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MAC distribui 120 cestas e ajuda pacientes com câncer a seguir o tratamento

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Para quem enfrenta um tratamento contra o câncer, a preocupação nem sempre está apenas na doença. As despesas com alimentação, transporte e outras necessidades da família também podem pesar no orçamento. É nesse momento que o apoio de voluntários faz a diferença. Nesta terça-feira (1º/7), o Movimento de Apoio ao Paciente com Câncer (MAC) entregou 120 cestas básicas a pacientes oncológicos do Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), além de ovos, leite e lanches. Cada cesta é composta por 32 itens, entre arroz, feijão, flocão e café. A iniciativa, realizada mensalmente, busca contribuir para a alimentação das famílias e ajudar os pacientes a manterem o foco no tratamento. Há três anos em acompanhamento no Hospital de Base para tratar um melanoma, um tipo de câncer de pele, Francisco de Assis Costa dos Santos é um dos pacientes beneficiados. Para ele, receber os alimentos representa uma economia importante para a família. A iniciativa, realizada mensalmente, busca contribuir para a alimentação das famílias e ajudar os pacientes a manterem o foco no tratamento | Foto: Divulgação/IgesDF “Com isso, já diminuímos muito os gastos. Com o dinheiro que compraríamos isso, a gente pode investir em carne, verdura ou até pagar outras contas. Ajuda muito”, relata. A presidente do MAC, Lilian Rejane, explica que o trabalho vai além da segurança alimentar. Segundo ela, o suporte também pode contribuir para que os pacientes tenham melhores condições de seguir o tratamento. “Muitos que recebem a notícia de que estão com câncer se preocupam imediatamente com suas famílias e com como vão conseguir se alimentar. Essas cestas são um incentivo para que eles sigam com o tratamento. Às vezes, sem esse suporte, não teriam condições de continuar”, conta. Cuidado que vai além da cesta O trabalho dos voluntários também está nos pequenos gestos. Durante a entrega desta terça-feira, os pacientes cadastrados receberam sanduíche natural preparado pela equipe, além de bebida láctea, suco e uma fruta. “Estamos sempre pensando em como acrescentar, como fazer um pouco mais. Tentamos aliviar o peso de um tratamento que é muito difícil”, explica Lilian. Ativo há quase quatro décadas, o MAC mantém uma rede de apoio voltada aos pacientes oncológicos do Hospital de Base. Além dos alimentos, o grupo também auxilia com passagens de ônibus, principalmente para pacientes que vêm de Goiás para realizar o tratamento no Distrito Federal. A iniciativa ajuda a evitar que o custo do deslocamento pese ainda mais no orçamento familiar e se torne um obstáculo para a continuidade do atendimento. Aos 84 anos, Izabel Correia de Freitas também conhece de perto a importância desse suporte. Todos os meses, ela busca os alimentos em nome da filha, que é paciente do hospital. “É algo que ajuda demais, faz muita diferença para a gente”, afirma. A entrega das cestas é destinada a pacientes em tratamento oncológico no Hospital de Base. Para ter acesso ao benefício, é necessário ser encaminhado por um assistente social da unidade. *Com informações do IgesDF

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Pacientes em tratamento oncológico vivem dia de lazer e acolhimento no Capital Moto Week

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada.   Entre o ronco das motos, estruturas metálicas, atrações do parque e a movimentação de um dos maiores festivais do país, um grupo viveu o Capital Moto Week de uma forma especial. Vinte pacientes em tratamento oncológico no Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), atendidas pela Rede Feminina de Combate ao Câncer, participaram de um dia de lazer, acolhimento e promoção da saúde na Vila do Bem. A experiência começou pelo camarote do evento, de onde as participantes puderam conhecer a dimensão do festival e observar a movimentação dos palcos e motoclubes. Depois, seguiram para as atrações espalhadas pelo espaço, com atividades como passeio de moto, roda-gigante, tirolesa, brincadeiras e serviços de saúde e autocuidado. Para a gestora da Rede Feminina de Combate ao Câncer, Larissa Bezerra, a primeira participação da instituição no Capital Moto Week representou a oportunidade de oferecer às pacientes um momento distante da rotina hospitalar e criar novas lembranças durante o tratamento. "Estamos muito felizes e emocionadas por trazer 20 mulheres em tratamento oncológico para viver essa experiência. Desde a chegada, elas comentavam sobre o palco, o camarote e todas as atrações. Ver os sorrisos e sentir a vibração delas é muito gratificante", relata. Larissa destaca que a Rede Feminina atua como uma ponte entre pessoas dispostas a ajudar e pacientes que precisam de acolhimento durante o enfrentamento da doença. "Quando conseguimos aproximar esses dois lados, alcançamos nossa missão. Mais do que participar de um evento, elas foram recebidas com carinho e tiveram a oportunidade de criar novas lembranças", afirma. Márcia Ferreira, nascida e criada em Brasília, nunca havia participado do Capital Moto Week. Convidada pela Rede Feminina, ela aproveitou o dia para superar alguns receios e experimentar atividades que antes pareciam distantes. A experiência começou pelo camarote do evento, de onde as participantes puderam conhecer a dimensão do festival e observar a movimentação dos palcos e motoclubes | Foto: Divulgação/IgesDF "Para mim, está sendo um sonho. Venci o medo, fui à roda-gigante, andei de moto e agora estou de olho na tirolesa", contou, bem-humorada. "Eu só ouvia falar do evento. Poder viver tudo isso ao lado das minhas amigas está sendo maravilhoso." Parceria A CEO do Capital Moto Week, Juliana Jacinto, conheceu o trabalho da Rede Feminina durante uma visita ao Hospital de Base e se identificou com o lema da instituição: "doar amor, enxugar lágrimas e provocar sorrisos". A partir desse encontro, surgiu o convite para levar as pacientes ao festival. "A ideia é construir uma cidade para a família e para todos. Por meio da Vila do Bem, abrimos os portões não apenas para o entretenimento, mas também para serviços, conscientização, apoio e esperança", afirma. "São dois projetos que acreditam na transformação por meio do acolhimento. Proporcionar um dia como esse aquece o coração e mostra que um grande evento também pode ser um espaço de inclusão e cuidado", acrescenta. Um espaço para todos A Vila do Bem surgiu após as ações sociais realizadas durante a pandemia e passou a integrar a programação do Capital Moto Week como um espaço voltado à inclusão de crianças, jovens e adultos em situação de vulnerabilidade social. Durante três dias, o local oferece gratuitamente atendimentos de saúde, orientações médicas, atividades recreativas, serviços de beleza e a oportunidade de conhecer diferentes ambientes do festival. Embaixador social do Capital Moto Week e idealizador da Vila do Bem, Rogério Barba explica que o projeto busca aproximar pessoas que muitas vezes conheciam o festival apenas pela televisão. "A Vila do Bem nasceu para integrar essas pessoas ao evento e proporcionar um dia de alegria. É muito emocionante ver crianças, adolescentes e adultos entrando nesse espaço, participando das atividades e percebendo que também fazem parte dessa cidade que construímos aqui", destaca. Para ele, o alcance da ação vai além do entretenimento. O projeto também abre espaço para orientações, serviços, convivência e valorização de iniciativas sociais desenvolvidas no Distrito Federal. Uma cidade dentro de Brasília Com uma estrutura de aproximadamente 400 mil metros quadrados e a participação de mais de 250 motoclubes, o Capital Moto Week reúne atrações musicais, gastronomia, parque de diversões e diferentes experiências ligadas ao universo das motocicletas. Segundo a  organização, mais de 856 mil pessoas circularam pelo evento na edição anterior. Ao final da programação, Márcia já acumulava histórias para dividir com a família e com as amigas. Entre uma atração e outra, resumiu o sentimento compartilhado pelo grupo. "Estou aproveitando cada momento. Hoje é dia de desfrutar essa experiência maravilhosa ao lado de pessoas que eu amo. E estou de olho na tirolesa, acho que vou enfrentá-la." *Com informações do IgesDF

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Cuidar da boca também é cuidar do coração

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada.   Escovar os dentes, usar fio dental e visitar o dentista regularmente ajudam a prevenir cáries e outras alterações bucais. Mas o que muita gente não sabe é que, em determinadas situações, esses cuidados também podem contribuir para proteger o coração. Pessoas que convivem com doenças nas válvulas cardíacas, cardiopatias congênitas ou que já passaram por procedimentos cardiovasculares precisam de uma atenção especial. Nesses casos, infecções na cavidade oral podem representar um risco adicional. Segundo a cardiologista Simone Souza, do Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), a principal preocupação é a endocardite infecciosa, uma inflamação que pode ocorrer quando bactérias da boca alcançam a corrente sanguínea e se instalam em estruturas cardíacas mais vulneráveis. “Pessoas com alterações nas válvulas cardíacas, sejam elas naturais ou substituídas por próteses, devem receber um acompanhamento mais cuidadoso. Em procedimentos odontológicos que podem causar sangramento, por exemplo, a conduta precisa ser avaliada de forma individualizada”, explica. Cirurgia A relação entre saúde bucal e saúde cardiovascular fica ainda mais evidente antes de cirurgias cardíacas. No HRSM, a avaliação odontológica integra o protocolo de segurança adotado no pré-operatório desses procedimentos. “Quando o paciente vai realizar uma cirurgia, como ponte de safena, o pré-operatório inclui uma avaliação criteriosa. É fundamental que ele esteja sem focos de infecção na boca para reduzir o risco de complicações durante e após o procedimento”, destaca Simone. Pessoas que convivem com doenças nas válvulas cardíacas, cardiopatias congênitas ou que já passaram por procedimentos cardiovasculares precisam de uma atenção especial | Foto: Divulgação/IgesDF É o caso do aposentado Carmelito Pereira do Nascimento, de 66 anos. Após sofrer um infarto, ele aguarda a realização de uma ponte de safena. Durante a avaliação odontológica, a equipe identificou a necessidade de remover um fragmento de raiz dentária que poderia causar complicações futuras. “Estou sendo muito bem-atendido por toda a equipe. Saber que eles estão cuidando de todos os detalhes me deixa mais confiante para a cirurgia”, elogia o paciente. Segundo a cirurgiã-dentista especialista em estomatologia do HRSM, Dryele Ferreira Flores, essa atenção é necessária porque a saúde bucal está diretamente ligada ao funcionamento do organismo. “A boca não está separada do restante do corpo. Por isso, problemas como gengivite e periodontite, inflamações causadas pelo acúmulo de placa bacteriana, não devem ser negligenciados e precisam ser acompanhados adequadamente”, afirma. Cuidados simples A frequência das consultas odontológicas varia de acordo com a necessidade de cada pessoa. Quem convive com doenças periodontais, por exemplo, costuma precisar de acompanhamento mais frequente para evitar o agravamento do quadro. Independentemente da condição de saúde, algumas medidas ajudam a preservar a boca e reduzir riscos: escovar os dentes pelo menos três vezes ao dia, utilizar fio dental diariamente, manter uma alimentação equilibrada com menor consumo de açúcar, evitar o tabagismo e realizar consultas periódicas com o dentista. “Uma boa higiene oral e o acompanhamento profissional são fundamentais para todos. Para quem tem problemas cardíacos, essa atenção se torna ainda mais importante, pois manter a saúde bucal em dia também é uma forma de proteger o coração”, conclui a cirurgiã-dentista. Os atendimentos odontológicos na rede pública do Distrito Federal começam nas unidades básicas de saúde (UBSs), que oferecem consultas, ações de prevenção, tratamentos e orientações sobre saúde bucal. Quando há necessidade de atendimento especializado, o paciente é encaminhado pela própria UBS para um centro de especialidades odontológicas (CEO). Em situações de urgência, como dor intensa, infecção, sangramento ou traumatismos, deve ser procurada uma unidade da rede pública com pronto atendimento odontológico. *Com informações do IgesDF

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Azia frequente exige atenção para evitar complicações

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada.   A sensação de queimação no peito ou na garganta após uma refeição pesada é comum e, na maioria das vezes, passageira. Quando a azia passa a ocorrer várias vezes por semana, prejudica o sono, interfere na rotina ou leva ao uso frequente de medicamentos, deixa de ser apenas um desconforto ocasional e pode indicar problemas de saúde que exigem avaliação médica. Segundo o clínico geral e gastroenterologista do Hospital Cidade do Sol (HSol), Álvaro Modesto, a principal doença associada à azia frequente é a doença do refluxo gastroesofágico (DRGE), caracterizada pelo retorno repetido do conteúdo do estômago para o esôfago. O médico alerta, entretanto, que nem toda sensação de queimação no tórax tem origem no sistema digestivo. “Algumas doenças cardíacas também podem causar desconforto ou queimação no peito. Por isso, o sintoma não deve ser automaticamente atribuído à azia, especialmente quando aparece acompanhado de outros sinais”, esclarece. Sinais que exigem atenção Além da frequência, algumas manifestações associadas à azia indicam a necessidade de procurar avaliação médica. Dificuldade ou dor para engolir, sensação de alimento parado, perda de peso sem explicação, vômitos persistentes, sangue no vômito, fezes muito escuras, anemia e piora progressiva dos sintomas estão entre os principais sinais de alerta. Quando a queimação no peito ocorre junto com falta de ar, suor frio, náuseas, tontura ou dor que se espalha para o braço, as costas ou a mandíbula, a orientação é buscar atendimento de urgência. Nesses casos, o desconforto pode ter origem cardíaca. Quando a queimação no peito ocorre junto com falta de ar, suor frio, náuseas, tontura ou dor que se espalha para o braço, as costas ou a mandíbula, a orientação é buscar atendimento de urgência | Foto: Divulgação/IgesDF “Um sintoma frequente não deve ser simplesmente incorporado à rotina. Conviver com azia recorrente ou depender constantemente de medicamentos são sinais de que vale a pena procurar avaliação”, orienta Álvaro. Automedicação pode mascarar o problema Os antiácidos podem aliviar episódios pontuais de azia, queimação e má digestão. Como são facilmente encontrados nas farmácias e podem ser adquiridos sem receita médica, muitas pessoas recorrem a esses medicamentos com frequência. No entanto, o uso contínuo e sem acompanhamento profissional pode mascarar doenças, atrasar o diagnóstico e aumentar o risco de efeitos adversos e de interações medicamentosas. De acordo com o especialista, quando existe a necessidade constante de medicação, o mais adequado é investigar a causa da azia, em vez de apenas aliviar temporariamente o desconforto. A experiência de Fernando Campos, de 56 anos, reforça a importância de associar o tratamento às mudanças de hábitos. “Precisei recorrer a medicamentos e percebi uma melhora gradual na qualidade de vida. Hoje, consigo controlar melhor os sintomas ao equilibrar a alimentação”, relata. Mudanças de hábitos ajudam no controle Evitar refeições muito volumosas, não se deitar logo após comer e manter um intervalo de algumas horas entre a última refeição e o horário de dormir são medidas que podem reduzir os episódios de azia. Também é importante observar quais alimentos e bebidas desencadeiam o desconforto, já que essa resposta varia de pessoa para pessoa. Reduzir o consumo de bebidas alcoólicas e alimentos muito gordurosos, parar de fumar e controlar o peso, quando necessário, também podem contribuir para a melhora. Para quem apresenta sintomas principalmente à noite, a elevação adequada da cabeceira da cama pode ser recomendada após avaliação profissional. “Na maioria das vezes, é possível controlar os sintomas com mudanças de hábitos e, quando necessário, tratamento medicamentoso. A avaliação permite identificar a causa, prevenir complicações e garantir um cuidado seguro”, conclui Álvaro. Em caso de azia recorrente ou de dúvidas sobre os sintomas, a orientação é procurar uma Unidade Básica de Saúde (UBS), porta de entrada do Sistema Único de Saúde (SUS). Nos quadros acompanhados de sinais que possam indicar alterações cardíacas, o atendimento de urgência deve ser buscado imediatamente. *Com informações do IgesDF

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Humanização transforma tarde de paciente no Hospital de Santa Maria

Depois de cerca de um mês internado no Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), João Antônio Lourenço, 32 anos, viveu um reencontro que emocionou familiares e profissionais da unidade. A pedido da família, ele recebeu a visita dos cães de estimação Thor e Mel, uma iniciativa que levou um pouco da rotina de casa para o ambiente hospitalar e reforçou a importância da humanização durante o tratamento. João está internado após intercorrências relacionadas à esclerose lateral amiotrófica (ELA). Segundo a família, a saudade dos animais era um dos assuntos mais frequentes durante os dias de internação. Sensibilizada com o pedido, a equipe da clínica médica organizou o reencontro seguindo todos os protocolos de segurança e higiene. A mãe de João, Denise Lourenço, conta que a expectativa pelo reencontro era grande. "Ele estava ansioso para voltar para casa e reencontrá-los. Quando surgiu a possibilidade desta visita, ficamos muito felizes. Acho que esse momento trouxe mais ânimo e força para ele continuar o tratamento e seguir firme na recuperação até poder voltar para casa", afirma. João está internado após intercorrências relacionadas à esclerose lateral amiotrófica (ELA). Segundo a família, a saudade dos animais era um dos assuntos mais frequentes durante os dias de internação | Foto: Divulgação/IgesDF A iniciativa foi organizada por uma equipe multiprofissional, envolvendo profissionais do serviço social, psicologia, fisioterapia e demais áreas assistenciais. Antes da visita, os familiares receberam orientações sobre os cuidados necessários, como vacinação, banho e higiene dos animais, garantindo que o encontro acontecesse com segurança para todos. Segundo a assistente social Sarah Luiza Azevedo, ações como essa fazem parte da política de humanização adotada pela unidade. "Organizamos tudo com antecedência para que esse momento acontecesse de forma segura. Quando conseguimos aproximar o paciente daquilo que faz parte da sua vida, também fortalecemos o cuidado e o bem-estar durante a internação", explica. Para Sarah, ouvir os pacientes e suas famílias é um dos pilares de uma assistência verdadeiramente humanizada. "Muitas vezes, ninguém conhece melhor as necessidades do paciente do que os próprios familiares. Quando existe esse diálogo aberto, conseguimos construir um cuidado mais completo, respeitando a história, os vínculos e aquilo que faz sentido para cada pessoa durante o tratamento", ressalta. Para o superintendente do Hospital Regional de Santa Maria, Lucas da Silva Santos, a humanização também passa pelo reconhecimento das necessidades emocionais de cada paciente. "Cuidar vai além dos procedimentos e dos tratamentos. Sempre que é possível, buscamos oferecer uma assistência que considere o paciente em sua integralidade, respeitando sua história, seus vínculos afetivos e aquilo que contribui para seu bem-estar. São gestos como esse que tornam o cuidado ainda mais humano", destaca. Entre lambidas, afagos e olhares de carinho, Thor e Mel transformaram a tarde de João em um cenário de reencontro e afeto, mostrando que a humanização também está presente em gestos simples, capazes de fortalecer quem enfrenta o tratamento. *Com informações do IgesDF

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Transparência ganha novo formato no IgesDF

A prestação de contas do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) ganhou um novo formato para facilitar o acesso da população às informações sobre a gestão da saúde pública. Lançada nesta quarta-feira (1º), a publicação mensal IgesDF em Evidência apresenta, em linguagem simples, visual e acessível, os principais indicadores, investimentos e resultados do instituto, permitindo que qualquer cidadão compreenda como os recursos públicos são aplicados e quais serviços são entregues à população. Embora essas informações já sejam encaminhadas mensalmente à Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF), conforme previsto no Contrato de Gestão, agora elas passam a ser apresentadas em um formato mais didático, com textos objetivos, gráficos, infográficos e recursos visuais que facilitam a compreensão por qualquer cidadão.  Eliane Abreu (C), presidente do IgesDF: "A transparência deixa de ser uma obrigação quando passa a ser um valor" | Fotos: Ualisson Noronha Mais do que divulgar números, a publicação busca responder às principais dúvidas da população sobre o funcionamento do instituto: quanto é investido, como os recursos são aplicados, quantos procedimentos e atendimentos  foram realizados, como está a satisfação dos usuários e quais resultados vêm sendo alcançados pela instituição.  "Precisamos traduzir para o cidadão aquilo que fazemos todos os dias. Produzimos muitas informações, mas elas precisam chegar às pessoas de forma clara, para que entendam o papel do instituto na saúde pública" Eliane Abreu, presidente do IgesDF Para a presidente do IgesDF, Eliane Abreu, a iniciativa representa um avanço na relação entre a instituição e a sociedade. "A transparência deixa de ser uma obrigação quando passa a ser um valor", destaca. Segundo ela, esse compromisso exige que as informações estejam ao alcance de todos. "Precisamos traduzir para o cidadão aquilo que fazemos todos os dias. Produzimos muitas informações, mas elas precisam chegar às pessoas de forma clara, para que entendam o papel do instituto na saúde pública. Em meio a uma avalanche de dados, a população precisa de informação qualificada, acessível e confiável", explica. O IgesDF em Evidência reúne informações sobre investimentos, custos operacionais, despesas, produção assistencial, indicadores de desempenho, satisfação dos usuários, ouvidoria, ensino, pesquisa e inovação, permitindo acompanhar, mês a mês, a atuação do instituto. A publicação transforma dados técnicos em informações compreensíveis, fortalecendo o controle social e aproximando a população da gestão da saúde pública.  Lançamento do novo formato de prestação de contas: iniciativa amplia a transparência e a qualidade das informações disponibilizadas  Reconhecimento dos órgãos de controle Durante o lançamento, representantes dos órgãos de controle destacaram que a iniciativa amplia a qualidade das informações disponibilizadas e fortalece uma gestão baseada em evidências. Para o controlador-geral do Distrito Federal, Daniel Lima, os resultados alcançados pelo instituto refletem uma administração orientada por planejamento, inovação e responsabilidade. "O cumprimento das metas do contrato de gestão, a implantação de soluções como as teleconsultas e o planejamento das compras de medicamentos com base em dados e histórico de consumo refletem uma gestão mais eficiente, inovadora e comprometida com a população", afirma.  "O grande mérito dessa iniciativa é colocar os números em evidência. Quando a sociedade conhece os dados, entende melhor o contexto, os desafios e os resultados da gestão" Luiz Roberto Domingues, presidente da Comissão de Acompanhamento e Avaliação do Contrato de Gestão do IgesDF   A promotora de Justiça da 3ª Promotoria de Defesa da Saúde do Distrito Federal, Hiza Carpina Lima, ressaltou que a transparência também passa pela capacidade de contextualizar os resultados. "Os números precisam contar histórias. É importante mostrar não apenas o resultado alcançado, mas também os desafios enfrentados para alcançá-lo. É isso que permite à sociedade compreender melhor a realidade da assistência  e reconhecer o esforço de quem trabalha diariamente para oferecer um atendimento de qualidade", frisa. O presidente da Comissão de Acompanhamento e Avaliação do Contrato de Gestão (CAC-IgesDF), Luiz Roberto Domingues, também ressaltou a importância de ampliar o acesso às informações institucionais. "O grande mérito dessa iniciativa é colocar os números em evidência. Quando a sociedade conhece os dados, entende melhor o contexto, os desafios e os resultados da gestão. Informação acessível fortalece a confiança e qualifica o debate sobre a saúde pública", avalia. Consulta pública [LEIA_TAMBEM]O IgesDF em Evidência amplia o acesso às informações públicas, fortalece o controle social e permite que qualquer cidadão acompanhe, de maneira clara, a aplicação dos recursos e os resultados entregues pela instituição. Durante o lançamento, o gerente-geral estratégico de Planejamento, Orçamento e Auditoria de Faturamento do IgesDF, Túlio Araújo, apresentou a publicação aos participantes. Segundo ele, a iniciativa representa um novo passo na política de transparência do Instituto. "Mais do que números, os indicadores mostram os nossos desafios diários e o trabalho das equipes para responder às necessidades da população. A transparência desses dados permite acompanhar as estratégias adotadas pelo IgesDF para fortalecer a assistência e entregar cada vez mais qualidade no cuidado aos pacientes", esclarece. A publicação é liderada pela Gerência Geral de Planejamento, Orçamento e Auditoria de Faturamento (GGPAF). O projeto editorial é supervisionado pela Gerência Estratégica de Monitoramento, Avaliação e Desenvolvimento Institucional (Gemad) e desenvolvida pela Coordenação Estratégica de Informação Institucional (COEII).  O IgesDF em Evidência está disponível para consulta pública no Portal da Transparência do instituto e pode ser acessado por qualquer cidadão. Além da versão resumida, a página também disponibiliza a prestação de contas completa, conforme previsto no contrato de gestão.  Acesse: - IgesDF em Evidência   - Prestação de Contas   *Com informações do IgesDF  

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HRSM recebe doação para ampliar atendimento em cirurgias faciais

Pacientes atendidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS) que aguardam tratamento para correção de deformidades faciais terão um reforço importante no Hospital Regional de Santa Maria (HRSM). A unidade recebeu, na quinta-feira (18), uma doação de insumos ortodônticos que serão utilizados no tratamento de pacientes submetidos à cirurgia ortognática, procedimento indicado para corrigir alterações no posicionamento dos ossos da face e da mandíbula. A iniciativa beneficia pacientes acompanhados pelo Serviço de Odontologia e Cirurgia Bucomaxilofacial da unidade e deve contribuir para ampliar a capacidade de atendimento, reduzindo o tempo de espera e facilitando o acesso ao tratamento especializado. Entre os materiais doados estão alicates, instrumentais e outros insumos ortodônticos. A doação foi viabilizada pelo Rotary Club de Brasília Leste, integrante do Distrito 4530 do Rotary Internacional, organização que desenvolve projetos sociais e humanitários voltados ao fortalecimento de áreas como saúde, educação e desenvolvimento comunitário. Segundo a chefe do Serviço de Odontologia e Cirurgia Bucomaxilofacial do HRSM, Erika Maurienn, a contribuição chega em um momento importante para uma especialidade que exige acompanhamento prolongado dos pacientes. "Esses insumos serão empregados em processos complexos, que podem se estender por cerca de três anos. Quando conseguimos tornar essa jornada mais eficiente, ganhamos agilidade na assistência", explica. A iniciativa beneficia pacientes acompanhados pelo Serviço de Odontologia e Cirurgia Bucomaxilofacial da unidade | Foto: Divulgação/IgesDF Para a governadora do Rotary no período 2020/2021, Vera Ávila, apoiar instituições públicas faz parte da missão da organização e busca atender às necessidades identificadas pela própria comunidade. "Nosso trabalho é ouvir as demandas que chegam de hospitais, escolas, creches e outras instituições públicas. A partir delas, mobilizamos recursos para gerar benefícios concretos para a população e contribuir com serviços que façam a diferença na vida das pessoas", afirma. As doações são viabilizadas por uma rede internacional de colaboração. Segundo o presidente do Rotary Club de Brasília Leste, José Humberto Ávila, as contribuições vêm de diversos países. "É uma rede global de solidariedade trabalhando para fortalecer serviços essenciais." Ao agradecer a parceria, Erika Maurienn destacou o impacto da doação na qualidade do atendimento oferecido aos pacientes. "Cada recurso recebido representa uma oportunidade de aprimoramento. Conseguimos oferecer mais resolutividade, segurança e melhores perspectivas para quem aguarda a correção de uma deformidade facial", conclui. *Com informações do IgesDF

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Pacientes da ortopedia do Hospital de Base participam de festa junina

Por algumas horas, os corredores da ortopedia do Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF) deixaram de ser apenas um espaço de tratamento e recuperação para se transformar em um ambiente de celebração, música e encontros. Nesta quinta-feira (18), pacientes internados participaram de uma festa junina organizada pela equipe de enfermagem, que levou momentos de descontração e acolhimento à rotina hospitalar. A programação reuniu música ao vivo, forró, quadrilha improvisada, decoração temática, comidas típicas e até a leitura de um cordel, proporcionando uma tarde diferente para pacientes que enfrentam longos períodos de internação em decorrência de fraturas, cirurgias e outros tratamentos ortopédicos. A enfermeira Thailla Rocha da Silva, organizadora da ação, explica que a iniciativa surgiu da necessidade de tornar a internação mais leve para quem permanece dias ou até semanas longe de casa. "Nossos pacientes costumam ficar a partir de 15 dias internados com a gente, e isso é muito tempo para ficar longe da família. A ideia é fazer com que eles possam se divertir e afastar a mente do hospital, nem que seja por uns minutos", detalha. Internada há quase dois meses após sofrer uma fratura no fêmur, Lucilene Pereira dos Santos, 55 anos, fez questão de acompanhar toda a programação. Da cadeira de rodas, cantou, bateu palmas e aproveitou cada momento da festa. Pacientes internados participaram de uma festa junina organizada pela equipe de enfermagem | Foto: Ualisson Noronha/IgesDF "Nós ficamos com a cabeça cheia depois de ficar tanto tempo internado, mas essa festa foi ótima pra dar uma aliviada. Foi maravilhoso", comenta. Além da programação cultural, a celebração contou com cachorro-quente, canjica, curau, pipoca, paçoca, bolos e salgados. Tudo foi organizado pela própria equipe de enfermagem com apoio de doações da comunidade. O compromisso de incluir todos os pacientes também marcou a iniciativa. Pessoas com mobilidade reduzida ou impossibilitadas de caminhar foram levadas até os corredores para participar da comemoração. Foi o caso de Boa Ventura de Jesus Ribeiro Neto, de 49 anos. Internado há 18 dias após uma cirurgia no quadril e com previsão de alta para o mesmo dia, fez questão de participar da festa antes de deixar o hospital. "Sou nordestino e não resisto a uma festa junina. É muito ruim ficar acamado tanto tempo, mas assim deu pra dar uma distraída e curtir o momento com todo mundo", comemora. Com bom humor, o paciente brincou que a comemoração acabou se tornando uma despedida da equipe. "Organizaram uma despedida para mim", disse, sorrindo. *Com informações do IgesDF

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