HRC e CADF recebem novos paisagismos
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. A Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap) executa serviços de paisagismo no Hospital Regional de Ceilândia (HRC) e no Centro Administrativo do Distrito Federal (CADF), em Taguatinga, com a finalidade de aprimorar a infraestrutura verde dos dois locais. No Hospital de Ceilândia, a intervenção é realizada por obra direta, com equipes do Departamento de Parques e Jardins (DPJ) da companhia. A iniciativa visa ampliar o paisagismo das áreas verdes internas da unidade, oferecendo mais conforto visual a pacientes, acompanhantes e profissionais de saúde. O projeto contempla o plantio de grama-batatais, arbustos e espécies ornamentais que agregam diferentes cores, folhagens e florações ao ambiente. Antes do plantio, as equipes executam serviços de limpeza, escarificação e nivelamento do terreno. Entre as espécies utilizadas estão trapoeraba-roxa, moreia-amarela, falso-íris e diferentes variedades de cordiline. A escolha priorizou plantas de baixa manutenção, adequadas às condições climáticas da região e que garantem maior durabilidade ao paisagismo. No HRC, a iniciativa visa ampliar o paisagismo das áreas verdes internas da unidade, oferecendo mais conforto visual a pacientes, acompanhantes e profissionais de saúde | Foto: Divulgação/Novacap Já no CADF, o projeto paisagístico faz parte da preparação da edificação para receber o gabinete da governadora Celina Leão e outros órgãos do Governo do Distrito Federal (GDF). Os serviços são executados por empresa contratada, por meio do sistema de ata de registro de preços, com investimento de R$ 324 mil, com conclusão prevista para setembro. A intervenção inclui o plantio de grama-batatais e grama-esmeralda, além de arbustos, árvores e palmeiras, e também a remoção de espécies mortas existentes no local. O projeto contempla todas as áreas internas e externas que circundam o Centro Administrativo do Distrito Federal. As espécies seguem as especificações do projeto original e incluem cordilines, alamandas, jasmim-azul, bougainville, pequizeiro, ipê-amarelo ipê-roxo, jacarandá-mimoso, oiti-do-cerrado, baru e as palmeiras fênix e jerivá, além de outras espécies nativas do Cerrado e plantas já adaptadas ao clima do Distrito Federal. "A Novacap atua para que os espaços públicos sejam cada vez mais funcionais, acolhedores e ambientalmente qualificados. Esses projetos de paisagismo refletem o compromisso da companhia com a melhoria da infraestrutura urbana e da qualidade de vida de quem os utiliza” afirma o diretor-presidente da Novacap, Fernando Leite. *Com informações da Novacap
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Hospital de Ceilândia ganha tomógrafo com inteligência artificial
Os moradores de Ceilândia agora contam com um reforço de peso para a saúde pública. Neste domingo (28), a governadora Celina Leão entregou um novo tomógrafo computadorizado de última geração ao Hospital Regional de Ceilândia (HRC). A chegada do equipamento, avaliado em R$ 2,21 milhões, vai agilizar diagnósticos, diminuir o tempo de espera e garantir mais segurança no atendimento à população. O novo tomógrafo faz parte da estratégia do Governo do Distrito Federal (GDF) de fortalecer o atendimento nas unidades públicas, com aparelhos modernos e completos. A expectativa é beneficiar cerca de 4 mil pessoas mensalmente e efetuar até 16 mil exames, desde urgências e emergências até demandas ambulatoriais e procedimentos cardiovasculares complexos. Para a governadora Celina Leão, a chegada do novo equipamento integra uma meta clara de estruturar a rede pública e agilizar a rotina médica. "Nós determinamos que todos os hospitais tivessem um tomógrafo funcionando. Isso vai reduzir o transporte [de pacientes para outras unidades], dar laudos mais rápidos e, com certeza, melhorar o atendimento e o giro de leitos. Vamos entregar em oito hospitais. E não é só isso: abrimos outras frentes de reforma dentro dos hospitais e estamos estruturando também um reforço de mão de obra, com mais médicos e mais profissionais. É isso, é estar presente, ouvindo [a população] todos os dias e avançando nesse tema que é tão importante, porque a saúde não espera”, avaliou a chefe do Executivo. O novo tomógrafo faz parte da estratégia do Governo do Distrito Federal (GDF) de fortalecer o atendimento nas unidades públicas, com aparelhos modernos e completos | Fotos: Matheus Borges/Agência Brasília Outros hospitais do DF que já receberam tomógrafos incluem o Regional de Planaltina (HRPL) e o de Base. O modelo GE Revolution Ascend tem tecnologia avançada, que inclui o uso de inteligência artificial para otimização e imagens de altíssima resolução. Na prática, a agilidade do aparelho permite que exames de corpo inteiro sejam feitos em poucos segundos — em muitos casos, a captação das imagens leva menos de 15 segundos. Além da rapidez, a máquina expõe o paciente a uma quantidade muito menor de radiação, um diferencial importante e seguro tanto para o público infantil quanto adulto. A nova aquisição vai ampliar a capacidade operacional da unidade. A máquina pode operar entre três e cinco exames de rotina por hora. Com o fluxo de trabalho mais dinâmico, os médicos conseguem obter diagnósticos rápidos e precisos, o que permite o início dos tratamentos de forma muito mais oportuna. Antes da chegada da nova tecnologia, o HRC já oferecia serviço de tomografia computadorizada e operava com um aparelho mais antigo, que atendia, em média, 3 mil pacientes por mês. Infraestrutura completa Para abrigar a estrutura moderna, a sala de tomografia do HRC passou por uma reforma completa, para se adaptar às exigências técnicas. Foram investidos mais de R$ 375 mil nas obras de infraestrutura, custeadas com recursos do contrato de manutenção predial da Região de Saúde Oeste, além da compra e instalação de novos aparelhos de ar-condicionado para climatizar o ambiente. A chegada do equipamento, avaliado em R$ 2,21 milhões, vai agilizar diagnósticos, diminuir o tempo de espera e garantir mais segurança no atendimento à população O secretário de Saúde, Juracy Lacerda, ressaltou que a atualização do parque tecnológico soluciona um problema crônico da unidade, que antes sofria com maquinário antigo e quebras frequentes. "A realidade que nós vivenciávamos nos hospitais eram tomógrafos que às vezes ficavam quebrados por um longo tempo, porque até a reposição de peças é complicada. Agora temos aqui um tomógrafo de última geração, um equipamento de ponta da GE. E um tomógrafo novo consegue trazer, além de ampliação da quantidade de exames por mês, mais qualidade nos exames. Além disso, a manutenção não vai precisar mais ser feita com tanta frequência e isso permite que a população tenha o melhor atendimento e não precise sair de um hospital para fazer tomografia. Então, é um grande ganho para a população em termos de assistência. É cuidado centrado realmente no paciente”, destacou o gestor, ao explicar que a aquisição de aparelhos de ar-condicionado novos era necessária para usar a nova máquina. “O tomógrafo tem as exigências legais. Uma delas é ter uma área altamente refrigerada, para aguentar o aquecimento do equipamento. Tudo tem de estar programado e seguindo as normas”, completou.
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Carreta do programa Agora Tem Especialistas chega a Ceilândia
Os atendimentos oferecidos pela carreta do programa Agora Tem Especialistas, instalada no Hospital Regional de Ceilândia (HRC), começaram nesta semana. Com foco no diagnóstico precoce de doenças e a definição de tratamentos, a ação é uma iniciativa do Ministério da Saúde (MS) com o apoio da Secretaria de Saúde (SES-DF). O ministro da Saúde, Alexandre Padilha (de camiseta amarela), visitou as instalações do serviço móvel neste sábado | Foto: Matheus Oliveira/Agência Saúde-DF “Essa parceria vem para somar com todos os esforços que nós já estamos fazendo para reduzir as filas de exames eletivos” Raquel Mesquita, subsecretária de Atenção Integral à Saúde Neste sábado (13), a estrutura recebeu a visita do ministro da Saúde, Alexandre Padilha, e de gestores da SES-DF. Totalmente estruturada com insumos, equipamentos e equipe multiprofissional, a unidade móvel de saúde oferta exames de tomografia e ultrassonografia para pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) previamente agendados e encaminhados pela SES-DF. Somadas, a cada semana, serão oferecidas quase 600 vagas. Os exames de ultrassonografia são exclusivos para pacientes da Região de Saúde Oeste, que compreende Brazlândia, Ceilândia e Sol Nascente/Pôr do Sol. “Essa parceria vem para somar com todos os esforços que nós já estamos fazendo para reduzir as filas de exames eletivos”, afirma a subsecretária de Atenção Integral à Saúde, Raquel Mesquita. Agendamentos [LEIA_TAMBEM]Os atendimentos do programa Agora Tem Especialistas no HRC tiveram início na segunda-feira (8). A previsão é que continue no local por 60 dias. O serviço funciona de segunda a sexta-feira, das 7h às 19h. Neste sábado, foram agendados 15 pacientes. Esta é a sexta unidade móvel em operação no Distrito Federal. Nas primeiras quatro, mais de 5,7 mil pessoas foram atendidas. Outra carreta do programa, voltada para a saúde da mulher, está atualmente instalada no estacionamento do Hospital Regional do Gama (HRG). *Com informações da Secretaria de Saúde
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Investimento de R$ 43 milhões reforça manutenção da saúde pública em Ceilândia
Problemas cotidianos de infraestrutura, como torneiras, portas e equipamentos danificados, deverão ter resposta mais rápida na rede pública de saúde do Distrito Federal após o aporte de R$ 43 milhões feito pelo Governo do Distrito Federal (GDF) em contratos de manutenção. O anúncio foi feito pela governadora Celina Leão, nesta segunda-feira (1º), durante abertura do GDF na Sua Porta em Ceilândia. Segundo a governadora, o reforço financeiro permitirá ampliar as ações de manutenção em hospitais e unidades de saúde, melhorando tanto as condições de atendimento à população quanto a estrutura de trabalho dos profissionais da área. “Nós liberamos um contrato de manutenção que existia, mas ele não tinha dinheiro. Na semana passada, colocamos R$ 43 milhões nesse contrato. Ou seja, aquilo que você chegava no hospital e via, como torneira quebrada, vaso quebrado, falta de manutenção, agora terá condição de ser resolvido com mais rapidez”, afirmou Celina Leão. Os recursos do aporte viabilizarão cerca de 20 intervenções no Hospital Regional de Ceilândia (HRC) | Foto: Arquivo/Agência Brasília Os recursos vão viabilizar cerca de 20 intervenções no Hospital Regional de Ceilândia (HRC), além de serviços de manutenção nas unidades básicas de saúde (UBSs) previstas no planejamento deste ano para a cidade. “Nós temos um tomógrafo para entregar no Hospital de Ceilândia ainda este mês, um novo equipamento para a cidade, e a governadora colocou R$ 43 milhões no nosso contrato de manutenção. Vamos executar 20 intervenções dentro do hospital e fazer melhorias em todas as nossas unidades básicas de saúde”, destacou o secretário de Saúde, Juracy Lacerda. “Nós liberamos um contrato de manutenção que existia, mas ele não tinha dinheiro. Na semana passada, colocamos R$ 43 milhões nesse contrato. Ou seja, aquilo que você chegava no hospital e via, como torneira quebrada, vaso quebrado, falta de manutenção, agora terá condição de ser resolvido com mais rapidez” Governadora Celina Leão Durante a agenda, a governadora afirmou que o governo vem ampliando as ações de requalificação da rede pública em diferentes regiões administrativas e destacou o foco na melhoria das condições estruturais das unidades. “Esse é o olhar cuidadoso que estamos tendo, para que a estrutura de trabalho dos nossos servidores públicos da saúde possa melhorar, para que eles cuidem melhor das pessoas, com uma estrutura melhor de trabalho”, disse. Ceilândia conta atualmente com 19 unidades básicas de saúde, além do Hospital Regional de Ceilândia e policlínicas. Recursos diretos para UBSs Além dos serviços estruturais, a governadora anunciou a ampliação do Programa de Descentralização Progressiva de Ações de Saúde (Pdpas) para todas as unidades básicas de saúde do Distrito Federal. A proposta prevê a descentralização de recursos para pequenos serviços de manutenção nas UBSs, com valores estimados entre R$ 50 mil e R$ 100 mil, de acordo com o porte de cada unidade. “Estamos fazendo uma adaptação do Pdpas e essa é uma novidade em primeira mão: vamos colocar o programa também para os nossos postos, unidades básicas de saúde. Quebrou uma porta? Eles terão recurso para trocar. Quebrou uma torneira? Terão recurso para resolver”, anunciou a governadora. A medida busca dar mais agilidade ao atendimento de demandas rotineiras de infraestrutura, reduzindo a dependência de processos centralizados para manutenção das unidades.
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Ceilândia recebe R$ 30 milhões em obras e serviços durante a 6ª edição do GDF na Sua Porta
O GDF na Sua Porta chegou a Ceilândia, nesta segunda-feira (1º), com uma força-tarefa de serviços públicos e um pacote de R$ 30 milhões em obras para a região administrativa. Durante o lançamento, a governadora Celina Leão assinou 35 documentos que autorizam intervenções na maior região do DF, que soma quase 290 mil habitantes. Os serviços passarão por áreas como infraestrutura urbana, mobilidade, lazer, zeladoria, regularização fundiária e saúde. Esta é o sexto local a receber o programa itinerante. Entre as ações do programa, a governadora assinou atos de regularização fundiária | Fotos: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília O atendimento foi montado na praça do Restaurante Comunitário DJ Jamaika, na área central de Ceilândia, e reúne serviços de diversos órgãos do Governo do Distrito Federal (GDF). A programação segue nesta terça (2), na quarta (3) e nos dias 8, 9, 10, 11 e 12, das 9h às 16h, com vacinação, atendimento odontológico, emissão de Carteira de Identidade e serviços do Detran-DF, da Agência do Trabalhador, de apoio à mulher, de assistência social e do Na Hora, além de programas de esporte e agendamento para castração de animais. Durante o lançamento, a governadora Celina Leão fez a primeira agenda pública após receber alta hospitalar, nesta segunda-feira, e defendeu a presença do GDF na região como forma de concentrar obras, atendimentos e serviços de zeladoria em Ceilândia. Cidade bem-cuidada A gente faz um governo escutando as pessoas, escutando a população, para chegar sempre a um denominador comum”, declarou a governadora “A gente preparou essa festa aqui de Ceilândia para deixar a cidade cuidada, sem buraco, com iluminação refeita nas praças públicas, calçadas recuperadas e acolhimento à população em situação de rua”, declarou. “A gente faz um governo escutando as pessoas, escutando a população, para chegar sempre a um denominador comum.” Uma das previsões acertadas durante a abertura do programa em Ceilândia é o reforço na iluminação pública de praças e equipamentos esportivos O pacote inclui recomposição da pavimentação em vias e avenidas, readequação de drenagem, construção e recuperação de calçadas, ciclovia, retornos viários, estacionamentos e abrigos de passageiros. Também estão previstas intervenções em espaços de convivência, como campo sintético, quadras poliesportivas, parques infantis, pontos de encontro comunitário (PECs), praças e áreas verdes. Na área ambiental e de zeladoria, as ordens de serviço preveem recuperação de gramados, plantio, poda de árvores, manutenção de espaços verdes, limpeza e desobstrução de bocas de lobo, além de ações em áreas de descarte irregular. A iluminação pública também será reforçada em praças e equipamentos esportivos. Serviços de cidadania A Saúde entrou no pacote com o anúncio de um novo tomógrafo para o Hospital Regional de Ceilândia (HRC), previsto para chegar ainda neste mês, além de intervenções em setores do hospital e nas unidades básicas de saúde da região. A governadora também adiantou que prepara um decreto para descentralizar recursos às UBSs, com valores entre R$ 50 mil e R$ 100 mil por unidade, conforme o porte. Itapoã, Paranoá, Riacho Fundo II, Samambaia e Colônia Agrícola 26 de Setembro já foram contemplados com o programa “Quebrou uma porta, quebrou uma torneira, eles vão ter recurso para trocar”, afirmou a governadora. “Vamos treinar, capacitar e colocar o cartão na mão do gestor, porque é dinheiro público e tem que prestar conta. Eu acredito muito na atenção básica. Acho que tudo acontece pela atenção básica.” O evento também teve atos de regularização fundiária. O GDF formalizou dois contratos de Concessão de Direito de Uso Oneroso (CDU) por meio da Empresa de Regularização de Terras Rurais (ETR), beneficiando Dimas Rodrigues de Souza, da Chácara Fundos da ONG, no Córrego dos Currais, e Edson Amparamo Soares, da Chácara Goianinho nº 90, em Ceilândia. Acompanhamento Outra medida determinou a publicação, em até 90 dias, do edital de Concessão de Direito Real de Uso (CDRU) dos lotes 1 a 8 da QNM 26, Conjunto I, além da conclusão das obras de infraestrutura de abastecimento de água, esgotamento sanitário e estacionamentos na área. Também foi autorizada a desconstituição de lotes para a criação do Bosque Trevo da Amizade, demanda antiga da comunidade. [LEIA_TAMBEM]Durante a agenda, Celina também assinou o termo de posse de Renato Santana como administrador regional de Ceilândia. A governadora ressaltou que o novo gestor terá a missão de acompanhar a execução das obras e cobrar o andamento das intervenções previstas para a região. Renato Santana disse que assume o cargo com a missão de acompanhar de perto a execução das obras e manter a gestão em diálogo com a comunidade. “Eu não vim aqui para passear, vim aqui para trabalhar”, afirmou. “O administrador regional não faz nada se não tiver o apoio de todos os órgãos do governo”. Acesso facilitado A educadora social Bárbara de Castro levou a gata para agendar castração: “Esse programa ajuda e evita que os bichinhos adoeçam ou tenham muitos filhotes” Entre os moradores atendidos estava a educadora social Bárbara Geane de Castro, de 36 anos, que conseguiu vaga para castrar a gata no programa de castração. Ela contou que havia pesquisado o serviço na rede particular e encontrado valores de até R$ 600. “Facilitou muito”, disse. “É muito importante, porque tem muita gente que não tem condição. Esse programa ajuda e evita que os bichinhos adoeçam ou tenham muitos filhotes”. A aposentada Eva Conceição elogiou o atendimento: “Facilita porque eu não tenho que sair de casa de madrugada, sozinha, correndo risco, para ir atrás de uma consulta sem saber se vou conseguir” A aposentada Eva Maria Conceição Silva, 62, também procurou atendimento durante a ação. Ela buscava serviços de saúde e afirmou que iniciativas como o GDF na Sua Porta reduzem a necessidade de deslocamentos longos para tentar atendimento. “Facilita porque eu não tenho que sair de casa de madrugada, sozinha, correndo risco, para ir atrás de uma consulta sem saber se vou conseguir”, relatou. Antes de chegar a Ceilândia, o GDF na Sua Porta já passou pelo Itapoã, Paranoá, Riacho Fundo II, Samambaia e Colônia Agrícola 26 de Setembro.
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Saiba como é feita a pasteurização do leite materno
O leite materno doado percorre um caminho de intenso cuidado até chegar aos recém-nascidos que precisam desse alimento nos hospitais da rede pública. Diferentemente do que muitos imaginam, o produto não sai da casa da doadora direto para a unidade neonatal: cada frasco passa por etapas técnicas que garantem um alimento seguro e nutritivo para os bebês internados. Cada lote do produto doado passa por rigorosa inspeção e tratamento nos bancos de leite humano do DF | Foto: Matheus Oliveira/Agência Saúde-DF “Quando recebemos o leite, sabemos que ali existe um gesto de solidariedade que pode mudar histórias”, afirma a coordenadora do Centro de Referência em Banco de Leite Humano do DF, Graça Cruz. “Nosso trabalho é assegurar que ele mantenha suas propriedades e seja oferecido com total segurança aos bebês.” “Controlar a temperatura desde a casa da doadora até o processamento é fundamental para preservar as características do leite” Graça Cruz, coordenadora do Centro de Referência em Banco de Leite Humano do DF Ao chegar ao banco de leite humano, o produto é inspecionado. São avaliadas a integridade da embalagem, a presença de impurezas no frasco e as condições de armazenamento, incluindo a temperatura de congelamento desde a coleta domiciliar. Controle de qualidade O leite humano cru pode permanecer congelado por até 15 dias antes de ser pasteurizado — portanto, deve chegar ao banco até pelo menos dez dias, e os lotes são selecionados de acordo com a data de validade do produto. “Controlar a temperatura desde a casa da doadora até o processamento é fundamental para preservar as características do leite”, reforça Graça Cruz. Após essa triagem, o leite selecionado é descongelado a 40°C, com equipamentos próprios. Mesmo após o descongelamento, ele é mantido sob refrigeração a 5°C, temperatura que ajuda a preservar suas características. Uma amostra é retirada para exames físico-químicos, como a medição da acidez Dornic, parâmetro que indica se o leite está apto para seguir à pasteurização. Também é feito o crematócrito, exame que identifica o valor calórico do leite e auxilia a equipe médica na definição da dieta de cada recém-nascido. O pequeno Benício foi um dos bebês que precisaram recorrer ao banco de leite humano logo nos primeiros dias de vida. Ele nasceu prematuro com 35 semanas no Hospital Regional de Ceilândia (HRC), pesando 1,8 kg. “Nem sempre a gente consegue produzir leite o suficiente, então esse gesto fez toda diferença para a saúde do meu filho”, relata a mãe, Maria Vitória de Medeiros, 24. Pasteurização Uma vez aprovado nas análises, o leite é reenvasado em frascos esterilizados e encaminhado para a pasteurizadora a 62,5°C por 30 minutos, temperatura e tempo definidos para eliminar microrganismos que poderiam afetar a saúde de prematuros e recém-nascidos de baixo peso. Segundo a coordenadora, tempo e temperatura foram definidos por estudos realizados há mais de 40 anos, com o objetivo de eliminar 99,9% desses microrganismos. [LEIA_TAMBEM]Logo após esse período, o leite passa por resfriamento rápido até atingir 5°C. Em seguida, uma nova amostra é coletada para o controle microbiológico. O material fica incubado por 48 horas. Somente após resultado negativo para crescimento de microrganismos o leite é liberado para o estoque do BLH. Finalizado o processo, o líquido é separado individualmente de acordo com a prescrição do médico e do nutricionista para cada recém-nascido. O método garante também o não desperdício: um frasco de 250ml, por exemplo, pode suprir até dez bebês. Rede solidária O DF conta com 14 bancos de leite humano e sete postos de coleta. A Secretaria de Saúde (SES-DF) é responsável por dez bancos e três postos. Nesses locais, é feito o controle de qualidade, pasteurizar e distribuir o leite, também orientam famílias sobre o manejo da amamentação. Em 2025, a Rede de Bancos de Leite Humano do DF (rBLH-DF) atendeu 16,9 mil recém-nascidos, entre prematuros e bebês com baixo peso. Para doar, basta ligar para 160, opção 4, ou acessar o portal Amamenta Brasília. *Com informações da Secretaria de Saúde
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Hospital Regional de Ceilândia promove mutirão de implantação de DIU
No mês de comemoração do Dia Internacional da Mulher, a Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) realiza ações em prol da saúde feminina. No Hospital Regional de Ceilândia (HRC), profissionais do centro obstétrico da unidade organizaram uma força-tarefa de implantação do dispositivo intrauterino (DIU) em pacientes e servidoras do hospital. Esta foi a última ação do projeto iniciado pela equipe de enfermagem do HRC, em que ao todo foram atendidas 227 mulheres desde novembro do ano passado, sendo 145 moradoras de Ceilândia e Sol Nascente. Além da aplicação do DIU de cobre, o projeto teve um componente educacional: até o momento foram habilitadas 16 enfermeiras da Região de Saúde Oeste na inserção e retirada do dispositivo. Também participaram acadêmicas de enfermagem da Universidade de Brasília (UnB), que realizaram horas complementares no projeto, atuando no acolhimento das mulheres, esclarecimento de dúvidas e organização da agenda dos profissionais. A certificação dos profissionais e acadêmicas é feita pela Associação Brasileira de Obstetrizes e Enfermeiros Obstetras do Distrito Federal (Abenfo-DF). O DIU é um aliado importante na redução de gestações não planejadas e mortalidade materna | Fotos: Sandro Araújo/Agência Saúde DF Uma das coordenadoras e a idealizadora do projeto, a enfermeira obstetra do HRC, Raquel Diógenes, ressalta que o intuito da iniciativa é promover a autonomia feminina sobre a decisão de engravidar ou não. “Essa é uma ação de empoderamento feminino e nosso interesse é que a mulher realmente possa planejar quando e como ela quer ter essa gravidez. O motivo pelo qual iniciamos a ampliação dessas ações foi termos observado que, muitas vezes, há gestações não planejadas e, infelizmente, não desejadas. A conexão entre o bebê e a mãe acontece desde a vida intrauterina e, se a gravidez não foi desejada, isso vai se refletir na vida daquela criança”. A coordenadora reforça que o acesso aos métodos contraceptivos é um direito reprodutivo fundamental das mulheres. “O DIU é um método extremamente eficaz e tem um papel muito importante nas políticas públicas de saúde. Ampliar o acesso a esse método contribui não apenas para o planejamento familiar, mas também para a redução de gestações não planejadas e, consequentemente, para a redução da mortalidade materna”. A enfermeira supervisora do centro obstétrico do HRC, Suely de Jesus Cotrim, enfatiza que o projeto reafirma o compromisso institucional com a educação permanente, a valorização dos profissionais e a qualificação da assistência em saúde. “A ação reforça nosso compromisso com a promoção da saúde da mulher e com a valorização das profissionais que atuam diariamente no cuidado da população”. Atendimento a pacientes e servidoras do HRC Ao todo 227 mulheres receberam o DIU na ação do HRC, que acontece desde novembro do ano passado Uma das pacientes atendidas no último sábado (7), a estudante de enfermagem e mãe de duas crianças Nayane Stoffel ressaltou a importância do projeto. “Minha primeira gestação foi planejada, tudo tranquilo. Já a segunda, não: eu descobri fazendo um exame de rotina. Quando vi o resultado, tinha lá um bebezinho”, relembra. Outra a ser atendida foi Aline Fernandes, atualmente desempregada e também mãe de duas crianças. Ela elogiou a ação e o trabalho da equipe de enfermagem do HRC. “Quando cheguei aqui, eu não sabia que tinha todo esse aparato de consulta, de acompanhamento. Posteriormente, a equipe entra em contato com a gente, agenda retorno para ver se o dispositivo está bem posicionado. Achei tudo muito organizado, passaram as informações sobre medicação, hoje mais cedo fizeram uma palestra explicando o tempo de duração do DIU — que dura 12 anos. Essa ação da secretaria ajuda muito no planejamento familiar e financeiro da pessoa. A gente vê que o SUS funciona”, enfatiza. Além das pacientes, as próprias profissionais do HRC tiveram acesso ao método contraceptivo. A enfermeira da unidade, Nathália Faris, foi uma das servidoras beneficiadas. A ação evidencia o cuidado da instituição com o servidor. O projeto foi iniciativa de uma colega nossa e isso valoriza o nosso trabalho, fortalece a nossa identidade dentro da secretaria, melhora o nosso astral, o nosso desempenho", relata. *Com informações da SES-DF
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Hospital Regional de Ceilândia destaca importância do acolhimento na Semana da Prematuridade
Histórias de cuidado, amor e superação ganharam destaque nessa segunda-feira (17), durante a comemoração do início da Semana da Prematuridade, realizada no Hospital Regional de Ceilândia (HRC). Mães, pais e familiares se uniram à equipe da Unidade de Neonatologia para trocar experiências, compartilhar histórias e, principalmente, celebrar a vida dos bebês atendidos no setor. "Há três meses que estou aqui e vemos o acolhimento, vemos que somos valorizadas. Não só os bebês, mas as mães também. Fico muito feliz", conta Thaís Lima, 34 anos. Ela acompanha a filha Stella, que nasceu na 29ª semana de gestação, quando o ideal seria aguardar, pelo menos, a 37ª semana. A bebê chegou a pesar apenas 545 gramas, o que exigiu cuidados da equipe multidisciplinar e da própria mãe, que praticamente passou a morar no HRC, contando com apoio psicológico e suporte das outras mães. Thaís Lima cuida da sua filha Estela e destaca o apoio mútuo entre as mães da unidade de cuidados neonatais do Hospital Regional de Ceilândia | Fotos: Matheus Oliveira/Agência Saúde DF Laços de afeto "Nós precisamos ser confiantes, acreditar e ficarmos tranquilos. O bebê sente o que a gente sente", conta Enya Araújo, 29. Ela esperava o nascimento do seu primeiro filho, Luan, para o mês de dezembro, mas o parto ocorreu no início de novembro, com o bebê pesando 950 gramas. "Viva o SUS [Sistema Único de Saúde], porque o SUS realmente salvou a minha vida e a vida do meu filho", agradece. Enya destaca o apoio que recebe do pai do menino, Ace Ahmed, 27. Britânico, ele não fala português, mas tem se esforçado para apoiar a companheira neste momento. "Eu preciso ser forte por ela e por ele", diz o jovem. Este acompanhamento, mesmo com barreiras linguísticas, é destacado pela enfermeira do HRC Raiana Vieira: "A mulher está num período de muita sensibilidade emocional, com uma necessidade muito grande de ser acolhida, de ser escutada e literalmente de ser abraçada". Porém, a equipe do HRC busca compreender cada paciente conforme sua lógica familiar. "Os pais são parte do processo do cuidado e eles são figuras primordiais de apego, assim como é muito importante a visita dos avós. Por quê? Porque você propicia ali um aumento e a denominação de família ampliada. Nós temos mulheres aqui que não estão com seus parceiros ou mesmo não são de Brasília, não estão com as mães. E às vezes a pessoa que ela tem de apoio é uma vizinha, por exemplo. E essa vizinha é uma figura de muito apoio", exemplifica a psicóloga do setor, Denise Percílio. Ciência e sensibilidade O tempo de permanência nas unidades de internação costuma ser mais prolongado por conta dos bebês que das mães. Há as chamadas "mães diaristas", que já receberam alta, mas passam o dia inteiro no HRC, com uma rotina de cuidados com a criança, sempre de acordo com a orientação da equipe. Essas mulheres recebem o apoio do hospital, tanto em termos de refeições quanto de espaço para acompanhar os bebês. Também há as "mães nutrizes", que vão até a unidade para assegurar a amamentação dos bebês. As mães receberam, como presente, itens para cuidados dos bebês em casa e se uniram para trocar experiências, compartilhar histórias e, principalmente, celebrar a vida dos bebês atendidos no setor A rotina é dividida entre momentos em que os bebês permanecem nos leitos e nas pausas para limpeza, exames, medicações e os desejados momentos de contato com a mãe. O abraço é estimulado desde o primeiro momento, e, sempre que possível, a amamentação também. Depois da alta da UTI neonatal, segue-se para internação na Unidade de Cuidados Intermediários Neonatais Canguru, quando as mães praticamente não se desgrudam mais dos bebês, sempre avaliados conforme suas condições específicas de saúde e o ganho de peso. Em todos os casos, os cuidados são específicos, pois são bebês de baixo peso, quando comparados com recém-nascidos que nasceram com mais tempo de gestação, muitos dos quais também enfrentam desafios de saúde diversos, como dificuldades para respirar. "A equipe que atua dentro de uma unidade neonatal, além de muito capacitada, passa por um programa de educação continuada. Todo o cuidado é feito com evidências científicas", acrescenta Denise Percílio. Ao mesmo tempo, é necessário trabalhar com uma sensibilidade específica. "Lidamos com vidas de crianças que nasceram antes do tempo, que são verdadeiros guerreiros. São crianças que se superam a cada dia. É muito gratificante quando você consegue devolver uma criança dessas para sua família, quando essas crianças, com a força delas, conseguem ir para casa", completa a enfermeira Raiana Vieira. Dia da Prematuridade O Dia Nacional da Prematuridade, a Semana da Prematuridade e o Novembro Roxo foram oficializados em setembro deste ano, por meio da Lei nº 15.198 de 2025. A legislação destaca a importância de o poder público promover a saúde de bebês e mães, com redução dos índices de mortalidade. Além disso, a legislação ratifica a classificação da prematuridade entre extrema (nascimentos antes de 28 semanas), moderada (nascimentos até 31 semanas) e tardia (entre 32 e 36 semanas e seis dias). A lei destaca ainda necessidades de cuidado, como a utilização do método canguru. No Distrito Federal, somente em 2024, 4,2 mil crianças nasceram antes das 37 semanas de gestação. Isso representa cerca de 12,83% dos partos. *Com informações da Secretaria de Saúde
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