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Participa DF

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Participa DF recebe 42 manifestações por hora

O Participa DF recebeu, em média, 42 manifestações por hora no primeiro semestre de 2026. O volume representa cerca de mil registros por dia e resultou em 181.881 manifestações entre janeiro e junho deste ano. O número é 10,09% superior ao registrado no mesmo período de 2025, quando a plataforma contabilizou 165.216 atendimentos. O crescimento indica maior participação dos cidadãos nos canais de ouvidoria do Governo do Distrito Federal. Por meio do Participa DF, a população pode registrar solicitações, sugestões, elogios, reclamações e denúncias relacionadas a serviços públicos, programas governamentais, infraestrutura urbana, transporte coletivo e diversos outros temas da administração pública. O Participa DF recebeu 181.881 manifestações entre janeiro e junho deste ano | Foto: Lucio Bernardo Jr./Agência Brasília  Atualmente, a plataforma conta com mais de 1,1 milhão de usuários cadastrados. Desse total, 14.384 são pessoas jurídicas e os demais, pessoas físicas. Entre os assuntos mais demandados no primeiro semestre deste ano estão o Cartão Uniforme Escolar, temas relacionados a servidores públicos, manifestações, e conduta de motoristas de ônibus. O período também registrou aumento de 3,2% nos elogios encaminhados pelos usuários, indicador que reflete o reconhecimento de serviços e atendimentos prestados pelos órgãos do GDF. Os dados reforçam o papel das ouvidorias como ferramenta de escuta da população e apoio à melhoria dos serviços públicos. Cada manifestação é analisada pelos órgãos responsáveis, contribuindo para identificar demandas, corrigir falhas e aprimorar políticas públicas. Apesar de o prazo legal para resposta ser de até 20 dias, o tempo médio de retorno ao cidadão no primeiro semestre de 2026 foi de 10,5 dias, praticamente a metade do prazo previsto em lei. *Com informações da Controladoria-Geral do Distrito Federal

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Plano Piloto intensifica recuperação de placas e reforça combate à pichação

A Administração Regional do Plano Piloto tem intensificado as ações de zeladoria e recuperação do mobiliário urbano, promovendo a pintura e a revitalização de placas de sinalização, equipamentos públicos e demais estruturas vandalizadas por pichações. A iniciativa contribui para a preservação da paisagem urbana, a valorização dos espaços públicos e a melhoria da qualidade de vida da população. Além do trabalho contínuo de manutenção, as ações encontram respaldo na Lei Distrital nº 6.614/2020, de autoria do deputado distrital Eduardo Pedrosa, que fortaleceu o Programa de Combate às Pichações no Distrito Federal ao ampliar as penalidades para os infratores e estabelecer medidas de reparação dos danos causados ao patrimônio público e privado. No Plano Piloto, a Administração Regional atua de forma permanente na conservação do patrimônio urbano, realizando serviços de pintura e recuperação de placas, mobiliário urbano e demais equipamentos públicos afetados por atos de vandalismo | Fotos: Divulgação Administração Regional do Plano Piloto A legislação prevê multa de R$ 25 mil para a prática de pichação, valor que pode chegar a R$ 100 mil quando o dano atingir monumentos ou bens tombados, além da obrigação de ressarcimento das despesas de restauração. Em casos de reincidência, a penalidade é aplicada em dobro. A norma também institui mecanismos educativos e de recuperação dos espaços degradados, promovendo a conscientização e a preservação do patrimônio coletivo. No Plano Piloto, a Administração Regional atua de forma permanente na conservação do patrimônio urbano, realizando serviços de pintura e recuperação de placas, mobiliário urbano e demais equipamentos públicos afetados por atos de vandalismo. As ações integram as frentes de zeladoria desenvolvidas em parceria com diversos órgãos do Governo do Distrito Federal, garantindo uma cidade mais limpa, organizada e acolhedora para moradores e visitantes. A legislação prevê multa de R$ 25 mil para a prática de pichação, valor que pode chegar a R$ 100 mil quando o dano atingir monumentos ou bens tombados, além da obrigação de ressarcimento das despesas de restauração "O cuidado com a cidade é uma responsabilidade compartilhada. Nosso trabalho é recuperar os espaços públicos e manter o Plano Piloto organizado, mas é fundamental contar com a conscientização da população para preservar o patrimônio que pertence a todos", destaca o administrador regional do Plano Piloto, Bruno Olimpio. [LEIA_TAMBEM] A Administração Regional reforça que a conservação dos equipamentos urbanos contribui para a segurança, a mobilidade e a identidade visual da capital, ao mesmo tempo em que reduz os custos com manutenção corretiva, permitindo que os recursos públicos sejam direcionados para novos investimentos e melhorias para a população. "O cuidado com a cidade é uma responsabilidade compartilhada. Nosso trabalho é recuperar os espaços públicos e manter o Plano Piloto organizado, mas é fundamental contar com a conscientização da população para preservar o patrimônio que pertence a todos" Bruno Olímpio, administrador regional do Plano Piloto A participação da comunidade também é essencial no combate às pichações e ao vandalismo. Casos de depredação do patrimônio público podem ser denunciados à Ouvidoria do GDF, pelo telefone 162 ou pela plataforma Participa DF, além do acionamento da Polícia Militar do Distrito Federal pelo 190 em situações de flagrante. As informações fornecidas pelos cidadãos auxiliam na fiscalização, na responsabilização dos infratores e na rápida recuperação dos espaços públicos. Mais do que reparar os danos causados pela ação de vândalos, a Administração Regional do Plano Piloto busca fortalecer a cultura de respeito aos espaços públicos e ao patrimônio histórico e cultural de Brasília. A preservação da cidade é uma responsabilidade de todos e depende da colaboração entre poder público e sociedade para que os equipamentos urbanos permaneçam conservados e disponíveis para toda a população.   *Com informações da Adm. Regional do Plano Piloto

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Evento reúne 85 órgãos para discutir e fortalecer a gestão de riscos e a integridade pública no GDF

A Controladoria-Geral do Distrito Federal (CGDF) reuniu, no dia 11 de junho, representantes de 85 órgãos e entidades do GDF para tratar de gestão de riscos e de programas de integridade na administração pública. O encontro contou com a participação de 130 servidores e teve como foco o compartilhamento de boas práticas, a orientação técnica e o aprimoramento da governança pública.  A iniciativa busca reforçar o uso da gestão de riscos como ferramenta de apoio à tomada de decisão e ao alcance dos objetivos estratégicos dos órgãos públicos. Na prática, isso significa fortalecer a capacidade da administração de identificar desafios, prevenir problemas e monitorar fatores que possam comprometer a entrega de resultados à população.  Uma das formas de desdobramento dessas ações é o apoio consultivo prestado pela CGDF voltado à aplicação da gestão de riscos nos planos estratégicos institucionais. A proposta é integrar a técnica de gerenciamento de riscos à estratégia, ampliando a capacidade de antecipação, resposta e acompanhamento de eventos que possam impactar a execução das políticas públicas. A ação também contribui para o cumprimento das diretrizes estabelecidas pelo Decreto Distrital nº 39.736/2019, que orienta a aplicação da gestão de riscos na formulação, implementação e monitoramento das estratégias institucionais. A iniciativa busca reforçar o uso da gestão de riscos como ferramenta de apoio à tomada de decisão e ao alcance dos objetivos estratégicos dos órgãos públicos | Foto: Divulgação/CGDF Integridade nas contratações  Durante a reunião técnica, a CGDF também apresentou duas cartilhas de integridade voltadas às contratações públicas. Uma publicação foi elaborada para orientar agentes públicos e a outra é destinada a licitantes e contratados. Os materiais apresentam orientações sobre princípios, normas e padrões de conduta aplicáveis às contratações públicas, além de reforçar a importância da transparência, da governança, da gestão de riscos e do compromisso com o interesse público. As cartilhas também destacam as responsabilidades dos envolvidos nos processos licitatórios e as sanções administrativas, cíveis e criminais previstas para agentes públicos, empresas e particulares que descumprirem as regras de integridade. Como denunciar  Qualquer cidadão pode denunciar irregularidades, fraudes, desvios de conduta, assédio, discriminação ou violações aos princípios da Administração Pública por meio dos canais oficiais do Governo do Distrito Federal.  As denúncias podem ser registradas pelo site participa.df.gov.br, pelo telefone 162 ou em qualquer ouvidoria dos órgãos e entidades do GDF.   *Com informações da Controladoria-Geral do DF

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DF registra alta histórica de quase 300% nos pedidos via LAI

A participação cidadã no Distrito Federal está em alta. Dados do Painel de Transparência Passiva do DF mostram que os pedidos feitos via Lei de Acesso à Informação (LAI) alcançaram alta histórica, com crescimento de 296%. Em 2022, foram registrados 7.759 pedidos de informação. Já em 2025, esse número saltou para 27.256 solicitações, representando aumento de quase 300%. O tempo médio de atendimento também caiu, passando de 12 para oito dias (o prazo legal é de 20 dias, podendo ser prorrogado por mais dez), demonstrando maior agilidade da administração pública. Ou seja, com média de oito dias para resposta, o DF utiliza apenas 40% do prazo previsto em lei. No ano passado, pedidos feitos via Lei de Acesso à Informação (LAI) alcançaram alta histórica, com crescimento de 296% | Fotos: Divulgação/CGDF O ponto de virada foi o lançamento do site Participa DF, em dezembro de 2022. A iniciativa promoveu mudanças digitais e administrativas para facilitar a vida do cidadão. As principais melhorias incluíram: → Unificação de login: passou a ser o mesmo tanto para as manifestações de ouvidoria quanto para os pedidos de acesso à informação; → Menos burocracia: redução do número de etapas para registro de pedidos; [LEIA_TAMBEM]→ Pedidos múltiplos: possibilidade de enviar solicitações para diferentes órgãos, otimizando o tempo do usuário. O Portal da Transparência também apresentou números expressivos de acesso. Foram registradas 14 milhões de visualizações em 2025, com média aproximada de 70 mil usuários mensais, o que demonstra o interesse da população em acompanhar, de forma direta e proativa, informações sobre a gestão pública, como execução orçamentária, contratos, licitações e despesas governamentais. Entre os órgãos mais demandados pelos cidadãos estão a Secretaria de Saúde (SES-DF), a DF Legal e o Departamento de Trânsito (Detran-DF), áreas diretamente relacionadas ao cotidiano da população. “A ampliação da participação popular é o reflexo de uma população que entende seu papel na construção de uma gestão pública mais transparente, ética e eficiente. O acesso à informação é um direito garantido por lei e uma ferramenta essencial para que a sociedade contribua para a melhoria das políticas públicas”, destaca o controlador-geral do DF, Daniel Lima. O site Participa DF promoveu mudanças digitais e administrativas para facilitar a vida do cidadão Transparência Além da simplificação dos pedidos de acesso à informação e das manifestações de ouvidoria, o site disponibiliza acesso ao Portal da Transparência e ao Portal de Dados Abertos, pilares da transparência ativa. Nesses canais, informações sobre execução orçamentária, licitações e remunerações ficam acessíveis ao cidadão sem necessidade de solicitação prévia. Já o Painel de Ouvidoria e o Painel de Transparência Passiva apresentam dados sobre manifestações e pedidos registrados, com filtros por período, tema e situação. “Ao integrar essas plataformas, nossa intenção foi criar um ambiente digital acessível, no qual o direito à informação deixa de ser um conceito e se torna simples, rápido e real para os mais de 1 milhão de usuários cadastrados no Participa DF”, afirma Daniel Lima. *Com informações da Controladoria-Geral do Distrito Federal (CGDF)

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Hackathon: 128 inscritos entram na disputa por soluções para modernizar o Participa DF

O 1º Hackathon em Controle Social do Governo do Distrito Federal — Desafio Participa DF encerrou o período de inscrições com 128 participantes inscritos, o que demonstra o forte interesse da sociedade em contribuir com soluções tecnológicas voltadas ao fortalecimento da transparência e da participação social no DF.  Lançado durante a Semana Internacional de Controle e Combate à Corrupção, em novembro de 2025, o Hackathon é uma iniciativa inédita da Controladoria-Geral do Distrito Federal (CGDF) com patrocínio do Fundo Distrital de Combate à Corrupção, que busca aproximar governo e cidadão por meio da inovação. O desafio convida os participantes a criarem soluções que aprimorem o Participa DF, plataforma que reúne, em um único ambiente digital, os serviços de ouvidoria e de acesso à informação do GDF. Do total de inscrições, 82 foram destinadas à categoria acesso à informação e 46 à categoria ouvidoria | Foto: Divulgação/CGDF Do total de inscrições, 82 foram destinadas à categoria acesso à informação e 46 à categoria ouvidoria, evidenciando o engajamento de desenvolvedores, designers, estudantes e profissionais de tecnologia com os desafios propostos pela CGDF.  Na categoria acesso à informação, os participantes deveriam desenvolver modelos capazes de identificar automaticamente pedidos que contenham dados pessoais, contribuindo para uma classificação mais segura e alinhada à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). Já na categoria ouvidoria, o desafio consistia na criação de uma versão PWA (Progressive Web App) do Participa DF, que permita o envio de manifestações por texto, áudio, vídeo e imagem, com acessibilidade plena, protocolo automático e possibilidade de anonimato. [LEIA_TAMBEM]As soluções inscritas passarão por avaliação técnica, que ocorrerá de 2 a 20 de fevereiro, conduzida pela subcontroladoria de Tecnologia da Informação e da subcontroladoria de Transparência e Controle Social e da Ouvidoria-Geral, todas unidades da CGDF. O resultado será divulgado em 23 de fevereiro, com transmissão pelo canal TV Controladoria DF, no YouTube. A premiação total é de R$ 30 mil, distribuída entre os três primeiros colocados de cada categoria. O controlador-geral do Distrito Federal, Daniel Lima, comemora o número expressivo: “O sucesso de inscrições do Desafio Participa DF mostra que a inovação aberta é uma ferramenta poderosa para aproximar governo e cidadão e fortalecer a transparência pública.” Para o subcontrolador de Tecnologia da Informação da CGDF, Jefferson Paravidine, “o mais interessante desse desafio é que é o cidadão melhorando uma ferramenta que, no fim, irá trazer o benefício de volta para ele mesmo”. *Com informações da CGDF  

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Aplicativo do Metrô-DF terá espaço para registro de denúncias sobre segurança a partir desta segunda-feira (15)

O aplicativo do Metrô-DF oferecerá uma nova funcionalidade à população a partir desta segunda-feira (15). As pessoas poderão registrar denúncias sobre segurança direto na plataforma, com atendimento em tempo real das 5h30 à 0h30 — período em que há usuários presentes nas estações e trens da companhia. O objetivo é reduzir o tempo de resposta e aplicação das ações necessárias à cada demanda. Para ter acesso ao serviço, é necessário atualizar o aplicativo, disponível para Android e iOS. Aplicativo permite o envio de denúncias sobre diferentes tipos de irregularidade | Fotos: Matheus H. Souza/Agência Brasília De acordo com a gerente de Segurança do Metrô-DF, Paula Marinho, será possível fazer denúncias sobre casos de importunação sexual, furtos, roubos, comércio irregular, uso indevido de carro exclusivo e episódios de violência, entre outros. Ou seja, o recurso é destinado, especialmente, a questões de segurança. Problemas relacionados às estações e trens devem ser comunicados à Ouvidoria, por meio da aba Participa DF no app do Metrô-DF ou pelo site do órgão. “O objetivo é ampliar a nossa comunicação com os usuários e diminuir o tempo de resposta” Paula Marinho, gerente de Segurança do Metrô-DF “Fizemos uma visita técnica ao metrô de São Paulo, que é o maior do Brasil, e absorvemos as informações para trazer esse serviço para o DF”, relata Paula Marinho. “O objetivo é ampliar a nossa comunicação com os usuários e diminuir o tempo de resposta.” As denúncias, lembra ela, poderão ser feitas de modo anônimo ou não, conforme a preferência do usuário. Como proceder O recurso “Segurança” foi incluído na aba “Serviços”, junto ao “Achados e Perdidos”. O processo é intuitivo, e as etapas avançam conforme o usuário completa os campos. Primeiro, a pessoa deve informar se prefere o anonimato ou incluir dados pessoais. Depois, há espaço para indicar onde ocorreu o caso: se dentro de uma estação  qual estação e em que área (banheiro, plataforma de embarque etc) – ou em um trem. Por fim, vem a parte de detalhamento da situação e o envio da demanda. Centrode Monitoramento de Segurança do Metrô-DF recebe as denúncias e agiliza o atendimento  As denúncias são recebidas e tratadas pelo Centro de Monitoramento de Segurança do Metrô-DF. Os empregados da companhia recebem as notificações e, se necessário, podem abrir um bate-papo com o usuário para solicitar mais dados, como o número do trem ou ponto específico da ocorrência. Em seguida, cabe ao responsável pelo atendimento acionar a equipe da estação e, se necessário, as forças de segurança. “Essas informações são importantes para que a gente localize a pessoa no ambiente metroviário; se for na Estação Galeria, dentro do elevador, por exemplo, vamos mandar uma equipe direcionada para esse local”, esclarece Paula. “Quando há necessidade de um recurso adicional, fazemos contato direto com o nosso representante no Ciob [Centro Integrado de Operações de Brasília] para diminuir o tempo de resposta às ocorrências operacionais.” A gerente de Segurança do Metrô-DF, Paula Marinho, explica a vantagem do aplicativo:  “Agora a pessoa também poderá utilizar o aplicativo para ter mais agilidade na demanda” A gerente ressalta, ainda, a importância da população evitar o registro de falsas denúncias: “Contamos com a colaboração da população para que utilize isso da melhor maneira, que é um benefício para todos. Poderemos agir de forma mais pontual, mais rápida e adequada, proporcionando um melhor atendimento”. Antes do recurso, as comunicações sobre questões de segurança eram feitas pelo Participa DF ou presencialmente, quando um usuário solicitava socorro da equipe presente na estação. “Esses meios continuam em vigor, mas agora a pessoa também poderá utilizar o aplicativo para ter mais agilidade na demanda”, lembra a gerente de Segurança do Metrô-DF. Dados Neste ano, já foram registrados 516 boletins de ocorrência (BOs) do Metrô-DF sobre crimes de natureza penal como importunação sexual, violência física, furto e roubo. O número é maior que o de 2024, que teve 483 boletins. Os casos também são anotados junto à Polícia Civil. A companhia mapeia ainda as infrações administrativas e problemas operacionais por meio do Relatório de Ocorrência (RC), como uso indevido de carro exclusivo, objetos esquecidos, manipulações fraudulentas no sistema, combate a incêndio, comércio irregular e comportamentos antissociais. Neste ano, já são 225 relatórios, menos do que em 2024, que alcançou 253 documentos. Também ocorreu uma leve queda nos índices de Recolhimento de Mercadoria, relativo ao comércio ilegal dentro dos trens e estações. Neste ano, até o momento, foram 40 casos deste tipo – quase a metade do ocorrido no ano passado, que teve 72 relatórios. Por fim, os casos encaminhados para outros órgãos – formalizados via Guia de Encaminhamento (GE), para situações como crianças perdidas, pessoas em vulnerabilidade social ou necessidade de apoio externo – mantiveram números baixos e estáveis: 44 em 2024 e 41 em 2025. Aplicativo Desenvolvido pela área de Tecnologia da Informação do Metrô-DF, o app foi lançado em 2019 e oferece uma série de funcionalidades aos usuários. Além do novo recurso, voltado para denúncias sobre segurança, a plataforma disponibiliza informações sobre os trens, notícias sobre a companhia e espaço para registro de sugestões, elogios e críticas por meio do Participa DF. [LEIA_TAMBEM]Com o aplicativo, os cidadãos podem programar suas viagens, sabendo o horário de chegada dos trens às estações ou receber alertas em tempo real sobre como está a operação do sistema. São enviadas notificações sobre a prestação do serviço – se está normal, com velocidade reduzida ou paralisada –, e qualquer evento importante que possa impactar a viagem. O usuário também tem acesso ao mapa das imediações das estações, com informações sobre disponibilidade de serviços públicos, bicicletas compartilhadas e caixas eletrônicos. Há, ainda, uma área específica para comunicar a perda de objetos ou documentos. Basta informar a data aproximada e a estação em que pode ter ocorrido a perda, além de uma descrição detalhada do item. Independentemente de a informação estar completamente certa, os colaboradores do Metrô vão procurar no sistema para verificar se há algum objeto cadastrado com características semelhantes. Tão logo a busca seja realizada, o usuário receberá a resposta – o status pode ser atualizado a qualquer momento por notificação pelo aplicativo. Clique aqui para baixar o aplicativo pelo iOS. Mais informações sobre o app estão disponíveis no site do Metrô-DF.

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Programa Participa DF tem contagem de prazos padronizada 

A Controladoria-Geral do Distrito Federal (CGDF), por meio da Ouvidoria-Geral do DF, implementará uma nova sistemática para a contagem do prazo de resposta às manifestações registradas pelos cidadãos no Participa DF. A mudança, em vigor desde 17 de novembro, tem como objetivo padronizar procedimentos, trazer mais segurança jurídica e aprimorar a eficiência dos atendimentos realizados pelas ouvidorias do Governo do Distrito Federal (GDF).  Com a atualização, prazo para resposta passa a ser de 20 dias | Foto: Divulgação/CGDF  A atualização segue os dispositivos da Lei nº 4.896/2012, do Decreto nº 36.462/2015, que define o prazo de 20 dias para resposta, e da Instrução Normativa nº 01/2017, que regulamenta o tratamento das manifestações. A revisão também está alinhada às recomendações do Guia Prático para as Ouvidorias do GDF – 2025.  Novas determinações [LEIA_TAMBEM]Pela nova regra, o prazo de 20 dias passa a ser contado a partir do primeiro dia útil subsequente ao registro da manifestação no Participa DF. Feriados nacionais, distritais e pontos facultativos deixam de integrar a contagem. Quando o vencimento ocorrer em fim de semana ou feriado, o prazo se estende automaticamente até o próximo dia útil, sem prejuízo ao cumprimento da norma.  O controlador-geral do DF, Daniel Lima, lembra que o ajuste fortalece um compromisso central da CGDF: entregar um serviço mais preciso e previsível ao cidadão. “Nossa atuação é pautada pela transparência e pelo respeito ao usuário”, afirma. “Aperfeiçoar a contagem de prazos significa reforçar essa relação de confiança e qualificar a experiência de quem utiliza o Participa DF”.  Para a ouvidora-geral do DF, Daniela Pacheco, a medida também contribui para a organização do trabalho interno das equipes: “A padronização facilita o planejamento das ouvidorias e melhora a gestão do atendimento. Trata-se de um avanço que beneficia tanto o cidadão quanto a administração pública”. *Com informações da Controladoria-Geral do DF

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Lançado edital do 1º Hackathon em Controle Social: Desafio Participa DF   

A Controladoria-Geral do Distrito Federal (CGDF) publicou, no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) de terça-feira (25), o edital do 1º Hackathon em Controle Social do Governo do Distrito Federal: Desafio Participa DF – Conectando Governo e Cidadão. O anúncio oficial foi feito na tarde anterior, durante a abertura da Semana Internacional de Controle e Combate à Corrupção, marcando um novo passo do GDF na promoção da inovação, da transparência e da participação cidadã.    Profissionais de tecnologia são o foco do Desafio Participa DF | Foto: Divulgação/CGDF O Desafio Participa DF é voltado a desenvolvedores, designers, estudantes e demais profissionais da área de tecnologia interessados em criar soluções que aprimorem o Participa DF, plataforma que reúne, em um único ambiente, os serviços de ouvidoria e de acesso à informação do GDF. O objetivo é facilitar a vida do cidadão, ampliar a acessibilidade e fortalecer a proteção de dados no atendimento público. A premiação para cada categoria será de R$ 8 mil, R$ 5 mil e R$ 2 mil — destinados respectivamente aos 1º, 2º e 3º lugares — e envolve soluções tecnológicas para a ouvidoria e os pedidos de acesso à informação.  Categorias O hackathon, que conta com duas categorias, será totalmente virtual. A primeira, Acesso à Informação, busca modelos capazes de identificar automaticamente pedidos que contenham dados pessoais, contribuindo para uma classificação mais segura. Já a categoria Ouvidoria convoca os participantes a desenvolverem uma versão PWA do Participa DF, permitindo o envio de manifestações por texto, áudio, vídeo e imagem, com acessibilidade plena, protocolo automático e opção de anonimato. [LEIA_TAMBEM]As inscrições são gratuitas e poderão ser feitas individualmente ou em equipes de até três pessoas. Podem participar pessoas a partir de 18 anos, exceto servidores, colaboradores e estagiários da CGDF e seus parentes até o terceiro grau. O período de inscrição e submissão das soluções será de 12 a 30 de janeiro de 2026. A seleção será feita por especialistas da Subcontroladoria de Tecnologia da Informação, da Subcontroladoria de Transparência e Controle Social e da Ouvidoria-Geral do DF, unidades da CGDF. A divulgação do resultado está prevista para 23 de fevereiro de 2026, com transmissão pelo canal TV Controladoria DF, no YouTube. O envio da documentação dos vencedores ocorrerá entre 23 de fevereiro e 6 de março, e o pagamento será efetuado entre 6 de março e 3 de abril de 2026. O edital completo, com todas as regras e orientações técnicas, já está disponível no site da CGDF.    *Com informações da Controladoria-Geral do DF

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