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Junho Violeta

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Evento debate violência contra idosos no DF

Com foco no Junho Violeta, mês dedicado à conscientização e ao enfrentamento da violência contra a pessoa idosa, a Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF) promoveu, em parceria com o Sesc-DF, o evento Conectado e Protegido – Prevenção à Violência contra a Pessoa Idosa. A iniciativa reuniu cerca de 380 idosos de diversas regiões administrativas e teve como objetivo fortalecer a rede de proteção, promover informação qualificada e estimular a autonomia, o cuidado emocional e a segurança das pessoas idosas diante de situações de violência, abuso, manipulação afetiva e golpes. O evento ocorreu no Teatro Paulo Gracindo, no Sesc Gama, nesta terça-feira (30). “A segurança pública não se resume ao enfrentamento da criminalidade. Ela também se constrói por meio da prevenção, da informação e da presença do Estado junto à população. Investir em ações voltadas às pessoas idosas significa proteger um público que merece atenção especial diante do aumento dos golpes e de diferentes formas de violência. Nosso compromisso é fortalecer essa rede de cuidado, ampliar o acesso à informação e promover uma cultura de proteção que permita às pessoas idosas exercerem sua autonomia com segurança e tranquilidade”, afirmou o secretário de Segurança Pública do DF, Alexandre Patury. A iniciativa reuniu cerca de 380 idosos de diversas regiões administrativas e teve como objetivo fortalecer a rede de proteção, promover informação qualificada | Foto: Divulgação SSP-DF   A programação do evento incluiu acolhimento dos participantes, apresentação musical do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF), palestra temática, talk show com especialistas, espaço para perguntas anônimas, atividades culturais e orientações voltadas para o fortalecimento da rede de proteção. Um dos destaques foi a palestra “Não era amor, era cilada: é amor ou golpe?”, ministrada pela delegada-adjunta da Delegacia Especial de Repressão aos Crimes por Discriminação Racial, Religiosa ou por Orientação Sexual ou contra a Pessoa Idosa ou com Deficiência (DECRIN/PCDF), Cyntia Carvalho e Silva. A especialista apresentou orientações para identificar e prevenir o chamado estelionato sentimental, modalidade criminosa que utiliza vínculos afetivos para obter vantagens financeiras das vítimas. "Investir em ações voltadas às pessoas idosas significa proteger um público que merece atenção especial diante do aumento dos golpes e de diferentes formas de violência" Alexandre Patury, secretário de Segurança Pública Entre os principais alertas apresentados foram pedidos urgentes de dinheiro, solicitação de senhas bancárias, utilização de contas de terceiros, pressão emocional, tentativas de afastamento da vítima de familiares e amigos e histórias falsas de emergência. Os participantes também receberam orientações sobre a importância de preservar provas, procurar pessoas de confiança antes de realizar transferências financeiras e registrar ocorrência sempre que identificarem indícios de fraude. Para a subsecretária de Prevenção à Criminalidade da SSP-DF, Elizabeth Frade, ações preventivas fortalecem a cidadania e ampliam a proteção da população idosa. “A proteção da pessoa idosa exige escuta, presença do Estado e informação acessível. Quando reunimos quase 400 idosos para falar sobre saúde emocional, vínculos, autonomia e prevenção a golpes, estamos fortalecendo a cidadania e ampliando a rede de cuidado. A segurança pública também se faz com prevenção, orientação e acolhimento”, destacou. A subsecretária ressaltou ainda a importância da atuação conjunta entre instituições públicas e parceiros sociais para ampliar o alcance das ações de prevenção. “O Sesc, por meio do projeto Mais Vividos, é um parceiro essencial nessa construção. A união entre instituições públicas e sociais permite que a informação chegue de forma mais próxima, sensível e efetiva às pessoas idosas das diferentes regiões administrativas do Distrito Federal”, afirmou. Durante todo o mês de junho, o projeto também promoveu oficinas de fotografia com pessoas idosas de nove unidades do Sesc no Distrito Federal. As atividades estimularam reflexões sobre envelhecimento, respeito, proteção e valorização da pessoa idosa. As imagens produzidas pelos participantes foram reunidas em uma exposição apresentada no foyer do Teatro Paulo Gracindo, compondo um espaço de sensibilização e reconhecimento das vivências desse público.   *Com informações da SSP-DF

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Defesa dos direitos da pessoa idosa é tema de ação em Samambaia

O Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas) de Samambaia, em parceria com órgãos locais de defesa de direitos, promoveu, nesta sexta-feira (12), o evento Respeitar é cuidar: Pela defesa dos direitos da pessoa idosa, no Centro Olímpico e Paralímpico (COP) da região. A iniciativa faz parte do Junho Violeta, campanha anual dedicada à conscientização e ao combate à violência contra a população idosa. Com participação de aproximadamente 55 idosos, o evento foi realizado na quadra do centro esportivo. A programação incluiu conversas com profissionais da secretarias de Saúde (SES-DF), da Mulher (SMDF), além da Polícia Militar (PMDF), para conscientizar os participantes sobre questões envolvendo direitos e violência contra a pessoa idosa. O evento também contou com a apresentação da quadrilha junina Si Bobear a gente pimba. "Nosso objetivo é garantir a proteção social das famílias com dignidade, respeito e conscientização sobre seus direitos" Giselle Ferreira, secretária de Desenvolvimento Social “Atuamos com diversos públicos, desde o nascimento até a velhice. Nosso objetivo é garantir a proteção social das famílias com dignidade, respeito e conscientização sobre seus direitos”, destaca a secretária de Desenvolvimento Social, Giselle Ferreira. A gestora afirma que muitos idosos não reconhecem que estão sofrendo algum tipo de violência, especialmente as mulheres, as maiores vítimas. “Essa violência pode se manifestar de várias formas, como a psicológica, a patrimonial e, a mais conhecida, a agressão física. Portanto, a conscientização é indispensável, assim como a promoção de momentos de bem-estar para nossos idosos”, frisa. A aposentada Salete Alves Fernandes, moradora de Samambaia, considera importante receber orientações sobre tipos de violência, canais de denúncia e informações sobre cuidados da saúde da pessoa idosa. “Achei fantástica a realização dessa ação aqui para nós. Foi muito bom mesmo. Eu não conhecia a campanha Junho Violeta, mas agora conheço e já estou mais consciente sobre a importância desse tema”, destacou a idosa. O Junho Violeta é uma campanha anual dedicada à conscientização e ao combate à violência contra a pessoa idosa. O dia 15 marca o Dia Mundial de Conscientização da Violência contra o Idoso, instituído pela ONU em 2006. A quadrilha junina Si Bobear, a Gente Pimba animou o evento | Foto: Divulgação/Sedes-DF Atendimento especializado Diferentemente do Centro de Referência de Assistência Social (Cras), que trabalha com prevenção, o Creas atua quando as pessoas ou famílias já tiveram seus direitos violados. O objetivo é auxiliá-las a superar os danos causados pela violação de direitos, como violências, maus-tratos ou negligência familiar de adultos, crianças e idosos, por exemplo. [LEIA_TAMBEM]A unidade oferece acompanhamento especializado com profissionais por meio de escuta qualificada, atendimento emergencial e continuado. Ali são realizados encaminhamentos para serviços de saúde, educação, segurança, moradia, entre outros, além de incluir famílias em programas e benefícios sociais. O atendimento ocorre direto na unidade, onde, primeiramente, é avaliada a situação de risco social do usuário, ou por encaminhamento de outros órgãos. Dependendo da situação, as famílias são agendadas para acompanhamento periódico com especialistas. O Distrito Federal possui 14 Creas organizados por territórios, incluindo o Creas da Diversidade, voltado especificamente para atender situações de discriminação por orientação sexual, identidade de gênero, raça, etnia ou religiosidade. *Com informações da Sedes-DF  

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Junho Violeta mobiliza ações para prevenir a violência contra pessoa idosa

O mês de junho ganha uma tonalidade especial no Distrito Federal. Marcado pela campanha Junho Violeta, dedicada à conscientização e ao combate de todas as formas de violência contra a pessoa idosa, o período será de intensa mobilização nos 48 polos do programa Viver 60+, da Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (Sejus-DF). Responsável pelas políticas públicas voltadas à população idosa no DF, por meio da Subsecretaria de Políticas para a Pessoa Idosa (Subidoso), a Sejus desenvolve ao longo de todo o ano ações de prevenção à violência, fortalecimento de vínculos e promoção do envelhecimento ativo e saudável. Durante o Junho Violeta, essas iniciativas serão ampliadas para alcançar ainda mais participantes em todas as regiões administrativas. Sejus desenvolve, ao longo de todo o ano, ações de prevenção à violência, fortalecimento de vínculos e promoção do envelhecimento ativo e saudável | Fotos: Jhonatan Vieira Ascom/Sejus Entre as atividades previstas está a realização da Oficina de Identificação de Violência contra a Pessoa Idosa, que será promovida em todos os núcleos do programa. A próxima edição ocorrerá na segunda-feira (15), às 9h, no CEU das Artes do Recanto das Emas, integrando a programação de um café da manhã especial em alusão à campanha. A iniciativa busca orientar os participantes sobre os diferentes tipos de violência, os sinais de alerta e os canais disponíveis para denúncia e acolhimento. “A informação é uma das ferramentas mais importantes para prevenir a violência. Quando a pessoa idosa conhece seus direitos e sabe identificar situações de abuso, ela se fortalece para buscar ajuda e romper ciclos de violência. Nosso trabalho é justamente criar esses espaços de diálogo, acolhimento e conscientização”, destaca a subsecretária de Políticas para a Pessoa Idosa, Dolores Ferreira. “A informação é uma das ferramentas mais importantes para prevenir a violência. Quando a pessoa idosa conhece seus direitos e sabe identificar situações de abuso, ela se fortalece para buscar ajuda e romper ciclos de violência” Dolores Ferreira, subsecretária de Políticas para a Pessoa Idosa A programação também inclui atividades voltadas para o lazer, a convivência comunitária e o fortalecimento da autoestima. Na próxima quarta-feira (17), às 9h, será realizado um piquenique temático no Parque Ecológico Saburo Onoyama, em Taguatinga, reunindo participantes do programa em uma manhã de integração e reflexão sobre a importância do respeito à pessoa idosa. Ainda no mesmo dia, às 14h, será inaugurado o Forró do Junho Violeta, no polo do Viver 60+ instalado no Centro de Convivência do Idoso (CCI). A atividade une cultura, lazer e conscientização, mostrando que o combate à violência também passa pela valorização da autonomia, da convivência social e da participação ativa da pessoa idosa na comunidade. Ao longo do mês, todos os núcleos do programa receberão dinâmicas, rodas de conversa, palestras e atividades educativas voltadas à temática da campanha, reforçando a importância da proteção integral e da garantia dos direitos dessa parcela da população. Conhecimento e informação como ferramentas de proteção O mais novo polo do Viver 60+, inaugurado recentemente no Lago Sul, também terá uma programação especial. Durante cinco semanas consecutivas, sempre às quartas-feiras, serão promovidas palestras conduzidas por especialistas renomados, abordando temas essenciais para a qualidade de vida, a autonomia e a segurança da população idosa. Entre os convidados estão a psicanalista e doutora em Educação Renata Bittencourt, que discutirá os desafios e as possibilidades de uma vida ativa após os 60 anos, e a advogada Ilse Guimarães, especialista em Direito da Pessoa Idosa, que conduzirá uma palestra sobre respeito, cidadania e garantia de direitos na terceira idade. O Junho Violeta foi instituído para sensibilizar a sociedade sobre a violência contra a pessoa idosa e reforçar a necessidade de garantir seus direitos, previstos no Estatuto da Pessoa Idosa   Para o secretário de Justiça e Cidadania interino, Jaime Santana, a campanha representa uma oportunidade de ampliar o debate sobre o envelhecimento digno e a responsabilidade coletiva na proteção da pessoa idosa. “O Junho Violeta nos convida a refletir sobre a importância do respeito, da valorização e da proteção das pessoas idosas. Mais do que uma campanha de conscientização, é um chamado à ação para que toda a sociedade reconheça seu papel na prevenção da violência e na construção de ambientes seguros, acolhedores e inclusivos para quem tanto contribuiu para o desenvolvimento da nossa comunidade”, afirma. O Junho Violeta foi instituído para sensibilizar a sociedade sobre a violência contra a pessoa idosa e reforçar a necessidade de garantir seus direitos, previstos no Estatuto da Pessoa Idosa. A campanha chama atenção para diferentes formas de violência, que podem ser físicas, psicológicas, patrimoniais, institucionais, sexuais ou decorrentes de negligência e abandono.   *Com informações da Sejus/DF

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Inauguração de novo polo do Viver 60+ no Lago Sul marca início do Junho Violeta

A Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (Sejus-DF) dará início à programação do Junho Violeta com a inauguração de um novo polo do Viver 60+ no Lago Sul. A unidade, que será a 48ª do programa, será aberta nesta quarta-feira (3), às 14h30, na Administração Regional do Lago Sul, marcando o começo de uma série de atividades promovidas ao longo do mês em alusão à campanha de conscientização e combate à violência contra a pessoa idosa. A inauguração será marcada por uma palestra da médica geriatra Poliany Ribeiro Souza, referência no Distrito Federal em Medicina do Estilo de Vida e no acompanhamento de pacientes que buscam envelhecer com mais saúde, autonomia e vitalidade. Ao longo de junho, os polos do Viver 60+ também receberão palestras, atividades educativas e ações voltadas à promoção dos direitos da pessoa idosa. Caminhadas e atividades de lazer também estão integram a programação do Junho Violeta. DF reforça ações de conscientização Ao longo de junho, os polos do Viver 60+ também receberão palestras, atividades educativas e ações voltadas à promoção dos direitos da pessoa idosa | Fotos: Jhonatan Vieira/Ascom Sejus-DF A campanha ganha ainda mais relevância diante do crescimento da população idosa no Distrito Federal. De acordo com o estudo Perfil da População Idosa do Distrito Federal, do Instituto de Pesquisa e Estatística do Distrito Federal (IPEDF), cerca de 200 mil moradores do DF têm 60 anos ou mais. Em 2000, a população idosa representava 5,3% dos brasilienses. Em 2010, esse percentual chegou a 7,7%, e a projeção para 2030 indica que quase 15% da população do Distrito Federal estará nessa faixa etária. Para a subsecretária de Políticas para a Pessoa Idosa da Sejus-DF, Dolores Ferreira, o Junho Violeta é uma oportunidade de ampliar o debate sobre o envelhecimento e fortalecer a rede de proteção à pessoa idosa. “Mais do que uma campanha de conscientização, o Junho Violeta é um convite para que toda a sociedade reflita sobre a forma como trata seus idosos. O envelhecimento precisa ser acompanhado de respeito, dignidade, inclusão e oportunidades de participação social. O Viver 60+ tem cumprido esse papel ao criar espaços de convivência, acolhimento e valorização da pessoa idosa em todas as regiões do Distrito Federal”, destaca. O cenário reforça a necessidade de ampliar políticas públicas voltadas à promoção da autonomia, da qualidade de vida e da participação social da população idosa. Nesse contexto, o secretário de Justiça e Cidadania interino, Jaime Santana, ressalta a importância de iniciativas que acompanhem essa transformação demográfica. “O Distrito Federal está envelhecendo e precisamos estar preparados para essa realidade. O Viver 60+ é uma política pública que promove saúde, qualidade de vida, convivência social e protagonismo. A inauguração do polo do Lago Sul reforça o compromisso do Governo do Distrito Federal em ampliar o acesso da população idosa a atividades que geram bem-estar e fortalecem vínculos comunitários”, afirma. Atualmente, o programa Viver 60+ atende mais de 15 mil idosos e, com a inauguração do polo do Lago Sul, passa a contar com 48 unidades distribuídas em diversas regiões administrativas Qualidade de vida e envelhecimento ativo Criado pela Sejus-DF em 2024, o Viver 60+ nasceu com o objetivo de promover qualidade de vida, convivência social e protagonismo para pessoas com 60 anos ou mais. Em maio de 2025, a iniciativa foi oficialmente instituída como programa de governo, consolidando-se como uma das principais políticas públicas voltadas para o envelhecimento ativo no Distrito Federal e permanecendo sob a coordenação da pasta, por meio da Subsecretaria de Políticas para a Pessoa Idosa (Subidoso). Atualmente, o programa atende mais de 15 mil idosos e, com a inauguração do polo do Lago Sul, passa a contar com 48 unidades distribuídas em diversas regiões administrativas. As atividades são gratuitas e incluem caminhadas, aulas de dança, alongamento, exercícios físicos, ações de bem-estar e iniciativas voltadas para o envelhecimento saudável. Os encontros ocorrem em espaços comunitários, unidades básicas de saúde (UBSs), centros de convivência, igrejas e equipamentos públicos parceiros. Além da programação regular, os participantes também têm acesso a passeios e experiências culturais, como visitas a pontos turísticos do Distrito Federal, sessões de cinema, atividades em parques, idas ao zoológico e outras atrações que estimulam a convivência social, fortalecem a autoestima e ampliam o sentimento de pertencimento. Antes da inauguração do Lago Sul, o programa estava presente em 47 polos distribuídos por diversas regiões administrativas, como Asa Sul, Águas Claras, Água Quente, Ceilândia, Taguatinga, Santa Maria, Gama, Samambaia, Guará II, Fercal, Estrutural, Sobradinho, Sobradinho II, Recanto das Emas, Riacho Fundo II, Planaltina, Vila Planalto e Paranoá. Com a nova unidade, o Viver 60+ amplia ainda mais sua presença no DF e fortalece a rede de promoção da saúde, cidadania e bem-estar da população idosa.   *Com informações da Sejus-DF

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Em São Sebastião, iniciativa conscientiza sobre violência contra a pessoa idosa

O Centro de Especialidades para Atenção às Pessoas em Situação de Violência Sexual, Familiar e Doméstica (Cepav) de São Sebastião – conhecido como Cepav Tulipa – realizou, na terça-feira (10), uma ação educativa voltada para pacientes idosos da região. A atividade, alusiva ao Junho Violeta, teve como objetivo conscientizar sobre as diversas formas de violência contra a pessoa idosa. Na terça (10), o Cepav Tulipa realizou uma ação alusiva ao Junho Violeta, visando conscientizar sobre as diversas formas de violência contra a pessoa idosa | Fotos: Sandro Araújo/Agência Saúde-DF Em uma sessão de conversa participativa, as servidoras do centro compartilharam informações sobre os direitos da população acima de 60 anos e abordaram maneiras de identificar diferentes tipos de violência, como física, psicológica e patrimonial. Por meio de dinâmicas, os participantes puderam dividir vivências e relatos pessoais. [LEIA_TAMBEM]Segundo Fernanda Andrade, assistente social e chefe substituta do Núcleo de Prevenção e Assistência a Situações de Violência (Nupav) da Região de Saúde Leste, os casos de violência contra idosos ainda são subnotificados no país. “A pessoa idosa costuma ser invisibilizada. Muitas vezes, o próprio responsável pelos cuidados é quem pratica negligência, abandono ou violência patrimonial”, alerta. Fernanda também destacou o papel dos Cepavs na rede de proteção: “Oferecemos acolhimento biopsicossocial, com acompanhamento terapêutico, médico e social para pessoas em situação de violência, em todas as fases da vida – crianças, adolescentes, adultos e idosos”. Escuta que acolhe Antonia Pereira da Silva, 62 anos, moradora de São Sebastião, participou pela primeira vez de um encontro no Cepav Tulipa, realizado na Unidade Básica de Saúde (UBS) 1 da região. Para ela, a experiência foi transformadora. “Foi ótimo, gostei muito. Às vezes a gente não tem com quem conversar, mas aqui é diferente. A gente encontra pessoas amigas, que entendem a gente”, contou. Antonia Pereira da Silva elogiou o encontro: “Foi ótimo, gostei muito. Às vezes a gente não tem com quem conversar, mas aqui é diferente. A gente encontra pessoas amigas, que entendem a gente” Dados preocupantes De acordo com o Boletim Epidemiológico de Violência Contra a Pessoa Idosa, elaborado pelo Núcleo de Estudos, Prevenção e Atenção às Violências (Nepav) da Secretaria de Saúde (SES-DF), entre 2014 e 2023 foram registradas 1.892 ocorrências no Distrito Federal. Metade dos casos envolveu pessoas com idade entre 60 e 69 anos, e 64% das vítimas eram mulheres. As denúncias de violência contra a pessoa idosa podem ser feitas pelo Disque 100, da Ouvidoria Nacional de Direitos Humanos. O serviço é gratuito e funciona 24 horas por dia, todos os dias da semana, inclusive feriados. *Com informações da Secretaria de Saúde (SES-DF)

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Saúde tem atendimento especializado para idosos

O Junho Violeta foi instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU) e alerta para conscientização e combate a atos de violência contra os idosos. O objetivo da campanha é despertar a sociedade como um todo no processo de sensibilização para coibir, diminuir e amenizar o sofrimento da pessoa idosa contra a violência que essa população vem sofrendo, em especial neste período de pandemia e isolamento social. Nesta terça-feira (29), a Secretaria de Saúde disponibiliza atendimento especializado para as pessoas em situação de violência: os Centros de Especialidade para Atenção às Pessoas em Situação de Violência Sexual, Familiar e Doméstica (Cepav), com 17 unidades distribuídas no território do Distrito Federal, com acolhimento porta aberta em horário comercial, de segunda a sexta-feira. [Olho texto=”Em 2020, dos 2.763 casos de violência interpessoal notificados no DF,  94 (3,4%) foram relativos a pessoas idosas – 44,7% de 60 a 69 anos; 27,7% de 70 a 79 anos; e 27,7% de 80 e mais anos de idade” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”esquerda”] Dados do Disque 100 revelam que, só no primeiro semestre deste ano, mais de 33,6 mil casos de violações de direitos humanos foram registrados contra o idoso no país. Em 2020, o total de fichas de notificação de violência interpessoal preenchidas no Distrito Federal foi de 2.763 e, destas, 94 (3,4%) foram relativas a pessoas idosas (44,7% de 60 a 69 anos; 27,7% de 70 a 79 anos e 27,7% de 80 e mais anos de idade). Os casos suspeitos ou confirmados de violência contra a pessoa idosa são objetos de notificação compulsória pelos profissionais de saúde pública ou privada em todo o território nacional. Fazendo parte do cuidado integral, o encaminhamento destas pessoas idosas em situação de violência para os órgãos responsáveis pela proteção e responsabilização: Delegacia Especial de Repressão aos Crimes por Discriminação Racial, Religiosa ou por Orientação Sexual ou Contra a Pessoa Idosa ou com Deficiência (Decrin) e Central Judicial do Idoso. “A violência contra a pessoa idosa conota a fragilidade das relações estabelecidas, uma vez que os dados apontam maior prevalência da violência física, psicológica, negligência e patrimonial nas quais o principal autor tem vínculo ou intrafamiliar ou institucional com a vítima”, explica Leciana Lambert Filgueiras, chefe do Núcleo de Estudos, Prevenção e Atenção às Violências (Nepav). De acordo com ela, essa violência vai em sentido oposto ao que preconiza a cultura de valorização da pessoa idosa, considerando o repertório acumulado ao longo do tempo e da legislação, representada pelo Estatuto do Idoso, que estabelece responsabilidades e define ações protetivas ao ciclo de vida. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Envelhecimento da população Leciana explica que a observação da estrutura etária da população residente do Distrito Federal demonstra envelhecimento, por meio do aumento da representatividade do ciclo de vida das pessoas idosas e com aumento da expectativa de vida. “O processo de envelhecimento da população aponta a necessidade de adequação da configuração social seja do ponto de vista econômico, na definição de papéis intrafamiliares além das alterações biológicas próprias ao ciclo de vida que representam em conjunto a relação de interdependência em relação ao cuidado e sustento”, conclui. *Com informações da Secretaria de Saúde  

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‘Junho Violeta’ alerta para a importância de prevenir o ceratocone

O Junho Violeta é uma campanha focada em conscientizar a população sobre o ceratocone e chamar a atenção para a prevenção da doença ocular que danifica a estrutura da córnea e, sem o tratamento necessário, pode levar à cegueira. Um dos principais focos da campanha é alertar a população sobre o risco de coçar excessivamente os olhos, um dos principais comportamentos de risco para o desenvolvimento do quadro. E, também, lembrar como é importante manter uma rotina de consultas com um oftalmologista, para detectar essa e outras doenças em seus estágios iniciais. “É muito importante discutir este tema para fazer o diagnóstico precoce, pois o ceratocone leva à diminuição progressiva da acuidade visual. Não existe prevenção porque a causa ainda é desconhecida, mas o ato de coçar os olhos pode provocar piora do ceratocone”, explica Alcione Tristão, Referência Técnica Assistencial (RTA) de Oftalmologia do Hospital Regional de Taguatinga (HRT). [Olho texto=”“O ceratocone leva à diminuição progressiva da acuidade visual. Não existe prevenção porque a causa ainda é desconhecida, mas o ato de coçar os olhos pode provocar piora da doença”” assinatura=”Alcione Tristão, Referência Técnica Assistencial (RTA) de Oftalmologia do Hospital Regional de Taguatinga (HRT)” esquerda_direita_centro=”esquerda”] Embora não tenha cura, a doença possui tratamento. Por isso, é importante o diagnóstico precoce para evitar a sua progressão. Em casos iniciais, o uso de óculos é suficiente para a melhora da visão. Mas, em situações mais avançadas, pode ser necessária uma lente de contato rígida ou até mesmo o transplante de córnea. Após a suspeita em uma consulta de rotina com o oftalmologista, o paciente deverá realizar alguns exames, como topografia da córnea e paquimetria, para confirmar o diagnóstico do ceratocone. “Há quatro formas de tratamento do ceratocone: o uso de óculos ou lente de contato rígida, Crosslink, Anel de Ferrara e transplante de córnea nos casos mais avançados. Vale lembrar que o Crosslink, o Anel de Ferrara e a lente de contato rígida são realizados somente na rede privada”, informa. O ceratocone leva ao aumento excessivo da curvatura da córnea, deixando-a fina e irregular. Entre os sintomas estão a diminuição da acuidade visual (visão embaçada), maior sensibilidade à luz, aumento da miopia e astigmatismo. Hoje, os pacientes da rede pública diagnosticados com a doença são encaminhados para atendimento nos ambulatórios de córnea e são agendados pelo sistema de regulação. Os hospitais que possuem esse atendimento especializado são os hospitais regionais de Taguatinga e da Asa Norte (Hran), além do Hospital de Base (HBDF), que é o único que realiza o transplante de córneas. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Entenda O ceratocone é a distrofia mais comum da córnea e afeta uma em cada duas mil pessoas, segundo dados do Conselho Brasileiro de Oftalmologia. A doença costuma surgir entre os 13 e os 18 anos e tende a se estabilizar aos 35. No Brasil, estima-se que a doença afete cerca de 150 mil pessoas. Geralmente atinge os dois olhos de maneira assimétrica, afetando mais um olho do que o outro. O uso abusivo de telas eletrônicas e alergias podem causar prurido (coceira) e o ato de esfregar os olhos pode ser um gatilho para o desenvolvimento do ceratocone.   *Com informações da Secretaria de Saúde

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Mês de conscientização da violência contra a pessoa idosa

Em alusão ao “Junho Violeta”, mês de conscientização da Violência Contra a Pessoa Idosa, a Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus) adere à campanha nacional promovida pelo Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MDH) e promove ações para orientar a população sobre serviços, garantia dos direitos, tipificação do crime e canais de denúncia. Na programação, live  nas redes sociais da pasta, conferência e publicidade digital na rede de transporte público do Distrito Federal. “O nosso dever, enquanto Estado, é sensibilizar a população para coibir qualquer tipo de violência contra a pessoa idosa. Por isso, trabalhamos para fortalecer a política pública de proteção no Distrito Federal, que já segue em andamento com atendimento e acolhimento humanizado a todos que precisarem dos nossos serviços jurídicos e de cidadania”, afirma a secretária, Marcela Passamani. As atividades começam nesta terça-feira (15), com a mobilização dos seguidores da secretaria nas redes sociais da pasta e com a ampla divulgação do tema nas televisões internas do transporte público no DF. Na quarta (16), a ação abre espaço para a live: “Violência doméstica e familiar contra a mulher idosa e o trabalho em rede”. A transmissão será realizada das 9h às 11h, no canal do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) no YouTube. [Olho texto=”“O nosso dever é sensibilizar a população para coibir qualquer tipo de violência contra a pessoa idosa. Por isso, trabalhamos para fortalecer a política pública de proteção, que já segue em andamento com atendimento e acolhimento humanizado”” assinatura=”Marcela Passamani, secretária de Justiça e Cidadania” esquerda_direita_centro=”esquerda”] A live faz parte do Programa Maria da Penha Vai à Escola e será realizada pela Sejus, por meio da Subsecretaria de Apoio a Vítimas de Violência (Subav), o Núcleo Judiciário da Mulher e a Central Judicial do idoso do Tribunal de Justiça do DF e Territórios. Na sexta (18), será realizada a 5ª Conferência Distrital dos Direitos da Pessoa Idosa pelo Conselho dos Direitos do Idoso (CDI/DF), que tem como tema: “Os Desafios de Envelhecer no Século XXI e o Papel das Políticas Públicas”. O objetivo é discutir propostas de enfrentamento para as dificuldades vivenciadas no atendimento à pessoa idosa, em entidades governamentais e não governamentais. Canais de Denúncia A violação de direitos contra a pessoa idosa pode ser denunciada pelo Disque 100, que é o principal canal de comunicação. Além disso, a denúncia também pode ser feita pelo aplicativo Direitos Humanos Brasil, disponível na Google Play e na App Store. Também está previsto para ser formalizado o aplicativo Proteja-se, desenvolvido pela Sejus, sendo considerado o principal convênio já assinado entre o MDH e o Governo do Distrito Federal (GDF). [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Junho Violeta Em 15 de junho é celebrado o Dia Mundial de Conscientização da Violência Contra a Pessoa Idosa, conforme declarado pela Organização das Nações Unidas (ONU) e a Rede Internacional de Prevenção à Violência à Pessoa Idosa no ano 2006.   *Com informações da Sejus

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