Traços e Tramas: na Tessitura do Tempo, de Maurício Rolo, que conjuga figuras geométricas com pesquisa livre, em cartaz até 14 de junho. No Museu de Arte de Brasília (MAB), segue até 21 de junho a mostra Geometria da Memória, de Paula Parisot. O Memorial dos Povos Indígenas (MPI) convida, em parceria com a Aldeia Multiétnica, para os últimos dias da exposição Território da Diversidade, aberta até 17 de maio, que celebra por meio de painéis, fotografias e artefatos a resistência e os modos de vida dos povos Krahô, Mebengokre, Fulni-ô, Mehinako, Waurá, Kamaiurá, Yawalapiti, Mbya Guarani, Xavante e Kariri-Xocó. A Praça dos Três Poderes abriga as mostras gratuitas Retrospectiva Visa d'Or (Panteão da Pátria), A Mulher em sua Essência (até domingo, no Espaço Lucio Costa) e Verdade Moldada (Espaço Oscar Niemeyer). As noites de quinta e sexta ainda são animadas pelo Buraco do Jazz, no gramado do Panteão, a partir das 18h.
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Curso gratuito ensina produtores culturais do DF a usar o celular para fortalecer a presença digital
Transformar o celular em uma ferramenta profissional de divulgação pode ser o diferencial para ampliar o alcance de projetos culturais no Distrito Federal. Com esse objetivo, estão abertas as inscrições para o curso gratuito Mob Lab – Vídeos para o seu Projeto Cultural, que oferece formação prática voltada a produtores, comunicadores e empreendedores culturais que querem melhorar a presença nas redes sociais. Para o secretário de Cultura e Economia Criativa interino, Fernando Modesto, o projeto fortalece a autonomia dos agentes culturais. “O curso dialoga com um dos desafios contemporâneos da política cultural, que é ampliar o acesso às ferramentas de comunicação e dar visibilidade às iniciativas que já acontecem nos territórios”, afirma. Realizada com apoio do Fundo de Apoio à Cultura (FAC), a iniciativa disponibiliza 40 vagas, distribuídas em duas turmas online, com início previsto para o dia 27 de abril | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília Realizada com apoio do Fundo de Apoio à Cultura (FAC), a iniciativa disponibiliza 40 vagas, distribuídas em duas turmas online, com início previsto para o dia 27 de abril. Metade das oportunidades é destinada a pessoas com deficiência. “Além disso, ao priorizar a população LGBTQIA+, mulheres, negros, indígenas e pessoas com mobilidade reduzida, a ação reafirma o compromisso do FAC com a inclusão", complementa o secretário da pasta. “O curso dialoga com um dos desafios contemporâneos da política cultural, que é ampliar o acesso às ferramentas de comunicação e dar visibilidade às iniciativas que já acontecem nos territórios” Secretário de Cultura e Economia Criativa interino, Fernando Modesto Formação prática As inscrições serão realizadas por meio de formulário online. O processo de seleção levará em conta critérios regionais e contará com lista de espera para preenchimento de vagas remanescentes. Segundo o idealizador, Dival Porto Lomba, a proposta busca democratizar o acesso à produção audiovisual. “O curso será realizado de forma online, com oferta em três turnos, sendo selecionados os dois com maior número de inscritos. As aulas acontecerão ao longo de cerca de dois meses”, explica. A formação tem carga horária de 42 horas e é voltada a pessoas de 20 a 60 anos da área cultural. Lomba explica que os participantes deverão desenvolver um projeto final ao longo do curso, aplicando os conhecimentos adquiridos em captação, edição e planejamento de conteúdo. “Esse material será avaliado pela equipe do projeto. A proposta é garantir um acompanhamento próximo durante todo o processo, permitindo que os alunos recebam orientações e aprimorem suas produções”, diz o idealizador.
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Projeto apoiado pelo FAC leva espetáculo teatral e oficina de musicalização para escolas públicas do DF
Seis escolas públicas do Distrito Federal receberão a segunda edição do projeto Na Trilha do Teatro, promovido com recursos do Fundo de Apoio à Cultura (FAC) da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF). O objetivo é levar arte para dentro de sala de aula por meio de mediação, espetáculo teatral e laboratório de musicalização infantil. As atividades iniciaram, nesta terça-feira (28), na Escola Classe Kanegae, no Riacho Fundo, e continuam até 7 de novembro em unidades da Asa Sul, Paranoá, Samambaia, Ceilândia e Taguatinga. A experiência começa com a mediação teatral sobre o espetáculo que vem a seguir, intitulado como Seu Cocó e as Caixas-surpresa, permitindo que os discentes tenham acesso às referências que compõem a obra. Ao fim da conversa, entra em cena Seu Cocó, um palhaço que “toca sem saber que toca” e convida o público a conhecer um acervo inusitado, composto por canções inventadas, poesias invisíveis, trava-línguas dançados, adivinhas misteriosas e cantigas de roda. Projeto Na Trilha do Teatro leva arte para dentro das escolas | Fotos: Joel Rodrigues/Agência Brasília “O espetáculo se baseia no brincar de fazer música mesmo sem saber e mesmo sem ter um instrumento. Todo o cenário e objetos de cena são feitos de papelão — tem uma guitarra de papelão, um teclado de papelão — e é com isso que se faz o jogo de brincar, de fazer música, envolvendo a plateia para fazer junto”, explica o ator e palhaço Pedro Caroca. A próxima é a oficina de musicalização. Por meio de jogos e dinâmicas, os alunos aprendem a transformar o corpo em instrumentos, experimentando tempo, pulso, timbre e harmonia de modo prático e lúdico. “Nosso objetivo principal é formar público e o melhor lugar para isso é a escola pública, onde tem um ensino de base em que conseguimos alcançar crianças menores que estão em fase de aprendizagem com arte”, enfatiza Caroca. Pedro Caroca: “Nosso objetivo principal é formar público e o melhor lugar para isso é a escola pública, onde tem um ensino de base em que conseguimos alcançar crianças menores que estão em fase de aprendizagem com arte” Na estreia da iniciativa, todos os 158 estudantes da Escola Classe Kanegae prestigiaram a mediação e o espetáculo. Já a oficina foi feita por uma turma de 20 discentes aproximadamente. Localizada na área rural, a unidade funciona em modelo integral — com oferta de cinco refeições diárias — e recebe crianças de 6 a 11 anos nos anos iniciais do Ensino Fundamental. “É um momento muito rico e que as crianças gostam muito. Musicalização está no nosso currículo de movimento e foi tratado de uma forma lúdica, prazerosa, em que as crianças se divertiram e aprenderam”, salienta a diretora da instituição, Eliane Ferreira Soares. Alice Alves, 8 anos, e Rafael Azevedo, 7, participaram das três atividades e aprovaram a experiência. “A apresentação do teatro foi muito legal. O palhaço cantou músicas, a gente descobriu o que tinha dentro das caixas. A música faz a gente se divertir, você dança, se remexe, eu gosto”, contou a menina. Para Pedro, a melhor parte foi aprender a fazer sons com o próprio corpo. “Eu adorei cantar música, fazer sons. Aprendi a cantar melhor”, disse ele, que revelou que a escola tem uma composição autoral. O menino cantou uma parte para a reportagem: “Chegou a Liga da Justiça Escolar: Super Honesto, Capitão Amizade, Guardião do Respeito. Vamos investigar com coragem e coração, eles na missão para que tenham solução, todos pelo poder da educação.” A pequena Alice Alves aprovou a experiência: “A apresentação do teatro foi muito legal. O palhaço cantou músicas, a gente descobriu o que tinha dentro das caixas. A música faz a gente se divertir, você dança, se remexe, eu gosto” Com foco na oferta de acessibilidade ao público, as atividades do Na Trilha do Teatro contaram com interpretação em Libras e audiodescrição. Também foi entregue material pedagógico com brincadeiras e atividades sobre o projeto. Após as visitas escolares, será lançada uma exposição virtual com ilustrações e depoimentos dos estudantes, além de registros fotográficos e audiovisuais da equipe. A mostra, com curadoria do museólogo Marino Alves, ficará disponível permanentemente no site www.natrilhadoteatro.com.br. A primeira edição ocorreu em 2023, passando por 11 escolas públicas de diversas regiões administrativas. Veja a programação: 29 de outubro — Centro de Ensino Especial de Deficientes Visuais (CEEDV) Asa Sul; 30 de outubro — Escola Classe Itapeti no Paranoá; 5 de novembro — Escola Classe Guariroba em Samambaia; 6 de novembro — Escola Classe Córrego das Corujas em Ceilândia; 7 de novembro — Escola Bilíngue de Taguatinga.
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Dia das Crianças terá programação gratuita com diversão, arte, música, cinema e literatura
A celebração do Dia das Crianças no Distrito Federal será repleta de arte, brincadeiras e muita diversão para os pequenos. A programação se estende por todo o fim de semana e reúne eventos apoiados pelo Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF), além de atividades promovidas em equipamentos públicos, como o Cine Brasília, o Planetário de Brasília e o Zoológico. Um dos espaços mais visitados pelo público, o Zoológico de Brasília terá dois dias dedicados à data. No sábado (11) e no domingo (12), a programação inclui brinquedos infláveis, atividades recreativas e educativas — que valorizam a convivência, o cuidado com os animais e o amor pela natureza —, vacinação gratuita, feira de artesanato e lançamento de livro. A entrada no Zoológico será gratuita no sábado e no domingo, em função do programa Lazer Para Todos. Parte do projeto do GDF, o Jardim Botânico também tem entrada franca no Dia das Crianças. A programação especial do Dia das Crianças no Zoo terá brinquedos infláveis e atividades recreativas e educativas | Foto: Geovana Albuquerque/Agência Brasília Para comemorar a data, o Cine Brasília estende a mostra de clássicos do Studio Ghibli. No domingo, serão exibidas sessões das animações Meu Amigo Totoro, às 14h, e A Viagem de Chihiro, às 16h. De 1988, o primeiro filme narra a história de duas irmãs explorando o interior do Japão após a mudança da família para o campo, quando conhecem Totoro, uma criatura mágica. Já o segundo foi lançado em 2001 e venceu o Oscar de Melhor Animação. A história acompanha Chihiro, uma garota de 10 anos que, ao se mudar com os pais, acaba presa em um mundo fantástico habitado por deuses, espíritos e criaturas misteriosas. Ingressos a R$ 10 (meia) e R$ 20 (inteira). No Planetário de Brasília, as crianças são convidadas a uma jornada cósmica no sábado e no domingo. Durante dois dias, o espaço público se transforma em um universo de descobertas, com observação do Sol com telescópios, oficinas de foguetes e nebulosas, realidade virtual, sessões na cúpula e muito mais. Toda a programação é gratuita, com retirada presencial de ingressos 30 minutos antes das atividades. Funcionamento a partir das 11h. O filme A Viagem de Chihiro será exibido no Cine Brasília neste domingo (12), às 16h; ingressos a R$ 10 (meia) e R$ 20 (inteira) | Foto: Divulgação Ações descentralizadas Em São Sebastião, a pedida é o evento Piquenique Literário, no Parque do Bosque. Em sua segunda edição, o projeto terá programação sexta-feira (10) e sábado (11), a partir das 14h, com contações de histórias, teatro, mágica, mamulengo e oficinas. O dia também terá entrega de pipoca e algodão doce de forma gratuita. O evento conta ainda com audiodescrição e intérprete de Libras. A realização ocorre com recursos do Fundo de Apoio à Cultura (FAC-DF). Em Taguatinga, no sábado, a escola de samba Capela Imperial abre as portas para o Ensaio Aberto — Edição Dia das Crianças, em frente à sua sede, no Setor J Norte, a partir das 14h. Com apoio do projeto Distrito Criativo, parceria entre o Distrito Drag e a Secec-DF, o evento mistura samba, diversidade e brincadeira em uma grande festa comunitária. O grupo Canto das Pretas e a Bateria Chapa Quente comandam o som, enquanto as crianças aproveitam recreação com pula-pula, piscina de bolinhas, pintura de rosto e animadores. Também haverá apresentações do casal de mestre-sala e porta-bandeira e das passistas da agremiação. A escola de samba Capela Imperial abre suas portas no sábado (11) para o Ensaio Aberto — Edição Dia das Crianças | Foto: Divulgação No domingo (12), o Teatro Engrenagem, localizado na 712 Norte, recebe o espetáculo Roça Cri-criativa, da artista Nambir, voltado especialmente para a primeira infância. Em duas sessões (11h e 15h), o show mistura música, yoga, respiração e consciência ambiental em uma experiência interativa e sensorial. As apresentações também contam com recursos do FAC, com entrada franca mediante retirada de ingressos no site parceiro.
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Abertas as inscrições para a 1ª Conferência Brasileira de Montadores e Riggers de Circo na UnB
Já estão abertas as inscrições para a 1ª Conferência Brasileira de Montadores e Riggers de Circo, que ocorre nos dias 26, 27 e 28 de agosto, na Faculdade de Educação Física, no Campus Darcy Ribeiro da Universidade de Brasília (UnB). Serão três dias de imersão em que artistas, pesquisadores, técnicos e especialistas discutirão temas como a segurança circense e as condições de trabalho dos profissionais do segmento. Os interessados podem se inscrever até 25 de agosto por este link. Com recursos do Governo do Distrito Federal (GDF), por meio do Fundo de Apoio à Cultura (FAC) da Secretária de Estado da Economia Criativa (Secec), a conferência é uma atividade de extensão da Faculdade de Educação Física da UnB. Segundo Ludmila Condé, produtora da conferência, o apoio do GDF foi fundamental para a viabilidade do evento. “A verba do FAC garante estrutura, acessibilidade, vinda de profissionais de referência nacional e internacional, além de permitir que as atividades sejam amplamente divulgadas e gratuitas, democratizando o acesso ao conhecimento especializado”, comemora. Serão três dias de imersão em que artistas, pesquisadores, técnicos e especialistas discutirão temas como a segurança circense | Foto: Divulgação A organização é do projeto Entre Nós, voltado à cultura de segurança no circo no Distrito Federal, e da empresa Aerius Soluções em Altura — empresa de Campinas (SP) especializada em segurança no circo, rigging, acesso e resgate —, com o apoio do Avante, Grupo de Pesquisa e Formação Sociocrítica em Educação Física, Esporte e Lazer da UnB. Atividades e especialistas [LEIA_TAMBEM]O evento terá palestras, oficinas, mesas-redondas e vivências práticas. Entre os temas, estão normativas e certificações, a cultura de segurança como parte do processo criativo, o ensino do risco no circo, segurança em circos itinerantes, mulheres e equidade no mercado técnico; e aulas inclusivas para pessoas com deficiência. As oficinas incluirão temas como sistemas de vantagem mecânica, inspeção e manutenção de equipamentos de segurança (EPIs), ancoragens seguras, estruturas suspensas e vivências práticas de acesso por corda. Estão confirmadas participações especialistas como a de Marco A. Bortoleto, um dos principais pesquisadores/acadêmicos sobre circo no Brasil; Fábio Marcelo, autor de livros sobre segurança em altura; e Diego Ferreira, autor da obra Segurança no circo: questão de prioridade. A pluralidade da cena técnica circense estará representada por oradores como Tum Aguiar, fly-in rigger do Cirque du Soleil, e Mateus Bonassa, artista e rigger com experiência em produções como O Teatro Mágico e Circo Vox. Além deles, técnicos e artistas de outras regiões do Brasil compartilharão experiências que entrelaçam segurança, estética e ética no fazer circense.
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