Corrida na Esplanada reúne participantes em apoio à luta contra o câncer
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. A luta contra o câncer reuniu corredores e famílias na Esplanada dos Ministérios neste sábado (19/9). Para Catarina Medeiros, de 39 anos, a corrida teve um significado especial. A primeira vez que participou de uma atividade como essa foi ao lado da mãe, que fazia tratamento contra o câncer de mama e faleceu em outubro de 2015. Iniciativa mobiliza a população para o enfrentamento do câncer, reunindo um público diversificado | Fotos: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília “Depois disso, eu parei de correr”, relatou a moradora de Sobradinho. Voltei a correr e resolvi participar novamente por causa da corrida da Rede Feminina de Combate ao Câncer de Brasília. Eu estava correndo apenas por conta própria, sem participar de eventos como esses, que combatem o câncer.” “É bom porque estimula as pessoas a participarem, praticarem esportes e estarem em um momento de convivência social, e também permite que elas recebam materiais de prevenção e de cuidado” Catarina Medeiros, participante da corrida Neste sábado, Catarina correu os 10 quilômetros ao lado do marido e de amigas. “É bom porque estimula as pessoas a participarem, praticarem esportes e estarem em um momento de convivência social, interagindo com outras pessoas, e também permite que elas recebam materiais de prevenção e de cuidado”, ressaltou. A corrida começou às 17h, no canteiro central da Esplanada, em frente à Catedral Metropolitana. Os participantes escolheram entre caminhada de 2,5 quilômetros e corridas de 5 quilômetros e 10 quilômetros. Após a chegada, eles receberam água, frutas e barras de cereal. A iniciativa da Rede Feminina de Combate ao Câncer de Brasília busca incentivar a prática esportiva e mobilizar a população para a prevenção e o enfrentamento da doença. O evento também dá visibilidade ao trabalho de acolhimento e apoio oferecido pela entidade a pacientes e familiares. “Para quem é paciente oncológico, a corrida é muito importante porque, durante o tratamento, acabamos vivendo intensamente a doença”, lembrou Raquel Beleza, 38. "Estar ali foi um momento para espairecer a mente, reencontrar pessoas queridas, sorrir e viver algo diferente.” Colaboradora do Núcleo de Pessoas do Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), ela está prestes a concluir o último ciclo de quimioterapia após ter recebido o diagnóstico de câncer de mama há um ano e três meses. Idealizadora da corrida e coordenadora da Rede Feminina de Combate ao Câncer, Larissa Bezerra lembrou que a iniciativa nasceu do desejo de aproximar diferentes pessoas em torno da mesma causa: “Quando comecei a idealizar essa corrida, nunca pensei apenas em quilômetros, largada, chegada ou medalha. Pensei em propósito, em mostrar que existem muitas formas de ajudar: dá para correr, caminhar, sorrir, abraçar, doar ou ser voluntário. Cada pessoa, com a sua individualidade, pode fazer diferença na vida de alguém”. *Com informações do IgesDF
Ler mais...
Rede Feminina de Combate ao Câncer renova parceria para apoio a pacientes oncológicos
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. A Secretaria de Saúde (SES-DF) renovou a parceria com a Rede Feminina de Combate ao Câncer de Brasília por meio de um termo de fomento. Publicado no Diário Oficial do Distrito Federal (confira aqui) nesta segunda-feira (14/9), o acordo destina R$ 499.933,58 para fortalecer ações de acolhimento em saúde e suporte humanizado a pacientes oncológicos e pessoas com outras enfermidades, em situação de vulnerabilidade social no DF. Com vigência de 12 meses, o investimento será aplicado na manutenção e no funcionamento da casa de apoio, gerida pela Rede Feminina. A estrutura busca contribuir para que os pacientes atendidos pela rede pública de saúde mantenham a continuidade dos tratamentos diante de dificuldades financeiras ou logísticas. Gestora da Rede Feminina destaca importância da parceria com a Secretaria de Saúde para a casa de apoio: "Nosso trabalho diário é transformar solidariedade em amparo real, fornecendo leito, comida e afeto aos pacientes e acompanhantes que enfrentam a batalha da oncologia longe de suas casas”, diz Larissa Bezerra Localizada no Núcleo Bandeirante, a casa de apoio oferece hospedagem, refeições, transporte até os hospitais e suporte socioassistencial contínuo tanto para pacientes quanto para seus acompanhantes. O subsecretário de Convênios e Parcerias da SES-DF, Samuel Barbosa, destacou o impacto da parceria na qualidade do atendimento oferecido pela rede pública: “O tratamento contra o câncer exige mais do que intervenções médicas e hospitalares, exige dignidade, amparo e acolhimento. A parceria com a Rede Feminina reforça o compromisso da gestão em olhar para a saúde pública de forma integral, garantindo que o paciente e sua família tenham toda a estrutura necessária para enfrentar esse momento com esperança e continuidade no cuidado”. A gestora da Rede Feminina de Combate ao Câncer de Brasília, Larissa Bezerra, ressaltou a relevância do fomento para a manutenção do trabalho voluntário e assistencial:“A renovação desse apoio governamental é fundamental para mantermos as portas da casa de apoio abertas a quem mais precisa. Nosso trabalho diário é transformar solidariedade em amparo real, fornecendo leito, comida e afeto aos pacientes e acompanhantes que enfrentam a batalha da oncologia longe de suas casas”. *Com informações da SES-DF
Ler mais...
Rede Feminina oferece apoio alimentar a 300 pacientes do Hospital de Base
Para 300 pacientes em tratamento contra o câncer, o fim de cada mês também representa a certeza de levar alimento para casa. Com aproximadamente 25 anos de atuação, a Rede Feminina de Combate ao Câncer de Brasília oferece apoio mensal a pessoas em situação de vulnerabilidade atendidas no Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF). Para Vera Alissa Silva de Souza, que enfrenta o câncer e participa da iniciativa, a entrega representa uma preocupação a menos em uma rotina já marcada por desafios. “Todos os meses eu venho aqui pegar a minha cesta e fico muito feliz, porque é uma coisa com a qual não preciso me preocupar, que é ter meu alimento durante esse período”, relata. O benefício é destinado a homens e mulheres em acompanhamento oncológico e em situação de vulnerabilidade. A inclusão de novos participantes ocorre conforme a disponibilidade de doações recebidas pela instituição. “À medida que temos doadores, vamos incluindo os pacientes. Quando a pessoa entra no cadastro, passa a receber uma cesta básica e uma dúzia de ovos até o fim do ano”, explica a psicóloga da Rede Feminina de Combate ao Câncer de Brasília, Ana Paula Soares Fernandes. Quando a renda também é afetada Os impactos do câncer podem ultrapassar as questões relacionadas à saúde. Segundo Ana Paula, parte dos assistidos precisa interromper as atividades profissionais durante o tratamento, o que pode comprometer a renda justamente em um período de aumento das preocupações familiares. O benefício é destinado a homens e mulheres em acompanhamento oncológico e em situação de vulnerabilidade | Foto: Divulgação A situação pode ser ainda mais delicada para pessoas responsáveis pelo sustento da casa. Entre as mulheres acompanhadas, por exemplo, há mães que precisam conciliar os cuidados com a própria saúde e as necessidades dos filhos. “Muitas das pacientes são responsáveis pelo sustento da família e, quando começam o tratamento, precisam parar de trabalhar. Elas ficam preocupadas com o alimento em casa. Então, o programa é importante para que se sintam amparadas e possam continuar cuidando da saúde”, destaca. A entrega busca, assim, oferecer apoio em uma necessidade básica e reduzir parte da pressão financeira enfrentada pelos pacientes durante o tratamento. Encontro que também aproxima Nos dias de distribuição, a ação vai além da retirada dos alimentos. A equipe oferece pão, manteiga e café, transformando o momento em uma oportunidade de convivência e escuta. “É um momento de estar junto com eles, conversar um pouco, entender algumas demandas e fazer a entrega das cestas”, conta Ana Paula. Esse contato permite que a equipe acompanhe de perto outras necessidades apresentadas pelos assistidos e fortalece o vínculo construído pela Rede Feminina ao longo do tratamento. Como participar O programa é destinado a homens e mulheres em tratamento contra o câncer e em situação de vulnerabilidade. Para solicitar a inclusão, é necessário procurar a sala da Rede Feminina de Combate ao Câncer no Hospital de Base e apresentar documento de identidade e cópia da biópsia. A entrada de novos participantes depende da disponibilidade de doações. Uma vez incluído no cadastro, o beneficiário recebe uma cesta básica e uma dúzia de ovos por mês até o fim do ano.
Ler mais...
Blitz mobiliza voluntários para ampliar apoio a pacientes oncológicos
A solidariedade ganhou espaço na sede administrativa do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) nesta quarta-feira (17). Voluntários da Rede Feminina de Combate ao Câncer de Brasília realizaram a primeira edição da Blitz Solidária para apresentar o trabalho desenvolvido com pacientes oncológicos e mobilizar novos apoiadores para os mais de 40 projetos mantidos pela instituição. A ação mostrou para a população como contribuições simples podem fazer diferença na vida de quem está em tratamento da doença e familiares. A coordenadora da Rede Feminina de Combate ao Câncer de Brasília, Larissa Bezerra (C), em atuação durante a Blitz Solidária | Fotos: Ualisson Noronha/IgesDF A mobilização percorreu a entrada do edifício PO700 e diversos setores administrativos do Instituto, levando informações sobre formas de doação, voluntariado e iniciativas voltadas ao paciente. Além dos colaboradores do IgesDF, a mobilização também alcançou profissionais da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) e de áreas do Ministério da Saúde que atuam no complexo administrativo. “Há pacientes para quem o câncer não é o único problema. Por isso, trabalhamos com acolhimento integral, oferecendo suporte em diferentes áreas da vida dessas pessoas” Larissa Bezerra, coordenadora da Rede Feminina de Combate ao Câncer de Brasília Atualmente, a Rede Feminina mantém mais de 40 projetos sociais voltados ao acolhimento e à assistência de pessoas em tratamento oncológico. Todas as atividades são financiadas exclusivamente por doações, o que torna o apoio da sociedade fundamental para garantir a continuidade dos atendimentos. A coordenadora da Rede Feminina de Combate ao Câncer de Brasília, Larissa Bezerra, explica que a blitz surgiu da necessidade de levar a instituição até as pessoas e ampliar o conhecimento sobre o trabalho realizado. “Muitos ainda não conhecem a Rede Feminina. Nosso objetivo é mostrar de perto o que fazemos e como uma simples doação pode impactar a vida de quem enfrenta o câncer”, destaca. Segundo ela, os desafios enfrentados pelos pacientes vão muito além do tratamento da doença. Questões como insegurança alimentar, dificuldades financeiras e falta de apoio familiar também fazem parte da realidade de muitas pessoas atendidas pela instituição. “Há pacientes para quem o câncer não é o único problema. Por isso, trabalhamos com acolhimento integral, oferecendo suporte em diferentes áreas da vida dessas pessoas”, explica. Entre os voluntários que participaram da mobilização estava Adriana Lago (C), integrante da Rede Feminina há dez meses Fortalecimento da rede Além das doações por meio do Pix Solidário, a instituição recebe apoio por meio do voluntariado, da doação de cabelos para confecção de perucas, da arrecadação de cestas básicas e de outras iniciativas voltadas ao fortalecimento da rede de apoio aos pacientes. “Quanto mais pessoas conhecerem o projeto, mais pacientes conseguiremos acolher e ajudar. Esse trabalho só acontece porque existe solidariedade” Adriana Lago, integrante da Rede Feminina Entre os voluntários que participaram da mobilização estava Adriana Lago, integrante da Rede Feminina há dez meses. Para ela, cada conversa representa uma oportunidade de ampliar o alcance do trabalho desenvolvido pela entidade. “Quanto mais pessoas conhecerem o projeto, mais pacientes conseguiremos acolher e ajudar. Esse trabalho só acontece porque existe solidariedade”, ressalta. A expectativa é que a Blitz Solidária passe a integrar o calendário de ações da instituição e seja realizada em diferentes pontos do Distrito Federal, como feiras, eventos esportivos, espaços culturais e locais de grande circulação. “A proposta é aproximar a solidariedade das pessoas e mostrar que ninguém precisa enfrentar sozinho uma das fases mais difíceis da vida”, conclui Larissa. Como ajudar ⇒ A Rede Feminina de Combate ao Câncer de Brasília recebe doações por meio do Pix Solidário ⇒ Chave Pix: 61 98580-4019 ⇒ Favorecido: Rede Feminina de Combate ao Câncer de Brasília (Banco do Brasil) Ações que fazem a diferença [LEIA_TAMBEM]Além da Blitz Solidária, a Rede Feminina de Combate ao Câncer de Brasília mantém uma série de iniciativas voltadas ao acolhimento e ao apoio de pacientes em tratamento oncológico e seus familiares. Nesta semana, a instituição também promove um mega bazar no jardim do Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF). A ação segue até sexta-feira (19), das 8h às 17h, com mais de 10 mil produtos à venda. Toda a renda arrecadada é destinada à manutenção dos projetos desenvolvidos pela entidade. O bazar é aberto ao público e oferece itens como roupas, casacos, acessórios e utilidades domésticas em excelente estado de conservação. Os pagamentos podem ser realizados em dinheiro, PIX, cartão de débito ou crédito, com possibilidade de parcelamento em até dez vezes sem juros. *Com informações do IgesDF
Ler mais...
Rede Feminina de Combate ao Câncer recebe doação de mais de R$ 50 mil
A Rede Feminina de Combate ao Câncer recebeu, nessa quinta-feira (6), R$ 52.864 de doação da filial brasiliense da Cooperativa Agroindustrial Consolata (Copacol). O valor, que corresponde à arrecadação gerada pela campanha Outubro Rosa da empresa, é resultado de uma porcentagem da venda total do filé de tilápia congelado durante o mês de outubro. A cerimônia foi realizada na sede da Rede Feminina, no estacionamento do Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), e contou com a presença da coordenadora da entidade, Larissa Bezerra, do presidente do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde (IgesDF), Cleber Monteiro, e do gerente regional da Copacol Brasília, André Ossuna. No ano passado, a cooperativa repassou mais de R$ 40 mil à entidade | Fotos: Alberto Ruy/IgesDF Em sua 8ª edição, a campanha tem aumentado o volume de doações a cada ano. Em 2024, a cooperativa repassou mais de R$ 40 mil à entidade. O crescimento em 2025 reafirma o compromisso da Copacol com causas sociais e com o bem-estar das comunidades onde atua. Para André Ossuna, o resultado é motivo de orgulho coletivo e reforça o propósito da cooperativa. “Há sete anos realizamos essa campanha e, a cada edição, conseguimos ampliar o valor do cheque. Este ano batemos novamente o recorde regional. Isso mostra que nossa equipe, parceiros e clientes estão verdadeiramente engajados em fazer o bem”, afirma. Segundo o gerente, a empresa escolheu a Rede Feminina por acreditar na seriedade e no impacto do trabalho que a entidade promove junto aos pacientes oncológicos. Uma parceria que transforma A coordenadora da Rede Feminina, Larissa Bezerra, agradeceu a doação e destacou a importância da continuidade da parceria. “Não é coincidência, é providência estarmos aqui juntos mais uma vez. Esse valor representa esperança e nos permite planejar novas ações para o próximo ano, como o fornecimento de cestas básicas e lanches aos acompanhantes dos pacientes”, declara. Segundo André Ossuna, a empresa escolheu a Rede Feminina por acreditar na seriedade e no impacto do trabalho que a entidade promove junto aos pacientes oncológicos Larissa reforçou que o trabalho da instituição é movido por empatia. “Nossa missão é acolher com amor e dignidade. Cada parceria renova nossa força para seguir cuidando de quem mais precisa”, ressalta. Durante o evento, o presidente do Instituto, Cleber Monteiro, destacou o papel essencial da Rede Feminina no atendimento aos pacientes do Hospital de Base. “A Rede é uma engrenagem fundamental do nosso sistema. Quando uma empresa como a Copacol se une a essa causa, todos ganham, os pacientes, o hospital e a sociedade”, destaca. Quase três décadas de voluntariado Fundada em 1996 por Maria Thereza S. Falcão, a Rede Feminina de Combate ao Câncer de Brasília atua no Hospital de Base oferecendo apoio emocional, material e humanização do atendimento a pacientes oncológicos e familiares. A instituição mantém a Casa de Apoio, realiza doações de cestas básicas, kits de higiene, fraldas e cadeiras de rodas, e promove oficinas, bazares e outras atividades voltadas ao acolhimento. Atualmente, conta com cerca de 150 voluntárias e mais de 40 projetos sociais, consolidando-se como um dos maiores exemplos de solidariedade contínua no Distrito Federal. *Com informações do IgesDF
Ler mais...
Embaixada da Tailândia entrega doações para pacientes no Hospital de Base
Representantes da Embaixada da Tailândia visitaram, na manhã desta quinta-feira (21), a Rede Feminina de Combate ao Câncer de Brasília, voluntariado que atua no Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF). Mais do que uma visita diplomática, o encontro simbolizou a união de culturas e instituições em prol de um objetivo comum: oferecer acolhimento e dignidade a pacientes em tratamento contra o câncer. As doações somaram 50 pares de chinelos, 30 toalhas, 72 escovas de dente e 96 desodorantes, itens que ajudam a transformar a rotina dos pacientes do Hospital de Base. Para a gestora do voluntariado, Larissa Bezerra, essa ação é uma demonstração de cuidado, atenção e carinho da embaixada. “Para muitas das pessoas que atendemos diariamente, um gesto de afeto como esse pode se tornar um combustível essencial na jornada de superação, e é exatamente esse o elo que fortalece a parceria entre a Rede Feminina, o HBDF e a Embaixada da Tailândia”, contou. Foram doados 50 pares de chinelos, 30 toalhas, 72 escovas de dente e 96 desodorantes | Fotos: Alberto Ruy/IgesDF A embaixadora da Tailândia no Brasil, Kundhinee Aksornwong, destacou que a doação simboliza o compromisso do país em apoiar ações humanitárias e também, integra parte da comemoração do mês das mães na região, celebrado em agosto em alusão ao aniversário da rainha-mãe da Tailândia, Sirikit. [LEIA_TAMBEM]“É uma honra contribuir para o trabalho da Rede Feminina, que faz tanta diferença na vida das pessoas em tratamento. Acreditamos que essa solenidade marca o início de uma aliança a ser desenvolvida com cada vez mais profundidade no futuro”, pontuou. Para a gerente multiprofissional do Hospital de Base, Niedja Bartira, a parceria é um exemplo do quanto a solidariedade fortalece o cuidado em saúde. “Com o apoio de ações como essa, nós conseguimos ampliar o alcance da nossa missão de cuidar de vidas com qualidade e humanidade. Toda ajuda é sempre muito bem-vinda”, ressaltou. Voluntária da Rede Feminina e também paciente da unidade gerida pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), Rita de Cássia relatou o quanto doações do tipo fazem a diferença na vida dos atendidos: “A gente sente o carinho e percebe que não está sozinha. Falo como paciente: já fui beneficiada e sei o quanto cada doação é importante. São gestos assim que nos lembram que não estamos sozinhos nessa caminhada”. * Com informações do IgesDF
Ler mais...
Festa junina leva música, comida e solidariedade a pacientes oncológicos do Hospital de Base
O jardim do Hospital de Base, unidade administrada pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), ganhou cores, sabores e solidariedade nesta sexta-feira (30) com a tradicional festa junina promovida pela Rede Feminina de Combate ao Câncer de Brasília. O evento foi realizado junto à entrega mensal de cestas básicas a 400 pacientes oncológicos cadastrados e assistidos pela instituição. Hospital de Base do DF recebeu festa junina nesta sexta (3), promovida pela Feminina de Combate ao Câncer de Brasília, para 400 pacientes oncológicos, que puderam consumir gratuitamente nas barraquinhas | Fotos: Alberto Ruy/IgesDF As barraquinhas ofereceram comidas como cachorro-quente, milho cozido, canjica, galinhada e arroz carreteiro, tudo vendido por R$ 5,00. Segundo Larissa Bezerra, coordenadora da Rede Feminina, os alimentos foram doados pelos voluntários, e toda a renda será revertida para os pacientes. “Além das cestas básicas, os pacientes receberam vales para consumir gratuitamente nas barraquinhas. Queríamos que trouxessem a família e aproveitassem a festa”, explicou Larissa. “Também tivemos a participação da cantora Adriana Samartini, que doou o show para animar nosso arraiá”, completou. Evento também ofereceu cestas básicas aos pacientes A festa contou com o apoio de parlamentares do Distrito Federal, entre eles o deputado distrital Roosevelt Vilela, presente no evento. Ele é autor de emendas destinadas ao Hospital de Base. “Saúde pública precisa ser prioridade. Hoje temos um décimo andar totalmente reformado, oferecendo mais conforto para pacientes e profissionais. A construção do Centro de Infusão Verinha também foi um grande avanço para o hospital”, destacou. [LEIA_TAMBEM]Entre os pacientes beneficiados está Jaqueline Sousa Campos da Silva, diagnosticada com câncer de mama em novembro de 2023. Após cirurgia e tratamento, ela segue em acompanhamento com imunoterapia e fisioterapia na unidade. Amparada pela Rede Feminina, Jaqueline fez questão de participar da festa e deixou um recado emocionado: “Aqui a gente recebe acolhimento, amor e carinho. E hoje é um dia de celebrar a vida, se distrair um pouco e agradecer por esse momento”, concluiu. *Com informações do IgesDF
Ler mais...
Paciente com câncer se casa na capela do Hospital de Base
A equipe de enfermagem e multiprofissional da enfermaria de hematologia do Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF) ajudou a tornar possível mais um pedido de um paciente. Na segunda-feira (14), foi realizada, em uma celebração emocionante, o casamento de Marcos Suel do Vale de Jesus, de 26 anos. “Queria agradecer muito a toda a equipe do hospital, que tem me ajudado demais”, disse Marcos; cerimônia foi celebrada pelo padre Kenneth Michael Hall, da Paróquia Divino Espírito Santo Paráclito | Fotos: Alberto Ruy/IgesDF Internado na unidade desde 28 de fevereiro, com diagnóstico de linfoma plasmablástico, Marcos expressou a vontade de oficializar sua união com a companheira Gessica dos Santos Silva, 28. Ambos já vivem em união estável e têm duas filhas — Ísis, 6, e Eloá, de apenas 2 meses. Natural de Jaguá, distrito de Guaratinga (BA), Marcos Suel trabalha como jardineiro e vive com a esposa e as filhas na região da Vargem Bonita, no Parkway. O desejo de se casar oficialmente cresceu após o nascimento da segunda filha e o diagnóstico da doença. “Queria agradecer muito a toda a equipe do hospital, que tem me ajudado demais”, disse. Gessica joga o buquê: sonho realizado “É sempre emocionante contribuir com o chamado para realizar sonhos de um paciente, pois ele é o foco do nosso trabalho” Larissa Bezerra, coordenadora da Rede Feminina de Combate ao Câncer de Brasília A cerimônia foi organizada com carinho pelas equipes do hospital, com apoio da Rede Feminina de Combate ao Câncer de Brasília. A associação de voluntários foi acionada para ajudar na organização do casamento. A Rede providenciou toda a decoração, música ao vivo, corte de cabelo e barba para o noivo, doces e alimentação para os convidados, tudo por meio de doações de voluntários e parceiros. O bolo do casamento foi uma contribuição da própria equipe multiprofissional do HBDF. Voluntariado Já a parte religiosa e documental ficou por conta da família, que foi buscar apoio na paróquia frequentada pelos noivos. A cerimônia foi celebrada pelo padre Kenneth Michael Hall, da Paróquia Divino Espírito Santo Paráclito, de Vargem Bonita, autorizado pela Chancelaria da Arquidiocese de Brasília. O casamento foi celebrado na capela ecumênica do Hospital de Base, decorada com flores e luzes para a ocasião. O buquê da noiva também veio de doações. A trilha sonora da cerimônia ficou a cargo do enfermeiro do Hospital de Base, Paulo Henrique da Costa Marceneiro, que toca violino, além dos músicos Lucas e Guilherme, da Rede Feminina, que prepararam o repertório conforme o gosto da noiva. “É sempre emocionante contribuir com o chamado para realizar sonhos de um paciente, pois ele é o foco do nosso trabalho”, afirmou a coordenadora da Rede Feminina, Larissa Bezerra. “Mesmo com pouco tempo para organizar, não medimos esforços para fazer com que o paciente se sinta bem, ouvido, acolhido e considerado”, relatou a gestora. “Quando se trata de celebrar o amor, nossa equipe se sente ainda mais motivada a transformar a experiência em um momento mágico. O beijo no final da cerimônia, as alianças trocadas com tanto carinho e até o momento de jogar o buquê — tudo isso encheu o ambiente de esperança e alegria.” *Com informações do IgesDF
Ler mais...