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Hospital de Santa Maria celebra 18 anos com homenagem a profissionais reconhecidos pela população

Mais do que uma celebração de aniversário, a manhã desta terça-feira (28) foi marcada por um gesto de reconhecimento a quem sustenta o cuidado no Hospital Regional de Santa Maria (HRSM). Em homenagem aos 18 anos da unidade, gerida pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), profissionais de diferentes setores foram reconhecidos a partir da avaliação da própria população. Na ocasião, diversos departamentos foram certificados pelos serviços prestados e pelo compromisso demonstrado na rotina hospitalar. O reconhecimento tem como base dados do ParticipaDF, plataforma digital do Governo do Distrito Federal que reúne serviços de ouvidoria e acesso à informação. Hospital de Santa Maria celebrou seus 18 anos homenageando as equipes da unidade mais elogiadas pela população | Fotos: Ualisson Noronha/IgesDF Em 2025, o HRSM registrou 917 elogios e manteve, pelo segundo ano consecutivo, a terceira colocação no ranking de manifestações positivas da rede pública de saúde do DF, resultado já alcançado em 2024. Segundo o chefe substituto do Núcleo de Ouvidoria do hospital, João Paulo Barbosa de Farias, compartilhar esse desempenho com os profissionais é uma forma de evidenciar que o esforço diário tem sido percebido pelos usuários. “Mesmo diante das dificuldades, a população reconhece o esforço de quem atua aqui. Era importante que cada colaborador soubesse que esse retorno positivo existe e que ele chega por meio das manifestações registradas na Ouvidoria”, destaca. Foi a partir dessas manifestações que o hospital conseguiu traduzir, em números, o reconhecimento pelo trabalho realizado diariamente. Durante a cerimônia, o superintendente da unidade, Diêgo Figueiredo, reforçou que o aniversário reflete, sobretudo, o empenho das equipes. “Esta unidade só existe graças às pessoas que enfrentam desafios diariamente e se dedicam para que o atendimento chegue à população. Esta comemoração é uma forma de lembrar que cada profissional tem papel essencial nessa trajetória”, afirma. Diêgo Figueiredo, superintendente do HRSM: "Esta comemoração é uma forma de lembrar que cada profissional tem papel essencial nessa trajetória" Trabalho coletivo reconhecido O Núcleo de Segurança do HRSM está entre os setores homenageados. Para o chefe da área, Antônio Araújo, a honraria evidencia a relevância de funções que, embora muitas vezes discretas, são fundamentais para o funcionamento da unidade. “Trabalhamos para garantir que pacientes, acompanhantes e profissionais tenham um ambiente organizado e protegido. Ser lembrado neste momento mostra que todo esforço nos bastidores também faz parte do cuidado prestado”, afirma. [LEIA_TAMBEM]Retorno de uma comunidade bem atendida Por meio do ParticipaDF, qualquer cidadão pode registrar elogios, reclamações, sugestões, denúncias ou solicitar informações públicas, acessando os serviços de ouvidoria (Ouv-DF) e de acesso à informação (e-SIC). A relevância desses dados está diretamente ligada à escuta da população. As manifestações registradas no sistema refletem a experiência real dos usuários dos serviços públicos de saúde. Por isso, os números alcançados pelo HRSM ganham ainda mais significado, ao demonstrar o reconhecimento espontâneo de pacientes e acompanhantes e reforçar a qualidade do atendimento prestado. *Com informações do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF)

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Educação do DF apresenta conquistas e reforça governança pública

A Secretaria de Educação (SEEDF) promoveu, nesta quinta-feira (26), o Encontro de Governança Pública. Gestores e integrantes do Comitê Interno de Governança Pública, coordenadores regionais, gestores setoriais, diretores e toda a equipe da secretaria se reuniram para apresentar o panorama da governança institucional, os resultados mais recentes e as prioridades definidas para a rede de ensino.  “Na gestão pública, a gente não faz tudo de uma vez; tudo tem uma lógica, tudo tem uma sequência” Hélvia Paranaguá, secretária de Educação Na abertura, a secretária de Educação do DF, Hélvia Paranaguá, destacou que os avanços na área seguem uma lógica de construção gradual. “Na gestão pública, a gente não faz tudo de uma vez; tudo tem uma lógica, tudo tem uma sequência”, afirmou.  Segundo a gestora, os resultados apresentados são fruto de um processo contínuo que envolve desde a organização de rotinas administrativas até a integração com outras políticas públicas. Entre os exemplos estão a implantação de sistemas eletrônicos de frequência e a ampliação de parcerias nas áreas de saúde e segurança. [LEIA_TAMBEM]A secretária mencionou a vacinação contra o HPV dentro das escolas como uma das ações que ampliam o alcance da educação. “A gente sabe que o câncer de colo do útero é um dos que mais mata no Brasil. Se a gente não traz a saúde para dentro dessa política, a gente não faz”, enfatizou. Também foram destacadas iniciativas voltadas ao enfrentamento do bullying e do cyberbullying em articulação com a segurança pública. O encontro também marcou o lançamento do Relatório de Execução da Gestão (REG) 2024-2025 e do novo Regimento Interno da SEEDF, documentos que sistematizam as ações e diretrizes institucionais da secretaria. A chefe da Assessoria de Governança e Gestão Estratégica, Tânia de Ávila, ressaltou: “É o momento de a Assessoria prestar contas, falar tudo o que foi feito e deixar todos cientes do que a casa tem em termos de governança, para que possam integrar os programas e participar de todas as práticas que estão sendo instituídas”.   *Com informações da Secretaria de Educação

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De reencontros a serviços essenciais: Ouvidoria do DF transforma vidas com escuta ativa

Imagine sua filha receber um diagnóstico difícil, de uma doença rara e sem cura. Agora imagine que a qualidade de vida dela pode melhorar muito com acesso a um medicamento específico, importado, caro, mas que é distribuído gratuitamente pela Secretaria de Saúde do DF. Esse é um resumo da história de Wanderson Nogueira Santos, servidor da Procuradoria-Geral do DF há quase duas décadas, mas na história contada aqui um pai e cidadão que encontrou na rede de ouvidorias do Governo do Distrito Federal um alívio para sua angústia. Casado com Gisele e pai de Maria Eduarda e Maria Heloísa, Wanderson convive com um desafio diário: o tratamento da fibrose cística de sua filha caçula. Segundo o Ministério da Saúde, a fibrose cística (ou mucoviscidose) é uma doença genética crônica, autossômica recessiva, que causa a produção de muco espesso, bloqueando vias respiratórias e ductos pancreáticos. Afeta pulmões e pâncreas, causando infecções recorrentes e má absorção de nutrientes. Diagnosticada pelo Teste do Pezinho e confirmada pelo Teste do Suor, requer tratamento contínuo. A notícia boa é que a pequena Maria Heloísa, de 8 anos, teve sua vida transformada em 2004 com a chegada de um medicamento revolucionário. “Não é a cura, mas uma tecnologia de ponta capaz de ‘consertar’ o gene defeituoso, permitindo que ela respire sem dificuldades, ganhe peso e corra com uma energia que impressiona a família”, explica Wanderson. No entanto, o acesso a essa inovação tem um custo altíssimo e depende exclusivamente do fornecimento pela Farmácia de Alto Custo da Secretaria de Saúde. Para Wanderson, o papel das ouvidorias vai além de receber reclamações, é um meio para otimizar a entrega e garantir que o remédio chegue a quem precisa | Foto: Acervo pessoal Quando o medicamento atrasa, o coração dos pais aperta. A interrupção do tratamento pode significar o retrocesso de conquistas valiosas e o retorno ao tempo das internações. É nesse cenário de incerteza que Wanderson recorre a uma ouvidoria do GDF. Com escuta atenta e encaminhamento das demandas, o canal tem contribuído para que o fornecimento do medicamento seja regularizado, garantindo continuidade ao tratamento e mais tranquilidade para a família. Para Wanderson, o papel das ouvidorias vai além de receber reclamações, é um meio para otimizar a entrega e garantir que o remédio chegue a quem precisa. “Sempre tivemos uma experiência positiva. Às vezes a resposta não sana todas as dúvidas na hora, mas a gente sempre sabe que tem alguém do outro lado respondendo”, destaca.  “A história de Maria Heloísa é um exemplo real de como a escuta qualificada pode salvar vidas. Quando o cidadão utiliza a Ouvidoria, aciona uma rede que trabalha para dar transparência ao processo e agilizar soluções que impactam famílias inteiras, além de contribuir para o melhor planejamento de entregas à sociedade”, destaca o controlador-geral do DF, Daniel Lima. Hoje, ver Maria Heloísa correr e respirar livremente é o maior prêmio para Wanderson. E saber que existe um canal aberto e humano para ouvir suas necessidades é o que traz a segurança necessária para continuar essa jornada. Seja para solicitar iluminação pública ou para garantir um medicamento de alta tecnologia. Espaço de gratidão Foi o que aconteceu quando uma mensagem enviada por um ex-aluno mobilizou a equipe da Ouvidoria da Secretaria de Educação do Distrito Federal. Bruno José Santos escreveu para agradecer uma professora que havia marcado profundamente sua trajetória escolar. Valeni Valéria Marçal de Aguiar lecionava na Escola Classe 45 de Taguatinga quando os dois se conheceram. Naquele período, Bruno enfrentava dificuldades e chegou a ser ridicularizado por colegas. Na professora ele encontrou algo diferente. Mais do que ensinar conteúdos, ela ensinou respeito e confiança. Décadas depois, o gesto ainda ecoava. A equipe da ouvidoria decidiu transformar a mensagem em encontro e organizou o reencontro entre o ex-aluno e a professora, hoje aposentada. “A Ouvidoria não existe apenas para ouvir o que não vai bem, ela serve para garantir que nada e nem ninguém seja esquecido pelo sistema. Seu impacto positivo começa no acolhimento, ao dar voz ao cidadão, a Ouvidoria assevera dignidade, garantindo que ele não seja apenas um número de protocolo, mas alguém cujos direitos são respeitados”, afirma a ouvidora Evelyne Queiroz. Valeni recebeu a homenagem com emoção. “Estou lisonjeada com esse reconhecimento. Lecionei por 31 anos em escolas públicas e sempre busquei ensinar não apenas o conteúdo das aulas, mas valores para que os alunos se tornassem boas pessoas”, disse. "Trabalhamos, essencialmente, com histórias reais. Cada manifestação que recebemos nas ouvidorias é um relato, um ponto de vista e, muitas vezes, um conflito que pede escuta para se transformar em solução. Ver o impacto de um medicamento na vida da Maria Heloísa ou a gratidão de um cidadão nos recorda que o nosso papel vai muito além da burocracia; nós somos a ponte que garante a dignidade e o fôlego de cada dia para a nossa população", afirma Daniela Pacheco, ouvidora-geral do DF. Celebrado em 16 de março, o Dia da Ouvidoria é um momento de reconhecer a importância desse instrumento de participação social e de construção de políticas públicas mais adequadas às necessidades da população. Para utilizar as ouvidorias do GDF é simples: o acesso pode ser por meio do participa.df.gov.br, pelo telefone 162 (de segunda a sexta-feira das 7h às 21h. Sábado, domingo e feriados das 8h às 18h. Ligação gratuita para telefone fixo e celular) ou presencialmente. Independente do tema, o cidadão pode buscar qualquer ouvidoria para fazer o seu registro. * Com informações da Controladoria-Geral do Distrito Federal

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Bicicleta devolvida e conflito resolvido: o lado humano das ouvidorias do DF

Quando saiu do hospital, ainda com o corpo dolorido pelo atropelamento, ele pensava em apenas uma coisa: a bicicleta. Era antiga, marcada pelo uso e pelo tempo. Para muita gente seria apenas um objeto gasto. Para ele era tudo. Era o meio de se deslocar pela cidade e também a ferramenta que tornava possível trabalhar. Durante os dias em que ficou internado, a bicicleta havia sido recolhida ao depósito do Detran-DF. Quando recebeu alta, percebeu que recuperar aquilo que era seu não seria simples. Não tinha nota fiscal. Não tinha documentos. Não tinha quase nada além da lembrança do acidente e da certeza de que aquela bicicleta lhe pertencia. Mesmo com dores, caminhou quilômetros até chegar a uma ouvidoria. Ali, pela primeira vez desde o acidente, alguém parou para ouvir sua história. A ouvidora Ana Carolina e a servidora Nagla Veras perceberam que aquele caso não cabia apenas dentro de um procedimento administrativo. Para devolver a bicicleta ao dono, seria necessário reconstruir uma história que não estava registrada em papéis. Começou então um trabalho paciente. Telefonemas, consultas a registros do Corpo de Bombeiros, buscas em boletins de ocorrência e conversas com diferentes unidades até que as peças do quebra-cabeça começassem a se encaixar. “Pela lei, o desafio era grande, mas pela humanidade era impossível não agir”, lembram. Durante as buscas, receberam a informação que, caso houvesse documentação oficial comprovando o acidente e o recolhimento da bicicleta seria possível autorizar a liberação. Então, foi iniciada a busca pelo boletim de ocorrência ou registro de atendimento dos bombeiros. Celebrado em 16 de março, o Dia da Ouvidoria é um momento de reconhecer a importância desse instrumento de participação social e de construção de políticas públicas mais adequadas às necessidades da população. Desde o ano 2000, as ouvidorias do Distrito Federal já registraram mais de 2,5 milhões de manifestações | Foto: Divulgação A articulação seguiu entre a Ouvidoria e a Diretoria de Policiamento e Fiscalização de Trânsito do Detran-DF. Aos poucos, a narrativa do acidente foi ganhando forma documental. Quando a liberação foi autorizada, o reencontro aconteceu sem cerimônia. A bicicleta estava ali, simples como sempre foi. “Era uma bicicleta com as marcas do tempo. Para o mundo talvez não valesse muito. Para ele, era o seu mundo”, conta Ana Carolina Oliveira de Almeida. Ele saiu devagar, ainda machucado, empurrando a bicicleta com cuidado. No rosto havia um sorriso discreto de quem ainda sentia as dores do acidente e também aquelas que a vida deixa. Histórias como essa ajudam a entender o que acontece todos os dias nas ouvidorias do Distrito Federal. Desde o ano 2000, as ouvidorias do Distrito Federal já registraram mais de 2,5 milhões de manifestações. Para a ouvidora-geral do Distrito Federal, Daniela Pacheco, é nesse contato direto com as pessoas que o trabalho ganha sentido. “Por trás de cada manifestação existe uma pessoa e uma história. Muitas vezes, antes de qualquer solução, o que ela mais precisa é ser ouvida”. No veículo Nem todas as histórias chegam em silêncio. Algumas chegam carregadas de indignação. Foi o caso de um cidadão que procurou a Ouvidoria da Secretaria de Atendimento à Comunidade após ter a CNH recolhida durante uma blitz na noite anterior. Ele chegou visivelmente nervoso e convencido de que havia sido tratado de forma injusta. Antes de qualquer consulta ao sistema ou explicação técnica, a ouvidora Zoraia Carla Cardoso percebeu que aquele momento exigia algo mais simples. Era preciso ouvir. Um copo de água, alguns minutos de conversa e comentários leves sobre a sala ajudaram a reduzir a tensão. Aos poucos, a indignação perdeu força. Somente depois veio a explicação técnica. Zoraia explicou como funciona a legislação nos casos de recusa ao teste do bafômetro. Ao compreender a regra, o cidadão percebeu que o agente de trânsito havia apenas cumprido o dever legal. Ele saiu dali sem registrar denúncia e com uma nova percepção sobre o ocorrido. “Aquele homem percebeu que o desconhecimento da lei era o seu maior adversário. A informação correta mudou completamente a percepção dele sobre o ocorrido”, recorda a ouvidora. As ouvidorias também são lugar de reconhecimento. Para utilizar as ouvidorias do GDF é simples: o acesso pode ser por meio do participa.df.gov.br, pelo telefone 162 (de segunda a sexta-feira das 7h às 21h. Sábado, domingo e feriados das 8h às 18h. Ligação gratuita para telefone fixo e celular) ou presencialmente. Independente do tema, o cidadão pode buscar qualquer ouvidoria para fazer o seu registro. *Com informações da Controladoria-Geral do Distrito Federal (CGDF)

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Detran-DF fica em 1º lugar no ranking de demandas da LAI no GDF

O Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF) ficou em primeiro lugar no ranking de pedidos de acesso à informação entre os órgãos do Governo do Distrito Federal (GDF). É o que mostra o relatório da Lei de Acesso à Informação (LAI) no Painel de Transparência Passiva do Participa-DF, onde foram registradas 2.198 demandas para a autarquia em 2025, um aumento de 83% em relação aos 1.202 registros de 2024.  Painel de Transparência Passiva, um dos canais de interação do público com o GDF, avalia bem o Detran-DF | Foto: Divulgação “A Lei de Acesso à Informação é um instrumento essencial para o fortalecimento do controle social, da transparência e da cidadania, e a Ouvidoria do Detran-DF reafirma o compromisso com esses valores”, enfatiza o diretor-geral do Detran-DF, Marcu Bellini.   A efetividade da Ouvidoria do Detran-DF nas respostas também tem crescido nos últimos anos. Das demandas recebidas em 2023, 91% das respostas foram efetivas; em 2024, 92%; e, em 2025, a Ouvidoria alcançou novo recorde, tendo 96% de suas respostas consideradas efetivas com apenas 4% dos solicitantes apresentando recurso. Atuação conjunta “Esse resultado é fruto de um trabalho conjunto da Ouvidoria com as demais áreas do Detran-DF, que têm entendido a importância de responder de forma clara e eficaz ao cidadão, subsidiando com informações adequadas as respostas dadas por nossa equipe”, explica a ouvidora do Detran-DF, Ana Carolina de Almeida. “Temos nos esforçado bastante para que o direito do cidadão à informação seja exercido em sua plenitude, tanto na qualidade da resposta quanto na exiguidade do prazo.” Além de ter respondido todas as 2.198 demandas dentro do prazo legal, o tempo de resposta do Detran-DF também tem sido a cada ano. Em 2023, o tempo médio para que o cidadão recebesse a informação solicitada era de 13 dias. Em 2024, a espera caiu para uma média de oito dias. Em 2025, a rapidez na resposta foi ainda maior, resultando no prazo médio de sete dias, ou seja, o Detran-DF tem demorado, em média 23% do prazo máximo previsto na LAI para que o cidadão tenha acesso à informação solicitada. [LEIA_TAMBEM]Ana Carolina enfatiza: “Apesar de a equipe da Ouvidoria que atende as demandas da LAI ser pequena, trabalha com muito compromisso e organização e, por isso, mesmo com uma demanda alta, tem conseguido cumprir o prazo legal em todas os pedidos, inclusive respondendo ao cidadão em pouquíssimo tempo, na maioria das vezes”. O canal mais utilizado pelos cidadãos é a internet: 2.152 pedidos de informação (98%) foram registrados pelo site do Participa-DF e apenas 46 (2%) foram feitos presencialmente na Ouvidoria do Detran-DF. Outro dado importante é a identificação dos pedidos: 71% foram feitos de forma identificada, enquanto 627 foram anonimizados. “É direito do cidadão solicitar o sigilo dos dados pessoais em seus requerimentos, mas a opção por não se identificar impede o Detran-DF de fornecer informações que exigem dados pessoais para pesquisa ou de entrar em contato com o solicitante para pegar mais detalhes do caso, resultando muitas vezes em respostas incompletas ou não satisfatórias”, adverte a ouvidora.   *Com informações do Detran-DF  

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Ação de acolhimento atendeu 68 pessoas em situação de rua em diferentes pontos do DF

O Plano de Ação para a Efetivação da Política Distrital para a População em Situação de Rua, coordenado pela Casa Civil do Distrito Federal, atendeu 68 pessoas em diversos locais do DF nesta semana. Entre terça-feira (13) e domingo (18), as operações passaram por 34 pontos do Núcleo Bandeirante, Ceilândia e Plano Piloto. Ações são executadas todas as semanas pelas equipes do GDF; foco é acolher e orientar população em situação de vulnerabilidade | Foto: Agência Brasília “Cuidar das pessoas começa com escuta, planejamento e ação, por isso o planejamento é feito com base em dados, no mapeamento das regiões e nas demandas recebidas pelo 156 e pela Ouvidoria do GDF” Gustavo Rocha, secretário da Casa Civil Semanalmente, segundo o secretário da Casa Civil e coordenador do plano de ação integrada, Gustavo Rocha, a pasta realiza reuniões estratégicas para alinhar as ações de acolhimento. “Cuidar das pessoas começa com escuta, planejamento e ação, por isso o planejamento é feito com base em dados, no mapeamento das regiões e nas demandas recebidas pelo 156 e pela Ouvidoria do GDF”, explica. Balanço semanal Na terça-feira, as equipes vistoriaram sete pontos no Plano Piloto. Foram desconstituídas dez estruturas precárias, 11 pessoas foram encontradas e atendidas pelas equipes das diversas secretarias presentes e três caminhões de entulhos foram removidos e encaminhados para a Unidade de Recebimento de Entulho (URE). Na quarta-feira, mais três pontos foram visitados no Plano Piloto. Uma estrutura precária foi desconstituída, 23 pessoas atendidas e dois caminhões de entulhos removidos. Na quinta-feira, as equipes passaram por seis pontos em Ceilândia. Foram sete estruturas precárias desconstruídas, 13 pessoas encontradas e quatro caminhões de entulhos removidos. Na sexta-feira, foi a vez de o Núcleo Bandeirante receber a operação. As equipes passaram por nove pontos na região, desconstituíram três estruturas precárias, atenderam sete pessoas e removeram um caminhão de entulho. [LEIA_TAMBEM]No sábado, quatro pontos foram visitados no Plano Piloto. Foram desconstituídas duas estruturas precárias, dez pessoas atendidas e um caminhão de entulho removido. No domingo, a ação passou por mais cinco pontos no Plano Piloto. Duas estruturas foram desconstituídas, quatro pessoas atendidas e um caminhão de entulho foi removido e levado para a URE. Política distrital O Distrito Federal foi pioneiro ao apresentar um plano de política pública após a suspensão das ações de abordagem à população de rua pelo Supremo Tribunal Federal (STF). As iniciativas passaram por uma fase de testes em maio de 2024. Um ano depois, o governo oficializou o Plano de Ação para a Efetivação da Política Distrital para a População em Situação de Rua, o que resultou em ações semanais em várias regiões do DF. Em julho do ano passado, a vice-governadora Celina Leão instituiu o programa Acolhe DF, que cria uma linha de cuidado para pessoas em situação de rua com dependência de álcool, tabaco ou outras drogas e passa a integrar e ampliar as políticas já existentes voltadas a esse público. No mesmo mês, o GDF inaugurou o Hotel Social – primeiro do gênero na capital federal —, com 200 vagas para pernoite e acolhimento de animais de estimação, oferecendo um novo espaço de abrigo e proteção a essa população.  

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Ouvidoria da Sejus recebe Selo Acessibilidade 2025 por práticas que fortalecem inclusão e atendimento ao cidadão

A Ouvidoria da Secretaria de Justiça e Cidadania do DF (Sejus-DF) foi contemplada, na tarde desta quinta-feira (27), com o Selo Acessibilidade 2025, concedido pela Controladoria-Geral do Distrito Federal (CGDF). A certificação destaca órgãos que desenvolvem práticas efetivas para ampliar a acessibilidade, promover inclusão e aprimorar o atendimento ao cidadão no serviço público. A avaliação considerou iniciativas como atendimento inclusivo, comunicação mais acessível, qualificação de equipes e reformas estruturais que fortalecem o acolhimento e a igualdade de acesso. Segundo a ouvidora da Sejus, Annie Vieira Carvalho, o prêmio reconhece um conjunto de ações planejadas para garantir que pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida tenham sua cidadania plenamente exercida. “As boas práticas de acessibilidade implantadas na Ouvidoria convergem com nossa missão institucional de assegurar um atendimento adequado e inclusivo no dia a dia. A disponibilização do adesivo DF-Libras na sala da Ouvidoria, a realização de cursos sobre acessibilidade pela equipe e adaptações físicas como piso tátil são iniciativas que fortaleceram esse compromisso e foram reconhecidas pelo Selo Acessibilidade 2025.” A avaliação considerou iniciativas como atendimento inclusivo, comunicação mais acessível, qualificação de equipes e reformas estruturais que fortalecem o acolhimento e a igualdade de acesso | Foto: Jhonatan Vieira/Sejus-DF Para a secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani, o reconhecimento reforça a atuação da pasta na promoção de direitos humanos. “A acessibilidade é um princípio que orienta nossa política pública. Este selo demonstra que estamos no caminho certo ao investir em equipes preparadas, serviços inclusivos e estruturas acolhedoras para todos os cidadãos.” O controlador-geral do DF, Daniel Alves Lima, também celebrou o resultado. “O Selo Acessibilidade evidencia o trabalho de órgãos que contribuem para uma gestão pública mais moderna, transparente e comprometida com a sociedade. A atuação da Ouvidoria da Sejus fortalece essa agenda e amplia a confiança da população nos serviços públicos.” Compromisso permanente Nos últimos anos, a Ouvidoria da Sejus tem ampliado seu repertório de práticas voltadas à acessibilidade, incluindo capacitações periódicas, aprimoramento de fluxos internos, revisões de linguagem e melhorias estruturais que facilitam o atendimento presencial. O Selo Acessibilidade 2025 consolida essa trajetória e reafirma o compromisso da Secretaria com atendimento humanizado, inclusivo e alinhado às necessidades da população do DF. *Com informações da Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (Sejus-DF)

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Servidores da rede pública de saúde são campeões em elogios na Ouvidoria

“Ela é uma excelente profissional, prestativa, dedicada e humana com todos que passam por ali em busca de atendimento. Nós, usuários do SUS [Sistema Único de Saúde], merecemos muitas ‘Merivandas’ no atendimento público.” Este foi o elogio registrado em maio deste ano, por meio da Ouvidoria da Secretaria de Saúde (SES-DF), em referência à técnica administrativa Merivanda Lima, 56 anos, que atua no Hospital Regional de Taguatinga (HRT). A servidora Merivanda Lima teve a atuação destacada por usuários da Secretaria de Saúde na Ouvidoria: “Na verdade, quando me elogiam, estão elogiando toda a equipe. Nossa prioridade aqui é o atendimento: é o usuário em primeiro lugar” | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde-DF “É muito gratificante”, afirma ela, que há 30 anos trabalha na SES-DF. “Mostra que a gente está no caminho certo. Na verdade, quando me elogiam, estão elogiando toda a equipe. Nossa prioridade aqui é o atendimento: é o usuário em primeiro lugar.” Este é um dos 5,8 mil elogios direcionados a servidores públicos do Governo do Distrito Federal (GDF) entre janeiro e setembro deste ano. Mais da metade (51,6%) das manifestações registradas pela Ouvidoria a profissionais são elogios. Os dados estão no Painel Ouvidoria. Os registros feitos por cidadãos são classificados em elogio, reclamação, denúncia, solicitação, informação ou sugestão. As reclamações e as denúncias, somadas, não ultrapassam 47%. O assunto “servidor público” congrega mais de 40% dos elogios ao GDF registrados pela Ouvidoria. Serviços à população Com mais de 30 mil servidores, a SES-DF apresenta proporção semelhante. O conjunto de 2.721 elogios a profissionais da pasta equivalem a mais de 46% dos comentários favoráveis encaminhados aos quase 80 mil servidores públicos de órgãos do DF. “Isso reforça a compreensão de que o SUS é uma política pública viável e que funciona”, avalia o chefe da Ouvidoria da Saúde, Thyerys Almeida. “Esses servidores públicos amam o que fazem. Nosso principal recurso é o humano”. [LEIA_TAMBEM]Percorrendo os primeiros passos da carreira no serviço público, onde ingressou em 2024, o médico de família e comunidade Marcus Salazar, 34, já começa a colecionar os seus elogios. “Foi um atendimento excelente e humanizado; todos os médicos deveriam seguir o exemplo”, enuncia a manifestação registrada pela Ouvidoria em abril. “Sempre gostei de ajudar o próximo; hoje, enquanto médico, eu tenho mais ferramentas para ajudar as pessoas”, afirma Salazar, que integra a equipe de Saúde da Família da Unidade Básica de Saúde (UBS) 5 do Gama. Relacionamento com o cidadão A Ouvidoria é o canal oficial de relacionamento do cidadão com o GDF, registrando manifestações relacionadas aos serviços prestados. Por essa forma há garantia de que o usuário será ouvido. O serviço pode ser acessado pelos canais Participa DF, Central 162 e, presencialmente, nos órgãos do GDF. *Com informações da Secretaria de Saúde      

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